domingo, 11 de maio de 2014

THE BEATLES - PENNY LANE - SENSACIONAL!

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Penny Lane é uma rua de Liverpool, mas é também o nome dado à área que cerca seu cruzamento com a Smithdown Road. Nenhum dos lugares mencionados em "Penny Lane" existe de fato. Qualquer um que não tenha crescido nessa região de Liverpool pode considerá-la, como o músico e crítico de arte George Melly disse certa vez, "um tedioso centro comercial típico dos subúrbios ingleses". mas para Paul e John, que haviam passado a infância lá, representava um tempo em suas vidas em que todos pareciam ser amigáveis e o sol brilhava sem parar em um céu claro e azul. A vida dentro da bolha da fama dourou um pouco mais as memórias dos dois. Como John observou em "She Said, She Said", "When i was a boy, everything was right".
John incorporara Penny Lane a um antigo esboço de "In My Life", mas foi Paul quem fez tudo dar certo. Ele criou uma cena de rua em Liverpool que poderia ter sido tirada de um álbum de fotos de infância, com uma bela babá, um barbeiro feliz, um banqueiro excêntrico, um bombeiro patriota e alguns passantes simpáticos. "Parte é fato. E parte, nostalgia", ele admitiu. De primeira, parece que se trata de uma cena de verão ("blue suburban skies"), mas depois a chuva é mencionada, assim como alguém vendendo papoulas (flor usada como adereço nas festas de 11 de novembro, data em que, em muitos países, se relembra o fim da primeira guerra mundial). O fato é que a música é como uma série de fotos, não necessariamente tiradas no mesmo dia.
Havia uma barbearia em Penny Lane, tocada pelo senhor Bioletti, que afirmava ter cortado o cabelo dos Beatles quando crianças. Havia dois bancos (Barclays e Lloyds), um posto de bombeiros na Allerton Road, e no meio da rotatória, um abrigo. Alguma personagens, como o bombeiro com um retrato da rainha no bolso, eram licenças poéticas de Paul. Ele conta: "Eu escrevi que o barbeiro tinha fotos de todas as cabeças que tivera o prazer de conhecer. Na verdade ele tinha apenas fotos de diferentes cortes de cabelo. Mas todas as pessoas que iam e vinham de fato paravam e diziam 'olá'.
"Finger pie" era uma gíria sexual de Liverpool incluída na canção para divertir um pouco os locais. "Era só uma piadinha para o pessoal de Liverpool que gostava um pouco de sacanagem", diz Paul. "Durante muitos meses após o lançamento do disco garçonetes tiveram de aguentar pedidos de "fish and finger pie".
O poeta de Liverpool Roger McGough, que fazia parte de um grupo de música e humor com Mike, irmão de Paul, acredita que "Penny Lane" era significativa porque, pela primeira vez, marcos britânicos, e não americanos, estavam sendo celebrados no rock"n"roll. "Os Beatles estavam começando a escrever canções sobre nossa casa", diz McGough. "Eles começaram a usar elementos como a sonoridade de nossa fala de rua e canções antigas que nossos pais ouviam nos tempos do teatro de variedades. Liverpool não tinha mitologia até que eles criaram."
Hoje, por causa da música, Penny Lane é uma atração turística de Liverpool, o que acabou modificando a área. As placas originais da rua foram roubadas anos atrás e suas substitutas tiveram de ser pregadas nos muros. A barbearia se tornou um salão unissex com uma foto dos Beatles na vitrine. O abrigo na rotatória foi renovado e abriu como bistrô Sgt. Pepper's. O Wine Bar de Penny Lane tem a letra da música pintada acima de suas janelas.

O filme promocional para a canção não foi filmado em Penny Lane. Os Beatles estavam relutantes em viajar para Liverpool. Foram filmadas cenas de rua e em torno de Angel Lane em East End de Londres. A seqüência de John andando sozinho foi filmada em King's Road (em Markham Square), em Chelsea. As cenas externas foram filmadas em Knole Park, em Severínia, em 30 de Janeiro de 1967, onde "Strawberry Fields Forever" também foi rodado. Ambos os vídeos - dirigidos pelo sueco Peter Goldmann - foram selecionados pelo MoMA de Nova York como alguns dos vídeos musicais mais influentes do final dos anos 1960. Cenas da verdadeira Penny Lane foram incluídas - como do ônibus verde de Liverpool e uma breve tomada de cima do "abrigo" no meio da rotatória, mas nenhum dos Beatles aparece nessas cenas. Só para lembrar: o ano era 1967.

