O disco Yesterday and Today foi lançado em 15 de junho de 1966 somente nos EUA. No outro dia foi tirado de circulação. A capa original do disco mostrava os Beatles, vestidos de açougueiros, com pedaços de bonecas e de carnes espalhados entre eles. Uma referência à guerra do Vietnã. A capa gerou muita polêmica e foi considerada de muito mau gosto pelos mais puristas. O disco original e com essa capa é considerado uma super raridade e vale uma fortuna.
Na época, a Capitol produziu uma capa adesiva que era colada por cima da original. Mas centenas de exemplares foram vendidos. Segundo Barry Miles, o biógrafo de Paul McCartney, em seu livro “The Beatles a Diary: An Intimate Day by Day History”, John Lennon contou o motivo da violência empregada nas imagens: “Bob (Robert Whitaker) estava numas de Salvador Dalí e realizar fotos surreais... ela foi inspirada na nossa irritação e ressentimento em ter que fazer outra sessão fotográfica e outra coisa à la Beatles. Nós estamos cansados disso... Essa combinação produziu aquela capa”.
Essa é especialmente para o amigo Cabeh Macedo. Abração!
01- We Can Work It Out - 2:38 02- The Long And Winding Road - 2:29 03- Got To Get You Into My Life - 2:27 04- Yesterday - 2:58 05- Twist & Shout - 1:43 06- Can't Buy Me Love - 1:39 07- Let It Be - 2:59 08- (Just Like) Starting Over -1:52 09- Lady Madonna - 2:48 10- Roll Over Beethoven - 1:42
DOWNLOAD:http://www.4shared.com/file/1qYMktuR/TomSingsTheBeatles_CD_2007_.html Viste o site de Tom Jones http://www.tomjones.com/
No dia 26 de janeiro de 1970, John Lennon compôs "Instant Karma" Essa faixa é uma das três músicas solo de Lennon, juntamente com "Imagine" e "Give Peace a Chance", no Rock and Roll Hall of Fame. "Instant Karma" é uma das músicas lançadas de forma mais rápida na história da música pop. Foi gravada em Abbey Road no mesmo dia em que foi escrita e lançada apenas dez dias depois. Lennon, certa vez, chegou a dizer que "escreveu no café da manhã, gravou para o almoço e lançou no jantar". Foi produzida por Phil Spector e participaram da gravação: John Lennon, violão e teclado; Billy Preston no piano; Klaus Voorman no baixo e backing vocals; Alan White na bateria; George Harrison na guitarra e backing vocals; Yoko Ono, Allen Klein e Mal Evans nos backing vocals. O resultado realmente ficou perfeito e o compacto foi lançado em 6 de fevereiro de 1970.
Lançado em 1970 pela Apple e produzido por George Harrison, The Radha Krishna Temple é um álbum que traz canções devocionais vaishnavas (cantadas por devotos de Krishna) com o próprio Harrison tocando guitarra, baixo e harmônio. Os demais músicos que o acompanham são os próprios devotos de Krishna do Radha Krishna Temple de Londres. Para orientação, essas canções devocionais, também conhecidas como bhajans, são cantadas para purificação e realização espiritual. A mais conhecida entre elas é o mantra Hare Krishna (maha-mantra) - Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare, Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare – e são cantadas e tocadas com ritmos e instrumentos indianos.
