quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS

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Acho que apesar de alguns problemas sérios que estamos passando, 2009 foi ótimo para todos nós! Gostaria imensamente de agradecer a cada um de vocês que esteve por aqui. Agradecer também as manifetasções de carinho que tenho recebido pela recuperação do Papai. Um grande abraço para todos e um beijo para: Lara Selem, Danielle Starkey, Antonio Estevam, Adelmar Silva, Ana Elizabeth, Maria Aracy, Alex Silva, Ana Paula Messeder, Angela Fontes, Valéria Albuquerque, Dayse Amaral, KK Bonfim, Roberto Castello, Cesário Bonfim, Jaílson Belfort, Eduardo Kruger, Luciana Barreto, Elizabeth Castro, Cícero Venâncio, Luiz Clementino, Jean Cláudio, Vânia Junqueira, Cabehzinho Lindo, Cacá Soares, João Demonte, Lucy Diamond, Deia Cassali, Márcia Alencar, Davi Duraes, Denis Cabaldi, Dino, Domingos Soares dos Santos, Daniel Lavenere, Eli Pinheiro, Éber Romão, Edson Crisóstomo, Ellen Woortmann, Ebinho, Evandro França, Jonas Ferreira, Luiz Fernando Vieira, James M. Fionini, Lúcia Fogaça, Francisco Azevedo, Frederico Queiroz, Fábio Brunelli, Fabrício Venâncio, Giovanna Rocha, Guiga Boy, Gustavo Pimentel, Gilberto Soares, Gilson Braga, Henrique Behr, Hélio Paixão, Igor Karashima, Rodrigo Karashima, Indira Bonfim, Ingrid Hanemman, Izaura Maria, José Carlos de Almeida, Junior Brown, João Neiva, Jonas Maracajá, Julice Torres, Casusa Neto, Leandro Tardin, Luiz dos Kiss, Maria Luisa, Ludovico Ribondi, Luiz Orione, Luiz Souza (Ratão), Dra. Marília, Marco Miranda, Michellen Leal, Marcio Meireles, Casusa Neto, Esmaragdo Neiva, Noel Fernandez, Alaene Silva, Pedro Oliveira, Pierina da Silva, Gustavo Pimentel, Rita Pimenta, Rosana Baioco, Tararau, Julia Miranda, Marcelo Terra, José Humberto Fagundes, Dr. Ronaldo, Mariozinho, Ana Luiza, Celio Tintori Filho, Gibran José Morais, Ayrton Colares da Costa, Evandro CRS, Mara Melo, Rodrigo Fidelis Pereira, Carla Ortiz, Laerth Motta, Henrique Sartriani, Lincoln Cunha, Cristina Arroio, Claudia Bonfim, Jonas Neto, Bruna Dutra, Saulo Jorge, Thiago Salim, Thais Mattos, Maria Aracy, Suzy, Juliana Neiva, Érica Catarina Pontes, Sandra Ribeiro, Gilson Braga, Isadora Beatle, Lethéia Silveira, Magic Alexxx, Adrianna Stewart, Lucy Diamond, Maria Amarante, Shirley Soares, Fernanda Morato, Alice Monteiro, Cynthia Brito, Regina Pessoa, Chico D'Almeida, Eliene Moratto, e Ronaldo Junior. Um superbeijo para S. Pedro Ivo e D. Leonor, o Papai e a Mamãe que passarão a festa do revellion fora da casinha deles mas, se Deus quiser, logo estarão de volta. Obrigadão a todos. Valeu! Um feliz ano novo de muita paz, amor e luz! Ah, eu consigo com uma pequena ajuda dos meus amigos! O Baú Do Edu.

THE BEATLES - WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

THE BEATLES - FREE AS A BIRD

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Caros amigos, durante todo o ano, o vídeo mais pedido foi o da montagem dos Beatles tocando FREE AS A BIRD ao vivo! Uma cançao que vai me emocionar sempre até o fim. Happy New Year. With love from us to you!

STAIRWAY TO HEAVEN - THE BEATNIX

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The Beatnix é uma banda-tributo aos Beatles, australiana. A diferença entre tantas outras é que tiveram uma sacada simples e genial: ao invés de tocar só Beatles, tocam ao estilo Beatles. Gravaram uma versão da música “She Loves You” com a letra de “Stairway to Heaven”. É o cover do cover. E fazendo mash-up com I Want To Hold your Hand em plena década de 90 (ninguém avisou que isso ainda não existia e eles fizeram) e ficou ótimo!



Agradecimento especial: Antonio Estevam

THE BEATLES - COME TOGETHER

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Cenas raríssimas dos Beatles na entrada do estúdio em Abbey Road. Legalzim.
Enviado por Chico D'Almeida. Valeu!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

SOBRE AVATARES

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Caros amigos: o Baú do Edu tem o prazer de receber pela primeira vez uma crônica do meu amigo Junior Brown, um dos maiores conhecedores de cinema de Brasília. É isso aí, Brown! Espero que volte mais vezes!

