quinta-feira, 30 de junho de 2011

UMA NOVA REUNIÃO DO PINK FLOYD?

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O baterista Nick Mason falou sobre um momento marcante da carreira do Pink Floyd, em entrevista ao Wall Street Journal. A banda estava gravando seu primeiro álbum, The Piper At the Gates of Dawn, no Abbey Road Studios. Na mesma época, os Beatles registravam o seminal Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band. “Eles eram como figuras divinas para nós. Foram extremamente gentis quando nos encontramos, mas estavam em um espaço diferente do nosso, algo inalcançável”, lembrou o músico. Questionado mais uma vez sobre a possibilidade de uma nova reunião do grupo, Nick manteve as esperanças: “Espero que alguém influente o suficiente consiga convencer Roger (Waters) e David (Gilmour). Eu estou com as malas prontas. Os obstáculos são a necessidade de completa independência de um e a negação em ser comandado do outro”. Acho que está na hora do Baú do Edu fazer uma bela postagem sobre essa banda incrível e fantástica. Alguém quer me ajudar? Encontrei esse vídeo no You Tube e achei super divertido e bem editado. Espero que gostem. Abração!

OS BEATLES NO JAPÃO

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Dia 30 de junho de 1966. Os Beatles chegam ao Haneda Airport, em Tóquio, às 3h40 (tendo perdido um dia em razão da diferença de fuso horário). Do aeroporto, seguiram para o Tokyo Hilton, onde todo um andar fora reservado para eles.
- Nippon Budokan Hall – Os Beatles apresentam-se com Yuda Uchida e Isao Bitoh, em um show que reuniu 10 mil fãs. Houve vários protestos da direita japonesa, incluindo ameaças de morte, contra a apresentação dos Beatles no local – considerado um templo sagrado de artes marciais, visto como um santuário nacional dos mortos da Segunda Guerra. Portanto, era considerado um sacrilégio uma banda de rock tocar em seu palco. Por causa dessas ameaças, os japoneses montaram um esquema de segurança entre o aeroporto e o hotel, com 30 mil homens uniformizados. O Nippon Budokan Hall, veio a se tornar um dos principais locais para shows de rock no Japão depois que os rapazes tocaram lá. Os Beatles fizeram dois shows, sendo que o primeiro foi filmado pela TV japonesa.

PAUL McCARTNEY & BILLY JOEL - I SAW HER STANDING THERE

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

THE BEATLES - I'VE GOT A FEELING

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“I’ve Got A Feeling” foi novamente o resultado de duas músicas inacabadas coladas uma na outra. Desta vez, “I’ve Got A Feeling”, de Paul, e “Everybody Had A Hard Year”, de John. A primeira, totalmente, otimista foi presumivelmente escrita para Linda só para dizer que ela era a garota que Paul sempre procurara. A canção de John era uma litania em que todo verso começava com a palavra “everybody”. John realmente tinha tido uma ano difícil. Seu casamento com Cynthia tinha acabado, ele estava separado de Julian, seu filho, Yoko tinha sofrido um aborto espontâneo, ele tinha sido preso sob a acusação de porte de drogas e calculava que sua fortuna pessoal tinha diminuído para cerca de 50 mil libras. Durante a filmagem de Let It Be, John reviu “Everybody Had A Hard Year” e disse, meio de brincadeira, que tinha começado a escrevê-la na noite anterior. Se isso fosse verdade, a origem dela seria janeiro de 1969, mas há um filme na BBC, feito em dezembro de 1968, em que John canta essa música com o violão no jardim de sua casa em Ascot.

GEORGE HARRISON - ANY ROAD

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THE BEATLES - AIN'T SHE SWEET

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"Ain't She Sweet" foi escrita por Milton Ager e Jack Yellen em 1927, e tornou-se muito popular e famosa na década de 1950. Sua versão mais famosa, claro, é a dos Beatles. Eles gravaram "Ain't She Sweet" no dia 23 de junho de 1961 em Hamburgo, na época que ainda não eram famosos. John Lennon dá um show nos vocais principais e na bateria estava Pete Best. Também gravaram "Ain't She Sweet": Frank Sinatra, Benny Carter, Jimmy Smith, Gene Vincent & the Blue Caps e Raul Seixas.

RAY CHARLES - HIT THE ROAD JACK

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Especialmente para a amiga Carol Dias. Happy Birthday, baby!

terça-feira, 28 de junho de 2011

BOMBA, BOMBA! RINGO NO BRASIL EM NOVEMBRO!!!

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É bom demais para ser verdade! O ex-baterista dos Beatles Ringo Starr vem ao Brasil em novembro deste ano para realizar sete shows. Ringo deve começar a turnê brasileira em 10 de novembro, no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre. Ringo toca nos dias 12 e 13 de novembro em São Paulo, no Credicard Hall, 15 de novembro, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro. No dia 16, o músico passa pela capital mineira, Belo Horizonte, para um show no Chevrolet Hall, no dia 18 se apresenta em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e encerra a turnê no dia 20 de novembro em Recife, no Chevrolet Hall. Ringo vem acompanhado de sua banda, a All Starr Band. Os preços dos ingressos ainda não foram divulgados pela produtora Time 4 Fun. A venda dos ingressos começa no dia 11 de julho (daqui a duas semanas), primeiro para clientes dos cartões de crédito Credicard, Citibank e Diners. O público em geral pode comprar a partir do dia 18 de julho. A pré-venda e as vendas ocorrem nas bilheterias oficiais dos shows, pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o País), pelo site www.ticketsforfun.com.br e nos pontos de vendas espalhados pelo Brasil. Informações sobre valores dos ingressos serão divulgadas em breve.

