sexta-feira, 23 de novembro de 2012

THE BEATLES - SHE'S A WOMAN

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No dia 23 de novembro de 1964, os Beatles lançaram o compacto "I Feel Fine/She's a Woman". O single chegou ao número 4 na Billboard Hot 100. Curiosamente, "She's A Woman" seria a única música da banda não lançada no Brasil durante todo o período em que estiveram na ativa. A EMI/Odeon corrigiria o equívoco somente em 1977, quando finalmente resolveu editar este compacto. As duas canções foram gravadas nas mesmas sessões do álbum Beatles For Sale mas nenhuma das duas foi incluída no nele. Embora fosse creditada à dupla Lennon/McCartney, a canção foi escrita principalmente por Paul. Foi a primeira canção dos Beatles a conter uma referência velada às drogas, na frase "turns me on when I get lonely (me deixa ligado quando fico sozinho). Segundo John Lennon, eles ficaram bastante excitados por terem conseguido inserir a frase na canção e por ela ter passado pela censura das rádios e da televisão. "She's a Woman" foi uma influência direta na música de Bob Dylan "Obviously 5 Believers" do seu álbum de 1966 "Blonde on Blonde". Nos Estados Unidos, a canção foi lançada no álbum da Capitol "Beatles '65". Uma versão em estéreo pode ser encontrada no álbum "Part Masters", Volume 1. Há também uma outra versão estéreo que soa a mesma coisa, mas com uma contagem feita por McCartney que aparece na box de EPs. "She's a Woman" também aparece sendo tocada em um gravador na cena do campo de batalha no filme "Help! ". No Reino Unido, a primeira vez que "She's a Woman" apareceu em um álbum foi em 1978 no LP "Rarities". Os Beatles incluiram a canção em seus shows em 1965. Versões gravadas "ao vivo" da música também podem ser encontradas nos álbum "Live at the Hollywood Bowl" e "Live at the BBC". Também uma versão gravada em Tóquio, em 1966, aparece no Anthology 2.

Em 1975, o guitarrista Jeff Beck fez uma versão meio jazz, meio blues de "She's a Woman" no seu álbum "Blow by Blow", produzido por George Martin. A versão de Beck foi muito elogiada na época alcançando substancial execução nas rádios. Particularmente, eu não gosto. Na verdade, mal identifico com "She's a Woman". Paul McCartney gravou a música em "Unplugged", de 1991.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

FOTO DO DIA - JOHN LENNON

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THE BEATLES - THE BEATLES COME TO TOWN

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FOTO DO DIA II - PAUL McCARTNEY

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"THE BEATLES" - UMA OBRA PRIMA

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"The Beatles" é o décimo álbum dos Beatles, lançado como disco duplo em 22 de novembro de 1968. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. É popularmente conhecido como The White Album (O Álbum Branco), por não haver nome, e ser apenas um fundo branco com o nome da banda em relevo. A capa foi criada pelo artista pop Richard Hamilton e o título original era para ser A Doll’s House, mas uma banda britânica chamada Family, já tinha lançado um álbum com nome similar. Foi o primeiro disco lançado após a morte do manager Brian Epstein. Em 1997, O Álbum Branco foi nomeado o décimo melhor disco de todos os tempos pela "Music of the Millennium" da Classic FM. Em 1998 a Q Magazine colocou como 17° lugar e em 2000 em 7° lugar. A Rolling Stone colocou como o décimo entre 500 álbuns e o canal VH1 como 11° lugar. De acordo com a Associação da Indústria de Discos da América, o disco é 19 vezes disco de platina e o décimo disco mais vendido nos Estados Unidos. Em 2010, um colecionador argentino possuía o álbum com assinaturas originais dos quatro beatles. A peça foi vendida na ocasião por 33 mil dólares.
Em junho de 1968, logo depois do início das gravações para seu novo álbum, os Beatles encomendaram a vários artistas, o projeto gráfico da capa. Muitos foram reprovados sumariamente. Inclusive, o trabalho feito por Alan Aldridge (utilizado nos anos 80 na capa do “Ballads”) também foi proposto na época, e também foi rejeitado.A capa do álbum duplo “THE BEATLES” foi elaborada pelo artista pop Richard Hamilton e sua principal característica foi o contraste com as capas psicodélicas dos dois discos anteriores, criando assim, apenas uma capa branca, com o nome da banda em relevo. Além disso, o disco trazia uma espécie de número de série, para criar nas palavras de Hamilton: “a situação irônica de uma edição numerada de algo que tenha mais de 5 milhões de cópias.”Os retratos dos Beatles que vinham com os discos foram feitos pelo fotógrafo ingês JOHN KELLY. Que também fez algumas fotos para o poster que acompanhava o luxuoso lançamento. Em 1997, O Álbum Branco foi nomeado o décimo melhor disco de todos os tempos pela “Music of the Millennium” da Classic FM. Em 1998 a Q Magazine colocou-o como 17° lugar e em 2000 em 7° lugar. A Rolling Stone colocou como o décimo entre 500 álbuns e o canal VH1 como 11° lugar. De acordo com a Associação da Indústria de Discos da América, o disco foi 19 vezes disco de platina e o décimo disco mais vendido nos Estados Unidos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ENQUANTO ISSO NA LIVRARIA, SÓ BEATLEMANIA!

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Como há muitos anos (graças!), nessa época do ano a coisa se repete: Livrarias (agora, 'Cult Shops') enchem suas prateleiras de produtos Beatles. Escritores, editores, produtores, homens de marketing, Yoko Ono e Olivia Harrison ficam sorrindo de orelha a orelha. Na Saraiva, do Brasília Shopping, a coisa não é diferente. A loja está cheia de novos lançamentos. Haja dinheiro! Desses tantos novos livros, além dos já citados e comentados "As Cartas de John Lennon" e "A Batalha Pela Alma dos Beatles", três me chamaram atenção. O terceiro, mais embaixo, foi dica do amigo Valdir Junior e também já está na mão do papai aqui. Abração, Valdir! Valeu!
John Lennon - Vida e Obra
Sérgio Farias

Lançado pela editora Litteris, o livro “John Lennon - Vida e Obra” propõe visão mais analítica sobre o rico legado do beatle. É uma das mais atuais biografias do mito. Nesta publicação encontram-se não só os fatos polêmicos, mas curiosidades. O autor Sérgio Farias, bancário, professor e beatlemaníaco, discorre sobre a trajetória e a música de John Lennon (1940 - 1980) faz citações sobre raridades fonográficas, a própria contextualização política daquela época e, ainda, a influência que até hoje os Beatles e John Lennon exercem na nossa música. “John Lennon - Vida e Obra” conta a sucessão de fatos únicos da vida de Lennon, como o casamento com Yoko Ono, o célebre encontro com a Rainha Elizabeth - quando devolveu a medalha de membro do Império Britânico, protestando contra o apoio da Grã-Bretanha à Guerra do Vietnã - e diversos outros acontecimentos até sua trágica morte em 08 de dezembro de 1980. R$ 34,00

Tesouros dos Beatles
Vivencie uma experiência eletrizante dos anos 1960 com esse incrível Box set, que inclui um livro ilustrado em cores e fac-símiles de impressos raros.

