sábado, 21 de abril de 2012

PARABÉNS, MINHA BRASÍLIA QUERIDA!

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Hoje é um dia pra lá de especial. Hoje, nosso querido Paul McCartney – o maior artista do planeta, vai fazer a terra tremer novamente e trazer um pouco de alegria a toda essa gente que merece tanto. Hoje também, minha Brasília querida completa 52 anos. Com todos (ou mais) problemas de toda grande metrópole. Uma cidade que cresceu desordenadamente e agora parece completamente fora dos próprios eixos. Apesar de tudo, dos políticos safados, ladrões e corruptos, das invasões, do crescimento absurdo, Brasília continua linda e hoje gostaria de expressar novamente todo o amor que sinto por essa terra e sua gente. Terra Santa, que meu pai sabiamente escolheu para vivermos. Parabéns, lindona! Quem quiser conferir a beleza e a história dessa terra maravilhosa, clique no link e vejam as mais belas fotos dos melhores fotógrafos que essa cidade já viu. Valeu! Abração!

O BAÚ DO EDU AVISA PELA CENTÉSIMA VEZ!

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MESMO POR MAIS SIMPÁTICOS QUE SEJAM!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

WINGS OVER AMERICA - O VÔO MAIS ALTO DE PAUL McCARTNEY

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Por Peter Ames Carlin
Quando as luzes baixaram, o rugido pareceu estremecer o teto de concreto do Kingdome. A música começou devagarinho, uma guitarra acústica sendo dedilhada, um baixo, um sintetizador tocando uma melodia simples, persistente. Em seguida, uma voz. Sitting in the stands of the sports arena, waiting for the show to begin (...), e não qualquer voz, mas aquela sonoridade sincera e pueril. Tão familiar, e mesmo assim tão arredia; todos o conheciam, mas fazia tanto tempo que ele se apresentara nos Estados Unidos que quase nenhuma das pessoas presentes ao estádio o tinha realmente visto em carne e osso. A seguir, um único refletor acendeu sobre o palco e lá estava ele, uma figura semiencoberta pela névoa. A luz era turva, seu rosto era apenas uma nódoa nas telas de projeção. Ainda assim, era possível enxergá-lo - o cabelo escuro, os olhos de animalzinho de estimação, as bochechas firmes - e aquele súbito reconhecimento provocou outro rugido capaz de sacudir o teto do estádio. O verso de "Venus and Mars" deu margem a uma breve passagem instrumental, um padrão de acordes circular que tomava os instrumentos conforme convergia para um pequeno refrão da guitarra elétrica, que sibilava em direção ao momento em que tudo explodia de uma só vez. Os tambores retumbaram, o baixo espocou, as guitarras rosnaram. Em seguida, soaram os primeiros sinais de "Rock Show" e aquela mesma voz no ápice de sua força, prometendo todos os tipos de loucura que estavam por vir. If there's a rock show, ele gritou. We'll be there - oh yeahhhh! O palco foi totalmente iluminado, era possível ver todos os membros da banda, cinco estrelas do rock cobertas de brilho. No entanto, a figura icônica no centro do palco atraía todos os olhares.
Mais de setenta mil pares de olhos arregalados, radiosos, brilhando ao ver Paul McCartney. É bom lembrar que se trata de uma banda e que ela tem um nome: Wings. Aquela mensagem fora pensada para toda a turnê nos Estados Unidos, e para as apresentações na Inglaterra e na Austrália que a precederam. O nome de Paul não apareceu em nenhum lugar dos ingressos, e em nenhum dos anúncios. Wings Over the World ou Wings Over America foi tudo o que se disse. E, na época em que alcançaram aquela etapa de clímax da turnê norte-americana, com o novo disco Wings at the Speed of Sound sendo seu terceiro álbum colocado em primeiro lugar na lista, era tudo que as pessoas precisavam saber. Ou ouvir, para todos os efeitos. Assim, após a abertura explosiva com "Venus and Mars/Rock Show", a banda prosseguiu com "Jet" , e depois com "Let Me Roll It", de Band on the Run, mantendo toda a arena de pé. Um par de novas canções, "Spirits of Ancient Egypt" e o sucesso de Jimmy McCulloch, "Medicine Jar", serviu para acalmar um pouco os ânimos, até que Paul se dirigisse ao piano para tocar "Maybe I'm Amazed" e tudo se incen¬diasse outra vez. Canção a canção, sucesso a sucesso. Ele toca baixo, piano, guitarra acústica. O espetacular tema de James Bond "Live and Let Die", a dolorosamente romântica "My Love", a veranista "Listen to What the Man Said". Canções intermináveis, todas fazem sucesso. A seguir, veio a mais recente primeira colocada nos rankings, "Silly Love Songs", e a que tinha acabado de ser lançada e já se encaminhava para o topo, "Let 'Em In". Por fim, "Band on the Run", uma repetição acelerada de "Hi, Hi, Hi" e, num gesto ousado, a inédita "Soily" para encerrar o espetáculo. Um extraordinário show de rock, sob qualquer ponto de vista. Mesmo assim, não foi sobre isso que as pessoas ficaram falando depois.
"Ele tocou 'Yesterday'!" E não apenas isso, como também "The Long and Winding Road", "Lady Madonna", "I've Just Seen a Face" e "Blackbird". Cinco canções dos Beatles, tocadas com alguma hesitação, talvez, mas ainda assim visões do nirvana do rock 'n' roll apresentadas por um dos ídolos do rock mais adorados, ali mesmo, naquele momento. Quando Paul se sentou sozinho com sua guitarra acústica e cantou a linha de abertura de "Yesterday", a imensa multidão ficou inteiramente em silêncio.
Apenas uma voz, uma guitarra e quase setenta mil pessoas aprisionadas por cada uma das notas. O show de Seattle, o maior de toda a turnê dos Wings, em 1976, aconteceu no dia 10 de junho, apenas alguns dias antes do espetáculo final em Los Angeles. Cada aspecto da turnê, do laseir às bolas de espelho e à agenda que permitiu aos McCartney evitar as hotéis e alugar casas nas cidades centrais, foi planejado nos mínimos detalhes. As crianças McCartney estavam lá, é claro, e ficaram sob os cuidados de Rose, a babá. Mas não era preciso muito esforço para enxergar a fumaça de maconha, as garrafas de uísque e os baldes transbordantes de cerveja, e talvez até uma carreira das mais finas, proveniente da Bolívia. Para Paul, como sempre, um pouco de excesso do rock 'n' roll era sempre bem-vindo, desde que não comprometesse o espetáculo. "Era preciso estar suficientemente sóbrio para tocar", diz Howie Casey, o veterano de Liverpool que Paul tinha contratado para conduzir os quatro homens dos metais. "Foi uma época maravilhosa. Tudo sob controle, nenhuma preocupação. A sensação era boa o tempo inteiro. Tudo relaxado, sem tensão ou estresse, mas dentro dos limites." Talvez McCulloch não reconhecesse os próprios limites. Ele era muito jovem, tinha 23 anos, um pequeno homem determinado a fazer tudo maior, mais rápido e mais louco do que jamais havia sido feito antes. "Ele era um cara legal", continua Casey. "Um roqueiro sem disfarces. Eu gostava muito dele. Mas o uísque nem sempre concorda com as pessoas e, quando ele bebia, se transformava." Certa noite, Jimmy se retirou depois de "Band on the Run" e disse que já tinha sido o bastante e que não voltaria para o bis. Paul correu atrás de McCulloch, agarrou-o pelo colarinho e o jogou contra a parede do camarim. Vá para a porra do palco, seu filho da puta!, ele rosnou. "E ele foi", Paul relembra alegremente. "E tocou muito bem!"
