sábado, 23 de janeiro de 2010

GEORGE HARRISON - THE RADHA KRISHNA TEMPLE

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Lançado em 1970 pela Apple e produzido por George Harrison, The Radha Krishna Temple é um álbum que traz canções devocionais vaishnavas (cantadas por devotos de Krishna) com o próprio Harrison tocando guitarra, baixo e harmônio. Os demais músicos que o acompanham são os próprios devotos de Krishna do Radha Krishna Temple de Londres. Para orientação, essas canções devocionais, também conhecidas como bhajans, são cantadas para purificação e realização espiritual. A mais conhecida entre elas é o mantra Hare Krishna (maha-mantra) - Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare, Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare – e são cantadas e tocadas com ritmos e instrumentos indianos.
George Harrison já era um simpatizante do Movimento para a Consciência de Krishna quando conheceu o seu líder, A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada. Mas foi somente em 1969 que a relação entre George e o movimento de Prabhupada se estreitaram ainda mais. George, Paul e Linda McCartney e o baterista Ginger Baker [Cream] juntamente com o Radha Krishna Temple gravaram nos próprios estúdios da Apple uma versão para o maha-mantra “Hare Krishna” e a música “Govinda”. Ambas foram lançadas como singles e tocadas a exaustão nas rádios naquela época. Também permaneceram por muito tempo na primeira posição dos charts europeus e asiáticos.Faixas:
01- Govinda
02- Sri Guruvastakam
03- Sri Ishopanishad
04- Bhaja Bhakata-Arati
05- Bhajahu Re Mana
06- Hare Krishna Mantra
07- Govinda Jaya Jaya

DALI, DE LÁ, DE TODO LUGAR

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Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech nasceu em 11 de maio de 1904, na cidade espanhola de Figueres (Catalunha). Foi um dos mais importantes artistas plásticos (pintor e escultor) surrealistas da Espanha.

Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. No ano de 1921, entrou para a Escola de Belas Artes de São Fernando, localizada na cidade de Madri. Porém, em 1926, foi expulso desta instituição, pois afirmava que ninguém era suficientemente competente para o avaliar.

Nesta fase da vida, conviveu com vários cineastas, artistas e escritores famosos, tais como: Luis Bruñel, Rafael Alberti e Frederico Garcia Lorca.

Em 1929, viajou para Paris e conheceu Pablo Picasso, artista que muito influenciou a produção artística de Dalí. No ano seguinte, começou a fazer parte do movimento artístico conhecido como surrealismo.

A década de 1930 foi um período de grande produção artística de Dali. Nesta fase, o artista representava imagens do cotidiano de uma forma inesperada e surpreendente. As cores vivas, a luminosidade e o brilho também marcaram o estilo artístico de Dali. Os trabalhos psicológicos de Freud influenciaram muito o artista neste período É desta fase uma de suas obras mais conhecidas “A persistência da Memória”, que mostra um relógio derretendo.


Em 1934, Dali casou-se com uma imigrante russa chamada Elena Ivanovna Diakonova, conhecida como Gala.

Em 1939, foi expulso do movimento surrealista por motivos políticos. Grande parte dos artistas surrealistas eram marxistas e justificaram a expulsão de Dalí, alegando que o artista era muito comercial. Em 1942, Dali e sua esposa foram morar nos Estados Unidos, país em que permaneceu até 1948. Voltou para a Catalunha em 1949, onde viveu até o final de sua vida.

Em 1960, Dali colocou em prática um grande projeto: o Teatro e Museu Gala Salvador Dali, em sua terra natal, que reuniu grande parte de suas obras.
Em 1982, com a morte de sua esposa Gala, Dali entrou numa fase de grande tristeza e depressão. Parou de produzir e se recusava a fazer as refeições diárias. Ficou desidratado e teve que ser alimentado por sonda. Em 1984, tentou o suicídio ao colocar fogo em seu quarto. Passou a receber o cuidado e atenção de seus amigos. Salvador Dali morreu na cidade de Figueres, em 23 de janeiro de 1989, de pneumonia e parada cardíaca.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

GEORGE HARRISON - RADHA KRISHNA TEMPLE

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PAUL McCARTNEY & WINGS - THE NASHVILLE SESSIONS

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A história do The Nashville Sessions teve início logo após a gravação de um disco desconhecido, até mesmo por alguns dos fãs de Paul. Foi no início de 1974 quando o escocês Jimmy McCulloch (ex Thunderclap Newman e Stone the Crows, um grande guitarrista que faleceu precocemente vítima de uma overdose de heroína em 1979), entrou para o Wings que eles gravaram esse “atípico” álbum que pouca gente conheceu: McGear. Na verdade, não era um trabalho de Paul, mas sim de Mike McGear cujo nome de batismo é Peter Michael McCartney, irmão mais novo de Paul McCartney, que contou com a participação integral dos Wings em seu segundo e último disco, pois depois desse, Mike nunca mais lançou nada. Logo após isso, Geoff Britton assumiu as baquetas do grupo para fazer sua primeira gravação em Nashville, a meca da country music nos EUA, onde a banda se instalou na fazenda do compositor Curly Putman Junior para produzir o compacto "Junior's Farm", que trazia no lado B "Sally G". Essas músicas nunca foram lançadas em álbum e o single foi o último lançamento deles pela Apple Records.

