segunda-feira, 17 de outubro de 2016

PAUL McCARTNEY & RIHENNA - FOURFIVESECONDS (O QUÊ?)

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Rihanna e Paul cantaram no Desert Trip
No segundo e último fim de semana do festival Desert Trip, que foi realizado na Califórnia, o músico Paul McCartney chamou uma inesperada convidada ao palco de seu show na noite de sábado (15). A cantora Rihanna se juntou ao músico para uma performance da música "FourFiveSeconds", single lançado por ela em 2015 que conta com participações do rapper Kanye West e do próprio McCartney. "Nós finalmente encontramos alguém com menos de 50 anos", brincou McCartney enquanto Rihenna deixava o palco, em referência a idade músicos escalados -além do ex-beatle, integraram a programação os Rolling Stones, Roger Waters, Bob Dylan, Neil Young e The Who- e do público majoritariamente composto por pessoas acima de 50 anos do festival apelidado de "Oldchella". A noite de McCartney contou com outra participação. Repetindo o primeiro show dele no festival, no sábado (8), Neil Young voltou a se juntar ao músico para um dueto de duas canções emblemáticas da carreira de John Lennon: "A Day in the Life", gravada pelos Beatles, e "Give Peace a Chance", que Lennon lançou com sua Plastic Ono Band.

BOB DYLAN É A CAPA DA VEJA DESTA SEMANA

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A revista Veja desta semana, de 19 de outubro de 2016 - Edição 2.500 - ano 49, número 42, traz na capa Bob Dylan, pelo grande mérito de ter papado o Nobel de Literatura 2016 e mais 1 milhão de dólares. Além da capa, a revista tem mais dez páginas dedicadas sobre a história do bardo americano e as possíveis (e tolas) controvérsias sobre seu merecimento ao prêmio. Nas bancas, 14 pilas. Na barbearia, a leitura é grátis!

sábado, 15 de outubro de 2016

IMAGEM DO DIA - O EDU AZUL DO BAÚ

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HOJE, PEPPERLAND FICA AZUL!
HAHAHAHAHA!


Não deixem de conferir o superblog 'Yellow Submarine' do Baú do Edu, publicado originalmente em 24 de agosto de 2011 - quando o Sub completava 42 anos, infelizmente, os vídeos já foram pro saco, mas vale a pena assim mesmo. A foto aí de cima, foi tirada ontem, sexta, 14, pelo amigo Alex Siva no restaurante Nosso Mar da 115 norte. Obrigadão. Valeu!