SOBRE AVATARES
José de Campos/Brown

Na adolescência, tinha muitas dúvidas e apenas uma certeza. A de que eu não era deste mundo! Em algum momento, os da minha espécie viriam me buscar e não mais me sentiria um estranho em relação as outras pessoas. Acredito ser essa, uma sensação inerente ao ser humano. E é na adolescência que se intensifica essa vontade. Esta é a grande “pegada” do filme “Avatar”. Em algum lugar no universo, existe uma civilização e uma cultura que vai te acolher do jeito que você precisa ser acolhido.

A história não surpreende. “O Álamo”, “O Último dos Moicanos”, “300 de Esparta”, são apenas alguns exemplos do mesmo plot de “Avatar”. Sem uma história inédita, James Cameron investe tudo — aproximadamente 500 milhões de dólares — no como contar esta história. E é ai que bate aquela sensação de que os franceses “empurraram” ao resto do mundo que cinema é arte. E só adquirindo esse status, é que o resto da humanidade teria alguma chance de contar suas histórias, perpetuando sua cultura e se livrando da sensação de que, comparado aos americanos, ainda estamos contando as nossas bravatas ao redor de fogueiras.

“Avatar” é fantástico em alguns aspectos. Um deles é o aperfeiçoamento dos personagens digitalizados. Aquela sensação de que faltava uma “alma” nesse tipo de “atuação” foi completamente extinta. Os imensos seres azuis realmente existem. Em momento algum do filme, passa pela nossa cabeça que são apenas desenhos digitalizados. O que “Beowulf”, “Hulk” e “Final Fantasy” não conseguiram, “Avatar” nada de braçada. São personagens dignos de concorrer ao caduco Oscar.

Agora, fazendo um exercício de imaginação me pergunto: se cinema não é arte; é o que? Apostaria todas as minhas fichas na politica. Os americanos, em toda sua arrogância, nunca assumiram cinema como arte. Nem tampouco como politica. Mas a minha percepção é a de que a politica fala mais alto em sua estratégia de domínio cultural. Além dos seus heróis, eles também possuem Super Heróis. Nós, aqui do sul, continuamos confundindo bem e mau, bom e mal. Para eles, está completamente claro. “Nós somos os mocinhos e todos aqueles que se oponham são os bandidos”.

Em um outro exercício de imaginação — não tão grande assim — já vejo mais um daqueles telefilmes — que considero os peões na guerra de dominação cultural — passando na sessão da tarde. Este filme contaria a história de luta de um pai amoroso, tentando resgatar seu filho dos “bandidos” brasileiros que o sequestraram. Nesta ficção, o menino poderia se chamar Sean. E porque não: Sean Goldman? Ele seria acolhido pela cultura do pai, do jeito que ele precisasse ser acolhido. Com um final meloso capaz de fazer até o Dr. House chorar, ficaria claro quem estava certo nessa pendenga.

É... Acho que vou parar por aqui, antes que eu realmente acredite que cinema é politica e não arte. Confesso que o mundo era mais simples quando assistia aos pequenos seres azuis na televisão. E por falar nisso, alguém ai sabia que os Smurfs são personagens belgas e não americanos?

E agora, você confere o trailler de AVATAR - THE MOVIE

domingo, 27 de dezembro de 2009

RINGO RADIO

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RINGO STARR - BLINDMAN

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Em 27 de dezembro de 1973, estreia em Londres o filme BLINDMAN - PRESO NA ESCURIDÃO. Estrelado por Tony Anthony e Ringo em 1971, e produzido por Allen Klein, este filme foi rodado na Itália e na Espanha e é um dos mais raros de Ringo. A canção BLINDMAN que acabou não incluída na trilha tornou-se lado B do compacto Back Off Bugaloo. A seguir, você confere o traller. Abração!

