terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

SIMON & GARFUNKEL - THE CONCERT IN CENTRAL PARK

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Postagem carinhosamente dedicada ao meu irmão Adelmar, ao amigo Eduardo Kruger, e ao meu filho Davi que é doido por "El Condor Pasa", e para mim também, ora! Afinal, fui eu quem criou essa "coisa" de "dupla de criação", só depois criei o mundo!
Simon & Garfunkel foi uma conhecida dupla norte-americana de folk rock dos anos de 1960, formada por Paul Simon e Arthur 'Art' Garfunkel. Os dois se conheceram ainda no colégio, em 1953, quando interpretaram em uma encenação de Alice no País das Maravilhas, em que Simon era o Coelho Branco e Garfunkel, o Gato de Cheshire.
Filhos da comunidade judaica do Brooklin, em Nova York, em 1957, formaram a dupla adolescente Tom and Jerry, e conseguiram um relativo sucesso com o hit "Hey Schoolgirl". No início dos anos de 1960, a parceria momentaneamente se desfez, quando Paul Simon foi cursar a Faculdade de Letras, mas em 1963 voltaram a trabalhar juntos.
Aproveitando a onda folk da época, lançaram pela gravadora Columbia um álbum acústico em 1964, que não teve repercussão. Reunia canções folk tradicionais como "Pretty Peggie-O", spiritualls como "Go tell in the Mountain" e canções de Simon, como a conhecida "The Sound of Silence", já com as belas e características harmonias vocais da dupla. Como venderam muito pouco, Paul Simon foi tentar a sorte no circuito folk inglês e ao retornar à América em 1965, encontrou "The Sound of Silence", lançada em single, com acompanhamento de baixo, guitarra e bateria, agora conhecida no circuito musical. A gravadora acrescentou esses instrumentos à gravação acústica de 1964 e tranformou "The Sound Of Silence" num clássico do folk-rock.
Reencontrando-se com Garfunkel, Paul Simon entrou rapidamente em estúdio para gravar um novo álbum, desta vez com instrumentos elétricos e devidamente chamado "Sounds of Silence". Aproveitaram canções que Paul Simon vinha compondo de longa data e chegaram ao sucesso.
Entre seus hits históricos estão: "I Am A Rock", "Richard Cory", "America", "The Boxer", "Cecilia", entre tantas outras que não caberiam aqui. Contribuíram com diversas canções para a trilha sonora do filme "A Primeira Noite de um Homem" - The Graduate, em 1968, em especial "Mrs.Robinson", que representou o auge do sucesso da dupla.
Ao mesmo tempo, a relação entre Paul Simon & Arthur Garfunkel já estava vivenciando seus últimos dias. Seu último álbum, Bridge Over Troubled Water, de 1970, foi marcado por desavenças devido a diferenças artísticas entre ambos. A canção título foi um sucesso espetacular e a separação logo em seguida lamentada pelos fãs. Contudo, em meados dos anos de 1970, reataram a amizade e chegaram a colaborar mutuamente em músicas solo de cada um. Em 1981 reencontraram-se para um mega-concerto no Central Park de Nova York que foi assistido por cerca de 500.000 pessoas, rendendo um álbum duplo ao vivo.
THE CONCERT IN CENTRAL PARK
Um ano depois da morte de John Lennon, o povo de Nova York ainda sofria e lamentava. Aquela data ficou tão marcada para os americanos (e todos nós) como no dia que Kennedy ou Luther King também foram assassinados, ou como o 11 de setembro de 2001 - dia do maior atentado terrorista de toda a história. Mas naquele sábado, em novembro de 1981, Nova York estava novamente em êxtase.
O dia 19 de setembro de 1981, entraria para o mundo da música como um dia histórico. Em pleno pulmão de Nova York, mais precisamente no Central Park, mais de 500 mil pessoas juntavam-se para ver e ouvir PAUL SIMON e ART GARFUNKEL, numa reunião há muito desejada, após uma separação que durou vários anos.
500 mil pessoas... Para se ter uma do que isso representa, esse foi o número de pessoas que assistiu aos três dias do festival de woodstock, com todas aquelas estrelas! Dessa vez, eram apenas dois caras que conseguiram juntar essa multidão.
Aquela tarde e noite histórica ficou registrada e deu direito à edição em LP (vinil e cassete) e Videotape (cassete VHS). O CD só apareceria nos mais tarde.
Em "The Concert In Central Park", SIMON AND GARFUNKEL interpretam temas da sua carreira em conjunto e vários outros da carreira a solo de Paul Simon, com arranjos adequados à interpretação e sonoridade do grupo. Apenas um tema, da carreira a solo de Art Garfunkel, foi integrado neste espectáculo e incluído na edição em disco e video. No disco encontramos também algumas "covers", como é o caso de "Wake Up Little Susie", que se tornou no primeiro single extraído deste do álbum. A verdade, é que o álbum duplo é um desfile de sucessos, "todas" estão lá. "Mrs. Robinson", tema de abertura do show, e do álbum, e um dos mais emblemáticos e populares de todo o disco, ao lado de clássicos como: "Me And Julio Down By The Schoolyard", "Still Crazy After All These Years", "The Boxer", "The Sounds Of Silence", "Bridge Over Trouble Water" e outros tantos. "The Concert In Central Park" é ainda hoje um dos mais importantes e bem sucedidos álbuns ao vivo de todo o sempre. Amém!
01- Mrs. Robinson
02- Homeward Bound
03- America
04- Me and Julio Down by the Schoolyard
05- Scarborough Fair
06- April Come She Will
07- Wake Up Little Susie
08- Still Crazy After All These Years
09- American Tune
10- Late in the Evening
11- Slip Slidin' Away
12- A Heart in New York
13- Kodachrome/Maybellene
14- Bridge over Troubled Water
15- 50 Ways to Leave Your Lover
16- The Boxer
17- Old Friends
18- The 59th Street Bridge Song (Feelin' Groovy)
19- The Sounds of Silence

