quarta-feira, 30 de abril de 2014

O SORTEIO DA REVISTONA É HOJE!!! BOA SORTE EVERYBODY!

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Durante todo o mês de abril, em comemoração aos 50 anos de "A Hard Day's Night", quem participou com seus comentários está concorrendo a um exemplar zerado (ainda lacrado) da super-revista "The Beatles - O Guia definitivo", de 98 páginas, acabamento lombada, capa plastificada e miolo em papel couchê. Mas atenção, os comentários são cumulativos, ou seja, se você fez 1, seu nome aparecerá uma vez no sorteio. Se fez 20, vinte vezes. Vamos lá, Ainda dá tempo! participem! Afinal, não é todo dia que se ganha uma revista como esta sem despesa alguma. A promoção se encerra hoje, dia 30 às 18h. Boa sorte a todos! Confira aqui se você está participando:
Matheus Felizari, Fábio Simão, Camis, João Carlos, Márcio Pereira Francisco Gomes, Júlio César Filho, Tamires, Léo Blogger, Valdir Junior, Elaine Oliveira, Alex Ferreira, Pedro Paulo Fonseca, Bob Ferreira, Pedro RBC, Anderson Sant’Anna Fernandes, Leonardo Piccioni, José Roberto Sauaia, Terra Vermelha Cultural e Roberto Castello.
Agora a gente fica com os Beatles quebrando o pau na França com “I’m a Loser. Sensacional!


  

terça-feira, 29 de abril de 2014

THE BEATLES ON READY STEADY GO! 1964

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Edição especial das três aparições dos Beatles, que foram ao ar em abril de 1964 no programa Ready Steady Go. Várias performances raras, como It Won't Be Long, Kansas City, She's a Woman e I Feel Fine, entre outras. Destaque para as legendas em português nas entrevistas e em inglês nas músicas. Destaque ainda maior para os Extras, que trazem os clipes dos programas com som estéreo, e montados em seqüência. Retirado de LD, 7o minutos, preto e branco. Infelizmente, fora de catálogo. Com sorte, pode-se encontar à venda na internet, num submarino desse da vida.

O MUSEU DE CERA DE MADAME TUSSAUD

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O Museu Madame Tussauds é, sem dúvida, o mais famoso museu de figuras de cera do mundo. Possui a maior coleção de figuras de celebridades do mundo artístico e personalidades históricas, como os Beatles e Gandhi. A sede principal está em Londres, mas também existem mais 13 filiais em Nova York, Washington, Las Vegas, Hollywood, Berlim, Amsterdam, Hong Kong, Shanghai,Blackpool, Sydney, Viena, Bangkok e Tókio.
Marie Tussaud nasceu 07 de dezembro de 1761, em Estrasburgo, na França. Seu pai, foi morto na Guerra dos Sete Anos faltando apenas dois meses para a menina nascer. Sua mãe, a levou para Berna, onde trabalhou como governanta para o Dr. Philippe Curtius (1741-1794), um médico e um escultor de cera que Marie chamaria de seu tio. Curtius inicialmente usou o seu talento para a modelagem de cera para ilustrar a anatomia. Mais tarde, começou a fazer retratos. Curtius mudou-se para Paris em 1765 para criar seu atelier “cabinet de portraits en cire”. No mesmo ano, fez uma estátua de cera da última amante de Louis XV, Madame du Barry. Um ano depois, Tussaud e sua mãe juntaram-se a ele em Paris. A primeira exposição de bonecos de cera de Curtius foi em 1770 e atraiu uma grande multidão. Foi Curtius que ensinou a Tussaud a arte de modelar cera. Ela mostrou talento para a técnica e começou a trabalhar para ele como profissional. Em 1777, ela criou a sua primeira figura de cera, Voltaire. Em Paris, Tussaud envolveu-se na Revolução Francesa e retratou figuras importantes, incluindo Napoleão Bonaparte. A partir de 1780 até a Revolução de 1789, Tussaud já havia criado retratos das mais famosas celebridades como Benjamin Franklin. Nessa época, já havia conquistado a família real e foi viver em Versalhes. Foi presa durante o reinado do terror, e sua cabeça estava já estava raspada, em preparação para a guilhotina. No entanto, graças ao apoio de Collot d'Herbois para Curtius e sua família, ela foi liberada. Tussaud passou então a fazer máscaras mortuárias das vítimas da guilhotina, incluindo alguns da Revolução como Luís XVI , Marie Antoinette , Marat e Robespierre. Quando Curtius morreu em 1794, deixou a sua coleção de obras de cera para Tussaud. Em 1795, ela se casou com François Tussaud, e tiveram dois filhos, Joseph e François. Em 1802, Tussaud foi para Londres para apresentar sua coleção de retratos a convite de Paul Philidor, no Lyceum Theatre, Londres. Ela não se saiu particularmente bem financeiramente, pois Philidor tomou metade de seus lucros. Como resultado da Guerras Napoleônicas, Tussaud foi incapaz de voltar para a França, e viajou com sua coleção por toda a Grã-Bretanha e Irlanda. Em 1835, ela fez sua primeira exposição permanente em Baker Street, no piso superior do "Baker Street Bazaar". Em 1838, ela escreveu suas memórias. Quatro anos depois, ela fez um auto-retrato, que agora está em exibição na entrada de seu museu. Algumas das esculturas originais feitas por Tussaud ainda existem e resistem até hoje. Ela morreu enquanto dormia em Londres, no dia 16 de abril de 1850 com 88 anos.
 
Em 1967, quando o mundo começava a olhar para a cultura pop, de uma forma mais significativa, foi que o Museu Madame Tussauds realmente ganhou fama mundial, ao aparecer na capa do álbum mais famoso e celebrado do mundo: o “Sgt, Pepper’s”, dos Beatles.

