quarta-feira, 31 de março de 2010

QUEM VAI LEVAR O DISCÃO DO MACCA?

Jonas de Carvalho, Eduardo Krüger, L. Selem, Roberto Castello, João Neiva, Carlos Alberto, Danielle Starkey, Willian T, Leitão, João Carlos, Vânia Junqueira, Michellen, Wellington, Guilherme, Metz, Marco, Luiz dos Kiss, Frederico, Gustavo Semog, Thiago Korsakoff , luiz c, Magic Alexxx, Cícero, Rodrigo Karashima, Edvaldo, Roger Cash, Adrianna, Lucy, Antonio Estevam, Jailson Belfort, José Humberto, Henrique Behr e Alê Urquia. Um desses será o felizardo ganhador do superalbum de Sir Paul McCartney "GOOD EVENING NEW YORK" com 2 CDs e 1 DVD: E você que ainda não está participando, não fique fora dessa! Para concorrer, deixe algum comentário no nosso blog preferido e estará participando automaticamente. O sorteio será amanhã ao meio dia. BOA SORTE PARA TODOS!

terça-feira, 30 de março de 2010

ANIVERSÁRIO DO MESTRE


Hoje é aniversário de um dos maiores gênios de todos os tempos: o mestre ERIC CLAPTON completa 65 anos! No dia 1º de outubro de 2009, coloquei o especial dele, aqui no nosso blog preferido. Quem não viu ou quiser ver de novo aí está o link:
http://obaudoedu.blogspot.com/2009/10/especial-eric-clapton-gloriosa.html
Em homenagem ao grande guitarrista, e atendendo alguns pedidos, coloco novamente o vídeo com a superbanda quebrando tudo com o clássico "LAYLA". Abração!


O FUSQUINHA DA CAPA DO ABBEY ROAD

Não existe fã dos Beatles que não saiba das inúmeras histórias e lendas que envolvem a capa do álbum Abbey Road. Na época da “conspiração” da morte de Paul McCartney, a capa tornou-se a principal “prova” de que o boato era verdade, e o fusquinha uma das peças fundamentais na montagem desse quebra-cabeças.

O fusquinha branco modelo 68 com a placa LMW 28IF, depois dos Beatles é o elemento que mais chama atenção na composição da foto. Segundo a conspiração, LMW significaria: “Linda McCartney Widow” – viúva - e o 28IF – que McCartney estaria com 28 anos “se” estivesse vivo.

A única verdade nisso tudo é que o fusca tornou-se ainda mais popular em todo o mundo depois de aparecer na capa do último disco dos Beatles.

Depois que Abbey Road foi lançado, a placa do fusquinha foi roubada várias vezes. Muitos afirmam que o carrinho pertencia a um jovem casal sueco que morava bem próximo ao estúdio. No dia da foto – 8 de agosto de 1969 – os assistentes do fotógrafo Ian Macmillan ainda tentaram tirar o fusquinha do cenário, mas seus todos estavam de férias e ele continuou lá, firme e forte! A foto foi tirada ás 10:30 h.

Em 1986, o carro foi vendido em um leilão por 23.000 dólares e atualmente vive em exposição permanente no museu da Volkswagen em Wolfsburg, alemanha.

“O DIA QUE MEU FUSCA VIROU BEATLE” é o nome de uma incrível historinha de minha autoria e que foi a postagem nº 1 do Baú do Edu. Para quem quiser ler, reler ou conhecer, é só clicar no link:

http://obaudoedu.blogspot.com/2009/09/o-dia-que-meu-fusca-virou-beatle.html
Postagem dedicada ao meu filho DAVI.

sábado, 27 de março de 2010

O SHOW DE B.B. KING EM BRASÍLIA

Na noite do dia 22 de março, segunda-feira, o mestre absoluto do Blues B.B. King fez aqui em Brasília, talvez um dos últimos e mais espetaculares shows de sua carreira. Infelizmente não pude ir. Mas nosso querido amigo Edvaldo foi e nos brinda agora com suas impressões da presença do rei do blues na capital federal. Abração a todos!

