terça-feira, 31 de maio de 2016

THE BEATLES - FREE AS A BIRD - HD - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY - A LOVE FOR YOU - HOT HITS COLD CUTS

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"A Love For You" foi gravada em 1971 durante as sessões do "Ram", mas acabou ficando de fora, assim como várias outras da primeira metade dos anos 70. Grande parte desse material aparece neste disco "Hot Hits - Cold Cuts". Paul McCartney estava preparando uma compilação da carreira dos Wings. Orginalmente, o projeto estava planejado para ser um álbum duplo, com o segundo LP reservado para outtakes e faixas gravadas ao vivo. No entanto, com o passar do tempo e a aproximação do fim de ano, a gravadora estava pressionando e " Wings Greatest" foi lançado como álbum simples e todas as outras faixas ficaram de fora. "Hot Hits - Cold Cuts" nunca chegou a ser lançado oficialmente e essas músicas apareceram somente em discos piratas. Todas as faixas estão com boa qualidade e o disco tornou-se ítem de colecionador. Esse discaço já esteve aqui para download duas vezes e, atendendo a pedidos, o link está renovado. Vale muito à pena! Imperdível!

THE BEATLES - THE WHITE ALBUM - 2016

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"The Beatles" é o décimo álbum dos Beatles, lançado como disco duplo em 22 de novembro de 1968. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. É popularmente conhecido como The White Album (O Álbum Branco), por não haver nome, e ser apenas um fundo branco com o nome da banda em relevo. A capa foi criada pelo artista pop Richard Hamilton e o título original era para ser "A Doll’s House", mas uma banda britânica chamada Family, já tinha lançado um álbum com nome similar. Foi o primeiro disco lançado após a morte de Brian Epstein. Em 1997, O Álbum Branco foi nomeado o décimo melhor disco de todos os tempos pela "Music of the Millennium" da Classic FM. Em 1998 a Q Magazine colocou como 17° lugar e em 2000 em 7° lugar. A Rolling Stone colocou como o décimo entre 500 álbuns e o canal VH1 como 11° lugar. De acordo com a Associação da Indústria de Discos da América, o disco é 19 vezes disco de platina e o décimo disco mais vendido nos Estados Unidos. Em 2010, um colecionador argentino possuía o álbum com assinaturas originais dos quatro beatles. A peça foi vendida na ocasião por 33 mil dólares. Em junho de 1968, logo depois do início das gravações para seu novo álbum, os Beatles encomendaram a vários artistas, o projeto gráfico da capa. Muitos foram reprovados sumariamente. Inclusive, o trabalho feito por Alan Aldridge (utilizado nos anos 80 na capa do “Ballads”) também foi proposto na época, e também foi rejeitado, óbvio.

https://consequenceofsound.files.wordpress.com/2013/11/

A capa do álbum duplo “THE BEATLES” foi elaborada pelo artista pop Richard Hamilton e sua principal característica foi o contraste com as capas psicodélicas dos dois discos anteriores, criando assim, apenas uma capa branca, com o nome da banda em relevo. Além disso, o disco trazia uma espécie de número de série, para criar nas palavras de Hamilton: “a situação irônica de uma edição numerada de algo que tenha mais de 5 milhões de cópias.”

http://www.bootlegzone.com/beatleg/discs/scans/

Os retratos dos Beatles que vinham com os discos foram feitos pelo fotógrafo ingês JOHN KELLY. Que também fez algumas fotos para o poster que acompanhava o luxuoso lançamento.

Em 1997, O Álbum Branco foi nomeado o décimo melhor disco de todos os tempos pela “Music of the Millennium” da Classic FM. Em 1998 a Q Magazine colocou-o como 17° lugar e em 2000 em 7° lugar. A Rolling Stone colocou como o décimo entre 500 álbuns e o canal VH1 como 11° lugar. De acordo com a Associação da Indústria de Discos da América, o disco foi 19 vezes disco de platina e o décimo disco mais vendido nos Estados Unidos.