Durante essas gravações, que ficaram conhecidas como The Nashville Sessions, eles receberam a visita de Chet Atkins e Floyd Cramer (grandes nomes do country) com os quais gravaram "Walking in the Park with Eloise", uma canção escrita há anos atrás por James McCartney pai de Paul. As sessões ainda renderam o registro de “Proud Mum” e "Send Me the Heart" esta última de autoria de Laine/McCartney, que só seria lançada oficialmente em 1980 no disco Japanese Tears, de Denny Laine. Outra música gravada em Nashville que ficou no baú por um bom tempo foi “Bridge Over The River Suíte” que só apareceria em 1990 como faixa bônus do CD Wings at the Speed of Sound. “Hey Diddle” é confirmada pelo Bootleg Zone como parte das Nashville Sessions, apesar de uma outra fonte ter apontado que esta música faz parte das sessões de gravação do álbum Ram, em fevereiro de 1970, nada impede que eles a tenham gravado também na terra da country music. As outras músicas deste bootleg não têm relação com o que aconteceu em Nashville. Segundo a contracapa, elas foram descobertas em uma revista de áudio tapes e seriam usadas na trilha de um filme não realizado que se chamaria One Hand Clapping. Algumas têm comentários do Paul and Wings sobre os arranjos e detalhes da gravação.

A TERRÍVEL LUTA CONTRA O CÂNCER

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Se lembra da história da Laranja podre?

Nenhuma data de combate ao Câncer, é uma data para ser comemorada. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, até o final desse ano, serão registrados no País cerca de 1.500 mil novos casos de câncer. Ao todo, 630 mil pessoas vão morrer vítimas da doença, que é a segunda maior causa de mortes no Brasil, só perdendo para os problemas cardiovasculares.

O câncer de mama ocupa o primeiro lugar no ranking, em seguida vem o câncer de estômago, e o de pulmão fica em terceiro lugar. O câncer de próstata também é um dos mais preocupantes e está em quarto lugar. O de colo de útero vem a seguir.

Embora o câncer de mama lidere o ranking do número de casos, o de pulmão está no topo da lista em número de óbitos. Somente este ano serão mais de 50 mil mortos. A grande dificuldade brasileira (e mundial) para enfrentar o câncer é despertar a consciência da população e classe médica para a importância da prevenção. Todas essas modalidades de câncer que registram o maior número de casos e de óbitos são preveníveis e o Brasil conseguiria reduzir consideravelmente a marca apenas adotando medidas simples.

A maioria dos cânceres que estão relacionados à dieta pode ser prevenida, assim como pode ser prevenida a totalidade dos cânceres causados por tabagismo e pelo uso de bebida alcóolica.
Exames específicos conduzidos regularmente por profissionais de saúde também são importantes quando o assunto é prevenção. Nesses exames simples podem ser detectados câncer de mama, de colo de útero, reto, próstata, testículo, língua, boca e pele, entre outros. O auto-exame de mama e de pele também é um importante aliado e pode resultar num diagnóstico precoce da doença. A prática do sexo seguro entra na lista das medidas mais importantes para combater o câncer de colo de útero, prevenindo 80% dos casos.

Qualquer pessoa está sob o risco de desenvolver o câncer. Como a ocorrência aumenta com a idade, a maioria dos casos acontece com os mais velhos. Entretanto, o surgimento do câncer está relacionado à exposição ao risco e é nesse aspecto que cada pessoa pode contribuir para evitá-lo.Para os tumores malignos de mama e de estômago, uma alimentação correta seria o melhor fator de proteção. Dietas pobres em verduras e frutas, facilitam a proliferação de bactérias extremamente nocivas ao organismo e que acabam danificando as células. Brócolis, couve-flor e repolho, por exemplo, possuem o chamado Indol, um grupo de substâncias ricas em vitaminas C e E e do Betacaroteno (vitamina A), que previnem o câncer.

Embora a literatura médica ainda não tenha dado o parecer definitivo sobre a influência do tipo de dieta no surgimento do câncer de mama, sabe-se que a obesidade está relacionada a ele. "Por isso, por conclusão, podemos dizer que a alimentação correta previne o câncer de mama. Mulheres que se exercitam pelo menos três vezes por semana e cuidam da alimentação têm 30% menos de chance de desenvolver a doença", diz.

A má alimentação também predispõe ao câncer de intestino, endométrio, próstata e vesícula biliar. As terapias de reposição hormonal também aumentam as chances de surgimento do câncer de mama, razão pela qual devem ser evitadas. Segundo ele, a terapia só deve ser feita nas mulheres que têm indicação expressa. Mesmo assim, deve haver um rastreamento para detectar lesões suspeitas, controle médico rigoroso e a realização de mamografias a cada ano. O câncer de mama é o mais temido entre as mulheres e representa uma das principais causas de morte das mesmas nos países ocidentais.

O tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de pulmão, sendo responsável por 90% dos casos. Combater o tabagismo é o principal desafio para evitar essa doença. Os fumantes devem fazer controle periódico do pulmão. Para isso existe a tomografia em espiral, que consegue detectar a doença no início e reduzir a mortalidade absurda.

Também existem drogas reconhecidamente ativas que podem ajudar no processo de combate ao vício. É o caso da Bupropiona que reduz o vício em 42%. O álcool também deve ser combatido porque ele potencializa o surgimento da doença.’Muitos casos de câncer de estômago poderiam ser evitados se as pessoas levassem mais em conta sinais de algum problema no organismo. Muitas pessoas se sentem incomodadas por azias, má digestão e indisposição e acham que se trata de problemas comuns, sem maiores conseqüências. A pessoa chega a tomar medicamentos sem procurar o médico. O remédio, muitas vezes, acaba cicatrizando uma úlcera maligna, a pessoa considera que sarou e a doença avança. Por isso, é recomendável que, para qualquer desarranjo que persistir por mais de 15 dias, deve-se fazer uma endoscopia. A segunda medida é receber antibiótico para matar a bactéria.

