segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ELIZABETH MONTGOMERY – A ETERNA FEITICEIRA

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Elizabeth Victoria Montgomery nasceu em Los Angeles, em 15 de abril de 1933 e também morreu lá em 18 de maio de 1995, com 62 anos. Sua carreira se estendeu por cinco décadas. E sempre será lembrada principalmente como Samantha Stephens por seu papel no megasucesso “A Feiticeira. Fez sua estréia na televisão na série seu pai Robert Montgomery Presents, e sua estreou no cinema em 1955. No inicio da década de 1960, voltou ao cinema. Foi escalada para um papel de uma socialite com Henry Silva e Sammy Davis, Jr. no filme gângster 'Offbeat, em 1963 de Johnny Cool e, no mesmo ano, com Dean Martin e Carol Burnett na comédia cinematográfica Who's Been Sleeping in My Bed?, dirigido por Daniel Mann, onde interpretava Mellisa Morris. Alfred Hitchcock a tinha em mente para personificar a cunhada de Sean Connery, uma rival para a heroína no filme Marnie, mas Elizabeth estava indisponível devido ao seu compromisso com um novo show de televisão: A Feiticeira.
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Elizabeth desempenhou o papel central da adorável feiticeira Samantha Stephens com Dick York (e mais tarde Dick Sargent), como seu marido na comédia de costumes da ABC “A Feiticeira” entre 1964 a 1972. Ela também interpretou o papel da prima louca de Samantha, Serena, que volta e meia aparecia com sua guitarra. O show se tornou uma das séries de maior sucesso, na época. Estendeu-se por oito temporadas e permanece popular ainda em nossos dias através da distribuição e versões em DVD. A série já havia recebido "carta-branca" para uma nona temporada pela rede de televisão, mas Montgomery, que pretendia fazer outras coisas, recuou. Ela também fez a voz de Samantha para um episódio de Os Flintstones.
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Com “A Feiticeira!, Elizabeth Montgomery recebeu cinco Emmy e quatro indicações ao Globo de Ouro por seu papel. No seu auge criativo, A Feiticeira foi considerada uma das comédias mais sofisticadas no ar, e soube explorar com habilidade, temas contemporâneos e delicadas questões sociais, dentro de um contexto de fantasia. Na primavera de 1995, Elizabeth Montgomery foi diagnosticada com câncer colo-retal. Ela havia ignorado os sintomas da doença, permitindo assim, que o quadro ficasse avançado demais, para possibilitar a eficácia de qualquer tratamento. Não estando disposta a morrer em um hospital, e sem qualquer esperança de recuperação, ela optou por retornar à casa em que morava com Foxworthem Beverly Hills. Faleceu aos 62 anos de idade, em casa, às 8:27 da manhã, em companhia do marido e seus três filhos, Robert, Bill e Rebecca, oito semanas após seu diagnóstico.

FOTO DO DIA - JOHN LENNON & YOKO ONO

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THE BEATLES - ESPECIAL TV GAZETA

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Em fevereiro de 2014, a TV Gazeta de São Paulo produziu uma série de quatro episódios para comemorar os 50 anos do estouro da Beatlemania. Apresentada por Simone Tortato, o programa busca ir um pouco além da história dos 4 amigos de Liverpool, Paul McCartney, Ringo Starr, John Lennon e George Harrison, e mostra, com sutileza e muito ânimo, todo o movimento que a “beatlemania” gerou, não só na música mundial, mas na nacional, e também na moda e tudo o que envolve a cultura do rock, a partir de então. Com blocos intercalados de história, o fato de irem além da história e colocar diversos músicos brasileiros para comentarem o boom que a banda gerou em sua época, o programa sai do estilo documental ao colocar, no palco, ao lado da apresentadora, a banda cover Zoom Beatles, interpretando os maiores sucessos e ainda encarnando cada época da banda. Percebe-se, no primeiro episódio, um esforço para não soar tão didático e isso foi conseguido ao contar a história da banda, inserir curiosidades e colocar as apresentações de maneira a não deixar o programa cansativo.
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Apresentado pela beatlemaníaca Simone Tortato, o programa tem a participação de convidados como Ronnie Von (cantor e apresentador de TV), Eduardo Araújo (cantor), João Barone (baterista do grupo Paralamas do Sucesso), Kid Vinil (cantor e compositor), Zé Antonio Algodoal (ex-MTV), Sérgio Dias (músico, cantor e compositor) e João Marcelo Bôscoli (produtor musical), além de especialistas de outras áreas de atuação. E, para a felicidade dos fãs, uma das melhores bandas covers do Brasil, a ZoomBeatles, interpreta os maiores sucessos dos Beatles.

IMAGEM DO DIA - RINGO STARR - HAPPY HALLOWEEN

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THE PRETTY RECKLESS - TAKE ME DOWN

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The Pretty Reckless é uma banda americana de metal alternativo formada em Nova Iorque em 2009. Os atuais membros são Taylor Michel Momsen (vocais, guitarra), Ben Phillips (guitarra, backing vocal), Mark Damon (baixo) e Jamie Perkins (bateria).Resultado de imagem para the pretty reckless
O álbum de estreia, Light Me Up, foi lançado em agosto de 2010 no Reino Unido. Eles lançaram seu primeiro single em maio de 2010. O álbum gerou três singles de sucesso moderado e o mais notável, "Make Me Wanna Die", liderou a parada do Reino Unido. Seu segundo EP, intitulado Hit Me Like a Man no início de 2012, juntamente com dois novos vídeos de música de canções previamente ouvido em seu esforço de estréia. Estes lançamentos coincidiram com sua segunda turnê. Em 2014, a banda lançou seu segundo álbum de estúdio, Going to Hell, que foi precedido por singles, Going to Hell e Heaven Knows e "Messed Up World". Os singles "Heaven Knows" e "Messed Up World" lideraram o topo da Billboard (Mainstream Rock) nos Estados Unidos e no Reino Unido, tornando a banda The Pretty Reckless a única liderada por uma mulher a emplacar o #1 em uma parada de rock. As letras são sombrias, depressivas, falam da morte e até de encontros com o tinhoso. Cruz credo!

