quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A 1ª CASA DE JOHN FOI VENDIDA POR R$ 1,3 MILHÃO

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A primeira casa onde John Lennon viveu foi vendida por R$ 1,3 milhão. O antigo terraço de tijolos, que fica na 9 Newcastle Road, em Liverpool, Inglaterra, serviu de moradia para os pais e os avós do ex-Beatle. John Lennon morou no local até os seus cinco anos de idade. A residência foi vendida em um leilão, que ultrapassou em três vezes o preço listado - estimado em apenas R$ 450 mil - a um comprador americano anônimo, que deu seu lance por telefone. A modesta propriedade contém apenas um banheiro, sala de estar, dois quartos e uma cozinha. O antigo proprietário teve o cuidado de não alterar nada das características originais. Ele disse: ''tenho a certeza que as características originais foram preservadas para que o comprador sinta o clima daquela época”. Stephen Giddins, que trabalha como agente imobiliário para a empresa Entwistle Green, revelou que a irmã de John estava ansiosa para ver novamente a casa, uma vez que isso lhe traria de volta memórias de seu tempo lá. Ele afirmou: ''ela não estava olhando para a casa afim de comprá-la, ela estava é realmente interessada em vir e ver o imóvel para se lembrar do tempo em que ela viveu lá''.

FÃS SE REÚNEM PARA RECRIAR FOTOGRAFIA FEITA POR RINGO

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Cinco amigos que foram fotografados pelo baterista Ringo Starr, durante a primeira viagem dos Beatles aos EUA, há quase 50 anos, poderão conhecer seu ídolo. O baterista registrou uma imagem deles, em 1964, em um Chevrolet Impala. Há poucos dias, Starr divulgou a foto e anunciou que gostaria de encontrar os jovens e, assim, recriá-la. O astro informou que a foto havia sido tirada em Miami, porém, os “jovens” afirmam que ele se confundiu, pois o fato ocorreu na ponte George Washington, que liga Nova York a New Jersey, onde os adolescentes frequentavam a Fair Lawn High School. Naquele dia, os fãs ‘mataram’ aula, com o propósito de ver os ídolos que estavam em turnê. Ringo fez o registro dos cinco adolescentes com sua câmera pessoal, quando eles se alinharam a sua limousine. “Quando Ringo abaixou a janela, claro que nós ficamos muito animados”, disse Suzanne Rayot, hoje com 66 anos. “Ele disse: ‘Olá, amor”. Eu não sabia para quem ele estava dizendo, mas eu esperava que fosse para mim”. Bob Toth, também com 66 anos, disse que ele foi suspenso por faltar a escola. No entanto, 40 anos depois, seu diretor iria admitir que tinha sido uma “ótima ideia”. O carro era dirigido por Gary Van Deursen, hoje com 67 anos, que descreve o momento como “inacreditável”. “Eu não sabia que ele iria mesmo tirar uma foto”. Após saber que o grupo de amigos foi encontrado, Starr, atualmente com 73 anos, disse estar “ansioso para conhecê-los.” Os amigos irão participar de um show do baterista em Las Vegas, que deverá ocorrer em novembro. É isso aí. Ringo Starr entre nós. Viva!

Quem quiser ver ou rever a matéria sobre o livrão de fotos do Ringo, publicada aqui em 31 de maio de 2013, o link é:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/05/ringo-vai-lancar-fotos-ineditas-dos.html

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PAUL McCARTNEY NA ROLLING STONE / OUT-2013

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O que a gente confere abaixo, é a matéria de capa da revista Rolling Stone americana com Paul McCartney publicada nesse mês de Outubro. A tradução foi feita pelo pessoal do " Paul Get Back To São Paulo " - ( Daniel Generalli e Patricia Galvão). E a matéria foi enviada pelo amigo Valdir Junior.
DOWNLOAD: 
http://www.divshare.com/download/24706090-345

terça-feira, 29 de outubro de 2013

RINGO STARR EM CURITIBA – BRASIL – 2013

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Ringo Starr e sua banda All Starr, formada por ícones da música norte-americana. chegam ao Brasil. Após os shows pela Ásia e pela Oceania a América do Sul recebe o ex-Beatle na promoção do novo DVD "Ringo At The Ryman". gravado em 7 de julho de 2012. (aniversário de Ringo) em Nashville Com realização da Prime e Hits Entretenimento, o músico britânico faz única apresentação nesta quinta dia 31 de outubro no Teatro Positivo.Além da capital paranaense ele faz um outro show em São Paulo. Ringo vem ao país divulgar a turnê de seu trabalho mais recente, que traz, além de composições inéditas, regravações de antigos sucessos e uma cover de Buddy Holly Além de músicas dos Beatles que ficaram bem conhecidas na voz dele como "Yellow Submarine" e "With A Little Help From My Friends". O repertório do show deve contar, ainda, com momentos da carreira solo do baterista-cantor e canções de seus colegas de banda. A All Star Band 2013 é composta por Steve Lukather (Totó), Gregg Rolie (Santana e Journey) Richard Page (Mr. Mister), Todd Rundgren, Mark Rivera (Billy Joel e Elton John) e Gregg Bissonette (David Lee Roth e Steve Vai) Eles farão 10 shows na América Latina depois partem para os Estados Unidos, onde encerrarão a turnê com mais duas apresentações em Las Vegas. A última passagem do baterista pelo país foi em 2011 quando se apresentou em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Recife.