Aqui, a gente confere o que diz Steve Turner em seu livro "The History Behind Every Beatles Release" - A História Por Trás de Todas as Canções:
The Beatles, ou The White Album, como é mais conhecido, confundiu públi­co e crítica com sua simplicidade. Era como se o grupo tivesse decidi­do tomar o caminho inverso e fazer exatamente o oposto de Sgt Pepper. Título comprido? Vamos chamá-lo só de The Beatles. Capa multicolorida? Vamos usar branco. Mixagens e overdubs incríveis? Vamos usar violões acústicos em muitas faixas. Temas sobrenaturais? Vamos cantar sobre cowboys, porcos, chocolates e sexo na estrada.A mudança, em parte, se devia ao interesse dos Beatles pelos ensi­namentos do guru indiano Maharishi MaheshYogi. Pattie Harrison tinha assistido a uma palestra dele em fevereiro de 1967 e, seis meses depois, encorajou George e o resto da banda a irem ouvi-lo falar no Hilton Hotel em Park Lane, Londres. Como resultado desse encontro, todos eles embarcaram para um curso de dez dias de meditação trans­cendental na University College, Bangor, em North Wales.Lá, em 27 de agosto de 1967, um domingo, descobriram que Brian Epstein tinha sido encontrado morto em seu apartamento. A perda de Epstein, empresário deles desde o começo, no início de 1962, e que acabou se tornando uma figura paterna, pode muito bem ter deixado os Beatles ainda mais abertos à orientação do Maharishi, que eles foram visitar na índia em fevereiro de 1968. A viagem para a índia trouxe não apenas calma e autorreflexão para suas vidas sobrecarregadas, mas também refez a amizade musical. Paul Hom, flautista americano que estava lá na mesma ocasião, acredita que a meditação foi um grande estímulo para eles. “Você descobre mais sobre si mesmo em níveis mais profundos quando está medi­tando" , ele afirma. "Veja como eles ficaram produtivos em um período relativamente curto. Eles estavam no Himalaia, longe das pressões e longe do telefone. Quando você se envolve demais com a vida, a criatividade acaba suprimida. Quando você consegue ficar quieto, ela começa a vir à tona de novo.” Quando voltaram da índia, os Beatles disseram ter trazido trinta músicas que usariam em seu próximo álbum. De fato, havia trinta composições em The Beades, mas nem todas tinham sido escritas na viagem, e algumas da leva indiana (como “Sour Milk Sea” e “Circles”, de George) nunca foram gravadas pelos Beatles. Talvez fosse mais cor­reto dizer que cerca de metade do álbum foi escrito ou pelo menos iniciado enquanto estavam fora. Como não tinham acesso a guitarras nem teclados, muitas dessas canções eram acústicas. Mais tarde, John se referiria a The Beatles como o primeiro disco não reprimido depois da grande fase reprimida da banda que, de acordo com ele, começou com Rubber Soul e terminou com Magical MysteryTour e Yellow Submarine. The Beatles foi lançado como álbum duplo em novem­bro de 1968 e chegou ao número 1 nos dois lados do Atlântico.

GEORGE HARRISON - WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS

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"While My Guitar Gently Weeps" é uma canção dos Beatles composta por George Harrison, está no álbum The Beatles ou Álbum Branco de 1968. De acordo com Harrison, a inspiração para a música veio da leitura do "I Ching", e foi baseada no conceito de que tudo é relativo, em oposição ao conceito de que tudo é mera coincidência.
 Tendo esta idéia do relativismo na casa de seus pais, em Liverpool, durante um período de férias, Harrison começou a escrever uma música com base nas primeiras palavras que ele viu após abrir o livro aleatoriamente. Essas primeiras palavras foram "gently weeps" (suavemente chora). Então, imediatamente, começou a canção. A letra é simples, com basicamente conselhos de vida, sempre seguidos da frase "Enquanto minha guitarra chora suavemente." Muitos fãs acreditam que exista uma pista sobre a "Lenda da morte de Paul McCartney", e que no final os gemidos de George são lamentações pela perda do amigo. Segundo George Martin, John Lennon e Paul McCartney subestimaram a música, que depois se tornaria um clássico. Eles a gravaram no dia 16 de agosto com mais de 14 takes, alguns acústicos e nenhum agradou George. Ele dizia que John e Paul tocaram com muito desânimo e desdém "Eles não levaram o trabalho a sério e acredito que nem se esforçaram para tocá-la direito." Mas sua forma de revolta não poderia ser mais criativa: Eric Clapton conta que Harrison falava da música e de repente disse que "ele bem que poderia participar do disco" ao que Clapton respondeu: "Os outros Beatles não iriam gostar!" e George subitamente respondeu: "Não tem nada a ver com eles, a música é minha."
No outro dia, lá estava Clapton no estúdio com sua Gibson Les Paul, fazendo o solo da "guitarra que chora". Segundo Harrison: "A presença de Clapton no estúdio serviu para desanuviar as tensões entre o grupo e eles tiveram uma melhora em seu comportamento durante sua presença." Ringo Starr completou: "Foram dias memoráveis, Eric era muito divertido." Porém alguns tem dúvidas de que o solo usado no disco não foi o que Clapton gravou apenas pelo fato do trabalho seguinte, o "Abbey Road", ter um estilo semelhante tocado por George (possivelmente por influência do amigo). Harrison disse sobre o solo: "… Então Eric tocou, e eu achei que ficou realmente bom. Ouvimos e ele disse ‘tem um problema, não está Beatle o bastante.’ Então colocamos o ADT (automatic double-track) para incrementar um pouco." A versão acústica está no disco Anthology 3 e no retrabalho LOVE, com arranjo orquestrado por George Martin. Quem esteve na gravação original: George Harrison – vocal (double tracking), vocal de apoio, guitarra base, órgão Hammond; John Lennon – guitarra; Paul McCartney – vocal de apoio, piano, órgão, baixo de 6 cordas; Ringo Starr – bateria, tamborim; Eric Clapton – guitarra solo. "While My Guitar Gently Weeps" é a 2ª canção de George Harrison mais regravada por outros artistas. Só perde para “Something”. Alguns que já tiraram uma casquinha: Jake Shimabukuro, Vinnie Moore, Peter Frampton, Russ Freeman, The Jeff Healey Band, Kenny Lattimore, Phish, Kenny Rankin, The Rippingtons, The Punkles, Spineshank, Joe Louis Walker, The Muppets, Les Fradkin, Toto, Eric Roche, Damon and Naomi, Rick Wakeman, Todd Rundgren, M.O.P. , Wu-Tang Clan,Martin Luther McCoy, Doyle Dykes, The Grey Album - DJ Danger Mouse's, Marc Ribot, Lemon Demon, Nan Vernon, Jimmy Ponder, Derek Webb, Powderfinger, Dante Leon, Hank Marvin, Carlos Santana, Girl In A Coma, Lisa Marie Presley.

