quarta-feira, 31 de agosto de 2011

SENSACIONAL! GEORGE ASSISTINDO "THIS BOY"

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A MORTE DA PRINCESA DIANA

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Há 14 anos, no dia 31 de agosto de 1997 - Diana, princesa de Gales e seu namorado, Dodi Al-Fayed, morreram num grave acidente de carro em Paris. Para ver ou rever a postagem sobre a morte e a conspiração sobre o fim de Lady Di, clique no link: http://obaudoedu.blogspot.com/2010/08/conspiracao-da-morte-de-lady-diana.html

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A ALTURA DOS BEATLES. O QUÊ MAIS VIRÁ DEPOIS?

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Lovely Rita disse: "Meu caro Edu: estou fazendo um trabalho e queria saber se você sabe qual era a altura dos Beatles. Valeu! Rita Pimenta - PE
Bom, ... aí vareia! Segundo o livro "THE BEATLES - An Illustrated Diary" de H.V. Fulpen (1998), em 1965 (época de "Help!), John Lennon media 1,80 m e pesava 72 kg; Paul media 1,79 m e pesava 70 kg; George também media 1,79 m e pesava 64 kg; Ringo era o mais baixinho, media 1,73m e pesava 69 kg. Clique na imagem dos Beatles e tenha uma surpresa!

FRASE DO DIA - DEREK TAYLOR

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"Os Beatles são cinco entidades:
os Beatles e seus quatro indivíduos".

Derek Taylor

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

THE BEATLES AT THE CANDLESTICK PARK - THE LAST SHOW

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O dia 29 de agosto de 1966 foi um marco para os Beatles: foi o último concerto de suas carreiras como conjunto. Depois de trinta dias (anos!) de histeria, rock and roll, hotéis, estádios lotados, medo e insegurança, os Beatles decidiram que esse capítulo estava encerrado. Ali, era o fim fim das cansativas e intermináveis turnês. E, também, fim dos velhos Beatles. Betales tolos e inocentes.


No Candlestick Park, tocaram incrivelmente bem, afinados, com arranjos perfeitos por curtos 28 minutos sabendo que aquele seria o último de sua trajetória. Era o fim da terceira (última) e conturbada turnê americana, com os Beatles cansados da histeria e das ameaças. Depois do episódio da Filipinas, da polêmica sobre Jesus e da queima de discos, não dava mais. Os Beatles haviam chegado no limite.


Quando os Beatles tocaram no Shea Stadium (Nova York) pela primeira vez, no dia 15 de agosto de 1965, tocaram para um público absurdamente imenso para a época: 55.600 fãs enlouquecidos. Um ano depois, em 23 de agosto de 1966, quando pisaram no palco do Shea pela segunda vez, a platéia era bem menor: 44.000 fãs, ainda assim, mais enlouquecidos. Os jovens fãs americanos de 66 já não eram os mesmos de um ano antes, mas ainda queriam, e ainda precisavam deles. Esses números, ainda apesar de grandes, já demostravam um cansaço. Seis dias depois, os Beatles subiriam no palco armado no estádio Candlestick Park, para tocar, para uma público pagante, pela útilma vez. Haviam 22 mil pessoas lá.
Brian não estava presente neste concerto, que foi gravado por Tony Barrow, a pedido de Paul. Eles retornaram para Beverly Hills e, durante o vôo, George virou-se para Tony Barrow e disse: “É isso aí. Não sou mais um Beatle”. No dia 30 voaram para Nova York e de lá para Londres. Para alívio das fãs, os Beatles desembarcaram são e salvos.
Ninguém sabia o que viria depois daquilo, mas estavam fartos de aviões, hotéis, e toda a loucura por onde passavam. De volta à Londres, cada Beatle foi cuidar de sua própria vida. Paul faria a trilha de "The Family Way" e John faria o filme "How I Won The War" de Richad Lester. Estavam felizes por sentirem-se "livres" pela primeira vez em tantos anos. Só uma pessoa não estava feliz: Mr. Brian Epstein, que tinha dedicado sua vida aos Beatles e a organização das turnês. "O que eu vou fazer agora?". Brian percebeu que precisava muito mais dos Beatles do que eles dele. Um anos depois, em agosto de 1967, Brian morreria, aparentemente de overdose de drogas antidepressivas. Os Beatles não deixaram apenas crescer os bigodes e os cabelos. Eles cresceram! Afinal, foi a partir dali, que começaram, de fato, a mudar o mundo.
Para fazer o download do discão, clique no link:

THE SONGS:
01 - Rock And Roll Music
02 - She's A Woman
03 - If I Needed Someone
04 - Day Tripper
05 - Baby's In Black
06 - I Feel Fine
07 - Yesterday
08 - I Wanna Be Your Man
09 - Nowhere Man
10 - Paperback Writer
11 - Long Tall Sally
 