O câncer de próstata representa um sério problema de saúde pública, em função de suas altas taxas de incidência e de mortalidade. A principal causa da mortalidade é o diagnóstico tardio, que favorece a invasão e a disseminação rápida para outros órgãos.

O exame periódico com o toque retal ainda é a melhor maneira de prevenir ou detectar precocemente o câncer de próstata. A partir dos 45 anos de idade, o homem deve fazer o exame regularmente. Nesse exame são avaliados a próstata, o reto e o intestino. Cerca de 22% dos cânceres de intestino podem ser alcançados pelo dedo e detectados mais cedo com o toque retal.O câncer de colo do útero é o segundo mais comum na população feminina, só sendo superado pelo de mama. Provocado principalmente pela presença do vírus HPV, que é sexualmente transmissível, a prevenção desse tipo de câncer está intimamente ligada à prática do sexo seguro. O rastreamento através de exame preventivo também é fundamental.

Entre as primeiras lesões e o desenvolvimento do câncer propriamente dito, muitas vezes decorrem até 12 anos. Por isso, o exame ginecológico e o papanicolau são tão importantes. Os exames devem começar com o início da vida sexual.Entretanto, como existe um tipo de câncer de colo de útero que não está relacionado ao HPV, mesmo as mulheres que não têm relação sexual têm que fazer o exame.

Com a maioria dos tumores ainda sem cura e com os efeitos colaterais provenientes dos tratamentos que são empregados atualmente, o câncer ainda é um grande desafio para a ciência e para a medicina. Entretanto, a expectativa dos especialistas é de que o tratamento do câncer sofra uma mudança radical dentro dos próximos anos.

Os tratamentos existentes atacam as células afetadas mas atingem as normais. Mas já começa a aparecer uma luz no fim do túnel. O desenvolvimento da genética e da biologia molecular trazem boas perspectivas e a ciência está mapeando as células para descobrir as diferenças entre uma doente e uma saudável. Isso ajuda a desenvolver substâncias para anular as proteínas que alimentam as células cancerosas. Sem essas proteínas as células doentes não resistem e morrem sem que as normais sejam afetadas. Duas dessas drogas já estão sendo testadas no Brasil. São a Ireffa e Tarceva, que estão sendo utilizadas no tratamento do câncer de pâncreas e de pulmão com bons resultados. Elas agem na proteína e matam as células cancerosas sem qualquer efeito na célula normal. Os resultados desse estudo serão publicados dentro de dois ou três anos.

Mas o próprio tratamento convencional já apresenta avanços significativos. A quimioterapia tem utilizado drogas menos tóxicas e menos agressivas ao organismo. Outra vantagem é que está sendo adotada a quimioterapia primária, principalmente nos casos de câncer de mama e de reto, fazendo com que o tumor diminua antes de uma cirurgia. Com esse procedimento a parte do corpo afetada fica preservada e não precisa ser mutilada.

Nos últimos anos também aumentaram as chances de cura de câncer de mama, linfomas, leucemias, câncer infantil e de ovário. Com os novos medicamentos, a sobrevida dos pacientes aumentou e qualidade de vida no tratamento também. As drogas para dor são menos tóxicas e melhoram a vida do paciente.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

OUÇA O QUE LENNON DIZ!

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THE BEATLES - DON'T LET ME DOWN

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THE BEATLES - LET IT BE - 2009 - DOWNLOAD

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Let it be, foi o penúltimo álbum gravado e o ultimo lançado pelos Beatles. Este álbum contém muitos clássicos (incluindo a faixa título). O lançamento do disco, foi logo após a separação “oficial” do grupo, em 1970.

Em Novembro de 1968 Os Beatles estavam quase entrando em colapso. Apesar do Álbum Branco estar sendo considerado um dos melhores discos do grupo, o clima de tensão das gravações geraram desavenças. John Lennon estava mais interessado com sua 'new life' com Yoko Ono e seus álbuns experimentais, George Harrison também começou a embarcar na onda de discos solo, Ringo decidiu se aventurar a fazer cinema. Só Paul McCartney ainda tinha o sonho de manter o grupo unido, e numa tentativa desesperada da façanha, teve a idéia do projeto 'Get Back'.

Na verdade, 'Let it Be' nasceu com o título de Get Back, que além do nome da música, mostraria os Beatles como eles eram mesmo: gravando sem a ajuda de overdubs, efeitos de estúdio e orquestras contratadas - Exatamente o contrário do que foram seus últimos álbuns.A idéia era filmar o dia a dia da banda nos ensaios do que seria um ou dos shows ao vivo, em um parque ou num barco. O filme seria transmitido pela tv e teria o nome de 'Get Back'.

A falta de direção e o desinteresse geral logo fez o projeto mudar de rumo. O que seria a idéia de mostrar os Beatles voltando as origens, deu lugar a um documentário de como os Beatles se separaram. John Lennon odiou a idéia de ter que estar num estúdio frio às 8 da manhã e se mostrar alegre e pronto para ensaiar e compor. George não aguentou mais o domínio de Paul na banda e chegou a abandonar o grupo para retornar uma semana depois. Ringo estava lá, atrás da bateria, mas nada animado. Só Paul tinha a idéia de manter o projeto vivo. A presença constante de Yoko Ono era insuportável!

As gravações começaram em Janeiro de 1969 no Twickenham Film Studios na primeira das 3 semanas de filmagem, mas logo se mudaram para os Estúdios da Apple, onde ganhariam o reforço de Billy Preston nos teclados (trazido por George para amainar os ânimos). Em 30 de Janeiro fizeram o famoso concerto, que se resumiu a subirem no telhado do prédio da Apple e tocarem algumas músicas para quem estivesse passando pela rua.