LIVERPOOL - A VERDADEIRA TERRA SANTA

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Liverpool é uma cidade do condado de Merseyside, localizado no noroeste da Inglaterra, Reino Unido, no lado norte do estuário do Mersey. A cidade está localizada no extremo sudoeste do condado tradicional de Lancashire. Em 29 de agosto de 1207, o Rei John Feris teve o alvará que transformava a pequena vila de pescadores de Liverpool em município livre; um segundo alvará, outorgado por Henrique IIIem 1229, concedeu aos mercadores o direito de comércio sem necessidade de pagar taxas governamentais, nascendo assim o porto de Liverpool. Foi na fase final do reinado de Elizabeth I, na época do comércio com o novo mundo, que o porto da cidade se tornou a principal porta para o novo mundo. A grande peste de 1664 e o grande incêndio de 1666 em Londres fez com que muitos mercadores se mudassem para Liverpool e o porto prosperou. Liverpool durante a Segunda Guerra Mundial sofreu terríveis ataques aéreos.
Nos esportes, O Everton FC e o Liverpool F.C., fazem um dos clássicos de futebol mais antigos do mundo.
Liverpool também foi porto para transatlânticos como o RMS Titanic que de lá partiu para sua fatídica viagem rumo à America. A cidade também ficou famosa, principalmente, por ser o berço dos quatro integrantes dos Beatles.
Tal como acontece em outras grandes cidades britânicas, Liverpool tem uma população grande e diversificada. No Censo de 2001 do Reino Unido a população registrada de Liverpool foi de 441.900, o que torna a sexta maior no Reino Unido (este valor inclui apenas as áreas oficialmente dentro dos limites da cidade). A População do Liverpool atingiu o pico em 1930 com 846.101 registrados no censo de 1931. Desde então, a cidade tem experimentado um crescimento negativo da população a cada década, no auge com mais de 100.000 pessoas deixando a cidade entre1971 e 1981. Entre 2001 e 2006 experimentou a nona maior diminuição populacional do Reino Unido, embora tenha sido dito que a população total da cidade está agora se estabilizando depois do rápido declínio na década de 1980 e 1990. Bem como em muitas cidades a população de Liverpool é mais jovem do que a da Inglaterra com 42,3 % de sua população com idade inferior a 30 anos. Em comparação com a média do país de 37,4%. 65,1% da população está em idade de trabalhar.
Liverpool é o lar da comunidade negra mais antiga da Grã-Bretanha. A cidade também contém a mais antiga comunidade chinesa na Europa, os primeiros moradores da Chinatown da cidade chegaram como marinheiros no século XIX. O gateway na Chinatown de Liverpool é também a maior porta de entrada fora da China. A cidade também é conhecida por suas grandes populações irlandesa e galesa. Em 1813, 10% da população do Liverpool eram galeses, na sequência do início da Grande Fome dois milhões de irlandeses migraram para Liverpool, em uma década, muitos deles partindo posteriormente para os Estados Unidos. Em 1851, mais de 20% da população de Liverpool era de irlandeses.
O Papel da cidade como um importante porto no Império Britânico fez com que a cidade possuisse diversos edifícios históricos. Existem mais de 2.500 edifícios registrados em Liverpool, cidade que só perde para Londres no número de edifícios. Liverpool é também descrita pelo Patrimônio Inglês como a mais bela cidade da Inglaterra. Em 2004, a zona portuária de Liverpool foi declarada como Patrimônio Mundial pela UNESCO. As docas são fundamentais para a história do Liverpool.O Liverbird e internacionalmente reconhecido como o símbolo da cidade de Liverpool. No edificio Royal Liver Building, de 50 metros de altura encontra-se as estátuas de dois liverbirds com suas asas desafiantes que representam o espírito indomável do povo da cidade. Um deles aponta para o mar e o outro para a cidade.
Liverpool é uma grande cidade no ponto de vista artístico. No Walker Art Gallery são exibidas várias pinturas do período anterior ao século XX. A cidade ainda conta com uma grande biblioteca fundada em 1852. A Bienal de Liverpool é a única bienal de arte contemporânea no Reino Unido, é um festival que tem três áreas de exposição: The International, The Independent, Bloomberg New Contemporaries e muitos outros eventos culturais a ela associados. Acontece entre setembro e novembro.
A cidade abriga a Royal Liverpool Philharmonic Orchestra, uma das mais importantes e famosas orquestras da Inglaterra.Em 2003 Liverpool recebeu o título de Capital Europeia da Cultura para 2008, iniciaram-se uma série de obras para a remodelação da cidade que têm visto um investimento total de 750 milhões de libras.