ROBERTO CARLOS EM DETALHES - PAULO CÉSAR DE ARAÚJO

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O historiador e jornalista Paulo César de Araújo, personagem principal de um dos casos emblemáticos de proibições de biografias não autorizadas no Brasil, se viu, nos últimos dias, nova¬mente no foco de uma polêmica envolvendo um medalhão da MPB. Autor do livro sobre Roberto Carlos, fora de circulação desde 2007, Araújo foi acusado por Chico Buarque, em artigo de jornal, de nunca ter dado entrevista a ele, e que, apesar disso, seu nome constava em depoimento na biografia do Rei. No mesmo dia, o escritor enviou à publicação foto e vídeo da conversa com Chico, realizada na casa do compositor no início dos anos 1990. Desde então, o telefone de Araújo não parou de tocar. Ele luta na Justiça para que “Roberto Carlos em detalhes” (Editora Planeta), trabalho ao qual se dedicou por 15 anos, retorne às prateleiras das livrarias. Ao mesmo tempo, é réu em processo movido pelo artista. O Rei teria se incomodado com passagens do livro que invadem sua intimidade (relacionamentos e acidente na infância, por exemplo) e a publicação não pôde ser reeditada. Mesmo assim, teria vendido quase 50 mil cópias nos meses que ficou nas lojas, entre 2006 e o ano seguinte. Quando os advogados de Roberto conseguiram a proibição, mais de 10 mil exemplares já impressos, no estoque da editora, teriam sido embargados. Mesmo assim, não é difícil encontrar o conteúdo da biografia na íntegra na internet; ou em sites de vendas, por mais de R$ 300.
Baiano de Vitória da Conquista, 51 anos, o profes­sor de história mora em Niterói (RJ) e prepara, agora, um livro em que conta os bastidores da década e meia de pesquisa sobre Roberto Carlos. Neste papo franco, Araú­jo indica o que acredita ser o real motivo do impedimen­to da biografia, comenta a polêmica com Chico Buarque e garante que o movimento Procure Saber, que tenta bar­rar biografias não autorizadas, é "batalha perdida". Ro­berto Carlos foi procurado por meio da assessoria de im­prensa, e a resposta foi de que ele só atende jornalistas em entrevistas coletivas, no início de cada ano. "Ele está em estúdio finalizando CD e nos preparati­vos para a gravação do especial de fim de ano da TV Glo­bo", complementa o texto.
A criação do Procure Saber esquentou a polêmica. Chico Buarque escreveu que você não o havia entrevistado. No mesmo dia, você rebateu, apresentando imagens e gravações. Como foi sua reação diante da acusação?
Foi surpreendente, né?! Recebi com grande es­panto. Porque o processo do Roberto, bem ou mal, a gente já sabia da possibilidade. Não faltou gente me avisando: "Olha, tome cuidado". Por todo o histórico dele, né. Foi um processo, de certa for­ma, anunciado. Agora, essa acusação de Chico foi completamente inesperada. Nem nos piores pesa­delos eu poderia imaginar que, um dia, Chico Buarque mandaria um artigo para o jornal negan­do uma entrevista. Eu nunca soube que ele tinha reclamado disso e, do nada, partiu com tudo. Eu tive que ser rápido.
Roberto Carlos nunca mostrou exatamente um engajamento político, ao contrário de alguns colegas do Procure Saber. Como você vê a adesão deles à causa que exige autorização prévia para que biografias sejam publicadas?
Se alguém quisesse apostar comigo, dois meses trás, que Caetano Veloso e Chico Buarque apoiariam Roberto nessa causa maluca, eu iria perder. Imagi­ne você uma figura como Caetano, libertário, que já posou nu em capa de disco, chegar falando em privacidade. É uma surpresa, desagradável. Eu la­mento, e vejo a causa como perdida. Chico e Cae­tano são escritores. Roberto nunca foi Jeitor de li­vros, não tem essa intimidade com a literatura. Então, você até entende essa atitude dele. Caeta­no, Chico e Gil estão defendendo uma causa de Roberto Carlos. É decepcionante.
Você é fã de Roberto desde criança. Quando o admirador resolveu se tornar biógrafo?
Eu tive duas motivações. Uma foi a afetiva: ele foi meu primeiro ídolo de infância. A outra, inte­lectual. Quando cheguei à faculdade e me interes­sei pelo estudo da música brasileira, constatei que não tinha nenhum livro que explicasse o fenóme­no Roberto Carlos àquela altura com mais de 35 anos de carreira. Escrevi o livro pra tentar respon­der qual era a intervenção dele na MPB.
Você fica incomodado com o fato de o conteúdo da biografia Roberto Carlos em detalhes estar disponível na internet ao alcance de poucos diques?
Não, acho ótimo. Eu o escrevi para ser lido. O li­vro foi colocado na internet no dia seguinte à proibição, quase que como um ato de desobe­diência civil. Desde 2007 que esse livro circula, não tenho mais ideia de quantos leitores eu te­nho. Recebo e-mails de pessoas no México, Argen­tina. Roberto tem muitos fãs na América Latina.
A proibição, então, surtiu pouco efeito na prática. Afinal, as histórias que você apurou estão aí para quem quiser ler.
Se o objetivo do Roberto era proibir o livro, ele não conseguiu. Mas o objetivo dele não foi esse: foi impedir que alguém ganhasse dinheiro com o livro. Isso ele conseguiu. Eu não recebo nenhum centavo. Ele não está preocupado com privacida­de, nada disso, só não quer ninguém ganhando di­nheiro com o nome dele.
Nesse debate entre liberdade de expressão e direito à privacidade, os biógrafos estão em posição oposta em relação aos artistas. Como pesquisador, qual é, na sua opinião, o limite que fere a intimidade de alguém?
São dois direitos importantes e que estão garan­tidos. Mas aquele que pautou sua vida pelo estrelato, que procurou capas de revistas, o sucesso e a exposi­ção, esse tem direito menor à privacidade, não pode reclamar, porque expôs a sua vida. Aprivacidade de­ve valer para a figura anónima, que se pautou pelo recato. E o ónus e o bónus (de ser famoso). O que tem que prevalecer é a liberdade de expressão.
Você iniciou a pesquisa como admirador de Roberto. Hoje, após a batalha judicial, qual é o sentimento em relação ao artista?
Olha, sinceramente, o Roberto é meu objeto de estudo. Eu encaro com a maior naturalidade. Eu não brigo com meu objeto de estudo. Ele que brigou co­migo. Eu não tenho nenhum problema, meu arqui­vo Roberto Carlos continua sendo atualizado. Só la­mento pela história dele. Por mim também, mas eu não tenho nenhum rancor. Entendo que ele tem suas limitações, contradições. Pretendo escrever ou­tros livros sobre o Rei. O que eu vejo no futuro são muitos biógrafos e novas obras. Esse movimento contra as biografias é batalha perdida.

