quinta-feira, 30 de junho de 2016

THE BEATLES LIVE IN JAPAN 1966 - 50 ANOS

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No dia 30 de junho de 1966, os Beatles e sua comitiva chegam ao Haneda Airport, em Tóquio, às 3h40 (tendo perdido um dia em razão da diferença de fuso horário). Do aeroporto, seguiram para o Tokyo Hilton, onde todo um andar fora reservado para eles. À noite, é a apresentação Nippon Buiiokan Hall, em Tóquio. Os Beatles apresentam-se com Yuya Uchida e Isao Bitoh, em um show que reuniu 10 mil fãs enlouquecidos. Houve vários protestos da direita japonesa, incluindo ameaças de morte, contra a apresentação dos Beatles no Nippon Budokan Hall (Martial Arts Hall), templo sagrado destinado às artes marciais, visto como santuário nacional dos mortos da Segunda Guerra. Portanto, era considerado um sacrilégio uma banda de rock tocar em seu palco. Por causa dessas ameaças, os japoneses montaram um esquema de segurança entre o aeroporto e o hotel, com 30 mil homens uniformizados. Depois dos Beatles, o Nippon Budokan Hall, em Tóquio, veio a se tornar um dos principais locais para shows de rock em Tóquio.

No dia seguinte, 1º de julho, novamente no mesmo palco do Nippon Budokan Hall, os Fab Four fizeram dois shows, sendo que o primeiro foi filmado pela TV japonesa. No dia 2 de julho foi a última apresentação no Japão, também na mesma casa: Nippon Budokan Hall. A histeria dos fas é tamanha e o esquema de segurança do Exército tão rígido que os Beatles não puderam sair do hotel e, para comprarem algumas lembranças, comerciantes locais foram até sua suíte, onde lhes venderam quimonos, tigelas e outros objetos a preços exorbitantes.

Depois de partirem do Japão, fizeram uma escala em Hong Kong e seguiram para Manila nas Filipinas, onde passariam seus piores momentos, mas essa, é outra história.

ALÔ ALÔ TERESINHA...É UM BARATO O CASSINO DO CHACRINHA

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Há 28 anos, no dia 30 de junho de 1988, morria José Abelardo Barbosa de Medeiros, o grande e incomparável Chacrinha. Ele foi um dos maiores comunicadores de rádio e televisão do Brasil e apresentador de programas de auditório de enorme sucesso da década de 1950 a 1980. Em seus programas, foram revelados para o país inteiro nomes como Roberto Carlos, Perla, Paulo Sérgio e Raul Seixas, entre outros, muitos outros. Desde a década de 1970 era chamado de Velho Guerreiro - homenagem feita a ele por Gilberto Gil que assim se referiu a Chacrinha na conhecida canção "Aquele Abraço".http://memoriaglobo.globo.com/data/files/94/76/9C/79/F83AD310EB54F8D3494B07A8/
Em 1956 estreou na televisão com o programa Rancho Alegre, na TV Tupi, na qual começou a fazer também a Discoteca do Chacrinha. Em seguida foi para a TV Rio e, em 1967, foi contratado pela Rede Globo. Chegou a fazer dois programas semanais: Buzina do Chacrinha (no qual apresentava calouros, distribuía abacaxis e perguntava "-Vai para o trono, ou não vai?") e Discoteca do Chacrinha. Cinco anos depois voltou para a Tupi. Em 1978 transferiu-se para a TV Bandeirantes e, em 1982, retornou à Globo, onde ocorreu a fusão de seus dois programas num só, o Cassino do Chacrinha, que fez grande sucesso nas tardes de sábado.
http://br.web.img2.acsta.net/pictures/14/07/11/21/37/
Uma frase sua que era muito citada afirmava que "Na televisão nada se cria, tudo se copia". Apresentava-se com roupas engraçadas e espalhafatosas, acionando uma buzina de mão para desclassificar os calouros e empregando um humor debochado, utilizando bordões e expressões que se tornariam populares, como "Teresinha!", "Vocês querem bacalhau?", "Eu vim para confundir, não para explicar!" e "Quem não se comunica, se trumbica!". Outros de seus bordões: "Vai para o trono ou não vai?", "Como vai, vai bem? Veio a pé ou veio de trem?", "Cheguei, baixei, saravei".http://1.bp.blogspot.com/-N4jixQAwmME/VBJqI82rrDI/AAAAAAABwAY/P9gskSO9bco/s1600/
Os jurados ajudavam a criar o clima de farsa, no qual se destacaram Carlos Imperial, Aracy de Almeida, Rogéria, Elke Maravilha e Pedro de Lara, dentre muitos outros. Outro elemento para o sucesso dos programas para TV eram as chacretes - dançarinas profissionais de palco, que faziam coreografias para acompanhar as músicas e animar o programa. No início eram conhecidas como as "vitaminas do Chacrinha". Além da coreografia ensaiada, as dançarinas recebiam nomes exóticos e chamativos como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Fátima Boa Viagem, Suely Pingo de Ouro, Fernanda Terremoto, Cristina Azul (minha preferida!), entre outras.