FOTO DO DIA - THE BEATLES

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PAUL & LINDA McCARTNEY - TOMORROW

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JOHN LENNON - THE BEATLES - REVOLUTION

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“Revolution” é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no Lado B do single Hey Jude/Revolution de 1968. “Revolution” é considerada um precursor do Punk com guitarras distorcidas, berros, uma bateria “reta” e letra de cume social/político. foi escrita durante a meditação transcendental em Rishkesh na Índia, e foi inspirada na situação global da época como a revolta estudantil em Paris, a Guerra do Vietnã e o assassinato de Martin Luther King, o que se tornou peça chave na carreira pós-Beatles de John. Em 1968 havia um grande hiato entre o movimento hippie de "paz e amor" e os tumultos políticos, protestos e repressão. Lennon com seu interesse político crescente se viu confrontando essas idéias e decidiu colocar seus sentimentos sobre o assunto, longe da alienação dos fãs de Beatles. Segundo Lennon na revista Rolling Stone: “Eu queria desabafar sobre o que eu pensava da revolução. Eu achava que já era hora de falarmos sobre isso e parar de não responder perguntas sobre o que achavamos da guerra vietnamita quando estavamos em turnê com Brian Epstein e ter de dizer ‘vamos falar de Guerra dessa vez e não só embromar. Eu pensava sobre isso nas montanhas na Índia. Eu ainda tinha aquele sentimento de ‘Deus irá nos salvar, ’ e que tudo ficaria bem.” Embora tenha sido gravada após “Revolution 1” esta versão mais rápida e barulhenta foi lançada antes do “Álbum Branco,” devido a um atrito na banda sobre o lançamento do single. Paul McCartney estava com receio de uma música tão politizada como “Revolution” se tornar um single e com o apoio de George Harrison vetou a opção de Lennon dizendo que a canção “era muito lenta para ser um single.” John desabafa sobre isso na revista Rolling Stone em 1980: "Quando Paul e George sairam para um feriado eu comecei "Revolution 1" junto com "Revolution 9." Eu queria colocá-la como um single, eu tinha tudo preparado mas eles chegaram e disseram que não era boa o bastante. E a gente colocou o que? 'Hello Goodbye', ou alguma droga assim? Não, colocamos 'Hey Jude', que valia a pena, mas me desculpe, poderia ter colocado ambos." John Lennon irritado com as divergências, gravou essa versão mais rápida e cheia de fúria. Porém, nesse trecho da entrevista para o "The Beatles Anthology," John ainda mostrava seu ressentimento sobre a primeira versão: "Eles disseram que não era rápida o bastante e se pensar nos detalhes, se seria um hit ou não, talvez estivessem certos. Mas os Beatles poderiam ter colocado a versão lenta no single, sem se importar se seria um disco de ouro ou de madeira. Mas por causa daquela irritação com a Yoko e o fato de eu estar tendo uma criação dominante como nos velhos tempos depois de andar apagado por 2 anos causaram atritos. Eu estava acordado novamente e eles não estavam acostumados." A letra é explicitamente política e adverte sobre o significado da palavra revolução nos trechos: "Você diz que quer revolução, todos nós queremos mudar o mundo. Você diz que tem a solução real, adoraríamos ver o plano. Você me pede uma contribuição, nós fazemos o que se pode. Mas se você quer dinheiro para pessoas com mentalidade de ódio, tudo que eu digo é que você irá esperar." Existe também uma mensagem de "pense por si mesmo", e uma alusão ao ditador chinês Mao Tse-Tung: "Você diz que quer mudar a constituição, todos nós queremos mudar sua cabeça. Você me diz que é a instituição mas é melhor libertar sua mente então. Agora se você ficar carregando fotos do ditador Mao, você não conseguirá nenhum apoio." A letra ainda contém uma lírica notavelmente diferente da canção "Revolution 1" do “Álbum Branco” na linha: "When you talk about destruction/don't you know that you can count me OUT" (Quando você fala sobre destruição/Saiba você que NÃO pode contar comigo). Durante as gravações da primeira versão, ele ficava brigando com a letra, rabiscando e mudando OUT e IN ("NÂO conte comigo" e "pode contar comigo"). John falou em entrevistas que ele estava indeciso em relação a seus sentimentos, então ele incluiu ambas as opções. Nessa versão ele já estava decidido sobre sua posição no termo “revolução” como dito em entrevista de 1980: “Se me quisessem para promover violência, me tire fora. Se me querem nas barricadas, que seja com flores nas mãos.” “Revolution” traz uma distorção nunca vista em nenhuma outra canção dos Beatles. Para conseguir tal efeito, foi adicionado um pedal de efeitos “fuzzer” direto entre o amplificador e a mesa de som do Abbey Road Studios e tocado com todos os ponteiros de captação no máximo e depois diminuídos na pós-produção. Ainda em “The Beatles Anthology,” George Martin fala sobre o fato: “Nós adicionamos distorção nela, o que queimou os miolos de várias pessoas da parte técnica. Mas essa era a idéia de John, de elevar todos os instrumentos até os limites. Bem, fomos até o limite e além.” Em 9 de julho, durante as gravações de “Ob-La-Di, Ob-La-Da” os Beatles começaram a ensaiar “Revolution” a fim de tentar novos arranjos. Embora o ensaio tenha sido gravado, no dia seguinte eles apagaram a fita e fizeram 10 novos takes, com palmas e outro estilo de bateria. Foi adicionado um efeito para deixar a bateria mais grave e as guitarras distorcidas foram comprimidas no limite, para dar um ar claustrofóbico na canção. John Lennon adicionou 2 faixas de vocal nesse dia. Ele duplicou palavras chaves durante a canção, errando, muitas vezes para dar espontaneidade, e gravou também o grito da introdução. No dia seguinte, 11 de julho, foram adicionados o baixo e o piano elétrico tocado por Nicky Hopkins. A produção se seguiu pelos dias 12 e completadas na manhã do dia 13 de julho com mais linhas de baixo, e algumas guitarras tocadas por Lennon e McCartney.