WITH THE BEATLES - REMASTERED - 2009 - DOWNLOAD

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Com mais dinheiro, George Martin se deu ao luxo de reservar os estúdios de Abbey Road de julho a outubro de 1963, período em que o segundo disco dos Beatles foi gravado. A idéia era seguir a mesma linha de Please Please me. Metade das faixas era composta de covers, a outra metade, originais dos Beatles. Só que agora, em vez do Brill Building, a inspiração veio da Motown. As canções de Lennon & McCartney também eram mais bem acabadas e menos derivativas, trazendo um inconfundível toque pessoal. All I've Got to do, It Won’t Be Long e Not a Second Time, todas de Lennon, eram persistentes e incisivas. Little Child era uma brincadeira R&B de John e Paul, com a gaita de Lennon fazendo a diferença. Já McCartney reciclou Hold Me Tight (rejeitada de Please Please Me) e também criou All My Loving, canção cuja melodia podia agradar pessoas de 8 a 80. George Harrison timidamente saia do casulo e apareceu com sua primeira música em um álbum dos Beatles, chamada Don’t Bother Me. John e Paul escreveram I Wanna Be Your Man especialmente para os Rolling Stones. Quando chegou a vez dos Beatles registrarem a canção, Ringo Starr ficou com os vocais e cantou com energia e entusiasmo. Para não quebrar a regra, havia um cover de um grupo de garotas Devil In Her Heart, do The Donays e uma regravação de um clássico de Chuck Berry, Roll Over Beethoven. E Paul novamente veio com uma canção oriunda do teatro musical. Desta vez era Till There Was You, de Meredith Wilson, da peça The Music Man. Os covers da Motown são bem acima da media, incluindo You Really Got Hold On Me de Smokey Robinson & The Miracles, Please Mr. Postman (The Marvelettes) e Money (That’s What I Want) de Barret Strong. Aqui, Lennon repetiu a dose de Please Please Me e simplesmente tornou sua uma canção que antes era identificada com outro artista. A capa do álbum foi obra de Rober Freeman. A foto dos Beatles, clicados como se fossem meia-lua, também se tornou clássica.

DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/326460243/With_the_Beatles_obaudoedu.blogspot.com.rar.html

WITH THE BEATLES - MINI-DOC - 2009


sábado, 26 de dezembro de 2009

PLEASE PLEASE ME - REMASTERED - 2009 - DOWNLOAD

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Lançado em 22 de março de 1963, o disco de estréia dos Beatles esbanja frescor e vitalidade. A idéia original era gravar a banda ao vivo no Cavern, em Liverpool. Como as condições técnicas não eram adequadas, George Martin preferiu levar os rapazes para os estúdios de Abbey Road. O álbum todo foi gravado no dia 11 de fevereiro de 1963, com os trabalhões começando às 10 da manhã. O conceito foi mantido. O disco tinha que ser um registro de como os Beatles soavam no palco. Por isso tudo foi feito ao vivo, com poucos overdubs. O álbum mostra como Lennon & McCartney tinham florescido como compositores. Das 14 canções, oito são da dupla. O disco foi “recheado” com Love Me do, PS I Love You, Please Please Me e Ask Me Why, que tinham sido lançadas pouco antes em singles de sucesso. As outras faixas originais são exemplares. Uma delas, I Saw Her Standing Ther, um rock cheio de energia concebido por Paul, logo se tornou Standart. Misery tinha sido escrita para a cantora Helen Shapiro. There’s a Place, de Lennon, era original e personalíssima. A balada Do You Want To Know a Secret foi escrita por Joh e Paul para o amigo Billy J. Kramer e no álbumganhou vocal de George. O s covers mostram que os Beatles estavam muito interessados no som criado pelos compositores americanos do Brill Building, que escreviam para os grupos de garotas. Assim tem Chains (The Cookies), Boys e Baby It’s You (The Shireless). A inclusão de A Taste Of Honey é uma amostra do ecletismo de Paul. A canção veio de uma peça de teatro, mas os Beatles se basearam na gravação de Lenny Welch. Em Anna (Go With Him), Lennon prestou homenagem ao mestre do R&B Arthur Alexander. Porém, ele se superou em Twist And Shoult. Foi a última música a ser gravada. John, que estava se recuperando de um resfriado, deu a performance da sua vida, berrando desbragadamente e fazendo todos esquecerem a versão original dos Isley Brothers A foto da capa de Please Please Me foi feita por Angus Mcbean. A princípio, os Beatles seriam fotografados no zoológico, mas eles simplesmente foram levados para a sede da EMI, em Manchester Square, e fotografados de baixo para cima. Simples, mas icônico. E ficou show!
THE BEATLES - PLEASE PLEASE ME - MINI DOC - 2009