CAMISA COM SANGUE DE LENNON É LEILOADA

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http://i.imgur.com/
Uma camisa manchada com o sangue de John Lennon foi leiloada por mais de R$138 mil. A peça de roupa foi usada por um funcionário do prédio em que o ex-beatle morava, em Nova York, na noite do seu assassinato. A blusa pertencia a Jay Hastings, que teria sido uma das primeiras pessoas a prestar socorro ao cantor.
Antes de ser arrematada no leilão, a peça de roupa era avaliada em cerda de 7 mil libras. Jay Hastings também leiloou uma edição do álbum Double Fantasy autografada por Lennon e Yoko Ono, além de uma carta da viúva do músico agradecendo a ajuda oferecida na noite em que John Lennon foi morto.

TERRY O'NEILL - FACES OF THE STARS

Um comentário:
https://whisty.files.wordpress.com/2009/11/
Sempre que a luz do flash se apagava o cão saltava. Um novo disparo e voltava a ladrar, enfurecido, lançando-se na direcção do flash. Queria mordê-lo. Ao lado, David Bowie mantinha-se imperturbável. Atrás da câmara fotográfica, Terry O’Neill registava uma das mais icônicas imagens da carreira do músico. A fotografia, captada nos anos 1970 para a promoção do álbum Diamond Dogs, é uma das 50 imagens da exposição Terry O’Neill – Faces of the Stars, que a partir desta quinta-feira vai ocupar a praça central do Centro Comercial Colombo, em Lisboa até 28 de setembro.
https://imagens1.publico.pt/imagens.aspx/
O rosto do músico de Life on Mars é, aliás, um dos mais presentes nesta exposição que esboça um olhar sobre a carreira do fotógrafo inglês. Com ele, “cada fotografia era uma verdadeira arte de representação, cada vez mais desafiador e inventivo”, descreveu O’Neill. “Era naturalmente e maravilhosamente excêntrico”. O’Neill, agora com 77 anos, começou a fotografar nos anos 1960, em Londres. A história é curiosa e conta-se rapidamente. É a história de um rapaz que sonhava ser baterista de jazz e que, para poder tocar nos clubes de Nova Iorque, decidiu candidatar-se ao cargo de comissário de bordo na British Airways. Acabou admitido para a equipe de fotografia da companhia aérea. No aeroporto fotografou um homem de aspecto ilustre que descansava num café. O homem era R.A. Butler, o secretário britânico de estado e de assuntos Internos da época, e a fotografia foi comprada e publicada na primeira página de um popular jornal britânico. Foi o início da carreira de O’Neill, que com 21 anos se tornou o mais jovem fotógrafo a trabalhar em Fleet Street, a rua cujo nome se tornou sinônimo de toda a imprensa inglesa. Ao lado de David Bailey ou Terence Donovan, Terry O’Neill foi um dos fotógrafos que, mais documentou a origem dos famosos Swinging Sixties, quando os jovens londrinos se mobilizaram, década e meia depois do pós-guerra, num movimento cultural de subversão. “Estava no lugar certo, na hora certa”, resumiu o fotógrafo. “A sensação era que a cada dia acontecia algo novo”. E Terry estava lá para fotografar o que despontava. Na redacção perguntaram-lhe qual seria a próxima grande banda que ele iria fotografar. Os editores ficaram horrorizados com os elementos, disseram que pareciam cinco monstros pré-históricos. Eram os Rolling Stones. http://www.photographersgallery.com/i/full/
Quando os Beatles gravaram o seu primeiro álbum de estúdio, O’Neill estava lá. Foi fotografá-los nos fundos dos estúdios de Abbey Road e a imagem foi a primeira da banda a aparecer num jornal de cobertura nacional. O’Neill registou a vertigem dos acontecimentos e dos seus intérpretes sem ser seduzido por ela. Com 26 anos, partiu para os Estados Unidos, para Hollywood. Entrava assim no olho do furacão da cultura das celebridades. Fotografou Clint Eastwood, Paul Newman, Katherine Hepburn, Steve McQueen, Ava Gardner, Faye Dunaway (com quem esteve casado entre 1983 e 86), Jane Fonda, Brigitte Bardot, Audrey Hepburn, Elvis Presley, Bruce Springsteen, Al Pacino, Tina Turner, Elizabeth Taylor, Frank Sinatra e muitos outros.https://imagens4.publico.pt/imagens.aspx/
Olhar para os retratos de Terry O’Neill é também descobrir em suspenso uma época que já dificilmente reconhecemos e uma visão de fotografia de artistas que está cada vez mais distante. O próprio O’Neill olha com desdém para os atuais tapetes vermelhos das estreias de cinema, com atores que estacam diante dos fotógrafos e estes disparam dezenas e dezenas de vezes na esperança de que pelo menos uma das fotografias esteja boa. "Se tivesse que começar agora, não sei onde iria buscar inspiração. As estrelas de cinema tinham personalidade, agora são apenas 15 minutos de fama. Não quero fotografar pessoas que participaram no Fator X.”

