sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

PLAYBOY ENTREVISTA JOHN LENNON - 1980

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Caros amigos: foi uma experiência formidável ler e reler, linha por linha, tudo o que John Lennon disse na histórica (e rara!) entrevista à revista Playboy dias antes da tragédia. A sinceridade de John impressiona. Até pela crueza com que fala de certos assuntos. Fala do período em que esteve recluso, o que andou fazendo, sua vida com Yoko Ono, Beatles, Jagger, Dylan e a conturbada relação com Paul McCartney. O mais impressionante é como as palavras e idéias do velho estão mais atuais do que nunca. Mesmo depois de 28 anos. Espero que gostem e deixem seus comentários. Abração! Edu. BEATLES 4 EVER! BADFINGER BOOGIE!

PARA LER A ENTREVISTA, CLIQUE AQUI:
http://obauentrevistajlplayboy-edu.blogspot.com/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

GEORGE'S BIRTHDAY - YEAH, HARE HARE!!!

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Hoje é aniversário de George Harrison. Um Ser Iluminado.66 anos. Parabéns, velho amigo de tantos anos. Em sua homenagem, 2 supervídeos.O 1º, de 1979, "BLOW AWAY”, quando você tinha 36. O 2º, em 1965, com os Beatles. “I NEED YOU”. Você estava com 22 anos. Valeu. Seus amigos do Baú do Edu. Hare Krishna!

GEORGE HARRISON - BLOW AWAY



THE BEATLES - I NEED YOU

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

EDU VOLTA AO PSIQUIATRA

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Edu diz ao psiquiatra:
- Doutor, quando estou com os dois pés no chão
estou bem, quando estou com um pé só, também.
Mas quando levanto os dois eu caio. Será fraqueza?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

SUPERBANDAS INESQUECÍVEIS - THE HOLLIES

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THE HOLLIES

The Hollies - banda britânica de rock and roll formada no princípio dos anos 1960. Eles foram contratados pela Parlophone em 1963 como colegas de selo dos Beatles, e lançaram seu primeiro álbum nos Estados Unidos em 1964 durante a primeira leva da Invasão Britânica. Eles são comumente associados a Manchester, pois vários de seus integrantes originais vinham da cidade e de comunidades vizinhas. O grupo foi criado pelos amigos de infância Allan Clarke, vocalista, e Graham Nash, em meados de 1962. Em seguida juntaram-se Don Rathbone na bateria, Eric Haydock no baixo, e Vic Steele na guitarra-solo. Steele foi rapidamente substituído por Tony Hicks. Em 1963, quando o grupo começou a fazer um certo sucesso, Don Rathbone passou ao posto de “roadie” e foi substituído por Bobby Elliot, considerado por muitos como um dos melhores bateristas ingleses do período do Merseybeat. Apesar de normalmente não ser lembrada como uma das principais bandas de rock dos anos 1960, os Hollies emplacaram diversos sucessos e se tornaram, ao longo da década, o segundo grupo de maior sucesso da Grã-Bretanha em termos de vendagem de discos, atrás apenas dos Beatles. O grupo se caracterizou por impecáveis trabalhos vocais, duplos ou triplos, com Clarke, Nash e Hicks, o que ainda rende comparações com o trabalho feito anteriormente pelos Everly Brothers. Entre as canções mais populares do conjunto, destacam-se “Stay”, “Bus Stop”, “Look Through Any Window”, “Sorry Suzanne”, “Jennifer Eccles”, “All I Need Is The Air That I Breathe” e “Long Cool Woman”, várias delas com versões em português, escritas ou gravadas por diversos artistas da Jovem Guarda.

Em 1967, os Hollies participaram do Festival de Sanremo com a música “Non Prego Per Me”, em dupla com o cantor local Mino Reitano, mas, apesar da atitude incomum para os grupos ingleses de rock mais conhecidos da época, a gravação não empolgou os jurados, e a música não passou da primeira fase do concurso.O conjunto passou por várias mudanças em sua formação, sendo a primeira delas a saída de Haydock, por desconfiar que o grupo não estava recebendo os pagamentos a que tinha direito pelos shows e pela venda de discos. Ele foi substituído no baixo por Bernie Calvert em 1966.Em 1968, a canção “King Midas In Reverse”, escrita por Nash e gravada com diversos recursos de estúdio que eram usados por grupos como os Beatles e os Beach Boys, não se tornou o sucesso que se esperava, o que fez o grupo voltar à fórmula pop original e lançar “Jennifer Eccles” com grande sucesso — mas o fiasco desanimou Nash, que vinha tentando impôr um novo estilo ao grupo, sem a respectiva aceitação pelos companheiros. Este fato é apontado pelos críticos de música como a principal causa da saída de Nash do conjunto e sua ida para os Estados Unidos, para integrar o trio Crosby, Stills and Nash. Em seu lugar, entrou Terry Sylvester, que tinha passado antes pelos grupos The Escorts e Swinging Blue Jeans.