Os Beatles causaram revolução atrás de revolução. Não satisfeitos em transformar o visual da juventude e a cultura da época, eles também transformaram radicalmente a música popular, lançando-a numa estratosfera própria, única e exclusiva, com influências do rock an roll, de experiências de ida e também da cultura oriental.

Este livro conta a trajetória dos Fab4 como nunca vista antes, com biografias individuais, história das músicas, dos discos, dos shows e dos filmes, ilustrada por fotos maravilhosas.

Tesouros dos Beatles transporta o leitor para uma incrível viagem ruma à década que tranformou o mundo... 'Tesouros dos Beatles' tem o intuito de apresentar a história dos Fab Four e da beatlemania, incluindo registros biográficos, fotos raras e histórias das músicas, dos shows e dos filmes. Além disso, procura captar o frisson da época, oferecendo ao leitor 15 itens de colecionador, como contratos, flyers, pôsteres, ingressos para shows e set lists.

Fac-símiles incluídos neste livro: Contrato para shows em Hamburgo, 1960; Panfleto autografado para a Parlophone Records, 1963; Lista escrita a mão, 1963; Cartaz do show dos Beatles e Roy Orbison, 1963; Roteiro da turnê nos EUA, escrito a mão, 1964; Cartaz da turnê na Nova Zelândia, 1964; Capa de programação em Milwaukee, 1964; Cartão-postal do cenário de Help! Autografado, 1965; Ingresso para o show no Manila Riza Memorial Football Stadium, 1966; Convite para festa de Magical Mystery Tour, 1967 e muito mais. R$ 150,00
A Biografia Espiritual de George Harrison - O Místico Entre os Trabalhadores
Gary Tillery - Madras Editora - 200 páginas - R$ 29,90
"Tendo conhecido George Harrison na época em que ele era conhecido apenas como 'o Beatle Quieto', estou radiante pelo fato de a jornada interior dele ter sido agora tão esplendorosamente contada." - Victor Spinetti, ator e colaborador de atuação em todos os três filmes: A Hard Day's Night, Help! e Magical Mystery Tour.
"Nesta obra, vemos George Harrison não como uma supercelebridade egoísta, mas como um idealista que manteve sua humanidade e deixou um exemplo para todos nós ao compartilhar sua bênção com outros." - David Amram, compositor e autor de Offbeat: Collaborating With Kerouac.
"Tillery capturou a odisseia espiritual de George e nos permitiu acompanhá-lo nessa jornada para desvendar segredos, distanciar-se do véu e obter representações marcantes. Um companheiro sem preço para seu recente trabalho sobre John Lennon, The Cynical Idealist." - Bill Harry, fundador da Mersey Beat, publicação de música de Liverpool.
"Frequentemente chamado de 'o Beatle Quieto', George Harrison aparece por inteiro no compacto, porém muito iluminador, Biografia Espiritual de George Harrison, de Gary Tillery. Um livro altamente animador e uma ótima leitura." - Steve Matteo, autor de Let It Be e Dylan.
Gary Tillery nasceu em Phoenix, em 1947. Em 1968, passou a servir no Vietnã com a Força Aérea dos Estados Unidos. Quando seu alistamento acabou, em 1970, obteve o diploma de bacharel em Estudos Latino-Americanos pela Arizona State University e o título de mestre pela American Graduate School of Internacional Management. Depois de duas décadas como cofundador de uma agência de publicidade no subúrbio de Chicago, Tillery voltou-se para sua paixão por literatura e arte. Ele publicou uma coleção de contos entrelaçados que se passavam no Vietnã, intitulada Darkling Plain e começou uma série de romances bem humorados com o detetive “molenga” Jack Savage – os primeiros dois intitulados Death, Be Not Loud e To an Aesthete Dying Young. Sua fascinação por John Lennon o levou a escrever The Cynical Idealist, no qual constrói uma visão coerente da filosofia de Lennon – que era idealista, porém pragmática. A obra foi nomeada o livro oficial do 30o Tributo Lennon anual, em Nova York, 2010. Tillery também é um escultor profissional, usando os tradicionais meios do metal e da pedra para expressar ideias contemporâneas. Seu trabalho mais proeminente é a escultura para o Memorial do Vietnã, em Chicago. Foi exibido em galerias da Pensilvânia até o Novo México, e apareceu em exibições tão longínquas quanto Xangai. Seus trabalhos estão nas coleções particulares de Patricia DuPont e General Tommy Franks, e o Museu Nacional de Arte de Veteranos do Vietnã, em Chicago, possui duas peças em sua coleção permanente.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A BATALHA PELA ALMA DOS BEATLES - II

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A matéria que a gente confere a seguir, foi publicada no jornal Correio Braziliense no sábado, dia 17 de novembro. O texto é assinado por Felipe Moraes.

MITO DESMONTADO - Obra discute aspectos financeiros e legais após o fim do quarteto e revela fragilidade dos roqueiros mais populares da história.
A liderança espiritual de John, o comprometimento profissional de Paul, a quietude mística de George e o ar comedido de Ringo. É mais ou menos nesses termos que o jornalista Peter Doggett, em atividade há três décadas, define os rapazes de Iiverpool, que fizeram dos Beatles uma fábrica de sonhos, um espelho do idealismo jovem dos anos 1960 e da liberação da mente por meio de filosofia oriental, música experimental e, sim, de ácido, LSD e outras drogas. Dessas coisas, muita gente já sabe — e até já escreveu sobre. Mas em A Batalha Pela Alma dos Beatles (Nossa Cultura), uma crônica musical de fôlego, o autor reflete sobre os momentos menos divulgados e pesquisados da cronologia da banda inglesa: as crises internas no fim da década de 1960, as ilusões utópicas, a atitude relaxada em relação ao repertório, as carreiras solo levadas com dificuldade e as fraquezas de garotos incapazes de ler um contrato antes de assiná-lo ou terminar um relacionamento sem dar faniquito. Em pouco mais de 500 páginas, Doggett escreve uma espécie de levantamento crítico e informativo do que aconteceu ao Fab Four após o lançamento do Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band — dos vários discos clássicos de 1967, talvez o mais revolucionário e relevante para a estética roqueira dos últimos anos daquela década. Em 1968, a gravação de The Beatles (o álbum branco) já adiantava rupturas entre Paul e John e certo distanciamento de George e Ringo. Apesar da intensa cobertura da imprensa americana e britânica, o jornalista procura elucidar elementos que receberam tratamento superficial tanto em periódicos da época quanto em outros registros posteriores sobre a banda. Criancices e intrigas No cerne de A batalha... — o que talvez afaste não fãs e atice os beatlemaníacos —, estão as discórdias em torno da divisão dos direitos autorais das canções e das empresas geradas a partir da Apple Corps, empreendimento de pretensões "subversivas", criado para burlar a cobrança de impostos e servir de exemplo de revolta contra o sistema capitalista. "Tive que lidar com muito material financeiro e legal, do qual provavelmente, usei 1 % nas minhas notas. Processos e ações não são tão interessantes para o leitor comum, mas foram uma parte importante da história. Então, o desafio foi trazer esses objetos e eventos chatos à tona e dar a eles uma dimensão humana, para mostrar que algo que um advogado disse ou que uma cláusula de contrato mostrava teve um enorme impacto nas pessoas por trás dos Beatles", detalha Doggett, em entrevista ao Correio. Além das questões empresariais, que os músicos simplesmente legavam a amigos, o jornalista, na profusão de depoimentos e polêmicas, perfila John, Paul, George e Ringo em suas várias metamorfoses pessoais e artísticas pós-Beatles. "Foi uma história difícil de contar. Como um fã de longa data do grupo, houve vezes em que eu queria intervir na narrativa e dizer a um ou outro dos Beatles para não fazer o que eles fizeram", revela. Sem dúvida, o autor ou qualquer outro aficionado ficaria louco da vida para interferir em episódios como o da mudança temporária de Lennon e Yoko Ono para a casa de Paul McCartney e sua nova namorada, Francie Schwartz, quando eles moravam perto dos estúdios de Abbey Road, em 1968. Um belo dia, os hóspedes notaram um bilhete perto da lareira. Abriram e leram: "Você e sua prostituta japa acham que são grande m...". Estupefato, o casal vê McCartney aparecer na sala, dizendo: "Ah, isso foi só uma brincadeirinha".