ANIVERSÁRIO DE UM CAMPEÃO - NIKI LAUDA, O INTRÉPIDO!

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Quando Niki Lauda protagonizou o acidente espetacular que por milagre não custou a sua vida, no Grand Prix da Alemanha, em 1976, ele já havia sido campeão do mundo pela primeira vez em 1975. No contexto de sua inexplicável recuperação, Niki Lauda ainda voltou a ser campeão em 1977, e depois em 1984. Tudo o que aconteceu com este inesquecível corredor nascido em Viena no dia 22 de fevereiro de 1949 é absolutamente surpreendente.
Apesar de seu pai ser um homem de negócios que vinha de uma dinastia de banqueiros, Niki não obteve nada com facilidade na hora de entrar para o mundo do automobilismo. Todos os seus primeiros carros foram pagos com empréstimos feitos contra o seu seguro de vida. Depois de passar por várias categorias, ele assinou com a Enzo Ferrari em 1974. E um ano depois deu à escuderia o seu primeiro título em uma década.
Em 1976, Niki Lauda estava a caminho de conseguir o bi, mas no verão correu o perigoso circuito de Nurburgring, na Alemanha, e a imagem do seu automóvel em chamas, ainda na segunda volta, pôde ser vista pelo mundo todo. Quatro pilotos valentes e um policial conseguiram retirá-lo. Ele tinha queimaduras de primeiro e terceiro graus na cabeça e nos pulsos, vários ossos quebrados e os pulmões inundados de gases tóxicos. Foi considerado morto e até um sacerdote lhe deu a bênção, mas seis semanas depois, com sangue ainda molhando as ataduras de sua cabeça, ele terminou em quarto lugar no Grand Prix da Itália.
Duas observações foram feitas: a força de vontade pode tudo e este foi o retorno mais valente na história do esporte. Ele continuou correndo, se aposentou, criou a companhia de aviões Lauda Air e voltou a correr quando precisou de dinheiro, vencendo em 1984 e 1985.
Em homenagem ao grande piloto, a gente fica agora com a canção que George Harrison fez para ele e Jack Stewart: FASTER. Valeu! Abração!

O PEQUENO LEANDRO CONQUISTA O VELHO MUNDO!