SÍLVIO SANTOS CHAMA PAUL McCARTNEY DE VELHO

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Silvio Santos, de 85 anos, chamou o músico britânico Paul McCartney de "velho" e quis saber se ele ainda estava vivo ou aposentado, sem cerimônia e sempre em tom de brincadeira. Durante o seu programa, exibido neste domingo (30), o apresentador e dono do SBT selecionou alguns vídeos enviados por telespectadores que se encontraram com celebridades eventualmente e em determinados lugares públicos. Num deles, Wesley Neves - morador do Mato Grosso - encontrou com o ex-vocalista dos Beatles nas ruas de Paris, França, fez a selfie e mandou as imagens para a produção do programa do Silvio. "Paul McCartney ainda existe? Ele não morreu? Eu só acredito vendo", disse Silvio. "Para [a imagem]. É esse que é o Paul McCartney? Meu Deus, está parecendo... Está velho, hein, companheiro?!", ironizou o apresentador. O Abravanel não parou por aí e foi além na brincadeira ao especular sobre o relacionamento do músico com uma mulher 40 anos mais nova. Ainda durante o seu programa, $$ também brincou com Roberto Carlos e debochou da careca do rei. "Está velho, cabelo branco, sem cabelo na testa, está numa pior", afirmou.
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A PEDIDOS - THE BEATLES - ANYTIME AT ALL - 2016

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Abração para o amigo Wanderley do Carmo Neves. Valeu!
Depois de escrever as canções que seriam usadas no filme, a corrida agora era para criar as músicas que comporiam o segundo lado do álbum com a trilha sonora. John era obviamente o compositor mais prolífico da época, tendo escrito cinco das sete musicas do filme e em via de compor todas as canções do lado B, com exceção de uma, Isso não foi tão fácil assim. “Any Time At All”, ele admitiu depois, tinha sido reescrita a partir de uma canção anterior, “It Won t Be Long”, usando a mesma progressão de acordes de dó para lá menor e a mesma forma de cantar (gritando) durante a gravação. No início, a canção tinha dois versos a mais, o terceiro dizia ‘I’ll be waiting here all alone/ Just like I’ve always done...”, mas já havia palavras suficientes nela e nenhum dos versos adicionais avançava na narrativa da música. Em janeiro de 1964, ele falou sobre algumas mudanças em suas técnicas de composição. “Quando descobria um acorde novo, (costu¬mava) escrever uma canção em tomo dele. Eu achava que, já que existem mil acordes, eu nunca os esgotaria. Às vezes os acordes se tomavam uma obsessão, e nós começávamos a colocá-los desneces¬sariamente nas músicas. Depois, decidimos simplificar as canções, e foi o melhor a fazer. Podíamos até gostar das músicas, mas os acordes extras não fariam com que as outras pessoas gostassem mais delas. Tentamos manter a coisa dessa forma.” Apenas três outras canções foram assumidas como recicladas , “Yes It Is”, ele afirmou, era “This Boy” reescrita, "PaperbackWriter” era “filha de ‘Day Tripper” e “Get Back” era “Lady Madonna” reescrita às pressas. Como não tem um vídeozinho disponível com os Beatles, a gente fica com as covers mesmo. Primeiro com a superbanda 'Blue Ash' e em seguida com Nils Lofgren, que já esteve aqui no Baú.

THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT - COLORIZADO

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sábado, 29 de outubro de 2016

PAUL McCARTNEY - IN THE BLINK OF AN EYE

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Sem fazer alarde, Paul McCartney liberou nesta sexta-feira (28) uma música inédita. “In the Blink of An Eye” é parte da animação “Ethel & Enerst” e já pode ser adquirida no iTunes como parte da compra antecipada da trilha sonora. Ainda não é possível conferir a faixa em plataformas de streaming. “Ethel & Enerst” é baseado no romance “The Snowman” e conta a vida de dois londrinos. Uma prévia de 60 segundos da faixa de Paul pode ser ouvida no trailer do filme liberado em setembro.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

PAUL McCARTNEY - BACK IN THE WORLD TOUR - 2003

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Por Claudio D. Dirani - "Paul McCartney - Todos os segredos da carreira solo".Após bater todos os recordes com a Driving USA/Back In The U.S tour em 2002, e tocar no México e Japão, Paul McCartney tomou fôlego e decidiu voltar à estrada para mais espetáculos em 2003. Desta vez, comandou a turnê Back In The World tocando em lugares inéditos em sua carreira, como Budapeste (Hungria), Praça Vermelha (Moscou, Rússia) e até nas dependências do lendário Coliseu, em Roma, em um show beneficente exclusivo para aproximadamente 300 pessoas, que pagaram polpudos ingressos à organização Adopt-A-Minefield, militada pela mulher, Heather Mills McCartney. Sem falar no show gratuito, na própria Roma, ao ar livre, contando com a presença de mais de 2 milhões de pessoas que assistiram ao espetáculo de quase três horas.

No Coliseu, McCartney fez um show com características diferentes, onde os instrumentos acústicos predominaram durante a execução das músicas - tudo para não prejudicar as estruturas do antiqüíssimo anfiteatro, e não incomodar o Papa. Destaque para uma versão rock ‘ri roll da italiana Nel Blu Dipinto di Blu (Volare), e de uma performance inesquecível de All Things Must Pass em tributo a George Harrison. Mais: um fato no mínimo curioso surpreenderia Macca enquanto em território romano. Duas irmãs, Bianca e Francesca De Fazi, conseguiriam driblar a segurança do hotel para devolver a ele um diário particular contendo registros, inclusive, da separação dos Beades, roubado da residência de Paul, em Londres, em 1980. As italianas só concordaram em devolver o objeto em troca de uma foto e autógrafos - prontamente concedidos por Paul McCartney, que comemorou a recuperação de seu estimado objeto.
Mas nem tudo foi motivo de comemoração durante a turnê Back In The World. O público já estava enfileirado, pronto para entrar na Hailan FM, em Sheffield, dia 6 de abril, quando um péssimo aviso chegaria pelo sistema de som da arena. O segundo show na cidade inglesa, infelizmente, não aconteceria devido a uma forte laringite que abateu McCartney. O espetáculo, para sorte dos fãs, seria marcado e realizado no dia 29 de maio. Os shows consecutivos tiveram um adendo: Paul decidiu mudar o repertório para não forçar o gogó, incluindo I’ve Just Seen A Face, Things We Said Today e Two Of Us — esta última, sendo apresentada ao vivo pela primeira vez desde seu lançamento, em 1970.
Antes de voltar à Inglaterra para cumprir sua promessa de tocar em Sheffield, Paul McCartney realizaria um de seus sonhos. No dia 24 de maio, a Praça Vermelha de Moscou seria tomada por fãs quando, finalmente, conseguiram ouvir Back In The U.S.S.R ao vivo em seu país (mesmo com a União Soviética não sendo mais um país há mais de 12 anos naquela data). O presidente da Rússia, Vladimir Putin, entretanto, não conseguiria marcar presença no evento devido a compromissos políticos. Para não passar em branco, Paul decidiu fazer um show particular para o líder, tocando Let It Be com total exclusividade nas dependências do palácio do Kremlin.