THE BEATLES - O FENÔMENO

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Antes de comentarmos sobre “O FENÔMENO” que aconteceu em meados do século passado, e que vivi intensivamente, quero dizer que tudo foi repassado, por meio de boas lembranças, muita curtição e comentários da época a respeito dos BEATLES e demais bandas. Vasculhei meus bolachões originais, procurei os amigos beatlemaníacos e relembramos fatos como a primeira vez em que ouvimos o disco compacto de Strawberry Fields Forever, e achamos que a rotação do aparelho estava desregulada. Recordo dos freqüentes encontros, onde cantávamos e tocávamos as músicas dos Beatles no violão, fazíamos conjuntos covers, onde discussões calorosas sobre a interpretação das letras e o layout das capas dos discos eram comuns e essas sweet memories, estão sendo revividas de maneira prazerosa, mas isso é assunto para o final. Não pretendo fazer uma biografia, longe disso, tenho consciência de que meu conhecimento é menor em relação ao amigo, porém, vamos tentar mostrar como “O FENÔMENO” afetou a mim e meus companheiros: Mardônio, Clênio, Carminha, Tomé, Cosete, Magalhães, Roberto Gasosa, Sunny e muitos outros. Dito isso, vamos lá! Quando a chama do rock and roll esmaeceu, com a ida de Elvis para o Exército, e o boicote da sociedade norte-americana ao “The Killer”, catalisado com o fato de Jerry Lee Lewis assumir seu romance com sua prima menor de idade, a lacuna no cenário pop foi ocupado com outras modalidades de ritmos, onde o soul teve participação preponderante, por meio da gravadora Motown. Houve, então, anos depois, um revival do rock and roll e a chama reacendeu com força total por meio do som de quatro rapazes cabeludos ingleses, na cidade de Liverpool. Mas os fatos não aconteceram de maneira tão simples assim. Tudo isso está muito bem historiado na excelente matéria do Dudu: “Mersey Sound - O Som de Liverpool - THE BEATLLES - A Gênesis”, postada aqui no Baú do Edu em 11.12.09
Os Beatles entraram no cenário internacional, no início dos anos 60, executando os riffs de Chuck Berry, Fats Domino, Little Richard, Carl Perkins, etc, e também com composições próprias do gênero, com terninhos e franjinhas, exigência atribuída pelo empresário Brian Epstein, nada parecido com os topetes e as vestimentas de couro que usavam antes.
Isso foi o início de um de grande FENÔMENO que estava pronto para explodir, como uma grande bomba atômica do bem, extrapolando todas as barreiras e limites no universo pop, pois eles evoluíram e foram muito longe. Os padrões do rock and roll não eram mais suficientes para expressar sua arte bem trabalhada, de altíssima qualidade! Entraram nas estruturas eruditas, usando instrumentos exóticos da cultura oriental, misturando o psicodelismo da época com muito talento, criatividade e tecnologia de ponta. Porém, não foi apenas o talento, o bom gosto e a criatividade do grupo que os levou a um patamar superior dos demais conjuntos contemporâneos, mas, a presença de GEORGE MARTIN produzia as composições de acordo com a orientação, principalmente, de LENNON e McCARTNEY. As outras bandas não entendiam porque a qualidade musical dos BEATLES era tão superior. Enquanto BOB DYLAN representava os anseios de uma geração, por meio de seus belíssimos versos engajados com as questões sociais, os Beatles comandavam “o som a ser seguido” por essa mesma geração. A cada álbum lançado, uma revolução era estabelecida, não somente no som pop internacional, como também no design gráfico apresentado. Eles ditavam um novo caminho e muitos músicos enveredavam por essa trilha. O grande BRIAN JONES, responsável pela direção tomada pelos ROLLING STONES rumo ao blues, afirmava abertamente, em relação às inevitáveis comparações entre as duas bandas, que era necessário compreender OS BEATLES, pois eles eram um FENÔMENO.
Para se ter noção da qualidade sonora dos Beatles, iniciou-se uma integração com a música clássica. E até hoje regentes, músicos de orquestras sinfônicas, filarmônicas e quartetos interpretam composições da banda de Liverpool, com o mesmo rigor e exigências requeridos nos trabalhos de BEETHOVEN, BACH, MOZART e tantos outros. O mesmo se dá com o pessoal do Jazz. Os caras realizam interpretações interessantíssimas, com variações e viagens pelo som beatleniano. Me lembro que GEORGE BENSON lançou o belo Another Side do Abbey Road, com capa semelhante ao original, ele atravessando uma rua com a guitarra. Se pesquisarmos, encontraremos bonitos covers e muita coisa fascinante. Infelizmente, o inevitável aconteceu. Houve a separação, com troca de ofensas e acusações, uma fuxicada danada, sentimentos machucados, e a mídia especulando notadamente na direção dos dois pólos antagônicos LENNON e McCARTNEY. Então cada um resolveu tomar diferentes rumos e, em conseqüência, todos nós perdemos, inclusive eles. Na carreira solo de cada um, o excelente nível artístico foi mantido, mas não como nos velhos tempos, quando existia união e motivação, condição necessária para produzir a magia sonora de outrora. Sem essa mistura mágica e inexplicável, o trabalho ficou diferente, faltava algo, não era o mesmo, porém excelente. John prosseguiu compondo trabalhos autênticos, 100% confiáveis, ora em prol da paz, ora expressando seus conflitos internos ou valorizando seu recluso lar com Yoko e seu filho Sean. Paul continuou estraçalhando na linha melódica e na harmonia de suas canções, produzindo maravilhas, como sempre foi do seu feitio. George, logo de cara lançou um álbum triplo o belo All Things Must Pass, pois de acordo com ele, suas canções estavam encalhadas pela dupla LENNON e McCARTNEY e continuou realizando excelentes trabalhos.O carismático e querido de todos Ringo, sempre prestigiado pelos amigos, em 1974, lançou o álbum Goodnight Viena, com participação de John Lennon, que entre outras, fez um bonito arranjo para a famosa canção Only You, dos THE PLATTERS, e um vigoroso rock Goodnight Viena, onde a interpretação do baterista, é como sempre, muito agradável. Ringo até hoje produz e participa de apresentações em todo o mundo. Infelizmente perdemos George Harrison e John Lennon. Agora,o mais importante e interessante disso tudo, é que esse formidável fenômeno atingiu como um raio um jovem sensível e talentoso, o Sr. Eduardo Badfinger que era um garoto como nós, que amava os Beatles e os Rolling
Stones. Por meio do seu trabalho autêntico e honesto, nós: Lara Selem, Marco Miranda, Danielle Starkey, Rita Pimenta, Magic Alexx, Adrianna Stewart, Lucy Diamont, Vania Junqueira, Frederico, Ludovico, Henrique Behr, e tantos outros nos encontramos na “crossroad” do Baú, com John, Paul, George e Ringo. Somos muito gratos por esse revival e desejamos a você, Edu, estimado amigo, um FELIZ NATAL e 2010 com muitas novidades, que tu sabes fazer tão bem, muito obrigado por tudo. Abração! Luiz Clementino.