Quatro perguntas // Peter Dogget
Você faz um exame minucioso dos Beatles nas fases mais difíceis e instáveis. Qual foi a importância de falar sobre assuntos tão delicados?


0 livro não faz um favor aos Beatles, sendo eles artistas e se­res humanos, ou finge, como muitos livros e documentários fazem, que tudo foi um conto eternamente feliz sobre música e fama. Nada pode tirar o impacto dos discos e o prazer perene que eles ainda dão a milhões de pessoas. Mas, se você remove os aspectos dolorosos da história, tudo o que sobra é mito, o que distorce a realidade. Quis demonstrar que eles eram quatro músicos muito talentosos e, também, como o resto de nós, seres humanos falhos. 0 que eles fizeram nos Beatles mudou o mundo, mas teve efeitos adversos pelo resto de suas vidas. À maneira de cada um, todos eles passaram pelo calvário durante o término do grupo e desde então lutaram para lidar com o legado que criaram nos anos 1960.


Quais foram as partes mais desafiadoras da pesquisa?


Provavelmente, o aspecto mais difícil na escrita do livro foi ter a certeza de que tratei todo mundo de maneira justa e igual. Não quis tomar partido — para não cair na armadilha de assumir que uma pessoa (John, Paul ou Yoko) devia ser culpada. Então, fiz um esforço para repassar os acontecimentos do ponto de vista de todos os participantes. Como resultado disso, há momentos em que todos os Beatles emergem como heróis, e outros em que são vilões. Também quis dar um tratamento mais justo a personagens geralmente considerados como bodes expiatórios, como Yoko Ono e Allen Klein, agente da banda no fim dos anos 1960.


E quais foram as descobertas mais férteis sobre a psique de cada um deles?


O mais interessante foi a ideia de que mesmo que eles tenham agido como crianças mimadas entre si, cada um deles manteve o conceito de que, juntos, criaram algo importante nos anos 1960, algo que permaneceria e que representaria a natureza humana em seu estado mais idealista. Eles tinham fé na ideia de que paz e amor eram as coisas mais importantes na vida (como em All You Need is Love e Give Peace a Chance). E, ao mesmo tempo, tratavam muito mal um a outro. Por último, o fato de que eles sobreviveram juntos à loucura dos anos 1960, o que os ajudou a manter alguma amizade nos anos seguintes, quando teria sido mais fácil simplesmente ter se afastado.


Por que ler - e escrever - sobre os Beatles é ainda algo tão compulsivo?


Essa história pode ser contada de tantos jeitos, e é eternamente fascinante. Por quê? É quase como um conto de fadas: quatro jovens se juntam e criam algo muito maior do que eles mesmos, e que duraria para sempre. É uma história tão incrível, humana e otimista, que acho que as pessoas têm vontade de abraçá-la e não soltá-la mais, como um livro favorito da infância. De um modo estranho, John Lennon estava certo quando disse, em 1966, que os Beatles significavam mais para os jovens do que Jesus: os Beatles se toma-ram quase uma religião, com centenas de acadêmicos (eu incluído!) incansavelmente dando atenção às menores partes da mitologia, da mesma maneira que teólogos ainda discutem cada detalhe da Bíblia.

A BATALHA PELA ALMA DOS BEATLES - De Peter Doggett. Tradução: Ivan Justen Santana. Nossa Cultura, 512 páginas. R$ 69,90.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

BADFINGER – SUITCASE – AÍ, O BICHO PEGA!

5 comentários:

PARA UM BADFINGER ANÔNIMO
Um fã anônimo, meio “desavisado” e que, com certeza, não lê o blog regularmente, e que já fez outros comentários sobre Badfinger em outras postagens, que, na maioria tratavam de outros assuntos, hoje ‘atacou’ novamente e fez nada menos que 9 comentários em uma mesma postagem de 12 de novembro que nem sequer aparece mais na página principal: PAUL McCARTNEY & WINGS - SILLY LOVE SONGS. O 1º eu publiquei porque era cortês, embora “anônimo”. Os oito de hoje, na mesma postagem, não vou publicar, para aproveitar e dizer novamente, pela milésima segunda vez que: COMENTÁRIOS DE ANÔNIMOS NÃO SÃO PUBLICADOS, PORRA! Essa é a lei. E pronto final! THAT’S THE WAY IT IS. Simples assim. No primeiro, que foi publicado, ele disse:
“O Badfinger foi uma das maiores Bandas de todos os tempos. O líder, Pete Ham, que se suicidou aos 27 anos é um dos maiores gênios musicais. O cara era carismático e criou os maiores sucessos da banda, como Day After Day, No Matter What e tantas outras. Só que além dessas canções o gênio da música foi o responsável por outras criações, descobertas por seu Biógrafo Dan Mantovina. Verdadeiras preciosidades como Keyhole Street, I'II Kiss You Goodnight,muitas delas composta no período da juventude de Pete. Ninguém faz nada até os 28 anos. Pete criou um mundo musical incomparável. Coisas que só um gênio pode fazer.” Em PAUL McCARTNEY & WINGS - SILLY LOVE SONGS.
 No primeiro de hoje, ele disse:
“É imperdoável passar pela vida e desconhecer a existência e a incrível produção musical desse artista fenomenal, património musical da humanidade que não chegou a viver 28 anos. A impressão que passa é que Pete começou a criar suas canções ainda no ventre da mãe. O que se faz até 28 anos? Praticamente nada. Estamos apenas iniciando nossas carreiras. Pete já tinha feito muita coisa, quase tudo. E o que ele não teria produzido se ainda estivesse vivo. O desconhecimento sobre a vida e a obra do genial artista por grande parte da população mundial, e especialmente a brasileira é um fato estarrecedor e uma vergonha para a mídia mundial que divulgou muito pouco sobre esta lenda musical, sobre este mito. Outro dia perguntei a alguns colegas se sabiam de quem era a música No Matter What. De imediato alguém respondeu: The Beatles. É necessário urgentemente resgatar a memória do incomparável WILLIAM PETE HAM e seu BADFINGER. Obs: John Lennon foi um génio que criou um mundo, uma história imensa". Em PAUL McCARTNEY & WINGS - SILLY LOVE SONGS.
O segundo e o terceiro são esse repetido. Nos outros seis, o texto é diferente, porém, mais do mesmo:
“Para mim Pete Ham representa para a música o que Shakespeare significa para o teatro, para a literatura. E imperdoável passar pela vida e desconhecer a existência e a incrível produção musical desse artista fenomenal, património musical da humanidade que não chegou a viver 28 anos A impressão que passa é que Pete começou a criar suas canções ainda no ventre da mãe O que se faz até 28 anos? Praticamente nada Estamos apenas iniciando nossas carreiras. Pete já tinha feito muita coisa, quase tudo. E o que ele não teria produzido se ainda estivesse vivo. O desconhecimento sobre a vida e a obra do genial artista por grande parte da população mundial, e especialmente a brasileira é um fato estarrecedor e uma vergonha para a mídia mundial que divulgou muito pouco sobre esta lenda musical, sobre este mito. Outro dia perguntei a alguns colegas se sabiam de quem era a música No Matter What. De imediato alguém respondeu: The Beatles. É necessário urgentemente resgatar a memória do incomparável”. Em PAUL McCARTNEY & WINGS - SILLY LOVE SONGS.

Ô, meu amigo, meu brother... Seus comentários como disse lá em cima, até que são bacanas. Ontem mesmo, teve dois vídeos do Badfinger. Porque não tentou neles? Esse é o primeiro erro, o comentário na postagem errada. E o segundo, e mais chato, deixe de ser anônimo. Isso não tá com nada e seu comentário será jogado fora. Assine, serás bem vindo e não haverá retaliação. Só mais uma coisa: o nome do homem é PETER WILLIAM HAM, ok? Abração, valeu!
  Boa terça-feira para todos nós. BADFINGER BOOGIE!

GEORGE HARRISON - BRAINWASHED COMPLETA 10 ANOS

8 comentários:

"Brainwashed" foi o 11º é último álbum de estúdio do nosso querido George Harrison e esta semana comemora (já) seu 10 º aniversário. O álbum foi lançado em 18 de novembro de 2002, quase exatamente um ano depois da passagem do Dark Horse por este mundo material. "Brainwashed" é realmente uma bela coleção de canções escritas por George Harrison, e tecnicamente um conjunto póstumo, já que foi lançado quase um ano após a morte do lendário compositor, que sucumbiu depois uma longa batalha épica contra o câncer. As músicas são cheias de progressões de acordes ágeis, bom gosto de slides de guitarra solos, harmonias vocais e quentes - mas "Brainwashed" não existiria se não fosse os esforços do produtor-multi instrumentista (e colaborador de Harrison de longa data) Jeff Lynne e Dhani Harrison, único filho de George. As sementes de "Brainwashed" foram plantadas em 1988, quando Harrison escreveu originalmente "Any Road", canção que "nasceu" durante a sessão de gravação do vídeo "This Is Love" do seu álbum "Cloud Nine", de 1987. O amigo e produtor Jeff Lynne havia recuperado para George, sua posição comercial e de crítica, e seguiu-se o projeto formando o supergrupo "Traveling Wilburys" (junto com Bob Dylan, Roy Orbison e Tom Petty), que lançou dois álbuns ao longo dos próximos anos. Por todo esse tempo, "Brainwashed" permaneceu "guardado", e seu progresso natural foi interrompido pelo de diagnóstico de que Harrison estava com câncer na garganta em 1997, e depois que ele sofreu um ataque de faca de um fã mentalmente instável em 1999. A doença se espalhou rapidamente para os pulmões e, finalmente, o cérebro, quando Harrison ainretomou sua música, mantendo instruções específicas sobre como as músicas e produção deveriam ser realizadas, mesmo gravando melodias vocais destinados como arranjos de cordas. Após a morte de Harrison, em 29 de novembro de 2001, Lynne e Dhani Harrison assumiram a produção do álbum e completaram as músicas da forma como Harrison havia solicitado.

Apesar de ser um disco póstumo, "Brainwashed" nem por um segundo - se parece com uma estranha colcha de retalhos como muitas vezes ocorre com outros artistas. Lynne, normalmente conhecido por suas grandiosas produções sinfônicas com a ELO, manteve as músicas quase como foram escritas, permitindo que o charme sem pressa e o bom humor elegante da escrita de Harrison respirassem livremente - como "P2 Vatican Blues" ou a suavemente atmosférica "Stuck Inside a Cloud." "O álbum foi muito catártico para mim", Dhani Harrison disse durante uma entrevista em 2002. "Foi feito no momento certo. Eu lidei com muito do presente, como aconteceu e nunca me esquivei de qualquer realidade do que estava acontecendo ao longo dos últimos anos. Fazer as gravações foi ótimo e maravilhoso e muito triste também ... Foi uma coisa muito positiva tê-lo feito logo após sua morte. " Apesar de já ter se passado uma década desde seu lançamento, "Brainwashed" continua sendo um excelente álbum, melodioso e de raro bom gosto - um canto de cisne amoroso de um dos melhores talentos do rock.

Composto por 12 faixas, o álbum traz 11 canções inéditas e a regravação de "Between The Devil And The Deep Blue Sea", ‘standard’ de Harold Arlen e Ted Koehler, de 1930, destacando "P2 Vatican Blues (Last Saturday Night)", "Rising Sun" e "Never Get Over You", canções que mais se aproximam de sua obra prima de 1970, o clássico "All Things Must Pass", além de "Stuck Inside A Cloud", primeiro ‘single’ de "Brainwashed" e claro, da faixa título. "Brainwashed", acabou se tornando um de seus melhores trabalhos. Iluminado por enorme serenidade e leveza, o CD revela a atitude única de George diante da morte – chega a dar a impressão de que ele canta as músicas sorrindo. No final, ele faz ecoar o mantra: “Shiva Shiva Shankara Mahadeva".