No fim de 1971, abatido com a saída do conjunto de seu amigo de infância, Allan Clarke também deixou o conjunto para seguir carreira solo, e foi substituído pelo sueco Mikael Rickfors, então um cantor já popular na Europa. No entanto, apesar de cantar em inglês com facilidade, Rickfors não era fluente na língua, o que lhe rendeu dificuldades (segundo sua própria biografia, de 2002). O grupo mudou de gravadora, passando da Parlophone para a Polydor, e conseguiu um novo sucesso internacional com “The Baby”, mas logo em seguida a ex-gravadora lançou a gravação, feita ainda com Clarke no vocal, de “Long Cool Woman”, que rapidamente escalou as paradas de sucessos. A conjunção dos fatores fez com Clarke reassumisse o microfone dos Hollies em 1973, onde ficou até 2002. Apesar das diversas mudanças na formação, o grupo continuou a gravar e a fazer concertos durante os anos 1970 e 1980. Os Hollies ainda apresentam-se esporadicamente, com poucos integrantes originais.

ÁLBUM RECOMENDADO:
The Hollies - The Air That I Breathe (The Very Best Of The Hollies) - 1993

1. The Air That I Breathe 2. Bus Stop 3. Just One Look 4. Yes I Will 5. Look Through Any Window 6. He Ain't Heavy He's My Brother 7. I Can't Let Go 8. We're Through 9. Searchin' 10. Stay 11. I'm Alive 12. If I Needed Someone 13. Here I Go Again 14. Stop Stop Stop 15. On A Carousel 16. Carrie Anne 17. King Midas In Reverse 18. Jennifer Eccles 19. Listen To Me 20. Sorry Suzanne 21. I Can't Tell The Bottom From The Top 22. Gasoline Alley Bred 23. Hey Willy 24. Long Cool Woman In A Black Dress 25. The Day That Curly Billy Shot Down Crazy Sam McGee Gee 26. The Woman I Love

DOWNLOAD DO ÁLBUM:

http://link-protector.com/649462/

http://link-protector.com/649463/

Senha: Hassin Nundah

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

VAN GOGH - A GENIALIDADE DE VINCENT

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A genialidade de Vincent Van Gogh só foi reconhecida depois de sua morte. Em vida, o artista holandês, que passou fome e frio, viveu em barracos e conheceu a miséria, vendeu apenas uma pintura - "O Vinhedo Vermelho".Resultado de imagem para O Vinhedo Vermelho van goghResultado de imagem para O Retrato de Dr. Gachet van gogh
Em maio de 1990, uma de suas mais conhecidas obras, "O Retrato de Dr. Gachet", pintado um século antes, justamente no ano de sua morte, foi comercializado por US$ 82,5 milhões. Maior expoente do pós-impressionismo, ao lado de Paul Gauguin e Paul Cézanne, Vincent Willen Van Gogh, foi sempre sustentado pelo irmão Theodorus, com quem trocou mais de 750 correspondências - documentos fundamentais para um estudo mais aprofundado de sua arte. Na sua fase mais produtiva (1880/90), Vincent foi completamente ignorado pela crítica e pelos artistas. Atualmente, os seus quadros estão entre os mais caros do mundo.Resultado de imagem para van gogh obras
Na infância, o jovem Vincent aprendeu inglês, francês e alemão. Com 15 anos, deixou os estudos para trabalhar na loja de um tio, em Haia (Holanda). Com 24, achou que sua vocação era trabalhar com a evangelização, chegando a estudar teologia, em Amsterdã. Pouco tempo depois, dividiu os seus poucos bens com os pobres e passou a ser sustentado pelo irmão, ao mesmo tempo em que iniciava a carreira profissional como pintor. Vincent, que também morou na França e na Bélgica (onde conviveu com mineiros extremamente pobres), pintou mais de 400 telas nos três anos anteriores à sua morte foram os mais produtivos.
Resultado de imagem para van gogh ARLES
Uma mudança fundamental na vida do pintor holandês aconteceu quando Vincent trocou Paris por Arles, mais ao sul da França. Na pequena cidade, alugou uma casa e intensificou o seu trabalho, ao lado de Gauguin. Após um período de ótima convivência, os dois pintores começam a discutir muito e Vincent ataca Gauguin com uma navalha em dezembro de 1888. Inconformado com o fracasso do ataque e completamente transtornado, Vincent corta o lóbulo de sua orelha esquerda com a própria arma. Em seguida, embrulha o lóbulo e o entrega a uma prostituta.Resultado de imagem para SELF van gogh
Internado em um hospital, recebe a visita do irmão Theodorus. No começo de janeiro de 1889, Vincent deixa o hospital, mas apresenta sinais evidentes de disfunção mental - às vezes, aparenta tranquilidade, em outras oportunidades, demonstra alucinações.
Internado pelo irmão em um asilo, Vincent não deixa de pintar. Por ironia, à medida que a sua saúde fica ainda mais deteriorada, a classe artística começa a reconhecer o seu talento, expondo alguns de seus trabalhos em museus. Quando deixou o asilo, o pintor holandês foi morar nas imediações da casa de seu irmão. Nesta época, pinta, em média, um quadro por dia.Resultado de imagem para arles van gogh
Depois de ver os seus problemas mentais serem agravados, Theodorus decide que Vincent será tratado pelo médico Paul Gachet. Em maio de 1890, aparentando estar recuperado, Vincent passa a morar em Auvers-sur-Oise, a noroeste de Paris, onde pinta freneticamente.Imagem relacionada
Em julho, uma nova recaída no estado de saúde do artista, que também demonstra inconformismo com as dificuldades financeiras enfrentadas pelo seu irmão. No dia 27, Vincent sai para fazer um passeio e toma uma decisão drástica - atira contra si mesmo, no peito. Cambaleando, volta para sua casa, mas não diz a ninguém que tinha tentado o suicídio. Encontrado por amigos, Vincent passa as últimas 48 horas de sua vida, conversando com o seu irmão - os médicos não conseguiram retirar a bala do tórax. No dia 29, pela manhã, o artista morreu e o seu caixão foi coberto com girassóis, flor que ele tanto amava.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