EU PREFIRO SER ESSA METAMORFOSE AMBULANTE

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"Só há amor quando não existe nenhuma autoridade."
Raul Seixas
Os biógrafos costumam dizer que Raul Seixas levou o rock às últimas consequências. Nos últimos anos de sua vida, mesmo sofrendo de pancreatite, ele não se afastou do consumo exagerado de drogas e álcool. A doença levou à morte o Maluco Beleza aos 44 anos, no dia 21 de agosto de 1989. Para eles, a decadência perante o público, os problemas com empresários e gravadoras são menores diante da sua relevância artística. Passados 22 anos, seus principais hits ainda são conhecidos do grande público.
Raul Santos Seixas nasceu em Salvador, Bahia, no dia 28 de junho de 1945. Era o primeiro de dois filhos do casal Raul Varella Seixas, engenheiro, e Maria Eugênio Santos Seixas, dona de casa. O baiano foi batizado e estudou em colégios católicos, incluindo o Marista. Repetiu várias vezes algumas séries do primeiro grau. Um dos motivos, no final dos anos 50, era porque matava aulas para ficar ouvindo Rock’n’Roll na loja Cantinho da Música. Em julho de 59, funda o Elvis Rock Club.
Em 1962, montou o Relâmpagos do Rock, seu primeiro grupo musical. No ano seguinte, o nome do grupo mudou para The Panthers e Raul conseguiu passar para a quarta série ginasial. Em 64, se tornariam o grupo mais caro de Salvador. Ficaram conhecidos na Bahia, fazendo shows em várias cidades. Raul desistiu de vez dos estudos e se profissionalizou. Dois anos depois conheceu a americana Edith Wisner, filha de um pastor. Atendendo um pedido dos pais e da própria Edith, Raul prometeu deixar a vida de artista e retomar os estudos. Prestou o vestibular para Direito e passou entre os primeiros colocados. Em 67, casou-se com Edith. Deu aulas de violão e inglês e tentou estudar Psicologia. Foi aí que apareceu Jerry Adriani e o convidou para acompanhá-lo em sua turnê pelo Norte do país. Raul reúniu Os Panteras e acabaram todos indo para o Rio de Janeiro. Em 1968 foi lançado o primeiro LP, Raulzito e Os Panteras.
O segundo LP, Sociedade do Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das Dez, foi produzido e lançado em 1971, sem autorização. O disco sumiu misteriosamente do mercado e Raul foi expulso da CBS. Em 73, conheceu Paulo Coelho, com quem viria a fazer uma das maiores parcerias do rock brasileiro. A dupla foi responsável por sucessos como Gita, Sociedade Alternativa, Como vovó já dizia, dentre outros. Com Gita, em 74, ganhou o disco de ouro e lançou o primeiro musical colorido da TV Globo. Separa-se de Edith e, no ano seguinte, casou-se com outra americana, Glória Vaquer, com quem ficaria até 1977. Teve uma filha com cada uma. Após as separações, ambas levaram as filhas para os Estados Unidos.
Os sucessos se sucederam com os LPs Novo Aeon e Há dez mil anos atrás, ambos em 1975, quando também terminou a parceria com Paulo Coelho. Depois vieram O dia em que a Terra parou (1977), Mata virgem (1978), Por quem os sinos dobram (1979) e Abre-te Sésamo (1979), este último com a censurada Rock das Aranhas. Em 79, conheceu Angela Maria Affonso Costa, que seria a mãe de sua terceira filha (1981).
Raul protagonizou histórias antológicas durante toda sua carreira. Uma delas é quase inacreditável. Em maio de 1982, foi tido como impostor de si mesmo num show em Caieiras, São Paulo. Não tinha nenhum documento e quase foi linchado. Preso, foi espancado pelo delegado e por policiais. Em 1983, lançou um LP com seu nome e o livro As aventuras de Raul Seixas na cidade de Thor. Ganhou seu segundo disco de ouro e novos sucessos apareceram. Em 84, participou do especial Plunct Plact Zum, na Rede Globo, e lançou o LP Metrô Linha 743. Mais alguns lançamentos e uma certa dificuldade de manter a produção estável por problemas de saúde se sucederam até 1987, quando gravou o LP Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum! e ganhou seu terceiro disco de ouro. Foi nesse ano que começou uma parceria com o também baiano Marcelo Nova, vocalista da banda Camisa de Vênus, ao participar da música Muita Estrela, Pouca Constelação. A parceria teria seu auge em 89, quando os dois gravaram o LP A Panela do Diabo e fizeram uma série de mais de 50 shows pelo país. O LP foi lançado no dia 19 de agosto. Raul morreu dois dias depois, sozinho, em São Paulo. Depois de morto, Raul continuava a protagonizar histórias antológicas como a do seu próprio enterro que acabou se transformando num tumulto danado com 5 mil fãs querendo tirar o corpo do caixão.
O interesse pela obra de Raulzito reacende em novas gerações de fãs, que fazem questão de soltar a voz com o grito “Toca Raul”. Ainda hoje é possível ouvir o jargão em bares, pistas de dança e shows de rock. Um dos legados do roqueiro é parecido com o fenômeno que acontece com o "Rei do Rock" Elvis Presley: inúmeros sósias fazem questão de se vestir de forma idêntica a Raul e atuar fazendo covers do cantor. A sua confirmação, como mito do rock nacional, é frequente em homenagens no teatro, na TV, nas biografias e relançamentos de álbuns.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

JOHN LENNON RECEBE SEU "PASSE LIVRE"

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No dia 27/06/1976, Após anos de briga judicial com a imigração norte-americana, John Lennon recebe finalmente o "Green Card", documento que autoriza sua permanência definitiva nos EUA. Ele o recebeu do Juiz Ira Fieldsteel o seu Green Card, que lhe permitia entrar e sair livremente dos EUA. John declarou na época que agora fará “o que todo mundo faz, ou seja, cuidar da vida, esposa e filhos”. Ele ainda diria que só voltaria a gravar um disco quando Sean completasse 5 anos de idade. “Não quero que aconteça o mesmo que aconteceu com Julian, que eu mal vi crescer”.

