segunda-feira, 30 de setembro de 2013

THE BEATLES - I AM THE WALRUS - 2013 - BOM DEMAIS!

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“I Am The Walrus” é só e apenas de John Lennon. Ele escreveu parte da letra, segundo ele mesmo, em duas distintas "viagens" de ingestão de drogas. Alguns versos foram escritos após ler que um professor de sua antiga escola, Quarry Bank Grammar School, estava utilizando as letras das músicas dos Beatles para as aulas de inglês. Então ele escreveu alguns versos totalmente sem sentido para confundir os que fossem utilizar esta canção para mais uma análise. A música é a junção de três diferentes canções que John resolveu fundir em uma. A primeira, é inspirada em uma sirene de ambulância: "I-am-he as you-are-he, "Mis-ter cit-y police-man". A segunda, inicia-se no verso:"Sitting in a english garden...". A terceira, é a mistura da letra que ele escreveu para confundir os gramáticos. A letra é, como um todo, sem sentido. Inúmeras interpretações vem sendo dadas ao longo dos anos para entendê-la. Walrus significaria "morsa" – uma espécie de leão marinho ou peixe-boi grande.

John Lennon escreveu parte da letra, segundo ele, em várias distintas "viagens" de ingestão de drogas. Alguns versos foram escritos após Lennon ler que um professor de sua antiga escola, Quarry Bank Grammar School, estava utilizando as letras das músicas dos Beatles para as aulas de inglês. Então ele escreveu alguns versos totalmente sem sentido para confundir os que fossem utilizar esta canção para análise. A música é a junção de três diferentes canções que John que estava já embriagado pelas drogas e resolveu fazer apenas uma. Coisa de gênio. A primeira parte, era inspirada em uma sirene de ambulância: "I-am-he as you-are-he, "Mis-ter cit-y police-man" . A segunda, inicia-se no verso:"Sitting in a english garden...". A terceira, é a mistura da letra que ele escreveu para confundir os gramáticos. Toda a letra é, como um todo, sem sentido. Inúmeras interpretações vem sendo dadas ao longo dos anos para entendê-la. Os estudiosos não chegam sequer, à conclusão de quem ou quê seria de fato, o “walrus”. No dia 5 de setembro (67), foi realizada a gravação da base que orientaria o restante da música. No outro dia, John Lennon gravou suas vozes. Essa gravação base com a voz de John está no álbum Anthology 2. A orquestra foi adicionada no dia 27 de setembro, junto com as vozes dos cantores de Mike Sammes, que fazem os "ho-ho-ho", "ha-ha-ha", "Oompah-Oompah", "got one, got one". No dia 29 de setembro, Lennon sintonizou aleatoriamente a rádio BBC de Londres e gravou a audição de uma peça de Shakespeare, Rei Lear, ato quatro, cena seis, e a incluiu na gravação. Puro devaneio. Genial!

John dizia que essa música ainda era influência de Bob Dylan. O truque usado por Dylan era de nunca dizer o que você queria dizer, fazendo parecer que havia algo mais escondido. A letra da música é efetivamente nonsense com uma mistura de viagens de LSD que o autor já tinha feito muitas. Ele não gostava das pessoas que tentavam descobrir mensagens nas suas músicas e fez "I Am The Walrus" para confundi-las. Há portanto, várias interpretações dos versos dessa música. Muitos dizem que o verso "estou chorando", que é repetido muitas vezes, se refere a morte de Brian, o qual John tinha uma figura quase paterna (?). A música foi gravada apenas 9 dias depois da tragédia. No final da música o coro imenso de homens e mulheres cantam o verso "everybody's got one" (todo mundo tem um). Quando perguntado na histórica entrevista da Playboy, o que ele queria dizer com isso, simplesmente respondeu: "Qualquer coisa, você escolhe. Um pênis, uma vagina, um ânus - você escolhe".

