quarta-feira, 28 de março de 2012

ENQUANTO ISSO... NO OUTRO LADO DE ABBEY ROAD...

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LINKS PARA OUTRAS POSTAGENS DO BAÚ DO EDU TAMBÉM SOBRE ABBEY ROAD:
ABBEY ROAD - OS BEATLES ATRAVESSAM A RUA
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/08/abbey-road-os-beatles-atravessam-rua.html
O HOMEM DA CAPA DE ABBEY ROAD
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2012/02/o-homem-da-capa-de-abbey-road.html
FAIXA DE PEDESTRES VIRA PATRIMÔNIO HISTÓRICO
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/12/faixa-de-pedestres-vira-patrimonio.html
O DIA QUE MEU FUSCA VIROU BEATLE
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/08/o-dia-que-meu-fusca-virou-beatle.html
O FUSQUINHA DA CAPA DO ABBEY ROAD
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/03/o-fusquinha-da-capa-do-abbey-road.html
ABBEY ROAD - PATRIMÔNIO HISTÓRICO
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/02/aabey-road-patrimonio-historico.html
O FIM DE ABBEY ROAD???
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/02/o-fim-de-abbey-road.html
OS BEATLES NA REVISTA DO GLOBO
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2009/09/os-beatles-na-revista-do-globo.html
O BAÚ DO EDU - ESPECIAL ABBEY ROAD
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2009/09/o-bau-do-edu-especial-abbey-road.html

PROMOÇÃO "PERDIDO EM ABBEY ROAD" - IMPERDÍVEL

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Tenho muitos amigos que já se emocionaram atravessando a famosa faixa... todos me perguntam quando irei lá tirar uma foto. Acho que não vai dar não. Fico caminhando aqui mesmo pela minha Brasíliazinha querida, sempre perto da minha casinha, e cada faixa que atravesso, não deixo nunca de ser aquele velho meio doido... meio beatle. Isso me deu uma ideia: "PROMOÇÃO "PERDIDO EM ABBEY ROAD". Quem mandar sua foto atravessando a Abbey Road, a foto mais bonita ganha o super livro “JOHN LENNON – A LIFE IN PHOTOGRAPHYS” – Edição de Luxo, capa dura, papel couché, 255 páginas – sensacional, zerado, sem despesa alguma. A melhor foto será julgada pelos consultores executivos do Baú: Drª Lara Selem, Mestre João Carlos e o Dr. Valdir – e eu – claro! Mandem a foto para eduardobadfinger@gmail.com.br
E então? Quem já andou em Abbey Road?

THE BEATLES - SOMETHING by GEORGE HARRISON

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“Something” foi o primeiro lado A dos Beatles escrito por George. Suas fontes de inspiração foram Ray Charles, que ele imaginou cantando a música, uma faixa de 1968 de James Taylor intitulada “Something In The Way She Moves” e sua esposa Pattie. O americano James Taylor era um artista contratado da Apple, e seu primeiro álbum foi produzido por Peter Asher entre julho e outubro de 1968. Paul tocou baixo em uma faixa. “Something In The Way She Moves” é a última faixa do lado A, e os versos de abertura são: “There’s something in the way she moves, Or looks my way or calls my name, That seems to leave this troubled world behind”. O “Álbum Branco” estava sendo gravado em Abbey Road exatamente na mesma época em que Taylor estava gravando nos Trident Studios, no Soho de Londres. Aliás, em 3 de outubro, George estava em Trident gravando “Savoy Truffle” com Paul e Ringo, e provavelmente ouviu a faixa. “Sempre achei que George tivesse ouvido, mas nunca conversei de fato com ele sobre isso”, diz Taylor. “Escrevi ‘Something In The Way She Moves’ cerca de dois anos antes de gravá-la, e o estranho é que eu queria chamá-la de “I Feel Fine”, mas claro, era uma canção dos Beatles.” Ele continua: “Eu muitas vezes noto tralços no trabalho de outras pessoas nas minhas músicas. Se George consciente ou inconscientemente pegou uma frase de uma de minhas canções, acho muito lisonjeiro. Com certeza não é algo incomum. Fiz uma fita com “Something In The Way She Moves” e cerca de sete outras músicas uns dois meses antes de conhecer Peter Asher. Sei que Paul escutou na Apple, mas não sei quem mais ouviu”. A composição básica de “Something” deve ter ocorrido em outubro porque George afirmou ter trabalhado nela ao piano no estúdio 1, enquanto Paul estava fazendo overdub no estúdio 2. Ela só não foi incluída em “The Beatles” porque a seleção de faixas já tinha sido finalizada. Primeiro, George ofereceu “Something” para Joe Cocker e Jackie Lomax, mas em maio de 1969, decidiu gravá-la com os Beatles para “Abbey Road”. “Something” foi uma canção de muito sucesso para George, ela se tornou a segunda canção mais regravada dos Beatles depois de “Yesterday” (tanto Ray Charles quanto Smokey Robinson fizeram covers) e deu a ele seu primeiro posto no Top 10 americano. Sempre se presumiu que ele tinha escrito sobre Pattie, mas em uma entrevista de 1996, George declarou: “Não foi para ela. Eu simplesmente a compus, e então alguém montou um vídeo que usava algumas cenas minhas e de Pattie, de Paul e Linda, de Ringo e Maureen e de John e Yoko... na verdade, quando a escrevi, eu estava pensando em Ray Charles”. No entanto, Pattie ainda acredita ser a inspiração. “Ele sempre me disse que era sobre mim”, ela conta.