Participaram efetivamente em todas as faixas: George Harrison - Vocais, guitarra solo, guitarra base, guitarra slide, violão, baixo, ukelele, dobro, teclados, percurssão e backing vocals; Jeff Lynne - Baixo, guitarra elétrica, violão, piano, teclados e backing vocals; Dhani Harrison - Violão, piano elétrico e backing vocals e Jim Keltner - Bateria. E também os músicos adicionais: Mike Moran - Teclados (Pisces Fish); Marc Mann - Teclados (Pisces Fish), arranjo de cordas (Marwa Blues); Ray Cooper - Percurssão (Marwa Blues), bateria (Between the Devil and the Deep Blue Sea); Jools Holland - Piano; Mark Flannagan - Violão solo; Joe Brown - Violão; Herbie Flowers - Baixo e Tuba (Between the Devil and the Deep Blue Sea) e Bikram Ghosh - Tabla, Jon Lord - Piano; Sam Brown - Backing vocals, Jane Lister - Harpa e Isabela Borzymowska - leitura de "How To Know God" (The Yoga Aphorisms of Patanjali) na faixa-título "Brainwashed".

HA 1 ANO, EU VI RINGO STARR EM BRASÍLIA

4 comentários:

Exatamente há 1 ano, no dia 18 de novembro de 2011, uma sexta-feira, depois de tantos dias chuvosos e feios, Brasília amanheceu sem uma nuvem sequer, céu de brigadeiro. Naquele dia, depois de tantos anos, tive novamente o privilégio de ver um dos meus quatro heróis em carne e osso e bem de pertinho. Muito obrigado a todos os senhores do universo por terem me dado aquela oportunidade. Fiquei feliz e orgulhoso por Ringo estarr na minha cidade. O show que Ringo fez em Brasília foi absolutamente espetacular para ninguém jamais esquecer!
Para quem quiser relembrar toda a emoção que senti, o link para a postagem especial "RINGO STARR EM BRASÍLIA: FENOMENAL, SENSACIONAL!!!" é: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/11/ringo-starr-em-brasilia-fenomenal.html

PETER DOGGET - A BATALHA PELA ALMA DOS BEATLES

3 comentários:

A música e o carisma dos Beatles embalaram os anos 60 e os ideais de liberdade, amor e união que marcaram o período. O quarteto de Liverpool conquistou legiões de fãs em todo o mundo e uma enorme popularidade. Quando Paul McCartney anunciou em 1970 que não planejava mais trabalhar com os Beatles, a notícia do encerramento da carreira do grupo foi recebida como um sinal do fim de uma era de otimismo sem precedentes na história da cultura popular. As músicas e o mito dos Beatles sobreviveram à separação da banda, assim como a discussão sobre as razões que levaram a este desfecho.
Quarenta anos depois, Peter Doggett, jornalista, escritor e fã dos Beatles, conta a história no livro “A Batalha pela Alma dos Beatles”, que está sendo lançado no Brasil pela Editora Nossa Cultura. “A Batalha pela Alma dos Beatles” percorre a história pessoal e corporativa dos Beatles, desde o seu auge em 1967, passando pelo implacável declínio dos meses finais, até os infindáveis desdobramentos posteriores. Por quase quatro décadas, os quatro integrantes, suas famílias e parceiros de negócios foram forçados a viver em meio às reverberações daquele sucesso incrível. “As estranhas consequências desse destino – estar divididos mas ainda combinados, separados e no entanto juntos – são o assunto deste livro”, explica o autor, em sua introdução. “Sobreviver e, às vezes, prosperar no olho de um furacão jurídico, financeiro e emocional talvez esteja entre suas maiores e menos valorizadas façanhas. Passando por tudo, juntos e isolados, em confronto e em harmonia, os Beatles de algum modo conseguiram criar e preservar uma música tão duradoura quanto seu mito, condensando perfeitamente seu próprio tempo e enriquecendo todos os tempos a seguir”, afirma Doggett. O livro revela e documenta as rivalidades pessoais e profissionais que dominaram as vidas dos Beatles desde 1969: as shakespearianas batalhas das famílias de Lennon e McCartney, os conflitos existenciais de George Harrison, dividido entre espiritualidade e fama, os esforços de Richard Starkey (Ringo Starr) contra o alcoolismo, as relações mutáveis entre os quatro, ao lutarem para afirmar suas identidades fora dos Beatles, e a transformação da empresa multimidiática, a Apple Corps, criada para salvaguardar seus interesses, mas que acabou por controlar suas vidas. Ao escrever o livro, Doggett diz ter preferido confiar nos relatos da época, em vez de em bem ensaiadas anedotas sobre o passado distante, e ter tido a sorte de encontrar e conhecer muitas pessoas-chave da história, numa variedade de locais e circunstâncias. “Embora este livro tenha sido fruto de uma ostensiva pesquisa ao longo de um ano intenso, apoia-se em meus quarenta anos de fã e colecionador, e trinta de escritor profissional e autor. Durante essas três décadas, eu vi três dos Beatles tocarem em locais grandes e pequenos; pude fruir um breve encontro com George Harrison; e me contive para não infligir uma conversa banal a Paul McCartney, não querendo perturbá-lo. As vozes de todos os quatro Beatles estão fortemente representadas neste livro: sua narrativa é, em parte, uma crônica de como eles reagiram pública e privadamente aos eventos que temperaram suas vidas”, explica Doggett. Publicado originalmente em inglês em 2010 com o título “You Never Give Me Your Money”, o livro de Doggett foi muito elogiado pela crítica internacional. Segundo a revista Rolling Stone, o autor expõe neste livro “o divórcio mais agonizante da história do rock. Rigorosamente documentado, ‘A Batalha pela Alma dos Beatles’ é uma nota final sombria e, ao mesmo tempo, fascinante sobre a maior banda de rock de todos os tempos”.

Peter Doggett escreve sobre música pop, indústria do entretenimento e história social e cultural, desde 1980. Jornalista e colaborador dos periódicos ingleses Mojo, Q, e GQ, é autor de: The Art and Music of John Lennon; o volume sobre Let It Be e Abbey Road, na série que detalha a criação dos álbuns dos Beatles; o estudo pioneiro das interseções entre rock e música country, Are You Ready for The Country?, entre outras obras. Mais recentemente, publicou uma enciclopédia da contracultura e seus protagonistas nos anos de 1960: There’s a Riot Going On.

Na Saraiva, por R$ 69,00.

WINGS - VENUS AND MARS - ROCKSHOW E JET. É MOLE?

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"Venus And Mars"; "Rockshow" e "Jet", numa paulada só, logo na abertura dos shows da sensacional, consagratória e devastadora invasão de Paul e seus Wings aos Estados Unidos em 1976. Demais, demais, demais! Nunca vou me cansar disso! Mesmo daqui a 10.000 anos!

Link para a postagem "A VOLTA TRIUNFAL: WINGS OVER AMERICA", publicada originalmente em 18 de junho de 2010: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/06/volta-triunfal-wings-over-america.html

domingo, 18 de novembro de 2012

THE BEATLES - GOOD MORNING, GOOD MORNING

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Paul dominou Sgt. Pepper porque John tinha se tornado um Beatle preguiço-so. Ele raramente se aventurava longe de casa, dava pouca atenção aos negócios e não se inspirava mais em arte contemporânea, mas nas questões da vida doméstica - jornais, idas à escola, programação diurna da TV.