PAUL McCARTNEY - THE McCARTNEY YEARS

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Na sexta-feira, para comemorar o aniversário do Baú do Edu, fui até o shopping ver se havia alguma coisa que valesse à pena. Já fui preparado levando minhas poucas economias, pois sabia que não voltaria de mãos vazias. Saí de lá com cinco produtos Beatles. Os dois "novos" lançamentos de Paul, "McCartney" (1970) e "McCartney II (1980), um livro "John Lennon - A Life In Photographs", outro "Eu Conheci John Lennon" de Jerry Levitan e a sensacional box "The McCartney Years", que era um dos meus sonhos de consumo desde que foi lançada em 2008. Fiquei feliz e encantado como um menino que consegue o briquedo há muito, tão desejado. Obrigado, Deus. Obrigado The Beatles, por minha vida ter sido muito mais feliz!
A seguir, a gente confere a resenha brilhantemente escrita pelo grande jornalista Cláudio Teran (Teran: queremos uma exclusiva com você) para uma de suas colunas: "Pop GO The Beatles" (http://www.thebeatles.com.br/pop/paul-mccartney-years.htm)
The McCartney Years começa bem pela embalagem - linda - contendo um cartucho encapsulado num slip case (luva). Com face interna de acrílico o cartucho abre-se para abrigar três ótimos DVDs. Compõe o pacote um livreto com texto introdutório assinado por Barry Miles, fotografias, e uma cronologia. Quanto ao conteúdo, vai direto ao assunto, sem rodeios ou firulas. Os dois primeiros DVDs entregam uma penca de promo vídeos completos com qualidade absolutamente fantástica. Nós colecionadores que nos acostumamos a possuir determinados clipes de Paul e dos demais ex-Beatles com péssima qualidade, ficamos bem embasbacados diante de coisas como With a Little Luck, Pipes of Piece e Waterfalls, nunca vistos com tamanha nitidez. Nos extras de cada disco, espaço até mesmo para raridades nunca lançadas. Nos menus (em cada um deles) gemas escolhidas para provocar até os hard collectors. Se você clica para configurar as legendas e o som, encontra um promo ou apresentação ao vivo rara ou nunca vista - em versões completas, ou quase. Mesma coisa quando se aciona o playlist, faixa de comentários, créditos e outros tópicos contidos nos menus. Em cada uma dessas 'chaves de acesso' uma surpresa boa, entre as quais Paul cantando Blackpool completa em 1972, extraída de um filme chamado Backyard nunca lançado ou divulgado na íntegra.
No terceiro DVD, mais 'highlights': um trecho do Rockshow absolutamente restaurado, com qualidade sonora e de imagem digna de um lançamento integral (um dia quem sabe). Pela primeira vez o show de Seattle filmado em 1976 aparece com áudio estéreo digital, perfeito. As imagens clássicas exibem Paul e Wings em grande forma. Outro achado é o trecho do programa Unplugged da MTV, realizado em 1991. The McCartney Years entrega quatro canções recortadas da performance original, extraídas do primeiro 'desplugado' do outrora canal de videoclipes, Music Television. A partir desta apresentação de Paul McCartney, viria toda a série de 'acústicos' com nomes como Eric Clapton, Rod Stewart, Nirvana, Neil Young, Elton John e outros. No Brasil a marca, 'acústico' virou sinônimo eficiente para soerguer carreiras musicais em declínio. Voltando ao McCartney Years, o 'package' também reserva espaço para a sinceridade quando Macca admite publicamente - na faixa de comentários do terceiro DVD - que refez os vocais de Let it Be para o lançamento oficial do Live Aid.
A caixa também revela outros acertos raros como é o caso do surpreendente making of do especial de TV Chaos and Criation at Abbey Road, realizado em 2005. Ao contrário do que se esperava - que o especial fosse meramente transferido para DVD oficial - Paul preferiu apresentar material nunca visto, exibindo imagens coletadas nos ensaios, no 'dress rehearsal', e durante uma entrevista concedida em meio a técnicos trabalhando para preparar o estúdio 2 de Abbey Road para as filmagens daquilo que viria a ser o especial televisivo levado ao ar pelas redes BBC e HBO. Mas nem só acertos marcam o lançamento da caixa The McCartney Years. Há erros, ou equívocos pontuais. Eu particularmente gostei do resultado da transformação dos promos originalmente gravados no formato letter box 4:3 especialmente para a TV. Para este lançamento eles foram transferidos para o wide screen, uma tecnologia moderna de exibição que contribuiu para jogar um pouco de verniz e frescor num material antigo, algo datado, e que de uma forma ou outra, conhecemos bem. No site da Amazon, entretanto, há um comparativo dos formatos - 4:3 e wide. A impressão é que ao invés de ganhar, nós perdemos, já que os defensores do letter box sustentam que em alguns clipes somem cabeças, adereços, instrumentos e outras imagens da ação em nome da modernidade do wide screen. Adianto que as possíveis supressões passam despercebidas, em parte pela velocidade que marca a ação nos videoclipes.
No terceiro disco, Paul nos presenteia com 11 músicas da apresentação no Festival de Glastonbury em 2004, onde, diga-se de passagem, foi muito bem. É possível, porém que tenha desperdiçado a oportunidade de exibir um pouco mais dos Wings ao vivo entre 1972 e 1979. O áudio, e a imagem, de um ensaio da canção Wild Life escondido nos menus poderia ter aparecido completo no setlist. Senti falta de pelo menos um trecho da derradeira apresentação dos Wings no Concerto Beneficente Para o Camboja, no final dos anos 70. E o que dizer da não inclusão de nenhum trecho da histórica apresentação do Rio de Janeiro, considerando que o concerto da noite do dia 21 de abril de 1990 entrou para o Guiness Book? Uma outra observação a ser feita ficaria para a ausência de ousadia da produção. As coisas mais raras, e quem sabe menos populares, ficaram estrategicamente de fora, ainda que algumas delas tenham sido mostradas nos menus, na forma de aperitivos. Paul McCartney finalmente desnuda sua fantástica coleção de filmes dando ao expectador um pouco da dimensão e relevância visual de sua carreira solo. Em contrapartida teve o cuidado de embalar o lançamento de forma que agradasse a todos os públicos. The McCartney Years pode ser adquirida sem medo, tanto por um neófito em Paul McCartney, quando por um fã calejado.
É possível, entretanto, que uma das maiores bolas fora desse lançamento - considerando seu preço e luxo - esteja na legendagem. Mais uma vez o público brasileiro fica sem merecer da EMI o direito às legendas eletrônicas em português do Brasil, o que nos obriga a engolir o português lusitano com resultados nem sempre bons. Algumas expressões são do mais completo desconhecimento para os brasileiros. Aos menos versados informamos: "digressão", por exemplo, é turnê. "Ecrãs" são monitores de vídeo. Nenhum dos equívocos, todavia, deslustra o lançamento deste McCartney Years. Pelo contrário. Temos um grande produto que sem dúvida é referencial para se observar em resumo, uma das mais fulgurantes carreiras da história da música popular. Assistir esse material deixa-nos a impressão que Paul McCartney estava mesmo destinado a 'acontecer' de qualquer maneira, tivesse ou não sido um beatle. The McCartney Years ainda não é o Anthology do Paul, mas chega bem perto...