George Harrison já era um simpatizante do Movimento para a Consciência de Krishna quando conheceu o seu líder, A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada. Mas foi somente em 1969 que a relação entre George e o movimento de Prabhupada se estreitaram ainda mais. George, Paul e Linda McCartney e o baterista Ginger Baker [Cream] juntamente com o Radha Krishna Temple gravaram nos próprios estúdios da Apple uma versão para o maha-mantra “Hare Krishna” e a música “Govinda”. Ambas foram lançadas como singles e tocadas a exaustão nas rádios naquela época. Também permaneceram por muito tempo na primeira posição dos charts europeus e asiáticos. Faixas:
01- Govinda
02- Sri Guruvastakam
03- Sri Ishopanishad
04- Bhaja Bhakata-Arati
05- Bhajahu Re Mana
06- Hare Krishna Mantra
07- Govinda Jaya Jaya
No dia 25 de janeiro de 1991, Paul McCartney gravou ao vivo no London Limehouse o seu “Unplugged” para a MTV mesclando músicas dos Beatles, da carreira solo e diversos covers. A apresentação de Paul e sua banda é realmente “desplugada” com microfones na frente dos violões a partir de uma idéia oferecida a MTV pelo próprio Paul. Foi o único show em que o ex-beatle tocou bateria em uma das músicas. PAUL McCARTNEY – UNPLUGGED – THE OFFICIAL BOOTLEG foi o primeiro da série MTV Unplugged a ser produzido e comercializado – com edição mundial limitada a 500 mil cópias. E você pode fazer o DOWNLOAD, clicando aqui:http://sharebee.com/71cfe453
Cheguei hoje em casa e em meio às minhas correspondências, uma com seu remetente. Dentro do envelope, uma sorte de postais, fantásticos do Baú. Não sei se veio por engano (se for eu devolvo - com muito pesar - mas devolvo), caso não seja, não tenho meios de agradecer. Além de ler o meu blog preferido, ainda recebo uma fantástica lembrança. Meu caro... Demais! Fico realmente agradecido. Segue a foto dos meus Fab 4 que me acompanham no dia dia. Grande abraço e continue com o excelente trabalho. Conte conosco. Alysson Vitorino
Cheap Trick há muitos anos era (e ainda é) uma das minhas bandas preferidas de hard rock e power pop. Como hoje é aniversário do cantor, compositor e guitarrista Robin Zander, finalmente resolvi fazer uma homenagem a eles. Zander completa hoje 58 anos – mais de 40 de Rock And Roll.
O Cheap Trick surgiu em Illinois em 1973. A idéia de montar a banda veio de um estranho guitarrista chamado Rick Nielsen. Desde criança, Nielsen sempre foi o um cara “esquisito”. Usava roupas exóticas e tinha a mania de inventar coisas. Colecionava guitarras, e algumas pareciam vindas de outro planeta. Ele era fã de bandas igualmente esquisitas como o Family. Quando a idéia do Cheap Trick surgiu, ele convidou o talentoso baixista Tom Petterson para tocar. Mais tarde viria Robin Zander, que seria o frontman da banda. Eles começaram a tocar pelos clubes da cidade, com públicos que variavam muito. Não se importavam, e tocavam para dez pessoas da mesma forma que tocariam para mil.
Em 74, eles começaram a fazer shows com bandas que estavam em ascensão como Kiss e Journey. Após muita insistência de Rick, o conceituado produtor Jack Douglas deu a oportunidade a banda para gravar seu primeiro álbum.
Em 1977, debutava na América o rock n’roll alegre e inocente do Cheap Trick. Músicas como “Hot Love” e “Oh, Candy” conquistaram os jovens americanos. Robin Zander disputava a coroa de Sex Symbol do rock "n" roll setentista. Para não perder o momento, no mesmo ano o Cheap Trick soltou “In Color”, que foi gravado no estúdio de Tom Werman.
“Heaven Tonight” saiu em 78, e a banda já tinham um certo status. Seus albuns já eram sucesso em todo o mundo, menos no Brasil, onde a banda foi muito muito mal divulgada. O Hit “Surrender” ecoava nas rádios e foram parar no Japão, de onde saiu o registro “Live At Budokan”. O multi-platinado álbum é sucesso até hoje na terra do sol nascente.
O Cheap Trick era endeusado na América, mas a entrada dos anos 80 não trouxe sorte para eles. “All Shook up” foi produzido por George Martin, e apesar de ser um bom álbum, não satisfez as expectativas. O Baixista Jim Petterson se sentindo frustrado, resolve deixar a banda. Jon Brant fica com a vaga.
Os anos 80 foram tão negros, que o Cheap Trick se rendeu ao comercialismo e se tornou uma banda pop. Começaram a fazer trilhas sonoras para filmes que não emplacavam e albuns que não empolgavam. “One on One”, “Next position Please”, “Standing on the Edge” (Com o produtor Jack Douglas outra vez) e “Doctor”, foram os fracassos que se seguiram na década de 80. A cada álbum ficava notória a queda em direção ao buraco negro que o Cheap Trick trilhava.