Para fechar com chave de ouro sua maratona de concertos, chegaria a vez de tocar em Liverpool em um show ao ar livre, na Kings Dock. “A volta à casa” do eterno Beatle não poderia ter sido mais animada e bem-sucedida. McCartney ainda fez questão de mudar o repertório, incluindo a canção tradicional da cidade, Maggie Mae, em versão completa (no LP Let It Be, a faixa é tocada pelos Beatles em versão resumida), e com um guia dos pontos turísticos de Liverpool aparecendo nos telões. Outros brindes foram as performances de Honey Hush (cover incluída no álbum Run Devil Run), Baby Face (sucesso na voz de Brenda Lee, em 1959) e uma improvisação de I Lost My Little Girl - primeira música composta por McCartney em 1956, quando tinha apenas 14 anos. E mais: a “scouse” Laura Andrew ganharia de Macca um Volkswagen Beetle por ter sido a fã número 2.000.000 a comprar um ingresso para sua longa turnê, que começara em abril de 2002, em Oakland, Califórnia. Poucos dias depois de seu último espetáculo na Back In The World Tour, três notícias importantes sobre a carreira de Paul McCartney foram manchetes dos principais veículos de comunicação de todo o planeta, A primeira, que ele estaria voltando ao estúdio no final de 2003. A segunda, que sua aposentadoria não aconteceria antes dos 90 anos. E a última, e mais surpreendente, que McCartney tornaria-se pai (biológico) pela quarta vez ainda naquele ano. Longa vida ao "rei” e a mais um herdeiro do legado de um dos principais artistas de todos os tempos da humanidade.


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

THE BEATLES - MEMBROS DA ORDEM DO IMPÉRIO BRITÂNICO

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No dia 26 de outubro de 1965, Os Beatles vão ao Palácio de Buckinghan e cada um recebe da Rainha a MBE (Members of the British Empire).

Os Beatles chegaram ao Palácio de Buckingham no RolIs Royce de John a tempo para a cerimônia, que se iniciaria às 11 h, na sala do trono. Eles vestiam terno e gravata escuros e perfilaram-se, enquanto a rainha colocava as comendas na estreita lapela de seus paletós. "Há quanto tempo estão juntos?", perguntou a rainha. "Ah, há muitos anos", respondeu Paul. "Há 40 anos", replicou Ringo e todos riram. "Foi você que começou o grupo?", perguntou a rainha para Ringo, e ele lhe disse que os outros haviam começado, "Eu sou o caçula".

A rainha usava um vestido de delicada nuança dourada e o salão estava decorado em tons de creme e ouro, seis grandes lustres pendiam do teto e havia um órgão em um dos cantos. A banda da Guarda Real discretamente tocou trechos de "Humoresque" e "Bitter Sweet", o que Paul mais tarde descreveria como "agradável entretenimento". Lorde Cobbold, camareiro-mor do Palácio de Buckingham, chamou os Beatles. Eles deram um passo à frente e fizeram uma reverência. A rainha cumprimentou-os, conversou com cada um deles e entregou-lhes a comenda. Eles, então, voltaram para seus lugares e fizeram outra reverência. Paul descreveu a rainha como "Adorável Maravilhosa! Ela foi muito atenciosa, parecia uma mãe".

Durante a cerimônia, 189 pessoas foram homenageadas, seis delas como "Cavaleiros do Império Britânico". A comenda recebida pelos Beatles por serviços prestados ao país é a de menor importância entre as cinco classes da ordem de cavalaria - "A Excelente Ordem do Império Britânico". Entre os 126 títulos nobiliárquicos britânicos, o recebido pelos Beatles está classificado em 120º lugar, e é o que tem o maior número de agraciados.

Fora do palácio, 4 mil fãs enlouquecidos se descabelavam e gritavam "Yeah, Yeah, Yeah", e acabaram entrando em confronto com a polícia, que conseguiu afastá-los, mas não pôde impedi-los de subir nos postes e portões ao redor de Buckingham. Após a cerimônia, houve uma coletiva de imprensa no bar do Saville Theatre, durante a qual os Beatles falaram sobre a comenda e os protestos que se seguiram à sua indicação.

No dia 25 de novembro de 1969, John Lennon devolveu ao Palácio de Buckingham, a comenda que recebeu anos antes junto com os outros Beatles. Em janeiro de 2009, a insígnia foi encontrada junto com a carta que ele escreveu para justificar sua posição: "Sua majestade, estou devolvendo minha MBE em protesto contra o envolvimento da Grã-Bretanha no lance Nigéria-Biafra, contra nosso apoio à guerra do Vietnã e contra a queda nas paradas de 'Cold Turkey'. Com amor, John Lennon". O próprio Lennon e seu motorista Les Anthony foram ao palácio fazer a entrega. Por mais de 40 anos, a insígnia ficou guardada num armário do Palácio de St. James, onde fica a Chancelaria Central das Ordens de Cavaleiros. Um informante do palácio disse ao jornal "The Times" que o destino da insígnia deverá ser determinado pela viúva do ex-Beatle Yoko Ono. Se ela reiterar a recusa do marido, a condecoração poderá ir para um museu.