Em fevereiro o técnico de som Glyn Johns trabalhou nas fitas e apresentou o projeto do que seria o disco 'Get Back', mas foi rejeitado. Logo depois, desistiram de vez da idéia de lançar o que achavam ser uma porcaria e engavetaram o projeto. Para consertar o erro, ainda gravaram o que seria o último LP e canto de cisne dos Beatles: 'Abbey Road', e logo após John Lennon saiu definitivamente do grupo.

Paul, George e Ringo ainda trabalhariam juntos em janeiro de 1970, mas foi em março do mesmo ano que o então famoso produtor Phil Spector entrou em cena. Após uma intensiva semana de remixagens, ele apresentou o reformulado e entitulado álbum 'Let it Be'.

Totalmente diferente da proposta original, o disco veio como uma salada. Continha as gravações do estúdio da Apple, as gravaçoes de 1970, o show do teto da Apple e uma remixagem de uma música antiga de John, além de alguns comentários do filme. Para horror de Paul McCartney, algumas tiveram a rotação alterada, foram editadas na sua duração e o pior... sua canção 'The Long and Winding Road' recebeu arranjo de orquestra, sem seu consentimento e aprovação. Estranhamente, 'Don´t Let Me Down',um música de John gravada nas sessões não foi incluída no disco, mas lançada em single quase um ano antes com 'Get Back' do outro lado.

O disco originalmente foi lançado em uma caixa contendo ainda um livro com várias fotos do, mas logo foi substituido pela versão normal. Em junho alcançou o 1º lugar, onde ficou por 3 semanas.

Fonte: Get Back Beatles - http://www.getback.com.br/

TWO OF US (Lennon & McCartney) Escrita por Paul, talvez seja um adeus a sua parceria com John Lennon. Paul canta e toca violão, e John divide os vocais com ele. Nâo existe contrabaixo na música, o que se houve é George Harrison fazendo uma linha harmônica nas cordas graves da Guitarra.
DIG A PONY (Lennon & McCartney) Composta por John, teve alguns compassos editados da versão original. Tirado do concerto do Telhado da Apple, tem a participação de Billy Preston no piano elétrico.
ACROSS THE UNIVERSE (Lennon & McCartney)
Ao contrário do que se pensa, essa música não foi gravada para o disco Let it Be. Trata-se de uma remixagem da mesma canção de 1968. Phil Spector apenas alterou a rotação, excluiu os vocais de fundo e colocou uma orquestra. A versão original se encontra no disco 'Past Masters 2'. É uma das melhores canções de John Lennon.
I ME MINE (Harrison)
A última música a ser gravada pelos Beatles, mas já sem John Lennon. George canta e Paul faz segunda voz. Phil Spector alterou a duração da música, deixando-a com um verso a mais.
DIG IT (Lennon/McCartney/Harrison/Starkey)
Uma brincadeira de estúdio que acabou virando música. A versão original continha 5 minutos de duração e tinha Paul e George cantando versos diferentes. Para o disco, ela foi resumida a 48 segundos, só com o vocal de John.
LET IT BE (Lennon & McCartney)
Um dos maiores sucessos de Paul McCartney, com uma letra prá lá de espiritual. Paul toca piano e canta. John toca baixo e junto com George faz o coro. Billy Preston toca órgão e Phil Spector colocou alguns sopros na mixagem. A versão do disco difere da versão lançada em single, que é de George Martin.
MAGGIE MAE (arr. Lennon/McCartney/Harrison/Starkey)
Uma música tradicional de Liverpool e a 1ª não composição dos Beatles a ser incluída em um álbum desde Bad Boy, de 1965. John canta e Paul faz 2ª voz.
I´VE GOT A FEELING (Lennon & McCartney)
Uma junção de uma música de Paul com uma balada de John. Paul compõs a primeira parte (I´ve Got a Feeling) e John a 2ª (Everybody had a Hard Year), que faz o contracanto. Tocada durante o show do telhado da Apple, foi a última música que contém parceiria de John Lennon e Paul McCartney.
ONE AFTER 909 (Lennon & McCartney) Composta em 1959 por John e Paul, foi gravada em 1963 durante as sessões de 'From Me To You', mas não foi lançada. John canta com Paul. Billy Preston toca piano. Também tocada no telhado da Apple, mas esta versão é de estúdio.
THE LONG AND WINDING ROAD (Lennon & McCartney)
Outro megasucesso de Paul McCartney. O que seria uma simples balada com piano, baixo, bateria e órgão, transformou-se numa super produção nas mãos de Phil Spector. Uma orquestra completa, com violinos, sopros, harpa e um coro feminino foi incluído na mixagem, para desgosto total de Paul McCartney.
FOR YOU BLUE (Harrison)
Música de George, que canta e toca violão, Paul no piano, Ringo bateria e John com uma guitarra havaiana.
GET BACK (Lennon & McCartney)
Uma versão menor e diferente da versão original, já lançada em single. Esta música finaliza o filme Let it Be, e também o disco. Paul canta e John no final agradece o público, e no discurso, diz que 'espera que tenham passado no teste'... e como não??? A versão original se encontra no disco 'Past Masters 2'.

Para fazer o DOWNLOAD do discão, clique no link:
http://rapidshare.com/files/338686672/LET_IT_BE_2009_REMASTERED_obaudoedu.blogspot.com.rar.html

Aqui você assiste ao mini documentário que acompanha o álbum remasterizado


MICHELLE, MY BELLE...