PAUL MCCARTNEY VOLTA AO NIPPON BUDOKAN HALL

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Paul McCartney vai retornar ao Nippon Budokan Hall, em Tóquio, no dia 21 de maio, marcando seu primeiro show no local após 48 anos. Sua última apresentação no Budokan foi em 1966, com os eternos e inesquecíveis “The Beatles”. Para marcar o acontecimento, cerca de 100 bilhetes estão sendo vendidos por apenas 1,5 mil ienes (US$ 15), o mesmo valor que em 1966. Os assentos desses bilhetes especiais, no entanto, são reservados para pessoas com idades até 25 anos. O valor dos ingressos para assentos na arena custam 100 mil ienes, cerca de US$ 990. Enquanto o valor dos ingressos para os demais lugares variam de 40 mil ienes (US$ 390) a 80 mil ienes (US$ 790). Além do show no Nippon Budokan Hall, a nova turnê de McCartney no Japão inclui apresentações no Estádio Nacional de Tóquio, nos dias 17 e 18 de maio, e em Osaka, no Yanmar Stadium Nagai, no dia 24 de maio.

sábado, 10 de maio de 2014

THE BEATLES - PAPERBACK WRITER - 2014

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“Paberback Writer” foi lançada como Lado A de um single que tinha "Rain" como Lado B, alcançou o topo das paradas britânica e americana. Mais tarde, foi incluída nos álbuns “Hey Jude”, “The Beatles 1962–1966”, “Past Masters Volume Two” e “1”.
Primeiro single dos Beatles cuja temática não era o amor ("Nowhere Man" tinha sido a primeira canção), "Paperback Writer" contava a história de um romancista implorando a um editor que aceite seu livro de mil páginas. A composição da canção é creditada a Lennon/McCartney, embora muitos acreditem que a canção tenha sido escrita apenas por Paul. Entretanto, em entrevista na década de 90, ele esclareceu a questão: "Eu cheguei à casa de John e lhe falei sobre a ideia de escrever uma canção sobre um autor, como uma carta para um editor. Então, nós fomos à sala de música dele e colocamos a melodia. Posteriormente, John e eu nos sentamos e terminamos a canção, mas ela foi creditada a mim porque a ideia original era minha". "Paperback Writer" foi surpreendente na época por ser um single pop com um tema tão incomum e uma levada tão boa.
Paul disse que sempre gostou do som das palavras "paperback writer" e decidiu criar sua história em torno da expressão. O estilo epistolar da canção surgiu durante uma viagem de carro. "Assim que cheguei, disse a ele que queria que escrevêssemos uma música como se fosse uma carta", ele conta.Tony Bramwell recorda que a inspiração para boa parte da letra veio de uma carta real mandada a Paul por um aspirante a escritor.
As brochuras tinham causado uma revolução editorial, tornando os livros acessíveis a pessoas que teriam considerado as edições de capa dura caras demais. O poeta Royston Ellís, primeiro autor publicado que os Beatles conheceram quando tocaram para acompanhar sua poesia em 1960, está convencido de que Paul se agarrou à expressão “paperback writer” a partir das conversas dos dois. "Apesar de eu escrever livros de poesia na época, se me perguntassem o que eu queria ser, eu sempre dizia um 'escritor de brochuras' porque era o que você tinha de ser se quisesse atingir o grande público", conta Ellis, que se tornou escritor de guias de viagem e romances comerciais. "Minha ambição era ser um escritor que vendesse seus livros e ganhasse dinheiro com isso. Era o meu equivalente para a ambição deles de fazer um single que vendesse um milhão."
Assim como muitas composições de Paul, a letra era guiada mais pelo som das palavras do que pela lógica da narrativa. Interpretada literalmente, é sobre um autor que tinha escrito um livro baseado em um romance sobre um escritor de brochuras. Em outras palavras, é um romance baseado em um romance sobre um homem escrevendo um romance que, por sua vez, é presumivelmente baseado em um romance sobre um homem escrevendo um romance. O "homem chamado Lear" provavelmente é uma referência a Edward Lear, pintor vitoriano que, apesar de nunca ter escrito um romance, escreveu poemas e canções nonsense que John começou a ler quando críticos especularam que o autor o havia influenciado em In His Own Write. O Daily Mail recebe uma menção porque era o jornal que John lia. As matérias do Daily Mail mais tarde serviriam de inspiração para duas músicas de Sgt Pepper.
A principal inovação musical em "Paperback Writer" era o uso do recurso "boost" no baixo, que possibilitou que o instrumento ganhasse um raro protagonismo na banda. Através de algumas inovações no estúdio feitas pelo engenheiro de som Ken Townsend, o baixo se tornou o instrumento mais proeminente da faixa, na linha do que faziam instrumentistas que acompanhavam Otis Redding e Wilson Pickett. Os backing vocais foram inspirados por Pet Sounds, dos Beach Boys. John e Paul receberam uma cópia do disco antes que ele fosse lançado. "Paperback Writer" foi um single número 1 em vários países, incluindo a Inglaterra, os Eua, Alemanha e Austrália.