Na época em que Peter Blake estava preparando a capa do álbum Sgt. Pepper’s, O Museu Madame Tussauds alugou nove figuras que aparecem na capa: Sonny Liston (1), os quatro Beatles, feitos especialmente (2), Dr. David Livingstone (3), George Bernard Shaw (4), Lawrence da Arábia (5) e Diana Dors (6).

Visite o site oficial: http://www.madametussauds.com/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

LOVE ME DO — 50 MOMENTOS MARCANTES DOS BEATLES

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Ao fim da leitura do livro Love me do — 50 momentos marcantes dos Beatles, a grandiosidade do grupo, exaltada inúmeras vezes ao longo das páginas, não se limita a 50 momentos memoráveis. Mas a difícil tarefa realizada pelo escritor e jornalista Paolo Hewitt cumpre a cronologia, despertando no leitor a curiosidade e exclamações de surpresa ao deparar-se com a riqueza de detalhes, como a descrição da cena do primeiro encontro do grupo com o cantor Elvis Presley. Logo nos capítulos iniciais, tem-se a impressão de que o autor esteve onipresente no cotidiano da banda, o que camufla o fato de ser mais um livro sobre os garotos cabeludos de Liverpool.
“Sempre quis escrever uma biografia da banda, mas, como há tantas por aí, deixei de colocar em prática o projeto. Foi somente com o aniversário de 50 anos chegando que vi uma forma de fazê-la”, revela o escritor em entrevista ao Correio. Hewitt aproveitou a data comemorativa para fazer algo diferente. Auxiliado pelos amigos Mark Lewinson, o maior expert do mundo em Beatles, e o escritor Simon Wells, selecionou os 50 eventos mais marcantes dos Beatles.
Hewitt levou um ano para escrever o livro. Realizou uma pesquisa detalhada para montar um caleidoscópio de relatos sobre a banda mais famosa do mundo. “Em 1963, aos 5 anos, ouvi Os Beatles pela primeira vez. Na minha adolescência, li e colecionei vários livros sobre a banda. Assisti a muitos documentários. Com os anos, quando comecei a escrever o livro, tinha uma boa coleção pessoal. Também visitei a British Library e ainda li muitos outros livros sobre eles”, conta o autor. Sob olhares diversos de quem escreveu e conviveu com o grupo, Hewitt constrói a personalidade de John, Paul, de George e de Ringo. O jornalista faz questão de trazer o contexto das falas e ainda realiza análise do que foi dito quando necessário. Juntou cada pedaço esquecido da história dos Beatles em biografias e reportagens para escrever a sua versão.
“Tão fascinantes hoje em dia quanto no auge, na década de 1960, os Beatles estarão para sempre enraizados na cultura popular mundial. Sua influência se espalhou por gerações de fãs e músicos e ecoa ainda hoje, mais de 50 anos após o lançamento de seu primeiro compacto, “Love Me Do”, em 1962. Da infância na dura Liverpool pós-guerra, passando pelos anos mais loucos e chegando até a reunião dos integrantes da banda na década de 1990, Paolo Hewitt narra 50 momentos definidores da carreira dos Beatles — os bons, os maus e os feios.
Os comentários sagazes do autor exploram as proezas juvenis do grupo, o estilo de vida glamoroso, o encontro com astros como Bob Dylan e Elvis Presley, além de seu espantoso salto artístico, indo da simples “Love Me Do” à sofisticada “Tomorrow Never Knows” em apenas três anos. Lançando nova luz sobre a banda “mais popular que Jesus”, esta obra oportuna captura os momentos nos quais quatro figuras notáveis se uniram para criar algo realmente extraordinário.”

THE BEATLES - AROUND THE BEATLES

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William Shakespeare nasceu em 26 de Abril de 1564 e morreu em 23 de Abril de 1616. Foi poeta e dramaturgo inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. De suas obras restaram até os dias de hoje 38 peças, 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e diversos outros poemas. Suas peças foram traduzidas para os principais idiomas do globo, e são encenadas mais do que as de qualquer outro dramaturgo.

Muitos de seus textos e temas, especialmente os do teatro, permaneceram vivos até aos nossos dias, sendo revisitados com freqüência pelo teatro, televisão, cinema e literatura. Entre suas obras mais conhecidas estão Romeu e Julieta, que se tornou a história de amor por excelência, e Hamlet, que possui uma das frases mais conhecidas da língua inglesa: To be or not to be: that's the question (Ser ou não ser, eis a questão).


Em homenagem ao aniversário de 400 de Shakespeare, os Beatles gravaram a cena de "A Midsummer Night's Dream", para um especial de TV chamado "Around the Beatles". Exibido originalmente em 28 de abril de 1964, o esquete foi apresentado ao vivo com Paul e John, como os amantes do malfadado Píramo e Tisbe, respectivamente, com Ringo como o Leão e George como a Lua.