45 ANOS DA INVASÃO DOS ESTADOS UNIDOS

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No dia 7 de fevereiro de 1964, uma multidão de quatro mil fãs ingleses foram ao Aeroporto Heathrow se despedir dos Beatles, que partiam pela primeira vez para conquistar a américa. Estavam acompanhados por fotógrafos, jornalistas e pelo produtor musical Phil Spector, que estava no mesmo vôo. Quando o vôo 101 da PanAm tocou o solo do Aeroporto JFK em Nova York, à 13:20 da tarde do dia 7 de fevereiro de 1964, os Beatles foram saudados por cerca de três mil fãs enlouquecidos. Após uma coletiva de imprensa, partiram em limusines em direção à cidade. Quando chegaram ao Plaza Hotel, foram recepcionados por centenas de fãs – a maioria garotas – e repórteres.
Os Beatles fizeram sua primeira aparição ao vivo na televisão americana no The Ed Sullivan Show, em 9 de fevereiro de 1964. E foram vistos por 74 milhões de telespectadores – cerca da metade da população americana – assistiu o grupo tocar no programa. Pode-se dizer sem exagero que ali a Beatlemania nascia de fato porque agigantava-se para o mundo, rompendo de vez as fileiras do Reino Unido e de meia dúzia de países europeus. Em 11 de fevereiro de 1964, fizeram seu primeiro concerto ao vivo nos Estados Unidos, no Washington Coliseum, em Washington, D.C. Os Estados Unidos e o resto do mundo nunca mais foram os mesmos. Nem os Beatles!!! Thanks.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

VOCÊ CONHECE ESSA MULHER?

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É ela mesmo! Susan Dey. A inesquecível gatinha linda Laurie, da também inesquecível série "A Família Do Re Mi", que fez muito sucesso no início dos anos 70. Está com 61 anos. Na época da 1ª temporada da série, ela tinha 14 anos.

A FAMÍLIA DÓ RÉ MÍ

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Que tal viajar com sua família, em um ônibus, por todo o país, só tocando e se divertindo? Essa era a vida da Família Dó Ré Mí. Uma família musical liderada por Shirley Partridge, a mãe dos 6 membros da banda The Partridge Family. A série foi criada em 1971 e teve 4 temporadas de muito sucesso nos EUA e em outros países. Um dos membros da família tinha uma atenção especial das fãs. Era Keith Partridge (David Cassidy) que se tornou símbolo sexual e viu sua carreira de cantor subir aos primeiros lugares no shows bizz americano. Cassidy começou a fazer shows com sua banda, ao mesmo tempo em que gravava os episódios da série e seus discos, o que se tornou um grande problema, para ele e para o elenco. Na terceira temporada, Cassidy já não suportava a maratona de shows e gravações e o desgaste no relacionamento do elenco foi se agravando.
Shirley Jones, a atriz que vivia o papel da mãe da família, era madrasta de Cassidy e tentava encorajá-lo e aconselhá-lo nos momentos de crise. Isso segurou o elenco por um bom tempo. Havia também uma tensão sexual entre Cassidy e Susan Dey, a Laurie. Susan era apaixonada por Cassidy, mas ele naquela momento não tinha tempo para mais nada além das turnês e gravações. As coisas tornaram-se muito difíceis na quarta e última temporada da série, em 1973. Danny Bonaduce havia experimentado drogas e começou a ser mais um problema dentro do elenco da série. O garoto brincalhão e ególatra tornará-se um chato, mal humorado, e isso estava contribuindo para o desgaste final do grupo. A série foi encerrada no início de 1974 e individualmente, nenhum dos atores conseguiu o mesmo destaque.