Chico Buarque e Roberto Carlos, ao lado de Caeta­no Veloso, Gilberto Gil e outros no­mes de peso da música brasileira, iniciaram há algumas semanas uma ' espécie de campanha a favor de arti­gos do Código Civil que condicio­nam a publicação de biografias à autorização do personagem ou de familiares. Eles integram o grupo Procure Saber, encabeçado pela em­presária Paula Lavigne (aham!), e foram acu­sados de defender a censura prévia. Foi essa lei que proibiu a reedição de Roberto Carlos em detalhes e Noel Rosa — Uma biografia, dois exem­plos marcantes. Desde-2011, uma ação movida pela Sindicato Nacio­nal dos Editores de Livros tenta der­rubar tais artigos, alegando que a Constituição garante liberdade de expressão irrestrita e que o Código Civil não pode se sobrepor e ela. A discussão tem ganhado adeptos em ambos os lados e deve ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no fim de novembro.
Desgastados diante da opi­nião pública por defen­der o direito à privacida­de como justificativa para a censura de biografias não auto­rizadas, artistas do grupo “Procure Saber” gravaram vídeos que devem ser exibidos, a partir de hoje, nas redes sociais. O anúncio foi feito pelo próprio grupo na página que mantém no Facebook. O discurso dos famosos acompanhará o tom usado pelo cantor Roberto Carlos, em entrevista exibida no domingo no programa Fantástico, da Rede Globo. Embora tenha se posicio­nado contra a obrigatoriedade de avaliação prévia por parte do bio­grafado, o artista — que conse­guiu, na Justiça, aproibição do livro de PCA não autorizado sobre sua vi­da — destacou ser necessário fa­zer "certos ajustes" na legislação e não descartou a importância de participação nos lucros, sem deta­lhar, no entanto, como deveriam ser essas regras.
A manifestação de Roberto Carlos, interpretada por muitos como um recuo da classe artística no posicionamento adotado an­teriormente, não passa de uma mudança estratégica de discurso, na avaliação dos que desejam ver derrubada a necessidade de auto­rização prévia. Eles apostam que os vídeos de artistas do “Procure Saber” que já se manifestaram so­bre o tema, como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Djavan, virão com a mesma retórica: contra a proibi­ção prévia, até para se livrarem da pecha de censores causada pelas declarações que incendiaram as redes sociais nas últimas sema­nas, mas alegando necessidade de mudanças em nome da intimi­dade dos biografado. "A entrevista do Roberto me pareceu mera estratégia. Por um lado, talvez uma parte desses ar­tistas tenha reconhecido que o mecanismo da lei atual é incons­titucional porque dá controle ab­soluto aos biografados, o que não existe em nenhum lugar do mun­do civilizado e desenvolvido. Mas, por outro lado, quando pergunta­do se liberaria a própria biografia, ele diz que é preciso analisar, sem dar justificativas", diz Gustavo Binenbojm, advogado da Associação Nacional dos Editores de Livros, que entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Su­premo Tribunal Federal questio­nando os dois dispositivos do Có­digo Civil que admitem a autori­zação prévia para publicação de biografias no Brasil. Os trechos da entrevista com Roberto Carlos assistidos por Lira Neto, biógrafo do ex-presidente Getúlio Vargas, deixaram o es­critor confuso. "Não entendi qual é o ponto de vista dele. Me parece que diz ser a favor das biografias não autorizadas, mas com ajustes, sem dizer quais são esses ajustes. Para mim, ficou na mesma", diz Neto. 
Para o mestre em direito auto­ral Cláudio Vasconcelos, a mani­festação do cantor em rede na­cional ficou um tanto evasiva. "Ele falou da necessidade de se chegar a um acordo entre biógrafos e biografados, mas não deixou claro que acordo seria esse nem se a ausência de acordo iria um impedimento absoluto publicação", assinala. Vascom los destaca, entretanto, qm gesto do cantor abre a possib dade de amadurecimento debate, apesar da falta de obj< vidade nas declarações. Depois da entrevista de Roberto Carlos, advogados levantam a hipótese de, uma vez derrubada a autorização prévia, dar ao biografado o direito de submeter a obra ao Judiciário quando verificar informação de cunho privado. "Essa possibilidade é tão ou mais gravosa do que o próprio mecanismo de autorização prévia. Não há uma linha demarcatória sobre o que é informação pública e privada. Biografia é um gênero que depende desse entrecruzamento da vida pública com a vida particular. "É ônus de ter uma vida pública. Quem tem que julgar a obra é o leitor. O juiz deve ser chamado quando há crime, calúnia, difamação. O resto é censura", reage Binenbojm.
Para fazer o download do livro “Roberto Carlos em detalhes”, o link é: http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2013/10/download-livro-roberto-carlos-em.html

THE BEATLES SERÃO OS GRANDES HOMENAGEADOS NA FESTA DO GRAMMY 2014

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Os Beatles serão os grandes homenageados no Grammy Awards 2014. A festa de premiação da música, que ocorrerá no dia 26 de janeiro, terá um momento especial em comemoração dos 50 anos da chegada do quarteto aos Estados Unidos. O baterista Ringo Starr confirmou que vai rolar uma segunda festa no dia seguinte ao evento do Grammy. A ideia é promover um tributo no qual diversos artistas interpretarão as canções dos Beatles. Para alegria dos fãs, Ringo revelou que conversou com Paul McCartney sobre a “possibilidade” de estarem presentes. “Não é que não vamos tocar e coisa e tal”, disse Ringo. “Mas pode ser legal ter todas essas outras bandas tocando nossas músicas, e nós lá assistindo”. Os produtores esperam que além de assistirem ao show, Paul e Ringo empunhem seus instrumentos e façam o que sabem fazer melhor: toquem algumas canções! Vamos torcer.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

JOHN LENNON - MENLOVE AVENUE

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Em 27 de outubro de 1987, foi lançado o álbum “Menlove Avenue” de John Lennon, contendo sobras de estúdio de John no período 1973 e 1974, e as inéditas “Rock ‘n’ Roll People” e “Here We Go Again”. “Menlove Avenue”, cuja capa é uma foto de John pintada por Andy Warhol, não causou grande impacto no hit parade, mas curiosamente ganhou um disco de ouro no Brasil. Foi lançado em 27 de outubro de 1986 (EUA) e 3 de novembro de 1986 (UK). 

MORRE LOU REED AOS 71 ANOS

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Morreu ontem (domingo, 27), aos 71 anos, o extremamente influente compositor e guitarrista Lou Reed, que ajudou a dar forma a quase 50 anos de rock. A causa da morte não foi oficialmente confirmada, mas ele havia passado por um transplante de fígado em maio.
No fim da década de 60, com o Velvet Underground, Reed fundiu a urgência das ruas com elementos da música avant-garde da Europa, casando beleza e barulho, enquanto dava toda uma nova honestidade, em termos de letras, à poesia do rock. Como artista solo criativo, entre as décadas de 70 e 2010, ele estava sempre surpreendendo e desafiando os fãs com seu estilo camaleônico. Glam, punk e rock alternativo são todas coisas impensáveis sem ele.
Lewis Allan "Lou" Reed nasceu no Brooklyn, em 1942. Fã de doo-wop e dos primórdios do rock (em uma cerimônia tocante, ele ajudou a introduzir Dion ao Hall da Fama do Rock, em 1989), Reed também devia parte de sua formação e inspiração ao período em que estudou na Universidade de Syracuse com o poeta Delmore Schwartz. Depois da faculdade, ele trabalhou como compositor para o selo Pickwick Records (com a qual conseguiu um pequeno hit em 1964 com a paródia dance "The Ostrich"). Em meados da década de 60, ele ficou amigo do músico John Cale, de formação clássica. Reed e Cale formaram uma banda chamada Primitives, depois mudaram o nome para The Warlocks. Depois de conhecer o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen Tucker, eles se tornaram o Velvet Underground. A banda chamou atenção de Andy Warhol. "Andy costumava exibir os filmes dele na gente", Reed contou certa vez. "Usávamos preto para que desse para ver o filme. Mas a gente só usava preto, de qualquer forma".

Quem quiser conferir a postagem sobre o Velvet Underground, publicada aqui em 18 de julho de 2011, o link é:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/07/velvet-underground-nico.html

HAPPY BIRTHDAY BEATRICE MILLY McCARTNEY

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Hoje é aniversário da jovem Beatrice Milly McCartney, filha mais nova de Paul e única da fatídica união com Heather Mills. Ela está completando 10 anos. A garotinha nasceu numa terça-feira, em 28 de outubro de 2003 pesando 3,17 kg após uma cesariana de emergência, acompanhada pelo ex-Beatle. É isso aí. Happy birthday, Bea!

sábado, 26 de outubro de 2013

BEATLES COVER LESSONS - HONEY DON'T - MUITO LEGAL!

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IMAGEM DO DIA - PAUL McCARTNEY - MBE - 1965

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THE BEATLES - MEMBROS DA ORDEM DO IMPÉRIO BRITÂNICO

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No dia 26 de outubro de 1965, Os Beatles vão ao Palácio de Buckinghan e cada um recebe da Rainha a MBE (Members of the British Empire).