CIRQUE DU SOLEIL - WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS

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http://assets.rollingstone.com/assets/2016/article/watch-the-beatles-hypnotic-while-my-guitar-gently-weeps-video-20160629/246880/large_rect/1467212251/
"While My Guitar Gently Weeps", a balada escrita e interpretada por George Harrison para os Beatles, tem um novo vídeo. A produção é do Cirque du Soleil e assinala o décimo aniversário da estreia do espectáculo "Gently Weeps", uma criação teatral para o Mirage Hotel & Casino de Las Vegas. A realização é repartida entre Dandypunk, André Kasten e Leah Moyer. Já a canção foi retrabalhada em 2006 para o álbum "Love" por George Martin. Foi a última obra de estúdio do produtor que morreu em março com 90 anos.

sábado, 25 de junho de 2016

SETE ANOS SEM MICHAEL JACKSON

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Pois é. O tempo está voando. Brincando, brincando, hoje faz 7 anos que Michael Jackson partiu dessa pra uma melhor. Em comemoração – ops – em homenagem ao dia da morte do cantor, a gente rever agora duas boas músicas em que ele e Paul McCartney colaboraram: “Say Say Say” e “The Girl Is mine”.
McCartney contou com a ajuda de Jackson para finalizar esta faixa durante a primeira sessão de composições entre os parceiros, no início de 1981, em East Sussex. Embora os críticos atuais deasaprovem hoje a parceria criativa entre McCartney – Jackson, a dupla recebeu muitos elogios dos jornalistas em uma época em que Michael Jackson dominava as paradas com o álbum Thrillker. Além de cantar, Paul toca baixo, bateria, sintetizador e guitarra elétrica. Michael Jackson canta também e faz uma percussãozinha. Eric Stewart toca a guitarra solo e a gaita foi de Chris Smith. Houve dois músicos adcionais: Ernie Watts (trompete) e Anday McKay (saxofone). Foi gravada no A.I.R Studios, em Londres, e no Cherokee Studios em Los Angeles. Fonte: “Paul McCartney – Todos os segredos da carreira solo” de  Claudio D. Dirani
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"The Girl is Mine" foi um single de 1982 cantado em dueto por Michael Jackson e Paul McCartney. Composta por Michael Jackson e lançada como o primeiro single do álbum que mais vendeu mundialmente, Thriller, a música é sobre dois homens lutando entre si pelo amor de uma mulher, cada um dizendo que pode amá-la mais que o outro. Não obteve tanto sucesso quanto uma outra parceria de Michael com Paul, Say Say Say, do álbum “Pipes Of Peace”, mas deve-se muito ao fato de “The Girl Is Mine” não ter tido um videoclipe oficial.