Em 1988, anunciam o retorno de Tom Petterson, como o salvador da pátria. Com muito estardalhaço, eles gravam o álbum “Lap of Luxury”, que tinha confecção em 3D, com a produção de Ritchie Zito. O resultado foi positivo, a balada “The Flame” entra nas paradas e devolve um pouco de dignidade à banda.
“Busted” é editado em 1990 e violentamente criticado. Voltam a fazer shows em pequenos clubes. Parecia que pior do que estava a situação não poderia ficar, mas ficou... Após um período de três anos sem lançar nada, onde apenas um “Greatest Hits” foi editado, sai “Woke Up With a Monster” (1994). Neste disco o Cheap Trick chega ao fundo do poço. O álbum é execrado e ridicularizado pela mídia que considerava a banda um Dinossauro que se recusava a ser extinto.
Se preparavam para mais uma investida em estúdio, quando foi oferecida a ajuda de Billy Corgan (Smashing Pumpkins), outro músico de Illinois. Nesta época, a gravadora relançou vários de seus álbuns para reativar a memória do público que parecia cada vez mais indiferente à banda. A coisa funcionou e o Cheap Trick, para alegria de milhões de fãs, não parou mais.
Pouco antes do início da faixa ouve-se um fragmento de conversa no estúdio, e John proclama: "I Dig a Pygmy, by Charles Hawtrey and the Deaf Aids... Phase One, in which Doris gets her oats!". Two Orf Us foi composta por Paul como um dueto para ele e John, possivelmente em reação à entrada em cena de Yoko Ono, que roubava toda a atenção de Lennon. Quando gravada, a música tinha o título provisório de "On Our Way Home". Como o lançamento de Get Back foi adiado, Paul deu-a para um dos recentes contratados da Aplle, o Mortimer, trio de Nova York, que a gravou com o título original em maio de 1969. A gravação, produzida por Paul, não chegou a ser lançada, e nunca mais se ouviu falar de Mortimer. A faixa é um dueto bem amarrado de John e Paul - como os Everly Brothers - que tocam os violões. O solo dedilhado é de Paul. George faz o baixo na guitarra e Ringo está sempre lá, na bateria. O que faz lembrar o som da banda nos inícios dos anos 60. Two Of Us aparece duas vezes no filme Let It Be: a primeira no ensaio, levemente acelerada, quando John e Paul improvisam a letra, e depois quando tocam a versão do disco.
A editora Orion Publishing Group irá lançar, em outubro de 2012, uma série de cartas escritas por John Lennon e compradas da viúva do ex-Beatle, Yoko Ono. Ao total são 150 cartas, escritas, em sua maioria, após a fase em que Lennon e Yoko realizaram diversos protestos contra a Guerra do Vietnã. Segundo o jornal britânico The Guardian, o material inclui textos enviados por Lennon para jornais e gravadoras, e até anotações de quando o músico tinha apenas oito anos. "Elas (as cartas) eram cheias de desenhos maravilhosos. Eram divertidas, tristes... Eram cartas muito humanas", explicou Alan Samson, que não quis comentar o valor pago pela Orion em relação ao material. Especula-se, 1 milhão de libras.
O que é preciso para se chamar um homem de gênio? Que ele crie algo absolutamente fantástico como nunca visto antes! Alex Ross é um gênio. Nasceu em 22 de janeiro de 1970. É o maior e melhor ilustrador da história dos quadrinhos em todos esses anos. Aclamado pelo realismo fotográfico de seu trabalho, Ross é, de longe, o mais proeminente ilustrador dos quadrinhos e é conhecido por sua paixão pelos visuais antigos de personagens clássicos e pelo lado místico dos super-heróis.
Nos últimos dez anos a maioria de seu trabalho foi direcionado para as duas grandes editoras do gênero, a Marvel Comics e a DC Comics. Ele também é co-criador da série Astro City, que explora o mito de super-heróis.