Os Beatles chegaram ao Palácio de Buckingham no RolIs Royce de John a tempo para a cerimônia, que se iniciaria às 11 h, na sala do trono. Eles vestiam terno e gravata escuros e perfilaram-se, enquanto a rainha colocava as comendas na estreita lapela de seus paletós. "Há quanto tempo estão juntos?", perguntou a rainha. "Ah, há muitos anos", respondeu Paul. "Há 40 anos", replicou Ringo e todos riram. "Foi você que começou o grupo?", perguntou a rainha para Ringo, e ele lhe disse que os outros haviam começado, "Eu sou o caçula".

A rainha usava um vestido de delicada nuança dourada e o salão estava decorado em tons de creme e ouro, seis grandes lustres pendiam do teto e havia um órgão em um dos cantos. A banda da Guarda Real discretamente tocou trechos de "Humoresque" e "Bitter Sweet", o que Paul mais tarde descreveria como "agradável entretenimento". Lorde Cobbold, camareiro-mor do Palácio de Buckingham, chamou os Beatles. Eles deram um passo à frente e fizeram uma reverência. A rainha cumprimentou-os, conversou com cada um deles e entregou-lhes a comenda. Eles, então, voltaram para seus lugares e fizeram outra reverência. Paul descreveu a rainha como "Adorável Maravilhosa! Ela foi muito atenciosa, parecia uma mãe".

Durante a cerimônia, 189 pessoas foram homenageadas, seis delas como "Cavaleiros do Império Britânico". A comenda recebida pelos Beatles por serviços prestados ao país é a de menor importância entre as cinco classes da ordem de cavalaria - "A Excelente Ordem do Império Britânico". Entre os 126 títulos nobiliárquicos britânicos, o recebido pelos Beatles está classificado em 120º lugar, e é o que tem o maior número de agraciados.

Fora do palácio, 4 mil fãs enlouquecidos se descabelavam e gritavam "Yeah, Yeah, Yeah", e acabaram entrando em confronto com a polícia, que conseguiu afastá-los, mas não pôde impedi-los de subir nos postes e portões ao redor de Buckingham. Após a cerimônia, houve uma coletiva de imprensa no bar do Saville Theatre, durante a qual os Beatles falaram sobre a comenda e os protestos que se seguiram à sua indicação.

No dia 25 de novembro de 1969, John Lennon devolveu ao Palácio de Buckingham, a comenda que recebeu anos antes junto com os outros Beatles. Em janeiro de 2009, a insígnia foi encontrada junto com a carta que ele escreveu para justificar sua posição: "Sua majestade, estou devolvendo minha MBE em protesto contra o envolvimento da Grã-Bretanha no lance Nigéria-Biafra, contra nosso apoio à guerra do Vietnã e contra a queda nas paradas de 'Cold Turkey'. Com amor, John Lennon". O próprio Lennon e seu motorista Les Anthony foram ao palácio fazer a entrega. Por mais de 40 anos, a insígnia ficou guardada num armário do Palácio de St. James, onde fica a Chancelaria Central das Ordens de Cavaleiros. Um informante do palácio disse ao jornal "The Times" que o destino da insígnia deverá ser determinado pela viúva do ex-Beatle Yoko Ono. Se ela reiterar a recusa do marido, a condecoração poderá ir para um museu.

Esse vídeo que a gente confere agora, é sensacional. Os Beatles esbanjam charme e bom humor durante entrevista depois de serem condecorados. Vale à pena ver até o final. Ora, são só 7 minutos e pouco!

THE BEATLES EM ALEMÃO. ES IST WEICH? (É MOLE?)

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1964. Os Beatles e toda sua equipe estavam na França. Logo depois, partiriam para a excursão pela Alemanha. A gravadora Electrola Gesellschaft, a EMI alemã, insistiu que eles não venderiam nada naquele país, a não ser que cantassem em alemão. Os rapazes acharam isso uma grande tolice, assim como George Martin, que só concordou com a proposta para não dar à Electrola nenhum motivo para não se empenhar para vender os compactos da banda. Martin conseguiu convencer os Beatles a regravarem "She Loves You" e "I Want To Hold Your Hand" em alemão. A gravadora alemã contratou uma pessoa para traduzir as letras e estar presente durante as gravações, de forma que a pronúncia dos rapazes não soasse tão artificial. Em 27 de janeiro de 1964, George Martin compareceu ao estúdio no horário marcado para a gravação, mas os Beatles não. Após uma hora de espera - o que não era incomum -, telefonou para o George V Hotel e Neil Aspinall disse que eles haviam pedido para avisá-lo que não iriam à gravação, "Estou indo até aí para dizer-lhes exatamente o que acho disso", respondeu o produtor, furioso. Pouco depois, invadiu a sala de estar da suíte dos Beatles e se deparou com uma cena saída diretamente de Alice no País das Maravilhas: "John, Paul, George, Ringo, Neil Aspinall e Mal Evans, estavam sentados ao redor de uma grande mesa, e Jane Asher, como Alice, com seus longos cabelos dourados, servia-lhes chá. Logo que entrei, todos eles desapareceram, correndo em todas as direções, escondendo-se atrás dos sofás, das almofadas, do piano... 'Seus desgraçados!', esbravejei, 'pouco me importa se vocês vão ou não gravar o disco, o que, realmente importa é a sua grosseria!'", disse George Martin. Os Beatles, com o “rabo entre as pernas” foram para o estúdio. Assim, “I Want To Hold Your Hand” virou "Komm, Gib Mir Deine Hand", e “She Loves You”, virou "Sie Liebt Dich", que a gente confere agora.


PAUL McARTNEY - UM RECORDE NO GUINESS BOOK

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Em mais de cinco décadas de carreira, Paul McCartney colecionou todos os recordes. É a personalidade da música mais citada no Livro dos Recordes, com 22 recordes registrados, sendo 16 da época dos Beatles, o grupo que mais vendeu discos em todos os tempos. Os outros recordes são de sua carreira solo, como o recorde de maior público pagante em um concerto de rock em estádio, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1990, quando Paul reuniu mais de 184 mil fãs no Estádio do Maracanã.
Segundo o Guiness, são 60 discos de ouro (entre 45 discos lançados) e 200 milhões de álbuns e singles vendidos. Paul emplacou nada menos do que 32 singles no 1º lugar da Billboard. Dificilmente haverá outro artista capaz de carregar números tão altos. Estima-se que sua “Yesterday” – o único grande sucesso dos Beatles escrito por Paul, segundo John Lennon em sua canção “How Do You Sleep” – já recebeu em torno de 2.500 versões. E mais de 8 milhões de execuções somente nas rádios e emissoras de TV dos Estados Unidos.

JOHN LENNON - SHAVED FISH

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Em 1976, quando comprei o meu "Shaved Fish", a 1ª coletânea lançada por John Lennon, achei que tinha jogado meu dinheirinho fora. Na época, eu só tinha os Lps "Help!" e "Os Reis do Ié, Ié, Ié" e queria começar a conhecer as canções de John em sua carreira solo (só conhecia "Imagine"). Detestei. Achei quase todas aquelas músicas "estranhas" e quando ouvi "Cold Turkey" pela 1ª vez, levei até um susto. Aquele cara que dava aqueles berros horríveis não poderia ser o mesmo John Lennon cuja imagem que tinha dele era a de "Help!". Então passei a ouvir o disco de noite, de dia e toda hora que eu podia. Até que comecei a gostar. Logo depois, comprei o "Mind Games" e o "Walls And Bridges", eu roubei. Ê, tempinho bom!