A TRISTE MORTE DA PANTERA

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E quem morreu também, no mesmo dia do Michael Jackson, foi a eterna pantera Farrah Fawcett. Inesquecível!https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/a0/a4/d7/

sexta-feira, 24 de junho de 2016

STUART SUTCLIFFE - 1940 / 1962

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https://www.beatlesbible.com/wp/media/
Se vivo estivesse Stuart Fergusson Victor Sutcliffe, mais conhecido como Stuart Sutcliffe ou apenas Stu - estaria completando 76 anos. Ele nasceu em Edimburgo, Escócia, em 23 de junho de 1940 - e morreu em Hamburgo, Alemanha, em 10 de abril, 1962 aos 22 anos. Ficou famoso por fazer parte da fase inicial dos Beatles. Stuart Sutcliffe foi o primeiro "baixista" da banda. Sua entrada no grupo deu-se pela amizade que tinha com John Lennon. Stu e John se conheceram na escola de arte Liverpool College of Art. Stu era um jovem interessado em pintura e, ao ganhar um dinheiro com a venda de algumas de suas obras, foi convencido por John a comprar um contrabaixo elétrico e entrar para os Beatles. Seu estilo musical era limitado e, sendo algo que o incomodava, era comum vê-lo tocando de costas para o público.
Antes da fama, os Beatles fizeram uma pequena turnê à cidade de Hamburgo, na Alemanha, e foi lá que Stu acabou conhecendo Astrid Kirchherr. Astrid tornou-se sua namorada e foi ela quem deu a idéia do estilo de cabelo dos Beatles (franjas penteadas para frente). Pouco tempo depois, Stu Sutcliffe deixou a banda para ficar com a namorada em Hamburgo e dedicar-se completamente à pintura (sua verdadeira paixão). Alguns meses depois, ele morreu de hemorragia cerebral aos 21 anos de idade. Pauline Sutcliffe sempre disse que a morte de Stu estava ligada a uma briga que John e Stu tiveram. Segundo ela, os dois haviam brigado em Hamburgo e John teria chutado a cabeça de Stu, causando-lhe lesões que o teriam levado à morte, (teoria publicada no livro de Albert Goldman: "The lives of John Lennon"). Porém, quando indagada sobre o fato, Astrid Kirchherr (namorada de Stu em Hamburgo) negou a ocorrência deste incidente. Graças a entrevistas feitas a George Harrison, Paul McCartney e Pete Best, foi estimado e comprovado que o incidente não ocorreu. Na verdade foi fruto da briga que John e Stu tiveram com clientes que frenquentavam o clube durante um show na Escócia (que criticaram Stu), Stu foi empurrado e bateu a cabeça com violência em uma parede.
https://chloenelkin.files.wordpress.com/2011/08/
Como artista, Stu mostrava em suas obras influências britânicas e européias de artistas abstratos misturada com influência do movimento abstrato expressionista americano. Hoje algumas de suas obras encontram-se em galerias de Liverpool, Inglaterra. Em 1994, foi lançado o filme Backbeat, cujo foco é sobre o tempo de Stuart Sutcliffe com os Beatles em Hamburgo, sua amizade com John Lennon e seu relacionamento com Astrid Kirchherr. Stephen Dorff faz o papel de Stu no filme cuja trilha sonora tem músicas que ficaram famosas em gravações dos Beatles (nenhuma delas é de autoria dos rapazes de Liverpool), mas no filme são interpretadas por outros músicos ("covers").

https://centersom.com.br/image/cache/catalog/
Existe também um excelente DVD em formato de documentário chamado "
STUART SUTCLIFFE - O BEATLE QUE FOI ESQUECIDO", o meu, comprei nas Lojas Americanas e custou apenas R$ 17,90. 
Site oficial: http://stuartsutcliffeart.com

THE BEATLES - WHEN I'M SIXTY FOUR

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Paul afirmou que a melodia de "When I'm Sixty-Four" foi composta ao piano em Forthlin Road, Liverpool, "quando eu tinha uns 15 anos". Isso a situa em 1957 ou 1958, pouco depois de ele ter se juntado a John em The Quarry Men. Por volta de 1960, Paul estava tocando uma versão dela em shows quando o amplificador quebrou. Na época, ele achava que era uma "música de cabaré", escrita em respeito à música da década de 1920 e 1930, que seu pai tocava quando era jovem. Em meio ao psicodelismo, o que era moda na juventude de Jim McCartney estava voltando, e fazia sentido que Paul tirasse.a poeira dessa música de adolescência. O pastiche dos anos 1920 "Winchester Cathedral" tinha sido um sucesso no Reino Unido com o The New Vaudeville Band em setembro de 1966, e Bonnie and Clyde, filme que deu início a uma febre pelas roupas dos anos 1930, foi lançado em 1967. Apesar de a música ter sido escrita com seu pai em mente, foi uma coincidência que ele estivesse com 64 anos quando ela foi lançada.