Nessa época, Linda não precisava ser persuadida a subir no palco e, quando lá estava, postava-se alegremente atrás dos teclados que parecia dominar com facilidade. A voz dela era uma facetia familiar da combinação vocal dos Wings, tendo feito também a voz principal no novo disco, cantando "Cook of the House" a plenos pulmões, de forma quase confiante. Se alguém não gostasse da sua apresentação ou dela mesma recebia uma resposta precisa: "Foda-se!" Em sua opinião, críticos musicais eram como professores de escola, e nós não deixamos todos os seus faça-isso, faça-aquilo pendurados na sala de aula? "É como ter os pais na sua cola", ela disse a Fong-Torres, da revista Rolling Stone. "Esta banda é ótima, e nós nos divertimos bastante. E isso é tudo que importa."
Denny Laine estava no auge, com quatro sucessos notáveis que incluíam seu velho êxito da época dos Moody Blues, "Go Now", e uma participação incandescente no último disco, "Time to Hide", colocada entre os números finais do espetáculo, destinados a incendiar a plateia. "Naquela época, nós estávamos muito firmes, e tínhamos uma recepção fantástica onde quer que chegássemos", afirma Laine. "Não poupávamos esforços, e fazíamos inúmeras experimentações. Os monitores do palco foram desligados, o que era revolucionário. E tocar ao vivo despertava o que havia de melhor em cada um. Aquela turnê foi de fato o nosso ponto alto."
Ninguém voou mais alto do que o homem que estava no centro daquilo tudo. Paul usou um paletó negro com ombros bordados e uma corrente com o ícone dos Wings em volta do pescoço. O cabelo desgrenhado sobre o colarinho, o rosto cheio e brilhante, a voz mais forte e mais flexível do que antes, ora doce, ora áspera, plena de determinação sagaz. Parecia que ele podia fazer qualquer coisa. Os seus críticos tinham afirmado que ele escrevia muitas canções de amor bobas? Tudo bem, eis mais uma nova melodia chamada "Silly Love Songs", que também é o single mais vendido de todos. "E o que há de errado nisso?", Paul cantou. "Pois aqui vou eu outra vez!"
Lá foi ele de novo, e o mundo ficou abalado, "mccartney está de volta" era a manchete de capa da revista Time; "mccartney: o beatle com charme está de volta'", no New York Times, "Ontem, Hoje e Paul", na capa da Rolling Stone. Aclamação universal e sem meias medidas. "Um beatle na asa; uma banda no caminho; mas não exatamente o que vocês viram durante todos esses anos", declarou a Rolling Stone. Aquele era o seu momento, toda a magia restaurada, só que, desta vez, dentro dos seus próprios termos. Quer dizer, quase. Porque nunca se podia saber como ele se sentia com essas outras histórias que seguiam a turnê de cidade em cidade.
Os Beatles voltariam a tocar juntos na turnê?
A mídia parecia insistir que aquilo tinha de acontecer. Afinal de contas, John estava em Nova York, Ringo passava a maior parte do tempo em Los Angeles e George não era exatamente um estranho nesses lugares. Todo mundo sabia que eles vinham se encontrando, tocando nos discos uns dos outros. Por que seria difícil para eles darem uma corrida e aparecerem como convidados no palco de Paul? Em especial depois que Bill Sargent, um produtor norte-americano com aspirações milionárias, oferecera aos Beatles, alguns meses antes, a quantia de cinquenta milhões de dólares por um único show conjunto que ele transmitiria ao mundo inteiro em circuito fechado de TV. Será que eles considerariam a oferta? Como sempre, Paul ficou, no mínimo, indeciso: "Podíamos fazer isso e, se fizéssemos, faríamos bem", afirmou numa entrevista coletiva anterior à turnê, em Londres. "Mas, então, podíamos não fazer. Ou, quem sabe (...) faríamos!"
Estranhamente, a oferta de grandes proporções de Sargent inspirou uma cadeia de eventos que praticamente levou a um encontro público entre John e Paul. A magia se concretizou no dia 24 de abril, durante outra visita de Paul a seu velho amigo e parceiro. Eles já estavam havia algumas horas no apartamento de John e Yoko, no edifício Dakota, quando, às 23h30, John ligou a televisão no programa de comédia e variedades Saturday Night Live, que naquela noite incluiu uma peque na sátira à oferta de cinquenta milhões de dólares por uma reunião dos Beatles. O produtor do programa, Lorne Michaels, estava sentado sozinho na mesa e afirmou sinceramente que precisava se dirigir aos quatro ex-beatles. Ele tinha, como declarou, uma oferta séria para que eles considerassem. Se concordassem em se reunir no Saturday Night Live e tocar o número usual de três canções de qualquer convidado, ele cuidaria para que a NBC lhes pagasse três mil dólares. "Vocês é que sabem", Michaels falou. "Será fácil (...) e se quiserem dar uma parcela menor para Ringo, o problema é de vocês." Michaels estava brincando, é claro. Mas ele também tinha noção de que os Beatles podiam ser bem moleques e, com John na cidade, bem, tudo era possível. Michaels afixou panfletos no saguão do Rockfeller Center, por garantia. O que ele não sabia era que os dois principais membros da banda estavam assistindo ao programa juntos, às gargalhadas, a apenas 22 quarteirões ao norte e duas grandes avenidas do local de onde ele estava falando. Em seguida, eles começaram a desa¬fiar um ao outro. Eles deviam ir para o centro da cidade! Seria fácil. Eles podiam ir praticamente a pé! "Nós quase fomos até o estúdio, por pura gozação", John relembrou. "Quase entramos no táxi, mas estávamos cansados demais."
Como aquela visita tinha sido engraçada, e como a camaradagem e a conversa sobre uma nova reunião estavam no ar, Paul voltou ao Dakota na tarde seguinte, com o violão nos braços. Dessa vez, ele chegou sem avisar, trazendo um violão, e as boas-vindas não foram tão calorosas. Cansado das visitas espontâneas de Paul, John deu ao velho amigo uma lição curta e grossa sobre a importância de telefonar antes. "Não estamos mais em 1956, e simplesmente aparecer na porta não cola mais", ele disse. Paul ficou visivelmente magoado e saiu rapidamente. "Eu não quis ser grosseiro", afirmou John. Mas não havia mais tempo para consertar as coisas - Paul fora embora da cidade naquela mesma noite para se encontrar com a sua banda no Texas, onde a turnê Wings Over America estava prevista para começar dentro de alguns dias. Mesmo assim, magoado ou não, Paul continuou meditando abertamente sobre a perspectiva de que John assistiria ao seu concerto quando os Wings chegassem a Nova York, no final de maio. Paul revelou que eles haviam falado sobre isso ao telefone. "Eu disse a ele: 'Bem, você vem ao show no Madison Square Garden?' 'Bem', respondeu ele, 'todo mundo meio que me pergunta se eu vou (...)' e eu falei: 'Oh, Deus, isso é uma chatice, não é?'" O problema, segundo Paul, é que nenhum ex-beatle era capaz de vê-lo tocar sem ter de confrontar a expectativa de subir no palco e tocar junto. "Assim, se eles subissem, teríamos de ser muito bons. Não poderíamos ser apenas ordinários, pois [a mídia] iria dizer 'Os Beatles avacalharam a turnê dos Wings', ou coisa parecida." Com tanta pressão, com tantas razões para se apegar ao show extraordinário dos Wings e deixar os Beatles dormindo em paz, por que Paul se arriscaria? No entanto, ele não conseguia esquecer. "Se John quiser vir nessa noite, ótimo, vamos tentar fazê-lo participar. Tudo muito tranquilo, sem grandes exibições. Apenas tocando de ouvido."
Paul enviou um par de ingressos para John e, se esperou encontrar o velho amigo no Garden, ficou decepcionado. John deu os ingressos para a babá e passou a noite em casa, assistindo à televisão.