PAUL McCARTNEY & WINGS - WITH A LITTLE LUCK

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THE BEATLES - WHY THE MUSIC MATTERS

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domingo, 28 de agosto de 2011

IMAGEM DO DIA - PAUL McCARTNEY

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O ENCONTRO DOS BEATLES COM BOB DYLAN

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Trecho do livro "The Love You Make" de Peter Brown - A Vida Escandalosa dos Beatles
Em 28 de agosto de 1964, em evento ligeiro mas auspicioso ocorreu no Hotel Delmonico, de Nova Iorque, que iria afetar a cosnciência do mundo: Bob Dylan fez os Beatles experimentarem Marijuana pela primeira vez na vida. Antes disso, eles rejeitavam a macconha até com paixão; no que lhes dizia respeito, os que fumavam maconha eram viciados, para eles na mesma categoria dos viciados em heroína. Pouco depois da conversão feita por Dylan, eles começaram a compor sob o efeito da erva. Dylan lhes forneceu a chave que abriria uma porta para uma nova dimensão na música pop, e eles levaram a juventude do mundo inteiro a cruzar essa porta com eles. John Lennon há muito tempo esperava conhecer Bob Dylan, apesar de não tanto quanto desejava conhecer Elvis Presley. Para John, Elvis era um Deus que atingira um grau indescritível de santidade. Dylan era um contemporâneo, e para John, apenas um outro competidor, apesar da pontada de inveja que John sentia pelo dom que Dylan tinha para construir suas letras. Fazia pouco tempo que John começara a sentir um interesse especial em escrever suas próprias letras; sua primeira canção introspectiva, autobiográfica, foi Ill Cry Instead, feita para a trilha sonora do primeiro filme dos Beatles, A Hard Day’s Night (Os Reis do Iê-iê-iê), mas que não chegou a ser editada.Eles foram apresentados por um amigo comum, o escritor Al Aeronowitz, que foi um dos primeiros jornalistas a verdadeiramente escrever sobre música pop. Aronowitz fizera amizade com John na primavera anterior, em Londres, enquanto escrevia sobre ele para o Saturdey Evening Post. Nessa época John disse a Aeronowitz que gostaria de conhecer Bob Dylan, mas somente “em seus próprios termos”, pois John achava que se tornara seu “ego gêmeo”. Naquele 28 de agosto, depois de ter tocado no Forest Hill Tennis Stadium, e depois das caras sorridentes dos Beatles terem aparecido na capa do Life, John estava pronto. Aeronowitz chegava de Woodstock, com Dylan, numa perua Ford azul, dirigida por Victor Mamoudas, empresário das turnês de Dylan e seu grande amigo pessoal. No lobby do hotel se viram cercados por uma escolta de dois policiais que os acompanhou até o andar dos Beatles.Quando a porta do elevador se abriu, Dylan e companhia ficaram chocados de ver ainda mais policiais, além de uma dúzia de pessoas conversando alegremente e tomando drinques. Deste grupo, que esperava para poder entrar na suíte dos Beatles, faziam parte vários repórteres, disc-jockeys e os grupos The Kingston Trio e Peter, Paul e Mary.Dylan era mais baixo do que os rapazes pensavam. Após desajeitadas apresentações, oficiadas pelo empresário Brian Epstein, a tensão e o embaraço naquele quarto eram palpáveis. Brian levou os convidados até o living, numa tentativa de evitar que a noite naufragasse. Ele perguntou a Dylan e amigos o que gostariam de beber, e Dylan respondeu: “Vinho barato.”Enquanto alguém foi arranjar o vinho, mencionou-se obliquamente que havia algumas pílulas estimulantes em disponibilidade, mas Dylan e Aeronowitz reagiram fortemente contra essa idéia. Ambos eram na época convictamente antiquímicos, especialmente bolinhas. Já os Beatles tomavam esses estimulantes, nem tanto como drogas, mas como um auxílio para segurar a barra de intermináveis compromissos artísticos e sociais. Em lugar das pílulas, sugeriu Dylan, talvez eles gostassem de experimentar algo orgânico e verde, nascido do doce e macio seio da Mãe Terra. Brian e os Beatles olharam uns para os outros com apreensão. “Nunca fumamos maconha antes”. Brian finalmente admitiu. Dylan olhou, sem acreditar, de um rosto para o outro. “Mas e a canção de vocês?”, perguntou. “Aquela em que vocês dizem que ficam altos?”Os Beatles estavam estupefatos. “Que canção?”, John conseguiu perguntar. Dylan disse: “Você sabe...”, e em seguida cantou: “And when I toutch you I get high, I get high, I get high...”John enrubesceu de tanto constrangimento. Dylan se referia ao grande sucesso da primeira fase dos Beatles, I Wanna Hold Your Hand. “As palavras não essas”, disse John. “São ‘I can’t hide, I can’t hide, I can’t hide’...” O embaraço era total. A confusão de Dylan entre I can’t hide e I get high (não consigo entender e fico alto) demonstrava que fora traído pelo subconsciente, ou talvez fosse aquilo que em língua inglesa se chama wishful thinking, e que poderia ser traduzido, com alguma dificuldade, por "pensamento tendencioso".Dylan resolveu quebrar a tensão acendendo o primeiro baseado. Após dar instruções sobre como se devia fumar, passou-o para John, John pegou o bagulho, mas estava com medo de ser o primeiro a experimentar, e passou-o para Ringo, a quem chamou de “meu provador real”. Ringo mandou ver, e queimou o baseado inteiro sozinho, enquanto Dylan e Aeronowitz enrolavam mais uma meia dúzia.Ringo começou a rir primeiro, provocando a liberação dos outros. Tal como a maioria dos que fumam maconha pela primeira vez, eles achavam muita graça nas coisas mais triviais. Dylan ficou olhando durante horas enquanto os Beatles estouravam de rir, Às vezes com algo autenticamente engraçado, mas na maioria dos casos com pouco mais que um olhar, uma palavra ou uma pausa na conversa. Meses depois, “vamos rir um pouco” virou código para “vamos fumar maconha”.
Link para "A VIDA ESCANDALOSA DOS BEATLES":

