sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

PLAYBOY ENTREVISTA JOHN LENNON - 1980

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Caros amigos: foi uma experiência formidável ler e reler, linha por linha, tudo o que John Lennon disse na histórica (e rara!) entrevista à revista Playboy dias antes da tragédia. A sinceridade de John impressiona. Até pela crueza com que fala de certos assuntos. Fala do período em que esteve recluso, o que andou fazendo, sua vida com Yoko Ono, Beatles, Jagger, Dylan e a conturbada relação com Paul McCartney. O mais impressionante é como as palavras e idéias do velho estão mais atuais do que nunca. Mesmo depois de 28 anos. Espero que gostem e deixem seus comentários. Abração! Edu. BEATLES 4 EVER! BADFINGER BOOGIE!

PARA LER A ENTREVISTA, CLIQUE AQUI:
http://obauentrevistajlplayboy-edu.blogspot.com/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A GENIAL ARTE POP DE ANDY WARHOL

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Andrew Warhol é o artista mais conhecido da pop art e um dos mais polifacetados desse movimento. Depois de estudar desenho, trabalhou como desenhista publicitário em Nova York. No final dos anos de 1950, já utilizava em suas obras motivos oriundos da publicidade, empregando tintas acrílicas. Nos anos de 1960, escolheu como tema para suas obras artigos de consumo cotidiano, como latas de sopa e garrafas de Coca-Cola; ídolos populares, como Marilyn Monroe e Elvis Presley; e imagens da história da arte, como a Mona Lisa, reproduzindo-as em série com diversas variações cromáticas. Warhol refletiu também a imagem mais negativa da moderna sociedade norte-americana (distúrbios raciais e execuções capitais), fazendo uso de materiais acrílicos, combinados com a técnica de colagem. As suas idéias artísticas e os seus filmes underground, atingindo até 25 horas de duração, materializavam-se em seu ateliê nova-iorquino, onde trabalhava com amigos e colaboradores. A partir de 1970, empreendeu diversas experiências multimídia com o grupo de rock Velvet Underground. Embora rejeitando uma arte subjetiva e comprometida (queria ser uma máquina), a sua obra serviu para julgar, de um ponto de vista crítico, a moderna sociedade industrial. Baseando-se no dadaísmo, Warhol desenvolveu novas formas de integração entre os conceitos plásticos e a realidade.

Andy Warhol também foi financiador e mentor intelectual da banda The Velvet Underground. Em 1967, forçou a entrada de sua amiga Nico, cantora e modelo alemã, para a banda. Houve rejeição e conflito por parte da banda e o nome do primeiro álbum foi The Velvet Underground and Nico, excluindo Nico, de certa forma. Logo depois da gravação do álbum White Light/White Heat, Andy Warhol se afastou e Nico foi expulsa da banda.

Em 1987 ele foi operado com problemas na vesícula biliar. A operação correu bem mas Andy Warhol morreu no dia seguinte em 22 de Fevereiro de 1987 em Nova Jersey. Ele era célebre há 35 anos. De facto, a sua conhecida frase: In the future everyone will be famous for fifteen minutes (No futuro, toda a gente será célebre durante quinze minutos), só se aplicará no futuro, quando a produção cultural for totalmente massificada e em que a arte será distribuída por meios de produção de massa.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

GEORGE'S BIRTHDAY - YEAH, HARE HARE!!!

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Hoje é aniversário de George Harrison. Um Ser Iluminado.66 anos. Parabéns, velho amigo de tantos anos. Em sua homenagem, 2 supervídeos.O 1º, de 1979, "BLOW AWAY”, quando você tinha 36. O 2º, em 1965, com os Beatles. “I NEED YOU”. Você estava com 22 anos. Valeu. Seus amigos do Baú do Edu. Hare Krishna!