De todos os discos que você tem, existe algum que você tem um “chamego” especial?
Edu: Tem. O álbum triplo “Wings Over America” que eu roubei na Sears.
Roubou???
Edu:
(Rindo) É. Roubei, sim.
Essa deve ser boa. Dá pra contar?
Edu:
(Rindo muito) Dá. Mas não tentem fazer isso! O ano era 1978. Eu tinha 16 anos e vivia o auge da minha beatlemania. Graças a Deus, não existiam os mecanismos tecnológicos de segurança que existem hoje! Um dia, no Conjunto Nacional, tive meu primeiro contato imediato de 3º grau com o objeto que me fascinou. Meu Deus! O bichão era triplo, enorme e pesadão! Quando abria, aparecia uma ilustração belíssima dos Wings em ação. Aquilo tinha que ser meu! Dormia, sonhava e acordava imaginando uma forma de conseguir o discão. Naquela época, passava meses juntando grana para comprar um disco. Esse era triplo! Levaria 1 ano para ter o dinheiro para aquele álbum. Numa sexta-feira, dia 13 de janeiro de 1978, elaborei o plano que seria executado no outro dia, sábado à tarde. Precisava de dois amigos. Convoquei o Nelson e o Cacá. Cada um ficaria numa das extremidades da prateleira onde estava o disco de Paul. Tudo calculado milimetricamente. Chegamos ao Conjunto Nacional e fomos para a Discodil onde comprei um disco bem barato. Eu só queria a sacola da Discodil. E fomos para a Sears. A operação não demorou 5 minutos. Enquanto os meninos vigiavam, rapidamente enfiei o “Wings Over America” na sacola da Discodil. Na maior cara-de-pau do mundo, chamei um dos vendedores e perguntei onde estavam as fitas cassetes. Peguei duas e fui para o caixa. Paguei as duas fitas e saimos da loja com um medo absurdo de que a qualquer momento seríamos pegos pela polícia. Chegamos na rodoviária, entramos no ônibus e fomos no caminho de casa. Comecei a me sentir feliz por achar que tudo tinha dado certo. E então? Finalmente entrei em casa! Alí, acontecesse o que tivesse que acontecer, estava à salvo. O Papai percebeu minha excitação e desconfiado perguntou: “O que você tem aí?”. “Nada! Um disco do Big Boy. O senhor não vai gostar”. Entrei no quarto. Meu irmão não estava. Tranquei a porta, cerrei os punhos, levantei as mãos para o alto, me ajoelhei e como “O Conde de Monte Cristo”, gritei: “O mundo é meu! O mundo é meu!”.

Link para a postagem "A VOLTA TRIUNFAL: WINGS OVER AMERICA" do Baú do Edu publicada originalmente em 18 de junho de 2010: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/06/volta-triunfal-wings-over-america.html
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O CAMALEÃO MUDA de COR NOVAMENTE

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Por Luiz Clementino
Bob Dylan se apresentou em BRASÍLIA, terça-feira dia 17.ABR.2012, amuado, taciturno, sem dar papo a ninguém, principalmente para a imprensa. Neste aspecto, tudo como sempre, porém na criatividade a coisa mudou, também como sempre. O CAMALEÃO adquiriu cores mais vivas, mais aguçadas e através de um “RHYTHM and BLUES” vigoroso, que foi a tônica do espetáculo de cabo a rabo. Nada de parafernália ou telão, apresentação “cool”, quase intimista.
Não se trata de uma apresentação de Bob Dylan e, sim, de uma banda de rock and roll com músicos de primeira (os dois guitarristas são excelentes), no qual Bob Dylan é também um integrante. Claro que ele é o grande maestro com seus arranjos criativos, despojados e com voz rouca e forte. A performance de “Like a Rolling Stone” é inovadora. São outros caminhos percorridos, quase uma nova canção, um novo som maravilhoso e engajado. Para se ter ideia, no meio da música Margareth me perguntou: ”é a like a Rolling Stones”?
Tudo leva a crer que a produção artística de Bob Dylan, depois de algum tempo, não significa grande coisa para ele próprio, o que interessa é a próxima criação. Mais parece uma torneira onde jorra a água pura e cristalina, não importa a boa qualidade da água e sim o fato de jorrar, cada vez mais.
Agora, convenhamos, exigir “blowin’ in the Wind” de um cara, que trilha há mais de 50 anos na estrada tortuosa do rock e com mais de 600 composições, é perfeitamente compreensível que não tenha mais saco para voltar ao passado. O impulso e a motivação são o trampolim para as próximas criações e, muitas vezes, com conteúdos bem diferentes do belo som anterior.
A questão é que Dylan nunca estagnou e sempre produzirá obras coerentes com seu estado de espírito vigente, gostem ou não, pois o que importa é produzir e ademais, como já foi dito, a compreensão desse processo," está soprando com o vento".
Luiz C. - BSB - abril 2012
PS.1- Satisfação grande encontrar meu amigo José Humberto num astral maravilhoso e alegríssimo (bota alegre nisso), na saída do show.
PS.2- Bob Dylan, antes de qualquer coisa, é um chato. Não permitiu que eu entrasse com meu equipamento fotográfico. Fazer o quê?
PS.3- O BAÚ do DUDU, apresentou excelente matéria sobre Dylan em Brasília, com competência e seriedade que lhe são peculiares. Confiram por favor!
http://www.correiobraziliense.com.br/app/galeria-de-fotos/2012/04/18/interna_galeriafotos,3009/confira-as-fotos-do-cantor-bob-dylan-em-brasilia.HYPERLINK "http://www.correiobraziliense.com.br/app/galeria-de-fotos/2012/04/18/interna_galeriafotos,3009/confira-as-fotos-do-cantor-bob-dylan-em-brasilia.shtml"shtml

O PALCO DO ESPETÁCULO ESTÁ QUASE PRONTO!

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São 650 pessoas que trabalham sem parar há três semanas. No próximo fim de semana, esse número sobe para 5 mil, tudo isso para deixar pronta uma estrutura que, ao todo, soma 850 toneladas. O estádio do Arruda, casa do Santa Cruz, no Recife, está se transformando para receber um dos maiores shows já vistos no Norte/Nordeste: neste sábado (21) e domingo (22), Paul McCartney pretende fazer a festa para 120 mil pessoas, nos dois dias de apresentações. Tudo fica pronto mesmo na madrugada do sábado (21), quando acontece a primeira apresentação. "Montamos toda a logística pra a equipe nacional e internacional, tudo para fazer esse grande evento com perfeição", explica a diretora artística, Aline Santana. As últimas carretas, onze ao todo, trazem a "cereja do bolo" dessa festa: são os telões e os equipamentos de iluminação, tudo montado por técnicos do Recife, do Rio de Janeiro e de Londres.