MINHA MEMÓRIA É DE ELEFANTE!

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Atenção caros amigos João Carlos e Valdir Junior que ganharam presentes especiais do nosso blog preferido e também o Alysson Vitorino, que ganhou o prêmio pela foto de Abbey Road: sei que estou em falta, mas prometo que ainda esta semana envio suas encomendas. Acreditem, não tem sobrado tempo para nada! Mas podem ficar tranquilos que eu não esqueci não! Abração a todos!

EXPOSIÇÃO MOSTRA RELAÇÃO ENTRE WARHOL E LENNON

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Uma exposição em Frankfurt explora a relação de amizade entre Andy Warhol, fundador e máximo representante da Pop Art, e John Lennon, guitarrista e vocalista dos Beatles. Trata-se da mostra "O Pop encontra a Pop. Andy Warhol e os Beatles", aberta no Museu da Comunicação de Frankfurt deste sábado (18) até o dia 31 de julho. Warhol e John Lennon (1940-1980) se conheceram no circuito da arte de Nova York e iniciaram uma amizade baseada no fato de que ambos eram idealistas, sensíveis, artistas que queriam mudar o mundo e encontraram um fértil campo de ação no Movimento de 1968.
De acordo com o curador da exposição, Imrich Donath, é nas fotografias de Billy Name e Gerard Malanga que os visitantes poderão ver a intimidade da relação entre Warhol e Lennon. Em 1974 e 1978, Malanga fotografou Yoko Ono, John Lennon e Andy Warhol, em alguns momentos com poses provocativas. Os Beatles e Andy Warhol contribuíram enormemente para elevar o termo popular ao slogan global que deu nome a uma geração inteira. Tanto na música como na arte, pop era uma crítica ao sistema.
A exposição também mostra os retratos que Warhol fez dos Beatles em 1980 e em 1985, além de seus famosos autorretratos e das pinturas de Marilyn Monroe, James Dean, Jackie Kennedy, Liza Minelli, Debbie Harry, Jerry Hall e Judy Garland. Além disso, é possível ver fragmentos do filme de oito horas "Empire", do curta-metragem "Blow Job", e do retrato cinematográfico dos dois ícones do pop "Warhol e Lennon", assim como os famosos óculos de sol, a câmera de fotos e a calça de couro de Warhol.

domingo, 26 de junho de 2011

PARABÉNS, DEAR LARA SELEM - DO FUNDO DO BAÚ

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Desde que criei o nosso “O Baú do Edu” – O Baú dos Beatles e da Cultura Pop – há quase 3 anos, tive o privilégio de “conhecer” um monte de amigos bacanas. Uns se foram, outros vieram, e outros estão conosco desde o início. Entre esses, gostaria de mandar um forte abraço e um beijo muito carinhoso para nossa querida amiga LARA SELEM.
Ela já colaborou várias vezes com nosso blog preferido e abaixo do vídeo, estão os links para algumas dessas postagens. Hoje é seu aniversário e gostaria de lhe desejar tudo de bom que ela merece. Parabéns, dear Lady Lara! Em sua homenagem, um supervídeo (festa de gala) do grande Rod Stewart e sua imortal e belíssima “Sailing”. Um superbeijo para você! Do fundo do Baú do Edu. Valeu e obrigado por estar aqui.
A DAY IN THE LIFE http://obaudoedu.blogspot.com/2009/09/day-in-life-lara-selem.html
A ÍNDIA QUE EU VI
http://obaudoedu.blogspot.com/2010/07/india-que-eu-vi-lara-selem.html
JOE COCKER ESPECIALhttp://obaudoedu.blogspot.com/2010/12/joe-cocker-especial-lara-selem_10.html