JESSE ED DAVIS - O ÍNDIO QUE TOCAVA GUITARRA

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Postagem publicada originalmente em 22 de junho de 2013
Jesse Edwin Davis nasceu em 21 de september de 1944 e morreu em 22 de junho de 1988, vítima de uma overdose. Durante os anos 60 e 70, Davis foi um dos guitarristas de estúdio mais requisitados por grandes astros do rock, como George Harrison, de quem era amigo pessoal. Jesse Ed Davis começou sua carreira musical no final dos anos 1950 em Oklahoma e cidades vizinhas, junto com John Ware (mais tarde baterista de Emmylou Harris"), John Selk (mais tarde baixista de Donovan), Jerry Fisher (depois vocalista do Blood, Sweat & Tears), Mike Boyle, Chris Frederickson, e o baterista Bill Maxwell. O período que Davis passou com Taj Mahal foi o mais perto que chegou de estar em uma banda por tempo integral. Depois do álbum Giant Step de Taj Mahal de 1969, Davis foi trabalhar para David Cassidy, Albert King e Willie Nelson. Em 1970, tocou e produziu um album para Roger Tillison. Davis gravou seu primeiro disco pela Atco Records. Assinou um contrato para dois álbuns. O resultado foi o álbum “Jesse Davis” de 1971, que contou com vocais de Gram Parsons e participações de Leon Russell e Eric Clapton, entre outros. Ainda em 1971, Davis produziu e tocou no álbum solo de Gene Clark. Mais dois discos solo se seguiram, “Ululu”, de 1972 e “Keep Me Comin", de1973. Jesse Ed Davis trabalhou como guitarrista em discos de John Lennon, Ringo Starr, Eric Clapton, Leonard Cohen, Keith Moon, Jackson Browne (Davis tocou o solo de guitarra em Doctor My Eyes), Steve Miller, Harry Nilsson e Van Dyke Parks, e foi o guitarrista, convidado especial, por George Harrison, para o Concerto Para Bangladesh, em agosto de 1971 no Madison Square Garden. Nos anos 80, Davis desapareceu do mundo da música, e começou a se entupir de álcool e drogas pesadas. Ainda assim, tocava na banda Grafite, que contava com a poesia do americano ativista John Trudell. Em 22 de junho de 1988 Jesse Ed Davis sofreu um colapso e morreu na California. Na autópsia, foram detectadas vários tipos de drogas. Mas sua morte foi atribuída a uma overdose de heroína. Ele estava com 43 anos. John Trudell, Bob Dylan, Jesse Ed Davis e George Harrison

quarta-feira, 22 de junho de 2016

JOEY MOLLAND – HAPPY BIRTHDAY BADFINGER!

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Apesar de um talento extraordinário, Joey Molland nunca foi devidamente reconhecido como um dos melhores guitarristas do rock. Graças a Deus, hoje é dia de mais um aniversário dele. 69 anos de uma vida bem intensa, e 56 de uma carreira com mais baixos do que altos. Joey é o único membro original sobrevivente da banda inglesa Badfinger.http://zacharymule.com/wp/wp-content/uploads/2014/02/
Abençoada pelos Beatles e sua Apple Records, a banda experimentou o gosto do sucesso com álbuns como “No Dice” – 1970 e “Straight Up” – 1971. Depois, pela falta de qualquer escrúpulo dos empresários, terminou de forma trágica e melancólica. Quando o contrato com a Apple (Allen Klein) expirou, o novo disco “Ass”, que é considerado por muitos como o melhor trabalho do grupo, nem chegou a ir para as prateleiras. Assinaram um contrato milionário com a Warner, mas já havia um rombo de milhares de dólares. Devastado, Pete Ham (líder formador e principal compositor, cantor e guitarrista da banda), sucidou-se aos 27 anos de forma trágica por enforcamento em 1975. Então veio a grande depressão e os outros se dispersaram. Joey se juntou ao ‘Natural Gas’ com Steve Marrriot, e Tom Evans, o grande amigo de Peter, entrou para os “Dodgers”. Mike Gibbins, o batera, passou um longo tempo no ostracismo.

Joey e Tommy ainda tentaram uma nova formação juntos e chegaram a gravar dois bons discos, que nunca apareceram nos charts. A guerra de egos selou e destruiu a parceria e a amizade, e Tom Evans, também suicidou-se da mesma forma de Peter – por enforcamento oito anos depois do amigo em 1983.