Em poucos anos Paul McCartney se tornara uma das pessoas mais famosas do Ocidente, com os Beatles sendo tão reconhecíveis quanto o presidente dos Estados Unidos, a rainha da Inglaterra e os maiores astros do esporte e do cinema. Além disso, a banda era um desenho animado vivo, seguido diariamente pelo público de modo tão ávido quanto se liam os quadrinhos nos jornais. Os rapazes eram fonte de entretenimento não só para as pessoas na Grã-Bretanha e na Amé­rica do Norte, como também na Europa Ocidental, Ásia, América do Sul e até atrás da Cortina de Ferro, onde seus discos eram banidos, juntamente com outras formas da cultura ocidental degenerada, mas negociados avidamente no mercado negro. Os Beatles não eram os primeiros ícones pop globais — Elvis tivera essa honra, mas nem ele tinha sido tão festejado em tantos lugares e de modo tão amplo. Tudo acontecera em um piscar de olhos. No Reino Unido, talvez apenas a rainha fosse mais famosa que o grupo de Liverpool e, em 1965, os garotos foram os primeiros astros pop a ter a honra de ser nomeados por Sua Majestade como mem­bros da Ordem do Império Britânico, outro pioneirismo dos Beatles. No futuro, Sua Majestade concederIa títulos a várias celebridades da música como reconhecimento ao lucro que tiveram com exportação, por suas obras de caridade e para marcar sua popularidade. Quando os fab four receberam a honraria em 26 de outubro de 1965, foram os primeiros astros pop a ser convidados ao palácio de Buckingham e, assim como é difícil compreender agora o quanto os Beatles eram fa­mosos há tantos anos, também fica difícil entender a celeuma criada pela decisão da rainha em conceder um título à banda, embora fosse da classe mais baixa disponível nas circunstâncias, algo menor que o humilde título de oficial da Ordem do Império Britânico e cinco pos­tos abaixo do título de cavaleiro. Alguns velhos soldados, enojados pela homenagem aos rapazes, devolveram suas medalhas militares duramente conquistadas (mesmo com o sistema militar sendo sepa­rado do civil) enquanto uma vasta multidão de estudantes histéricas se reuniu do lado de fora do palácio para gritar pelos Beatles através dos portões de ferro, uma colisão entre o pop e o cerimonial que foi transmitida pela TV no noticiário nacional. Enquanto muitos não achavam que os Beatles mereciam ser hon­rados apenas por se divertirem e ficarem ricos, outros viam o sentido pragmático do que era, fundamentalmente, um gesto político orques­trado pelo primeiro-ministro da nação, ciente da publicidade. Harold Wilson viu corretamente que os Beatles eram bons para a Grã-Breta­nha. Como disse o próprio McCartney, “a maioria das pessoas sentia que éramos um grande produto de exportação e embaixadores da Grã-Bretanha. Pelo menos as pessoas estavam prestando atenção na Grã-Bretanha, carros como Míni e Jaguar e roupas britânicas es­tavam vendendo... Em certos aspectos, éramos supervendedores para o país”. George expressou esse mesmo pensamento de modo mais cínico, como era de seu feitio: "Fizemos muito pela Grã-Bretanha, vendendo todo aquele tecido de veludo cotelê, então eles nos deram essa maldita [medalha] velha.” John devolveu sua honraria em 1969, “em protesto contra o envolvimento da Grã-Bretanha no caso Nigéria-Biafra e contra o fato de 'Cold Turkey' ter caído nas paradas". Ringo também se desencantou com a realeza em 2004, Depois de ser preterido para o título de cavaleiro conquistado por McCartney, ele declarou: "Eu realmente não sou mais multo fã de Sua Majestade.

IMAGEM DO DIA - WELCOME BACK BEATLES - SÉRIE OURO

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O que a gente confere agora é a capa de uma revistinha muito legal da "violão & Guitarra" n° 2 de 1979 publicada pela IMPRIMA Comunicação Editora. Para quem quisesse aprender a tocar uma coisinha qualquer dos Beatles, essa revistinha foi fundamental. Cheguei a aprender "Let It Be" e "Yesterday" com ela. Essa, é lá do fundo do bauzão dos Beatles e da Cultura Pop. Saudades. Eu era feliz e sabia muito bem disso!

PAUL McCARTNEY & WINGS - LETTING GO - FANTÁSTICO!

Um comentário:
“Letting Go”, essa fantástica faixa do fantástico ábum “Venus And Mars”, do Wings, de 1975, foi composta em Londres e inspirada na música soul popularizada pela gravadora Motown, de Detroit. Era a canção favorita de McCartney no álbum na época de seu lançamento. A mixagem de Letting Go incluída no LP apresenta guitarras, bateria e contrabaixo mais “suaves” de que à do compacto. Mas, na minha opinião, a melhor versão é ao vivo na megaturnê Wings Over America.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

GEORGE HARRISON - DEEP BLUE - DEMAIS!

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"Deep Blue" é uma canção de George Harrison, lançada como o lado B do single "Bangla Desh" em 1971. Harrison escreveu a canção em 1970, em meio das sessões de gravação de All Things Must Pass, e gravou em Los Angeles no ano seguinte ao organizar o Concerto para Bangladesh. A composição foi inspirada pela condição de deterioração de sua mãe, Louise, que sucumbiu ao câncer em julho de 1970, e por sentimentos de impotência de Harrison quando ele a visitou no hospital no norte da Inglaterra. A música foi muito popular nos Estados Unidos e o single"Bangla Desh" chegou ao número 23 na Billboard Hot 100. Bem vista pelos críticos de música e comentaristas, "Deep Blue" não esteve disponível oficialmente por 35 anos após o lançamento do single, quando ganhou a reputação de um lado B esquecido. O relançamento veio em setembro de 2006, quando foi incluida como faixa bônus na reedição do álbum Living in the Material World.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

SHERRYL CROW - A HARD DAY'S NIGHT - SENSACIONAL!