JOHN LENNON WITH CHEAP TRICK - I'M LOSING YOU

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FOTO DO DIA - THE BEATLES

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THE BEATLES - SHE LOVES YOU

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George Martin pressionava os Beatles a produzir material para um novo compacto, de modo a manter a liderança nas paradas. Uma composição iniciada em Newcastle, após um espetáculo no fim de junho, dava a impressão de que poderia satisfazer os requisitos do pedido. Viajando na traseira de uma perua mal iluminada internamente, Paul tinha esboçado um fragmento de letra bastante promissor. Era baseado em uma answering song (música de resposta), segundo Paul, que se recordou de ter ouvido uma gravação de Bobby Rydell em que ele usava o recurso de forma inteligente. Um coro de garotas cantava: "Go, Bobby, go, everything's cool", ao que Rydell respondia: "We all go to a swingin' school". Paul vislumbrou os Beatles fazendo uma coisa parecida. Ele cantaria: "She loves you", enquanto o restante da banda responderia: "Yeah, yeh...yeah", produzindo um efeito meio sem sentido, mas com um gancho musical eficaz. Decidiu levar o projeto a John, que o classificou como "idéia de jerico". Mas achou que a letra tinha futuro. Retornaram então ao quarto no Turk's Hotel, empunharam as guitarras, e em poucas horas tinham elaborado a estrutura da canção.
"She Loves You" foi concluída na noite seguinte, durante um raro dia de folga em Liverpool. Os rapazes trabalharam com afinco nela, em uma pequena sala de jantar, na Forthlin Road, com o pai de Paul sentado a menos de 2 metros, fumando sem parar e assistindo à televisão. A presença dele e o ruído não tinham importância - nada conseguia interromper a concentração de Paul e John. Eles compunham com um sentido de missão, reformulando frases inadequadas, tocando sem parar, aperfeiçoando a métrica até chegar ao ponto certo. Quando acabaram, sabiam que tinham um sucesso nas mãos. A música tinha uma energia positiva que inrrompia nas primeiras notas e culminava em uma bela harmonização vocal, distribuída pelos yeahs. George Martin ouviu-a num ensaio no estúdio, no dia primeiro de julho, e a considerou "brilhante, uma das melhores canções já composta pelos Beatles".
O conjunto trabalhou na música durante os dias que se seguiram, ensinando a George Harrison uma terceira voz, para encorpar o efeito. De volta ao estúdio, com Martin empoleirado em um banco em frente ao piano, eles a repassaram, seguindo um arranjo que John e Paul tinham elaborado para a guitarras. O engenheiro Norman Smith, de pé em frente à mesa de edição, mostrava-se agradavelmente surpreso enquanto ouvia a música. Um pouco antes, ele tinha examinado a letra, que estava em um suporte, e sentira um frio na barriga. Ele contaria mais tarde a Mark Lewisohn: "She loves you, yeah, yeah, yeah, she loves you, yeah, yeah, yeah...aí eu pensei: "ah, meu Deus, que letra! Acho que não vou gostar dessa música".
Na verdade, essa é uma composição com elementos que agradam a gregos e troianos, embora nada atraísse mais quem a ouvia do que a forma de executá-la. Os Beatles cantam "She Loves You" com tanta convicção que, durante a curta duração da música - bem menos dois minutos e meio -, criam um clima não apenas envolvente, mas irressistível. O desempenho dos Beatles nessa música, lhes conferiu uma imagem perfeita e duradoura. Os yeah-yeah-yeahs e os uuuuuuus em falsete (nesse ponto, eles sacudiam a cabeça ao mesmo tempo, arrancando gritinhos extasiados das fãs) se transformaram em ícones. Apesar da evolução de sua música, apesar se suas experiências com texturas musicais e equipamentos eletrônicos complexos, é difícil pensar nos Beatles sem visulizar quatro rapazes sorridentes com cabelos de cuia em sua posição clássica nos palcos - guitarras na parte superior do peito, baquetas com condução nos pratos - cantando: "And you know you should be glad - uuuuuuuu!, e agitando a cabeleira. Nenhuma referência a eles é tão imediata.
Fonte: THE BEATLES - A BIOGRAFIA - BOB SPITZ
 
"She Loves You" foi uma canção originalmente gravada para ser lançada como um single em 1963 e alcançou a primeira posição nas paradas do Reino Unido no dia 07 de Setembro de 1963. Este compacto de vinil superou muitos recordes, entre eles:
É a canção dos Beatles que mais vendeu até hoje no Reino Unido, entre todas suas composições. Nos Estados Unidos da America, é uma das cinco canções dos Beatles que lideravam simultaneamente os cinco primeiros lugares nas paradas de sucesso americana - um recorde não-superado até hoje por qualquer outro artista.
Apesar de "I Want to Hold Your hand" ter alcançado o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos EUA antes de "She Loves You"(embora esta que foi lançada antes mesmo), foi o re-lançamento de "She Loves You," nos EUA, que tirou "I Want to Hold Your Hand" do primeiro lugar, em 1964, enquanto no Reino Unido "She Loves You" chegou ao número 1 duas vezes.
Foi a primeira vez também que o nome do compositor John Lennon apareceu antes do nome de Paul McCartney no Reino Unido. Até então as músicas de parceria desta dupla apareciam com os créditos de: "McCartney/Lennon."
"She Loves You" é também uma das duas canções dos Beatles que recebeu nome e teve versão em outra língua, especificamente para a Alemanha, "Sie Liebt Dich" (a outra canção "Komm, Gib Mir Deine Hand" (I Want to Hold Your Hand").
A revista Inglesa, Uncut Magazine declarou em outubro de 2005, que "She Loves You" foi a terceira maior canção que mudou o mundo pop, atrás de "Heartbreak Hotel", do cantor-intérprete, Elvis Presley; e, "Like a Rolling Stone," do compositor-poeta, Bob Dylan. Tão só e por causa de sua preeminência nas vendas e pura energia, a canção é considerada por muitos o sucesso definitivo da Beatlemania
.

Senhoras e Senhores: com vocês, THE BEATLES, SHE LOVES YOU!


sábado, 25 de junho de 2011

PAUL McCARTNEY & WINGS - GIVE IRELAND BACK TO THE IRISH

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Apesar de ter sido censurada pela BBC, a faixa composta em protesto ao infame "Domingo Sangrento" chegou ao 1º lugar nas paradas em diversos países como Espanha e Irlanda. McCartney compôs a faixa no dia 1º de fevereiro de 1972, dois dias após o incidente que causou a morte de vinte e sete civis, metralhados por soldados a serviço se Sua Majestade na cidade de Deny, Irlanda do Norte. Sobre esse mesmo episódio, John Lennon também manifestou sua indignação em "Sunday Bloody Sunday" e "The Luck Of The Irish" no álbum Some Time In New York City.