"Good Morning, Good Morning" era um resumo correto dessa situação e uma admissão de que ele não tinha mais o que dizer. Era uma música sobre sua vida indolente - o resultado de muitas drogas, um casamento frio e dias medidos por refeições, pelas horas de sono e por programas de televisão corno Meet The Wife.

"Quando ele estava em casa, passava muito tempo deitado na cama com um bloco de anotações", lembra Cynthia. "Quando se levantava, sentava ao piano ou ia de um cômodo ao outro ouvindo música, abobalhado com a televisão e lendo jornais. Ele basicamente estava se desligando de tudo o que estava acontecendo. Estava pensando sobre as coisas. As coisas com que ele estava envolvido fora de casa eram bastante dinâmicas." Enquanto ficava sentado nesse estado, sons estranhos e trechos de conversa traziam ideias.

Foi um comercial de televisão dos cereais de milho Kellogg's que deu a John o título e o refrão de "Good Morning, Good Morning". O comercial em preto e branco não trazia nada além de cereais de milho sendo colocados em uma tigela. O jingle de quatro versos dizia: "Bom dia, bom dia, O melhor para você toda manhã. Café da manhã alegre, Kellogg s Corn Flakes, crocante e cheio de diversão". "Walk by the old school” era uma referência ao ato de levar Julian para Heath House e é provável que a pessoa que ele esperava que "turn up at a show" fosse Yoko Ono, que ele tinha conhecido em novem¬bro de 1966. O "show" seria, então, uma exposição de arte, não uma apresentação.

MCCARTNEY EM CAMPANHA CONTRA O PERU DE AÇÃO DE GRAÇAS

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Em uma campanha lançada pela associação de defesa dos direitos dos animais PETA, Paul McCartney pede para os americanos dizerem "não obrigado" ao peru servido no tradicional jantar de Ação de Graças. Com uma camiseta escrita "não coma" sobre o desenho de um peru, o ex-Beatle aparece na campanha para denunciar um suposto tratamento inadequado que o animal recebe nos Estados Unidos e, por isso, sugere substituir essa iguaria por pratos vegetarianos como os que o próprio músico, de 70 anos, costuma cozinhar. "Não sabe como preparar um jantar vegetariano para o dia de Ação de Graças deste ano? Olha as receitas deliciosas e sem crueldade que Paul McCartney cozinhará e tente convencer sua família e amigos com algumas opções de prato sem carne", indicou a PETA em seu site. Anteriormente, McCartney já colaborou com esta organização em outra campanha, intitulada "Paredes de vidro", onde denunciava a crueldade dos matadouros em um vídeo no qual assegura que, se esses centros tivessem paredes de vidro, "todo mundo seria vegetariano". Agora, o autor de "Hey Jude" retoma sua relação com a PETA para denunciar que a cada ano mais 300 milhões de perus são criados somente para serem servidos no jantar de Ação de Graças, realizado na quarta quinta-feira de novembro nos EUA (22/11) e na segunda segunda-feira de outubro no Canadá. "Mais de 45 milhões de perus são sacrificados no feriado de Ação de Graças", denuncia a associação, que considera esse feriado tão "sangrento" como o Natal, quando "22 milhões de aves" também são abatidas.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

THE BEATLES - FILME FEITO PELOS FÃS

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Os Beatles terão um filme feito a partir de gravações da década de 60. A Apple Corps autorizou que a produtora "One Voice One World" comece a procurar imagens amadoras ou profissionais da época. O filme, que se chamará "The Beatles Live! Project", terá, além de imagens, músicas, entrevistas e histórias dos 250 shows que os Beatles fizeram em 116 cidades entre outubro de 1963 e agosto de 1966. Um vídeo pedindo aos fãs que disponibilizem seus registros foi colocado no site oficial do projeto, Thebeatlesliveproject.com. A busca pelos registros começou na manhã de ontem, quinta-feira (15). A produtora está procurando arquivistas, colecionadores, fã clubes, restauradores de filmes, acadêmicos e escritores que possam ajudar na realização do filme.

JOHN LENNON - WHATEVER GETS YOU THRU THE NIGHT

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"Whatever Gets You Thru the Night" é uma canção composta por John Lennon, lançada em 1974 como single e é também a segunda faixa do álbum "Walls and Bridges", também de 1974. A gravação da música contou com a ajuda de Elton John. Um fato interessante foi que, Lennon era extremamente pessimista em relação a reação do público com esta faixa, porém, Elton John sempre apostou com ele que a música chegaria ao primeiro lugar nas paradas americanas. A aposta era que, se "Whatever Gets You Thru the Night" ficasse em primeiro lugar, John Lennon apareceria "ao vivo" em um dos shows de Elton para tocarem a música. No dia 16 de novembro de 1974, "Whatever Gets You Thru the Night" alcançou o 1º lugar. John Lennon cumpriu a aposta na noite de 28 de novembro de 1974 no Madison Square Garden. Da gravação original em estúdio, participaram: John Lennon - vocal, guitarra; Elton John - harmonia vocal, piano; Ken Ascher - clavinet; Jesse Ed Davis - guitarra; Arthur Jenkins - percussão; Jim Keltner - bateria; Bobby Keys - saxofone; Eddie Mottau - violão e Klaus Voormann - baixo.

THE BEATLES - I FEEL FINE E SEU RIFF MATADOR

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"I Feel Fine" é uma canção dos Beatles, lançada em 1964. Foi escrita por John Lennon, mas creditada a Lennon/McCartney. Chegou ao topo das paradas britânicas em 12 de dezembro do mesmo ano, desbancando o single "Little Red Rooster" dos Rolling Stones, e ali permaneceu por cinco semanas. Também chegou ao topo das paradas americanas onde ficou por seis semanas na Billboard Hot 100.

Com pedidos antecipados de 750 mil cópias, o compacto com "I Feel Fine" / "Kansas City" foi lançado em 27 de novembro de 1964, em seguida a "A Hard Day's Night". Esse foi o oitavo compacto dos Beatles, e sexto Número 1 consecutivo. A gravação, concluída em nove tomadas, se inicia com uma nota de feedback que emenda com o riff que é a base da canção. Esse foi o primeiro uso do feedback em uma gravação, e isso inspirou muitos músicos (incluindo Jimi Hendrix), que depois empregaram o recurso como nota musical, e não como ruído. Entre as teorias da época para explicar esse som inicial estava a idéia de que fosse um zumbido amplificado de uma abelha, mas na verdade, os Beatles só passaram a usar sons pré-gravados a partir de 1966. O vocal é comandado pro John, com Paul e George juntando-se a ele nos refrões a três vozes.