Esse verso é praticamente ininteligível porque mistura a base rock dos Beatles, aos violoncelos, barulhos eletrônicos, o som de alguém falando, tudo isso além do coro. No final da música muitos fãs que acreditam na morte de Paul dizem ter ouvido, como em Strawberry Fields Forever, a frase "I buried Paul" (Eu enterrei Paul). Essa tolice já encheu mortalmente o saco! Extraído do filme “Magical Mystery Tour”, o "clip" da música mostra os BEATLES, ora com roupas de estilo psicodélico coliridíssimas, ora vestidos de animais (entre eles a morsa walrus) tocando a música. Em volta, diversas citações da música aparecem: os eggman "homens-ovos" que são simplesmente pessoas vestidas de branco e com chapéus em forma de ovo, agentes da polícia entre outros. É curioso notar que no final, um dos "eggmans" têm um bigode parecido com o de Hitler, John tinha tentado pôr Hitler na capa do LP Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, mas nenhum dos outros Beatles, nem George Martin, nem Brian concordaram. A aparição desse Hitler no vídeo não causou no entanto nenhum escandalo. Além de estar no filme Magical Mistery Tour esse vídeo musical também apareçe no documentário “Anthology”. A única parte séria da letra, aparentemente, era o início, com sua visão de unidade por trás de todas as coisas. o "elementary penguin" que cantava "Hare Krishna" era John zombando de Allen Ginsberg que, na época cantava o mantra Hare Krishna em eventos públicos. A morsa veio do poema de Lewis Carrol "the walrus and the carpenter". Em "I Am The Walrus", John Lennon lidera o grupo o tempo todo! É o autor, canta e toca o piano elétrico que domina a faixa inteira. George Harrison toca guitarra, Paul McCartney seu baixo Rickenbaker (reformado pelo "The Fool" e Ringo toca a velha bateria Ludwig com o bumbo redesenhado também pelo “The Fool”. Com arranjos de George Martin, uma orquestra participa com os seguintes instrumentos: 8 violinos , 6 violoncelos, uma clarineta e 3 trompas;. Para as de vozes, foi chamado o conjunto vocal Mike Sammes Singers, muito famoso na Inglaterra, e que contribuiu com oito vozes masculinas e oito vozes femininas.

FÃS RECEBEM RESPOSTA 50 ANOS DEPOIS – ÓTIMA!

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“Antes tarde do que nunca” - foi assim que Paul McCartney respondeu a duas fãs dos Beatles, numa carta de agradecimento, em resposta a uma mensagem gravada há 50 anos.

Segundo a BBC News, a gravação áudio foi feita em 1963 por duas mulheres, àquela altura com 17 e 19 anos de idade, que enviaram a fita cassete para uma sala de espetáculos de Londres que iria receber um concerto dos Beatles.

A mensagem nunca nunca chegou à banda, e andou perdida durante meio século, até ser descoberta numa venda de garagem. Barbara Bezant e Lyn Phillips, hoje com 67 e 69 anos, respetivamente, acabaram por ser convidadas do programa televisivo da BBC, “The One Show”, para que pudessem, finalmente, receber uma resposta dos Beatles. O desejo com já 50 anos de conhecer pessoalmente a banda não se concretizou, mas Paul McCartney endereçou-lhes uma carta de agradecimento pelo apoio. “Olá, Linda e Barbara, muito obrigado pela bonita cassete. Finalmente, chegou ao destinatário. Antes tarde do que nunca”, escreveu McCartney. Curiosamente, o reaparecimento da cassete levou também ao reencontro entre as duas amigas, que, apesar de viverem no mesmo condado, de Essex, não se viam há 40 anos.

THE BEATLES - BEATLES FOR SALE - DOSE TRIPLA - MUITO LEGAL!

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GEORGE HARRISON - OS SIMPSONS

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No dia 30 de setembro de 1993, George Harrison “apareceu” no desenho animado “Os Simpsons”. Ele próprio gravou sua voz. Confira aqui a postagem superlegal “OS SIMPSONS - UM DESENHO PRA LÁ DE BOM DEMAIS!”, publicada em 17 de dezembro de 2010: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/12/blog-post.html

domingo, 29 de setembro de 2013

THE BEATLES - YOUR MOTHER SHOULD KNOW

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A fascinação de Paul McCartney pelas décadas de 1920 e 1930 começou a transparecer com "When I'm Sixty-Four", de Sgt. Pepper, em que fica clara a influência de Noel Coward, e se revela mais uma vez nesta canção semelhante. Paul faz a voz principal e se junta a John e George nos vocais de apoio; eles tocam piano, órgão e tabla, respectivamente. Os vocais se iniciam no canal esquerdo, passam para o direito na segunda estrofe e voltam para o esquerdo na terceira e última estrofe.