DOIS ANOS SEM O "REI DO POP"

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Há dois anos, Michael Jackson morreu. “O Rei do Pop” – como a imprensa logo o rotulou. É inegável, incomparável e indescritível o talento de Michael Jackson e sua importância na cultura popular. Não importa, se não gostava dele. Michael Jackson, com certeza está entre os maiores ícones da cultura pop do século XX, como os Beatles, Marilyn, Mickey Mouse e Presley. Em homenagem a ele e todos os seus fãs, “Black Or White” – um dos clipes mais bacanas e inovadores que já vi. Uma autêntica obra de arte pop.


THE SPY WHO LOVED ME - "O ESPIÃO QUE ME AMAVA"

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1977. A Inglaterra descobre que alguém sabe como rastrear um submarino submerso e está oferecendo esta tecnologia para quem pagar mais alto. Uma crise internacional tem início quando um submarino com dezesseis mísseis nucleares desaparece, enquanto fazia uma patrulha. O agente secreto 007 (Roger Moore) é incumbido de investigar o caso e recuperar as ogivas, antes que sejam disparadas, e para isto recebe a ajuda de uma bela e sensual agente soviética (Barbara Bach – hoje, Sra. Ringo Starr). The Spy Who Loved Me (no Brasil como 007 - O Espião que me Amava), é o décimo filme da série James Bond e o terceiro com Roger Moore no papel do agente secreto 007. O filme tem o título homónimo do romance de Ian Fleming, mas a pedido do autor só foi utilizado o título. Teve de ser re-escrito por completo pelos argumentistas Christopher Wood e Richard Maibaum. Também o primeiro após a ruptura da colaboração entre Harry Saltzman e Albert R. Broccolli, sendo que o último, a partir deste filme até GoldenEye, passa a produzir sozinho os filmes Bond. “O Espião que me Amava” foi um grande sucesso, tanto de crítica como de público. Para completar, na abertura do filme, a belíssima "Nobody Does It Better" com Carly Simon, que a gente confere na postagem mais abaixo.

CARLY SIMON - NOBODY DOES IT BETTER

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Hoje é aniversário da grande Carly Simon. Para quem não sabe, uma mulher bonita e talentosa - cantora e compositora que, nos anos 70, disputava com os maiores artistas da música pop - o topo das paradas de sucesso. Ela está completando 65 anos. Para ver ou rever a postagem do Baú do Edu sobre Carly Simon - publicada em 8 de novembro de 2009, o link é: http://obaudoedu.blogspot.com/2009/11/carly-simon-talento-charme-e-beleza.html.

THE BEATLES - ALL YOU NEED IS LOVE

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Em 1967, a equipe do canal londrino BBC convidou os Beatles a participarem do primeiro evento transmitido mundialmente via-satélite, ao vivo simultaneamente para 26 países. Esse trabalho envolveu redes de TV das Américas, Europa, Escandinávia, África, Austrália e Japão. Foi então solicitado que o grupo escrevesse uma música cuja mensagem pudesse ser entendida por todos os povos do planeta. John Lennon e Paul McCartney começaram a trabalhar separadamente em diferentes letras, até que Lennon acabou escrevendo esse clássico que se encaixou perfeitamente ao objetivo proposto, pois a mensagem de amor contida na canção poderia ser facilmente interpretada ao redor do mundo. A transmissão mundial dessa apresentação foi ao ar em 25 de junho de 1967. Rapidamente ALL YOU NEED IS LOVE explodiu em todas as paradas do planeta.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

RINGO STARR & BUCK OWENS - ACT NATURALLY

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Buck Owens e Ringo Starr em 1989 logo após ganharem o Grammy com Act Naturally
Act Naturally é uma canção escrita por Johnny Russell e Voni Morrison, originalmente gravada por Buck Owens e The Buckaroos, cuja versão chegou a número 1 no Billboard Country Singles em 1963, sua primeira canção de sucesso. Naquele ano, Russell estava escrevendo com uma mulher chamada Voni Morrison, que também trabalhou com um cantor de Bakersfield, Califórnia chamado Buck Owens. Depois que Russell tocou "Act Naturally" para Morrison, ela pensou que seria ideal para Owens, e Russell disse que ela poderia conseguir que ele a gravasse. Uma vez que ninguém ainda a tinha gravado, e Russell tinha um acordo com Morrison para dividir os créditos de autoria, deu-lhe um crédito parcial, embora o único papel que tivesse na música foi tê-la submetido a Owens. Buck Owens não gostou de "Act Naturally" de imediato. Mas o integrante da banda Buckaroos, Don Rich, ouviu a versão demo de Russell e gostou, e eventualmente, a canção cresceu em Owens. Uma noite, Russell recebeu um telefonema de Owens perguntando se ele poderia gravar a canção, e ele disse que sim. "Mais tarde eu descobri que ele já havia gravado a canção naquele dia e só queria os direitos de publicação", disse Russell. "Eu tive mais do que prazer em dar-lhe os direitos, a fim de obter a canção gravada".Owens gravou "Act Naturally" na Capitol Studios, em Hollywood em 12 de fevereiro de 1963, e o single foi lançado em 11 de março. Entrou nas paradas nacionais da Billboard em 13 de abril de 1963. Em 15 de junho, a versão de Owens passou a primeira de quatro semanas não-consecutivas em primeiro lugar. Ao todo, ele passou 28 semanas nas paradas do país. A música ajudou a fazer dele uma estrela; antes de acabarem os anos de 1960, Owens tinha colocado 19 singles no topo das paradas da Billboard pelo país. A música também ajudou a estabelecer Russell como compositor, e em 1970 ele foi modestamente bem sucedido também como cantor.
Em 2002, Shelly Fabian, do site About.com classificou a canção no número 169 em sua lista Top 500 Country Music Songs. A canção foi regravada por muitos outros artistas, incluindo Loretta Lynn e The Beatles. Os Beatles gravaram canção em 1965 para o álbum Help! e como o lado B do single "Yesterday". A versão dos Beatles é cantada por Ringo Starr. Eles executaram a canção durante uma aparição no Ed Sullivan Show, que foi gravada em 14 de agosto de 1965 e transmitida em 12 de setembro de 1965. Também foi tocada no famoso concerto dos Beatles no Shea Stadium, no dia 15 de agosto de 1965, e foi tocada em alguns shows durante toda a excursão dos Beatles pelos Estados Unidos em 1965, alternando o outro hit de Ringo, "I Wanna Be Your Man". A gravação dos Beatles em estúdio foi no dia17 de junho de 1965, em 13 takes. Act Naturally tem Ringo Starr na bateria, vocais principais e percussão, Paul McCartney o acompanha nos vocais e guitarra baixo, John Lennon na guitarra acústica, e George Harrison na guitarra, que foi gravada duas vezes, dando a impressão de um efeito de coro.
Em 1989, Buck Owens e Ringo Starr, os dois mais famosos cantores de "Act Naturally", uniram-se para criar uma nova versão, criando também um vídeo da música, com eles imitando versões bobas de si mesmos, como se fossem cowboys em um faroeste sendo filmado. Lançada pela Capitol Records, o duo alcançou o número 27 e passou 11 semanas na parada nacional da Billboard, no verão de 1989. A gravação foi nomeada para o prêmio "Vocal Event of the Year" em 1989 do Country Music Association, e ao Grammy de 1990 como "Best Country Vocal Collaboration", mas perdeu as duas vezes para ""There's a Tear in My Beer", gravada por Hank Williams e Hank Williams Jr.