31 DE MAIO - DIA MUNDIAL SEM TABACO

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Hoje, 31 de maio, é o Dia Mundial sem Tabaco. Segundo o Ministério da Saúde, 90% dos casos de câncer de pulmão são causados pelo cigarro. De acordo com o médico pneumologista Rui Coelho, que realiza um trabalho no Hospital Guilherme Álvaro de Santos, no litoral de São Paulo, o número de fumantes no país reduziu. "A gente acredita que hoje nós estamos por volta de 15% da população nossa fumando. Mas isso, longe de ser uma tristeza, claro que a gente gostaria que fosse menos o número de pessoas que usassem o tabaco, mas a gente pode lembrar que dez anos atrás eram 30%. Então nós estamos ganhando a luta, a publicidade tem diminuído, os fumantes têm diminuído", explica. No entanto, o médico reforçou que o tabaco pode causar vários tipos de câncer, como de pulmão, estômago e mama. "A partir do momento que o indivíduo inala substância que é cancerígena do tabaco, ela pode se instalar em qualquer parte do corpo e ser desenvolvida. Claro que principalmente as de pulmão é a que nos preocupada mais porque é o órgão de choque", afirma. Bronquite crônica, arritmia cardíaca, acidente vascular cerebral, infarto, também podem ser causados pelo uso do tabaco. "Infelizmente o tabaco é uma doença que acompanha um indivíduo durante muito tempo. Então o indivíduo que parar hoje, em algumas horas ele já tem alguns benefícios: a pressão arterial começa a cair, a frequência cardíaca cai imediatamente. Depois de um, dois dias, os níveis de monóxido de carbono também cai. Porém, para se evitar a doença demora alguns anos. Então acho que esses fumantes ainda vai estar suscetíveis a doenças durante alguns anos pela frente", comenta Coelho.http://oralcancerfoundation.org/people/images/
Já se foi o tempo em que o cigarro era visto como um produto inofensivo e que proporcionava elegância, distração, conforto e um prazer incontestável, que até hoje, só os fumantes ativos podem descrever com maior precisão. Entre as décadas de 20 e 50 era comum observar nas propagandas de indústrias de cigarros, estratégias de marketing que induziam as pessoas a utilizarem cigarros, tais estratégias tinham como foco principal os jovens, que eram considerados pelas indústrias tabagistas como potenciais consumidores desta arma silenciosa e mortal. Pesquisas comprovam que o consumo regular de cigarros vem provocando a morte de mais de 50% dos seus consumidores e que 7 pessoas morrem por dia no Brasil, em decorrência do consumo passivo de cigarros (fumantes indiretos que inalam fumaça dos fumantes ativos). As pessoas que hoje morrem, com certeza foram influenciadas de uma forma ou de outra pelas propagandas levianas de cigarros da época. O tabagismo é um problema de saúde pública e ao mesmo tempo, funciona como uma ferramenta de alavancagem econômica através dos milhões e milhões de reais gerados anualmente pelas indústrias de cigarros, ou seja, gerados pelas Indústrias da Morte. Quando será que o poder público brasileiro irá encarar o tabagismo como um problema de saúde pública? Embora o Estado tenha arrecadação relativa ao imposto sobre o cigarro, o custo social do cigarro é muito maior. Os planos de saúde pública são obrigados a arcar com o ônus das doenças provocadas pelo uso de cigarros, além dos próprios usuários, que além de pagarem impostos muito elevados para utilizarem a droga, ainda tem que arcar com tratamentos de saúde resultantes do uso de cigarros, e que não são cobertos por planos de saúde. O ideal é que, ao se comprovar que a doença foi provocada pelo cigarro, o Governo tivesse que arcar com as despesas. Mas antes de tudo, o principal passo é a conscientização da população em relação aos malefícios do cigarro, evitando assim, que novas pessoas sejam fisgadas pelas Indústrias da Morte e se tornem dependentes químicos desta poderosa arma mortal, que é o cigarro.