Entre os trabalhos de Ross destacam-se Marvels (Ed. Marvel, 1994), minissérie em quatro partes, sobre o ponto de vista de pessoas comuns em um mundo recém apresentado aos super-heróis e Kingdom Come - Reino do Amanhã - (DC, 1996), sobre um futuro violento onde os humanos não conseguem mais conviver com os supra-heróis. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, Ross lançou em parceria com Paul Dini histórias em formato tablóide comemorando o aniversário de 60 anos dos ícones Superman, Batman, Mulher-Maravilha e Capitão Marvel.
“LIGA DA JUSTIÇA – ORIGENS SECRETAS” foi escrita por Paul Dini e magnificamente ilustrada por Alex Ross em 2007. Sinopse Quando o mundo corre perigo e todas as possibilidades de ação se esgotam, eles são chamados! A Liga da Justiça da América conta com os maiores heróis do universo: Batman, Lanterna Verde, Aquaman, Flash e Mulher-Maravilha. Liderados pelo Superman, eles combatem o crime e defendem nosso planeta de ameaças interplanetárias. Em LJA: Origens Secretas, o leitor vai descobrir como os heróis se reuniram pela primeira vez e como a equipe lida com suas diferenças pessoais, conflitos e vaidades. Os mesmos criadores de Superman: Paz na Terra, Batman: Guerra ao Crime, Mulher-Maravilha: O Espírito da Verdade e Shazam! - O Poder da Esperança, Paul Dini e Alex Ross, apresentam as origens de Superman, Batman, Aquaman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, e a motivação por trás de cada um de seus atos. A Liga é, essencialmente, um "produto" da Era de Prata dos quadrinhos de super-heróis, que durou durante toda a década de 60. Os personagens apresentados nesta edição são os principais ícones do período. Flash, o Lanterna Verde e o Gavião Negro - e todas as versões subseqüentes de personagens que já existiam, como Superman, Batman e Aquaman - passaram pelo filtro desta era prateada, a era que veio prenunciada pela influência editorial de Julius Schwartz e pela escrita criativa de Gardner Fox. Como combinação editor-autor, os dois foram os que mais colocaram idéias na remodelagem dos heróis da DC, e acabaram criando as lendas que permanecem por anos e anos. São as formas mais lendárias e conhecidas dos personagens, e que duraram mais. No caso de Flash, Lanterna Verde que persistiram por uns quarenta anos antes de suas aparências e identidades serem revistas. Agora, um olhar mais humano e moderno é lançado nessas origens.
Se Bill Bixby estivesse vivo, estaria completando hoje 77 anos. Wilfred Bailey Bixby nasceu em São Francisco, no dia 22 de Janeiro de 1934. Morreu em Century City em 21 de Novembro de 1993. Bill Bixby foi ator, diretor, produtor executivo e apresentador de televisão. Entre muitos outros trabalhos que fez em seus mais de trinta anos de carreira, ficou mundialmente célebre quando protagonizou a série de televisão O Incrível Hulk, exibida originalmente entre 1977 e 1982, em que atuou e produziu. Com o término da série, participaria ainda de filmes de televisão, que dariam continuidade a história do Hulk até a sua morte, contada no filme de 1990: A Morte do Incrível Hulk. Apareceu também em forma de desenho em um episódio de Os Padrinhos Mágicos. Bixby foi casado três vezes. Seu primeiro casamento foi com a atriz Brenda Benet. Eles casaram em 4 de julho de 1971. Ela deu à luz seu filho Christopher em 25 de setembro de 1974. Benet estrelou com ele na série O Mago em 1973. Fez um episódio de The Love Boat com ele em 1977, e participou na série "O Incrível Hulk" em 1980, pouco antes de se divorciaram. Em 1 de março de 1981, o filho de Bixby de seis anos de idade, Christopher, morreu repentinamente de uma rara infecção da garganta. Suas cinzas foram espalhadas no Oceano Pacífico, perto de Malibu, como o seu avô. Benet cometeu suicídio em Abril de 1982. Em 1989, conheceu Laura Michaels, que tinha trabalhado em um dos filmes Hulk. Casaram-se um ano depois, no Havaí. No início de 1991, Bixby foi diagnosticado com câncer de próstata, e submetido a tratamento. Ele havia se divorciado no mesmo ano. Em finais de 1992, amigos apresentaram-lhe a artista Kliban