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Tenho um amigo muito querido que por ele colocaria a mão no fogo (a esquerda!) ou deixaria que cortassem, se precisasse! Conheci o Leandrão - um gigante de 2m, há uns oito anos quando entramos para a DQV. Apesar dele ainda ser na época quase um menino, ele foi o único que simpatizou com os dois rockers que chegavam: eu e o Marcão.
Os posters mais legais dos Beatles que embelezam minha casa, foram "produzidos" por ele, e em 2007, produziu o meu livrinho dos Barbudão. Depois foi embora da agência. Eu também! Depois, voltei. A camiseta do Baú já não foi ele que produziu. Por isso, ficou uma merda! Depois ele se casou, se formou em Educação Física e é professor de natação. Dez! Nota Dez!
Recentemente, ele e a belíssima (com todo o respeito!) Dª Alessandra fizeram um belo e merecIdo passeio pelo velho mundo. Estiveram na Holanda, França e Inglaterra de onde, ele me trouxe um monte de presentinhos bacanas dos Beatles (menos CDs piratas, que é o que a gente gosta!).
No matter What! Os que eu gostei mais foi uma caneca para chá do Yellow Submarine e a caixinha do Chá dos Beatles (5 caveirinhas), rsrs! Falou, grandão! É muito bom ter amigos como você! Valeu! Obrigadão!
THE BEATLES - PENNY LANE

domingo, 20 de fevereiro de 2011

ANA PAULA ARÓSIO - A MULHER MAIS BONITA DO MEU MUNDO!

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A mulher mais bonita do Brasil, é filha do mecânico industrial Carlos Arósio e da secretária Claudete Aparecida Arósio. Quando completou 12 anos, decidiu iniciar sua carreira como modelo, após ser descoberta por uma publicitária em um supermercado, tornando-se uma das mais bem-sucedidas do Brasil. Em pouco tempo, já brilhava nas passarelas e revistas do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa; foi capa de cerca de 250 publicações no mundo todo.
Depois de estampar centenas de capas de revistas e protagonizar diversos comercias de televisão, partiu para a carreira de atriz, na qual estreou aos 18 anos, no filme ítalo-brasileiro Forever, do diretor Walter Hugo Khouri, com participação de Ben Gazzara. Aos 19 anos, aceitou o convite para fazer uma participação na novela Éramos Seis, em 1994, no SBT. Na emissora, trabalhou também em Razão de Viver, de 1996, e Os Ossos do Barão, de 1997.
Nesse período, atuou na peça Batom, de 1995, e numa montagem de Fedra, de 1997. Seu desempenho nesse trabalho chamou a atenção do diretor Wolf Maya, que a convidou para protagonizar a minissérie Hilda Furacão, de 1998. da rede Globo, para o papel da prostituta que se apaixona por um jovem frade, o diretor queria alguém desconhecido do grande público.

Porém, Ana ainda fazia parte do elenco de contratados pelo SBT. Um acordo entre as duas emissoras permitiu que a atriz vivesse a personagem, cujas cenas foram gravadas em apenas três meses. Com a estreia bem sucedida na Globo, foi lançada ao estrelato, obteve um maior reconhecimento do seu trabalho, foi bastante elogiada e recebeu diversos prêmios. Um fato que abalou a vida pessoal da atriz foi o suicídio do empresário Luiz Carlos Tjurs, seu então noivo, no ano de 1996. O episódio, ocorrido na sua frente, deixou-a traumatizada por vários meses. Na época, Ana Paula também obteve grande reconhecimento como a garota-propaganda da empresa de telecomunicações Embratel, servindo como o "rosto" da empresa em diversos comerciais de televisão, nos quais dizia a frase "Faz um 21!".
Seu primeiro trabalho como atriz exclusiva da TV Globo aconteceu no ano seguinte, em Terra Nostra, de 1999. E arrebentou! Em 2001, protagonizou a minissérie Os Maias, na pele de Maria Eduarda Maia, outro sucesso! Em 2002, trabalhou na novela Esperança, quando viveu a jovem - e sua primeira vilã - a judia Camilli, cujo comportamento fugia aos padrões de sua religião e da sociedade paulista de 1930. Foi nesse ano que atuou na peça mais importante de sua carreira, Casa de Bonecas, em que além de atuar também despontou como produtora.
Em 2004, encarnou Yolanda Penteado na minissérie Um Só Coração, produzida em comemoração aos 450 anos de fundação da cidade de São Paulo. Também nesse ano, ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante/secundária pelo filme Celeste & Estrela, no 3º Festival de Cinema de Varginha. Em 2005, voltou a fazer par romântico com Fábio Assunção, em mais uma produção da Globo. Nesse mesmo ano, atuou no filme O Coronel e o Lobisomem.
Sua primeira telenovela contemporânea veio em 2006, com Páginas da Vida. Até então, só havia trabalhado em produções de época. Em 2007, foi escolhida a nova garota-propaganda da marca Avon. Em 2008 viveu a sua primeira "mãe de mocinha" na novela Ciranda de Pedra, que é uma releitura da versão exibida em 1981.
Em 2010, filmou o longa-metragem Como Esquecer e participou da minissérie Na Forma da Lei, que conta com outros fortes nomes, entre eles Luana Piovani e Márcio Garcia.
Casou-se, em uma cerimônia discreta, no dia 16 de julho de 2010, quando fez 35 anos, com o arquiteto Henrique Pinheiro, com quem namorava desde 2009. Antes, porém, namorou com alguns nomes famosos, como o atores Marcos Palmeira e Tarcísio Filho, o diretor Ricardo Waddington, o cavaleiro Remo Tellini, entre outros. Ganhou três vezes o Troféu Imprensa: na categoria Revelação do Ano, como Hilda de Hilda Furacão, em 1998; na categoria Melhor Atriz, como a italiana Giuliana de Terra Nostra, em 1999; e também como Melhor Atriz pela judia Camille de Esperança, em 2002.
Em outubro de 2010, cotada para protagonizar a telenovela Insensato Coração, Ana, segundo a Rede Globo, faltou as gravações e foi desligada da produção. Em 20 de dezembro, pediu demissão da Rede Globo e rescindiu o contrato, o que veio a público em de janeiro de 2011. Foi substituída pela também belíssima Paola Oliveira.
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RETRÔ - UMA TARDE INESQUECÍVEL COM RENATO & SEUS BLUE CAPS