JERRY LEVITAN - EU CONHECI JOHN LENNON

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Gerald Asher Levitan nasceu em 1954 em Toronto, Canadá. Tornou-se conhecido como "o garoto que entrevistou John Lennon". Em 2009, ele escreveu o livro, produziu e estrelou o curta de animação “I Met the Walrus” – “Eu Coneci John Lennon” sobre seu encontro com John Lennon e Yoko Ono em Toronto, em 1969. Apesar de apenas 14 anos, Levitan realizou uma entrevista exclusiva de 40 minutos com eles sobre a paz, The Beatles e sua música.
O filme ganhou diversos prêmios pelo mundo todo. O livro é autobiográfico. É o relato da infância de Levitan e seu amor pelos Beatles, e conta em detalhes o dia que passou com John Lennon e Yoko Ono.
Levitan formou-se em Direito na Universidade de York em Toronto. Ele é o autor de “The Complete Idiot's Guide to Winning Everyday Legal Hassles in Canada”. Aos 40 anos, teve um colapso nervoso e passou uma temporada numa clínica psiquiátrica, de onde foi salvo, segundo ele, pelo aseu amor pelos Beatles e por John Lennon.
Em julho de 2011 Levitan realizou um filme de animação para Yoko Ono “My Hometown”, que teve sua estreia mundial no Festival de Cinema Sem Fronteiras (Frontiere Senza) em Spoleto, Itália e foi bem elogiado. Levitan co-produziu e dirigiu o filme com Terry Tompkins. Yoko Ono narrou seu poema “Remember Love”, que foi B-Side B de Give Peace A Chance.
Levitan também é um ator com papéis em uma série de filmes canadenses e internacionais e séries de televisão, incluindo uma aparição em The West Wing. Sob seu alter-ego “Sir Jerry” também lidera uma banda e já produziu três CDs, "Bees, Butterflies & Bugs", "Sir Jerry's World", and "Time Machine" (lançado em junho de 2009). Há uma série de televisão baseada no personagem “Sir Jerry” que está em produção.
Este livro é o simpático relato de um fã que se encontrou com seu maior ídolo, John Lennon, há mais de 40 anos. Em 1969, o canadense Jerry Levitan, 14 anos, teve uma surpresa: seu ídolo John Lennon apareceu de surpresa em Toronto com Yoko Ono a tiracolo. Ele estava a caminho de Montreal, onde realizaria um de seus protestos pacifistas Bed In. Passando-se por um jovem jornalista, Jerry conseguiu um encontro com John Lennon e Yoko Ono no hotel onde estavam hospedados. Ao final do encontro, olhando nos olhos de John Lennon, o rapaz se ofereceu para entrevistar o músico e disseminar a mensagem dele na sua escola. O beatle concordou e o resultado virou, 40 anos depois: Eu Conheci John Lennon que, além da íntegra da conversa, tem um panorama geral (e bastante pessoal) da carreira dos Fab Four. Na entrevista, Lennon se mostra completamente desarmado e relaxado, em uma conversa sem pauta predefinida: vai dos problemas do casal em conseguir um visto de permanência até piadas sobre George Harrison, passando pela defesa da paz mundial. Um DVD com fotos, imagens em super-8 e áudio do bate-papo acompanha o volume – só ficou de fora o curta-metragem animado premiado e produzido pelo próprio Jerry “I Met the Walrus”, derivado desse encontro, mas que a gente confere agora, aqui, no nosso Baú do Edu. Abração!

Para quem quiser conferir um trecho do capítulo dois de “Eu Conheci Lennon”, clique no link:
http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/leia-trecho-do-capitulo-dois-de-eu-conheci-lennon-20091130.html