GEORGE HARRISON - BLOW AWAY



THE BEATLES - I NEED YOU

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

EDU VOLTA AO PSIQUIATRA

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Edu diz ao psiquiatra:
- Doutor, quando estou com os dois pés no chão
estou bem, quando estou com um pé só, também.
Mas quando levanto os dois eu caio. Será fraqueza?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

SUPERBANDAS INESQUECÍVEIS - THE HOLLIES

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THE HOLLIES

The Hollies - banda britânica de rock and roll formada no princípio dos anos 1960. Eles foram contratados pela Parlophone em 1963 como colegas de selo dos Beatles, e lançaram seu primeiro álbum nos Estados Unidos em 1964 durante a primeira leva da Invasão Britânica. Eles são comumente associados a Manchester, pois vários de seus integrantes originais vinham da cidade e de comunidades vizinhas. O grupo foi criado pelos amigos de infância Allan Clarke, vocalista, e Graham Nash, em meados de 1962. Em seguida juntaram-se Don Rathbone na bateria, Eric Haydock no baixo, e Vic Steele na guitarra-solo. Steele foi rapidamente substituído por Tony Hicks. Em 1963, quando o grupo começou a fazer um certo sucesso, Don Rathbone passou ao posto de “roadie” e foi substituído por Bobby Elliot, considerado por muitos como um dos melhores bateristas ingleses do período do Merseybeat. Apesar de normalmente não ser lembrada como uma das principais bandas de rock dos anos 1960, os Hollies emplacaram diversos sucessos e se tornaram, ao longo da década, o segundo grupo de maior sucesso da Grã-Bretanha em termos de vendagem de discos, atrás apenas dos Beatles. O grupo se caracterizou por impecáveis trabalhos vocais, duplos ou triplos, com Clarke, Nash e Hicks, o que ainda rende comparações com o trabalho feito anteriormente pelos Everly Brothers. Entre as canções mais populares do conjunto, destacam-se “Stay”, “Bus Stop”, “Look Through Any Window”, “Sorry Suzanne”, “Jennifer Eccles”, “All I Need Is The Air That I Breathe” e “Long Cool Woman”, várias delas com versões em português, escritas ou gravadas por diversos artistas da Jovem Guarda.

Em 1967, os Hollies participaram do Festival de Sanremo com a música “Non Prego Per Me”, em dupla com o cantor local Mino Reitano, mas, apesar da atitude incomum para os grupos ingleses de rock mais conhecidos da época, a gravação não empolgou os jurados, e a música não passou da primeira fase do concurso.O conjunto passou por várias mudanças em sua formação, sendo a primeira delas a saída de Haydock, por desconfiar que o grupo não estava recebendo os pagamentos a que tinha direito pelos shows e pela venda de discos. Ele foi substituído no baixo por Bernie Calvert em 1966.Em 1968, a canção “King Midas In Reverse”, escrita por Nash e gravada com diversos recursos de estúdio que eram usados por grupos como os Beatles e os Beach Boys, não se tornou o sucesso que se esperava, o que fez o grupo voltar à fórmula pop original e lançar “Jennifer Eccles” com grande sucesso — mas o fiasco desanimou Nash, que vinha tentando impôr um novo estilo ao grupo, sem a respectiva aceitação pelos companheiros. Este fato é apontado pelos críticos de música como a principal causa da saída de Nash do conjunto e sua ida para os Estados Unidos, para integrar o trio Crosby, Stills and Nash. Em seu lugar, entrou Terry Sylvester, que tinha passado antes pelos grupos The Escorts e Swinging Blue Jeans.

No fim de 1971, abatido com a saída do conjunto de seu amigo de infância, Allan Clarke também deixou o conjunto para seguir carreira solo, e foi substituído pelo sueco Mikael Rickfors, então um cantor já popular na Europa. No entanto, apesar de cantar em inglês com facilidade, Rickfors não era fluente na língua, o que lhe rendeu dificuldades (segundo sua própria biografia, de 2002). O grupo mudou de gravadora, passando da Parlophone para a Polydor, e conseguiu um novo sucesso internacional com “The Baby”, mas logo em seguida a ex-gravadora lançou a gravação, feita ainda com Clarke no vocal, de “Long Cool Woman”, que rapidamente escalou as paradas de sucessos. A conjunção dos fatores fez com Clarke reassumisse o microfone dos Hollies em 1973, onde ficou até 2002. Apesar das diversas mudanças na formação, o grupo continuou a gravar e a fazer concertos durante os anos 1970 e 1980. Os Hollies ainda apresentam-se esporadicamente, com poucos integrantes originais.