Joey seguiu seu caminho e formou sua própria banda: “Joey Molland’s Badfinger”, e, continua levando o nome “BADFINGER” por onde quer que vá. Já veio duas vezes no Brasil, mas eu nunca tive oportunidade de vê-lo. Sua mulher, com quem se casou logo no início da banda – Kathy – morreu em 2009. Nos discos que (ainda) grava não aparece o nome “Badfinger”. Apenas Joey Molland. Kathy Molland morreu em 2009. Recentemente, um de seus guitarristas, Mark Healey, também morreu. Mas a banda não pára. Felizmente Joey continua bem vivo e, quem sabe ainda terei oportunidade de lhe dar um abraço e dizer: “meu herói”, carregando um saco com mais de 100 Cds pra ele autografar. Happy Birthday JOEY BADFINGER! Boogie Forever!


  

terça-feira, 21 de junho de 2016

EIGHT DAYS A WEEK - THE TOURING YEARS

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The Beatles: Eight Days A Week — The Touring Years, documentário autorizado sobre os Beatles com direção do vencedor do Oscar Ron Howard (Uma Mente Brilhante, O Código Da Vinci), teve seu trailer divulgado (via Deadline). Além de dirigir, Howard também produziu o longa que examina os primeiros anos de sucesso da banda e suas turnês, além de trazer histórias inéditas de bastidores. O documentário será lançado em 16 de setembro nos cinemas americanos, sendo disponibilizado no dia seguinte pelo serviço de streaming Hulu.

TRIBUTO A GEORGE HARRISON CHEGA ÀS LOJAS

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Em parceria com a BMG, a Lab 344 colocou no mercado brasileiro o material referente ao show “George Fest – A Night to Celebrate the Music of George Harrison”, que foi gravado em setembro de 2014, em Los Angeles. Produzido pelo filho do homenageado, Dhani Harrison (que também sobe ao palco), o lançamento é um disco duplo com 27 faixas e um DVD com imagens do tributo. O repertório é tão eclético quanto as escolhas dos artistas que participaram do especial: Brian Wilson, Ben Harper, Perry Farrell, Karen Elson, Ian Astbury (The Cult), Nick Valensi (The Strokes), The Flaming Lips e vários outros. A maior parte do elenco montado para esse espetáculo é ligada ao universo do rock and roll, mas tem espaço também para o country e o R&B – Norah Jones, por sinal, rouba a cena com duas interpretações solo: do superclássico “Something” e de “Behind that Locked Door”. Destaque também a versão de Brandon Flowers (The Killers) para “Got My Mind Set on You”, música marcante dos anos 80 que nos faz lembrar de como Harrison soube muito bem trafegar por diferentes linguagens e não foi genial apenas em suas marcantes baladas. Por falar em baladas, o único pecado no repertório é ter deixado de fora a obra-prima de Harrison, “While My Guitar Gently Weeps”. Mas outras grandes dos Beatles entraram na lista, como “Taxman” e “Here Comes the Sun”.

A ÚLTIMA APRESENTAÇÃO AO VIVO DE JOHN LENNON

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http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2010/02/19/
Sir Lew Grade (mais tarde Lord), foi empresário Inglês da indúdtria do entretenimento, que os críticos gostavam de depreciar como “Sir Low (baixinho) Grade”. Nasceu Louis Winogradsky em 25 de dezembro de 1906 em Tokmak, Ucrânia, no antigo Império Russo. Seus pais Olga e Isaac, de origem  judaica, emigraram para a Inglaterra em 1912 para escapar dos problemas de sua terra natal. Estabeleceram-se em Londres, onde Isaac conseguiu um cinema. Lew e seus dois irmãos, Leslie e Bernard (que mais tarde tomou o nome Delfont) participaram da School Street Rochelle em Shoreditch. Ele se tornou um agente para uma empresa de confecção com 15 anos, e logo tornou-se sócio o seu destino foi mudado quando ele ganhou uma competição de Charleston no Albert Hall em 1926. ele tomou o nome de Grade (que foi adotado por seu irmão Leslie), quando tornou-se um dançarino profissional, e como Lew Grade, o “Campeão do mundo de Charleston de 1926”, fez o seu caminho para o show business. Lew Grade e seu irmão Leslie fundaram uma agência de talentos em 1933, que cresceu rapidamente e se tornou a maior no Reino Unido. Com o parceiro Joe Collins, pai de Joan e Jackie Collins, a agência, eventualmente representava algumas das maiores e mais prestigiadas estrelas no show business britânico, incluindo Sir RalphRichardson e Sir LaurenceOlivier . Seu outro irmão Bernie, agora Bernard (mais tarde Lord) Delfont, também fez o seu caminho para o show business, tornando-se posteriormente a cabeça do gigante da indústria musical EMI. Entrando para a televisão, a empresa de produção ITC entretenimento, de Grade, foi responsável pela icônicas séries dos 1960 da TV britânica "The Saint" e "The Prisoner". Ele adquiriu a produtora independente AP Films em 1962 que produziu uma série de aventuras com marionetes - "Thunderbirds", entre outras. Então vieram os Muppets.