FOTO DO DIA - O BARBUDÃO EM ABBEY ROAD

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THE BEATLES - COME TOGETHER

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"Come Together" veio à luz como uma música de campanha para o guru do LSD Timothy Leary quando, em 1969, decidiu concorrer ao governo da California com o então governador e futuro presidente Ronald Reagan. Leary e sua esposa Rosemary, foram convidados a irem a Montreal, por John Lennon e Yoko Ono quando se preparavam para mais um “Bed In” no 19º andar do Queen Elizabeth Hotel. Leary e a esposa chegaram em 1º de junho de 1969 e foram imediatamente convocados para cantarem junto o refrão de “Give Peace A Chance”, gravada no quarto do hotel. Foram recompensados com a inclusão de seus nomes na letra. Logo depois, Leary pediu a Lennon que o ajudasse em sua campanha e escrevesse uma música para ser usada em comerciais e comícios. O slogan de Leary era”Come together, join the party”, John Lennon pegou o violão e começou a desenvolver a canção. Leary fez que a música tocasse em estações de rádios altenativas por toda a Califórnia e passou a considerar que a música era dele. No entanto, sem que soubesse, Lennon tinha retornado a Londres e em menos de um mês, gravou o clássico “Come Together” com os Beatles. A campanha para governador da California de Leary, teve fim em dezembro de 1969, quando foi preso por porte de maconha. Foi na prisão que ele ouviu Abbey Road pela primeira vez e "Come Together” foi uma surpresa total. “Embora a nova versão fosse uma melhoria em termos de letra e melodia da minha música da campanha, fiquei um pouco bravo por Lennon ter me desconsiderado daquela forma... Quando mandei um pequeno protesto para ele, a resposta teve o típico charme e a sagacidade de Lennon, que disse que ele era um alfaiate e eu era o cliente que pediu um terno e nunca mais voltou. Então ele vendeu para outra pessoa.”
A versão gravada pelos Beatles, foi muito trabalhada no estúdio. O peso do baixo em estilo New Orleans foi adcionado por Paul. A música acabou sendo objeto de um processo judicial quando Maurice Levy, proprietáro da Big Seven Music, detentora dos direitos autorais de “You Can’t Catch Me” de Chuck Berry, alegou que Lennon “tomara emprestado” dois de seus versos. Para evitar meses de embate judicial, Lennnon concordou em gravar “You Can’t Catch Me” e “Sweet Little Sixteen”, também de Berry e publicadas pela empresa de Levy, e incluí-las no álbum “Rock And Roll”, de 1975. A gravação dos Beatles teve início em 21 de julho de 1969, e foi concluída em 7 de agosto de 1969. Foi lançada em 6 de outubro de 1969, nos Estados Unidos, como lado B do compacto simples que tinha "Something" de George Harrison como lado A . Com este formato, foi sucesso absoluto também ao redor do mundo, inclusive no Brasil. O início desta gravação marca a volta do engenheiro de som Geoff Emerick ao trabalho com os Beatles. Ele havia abandonado o quarteto no dia 16 de julho de 1968 por não suportar o clima pesado que pairava sobre as sessões de gravação na época.

HERE COMES THE SUN - GEORGE HARRISON

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A belíssima "Here Comes the Sun" é uma das músicas dos Beatles que todos mais se lembram e também uma das mais otimistas que celebram um “novo dia”. Composta por George Harrison, foi lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início em 7 de julho de 1969 e foi concluída em 19 de agosto. "Here Comes the Sun" dura exatos 3’05". George Harrison canta, toca violão, guitarra, sintetizador moog, e bate palmas. Paul McCartney faz o coro, toca baixo, e bate palmas. Ringo Starr toca bateria e bate palmas. Por estar se recuperando de um acidente de carro, John Lennon não participou da gravação dessa música. Houve também a participação de instrumentos de orquestra: quatro violas, quatro violoncelos, um baixo, dois pícolos, duas flautas, duas flautas alto e duas clarinetas.
Para escapar da pressão do trabalho em um dos primeiros dias da primavera inglesa, George tirou um dia de folga das sessões de gravação e se refugiou no jardim da casa de Eric Clapton, onde compôs a música.
Em sua segunda contribuição para o futuro (bem próximo) “Abbey Road”, George assumiu os solos vocais e a maior parte da instrumentação - com a óbvia exceção da orquestra gravada em cima da faixa básica, do baixo e da bateria. A canção, gravada em 15 tomadas com acréscimos, começa no canal esquerdo com o violão e o sintetizador, que flutuam para o canal direito quando George entra com o vocal. Essa gravação tem um dedilhado de guitarra semelhante ao de "Badge", composta por George e Eric Clapton e gravada pelo Cream, também composta na casa de Clapton.
Confira aqui, alguns artistas que já regravaram "Here Comes The Sun": Joe Brown, Peter Tosh, Richie Havens, Steve Harley, Nina Simone, James Last, Linda Eder, Bill Laswell, Gary Glitter, Nick Cave and the Bad Seeds, Paul Simon, Eric Idle, Belle & Sebastian, Les Fradkin, Voodoo Glow Skulls, Yo-Yo Ma, Acen, The Punkles, Bob Khaleel, Sheryl Crow, Mark Reale, Rockapella, Sarah Bettens, Travis, Tommy Emmanuel, John Pizzarelli, Groove Armada, Sandy Farina, Denny Doherty, U2, Bon Jovi, Lulu Santos, Massive Attack, Mikal Blue and Colbie Caillat, Phil Keaggy, Coldplay, The Bastard Sons of Dioniso, Dave Edmunds, Debbie Gibson and Raffi, e Ghost.
Uma curiosidade: o astrônomo, cientista, pesquisador e divulgador da ciência Carl Sagan queria que "Here Comes the Sun" fosse incluída no disco de ouro “Voyager”, cujas cópias seriam anexadas em ambas as sondas do programa Voyager para fornecer qualquer identidade para quem as recuperasse, como uma amostra representativa do que era a civilização humana. Apesar de todos gostarem da idéia, a EMI se recusou a liberar os direitos e, quando as sondas foram lançadas em 1977 a canção não foi incluída.

