sexta-feira, 31 de agosto de 2012

LITTLE RICHARD - I SAW HER STANDING THERE - SENSACIONAL!

2 comentários:

Link para a postagem original sobre Little Richard:

RINGO STARR - DON'T PASS ME BY - DEMAIS!

3 comentários:
"Don't Pass Me By" foi a primeira música completa de Ringo para os Beatles. Até então, suas únicas participações nas composições da banda tinham sido os títulos de "A Hard Day's Night" e "Tomorrow Never Knows", além de alguma contribuição musical em "Flying" e "What Goes On". Quando perguntaram em dezembro de 1967 se ele tinha aspirações como compositor, Ringo respondeu: "Eu tento. Tenho um violão e um piano e toco alguns acordes, mas são só 'chinga-lingas'. Para mim, nenhuma melodia boa sai dali". A verdade era que ele estava tentando fazer os Beatles gravarem "Don't Pass Me By" havia anos. Durante uma entrevista de rádio na Nova Zelândia durante a turnê de junho de 1964 pela Austrália, era possível ouvir Ringo pedindo aos demais: "Cantem a música que eu escrevi, só para fazer propaganda". Em resposta ao pedido, Paul disse no programa: "Ringo escreveu uma música chamada 'Don't Pass Me By'. Uma melodia linda. É a primeira vez que ele se aventura em uma composição". Depois que Paul e John cantaram uma estrofe, alguém perguntou ao baterista mais sobre a música: "Foi escrita como um country, mas ouvir Paul e John cantarem com esse quê de blues mexeu comigo. Se os Beatles vão gravá-la? Eu não sei. Acho que não, na verdade. Eu fico tentando empurrá-la para eles toda vez que vamos gravar". Ela continuaria fora dos sets dos álbuns do grupo por mais cinco anos. "Infelizmente nunca há tempo suficiente para encaixar a música de Rin¬go em um álbum", Paul explicou em 1964. "Ele nunca a terminou."

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

OS AVENTUREIROS DO TEMPO - Time Bandits - 1981

5 comentários:
Postagem original publicada em 11 de novembro de 2011
Em 1981,Terry Gilliam nos presenteou com esta obra estranha, divertida e fantástica. Lançado no Brasil em vídeo e na TV com o título de “Bandidos do Tempo”, o filme, produzido por George Harrison, conta a história de Kevin (Craig Warnock), um garoto inglês que acidentalmente se junta a um grupo de anões viajantes do tempo e do espaço que roubaram um mapa do Ser Supremo (Ralph Richardson) indicando a localização de todas as falhas da Criação. Não menos do que ajudantes na própria gênese do universo, eles pretendem usar esses ‘buracos’ para pular de um tempo a outro, roubando o máximo que puderem, garantindo sua liberdade e independência de Deus, e uma fortuna para usufruírem pela eternidade. Dessa forma – com o atordoado Kevin a tiracolo e perseguidos pelo Ser Supremo – eles roubam Napoleão (Ian Holm) durante a Batalha de Castiglione, no final do século 18, tentam enganar Robin Hood (John Cleese, estranhíssimo como o nobre ladrão), e fazem Agamenon (Sean Connery) de bobo na Grécia antiga. Fazendo uma pequena pausa em seus roubos atemporais, o grupo descansa a bordo de um luxuoso transatlântico em 1912, que cruza o Atlântico norte rumo a... um iceberg! Enquanto relaxam e fazem planos a bordo do R.M.S. Titanic, eles nem desconfiam que estão sendo observados pelO Mal, a criatura mais maléfica e perversa da Criação (David Warner), que tenta a todo custo atraí-los para sua Fortaleza das Trevas e roubar-lhes o mapa, a fim de dominar todo o universo.
Além de John Cleese, Michael Palin é outro “pythoniano” que dá as caras aqui, além de co-escrever o roteiro com Terry Gilliam. Seres e imagens fantásticas povoam esse estranho universo, como gigantes que usam navios como chapéus, cavaleiros montados que pulam de dentro de armários, e homens-porco. Além disso a roupa, armadura – enfim, o que quer que seja aquilo! – dO Mal lembra muito as criaturas e invenções do perturbado desenhista H. R. Giger. David Rappaport, Jack Purvis e Kenny Baker (o lendário robô R2-D2, de “Guerra nas Estrelas”) estão entre os anões bandidos do tempo, enquanto Shelley Duvall, Peter Vaughan, Katherine Helmond e Jim Broadbent completam o elenco.
Harrison criou a HandMade Films em 1972 e em sua carteira de filmes inclui “A Vida de Brian” do Monty Python. Harrison se manteve como um investidor até 1994, quando a companhia foi vendida à Paragon Entertainment Corp. Como produtor de cinema o ex-Beatle George Harrison foi um dos grandes responsáveis pela reafirmação do cinema britânico na segunda metade dos anos 80. Sua produtora Handmade Films, uma marca de referência a filmes artesanais e independentes, foi responsável por pelo menos três ótimos filmes, todos instigantes e de densa atmosfera psicológica. Seus filmes tinham elaboração sofisticada na construção de personagens de ruptura cheios de interrogações frente aos signos contemporâneos. Infelizmente depois de mais este ótimo filme, a carreira de George Harrison como cineasta entrou em declínio até o encerramento das atividades da Handmade Films.