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Michelle Buehler tinha 15 anos quando ouviu pela primeira vez a canção dos Beatles com o seu nome e só então acreditou que tinha inspirado os 'Quatro de Liverpool', mas passados 45 anos não tem esse disco. A história ocorreu entre 1963 e 1965 e só agora se tornou pública devido a uma reportagem de um jornalista açoriano, que a descobriu por acaso. Michelle Buehler nasceu em 1950 em Fall River, onde vive desde 1996. Quando tinha 13 anos, Michelle escreveu um curto texto para o concurso “O que você faria se encontrasse com os Beatles?”, lançado por uma revista norte-americana na época da primeira visita da banda inglesa aos EUA, cujo prémio principal consistia "numa conversa com eles". "Ganhei o concurso, mas não acreditei até receber uma ligação que a telefonista disse ser do Reino Unido e de repente eu estava falando com Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Star", recordou Michelle. Durante a conversa, os quatro músicos, além de lhe terem feito muitas perguntas, desde como estava indo na escola e o que mais gostava, prometeram-lhe que "talvez” escrevessem uma canção com o seu nome.

As coisas mudaram quando ouviu pela primeira vez a canção 'Michelle', e lembrou do que os Beatles tinham lhe dito. 'Michelle' é uma canção do álbum 'Rubber Soul', de 1965, composta e cantada por Paul McCartney, que foi gravada nos estúdios de Abbey Road.
A história manteve-se quase em segredo e, segundo Michelle Buehler, só agora chegou ao público porque um colega com quem colabora "deu com a língua nos dentes", fazendo-a chegar a um jornalista. A 'musa' dos Beatles assegurou ter sempre evitado falar no assunto, mesmo quando, em 1987, se deslocou a Nova Iorque e teve um encontro com Yoko Ono, viúva de John Lennon. Michelle confessou que, na adolescência, vibrava com as músicas dos Beatles, mas admitiu que apenas possui alguns dos álbuns do grupo. "O que é mais curioso é que não tenho o disco com o tema com o meu nome", afirmou.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O BAÚ DO EDU - DEEP BLUE

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Caríssimos: infelizmente o estado de saúde do Papai se agravou muito nos últimos meses. Hoje, ele foi internado novamente no Hospital Brasília em menos de 1 mês. Por isso, gostaria de pedir a todos que se juntem a nós, nesse momento de orações e vigília pela melhora do Sr. Pedro Ivo. Muito obrigado. Atenciosamente: Leonor, Adelmar, Eduardo, Marília e Cacilda. Abração a todos!

JOHNNY CASH - O HOMEM DE PRETO

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Caros amigos: nosso blog mais querido recebe agora, orgulhosamente, o lendário Johnny Cash - um dos maiores ícones da música americana - numa belíssima e emocionada matéria feita pelo nosso querido amigo e colaborador Luiz Clementino.
A sociedade norte americana, na década de 50, estava muito bem estruturada. O país saiu rico e fortalecido das duas grandes guerras. Com muito trabalho, mas também explorando outras nações, houve uma equilibrada distribuição de renda interna para a população. A classe média comprava o que queria, desde eletrodomésticos a carrões confortáveis e potentes. Infelizmente havia o preconceito racial, um fato muito triste e que posteriormente traria graves conseqüências.
No aspecto cultural, o som negro escravocrata era muito perseguido e discriminado, mas o blues foi fator determinante para o enriquecimento do estilo branco chamado “COUNTRY MUSIC”. Com isso, a mistura rhythm and blues e country music gerou o ROCK and ROLL. Nesse cenário, apareceram os “rebeldes sem causa”, jovens que tinham boa qualidade de vida, mas expressavam suas insatisfações, elaborando música de negros, dançando e cantando ao som dessa “música do demônio”. Nessas condições, surgiu um cidadão chamado SAM PHILLIPS, produtor da cidade de Memphis que criou a famosa gravadora SUN RECORDS, responsável por gravar artistas brancos cantando repertório negro, em cima de ritmos frenéticos, sem a instrumentação de violinos, guitarras havaianas, banjos ou bandolins, presentes até então na música branca.
Esses jovens músicos eram nada mais nada menos que ELVIS PRESLEY, JERRY LEE LEWIS, JOHNNY CASH, ROY ORBISON e CARLS PERKINS. Por meio do seu talento, criatividade e muita ousadia para os valores da época botaram pra lascar, mudando o panorama musical norte-americano e assumindo a maravilhosa MÚSICA NEGRA. No cinema deu-se o mesmo com atores como MARLON BRANDO, MONTGOMERY CLIFF e JAMES DEAN, com estupendas interpretações utilizando o método da famosa escola Actors Studio.
Vamos comentar um expoente dessa geração, o fascinante JOHNNY CASH, o HOMEM DE PRETO, que com seu talento e uma sensibilidade do tamanho de um dinossauro nos deixou um legado musical maravilhoso. Ao longo de quase cinco décadas o “O HOMEM DE PRETO”, com sua misteriosa e cavernosa voz, acompanhada do seu violão, trilhou gêneros como country, blues, folk e gospel. Até seu falecimento, foi uma “lenda viva” do country alternativo, admirado e respeitado por artistas famosos e pelo grande público. Seu desaparecimento foi notícia mundial.
Na ocasião, me lembro, o Time Magazine estampou seu rosto na capa, “JOHNNY CASH 1932-2003” e publicou uma matéria lindíssima de várias páginas. E o fascínio permaneceu. Foram feitos tributos, shows, CDs, história em quadrinhos e, em 2005, um belo e correto filme. JOHNNY CASH foi um cara coerente com seu trabalho. Rolou firme no seu próprio estilo musical simples, eficiente e cativante. Sua música tem uma intensidade espantosa. Com a voz grave e envolvente, suas apresentações tinham uma magia inexplicável. Seus arranjos tradicionais eram encharcados de sensibilidade que muitas vezes JOHNNY não conseguia canalizar.
Cheio de traumas de infância e com mil demônios para exorcizar, tornou-se doidão, viciado em anfetaminas e barbitúricos. Com atitudes selvagens, mau comportamento e aprontando nos shows passou algumas noites na cadeia. Apesar dessa falta de controle, sempre produziu material de qualidade, criando vários hits. Gravou e lançou dois álbuns ao vivo e bem-sucedidos, Johnny Cash at Folsom Prison, de 1968, e Johnny Cash at San Quentin, de 1969. A população penitenciária o adorava, pois CASH não cantava para os detentos. Ele se apresentava como um deles. De acordo com o crítico de música Seth Jacobson, do jornal britânico Daily Mirror, as gravações nos presídios foram tensas, principalmente em Folsom Prison, com guardas fortemente armados quando CASH se apresentando para 2 mil detentos, que uivavam em delírio, letras de canções barra pesadíssimas. Em um dos vídeos da apresentação em San Quentin, são focados, em close, presídiários emocionados ,com lágrimas nos olhos.
JUNE CARTER, cantora de country, pertencente a uma família com tradição musical, resistiu como pode em não se envolver com o “O HOMEM DE PRETO”. Perfeitamente compreensível, pois significava encrenca da grossa. Porém, JUNE era uma mulher e tanto. A união foi inevitável. Viveram juntos várias décadas, enfrentaram barra, tiveram um filho e foram felizes. Ela foi sua grande companheira em todos os aspectos, o levou à conversão religiosa e o ajudou a superar o vício e seus sérios problemas. JUNE faleceu em maio de 2003, aos 71 anos. Quatro meses após, JOHNNY CASH também se foi para encontrar o grande amor de sua vida.
Já no final da vida, cantando In my life, para JUNE, é visível o peso da idade na sua voz, mas nãoperde a sensibilidade e a sua peculiar simplicidade. Um vídeo dessa música é ilustrado por fotos em ordem cronológica, o que o torna mais bonito e carregado de emoção.
No documentário BOB DYLAN - NO DIRECTION HOME, de Martin Scorsese, DYLAN afirma que JOHNNY CASH era uma espécie de deus para ele e que mal conseguiu dedilhar seu violão ao tocaram juntos, tamanha era a emoção. Existe um efêmero vídeo de ambos bêbados, cantando uma canção de HANK WILLIAMS, com BOB DYLAN ao piano. Posteriormente os dois gravaram uma canção no álbum “Nashiville Skyline”.