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Postagem publicada originalmente em 4 de setembro de 2008
Na manhã do dia 14 de agosto de 2005, sábado, eu e meu amigo Mariozinho combinamos de nos encontrar na praça de alimentação do Conjunto Nacional. Meio dia em ponto estávamos lá. Chegamos cedo para escolher uma mesa estratégica bem em frente ao palco. O show só iria começar às 15 horas. Então começamos a tomar aqueles merecidos chopes de sábado. O tempo foi passando até o lugar começar a encher de gente. A cada minuto que passava, a expectativa, a ansiedade e a sede só aumentavam. Foi quando chegou meu irmão Adelmar para se juntar a nós. Aquela tarde não seria a mesma sem ele! A praça já estava completamente tomada de gente. Eu e o Mariozinho já estávamos “bonitos” de tanto chope quando chegou outro grande amigo: Eduardo Krüger, graças a Deus trazendo sua maquininha mágica para fotografar e registrar para sempre aquele dia tão especial. A Cláudia (gerente do shopping na época e esposa do Marco - outro amigão) gentil e muito simpática como sempre, nos ofereceu para falar com os artistas no final do show. Beleza! Eu, Mariozinho, Adelmar e Krüger somos velhos conhecidos da banda. Certa vez, num show da APCEF, para eu e Mariozinho entrarmos no camarim, falsifiquei dois crachás de jornalistas da rede globo. E colou! Em outra, a multidão para entrar no camarim era tão grande que vários leões de chácara barravam a entrada de qualquer pessoa. Meu irmão Adelmar, espertamente tirou do bolso um papelzinho onde escreveu: BACANINHAS DA PIEDADE e pediu que um dos seguranças entregasse pro Renato. Foi a senha para podermos entrar! O Marco finalmente chegou vestido com sua camisa mais bonita. Pronto. Hora do show. RENATO & SEUS BLUE CAPS fizeram um dos melhores shows de sua carreira e ficaram felizes quando nos reconheceram. Foram duas horas de pau dentro! Tocaram todos os seus sucessos e o bis se repetiu várias vezes. Depois do show fomos para o camarim onde conversamos muito e tiramos muitas fotos. Uma tarde sem dúvida alguma, inesquecível! Caríssimos Adelmar, Mariozinho, Krüger, Marco e Claúdia, aquele abraço! Renato, Deus te abençoe. Você é uma pessoa iluminada. Valeu! Parece que foi ontém, mas já faz três anos.

THE SMITHREENS - I WANT TO HOLD YOUR HAND - PEDIDOS

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EDU VAI AO OCULISTA...