EU FUI AO SHOW DO REI

Por Edvaldo Almeida da Silva

O show da turnê “One more time”, do rei do blues B.B. King, foi anunciado aqui em Brasília com muita antecedência. Mas deixei para comprar o ingresso faltando poucos dias para o show. Pensei: não tem pressa, vai sobrar ingresso. Na minha ignorância, o público daqui estava para o rock do Legião, Paralamas, Capital Inicial, Lulu Santos, além do sertanejo, pagode, axé, Roberto Carlos e outros menos cotados. Ou seja, esse público passava longe do blues. Foi aí que me enganei.

Os ingressos já estavam quase esgotados e só consegui numa lateral, um lugar nada adequado para se assistir ao show de um rei. A plateia em seguida me surpreendeu. Esperava um público de idade avançada, que começou como eu a curtir o blues nos anos 70. Mas o que vi foi o salão lotado por pessoas de várias idades: jovens mal saídos da adolescência, registrando em seus celulares de última geração os momentos brilhantes do show, ao lado de casais acompanhados de crianças que pareciam seus filhos ou netos.

O show foi de arrebentar, inesquecível. Começou com a banda de oito excepcionais músicos em duas composições instrumentais, dominando seus instrumentos de sopro, guitarras, bateria e piano como se fossem crianças brincando com seus brinquedos preferidos.

Após a rápida apresentação, a banda recebeu e nos apresentou o rei em sua majestade. Ovacionado pela plateia de pé, o rei sorriu, agradeceu e, com sua famosa guitarra Lucille, acomodou-se no trono, uma poltrona branca e grande, especial para proteger os joelhos do seu pesado corpo de 84 anos.

A partir daí, o show contagiou a todos. Foram mais quatorze músicas lindas, com interpretações variadas, entremeadas por brincadeiras com os músicos e com o público, que provocavam aplausos e risadas de todos. No final, o rei distribuiu autógrafos e muitas palhetas. E, simpático, disse: “Vocês me fazem tão feliz. Minha vontade é de ficar aqui por mais tempo, com vocês.”
Na saída, comprei a camiseta do show, preta, muito bonita, estampada com as tarrachas da velha Lucille, para, em ocasiões especiais, lembrar da magia dessa noite.

Na saída, comprei a camiseta do show, preta, muito bonita, estampada com as tarrachas da velha Lucille, para, em ocasiões especiais, lembrar da magia dessa noite.

QUEM NÃO FALA NADA, NÃO GANHA NADA!

Para você que ainda não está participando: durante todo o mês de março, qualquer um que deixar algum comentário corre o sério risco de ser o feliz contemplado com "GOOD EVENING NEW YORK" - o mais recente álbum de Sir Paul Mccartney - com 2 Cds e 1 DVD. Não deixe de participar! O sorteio será dia 31 de março, às 12:00h. Boa sorte!

NEIL ASPINALL - OUTRO FIEL AMIGÃO DOS BEATLES

Neil Stanley Aspinall nasceu em 13 de outubro de 1941 em Prestatyn, Gales, para onde sua família foi tentando se refugiar dos bombardeios da aviação alemã a Liverpool, cidade do noroeste da Inglaterra, a meca dos Beatles.

Os Beatles, ainda com Pete Best, posam em frente ao furgão de Neil ao lado do Cavern

Neil Aspinall que estudou com McCartney e Harrison, seus amigos de infância, em Liverpool, trabalhou como motorista e segurança dos jovens Beatles, que transportava em um furgão para os shows antes de alcançarem o estrelato. À medida em que crescia a popularidade do grupo, Aspinall passou a atuar como representante e confidente dos Beatles até 1968, quando se tornou o gerente da Apple Corps. Embora tenha aceitado o cargo "só até quando encontrassem outra pessoa", acabou dirigindo a gravadora de 1968 até o ano 2008, quando abandonou o posto. No início da Apple, Neil Aspinall, juntamente com Peter Asher incumbido da contratação do cast da gravadora. Incluindo James Taylor, Mary Hopkin e The Iveys (futuro Badfinger).