Texto dedicado a Margarethinha e a nossos tesouros:
Pedro, Clarisse, Bruno, João Luiz,Camilinha e Marquinho.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

THE BEATLES - CHRISTMAS TIME (Is Here Again!)

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Entre 1963 e 1969 os Beatles gravaram 7 discos com mensagens de natal para seu fã clube, a maioria com conversas, brincadeiras e trechos de músicas. A exceção foi o disco de 1967 que incluia a inédita 'Christmas Time is Here Again'. Esta música só seria lançada comercialmente com o single 'Free as a Bird', em 1994. Esses discos flexíveis eram única e exclusivamente para os sócios do fã-clube oficial. Eram disputados a tapas pelas rádios e colecionadores. Gravados nos estúdios da EMI pelos quatro Beatles, todas as mensagens foram produzidas por George Martin, com exceção dos discos de 1968 e 1969, onde cada um gravou a sua separado, inclusive com a participação de Yoko Ono nas faixas de John. Como no início de 1970 os Beatles oficialmente ainda existiam, e com o lançamento do ainda inédito 'Let it Be', a EMI decidiu compilar todos os flexi-discs num só, lançando um LP de natal, hoje raro... e caro!

Para fazer o DOWNLOAD do discão aqui e agora, direto do Baú do Edu,
clique no link:

http://rapidshare.com/files/323934673/Beatles_Xmas_Records_1963_
1969_obaudoedu.blogspot.com.rar.html


THE BEATLES - CHRISTMAS TIME (Is Here Again!)


SUZI QUATRO - MISS ROCK AND ROLL

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Por Allan Jones - http://whiplash.net/

Suzi nasceu em 1950, na cidade de Detroit. Filha de um músico de jazz, desde pequena já se mostrava fascinada por música.

Em 1964, formou sua primeira banda, que contava com sua irmã na formação. Suzi Soul And The Pleasure Seekers era o orgulho da família, apesar de todos não levarem muito a sério aquela história de banda feminina. A banda realmente não rendeu...

Em 1971, Suzi já era uma contrabaixista conceituada na cidade, e além de cantar e tocar muito bem, era deslumbrante... Durante uma apresentação ela foi notada por Mickie Most que resolveu ajudar a jovem musicista

Ele a levou para a Inglaterra, visando gravar algumas músicas pelo selo Rak records, do qual ele era responsável. A banda dela consistia em Britons Alastair McKenzie (keyboards), Dave Neal (drums) e Len Tuck (guitar, que no futuro se casaria com ela).
Suzi tinha um visual incrível e chamava a atenção enquanto o glitter rock surgia.

O single “Can the Can” fez um enorme sucesso e tornou a musicista bastante conhecida no Reino Unido. "48 Crash", "Daytona Demon" and "Devil Gate Drive" viriam depois e também se tornariam sucesso. A carreira de Suzi nos 70 foi marcada pela incríveis versões que ela fazia de clássicos de Little Richard e Elvis Presley, entre outros... Além dos covers ela lançou os álbuns "Suzi Quatro" (1973), "Quatro" (1974), "Your Mama Won't Like Me" (1975), "Aggro-Phobia" (1977), "If You Knew Suzi" (1978), "Suzi And Other Four Letter Words" (1979).