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Confira AQUI a postagem sobre Sherryl Crow publicada aqui em 7 de março de 2010.

IMAGEM DO DIA - MACCADONALD'S

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CHUVA EM SP TERMINA COM A BEATLEMANIA EXPERIENCE

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A exposição dos Beatles, "Beatlemania Experience", que estava montada no estacionamento do shopping Eldorado, foi encerrada. Neste sábado (22), os organizadores informaram em comunicado oficial a decisão pelo encerramento por falta de tempo para recuperar os danos causados à mostra pela forte chuva, que assustou São Paulo, na tarde de quinta-feira (20). Peritos chegaram a visitar o espaço no dia seguinte para avaliar os estragos nas peças e estruturas expostas. Com calendário apertado por causa das atividades já marcadas no shopping, a organização não teria tempo suficiente para remontar a mostra e, por isso, o cancelamento. As pessoas que haviam adquirido ingressos previamente devem entrar em contato com o SAC da Ingresso Rápido, responsável pelas vendas, para ter o reembolso das entradas. A exposição, que teve início no dia 24 de agosto, ficaria em cartaz até o dia 8 de novembro. Com curadoria do jornalista Ricardo Alexandre, a mostra sobre os Beatles reúne réplicas de roupas e instrumentos, memorabilia, capas de revistas e jornais da época, muitas fotos inéditas, filmes, vídeos e totens interativos são alguns dos elementos presentes. No espaço total de 2.000 m² também foram recriados ambientes importantes na carreira da banda, como o Cavern Club e o estúdio Abbey Road. Os organizadores da exposição informaram que a "Beatlemania Experience" irá rodar outras cidades do Brasil já no início de 2017.

sábado, 22 de outubro de 2016

JOHN LENNON - THE BEATLES - COME TOGETHER

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"Come Together" veio à luz como uma música de campanha para o guru do LSD Timothy Leary quando, em 1969, decidiu concorrer ao governo da California com o então governador e futuro presidente Ronald Reagan. Leary e sua esposa Rosemary, foram convidados a irem a Montreal, por John Lennon e Yoko Ono quando se preparavam para mais um “Bed In” no 19º andar do Queen Elizabeth Hotel. Leary e a esposa chegaram em 1º de junho de 1969 e foram imediatamente convocados para cantarem junto o refrão de “Give Peace A Chance”, gravada no quarto do hotel. Foram recompensados com a inclusão de seus nomes na letra. Logo depois, Leary pediu a Lennon que o ajudasse em sua campanha e escrevesse uma música para ser usada em comerciais e comícios. O slogan de Leary era”Come together, join the party”, John Lennon pegou o violão e começou a desenvolver a canção. Leary fez que a música tocasse em estações de rádios altenativas por toda a Califórnia e passou a considerar que a música era dele. No entanto, sem que soubesse, Lennon tinha retornado a Londres e em menos de um mês, gravou o clássico “Come Together” com os Beatles. A campanha para governador da California de Leary, teve fim em dezembro de 1969, quando foi preso por porte de maconha. Foi na prisão que ele ouviu Abbey Road pela primeira vez e "Come Together” foi uma surpresa total. “Embora a nova versão fosse uma melhoria em termos de letra e melodia da minha música da campanha, fiquei um pouco bravo por Lennon ter me desconsiderado daquela forma... Quando mandei um pequeno protesto para ele, a resposta teve o típico charme e a sagacidade de Lennon, que disse que ele era um alfaiate e eu era o cliente que pediu um terno e nunca mais voltou. Então ele vendeu para outra pessoa.”

A versão gravada pelos Beatles, foi muito trabalhada no estúdio. O peso do baixo em estilo New Orleans foi adcionado por Paul. A música acabou sendo objeto de um processo judicial quando Maurice Levy, proprietáro da Big Seven Music, detentora dos direitos autorais de “You Can’t Catch Me” de Chuck Berry, alegou que Lennon “tomara emprestado” dois de seus versos. Para evitar meses de embate judicial, Lennnon concordou em gravar “You Can’t Catch Me” e “Sweet Little Sixteen”, também de Berry e publicadas pela empresa de Levy, e incluí-las no álbum “Rock And Roll”, de 1975. A gravação dos Beatles teve início em 21 de julho de 1969, e foi concluída em 7 de agosto de 1969. Foi lançada em 6 de outubro de 1969, nos Estados Unidos, como lado B do compacto simples que tinha "Something" de George Harrison como lado A . Com este formato, foi sucesso absoluto também ao redor do mundo, inclusive no Brasil. O início desta gravação marca a volta do engenheiro de som Geoff Emerick ao trabalho com os Beatles. Ele havia abandonado o quarteto no dia 16 de julho de 1968 por não suportar o clima pesado que pairava sobre as sessões de gravação na época. Já que não tem vídeo dos Beatles, a gente confere o comercial do Rock Band e a apresentação de John no Madison Square Garden. Valeu!

QUEM FOI TIMOTHY LEARY?

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Se vivo estivesse, Timothy Francis Leary estaria completando 96 anos. Ele nasceu em 22 de outubro de 1920 e morreu em 31 de maio de 1996. Foi Professor (em Harvard), psicólogo, neurocientista, escritor, futurista, libertário, um dos ícones dos anos 60 e do hedonismo. Mas ficou famoso mesmo foi como defensor incansável dos benefícios terapêuticos e espirituais do LSD. Amigo pessoal de John Lennon - a música "Come Together" dos Beatles teria sido inspirada nele, e no vídeo de "Give Peace A Chance" pode-se ver Lear e a sua mulher de toda a vida, Barbara, junto à cama onde John Lennon protagonizou este hino de liberdade. Na letra, pode-se ouvir, na 3ª estrofe: "Everybody is talking about John and Yoko, Timmy Leary…", tal era a notoriedade deste eminente acadêmico naquela época.
Leary foi expulso de Harvard depois de ter promovido uma experiência psicotrópica com uma turma inteira de estudantes de psicologia. Mais tarde, a administração de Nixon fez do Prof. Leary um bode expiatório na sua luta reacionária e conservadora contra a contracultura que abundava nesta época, enviando-o para a prisão pela sua veemente posição contra a proibição do LSD.
Nos anos 80, fascinado pelos computadores, Leary dedicou-se a este novo mundo, e teve imenso sucesso. Criou softwares de design, continuou a escrever livros e a fazer conferências. Embora o seu tópico principal fosse agora a tecnologia, ele ainda era reconhecido como o guru do LSD dos anos 60. Nos meses que antecederam sua morte (câncer da próstata), escreveu um livro chamado Design for Dying (Projeto para morrer), uma tentativa de mostrar às pessoas uma nova perpectiva da morte e do morrer. As suas últimas palavras foram "Why not?".
Timothy Leary faleceu em 31 de maio de 1996, aos 75 anos, na sua própria cama, rodeado por amigos. Logo em seguida, de acordo com o seu desejo, a sua cabeça foi retirada do corpo e congelada. Seu corpo foi cremado e, em outubro de 1996, as suas cinzas foram transportadas pela nave espacial Pegasus e libertadas no espaço com o auxílio de um satélite, juntamente com as de Gene Roddenberry, criador de Jornada nas Estrelas, e de outros cientistas e pioneiros em estudos aero-espaciais. A cabeça, não se sabe o que aconteceu com ela...