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

STEVE JOBS - O GÊNIO DA APPLE SAI DE CENA

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Sim, ele é o cara do iPod, do iPhone e do iPad. O mentor de uma revolução tecnológica que mudou o jeito de o mundo ouvir música, lidar com o celular, navegar na internet. O mago que fez o capital da Apple pular de US$ 5,4 bilhões em 2001 para US$ 65,2 bilhões em 2010. E que na semana passada chegou a valer tanto quanto os 32 maiores bancos europeus juntos. Ontem à noite, o dono dessa carreira invejável renunciou à presidência da companhia. Abalado por um raro câncer no pâncreas, Steve Jobs estava de licença médica havia nove meses. Ele indicou Tim Cook para substituí-lo. E disse que continua na empresa. Agora, como presidente do conselho da Apple.
Com suas criações, ele não transformou apenas a forma como as pessoas se relacionam com computadores, com a música ou com os celulares. Steve Jobs, que anunciou na noite de quarta-feira a saída do cargo de executivo-chefe (CEO) da Apple, empresa que fundou há 35 anos, revolucionou a história moderna — para o bem ou para o mal, cabe a cada um avaliar. Um deus para os aficionados por tecnologia, ele é considerado pouco menos que perverso por muita gente. Na indústria fonográfica, por exemplo, que viu as vendas de discos desabarem depois da criação do iPod, mencionar o nome do norte-americano de 56 anos é pedir para ser esconjurado.
Clique na imagem para ampliar
O controverso Steven Paul Jobs nunca foi um gênio da tecnologia. Para isso, havia seu amigo de faculdade, Steve Wozniak, que desenvolveu o primeiro produto da marca, o Apple I. Jobs é especialista em criatividade, em gente e em prever os desejos do consumidor. “É muito difícil fabricar produtos por grupos focais. Muitas vezes, as pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas”, disse à revista BusinessWeek, em 1998. A frase foi proferida três anos antes do lançamento do iPod, tocador de músicas digitalizadas, e cinco antes da criação da iTunes Store, loja on-line que permitia a usuários comprar e baixar músicas. Para Heinar Maracy, 46 anos, Jobs sempre foi um visionário. O editor dos sites Macmania, Mac2b e tradutor da biografia não autorizada O fascinante império de Steve Jobs (Universo dos Livros), é indiscutível a importância de “alguém que conseguiu pegar uma tecnologia muito complicada, como era a dos computadores na década de 1970, e transformá-la em um produto de massa”. Ele explica que hardwares nunca foram o diferencial da empresa. “A vantagem dela é conseguir implementar um software fácil de usar e integrá-lo com o hardware”, descreve. Maracy ressalta que os produtos da Apple não separam a estética da funcionalidade, o que, certamente, parece ser um dos grandes atrativos da empresa. Uma das frases mais famosas de Jobs explica o porquê de a companhia aliar forma e função: “Design não é apenas como as coisas se parecem ou que sensação causam. Design é como elas funcionam”. O editor-chefe no Brasil do site de tecnologia Gizmodo, Pedro Burgos, 30 anos, acredita que o maior legado do fundador da Apple é a “tecnologia de autor”, ou seja, a influência forte do criador no conteúdo, a ponto de orná-lo com características que o distinguem dos demais. “Ele sempre teve essa visão de fazer o que achava melhor. Não queria saber do mercado, apenas produzia as coisas que achava sensacional”, descreve. “É isso que falta um pouco na indústria”, acrescenta.
Burgos estima que outra herança deixada por Jobs para o mundo da tecnologia é o conceito de usar a tecnologia como um fim, não como um meio. “Nos comerciais do iPad, por exemplo, não se fala sobre quantos gigas tem o produto. O que se mostra são as pessoas usando o tablet e o que elas podem fazer com ele”, avalia. Ele acredita que, como o ciclo de desenvolvimento de produtos tem cerca de dois anos e meio cada, as grandes inovações recentes da Apple — iPhone e iPad — continuarão evoluindo e com grande inserção no mercado. “E, como presidente do Conselho Administrativo, acho que Jobs vai continuar produzindo, tendo novas ideias. Literalmente, acho que ele vai trabalhar na Apple até morrer.”O fundador de uma das maiores marcas de tecnologia do mundo era odiado por muitos. O