Shaved Fish foi o sétimo álbum de John Lennon, lançado no dia 24 de outubro de 1975, pela a Apple Records. É uma compilação de singles, abrangendo todos os compactos que foram lançados nos Estados Unidos como artista solo, com excepção de "Stand By Me", retirado do álbum Rock'n'Roll. A única coletânea solo lançada durante a sua vida, foi um sucesso comercial, atingindo ótimas colocações tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos, recebendo finalmente disco de platina. A compilação, toda escolhida por ele, inclui muitos dos sucessos mais populares dos álbuns de Lennon, cinco dos quais ainda não tinham aparecido em nenhum álbum, apenas como singles. Oito deles ficaram no Top 40 na parada da Billboard. Várias das fitas master não estavam disponíveis para a compilação e overdubs foram usados, alguns com fadeouts mais curtos. Seu lançamento ocorreu menos de duas semanas após a resolução do litígio de longa duração que permitiu que Lennon pudesse ficar nos Estados Unidos.
O nome do álbum se origina do "katsuobushi" comida japonesa, uma espécie de peixe seco. A capa foi desenhada por Roy Kohara e tem alguns excelentes desenhos de Bryan Michael para ilustrar cada música.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

QUEENIE EYE - OFFICIAL VIDEO - SENSACIONAL!!!

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Depois de divulgar um teaser protagonizado por Johnny Depp, Paul McCartney liberou, ontem, quinta-feira, o clipe da música 'Queenie Eye', single do recém-lançado álbum 'New'. Além de Depp, o vídeo é estrelado por outras diversas celebridades da música, cinema, moda e artes. O filme começa com Paul tocando a música, ao piano, em um estúdio vazio. No entanto, o local vai recebendo a presença dos artistas curtindo a música, cada um a seu jeito. O primeiro a aparecer é Depp, sentado no chão, encostado no piano - justamente a cena divulgada no teaser. A partir daí a tela recebe nomes como Jude Law, Meryl Streep, Sean Penn, Jeremy Irons, Gary Barlow, Lily Cole, Chris Pine, Tom Ford, Alice Eve e Tracey Ullman. Por fim, o estudio vira um grande festa, com ninguém menos do que Kate Moss dançando em cima do piano. Um vídeo dos bastidores da gravação também foi divulgado no site oficial do cantor. Por ele, dá para saber que todos os artistas que aparecem no clipe passaram em algum momento pelos famosas estúdios de Abbey Road, em Londres. Alguns artistas ainda dão depoimentos sobre o que Paul representa para eles e de como foram as filmagens. Além do novo vídeo clipe, Paul McCartney tem suado a camisa para divulgar seu novo álbum, 'New'. Já fez dois shows surpresa para apresentar aos fãs as canções, um no bairro Convent Garden, em Londres, e outro na Times Square, em Nova York.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

THE BEATLES - DAY TRIPPER / WE CAN WORK IT OUT

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"Day Tripper" é uma canção dos Beatles, lançada como compacto com duplo lado A. O outro lado é outro clássico: "We Can Work It Out". Ambas as canções foram gravadas durante as sessões para do álbum Rubber Soul. O single chegou ao topo das paradas britânicas onde ficou por 5 semanas seguidas e a canção chegou a número cinco na Billboard americana em janeiro de 1966. O riff da canção é um dos mais reconhecidos na história da música popular. "Day Tripper" foi escrita sob pressão quando os Beatles precisavam de um novo single para o natal de 1965. John Lennon escreveu a maior parte da letra e a base do solo de guitarra e criou o riff que depois admitiria ser derivado de "I Feel Fine". Paul ajudou com os versos e sua linha de baixo foi inspirade em "Oh Pretty Woman" de Roy Orbison. A canção faz referências quase claras sobre o uso de drogas. John Lennon e George Harrison já estavam tomando ácido desde o verão quando foram apresentados ao LSD por um dentista londrino. A partir daí, John confessou que "tomava LSD o tempo todo". "Day Tripper" era um típico jogo de palavras de John., que queria refletir sobre a influência da crescente cultura das drogas. Era uma maneira de se comunicar com aquele que, ao contrário dele mesmo, não podiam se dar ao luxo de ficar quese constantemente entorpecidos. "É só um rock", comentou Lennon. "Quem viaja de dia são pessoas que fazem uma viagem diurna, não é? Geralmente de balsa ou algo assim. Mas (a canção) era um pouco... 'você é só um hippie de fim de semana'. Entendeu?". 
A música fala sobre uma garota que engana o narrador. A descrição oblíqua da garota com uma "big teaser" (provocadora) era uma sabida referência ao termo "prick teaser" (provocadora de pênis), expressão usada pelos ingleses para se referir a mulheres que dava em cima dos homens sem a intenção de fazer sexo. "Day Tripper" foi lançada tanto na Inglaterra como nos EUA como single lado A duplo com "We Can Work It Out". Foi a música mais popular na Inglaterra em 1966 permanecendo várias semanas em primeiro lugar. Mas nos EUA seu auge foi a quinta colocação. Os Beatles declararam posteriormente que "We Can Work It Out " era a opção inicial deles para lado A. Confira alguns do nomes que já regravaram Day Tripper: The Jimi Hendrix Experience, Mae West, Otis Redding, Sergio Mendes & Brasil '66, Anne Murray, Whitesnake, Electric Light Orchestra, James Taylor, Cheap Trick, Sham 69, Yellow Magic Orchestra, Daniel Ash, Gene Wooten, Ocean Colour Scene, Tok tok tok, Ian Hunter, The Punkles, Tommy Shaw, David Cook, Bad Brains, Type O Negative, Lulu, Nancy Sinatra, Fever Tree, Budos Band, J. J. Barnes, Ramsey Lewis.

Em outubro de 1965, enquanto os Beatles gravavam Rubber Soul, Jane Asher decidiu entrar para o British Od Vic Company, o que significava uma mudança de Londres para o oeste da Inglaterra. A partida dela irritou Paul McCartney e causou a primeira grande crise na relação do casal. Como suas canções sugeriam, a noção de McCartney de uma boa mulher na época era a de alguém que conseguia ficar feliz simplesmente por estar ao lado dele. O ponto de vista de Jane era incomum para a época. Ela não estava satisfeita em ser a namorada de uma estrela do rock. Era uma mulher de boa educação, com idéias próprias, e queria, acima de tudo, estabelecer-se profissionalmente. 
Em "We Can Work It Out ", Paul não tenta entrar no mérito da questão, ele simplesmente pede que sua garota veja as coisas pelo lado dele, porque acredita que está certo; e ela, errada. Era típico de Paul, diante do que poderia ser o fim de um relacionamento. Ele não se recolhia para o seu quarto chorando, emergia com uma mensagem positiva "We Can Work It Out" - Nós podemos resolver Isso. A música foi gravada na casa de Paul em Heswall, Cheshire. O som de órgao foi acrescentado em estúdio como uma decisão posterior, e George Harrison sugeriu então mudar o bridge para o tempo de valsa. "We Can Work It Out" é amplamente interpretada como uma canção que faz referência a lutas internas dos Beatles como banda e como amigos, muito em particular entre Lennon e McCartney. Foi gravada em 20 de outubro de 1965, quatro dias após Day Tripper. Os Beatles passaram quase 11 horas trabalhando esta canção, o que a tornou a mais longa sessão de estúdio até aquele ponto. "We Can Work It Out" foi primeiro lugar tanto na Inglaterra como nos Estados Unidos.