ÁLBUM RECOMENDADO:
The Hollies - The Air That I Breathe (The Very Best Of The Hollies) - 1993

1. The Air That I Breathe 2. Bus Stop 3. Just One Look 4. Yes I Will 5. Look Through Any Window 6. He Ain't Heavy He's My Brother 7. I Can't Let Go 8. We're Through 9. Searchin' 10. Stay 11. I'm Alive 12. If I Needed Someone 13. Here I Go Again 14. Stop Stop Stop 15. On A Carousel 16. Carrie Anne 17. King Midas In Reverse 18. Jennifer Eccles 19. Listen To Me 20. Sorry Suzanne 21. I Can't Tell The Bottom From The Top 22. Gasoline Alley Bred 23. Hey Willy 24. Long Cool Woman In A Black Dress 25. The Day That Curly Billy Shot Down Crazy Sam McGee Gee 26. The Woman I Love

DOWNLOAD DO ÁLBUM:

http://link-protector.com/649462/

http://link-protector.com/649463/

Senha: Hassin Nundah

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A GENIALIDADE DE VINCENT

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A genialidade de Vincent Van Gogh somente foi reconhecida após a sua morte. Em vida, o artista holandês, que passou fome e frio, viveu em barracos e conheceu a miséria, vendeu apenas uma pintura _ "O Vinhedo Vermelho". Em maio de 1990, uma de suas mais conhecidas obras, "O Retrato de Dr. Gachet", pintado um século antes, justamente no ano de sua morte, foi comercializado por US$ 82,5 milhões. Maior expoente do pós-impressionismo, ao lado de Paul Gauguin e Paul Cézanne, Vicent Willen Van Gogh, foi sempre sustentado pelo irmão Theodorus, com quem trocou mais de 750 correspondências, documentos fundamentais para um estudo mais aprofundado de sua arte. Na sua fase mais produtiva (1880/90), Van Gogh foi completamente ignorado pela crítica e pelos artistas. Atualmente, os seus quadros estão entre os mais caros do mundo.
Na infância, Van Gogh aprendeu inglês, francês e alemão. Mas, com apenas 15 anos, deixou os estudos para trabalhar na loja de um tio, em Haia (Holanda). Com 24 anos, achou que a sua vocação era trabalhar com a evangelização, chegando a estudar teologia, em Amsterdã. Pouco tempo depois, dividiu os seus poucos bens com os pobres e passou a ser sustentado pelo irmão, ao mesmo tempo em que iniciava a carreira profissional como pintor. Van Gogh, que também morou na França e na Bélgica (onde conviveu com mineiros extremamente pobres), pintou mais de 400 telas _os três anos anteriores à sua morte foram os mais produtivos. Uma mudança fundamental na vida do pintor holandês aconteceu quando Van Gogh trocou Paris por Arles, mais ao sul da França. Na pequena cidade, Van Gogh aluga uma casa e intensifica o seu trabalho, ao lado de Gauguin. Após um período de ótima convivência, os dois pintores começam a discutir muito e Van Gogh ataca Gauguin com uma navalha em dezembro de 1888. Inconformado com o fracasso do ataque e completamente transtornado, Van Gogh corta o lóbulo de sua orelha esquerda com a própria arma. Em seguida, embrulha o lóbulo e o entrega a uma prostituta. Internado em um hospital, recebe a visita do irmão Theodorus. No começo de janeiro de 1889, Van Gogh deixa o hospital, mas apresenta sinais evidentes de disfunção mental _às vezes, aparenta tranqüilidade, em outras oportunidades, demonstra alucinações.

Internado pelo irmão em um asilo, Van Gogh não deixa de pintar. Por ironia, à medida que a sua saúde fica ainda mais deteriorara, a classe artística começa a reconhecer o seu talento, expondo alguns de seus trabalhos em museus. Quando deixou o asilo, o pintor holandês foi morar nas imediações da casa de seu irmão. Nesta época, pinta, em média, um quadro por dia. Depois de ver os seus problemas mentais serem agravados, Theodorus decide que Van Gogh será tratado pelo médico Paul Gachet. Em maio de 1890, aparentando estar recuperado, Van Gogh passa a morar em Auvers-sur-Oise, a noroeste de Paris, onde pinta freneticamente. Em julho, uma nova recaída no estado de saúde do pintor holandês, que também demonstra inconformismo com as dificuldades financeiras enfrentadas pelo seu irmão. No dia 27, Van Gogh sai para fazer um passeio e toma uma decisão drástica - atira contra si mesmo, no tórax. Cambaleando, volta para a sua casa, mas não comenta com ninguém que tinha tentado o suicídio. Encontrado por amigos, Van Gogh passa as últimas 48 horas de sua vida, conversando com o seu irmão _os médicos não conseguiram retirar a bala do tórax. No dia 29, pela manhã, o pintor morreu e o seu caixão foi coberto com girassóis, flor que ela amava. Aliás, a tela "Os Girassóis" é uma das obras-primas de Van Gogh.