RINGO STARR - THE BEATLES - OCTOPUS'S GARDEN

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"Octopus's Garden" é uma canção dos Beatles composta por Ringo Starr e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início no dia 26 de abril de 1969, e foi concluída em 18 de julho de 1969. Dura exatos 2’50”.
Durante as gravações do álbum "The Beatles", em 1968, havia muita tensão nos estúdios Abbey Road entre os quatro beatles. Em um desses episódios, Ringo Starr se chateou e abandonou as gravações. Abandonou a banda, pegou a família e foi para a Sardenha, Itália. Um dia, no iate do ator Peter Sellers, ele pediu "Fish 'n' Chips", mas veio polvo em vez de peixe. Surgiu então uma conversa com o capitão da embarcação sobre polvos. Este lhe contou que eles catavam pedras e objetos brilhantes no fundo do mar e os concentravam em um mesmo lugar, que ficava parecido um jardim. Com bases nestes fatos e com a ajuda de seu amigo e companheiro George Harrison ele compôs a canção. Não se sabe até que ponto Harrison ajudou. Esta ajuda nunca foi confirmada; porém no filme Let It Be aparece uma sequência em que são vistos os dois ensaiando a canção e Harrison mostrando alguns acordes para Ringo. A canção é creditada apenas a Richard Starkey.
"Octopus's Garden", além de Abbey Road, aparece no álbum Anthology 3, - onde está incluída uma gravação de uma das tomadas (take 2) realizadas no dia 26 de abril de 1969. A tomada considerada melhor e a que foi trabalhada foi a tomada 32 - e no CD "Love". O produtor George Martin criou uma versão diferente da canção: a introdução de "Octopus's Garden" cantada por Ringo está em velocidade mais lenta e misturada com a orquestração de Good Night. Em seguida, a música toma a sua forma original, misturada com os alguns efeitos sonoros de Yellow Submarine. Os quatro Beatles estão em seus instrumentos normais. Destaque para o solo excepcional de George Harrison.

terça-feira, 27 de março de 2012

O CASAMENTO DE ERIC CLAPTON & PATTI BOYD

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No dia 27 de março de 1979, Eric Clapton se casou com Patti Boyd, ex-mulher de George Harrison. Paul, George e Ringo estavam entre os convidados e todos subiram ao palco para uma jam inacreditável, tocaram inclusive “Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles. John Lennon, que estava morando nos EUA, teria dito que se soubesse, teria aparecido.
Paul McCartney, Lonnie Donegan, George Harrison e Ringo Starr
Link para a postagem sobre Patti Boyd publicada originalmente em 6 de outubro de 2009: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2009/10/pattie-boyde-imortalizada-na-historia.html

PAUL MCCARTNEY RELANÇA "RAM"

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41 anos depois, Paul McCartney vai relançar o álbum "Ram" (1971) após apresentar shows pelo Brasil neste mês de abril. Hoje, 27, o site oficial de Paul McCartney destaca o relançamento de "Ram", o segundo álbum que ele criou após o fim dos Beatles. A nova edição do álbum terá três formatos: o CD padrão, um especial com dois CDs e a caixa Super Deluxe (4 discos, 1 DVD, 1 livro, 1 vinil) e as músicas em formato digital. Assim como nos relançamentos de "McCartney" e "McCartney II", o ex-Beatle supervisionou todos os detalhes do processo. "Me lembra os meus dias de hippie e a atitude livre em que ele foi concebido. Espero que vocês desfrutem", declarou Paul McCartney em nota oficial. Vale lembrar que "Ram" foi gravado em Nova York, nos Estados Unidos, com participações de Denny Seiwell, David Spinozza e Hugh McCracken. Antes de relançar "Ram", em maio, Paul McCartney faz shows pelo Brasil neste mês de abril - no dia 21, no Recife, e no dia 25, em Florianópolis. O show no Recife terá espaço para 60 mil pessoas, com 60 mil ingressos à venda. Os custam até 600 reais. E quem já garantiu o seu está vibrando nas redes sociais. A venda de ingressos para o show de Paul no Recife é realizada através do site "zetks.com.br".

segunda-feira, 26 de março de 2012

WINGS 1976 - BEWARE MY LOVE!

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JOHN LENNON - COLD TURKEY - SENSACIONAL, SEMPRE!!!