FESTA VIP PARA 'MY VALENTINE'

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Prestes a chegar no Brasil (dias 21 e 25 deste mês, respectivamente no Recife e em Florianópolis), o cantor Paul McCartney lançou na última semana o clipe da música “My Valentine”, com a participação luxuosa dos premiados atores Johnny Depp e Natalie Portman.
Para lançar o vídeo, Paul realizou uma “festinha” na loja de sua filha, a estilista Stella McCartney, que contou com: Gwen Stefani, Kristen Stewart, Gwyneth Paltrow e Zooey Deschanel, Reese Witherspoon, Ginnifer Goodwin, Miranda Kerr e Kristen Stewart.
A direção do vídeo é do próprio Paul McCartney e mostra os dois atores interpretando a música na linguagem dos sinais. Stella McCartney foi quem teve a ideia original do clipe e cuidou do figurino de Natalie e Johhny.

No entanto, já há contovérsias sobre o vídeo clip. Muitos dizem que vários dos gestos feitos pelos atores não traduzem realmente o significado das palavras.

MAURÍCIO DE SOUSA E OS BEATLES

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Para aproveitar a passagem de Paul McCartney pelo Brasil, o cartunista Maurício de Sousa (Turma da Mônica) lançou, pelo twitter, uma série de desenhos dos Beatles feitos com seus traços. Sua intenção é ajudar a popularizar o grupo entre as crianças. Maurício quer que Paul veja as figuras pessoalmente e pede para alguém tentar ajudá-lo. Ele precisa de uma aprovação oficial para poder lançar publicações com os personagens.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

ROBERTO CARLOS - ROOFTOP CONCERT

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O grande Roberto Carlos, talvez o maior artista do Brasil em todos os tempos, completa hoje 71 anos. Em sua homenagem, a gente confere agora um trechinho do filme "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura" de 1967, onde ele e a banda estão no telhado do Edifício Copam, em São Paulo, cantando a música "Quando". Portanto, dois anos antes dos Beatles subirem no telhado da Apple para seu último show. Parabéns Robertão, quem é rei, nunca perde a majestade! Quem quiser conferir o superespecial Roberto Carlos, aqui no Baú, o link é:

QUASE TUDO PRONTO PARA 'PAUL NO RECIFE'

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A prefeitura do Recife montou uma operação para as duas apresentações que Paul McCartney fará na cidade, no sábado e domingo (dias 21 e 22). A iniciativa prevê a criação de uma linha de ônibus expressa entre o shopping center próximo e o estádio do Arruda, interdições para facilitar o movimento de táxis, vans e ônibus, 75 banheiros químicos, a presença de 600 policiais militares, delegacias móveis, fiscalização para proibir a venda de ambulantes, além de ações específicas de limpeza urbana. "Esse é o primeiro show deste porte no Nordeste. Queremos que tudo dê certo", explicou o secretário de Turismo, André Campos. A centralização das ações na pasta de turismo tem lógica. De acordo com a associação hoteleira, os dois dias do show tem 100% da ocupação nos hotéis nos três maiores municípios da Região Metropolitana (Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes). De acordo com os produtores, 13% dos ingressos do primeiro dia foram comprados por paraibanos e 8%, por alagoanos. O Recife fica a duas horas de João Pessoa e a quatro horas de Maceió, de carro. Desde terça-feira(17), não há mais ingressos para o primeiro show. A primeira preocupação da prefeitura foi com relação aos táxis. No fim de semana de Paul McCartney no Recife, também ocorrerão as duas únicas apresentações de Chico Buarque, o festival Abril Pro Rock, além de apresentações que atraem grande público, como a banda Calypso. Como forma de criar oferta para a grande demanda, a frota de 6 mil táxis do Recife ganhará reforço com a livre circulação dos 790 carros de Jaboatão dos Guararapes e 800 de Olinda.
Também foi criada uma linha expressa entre o Shopping Tacaruna e o estádio do Arruda. Vinte ônibus participarão da linha, que permitirá que o público que vai ao show deixe seu carro no estacionamento do shopping center e vá de ônibus. A tarifa custará R$ 5. As duas iniciativas (livre trânsito de táxis de outras cidades e ônibus expresso) são comuns no período de Carnaval. Todo o entorno do estádio do Arruda terá bloqueio de avenidas e ruas para se criar um corredor para ônibus e táxis, além de impedir o acesso de carros. Não haverá área para o estacionamento de carros particulares. A companhia de trânsito poderá rebocar carros em calçadas ou em fila dupla. Foram escalados 130 técnicos de trânsito para o apoio, que começará na madrugada da sexta-feira (dia 20) e terminará com a dispersão do público do segundo show, no domingo (dia 22).
O público que desembarcar dos ônibus de turismo receberá panfletos com mapas indicando os acessos ao estádio e as ruas interditadas. O panfleto também contará com informações sobre a cidade. O Corpo de Bombeiros montou um posto avançado, com três carros e 18 bombeiros por dia de evento. O coronel Daniel Ferreira afirmou que este evento está sendo considerado modelo e preparação para outros, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, previstos para ocorrer na cidade. "Na área interna, aprovamos um planejamento detalhado. Serão 120 brigadistas e cinco postos médicos", detalhou. Na área externa, será montada um posto de atendimento médico e mantida uma ambulância nas imediações do Arruda. A limpeza no entorno será providenciada por 40 garis e dois caminhões-pipa para a lavagem das ruas. A previsão da prefeitura é que será feita a coleta de 20 toneladas de lixo, no sábado e domingo, depois do espetáculo.
O empresário Rogério Menezes, da Luan Promoções, garante que é no Nannai, resort localizado na Praia de Muro Alto, em Ipojuca, que o ex-beatle Paul McCartney vai se hospedar. Rogério disse, ainda, que a equipe envolvida nos shows do Recife deve fazer check-in no Hotel Transamerica Beach Class, na Avenida Boa Viagem, zona sul da cidade. Quem também confirma a notícia é Diego Jatobá, ex-secretário de turismo de Ipojuca. Nos dias 21 e 22 de abril, Paul virá ao Recife de helicóptero, aterrissando no heliponto do Chevrolet Hall. No local, deve pegar uma caminhonete blindada até o Estádio do Arruda. No entanto, a produção do evento costuma fazer reservas em vários hotéis das cidades que visitam, a fim de despistar a imprensa e os fãs e por uma questão de segurança.O Shopping Tacaruna e a Prefeitura do Recife firmaram um acordo e será disponibilizado aos fãs um ônibus especial com saídas exclusivas do shopping para o Campo do Santa Cruz, no Arruda, onde acontecerão os shows. O "Expresso Paul McCartney"começará a circular às 16h e parte do estacionamento G-3, mesmo local de saída do tradicional Expresso da Folia oferecido aos brincantes no carnaval. Os produtores do evento estimam um público superior a 60 mil pessoas por noite. O valor das passagens do expresso deverá ser anunciado nos próximos dias.
Já está sendo montado no Estádio José do Rego Maciel - Estádio do Arruda - o palco para os shows do cantor Paul McCartney, que acontecem no Recife nos dias 21 e 22 de abril. Mais de 200 profissionais estão trabalhando na montagem e produção do evento. O palco tem 70 metros de largura e, do chão a seu ponto mais alto, cerca de 26 metros, o equivalente a um prédio de oito andares. São 150 toneladas de estrutura metálica.
Se Paul repetir o repertório da apresentação de Montevidéu, o setlist será:

quarta-feira, 18 de abril de 2012

WINGS - LIVE AND LET DIE - SENSACIONAL!