“A CRÍTICA E OS GRANDES SUCESOS DE...” - Por JOÃO CARLOS MENDONÇA

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A crítica musical brasileira não é tão ruim como se comenta. O que a tornou menos relevante atualmente, tem suas origens no início dos anos 70, como veremos. Mas como não reconhecer a competência e o profundo conhecimento de, por exemplo, José Ramos Tinhorão, cujo grande pecado é seu apego exacerbado ao passado e sua ojeriza às novidades, desde sempre? Sua especialidade é descobrir similaridades entre canções pops e obras do Renascimento ou de algum compositor erudito de séculos atrás. Fez muito isso contra o Tom Jobim. Outros especialistas dignos são o José Miguel Wisnik (excelente músico e escritor), Zuza Homem de Melo, Tárik de Souza, Ana Maria Baiana, nosso José Telles, o querido Nélson Mota e muitos outros. A verdade é que desde o aparecimento das grandes revistas de circulação nacional com seus críticos musicais, começaram a proliferar várias publicações especializadas em música pop nacional e estrangeira e, junto com elas, um sem número de jornalistas que em boa quantidade, se tornariam folclóricos até (para não dizer pior), que criaram certos paradigmas que para a grande maioria dos leitores e fãs, se tornou regras, leis. O engraçado é que poucos notavam que quase sempre esse pessoal se contradizia, se emaranhando nas próprias teias. Lembro bem que quando o “DOUBLE FANTASY” de Lennon/Yoko, tão logo foi lançado, um “mestre” do New York Times (salvo engano), caiu em cima. Chegou a dizer que John deveria ter permanecido aposentado, pois estava denegrindo toda sua obra anterior. Uma semana após o assassinato do ex-beatle, este mesmo jornalista escreveu que o disco era o melhor lançamento da década. Como à época os artistas usavam indumentárias “ripongas”, com longas madeixas e barbas de guru indiano, ai de quem fosse “bonito”! McCartney pagou caro por isso, mas quem sofreu às pencas foi o PETER FRAMPTON, coitado. O brilhante guitarrista, pianista, compositor e cantor, surpreendeu ao entrar nas paradas com um disco duplo ao vivo, “Frampton Comes Alive”, logo após deixar a obscura banda HUMPLE PYE. Um trabalho, hoje em dia, considerado antológico, porém a crítica foi impiedosa na ocasião: era “o cabelo do sovaco do cavalo do bandido”. Anos depois, careca e quietinho, saiu em excursão com David Bowie. Virou gênio, “guitar hero”. Outro pecado mortal era fazer sucesso de público e vendas. Chegar às paradas era algo ultrajante. A crítica adorava citar bandas e artistas que só ela conhecia, e que arrasavam, tocando num boteco do interior da Irlanda. Mas os caras só eram bons até algum produtor descobri-los e eles entrarem no “TOP TEN”. Milagrosamente viravam vendidos, lixo comercial. ELTON JOHN enquanto ralava como um discreto cantor/pianista era um “must”. Depois viraria o “cão do 7º livro”, quando “Your Song” e “Rocket Man” ganharam as rádios. Até os STONES, vistos como o “sagrado graal”, ousou com “ANGIE” ganhar disco de platina e... Pau neles! De fato, vivíamos um tempo em que muita gente boa e apreciada pelos “iniciados”, não tinha o espaço devido na mídia, enquanto muita baba e oportunistas de 3ª categoria monopolizavam o mercado, principalmente as trilhas de novelas, entretanto a crítica, que deveria saber separar o joio do trigo, parecia absurdamente reducionista: saiu-se bem? Então pau no lombo. E como mentiam... Não me esqueço do Ezequiel Neves alardeando que a Scarlet Moon teria passado a noite com um segurança de Bob Dylan. A sedução teria lhe valido uma exclusiva (entrevista, fique claro) com o mestre compositor. Outro fato mais que risível foi quando um crítico renomado então malhou Caetano pela pobreza dos versos de um trecho de “SÃO JOÃO, XANGÔ, MENINO”. Os versos? “olha pro céu meu amor/veja como ele está lindo”, escritos por Luiz Gonzaga/José Menezes. Na verdade, o baiano fez uma citação/homenagem ao Gonzagão. Discos do tipo “OS GRANDES SUCESSOS DE”, ou “O MELHOR DE” e coisas parecidas, eram severamente rejeitados e denegridos “sem choro nem velas”. Verdade que a grande maioria deles era produzida com intenções meramente comerciais, mas muitos funcionavam (e ainda funcionam), principalmente como “cartões de visitas” para aqueles que conheciam quase nada, ou mesmo nada, de um determinado artista ou grupo. Vale lembrar que nos primórdios do rock (e da MPB, blues, jazz, reggae etc.) as melhores e grandes canções daqueles gênios, eram lançadas em compacto-simples e “priu”. Passado o estouro, sumiam das prateleiras. Portanto, um álbum que reunisse todo aquele material era sempre bem-vindo. Afinal, quem não os tem? Contudo, os sacerdotes do bom gosto não aliviavam, adorando “fazer a cabeça” da molecada espinhenta e até de adultos. O supra-sumo da atuação desses portentosos especialistas se deu quando depois de 10 anos, McCartney saiu em excursão pelo mundo, reunindo seus sucessos solos com clássicos dos Beatles que jamais teria tocado ao vivo. Ao vir pela 1ª vez ao Brasil, foi “severamente criticado por ter feito isso”. Por sua vez, David Bowie, solicitou que os fãs enviassem suas listas com as músicas que gostariam de ouvi-lo executar e montou um excelente repertório de sucessos para rodar o mundo. Aqui chegando, logo após a apresentação (no mesmo período da visita de Paul) foi “severamente elogiado por ter feito isso”. Pela mesma revista, na mesma edição e pelo mesmo crítico. Coisas nossas... PS: “No Brasil, o sucesso é ofensa pessoal!” (TOM JOBIM). Por 
João Carlos Mendonça - abril/2014


domingo, 27 de abril de 2014

THE BEATLES - THIS BOY - SENSACIONAL!