THE BEATLES - TCKET TO RIDE - 2013

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Usada em Help! Durante as cenas na neve austríaca, ela foi lançada como single em abril de 1965 e já tinha chegado ao topo das paradas na Inglaterra e nos EUA quando o filme saiu. Paul confessou ao seu biógrafo Barry Miles que, embora houvesse sido considerada absurda na época, a sugestão de alguns fãs americanos de que a canção se referia a uma passagem da British Railways para a cidade de Ryde, na ilha de Wight, estava parcialmente correta. Betty Robbins, prima de Paul, e o marido dela, Mike, gerenciavam o Bow Brás na Union Street, Ryde, e Paul e John os tinham visitado lá. Apesar de a música ser essencialmente sobre uma garota que some da vida do narrador, eles estavam conscientes do potencial do duplo sentido.

Don Short, jornalista que tinha viajado extensivamente com os Beatles no início dos anos 60, ouviu de John que a expresso tinha mais um sentido. “As garotas que trabalhavam nas ruas de Hamburgo precisavam ter uma ficha médica limpa para que as autoridades de saúde dessem a elas um cartão declarando que não tinham nenhuma doença venérea”, conta Short. “Eu estava com os Beatles quando eles voltaram a Hamburgo em junho de 1966. Foi lá que John me contou que havia cunhado a expressão ‘a ticket to ride’ para falar desses cartões. Ele podia estar brincando – era sempre preciso ter cuidado com o que John dizia.”

"Ticket To Ride" foi escrita por John e Paul como um single e descrita por John como "uma das primeiras gravações de heavy metal já feitas". Embora suas asas tenham sido cortadas por “You Really Got Me” dos Kinks na disputa, foi a primeira faixa dos Beatles a ter um riff insistente e alongado sustentado por uma forte bateria e a trazer um fade-out com uma melodia alterada.

A PEDIDOS - THE BEATLES - I'M HAPPY JUST TO DANCE WITH YOU

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John e Paul escreveram “I’m Happy Just To Dance With You" para George cantar no filme "para dar um pouco de ação para ele". A cena foi filmada no palco no ScalaTheatre, em Londres. Como o membro mais novo dos Beatles, George vivia na sombra de Paul e John. Quando começou a compor as próprias músicas, manifestava descontentamen¬to com o fato de poucas delas serem levadas em conta para os álbuns. John ficou igualmente magoado em 1980 quando George publicou sua biografia í Me Mine sem fazer nenhuma menção à sua influência nas composições. Paul admitiu que 'Tm Happy Just To Dance With You" era uma "música que seguia uma fórmula".

CONCERTS FOR THE PEOPLE OF KAMPUCHEA

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Em 1979, entre os dias 26 e 29 de dezembro, Paul McCartney organizou os espetáculos em ajuda à UNICEF e aos refugiados do Camboja (Concert For The People Of Kampuchea). Participaram dos shows (todos em Londres), os Wings, Queen, The Who, The Pretenders, The Clash, Elvis Costello, Ian Dury & the Blockheads, The Clash, Rockpile, Dave Edmunds, Nick Lowe, Robert Plant, entre outros. Logo depois, Paul e seus Wings partiram para uma turnê ao Japão, onde Paul McCartney foi preso ao desembarcar no aeroporto por porte de maconha (220g). Ele ficou preso por nove dias antes de ser deportado do país. O incidente marcou o fim dos Wings. Em compensação, no mesmo ano, o Guinness, Livro dos Recordes declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos.
01- Baba O'Riley (Townshend) - The Who 5:12
02- Sister Disco (Townshend) - The Who 5:16
03- Behind Blue Eyes (Townshend) - The Who 3:36
04- See Me, Feel Me (Townshend) - The Who 5:49
5 The Wait (Hynde, Fandon) - The Pretenders 3:28
6 Precious (Hynde) - The Pretenders 3:2393,
7 Tattooed Love Boys (Hynde) - The Pretenders 3:18
8 The Imposter (Costello - Elvis Costello & The Attractions 2:10
9 Crawling from the Wreckage (Parker) - Rockpile 3:02
10 Little Sister (Pomus, Sherman) - Rockpile With Robert Plant 3:33
11 Now I'm Here (May) - Queen 6:49
12 Armagideon Time (Bennett) - The Clash 4:15
13 Hit Me With Your Rhythm Stick (Dury, Jankel) - Ian Dury and the Blockheads 4:30
14 Monkey Man (Hibbert) - The Specials 2:26
15 Got to Get You into My Life (Lennon & McCartney) - Paul McCartney & Wings 2:57
16 Every Night (McCartney) - Paul McCartney & Wings 4:17
17 Coming Up (McCartney) - Paul McCartney & Wings 4:08
18 Lucille (Collins, Penniman) - Rockestra 3:03
19 Let It Be (Lennon & McCartney) - Rockestra 4:12
20 Rockestra Theme (McCartney) - Rockestra 2:30
 ROCKESTRA: Piano: Paul McCartney - Keyboards: Linda McCartney, Tony Ashton, Gary Brooker - Guitars: Denny Laine, Laurence Juber, James Honeyman-Scott, Dave Edmunds, Billy Bremner, Pete Townshend, Robert Plant - Bass: Paul McCartney, Bruce Thomas, Ronnie Lane, John Paul Jones - Drums/Percussion: Steve Holley, Kenney Jones, Tony Carr, Morris Pert, Speedy Acquaye, John Bonham - Horns: Howie Casey, Steve Howard, Thaddeus Richard, Tony Dorsey - Vocals: Paul McCartney, Linda McCartney, John Paul Jones, Ronnie Lane, Bruce Thomas e Robert Plant.

O BAÚ DO EDU - IMAGEM DO DIA - MACCADONALD'S

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PAUL McCARTNEY LANÇA TEASER DE "QUEENIE EYE"

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O ator Johnny Depp estrela o teaser do clipe do novo single de Paul McCartney, “Queenie Eye”. No vídeo de um minuto, o ator aparece sentado no chão ouvindo a música. O teaser foi gravado no Estúdio 2 da Abbey Road e, ao final, mostra as barras iluminadas que estampam a capa do disco New, no qual está a faixa. Supõe-se que Depp estrela o clipe e boatos dão conta de que ele não é a única celebridade: Meryl Streep, Chris Pine, Jude Law e Kate Moss também fazem parte do trabalho.