No seu próprio programa de TV, pela rede ABC, (1969-1971), estão registrados momentos maravilhosos com artistas e amigos que o admiravam como: Kris Kristofferson, Willie Nelson, The Carpenters, Joni Michell, Neil Young, toda nata do “country music” norte-americano, além de muitos outros.
Em 2005, estourou nas telas o filme JOHNNY E JUNE (Walk the Line), dirigido por JAMES MANGOLD, produzido pela Century Fox e nos principais papéis JOAQUIN PHOENIX e a lourinha REESE WHITERSPOON. Trata-se de uma bonita história de amor com desencontros, conflitos e a grande paixão pela música. O filme, muito bem feito, é todo um capricho só, com excelente fotografia em cores originais, direção de arte nota 10, vestuário e reconstituição da época impecáveis. A narrativa é generosa e agradável, divergindo das montagens frenéticas dos filmes atuais. O ponto alto é a atuação dos atores, notadamente para Joaquin e Reese, que sem nenhuma experiência musical (foram treinados durante seis meses), interpretam as canções sem dublagem. A trilha sonora, executada como pano de fundo durante o filme, foi composta por T-Bone Burnet e é maravilhosa.




Cada cena tem um significado sutil, como por exemplo, quando CASH observa ELVIS se apresentando nos primórdios do rock and roll, com aquela performance peculiar do “rei do rock”. Ele o observa com uma expressão séria por alguns minutos e parece diagnosticar o grande potencial de Presley. Logo a seguir dá um sorriso, vira as costas e vai embora. Em outra cena, a câmera parada, Joaquin Phoenix interpreta Johnny Cash em desespero, totalmente destemperado, quebrando tudo, do violão a pia, à procura das anfetaminas. A pia foi arrancada da parede no improviso, não estava no script.




Em outro momento do filme, o diretor dá a dica de como foi a inspiração do hit “I WALK THE LINE”. June chega perto do palco de um teatro vazio onde JOHNNY CASH, THE KILLER e demais músicos estão bêbados quando deveriam estar ensaiando. Ela dá um tremendo esporro em todos eles, arma um barraco e diz que eles não sabem andar na linha (Walk the line). O plano a seguir é CASH gravando esse bonito country.
Joaquin foi escolhido pelo próprio Johnny Cash para o papel. Por sua interpretação o ator ganhou o Globo de Ouro. REESE, com sua maravilhosa atuação, levou o Oscar de melhor atriz.