PAUL McCARTNEY - LITTLE WILLOW - SENSACIONAL

7 comentários:

Paul McCartney escreveu "Little Willow" em homenagem à primeira esposa de Ringo, Maureen, que morreu de câncer em 30 de dezembro de 1994. Paul permaneceu amigo de Maureen e dos seus filhos mesmo depois que ela separou-se de Ringo. Quando ela se foi, Paul compôs a canção como forma de consolar seus filhos. "Little Willow" é a 11ª canção do ábum "Flaming Pie", lançado em 1997. No encarte do álbum, McCartney escreveu: "Eu queria de alguma forma transmitir o quanto pensei nela e em seus filhos. Certamente é sincera, e eu espero que ajude um pouco..."
Maureen "Mo" Cox Starkey nasceu em Liverpool em 4 de agosto de 1946. Conheceu os Beatles quando tocavam no Cavern Club e depois de descobrir que estava grávida no final de janeiro de 1965, casou-se com Ringo em 11 de fevereiro do mesmo ano tendo Brian Epstein como padrinho. Tiveram três filhos: Zak, Jason e Lee. Depois da separação dos Beatles em 1970, começou a queixar-se do alcoolismo e dos adultérios Ringo até que se divorciaram em 17 de julho de 1975. Na década de 1980, Maureen começou um relacionamento com Isaac Tigrett, um dos fundadores da cadeia Hard Rock Cafe e atual proprietário do House of Blues em Los Angeles. Ela deu à luz a uma filha, Augusta, em 1987 e eles se casaram em 27 de maio de 1989. Durante a abertura do clube House of Blues, Maureen desmaiou. O que foi inicialmente pensado para ser anemia acabou revelando-se uma forma de leucemia. Mesmo com transplante da medula óssea doada por seu filho Zak, Maureen morreu de uma infecção num hospital Seattle. Ringo e seus três filhos estavam com ela. Um grande abraço para o amigo João Carlos!

IMAGEM DO DIA - PAUL McCARTNEY

2 comentários:

GEORGE HARRISON - MY SWEET LORD 2000

2 comentários:

JOHN LENNON - LIVE IN NEW YORK CITY

5 comentários:
Em 30 de agosto de 1972 John e Yoko realizaram o “One To One Concert” no Madison Square Garden em Nova York para levanter fundos para o Willowbrook, instituição que cuida de crianças deficientes. Foram dois concertos, um à tarde e outro à noite. Contou com participações de Stevie Wonder e Roberta Flack. Foi o último show completo de John e última apresentação ao vivo ao lado de Yoko. Nos dois eventos "One to One Concert" Yoko ocupa enorme fatia das performances. "We're All Water" e "Open Your Box" são dois dos piores momentos. Felizmente não foram editados no álbum lançado comercialmente em 10/02/1986. Mas no DVD tem. A seguir a gente confere o show completo. VIVA JOHN LENNON!

 

ESPECIAL TRAVELING WILBURYS - 2012 - HQ

3 comentários:


Um abração especial para meu grande amigo JOÃO NEIVA - o verdadeiro Johnny B. Goode!


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

THE BEATLES AT THE CANDLESTICK PARK - O ÚLTIMO SHOW

3 comentários:

O dia 29 de agosto de 1966 foi um marco para os Beatles: foi o dia do último concerto de suas carreiras como conjunto. Depois de pr aticamente quatro anos de histeria, rock and roll, hotéis, estádios lotados, medo e insegurança, os Beatles decidiram que esse capítulo estava encerrado. Ali, era o fim fim das cansativas e intermináveis turnês. E, também, fim dos velhos Beatles.

No Candlestick Park, tocaram incrivelmente bem, afinados, com arranjos perfeitos por curtos 28 minutos sabendo que aquele seria o último de sua trajetória. Era o fim da terceira (última) e conturbada turnê americana, com os Beatles cansados da histeria e das ameaças. Depois do episódio da Filipinas, da polêmica sobre Jesus e da queima de discos, não dava mais. Os Beatles haviam chegado no limite.
Quando os Beatles tocaram no Shea Stadium (Nova York) pela primeira vez, no dia 15 de agosto de 1965, tocaram para um público absurdamente imenso para a época: 55.600 fãs enlouquecidos. Um ano depois, em 23 de agosto de 1966, quando pisaram no palco do Shea pela segunda vez, a platéia era bem menor: 44.000 fãs, ainda assim, mais enlouquecidos. Os jovens fãs americanos de 66 já não eram os mesmos de um ano antes, mas ainda queriam, e ainda precisavam deles. Esses números, ainda apesar de grandes, já demostravam um cansaço. Seis dias depois, os Beatles subiriam no palco armado no estádio Candlestick Park, para tocar, para uma público pagante, pela útilma vez. Haviam 22 mil pessoas lá.

Brian não estava presente neste concerto, que foi gravado por Tony Barrow, a pedido de Paul. Eles retornaram para Beverly Hills e, durante o vôo, George virou-se para Tony Barrow e disse: “É isso aí. Não sou mais um Beatle”. No dia 30 voaram para Nova York e de lá para Londres. Para alívio das fãs, os Beatles desembarcaram são e salvos.

Ninguém sabia o que viria depois daquilo, mas estavam fartos de aviões, hotéis, e toda a loucura por onde passavam. De volta à Londres, cada Beatle foi cuidar de sua própria vida. Paul faria a trilha de "The Family Way" e John faria o filme "How I Won The War" de Richad Lester. Estavam felizes por sentirem-se "livres" pela primeira vez em tantos anos. Só uma pessoa não estava feliz: Mr. Brian Epstein, que tinha dedicado sua vida aos Beatles e a organização das turnês. "O que eu vou fazer agora?". Brian percebeu que precisava muito mais dos Beatles do que eles dele. Um anos depois, em agosto de 1967, Brian morreria, aparentemente de overdose de drogas antidepressivas. Os Beatles não deixaram apenas crescer os bigodes e os cabelos. Eles cresceram! Afinal, foi a partir dali, que começaram, de fato, a mudar o mundo.