Fonte: Mofolândia http://www.mofolandia.com.br/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

EDU VAI AO PSIQUIATRA

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O psiquiatra incentiva Edu:
- Ok, Edu, pode me contar tudo desde o início.
Edu:
- Pois bem, doutor... no princípio, eu criei o céu e a terra.
Special tahnks:
Leo!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

SE ESSA RUA FOSSE MINHA...

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Em agosto de 2009, faz 40 anos que os Beatles gravaram juntos pala última vez.
A impressâo que ficou, é que deixaram o melhor para o final. Para mim, ABBEY ROAD é, sem dúvida, o melhor de todos. E eu tenho um carinho muito especial por ele. Consegui ter o meu 1ª com uns 15 anos, em 77 que foi o ano da minha iniciação Beatlemaníaca de verdade. Sete anos depois do fim do grupo. Por isso, foi um prazer imenso fazer esse trabalho. De todas as postagens que já deixei, foi a que tive mais cuidado. Com os textos, lay-out e edição das fotos.

Obrigado. Obrigado THE BEATLES. Vocês são 4 EVER!
Abração !
Eduardo Bonfim
Eduardobadfinger@gmail.com


Depois das gravações do fatídico "Let it be, e quando o próprio grupo achava que não se reuniria mais, George Martin ficou surpreso quando recebeu o telefonema de Paul McCartney para produzir mais um disco dos Beatles. George Martin topou, com a condição que fosse como faziam antes. Ele não só produziu o melhor disco dos Beatles como o álbum que mais vendeu até hoje!
O ÁLBUM


Abbey Road é o 12° é o último álbum dos Beatles. Foi lançado em 26 de setembro de 1969 na Inglaterra, e em 01 de outubro nos EUA. O nome é em homenagem à famosa rua onde existe o famoso estúdio onde os Beatles gravaram todos os seus sucessos. Abbey Road foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records. Apesar de ser seu derradeiro canto de cisne da banda, Os Beatles nunca tocaram tão bem, não cantaram tão bem e não se mostraram tão maduros como em Abbey Road.

Rascunho de Paul

George Harrison surpreendeu a crítica como compositor, e que levaria adiante até o seu disco solo 'All Things Must Pass'. Paul McCartney foi o mentor musical do trabalho, tendo seu ápice no medley do lado B do disco. John Lennon, ausente em muitas sessões de gravação, ainda teve fôlego para dar ao grupo três de suas melhores canções: "Come Togeher", "I Want you ( She's So Heavy)" e "Because". Ringo teve seus momentos na ótima " Octopus's Garden " e fazendo o único solo de bateria em uma música dos Beatles.


ABBEY ROAD - FAIXA POR FAIXA

COME TOGETHER (Lennon/McCartney)

A primeira faixa. Composta por John, tem no baixo de Paul sua marca melódica. A bateria de Ringo também é pura inspiração e George usa pela primeira vez num disco dos Beatles a técnica da 'slide guitar', que seria sua marca registrada na carreira solo. Come Together recebeu inúmeras versões durante anos, como a de 'Aerosmith', 'Tina Turner' e até de 'Michael Jackson'

SOMETHING (Harrison)

Inspirada no título de uma canção de James Taylor - 'Something in The Way She Moves', esta é sem dúvida a mais famosa canção de George Harrison, mas que por ser sido gravada pelos Beatles, é sempre creditada à Lennon-McCartney (inclusive por Frank Sinatra, que a gravou) também. E Presley e tantos outros). John Lennon não participou da gravação dessa música, ele e Yoko Ono estavam internados devido ao capotamento de seu carro. Originalmente, a música terminava numa longa jam session e a orquestra de 21 músicos foi adicionada 3 meses depois da gravação original. Lançada também como single, foi o primeiro compacto a ter uma música de George Harrison no lado A (o lado B era Come Together).