temperamento arrogante e às vezes agressivo, que lhe deu a fama de tirano entre os subordinados, também fazia Jobs ser malvisto por parte dos veículos de imprensa, que ele tentava censurar e, vez ou outra, processar. Ele fez tantas inimizades que chegou a deixar, em 1985, a companhia que criou — devido a brigas internas. Só voltou 12 anos depois, como presidente executivo interino. No entanto, a maior oposição ao então CEO da Apple não ocorria devido a sua personalidade controladora e perfeccionista, que o fez ser descrito em sua biografia autorizada como alguém “passional”. Ele integra a lista, feita pelo jornal britânico The Guardian em 2009, das “Pessoas que arruinaram a década”. A presença do nome do norte-americano no ranking se deve à criação do iTunes e do iPod, que, segundo a publicação, fez com que as pessoas abandonassem a experiência de ouvir um álbum musical completo. Embora os tocadores de MP3 existissem antes de 2001, foi o iPod que transformou esses produtos em desejo de consumo, a ponto de o nome da criação da Apple se tornar sinônimo de MP3 players. O mesmo aconteceu na relação entre tablets e o iPad — além de o iPhone ser considerado a reinvenção do mundo dos smartphones. Desse modo, todas as glórias e pedras dos novos produtos foram direcionadas para a companhia. Um exemplo disso é a revolta de Jon Bon Jovi, vocalista da banda Bon Jovi, que acusou Steve Jobs e sua marca de “matarem a indústria musical”. “Os jovens de hoje perderam toda a experiência de colocar os fones de ouvido, aumentar o volume, pegar a capa do disco, fechar os olhos e se perder em um álbum”, reclamou, em entrevista concedida em março ao The Sunday Times. “(Eles também perderam) a beleza de pegar sua mesada e escolher um disco apenas pela capa sem saber como ele é”, criticou. Outra visão negativa sobre a Apple, principalmente no Brasil, é o conceito de que essa é uma empresa elitista, já que os produtos são mais caros que a média do mercado. “Com isso, as pessoas acham que ela é uma marca arrogante e associam essa característica ao fundador da companhia”.
Em 2003, Steve Jobs começou a travar uma batalha contra um câncer no pâncreas. A doença fez com que ele se submetesse a uma cirurgia para retirar o tumor, em 2004, época em que Tim Cook, diretor de operações da Apple, assumiu o cargo de CEO interinamente. Entre janeiro e junho de 2009, Jobs tirou outra licença por motivos de saúde, retornando à companhia após ter feito um transplante de fígado. Em 17 de janeiro deste ano, tirou mais uma licença médica. O próprio sucessor de Jobs, Tim Cook, 50 anos, já havia ressaltado, em 2008, o papel crucial do criador da empresa. “Substituir Steve? Não, ele é insubstituível”, determinou. “Eu o vejo trabalhando com cabelo grisalho, aos 70 anos, bem depois de eu me aposentar”, garantiu.
Steve Jobs acumula em seu currículo, uma série de invenções inovadoras. Confira algumas das suas principais invenções:
Lançado em 1983, o Lisa foi o primeiro computador com interface gráfica e mouse a chegar ao mercado. Em 1998, Steve Jobs lançou o primeiro iMac, com monitor CRT translúcido e colorido. Foi o primeiro computador a receber o "i" antes do nome para indicar a conexão com a internet. O iMac G4, conhecido como abajur, trouxe um novo design ao computador com uma tela de LCD conectada à uma base redonda. Muito fino e leve, o primeiro MacBook Air chegou às lojas em 2008. Fechado, o aparelho tinha espessura de menos de 2 cm e pesava 1,36 kg. O Mac mini, lançado em 2005, foi o primeiro Macintosh a ser vendido sem monitor, mouse e teclado. Também em 2005, o tocador de música iPod ganhou uma versão com recurso de exibição de vídeo. Em 2007, Jobs apresentou o primeiro iPhone, aparelho que transformou o mercado de smartphones por permitir que o usuário o personalize com milhares de aplicativos. O iPad, primeiro tablet lançado no início do ano passado, influenciou a indústria e agora enfrenta uma série de concorrentes. Em 2010, Jobs também lançou o iPhone 4, que ganhou recursos como tela com tecnologia Retina Display e ganhou recurso para videoconferências e para ler livros digitais. No final de 2010, a Apple lançou uma versão remodelada da AppleTV, que permite acessar vídeos da internet e de computadores e vê-los em uma TV.