GEORGE HARRISON - WONDERWALL E ELETRONIC SOUND

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Wonderwall Music foi um albúm lançado por George Harrison em 1968. Os Beatles ainda estavam juntos. O disco é a trilha sonora do filme Wonderwall. As canções são quase todas instrumentais, com exceção de algumas vozes. As músicas foram gravadas em dezembro de 1967, na Inglaterra, e janeiro de 1968 em Bombaim, na Índia. Traz um som influenciado pela filosofia indiana com forte teor pop. As faixas que merecem destaque são "Microbes" e "Tabla And Pakavaj". Wonderwall Music se tornou conhecido como “o primeiro álbum solo oficial de um Beatle”, mas na verdade, não foi. Foi “The Family Way” by Paul McCartney.
Electronic Sound é o 2° álbum solo, de George Harrison, e a segunda e última gravação lançada no pelo breve “Zapple Records” (uma extensão da Apple Records) dos Beatles (que ainda estavam “juntos”), foi arquivado por insistência do até então agente dos Beatles, Allen Klein. Foi lançado em maio de 1969, inclui duas longas peças, uma delas tocada num Sintetizador Mogg. A capa de Electronic Sound foi pintada pelo próprio Harrison e o encarte trazia pouquíssimas notas sobre o álbum, e uma citação, atribuída a Arthur Wax: “Tem muita gente por aí fazendo muito barulho; aqui tem mais”. Devido à sua natureza experimental e altamente não comercial, Electronic Sound não entrou nas paradas do Reino Unido, e pouco fez nas paradas da Billboard dos Estados Unidos. O Tecladista Bernie Krause, anos depois, entrou com uma ação legal contra Harrison, alegando que o lado 2 da gravação, foi essencialmente ele demonstrando o Moog-III a Harrison (como detalhado no livro dele Into Wukd Sabtuari). O nome de Krause foi originalmente incluído na capa da frente junto com o de Harrison, mas foi apagado na impressão, por insistência do próprio Krause. Foi lançado pela primeira vez em CD no final de 1996.

Não deixe de conferir também, a sensacional postagem sobre Wonderwall - O filme: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/05/wonderwall-o-filme-1969-sensacional.html

THE BEACH BOYS - GOOD VIBRATIONS

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“A palavra vibrações, me assusta", contou Brian Wilson certa vez, lembrando como, quando ele era criança, sua mãe, Audree, tentou explicar a ele por que os cães latiam para algumas pessoas e não para outras. "Um cachorro sente as vibrações das pessoas, algo que não se pode ver, mas se pode sentir. O mesmo acontece com gente." "Good Vibrations" extraiu essa energia e a transformou em um raio de sol eterno. "É uma canção muito espiritual", Wilson disse depois de seu lançamento, "e eu quero que ela passe boas vibrações".
Wilson, então com 24 anos, tam¬bém tinha outro objetivo em mente: "Isso vai ser melhor que 'You’ve Lost That Lovin' Feelin"' dos Righteous Brothers", falou. Wilson ainda estava trabalhando em sua obra máxima, Pet Sounds, quando começou "Good Vibrations" tarde da noite no dia 17 de fevereiro de 1966, no Gold Star Recorders, em Los Angeles. Durante os sete meses seguintes, em quatro estúdios diferentes, ao custo de mais de US$ 50 mil (na época a maior quantia já gasta na gravação de um single), Wilson construiu "Good Vibrations" em seções, colorindo seu balanço atmosférico com celos em ritmo de locomotiva, piano de saloon e o lamento espectral de um teremim. "No começo não pensáva¬mos em fazê-la em pedaços", conta Wilson hoje, "mas, depois das primeiras passagens no primeiro verso, percebemos que se¬ria um tipo diferente de disco". Muito diferente. Wilson - livre para experimentar enquanto os outros Beach Boys estavam em turnê - não conseguia parar de testar combinações de instrumentos e abordagens rítmicas. Uma versão descar¬tada da música tinha batida de R&B.
"Good Vibrations" se tornou o terceiro sucesso dos Beach Boys a chegar ao número 1, mas foi uma glória breve - comercialmente para a banda criativamente, e emocionalmente para Wilson. A música supostamente apareceria no álbum Smile, mas Wilson - sofrendo de depressão e lutando contra os outros membros dos Beach Boys pela direção musical do grupo - abandonou o álbum em maio de 1967, eventualmente completando-o e tocando-o em uma turnê em 2004. '"Good Vibrations' agora está melhor do que nunca", disse Wilson naquele ano. "Chegou ao número 1 em 1966, e agora somos aplaudidos de pé todas as vezes que a tocamos ao vivo. É incrível para mim."