JOHNNY CASH foi um vencedor, um guerreiro que lutou bravamente, perdeu algumas batalhas, mas ganhou a guerra. Permaneceu fiel às suas raízes country-folk-blues. Enquanto John Lennon abria as asas da criatividade e voava para muito alto com sua música, Keith Richards se aprofundava no blues do Mississipi e na esteira do rock and roll de Chuck Berry, e o Pink Floyd percorria longos caminhos com sons experimentais, o HOMEM DE PRETO permaneceu na mesma base ao longo dos anos. Ele produziu coisas belas e cativantes, sendo admirado e respeitado não somente pelo grande ELVIS, mas por toda uma geração. Seu olhar misterioso e sua voz cavernosa o tornaram um ícone da música em todo o planeta.
Esse texto é dedicado ao meu filho BRUNO, o terceiro de uma série de seis, baixista de sua banda, a REDIAL ROCKER, que fotografo as apresentações, e para MARGARITHINHA que insistiu carinhosamente para eu escrever sobre JOHNNY CASH. Dedico também para a população do Haiti, país devastado por terremotos e tanto sofrimento.
Muito obrigado e até a próxima! Luiz Clementino
Quando duas lendas se encontram... Johnny Cash e Mr. Bob Dylan. Espero que tenham gostado, continuem voltando e enviando para seus amigos. Valeu! Abração!


O MELHOR DAS MINHAS FÉRIAS!

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A melhor coisa que me aconteceu nesse período de “férias” está sendo a companhia e a amizade do meu querido amigão: meu filho DAVI! Ele é um jovem Beatlemaníaco de 14 anos e gosta muito de ler sobre eles. Também adora carros, garotas e vídeo game. Sua música preferida é I WANT YOU (She's So Heavy) do Abbey Road. Abração, filhão! Você tem bom gosto!

E agora você confere os "Beatles" com "I WANT YOU (SHE'S SO HEAVY)" no joguinho ROCKBAND.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O BAÚ DOS BEATLES E DA CULTURA POP!

3 comentários:

BILLY PRESTON - NEGÃO GENTE BOA

Um comentário:
William Everett Preston, nasceu no dia 2 de setembro de 1946, em Houston, Texas e morreu no dia 6 de junho de 2006 de complicações renais. Billy Preston foi um músico soul bastante influente desde o final dos anos 60, colaborando com grandes nomes da indústria da música desde então, incluindo The Beatles, George Harrison, John Lennon, The Rolling Stones, Eric Clapton, Ringo Starr, Sammy Davis Jr., Aretha Franklin, The Jackson 5, Quincy Jones, Bob Dylan, Sly & the Family Stone, Jet e Red Hot Chili Peppers, principalmente no teclado e vocal.

Iniciou sua carreira tocando no conjunto de música gospel de Andraé Crouch e seus primeiros álbuns também foram no estilo Gospel tradicional dos EUA. Sua carreira deu um salto fenomenal quando os Beatles o convidaram para participara de algumas sessões do élbum Let it Be em 1969. Em 1970 tocou com George Harrison no álbum All Things Must Pass. Logo depois, em 1971, novamente apareceu com George Harrison e Ringo Starr, além de vários outros gigantes do rock clássico, no Concerto para Bangladesh em Nova Iorque, um concerto beneficente onde tocou um dos seus maiores sucessos, a música de sua autoria, That's The Way God Planned It.

O seu estilo então variou entre o Gospel, o Soul, o Rhythm and blues, e o Blues-rock e continuou colaborando com vários artistas além de gravar seus próprios projetos. Em 1978 fez o papel de Sgt. Pepper no filme de Robert Stigwood, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band com os Bee Gees e Peter Frampton.

EVERYBODY'S LIKES SOME KIND OF MUSIC

Link para DOWNLOAD:
http://sharebee.com/cc6e5728

E agora você confere a magnética e eletrizante apresentação
de Billy Preston no Concerto por Bangladesh. Valeu! Abração!




sábado, 16 de janeiro de 2010

PAUL MACCARTNEY - I'VE GOT A FEELING - LIVE!

2 comentários:
Os shows de Paul McCartney e Cia em Nova York de 2009 se transformaram no melhor DVD e CDs de sua magnífica carreira. GOOD EVENING NEW YORK veio em ótimo momento, para definitivamente, acabar com todos os boatos de que o velhão está velho! Ele está melhor que nunca e a banda é a melhor que já teve desde 1976! Para mim, Paul McCartney continua sendo O MAIOR ARTISTA DO PLANETA! Entre vivos e mortos! Este vídeo, com eles quebrando literalmente tudo, é mais uma amostrazinha disso! Devo uma matéria sobre o monstro Abe Laboriel Jr, o gigante baterista e não vou deixar de colocar. Abração!