domingo, 29 de maio de 2016

FOTOGRAFIAS INÉDITAS DE JOHN LENNON E FAMÍLIA

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As fotografias originais em preto e branco de 1977 mostra John Lennon vestido como uma mulher em trajes do século 19 com sua esposa Yoko Ono posando como um soldado da Guerra Civil e um amigo em pé na parte de trás
Um notável conjunto de fotos de família que mostram John Lennon vestido como uma mulher em trajes do século 19 surgiram para venda. As fotografias originais em preto e branco oferecem uma rara visão sobre a vida pessoal da lenda dos Beatles e mostram Lennon, sua esposa Yoko Ono e seu filho bebê Sean se divertindo usando roupas vintage enquanto está de férias nos Estados Unidos. As imagens foram feitas em um estúdio de fotografia de vintage clothes em Stockbridge, Massachusetts, em 1977. Nas fotos também aparecem a babá de Sean e um amigo. O fotógrafo, Sanford Kreger, disse que a família passou pelo estúdio quando visitaram um amigo, o falecido George Maciunas. Maciunas foi membro fundador do Fluxus, uma comunidade internacional de artistas, arquitetos, compositores e designers, que Yoko Ono também também fazia parte. Acredita-se ser ele o outro homem que aparece em algumas das fotos. Maciunas foi diagnosticado com câncer no pâncreas e morreu em Maio de 1978. As fotografias foram vendidas no dia 24 de maio.
Eles foram tiradas em um estúdio de fotografia de roupas vintage em Stockbridge, Massachusetts, em 1977 - três anos antes do ícone da música foi morto a tiros fora de seu apartamento em Nova York -As fotos raras ver Lennon sentado seu filho Sean, agora com 40 anos, em seu colo enquanto ele puxa uma expressão de aspecto severo em um tiro divertidoAs de estilo lembrança imagens incomuns são muito longe de retratar muitas vezes graves da lenda dos Beatles, e também apresentam a babá de Sean (à frente na foto)A lenda dos Beatles e sua esposa voltou para seus trajes originais no photoshoot - durante o qual o fotógrafo disse que "parecia ser apenas uma pessoa comum" e era "bastante agradável"

sábado, 28 de maio de 2016

THE BEATLES - TICKET TO RIDE - BOM DEMAIS!

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PAUL McCARTNEY - ANOTHER GIRL - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY - OH WOMAN, OH WHY? AI, AI, AI, AI....

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Enquanto Another Day expressa uma visão global do dia-a-dia, esta faixa expõe, ainda que nas entrelinhas, o sentimento de Paul McCartney em relação aos negócios dos Beatles naquele momento: "my hands are tied...what i have done?" ( minhas mãos estão atadas... o que foi que eu fiz?). Como efeito especial, sete tiros foram disparados de um revólver calibre 38. Instrumentos tocados por Paul McCartneey: contrabaixo, bateria, efeitos, guitarra elétrica. Guitarra elétrica, por David Spinozza. Harmonias por Linda McCartney e percussão de Denny Seiwell. Foi composta em Campbelltown, Escócia, gravada nos estúdios da Columbia, em Nova York e lançada como Lado B de "Another Day" em fevereiro de 1971, no Reino Unido e nos EUA.
Fonte: "Paul McCartney - Todos os segredos..." de Claudui D. Dirani.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

THE BEATLES - DAY TRIPPER - DEMAIS!!!

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"Day Tripper" é uma canção dos Beatles, lançada como compacto com duplo lado A. O outro lado é outro clássico: "We Can Work It Out". Ambas as canções foram gravadas durante as sessões para do álbum Rubber Soul. O single chegou ao topo das paradas britânicas onde ficou por 5 semanas seguidas e a canção chegou a número cinco na Billboard americana em janeiro de 1966. O riff da canção é um dos mais reconhecidos na história da música popular. "Day Tripper" foi escrita sob pressão quando os Beatles precisavam de um novo single para o natal de 1965. John Lennon escreveu a maior parte da letra e a base do solo de guitarra e criou o riff que depois admitiria ser derivado de "I Feel Fine". Paul ajudou com os versos e sua linha de baixo foi inspirade em "Oh Pretty Woman" de Roy Orbison. A canção faz referências quase claras sobre o uso de drogas. John Lennon e George Harrison já estavam tomando ácido desde o verão quando foram apresentados ao LSD por um dentista londrino. A partir daí, John confessou que "tomava LSD o tempo todo". "Day Tripper" era um típico jogo de palavras de John., que queria refletir sobre a influência da crescente cultura das drogas. Era uma maneira de se comunicar com aquele que, ao contrário dele mesmo, não podiam se dar ao luxo de ficar quese constantemente entorpecidos. "É só um rock", comentou Lennon. "Quem viaja de dia são pessoas que fazem uma viagem diurna, não é? Geralmente de balsa ou algo assim. Mas (a canção) era um pouco... 'você é só um hippie de fim de semana'. Entendeu?". A música fala sobre uma garota que engana o narrador. A descrição oblíqua da garota com uma "big teaser" (provocadora) era uma sabida referência ao termo "prick teaser" (provocadora de pênis), expressão usada pelos ingleses para se referir a mulheres que dava em cima dos homens sem a intenção de fazer sexo. "Day Tripper" foi lançada tanto na Inglaterra como nos EUA como single lado A duplo com "We Can Work It Out". Foi a música mais popular na Inglaterra em 1966 permanecendo várias semanas em primeiro lugar. Mas nos EUA seu auge foi a quinta colocação. Os Beatles declararam posteriormente que "We Can Work It Out " era a opção inicial deles para lado A. Confira alguns do nomes que já regravaram Day Tripper: The Jimi Hendrix Experience, Mae West, Otis Redding, Sergio Mendes & Brasil '66, Anne Murray, Whitesnake, Electric Light Orchestra, James Taylor, Cheap Trick, Sham 69, Yellow Magic Orchestra, Daniel Ash, Gene Wooten, Ocean Colour Scene, Tok tok tok, Ian Hunter, The Punkles, Tommy Shaw, David Cook, Bad Brains, Type O Negative, Lulu, Nancy Sinatra, Fever Tree, Budos Band, J. J. Barnes, Ramsey Lewis.