RINGO É O BATERISTA MAIS RICO DO MUNDO

2 comentários:
O ex-Beatle Ringo Starr é o baterista mais rico do mundo, segundo uma lista feita pelo site Celebritynetworth.com. De acordo com o ranking que calculou os artistas milionários da música, Ringo possui um patrimônio de US$ 300 milhões. Ringo está com 72 anos e já lançou 16° álbuns solos, o último foi "Ringo 2012", que saiu em janeiro deste ano. Nascido em Liverpool, o cantor ingressou nos Beatles em 1962, quando a banda já estava formada, e permaneceu no grupo até sua separação, em 1970. Mesmo sem a mesma fama de Paul McCartney, Ringo é um dos grandes nomes da música e em 2011 foi eleito o 4° maior baterista da história da música pela revista Rolling Stone. No ranking dos bateras mais ricos, Ringo Starr ultrapassou o baterista e vocalista do Genesis, Phil Collins, que tem um patrimônio de US$ 250 milhões. Na terceira posição aparece Dave Grohl, ex-baterista do Nirvana e vocalista do Foo Fighters, com US$ 225 milhões. A lista foi produzida a partir de valores publicamente disponíveis do que os bateristas ganham com salários, recordes de vendas, royalties, endossos, reais participações de bens e até divórcios.Confira o ranking completo com os quinze primeiros colocados:
1º Ringo Starr (The Beatles) - US$ 300 milhões
2º Phil Collins (Solo, Genesis) - US$ 250 milhões
3º Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters) - US$ 225 milhões
4º Don Henley (The Eagles) - US$ 200 milhões
5º Lars Ulrich (Metallica) - US$ 175 milhões
6º Charlie Watts (The Rolling Stones) - US$ 160 milhões
7º Larry Mullen Jr (U2) - US$ 150 milhões
8º Roger Taylor (Queen) - US$ 105 milhões
9º Joey Kramer (Aerosmith) - US$ 100 milhões
10º Chad Smith (The Red Hot Chili Peppers) - US$ 90 milhões
11º Travis Barker (Blink 182, The Aquabats) - US$ 85 milhões
12º Stewart Copeland (The Police) - US$ 80 milhões
13º Alex Van Halen (Van Halen) - US$ 75 milhões
14º Nick Mason (Pink Floyd) - US$ 75 milhões
15º Tommy Lee (Motley Crue) - US$ 70 milhões

HAPPY BIRTHDAY TO YOU!

2 comentários:
Se Michael Jackson vivo estivesse, estaria completando hoje 54 anos.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

PAUL McCARTNEY - LITTLE WILLOW - FANTÁSTICO

3 comentários:

FESTA DE ARROMBA - I SAW HER STANDING THERE

5 comentários:
Existe um monte de gente que torçe o nariz só de ouvir falar em “Rock And Roll Hall Of Fame”. Porém, apesar de todos os contras, existe uma caixa preta, que é objeto de desejo de 10 entre 10 fãs do Rock And Roll de primeira linha e colecionadores – consumidores da cultura popular: a box “Rock And Roll Hall Of Fame - Live -” com simplesmente 9 DVDs que trazem versões exclusivas de encontros especiais extraídos de registros que vão desde a primeira cerimônia de introdução ao Rock and Roll Hall of Fame, em 1986 até a festa de 2009. Com espaço também para gêneros irmãos como blues, folk e soul music. As performances selecionadas compõem um delicioso painel da música que vem mudando o mundo desde os anos 50. Uma viagem que fica mais divertida e emocionante com os nove volumes e as 9 horas de extras, recheadas de antológicos discursos de introdução, cenas de ensaios e bastidores. Para os loucos pelos Beatles, o nº 1 já paga o preço da extravagância.

 

1988. "I Saw Her Standing There" com “The Rock Band Jam Hall” com George Harrison, Ringo Starr, Mick Jagger, Bruce Springsteen, Billy Joel, Jeff Beck, Bob Dylan, John Fogerty e tantos outros, deixa o câmera alguns momentos sem conseguir focalizar e encontrar o vocalista entre a multidão de artistas no palco, mas a câmera finalmente pousa em Billy Joel, cantando a primeira parte do clássico criado por Paul McCartney e John Lennon. Mick Jagger leva a segunda parte com uma assistência de George Harrison. Em algum lugar no palco, Ringo Starr é um dos vários bateristas felizes, tornando a ocasião, a coisa mais próxima a um reencontro dos Beatles até o projeto Anthology de 1996. Paul McCartney ainda estava resolvendo as pendengas da Apple com George Harrison e Ringo Starr e não quis aparecer. Depois de um solo de guitarra de Jeff Beck, Springsteen finalmente consegue o microfone para a terceira parte. Mesmo esquecendo algumas palavras, termina exuberantemente o número junto com Mick Jagger. Um momento inesquecível e sem igual na história do rock e da cultura pop criada pelos Beatles.