Os dois homens de confiança dos Beatles: Mal & Neil

Como gerente da Apple Corps, Aspinall foi o executivo responsável pelo lançamento do projeto "The Beatles Anthology" (1995-1996), o relançamento da trilha do “Yellow Submarine” (1999), "The Beatles #1" (2000), “Let It Be Naked (2003), “The Capitol Álbuns” e “Love” (2006).

Apesar de seus poucos dotes musicais, Neil chegou a participar do coro de "Yellow Submarine", uma das canções mais famosas do grupo, e tocou instrumentos de percussão em "Magical Mistery Tour", tocou tamboura em “Within wou, Without You” e harmônica em "Being for the Benefit of Mr. Kite!".

Neil Aspinall, morreu de câncer no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center de Nova York, no dia 24 de março de 2008. Foi considerado também por muitos na indústria musical como o "quinto Beatle", apelido que também foi dado ao produtor do grupo, George Martin, Brian Epstein, Pete Best e Stuart Sutcliff. Uma curiosidade: vocês sabiam que Neil Aspinall foi casado com Mona Best, mãe de Pete Best?

Em homenagem a Neil Aspinall, os Beatles com "BLUE JAY WAY" de George Harrison, no filme MAGICAL MYSTERY TOUR, de 1967. Abração a todos!

quinta-feira, 25 de março de 2010

GUERNICA EM 3D - GENIAL!


Enviado por Antonio Estevam Neiva. Valeu. Abração!

Guernica é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937 por ocasião da Exposição Internacional de Paris. Foi exposto no pavilhão da República Espanhola. Medindo 350 por 782 cm, esta tela pintada a óleo é normalmente tratada como representativa do bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco Franco. Atualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.

A pintura foi feita com o uso das cores preto e branco - algo que demonstrava o sentimento de repúdio do artista ao bombardeio da cidadezinha espanhola. Claramente em estilo cubista, Picasso retrata pessoas, animais e edifícios nascidos pelo intenso bombardeio da força aérea alemã (Luftwaffe), já sob o controle de Hitler, aliado de Francisco Franco.
Morando em Paris, o artista soube dos fatos desumanos e brutais através de jornais - e daí supõe-se tenha saído a inspiração para a retratação monocromática do fato.
Sua composição retrata as figuras ao estilo dos frisos dos templos gregos, através de um enquadramento triangular das mesmas. O posicionamento diagonal da cabeça feminina, olhando para a esquerda, remete o observador a dirigir também seu olhar da direita para a esquerda, até o lampião trazido ainda aceso sobre um braço decepado e, finalmente, à representação de uma bomba explodindo.

quarta-feira, 24 de março de 2010

DENNY LAINE - O ESCOLHIDO

Denny Laine nasceu em Birmingham, Inglaterra, no dia 29 de outubro de 1944. Aos vinte e poucos anos, conseguiu algum destaque como guitarrista da banda “The Moody Blues”. Quando os “Moodys” foram pro espaço, no começo dos anos 70, foi convidado por Paul McCartney para ser seu parceiro de sua nova banda: WINGS - como guitarrista e faz-tudo! Ocupou o cargo durante quase toda a década de 70 e início dos 80. Quando não suportava mais ser uma sombra de Paul (e Linda!), e Paul também não o suportava mais por causa da quantidade de drogas e álcool que tomava, pegou o boné e saiu. Curioso a briga dos dois depois que Paul foi preso no Japão por estar com 220g de maconha. Foi o fim dos Wings e o “real” começo da belíssima carreira solo do mestre Paul McCartney. Muito obrigado. Valeu, Denny! Fizestes um bom trabalho!