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YELLOW SUBMARINE CHEGARÁ EM MAIO

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Quase 45 anos após sua estreia nos cinemas, a animação Yellow submarine, dos Beatles, vai ser relançada em DVD. Após uma limpeza manual de cada frame do filme, a reedição está prevista para o dia 28 de maio junto com a trilha sonora. O início da distribuição de Yellow submarine foi recheada por problemas o que resultou a limitação de cópias em VHS e DVD. A MGM chegou a relançar o filme , em 1999, mas a animação dirigida por George Dunning está anos fora do catálogo. Embora a qualidade da imagem tenha sido digitalmente remasterizada, o lançamento marca a restauração quadro a quadro. O chefe de estúdio da Pixar, John Lasseter, disse que o filme influenciou muito o seu trabalho. "Como um fã de animação e, como cineasta, eu tiro meu chapéu para os artistas de Yellow submarine. O trabalho revolucionário ajudou a trilhar o caminho para o mundo fantástico e diversificado de animação que todos nós desfrutamos hoje".

ÚTIMOS INGRESSOS PARA "PAUL IN RECIFE"

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A segunda-feira, 26, começou com fãs vibrando e ansiosos para o show de Paul McCartney no Recife. Filas quilométricas foram formadas em volta do Chevrolet Hall, a bilheteria oficial do show de Paul McCartney no Recife, que será no dia 21 de abril. A venda de ingressos também é realizada pela Internet, através do site "zetks.com.br". E quem já garantiu o ingresso, aproveita para comemorar. Segundo informações da Zetks, 70% dos ingressos para o show de Paul McCartney foram vendidos já no início da manhã desta segunda-feira. A expectativa é que a venda de ingressos termine ainda nesta segunda, com bilhetes esgotados. A bilheteria do Chevrollet Hall funciona das 9h às 16h30. Sobre o preço dos ingressos para o show, a Pista Premium custa R$ 600, gramado e arquibancada inferior custam R$ 260, cadeiras R$ 340 e arquibacanda superior R$ 160. 60 mil ingressos foram colocados à venda para o show de Paul McCartney no Recife. Se você pretente ir ao show que o ex-Beatle Paul McCartney fará no Recife e ainda não comprou a entrada é melhor se apressar. Dos 60 mil ingressos colocados à venda restam apenas 15 mil. Uma segunda apresentação, no dia 22, ainda não foi confirmada.

THE BEATLES - IT WON'T BE LONG

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With The Beatles foi lançado em novembro de 1963, quando a beatlemania varria a Inglaterra. O retrato em preto e branco da capa, de Robert Freeman, no qual a metade de todos os rostos está na sombra, marca um momento decisivo na iconografia dos Beatles. Enquanto o álbum de estreia tinha sido gravado em um dia, as sessões de With The Beatles aconteceram ao longo de três meses, em uma mudança de uma sessão "ao vivo", pouco trabalhada, para uma produção pop mais sofisticada. "Foi quando descobrimos o double-tracking", John comentou posteriormente. "Quando descobri aquilo, comecei a gravar tudo em double-tracking. Eu não deixava nada ficar em single-tracked. Ele (George Martin) dizia 'por favor, só essa', e eu dizia 'não'."
"It Won't Be Long" era a faixa de abertura do álbum e, num primeiro momento, havia sido escolhida por John como possível single após "She LovesYou", mas a estratégia foi descartada porque, como ele afirmou, "a música nunca deu certo de verdade". Composta como uma canção de amor, poderia ser a história do começo da vida de John. Solitário e rejeitado, ele espera a volta da garota que o abandonou. Como em muitas canções posteriores essa dramatiza a própria angústia, contrastada à vida despreocupada que imagina que todos levem, acreditando que assim que se reencontrar com sua amada todos os seus problemas serão solucionados. Thelma McGough, que começou a namorar John depois que a mãe dele morreu, em julho de 1958, acredita que as canções dele sobre rejeição não são baseadas em histórias de amor que deram errado, e sim no fato de ter sido abandonado pelo pai na infância e, mais tarde, pela mãe, acabando por ser criado pela tia. "Eu perdi minha mãe duas vezes", ele diria, "uma vez aos 5 anos e, de novo, aos 17." "Rejeição e traição faziam parte da experiência de vida dele", diz Thelma. "Quando eu o conheci, a primeira conversa de verdade que tivemos foi toda sobre isso porque o meu pai tinha feito exatamente a mesma coisa, então sentimos que tínhamos algo em comum. Isso nos aproximou. Além disso, não se pode esquecer que a mãe dele certa vez foi atropelada e, apesar de ele aparentar calma, estava sofrendo muito. Nós dois nos sentíamos muito abandonados. Havia uma grande diferença entre Paul e John, apesar de ambos terem perdido a mãe na adolescência. Paul tinha uma família muito próxima, uma ampla rede de primos e tias. O pai dele era maravilhoso. A vida de John era muito isolada. Ele morava com Mimi (irmã de sua mãe), que cuidava dele muito bem, mas não havia proximidade. Era uma relação muito fria a deles." Uma das coisas que animava John e Paul na época da composição era o jogo de palavras que tinham introduzido em torno de "belong". Apesar de ser uma pequena inovação para eles, se tornaria um marco de sua escrita mais sofisticada. Ironicamente, quando George usou "don't be long" em "Blue Jay Way", quatro anos depois, Charles Manson achou que ele estava dizendo "don't belong" e tomou isso como uma mensagem para que ele se livrasse da vida em sociedade. Fonte do texto: "The Beatles - A história de todas as canções" - Steve Turner

domingo, 25 de março de 2012

THE BEATLES - TOMORROW NEVER KNOWS

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O link para a postagem original de "Tomorrow Never Knows" é:

ELTON JOHN - CROCODILE ROCK

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Don't Shoot Me I'm Only the Piano Player é o sexto álbum de estúdio (de mais de 30) do grande Elton John – sem dúvida alguma, um dos maiores artistas do século XX. O maior sucesso deste álbum é o single "Crocodile Rock" que Elton John compôs na França juntamente com Bernie Taupin no estúdio honkey cateâu.
Hoje, 25 de março, ele completa 65 anos. Nasceu em Londres em 1947, e esta é a 1ª vez que ele ganha postagem própria aqui no Baú. Parabéns, Elton John!
Reginald Kenneth Dwight começou a se interessar por música e tocar piano desde muito cedo. Reginald mostrou um virtosismo enorme com o instrumento e muitos consideravam o menino um gênio, sendo comparado com Jerry Lee Lewis por seus colegas de classe. Aos 11 anos, Elton John conseguiu uma bolsa de estudos para a Royal Academy of Music, até hoje uma das instituições musicais mais respeitadas do Reino Unido. Seu nome artístico advém de dois integrantes de sua antiga banda, Bluesology - Elton Dean (saxofonista) e Long John Baldry (líder da banda). A carreira de Elton John atravessa a quarta década de ininterrupto sucesso. Nos anos setenta, época que muitos consideram como sendo o auge de sua carreira (foi considerado o segundo artista mais importante dessa década, superado apenas por Paul McCartney), já podia ser considerado como um dos maiores astros de rock do planeta. Em 1967 estabeleceu parceria com o letrista Bernie Taupin, com o qual lançou grande parte de sua obra musical, mantendo-se a parceria até os dias de hoje. Dentre seus discos de maior sucesso, destacam-se Goodbye Yellow Brick Road (1973) e Captain Fantastic and The Brown Dirt Cowboy (1975). São também os seus discos mais bem colocados no ranking de melhores discos do século XX elaborado pela revista Rolling Stone.
Elton John manteve-se em evidência na década de 1980, época em que lançou um álbum inédito por ano, levando ao público hits como I Guess That's Why They Call It The Blues, I'm Still Standing, Sacrifice, Nikita e diversos outros. Apesar de ter declarado sua bissexualidade em 1976, em entrevista à revista Rolling Stone, casou-se com a engenheira de som Renate Blauel em 1984, tendo a união se dissolvido em 1988. Em 2005 celebrou contrato de parceria civil com David Furnish, com o qual vive desde meados da década de 1990. No Natal de 2010 nasceu Zachary Jackson Levon Furnish-John, gestado por uma mãe de aluguel e filho biológico de um deles.
Embora tenha diminuído o ritmo de lançamento de novos discos, Elton John permaneceu em evidência na década de 1990, lançando canções de sucesso como Can You Feel The Love Tonight, The One, Something About The Way You Look Tonight, Blessed. É considerado um dos maiores e mais influentes artistas da atualidade, lançando novos trabalhos regularmente. Nos últimos anos compôs os musicais Billy Eliot e Lestat, que ficaram em cartaz na Broadway.
É filantropo: participou do Live Aid de 1985, ao lado de artistas como David Bowie, Sting, Phil Collins, entre outros, além de manter uma fundação para combate da Aids, tida como a maior do mundo no gênero, criada em 1992. Elton sempre teve o sonho de ser dono de um clube de futebol pelo qual torcia, o Watford FC, tendo realizado esse projeto em 1976, quando então o clube figurava na série B da Liga Inglesa. Injetou recursos para contratações, levando o clube até a primeira divisão. Vendeu-o em 1987. Também ajuda um clube de futebol da Austrália. É dono de um restaurante em Hollywood. Em 1986, foi sujeito a uma intervenção cirúrgica na garganta, em virtude de lhe ter sido diagnosticado pequenos nódulos nas suas cordas vocais, consequência da quantidade de marijuana que fumava nessa altura. Este faco veio a impor uma mudança profunda na sua voz, que se tornou mais grave e profunda, perdendo por completo o seu famoso falsete. Em 1992, Elton cantou com o Queen a música "The Show Must Go On" no Freddie Mercury Tribute Concert. Ele cantou neste mesmo concerto, em homenagem a Freddie Mercury, a música Bohemian Rhapsody, junto com Axl Rose e os integrantes restantes do Queen. Em 2007, Elton John comemorou o seu aniversário de 60 anos realizando o seu sexagésimo show no Madison Square Garden, em Nova York. O discurso de abertura do espetáculo foi feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton. Elton John era compadre de John Lennon e é padrinho de Sean Lennon. Para Lennon, Elton escreveu “Empty Garden” que ainda vai aparecer por aqui. Por enquanto, a gente fica com um dos maiores sucessos dos anos 70 e uma das músicas mais bonitas que já conheci: “Goodbye Yellow Brick Road”. Abração Elton!

sexta-feira, 23 de março de 2012

THE BEATLES - LET IT BE

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A TRISTE MORTE DE UM GÊNIO DA ALEGRIA