O ENCONTRO DE BOB DYLAN COM OS BEATLES

4 comentários:
Trecho do livro "The Love You Make" de Peter Brown - A Vida Escandalosa dos Beatles
Em 28 de agosto de 1964, um evento ligeiro mas auspicioso ocorreu no Hotel Delmonico, de Nova Iorque, que iria afetar a cosnciência do mundo: Bob Dylan fez os Beatles experimentarem Marijuana pela primeira vez na vida. Antes disso, eles rejeitavam a maconha até com paixão; no que lhes dizia respeito, os que fumavam maconha eram viciados, para eles na mesma categoria dos viciados em heroína. Pouco depois da conversão feita por Dylan, eles começaram a compor sob o efeito da erva. Dylan lhes forneceu a chave que abriria uma porta para uma nova dimensão na música pop, e eles levaram a juventude do mundo inteiro a cruzar essa porta com eles. John Lennon há muito tempo esperava conhecer Bob Dylan, apesar de não tanto quanto desejava conhecer Elvis Presley. Para John, Elvis era um Deus que atingira um grau indescritível de santidade. Dylan era um contemporâneo, e para John, apenas um outro competidor, apesar da pontada de inveja que John sentia pelo dom que Dylan tinha para construir suas letras. Fazia pouco tempo que John começara a sentir um interesse especial em escrever suas próprias letras; sua primeira canção introspectiva, autobiográfica, foi Ill Cry Instead, feita para a trilha sonora do primeiro filme dos Beatles, A Hard Day’s Night (Os Reis do Iê-iê-iê), mas que não chegou a ser editada.Eles foram apresentados por um amigo comum, o escritor Al Aeronowitz, que foi um dos primeiros jornalistas a verdadeiramente escrever sobre música pop. Aronowitz fizera amizade com John na primavera anterior, em Londres, enquanto escrevia sobre ele para o Saturdey Evening Post. Nessa época John disse a Aeronowitz que gostaria de conhecer Bob Dylan, mas somente “em seus próprios termos”, pois John achava que se tornara seu “ego gêmeo”. Naquele 28 de agosto, depois de ter tocado no Forest Hill Tennis Stadium, e depois das caras sorridentes dos Beatles terem aparecido na capa do Life, John estava pronto. Aeronowitz chegava de Woodstock, com Dylan, numa perua Ford azul, dirigida por Victor Mamoudas, empresário das turnês de Dylan e seu grande amigo pessoal. No lobby do hotel se viram cercados por uma escolta de dois policiais que os acompanhou até o andar dos Beatles.Quando a porta do elevador se abriu, Dylan e companhia ficaram chocados de ver ainda mais policiais, além de uma dúzia de pessoas conversando alegremente e tomando drinques. Deste grupo, que esperava para poder entrar na suíte dos Beatles, faziam parte vários repórteres, disc-jockeys e os grupos The Kingston Trio e Peter, Paul e Mary.Dylan era mais baixo do que os rapazes pensavam. Após desajeitadas apresentações, oficiadas pelo empresário Brian Epstein, a tensão e o embaraço naquele quarto eram palpáveis. Brian levou os convidados até o living, numa tentativa de evitar que a noite naufragasse. Ele perguntou a Dylan e amigos o que gostariam de beber, e Dylan respondeu: “Vinho barato.”Enquanto alguém foi arranjar o vinho, mencionou-se obliquamente que havia algumas pílulas estimulantes em disponibilidade, mas Dylan e Aeronowitz reagiram fortemente contra essa idéia. Ambos eram na época convictamente antiquímicos, especialmente bolinhas. Já os Beatles tomavam esses estimulantes, nem tanto como drogas, mas como um auxílio para segurar a barra de intermináveis compromissos artísticos e sociais. Em lugar das pílulas, sugeriu Dylan, talvez eles gostassem de experimentar algo orgânico e verde, nascido do doce e macio seio da Mãe Terra. Brian e os Beatles olharam uns para os outros com apreensão. “Nunca fumamos maconha antes”. Brian finalmente admitiu. Dylan olhou, sem acreditar, de um rosto para o outro. “Mas e a canção de vocês?”, perguntou. “Aquela em que vocês dizem que ficam altos?”Os Beatles estavam estupefatos. “Que canção?”, John conseguiu perguntar. Dylan disse: “Você sabe...”, e em seguida cantou: “And when I toutch you I get high, I get high, I get high...”John enrubesceu de tanto constrangimento. Dylan se referia ao grande sucesso da primeira fase dos Beatles, I Wanna Hold Your Hand. “As palavras não essas”, disse John. “São ‘I can’t hide, I can’t hide, I can’t hide’...” O embaraço era total. A confusão de Dylan entre I can’t hide e I get high (não consigo entender e fico alto) demonstrava que fora traído pelo subconsciente, ou talvez fosse aquilo que em língua inglesa se chama wishful thinking, e que poderia ser traduzido, com alguma dificuldade, por "pensamento tendencioso".Dylan resolveu quebrar a tensão acendendo o primeiro baseado. Após dar instruções sobre como se devia fumar, passou-o para John, John pegou o bagulho, mas estava com medo de ser o primeiro a experimentar, e passou-o para Ringo, a quem chamou de “meu provador real”. Ringo mandou ver, e queimou o baseado inteiro sozinho, enquanto Dylan e Aeronowitz enrolavam mais uma meia dúzia.Ringo começou a rir primeiro, provocando a liberação dos outros. Tal como a maioria dos que fumam maconha pela primeira vez, eles achavam muita graça nas coisas mais triviais. Dylan ficou olhando durante horas enquanto os Beatles estouravam de rir, Às vezes com algo autenticamente engraçado, mas na maioria dos casos com pouco mais que um olhar, uma palavra ou uma pausa na conversa. Meses depois, “vamos rir um pouco” virou código para “vamos fumar maconha”.
Link para "A VIDA ESCANDALOSA DOS BEATLES":

WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS

2 comentários:



 

A ESTRANHA MORTE DE BRIAN EPSTEIN

7 comentários:
Brian Epstein era homossexual. O que só se tornou público tempos depois de sua morte. A homossexualidade de Brian era conhecida entre os mais próximos inclusive os Beatles. Devido a uma maior proximidade que tinha com John Lennon surgiram rumores que os dois tiveram um breve caso numa viagem que fizeram juntos para a Espanha em abril de 1963. Pouco depois de começar a empresariar os Beatles, Brian começou a tomar anfetaminas. Para ele era o único meio de manter-se acordado até altas horas durante as exaustivas turnês. Mais tarde, se envolveu  no uso de outras drogas como a maconha e o LSD. Pouco antes de sua morte, Brian foi internado na clínica Priory tentando se livrar do uso de anfetaminas e da insônia. Sua última visita aos estúdios de gravação foi em 23 de agosto. No dia seguinte ele partiu para sua casa no campo em Uckfield (Sussex) para férias. Chegando em Uckfield, resolveu voltar a Londres. No dia 27 de agosto de 1967 Brian Epstein foi encontrado morto em seu quarto, aos 32 anos. No laudo, constava "morte acidental" por overdose de Carbitol, um medicamento para insônia. No dia do falecimento os Beatles estavam em Bangor meditando com o guru Maharishi Mahesh Yogi. O corpo de Brain encontra-se sepultado no Cemitério Judaico Kirkdale, Kirkdale, Merseyside na Inglaterra.

No site da revista
VEJA, há uma entrevista com Brian Epstein de fevereiro de 1964, época da 1ª invasão dos Beatles aos Estados Unidos, que a gente confere a seguir.