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JOHN LENNON - INSTANT KARMA - FANTÁSTICO!!!

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O SHOW DE BOB DYLAN EM BRASÍLIA

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Por Marco Miranda
Acabo de ligar o computador. Busco na memória real, não na virtual, os acordes perfeitos de um show da noite passada. Sim, acordes perfeitos, precisos, impecáveis. Acordes de um rock feito por quem sabe fazer, por quem está na estrada há muito tempo trilhando e abrindo caminhos para gerações de pessoas engajadas em algum discurso sociológico libertário. Seja tocando um rock, escrevendo poemas ou discursando nas mesas dos bares.
O que vi na noite passada foi uma prova de que o rock não tem idade. No alto dos seus quase 72 anos, Mr. Bob Dylan botou pra quebrar. Reuniu uma banda de excelentes músicos, colocou a bagagem no avião, saiu mundo afora e fez uma escala aqui em Brasília. O palco foi armado no ginásio Nilson Nelson, por onde já passou de Jackson Five a Eric Clapton. Dessa vez, todos aguardavam a lenda viva do rock. Aproximadamente 8 mil pessoas, pelos meus cálculos imprecisos. E pontualmente às 21h30min, as luzes se apagaram e o som acendeu a platéia. O show começou.
Neste instante eu ainda estava numa das duas únicas filas destinadas para a entrada das arquibancadas do ginásio. A ansiedade tomava conta de todos que ainda não tinham entrado e somente ao final da segunda música consegui enxergar o palco. E foi aí que também comecei a enxergar o lado que deixou a desejar no show, a tal da produção. Sei que o rock é um som considerado cru, de acordes simples e objetivos e que tem que ser tocado sem firulas. É disso que eu gosto no rock. Mas quando se vai a um show em que o ingresso menos caro custa 120 reais, a meia entrada, o mínimo que se espera é ter condições de ver o show.
E não foi isso o que aconteceu. Pra começar, os dois telões instalados no palco estavam desligados. A iluminação era a mais simplória possível e o microfone de Bob Dylan destruiu qualquer chance de ouvir em alto e bom som, a voz anasalada mais famosa do mundo. O bar mais próximo da arquibancada exigiria, no mínimo, dez minutos de show perdidos para se comprar uma cerveja cara e quente. Mas eu não estava lá para me chatear com os problemas.
O que eu e a maioria das pessoas queríamos era ouvir a lenda cantando alguns dos seus clássicos. Mas isso também não aconteceu. Não que o som que estava rolando fosse ruim, pelo contrário, era sensacional. Mas se um artista leva 30 ou 40 anos para tocar num lugar, o mínimo que se pode esperar é que ele toque o que o público espera. O set list do show reservou espaço apenas para uma Like a Rolling Stone quase irreconhecível, com um arranjo muito diferente do que estamos acostumados a ouvir. E o show, que durou exatamente uma hora e meia, chegou ao fim deixando uma legião de novos e velhos fãs parcialmente frustrados, mas de alguma forma também estasiados. Todos estávamos ávidos para cantar em coro os grandes clássicos de Mr. Dylan. Não cantamos com ele, mas o que foi legal é que em nenhum instante a platéia desrespeitou o ídolo, que ao final, depois do único bis, fez reverências ao público. Ele não disse “obrigado Brasília”, mas saiu do palco feliz. E a cidade, mesmo com todas as falhas técnicas da produção, disse de coração “thanks, Mr. Bob Dylan”.

UMA LENDA NO MEIO DA TARDE DE BRASÍLIA

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Na tarde de ontem, a poucas horas do show no Ginásio Nilson Nelson, Bob Dylan esteve na companhia de uma das mais belas — e caras — paisagens de Brasília. Hospedado em um hotel de luxo, próximo ao Palácio da Alvorada e às margens do Lago Paranoá, o cantor americano passou algumas horas no bar da pérgola, ao lado da piscina. Com calça comprida de moletom e camiseta branca, o músico conversava descontraído com dois amigos. Sob o sol quente das 15h, Dylan deu um mergulho na convidativa piscina do hotel. Permaneceu ali, sozinho, por alguns minutos. A toalha que ele colocou na cabeça quando voltava para o quarto serviu mais para secar os cabelos molhados do que para se esconder. Ninguém ali parecia reconhecê-lo.

A MAIOR OBRA DO GDF - SENSACIONAL!

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PONTE JK DO CRUZEIRO NOVO
Enviada pelo amigo Antº Estevam. Abração!