PAOLO HEWITT - OS BEATLES VIRAM DESENHO ANIMADO

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O que a gente confere agora é o capítulo do livro "Os Beatles Viram Desenho Animado - Yellow Submarine" de Paolo Hewitt (50 Momentos Marcantes dos Beatles) que já andou outras vezes por aqui. Vamos lá? Embarcar rumo à Pepperland para salvá-la dos azuis-maus?
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As pessoas continuavam a amar os Beatles. A imprensa podia ter se voltado contra eles, a polícia podia ter começado a rondá-los, sentindo o cheiro de maconha que parecia acompanhá-los aonde quer que fossem, mas as pessoas ainda os amavam. Em cenas que lembravam a beatlemania, milhares se reuniram no cinema London Pavillion, em julho, para saudar o grupo na estreia da animação Yellow Submarine.
O motivo desse amor? Simples — por causa da música. A música dos Beatles avançava em meio a tudo. Quer a banda usasse cabe­los curtos ou longos, fumasse baseados ou cigarros, saísse com modelos ou artistas de vanguarda do outro lado do mundo, não im­portava. Os discos eram sempre especiais e tinham um espírito mágico e nobre por trás deles. Os Beatles ainda eram vistos por mui­tos como “um de nós”, e por causa desse sen­timento o amor do povo foi concedido a eles. Yellow Submarine contribuiu de forma inesperada para o encanto da banda. E eles tiveram sorte nisso. Verdade seja dita, os qua­tro tinham tanto interesse pelo filme quan­to pelo resultado de partidas de futebol. Em outras palavras, pouquíssimo. Até o fim do ano, essa postura mudaria.
Epstein, embora falecido havia um ano, estivera envolvido nas primeiras etapas do projeto. Em 1964, o húngaro-americano Al Brodax entrou em contato com Brian por­que tivera uma ideia. Brodax tocava o King Features, estúdio de desenhos animados. Será que o empresário estaria interessado em produzir um desenho dos Beatles? Epstein e os rapazes concordaram. Eles logo bateram o martelo, e em 1965 a rede de televisão norte-americana ABC começou a transmitir a sé­rie animada The Beatles Cartoon. 
Artisticamente, era um desastre. Com visual barato, destituído de qualquer boa trama e com um elenco de dubladores cuja ideia de sotaque dos Beatles era falar com a própria voz, a série teve enorme popularidade nos Estados Unidos. Mas isso não era sur­presa: o nome da banda estava nela. Como não venderia? 
No contrato da série, ficou acertado que, se ela fosse bem-sucedida, Brodax poderia começar a trabalhar num longa-metragem animado dos Beatles, o qual também deve­ria conter material novo da banda. Brodax então acionou essa parte do contrato, e em 1967 teve início a produção. O diretor esco­lhido foi o canadense George Dunning. Ele passou a trabalhar num roteiro inspirado na canção “Yellow Submarine”, lançada pelo grupo em 1966, composta por Paul e canta­da por Ringo. 
A música nasceu para McCartney, con­forme ele descreveu ao biógrafo Barry Miles, como a “hora do crepúsculo”, aquele espaço entre a vigília e o sono. Depois de termina­da a canção, Ringo se tornou o candidato ób­vio para cantá-la. A voz lúgubre se adequava perfeitamente à letra — além disso, havia a tradição de dar uma música para o bateris­ta cantar. Com isso em mente, McCartney trabalhou para que ela fosse apropriada ao alcance vocal de Ringo. Lennon ajudou com a letra, daí — nas palavras de McCartney — ela ter se tornado mais e mais obscura em seu transcorrer. 
O roteiro do filme teve muitos redatores envolvidos, incluindo Erich Segai, autor de Love Story: uma história de amor (1970), um dos livros e filmes mais bem-sucedidos da década de 70. As instruções eram simples. De acor­do com o colega roteirista Lee Minoff, "a me­ta era nada mais, nada menos que levar a animação a ultrapassar tudo já visto em es­tilo, classe e tom, mas evitando o preciosismo e a pretensão”. 
Duzentos animadores foram escalados no mundo inteiro para encarar o desafio, sob a direçaõ de arte de Heinz Edelmann, compondo a história dos Beatles contra os malignos Blue Meanies, que buscavam inva­dir a feliz região de Pepperland. Curiosamen­te, a banda foi retratada com trajes ao estilo eduardiano, de bigode, gravata e casaco lis­trado. 
No começo, os Beatles foram firmemen­te contra o filme. Todos eles detestaram a sé­rie norte-americana — exceto pelos cheques recebidos por conta dela —, e estavam con­vencidos de que um filme infantil arruinaria seriamente sua credibilidade como “contra- culturalistas” antenados. Dunning, no entan­to, provou estar por dentro das coisas. Ele in­centivou os vários animadores do filme a utilizarem técnicas modernas e criarem vi­suais impressionantes englobando estilos de Bridget Riley a Andy Warhol, de Peter Blake a Richard Hamilton. Embora McCartney preferisse a adoção de um estilo à Wal Disney, logo ficou claro que Dunning estava tentando corresponder as ambições musicais do grupo e criar arte de natureza duradoura. 
No entender da maioria das pessoas, ele fez justamente isso. As cores, o estilo a as mudanças criativas de cenas permitiram a Yellow Sulmarine trabalhar em outros níveis, estra­tégia artística sempre aprovada pela banda. Yellow Sulmarine pode ser visto como um filme infantil refinado, um conto da fadas clássico no qual o bam triunfa sobre o mal. Todavia, ele também funcionou como um conto sobre os libertadores (o exército underground representado pelos Beatles) vencendo as for­ças sisudas do sistema. O visual incrível a o humor simpático o tornavam perfeito para as crianças e também para os maconheiros interessados am “fazer a cabeça” e deslizar rumo a Pepperland. 
Como prometido, o grupo fez uma pon­ta no final, brincando bastante, parecendo a gangue de sempre, com camisas combinan­do a sorrisos compartilhados. Eles também doaram quatro canções para o projeto, duas das quais, “Hey Bulldog” e “it's All Too Much”, eram belas criações. 
O filme levou a banda a criar vários pro­dutos com a marca do Yellow Submarine, tais como despertadores, miniaturas e brinquedos. Então, am janeiro de 1969, o álbum Yellow Sulmarine foi lançado, trazendo as quatro novas canções, mais “All You Need is Love” e o tema “Yellow Submarine”, além de sete faixas instrumentais compostas e executa­das pela George Martin Orchestra. Apesar da escassez de material novo dos Beatles, o LP entrou direto entre os dez mais. 
No ano em que a banda tentou lançar o sonho impossível da Apple e descambou num bate-boca pesado durante The White Ál­bum (Álbum Branco), o projeto Yellow Submarine, tão desdenhado por eles, tornou-se o grande destaque.