O MENTOR DA REVOLUÇÃO

Brian Epstein era o gerente da loja de discos North End Music Store (NEMS), em Whitechapel, Liverpool, quando um rapaz entrou e pediu um disco dos Beatles, em outubro de 1961. Ele não conhecia a banda, mas aquele nome ficou guardado em sua cabeça. Duas semanas depois, estava no Cavern, um pub sujo e apertado, para assistir a um show dos Beatles em plena hora do almoço. Brian ficou apaixonado pelo carisma dos rapazes e, então, tornou-se o empresário do grupo. Foi graças a ele que os Beatles começaram a se profissionalizar. Mudaram antigos hábitos, como o de comer e fumar no palco, e passaram a usar ternos – tudo com o dedo e a visão de Brian. Foi ele também o principal articulador da bem sucedida viagem dos Beatles aos Estados Unidos. Dos bastidores dos estúdios da CBS, rede de TV americana onde os Beatles se apresentaram, ele concedeu a seguinte entrevista a VEJA:
VEJA – Quando o senhor conheceu os Beatles?
Epstein – Foi em 1961. Era um sábado qualquer, no fim de outubro. Um garoto veio à minha loja e pediu um disco de um grupo chamado The Beatles. Sempre foi a nossa política considerar todo e qualquer pedido. Escrevi num bloco de anotações: "My Bonnie. The Beatles. Verificar na segunda-feira". Nunca tinha dado bola para nenhum grupo beat de Liverpool, na época tão populares nos clubes. Não faziam parte da minha vida, porque eu estava além da faixa etária do grupo, e também por estar sempre muito ocupado. O nome "Beatles" não significava nada para mim, se bem que eu lembrasse vagamente de tê-lo visto num cartaz de publicidade anunciando uma noite dançante no New Brighton Tower, e tinha achado a grafia esquisita e despropositada.
VEJA – E depois disso, o que aconteceu?
Epstein – Na segunda-feira, antes mesmo de eu ter tempo de checar o pedido, duas garotas entraram na loja e pediram o mesmo disco. Muito se especulou sobre isso até agora, mas este foi o número total de pedidos do disco nessa época em Liverpool: três.
VEJA – Foi o suficiente para o senhor se interessar pela banda?
Epstein – Para mim foi o bastante. Eu achei que era significativo: três pedidos de um disco desconhecido em dois dias. Havia alguma coisa aí. Na época, eu estava interessado no panorama musical de Liverpool. Cheguei até a escrever um artigo sobre isso para o Mersey Beat, um jornal quinzenal de música popular, fundado por Bill Harry, um estudante da escola de arte e amigo dos Beatles. Acho até que eles já tinham ouvido falar de mim.
VEJA – E o que o senhor fez então?
Epstein – Fiz contatos e descobri o que não tinha percebido ainda: que os Beatles eram um grupo de Liverpool, que acabara de retornar do extremo quente, úmido e sujo de Hamburgo, onde haviam tocado em clubes barra-pesada. Aí uma garota que eu conhecia me disse: "Os Beatles? São o máximo. Estão no Cavern esta semana". Então fui lá conferir.
VEJA – E como foi o encontro?
Epstein – Foi estranho no começo. Fui até o camarim improvisado e cumprimentei os rapazes. Eles foram educados, mas pouco receptivos. Acho que já sabiam do meu interesse em empresariá-los, mas não quiseram demonstrar que estavam interessados também. Ficaram na defensiva, mas eu sabia que eles estavam empolgados com a ideia.
VEJA – O senhor então se tornou o empresário dos Beatles, e decidiu mudar a postura da banda. Como foi essa transformação?
Epstein – Acho que os tornei mais profissionais. Os Beatles são muito inteligentes, sagazes, mas não eram requintados. Trouxe isso para eles: elegância, habilidade organizacional e dinheiro. Primeiro, estimulei-os a tirar as jaquetas de couro e, então, proibi que aparecessem de jeans. Depois disso, fiz com que usassem suéteres no palco e, por fim, com muita relutância, ternos. Não tenho certeza, mas acho que o primeiro terno foi usado para uma transmissão ao vivo da BBC. Ah, e proibi que eles fumassem e bebessem no palco também, hábitos pouco condizentes para uma banda que busca o sucesso.
VEJA – Como surgiu o seu interesse pela música beat?
Epstein – Meus pais eram proprietários de uma grande cadeia de lojas de móveis sediada em Liverpool. Portanto, desde criança, fui criado para administrar o negócio deles. Eu estudei na Academia Real de Arte Dramática e sabia que tinha que trabalhar em algo ligado ao meio artístico. Tornei-me gerente da NEMS e acabei transformando a rede de lojas de discos em uma das maiores do norte da Inglaterra. Há uns dois anos, mais ou menos, notei que houve um aumento muito grande na procura pela música beat, típica das bandas de Liverpool. Achei então que empresariar os Beatles seria um projeto interessante.
VEJA – O senhor foi o principal responsável pela ida dos Beatles aos EUA. Por que achava que ela seria tão importante assim?
Epstein – Sabia que os Estados Unidos podiam nos promover ou acabar conosco. Então, tivemos que montar uma grande estratégia para tornar os Beatles conhecidos na América, antes mesmo de eles chegarem. Fizemos uma campanha publicitária forte, nas lojas de discos e nas rádios dos EUA, puxada por um disco que acabou conquistando o gosto dos americanos. No fim das contas, acho que nossa vida vai mudar daqui para frente.
VEJA – O senhor e John Lennon viajaram juntos para Espanha recentemente. Alguns jornais fizeram insinuações sobre algum envolvimento amoroso entre os dois. O que o senhor tem a dizer sobre isso?
Epstein – Nada. Não falo sobre esse assunto.
Brian nasceu em Liverpool, Inglaterra no dia 19 de setembro de 1934 vindo de uma família de origem judia. Seu avô, Isaac Epstein veio da Lituânia para a Inglaterra por volta de 1890. Isaac fundou a "I. Epstein and Sons" e expandiu os negócios da família abrindo uma loja de instrumentos musicais, discos de música entre outras coisas. A nova loja se chamou "NEMS" (North End Music Stores). O pai de Brian, Harry e sua mãe, Malka (conhecida como Quennie) tiveram outro filho, Clive. Durante a segunda guerra mundial, os Epstein mudaram-se para Southport (perto de Liverpool) para fugir da Blitz. Eles voltaram a Liverpool em 1945. Até os 16 anos, Brian estudou em vários internatos até que escreveu uma carta ao pai dizendo que queria ser designer de moda. Como o pai não aceitou, Brian foi trabalhar na loja da família.Em dezembro de 1951, serviu a Royal Army Service Corps (RASC) e foi colocado em serviço na Albany Street Barracks em Londres.Em 1956, aos 21 anos, Brian se tornou gerente da NEMS pouco depois com a ambição de se tornar ator, o pai permite que Brian parta para Londres para os estudos da carreira. Brian estudou na Academia Real de Artes Dramáticas mas logo abandonu retornando a Liverpool. De volta a cidade natal, Brian foi trabalhar na récém inaugurada NEMS, rede de lojas de discos em Great Charlotte Street.