Judith, viúva de B. Kliban, um caricaturista que tinha morrido de uma embolia pulmonar. Bixby e Judith se casaram no final de 1992, apenas seis semanas antes de encerrar sua direção na série Blossom. No início de 1993, começaram a aparecer rumores sobre sua saúde, Bixby revelou ao público sua doença, discutindo sobre ela e da energia necessária para mantê-lo vivo. O câncer de Bixby progrediu e foi diagnosticado como terminal. Em 21 de novembro de 1993, seis dias após sua contribuição definitiva da série Blossom, ele morreu em Century City, Califórnia. Sua esposa e um outro amigo de longa data do ator, Dick Martin, estavam a seu lado. Suas cinzas foram espalhadas no Oceano Pacífico, perto de Malibu, como o seu bisavô. No final de cada episódio, David Banner seguia pela estrada sozinho pedindo carona. A dura realidade da vida dele, apesar de ser “apenas” uma historia em quadrinhos, emocionava a todos até (e muito!) pela trilha sonora magnifacamente bela e triste, composta por Joe Hernell – LONELY MAN. Espero que tenham gostado. Abração especial para meu amigo Junior Brown. Valeu!
No dia 21 de janeiro de 1966, depois de namorarem por dois anos, George Harrison e Pattie Boyd se casaram. Ela disse: “A cerimónia teve lugar no início da manhã no cartório Epsom, em Surrey, e o lugar não era nenhum pouco mais glamouroso, e a sala estava muito quente e abafada. Paul McCartney, foi padrinho de George. John e Ringo não compareceram. Estavam de férias com as esposas. Não foi o casamento que eu havia sonhado. Eu teria adorado casar na igreja, mas Brian não queria que ninguém soubesse. Todos confiavam nele assim, implicitamente, que quando ele disse que o casamento deveria ser apenas no cartório, George concordou. Brian também disse que tinha de ser muito rápido. Se a imprensa descobrisse, seria caótico. Na saída, fomos bombardeados por um batalhão de fotógrafos! Rapidamente entramos num Rolls-Royce e fomos para uma recepção na casa de George, em Esher. No dia seguinte, voamos para Barbados para nossa lua de mel. Ficamos lá até 8 de fevereiro de 1966”.
Um milhão de pessoas assistiram emocionadas ao show de Roberto Carlos em Copacabana! O especial de 2010 de Roberto Carlos na Rede Globo teve, além da novidade da transmissão ao vivo direto da praia de Copacabana, passarela idêntica ao do show dos Rolling Stones em 2006! Mas no show de 2010 não foi apenas o Rei que passeou pela passarela: de todos os convidados VIPs, que participaram, nenhum chega perto da beleza estonteante de Paula Fernandes. É isso aí, Robertão! Tá se dando bem. Vida longa ao Rei!
Dion and the Belmonts foi um grupo formado em 1958 por Dion DiMucci, Fred Milano, Angelo D'Aleo e Carlo Mastangelo - todos nascidos no Bronx. Eram vistos como um quarteto de doo-wop ítalo-americano tentando imitar os melhores grupos negros.
Depois de um primeiro single mal sucedido, o grupo assinou com a Laurie Records. O sucesso veio quando "I Wonder Why ficou no top 100 da Billboard. O grupo apareceu pela primeira vez no programa de Tv Dick Clark Tv Show. Seguiram com os hits: No One Knows e Don’t Pity Me.
Em março de 1959 Dion and the Belmonts gravaram o album Presenting Dion and the Belmonts com o hit "A Teenager in Love". Seu maior sucesso foi "Where or When" lançado em novembro de 1959, e conseguiu o 3º lugar do top 100 da Billboard. Em 1960 Dion foi internado por dependecia de heroína, e se afastou da banda. Outros singles lançados naquele ano foram menos prósperos. Além disso, havia disputas musicais e financeiras entre Dion e os Belmonts. Em Outubro de 1960 Dion iniciou sua carreira solo. Emplacou sucessos como "Runaround Sue" e "The Wanderer" que, no Brasil virou “O Lobo Mau” – sucesso de Roberto Carlos. Dion ainda apareceria em 1968 com "Abraham, Martin and John", regravada posteriormente por Marvin Gaye. Os Belmonts continuaram lançando discos, sem sucesso algum. O cantor Dion é uma das 60 pessoas que aparecem na capa do Sgt. Pepper's. Curiosamente apenas seis ainda estão vivos. São eles: Bob Dylan, Dion DiMucci, Larry Bell, Paul McCartney, Ringo Starr e Shirley Temple. Abração!