A PEDIDOS - JOHN LENNON - INSTANT KARMA - DEMAIS!

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No dia 26 de janeiro de 1970, John Lennon compôs "Instant Karma" Essa faixa é uma das três músicas solo de Lennon, juntamente com "Imagine" e "Give Peace a Chance", no Rock and Roll Hall of Fame. "Instant Karma" é uma das músicas lançadas de forma mais rápida na história da música pop. Foi gravada em Abbey Road no mesmo dia em que foi escrita e lançada apenas dez dias depois. Lennon, certa vez, chegou a dizer que "escreveu no café da manhã, gravou para o almoço e lançou no jantar". Foi produzida por Phil Spector e participaram da gravação: John Lennon, violão e teclado; Billy Preston no piano; Klaus Voorman no baixo e backing vocals; Alan White na bateria; George Harrison na guitarra e backing vocals; Yoko Ono, Allen Klein e Mal Evans nos backing vocals. O resultado realmente ficou perfeito e o compacto foi lançado em 6 de fevereiro de 1970.
http://kilo943.com/wp-content/uploads/2014/11/
O título veio de Melinde Kendall, esposa do ex-marido de Yoko Ono, Tony Cox. Ela usou a frase em uma conversa durante a estadia de Lennon e Ono com eles na Dinamarca em dezembro de 1969. Lennon tornou-se familiarizado com o conceito de karma durante o despertar espiritual dos Beatles em 1967. A crença oriental apresenta uma série de crenças religiosas e tradições. Lennon escreveu a letra com a intenção que as pessoas assumissem a responsabilidade por suas ações. Lennon reservou o Studio Two da EMI, Abbey Road. Foi George Harrison quem sugeriu a Lennon que Phil Spector produzisse a faixa. “Instant Karma” foi lançada no Reino Unido em 6 de fevereiro de 1970, e entrou nas paradas de singles no dia 21 de fevereiro, chegando ao número cinco. Ao todo passou nove semanas nas paradas. O lado B – “Who Has Seen The Wind?” era uma balada acústica, escrita por Yoko Ono e produzida por Lennon. O lançamento nos EUA veio duas semanas depois, em 20 de fevereiro. Alcançou a posição número três na Billboard Hot 100. “Instant Karma” foi o primeiro single solo de um ex-Beatle a vender mais de um milhão de cópias somente nos Estados Unidos.
http://4.bp.blogspot.com/-_95E9abPV1E/UcLZp0E28CI/AAAAAAAAAQM/Eepy0xV6k-A/s400/
Em 11 de fevereiro de 1970 Lennon apareceu tocando “Instant Karma” no programa Top Of The Pops da BBC. Ele foi o primeiro Beatle a aparecer no programa desde 1966. “Instant Karma” foi executada ao vivo plenamente em apenas duas ocasiões, no One to One Concerts - shows beneficentes para crianças deficientes. Os concertos tiveram lugar durante a tarde e noite de 30 agosto de 1972, no Madison Square Garden, em Nova York.

GEORGE HARRISON - CRACKERBOX PALACE

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"Crackerbox Palace" é a penúltima faixa do álbum Thirty Three & 1/3 de George Harrison lançado em 1976. Foi lançada como segundo single do álbum (o primeiro foi This Song) e trazia "True Love" como lado B. Alcançou # 19 nas paradas pop americanas.
A canção foi inspirada pelo encontro de Harrison com um certo George Greif em 1975, no Festival de Música de Midem. Harrison conheceu o homem e disse-lhe que ele parecia o falecido comediante Lord Buckley (Harrison tinha admirado Buckley há muitos anos). Por coincidência, Greif era ex-gerente de Buckley, e convidou Harrison para ver o velho Buckley em sua casa em Los Angeles, que ele chamou de "Crackerbox Palace". George gostou do nome e escreveu as palavras numa carteira de cigarros e mais tarde escreveu a canção. A letra de "Crackerbox Palace" inclui referências a Greif ("Eu conheci um senhor Greif") e ao Senhor Buckley ("sei que o Senhor está bem e dentro de você").
Um extravagante e bem-humorado vídeo da música foi lançado acompanhado o single e foi exibido pela primeira vez em 20 de novembro de 1976 no Saturday Night Live. Dirigido pelo Monty Python Eric Iddle, o vídeo apresenta Harrison, Neil Innes (como a babá), e várias outras celebridades. Na época, George namorava sua futura esposa Olivia Arias, que pode brevemente ser vista como uma das duas mulheres vestidas de lingerie em sua cama. O vídeoclipe inteiro foi filmado em Friar Park, propriedade de Harrison.

Não deixe de conferir também: 

FRIAR PARK - A MANSÃO DE GEORGE HARRISON

A PEDIDOS - GEORGE HARRISON - WATCHING "THIS BOY"

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PAUL McCARTNEY & WINGS - CALL ME BACK AGAIN

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"Call Me Back Again" é uma canção creditada a Paul e Linda McCartney e interpretada pelo Wings. Foi originalmente lançada no álbum Venus and Mars  também foi gravada ao vivo ao longo das turnês mundiais na Austrália e América em 1975 e 1976. Uma dessas gravações ao vivo foi incluída no álbum Wings Over America e é que a gente confere aqui embaixo. E em seguda o vídeo superlegal editado especialmente para um dos DVDs da edição de luxe de Venus And Mars de 2014. "Call Me Back Again" também aparece no álbum “Wingspan”.
Não deixe de conferir também a megapostagem “PAUL McCARTNEY & WINGS - VENUS AND MARS” publicada no dia 10 de junho de 2015.