Vincent (Starry Starry Night) - Don McLean

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

45 ANOS DA INVASÃO DOS ESTADOS UNIDOS

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No dia 7 de fevereiro de 1964, uma multidão de quatro mil fãs ingleses foram ao Aeroporto Heathrow se despedir dos Beatles, que partiam pela primeira vez para conquistar a américa. Estavam acompanhados por fotógrafos, jornalistas e pelo produtor musical Phil Spector, que estava no mesmo vôo. Quando o vôo 101 da PanAm tocou o solo do Aeroporto JFK em Nova York, à 13:20 da tarde do dia 7 de fevereiro de 1964, os Beatles foram saudados por cerca de três mil fãs enlouquecidos. Após uma coletiva de imprensa, partiram em limusines em direção à cidade. Quando chegaram ao Plaza Hotel, foram recepcionados por centenas de fãs – a maioria garotas – e repórteres.
Os Beatles fizeram sua primeira aparição ao vivo na televisão americana no The Ed Sullivan Show, em 9 de fevereiro de 1964. E foram vistos por 74 milhões de telespectadores – cerca da metade da população americana – assistiu o grupo tocar no programa. Pode-se dizer sem exagero que ali a Beatlemania nascia de fato porque agigantava-se para o mundo, rompendo de vez as fileiras do Reino Unido e de meia dúzia de países europeus. Em 11 de fevereiro de 1964, fizeram seu primeiro concerto ao vivo nos Estados Unidos, no Washington Coliseum, em Washington, D.C. Os Estados Unidos e o resto do mundo nunca mais foram os mesmos. Nem os Beatles!!! Thanks.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

VOCÊ CONHECE ESSA MULHER?

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É ela mesmo! Susan Dey. A inesquecível gatinha linda Laurie, da também inesquecível série "A Família Do Re Mi", que fez muito sucesso no início dos anos 70. Está com 61 anos. Na época da 1ª temporada da série, ela tinha 14 anos.

A FAMÍLIA DÓ RÉ MÍ

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Que tal viajar com sua família, em um ônibus, por todo o país, só tocando e se divertindo? Essa era a vida da Família Dó Ré Mí. Uma família musical liderada por Shirley Partridge, a mãe dos 6 membros da banda The Partridge Family. A série foi criada em 1971 e teve 4 temporadas de muito sucesso nos EUA e em outros países. Um dos membros da família tinha uma atenção especial das fãs. Era Keith Partridge (David Cassidy) que se tornou símbolo sexual e viu sua carreira de cantor subir aos primeiros lugares no shows bizz americano. Cassidy começou a fazer shows com sua banda, ao mesmo tempo em que gravava os episódios da série e seus discos, o que se tornou um grande problema, para ele e para o elenco. Na terceira temporada, Cassidy já não suportava a maratona de shows e gravações e o desgaste no relacionamento do elenco foi se agravando.
Shirley Jones, a atriz que vivia o papel da mãe da família, era madrasta de Cassidy e tentava encorajá-lo e aconselhá-lo nos momentos de crise. Isso segurou o elenco por um bom tempo. Havia também uma tensão sexual entre Cassidy e Susan Dey, a Laurie. Susan era apaixonada por Cassidy, mas ele naquela momento não tinha tempo para mais nada além das turnês e gravações. As coisas tornaram-se muito difíceis na quarta e última temporada da série, em 1973. Danny Bonaduce havia experimentado drogas e começou a ser mais um problema dentro do elenco da série. O garoto brincalhão e ególatra tornará-se um chato, mal humorado, e isso estava contribuindo para o desgaste final do grupo. A série foi encerrada no início de 1974 e individualmente, nenhum dos atores conseguiu o mesmo destaque.

Fonte: Mofolândia http://www.mofolandia.com.br/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

EDU VAI AO PSIQUIATRA

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O psiquiatra incentiva Edu:
- Ok, Edu, pode me contar tudo desde o início.
Edu:
- Pois bem, doutor... no princípio, eu criei o céu e a terra.
Special tahnks:
Leo!