A FANTÁSTICA ARTE DE HEINZ EDELMANN

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Heinz Edelmann foi um grande artista alemão. Desenhista e exímio ilustrador. Tornou-se famoso nos anos 1960 com suas sensacionais ilustrações surreais, mas seu trabalho mais famoso, sem dúvida, foi sua direção de arte e de caracteres do projeto para o filme de animação dos Beatles em 1968 – “Yellow Submarine”.
Edelmann estudou gravura de 1953 a 1958. Começou sua carreira como ilustrador freelancer e designer de cartazes para teatro e publicidade na Alemanha. Entre 1961 e 1969, ele foi um ilustrador e designer regular para o renome internacional revista juvenil “Twen”. Durante 1967-1968, ele trabalhou no Submarino Amarelo.
Depois foi sócio em uma pequena empresa de animação em Londres, mas seu desejo de trabalhar em mais filmes não foi realizado. Em 1970, mudou-se para Amesterdan e produziu capas de livros e cartazes para peças de teatro e filmes. A última vez que utilizou o estilo que criou para Yellow Submarine foi para ilustrar um livro, Andromedar SR1 (1970), sobre uma viagem a Marte . Ele também desenhou a capa de uma edição alemã de O Senhor dos Anéis de Tolkien, e ilustrou diversos livros infantis, como The Wind in the Willows .
Nos anos 70, Edelmann ensinou design gráfico industrial na Universidade de Ciências Aplicadas de Düsseldorf. Posteriormente, foi professor de Arte e Design em outras universidades e em 1989 tornou-se professor de ilustração na Academia Estadual de Belas Artes de Stuttgart. Heinz Edelmann morreu de doença cardíaca e insuficiência renal em Stuttgart em 21 de julho de 2009 aos 75 anos.

THE BEATLES - ALL TOGETHER NOW - SENSACIONAL!

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“All Together Now” (Lennon & McCartney) foi escrita em maio de 1967, e Paul foi seu principal compositor. A idéia era que fosse outra “Yellow Submarine” e John ficou satisfeito quando ouviu as torcidas de futebol da Inglaterra cantando a música. Um dos efeitos do psicodelismo era a renovação do interesse pela inocência da infância, e as rimas infantis começaram a afetar o trabalho pós-Pepper dos Beatles. Iona Opie, folclorista e editora do The Oxford Dictionary of Nursery Rhymes, acredita que, quando as frases soam tão familiares, atraem mais a memória compartilhada: “Não posso distinguir nenhuma influência particular em “All Together Now”, ela afirma. “Existem tantas rimas de ABC e há diversas rimas como “one, two, three, four, Mary had a contage door...” que estão muito próximas. A música parece ter saído de um inconsciente universal”. Paul confirma tê-la tirado das músicas para criança (“É uma cantiga de brincadeira”), mas diz que também estava brincando com o significado de “all together now”, que podia ser um convite para que todos cantassem em uníssono como um slogan para a unidade mundial.