RINGO STARR - VERTICAL MAN - 2016

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Lançado em 15 de junho de 1998, Vertical Man marca o início da parceria de Starr com Mark Hudson (produtor e compositor de hits por encomenda), e traz uma lista estrelada de participações especiais. Artistas do calibre de Joe Walsh (The James Gang, Eagles), Timothy B. Schmit (Poco, Eagles), Scott Weiland (Stone Temple Pilots), Brian Wilson (The Beach Boys), Alanis Morissette, Tom Petty, Steven Tyler (Aerosmith) e Ozzy Osbourne. Encabeçando a lista de celebridades, seus ex-colegas Paul McCartney (acompanhado de  Linda) e George Harrison.
“Vertical Man”, o 11º álbum de estúdio de Ringo, é um trabalho que até hoje é muito bem lembrado por seus fãs, e que, além disso, possui grande importância em sua carreira solo, por ser responsável por impulsionar Ringo para uma sequência de bons lançamentos, sejam de discos ao vivo ou de estúdio, fazendo com que a década seguinte fosse de muito trabalho, shows e lançamentos de discos com boa regularidade. A importância de “Vertical Man” para a sua carreira vai além disso, pois nesse disco Ringo inicia a parceria com o produtor Mark Hudson e sua banda, “The Roundheads”, que durou anos, até se desentenderem em 2008, durante a gravação do disco “Liverpool 8”, onde o próprio produtor também ajudou Ringo em algumas composições e nas apresentações realizadas pelo baterista para a divulgação do disco. Ringo recuperou a idéia de trazer convidados especiais para tocar em seus discos - como fez em toda sua carreira, só que nesse disco essas participações foram ainda mais marcantes, contando com um estrelar elenco formado por Paul McCartney, George Harrison, Steven Tyler, Ozzy Osbourne, Alanis Morrisete, Brian Wilson, Tom Petty, Joe Walsh, Scott Weiland, além de outros.

Todas as músicas são muito bem elaboradas, utilizando todos os recursos de seu novo amigo e produtor Mark Hudson, o que torna o álbum cheio de efeitos e belas criações que deixam as faixas mais encorpadas. Entre os muitos destaques, estão a faixa título “Vertical Man”, que traz bela participação de Ozzy Osbourne nos vocais, uma canção de letra e melodia tensas e “La de da”, single do disco, que ganhou inclusive um vídeo clipe bacana e que tem tudo a ver com Ringo Starr, é daquelas canções festeiras, positivistas, de refrão tão fácil que a tarefa de não sair cantando-a torna-se impossível. Já a canção “What in The...World”, que tem a participação de Paul McCartney no baixo e nos backing vocals, é também outro dos destaques do disco. Assim com a nova versão de “Love Me Do”, dos Beatles, que ganha aqui uma roupagem a lá Ringo Starr (sem George Martin!) e uma bela gaita tocada por Steven Tyler do Aerosmith. E já que estamos falando em Beatles, a balada “King of Broken Hearts”, ganha o reforço de uma slide-guitar de ninguém menos que George Harrison em sua bela melodia. Um dos momentos mais interessantes do álbum é a regravação de “Drift Away”, canção já gravada dezenas de vezes por inúmeros artistas, e que aqui ganha vocais solos de Alanis Morissete e Tom Petty. Existe uma versão alternativa com o vocal solo também de Steven Tyler do Aerosmith, que acabou sendo limado da versão final.

JOHN LENNON EM DOSE DUPLA - STAND BY ME - SLIPIN' AND SLIDIN'

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REVOLUTION - OS BEATLES PROCESSAM A NIKE

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No dia 27 de maio de 1987, a Nike começou a veicular seu novo comercial ao som de “Revolution”. A empresa acabou processada por usar a música sem autorização. O que "salvou" o comercial e o tornou interessante foi a música utilizada. Não foi um jingle composto exclusivamente para a Nike. Eles se apropriaram indevidamente de um dos clássicos originais dos Beatles. Muitas músicas deles já haviam sido usadas em diversas propagandas. A música que a Nike escolheu foi "Revolution" de Lennon & McCartney. As imagens exibidas contém simplicidade, energia e autenticidade. Esse episódio causou uma polêmica danada e a Nike acabou desembolsando 15 milhões de dólares pelo uso não autorizado.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