quinta-feira, 8 de maio de 2014

BAKER STREET - A ESQUINA MAIS BONITA DE LONDRES

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Há 47 anos, no dia 7 de dezembro de 1967, a Apple foi aberta oficialmente na Baker Street, em Londres. Novamente, os Beatles mostraram ao mundo o quanto estavam na frente. Com um projeto ousado e inovador, ao fachada do prédio, tão tradicional e careta como tudo em Londres, ganhou uma pintura maravilhosa e arrojada, projetada pelo grupo de designers “The Foll”. Infelizmente, a feta não durou muito tempo não. Por isso, a gente relembra agora, uma das primeiras postagens do Baú do Edu, de novembro de 2008. Abração em todos e desculpem a ausência dos últimos dias.
Durante o fim de semana de 10 a 12 de novembro de 1967, enquanto os Beatles estavam preocupados em gravar o vídeo de seu novo compacto, "Hello Goodbye", The Fool começaram a pintar a antiga fachada de tijolos da loja, armando um andaime e envolvendo-o com encerados, de modo que o trabalho pudesse ser feito em sigilo. "Eles se recusavam a dizer a qualquer um de nós a aparência que a fachada teria" diz Alistair Taylor. Ninguém, com exceção dos estudantes de artes contratados para executar o painel, tinha permissão de espiar o trabalho em curso. Até os Beatles eram mantidos a distância, como normalmente se faz com crianças ávidas de curiosidade. "Quando finalmente chegou a hora de tornar público o trabalho, todos nós nos juntamos na rua. O encerado caiu de maneira dramática e, sob ele, estava um incrível mural psicodélico na fachada do pequeno edifício, um autêntico gênio de dois andares, com estrelas, luas e fadas e coisas desse tipo. Minha nossa! Nós ficamos absolutamente pasmados. Era fabuloso! As pessoas debruçavam-se das janelas dos prédios e dos ônibus para olhar. Qualquer motorista que entrava na rua quase batia no carro da frente, cujo chofer também tinha parado para olhar."A pintura era maravilhosa", disse Paul, fazendo eco à opnião compartilhada pelos demais Beatles com a maior parte do público. Na cidade toda, o mural da butique da Apple tornou-se assunto de conversa. Londres jamais vira algo parecido. As pessoas vinham de todos os bairros para observar melhor, obstruindo a calçada em frente à loja, congestionando o tráfego. Ela se tornou tão popular como atração turística como qualquer um dos pontos turísticos tradicionais. Porém, a comissão de planejamento da City of Wesminster, à qual tinha sido requerida a permissão oficial para pintar a fachada - ignorando-se se ela havia ou não dado a resposta -, não mostrava muito entusiasmo com isso tudo. 'Não demorou muito tempo para que fôssemos chamados pelos advogados do poder público, que disseram que teríamos de devolver ao prédio a antiga aparência", lembra Taylor. Seguiram-se três semanas de uma acalorada disputa na justiça, até que, finalmente, o mural foi apagado pelos The Fool.
O "The Fool", era um grupo de designers holandeses que fez diversos trabalhos para os Beatles. Os mais famosos foram a fachada da Apple, o Rolls Royce de John Lennon, e os muros externos da casa de George, em Esher. Além dos desenhos das roupas psicodélicas que eram vendidas na butique. No dia 8 de maio de 1968, foi noticiado que os Beatles seriam obrigados a remover as pinturas psicodélicas do prédio devido à reclamação de alguns moradores da área. 


Não deixem de conferir a postagem "A ARTE ENCANTADA DE "THE FOOL" publicada aqui em 25 de julho de 2011:http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/07/arte-encantada-de-fool.html
Confira também: “KINFAUNS - A CASA PSICODÉLICA DE GEORGE HARRISON” http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/10/kinfauns-casa-psicodelica-de-george.html
e “O INCRÍVEL ROLLS ROYCE DE JOHN LENNON” http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/04/o-incrivel-rolls-royce-de-john-lennon.html

terça-feira, 6 de maio de 2014

ATENÇAÕ: O VENCEDOR (A) DO SORTEIO FOI....