EXCLUSIVO! JOHN LENNON ENTREVISTA JOHN LENNON

7 comentários:
Caríssimos amigos: Essa é do fundo do baú! Com absoluta exclusividade, nosso blog preferido publica agora uma entrevista raríssima de John Lennon entrevistando ele mesmo! A matéria original foi publicada na antiga e finada revista POP, na época do lançamento do álbum Walls and Bridges. É interessante observar que, na época, Lennon ainda estava afastado de Yoko Ono, e não toca no nome dela uma vez sequer. Não tenho mais a revista! Tenho apenas as páginas da entrevista que colecionava (ainda até hoje!) em pastas com aquelas folhas de plástico. Espero que gostem e deixem seus comentários. Valeu! Abração! O Baú do Edu! Dos Beatles e da Cultura Pop! Gostaria de deixar um abraço especial para a amiga Lara Selem.
JOHN LENNON ENTREVISTA JOHN LENNONJonh Lennon pegou a máquina de escrever, fumou um cigarrinho e começou este papo muito pirado, entrevistando ele mesmo...
- Ôi, John, faz tanto tempo que a gente não bate um papo...
- Não faz tanto tempo assim...
- Ok. Me diga uma coisa: você não deveria estar gravando um álbum com Phil Spector? Dos velhos rocks?
- Devia. Começamos em 73, mas nunca terminamos.
- E, de repente você estava trabalhando com o grande artista de rádio Harry Nilsson.
- Acertou! Eu fiz seu álbum Pussy Cats, que já foi lançado, depois continuei a compor o meu razoavelmente maravilhoso “Walls And Bridges”, que também já foi lançado, e que inclui a música que está fazendo grande sucesso... Whatever Gets You Trhu the Night. Nesta canção, no piano e como vocalista, está “minha amiga íntima e noiva” Elton John.
- Você acha que seu novo álbum, Walls and Bridges, representa um passo á frente na sua realização artística?- Me sinto muito feliz com o álbum.
- E sobre aquelas histórias incríveis que circularam sobre você e Nilsson?
- Ficção em grande parte e álcool em dosagem mínima...
- É verdade que você perseguiu uma garçonete no Teatro Rainbow?
- Não deu para pôr a mão em ninguém porque, na verdade, eu tive que ser carregado...
- Todo mundo diz que Walls And Bridges é seu melhor disco desde Imagine. Você acha?
- Eu, pessoalmente, prefiro o “Plastic Ono Band” e depois o “Imagine”. De qualquer jeito, eu acho que tudo o que você faz ou é melhor ou pior do que qualquer outra coisa... “Este peixe está tão bom quanto o que comemos em St. Tropez, mas não chega aos pés daquele...”
- Agora que você já está morando há aproximadamente três anos em Nova York...
- Se você prestar atenção à capa de Walls asd Bridges, você verá uma pequena nota que diz: “Eu vi um Objeto Voador Não Identificado”. Por que você não me pergunta sobre isso?
- Ah, nem reparei. Você viu mesmo? Estava bêbado? Alto? Ligadão?
- Não. Não é nada disso. Naquela noite eu estava até muito sóbrio, deitado nu na cama, quando me deu essa vontade...
- Mas todos nós temos...
- Pois é. Eu fui para a janela, sonhando do jeito que eu costumo sonhar, e aí, ao virar a cabeça, pairando sobre o edifício ao lado, a não mais que trezentos metros, vi aquela coisa... Com lâmpadas comuns piscando, ascendendo e apagando em toda a volta da parte de baixo, e uma luz vermelha que não piscava, no alto... Que diabo seria isso? Será um helicóptero? Não! Não faz barulho... Ah, já sei! Deve ser um balão. Mas balões não são assim, nem voam tão baixo... Sim, pessoal, ele estava voando (muito devagar, acho que a cerca de 50 km por hora) baixo... Muito abaixo, repito, dos telhados mais altos (isto é, mais alto do que os edifícios velhos e mais baixo do que os novos). Ele ficou lá o tempo todo, não tirei os olhos dele, mas gritei para uma amiga que estava no quarto ao lado: “Venha ver isso!” Minha amiga veio correndo e testemunhou comigo. Ninguém mais estava por perto. Tentamos tirar algumas fotos (droga de câmera, estava encrencada) com uma câmera comum. Depois, demos o filme para revelar e ele nos devolveu um negativo sem nada impresso...
- Vocês não verificaram se mais alguém...
- Claro, claro. No dia seguinte minha amiga telefonou para os jornais, para a polícia, para saber se alguém mais tinha dado parte de alguma cisa. Dois outros grupos disseram que tinham visto algo... De qualquer forma, eu sei o que vi.
- Você não acha que ninguém vai acreditar, que vão chamar você de louco?- Esta é uma das grandes cargas que pesam nas minhas costas.
- Eu tenho que manter a entrevista ainda por mais algumas páginas... Acho que tudo que tinha a ser perguntado, já foi perguntado durante os últimos anos... Será que você não gostaria de dizer mais alguma coisa que ainda não foi dita?
- Não acho.
- Quanta sabedoria! Você se encontra com os outros Beatles ou é uma ferida em que você não quer mexer?
- Eu amo meus pequenos Beatles... Vejo muito o Ringo, por que ele vem muito à América. Como você sabe, eu não posso sair daqui, senão fazem comigo o que fizeram com o Charlie Chaplin. E eu não quero um prêmio da Academia quando estiver com 60 anos, com discursos de como eu era maravilhoso, mas não tão maravilhoso, a ponto de me deixarem morar aqui agora... Paul, Ringo e eu passamos algumas tardes agradáveis em Los Angeles. Paul e Linda vieram me visitar há pouco tempo aqui em Nova Yokk e tivemos duas grandes noitadas de recordações. Ontém mesmo, ele e a divina Linda me mandaram um caloroso telegrama de felicitações pelo meu novo disco!
- Que engraçado! Percebi que você nunca menciona nada acerca de George... Existe alguma coisa errada entre vocês?
- Não, não existe nada de errado. Apenas que ele não vem há muito tempo para cá.

- É verdade que você e Ringo vão se apresentar juntos no próximo show dele?- De jeito nenhum! Outro boato...
- E por que não? Podia ser bom...
- Ninguém me consultou. E ele talvez queira toda a grana para ele...
- Um comentário meio apimentado, John. As pessoas talvez interpretem mal...- Não. É apenas uma realidade agradável. Só isso.
- Por que é que você está datilografando toda essa entrevista, como se alguém estivesse sentado aqui, com você, fazendo todas essas perguntas?
- Só para fazer diferente. Eu gosto de bater à máquina, aprendi datilografia ano passado. Mas meu pescoço está começando a doer. E está ficando um pouco chato...

E com isso, o Sr. Lennon me levou até a porta, que era branca. Estava de blue jeans e camisa cacharrel preta, usando botas enormes de cowboy. Eu só estava olhando. Com amor, John Lennon.