Como um produtor de cinema, Lew Grade ajudou a financiar a encarnação para a tela grande do show dos Muppets, para o qual ele foi imortalizado por Jim Henson, que fez um Muppet à sua imagem - Dr. Bunsen Honeydew.  Grade foi a força por trás da rede britânica ATV de transmissão de televisão privada, que queria rivalizar com a BBC. A rede contou com produções extravagantes  e o sucesso das mini-series de TV, o levou a produzir a premiada série do diretor  Franco Zefferelli  - "Jesus de Nazaré" (1977), o que proporcionou uma colheita financeira extraordinária quando foi revendidoa para o mercado americano em um filme de quase 5 horas. "Jesus de Nazaré" ganhou uma taxa de licenciamento então recorde para os padrões Hollywwodianos. Mas a adaptação cinematográfica do best-seller de Clive Cussler "Raise the Titanic" (não confundir com o megasucesso Titanic” provou ser um fracasso monumental. E outros fracassos subsequentes levaram Grade a abandonar o movimento de produção de imagens. Grade foi nomeado “Sir”- cavaleiro - em 1969 por seus serviços para a promoção do comércio internaciona. Ele foi casado com Kathleen Moody por 56 anos, até sua morte. Lew e Kathleen adotaram um filho, Paul Dancer. De sua esposa, Grade disse, graciosamente: "O casamento foi o melhor negócio negócios que já fiz. Depois disso, 'Jesus de Nazaré' e 'Os Muppets'. Seu sobrinho, Michael Grade, atualmente é o Presidente do Conselho de Governadores da BBC. Sir Lew Grade morreu em 13 de dezembro de 1998 aos 92 anos de complicações cardíacas. Só para lembrar: a ATV de Grade era quem detinha o direito de grande parte das músicas dos Beatles e foi comprada pela Sony e Michael Jackson.
Apesar de todos os pesares, e da má repercussão do “Lost Weekend”, 1975 parecia ser um ano bom para nosso John Lennon. Graças ao sucesso no final de 74 de “Whatever “Gets You Thru The Night” – parceria com Elton John, que lhe deu seu primeiro lugar sem os Beatles, e sua apresentação no show do próprio Elton John, ‘Walls And Bridges’ ainda suspirava. A questão com o ‘greencard’ estava quase resolvida e sua mulher, Yoko Ono estava grávida mais uma vez (já tinha tido não-sei-quantos-abortos) e, provavelmente, a criança nasceria em outubro. Mas como nunca, nada é perfeito, John ainda tinha pendências judiciais com a ATV desde 1969 (por causa da parceria Lennon & McCartney), e para se ver livre ainda teria de participar como convidado especial do show preparado  em homenagem a Sir Lew Grade, e deveria tocar no mínimo três músicas. Lennon se conformou porque sabia que seria melhor para ele, mas não se fez de rogado. Entrou no palco com um berrante macacão vermelho e o cabelo amarrado para trás. Tropeçou, quase caiu e fez uma referência sobre a personalidade do homenageado: "Meus sentimentos sobre a personalidade de Lew Grade”. Apresentado como "John Lennon e etc.", sua banda se apresentou com máscaras criadas especialmente pelo escultor Rubi Jackson, usando as máscaras atrás de suas cabeças. John Lennon arrrasou! Mandou duas músicas de seu mais recente lançamento – Rock And Roll – e mais o já clássico “Imagine”. Essa foi a última apresentação ao vivo de John Lennon no dia 18 de abril de 1975, e depois disso, ele se excluiu. Esse show foi transmitido no dia 20 de junho daquele ano. E babau. A criança que tanto esperavam, realmente nasceu em outubro de 1975, no mesmo dia do aniversário de John, e chamaram-lhe ‘Sean’. Os anos que viriam, John passou cuidando do bebê. Tinha planos de se apresentar ao vivo de novo depois do lançamento de “Double Fantasy”, o que jamais aconteceria.

THE BEATLES - NME 1964 - LONG TALL SALLY - SEM COMENTÁRIOS!