THE BEATLES - IN MY LIFE - I LOVE YOU MORE!

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"In My Life" é uma das mais belas canções dos Beatles e também um dos seus maiores clássicos. Foi composta por John Lennon e Paul McCartney, e está presente no álbum Rubber Soul. A canção, absolutamente genial, tornou-se uma das músicas mais famosas dos Beatles, executada e regravada até hoje por vários artistas e presente até em comerciais por todos os cantos do planeta. Com nostalgia, John lembra pessoas e lugares que desempenharam papel importante no seu passado. A canção é contida com estilo em um clima sereno, e remete a "Penny Lane" e "Strawberry Fields Forever". George Martin disse que Lennon simplesmente chegou e falou: "toque como Bach". O arranjo de piano ao estilo barroco que Martin fez para o solo instrumental era rápido demais para ser tocado por ele; por isso, gravou-o na metade da velocidade, uma oitava abaixo, e depois acelerou a gravação para encaixá-lo no ponto certo da faixa.
Após a separação dos Beatles, na famosa entrevista à revista Rolling Stone, John Lennon afirmou que compôs a música praticamente sozinho com uma pequena contribuição de Paul McCartney. Paul no entanto disse que não só ajudou na composição do começo ao fim como a melodia também era sua. Seja como for, o que realmente importa é que é mais um clássico dos Beatles, de Lennon & McCartney. No Brasil, "In My Life" foi sacrificada por uma tal Rita Lee e virou uma versão horrível que levou o nome de "Minha Vida". Aqui, a gente confere o texto escrito por Steve Turner no livro "The Beatles - A história por trás de todas as canções".
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Mesmo que John tivesse começado a escrever canções mais declaradamente autobiográficas mais de um ano antes, foi com "In My Life" que sentiu ter alcançado a ruptura que Kenneth Allsop o encorajara a fazer em 1966, quando sugeriu que se concentrasse em sua vida interior.
Gravada em outubro de 1966, foi fruto de uma longa gestação. Começou, de acordo com John, como um longo poema em que ele reflete sobre seus lugares preferidos de infância, fazendo uma jornada de sua casa na Menlove Avenue até o Docker's Umbrella, a estrada de ferro suspensa que corria pela zona portuária de Liverpool, sob a qual os estivadores buscavam abrigo da chuva. Contratado por Yoko Ono para realizar um inventário dos objetos pessoais de Lennon depois da sua morte, Elliot Mintz lembra de ter visto o primeiro rascunho da música escrito à mão. Em um rascunho dessa letra desconexa, John listava Penny Lane, Church Road, o relógio da torre, o Abbey Cinema, os galpões do bonde, o café holandês, St Columbus Church, o Dockers Umbrella e Calderstone Park. Apesar de ela preencher o requisito de ser autobiográfica, John percebeu que não era mais do que uma série de instantâneos agrupados livremente pela sensação de que pontos de referência um dia familiares estavam desaparecendo rapidamente. Os galpões onde estacionavam os bondes, por exemplo, não tinham mais bondes, e o Docker's Umbrella tinha sido desativado. "Era o tipo mais chato de música para cantar no ônibus sobre 'o que fiz nas férias', e não estava funcionando", afirmou. "Então me deitei e a letra sobre os lugares de que me lembro começou a brotar." John descartou todos os nomes de lugares e criou uma sensação de luto por uma infância e juventude perdidas, transformando o que de outra forma seria uma canção sobre a mudança na paisagem de Liverpool em uma canção universal sobre o confronto com a morte e a decadência. Era a história de um sujeito durão, conhecido por rir dos incapacitados, mas que também era um sentimental. No decorrer da vida, ele sempre teve uma caixa onde guardava recordações de infância. Mais tarde, John disse a Pete Shotton que, quando escreveu o verso de "In My Life" sobre os amigos mortos e vivos, estava pensando especificamente em Shotton e no antigo Stuart Sutcliffe, que morreu em decorrência de um tumor no cérebro em 1962. A letra guarda uma semelhança surpreendente com o poema de Charles Lamb do século XVIII "The Old Familiar Faces", com o qual pode ter deparado na antologia de poesia popular PalgravesTreasury. O poema começa com:
"Tive parceiros de brincadeiras, nos meus dias de infância, nos meus alegres tempos de escola. Todos, todos se foram. Como alguns morreram, alguns me deixaram e alguns foram tirados de mim; Todos, todos se foram. A origem da melodia de "In My Life" continua em discussão. John afirma que Paul ajudou em alguns trechos. Paul ainda acredita ter escrito tudo. "Eu lembro que ele tinha a letra em forma de poema, e eu criei algo. A melodia, se eu me lembro direito, foi inspirada em The Miracles", ele conta. Paul quase certamente se referia a "You Really Got A Hold On Me". Na gravação, o solo instrumental foi executado por George Martin, que gravou o piano pessoalmente e depois tocou em velocidade acelerada para criar o efeito barroco. A opinião de John sobre o resultado era de que se tratava de "sua primeira obra realmente importante".