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“This Boy” foi escrita por John e Paul em um quarto de hotel como um exercício de harmonia em três partes e fora inspirada, mais uma vez, por Smokey Robinson and The Miracles. George afirmou que em parte da música “John tentava imitar Smokey”. A letra, John afirmou, não era importante. O que interessava era o som e a harmonia. A harmonia era uma parte fundamental do trabalho dos Beatles, e a influência dos Everly Brothers fica especialmente evidente nessa música. Eles tinham se familiarizado com a harmonização em três partes cantando “To Know Her is To Love Her”, de Phil Spector, um sucesso de 1059 com The Teddy Bears. Dizer que a letra não é importante não era o mesmo que dizer que ela não tinha significado, porque mais uma vez John se retratava como rejeitado, esperando tristemente a retribuição de seu amor.

PAUL McCARTNEY - TOO MUCH RAIN - SAUDADE...

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GEORGE HARRISON - CLOUD NINE AO VIVO - SENSACIONAL!

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sábado, 26 de abril de 2014

THE BEATLES - NOWHERE MAN - SENSACIONAL!

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Nowhere Man" foi lançada no álbum Rubber Soul. John fez esta canção falando de si mesmo, numa crise não rara de autoconfiança. A primeira ideia era uma gravação só com os vocais, sem nenhum instrumento. No estéreo, as vozes ficaram num canal e os instrumentos no outro. A composição foi difícil, John conta que após horas escrevendo sem parar, sentiu que não seria capaz de completar mais uma canção para o álbum: “na verdade, eu tinha parado de tentar pensar em alguma coisa. Nada vinha, eu estava irritado e fui tirar um cochilo depois de desistir. Então pensei em mim mesmo como um homem de lugar nenhum fazendo planos por ninguém”.
Gravada em 21 e 22 de outubro, "Nowhere Man" pode ser considerada a primeira canção dos Beatles que não é sobre o amor. Ela marca o começo das reflexões mais abertamente filosóficas de John.
Sempre se presumiu que "Nowhere Man" fosse sobre uma pessoa específica (em seu livro sobre os bastidores de Hollywood, You'll Never Eat Lunch In ThisTown Again, Julia Phillips especula que tenha sido escrita sobre um empreendedor chamado Michael Brown) ou sobre um membro arquetípico da sociedade conservadora.
John afirmou ser ele mesmo o "homem de lugar nenhum" em questão. Disse que o desespero o havia levado a essa música depois de escrever sem parar por mais de cinco horas e sentir que não conseguiria completar mais uma música para o disco. "Na verdade, eu tinha parado de tentar pensar em alguma coisa", contou ao biógrafo dos Beatles Hunter Davies. "Nada vinha. Eu estava irritado e fui tirar um cochilo, depois de desistir. Então pensei em mim mesmo como o Homem de Lugar Nenhum — sentado na terra de ninguém."
Assim como “I’m a Loser” e "Help!", a música trabalhava a falta de autoestima de John e possivelmente também o fato de ele se sentir preso pelo seu casamento. No filme “Yellow Submarine”, o nowhere man aparece na simpática figura de Jeremy.

ABBA - THE WINNER TAKES IT ALL - BACANA!

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Há algum tempo, alguns amigos me perguntam se um dia o ABBA iria aparecer aqui no nosso blog preferido. Respondia que achava difícil, a não ser que fosse uma data significativa. Pois agora, no mês de abril de 2014, o ABBA está completando 40 anos de um fenômeno indescritível que aconteceu nos anos 70 e quem não viu não faz ideia. Muito bem, meus amigos, esse dia chegou. Com vocês: ABBA!
Em 6 de abril de 1974, um até então obscuro quarteto sueco chamado Abba vencia em Brighton (Inglaterra) a edição daquele ano do festival Eurovision, com a canção "Waterloo". O Eurovision nunca teve grande credibilidade junto à crítica e vencê-lo também não era uma garantia de sucesso. Ag-netha Fáltskog, Bjõrn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad, os integrantes do Abba, não eram novatos ou desconhecidos. Mas, quando as quatro forças se uniram, a história do pop foi praticamente reinventada. O Abba se tornou uma potência, vendendo milhões de discos e lotando estádios. Em 1982, eles se separaram oficialmente, e por várias vezes recusaram ofertas de milhões de dólares para voltar à atividade.
Assim como os Beatles, nos anos 60, diversos aspectos da cultura pop foram influenciados pelo Abba - a moda e as canções do grupo foram decisivas na narrativa de filmes como O Casamento de Muriel, Priscilla, A Rainha do Deserto e Mamma Mia! (este, baseado em uma peça de teatro inspirada nas músicas do Abba). Os 40 anos do quarteto serão celebrados nesse mês de abril, coincidindo com a vitória da banda no Eurovision. Na Suécia, o Abba Museum é parada obrigatória para os fãs dispostos a comemorar a data. Inaugurado em maio de 2013, o museu, localizado em Estocolmo, já é uma das principais atrações turísticas da cidade. Lá, é possível ver as vistosas vestimentas que os quatro usavam no apogeu na década de 1970, além de instrumentos, equipamentos, discos de ouro e muito mais.
Um dos elementos de que todos se lembram na memorável aparição do Abba no Eurovision em 1974 é a guitarra prateada em forma de estrela usada por Bjõrn Ulvaeus. Ela foi criada pelo artesão de guitarras Goran Malmberg e era peça única. O instrumento se perdeu com o tempo e se tornou o santo graal dos colecionadores do Abba. Com o sumiço do original, o jeito foi pedir a Malmberg que construísse uma réplica idêntica para que fosse exposta no museu. Malmberg explicou que, para criar o instrumento único, usou elementos da Gibson Flying V e da Fender Stratocaster.
O ABBA foi maior grupo sueco de música pop, integrado por Benny Andersson, Anni-Frid "Frida" Lyngstad, Björn Ulvaeus e Agnetha Fältskog. O nome "ABBA" é um acrônimo formado pelas primeiras letras de cada membro (Agnetha, Björn, Benny, Anni-Frid). O quarteto se formou em Estocolmo em 1972, mas só tiveram fama internacional depois de vencerem a edição de 1974 do Festival Eurovisão da Canção. Desde então, o ABBA ganhou popularidade empregando ritmos cativantes em suas canções, com letras simples e um som único, caracterizado pela harmonia das vozes femininas e da técnica wall of sound, efeito criado pelo produtor musical Phil Spector. Björn e Agnetha se casaram meses antes da formação do quarteto, enquanto Benny e Frida se casaram apenas em 1978; os quatro lidaram com obrigações artísticas ao mesmo tempo em que se ocupavam com suas novas famílias. Suas gravações tiveram um impacto comercial, fato que levou o grupo a tornar-se o artista mais bem sucedido da gravadora Universal Music Group, e ser a banda que mais vendeu discos em 1970.
No auge de sua popularidade, os dois casamentos foram dissolvidos e essas mudanças se refletiram em sua música, escrevendo letras mais profundas com um estilo musical diferente. O grupo experimentou um declínio comercial que provocou a decisão do fim do grupo, de modo que em dezembro de 1982 ocorria a última aparição do quarteto. Depois de um tempo fora do interesse público, na década de 1990 foram lançados vários álbuns de compilação que possibilitaram o retorno do grupo ao topo das paradas.
Atualmente, o ABBA é considerado um dos grupos de maior sucesso do mundo, com vendas estimadas entre 180 e 400 milhões em todo o mundo. Suas canções foram interpretadas por vários artistas, além de serem a base do musical Mamma Mia!. O grupo é um ícone no seu país de origem, bem como uma figura importante na expansão da europop. Sua popularidade abriu as portas para outros grupos do mesmo gênero, fato que culminou na entrada do grupo para o Rock and Roll Hall of Fame.