E agora você cofere os WINGS no quadro acústico da aclamada escursão pelos States em 76. PICASSOS'S LAST WORDS (McCartney) e RICHARD CORY (Paul Simon) - com Denny Laine.

terça-feira, 23 de março de 2010

domingo, 21 de março de 2010

PÉROLA DOS ANOS 80 - KIM CARNES - BETTE DAVIS EYES

Em 1981, nenhuma outra música chegou sequer perto, do sucesso alcançado por “Bette Davis Eyes” na voz de uma estranha “nova revelação da música pop”: Kim Carnes. A canção foi escrita em 1974 por Donna Weiss e Jackie DeShannon. Neste mesmo ano DeShannon a incluiu no seu álbum New Arrangement. Mas nada que se comparasse com a versão arrasadora de Kim Carnes. Um sucesso esmagador! "Bette Davis Eyes" passou nove semanas consecutivas no primeiro lugar da Billboard Hot 100, tendo sido vendidas oito milhões de cópias do álbum Mistaken Identity, que incluía a canção. Kim Carnes, merecidamente, ainda levou o Grammy daquele ano como “Melhor canção”.

Kim Carnes nasceu em Los Angeles em 20 de julho de 1945. Gravou seu primeiro álbum em 1971, mas seria apenas 10 anos mais tarde que subiria ao primeiro lugar das paradas do mundo inteiro. Kim Carnes deu à “Bette Davis Eyes” um toque mais pop e totalmente dançável. Em 1984, gravou What About Me? com Kenny Rogers e James Ingram, e o dueto com Barbra Streisand, Make No Mistake, He's Mine, canções que ainda lhe trouxeram algum sucesso.

Hoje, Kim está com 65 anos e nunca desistiu da estrada. E agora, vocês conferem essa “pérola” dos anos 80. Kim Carnes - Bette Davis Eyes.



Link para o fã-clube:
http://www.gmcorrea.kit.net/home1.html

sábado, 20 de março de 2010

ESPECIAL BADFINGER - ESTÁ CHEGANDO O DIA!

Caros amigos: está muito próximo o dia do ESPECIAL BADFINGER - O BAÚ DO EDU - BADFINGER BOOGIE. Será publicado no dia 27 de abril de 2010 - dia em que Peter, o maior-de-todos os Badfinger estaria completando 63 anos. Também será nossa postagem nº 1000! E prometo que estou tentando fazer o meu melhor! O ESPECIAL BADFINGER, contará a história de toda a trajetória da banda desde os anos 60 até hoje, além de um monte de vídeos e dezenas de fotos raras! E ainda vários discos raríssimos para download! Simplesmente, IMPERDÍVEL! Espero vocês todos lá!

E agora, só mais um pouquinho do que será o ESPECIAL BADFINGER - O BAÚ DO EDU - BADFINGER BOOGIE. Badfinger com "Baby Blue" - sucesso do álbum "STRAIGHT UP". Aguardem!

O CASAMENTO DE JOHN & YOKO

No dia 20 de março de 1969, John Lennon e Yoko Ono se casaram em Gibraltar, na Península Ibérica. O lugar foi sugerido por Peter Brown. A história do casamento e das campanhas pela paz realizadas pelo casal seriam imortalizadas na música “The Ballad of John and Yoko” - que você confere agora!
Fonte: http://thebeatlesdiary.blogspot.com/

JOHN LENNON - SOME TIME IN NEW YORK CITY

Some Time in New York City é o terceiro álbum de John Lennon após a separação dos Beatles. É o quinto álbum gravado junto com sua mulher Yoko Ono e foi lançado em 1972.

Ainda em 1971, o presidente americano Richard Nixon, mandou que o FBI abrisse um inquérito para investigar a vida de John Lennon com a intenção de achar meios para deportá-lo dos Estados Unidos.