Determinado em tornar a NEMS a melhor loja de venda de discos, Brian contratou o experiente vendedor Peter Brown, que na época trabalhava na seção de música na loja de departamento Lewis's. Em agosto de 1961, Brian começou a escrever regularmente artigos sobre música no Mersey Beat.
O primeiro encontro com os Beatles aconteceu em 1961, segundo Brian, um cliente chamado Raymond Jones foi até a NEMS pedir um compacto com a música "My Bonnie" gravada pelos Beatles e Tony Sheridan quando o grupo estava fazendo algumas apresentações em Hamburgo. Brian como não conhecia a banda e ficou sabendo que eles tocavam regularmente num pub não muito distante de sua loja resolveu vê-los. Foi assim que no dia 6 de novembro de 1961, Brian viu os Beatles tocando no Cavern Club pela primeira vez. Sua chegada ao Cavern Club foi anunciada no alto falante da casa, Brian foi tratado como VIP. Ele diria mais tarde "Fiquei impressionado de manera imediata pela música deles, ritmo e sentido de humor no palco. E inclusive quandos os conheci mais tarde também fiquei impressionado pelo carisma pessonal deles. E foi neste mesmo intante que tudo começou...". No dia 10 de dezembro do mesmo ano, Brian propôs empresariar os Beatles. Essa história do primeiro encontro de Brian com os Beatles é contestada por Bill Harry (editor da revista Mersey Beat). Segundo Bill, Brian teria visto um artigo sobre os Beatles no Mersey Beat vendido na sua loja, a NEMS. A influência de Brian nos Beatles foi grande, ele propôs uma nova maneira de se vestir e se comportar no palco. Antes os Beatles se vestiam de jaquetas de couro e jeans. Com Brian passaram a usar ternos impecáveis. Antes os Beatles bebiam, fumavam, conversavam, xingavam durante o show, também paravam uma música no meio. Com Brian, os Beatles passaram a se comportar de maneira mais profissional. Durante o show, todos esses “hábitos” estavam proibidos.Isso era cláusula do contrato. Paul McCartney foi o primeiro beatle a aceitar esta nova maneira de se comportar da banda. Após o contrato com os Beatles, Brian foi várias vezes a Londres tentar um contrato com alguma gravadora sendo recusado por várias incluindo a Columbia, Pye, Philips e Oriole. Mas a recusa mais famosa foi na Decca. Os Beatles chegaram a gravar um material para um disco na Decca mas a gravadora os dispensou por acharem que conjuntos com guitarras estavam fora de moda! No dia 8 de fevereiro de 1962, Brian levou a audição da Decca até a loja de discos HMV em Oxford Street com intenção de transformar a fita em um disco. Na HMV o técnico Jim Foy acabou gostando do material e sugeriu que Brian procurasse George Martin na Parlophone (uma subsidiária da EMI). Com a fita da Decca, os Beatles conseguiram o contrato com a Parlophone antes mesmo que Martin os tivesse visto pessoalmente. Daí em diante, houve a explosão da Beatlemania e sucesso arrasador dos Beatles. Quando eles decidiram que não excursionariam mais, em 66, aquilo foi o gatilho que disparou em Brian uma depressão que cresceu até não poder mais e finalmente no dia 27 de agosto de 1967, o levou aos 32 anos. Os Beatles estavam em Gales, com o Maharishi Maheshi Yogi e voltaram para Londres assim que souberam. No laudo, constava "morte acidental" por overdose de Carbitol, um medicamento para insônia. Em 1963, grupos descobertos e empresariados por Brian eram responsáveis por cerca de 85 músicas das 100 mais da parada britânica. O Financial Times estimou, em 1967, a fortuna do empresário em torno de 7 milhões de libras. Quando faleceu no segundo semestre daquele ano foi descoberto que sua fortuna havia sido superestimada devido a jogos e gastos generosos.
Sobre a morte de Brian, John Lennon disse: "Estávamos no País de Gales com o Maharishi. Havíamos acabado de assistir à sua primeira palestra quando recebemos a notícia. Fiquei chocado, todos nós ficamos, e fomos falar com o Maharishi. ‘Ele morreu’, dissemos, e ele, como um idiota, dizia em tom paternal, ‘Esqueçam, fiquem felizes, sorriam’, e foi o que fizemos. Senti o que qualquer um sente quando uma pessoa íntima morre: algo dentro de nós dizendo de forma descontrolada, ‘ainda bem que não fui eu’. Não sei se você já passou por isso, mas muitas pessoas próximas a mim morreram e eu pensei ‘Que droga! Não há nada a fazer’. Sabia que estávamos em uma enrascada. Estava assustado, pois não tinha nenhuma ilusão de que pudéssemos fazer qualquer outra coisa a não ser tocar, e pensei ‘Estamos acabados’. Eu gostava de Brian e tivemos uma relação estreita durante anos, por isso não quero que nenhum estranho seja nosso empresário, simplesmente isso. Gosto de trabalhar com amigos. Eu era o mais próximo de Brian, tão próximo quanto se pode ser de alguém que leva um estilo de vida ‘gay’, e você não sabe o que ele faz por fora. De todos os Beatles, eu era o mais próximo de Brian e realmente gostava muito dele. Nós tínhamos plena confiança nele como empresário. Para nós, ele era o especialista. Bem, no começo ele tinha uma loja e achávamos que qualquer um que tivesse uma loja sabia o que fazer. Ele costumava encantar e seduzir a todos, mas, às vezes explodia, tinha acessos de raiva e tinha crises de poder e, então, sabíamos que iria desaparecer por alguns dias. De tempos em tempos, entrava em crise e todo o negócio parava, pois ficava prostrado na cama, tomando soníferos por dias a fio. Às vezes desaparecia, porque fora espancado por algum estivador em Old Kent Road. No início, não sabíamos o que realmente acontecia, mas, mais tarde, descobrimos a verdade. Nunca teríamos conseguido chegar ao topo sem sua ajuda e vice-versa. No começo de nossa carreira tanto Brian quanto nós contribuímos, nós tínhamos o talento e ele fazia as coisas acontecerem. Mas ele não tinha força suficiente para nos controlar. Nunca conseguiu que fizéssemos algo que não queríamos”.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