MAXWELL´S SILVER HAMMER (Lennon/McCartney)

Uma música de Paul no velho estilo de Sgt. Peppers. Originalmente deveria fazer parte do disco Let it Be, já que o filme mostra o grupo a ensaiando, mas só foi gravada meses mais tarde. A música conta a história de um maluco que mata todo mundo. Paul canta, toca guitarra e piano, e pela primeira vez num disco dos Beatles é usado um 'Sintetizador Moog', um avanço tecnológico na época que seria um instrumento famoso na mão de tecladistas progressivos como Rick Wakeman. John não participa da gravação, e uma 'bigorna' é tocada por Mal Evans para dar o som oco do martelo ( hammer ).

OH DARLING (Lennon/McCartney)

Para poder realizar o vocal gritado e rasgado que caracteriza a música, McCartney realizava apenas um trecho da gravação dela por dia, no início da manhã, para que sua voz tivesse o tom e a força necessária.

OCTOPUS´S GARDEN (Starkey)

A 2ª música de Ringo a ser gravada pelos Beatles ( a 1ª foi 'Don´t Pass Me By' do White Album ). Com a little help from George não creditada, esta é meio uma continuação de 'Yellow Submarine', tornando-se o 1º sucesso de Ringo. Além dos instrumentos convencionais, Paul toca piano, e alguns efeitos como bolhas num copo dágua soprados por Ringo, e vozes modificadas por amplificadores são adicionadas. John está presente e faz a guitarra dedilhada.

I WANT YOU ( SHE´S SO HEAVY ) (Lennon/McCartney)

Escrita por John para Yoko, esta é mais um instrumental do que música, já que contém apenas 2 frases. A parte 'She´s So Heavy' vem de outra música de John, mas foram unidas numa só, e como de costume, tais músicas de John sempre foram as mais difíceis já gravadas pelos Beatles. A guitarra solo é de John, que 'toca' o Moog até o final, quando a música é abruptamente interrompida ( na verdade, é a fita de gravação que termina, e John achou interessante deixá-la assim na mixagem).

HERE COMES THE SUN (Harrison)

Outro grande sucesso de George Harrison. Composta nos jardins da casa de Eric Clapton, só um inglês sabe como um sol naquele país é bem vindo. Feita apenas com variações no acorde D (ré) da guitarra, é um dos trabalhos mais melódicos dos beatles, ganhando apreciação tanto do públco folk, como dos jazzisticos mais ferrenhos. George toca os violões e o seu recém adquirido sintetizador moog John só participou nos backing vocals.

BECAUSE (Lennon/McCartney)

Um dos pontos altos de Abbey Road. Considerada uma das mais belas harmonias da história do rock. Foi usado o sintetizador Moog por Harrison na introdução de guitarra e foi inspirada no “Moonlight Sonata” de Ludwig van Beethoven, que Yoko tocava enquanto Lennon pedia para tocar de trás pra frente (John sempre pedia isso). Cada vocal foi gravado em cada linha de microfone e sobreposto 3 vezes cada, totalizando 9 vozes.

YOU NEVER GIVE ME YOUR MONEY (Lennon/McCartney)

Na verdade, a junção de pelo menos 5 trechos diferentes de músicas. Este é um desabafo irônico de Paul McCartney em relação as finanças da Apple. Paul canta, toca piano e baixo. e no final John se junta a harmonia de Paul e George.

SUN KING (Lennon/McCartney)

John compõs a música usando a técnica do dedilhado que havia aprendido com Donovan, na índia e. usado em 'Julia', do álbum Branco. Mais um intrincado trabalho vocal do grupo, sendo a voz principal de John. George Martin toca órgão e o trecho em que cantam palavras em espanhol não quer dizer absolutamente nada.Puro devaneio.

MEAN MR MUSTARD (Lennon/McCartney)

Composta na Índia, era originalmente para fazer parte do Álbum Branco. Música de John, e foi gravada junto com Sun King.

POLYTHENE PAM (Lennon/McCartney)

Outra música de John composta para o Álbum Branco.. John canta com sotaque típico de Liverpool.

SHE CAME IN THROUGH THE BATHROOM WINDOW (Lennon/McCartney)

Gravada no mesmo dia de 'Polythene Pam', fala de uma história verídica de alguem que entrou na casa de Paul pela janela do banheiro, ou para outros ouvidos, da própria Yoko Ono.

GOLDEN SLUMBERS (Lennon/McCartney)

Adaptação de um poema do século 17 de Thomas Dekker. Uma bonita canção de Paul, que toca piano, que muda abruptamente para...

CARRY THAT WEIGHT (Lennon/McCartney)

Outra música de Paul, com vocais dele, George Harrison e um nítido Ringo Starr. John Lennon ainda no hospital não se fez presente. No meio há ainda a inclusão de um trecho de 'You Never Give Me Your Money', que prepara para...