JOHN LENNON X AL CAPP - MONTREAL 1969

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Al Capp é o pseudônimo por que ficou conhecido o cartunista, escritor e conferencista norte-americano Alfred Gerald Chaplin, que nasceu em 28 de Setembro de 1909 e morreu em 1979, aos 70 anos. Capp foi o criador de Ferdinando e da Família Buscapé, seus mais importantes personagens de histórias em quadrinhos. Nasceu em Connecticut, nos EUA. Ainda pequeno, perdeu uma das pernas ao ser atropelado por um bonde. Gostava de desenhar desde criança e começou a fazer quadrinhos na adolescência. Em 1934, criou e a Família Buscapé, uma sátira ao mundo e às famílias caipiras dos Estados Unidos: a mãe, Xulipa Buscapé, é uma mulher forte e dominadora, o pai um frouxo, e o cachorro é substituído por uma porquinha, Salomé. Em 1957, a história foi adaptada para um musical da Broadway e, depois, ganhou uma versão cinematográfica. Durante o macarthismo lançou Shmoo, personagem-símbolo do socialismo. Já famoso, durante a II Guerra Mundial (1939-1945) fez espetáculos humorísticos em hospitais para soldados feridos no conflito.
Tudo muito bom, tudo muito bem. Até que Al Capp deu a pisada de bola da sua vida há exatos 44 anos. Em 1969, John Lennon e Yoko Ono ocupavam as suítes 1738 e 1742 do Queen Elizabeth Hotel, em Montreal, Canadá. Tratava-se do segundo "bed-in" na balada dos recém-casados John e Yoko - a modalidade pacífica de protesto que consistia, basicamente, em passar alguns dias no colchão sob um batalhão de flashes. Ao longo de uma semana, o casal recebeu o guru do LSD, Timothy Leary, a cantora britânica Petula Clark, o comediante Tommy Smothers, Dick Gregory (ativista pela causa negra), Jacques Larue-Langlois (defensor da separação de Quebec do Canadá) e membros do templo canadense Radha Krishna. Parte desse time se juntou em coro para gravar o hino "Give Peace a Chance". Mas por lá também apareceu o cartunista Al Capp. Um camarada, diga-se, visto como liberal e com uma indicação ao prêmio Nobel de Literatura por John Steinbeck (autor de As Vinhas da Ira) - mas que, nos anos 1960, deu uma guinada à direita e provocou a ira de vários ativistas anti-guerra, como a cantora Joan Baez, então parceira de Bob Dylan. Na visita, Al Capp chega, e apresenta-se com as palavras "Eu sou um Neanderthal fascista e terrível. Como você faz?", E mais tarde sarcasticamente parabenizou Lennon e Ono por estarem nus na capa do álbum Two Virgins. "Acho que todo mundo deve isso ao mundo para provar que têm pêlos pubianos. Você já fez isso, e eu quero te dizer que eu o aplaudo por isso. Em seguida, despeja inúmeros insultos contra o casal e pede que Lennon dê explicações a respeito da letra de "The Ballad of John and Yoko", principalmente os versos sobre crucificação (em português: "Cristo, você sabe que não é fácil/ Você sabe o quão difícil pode ser/ Do jeito que as coisas estão indo/ Eles vão me crucificar"). Lennon não estava esperando ser atacado. À certa altura ele pergunta aos assessores: “Quem convidou esse cara?“. Capp continua debochando da manifestação, em que Lennon falava pela paz mundial sentado numa cama sem fazer nada, sem nunca ter tido uma atuação política ou social efetiva. Lennon reclama uma segunda vez: “Ele não deveria estar aqui”.
"Se você assistir ao filme Imagine verá o estranho episódio com o cartunista Al Capp. Ele entra no quarto e é muito amargo e rude com John e Yoko. Al Capp é um idiota mau e velho, mas John foi brilhante com ele. John realmente tentou convencê-lo, mas você pode ver que ele (John) se controla. Acho que John se comportou muito bem lá, porque o cara realmente insultou Yoko - e isso é uma coisa que você não faz. Acho que John se saiu muito bem: 'Não vamos afundar ao seu nível'." Disse Paul McCartney. John disse: "Muitas grandes personalidades foram nos ver lá: Al Capp, Dick Gregory, Tim Leary e Rosemary, Tommy Smothers. Todos, cantaram em Give Peace A Chance, exceto Capp".

sábado, 28 de setembro de 2013

PAUL McCARTNEY - NEW - TÁ CHOVENDO HAMBÚRGUER 2

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A Sony Pictures Brasil divulgou um vídeo clipe com a música-tema da animação ‘Tá Chovendo Hambúrguer 2′: ‘New‘, de Paul McCartney. “Eu adorei assistir ao primeiro Tá Chovendo Hambúrguer com meus filhos, por isso estou muito feliz por ter a minha nova canção incluída em Tá Chovendo Hambúrguer 2″, afirmou McCartney. A animação chega aos cinemas 3D em 4 de outubro, uma semana após a estreia americana.

PAUL McCARTNEY - "NEW" - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!!!

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

PAUL McARTNEY - EVERYBODY OUT THERE - HD - SENSACIONAL!!!