THE BEATLES – DAY TRIPPER AO VIVO NO CANDLESTICK PARK

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No dia 29 de agosto de 1966, no estádio Candlestick Park, os Beatles fizeram seu último show de sua última turnê juntos. Quase meio século depois, Paul MacCartney voltará ao local no dia 14 de agosto para realizar uma última apresentação antes da demolição do espaço. O velho Macca confirmou o show através do seu site oficial. O estádio serviu como sede durante várias décadas para as equipes de beisebol “San Francisco Giants” e de futebol americano “49ers”, o local que foi palco do histórico show final dos Beatles será demolido para dar terreno a construções residenciais e comerciais. Em 1966, John Lennon, George Harrison, Ringo Starr e o próprio McCartney fizeram um show para 25 mil pessoas. Naquela ocasião, as entradas custaram entre US$ 4,50 e US$ 6,50. Agora em 2014, o prefeito de San Francisco, Ed Lee, pediu para o concerto de McCartney entradas "acessíveis", entre os US$ 50 e US$ 275.

JIMI HENDRIX: ALL IS BY MY SIDE - O FILME

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Foi divulgado o primeiro clipe do filme biográfico All Is By My Side, que trará às telas a história de Jimi Hendrix. No trecho, André Benjamim – ou André 3000 (rapper integrante do duo Outkast), dá vida a um dos mais importantes músicos do último século. O ator contracena com Imogen Poots (A Hora do Espanto), que faz o papel da modelo Linda Keith, namorada de Keith Richards (The Rolling Stones) e musa que inspirou canções de ambos os músicos. Gravado na Irlanda e no Reino Unido, o filme tem como foco os anos de 1966 e 1967, período em que houve uma verdadeira guinada na carreira do guitarrista. Vale lembrar que em 1966 Jimi James deixou sua banda Curtis Knight & The Squires para trás em Nova York, rumando a Londres, Inglaterra – com um empurrãozinho de Linda Keith. Cerca de um ano depois, retornou aos Estados Unidos, já como Jimi Hendrix. O ponto negativo do filme é que os detentores dos direitos musicais de Hendrix não autorizaram o uso das suas músicas. Assim, por questões legais, o máximo que poderemos ouvir são alguns covers que eram tocados pelo músico. O filme é dirigido por ninguém menos do que John Ridley, vencedor do Oscar deste ano pelo roteiro de12 Anos de Escravidão. “All Is By My Side” ainda não tem data prevista para chegar ao Brasil.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

FOTO DO DIA - GEORGE HARRISON E PETE HAM - O EX-BEATLE E O BADFINGER

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Juntos, somente os dois, cada qual com sua viola, tocaram o clássico dos Beatles "Here Comes The Sun" no Concerto para Bangladesh. Infelizmente, nota-se que em nenhum momento, George não só não agradeceu a presença de Peter, como sequer o apresentou para a negada. No único momento que citou a participação de BADFINGER, referiu-se apenas como "uma banda da Apple". Não gostei. Sacanagem! Poderia ter impulsionado e muito a carreira dessa bandinha danada de boa e que acabou do jeito que acabou. Somente no ano 2 mill, no relançamento comemorativo de 'All Things Must Pass', Harrison agradeceu e elogiou Peter! No livrão 'Anthology', Paul também fez um bom comentário sobre Pete e sua bandinha suja, que é, e sempre foi simplesmete, demais!!! Amém. Jesus, obrigado Senhor, por me deixar conhecer Badfinger! BADFINGER BOOGIE!
"The Lord loves the one, that helps themselves".

quinta-feira, 24 de abril de 2014

BADFINGER - PETER WILLIAM HAM - 1947 / 1975 - SHOW!