ENTREVISTA DOS BEATLES VAI A LEILÃO

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Em pleno ano de 1965, os Beatles os Beatles participaram de uma entrevista com o DJ Jerry G. Bishop. 47 anos depois, a fita contendo o áudio irá a leilão, e o melhor de tudo, sem qualquer tipo de edição. O ponto alto da entrevista foi quando Bishop perguntou aos garotos de Liverpool se o Rei do Rock, Elvis Presley, havia exercido algum tipo de influência sobre a banda e a resposta saiu da boca de Paul McCartney. “Sim, bom, é claro, desde que eu tinha 16 anos. Eu amava seus discos. Nós costumávamos tocar várias músicas dele até começarmos com as nossas próprias. Mas eu não gosto das coisas novas – dissemos isto a ele na noite passada”, disse o baixista.

Nessa época, enquanto os Beatles brilhavam em todos os holofotes, Elvis já levava um estilo de vida mais recluso, longe dos palcos e dos estúdios de gravação, dando prioridade a sua carreira no cinema, que rendeu 53 filmes. Ainda com Elvis em pauta, Bishop perguntou se um disco em conjunto entre os Beatles e o Rei era uma possibilidade, mas John Lennon negou. “Nenhum de nós já gostou desses discos onde colocam duas pessoas juntas’, disse. ‘Eu odiaria um disco como esse.” A fita com a entrevista será leiloada ainda em novembro e, segundo Ted Owen, presidente da Fame Bureau, responsável pelo pregão, deve alcançar um valor de arrecadar até £ 35 mi (algo tem torno de R$ 110 mil). “As entrevistas dos Beatles geralmente são cheias de sarcasmo e eles estavam sempre pisando na ponta dos cascos. Eles parecem ter gostado do Jerry G, com quem entraram na mesma sintonia e, consequentemente, deixaram que ele viajasse com a banda e estivesse junto nos hotéis”, comentou.

Nesse link, você pode conferir a entrevista inteira de Jerry G. Bishop com os Beatles (em inglês): http://www.beatlesinterviews.org/db1965.0828.beatles.html

FRED SEAMAN - SECRETÁRIO DE JOHN LENNON

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Frederic (Fred) Seaman, nasceu em 10 de outubro de 1952. Ele foi uma das mais controversas pessoas ligadas ao universo dos Beatles. Ele foi assistente pessoal de John Lennon e Yoko Ono, durante pelo menos, metade dos anos 70 e, nos anos finais do ex-Beatle, quando vivia no Dakota, em Nova York.

Seaman conheceu os Lennon em Outubro de 1975 através de uma tia, Helena Seaman, que já tinha sido empregada deles. Pouco tempo depois, precisando de trabalho, renovou sua amizade com eles em 1978. John Lennon estava precisando de um assistente pessoal na época, e vários fatores contribuiram para que Seaman ficasse com a vaga. Primeiro, Seaman era um fã de jazz e pouco sabia sobre a carreira de Lennon nos Beatles. Yoko Ono disse ter realizado uma leitura numerológica dele e e descobriu que ele nasceu no ano chinês do Dragão, e seu aniversário era um dia depois de John. Lennon também ficou impressionado com a maneira como o nome "Fred Seaman" estava diretamente relacionado ao pai dele, Fred Lennon que era marinheiro e Seaman nada mais era literalmente que "marinheiro", "homem do mar".

Durante os 24 meses em que trabalhou no edifício Dakota, Seaman apresentava a Lennon músicas de artistas da época como The B-52's que Lennon tinha certeza terem sido inspirados pela música de Yoko Ono. Fred Seaman foi mencionado nas últimas entrevistas de Lennon para a Rádio BBC e da Rádio RKO e seu nome também aparece no encarte de Double Fantasy.

Depois do assassinato de Lennon em 08 de dezembro de 1980, Seaman, deliberadamente teria levado diversos itens do apartamento no Dakota, incluindo equipamentos de som e diários pessoais de John Lennon. Após sua prisão, Seaman insistiu que Lennon teria especificamente instruído a ele para dar os diários para o seu filho mais velho, Julian, em caso de sua morte. Em 1983, Seaman foi condenado por roubar os diários, que até então tinham sido devolvidos à Yoko Ono, e sentenciado a cinco anos.

Em 2002, Seaman também perdeu uma batalha judicial longa e controversa contra Yoko Ono pelo controle de direitos autorais de mais de 300 fotos que ele tirou com uma câmera dos Lennon durante seus serviços.

Seaman é autor de "Os Últimos Dias de John Lennon", um livro que detalha sua época como assessor privado de Lennon (publicado inicialmente em setembro de 1991). Esse livro também foi publicado na Inglaterra, alemanha, França, República Tcheca e também no Japão.

O livro é considerado polêmico por muitos fãs de Lennon e pesquisadores devido ao retrato que faz do casamento de Lennon e Ono, e e também retrata a vida isolada e muitas vezes infeliz que Lennon vivia no interior dos apartamentos do Dakota. Uma revisão na edição de junho de 1991 afirma: "Seaman revela as minúcias do dia-a-dia da vida Lennon, e o que emerge é um retrato triste de um homem atormentado". Ao publicar a sua história, no entanto, Seaman falhou em cumprir os termos do acordo de confidencialidade assinado desde quando começou a trabalhar para o casal. O livro esgotou-se rapidamente. Desde então, Seaman vem trabalhando como crítico de jazz.

A maioria das fotos de John tiradas por Seaman foram feitas entre junho e julho de 1980, e mostram John e Sean nas Bermudas.
 

THE BEATLES - I NEED YOU

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Para começar bem o dia!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

OS BEATLES NA REVISTA ROLLING STONE

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No dia 15 de novembro de 1969, os Beatles foram mais uma vez, capa da revista Rolling Sone. Eles já foram capas dessa revista mais de 30 vezes. Na foto, os Beatles aparecem em Tittenhurst Park, casa de John Lennon, posando para a última sessão de fotos da sua carreira como banda.

As últimas fotos dos Beatles juntos, em Tittenhurst, foram feitas por Ethan Russell, no dia 22 de agosto de 1969.