Nos anos 80, Suzi se manteve do prestígio adquirido nos anos 70. No início da década a música “American Lady” ainda foi muito executada nas rádios e rendeu bons frutos.
A entrada da década de 80 trouxe o fim da parceria com a Rak Records. Apesar de ficar meio esquecida ela ainda lançou mais três discos nos anos 80: "Rock Hard" (1981), "Main Attraction" (Polydor, 1983), "Rock 'Til Ya Drop" (Biff, 1988).

Em 91 ela ainda apareceria com o disco “Oh, Suzi Q” que não trouxe uma grande perspectiva. A cantora percebeu que não havia mais público no cenário, infelizmente. O trabalho de Suzi hoje é lembrado através das milhares de coletâneas lançadas no mercado. Poucos aqui no Brasil sabem da importância que esta linda baixista teve para o rock n´roll. Seu último álbum, de 2006 “Back To The Drive” é puro rock and roll.

DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/324566574/Back_To_The_Drive_SUZI_obaudoedu.blogspot.com.rar.html

E agora vocês conferem a garota Rock And Roll e o sucesso "If You Can't Give Me Love" Abração! Valeu!



FELIZ NATAL FROM THE BEATLES TO YOU

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LISTEN WHAT THE MAN SAID!

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THIS IS LOVE - GEORGE HARRISON

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"A VOZ" - SOMETHING

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O Baú do Edu tem a honra de receber a visita de um dos maiores gênios do século XX. Ninguém menos que "A VOZ!". Entre as milhares de regravações do clássico de George Harrison, existem duas que acho demais: com o Rei Elvis Presley (já postada aqui) e com o imbatível FRANK SINATRA que quando esteve aqui no Brasil em 1980 creditou a música a Lennon & McCartney. Só não levou uma vaia porque era Ele, "A VOZ". A partir dos outros shows, alguém deve tê-lo avisado do engano e a voz aprendeu a falar certo. Thanks, Frank! Senhoras e senhores: MR. BLUE EYES - THE VOICE - THE ONLY FRANK SINATRA!!!

HAPPY X-MAS - THE BEATLES

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JINGLE BELL ROCK - THE RUBBER BAND

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É tão legal que parece que são os Beatles. Jingle Bell Rock é o nome de uma das mais populares canções de Natal (autor desconhecido). Foi gravada originalmente por Bobby Helms em 1957 com grande sucesso. Ao longo dos anos a canção recebeu várias versões diferentes de vários artistas. Essa do vídeo foi gravada em 1994 por uma banda dinamarquesa cover dos Beatles - RUBBER BAND - o projeto chamou-se de THE BEATMAS. Eles fizeram uma combinação genial das clássicas canções de Natal com os sucessos dos Beatles. E ficou muito legal! O único defeito desse álbum é só ter 12 músicas!

1. Jingle Bell Rock
2. Santa Claus Is Coming to Town
3. Rockin' Around the Christmas Tree
4. Last Christmas
5. Feliz Navidad
6. I Saw Mommy Kissing Santa Claus
7. Jingle Bells
8. Rudolph the Red-Nosed Reindeer
9. Mary's Boy Child
10. White Christmas
11. Silent Night
12. Bairn Is Born in Beatlehome
DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/324114547/Beatmas_obaudoedu.blogspot.com.rar.html

domingo, 20 de dezembro de 2009

HOJE - THE BEATLES NO MULTISHOW!

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HOJE! Dia 20, às 23h - "The Beatles: The First US Visit"

Hoje (20/12), no canal MULTISHOWé a vez do clássico documentário "The Beatles: The First US Visit", exibido nos EUA e Inglaterra em 1964 e lançado em DVD no ano de 2003. O programa faz uma crônica por trás do início da Beatlemania nos Estados Unidos. Com clima intimista, o filme conta com imagens captadas em hotéis, boates e casas de show durante a primeira visita dos Beatles à América em fevereiro de 1964 e registra a passagem histórica do grupo pelo programa de auditório apresentado por Ed Sullivan.

Dia 27, às 23h - "Help"

E para fechar, no último final de semana de 2009 será exibido "Help". O longa, segundo da carreira dos Beatles, foi lançado em 1965 e traz uma aventura surreal do Fab Four em Londres, Bahamas e Alpes Suíços. A trilha do filme é o disco homônimo, lançado simultaneamente.