As gravações do álbum começaram em junho de 1972, o casal Lennon chamou o produtor Phil Spector para ajudá-los. Foram adicionadas ao álbum músicas que John e Yoko gravaram ao vivo. "Cold Turkey" e "Don't Worry Kyoko (Mummy's Only Looking for a Hand in the Snow)" foram gravadas no Lyceum Ballroom em London em 15 de dezembro de 1969, de um show ao vivo para a UNICEF com Eric Clapton, George Harrison e Keith Moon, entre outros. Porém as músicas gravadas junto a Frank Zappa and The Mothers of Invention em Fillmore East em junho de 1971 adiconadas no LP foram deixadas de lado na reedição em cd.

O álbum é o mais politizado de John. A música de abertura é "Woman Is the Nigger of the World" foi o carro-chefe do disco. Mas trouxe uma certa polêmica e foi banida em alguns lugares pelo uso da palavra nigger (negro em português), embora a palavra não tenha um sentido de se referir aos negros afro-americanos. Até hoje, essa música é hino das feministas.

Na música “New York City”, John Lennon parece ter soltado todos os seus bichos. Ninguém escapa das farpadas agudas da sua língua ferina e mordaz! Nem o Papa (na época Paulo VI) foi poupado. Lennon afirma que ele fumava maconha todo dia! Esse álbum, traria ainda muito problemas para Lennon. Que já estava encrencado.

“Attica State” é uma clara crítica ao regime penitenciário daquela prisão contra uma rebelião dos prisioneiros onde 39 foram mortos. “We all mates in Attica State!”

A música "John Sinclair" era um apelo pela libertação do poeta (?) John Sinclair (na verdade, um grande picareta!) após ser condenado a dez anos de prisão por ter dado dois cigarros de maconha a dois oficiais da polícia.

"Sunday Bloody Sunday" e "The Luck of the Irish" eram referentes à Irlanda do Norte. No dia 30 de janeiro de 1972, a polícia matou treze pessoas que participavam de uma passeata católica contra o governo daquele país. O fato ficou conhecido como Domingo Sangrento (Bloody Sunday). Anos mais tarde o grupo U2 faria também uma música com mesmo nome em referência ao fato.

"Angela" em referência a Angela Davis, afro-americana, comunista que fez parte do Partido dos Panteras Negras, foi acusada e condenada por participar do sequestro e assassinato do juiz Harold Haley. É impressionante como eles só se metiam com gente barra-pesada!

As músicas de Yoko também traziam temas diversos. "Sisters O Sisters" com tema feminista, "Born in a Prison" tratava da falta de um sistema educacional, "We're All Water" para celebrar a cultura. Na verdade, este álbum é visto como o início da autoria de músicas por parte de Yoko Ono. Durante seu lançamento, o disco já foi bombardeado de críticas a cerca do experimentalismo “fraco” e sujo, tanto que chegou a figurar a posição de número 42 na Billboard. Mas ficou claro o fracasso comercial do álbum, e John Lennon ficaria sem gravar qualquer música por quase um ano inteiro. Apesar de todas as críticas, este é um dos meus discos preferidos de John. Destaco os rockões “NEW YORK CITY” e “ATTICA STATE”.

Pouco tempo após o lançamento do álbum, John e Yoko fizeram dois shows na cidade de Nova York no Madison Square Garden, o que posteriormente seria lançado em álbum chamado Live in New York City. E é desse show no Garden que você confere o velho guerrilheiro, a mulher e um bando de malucos com a polêmica “COLD TURKEY”. Abração!



E para fazer o DOWNLOAD do discão, clique no link:
http://rapidshare.com/files/365821827/JL_72_STINYC_obaudoedu.blogspot.com.rar.html

sexta-feira, 19 de março de 2010

PAUL McCARTNEY - THIS NEVER HAPPEN BEFORE

Atendendo a pedidos! Valeu, Ana!



E lembrem-se: durante todo o mês de março, qualquer um que deixar algum comentário corre o sério risco de ser o feliz contemplado com "GOOD EVENING NEW YORK" - o mais recente álbum de Sir Paul Mccartney - com 2 Cds e 1 DVD. Não deixem de participar!