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DESCULPEM TODOS PELO ANIVERSÁRIO DE PAUL....

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Sinto muito Paul. Eu odeio mais do que você. Caros amigos: me desculpem pelo fiasco do aniversário do nosso velho Macca. Há tempos, essa joça desse computador vem me matando de raiva, e justamente, bem no sábado, dia do aniversário de Paul, resolveu parar de vez e só consegui consertar hoje. Desculpe Paul. Prometo que ano que vem, nos 75, a gente faz uma festona! Sorry, amigos. Todos ainda seremos felizes! Amém.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

PAUL McCARTNEY & WINGS - THE MESS

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http://1.bp.blogspot.com/-Lq8lBZ5jWM4/UbhNqHcFnUI/AAAAAAAAdec/NN--oLgMO1k/s640/
"The Mess" foi gravada durante as sessões de "Red Rose Speedway" mas acabou ficando de fora do álbum. McCartney escreveu esta faixa especialmente para as primeiras apresentações do Wings em 1972. E foi a versão ao vivo, gravada na universidade de Haia, na Holanda, em 21/8/1972, que acabou sendo lado B do single "My Love". Existe uma gravação de estúdio que aparece em discos extra-oficiais. Mas não tem a força da versão ao vivo. Nessa época a banda era: McCartney, Henry McCullough, Denny Laine, Denny Seiwell e Linda McCartney.

sábado, 18 de junho de 2016

PAUL McCARTNEY - THE BEATLES - BIRTHDAY

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As músicas dos Beatles feitas na índia eram criadas para o violão porque esse era o único instrumento que tinham no ashram. Mas "Birthday" foi escrita nos estúdios de Abbey Road em 18 de setembro de 1968. Paul tocou a melodia básica ao piano. John diz que Paul estava pensando em "Happy, Happy Birthday", um hit de 1957 nos EUA, deTuneweavers, mas queria produzir algo contemporâneo e rock'n'roll. Além disso, faltavam apenas seis dias para o aniversário de 26 anos de Linda Eastman, e Paul sabia que ela chegaria em Londres na semana seguinte, a tempo da comemoração.
Ele entrou no estúdio no fim da tarde e trabalhou no acorde básico de teclado, cujo início era baseado na introdução de "Just A Little Bit" (1960), de Rosco Gordon. Depois, George, John e Ringo acrescenta¬ram os acompanhamentos. Durante a noite, os quatro fizeram uma pausa e foram para a casa de Paul assistir à estreia de The Girl Can’t Help It na televisão, estrelado por Jayne Mansfield e com música de Fats Domino, GeneVincent, TheTreniers.The Platters, Little Richard e Eddie Cochran.
Provavelmente inspirados por essa dose de rock das antigas, os Beatles voltaram para o estúdio por volta das onze da noite e concluíram os vocais. Todos incluíram versos, e Yoko Ono e Patty Harrison ajudaram com os backings. "Nós criamos a letra no estúdio", conta Paul. "É uma das minhas faixas favoritas do álbum porque foi instantânea. E é boa para dançar." A opinião de John, emitida voluntariamente doze anos depois, é exatamente a que se esperaria dele: "É uma porcaria".

PURE McCARTNEY - DVD TRIBUTE

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E aproveitando que é aniversário do Macca, e que ele está lançando sua nova coletânea – “Pure McCartney”, gostaria de apresentar a vocês outra obra que também ganhou o nome de “Pure McCartney”. Nada a ver com o novo lançamento de Paul, mas sim, um DVD fantástico, com uma banda pra lá de boa, interpretando o disco “Ram” todinho e alguns outros sucessos da carreira solo do nosso menino prodígio de Liverpool. “Pure McCartney” é um DVD duplo, também lançado em CD e LP pelos cantores e compositores Tim Christensen (vocais , guitarras , produtor , produtor executivo) , Mike Viola (vocais, o piano , violão , bric-à-brac) e a belíssima e talentosa Tracy Bonham (vocais, violino , percussão) , juntos com a banda dinamarquesa “The Damn Crystals” (Cristais Malditos) , lançado em 2013 e gravado durante um supershow realizado no Vega em Copenhagen em comemoração ao aniversário de 71 anos de Paul naquele dia. Não é apenas uma “banda cover”, mas, além de fazerem igualzinho, é uma celebração ao talento de Paul como compositor. Posso garantir: quem assistir inteiro, não vai se arrepender. Muito legal! 

FOTO DO DIA - THE BEATLES - HAPPY BIRTHDAY PAUL!

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