BARBARA BACH - RINGO PESCOU UM PEIXÃO!

3 comentários:
"Você acredita em amor à primeira vista?" Isso lhe parece familiar? Richard Starkey quando adotou o nome de "Ringo Starr", sabia muito bem o que estava fazendo. Quando trocou os "Hurrycanes" de Rory Storm pelos Beatles, mostrava para ele mesmo que não era um ninguém, e sim, o melhor baterista de Liverpool. Junto com os Beatles, Ringo se tornou imortal. Sempre manteve as coisas sob controle, e continuou o melhor amigo dos outros três 'fellows', depois da separação dos Beatles. O caráter de Ringo é indiscutível, e foi, pelo caráter e carisma que caiu nas graças da bela Barbara por quem se apaixonou à primeira vista. Você acredita em amor assim? Claro. Acontece toda hora.
Barbara Bach, é o nome artístico de Barbara Goldbach, nascida no Queens, em Nova Iorque, em 27 de agosto de 1947. Ex-Playmate, é atriz, ex-Bond-Girl e esposa do ex-baterista dos Beatles, Mr. Ringo Starr.
Barbara trabalhou como modelo internacional de sucesso nos Estados Unidos e na Europa, com capas para revistas como Elle e Vogue e Playboy. Baseada na Europa, no começo dos anos 70, com seu primeiro marido, o empresário italiano Augusto Gregorini, lançou-se no cinema em 1971 com um pequeno papel no filme de horror italiano “La Tarantola dal ventre nero “, estrelado por duas outras Bond-Girls, Claudine Auger e Barbara Bouchet, depois seguindo para a participação em outros filmes menores na Itália. Em 1975, se separou do marido e voltou aos Estados Unidos com os dois filhos pequenos, trabalhando novamente como modelo.
Dois anos depois conseguiu fama como a Bond-Girl de 007 O Espião Que Me Amava, terceiro filme da série de James Bond estrelado por Roger Moore e que a transformou numa sex-symbol internacional.
Em 1980 conheceu o ex-Beatle Ringo Starr durante as filmagens de Caveman e casaram-se em abril de 1981, aparecendo nos anos seguintes em diversos videoclipes e gravações de Ringo.
Formada em psicologia pela UCLA em 1993, Barbara abandonou o cinema na metade década de 1980, e hoje dirige uma fundação junto com o marido, a Lotus Foundation, dedicada à caridade.
Para ver ou rever a postagem sobre o casamento de Ringo e Bárbara, publicada originalmente em 15 de dezembro de 2010, o link é:

THE BEATLES - I FEEL FINE

Um comentário:

O ENCONTRO DOS BEATLES E O REI DO ROCK

2 comentários:
No dia 27 de agosto de 1965, depois de muitos telefonemas entre Brian Epstein e o Coronel Tom Parker, foi arranjado o encontro de Elvis com os Beatles. A visita dos Beatles ao rei do rock aconteceu em sua casa, em Bel Air. Não existem muitas evidências, até hoje, de qualquer produto áudio/visual relevante. A única imagem alusiva ao encontro de Elvis com os Beatles é uma foto em que John Lennon aparece saindo da casa de Elvis. Anos mais tarde apareceu uma outra onde Elvis aparece segurando um baixo e John sua rickenbaker. No documentário The Beatles Anthology, de 1996, os ex-beatles Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr,dizem que jamais tocaram com Elvis, e que somente John o fizera. No mesmo documentário, Ringo, para os biógrafos confiáveis, a grande estrela da noite em simpatia e camaradagem geral, disse ter jogado futebol com Elvis.


domingo, 26 de agosto de 2012

THE BEATLES - I SHOULD HAVE KNOW BETTER

3 comentários:

Caros amigos: obrigadão por todas as manisfestações de carinho pelo aniversário de quatro anos do nosso blog preferido. Valeu mesmo! Ótimo domingo para todos!

PAUL McCARTNEY & WINGS - C-MOON - SENSACIONAL!

Um comentário:
Esta postagem foi publicada há menos de um mês, em 30/07 e aparece novamente atendendo ao pedido da amiga Bruna Camargo. Abração!
“C Moon” foi composta em Londres, Inglaterra. Durante a turnê Driving USA, McCartney explicou a origem da canção: "C Moon foi inspirada em uma música chamada Wooly Booly do Sam the Sham and the Pharaohs (número 1nos EUA em 1965). A letra da faixa diz: “please dont ‘n be L7" (por favor, não seja "quadrado"). Então, decidi compor uma canção que significasse o oposto, unindo a letra C com a lua minguante, formando um círculo", explicou. "Uma coisa legal", segundo ele. Instrumento tocado por Paul McCartney: piano elétrico; Tamborim, piano e harmonias, por Linda McCartney; Corneta e guitarra por Henry McCullough; Contrabaixo e guitarra, por Denny Laine; Bateria e percussão por Denny Seiwell. “C Moon” foi gravada no estúdio Morgan, em Londres. Fonte: “Paul McCartney – Todos os segredos da carreira solo” – Cláudio D. Dirani.
E agora, um sensacional meddley dos Wings com a sensacional "Little Woman Love" e "C Moon". Abração!