Na edição nº 36 (Rolling Stone Brasil) de setembro de 2009, os Beatles também foram a capa com uma matéria completíssima escrita por Mikail Gilmore “Por que o Sonho Acabou - Os bastidores da saga dos Beatles – e as forças que esfacelaram a maior banda de todos os tempos”, uma análise minuciosa sobre todas as circunstâncias que levaram ao fim do grupo. Aqui, a gente confere um trecho:

Era um dia frio, em janeiro de 1969, e os Beatles estavam sentados em um grande (e ainda mais gelado) estúdio no Twickenham Film Studios, em Londres, acompanhados das piores pessoas com quem poderiam estar: os próprios Beatles. A banda havia passado dias tentando escrever e ensaiar novo material para um show ao vivo já pré-agendado - o primeiro desde agosto de 1966 - mas as coisas não iam bem. O único entre eles a demonstrar algum tipo de senso de urgência era Paul McCartney. "Não sei por que qualquer um de vocês se envolveu nisso se não há interesse", disse aos outros Beatles. "Para quê? Não pode ser que seja pelo dinheiro. Por que vocês estão aqui? Eu estou porque quero fazer um show, mas não vejo nenhum tipo de apoio." Paul olhou para seus companheiros de banda, seus amigos de longa data - John Lennon, George Harrison e Ringo Starr - e os olhares que recebeu de volta não tinham expressão alguma. "Há duas opções: fazemos ou não fazemos; e eu quero uma decisão", disse ele instantes depois. "Porque não estou nem um pouco interessado em perder a porra do meu tempo aqui, de bobeira, enquanto todo mundo tenta resolver o que quer fazer." Paul esperou, mas não teve resposta. De novo, os mesmos olhares vazios. E esse estava longe de ser o pior momento pelo qual o grupo viria a passar naquele período. Em seus últimos momentos de vida, os Beatles protagonizaram uma das mais misteriosas e complicadas histórias de fim de romance do século 20. E também a mais triste delas. Os Beatles não fizeram apenas música - eles influenciaram sua época com o mesmo peso de qualquer força política e com resultados mais benéficos que a maior parte delas. Por que, então, os Beatles se separaram? Muitos culpam as maquinações de Yoko Ono, lendária paixão de John Lennon, e a maléfica malícia de Allen Klein, então empresário da banda, queridinho de Lennon e desafeto de McCartney. Mas não era tão simples.
E o resto do texto (que é enorme!), a gente confere no site da revista, no link:
http://rollingstone.com.br/edicao/36/por-que-o-sonho-acabou

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

COLAGEM DO SGT. PEPPER É VENDIDA POR R$179 MIL

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A colagem de Peter Blake, que inspirou a capa do álbum dos Beatles "Sgt Pepper"s Lonely Hearts Club Band", em 1967, foi vendida ontem por 55.250 libras (R$ 179.562) pela casa de leilões Sotheby's, em Londres. A peça do artista inglês é o esboço original da capa do oitavo álbum do quarteto de Liverpool, que contém músicas como "Lucy in The Sky With Diamonds", e tinha um preço estimado entre 50 mil e 80 mil libras (R$ 162,52 mil e R$ 260 mil). Diferente da capa utilizada no disco, a colagem de Blake mostra Paul, George, John e Ringo vestidos com uniformes de cores fortes sob a foto de "Sgt Pepper", além de alguns galões que emolduram a cena. "O artista convida as pessoas a fazerem parte da obra. Os objetos podem ser recortados e acrescentados e qualquer um pode fazer parte desse processo", explicou James Rawlin, especialista da Sotheby's em pintura britânica moderna. Rawlin assegurou que a obra representa "um pedaço tangível da história do rock", já que "Sgt PepperV teve "um tremendo impacto no panorama cultural no final dos anos sessenta" e "foi o primeiro álbum conceituai, no qual a música, as letras, a imagem e a experiência em estúdio dos Beatles se misturaram em um disco". Blake foi convidado a colaborar com a banda de Liverpool em março de 1967, em um momento de sua carreira no qual suas obras eram profundamente influenciadas pela arte folk, a estética vitoriana e as colagens. O marchand Robert Fraser foi o responsável por colocar os músicos em contato com o artista, que colaborou estreitamente com John Lennon e Paul McCartney para criar a capa do álbum.

"Sgt Pepper" significou uma mudança no estilo tanto musical como estético da lendária banda, que estava na reta final de uma carreira que terminaria três anos depois, em 1970. O álbum significou um ponto de inflexão na imagem de um grupo que em seus primeiros anos, esteve associado às franjas retas e às roupas de corte clássico. A colagem de "Sgt Pepper V foi vendida por seu autor, Peter Blake (1932), ao arquiteto Colin Wilson em 1968 e desde então, foi exposta em poucas ocasiões, por isso que se tomou em uma das peças mais importantes no leilão. No leilão, também foi vendida outro colagem do mesmo artista, "Roxy Roxy", que alcançou o preço de 163.250 libras (R$ 530,5 mil), assim como obras de Henry Moore, Barbara Hepworth, Lucian Freud, Frank Auerbach e Patrick Caulfield.

HUNTER DAVIES - AS CARTAS DE JOHN LENNON - III

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"SEN-SA-CI-O-NAL!". É a única palavra que encontro que possa definir a obra de Hunter Davies "As Cartas de John Lennon", que devorei rapidamente me deliciando com cada uma das 400 páginas deste tesouro precioso. "As Cartas de John Lennon", é uma biografia inédita de Lennon por meio das cartas que escreveu: cartas para a família, namoradas, amigos, jornais, advogados e até para a lavanderia, todas com um tom cômico, sábio, poético e às vezes até comovente. Cada carta é precedida de uma introdução, explicando como, por que e quando ele a escreveu. Algumas são apresentadas com fac-símile, com a letra dele e até mesmo com desenhos. É uma maneira diferente e original de conhecer um pouco mais sobre a vida de um dos maiores ídolos da história da música em todos os tempos. A compilação de Davies compreende 285 documentos endereçados a familiares, amigos, amores, produtores, críticos de música e fãs. São cartas, bilhetes, autógrafos e cartões-postais organizados em ordem cronológica, de 1951 a 1980, divididos em 23 partes. Através de suas cartas, cartões postais, recados, bilhetes e até mesmo um jornal feito quando criança sobre a escola é possível conhecer um pouco mais a fundo John Lennon. Quem ele foi além da fama? Quais foram suas intenções com a música? E com seus livros publicados? Como sua vida foi se desenrolar e tombar com Paul, George e Ringo? Como foi o relacionamento com Freddie, seu pai que foi preso, e Julia, sua mãe que não o criou? E o seus dois grandes relacionamentos: Cynthia e Yoko? As Cartas que John escreveu, respostas de outras cartas, são mais que sua vida em palavras por ele mesmo, são sua alma transformada em pura vivência de cada momento estar acreditando com todo seu ser em algo, e se dedicar aquilo sem nunca, jamais, deixar de ser o mesmo Lennon que por vezes fugia ao certo controle, não era sempre certinho, cometia erros de ortografia (nem sempre propositais) e era sempre cem por cento apenas ele mesmo. Hunter Davies nos dá uma visão um pouco melhor ao nos situar quanto às pessoas e lugares, assim como seus assuntos e alguns jogos de palavras de John na carta seguinte, tudo acaba se tornando tão interessante que é impossível largar as páginas, minuciosamente organizadas em capítulos temáticos ainda que cronológicos. Para os fãs de música, dos Beatles e de John, é um livro indispensável, cuja leitura é agradável aos olhos, a diagramação é impecável e edição brasileira é tão primorosa que o próprio Lennon ficaria orgulhoso. Vale cada tostão! Imperdível. Parabéns ao autor e também a Yoko Ono pelo melhor lançamento Beatles dos últimos tempos.

THE BEATLES - THE BEATLES

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