THE BEATLES - MARTHA MY DEAR

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O nome Martha veio da cadela sheepdog de dois anos de Paul McCartney, mas a música é um apelo a uma garota que sempre foi musa do cantor; ele pede que ela se lembre dele porque ainda acredita que nasceram um para o outro. Em janeiro de 1968, Paul e Jane Asher anunciaram que se casariam naquele ano, mas Paul começou a sair com outras garotas enquanto Jane estava fora atuando, e, em julho, ela cancelou o noivado. "Nós ainda nos vemos e nos amamos, mas não deu certo", Jane declarou, "Talvez sejamos namorados de infância que se encontram de novo e se casam aos 70 anos”. A música começou como um exercício de piano para as duas mãos. Ao explicar o surgimento da canção, McCartney disse: "Basicamente eu crio uma melodia e algumas palavras surgem na minha cabeça. Nesse caso, acabou sendo ‘Manha My Dear’. Elas não significam nada. Eu nem tento fazer comentários sérios. Você pode analisar o que quiser, é so uma música. Sou eu cantando para a minha cachorra!". ‘Manha My Dear’ foi gravada no Trident Studios, em oito canais, nos dias 4 e 5 de outubro de 1968. Ela foi concluída no dia 7 de outubro, no Abbey Road Studios, com um remix para estéreo. Nenhum dos outros Beatles participou, só Paul McCartney, conhecido por ser um multiinstrumentista. Os arranjos de orquestra ficaram a cargo do produtor George Martin. Além de Paul, participam: Dennis McConnell, Bernard Miller, Lou Sofier e Les Maddox nos violinos; Leo Birnbaum e Henry Myerscough nas violas; Reginald Kilbey e Frederick Alexander nos violoncelos; Leon Calvert, Stanley Reynolds e Ronnie Hughes - trompetes; Tony Tunstall - corneta; Ted Barker- trombone e Alf Reece - tuba.

"ASHRAM DOS BEATLES" REABRE DEPOIS DE MAIS DE 20 ANOS

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A cidade indiana de Rishikesh, ao norte do país, é considerada a capital do yoga, e um local onde se pode encontrar o lado mais zen da Índia. Foi ali, num lugar chamado Chaurasi Kutia, que os Beatles tiveram o primeiro contato com a meditação transcendental. Rapidamente o local passou a ser conhecido como "o ashram dos Beatles".http://tmhome.com/wp-content/uploads/2014/12/
Tudo começou em 1967, quando a banda conheceu o guru espiritual Maharishi Mahesh Yogi em Londres, que lhes ensinou algumas das suas técnicas, que eles passariam a aplicar em casa. Um ano mais tarde, em 1968, os Beatles decidiram rumar para a Índia para um curso intensivo com o guru. Lá, a rotina era dividida entre a meditação e a música, o que acabou por se revelar bastante produtivo. Em pouco tempo, os Beatles escreveram cerca de 40 canções, que integraram os álbuns "The White Album" e "Abbey Road".http://cdn.images.express.co.uk/img/dynamic/10/285x214/
Com a chegada dos Beatles, a fama do Maharishi tornou-se mundial, chegando a ter mais de cinco milhões de seguidores, incluindo os Beach Boys. Mas nem tudo foi um mar de rosas. Os Beatles abandonaram o retiro no mesmo ano, depois de divergências com Yogi. A música "Sexy Sadie", lançada nesse ano, era uma crítica explícita ao guru mas, a pedido de George Harrison, a letra não incluiu o nome do Yogi. "Você fez todos de tolos", podia ouvir-se, entre outras palavras menos simpáticas logo nos primeiros versos.http://www.saturdayeveningpost.com/wp-content/uploads/satevepost/
Nunca se ouviu da boca dos Beatles a verdadeira razão para a separação, mas o rumor mais difundido aponta para o desagrado da banda com os avanços sexuais do guru a Mia Farrow, uma atriz que era amiga do grupo. Deepak Chopra, antigo discípulo de Yogi e amigo de Harrison, tem outra versão, que indica que o guru estava farto que os Beatles consumissem drogas no seu ahsram. O Yogi nunca falou sobre o assunto e Chopra conta que o próprio Harrison pediu desculpas ao guru, mais tarde.https://d.ibtimes.co.uk/en/full/1474408/
O centro espiritual esteve abandonado entre 1997 e 2003, quando foi tomado pelo Departamento Florestal do Estado de Uttrrakhand. Durante essa altura, apenas era possível visitá-lo subornando o guarda que estava no local. O espaço, muito degradado e onde a banda era recordada em muitos dos grafitis presentes nas paredes, foi recuperado e pode agora ser visitado, como uma atração turística. Agora, há planos para construir um museu e um café, dentro do parque natural onde o ashram se encontra, e onde estão 500 elefantes, 250 panteras e mais de 400 espécies de aves.