Desde o início, os Beatles não queriam participar do projeto do desenho animado “Yellow Submarine”, e também não gostavam da idéia de que seriam dublados. Quando viram as primeiras provas do filme quase pronto, acharam tão bom que decidiram que queriam aparecer de verdade.
 

ÔBA! YELLOW SUBMARINE EM VERSÃO LEGO

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http://imguol.com/c/entretenimento/87/2016/10/12/
Se você é fã de Beatles e de Lego já pode se preparar. No dia 1º de novembro, a Lego lança não só um Yellow Submarine, como quatro bonecos representando Ringo, Paul, John e George. O set completo de Lego Beatles tem cerca de 550 peças e foi criado por Kevin Szeto, que também é um amante da música, compositor e não surpreendentemente fã de Beatles. A criação alcançou necessários 10 mil votos de fãs para receber o sinal verde da Lego. O topo do submarino ainda pode ser removido para que seja possível colocar Beatles dentro dele. O preço por tudo isso é US$ 60.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A PEDIDOS - PAUL McCARTNEY- RETURN TO PEPPERLAND

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Um abração para a amiga Mônica Santiago. Valeu!
A divertida canção “Return to Pepperland” faz parte do disco "Return To Pepperland - The Unreleased 1987 Album". Esse disco vale ouro para os colecionadores e todos deveriam ter. É tido como um dos melhores e mais raros “não-oficiais” de Paul McCartney. As canções foram gravadas entre 1984 e 1987 (algumas com produção de Phil Ramone). Muitas delas permanecem inéditas até hoje, enquanto outras (mais notavelmente "Beautiful Night") foram regravadas. Outras, foram lançadas em lados B de singles anos depois, todas de autoria de Paul, exceto” P.S. Love Me Do”, de Lennon & McCartney e “Don’t break The Promise”, de Paul McCartney & Eric Stewart. Esse disco é realmente excelente e merece lugar de honra em qualquer estante de colecionador. A capinha é feinha, mas vale à pena.

BOB DYLAN - PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA

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O cantor e compositor norte-americano Bob Dylan, de 75 anos, foi anunciado nesta quinta-feira (13) o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura 2016. A escolha foi divulgada em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia. No anúncio, a Academia Sueca, responsável pelo Nobel, declarou que Dylan foi escolhido "por criar uma nova expressão poética na tradicional canção americana". A secretária da Academia afirmou ao canal público SVT que as canções de Dylan são "poesia para os ouvidos", antes de destacar que ocorreu uma "grande coesão" entre os membros da Academia sobre a escolha. O artista, que aos 75 anos permanece ativo, é um "ícone", ressaltou a Academia Sueca. Em maio, o cantor e compositor lançou o álbum mais recente, "Fallen Angels", no qual interpreta canções americanas popularizadas por Frank Sinatra. Este foi 37º álbum de sua grande carreira. O prêmio Nobel consiste em uma premiação de 8 milhões de coroas (€ 822 mil euros, US$ 907 mil).
Nascido Robert Allen Zimmerman em 24 de maio de 1941, em Duluth, Minnesota, nos Estados Unidos, Dylan é um dos maiores nomes da música americana do século 20. Cresceu em uma família judaica em uma cidade mineradora, mas se converteu ao cristianismo em 1979. Ele largou a faculdade e se mudou para Nova York onde se tornou famoso no início dos anos 1960. Em 2004, foi eleito pela revista americana "Rolling Stone" o segundo melhor artista de todos os tempos, atrás apenas dos Beatles.