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ELTON JOHN - EMPTY GARDEN

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Elton John sobre John Lennon: "Sinto tanto a falta dele". Músico britânico diz que quando canta "Empty Garden", canção em que homenageia o ex-Beatle, ao vivo precisa de se controlar para não se emocionar. Elton John confessou sentir muita falta de John Lennon, ex-Beatle falecido em 1980, e falou um pouco sobre a relação de amizade que existia entre os dois. Em declarações à Entertainment Weekly, o cantor britânico disse: "sinto tanto a falta dele. Era uma força da natureza e não há muitas pessoas assim". Falando sobre o tema "Empty Garden", que escreveu como homenagem a Lennon, Elton disse: "não olho para trás quando toco essa canção ao vivo - se vir imagens do John, engasgo-me e é muito difícil continuar a cantar". Os dois músicos colaboraram em 1974, mesmo qundo Elton John se juntou a Lennon na canção "Whatever Gets You Thru the Night". Elton John é padrinho de Sean Lennon.

A ESTRANHA MORTE DE RORY STORM, DOS HURRICANES

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Pode-se dizer, com certeza, que
Rory Storm foi a maior estrela de Rock de Liverpool entre 61 e 62. Pode-se dizer também que foi o maior Showman que a cidade já viu. Pode-se dizer que a história já estava escrita. E estava mesmo! Rory Storm tinha quase 1,90m, era louro, e dono de uma energia impressionante!
Alan adotou o nome de Rory Storm em 1958. No mesmo ano, The Raving Texas venceria um concurso de Skiffle e tornaram-se conhecidos em Liverpool. Com a explosão do Rock na Inglaterra, o grupo abandona o Skiffle, passando a ter em seu repertório os clássicos de Chuck Berry, Little Richard entre outros. Em 1959 já eram tidos como a banda mais popular de Liverpool.
Apesar de ser o líder da banda e vocalista, durante as performances do grupo, Rory ficava fazendo várias loucuras no palco, escalando o equipamento, pendurando-se nos ventiladores e, as vezes sumia, reaparecendo entre o público. Rory era o dinâmico showman. Enquanto isso, quem segurava as pontas nos vocais era o baixista Lou Walters.
No final de 1959, Ringo Starr entra para o grupo. Seu nome verdadeiro era Richard Starkey. A lenda diz que ele teria assumido o apelido "Ringo" devido ao grande número de anéis que usava "rings", por sugestão de Rory.
Durante as apresentações, Ringo tinha a oportunidade de assumir os vocais em alguns números, entre eles: "Matchbox" e "Boys". No início dos anos 60, os Hurricanes fazem uma excursão a Hamburgo, na Alemanha. Neste período, conhecem os Beatles e os dois grupos se tornam grandes amigos. Rory Storm & the Hurricanes eram seguramente a melhor banda de Liverpool, entre 1960/1961. No início de 1960 os Hurricanes abriram um show de Gene Vincent no Liverpool Stadium, tendo assim atingido o posto de "banda mais popular" e "banda mais promissora" da região.
Porém, esta superioridade iria acabar com o retorno dos Beatles de Hamburgo e uma longa temporada de sucesso no Cavern Club. Houve então um duelo de popularidade entre as duas bandas, incentivado pelo jornal "The Mersey Beat". Ringo deixou o Rory Storm no início de 1962 pra tocar na banda de Tony Sheridan, mas voltou ao Hurricanes no verão desse ano.
Depois de substituir Pete Best em algumas apresentações e a véspera de gravarem seu primeiro single pela EMI, Ringo aceita um convite para juntar-se aos Beatles, sem muita resistência dos Hurricanes.Era agosto de 1962 e após a saída de Ringo, vários outros bateristas passam pelos Hurricanes: Gibson Kemp, Keef Hartley, Ian Broad, Trevor Morais, e Jimmy Tushingham. Pete Best, ao ser despedido dos Beatles, depois de um período improdutivo, veio a substituir Ringo nos Hurricanes, antes de formar a Pete Best Band Rory Storm continua sua carreira em Liverpool e arredores. Com o sucesso dos Beatles em toda Inglaterra, as bandas de Liverpool passam a chamar a atenção. Em 1963 os Hurricanes assinam contrato com o selo "Oriole" e lançam o single Dr. Feelgood/I Can Tell, sem muita repercussão.
Brian Epstein conseguiu um contrato para o grupo gravar em Londres, pelo selo Parlophone. Gravam então Ubangi Stomp/ I'll Be There e America/Since You Broke My Heart. Os singles teriam vendido bem em Liverpool, mas não atingiu o sucesso esperado na Inglaterra. A banda optou por não ter um empresário e quando os grupos de Liverpool começaram a invadir Londres os Hurricanes já estavam decadentes e ficam de fora.
Lou Walters, um dos mais importantes do grupo, abandona os Hurricanes no final de 1964. Em seu lugar entra Vince Earl. A banda continuaria por mais alguns anos a se apresentar em vários clubes da Inglaterra.
Rory Storm & The Hurricanes tiveram seu fim definitivamente em 1967. Rory Storm foi disc-jóquei por dois anos, e morreu em 28/09/1972. Seu corpo foi encontrado entupido de drogas. álcool e comprimidos. Estranhamente, o corpo da sua mãe (que morava com ele) foi encontrado no quarto dela no mesmo dia, nas mesmas condições.. Especula-se que os dois se suicidaram simultaneamente. E que haveria um estranho pacto entre eles. A seguir, a gente confere RORY STORM E SEUS HURRICANES mandando ver!
(Ainda com Ringo!)