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Parabéns, Elaine! Por favor, mande um e-mail com seus dados (nome e endereço completos) para eduardobadfinger@gmail.com. Obrigado pela sua participação e continue conosco deixando seus comments. Ainda vem muita coisa boa por aí. Fique de olho! Valeu e obrigadão a todos os que participaram. Abração! Agora, a gente fica com os Beatles quebrando o pau com "Everybody's Trying To Be My Baby" ao vivo no Shea Stadium. O clipe foi montado e editado. Mas não importa. São os Beatles... e que ficou legal demais, ficou! Até a próxima!!!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

ATENÇÃO: NOVO SORTEIO DA REVISTA BEATLES!

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O vencedor do sorteio da revista “The Beatles – O Guia Definitivo” como já foi anunciado foi nosso amigo Pedro Renaut Barros Correia. Como o Pedro já tinha um exemplar da revista, num gesto magnânimo ele abriu mão em nome de algum outro participante. Valeu, Pedro! Legal de sua parte. O novo sorteio será hoje às 18h. Boa sorte a todos! Confira aqui se você está participando:
Matheus Felizari, Fábio Simão, Camis, João Carlos, Márcio Pereira Francisco Gomes, Júlio César Filho, Tamires, Léo Blogger, Valdir Junior, Elaine Oliveira, Alex Ferreira, Pedro Paulo Fonseca, Bob Ferreira, Anderson Sant’Anna Fernandes, Leonardo Piccioni, José Roberto Sauaia, Terra Vermelha Cultural e Roberto Castello.
Agora, a gente fica com os Beatles quebrando o cacete no Shea Stadium com Twist And Shout. Abração galela!

sábado, 3 de maio de 2014

VOCÊ SABE QUEM É MARSHA ALBERT?

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Eu já comprei e já li “LOVE ME DO – 50 Momentos Marcantes dos Beatles” de Paulo Hewitt. E gostei! O autor consegue contar a história de forma diferente de tantas outras obras, a partir de momentos marcantes na história dos Beatles. E como sempre, somente aqui no nosso blog preferido, com absoluta exclusividade, a gente já confere logo um capítulo inteiro. Espero que gostem. Abração em todos!

Em dezembro de 1963, Marsha Albert, adolescente norte-americana de 15 anos, escreveu uma carta a Carroll James, um dos figurões da cidade. Ele era DJ em Washington, D.C., soltando a voz na estação WWDC, e Marsha queria desesperadamente que ele tocasse a canção de uma banda desconhecida chamada The Beatles. A música se chamava "I Want to Hold Your Hand".

Marsha viu os Beatles pela primeira vez na televisão. Em novembro, a CBS News filmou, para o The Jade Paar Show, o grupo tocando ao vivo na Grã-Bretanha e então as imagens foram exibidas nos Estados Unidos. Paar apresentou o material não por pensar que tinha descoberto um fenómeno mundial, mas por julgá-lo "divertido". Essa seria a reação geral dos Estados Unidos aos Beatles durante o próximo mês. Divertido. Excêntrico. Marsha era diferente de Paar. Ela estava completamente arrebatada pela banda, a ponto de querer espalhar a novidade. Carroll James foi seu primeiro alvo. "Eu escrevi dizendo que achava que eles seriam muito populares por aqui", ela contou mais tarde. "E, se ele [James] conseguisse um de seus discos, seria genial."

Ela tinha toda razão, e o crédito deve ser dado a James por ter corrido atrás e garantido uma cópia importada do compacto. Então ele convidou a jovem para ir ao estúdio e introduzir a música antes de ela ser tocada. "Carroll James me ligou no dia em que conseguiu o disco e falou que, se eu fosse até lá às 17 horas, poderia anunciá-la", lembra Marsha. Ela foi até lá, e às cinco horas da tarde se aproximou do microfone e anunciou os Beatles no ar pela primeira vez no continente — que, em inacreditáveis dois meses, seria deles. Marsha falou: "Senhoras e senhores, transmitidos pela primeira vez nos Estados Unidos, aqui estão os Beatles cantando 'I Want to Hold Your Hand'". Quando a música terminou, Carroll pediu para os ouvintes telefonarem e opina^ rem. A resposta foi além de qualquer expectativa. Centenas correram aos telefones, a maioria se manifestando a favor. O gerente da estação não era estúpido e a gravação passou a ser executada com frequência. Foi a primeira oportunidade desfrutada pelos Beatles nos Estados Unidos, embora naquele momento eles ainda desconhecessem o fato. Tudo o que sabiam até então era que o país os vinha tratando muito mal. A visão do selo norte-americano da gravadora em relação a eles era sintomática da apatia do país quanto aos Beatles. A Capitol, divisão da EMI nos Estados Unidos, simplesmente se recusara a lançar os primeiros com-pactos do grupo, optando por licenciá-los a selos menores. Please Please Me e From Me to You saíram pela Vee-Jay Records, de Chicago, enquanto She Loves You veio à luz pela Swan. (Para fas de R&B como os Beatles, havia glória nesse acordo — a Vee-Jay lançou discos de John Lee Hooker e Jimmy Reed; a Swan, de Eddie Bo.)