JEFF BECK - 67 ANOS - PROFISSÃO: GUITARRISTA

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Jeff Beck (Geoffrey Arnold Beck) nasceu no dia 24 de junho de 1944 em Wallington, Inglaterra. É um guitarrista britânico que tocou em várias bandas influentes da década de 1960 e é considerado um dos últimos heróis da guitarra. Aos 67 anos, Beck ainda esbanja energia, técnica e está em plena forma.
Como muitos músicos de sua geração, Beck começou a trabalhar como guitarrista de estúdio. Em 1965, entrou para o Yardbirds (depois que Eric Clapton deixou o grupo). Dezoito meses depois ele também sairia, principalmente por problemas de saúde. Beck passou os anos seguintes tentando obter algum sucesso com sua The Jeff Beck Band - embora os álbuns vendessem bem suas músicas não eram comerciais, só conseguiu algum reconhecimento com o grande público ao gravar em 1975 o álbum Blow by Blow . Uma característica marcante de seu trabalho é o fato de ele não trabalhar sempre com o mesmo estilo musical,optando por uma fusão de estilos que vão desde o jazz ao rock n' roll com um toque pessoal.
O álbum "Blow By Blow", gravado em 1975, tornou-se um clássico absoluto da música instrumental. Combinando elementos de Rock, Funk , Jazz e Soul Music, o mestre da guitarra Jeff Beck produziu um dos mais belos álbuns de sua carreira, como também seria o álbum sucessor, "Wired". Excelentes performances da banda, sobretudo do virtuoso tecladista Max Middleton que ataca de Rhodes e outros teclados analógicos. Participação especial de Stevie Wonder tocando Clavinet e a sempre impecável produção de George Martin. Uma Obra Prima!
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quinta-feira, 23 de junho de 2011

THE BEATLES - THE BLACK ALBUM

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Este álbum duplo (2 Cds) lançado originalmente como 3 Lps traz 48 músicas com os Beatles tocando descontraidamente, verdadeiras pérolas. É pura diversão e deleite para velhos (e novos) fãs entediados pela mesmiçe do tempo. Imagine um disco pirata com status de “quase” oficial, pelo capricho na concepção, pelo conteúdo e pelo que representa. Imagine um álbum com a reprodução quase exata do lay out do álbum branco, com um poster inédito e fotos bacanas. O critério como foi editado também merece muitos méritos. As seleções dessas gravações são das intermináveis sessões que envolveram o “projeto Get Back, que terminou em Let It Be. A qualidade do som é muito boa e é possível se ouvir as travessuras de cada beatle durante as faixas. As 48 músicas parecem um desfile de misses, cada uma mais gostosa que a outra. Além dos rehearsals de Let It Be e muitos do Abbey Road, os discos estão estão cheios de raridades. Deliciosas e divertidas versões dos Beatles para “Tenessee”, “The House Of The Rising Sun”, “Commonwealth”, “Susy Parker”, “No Pakistans”, “Be Bop a Lula”, além de medleys que incluem “Move It”, “Good Rockin’ Tonight”, “Ramblin’ Woman” entre tantas outras, incluindo até o mantra Hare Krishna. Além de muito material deles próprios como “Too Bad About Sorrow” e a incrível “Watching Rainbows” que poderia perfeitamente ter feito parte do Anthology.
Os CDs foram digitalizados diretamente dos LPs virgens da Eva Records de 1978 fazendo dessa a mais real e fiel representação desse fantástico álbum, e não aqueles mixes inventados e aquela bagunça que vemos às vezes a venda por aí. Apesar de ser um dos primeiros senão o primeiro boot das Get Back Sessions e de existir numerosos boots mais completos sobre essas sessões como “Day By Day” ou “The Beginning of The End”,o Black Album é com certeza, um dos melhores. Uma delícia de se ouvir, nada maçante, simplesmente perfeito. Mas atenção: Esses discos não são para não-iniciados e podem ser de difícil aceitação para leigos. Valeu! Abração!

MAS HOJE É O ANIVERSÁRIO DO PAPAI...