JIMMY McCULLOCH - 1953 / 1979

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Jimmy McCulloch era o que se pode chamar de "guitarrista prodígio". James 'Jimmy' McCulloch nasceu em 4 de junho de 1953. Era um músico galês e foi o guitarrista solo dos Wings de Paul McCartney entre 1974 e 77. Antes disso ele tocou na banda psicodélica One in a Million, Thunderclap Newman e Stone the Crows, além de participações em álbuns como Whistle Rhymes, de John Entwistle em 72, onde tocou em duas faixas com Peter Frampton.

McCulloch era amigo do pessoal do The Who e sua banda, a Thunderclap Newman, foi criada e produzida por Pete Townshend e chegou a fazer sucesso com a música "Something in the Air". Em 1972, com 18 anos, James (Jimmy) McCulloch entrou para a banda de blues rock Stone the Crows, onde substituiu o guitarrista Les Harvey (eletrocutado no palco dia 2 de maio de 72) e tocou no álbum "Ontinuous Performance".
Com o fim dos Stones the Crows em 1973, McCulloch passou pela banda de Brian Joseph Friel com quem gravou o primeiro álbum com o pseudônimo "the Phantom", por questões contratuais. Depois, uniu-se ao Wings em abril de 1974 e a primeira música que gravou com a nova banda foi "Junior's Farm".
Em setembro de 1977 McCulloch foi despedido dos Wings por indisciplina para tocar com o Small Faces que havia se reformulado, mas não esquentou lugar e logo que saiu formou uma banda chamada Wild Horses com Brian Robertson, Jimmy Bain and Kenney Jones. A última banda de McCulloch foi The Dukes e a última canção gravada foi Heartbreaker, lançada no único álbum da banda.
McCulloch morreu em 27 de setembro de 1979, aos 26 anos, devido a uma overdose de heroína, em seu apartamento em Maida Valley, em West London. Anteriormente ele havia composto uma música anti-drogas chamada Medicine Jar, publicada no álbum dos Wings "Venus and Mars" e também "Wino Junko" do álbum "Wings at the Speed of Sound". Uma grande perda, sem dúvidas. Jimmy foi um dos melhores guitarristas de sua geração.

IMAGEM DO DIA - JOHN AND TIA JESSIE

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THE BEATLES - THE MAKING OF SGT. PEPPER

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No dia 27 de setembro de1992, o Disney Channel exibiu nos EUA o documentário “The Making of Sgt. Pepper” com entrevistas com Paul, George, Ringo e George Martin. Fonte: http://thebeatlesdiary.blogspot.com.br
Aqui, a gente confere o documentário inteiro com legendas em português.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

MORRE HARRY GOODWIN AOS 89 ANOS DE IDADE

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Morreu na última segunda-feira, aos 89 anos de idade, Harry Goodwin, um dos maiores fotógrafos do mundo da música - Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Freddie Mercury, Michael Jackson, David Bowie, Jimi Hendrix, Bee Gees e Cher estão entre os nomes que posaram para suas lentes. Segundo seu site oficial, Goodwin passou as duas últimas semanas de vida doente, mas a enfermidade não foi especificada. "Harry tinha um talento maravilhoso e era realmente um ótimo fotógrafo", comentou seu agente, Stuart Littlewood. "Ele conseguia fazer os pássaros saírem das árvores, digamos assim – quem mais conseguiria que gente como Jimi Hendrix e Muhammad Ali posasse para ele? Me contaram no Trafford General Hospital que eles nunca tinham recebido tantas visitas e telefonemas para um único paciente. Harry recebeu ligações de Sir Alex Ferguson, Sir Paul McCartney e Barry Gibb." Goodwin nasceu em Manchester, e chegou a servir o exército durante a Segunda Guerra Mundial, antes de se dedicar à fotografia. Entre os anos de 1964 e 1973, foi fotógrafo residente do programa Top Of The Tops - período em que clicou algumas de suas imagens mais icônicas.