O disc-jockey Albert James Freed nasceu em 21 de dezembro de 1921, em Johnstown, Pennsylvania, Estados Unidos. Em 1951, criou o termo rock’n’roll, antes utilizado para referir-se ao ato sexual em letras.
Freed teve um papel importante por atrair jovens brancos para a música feita pelos negros, lançando nomes em seus programas de rádio e posteriormente com a promoção de shows ao vivo. Estes shows chamados de “Rock’nRoll Jamboree” foram os primeiros a reunir em um mesmo auditório platéias de jovens negros e brancos, assim como no palco, onde o que interessava era a música e não a cor dos artistas que ali se apresentavam. Este pioneirismo custaria, a longo prazo, a vida de Freed que foi sempre perseguido. Seus shows traziam uma novidade que nem ele mesmo imaginava que fosse tão grande, e que trasncedia o campo musical.
Era a música da liberdade que os jovens tanto esperavam e, ao se depararem com ela, demonstravam uma explosão interna através de atos de selvageria, num verdadeiro clima de êxtase (lado alado com o suposto inimigo), superando as diferenças raciais. A destruição dos teatros, cinemas e outros locais escolhidos para os “Jamborees”, uma forma violenta de exteriorização de todos os sentimentos reprimidos, tornou-se o ponto de partida das perseguições que o rock’n’roll e seu principal promotor sofreriam.
Alan Freed foi preso por um suposto envolvimento em pagamento de propinas para execução de músicas na rádio (o famoso jabaculê, o jabá) cujo escândalo ficou conhecido como “Payola”. Alan Freed morreu na miséria em 20 de janeiro de 1965, no Hospital de Palm Springs.
Vários amigos pediram que colocasse movamente o post do grande Larry Williams com o link para download do álbum Bad Boy. Aí está: Mr. Larry Williams exclusivo no Baú do Edu.
Larry Williams foi o autor de algumas das pedradas mais violentas já gravadas pelos Beatles. O mundo tremeu quando ouviu Dizzy Miss Lizzy, Slow Down e Bad Boy na interpretação magnífica e enérgica de John Lennon! Larry Williams, nasceu em 10 de maio de 1935, em New Orleans. Se projetou a princípio como o pianista da banda de Lloyd Price, mas ganhou notoriedade quando os Beatles ragravaram vários de seus sucessos. Williams era um dos compositores preferidos de John Lennon, que em sua carreira solo ainda gravou Just Because e Bony Moronie e de Paul McCartney que regravou She Said, Yeah no seu álbum Run Devil Run. Em 7/01/1980, Larry Williams, o criador de "Bad Boy”, cometeu suicídio com um tiro de revólver. Para fazer o DOWNLOAD desse clássico do Rock And Roll, clique no link: http://www.4shared.com/file/-4-gIhIX/Larry_Williams_-_Bad_Boy_obaud.html Em homenagem ao grande Larry Williams, os Beatles quebrando o cacete no Shea Stadium, com DIZZY MISS LIZZY. Valeu! Abração!
A canção "SUITCASE", escrita por Joey Molland para o álbum "Staright Up" de 1971 - clássico essencial da carreira do grupo inglês Badfinger é uma verdadeira aula de rock. A banda, literalmente dá um show! Um espetáculo de guitarras alucinante. Pete Ham (de branco) arrasa com a slide, culminando com o solo. Maravilha! Nota 1000!
Obrigadão ao meu filho Davi, que digitou todo o texto!