terça-feira, 17 de abril de 2012

LINDA McCARTNEY - 14 ANOS DE SAUDADE

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Há 14 anos no dia 17 de abril de 1998, morria Linda McCartney, a eterna "Lovely Linda".
Nascida em 24 de setembro de 1941 na cidade de Scarsdale, estado de Nova Iorque, Linda Eastman era a segunda filha do advogado Lee Eastman - havia ainda um irmão mais velho e duas irmãs mais novas. A mãe de Linda morreu quando a filha tinha 19 anos de idade e já havia saído de casa para estudar - a família Eastman era bem colocada (embora não tivesse nenhuma relação com a empresa de fotografia). Linda estudou História da Arte na Universidade do Arizona; ali nasceu seu amor pela fotografia. De volta a Nova Iorque, Linda passou a trabalhar como recepcionista da revista Town & Country, onde teve a informação de um evento que abriria as portas para a Linda fotógrafa. Os Rolling Stones estavam a bordo de um iate ancorado no rio Hudson, para o lançamento de seu álbum, "Aftermath". Linda dirigiu-se ao local e foi tomada como uma fotojornalista, tendo acesso ao iate. Ali, era a única munida de uma máquina fotográfica profissional, de modo que teve a exclusividade no registro do evento. Isso gerou um interesse automático pro seu trabalho, e Linda passou a ser reconhecida como uma talentosa fotógrafa profissional. Unindo essas duas grandes paixões - a música e a fotografia -, Linda se especializou em captar imagens de grandes astros, tais como Jimi Hendrix, Bob Dylan, The Doors, The Who, The Grateful Dead, Cream, Otis Redding e Simon & Garfunkel. Acabou se tornando fotógrafa da revista Rolling Stone, e em maio de 1967, estava em Londres - foi levada por Chas Chandler, baixista dos Animals e seu amigo, ao clube Bag'o'Nails, onde ocorria uma festa pelo lançamento do álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", dos Beatles. Já estava para ir embora quando foi abordada por Paul McCartney (maiores detalhes na música "There must have been magic", faixa do último álbum de Paul, "Driving Rain", que fala sobre o encontro). A partir de então, Linda e Paul eram um casal. Ela já era divorciada de seu primeiro marido, o geólogo Melvin See, e tinha uma filha, Heather, mas isso não foi obstáculo. Paul e Linda casaram-se em 1969, numa cerimônia simples no cartório de Marylebone, em Londres, tumultuada apenas pela presença de inúmeros jornalistas e fotógrafos que registravam o "enforcamento" do Beatle mais assediado pelas meninas. O trabalho de Linda como fotógrafa lhe garantiu exposições em diversos países e em locais tão prestigiados como o Victoria and Albert Museum de Londres, bem como a edição de 5 livros de fotografias, mas não foi a única atividade a que se dedicou a sra. McCartney. Linda também dedicou-se à música - sua principal atividade nessa área foi como tecladista dos Wings a partir de 1972 e, mesmo depois da dissolução da banda, sempre esteve presente nos álbuns e shows do marido, em performances sem muito brilho, mas que não chegavam a comprometer. Outras paixões de Linda eram a culinária - adepta do vegetarianismo, escreveu 3 livros de receitas e lançou uma linha de produtos, a Linda McCartney's Homecooking - e as atividades de apoio à Ecologia e contra a crueldade com animais, nas quais se engajou, com destaque para as ONGs Friends of The Earth e PETA - People for the Ethical Treatment of Animals, que chegou a condecorar o casal McCartney com um prêmio (Lifetime Achievement Award) em dezembro de 1996. Fotografia, música, culinária, ecologia - todas essas atividades preenchiam a vida de Linda, mas nada lhe dava maior orgulho que seus filhos. Heather, filha do primeiro casamento mas adotada por Paul, trabalha com artesanato e lançou uma linha de artigos para casa. Stella, a mais famosa, trabalha com moda e fez seu nome como estilista da Maison Chloe, e seu sucesso permitiu que passasse a ter uma griffe própria, com sua assinatura. Mary é fotógrafa e James é músico, tendo participado das gravações de "Flaming Pie" e agora também compondo com seu pai - ele recebeu créditos na composição das faixas "Spinning on an Axis" e "Back in the sunshine again", do álbum "Driving Rain". A família sempre foi um suporte para Linda, principalmente depois de dezembro de 1995, quando foi diagnosticada com um câncer de mama. Sua atitude positiva e otimista mediante a vida, associada ao tratamento médico e ao apoio e amor incondicionais de Paul e seus filhos, permitiu que Linda seguisse em frente até 17 de abril de 1998, data de seu passamento, aos 56 anos. Tida como uma pessoa determinada, discreta, alegre e doce pelos que a conheciam, Linda é lembrada com carinho sempre que se ouve uma das muitas músicas que Paul compôs tendo a esposa como musa inspiradora. Essas canções certamente eternizam a "Lovely Linda" na memória dos milhares de fãs de Paul McCartney e dos Beatles. Fonte do texto: http://familiamccartney.blogspot.com.br/2009/07/linda-mccartney.html
Link para a postagem " A HISTÓRIA DE LINDA McCARTNEY - O FILME": http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/09/historia-de-linda-mccartney-o-filme.html
Notícia veiculada na imprensa no dia 25 de abril de 1998:
LONDRES - Além de enfrentar a morte da mulher, o ex-Beatle Paul McCartney passou por momentos constrangedores com a polícia de Santa Bárbara (Califórnia), quando foi insinuado que Linda havia morrido por suicídio assistido, pois não existia registro de sua morte no condado. A morte, ocorrida dia 17, só foi comunicada dois dias depois. Além disso, o corpo foi cremado, o que impedia qualquer tipo de investigação. No início da semana, porém, a família revelou que a fotógrafa, na verdade, morrera num rancho da família no Arizona e a informação inicial, que dava a Califórnia como local do ocorrido, foi divulgada apenas para despistar a imprensa. O casal já havia anunciado, em 1995, que Linda - uma vegetariana convicta - lutava contra um câncer de mama. Ela estava fazendo tratamento mas, em março, os médicos descobriram que o câncer atingira seu fígado. Pouco antes de morrer, a fotógrafa Linda McCartney encontrou quarenta rolos de filmes fotográficos preto-e-branco em que registrou os últimos dias de convivência dos Beatles. Agora, Paul McCartney pretende revelar as fotos e montar uma exposição, como homenagem à mulher. Segundo especialistas, as fotos podem fornecer novos dados sobre o rompimento do grupo e, para os colecionadores, o valor dessas imagens é incalculável. Ela casou-se com Paul em 1969, um ano antes de os Beatles se separarem. As fotos foram feitas justamente no auge da rivalidade entre Paul e John Lennon, na época em que ambos levavam suas namoradas Linda e Yoko Ono, a todos os seus encontros e gravações. Linda fotografava o tempo todo e só não revelou o material a pedido do marido.

BOB DYLAN EM BRASÍLIA - É HOJE!

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O cantor Bob Dylan se apresenta nesta terça-feira (17), no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, a partir das 21h30. Este é o segundo show do artista na turnê latino-americana de 2012. As entradas custam entre R$ 240 (entrada inteira no Setor Superior) e R$ 500 (entrada inteira na pista Premium). O ingresso para a pista custa R$ 280 (valor da entrada inteira). Estudantes com carteirinha válida, idosos com 60 anos ou mais e professores têm direito à meia-entrada. No domingo (15), Bob Dylan se apresentou no Rio de Janeiro. Depois da Capital Federal, segue para Belo Horizonte (19 de abril), São Paulo (21 e 22 de abril) e Porto Alegre (24 de abril). No show de abertura de sua turnê latino-americana, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, Dylan entrou e saiu do palco sem dar um "boa noite" ao público — só falou para apresentar o excelente quinteto que o acompanha —, vetou fotógrafos e jornalistas e selecionou um repertório com alguns clássicos, mas sem muitas de suas canções mais populares. Em 1h40 de apresentação, frustrou quem foi atrás dos greatest hits e satisfez, sem empolgar muito, os verdadeiros fãs. Faltaram algumas canções famosas, como "Hurricane", "Blowing in the wind", "Lay lady lay" e "Just like a woman". Mesmo assim, ao fim de 16 músicas, sem intervalos, todos aplaudiram de pé e pediram bis. Bob Dylan é um homem “on the road”, constantemente com o pé na estrada. Desde 1988, o cantor americano passa a maior parte do ano se apresentando pelo mundo, adicionando dezenas de datas — até agora, 2.380 e contando — àquela que ficou conhecida como Never ending tour (“A turnê sem fim”). No domingo, Dylan deu início à temporada de shows em 2012 cantando no Rio de Janeiro. Hoje, ele sobe ao palco do Ginásio Nilson Nelson, em sua primeira aparição em Brasília. Tendo como base o show carioca e as apresentações de Dylan nos últimos anos, é possível esperar nesta noite um repertório que passe por alguns clássicos dos anos 1960 e 1970 e canções de seus mais recentes álbuns, Together through life (2009) e Modern times (2006). Mas surpresas também podem aparecer. Afinal, a trajetória de Bob Dylan é permeada por manobras imprevisíveis. Em 1965, ele chocou os puristas ao trocar o violão pela guitarra e abraçar o rock (só para, pouco depois, voltar ao som acústico). No final da década de 1970, o judeu converteu-se ao cristianismo e fez discos de fé e louvor. Depois de passar os anos 1980 e começo dos 1990 lançando discos medianos, o cantor recuperou o prestígio que parecia esquecido no passado com Time out of mind (1997). Dali em diante, o trovador tem encarnado a figura de um respeitável roqueiro “das antigas”, criando canções que relêem o rock ‘n’ roll, o blues e o country. Cantor, compositor, poeta, ator e artista plástico, Robert Allen Zimmerman, 70 anos, tem uma importância imensurável para a cultura pop, tendo influenciado de maneira determinante desde seus contemporâneos, como os Beatles, até músicos das novas gerações. No Brasil, sua influência pode ser percebida no trabalho de cantores como Caetano Veloso, Zé Ramalho, Belchior, Renato Russo, entre tantos. Um sucesso que atravessa gerações.
Bob Dylan caminha pelo Rio de Janeiro
A cabeça coberta por um gorro preto esconde a cara de poucos amigos. Dá-se um desconto. É madrugada de sábado, aeroporto do Rio de Janeiro: simpatia tem limite. Nos pés, sapatos de cowboy. A jaqueta, também preta, está amarrotada, e ninguém se surpreenderia se estivesse escrito, no peito e atrás do casaco, algo como "Auto Mecânica do João". As imagens e matérias que começam a circular sobre a estadia de Bob Dylan no Brasil foram, inicialmente, surpreendentes. Simplão, o Bob, gente da gente. Mas a coisa descambou para o pitoresco. Ontem (16), a reportagem do Estado de S. Paulo trouxe uma série de imagens do lendário compositor norte-americano perambulando tranquilamente pelas ruas do Rio de Janeiro. Sem seguranças, sem assédio, o mito folk surgia novamente, num domingo quente à beça, com o gorro preto, o sapato de cowboy, óculos escuros e a jaqueta da "Auto Mecânica do João". É assim que Bob Dylan chega para a turnê de shows no Brasil. Como se estivesse em casa. Andando por aí "like a rolling stone". O repertório de domingo, no Rio de Janeiro, deve ser o mesmo dos shows em Brasília (17), Belo Horizonte (19), São Paulo (21 e 22) e Porto Alegre (24). Entre as clássicas, "Like a Rolling Stone", "All Along The Watchtower", "Tangled Up In Blue" e "It Ain’t Me, Babe". Inquieto, longe da acomodação que montes de artistas buscam aos 70 anos, Dylan faz questão de mostrar sua produção mais atual. É aí que ele vai de "Beyond Here Lies Nothin" e "Thunder on the Mountain", é aí que ele canta seu atual desinteresse pelo engajamento político em "Things Have Changed". Um show forte, com pegada de rock. Para sorte dos fãs, sua voz está melhor do que a turnê anterior, há quatro anos, em que não se compreendia quais músicas ele, rouco e fanho, tentava balbuciar no microfone. Para sorte dos fãs, há ingressos para todas as apresentações. E ainda é possível esbarrar com Bob Dylan circulando anonimamente pelas cidades em que se apresenta.