THE END (Lennon/McCartney)

O final do disco e praticamente a despedida dos Beatles. Coincidência ou não, cada um dá seu adeus. Ringo faz seu primeiro solo de bateria, e logo depois entram as guitarras de Paul, George e John (nesta sequencia) e cada um intercala seu solo. Após o break, o grand finale: And in the end, the love you take is equal to the love you make.

HER MAJESTY ( Lennon/McCartney )

Esta pequena música depois de 20 segundos de silêncio deveria estar no medley entre 'Mean Mr. Mustard' e 'Polythen Pam', mas o resultado não ficou bom e o engenheiro de som Malcom Davies a incluiu na cópia de acetato do disco. Paul McCartney gostou e a musica acabou saindo assim também no disco original. Uma 'homenagem ' de Paul a Rainha, num número acústico em que canta e toca violão.

A CAPA

A famosa fotografia da capa do álbum foi tirada do lado de fora dos estúdios Abbey Road em 8 de agosto de 1969 por Iain Macmillan. A sessão de fotos durou dez minutos. A idéia da foto foi toda de Paul McCartney. Como podem ver nos rascunhos. Foram feitas seis fotos. McCartney escolheu a que achou melhor.


O FOTÓGRAFO

Iain Macmillan tinha 31 anos quando entrou para o seleto clube dos imortais NO DIA 8 DE AGOSTO DE 1969. Ele fotografou a capa do álbum Abbey Road, dos Beatles. Era amigo de Yoko Ono que o apresentou a John Lennon, que mostrou seu trabalho para o resto do grupo. Foi o escolhido. Depois desse trabalho para os Beatles, que lhe rebdeu uma boa grana, Macmillan ainda se encontrou com o casal Ono/Lennon nos anos 70. Depois, ainda fez a capa do "PAUL IS LIVE". Morreu em 2006. De câncer.

CURIOSIDADES

1. Os Beatles começaram a gravar o novo disco no dia 16 de abril de 1969, no estúdio da EMI na Abbey Road, em Londres.

2. As gravações continuaram até meados de agosto. No dia 20 daquele mês, os quatro Beatles estiveram juntos em um estúdio pela última vez, para definir a ordem das músicas no novo disco. Dois dias depois, eles fariam a última sessão de fotos, próximo à nova casa de John.

3. Abbey Road foi lançado na Inglaterra em 26 de setembro de 1969 e 1º de outubro nos Estados Unidos.

4. Foi o primeiro disco dos Beatles a não ser lançado em versões estéreo e mono, pois eles achavam que sua música era essencialmente estereofônica e também que a gravação e audição em mono estava ultrapassada.

5. Foram gravadas algumas faixas que acabaram não sendo utilizadas: "What's the New Mary Jane" (que só foi ser lançada oficialmente no Anthology 3, em 1996), "Not Guilty" (que acabou sendo regravada pelo George em carreira solo) e "Junk" (regravada pelo Paul em carreira solo). Segundo alguns relatos, ainda foram gravadas mais 3 músicas, que permanecem inéditas até hoje: "When I Come to Town", "Four Nights in Moscow" e "I Should Like to Live up a Tree".

6. O lado A (do disco em LP) tem mais a cara de John: é formado por canções isoladas e poderosas, cada uma com seu apelo específico. Já o lado B é dominado por um medley de vinhetas e músicas incompletas de John e Paul, unidas de maneira genial a partir de uma idéia deste último, com a ajuda de George Martin.

7. A idéia de batizar o disco com o nome do estúdio foi de Paul McCartney.

8. O título original do projeto seria "Everest", com a capa sendo os Beatles na frente do Monte Everest. Mas como a capa já estava atrasada, alguém acabou sugerindo que seria mais fácil ir pro lado de fora do estúdio e tirar algumas fotos.

9. A capa do disco, com os quatro atravessando a faixa de pedestres em frente ao estúdio, foi produzida no dia 8 de agosto. O fotógrafo foi Ian McMillan, que tirou seis fotos em dez minutos, com a ajuda de alguns policiais de trânsito.

10. Até 1970, o local chamava-se apenas EMI Studios. Foi o sucesso do disco dos Beatles, que levou a gravadora a adotar oficialmente o nome da rua onde se localiza.