Epstein sabia que, para que eles fizessem qualquer incursão séria pelo mercado norte-americano, essa situação teria de mudar. Ele precisava conquistar a Capitol. E decidiu usar seu trunfo: a beatlemania. Em novembro, um determinado Epstein viajou para os Estados Unidos e se reuniu com Bob Precht, produtor de The Ed Suilivan Show, um dos programas mais vistos no país. Eles se reuniram em Nova York e Precht logo expressou sua visão a respeito dos adorados "rapazes" de Epstein. Eles eram uma trupe humorista, não é mesmo? Então, seria até interessante... Epstein ajeitou a gravata e começou a fazer a cabeça de Precht. O representante londrino do The Ed Suilivan Show já havia alertado os chefes a respeito da beatlemania. Epstein descreveu a Precht um retrato mais detalhado da histeria que tomara conta da Grã-Bretanha. Precht escutou. No fim da reunião, os Beatles ouviram a promessa de encabeçar três programas que transcorreriam em semanas consecutivas. Três participações, não uma. Quem afirma que Epstein nunca administrou adequadamente os Beatles, acusando-o de ser inepto e ingénuo, deveria estudar esse episódio. Quando Epstein contou à Capitol Records a respeito de seu feito, eles se sentaram e a gravadora começou a mudar a forma de pensar. Reuniões foram realizadas, e agora com decisões favoráveis ao grupo. A Capitol aceitou lançar em janeiro I Want to Hold Your Hand e prometeu investir cinquenta mil dólares na campanha de marketing. Perucas dos Beatles foram fabricadas e enviadas às lojas de discos. Os distribuidores foram incentivados a usá-las. Enquanto isso, adesivos proclamando "Os Beatles estão che¬gando" de repente tomaram conta de Nova York.

No dia 26 de dezembro de 1963, a Capitol Records lançou I Want to Hold Your Hand. De forma surpreendente, foram vendidas 250 mil cópias nos três primeiros dias. A demanda era tanta que a Capitol contratou gravadoras rivais para prensar o compacto. Em meados de janeiro de 1964, a canção disparava nas paradas e, em 1º de fevereiro, seis dias antes de chegarem a um país no qual nunca haviam tocado uma nota sequer, os Beatles atingiam o primeiro lugar nos Estados Unidos. Enquanto isso, a Vee-Jay e a Swan começaram a promover seus compactos dos Beatles. I Want to Hold Your Hand, que viria a vender mais de cinco milhões de cópias, foi substituído no topo por She Loves You. Antes deles, somente Elvis conseguira derrubar do primeiro lugar uma de suas próprias canções.

Lennon estava estupefato. "Ninguém tem um sucesso nos Estados Unidos", ele afirmou a amigos. A banda estava em Paris na época, começando uma temporada de duas semanas no Teatro Olympia. Não foi muito memorável. Uma apresentação anterior em Paris fora arruinada por problemas no equipamento, e a plateia, curiosamente contendo mais rapazes que garotas, era muito menos ruidosa que a britânica. (Na verdade, ao voltarem à Grã-Bretanha, para mostrar o alívio por estar em casa, George Harrison desceu do avião em Londres acenando com a bandeira britânica). Qualquer desconforto causado aos Beatles em Paris foi rapidamente dissolvido quando eles chegaram ao hotel e descobriram que os Estados Unidos haviam adotado a banda por completo. Mais tarde, já instalados no quarto, um fotógrafo sugeriu que simulassem uma briga de travesseiros para as câmeras. "Essa é a coisa mais estúpida que já ouvi", Lennon retrucou. Um minuto depois, volúvel como sempre, pegou um travesseiro e jogou em Paul.

Quanto a Marsha, ela teve a chance de conhecer os Beatles no dia 11 de fevereiro, quando Carroll James a levou junto para uma entrevista que teria com eles. "Olá, Marsha", disse Paul. "A boa e velha Marsha", proferiu John e, de forma carinhosa, George a chamou de "Marsha Mellow". Parece que o comentário mais pertinente veio de Ringo. Ele simplesmente falou: "Obrigado, Marsha".

Hoje, Marsha Albert está com 65 anos e ainda é louca pelos Beatles! Deixe seu comentário!

THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT - OFFICIAL TRAILER 2014

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O filme A Hard Day's Night, lançado no Brasil como Os Reis do Ié-Ié-Ié, voltará aos cinemas neste ano, para comemorar os 50 anos de lançamento, com estreia no Pavilion Theatre, em Londres. A Janus Films restaurou o filme digitalmente e contratou Giles Martin – filho do produtor dos Beatles George Martin – para remixar e remasterizar a trilha sonora em sistema 5.1, no icônico estúdio Abbey Road. 