JOHN FOGERTY - UM HOMEM E SUA GUITARRA

John Cameron Fogerty nasceu em Berkeley, Califórnia, 28 de maio de 1945. Ele e o seu irmão, Tom Fogerty, formaram uma banda no final dos anos 50 que se chamava Tommy Fogerty and the Blue Velvets e em meados dos anos 60 trocaram de nome para The Golliwogs. Em 1968, já com o nome de Creedence Clearwater Revival, a banda editou o seu primeiro álbum que continha o grande êxito, Suzie Q. Em 1971, devido a tensões entre ambos, Tom deixa o grupo. John tenta manter o grupo unido que ainda edita mais um álbum com o título de Mardi Gras que seria no entanto, o último.Em 2003, a Revista Rolling Stone incluiu John Fogerty como nº 40 da lista dos melhores guitarristas de todos os tempos!

John Fogerty iniciou carreira solo originalmente com o nome de Blue Ridge Rangers para seu álbum de estréia1973 onde ele tocou todos os instrumentos e gravou versões de hits tais como "Jambalaya" (que entrou nos Top 40 hits). John Fogerty foi lançado em 1975(veja 1975 in music).As vendas foram fracas e problemas legais atrasaram uma sequência, embora dois hits alacançaram relativo sucesso, "Rockin' All Over The World", posteriormente gravado com muito mais sucesso pelo Status Quo, e "Almost Saturday Night", posteriormente um relativo sucesso no Reino Unido gravado por Dave Edmunds. Neste período o ex-empresário do Creedence Clearwater Revival em interesse dos antigos membros, entrou com um processo contra Fogerty, acusando que suas composições em sua carreira solo soavam muito parecidas com suas composições na época do Creedence.

A carreira solo de Fogerty emergiu com força total em 1985 com Centerfield, que foi para o topo das paradas e incluiu um TOP dez hit com "The Old Man Down The Road" e a faixa título frequentemente tocada em rádios classic rocks e em jogos de baseball. Mas este álbum não saiu imune de controvérsias judiciais também; duas canções neste álbum,"Zanz Can't Dance" e "Mr. Greed" foram supostos ataques de Fogerty para com seu ex-chefe na gravadora Fantasy Records, Saul Zaentz. Quando Zaentz respondeu com um processo, Fogerty lançou uma versão revisada de "Zanz Can't Dance" (alterando o nome do personagem na música para Vanz). Outro processo afirmava que "The Old Man Down The Road" partilhava do mesmo refrão de "Run Through The Jungle" (canção de Fogerty dos tempos do Creedence). Fogerty definitivamanete ganhou a causa quando ele provou que as canções eram composições distintas. Levando seu violão para junto às testemunhas, ele tocou trechos de ambas as canções, demonstrando que muitos compositores (incluído ele mesmo) têm estilos distintos que podem fazer diferentes composições soarem parecidas para pessoas com ouvidos menos treinados para notar as diferenças.

A sequência foi Eye of the Zombie em 1986, que foi de menor sucesso.Em 1993,seu ex-grupo Creedence Clearwater Revival foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame, mas Fogerty recusou tocar com seus ex-colegas, assim se vingando contra eles por terem se aliado à Fantasy Records em suas disputas judiciais. Ele se isolou até retornar em 1997 com Blue Moon Swamp.

A turnê em 1998 pelos Estados Unidos e Europa foi um enorme sucesso. Ele também lançou um aclamado álbum ao vivo desta turnê chamado Premonition.

Em 2004 John Fogerty lançou Deja Vu (All Over Again). A revista Rolling Stone escreveu: "A faixa título é uma forte crítica em relação à Guerra do Iraque como sendo outra Guerra do Vietnam, uma prepotência sem sentido do poder americano. Neste álbum, Fogerty apertou dez canções em somente 34 minutos. O disco conta, na faixa "Nobody's Here Anymore", com a participação na guitarra de Mark Knopfler, ex-Dire Straits.