VEM AÍ O PRIMEIRO ÁLBUM DE ABE LABORIEL JR.

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Abe Laboriel Jr – o peso pesado baterista da banda de Sir Paul McCartney está prestes a lançar o primeiro álbum com sua banda Sprinkle. Ao longo dos anos, Abe Laboriel Jr já dividiu o palco com muitos músicos famosos do mundo, apoiando artistas como Paul McCartney, Sting e Eric Clapton com sua bateria pesada e vocais poderosamente suaves. No entanto, é finalmente a sua vez de tomar o centro do palco, lançando seu novo single "Twee", com sua Sprinkle Band.
“Twee” - primeiro single solo, é esperançosamente uma visão inicial e revela todo o talento que Laboriel sempre demonstrou ao longo dos anos. O álbum está sendo trabalhado e Laboriel já confirmou através de sua página oficial no Twitter que o download digital do novo álbum estará disponível "em algumas semanas".

RINGO STARR RECEBE MEDALHA DE HONRA FRANCESA

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Ringo Starr acrescentou mais uma honraria à sua lista de conquistas na carreira. Nesta terça-feira, em Mônaco, ele foi nomeado Comandante da Ordem das Artes e das Letras da França. O Jornal britânico The Telegraph informou que o famoso baterista dos Beatles recebeu a medalha fora do Museu Oceanográfico de Mônaco, onde duas de suas pinturas estão em exposição como parte de uma mostra dos talentos artísticos de várias celebridades.
“Comandante da Ordem das Artes e Letras” é considerada uma das mais altas honrarias culturais da França, e foi dada a Ringo em reconhecimento de suas contribuições musicais e artísticas. Ele foi presenteado com uma medalha, significando a honra por Hugues Moret, o embaixador francês em Mônaco.
"Eu sou um baterista, mas eu posso fazer outras coisas. Como pintar, viver, respirar ", Starr brincou durante a cerimônia. Outros artistas da música que foram nomeados comandantes da Ordem das Artes e das Letras da França incluem Bono, do U2, David Bowie, Stevie Wonder, e Patti Smith.
Do lado externo do museu, Ringo pousou ao lado de uma escultura de um autêntico submarino amarelo.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

THE BEATLES - THIS BOY - SENSACIONAL!

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CHISTOPHER REEVE - TODA A FORÇA DE UM SUPER-HOMEM

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Matéria publicada originalmente em 10 de outubro de 2011.
Se vivo estivesse, Chistopher Reeve estaria completando hoje apenas 61 anos. Nascido em Princeton, New Jersey, Christopher Reeve cresceu na convivência com a mãe e o padrasto. Chris Reeve tornou-se famoso ao protagonizar o papel de Superman no cinema, mas já era ator desde os 14 anos de idade, tendo estudado em prestigiadas escolas de artes cênicas. Iniciou sua carreira com pequenas participações no teatro e na televisão, obtendo seu primeiro bom papel em Alerta Vermelho: Netuno Profundo, em 1977. Mesmo tendo participado de outros bons filmes, como Em Algum Lugar no Passado e Vestígios do Dia, nunca conseguiu se livrar do estereótipo do Homem de Aço.
Amante da equitação, sofreu um grave acidente (queda de um cavalo) em 27 de maio de 1995, quando seu cavalo parou repentinamente antes de um obstáculo, lançando-o para a frente, onde caiu sobre a própria cabeça. Suas lesões deixaram-no totalmente tetraplégico, devido a fratura nas suas duas primeiras vértebras cervicais. Incapaz de usar os membros e mesmo de respirar sem a ajuda de aparelhos especiais. Sua marcante reabilitação e volta a uma vida ativa foi o resultado de esforços múltiplos e de um irrestrito apoio familiar.
Um ano depois, foi aclamado em pé na cerimônia do Oscar. A partir daí passou a lutar por pesquisas com células-tronco e criou a Christopher Reeve Paralysis Foundation, visando a melhorar a condição de vida de pessoas como ele, vítimas de algum tipo de paralisia. Em 27 de janeiro de 1996, foi condecorado com a Ordem Bernard O'Higgins, como reconhecimento à defesa pública que fez dos actores chilenos durante a ditadura de Pinochet. Em setembro de 2003, ganhou o Prêmio Lasker, conhecido como o Nobel estadunidense.
Morreu no dia 10 de outubro de 2004, vítima de um infarto causado por uma infecção. Era casado desde 11 de abril de 1992 com a atriz Dana Reeve, que conhecera em 1987. Dana, desde o acidente de Christopher, dedicou-se exclusivamente a cuidar do esposo, uma tarefa que se provou laboriosa devido à gravidade de sua condição médica. Ela também veio a morrer, em 6 de março de 2006, vítima de um câncer pulmonar. Desta união nasceu um filho, Will. Christopher tinha mais dois filhos, Matthew e Alexandra, frutos de uma relação anterior de dez anos com a modelo inglesa Gae Exton. Seu último filho, Will, foi adotado pelo ator Robin Williams, com quem Christopher foi sempre muito amigo, no início da carreira de ambos, Christopher fez mais sucesso e ajudou Robin, que após o acidente começou a retribuir a antiga ajuda, e com a morte de Christopher e logo após a morte de Dana, Robin adotou Will e o cria hoje como se fosse seu próprio filho.