FOTO DO DIA - THE BEATLES

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

PAUL McCARTNEY NA CAPA DA REVISTA ÉPOCA

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Paul McCartney é a matéria de capa da revista Época dessa semana. A reportagem de 9 páginas faz uma nálise da eterna juventude do astro e seu poder de conquistar novas gerações, e ainda uma entrevista exclusiva. Absolutamente imperdível. Aqui a gente confere um pequeno trecho do texto de abertura da matéria. Quem sabe um dia, a entrevista não aparece aqui nos "arquivos do Baú"?
Paul McCartney completará 70 anos em 18 de junho. Apesar da idade, o astro inglês continua a fazer turnês e a emocionar um público cada vez mais numeroso, e jovem. O músico, a banda e a equipe, ao todo 95 pessoas, chegam ao Brasil na semana que vem para o show On the run. Ele estará no Estádio do Arruda, no Recife, nos dias 21 e 22, e no Estádio da Ressacada, em Florianópolis, no dia 25. É a terceira vez que Paul vem ao país em dois anos. No Recife, os 90 mil ingressos se esgotaram. De acordo com o empresário Luiz Oscar Niemeyer, que traz Paul ao Brasil há duas décadas, se houvesse mais espetáculos, as entradas acabariam em poucas horas. Não é privilégio do Brasil. A paixão pelo ex-beatle se mostrará de novo em 4 de junho, no Palácio de Buckingham, no espetáculo pelo jubileu de Elizabeth II. “Percebo que os mais novinhos estão ali, diante do palco, cantando todas as músicas e se emocionando”, disse Paul em entrevista exclusiva a ÉPOCA (leia na edição que chega às bancas nesta sexta-feira). “Não há mais conflito de gerações.” Há outros astros da geração de Paul que ainda atraem público. Nenhum se compara a ele. Seu companheiro de Beatles, o baterista Ringo Starr, tocou no Credicard Hall, em São Paulo, em novembro de 2011. O público era formado por saudosistas, com idade média de 40 anos. Os Rolling Stones são poderosos chamarizes – sobretudo para quem tem mais de 30 anos. Paul é capaz de arrastar famílias inteiras a suas apresentações; avós, pais e netos. “Os Rolling Stones atraem gente madura. Os jovens comparecem em peso às turnês do U2. Só o Paul atrai todas as faixas de idade”, diz o diretor de produção de On the run, Francisco Dourado – que montou palcos dos principais megaeventos que ocorreram no Brasil nos últimos anos. Encher estádios não é problema para Paul desde 1960, quando se destacou como baixista dos Beatles. O quarteto de Liverpool foi pioneiro em cantar em estádios para dezenas de milhares de pessoas desde a primeira turnê pelos Estados Unidos, em 1964. Com a dissolução dos Beatles em 1970, Paul continuou por dez anos a fazer shows e a gravar discos de sucesso à frente da banda Wings. Em 1990, após uma pausa de nove anos, apostou na carreira solo. Assumiu, então, a herança do cancioneiro dos Beatles. Seu show atual compreende 30 músicas e dura três horas e meia. Canta os clássicos do grupo de Liverpool, mas também lança canções – como “My Valentine”, do CD Kisses on the bottom (2011). “Na turnê passada, mais da metade dos 450 mil ingressos foi de meia-entrada”, diz Niemeyer. “Isso mostra que o público de Paul é, em sua maioria, jovem. O mesmo perfil se repete nesta excursão.” Na entrevista exclusiva que concedeu, Paul se diz realizado por reunir famílias com sua música. Para ele, cantar em estádios no Brasil é a continuação real do sonho dos Beatles. E revela um desejo: "Quero me encontrar com músicos brasileiros para gravar bossa nova".

BOB DYLAN DESEMBARCA NO RIO COM CARA DE POUCOS AMIGOS

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Mesmo sem um 'boa noite' e muito menos um 'obrigado', o músico Bob Dylan abriu sua turnê pela América Latina, ocupando o palco do Citibank Hall, no Rio de Janeiro, ontem, dia 15.
Às 20h10, Dylan começou a apresentação ao som de 'Leopard-Skin Pill-Box Hat'. O músico dançou, batucou nas caixas de som e parecia bem disposto e empolgado com a apresentação.
O público ficou contagiado com a energia de Dylan e cantou junto com ele clássicos como 'Like a Rolling Stone' e 'Desolation Row'. Porém, sem muitas novidades durante o show.
Embora o rock'n'roll tenha sido a trilha sonora que da noite carioca, o fato do músico ter vindo ao Brasil pela última vez apenas em 2008 não foi o suficiente para que o show ficasse lotado. Somente dois terços da capacidade do espaço foram ocupados, talvez pelos altos preços dos ingressos (o mais barato foi vendido a R$ 500).
Além da exigência das iluminações de palco - que deveriam parecer à luz de velas -, o músico exigiu que não fosse fotografado. Antes do show, advertiram mais de uma vez que se o fotografassem ele iria embora.
Agora, Bob Dylan seguirá para Brasília, onde tocará no Ginásio Nilson Nelson na próxima terça-feira (17). Em seguida, será a vez de Belo Horizonte, no Chevrolet Hall, dia 19, e em São Paulo, no Credicard Hall, nos dias 21 e 22. Porto Alegre também ganhará uma apresentação do músico, no Pepsi On Stage, dia 24.