GEORGE HARRISON - WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS

5 comentários:
"While My Guitar Gently Weeps" é uma canção dos Beatles composta por George Harrison, está no álbum The Beatles ou Álbum Branco de 1968. De acordo com Harrison, a inspiração para a música veio da leitura do "I Ching", e foi baseada no conceito de que tudo é relativo, em oposição ao conceito de que tudo é mera coincidência.

Tendo esta idéia do relativismo na casa de seus pais, em Liverpool, durante um período de férias, Harrison começou a escrever uma música com base nas primeiras palavras que ele viu após abrir o livro aleatoriamente. Essas primeiras palavras foram "gently weeps" (suavemente chora). Então, imediatamente, começou a canção. A letra é simples, com basicamente conselhos de vida, sempre seguidos da frase "Enquanto minha guitarra chora suavemente." Muitos fãs acreditam que exista uma pista sobre a "Lenda da morte de Paul McCartney", e que no final os gemidos de George são lamentações pela perda do amigo. Segundo George Martin, John Lennon e Paul McCartney subestimaram a música, que depois se tornaria um clássico. Eles a gravaram no dia 16 de agosto com mais de 14 takes, alguns acústicos e nenhum agradou George. Ele dizia que John e Paul tocaram com muito desânimo e desdém "Eles não levaram o trabalho a sério e acredito que nem se esforçaram para tocá-la direito." Mas sua forma de revolta não poderia ser mais criativa: Eric Clapton conta que Harrison falava da música e de repente disse que "ele bem que poderia participar do disco" ao que Clapton respondeu: "Os outros Beatles não iriam gostar!" e George subitamente respondeu: "Não tem nada a ver com eles, a música é minha."


No outro dia, lá estava Clapton no estúdio com sua Gibson Les Paul, fazendo o solo da "guitarra que chora". Segundo Harrison: "A presença de Clapton no estúdio serviu para desanuviar as tensões entre o grupo e eles tiveram uma melhora em seu comportamento durante sua presença." Ringo Starr completou: "Foram dias memoráveis, Eric era muito divertido." Porém alguns tem dúvidas de que o solo usado no disco não foi o que Clapton gravou apenas pelo fato do trabalho seguinte, o "Abbey Road", ter um estilo semelhante tocado por George (possivelmente por influência do amigo). Harrison disse sobre o solo: "… Então Eric tocou, e eu achei que ficou realmente bom. Ouvimos e ele disse ‘tem um problema, não está Beatle o bastante.’ Então colocamos o ADT (automatic double-track) para incrementar um pouco." A versão acústica está no disco Anthology 3 e no retrabalho LOVE, com arranjo orquestrado por George Martin. Quem esteve na gravação original: George Harrison – vocal (double tracking), vocal de apoio, guitarra base, órgão Hammond; John Lennon – guitarra; Paul McCartney – vocal de apoio, piano, órgão, baixo de 6 cordas; Ringo Starr – bateria, tamborim; Eric Clapton – guitarra solo. "While My Guitar Gently Weeps" é a 2ª canção de George Harrison mais regravada por outros artistas. Só perde para “Something”. Alguns que já tiraram uma casquinha: Jake Shimabukuro, Vinnie Moore, Peter Frampton, Russ Freeman, The Jeff Healey Band, Kenny Lattimore, Phish, Kenny Rankin, The Rippingtons, The Punkles, Spineshank, Joe Louis Walker, The Muppets, Les Fradkin, Toto, Eric Roche, Damon and Naomi, Rick Wakeman, Todd Rundgren, M.O.P. , Wu-Tang Clan,Martin Luther McCoy, Doyle Dykes, The Grey Album - DJ Danger Mouse's, Marc Ribot, Lemon Demon, Nan Vernon, Jimmy Ponder, Derek Webb, Powderfinger, Dante Leon, Hank Marvin, Carlos Santana, Girl In A Coma, Lisa Marie Presley.

JOHN LENNON - STAND BY ME

4 comentários:

O ASSASSINO VAI CONTINUAR EM CANA!

4 comentários:
O homem que atirou e matou John Lennon 32 anos atrás, Mark David Chapman, teve o seu pedido de liberdade condicional negado pela sétima vez, afirmou o Departamento de Correções do Estado de Nova York quinta-feira (23). Chapman, de 57 anos, está cumprindo pena de prisão perpétua por atirar em Lennon quatro vezes pelas costas, do lado de fora do prédio onde o músico morava em Nova York, em 8 de dezembro de 1980. Ele se declarou culpado pelo assassinato de segundo grau. Chapman pediu a liberdade condicional a cada dois anos desde 2000, rejeitada todas as vezes. "Apesar de seus esforços positivos na prisão, sua libertação neste momento minaria o respeito pela lei e tende a banalizar a trágica perda de vida que você causou como resultado deste crime hediondo, não provocado, violento, frio e calculista", a integrante do conselho de liberdade condicional, Sally Thompson, escreveu a Chapman, disse o departamento em comunicado. Sua audiência sobre a liberdade condicional aconteceu no início da semana. A viúva de Lennon, Yoko Ono, permaneceu firme em sua objeção à liberdade condicional para o assassino de seu marido que, segundo disse no passado, representava um risco para ela, os dois filhos de Lennon, o público e a si mesmo. "A posição da senhora Lennon permanece consistente com as cartas anteriores", disse o advogado de Ono, Jonas herbsman, em um e-mail à Reuters. Em uma carta de 2000 ao conselho de liberdade condicional, Yoko disse que a libertação de Chapman seria uma traição à justiça e incentivaria outras pessoas que se sentem inclinadas a matar celebridades que ganhassem atenção.