De todas as músicas que escreveu, nada se compara à "Imagine", sua música mais conhecida. Um “Marca Registrada”. Talvez, nem John Lennon imaginasse que tomaria proporções tão grandes. Foi gravada e lançada em 1971. Pelo conteúdo da letra, é considerada o maior Hino pela Paz e União de todos os tempos. Em votação da revista Rolling Stone, a música foi eleita a terceira melhor canção da história. John Lennon a descreveu como sendo anti-religiosa, anti-nacionalista, anti-convencional e anti-capitalista.Yoko Ono teria influenciado o refrão, pois ele aparece em vários poemas escritos por ela na década de 60 e em seu livro intitulado Grapefruit.
Depois da morte de John Lennon, foi construído em sua homenagem um mosaico com a palavra” Imagine” no Central Park de Nova York, em uma parte que fica em frente ao prédio onde ele morava. É incontável o número de regravações e covers de “Imagine”. Seria tão impossível listá-los como tentar listar as regravações de “Yesterday”. Um dia, eu faço isso. Ou, se alguem quiser fazer, a gente só agradece!
Nº 3 – IMAGINE – John Lennon Compositor: John Lennon; Produtores: Lennon, Phil Spector, Yoko Ono. Lançamento: Outubro/1971, Apple.
John Lennon escreveu “Imagine”, sua maior dádiva musical para o mundo, em uma manhã de 1971 em seu quarto no Tittenhurst Park, sua propriedade em Ascot, Inglaterra. Sua esposa,Yoko Ono, observava enquanto Lennon sentou-se ao piano de cauda branco, agora conhecido pelo mundo todo pelos filmes e fotografias das sessões de gravação de seu álbum Imagine, e virtualmente completou a musica: a melodia serena; a tranqüila progressão de acordes; a evocativa harmonia de quatro notas; e quase toda a letra, 22 linhas de fé graciosa e franca enunciada no poder do mundo, unido em um propósito, para reparar e mudar a si mesmo. “Não é como se ele tivesse pensado, Oh, isso pode ser um hino”, disse Ono, relembrando aquela manhã, 30 anos mais tarde. “Imagine”era apenas o que John acreditava: que somos todos um único país, um mundo, uma pessoa. “Ele queria colocar essa ideia para fora”. Ideia que não era só dele: a própria arte de Ono, antes e depois de conhecer Lennon em 1966, celebrava o transformativo poder dos sonhos. A primeira linha de Imagine – Imagine there’s no heaven (Imagine que nao há mais céu)- descende diretamente de uma das peças interativas do livro de ono de 1964, Grapefruit (“Imagine Letting a goldfish swim across the Sky”-“Imagine deixar que um peixinho dourado nade pelo céu”). Mas Lennon,enquanto ex-Beatle, era um Expert no vernáculo do pop. Certa vez ele admitiu que “Imagine” – uma igualdade absoluta criada pela dissolução dos governos, fronteiras, religião organizada e disparada social - era “virtualmente o Manifesto Comunista”. Mas a beleza elementar de sua melodia, a tranqüilidade aconchegante em sua voz e o toque poético do coprodutor Phil Spector – que banhou a perfomance de Lennon em cordas gentis e um eco de brisa de verão – enfatizam a humanidade fundamental da canção. Lennon sabia que tinha composto algo especial. Em uma de suas ultimas entrevistas, ele declarou que “Imagine” era tão boa quanto qualquer coisa que ele havia escrito com os Beatles. Sabemos que é melhor que isso: um duradouro hino de conforto e promessa que nos tem sustentado por períodos de extrema dor, do choque pela morte do próprio Lennon em 1980 ao horror indestrutível do 11 de setembro. Hoje é impossível imaginar um mundo sem “Imagine”. E precisamos dela, mais do que jamais conseguimos.
IMAGINE - JOHN LENNON
Imagine there's no heaven It's easy if you try No hell below us Above us only sky Imagine all the people Living for today
Imagine there's no countries It isn't hard to do Nothing to kill or die for And no religion too Imagine all the people Living life in peace
You may say I'm a dreamer But I'm not the only one I hope some day You'll join us And the world will be as one
Imagine no possessions I wonder if you can No need for greed or hunger A brotherhood of man Imagine all the people Sharing all the world
You may say, I'm a dreamer But I'm not the only one I hope some day You'll join us And the world will live as one