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Há 39 anos, no dia 24 de abril de 1975, uma tragédia de proporções catastróficas decretava o início de uma maldição de uma das bandas mais espetaculares que já desfilaram pela passarela do Rock: BADFINGER! Naquela noite, Peter William Ham – fundador, líder, cantor, compositor e excepcional guitarrista da banda, encerrou a própria vida enforcando-se na garagem da casa onde vivia com a namorada que estava grávida de oito meses. Ele só tinha 27 anos. Guardadas as devidas proporções, PETE HAM tinha para o Badfinger, a mesma importância que John Lennon tinha para os Beatles. Sem ele, tudo era impossível. É muito difícil tentar explicar a história dessa banda resumidamente, por isso, precisaria ser um ‘especial’ enorme (que já houve, quando completamos 2 anos e foi a postagem nº 1000 do Baú). 
 Peter William Ham nasceu no dia 27 de abril de 1947, em Swansea, Wales, Inglaterra. Ele staria completando apenas 67 anos hoje.Começou a tocar ainda menino. Cresceu vendo a onda da Beatlemania chegar! Com 16 anos, conheceu Mike Gibbins e juntos formariam a base do que dois anos depois seria “THE IVEYS”. THE IVEYS foram para Londres e apadrinhados pelos próprios Beatles, mudariam o nome para BADFINGER. Tom Evans entrou. Joey Molland entrou. Finalmente a banda tomou sua forma clássica. O sucesso veio com “COME AND GET IT” de Paul McCartney no primeiro ábum e não parou mais. Logo depois explodia “NO MATTER WHAT” nas paradas inglesas, americanas e para todo o resto. Em seguida, mais sucessos: a indescritível e bela “WITHOUT YOU”, “BABY BLUE”, “ “I’D DIE BABY” e  “DAY AFTER DAY”. Depois de trocarem de empresário, de gravadora e assinar um contrato milionário, descobriram que haviam sido enganados. Tinham perdido tudo! Depois disso, a banda ainda rastejou por uns dois anos produzindo clássicos que, apesar de não terem sido lançados na época, hoje tem um valor inestimável. Mas o fim já estava sacramentado desde a morte de Pete. Era apenas o começo da trágica história dessa banda maravilhosa. Que, sabe-se lá porque, talvez até por causa do suicídio de Pete, e consequentemente o de Tommy (nas mesmas circustâncias) foram "banidos" e "apagados da história do rock. Não da minha.

THE BEATLES - LEAVE MY KITTEN ALONE

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"Leave My Kitten Alone" (Deixe Minha Gatinha em Paz" é um hit R&B de 1959, escrito por Little Willie John, James McDougal e Titus Turner. A primeira gravação foi de Little Willie John e regravada em 1960 por Johnny Preston. A canção também aparece no CD 2 do Anthology 1 dos Beatles. "Leave My Kitten Alone" segue os moldes do formato 24-bar blues.
A versão original de Little Willie John, pela King Records, chegou ao posto 13 na Billboard R&B Charts e número 60 na parada pop em sua primeira versão em 1959. A versão cover de Johnny Preston alcançou número 73 no início de 1961, altura em que a versão Little Willie John foi reeditada e novamente atingiu a posição 60 nos Estados Unidos mas nunca alcançou as paradas do Reino Unido. Ao longo das décadas seguintes, inúmeras versões covers foram lançadas, em diferentes gêneros musicais, às vezes com letras alteradas, por artistas como Solomon Burke, Sam the Sham & The Pharaohs, Roky Erickson, The Syndicats com Steve Howe, The Sonics, etc.
No dia 14 de agosto de 1964, durante as sessões de gravação do álbum Beatles For Sale , os Beatles gravaram cinco takes de "Leave My Kitten Alone", acrescentando overdubs para o último take. A canção não chegou a ser mixada e não foi incluída no álbum. O take 5 foi marcado como a melhor tomada. "Leave My Kitten Alone" foi remixada em 1982 pelo falecido John Barrett em Abbey Road para uma apresentação de vídeo como parte de uma excursão pública pelo famoso estúdio. A canção foi remixada novamente em 1984 por Geoff Emerick , em preparação para a inclusão no projeto “Sessions” que não saiu. Em 1994, George Martin e Geoff Emerick remixaram a faixa mais uma vez, desta vez para o projeto Anthology. Finalmente, a matadora versão dos Beatles viu a luz do sol no lançamento oficial do projeto no ano seguinte.

LEMBRE-SE: ESTA REVISTONA PODE SER SUA!!!

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Durante todo o mês de abril, em comemoração aos 50 anos de "A Hard Day's Night", quem participar com seus comentários estará concorrendo a um exemplar zerado (ainda lacrado) da super-revista "The Beatles - O Guia definitivo", de 98 páginas, acabamento lombada, capa plastificada e miolo em papel couchê. Mas atenção, os comentários são cumulativos, ou seja, se você fizer 1, seu nome aparecerá uma vez no sorteio. Se fizer 20, aparecerá vinte vezes. Vamos lá, participem! Afinal, não é todo dia que se ganha uma revista como esta sem despesa alguma. A promoção é válida de hoje (17) até o dia 30 – data do sorteio. Boa sorte a todos!


PAUL McCARTNEY - THINGS WE SAID TODAY

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Bob Dylan, Brian Wilson, Billy Joel, Steve Miller Band, Jeff Lynne, Willie Nelson, Barry Gibb, Roger Daltrey, Jamie Cullum e Corinne Bailey Rae estão entre os músicos participantes em um álbum de tributo a Paul McCartney. A edição especial sairá no verão enquanto a versão normal só chegará no final do ano. “The Art of McCartney” traz 32 leituras para canções escritas por Paul McCartney. O site de fãs de Bob Dylan - Isis, garante que a escolha do bardo recaiu sobre “Things We Say Today” do álbum “A Hard Day´s Night” dos Beatles.

terça-feira, 22 de abril de 2014

JOHN LENNON - JEALOUS GUY - ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICA!!!