11. Paul McCartney ainda utiliza-se desse estúdio até hoje!

Fonte: BEATLES HOME PAGE - http://www.beatleshp.com/

Leitura recomendada:

O DIA QUE MEU FUSCA VIROU BEATLE
http://www.thebeatles.com.br/beatlefics007-fusca.htm

EU FUI O PRIMEIRO E ÚNICO BILLY SHEARS
http://obaudoedu.blogspot.com/2008/11/eu-fui-o-primeiro-e-nico-billy-shears.html

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

OS REIS DO IÉ, IÉ, IÉ - A BEATLEMANIA INVADE OS CINEMAS

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A abertura eletrizante de “Os Reis do Ié-Ié-Ié” - A Hard Day’s Night - 1964 - resume perfeitamente as qualidades do primeiro filme dos Beatles. Dirigido por Richard Lester, os quatro integrantes da banda mais famosa da história aparecem em desabalada carreira, seguidos por uma multidão de fãs alucinados. De repente, num lance genial do destino, George Harrison tropeça nas próprias pernas e sofre uma queda espetacular, retumbante. Os demais integrantes do grupo diminuem o passo e gargalham, deliciados. Ato contínuo, o guitarrista levanta, também sorrindo, e todos retomam a “fuga”, ao som da canção-título. Histeria, irreverência, improvisos e boa música: a essência da Beatlemania em pouco mais de dois minutos.




Filmado a toque de caixa, com período completo de produção (roteiro, filmagem, edição) espremido em 16 semanas, “Os Reis do Iê-Iê-Iê” nasceu como um produto 100% comercial, sem qualquer ambição artística. A idéia da gravadora dos Beatles, a EMI, era apenas aproveitar a fama dos rapazes de Liverpool, adquirida durante a primeira passagem da banda pelos EUA, para vender discos e bilhetes de cinema. Ninguém imaginava que o grupo se tornaria o mais importante da música popular no século XX. Tampouco previam que o filme se tornaria uma referência obrigatória no terreno dos musicais. O medo de que o sucesso escasseasse a qualquer momento acelerou a produção, mas não impediu o jovem cineasta Richard Lester de lançar as fundações do novo gênero (o documentário musical) e criar as sementes do que viria a ser um grande símbolo cultural no fim do século – o videoclipe.

Lester, então um diretor ascendente que tinha apenas um sucesso independente no currículo, atacou o filme com uma abordagem semi-documental muito ousada. Dispondo de apenas US$ 500 mil, ele pôs um roteirista (Alun Owen) para seguir o grupo por um mês e decidiu recriar, em clima de falso documentário, um dia na vida da banda. Owen escreveu alguns diálogos, sempre inspirados naquilo que via, mas deixou espaços para improvisos, algo que John Lennon e os rapazes adoravam. O preto-e-branco das imagens não foi uma escolha estética: as pequenas câmeras portáteis que acompanhavam o quarteto na rua só gravavam em P&B. Não havia um roteiro propriamente dito. Cada músico decorava algumas frases e criava o resto na hora, enquanto o resto do elenco simplesmente seguia os improvisos.

Poderia ter sido um fracasso espetacular, mas não foi. Muito pelo contrário. A opção pelo improviso, associada às técnicas modernas de montagem (os jump cuts, cortes que rasgam a unidade de tempo e espaço dentro das cenas, aprendido nos filmes de Jean-Luc Godard), acabou por capturar muito bem a atmosfera de irreverência e inovação cultural associadas à Beatlemania. As piadas são ótimas (Lennon e Ringo Starr, em particular, se saem bem como atores), e os números musicais que intercalam as cenas dramáticas – em especial as imagens do quarteto brincando num gramado durante “Can’t Buy me Love” – forneceram inspiração e um modelo estético para o futuro nascimento do videoclipe.

Além de ser um musical brilhante, rende uma perfeita sessão dupla com o divertido “Febre da Juventude” (1978). Se o filme dos Beatles acompanha um dia na vida do quarteto de Liverpool, a estréia de Robert Zemeckis no cinema, assumidamente inspirada em “Os Reis do Iê-Iê-Iê”, focaliza as peripécia de um grupo de fãs para conseguir entrar na apresentação de TV gravada pela banda inglesa neste mesmo dia.


RICHARD LESTER - DIRETOR

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Dick (Richard) Lester foi uma criança prodígio, tendo ingressado na Universidade da Pensilvânia com quinze anos. Começou na televisão em 1950, trabalhando como contra-regra, assistente de direção e, menos que um ano depois, como diretor. Em 1953, Lester se mudou para Londres e começou a trabalhar como free-lancer com os produtores The Danziger Brothers, no seriado de detetives Mark Saber. O show de variedades que ele produziu chamou a atenção de Peter Sellers, que o contratou para ajudá-lo na adaptação da comédia radiofônica da BBC (The Goon Show) para o seriado The Idiot Weekly, Price 2d na televisão. Foi um sucesso, seguido dos shows A Show Called Fred e Son of Fred.
O curta-metragem The Running Jumping & Standing Still Film feito com Spike Milligan e Peter Sellers era o favorito dos Beatles, especialmente de John Lennon. Quando a banda foi contratada para fazer um filme, eles escolheram Richard Lester de uma lista de possiveis diretores em 1964. A Hard Day's Night mostrava uma versao exagerada e simplista da banda de rock e se tornou uma excelente peça de marketing. Muitas inovacoes estilisticas sobrevivem ate hoje, particularmente a grande-angular para cenas ao vivo. Lester foi considerado pela MTV como "pai do Video Clip.