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“Mas hoje é o aniversário do papai, do papai, do papai. E esse dia do meu coração não sai, não sai, não sai, não sai”
Essa canção me traz tantas recordações... Quando éramos (meus irmãos e eu) bem pequenos, tínhamos 1 único disco com canções do Carequinha que o Papai nos dera, e entre tantas, havia essa música que colocávamos todos os anos para acordá-lo no dia do seu aniversário. Hoje, dia santo, feriado de Corpus Christi, é também o aniversário do meu pai. O meu melhor amigo e o homem mais correto, honrado e honesto que eu já conheci. Ele partiu desse plano terreno exatamente há 1 ano, 4 meses e 11 dias, e não dá para mensurar a imensa falta que ele faz para mim e toda a minha família, especialmente a Mamãe. Estou vivendo um momento muito difícil, a recente perda da mãe do meu filho Davi, que agora está vivendo comigo e estou tendo que repensar muita coisa em minha vida. Nunca precisei tanto dos conselhos e da sabedoria do Papai como preciso agora. Meu querido, meu velho e meu amigo: o maior e mais apertado abraço do mundo! Feliz aniversário!!! E, por favor, continue nos iluminando com sua forma de ser e pensar. Não há um dia sequer que não bata uma saudade enorme e que não pensamos em você. Obrigado por ser meu pai. Eduardo – BADFINGER BOOGIEBEATLES 4 EVER!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

THE BEATLES - THIS BOY

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Gravada em 17 de outubro de 1963 em Abbey Road e lançada originalmente como lado B do compacto “I Want To Hold Your Hand” que vendeu milhões de cópias, “This Boy” foi gravada na mesma sessão do lado A, sendo a tomada 15ª, a escolhida. O elemento mais marcante da faixa é a harmonização a três vozes de John, Paul e George, com Lennon no marcante solo vocal da segunda parte. George Martin produziu uma versão orquestrada da faixa para o filme A Hard Day’s Night, com o nome de Ringo’s Theme. Ela foi usada no filme em um trecho ondeb Ringo perambula pelas margens do rio Tamisa. Mas, no vídeo que aparece aqui, é com os vocais dos Beatles mesmos.

THE BEATLES - THE INNER LIGHT

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Lançada em 1968 como lado B de “Lady Madonna”, esta foi a primeira música de George Harrison a figurar em um compacto dos Beatles, e a última das compostas por ele gravadas com instrumento quase que apenas indianos. As duas outras foram “Love You To” de Revolver e “Within You, Without You de Sgt Pepper’s. A parte instrumental foi realizada em cinco tomadas de gravação, em 12 de janeiro de 1968, nos estúdios da EMI em Bombain, na índia com virtuoses indianos, durante a gravação do LP “Wonderwall” de George. A parte vocal, que inclui pequena participação de John e Paul, foi acrescentada cerca de um mês depois em Abbey Road, nos dias 6 e 8 de fevereiro, com George no solo vocal. Trechos de um poema japonês de Roshi, traduzidos para o inglês por R.H. Bluth, serviam de base para a composição dsta música tão intrigante e tão introspectiva.

FRIAR PARK - A MANSÃO DE GEORGE HARRISON

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George Harrison comprou em 1970 uma mansão perto de Henley-On-Thames, cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Antes de George, Sir Frank Crisp, primeiro proprietário da mansão, viveu lá de 1895 a 1919. Depois disso, a mansão foi comprada pela Igreja Católica Romana, que fez uma escola Católica em Henley. George a comprou no dia 14 de Janeiro de 1970 e viveu lá até o fim de sua vida, ou seja, até 29 de Novembro de 2001.
A mansão serviu de cenário para a capa do álbum "All Things Must Pass", de 1970. Além da capa, todos os discos de George eram gravados lá, já que ele havia construído um estúdio na suíte de convidados, que, por uma época, chegou a ser superior ao o estúdio de Abbey Road. Nos discos de George pode-se ver a sigla F.P.S.H.O.T, que significa Friar Park Studio, Henley-On-Thames, o nome que ele deu ao estúdio. Além disso, dois clipes do ex-beatle foram gravados na mansão: "True Love" e o de uma música sobre a própria mansão, "Crackerbox Palace", que era um apelido que ele deu para a mesma. No fim do clipe pode-se ver a mansão em uma vista superior, como na foto acima.
A foto da capa de All Things Must Pass foi tirada em um dos muitos jardins da mansão, feitos por Sir Frank Crisp. A mansão também aparece no álbum Living In The Material World e os jardins também aparecem no álbum Dark Horse e Somewhere In England. George adorava andar pelos jardins e pelas cavernas de Friar Park. A mansão foi aberta ao público até o dia em que John Lennon foi assassinado, em 8 de Dezembro de 1980, quando foi trancada e foram contratados seguranças para fazer vigilância. Mesmo com isso feito, no dia 30 de Dezembro de 1999, um intruso invadiu a mansão e atacou George e sua esposa, Olivia.
A mansão também serviu de cenário para a reunião dos três Beatles remanescentes em 1994. Os extras que aparecem no último DVD da série "Anthology", foram gravados lá. George, Ringo e Paul ficam conversando nos jardins da mansão e fazem uma "jam session" no famoso estúdio.
Ballad of Sir Frank Crisp (Let It Roll)
Esse é o título de uma das canções do disco "All Things Must Pass". George fez a canção em homenagem ao primeiro proprietário de Friar Park, que foi um advogado inglês e microscopísta. Sir Frank Crisp viveu na mansão por 26 anos e foi responsável pelos jardins famosos de Friar Park. Acredita-se que a arquitetura de Friar Park tenha um dedo de Sir Crisp, adaptada pelo arquiteto M. Clarke Edwards.