PAUL McCARTNEY - BROADSTREET 2016 - SENSACIONAL!

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"Give My Regards to Broad Street" é o nome do 13º álbum álbum da carreira solo de Paul McCartney, feito para o filme homônimo realizado em 1984. Descrito como "um álbum difícil de fazer", "Give My Regards to Broad Street" trazia a canção "No more Lonely nights" como carro-chefe, que tornou-se um dos maiores sucessos da carreira de Paul. A faixa contou com a participação especial na guitarra solo de David Gilmour (Pink Floyd).

A maioria das canções do álbum são regravações de músicas de Paul lançadas anteriormente com os Beatles e com os Wings. O álbum com a trilha sonora original do filme foi lançado em 22 de outubro de 1984. O LP incluia 14 faixas, das quais 3 são novas músicas e 11 são músicas antigas com uma nova orquestração. Mais uma vez, Paul pediu a ajuda de vários famosos músicos para gravar este álbum. Entre eles, Ringo Starr, Dave Edmunds, Chris Spedding, Eric Stewart, David Gilmour, John Paul Jones e alguns músicos da banda Toto. George Martin também ajudou, principalmente para gerenciar a nova orquestração das músicas e, naturalmente, para produzir o álbum.
O discaço abre com o megasucesso "No More Lonely Nights", uma das melhores músicas escritas por Paul, e ainda tem "David Gilmour" fazendo o solo. Em seguida vem uma série de covers dos Beatles, a primeira canção é "Good Day Sunshine" do Revolver de 1966, com todos os instrumentos executados por Paul, exceto o piano que é tocado por George Martin. É seguido por "Corridor Music", uma canção instrumental. Em seguida vem "Yesterday" com o apoio de uma orquestra, seguida, sem qualquer interrupção por "Here, There and Everywhere", também do Revolver e Wanderlust, do álbum Tug of War de 1982. "Ballroom Dancing" é habilmente reforçada pela guitarra de Chris Spedding e Dave Edmunds cujo solo são muito impressionantes.

Paul regressa a fase com os Wings com "Silly Love Songs" do álbum "Wings at Speed Sound" de 1976, reforçada por uma forte e poderosa linha de baixo e um ritmo mais jazzy.
"Not Such a Bad Boy", um rockão bem alegre e em ritmo acelerado com Ringo na bateria, e Chris Spedding e Dave Edmunds nas guitarras seguido de "So Bad", do álbum Pipes of Peace de 1983. Ringo na bateria, e Eric Stewart acrescenta sua guitarra. Uma bela performance para esta grande balada. Depois vem a terceira nova composição "No Values", um forte rock realizado por Paul cantando com sua voz áspera. Segue-se duas obras-primas do tempo dos Beatles, "For No One" e "Eleanor Rigby", ambas muito bem orquestradas contando com a contribuição de um quarteto de cordas. "Eleanor Rigby" é diretamente seguida por um instrumental intitulado "Eleanor's Dream", que é uma variação sinfônica do tema.

A próxima faixa é a oportunidade de Paul de rever sua belíssima "The Long And Winding Road". Todos sabem que Paul nunca gostou do trabalho feito por Phil Spector no álbum "Let It Be". Essa nova versão é uma agradável interpretação apoiada por uma grande orquestração e por um excelente solo de saxofone. Há quem ache esta versão, melhor que a original. Eu mesmo!

A última faixa do álbum é uma reprise de "No More Lonely Nights". Este "playout" é tocado com um ritmo mais rápido do que o utilizado para a primeira faixa. É uma versão mais jazzy e dançante que a original. A faixa bônus "Good Night Princess", uma trilha instrumental composta por Paul, foi incluída na trilha sonora na versão CD em seu re-lançamento em 1993 na série The Paul McCartney Collection. Com esta faixa, Paul exibe mais uma vez, o seu gosto pela música dos anos 30 e consegue uma bela composição com orquestração de trompete, sax, clarinete, piano e violino.
"Give My Regards To Broad Street" estrelado por Paul McCartney, Linda McCartney, Ringo Starr, Barbara Bach, Bryan Brown, Ralph Richardson e Tracey Ullman, trata de uma fita demo com novas músicas para o novo álbum de McCartney que desapareceu, sendo que o principal suspeito é um empregado que também não foi mais visto. O filme foi lançado no outono de 1984 e se tornou um grande fiasco. Os críticos cairam de pau! Nem os fãs entenderam bem o que Paul queria com tudo aquilo. O filme não se encaixa nas habituais regras de produção, não tem história real e mais parece um grande videoclipe (e daí?), em vez de uma sequência de fatos estruturados. O grande destaque é a estética das cenas que se tornam altamente agradáveis. Agora, o disco, meu amigo, nota mil!!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

RINGO STARR - DON'T GO WHERE THE ROAD DON'T GO - JÓIA!

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Não deixe de conferir a sensacional postagem
RINGO STARR - TIME TAKES TIME.

BILL BLACK - O BAIXISTA DE ELVIS PRESLEY

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Baixista apelidado de "Blackbird" que acompanhou Elvis em muitas de suas gravações iniciais, Willian Patton Black nasceu em Memphis em 17 de setembro de 1926. De familia pobre, teve dois irmãos, Johnny e Kenny. Nessa época ele, os irmãos e a mãe, Ruth Black, viviam no mesmo bairro de Elvis e sua familia. Antes de Elvis, tocou nos "Starlight Wrangers", com Scotty Moore na guitarra. Não conheceu Elvis na Sun, eles já se conheciam e tocavam juntos, também com o irmão de Bill, Johnny, desde quando eram vizinhos em Lauderdale Courts e suas mães eram amigas. A partir da Sun formaram o "Blue Moon Boys", tocaram no "Lousiana Hayride" e em muitos shows pelo sul. Black acrescentou brincadeiras nas suas performances, tipo andar com o contrabaixo pelo palco e galopar o instrumento. Aparece no filme"Loving You" como baixista. Em Setembro de 1957, ele e Scotty deixaram Elvis por causa de salários. Black fornmou o Bill Black Combo. Ainda tocou com Elvis em sessões de 15 e 16 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1958. Depois foi substituido por Bob Moore. Em 1965 foi hospitalizado três vezes, sendo que na terceira entrou em coma e morreu no dia 21 de outubro daquele ano. Chegou a ser operado mas morreu na cirurgia de um tumor no cérebro. Vernon foi ao funeral mas Elvis não. Black estava sendo sustentado pela esposa e três filhas. O baixo que ele usava em suas apresentações pertence hoje a Paul McCartney que recebeu o instrumento de presente de aniversário de sua esposa Linda no final dos anos 1970. O baixo pode ser visto no vídeoclipe para a canção de McCartney "Baby's Request", no documentário “In the World Tonight” e com McCartney em Abbey Road tocando e cantando sua versão de Heartbreak Hotel.