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O Brasil perdeu hoje um de seus maiores ídolos. Morreu nesta sexta-feira, dia 23, aos 80 anos, o humorista Chico Anysio.
O ator foi internado no dia 6 de novembro com fortes dores na coluna, chegou a receber alta no dia 11, mas voltou ao Hospital Samaritano, em Botafogo (RJ), no dia 6 de dezembro devido a uma febre alta. No dia 21 de dezembro, Chico foi para casa, porém um sangramento no aparelho digestivo o obrigou a voltar para a UTI. Após apresentar uma piora nas funções respiratória e renal na última quarta-feira, Chico voltou a respirar com ajuda de aparelhos e segundo boletins, o ator estava recebendo altas doses de medicação para controlar a pressão arterial, além de ter sido submetido uma punção torácica esquerda com drenagem de grande quantidade de sangue. A luta de Chico pela vida vem de longa data. Em dezembro de 2010, o artista deu entrada no mesmo hospital com quadro de falta de ar. Após a realização de exames foi diagnosticado um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio). "Sobrevivi a isso tudo porque sou forte, sou nordestino. Não tenho medo de morrer. Só acho uma pena, quando ainda tenho tanta coisa a fazer, para ver, tanto filho para ajudar, tanto neto... Mas, um dia, vou morrer. Não posso lutar contra o inevitável”, declarou ele ao jornal "O Globo" depois de passar 110 dias internado. Entre idas e vindas ao hospital, Malga di Paula, mulher do astro, nunca perdeu as esperanças e costumava relatar em redes sociais seus dias e noites ao lado do humorista. O ator, humorista, compositor, escritor, pintor, radialista, comentarista e diretor construiu cerca de 210 personagens ao longo da carreira e fez mais de 10 mil shows pelo país e fora dele. "Tiro os personagens da vida, do que meus olhos veem nas calçadas, nos campos de futebol, nos estúdios, nas casas que frequento, nos restaurantes. O mundo é minha inspiração", dizia ele. E é este mesmo mundo que lamenta a perda de um dos mais completos artistas que o Brasil já conheceu: Francisco Anysio Paula Filho. O Baú do Edu deixa aqui todo o seu respeito e admiração. Em homenagem ao grande mestre, a gente relembra agora um dos quadros que mais me divertia no final da minha infância: Pantaleão, Terta e Pedro Bó. Descanse em paz, Chico!

NINGUEM ESCAPA DA LEI DE MURPHY

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Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
Há várias versões, mas a mais difundida - contada no livro Uma História da Lei de Murphy, de Nick Spark, ainda inédito no Brasil - é a de que o autor do famoso "se algo pode dar errado, vai dar errado" é Edward A. Murphy Jr., major e engenheiro da Força Aérea americana na década de 1940. A frase foi formulada após um acontecimento típico da futura "lei": em um experimento para testar a tolerância humana à aceleração da gravidade, um técnico tinha que encaixar 16 medidores de aceleração em uma máquina e, por força de uma "lei" até então inominada, não acertou a posição de nenhum. Foi então que Murphy disse a tal frase ("se algo pode dar errado...") e seu colega John Stapp, um major com visão de publicitário, decretou a criação da "Lei de Murphy". Hoje, a lei foi "adaptada" para diversas áreas da vida, como, por exemplo: "A probabilidade de você encontrar uma garota bonita aumenta se você está com a namorada"; "Se você joga fora alguma coisa que tem há muito tempo, você vai precisar dela logo"; "Ninguém nunca está ouvindo, até você falar uma besteira"; "Toda vez que um incompetente se demite é substituído por alguém mais incompetente ainda" etc. Em 2003, a famosa "lei" ganhou o prêmio IgNobel, concedido a invenções consideradas inúteis. A homenagem (às avessas) póstuma foi recebida pelo filho do engenheiro.
As 20 melhores Leis de Murphy

1. Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
2. Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.
3. Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.
4. Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.
5. Se há possibilidade de várias coisas darem errado, todas darão - ou a que causar mais prejuízo.
6. Se você perceber que uma coisa pode dar errada de 4 maneiras e conseguir driblá-las, uma quinta surgirá do nada.
7. Seja qual for o resultado, haverá sempre alguém para:
a) interpretá-lo mal. b) falsificá-lo. c) dizer que já o tinha previsto em seu último relatório.
8. Quando um trabalho é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora.
9. Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série.
10. Toda vez que se menciona alguma coisa: se é bom, acaba; se é ruim, acontece.
11. Em qualquer fórmula, as constantes (especialmente as registradas nos manuais de engenharia) deverão ser consideradas variáveis.
12. As peças que exigem maior manutenção ficarão no local mais inacessível do aparelho.
13. Se você tem alguma coisa há muito tempo, pode jogar fora. Se você jogar fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo, logo.
14. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.
15. Quando te ligam: a) se você tem caneta, não tem papel. b) se tem papel não tem caneta. c) se tem ambos ninguém liga.
16. A Natureza está sempre à favor da falha.
17. Entre dois acontecimentos prováveis, sempre acontece um improvável.
18. Quase tudo é mais fácil de enfiar do que de tirar.
19. Mesmo o objeto mais inanimado tem movimento suficiente para ficar na sua frente e provocar uma canelada.
20. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda provocará mais destruição do que se deixássemos o objeto cair naturalmente.

WELCOME THE ROLLING STONES - SENSACIONAL

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Mick Jagger e Keith Richards tiveram a ideia para "Honky Tonk Women" em uma viagem de férias pela América do Sul. A dupla voltou para o estúdio de gravação em maio de 1969 com versos de puro rock, como "I met a gin-soaked barroom queen in Menphis" ('Encontrei uma rainha do bar encharcada de gim em Menphis'). Os Rolling Stones gravaram a canção em cinco horas. "Honky Tonk Women" marcou a estreia do guitarrista Mick Taylor, que fez overdub em sua parte; o produtor Jimmy Miller acrescentou um cowbell crucial, acertando em cheio o clima de clube de striptease de "Honky Tonky".