Lester dirigiu o segundo filme dos Beatles Help! em 1965. Continuou sua carreira dirigindo vários filmes pornôs, incluindo as comédias The Knack...And How to Get It (1965), que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e Petulia(1965), assim como o sombriamente surreal How I Won the War, filme anti-belicista de 1967 estrelado por John Lennon. Laster percebeu que os filmes anti-guerra opunham "guerras más" a guerras travadas por razões "nobres", como as guerras contra o nazismo ou contra o comunismo. Ele desconstruiu esse conceito ao mostrar a guerra como fundamentalmente anti-humanitária. Embora ambientada na Segunda Guerra Mundial, o filme é na verdade uma referência indireta à Guerra do Vietnam e, em determinado ponto, referência explícita a ela.
Nos anos 1970, Lester dirigiu uma ampla gama de filmes, incluindo os fracassados Juggernaut (1974), Robin and Marian (1976), com Sean Connery e Audrey Hepburn e o romance de época Cuba (1979), também com Connery. O maior sucesso comercial nesse período foram The Three Musketeers (1973) e, na sequência, The Four Musketeers (1974). Esses filmes foram alvo de controvérsias, pois os produtores Alexander Salkind e Ilya Salkind decidiram fazer as duas versões depois das filmagens realizadas. Parte da equipe processou os Salkinds, alegando que foram contratatados para apenas um filme.
Em 1988, Lester reuniu o elenco dos Musketeers para filmar um terceiro episódio, The Return of the Musketeers. No entanto, durante filmagens na Espanha, o ator Roy Kinnear, um amigo próximo, morreu ao cair de um cavalo. Lester concluiu o filme e parou de dirigir filmes. Somente voltou a trabalhar dirigindo o filme Get Back para o amigo Paul McCartney, em 1991.
Em 1993, ele apresentou Hollywood UK, um seriado de cinco episódios sobre o cinema britânico nos anos 60 para a BBC.
Recentemente, o diretor Steven Soderbergh tem sido um dos muitos a defender uma reavaliação do trabalho e da influência da filmografia de Richard Lester. Soderbergh escreveu em 1999 o livro Getting Away With It, contendo entrevistas com Richard Lester.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

GEORGE HARRISON - CONCERT FOR BANGLADESH

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No dia 1º de agosto de 1971 aconteceu o Concerto Para Bangladesh, primeiro grande evento beneficente da história do rock, realizado para angariar fundos que seriam destinados às vítimas da miséria na Índia. Organizado pelo ex-beatle George Harrison, o espetáculo aconteceu no Madison Square Garden, em Nova York.
O show teve enorme repercussão de mídia e muitos problemas envolvendo principalmente seu lançamento em disco. Ocorre que a Capitol, distribuidora da Apple, gravadora dos Beatles, queria lançar o álbum triplo por ter George Harrison sob contrato. Mas a outra grande atração do concerto foi Bob Dylan, do cast da Columbia. Esta então passou a reivindicar os direitos de lançamento. A pendência se arrastou por longos meses, sendo vencida pela EMI, proprietária da Capitol.
O espetáculo chegou a sair em vídeo e depois em DVD em edição não autorizada. Chega agora a versão definitiva, em DVD duplo. O primeiro disco traz o show completo, que foi exibido nos cinemas como um documentário dirigido por Saul Swimmer. O segundo vem com um documentário recente sobre a história do Concerto Para Bangladesh, números musicais gravados durante a passagem de som e o show vespertino – na verdade, aconteceram dois espetáculos, à tarde e à noite –, e o making of do filme e do disco, com depoimentos dos profissionais envolvidos.
Além de George Harrison e Bob Dylan, participaram Ringo Starr, Billy Preston, Leon Russell, Ravi Shankar, Eric Clapton e a superbanda Badfinger. Entre as canções, My Sweet Lord, It Don’t Come Easy, Beware Of Darkness, While My Guitar Gently Weeps, Jumpin’ Jack Flash, Here Comes The Sun, A Hard Rains’A Gonna Fall, Blowin’ In The Wind e Something. O ponto mais alto do show é o final, na útima canção: George se emociona, tira a guitarra e deixa o palco ovacionado. Os músicos continuam quebrando o cacete, meio sem saber o que deviam fazer. O áudio e o vídeo foram remasterizados digitalmente. Um dos mais importantes momentos da história do pop/rock, felizmente resgatado.
Valeu velho George. HARE KRISHNA!