PAUL McCARTNEY ENCANTA MONTEVIDÉU

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Paul McCartney iniciou ontem , domingo em Montevidéu, no Uruguai, sua turnê pela América do Sul, que inclui também apresentações no Brasil, Paraguai e Colômbia. O show "On the run" reuniu 50 mil espectadores no tradicional estádio Centenário. Já um telão instalado no centro da capital atraiu mais 10 mil pessoas. Além disso, nas cidades de Rivera e Maldonado, seis mil e oito mil pessoas, respectivamente, assistiram à apresentação em telões instalados em estádios de futebol. Segundo os produtores de Paul, que tem 69 anos, está será a última turnê do músico pela América do Sul. No show de Montevidéu, o astro tocou músicas dos Beatles e de sua carreira solo, incluindo canções de seu último álbum, "Kisses on the bottom". Os shows de Paul no Brasil serão realizados nos dias 21 e 22 de abril, no estádio Arruda, no Recife, e no dia 25 do mesmo mês, no estádio Ressacada, em Florianópolis.

ESPECIAL JAMES PAUL MACCARTNEY - 1973

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James Paul McCartney é o título de um programa especial de televisão de 1973 feito pela ATV, produzido e estrelado por Paul McCartney e sua banda Wings. Foi primeiro transmitido nos EUA em 16 abril de 1973 pela rede ABC e mais tarde foi transmitido no Reino Unido em 10 de maio de 1973. Este especial foi produzido a pedido de Sie Lew Grade, diretor da ATV. A direção do programa ficou a cargo de Gary Smith e a produção, a Dwight Hemion, que mais tarde ficariam responsáveis pelo especial Elvis In Concert. 
O especial foi dividido em onze partes diferentes, cada um delas apresentando canções de McCartney, tanto a sua carreira com os Beatles e como artista solo. Esse vídeo que a gente vai conferir agora são as partes 1 e 2.
Parte 1 - O programa abre com uma performance “ao vivo” dos Wings na frente de uma platéia de telas de televisão. Eles tocam Big Barn Bed enquanto vão aparecendo os nomes de seus integrantes;
Parte 2 - Um medley acústico das músicas é feito por Paul durante uma sessão fotográfica com a esposa Linda. Canções: Blackbird, Bluebird, Michelle, Heart of The Country.
Parte 3 - Num local ao ar livre, McCartney apresenta a versão de "Mary Had a Little Lamb".
Parte 4 - Os Wings estão no estúdio de televisão acompanhados de uma orquestra na frente de uma platéia ao vivo. Tocam “Little Woman Love”, “C Moon” e “My Love”.
Parte 5 - Agora é a vez de "Uncle Albert / Admiral Halsey".
Parte 6 - Paul fala sobre sua família e os apresenta junto às famílias dos Wings em um pub em Clelsea perto de Liverpool . Canções: “April Showers”, “Pack Up Your Troubles in Your Old Kit-Bag”, “You Are My Sunshine”.
Parte 7 - “Busby Berkeley” estilo de número musical, com bailarinos vestidos com trajes metade homem, metade mulher. Canção: “Gotta Sing Gotta Dance”.
Parte 8 – É o “ponto alto” do especial. Os Wings quebrando o pau com “Live And Let Die", faixa-título do filme de James Bond - 1973.
Parte 9 - Beatles Medley: um segmento filmado com os transeuntes de rua cantando várias canções dos Beatles.
Canções: "When I'm 64", "A Hard Day's Night", "Can't Buy My Love", "She Loves You", "Ob La Di, Ob La da", "Yesterday", "Yellow Submarine".
Parte 10 - Outra performance ao vivo em estúdio com os Wings.
Canções: "The Mess", "Maybe I'm Amazed", "Long Tall Sally" (somente nos EUA. N o Reino Unido e outros mercados europeus foi substituída por "Hi Hi Hi".
Parte 11 - Performance acústica de "Yesterday". Começam a aparecer os créditos.
A recepção da crítica ao programa foi muito negativa e severa. O "Melody Maker" declarou: "McCartney sempre teve um olho e uma orelha no romantismo, e nada de errado com isso, mas aqui ele muitas vezes perdeu o controle e esse romantismo se torna mais queimado e tolo do que nunca".

ROY ORBISON - YOU GOT IT

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Em 1987 Roy Orbison foi incluído no Hall da Fama do Rock'n’ Roll e durante a cerimônia ele cantou "Oh, Pretty Woman" com Bruce Springsteen. Com alguma ajuda do “the boss”, Roy Orbison assinou um contrato com a Virgin Records, onde regravou todos seus sucessos, pois muitas das gravações originais estavam "presas" devido ao processo de falência. O resultado foi o álbum In Dreams. Em 1988, Roy ganhou o Grammy pelo dueto com K. D. Lang na música "Crying". Em 1988 produziu o excelente “A Black And White Night “ lançado em álbum e vídeo, onde aparecem vários astros da música, como o próprio Bruce Springsteen, Tom Waits e Elvis Costello. No mesmo ano juntou-se a George Harrison, Bob Dylan, Tom Petty e Jeff Lynne formando os Traveling Wilburys. No entanto, nesta banda, eles não revelaram seus nomes verdadeiros e diziam que era composta por cinco irmãos (Roy, era ‘Lefty Wilbury’. O lançamento do primeiro álbum dos Wilburys foi absolutamente espetacular e o retorno imediato: chegaram ao topo das paradas e conquistaram o Grammy em 1989 como melhor álbum. Todos esperavam que a carreira de Roy Orbison decolasse novamente, quando, subitamente, sofreu um ataque cardíaco fatal, em Nashville. O lançamento do disco Mystery Girl, finalizado postumamente em 1989, foi considerado pela crítica como o mais bem sucedido álbum de toda sua careira. É nesse disco que Orbison mais explora toda a beleza de sua voz em pérolas como "You Got It", (1º lugar – EUA e UK), "She's a Mistery to Me", "California Blue", "A Love So Beautiful", "In The Real World", e "The Comedians". Em 1992, foi lançado o álbum “King of Hearts”, último contendo algumas inéditas.

Link para a postagem original de Roy Orbison, publicada aqui em 4 de agosto de 2009: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2009/08/o-grande-roy-orbison-only-lonely.html

sábado, 14 de abril de 2012

PAUL McCARTNEY - "NEW" MY VALENTINE - ABSURDAMENTE SENSACIONAL E IMPERDÍVEL!

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Esse é o novo vídeo promocional do álbum “Kisses On The Bottom” de Sir Paul McCartney para a belíssima “My Valentine”, estrelando Natalie Portman e Johnny Depp. Foi dirigido pelo próprio Paul. Por quê será que isso não me surpreende?