RAUL SEIXAS - O INÍCIO, O FIM E O MEIO, de Walter Carvalho

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Quando aceitou o convite para dirigir o documentário Raul — o início, o fim e o meio, Walter Carvalho tinha como missão abordar um artista já biografado em dezenas de livros, assunto de incontáveis reportagens, cultuado como poucos cantores no Brasil. Para o trabalho, o cineasta paraibano, 65 anos, também conhecido como um dos mais requisitados e premiados diretores de fotografia do país, realizou quase uma centena de entrevistas (54 delas estão no filme), vasculhou acervos de emissoras de TV, reuniu fotos e conseguiu registros audiovisuais raros de Raul Seixas (1945-1989).
“Raul Seixas, gostem ou não, é um mito. Cerca de 5 mil pessoas se reúnem espontaneamente na data de morte dele, em várias cidades, para ficar cantando as músicas dele até de madrugada. Isso é o mito”, enfatiza Walter Carvalho, diretor de O início, o fim e o meio, referindo-se à manifestação Toca Raul, evento anual dos fãs do artista. O filme sobre o maluco beleza chega às telas de cinema HOJE, sexta, 23/3. É uma documentário biografia apresentando as várias fases da obra do artista, construída com depoimentos de parceiros, amigos, familiares etc. Com cenas cômicas, especialmente quando o próprio Raul está em cena, mas essencialmente trágico. Afinal, é a história de ascensão e queda de um ídolo, mas que mostra o quanto a arte de Raul Seixas continua brilhante.
“Fiz um filme sobre tempo e memória”, afirma Walter Carvalho, situando a obra como reflexão que tudo observa sem tomar partido. “Raul Seixas foi um artista que mexeu com o imaginário das pessoas. E continua assim, mesmo não estando mais aqui”, afirma. De tudo que viu e ouviu sobre o artista, ficou especialmente a admiração com a síntese musical realizada por Raul Seixas. “Impressiona-me a mistura de rock e baião, de Luiz Gonzaga e Elvis Presley. É uma sacada genial”, observa. O exemplo, aponta, é a canção Let me sing, apresentada no Festival Internacional da Canção, em 1972, materialização da proposta que valeu enorme sucesso ao artista. “Raul foi anárquico, libertário, contestador, um utopista do tempo em que as utopias eram individuais – hoje elas são coletivas”, observa.
Um emblema artístico do cantor e compositor baiano, para Walter Carvalho, pode ser a afirmação do mago inglês Aleister Crowlew (1875-1947), que está estampada no cartaz do filme: “Faze o que tu queres, há de ser tudo a lei.” “É afirmação do direito de cantar, de morrer, de ir e vir quando bem quiser. Isso é a cara do Raul”, garante. Fazer o filme, conta o diretor, não foi nada fácil. É obra feita com recursos limitados e envolveu muitas viagens no Brasil e para o exterior (para ouvir parentes do artista na Bahia; parceiros, como Paulo Coelho, na Suíça; e até a esposa de Raul, que mora nos Estados Unidos). Depois, como há muito material na internet, teve de fazer pesquisa profunda para localizar material inédito (como preciosos registros do artista em estúdio) dos anos 1970, quando se filmava pouco.
A produção durou três anos, entre pesquisa, realização das entrevistas e montagem do documentário. Das 400 horas de material coletado sobre Raul Seixas, duas terminaram no filme. Muitas das imagens são inéditas: cenas da infância de Raul, seu “casamento satânico” com Gloria Vaquer, bastidores de gravação, até o reencontro do cantor baiano com Paulo Coelho, no camarim de um show, depois de 15 anos sem se verem.
Um emblema artístico do cantor e compositor baiano, para Walter Carvalho, pode ser a afirmação do mago inglês Aleister Crowlew (1875-1947), que está estampada no cartaz do filme: “Faze o que tu queres, há de ser tudo a lei.” “É afirmação do direito de cantar, de morrer, de ir e vir quando bem quiser. Isso é a cara do Raul”, garante. Fazer o filme, conta o diretor, não foi nada fácil. É obra feita com recursos limitados e envolveu muitas viagens no Brasil e para o exterior (para ouvir parentes do artista na Bahia; parceiros, como Paulo Coelho, na Suíça; e até a esposa de Raul, que mora nos Estados Unidos). Depois, como há muito material na internet, teve de fazer pesquisa profunda para localizar material inédito (como preciosos registros do artista em estúdio) dos anos 1970, quando se filmava pouco.
Walter Carvalho é um dos mais importantes diretores de fotografia do cinema brasileiro. Vem, há cerca de uma década, atuando como diretor, produtor, roteirista sem deixar de atuar como fotógrafo. Levam a assinatura dele Janela da alma (2001), dirigido junto com João Jardim, e Budapeste (2009), a partir de livro homônimo de Chico Buarque. No momento, está realizando filme sobre o multiartista Antônio Nóbrega. O fio que liga, direta ou indiretamente, os autores dos filmes à música, segundo o diretor, vem da admiração que ele tem pelos artistas e suas respectivas obras. Acrescente-se a sedução por trabalhos que envolvam memória, realidade e gosto por documentários.
QUATRO PERGUNTAS PARA WALTER CARVALHO
Teve alguém que você gostaria de ter entrevistado, mas não conseguiu?
Eu gostaria muito de ter entrevistado a mãe do Raul, que já morreu. Mas todos os outros foram acessíveis, generosos, sem nenhum problema. As ex-mulheres do Raul, sobretudo. Todas elas são apaixo¬nadas por ele até hoje—não sei se dá para perceber isso no filme.
Até a Edfth, primeira mulher dele?
Acho que ela "virou a página" legal, de ver¬dade. Quando o Raul começou a fazer sucesso, co¬nheceu outra mulher e abandonou a Edith. Ela é america¬na, voltou para os Estados Unidos com a filha deles, Simone, e nunca mais deixou o Raul ver a menina. Ele sofreu para o resto da vida por causa disso. A mãe do Raul dizia que ele chorava sempre que falavam perto dele da Edith e da filha. Eu acho que o Raul morreu por amor.
Você codirigiu Cazuza - o tempo não para. Seu irmão, Vladimir Carvalho, lançou recentemente o documentário Rock Brasília, que tem Renato Russo como um dos protagonistas. Acha que estamos ficando carentes de artistas que causem esse tipo de impacto no público?
Acho difícil surgirem novos Rauls, Renatos ou Cazuzas. O contexto político de onde esses caras vieram, um momento de repressão, não existe mais. A atitude desses três artistas era contestadora, libertária. Hoje em dia, não é o artista que se impõe ao mercado, é o mercado que produz o artista—que não precisa acontecer, basta estar na mí¬dia e isso já é a notícia, o acontecimento em si. Serão necessárias dé¬cadas para surgir a química que deu no Raul.
Que pergunta você faria para Raul?
Ninguém nunca me perguntou isso (fica em silêncio por alguns segundos)... Semana passada fui a Salvador, fazer a pré-estreia do fil¬me. Olhando do avião, eu tinha a impressão de que poderia encon¬trar Raul lá embaixo em qualquer esquina—talvez por todo o tempo que passei ouvindo sua voz cantando e falando e vendo sua imagem todos os dias. A única coisa que eu faria se o encontrasse seria per¬guntar: você que ver o meu filme que eu fiz sobre você?