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"Jealous Guy" é uma das mais belas canções escritas e interpretadas por John Lennon. Apareceu pela primeira vez 1971 em seu álbum Imagine . É uma das canções mais regravadas de Lennon, com pelo menos 92 versões, sendo a mais conhecida a gravação do Roxy Music, que alcançou o número um em vários países três meses após a morte de John Lennon. A origem da composição aparece na Índia, depois que os Beatles assistiram a uma palestra por Maharishi Mahesh Yogi sobre um "son of the mother nature". Isso inspirou tanto Paul McCartney como John Lennon para escreverem canções sobre o mesmo assunto. A música de McCartney "Mother Nature's Son" foi selecionada para o álbum branco, enquanto canção de Lennon "Child of Nature" não foi. No entanto, ambas foram gravadas como demos na casa de George Harrison em Esher em maio de 1968. A demonstração contou com vocal de Lennon e uma guitarra acústica. Depois disso, Lennon continuou a tocá-la em algumas sessões. Eventualmente, a letra e o conceito foram demolidos e substituídos pelos versos de "Jealous Guy" que foi lançada somente em Imagine e durante a vida de Lennon, nunca foi lançada como single. Quase cinco anos após o assassinato de Lennon, e quatro anos e meio depois do Roxy Music alcançar o número um nas paradas do Reino Unido em 1981, a gravação de "Jealous Guy" de John Lennon, foi lançada pela Parlophone como single em novembro de 1985, tendo "Going Down on Love" do Walls And Brdiges como lado B. Esse single de Lennon, alcançou o número 65 nas paradas. Nos Estados Unidos, chegou ao número 80 da Billboard Hot 100 em novembro de 1988, junto com o lançamento do filme Imagine: John Lennon. Alguém pode até dizer que eu sou só um cara ciumento, mas a versão original gravada por John Lennon, dá pelo menos de 1000 a zero! Questão de opinião.

PARABÉNS, PETER FRAMPTON - 64 ANOS

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Hoje é aniversário do grande Peter Frampton que completa 64 anos. Ele nasceu em Beckenham, Inglaterra no dia 22 de abril de 1950. Frampton tornou-se mais conhecido por seu trabalho solo nos anos 70. entretanto, sua fama começou bem antes como integrante do “The Herd” quando se transformou num ídolo das adolescentes na Grã-Bretanha. Frampton foi o primeiro guitarrista a utilizar do recurso da guitarra de boca, que seria anos depois imitado por Slash (Guns n' Roses), Richie Sambora (Bon Jovi) e Dave Grohl (Foo Fighters). No final dos anos 60, ele então passou a trabalhar com Steve Marriott (The Small Faces) na banda Humble Pie, assim como em álbuns de Harry Nilsson, Jerry Lee Lewis e George Harrison. Sua estreia solo foi em 1972 com Wind of Change. A explosão solo de Frampton veio com Frampton Comes Alive, de 1976, seis vezes platina e que incluía os sucessos "Do You Feel Like We Do", "Baby, I Love Your Way" e "Show Me the Way".
Foi o álbum "ao vivo" mais vendido de todos os tempos. Depois que o álbum seguinte I'm in You foi lançado, Frampton envolveu-se em um sério acidente de carro nas Bahamas. Enquanto se recuperava, ele atuou em 1978, com os Bee Gees, no filme Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, um fracasso retumbante. Nos anos 80, Frampton voltou a gravar, mas só retornou às paradas de sucesso mundiais com "Breaking all the rules". Seu último álbum éThank You Mr. Churchill, lançado em 2010. Recentemente Peter Frampton ganhou o seu primeiro Grammy pelo seu álbum totalmente instrumental "Fingerprints", lançado no fim de 2007 que conta com integrantes do Pearl Jam, Rolling Stones, Allman Brothers e outros.

22 DE ABRIL - DIA DA TERRA

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Hoje é o dia da terra. Também Dia do Planeta Terra ou Dia da Mãe Terra, um dia para reconhecer a importância do planeta, e um dia para refletir naquilo que podemos fazer para um meio ambiente mais sustentável. O Dia da Terra foi comemorado pela primeira vez nos Estados Unidos, no dia 22 de abril de 1970. No primeiro "Dia da Terra", o senador americano Gaylord Nelson organizou um tipo de fórum ambiental, que chamou a atenção de 20 milhões de participantes. Atualmente o Dia da Terra é comemorado anualmente no dia 22 de abril por mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo. Em alguns lugares, surgem campanhas que incentivam as pessoas a desligarem as luzes durante um minuto no Dia da Terra, como forma de consciencializar as pessoas para um gasto menor de eletricidade. É um evento parecido com a Hora do Planeta, que ocorre normalmente no último sábado do mês de março, e que propõe exatamente a mesma coisa. Em homenagem ao nosso querido e sofrido planetinha, a gente confere os Beatles em um vídeo belíssimo: “Mother Nature’s Son”. Salvem o planeta!!!
Paul e John escreveram suas músicas depois de ouvir uma palestra do Maharishi sobre a unidade do homem com a natureza, mas "Mother Nature's Son", de Paul, seria a escolhida para entrar no disco. A canção de John, "A Child Of Nature", fazia observações seme¬lhantes sobre o sol, o céu, o vento e as montanhas, mas, enquanto Paul ficcionalizou sua reação ao escrever na voz de um personagem, "um pobre rapaz do campo", John escreveu sobre si mesmo "na estra¬da para Rishikesh". John gravou uma demo de "A Child Of Nature" em maio de 1968, mas os Beatles não a gravaram.Três anos depois, com uma nova letra, ela se tornou "Jealous Guy". Paul sempre foi um amante do campo e, quando escreveu "Mother Nature's Son", estava pensando em uma música que ouviu quando era mais novo, "Nature Boy" (1947), popularizada por Nat "King" Cole. Embora tenha começado a escrever na índia, Paul concluiu a música na casa de seu pai.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

PARABÉNS BRASÍLIA TÃO QUERIDA!