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- Doutor! Acho que estou ficando cego!!!
- Calma. Primeiro tire a máscara de dormir.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

THE BEATLES - ANOTHER GIRL

Um comentário:

HOJE É ANIVERSÁRIO DA JAPA

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Yoko Ono completa hoje 78 anos. Nasceu em Tóquio, em 18 de fevereiro de 1933. Dizem que é cantora e artista plástica vanguardista. É viúva de John Lennon e mãe de Kyoko Chan Cox e Sean Lennon. Suas obras, tanto musicais quanto plásticas e conceituais, são caracterizadas pela provocação, introspecção e pacifismo. Dizem também que é uma pessoa notável e quase nunca desiste. Porém, para muitos, sua fama é negativa, acusada de ter sido a causa da separação dos Beatles, consagrada como a maior da história. Nascida numa família rica, Yoko Ono teve oportunidade durante a infância de estudar em Gakushin, uma das mais exclusivas escolas do Japão. Durante este período estudou também piano clássico e canto. Durante a Segunda Guerra Mundial deslocou-se frequentemente entre cidades do Japão e Estados Unidos até 1952, quando se mudou definitivamente para Nova Iorque. A partir de então frequentou a faculdade de música Sarah Lawrence, onde conheceu importantes músicos de vanguarda, que posteriormente seriam inspiração para o surgimento do grupo Fluxus, entre eles John Cage. Em 1956 casa-se com Toshi Ichiyanagi. Entre o fim da década de 1950 e 1960, Yoko Ono realiza obras de cunho conceitual que oscilam entre a introspecção poética e sátira provocadora. Em 1961, após desentendimentos com seu marido, Toshi, retorna ao Japão. A má repercussão de seus trabalhos e a crise conjugal acabam por lhe causar um estado de profunda depressão e é internada. Foi removida do hospital pelo amigo Anthony Cox que denunciou que ela estava recebendo doses anormais de medicamentos. Uma relação amorosa entre os dois culmina na separação de Yoko e Toshi e no seu casamento com Anthony, com quem veio a ter uma filha, Kyoko Chan Cox, em 1963. Na América, entra para um novo grupo vanguardista denominado Fluxus. Em 1964 lança o livro Grapefruit. Em 1965 se apresenta novamente no Carnegie Recital Hall com sua performance Cut Pieces ("corte pedaços"), onde permanecia sentada, convidando o espectador a cortar com uma tesoura pedaços de sua roupa até ficar nua. Com a repercussão de suas obras, Yoko é convidada em 1966 a realizar uma exposição individual. Nesta exposição, foi exposta a obra Ceiling Painting, uma instalação na qual uma escada conduz o observador até um vidro no teto, onde há uma lupa presa para que se leia a pequena inscrição "Yes!". John Lennon,estava presente na exposição e seu encantamento com a obra despertou interesse pela produção artística de Ono. Lennon financiou sua próxima instalação, Half-A-Room, uma peça intimista e melancólica. A partir de 67 Yoko Ono e John Lennon começaram a produzir composições de vanguarda, sem estrutura musical alguma. Lennon se separou de sua primeira esposa e casou-se com Yoko em 20 de Março de 1969, e eles tiveram um filho, Sean Lennon, em 9 de Outubro de 1975. Mesmo dia do velho. Incrível, né? O resto, a gente conhece.

FOTO DO DIA - GEORGE HARRISON

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THE FAMILY WAY by PAUL McCARTNEY - 1966