O PLANETA DOS MACACOS - A ORIGEM

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Os fãs mais fervorosos não precisam esquentar a cabeça. "Planeta dos Macacos: A Origem", que desembarca nos cinemas hoje, não é um remake do filme de 1968, adaptado do livro do francês Pierre Boulle, nem ousa tomar liberdades com o material de origem, como fez Tim Burton em 2001, numa releitura que foi bem de bilheteria, mas desagradou muita gente. O inglês Rupert Wyatt, 38 anos, rodou o que lá fora é chamado de reboot: uma renovação que começa tudo de novo e que pode inaugurar outra franquia. Os macacos opressores guerrearam contra os humanos em cinco filmes (de 1968 a 1973, disponíveis em DVD), na tevê (em seriado e desenho) e até nos quadrinhos, em várias versões (até a Marvel entrou na onda, entre 1974 e 1977). No lançamento, eles representam um elo desigual na relação com os homens: são meras cobaias de pesquisas científicas. A vingança é colhida em proporções revolucionárias.
James Franco, mestre de cerimônia da última (e criticada) edição do Oscar ao lado de Anne Hathaway, vive Will Rodman, um pesquisador de San Francisco que experimenta soluções para a cura do mal de Alzheimer. Nos testes, ele aplica compostos geneticamente modificados em chimpanzés. Os resultados são impressionantes: símios mutantes, quase tão inteligentes e habilidosos quanto os humanos. César (sugerido pelas feições de Andy Serkis), herdeiro de uma das cobaias e criado pela família de Will, inicia o levante que mudará o planeta drasticamente.
A maquiagem cuidadosa das produções antigas saiu de cena e cedeu espaço para os efeitos computadorizados. Mas os macacos — César incluído —, cujos movimentos e gestos são capturados do ator inglês Andy Serkis, convencem. Responsável pela aparência de Gollum, de O senhor dos anéis, e do último King Kong, também do diretor neozelandês Peter Jackson, Serkis defende a qualidade da performance capturada digitalmente. “Deveriam reconhecer que o processo tem duas partes. Primeiro, capturam a atuação. Bem depois é que você começa a ver os personagens pintados quadro a quadro, preenchidos de pixels (a menor partícula da imagem digital)”, explicou ao portal da revista americana The Hollywood Reporter.
Ele observa que ainda há muita resistência dos colegas. “Acham que os atores serão substituídos por computadores. Mas eu acho que é uma ferramenta maravilhosa e libertadora. Desde Avatar, de James Cameron, há um conhecimento maior, porque ele foi além e disse que era maquiagem digital e, basicamente, eram atores reais”, explicou ao jornal inglês The Telegraph. Serkis, 47 anos, disse que o macaco César foi um papel complexo e sutil. “O desafio foi fornecer a ele características humanas, sabendo que estava preso a uma forma padronizada, fácil de reconhecer”, acrescentou.
As expressões de Andy Serkis poderão ser vistas na animação As aventuras de Tintim: O segredo do Licorne (20 de janeiro de 2012), de Steven Spielberg, na pele do capitão Haddock, e, claro, como o perturbado Gollum nas duas partes de O hobbit (14 de dezembro do ano que vem e 13 de dezembro de 2013), chefiadas por Jackson. O neozelandês também o contratou para ser diretor de segunda unidade, cargo que cuida de cenas menos importantes, que não envolvem o elenco principal. Com algum exagero, Wyatt chegou a eleger Serkis como o “Charlie Chaplin da nossa geração”. A comparação é discutível. Mas ele é o homem que transformou o macaco novamente em estrela de Hollywood.
O planeta dos Macacos (1968)
Clássico dirigido por Franklin J. Schaffner (de Patton e Papillon), ganhou prêmio honorário no Oscar, em 1969, pelo trabalho de maquiagem de John Chambers. George Taylor (Charlton Heston) e tripulação viajam pelo espaço e acordam da hibernação no ano de 3978, num planeta aparentemente desconhecido. Encaram um mundo severo, onde macacos reinam sobre os homens. Visto décadas depois, não parece tão brilhante como obras-primas da ficção científica da época (como 2001 — Uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick), mas ainda é uma especulação ao mesmo tempo divertida e pessimista do futuro da humanidade.
De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)