GOOD EVENING NEW YORK - DOWNLOAD

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Neste álbum ao vivo gravado em Nova York, quarenta e quatro anos depois do famoso concerto dos Beatles no Shea Stadium, o velho Macca nos apresenta uma verdadeira seleção de grandes músicas, como sempre. Remete-nos aos mais remotos primórdios dos “Fab Four”, com canções como “I Saw Her Standing There” (com participação especial de Billy Joel), até seus trabalhos mais recentes, como “Flaming Pie”, “Only Mamma Knows” e a ótima “Dance Tonight”. Resgata clássicos raros de se ver ao vivo, como a antológica “A Day In The Life”, homenageia os falecidos ex-companheiros de banda tocando suas composições (John Lennon em “Give Peace A Chance”, George Harrison em “Something” – que começa com Paul apenas no ukelele e depois entra com a banda toda, numa ótima versão). E, obviamente, toca as canções obrigatórias de sempre em seu set-list: “Jet”, “Yesterday”, “Live And Let Die”, “Back In The USSR”, “Let Me Roll It”, “Band On The Run”, “Let It Be”, “Hey Jude” e, encerrando tudo, a dobradinha “Sgt. Pepper’s/The End”. Resumindo: tem de tudo um pouco, para todos os gostos.

Merece destaque também a inclusão de grandes músicas que não eram apresentadas já há algum tempo, como “I’ve Got A Feeling”, “Mrs. Vanderbilt”, “Drive My Car” (que abre o disco), “Day Tripper” e “Helter Skelter” (embora esta tenha aparecido numa versão mais empolgante recentemente no DVD “Live At Red Square”). Outra boa surpresa é a execução de “I’m Down”, faixa “lado B” dos Beatles que foi um dos grandes momentos da apresentação de 1965, onde John Lennon literalmente pirou, tocando os teclados com o cotovelo – conforme pode ser visto na coleção “Anthology”.Mais um ponto a favor: a banda que acompanha Paul. É aquela mesma que já o vem fazendo há algum tempo, e conta com Rusty Anderson e Brian Ray nas guitarras (e o segundo no baixo também), o grande (em todos os sentidos) Abe Laboriel Jr. na bateria e o velho companheiro Paul “Wix” Wickens nos teclados e orquestrações. Uma banda excelente que deu um novo gás na carreira desacreditada que Paul vinha arrastando anos atrás. Quem já teve o prazer de degustar “Back In The U.S.”, talvez o melhor álbum ao vivo de sua carreira, sabe muito bem disso.

Um prato cheio para fãs do bom e velho rock and roll. Uma grande sugestão de presente de Natal. E, acima de tudo, um belo aperitivo para a (até agora) provável nova visita que o eterno beatle nos fará em 2010. Cruzemos os dedos!

E agora, você confere o velho Macca e a a superbanda com o rockão HIGHWAY




Disc 1

01- Drive My Car
02- Jet
03- Only Mama Knows
04- Flaming Pie
05- Got To Get You Into My Life
06- Let Me Roll It’
07- Highway’
08- The Long And Winding Road’
09- My Love
10- Blackbird’
11- Here Today’
12- Dance Tonight
13- Calico Skies’
14- Mrs Vandebilt’
15- Eleanor Rigby’
16- Sing The Changes’
17- Band On The Run

DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/323490727/Paul_McCartney_-_Good_Evening_New_York_City__2009__CD_01.rar.html

Disc 2

01- Back In The USSR
02- I’m Down
03- Something
04- I’ve Got A Feeling
05- Paperback Writer
06- A Day In The Life’/'Give Peace A Chance
07- Let It Be
08- Live And Let Die
09- Hey Jude
10- Day Tripper
11- Lady Madonna
12- I Saw Her Standing There
13- Yesterday
14- Helter Skelter
15- Get Back
16- Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band/'The End
DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/323476194/Paul_McCartney_-_Good_Evening_New_York_City__2009__CD_02.rar.html

CHRISTMAS TIME...

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A HISTÓRIA POR TRÁS DE TODAS AS CANÇÕES

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São 208 músicas gravadas pelos artistas mais influentes do século XX. São 208 histórias explicando a mágica de cada uma delas. Em cerca de 380 páginas e mais de 100 ilustrações em cores, a edição reúne a gênese das canções mais importantes do cenário musical internacional. O que o jornalista, biógrafo e poeta inglês Steve Turner faz em The Beatles – a história por trás de todas as canções não é apenas explicar os significados ou os bastidores técnicos das composições da banda. Sua proposta é mostrar como elas nasceram e quais episódios as inspiraram: de frases do dia-a-dia até notícias de canto de uma página de jornal.

sábado, 19 de dezembro de 2009

DEPOIS DE 40 ANOS, OS MESMOS ERROS...