JOHN LENNON - JEALOUS GUY

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Bem meus queridos amigos todos! Depois de completadas duas semanas consumindo quase 25 hora por dia, e ainda acachapado com discão novo do Macca, finalmente consegui parar um pouco de ouvir e tentar voltar à essa vida mundana. A primeiríssima música que me veio à cabeça foi “Jealous Guy”, o clássico imortal de John Lennon. Acho que agora tudo volta ao normal. Desculpem a ausência desses últimos dias. Abração em todos! Quem quiser conferir novamente a postagem sobre “Jealous Guy”, publicada aqui no dia 12 de junho de 2013, o link é: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/06/john-lennon-im-just-jealous-guy.html


sábado, 19 de outubro de 2013

PAUL MCCARTNEY FAZ SHOW SURPRESA EM LONDRES

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Paul McCartney fez uma apresentação surpresa no centro de Londres ontem (sexta/18). O show gratuito, claro, foi para promover seu novo disco "New". Macca convocou seus fans pelo Twitter uma hora antes da apresentação, que ocorreu na hora do almoço. Ele se apresentou em um palco instalado em um caminhão. Essa apresentação ocorreu quase uma semana depois de ter feito a mesma coisa nos States, em Nova York. Cerca de 2.000 pessoas assistiram o artista apresentar quatro músicas durante 20 minutos. No fim do showzinho, McCartney aconselhou: "agora voltem ao trabalho".

NEW - O SENSACIONAL NOVO ÁLBUM DE PAUL McCARTNEY

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Desde de quando, em meados de abril ou maio, foi anunciado que o “novo” lançamento de Paul McCartney seria em outubro, como muitos fãs, tentei não criar expectativas. Mas certas coisas não têm como. Criei todas as expectativas do mundo e tinha certeza que não me decepcionaria. Ok, “Chaos And Creation” (2005) é legal, mas um disco difícil e triste. O seguinte “Memory Almost Full” foi massacrado pela crítica, como há vários anos não acontecia com McCartney, e mesmo os mais fiéis dos fãs torceram o nariz. No início de 2012, saiu o tal de “Kisses On The Bottom” que também não disse a que veio. Mas eu sabia (tinha certeza!) que o próximo seria um disco matador e mostraria ao mundo pop de novo, quem é o mais verdadeiro e autêntico “the Boss”.
Como sugere o título do álbum, Paul McCartney mostra um fôlego renovado nesse novo trabalho. Aos 71 anos, o velho Macca acertou em cheio quando se cercou de jovens produtores na gravação das novas músicas. Mark Ronson, conhecido por ter sido um os responsáveis pelo sucesso de Amy Winehouse, produz duas canções nesse novo trabalho, incluindo a faixa-título. O elenco de luxo conta ainda com Paul Epworth, que trabalha com Adele. Apesar do esforço em garimpar novas influências, Sir Paul McCartney não renega o seu passado. Muito pelo contrário. Em várias faixas, os arranjos remetem à sonoridade de uM quarteto de Liverpool. Giles Martin, filho do histórico produtor dos Beatles George Martin, também aparece entre os colaboradores do disco que chega hoje às lojas. "Fizemos algo realmente diferente com cada produtor. Passamos bons momentos de maneiras diferentes", disse McCartney para justificar ter escolhido profissionais de estilos tão diferentes.
Para os críticos, o resultado não decepciona e é surpreendente para quem ouve o álbum pela primeira vez. Nunca se sabe qual o estilo da próxima música. Essa impressão de estar ouvindo uma playlist aleatória é proposital. Nesse trabalho, o músico quis se divertir no estúdio e passar essa alegria para seus fãs. “Adoro ouvir música no carro. Você fica envolvido pelo som ao redor. Isso é maravilhoso”. Antenado com novas mídias, como as redes sociais, McCartney anunciou pelo twitter na semana passada um show surpresa em Times Square em Nova York. Na hora do almoço na quinta-feira passada, o ex-Beatle tocou quatro músicas do seu novo álbum. Na mesma semana, Paul McCartney já havia tocado para alunos de uma escola em Nova York.
Para nós, fãs tupinicas que nunca vamos conseguir entender certas coisas, “New” apareceu em duas versões. O CDzinho normalzinho, da capa mais vermelha, com 12 músicas e a edição de luxo com duas a mais. Pessoalmente, acho isso uma sacanagem. Também estará disponível em vinil. No seu site, Paul ensina como abrir o CD sem danificar a capa e a carta que ele escreveu sobre o novo trabalho. O próximo show de McCartney acontece em Osaka, no Japão, no próximo dia 12 de novembro. 
Gravado com a colaboração de quatro produtores - Giles Martin (filho de George Martin, produtor dos Beatles), Ethan Johns (filho de Glyn Johns, engenheiro de som que trabalhou com Paul nos Beatles e Wings), Mark Ronson (que gravou com Amy Winehouse) e Paul Epworth (responsável pelo estrondoso sucesso do álbum "21", de Adele) -, "New" mostra um McCartney bem diferente do que lançou "Kisses on the bottom". No novo trabalho, Macca está muito mais "moderno", embora tenha preferido usar apenas instrumentos vintage na gravação das canções, num clima que lembra bastante o seu projeto "The fireman", que rendeu o ótimo "Electric arguments" (2008). "Eu queria ver como era trabalhar com cada um desses produtores. Quando vi o que eles fazem, eu achei interessante, por razões diferentes. Paul Epworth, o primeiro com quem trabalhei, gosta muito de experimentar. Ele tem uma ideia e diz para você: "Por que não tentamos algo assim (imita o som de uma bateria)?". Então, fui para o piano, toquei algo parecido com o que ele sugeriu, e isso acabou se transformando na faixa de abertura do álbum ("Save us"). Esse é o método dele", contou Paul. "Já quando trabalhei com Mark Ronson, foi diferente. Ele pegou minhas canções e tentou fazer com que soassem da melhor maneira possível, o que é um método totalmente diferente de trabalho em relação ao Epworth, sem tanta improvisação. Ethan Johns é muito orgânico. Eu disse: "Tenho essa canção chamada ´Hosanna´, cantei para ele, e fomos juntos para o estúdio. Quando terminou, perguntei se estava tudo ok, se os vocais estavam bons. E ele disse: ´Perfeito!´. Era basicamente um take ao vivo. Giles já é interessante por outros motivos. Ele gosta de pegar uma canção, trabalhar nela, algo no estilo do que o pai dele fazia. É como um novo George Martin!". Na canção que dá nome ao disco, Paul diz que "podemos ser o que quisermos, podemos fazer o que escolhermos". Mas Paul McCartney pode fazer o que quiser? "Sim. Normalmente, as pessoas dizem que você não pode fazer isso ou aquilo por ser famoso, mas eu consigo", diz. "Vou ao cinema, como qualquer um. Adoro ver um filme novo. Eu sei que algumas pessoas que são tão famosas quanto eu não podem fazer isso, mas eu adoro ir ao cinema ou fazer compras, ir até a academia. As pessoas não me importunam. E, por outro lado, artisticamente eu tenho muita liberdade. O que é uma sorte. Então, a resposta é sim". Mas, se Paul tenta levar uma vida normal, alguns aspectos da fama ainda o incomodam. E, como detentor de uma história musical riquíssima, ele ainda se preocupa em dar a sua versão dos fatos. Na balada "Early days", por exemplo, ele deixa claro que fica incomodado quando as pessoas tomam por verdade histórias que não aconteceram. "A canção é na maior parte feita de lembranças sobre John (Lennon) e eu. Sou eu me lembrando do nosso início, andando pelas ruas de Liverpool com violões nos ombros. E a canção diz "You can´t take it away from me" (você não pode tirar isso de mim). São minhas lembranças. Alguns jovens jornalistas às vezes dizem: ´Isso foi assim´, e eu respondo: ´Não, você não estava lá´. Há momentos em que isso se torna um problema, porque as pessoas distorcem a realidade", afirma. "Para mim, por exemplo, na época dos Beatles ou Wings, eu trabalhava com um grupo de pessoas, e nós éramos iguais. Não importava quem tinha feito algo ou de quem foi tal ideia. Às vezes, a gente nem lembra quem fez o quê. Isso não importa. Mas, quando chega ao estágio de fazer uma análise, e escritores precisam fazer isso, senão provavelmente não teriam sobre o que escrever, isso se complica. Por exemplo, em um dos livros que eu li dizia: ´Paul fez essa canção em resposta a John na canção tal´. E eu pensei: ´Eu não fiz! Apenas escrevi. Não tem nada a ver com John ou outra pessoa´. É disso que falo, às vezes a realidade é distorcida". Outra grande e importante revelação é a de que o sempre sorridente e otimista Paul McCartney também sabe usar a tristeza como combustível para sua inspiração: "É bom ficar triste. Seria estúpido viver somente rindo. Quando você compõe, tristeza é sempre um bom elemento, mas também é bom poder rir e fazer piada sobre esses momentos. Às vezes, é preciso transformar dor em risada. Uma das coisas boas sobre os Beatles, Wings e sobre a minha banda atual é que nós rimos muito. Nós estamos rindo o tempo todo, mesmo quando passamos por algum momento difícil. Nem sempre as coisas são fáceis. É a condição humana". "New" chega como um apanhado de tudo o que Paul já fez em sua carreira, já que é difícil ser totalmente novo para quem já gravou tantas coisas em tantos estilos. Em determinado momento, o músico - que, pela primeira vez, ontem, respondeu a perguntas de fãs via Twitter - parece ainda muito preocupado com o futuro e com o que ainda tem para produzir, e não apenas com o passado glorioso: "Uso o passado e as emoções que senti frequentemente na minha música, mas não acho que seja o único. Acho que muita gente faz isso, e é bom. É claro que há canções das quais acabo me esquecendo, e aí fica perigoso a gente acabar se repetindo. Nessas horas, o jeito é confiar nos amigos e perguntar se algo lhes soa familiar. De vez em quando, um se vira para você e diz: ´Adorei isso, mas você já usou na canção tal...´. Não tem como ser diferente". Mas o passado não é o único alvo de Paul, assim como a aposentadoria não faz parte de seus planos. Com uma agenda que ainda inclui mais entrevistas, festas de audição das 12 faixas do disco e uma apresentação em um novo programa da BBC, o que esperar de Paul McCartney no futuro? "Mais música! Eu tinha mais canções do que precisava para este álbum, e quando tiver tempo para revisitar algumas dessas músicas que eu não gravei, vamos ter uma outra safra de novas canções", prevê Paul, que deixa claro que está longe de dizer adeus aos palcos ou às gravações.
Agora é que vem o bom mesmo! O "NEW" todinho, com as 14 músicas da edição de luxo. Absolutamente imperdível! Bonfim de semana para todos vocês, Beatle People!