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Hoje, nossa Brasília querida completa 54 anos, com todos (ou mais) problemas de toda grande metrópole. Uma cidade que cresceu desordenadamente e agora parece completamente fora dos próprios eixos. Apesar de tudo, dos políticos safados, ladrões e corruptos, das invasões, do crescimento absurdo, Brasília continua linda e hoje gostaria de expressar novamente todo o amor que sinto por essa terra e sua gente. Terra Santa, que meu pai sabiamente escolheu para vivermos. Parabéns, lindona! Quem quiser conferir a beleza e a história dessa terra maravilhosa, clique no link e vejam as mais belas imagens clicadas pelos melhores fotógrafos que essa cidade já viu.
PARABÉNS, BRASÍLIA! EU AMO VOCÊ!
Um dos maiores orgulhos que tenho na vida, é o privilégio de viver e morar em Brasília. Há 45 anos, quando meu pai decidiu que era aqui que viveríamos, foi, sem dúvida, uma grande emoção. Praticamente, cresci acompanhando todo o seu crescimento, o sol, o céu, suas luas e suas estrelas. Para quem não conhece ou vive aqui, é muito difícil dizer como é grande o meu amor por Brasília. Obrigado, querido pai. Eu te amo minha Brasília! Você é a cinquentona mais gostosa do Brasil!
A história de Brasília, a capital do Brasil, localizada no Distrito Federal, no coração do país, iniciou com as primeiras ideias de uma capital brasileira no centro do território nacional. A necessidade de interiorizar a capital do país parece ter sido sugerida pela primeira vez em meados do século XVIII, ou pelo Marquês de Pombal, ou pelo cartógrafo italiano a seu serviço Francesco Tosi Colombina. A ideia foi retomada pelos Inconfidentes, e foi reforçada logo após a chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808, quando esta cidade era a capital do Brasil.
A primeira menção ao nome de Brasília para a futura cidade apareceu em um folheto anônimo publicado em 1822, e desde então sucessivos projetos apareceram propondo a interiorização. A primeira Constituição da República, de 1891, fixou legalmente a região onde deveria ser instalada a futura capital, mas foi somente em 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek, que teve início a efetiva construção da cidade, inaugurada ainda incompleta em 21 de abril de 1960 após um apertado cronograma de trabalho, seguindo um plano urbanístico de Lúcio Costa e uma orientação arquitetural de Oscar Niemeyer.
A partir desta data iniciou-se a transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital, e na abertura da década de 1970 estava em pleno funcionamento. No desenrolar de sua curta história Brasília, como capital nacional, testemunhou uma série de eventos importantes e foi palco de grandes manifestações populares. Planejada para receber 500 mil habitantes em 2000, segundo dados do IBGE ela nesta data possuía 2,05 milhões, sendo 1,96 milhões na área urbana e cerca de 90 mil na área rural. Este é apenas um dos paradoxos que colorem a história de Brasília. Concebida como um exemplo de ordem e eficiência urbana, como uma proposta de vida moderna e otimista, que deveria ser um modelo de convivência harmoniosa e integrada entre todas as classes, Brasília sofreu na prática importantes distorções e adaptações em sua proposta idealista primitiva, permitindo um crescimento desordenado e explosivo, segregando as classes baixas para a periferia e consagrando o Plano Piloto para o uso e habitação das elites, além de sua organização urbana não ter-se revelado tão convidativa para um convívio social espontâneo e familiar como imaginaram seus idealizadores, pelo menos para os primeiros de seus habitantes, que estavam habituados a tradições diferentes.
Controversa desde o início, custou aos cofres públicos uma fortuna, jamais calculada exatamente, o que esteve provavelmente entre as causas das crises financeiras nacionais dos anos seguintes à sua construção. O projeto foi combatido como uma insensatez por muitos, e por muitos aplaudido como uma resposta visionária e grandiosa ao desafio da modernização brasileira. A construção de Brasília teve um impacto importante na integração do Centro-Oeste à vida econômica e social do Brasil, mas enfrentou e, como todas as grandes cidades, ainda enfrenta atualmente sérios problemas de habitação, emprego, saneamento, segurança e outros mais. Por outro lado, a despeito das polêmicas em seu redor, consolidou definitivamente sua função como capital e tornou-se o centro verdadeiro da vida na nação, e tornou-se também um ícone internacional a partir de sua consagração como Patrimônio da Humanidade em 1987, sendo reconhecida por muitos autores como um dos mais importantes projetos urbanístico-arquitetônicos da história.
O privilégio de conhecer, trabalhar e ser amigo dos melhores profissionais que tornam Brasília ainda mais bonita. Isso é um prazer que não dá para descrever. Só mesmo vendo o espetáculo de imagens. Os três ensaios fotográficos que aparecem a seguir, foram feitos com absoluta exclusividade especialmente para o Baú do Edu. Apreciem sem moderação.
MARIOZINHO

LUIZ CLEMENTINO
GILBERTO SOARES
PARABÉNS, BRASÍLIA QUERIDA!
Abração para o amigo Henrique Chaves. Para fechar com chave de ouro, a gente confere agora um poema do meu amigo poetinha (com todo carinho), Marco Miranda, grande amigo, grande irmão e o garoto que melhor sabe lidar com as palavras. Valeu Marcão! Parabéns, Brasília tão querida!!!