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Lí hoje, nos site da revista VEJA, uma notícia sobre os Beatles: "BEATLES: A BANDA QUE REINVENTOU O POP NOS ANOS 60". Fico impressionado como uma revista dessas possa continuar cometendo erros (os mesmos!) por mais de 40 anos. Dizer que Paul McCartney se casou com "a herdeira da indústria fotográfica EASTMAN-KODAK", é de uma tolice inexplicável em pleno século XXI! Em todos esses anos, toda vez que vi esse erro (inclusive na edição da morte do Lennon) escrevi uma carta. No tempo que era carta mesmo! Mas, de certo que eu não existo. Para ver a matéria dos Beatles, clique:
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/beatles-banda-reinventou-pop-anos-60-520880.shtml

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

PAUL McCARTNEY & WINGS - MULL OF KINTYRE

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MULL OF KINTYRE foi composta por Paul McCartney e Denny Laine em 1977 e se tornou um dos maiores sucessos daquele ano. Foi o primeiro compacto lançado na Inglaterra a vender mais de 2 milhões de cópias, quebrando o record dos Beatles.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"JOHN" - CYNTHIA LENNON

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Os mitos modernos também são de carne e osso. Em "John", Cynthia Lennon, a primeira esposa do Beatle, não deixa por menos a exibição de fraquezas e traços de personalidade por vezes inconvenientes a ícones das massas. O livro já está nas livrarias e lança luzes não apenas na intimidade de John Lennon, mas também resgata bastidores das relações entre eles e o clima de uma época que passaria à história como a das rgrandes evoluções - morais e sexuais." O livro , lançado pela Larousse tem uma capa diferente da que foi lançada lá fora! É uma foto do velhão quando era novo. Astrid Kirchnner Tem ainda prefácio de Julian Lennon, o primeiro filho de John, que arriscou, sem sucesso, alguns passos no caminho do pai e reclama a sua ausência - revela que só viu John poucas vezes depois da separação, ocorrida oficialmente em 1968. Aparentemente sem mágoa ou vingança, Cynthia pontua as fases de John e dos Beatles até sua morte em 8 de dezembro de 1980.

Casamento:
Os dois se conheceram na faculdade de Artes e se casaram em 1962, quando Lennon ainda tocava na Quarrymen, que virou Silver Beatles e, depois, apenas The Beatles. Os caminhos, porém, se descruzaram e Cynthia, em parte, credita uma mudança de comportamento de Lennon às aventuras lisérgicas típicas da época. Cynthia não foge de temas árduos para ela, como a vez que levou uma bofetada de um Lennon enciumado com Stuart Sutcliffe, seu parceiro de banda, ou a relação dele com Yoko Ono e seu envolvimento com drogas. Diz que o amou todo o tempo e ainda hoje guarda luto por sua morte, em 1980. Infância, juventude, a perda da mãe, a estadia na casa da tia e o sucesso dos Beatles são abordados na obra pelo ponto de vista da mulher que viu o trem passar, estava na janela, mas acabou na plataforma da estação.

Trecho:
“No entanto, no dia seguinte na faculdade, me seguiu até o banheiro das garotas no porão. Quando saí, ele estava esperando, com um olhar sombrio no rosto. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ergueu a mão e me deu um tapa no rosto, fazendo minha cabeça bater nos canos da parede atrás de mim. Sem dizer uma palavra, afastou-se, me deixando confusa, trêmula e com a cabeça muito dolorida. Eu fiquei chocada, muito chocada, ao ver que John havia sido fisicamente violento. Podia suportar suas explosões, seu ciúme e sua possessividade, mas violência física era demais!”.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

LIVING IN THE MATERIAL WORLD - by GEORGE HARRISON

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Living In The Material World (1973) foi o 4º disco da carreira-solo de George Harrison. Antes dele vieram: Wonderwall Music (68), Eletronic Sound (69) e o fantástico e transcendental "All Things Must Pass" (triplo – 71). - um dos melhores discos da história do rock! - e, ter como antecessor um álbum do desse tamanho não é uma coisa simples. "Living In The Material World" nunca alcançou o sucesso desejado por George. Mas o tempo mostrou que se tratava de outro grande clássico daquela época. Um tempo que faz tempo passou! Mais de três décadas depois de seu lançamento original, o álbum ganhou nova edição em 2006. Foi todo remasterizado e trazendo duas faixas-extras: “Deep Blue” e “Miss O’Dell”. Além de um encarte fantástico e super-rico (?) com fotos raríssimas. IMPERDÍVEL!

A versão de 2006 ainda vinha com um DVD com uma interpretação ao vivo de “Give Me Love" no Japão, cenas das gravaçôes e mais três videoclipes. Na época em que foi lançado, “Living in the Material World” deixou o ex-Beatle no topo das paradas norte-americanas por cinco semanas.
E você baixa o discão aqui e agora! Basta clicar no link:

DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/320911551/GH_Living_2006_obaudoedu.blogspot.com.rar.html



E nosso Baú do Edu tem a honra de apresentar o nosso eterno e incrível Beatle-Voador-louco com seu megasucesso GIVE ME LOVE, ao vivo, no Japão! Abração!