Encabeçado por Ted Post (de Magnum 44), começa logo após o fim do original: o astronauta Taylor (Heston) e a ancestral Nova (Linda Harrison), muda como os seres humanos dominados pelos símios, cavalgam rumo à Zona Proibida. Taylor desaparece. Brent (James Franciscus) chega em missão de resgate e depara com estranhos eventos: encontra, vivendo sob as ruínas de Nova York, homens super desenvolvidos, telepatas e adoradores de uma dourada e brilhante bomba nuclear, instrumento divino. Um novo e bizarro apocalipse.
Fuga do Planeta dos Macacos (1971)
Os chimpanzés cientistas Cornelius (Roddy McDowall), Zira (Kim Hunter) e Milo (Sal Mineo) escapam do colapso atômico com a nave de Taylor, devidamente reparada. A viagem os leva para o ano de 1973, em que seus pares ainda são subjugados pelos homens. Mais cru e sangrento que o anterior — com referências mais contundentes a racismo e direitos civis —, o capítulo filmado por Don Taylor dá pistas sobre a inversão de papéis que colocaria homens abaixo de macacos.
Conquista do Planeta dos Macacos (1972)
É tempo de revolta. Os macacos, relegados à condição de animais de estimação após a extinção de cães e gatos, decidem se rebelar. Liderados por César (McDowall, de novo), filho de Cornelius e Zira, eles aderem às armas e lutam por um recomeço. Continuação supérflua de uma série que já andava desgastada.
A Batalha do Planeta dos Macacos (1973)
Com J. Lee Thompson na cadeira de diretor pela segunda vez consecutiva, os macacos querem coexistir pacificamente com os humanos. Apesar da boa vontade de César, a sede de poder desperta ganância das duas raças: de um lado, uma facção humana, e de outro, o general Aldo (Claude Akins), um gorila que insiste na supremacia dos ex-escravos. Um desastroso e gratuito desfecho.
Planeta dos Macacos - Tim Burton (2001)
Absolutamente péssimo! A segunda pior coisa que o venerado diretor Tim Burton já fez na vida. A primeira foi “Batman” de 1989. Dessa vez, o babaca tentou rejuvenescer o filme de 1968 com visual mais sombrio e desvios da história tradicional. O astronauta Leo Davidson (Mark Wahlberg) cai num planeta opressor e recebe ajuda da chimpanzé Ari (Helena Bonham Carter). A tensão sexual entre os dois não esconde as fraturas de uma refilmagem atrapalhada e confusa. Esse filme é um completo lixo! Não há outro nome.
Planeta dos Macacos - A Série (1974)
A série teve vida curta. Os 14 episódios revivem o primeiro
filme e as sequências estreladas por McDowall, que emprestou seu rosto para Cornelius e César. Ainda não foi lançada oficialmente em DVD no Brasil.
A série Planeta dos Macacos foi criada pela CBS, em 1974, baseada no longa metragem de mesmo nome, de 1968, utiliza o mesmo argumento do filme. Três astronautas voltam de uma missão no espaço e descobrem que viajaram no tempo. Um deles morre na aterrisagem. O planeta Terra não é mais dominado pela raça humana, mas sim pelos símios. No topo da nova estrutura social da Terra estão os orangotangos: legisladores, políticos e sábios. Logo abaixo, veem os gorilas: soldados fortes e ferozes. Os chimpanzés ficam em terceiro plano, cuidando do trabalho pesado e em alguns casos de pesquisas em laboratórios ou como antropólogos e veterinários, estudando os humanos que sobraram. É preciso dizer que os humanos, nesse novo cenário, são escravos e cobaias de experiências científicas. Apenas o doutor Zaius, um orangotango e o general Urko, um gorila, sabem do passado do planeta Terra. Os outros símios não sabem que o planeta, no passado, foi dominado pelos humanos. Isso até a chegada dos astronautas Virdon e Burke, que contam sua história a um chimpanzé, veterinário, chamado Galen, assistente do doutor Zaius, que auxiliá-os a fugir. Mas os chimpanzés mais conhecidos da saga são Cornélius e sua companheira, Zira. Os dois decidem auxiliar os humanos e participam de suas aventuras em busca do que sobrou da tecnologia humana. A série fez tanto sucesso que inspirou a criação de um desenho animado, em 1975, chamado "De volta ao Planeta dos Macacos" que foi apresentado no Brasil, pela Rede Globo, no final dos anos 70.
De volta ao Planeta dos Macacos (1975/1976)
No desenho, a sociedade símia primitiva dá lugar a uma civilização avançada, semelhante à humana, com automóveis, televisões e ruas pavimentadas. Também durou pouco (13 episódios) e ainda não chegou às lojas e locadoras nacionais.
Para terminar, a gente confere o trailer de "Planeta dos Macacos - A Origem".