COME AND GET IT - THE BEST OF APPLE RECORDS

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Parte do catálogo do selo Apple Records, criado pelos Beatles nos anos 60, foi reeditado em versões remasterizadas, em outubro de 2010. Entre os relançamentos estão álbuns de James Taylor ("James Taylor", de 1968), Badfinger ("No dice", de 1970), Billy Preston ("Encouraging words", de 1970) e Jackie Lomax ("Is this what you want?", de 1968). Remasterizados pela mesma equipe que cuidou do relançamento dos álbuns dos Beatles relançados em 2009, os novos CDs terão versão digital disponível para download. Além disso, alguns deles trarão faixas extras. Os álbuns lançados 
foram: James Taylor , "James Taylor" (1968); Badfinger, "Magic christian music" (1970); Badfinger, "No dice" (1970); Badfinger, "Straight up" (1972); Badfinger, "Ass" (1974), Mary Hopkin, "Post card" (1969), Mary Hopkin, "Earth song, ocean song" (1971); Billy Preston, "That's the way god planned it" (1969); Billy Preston, "Encouraging words" (1970), Doris Troy, "Doris Troy" (1970), Jackie Lomax, "Is this what you want?" (1968); Modern Jazz Quartet, "Under the jasmin tree" (1968); Modern Jazz Quartet, "Space" (1969); John Tavener, "The whale" (1970); John Tavener, "Celtic requiem" (1971).

"Come and Get It: The Best Of Apple Records" é a primeira coletânea multi-artista na história da gravadora. Esta compilação com 21 faixas varia entre as melodias folk de Mary Hopkin e James Taylor, do rock enérgico de Badfinger e Jackie Lomax para a alma profunda de Doris Troy e Billy Preston. Come and Get It exibe os anos vibrantes da Apple de experimentação musical, a partir dos singles de sucesso para os clássicos cult do catálogo, representado pela banda filarmônica The Black Dyke Mills Band, The Playboys Sundown, e muito mais. Hot Chocolate (como "The Hot Chocolate Band ') faz uma aparição, tal como Ronnie Spector, Bill Elliot & The Elastic Oz Band, Chris Hodge, Brute Force, e outros.

Lançada pelos Beatles em 1968, a Apple serviu como um novo mercado para as suas próprias gravações e também como uma alternativa para os grandes artistas da época e que foram escolhidos pelos próprios Beatles (individual e / ou coletivamente). No espírito revolucionário dos tempos, a missão artística e utópica da Apple, comemorou a diversidade em um ambiente amigável criativo. O resultado foi um espectro diversificado da música, do rock, folk e soul e essa compilação é uma apresentação ótima do que foi a gravadora. O CD foi remasterizado para este lançamento e está editado no mesmo formato como os lançamentos dos Beatles remasterizados há dois anos.

LON E DERREK VAN EATON – SWEET MUSIC

4 comentários:
Por Marco Antonio Mallagoli - Fora de catálogo desde que a Apple Records suspendeu suas operações em 1975, o álbum de Lon e Derrek Van Eaton gravado em 1972, “Brother” esta sendo lançado em CD pela primeira vez. Eles assinaram com a Apple, depois que John Lennon e George Harrison, ouviram a fita que a dupla (fizeram parte da banda Americana, nos anos 60, “Jacob’s Creek”) mandaram aos escritórios da Apple. E foram chamados a Londres para ser o primeiro grupo a assinar coma Apple, baseado apenas em sua fita demo e os primeiros a gravar um disco no “novo” estúdio da Apple.
Produzido por George Harrison e Klaus Voorman, “Brother” e uma seleção de musicas ecléticas que vai do Rock ao R&B e ao folk e ainda com musicas de raiz americana.
A musica principal do disco se chama “Sweet Music” que foi produzida por George Harrison em Abbey Road e que tem como músicos além de Harrison, Ringo Starr, Mike Hugg (do Manfre Mann) e vários outros, em uma faixa que soa nada mais (totalmente compreensível) como uma grande faixa de George Harrison em inicio dos anos 70. Recém remasterizado em Abbey Road o CD traz comentários de Stefan Granados, assim como vários bônus tracks, incluindo a legendaria colaboração deles com Sir John Tavener (“The Sea”). Pode ter sido lançado ha quarenta anos atrás, mas “Brother” soa como novo e atual hoje, como soou em 1972, bem diferente de muitos discos daquela década. Fonte: http://www.revolution9.com.br/