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A primeiríssima incursão solo de um Beatle aconteceu no auge da banda, naquele período pré-Sgt. Pepper's, quando eles "deram um tempo" de si mesmos, da badalação e das turnês. Lennon foi para Espanha filmar "How I Won the War" (e lá compôs "Strawberry Fields Forever"), Ringo o acompanhou porque não tinha muito o que fazer, e Harrison fez a primeira viagem à Índia, que iria redefinir sua música e sua vida.
THE FAMILY WAY
Comissionado pelos Boulting Brothers, McCartney realiza seu primeiro trabalho sem a participação de John Lennon, George Harrison e Ringo Starr.
Em 1966, antes do início das gravações de Sgt. Pepper's (67), Paul McCartney recebera um convite para escrever o tema central do filme The Family Way, produzido pelos Boulting Brothers. Após aceitar o desafio de participar pela primeira vez de um trabalho fora dos Beatles, Paul convocou George Martin, que o ajudaria na composição dos arranjos orquestrais. O produto final resultou em um tema que lembra um pouco a faixa Here, There and Everywhere, do álbum Revolver.
Com o tema composto e arranjado, treze variações baseadas no tema principal foram registradas, sendo que mais duas versões acabariam em um compacto, com arranjos diferentes das faixas lançadas no LP. As gravações da trilha aconteceram no CTS Studios, em Wimbley, Londres, entre os meses de outubro e novembro de 1966. Paul McCartney não toca nenhum instrumento nessas, sendo elas completamente executadas por músicos da George Martin Orchestra.
McCartney e George Martin receberiam, ainda em 1967, o prêmio Ivor Novello pela composição de melhor trilha sonora cinematográfica. "Para mim foi muito interessante, porque pude criar algo sozinho. Poder "escapar" da rotina foi ótimo... A idéia de fazer algo "solo", só para uma mudança foi bom demais porque tudo nos Beatles é como se fosse um monstro de quatro cabeças. A gente se veste igual, faz tudo igual, e ter composto a trilha foi ótimo para fugir disso tudo por um momento", declarou Paul McCartney, em Londres no dia 18 de dezembro de 1966.

Fonte: Paul McCartney - Todos os segredos da carreira solo, de Claudio D. Dirani

THE BEATLES - PABERBACK WRITER - A PEDIDOS

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JIMI HENDRIX QUER SABER...

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AS CARETAS DE HEATHER MILLS

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Heather Mills foi modelo, empresária e defensora "incansável" de várias causas beneficentes. No entanto, a mãe da pequena Beatrice nada mais é que caçadora de fortunas e mentirosa quando na época do casório com Sir Paul McCartney, o tesouro britânico nacional. Ela mentiu categoricamente sobre seu passado sujo, quando foi até atriz pornô.
A sua relação com Paul até que começou bem, num evento beneficente no qual ele contribuiu para a causa "Adote um Campo Minado", patrocinada pela ONU. Desde aí a sua relação tornou-se num campo de minas particular tornando a vida do ex-Beatle um inferno. Depois de um acidente, em 1993, no qual foi atropelada por uma moto da polícia, Heather Mills sofreu a amputação da perna do joelho para baixo. Do casamento com Macca, levou apenas a pequenina quantia de 49 milhões de dólares.
A situação de Heather Mills é penosa e a ex-mulher do ídolo pop Paul McCartney não poderia alcançar índices tão baixos de popularidade em sua própria terra natal. Recentemente, ela foi parada no aeroporto internacional de Londres, Heathrow, e teve que retirar sua perna protética para que os seguranças pudessem avaliar se não havia bombas dentro dela
O porta-voz do aeroporto explicou a medida em comunicado oficial à imprensa: "Alguma coisa ativou o alarme quando ela passava pelo detector de metais e o protocolo é que devemos olhar a fundo para prevenir a entrada de objetos estranhos nos aviões”, informou o texto. “É isso o que temos que seguir, não importa quem seja”.
A assessoria de Heather negou que ela tenha se mostrado contrariada com a atitude da segurança e afirmou ao Ski News que ela se comportou com “graça” durante o incidente. O fato é que todos os tablóides ingleses aproveitaram para expor a queda de status de Heather - de princesa absoluta durante seu casamento com o ex-beatle ao nível plebeu, após a tumultuosa e deselegante separação de ambos.
Outro dia, Heather Mills perdeu a perna em um supermercado quando escorregou sobre leite derramado em um corredor. Mills escreveu em seu Twitter ''escorreguei sobre o leite e acabei com a bunda no chão, mas fui salva por dois jovens adolescentes que salvaram a minha perna e a mim." Heather agradeceu seus "heróis" e revelou que se prepara para abrir seu primeiro restaurante vegetariano, V-Forum, em Brighton no próximo mês.
Paul McCartney não deixa de lamentar todos os dias por seu fracassado casamento com Heather Mills, com quem, depois de seis anos, teve um divórcio que custou uma fortuna absurda. "Foi horrível!", disse em entrevista à Revista Q. "Suponho que esse casamento tem que ser um candidato ao maior erro do século. Eu não quero isso para ninguém", acrescentou McCartney. Porém, o músico também vê o lado positivo da falida relação, que é sua linda filha Beatrice. "Na verdade, ela é a única coisa boa disso tudo", concluiu.