ROLLING STONE ESPECIAL BOB DYLAN

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A do John Lennon demorou 3 meses para chegar aqui em Brasília. Vamos ver esta.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CARL PERKINS & GEORGE HARRISON - YOUR TRUE LOVE

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"Carl Perkins & Friends - Blue Suede Shoes: A Rockabilly Session" foi um concerto realizado em 21 de outubro de 1985 em Londres, no Limehouse Studios e que contou além da banda de Carl Perkins, com um supertime de fazer inveja a qualquer um. A constelação de conividados especiais contou com amigos - fãs e admiridadores - do mestre como: George Harrison, Ringo Starr, Eric Clapton, Dave Edmunds (que também foi o diretor musical do show) e Rosanne Cash. A maioria do repertório executado no show consistiu em canções clássicas de Perkins - puro rockabilly dos anos 1950. O concerto especial foi ao ar originalmente pelo canal Cinemax em 1986, com comentários introdutórios de Johnny Cash, Roy Orbison e Jerry Lee Lewis. O concerto é um destaque memorável tanto da carreira de Perkins como de todos que fizeram suas participações especiais, principalmente George Harrison.

THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT - A CANÇÃO

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"A Hard Day's Night" abre com o acorde mais famoso do rock: uma rajada radiante de uma guitarra de 12 cordas, evocando o caos e a euforia da Beatlemania em seu auge. O tom ensolarado do acorde, a empolgação do desempenho dos Beatles e o suspiro de exaustão do título fazem de Os Reis do Iê-Iê-Iê, o filme ficcional, um documentário compacto sobre a ascensão meteórica dos Beatles. "Naquela época, os começos e encerramentos das músicas eram algo que eu tendia a organizar", disse George Martin. "Precisávamos de alguma coisa arrasadora, que fosse um 'chacoalhão' súbito na música. Ele acertou por acaso", contou o produtor. (Em uma entrevista em fevereiro de 2001, Harrison disse que o acorde era um "Fá com um Sol por cima, mas você vai ter de perguntar a Paul sobre a nota do baixo para saber a história toda". McCartney tocou um Ré em tom alto.)

O título veio de uma brincadeira de Ringo. "Nós estávamos trabalhando dia e noite", ele relembrou. "E eu fiquei pensando que ainda era dia e disse: 'It's been a hard day' ['está sendo um dia duro']. Ao perceber que já estava escuro, [completei com]: '...'s night!' ['... noite!']" Quando Lennon contou a observação ao diretor Richard Lester, ela se tornou instantaneamente o título do filme. Tudo o que tiveram de fazer foi escrever uma música que o acompanhasse. "John e eu estávamos procurando por títulos", disse McCartney. "Uma vez que você tem um bom título, é meio caminho andado. Com A Hard Day s Night', você já tinha quase tudo." John compôs a música na noite anterior à gravação e o grupo a registrou em espantosas três horas.

O maior problema era o solo de Harrison: um take que apareceu em um disco não-oficial nos anos 80 mostra o guitarrista se atrapalhando com as cordas, perdendo o tempo e errando notas. Mas quando a sessão terminou, às 22h daquela mesma noite, Harrison havia esculpido um de seus mais memoráveis solos - um precioso dedilhado crescente tocado duas vezes e arrematado com um floreio circular, com o badalar de sino de igreja de sua guitarra ecoado no piano por Martin. "George passava muito tempo trabalhando nos solos", disse Geoff Emerick. "Tudo era um pouco mais difícil para ele, nada veio muito facilmente." Harrison também tocou o arrasador fade-out, um ressoante arpeggio de guitarra que foi inspirado por Martin. "Eu estava frisando a eles a importância de fazer a música se encaixar, não exatamente terminando, mas ficando suspensa de modo a conduzir para a atmosfera do próximo clima", explicou o produtor.