CARL PERKINS - BLUE SUEDE SHOES

Um comentário:
Johnny Cash já tinha dado a Perkins a frase "blue suede shoes" ("sapatos de camurça azul") como ideia para uma música. Mas quando ele ouviu um rapaz do Tenessee tentando evitar que a garota com quem estava dançando estragasse seus sapatos novos, Perkins se inspirou para compor um megahit. Entrou nas paradas pop, R&B e country. Perkins estava dirigindo para Nova York para apresentá-la no"The Perry Como Show" quando seu carro bateu num caminhão. Perkins ficou semanas acamado. Tudo o que ele podia fazer era ficar em casa e assistie enquanto 'Blue Suede Shoes' era apresentada no The Milton Berle Show cantada por Elvis Presley, que depois admitiu jamais ter superado a versão original de Perkins.

Além das gravações de Perkins e Presley, Bue Suede Shoes também foi gravada e cantada por gente como: Buddy Holly, Johnny Rivers, Cat Mother & the All Night Newsboys, Black Sabbath, John Lennon and the Plastic Ono Band, Jimi Hendrix, Bruce Springsteen, The Grateful Dead, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Pat Boone, Merle Haggard Conway Twitty, Bill Haley and His Comets, The Beatles em 1969, Paul McCartney, Eric Clapton, Robbie Robertson, Paul Shaffer, no Rock and Roll Hall of Fame, em 1999, Mary J. Blige, Ten Years After, Dave Clark 5, Brian Setzer, Albert King, Lawrence Welk e The Toy Dolls.
ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL! IM-PER-DÍ-VEL!!!
"Carl Perkins & Friends - Blue Suede Shoes: A Rockabilly Session" foi um concerto realizado pelo grande Carl Perkins em 21 de outubro de 1985 em Londres, no Limehouse Studios e que contou além da banda de Perkins, com supertime de fazer inveja a qualquer um. A constelação de conividados especiais contou com amigos - fãs e admiridadores - do mestre tais como: como: George Harrison, Ringo Starr, Eric Clapton , Dave Edmunds (que também foi o diretor musical do show) e Rosanne Cash. A maioria do repertório executado no show consistiu em canções clássicas de Perkins - puro rockabilly dos anos 1950. O concerto especial foi ao ar originalmente pelo canal Cinemax em 1986, com comentários introdutórios de Johnny Cash , Roy Orbison e Jerry Lee Lewis. O concerto é um destaque memorável tanto da carreira de Perkins como de todos que fizeram suas participações especiais, inclusive George Harrison.
A SUPERBANDA: Carl Perkins (guitarra e vocais), George Harrison (guitarra e vocal), Ringo Starr (bateria e vocal), Eric Clapton (guitarra, vocais), Dave Edmunds (guitarra, vocais), Greg Perkins (baixo), Lee Rocker (contrabaixo), Slim Jim Phantom (bateria), Earl Slick (guitarrista), David Charles (bateria), John David (baixo), Mickey Gee (guitarra), Geraint Watkins (piano) e Rosanne Cash (vocal). Não perca tempo! Download já! Afinal, não é todo dia que se acha uma pérola como esta.
DOWLOAD NOW!
E, nesse link, a gente confere a versão explosiva e matadora de John Lennon e sua Plastic Ono Band no festival de Toronto em 1969. Valeu! Abração! http://youtu.be/FuEMdfwmQTM