THE BEATLES - YELLOW SUBMARINE - A CANÇÃO

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A primeira vez que o mundo ouviu falar em um “Submarino Amarelo” foi em 1966, quando os Beatles lançaram o álbum “Revolver” e simultaneamente, num compacto simples (duplo lado A) que trazia “Eleanor Rigby” do outro lado. O Submarino Amarelo fez sucesso por onde passou! Inclusive no Brasil. É creditada à dupla Lennon & McCartney e todos colaboraram com boa vontade, mas desde quando foi criada, a idéia era que fosse para Ringo cantá-la. Um vocal fácil, apoiado por um refrão marcante, backing vocals altos e um arsenal de efeitos sonoros dos mais diversos. Foi também a primeira vez que a voz de Ringo foi ouvida em um single. O single foi número 1 em todas as paradas do Reino Unido e EUA, e manteve-se em número 1 por quatro semanas. Ganhou um Prêmio Ivor Novello "pelo maior número de cópias de um único compacto" em 1966." Yellow Submarine foi basicamente composta por Paul McCartney pensando em criar um tema totalmente infantil. Uma “canção de brinquedo”. Durante o processo de criação, fumando e tocando junto com Donovan, apareceu “Sky of blue and sea of green, in a yellow submarine”. Yeah, baby! Ali estava a chave que encerrava sua ideia e ligaria o motor do Submarino Amarelo.
George Martin, que havia trabalhado anos com trilhas de comédias e programas humorísticos, cuidou de tudo na parte dos “efeitos especiais”. Em 1996, as regras das composições pop já não interessavam mais, e os Beatles puderam se dar ao luxo de quebrar essas regras. A escolha de palavras curtas já foi pensando no que seria mais facilmente memorizado por crianças.
No dia da gravação, o estúdio nº 2 de Abbey Road era uma festa só: Alf Bicknell (motorista) arrastava correntes, Brian Jones (aquele – a “3ª virgem”) batucava com um copo e John Lennon assoprava em um canudo para fazer bolhas num balde. MalEvans e Neil Aspinall assaltaram o almoxarifado velho do estúdio e e trouxeram sinos de navio, correntes, sinos de mão do tempo da guerra, apitos, buzinas, latas, máquinas que imitam sons de vento e de tempestades e até uma banheira que foi enchida com água. Marianne Faithfull e Pattie Harrison também estavam lá para chacoalhar tudo que podia fazer barulho Paul improvisou a voz do capitão que dava as ordens aos marinheiros. Seria o "efeito mar do tempo"?

PAUL McCARTNEY & WINGS - BEWARE MY LOVE

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"Beware My Love" é uma canção creditada a Paul e Linda McCartney, que foi lançada pela primeira vez no álbum “Wings At The Speed Of Sound” em março de 1976. Também foi usada como lado B do single que trazia "Let 'Em In" do lado A. Uma versão ao vivo gravada em 7 de junho de 1976 em Denver, Colorado foi incluída no álbum “Wings Over América” e outra versão ao vivo de três dias depois, em Seattle, Washington foi mostrado no filme-concerto Rockshow – que é o que a gente vai conferir lá embaixo.
Como a maioria das canções de sucesso de Paul McCartney, "Beware My Love" foi feita de vários elementos diferentes. A melodia começa com um breve som de gaita seguido por uma repetida guitarra. Ao longo da canção, os vocais de Paul, assim como a música, se intensificam e vão crescendo até chegar aos limites. Nos principais versos, o cantor avisa à mulher que ama para ter cuidado, porque ele não acredita que o outro homem que ela está querendo seja certo para ela. Nas pontes, ele diz à mulher que, embora ela for embora, tenha cuidado com o que deixou para trás.
"Beware My Love" é uma canção de rock de tempo médio que chegou a ser comparada, pelo seu peso, com “Rock Show "e" Soily”. Também não faltaram comparações com o rockão dos Beatles “Helter Skelter". Os maiores elogios à canção foram pelo baixo tocado por Paul McCartney, a percussão de Joe English e os backing vocals de Linda McCartney e Denny Laine. McCartney afirmou na época que ele estava tentando atingir uma emoção no vocal como só havia feito antes em “Oh! Darling”. "Beware My Love" também caiu na graça da crítica por ser a canção mais pesada do álbum, que contém em sua maioria baladas e músicas de influências disco. Foi descrita como sendo destinada a "dissipar as acusações de que os Wings estavam se tornando um grupo de bonecos amantes da disco".
Ao rever o álbum, o crítico da Allmusic Stephen Thomas Erlewine disse que "Beware My Love", é a melhor canção assinada por McCartney até então e move em harmonias ensolaradas ao hard rock. Outro crítico de música rock Robert Christgau afirmou que no álbum, McCartney só aparece com força total apenas na apaixonada "Beware My Love". Outros ainda diriam que a canção era de fato, "o único sucesso absoluto do álbum. Frank Rose do The Village Voice disse que esta canção juntamente com a contribuição de Denny Laine para o álbum, "Time To Hide” eram grandes números de produção do tipo que McCartney gosta quando ele sabe que ele tem um roqueiro de verdade ". A Rolling Stone também elogiou "Beware My Love" e" Time to Hide ", bem como" Let 'Em In "como excelentes exemplos de rock no melhor estilo de McCartney. Houve ainda elogios ainda mais efusivos em seus em relação a versão ao vivo da canção em Wings Over America, que é um minuto e meio mais curta do que a versão de estúdio. Larry Rohter do The Washington Post descreveu o desempenho da música em Wings Over America como "divertida e emocionante". Ben Fong-Torres descreveu a performance ao vivo de McCartney da música como uma volta para algumas daquelas que poderiam ter sido inspiradas em Little Richard.

Composta em Campbeltown, “Beware My Love” foi gravada como demo no Rude Studio, na Escócia. Da mesma forma que She’s My Baby, Letting Go, e outras gravações dos Wings, “Beware My Love” seria arranjada como um R&B, à moda da gravadora Motown. A versão ao vivo desta canção não apresenta a introdução com Linda nos vocais principais. Paul McCartney toca contrabaixo, piano, mellotron e violão. Vocais, mini-moog e harmonias, são de Linda McCartney. Violão e palmas - Denny Laine; Guitarra elétrica, pedal wah-wah e palmas, por Jimmy McCulloch. Bateria e percussão, Joe English. Foi gravada nos estúdios Abbey Road, da EMI, em Londres.