CASH - A BIOGRAFIA DE JOHNNY CASH

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Apesar de johnny cash ter contado com a ajudado jornalista Patrick Carr, este livro é puro Cash. O icônico cantor, morto há exatamente dez anos, salta mais vivo do que nunca nas páginas desta autobiografia, escrita em 1997, período em que ele ressurgiu das cinzas depois que começou a gravar com o produtor Rick Rubin os álbuns da série American Recordings. Cash começa nos levando aos tempos da Grande Depressão, quando o astro nasceu, em 1932. Depois, o relato passeia pela mudança que ocorreu na cultura dos Estados Unidos da década de 50, quando jovens como Cash turbinaram a música country e ajudaram a criar o rock and roll. Sucesso, estrelato, reverência, rebeldia, vício, religião, família, pecado e redenção convivem lado a lado nas pala¬vras sem cerimónia do ídolo, que morreu em 2001. E no relato, o cantor nunca se esquece de June Carter, estrela da country music e mais tarde esposa, a mulher que literalmente mudou a vida dele.


Confira aqui, a incrível postagem “JOHNNY CASH – O HOMEM DE PRETO” publicada aqui no Baú em 19 de janeiro de 2010: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/01/johnny-cash-o-homem-de-preto.html

LINDA McCARTNEY - 1941 - 1998

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Linda Louise Eastman nasceu em 24 de setembro de 1941. Se viva estivesse, estaria completando hoje 72 anos. Ficou mundialmente conhecida ao se tornar Linda Mcartney em 12 de março de 1969. Era fotógrafa, dublê de música e ativista dedicada contra o abuso aos animais. Era filha de Lee Eastman, um bem sucedido advogado e de Louise Linder (dona da fortuna das lojas Linder), Linda cresceu na cidade de Scarsdale (estado de Nova Iorque) e se tornou uma das grandes fotógrafas do mundo. Se formou em Artes na Universidade do Arizona, e quando retornou a Nova Iorque começou a demonstrar o seu talento com as câmeras. Começou sua carreira na editora Town and Country magazine. E, foi quando fotografava a banda The Rolling Stones num iate que percebeu que este segmento de seu trabalho estaria em grande demanda. Se imortalizou fotografando ícones do rock como, The Who, Jimi Hendrix, The Doors, Simon and Garfunkel, Bob Dylan, Otis Redding e subsequentemente, The Beatles, quando então acabou conhecendo Paul. O sucesso de Linda na música foi - no conjunto total de seu trabalho - por conta do marido. Nunca foi uma intérprete, ou compositora, antes de conhecer Paul, mas mesmo assim ela cativou o público mundialmente também com sua constante presença no teclado durante as apresentações ao vivo e com seus doces acompanhamentos vocais junto a Paul. Nota-se em particular, canções de grande sucesso como "Another Day", em que Paul toca todos os instrumentos e Linda preenche a melodia suavemente junto ao marido com vocais de fundo. Este preenchimento vocal ("duuuhs") é quase que uma marca registrada de Paul, que se destacou mais ainda durante os anos que lançava seus discos da carreira solo, ou com o grupo Wings em que, talvez por falta de seus originais ex-parceiros de rock ou por uma grande conveniência, usava constantemente sua esposa nas gravações. A combinação nova funcionou e juntos se tornaram os músicos pop mais ricos da história da música. Linda se manifestava frequentemente contra o abuso aos animais, e era uma ambientalista. Linda trabalhou com organizações como a PETA, Lynx, Friends of the Earth. Com esta atitude em mente ela comercializou vários pratos vegetarianos pré-preparados para o seu segmento no mercado com sua própria marca registrada e ficou milionária por conta própria, mesmo se não estivesse casada com o magnata do rock. Linda também publicou um livro de receitas vegetarianas que é bem popular com sua geração de fãs, comercializado nos anos 90,"Linda McCartney's Home Cooking". Linda Louise Eastman McCartney morreu em 17 de abril de 1998, depois de uma dura luta contra um câncer de mama.

PAUL McCARTNEY TOCA TRÊS FAIXAS DO "NEW" EM LAS VEGAS - ABSOLOUTAMENTE SENSACIONAL!

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E agora, desligue a rádio, aumente bem o volume e confira o velhão e seus rapazes quebrando o maior cacete durante sua participação no festival de música iHeartRadio, em Las Vegas no último dia 20. Paul McCartney tocou três faixas de 'New', incluindo a faixa título e mais as excelentes 'Everybody Out There' e 'Save Us'. Já ta tudo dominado!