PHIL COLLINS NÃO SUPORTA PAUL McCARTNEY

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Phil Collins dá autógrafos mesmo debilitado (Foto: Splash News / AKM-GSI)
Phil Collins não pode nem ouvir falar do nome de Paul McCartney. O cantor revelou em entrevista ao The Times que era fã do cantor até ter sido esnobado por ele ao pedir um autógrafo em uma festa no Palácio de Buckingham, em 2002. “McCartney apareceu ao lado de Heather Mills e eu estava com a primeira edição da biografia The Beatles, de Hunter Davies, e eu disse, 'Hey, Paul, você se importa em me dar uma autógrafo?'. E ele disse: 'Oh, Heather, nosso pequeno Phill é um fã do Beatles’. E eu pensei: 'Vai se foder! Esqueça o que eu te pedi'", relembra. "Quando ele está falando com você, ele te faz sentir como... 'Eu sei que isso deve ser complicado para você, mas eu sou um Beatle. Sou Paul McCartney e por isso é muito difícil de você conversar comigo”, Collins explicou. Phil Collins anunciou o seu regresso aos palcos esta semana, tendo confirmado a turnê "Not Dead Yet" na Europa em 2017. O músico não vai tocar bateria devido ao problema que tem nas mãos e que o levou a deixar de dar concertos há seis anos.Resultado de imagem para phil collins - beatles
Uma curiosidade legal: o jovem Phil Collins, então com 13 anos, fazia parte da plateia na filmagem de “A Hard Day’s Night”, em 1964.Resultado de imagem para phil collins - beatles

IMAGEM DO DIA - THE BEATLES GIRL

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PAUL McCARTNEY - LET ME ROLL IT

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"Let Me Roll It" é uma canção dos Wings, creditada a Paul e Linda McCartney e lançada no álbum Band on the Run, de 1973. A canção tem sido vista pelos críticos como um pastiche ao som de John Lennon, particularmente o riff e o uso de ecos nos vocais. McCartney, entretanto, nunca disse que a canção foi planejada como um pastiche a Lennon. McCartney disse que o vocal "soa como o de John... eu não tinha percebido que cantei como o John". McCartney tocou esta música em várias ocasiões, incluindo quase todos os CDs ou DVDs ao vivo que ele lançou até hoje, como Wings Over America, Back in the U.S., Good Evening New York City, Paul Is Live entre outros."Let Me Roll It" foi regravada por Brendan Benson, Richie Sambora, Jerry Garcia Band, The Grapes of Wrath, The Melvins, Mandy Moore, Robyn Hitchcock e Big Sugar no álbum multi-artista Hempilation, Vol. 2: Free the Weed.

YOKO ONO - INSTALAÇÃO PERMANENTE

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A artista plástica japonesa Yoko Ono, viúva de John Lennon, inaugurou em Chicago, cidade-tema da última canção gravada com o ex-Beatle, sua primeira instalação artística nos Estados Unidos, em um parque historicamente simbólico para as relações nipo-americanas. Para ver a obra completa, os visitantes deverão ir a dois locais diferentes: o museu Art Institute, no coração de Chicago, e o Jackson Park, situado no bairro de South Side. A última obra de arte foi apresentada nesta terça-feira, 18/10, no museu. Intitulada Mended petal, trata-se de uma grande pétala de flor em aço inoxidável. Um conjunto de doze pétalas similares, batizado de Skylanding, foi inaugurado na segunda-feira no parque perto do qual está prevista a construção da futura biblioteca presidencial de Barack Obama. Fortemente vinculado a Chicago, onde começou sua carreira política e onde comemorou sua vitória nas presidenciais de 2008, Obama anunciou em maio de 2015 que esta cidade abrigaria sua biblioteca presidencial e sua fundação. Ali ficarão os arquivos do presidente depois que ele deixar a Casa Branca, em janeiro de 2017. Diante de uns poucos privilegiados reunidos no museu, Yoko Ono disse nesta terça sentir-se "muito, muito, muito honrada". "Nunca teria esperado algo assim", afirmou. Para esta instalação, a artista inspirou-se no jardim japonês construído no Jackson Park na década de 1930 e em um pavilhão presenteado pelo Japão para a Exposição Universal de 1893. A escultura Skylanding está instalada no lugar do pavilhão, que se incendiou em 1946. Yoko Ono, de 83 anos, elogiou o fato de a cidade ter mantido este espaço dedicado ao Japão mesmo quando os Estados Unidos e seu país natal estavam em guerra.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PAUL McCARTNEY - HONEY HUSH – HI-YO SILVER

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"Honey Hush" foi escrita por Big Joe Turner, embora parte dos créditos sejam atribuídos à sua esposa, Lou Willie Turner. Foi gravada em maio de 1953 em New Orleans, Louisiana e lançado em agosto daquele ano pela Atlantic Records . Foi número um na parada de Rhythm and Blues durante oito semanas, e número 23 na parada pop. Foi regravada por inúmeros roqueiros: Jerry Lee Lewis, Screaming Lord Sutch, Foghat, John Lennon, Coco Montoya, Fleetwood Mac, George Jones, Elvis Costello e pelo maior de todos, Sir Paul McCartney.

Quem gostou, assiste o show inteiro, na íntegra, somente aqui, no Baú do Edu!
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/02/paul-mccartney-live-at-cavern-club-1999.html