THE BEATLES - I'M DOWN ON THE GROUND - SENSACIONAL

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THE BEATLES - O BAÚ DO EDU - 12/10/2013

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

ALL THINGS MUST PASS - SENSACIONAL!

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CHUCK BERRY - 87 ANOS DE PURO ROCK AND ROLL

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“Se você tentasse dar outro nome ao rock ‘n’ roll, você poderia chamá-lo de Chuck Berry” – John Lennon
John Lennon afirmou que uma das maiores emoções de sua vida foi apresentar-se ao vivo, na televisão americana em 1972, no programa de Mike Douglas, ao lado de Chuck Berry, que foi apresentado pelo ex-beatle como “my hero” - meu herói.
Charles Edward Anderson Berry veio para este mundo no dia 18 de outubro de 1926, em Saint Louis, Missouri. Chuck Berry, é compositor, cantor e guitarrista. É apontado por muitos como o "verdadeiro" pai do rock and roll. Foi eleito pela revista Rolling Stone o 5º maior artista da música de todos os tempos. Berry foi influenciado por Nat King Cole, Louis Jordan e Muddy Waters, que acabaria o apresentando a Leonard Chess, da gravadora Chess. Enquanto ainda existem controvérsias sobre quem lançou o primeiro disco de rock, as primeiras gravações de Chuck Berry, como "Maybellene", de 1955, sintetizavam totalmente o formato rock and roll, combinando blues com música country e versos juvenis sobre garotas e carros, com dicção impecável e diferentes solos de guitarra.
A maioria de suas gravações mais famosas foram lançadas pela Chess Records, com o pianista Johnnie Johnson, o baixista Willie Dixon e o baterista Fred Below. Juntamente com o guitarrista Berry, eles se tornaram o sumário de uma banda de rock. Durante sua carreira ele gravaria tanto baladas românticas (como "Havana Moon") quanto blues ("Wee Wee Hours"), mas foi no recém-nascido rock que Berry ganhou sua fama. Ele gravou mais de trinta sucessos a aparecerem no Top Ten, e suas canções ganharam versões de centenas de músicos de blues, country e rock and roll. Entre seus clássicos podemos citar "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen", "Route 66", "Memphis, Tennessee", "Johnny B. Goode" (que possui provavelmente a mais famosa introdução de guitarra da história do rock), "Nadine", entre outras.

Quando jovem, Berry passou três anos em um reformatório por tentativa de assalto. Mas acusação pior viria em 1959, quando ele convidou uma índia apache de 14 anos que havia conhecido no México para trabalhar em seu clube noturno em St. Louis. A garota acabaria sendo pega pela polícia, assim como Berry, que foi acusado de entrar com uma menor nos limites do estado com propósitos sexuais. Ele foi condenado a cinco anos de prisão e multado em 5,000 dólares. Chuck foi solto em 1963, mas seus dias de glória ficaram para trás. Mesmo assim ele ainda obteve sucessos com "You never can tell" e "No particular place to go", lançada em 1964. Em 1966 ele gravou pelo selo Mercury Records uma compilação de todos os seus sucessos, utilizando técnicas mais modernas de gravação. A partir de então, Chuck Berry raramente voltaria a lançar músicas novas, preferindo capitalizar para si o sucesso que suas canções clássicas tinham junto ao público.


Como exemplo de sua influência profunda, podemos lembrar das bandas inglesas dos anos 60. The Beatles, Animals, Rolling Stones, entre outros, regravaram suas músicas. Os Rolling Stones literalmente basearam seu estilo de tocar rock 'n' roll no dele. Quando Keith Richards premiou Berry no Hall da Fama, disse: "É difícil pra mim apresentar Chuck Berry, porque eu copiei todos os acordes que ele já tocou!"