Em Outubro de 2004 John Fogerty apareceu na turnê "Vote for Change", tocando em uma série de concertos pela América. Estes concertos foram organizados pela MoveOn.org com a intenção de mobilizar as pessoas para votar em John Kerrye contra George W. Bush na campanha presidencial daquele ano. Os números de Fogerrty foram tocados com Bruce Springsteen and the E Street Band.

A venda da Fantasy para a Concord Records em2004 terminaram com o trigésimo ano de disputa judicial entre Fogerty e sua ex-gravadora, quando os novos donos se propuseram a pagar os direitos dos royalties que Fogerty tinha aberto mão para poder sair de seu contrato com a Fantasy em meados dos anos 70. Em Setembro de 2005, Fogerty retornou à Fantasy Records. O primeiro álbum lançado em novo contrato com a Fantasy contract foi The Long Road Home, uma compilação em CD combinando seus sucessos com o Creedence, hits com seu material em carreira que foi lançado em November 1, 2005. Em 2007 foi lançado o álbum Revival na qual lembra os tempos do Creedence, destaques para "Don't You Wish It Was True, Gunslinger e Long Dark Night”.

O nome da banda foi criado por John: "Creedence" era o nome de um amigo de John e seu irmão, chamado "Creedence Nuball", e Clearwater é a cerveja preferida de John. John moveu um processo contra Stu Cook e Doug Clifford após ambos montarem a banda Creedence Clearwater Revisited, alegando plágio. Isso fez com que Stu e Doug tivessem que trocar o nome para "Cosmo's Factory". Porém, as cortes julgaram o processo em favor dos dois, e o nome original foi reestabelecido. Após o fim do Creedence em 1972, John jurou que nunca mais tocaria os sucessos da banda em um show solo; esse hiato durou até 1985, quando Bob Dylan e George Harrison, grandes amigos seus, convenceram-no de que deveria tocar seus antigos sucessos novamente ao público. Harrison lhe disse: "se você não fizer, todos vão pensar que "Proud Mary" é uma música da Tina Turner”. John e seu irmão nunca mais se falaram após o fim do Creedence. Mesmo quando Tom estava no leito de morte, John não o visitou.

Em seu primeiro álbum solo, “The Blue Ridge Rangers”, lançado em 1973, o ex-vocalista do Creedence, John Fogerty, apresentou uma coleção de releituras de clássicos do estilo. E ainda tocou todos os instrumentos do álbum. Trinta e seis anos mais tarde eis que Fogerty retorna às raízes e lança “The Blue Ridge Rangers Rides Again”, o álbum que faz uma ponte direta com o lançamento do longínquo ano de 1973. A diferença é que agora o cantor se cercou de amigos para mais uma vez prestar um tributo à música Country. “The Blue Ridge Rangers Rides Again” traz 12 clássicos de artistas como John Prine, Buck Owens, Everly Bros. e John Denver e ainda conta com Bruce Springsteen entre os convidados. Foi lançado em 1º de setembro de 2009. Para fazer o DOWNLOAD do discão, clique no link:
http://rapidshare.com/files/365172096/JF_TBRRA_obaudoedu.blogspot.com.rar.html

E agora, você confere um momento raríssimo: THE SILVER WILBURYS - George Harrison, Bob Dylan, Mark Shark, Bobby Tsukamoto, Gary Ray, John Fogerty, Jesse Ed Davis e o fantástico Taj Mahal - quebrando o pau ao vivo no Palomino Club em Hollywood no dia 19 de fevereiro de 1987. Espero que tenham gostado e deixem seus comentários. Valeu! Gostaria de dedicar essa postagem ao meu grande amigo e xará EDUARDO KRUGER que faz aniversário hoje e é grande fã de John Fogerty. Abração SK! Vou tomar uma cerveja em sua homenagem!