VIDA DE JOHN LENNON VIRA GRAPHIC NOVEL

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A vida do ex-Beatle e ícone da música John Lennon virará uma graphic novel em 2017. O quadrinho será lançado em maio, pela IDW Publishig, que fez o anúncio oficial no último dia da Comic Con de Nova Iorque. Intitulada “Lennon”, a obra contará toda trajetória do britânico, assassinado em 1980, desde sua infância até sua carreira e vida pessoal, através de diálogos com seu terapeuta. A história é uma releitura de uma obra de 2010 do autor David Foenkinos, na qual John Lennon contaria sua vida para um terapeuta ficticío. A arte em preto e branco da graphic novel ficará por conta do ilustrador Horne, em adaptação à de Eryc Cobeyran, que trabalhou a partir de uma adaptação feita por Éric Corbeyran, responsável por alguns exemplares de "Assassin's Creed".

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A PEDIDOS - RINGO STAR - OCTOPUS'S GARDEN

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Um abraço para o amigo Jonas Neto!

"Octopus's Garden" é uma canção dos Beatles composta por Ringo Starr e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início no dia 26 de abril de 1969, e foi concluída em 18 de julho de 1969. Dura exatos 2’50”.
Durante as gravações do álbum "The Beatles", em 1968, havia muita tensão nos estúdios Abbey Road entre os quatro beatles. Em um desses episódios, Ringo Starr se chateou e abandonou as gravações. Abandonou a banda, pegou a família e foi para a Sardenha, Itália. Um dia, no iate do ator Peter Sellers, ele pediu "Fish 'n' Chips", mas veio polvo em vez de peixe. Surgiu então uma conversa com o capitão da embarcação sobre polvos. Este lhe contou que eles catavam pedras e objetos brilhantes no fundo do mar e os concentravam em um mesmo lugar, que ficava parecido um jardim. Com bases nestes fatos e com a ajuda de seu amigo e companheiro George Harrison ele compôs a canção. Não se sabe até que ponto Harrison ajudou. Esta ajuda nunca foi confirmada; porém no filme Let It Be aparece uma sequência em que são vistos os dois ensaiando a canção e Harrison mostrando alguns acordes para Ringo. A canção é creditada apenas a Richard Starkey.
"Octopus's Garden", além de Abbey Road, aparece no álbum Anthology 3, - onde está incluída uma gravação de uma das tomadas (take 2) realizadas no dia 26 de abril de 1969. A tomada considerada melhor e a que foi trabalhada foi a tomada 32 - e no CD "Love". O produtor George Martin criou uma versão diferente da canção: a introdução de "Octopus's Garden" cantada por Ringo está em velocidade mais lenta e misturada com a orquestração de Good Night. Em seguida, a música toma a sua forma original, misturada com os alguns efeitos sonoros de Yellow Submarine. Os quatro Beatles estão em seus instrumentos normais. Destaque para o solo excepcional de George Harrison.


THE BEATLES GUITAR LESSONS - DAY TRIPPER

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JOHN LENNON - IMAGINE COMPLETA 45 ANOS

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O single pacifista "Imagine", que marcou a história da música, completou 45 anos na última terça-feira (11). Composta e cantada por John Lennon, a canção teve como inspiração os primeiros versos do livro de poesias de sua musa Yoko Ono, "Grapefruit".
John Lennon e Yoko Ono, produziram a canção e o álbum do mesmo nome com Phil Spector. A gravação começou no estúdio na casa de John em Tittenhurst Park, na Inglaterra, em maio de 1971, e a edição dos acréscimos finais (de instrumentos ou voz) aconteceu no Record Plant em Nova York, durante julho. Um mês após o lançamento do LP em setembro, Lennon lançou "Imagine" como single nos Estados Unidos; a canção alcançou a terceira posição da Billboard Hot 100 e o LP alcançou o primeiro lugar das paradas no Reino Unido em novembro, mais tarde (depois da morte de Lennon) se tornou o álbum mais bem sucedido comercialmente e aclamado pela crítica da carreira solo de John. Apesar de não ser originalmente lançada como single no Reino Unido, "Imagine" foi lançada em 1975 para promover o LP “Shaved Fish” e alcançou o sexto lugar nas paradas daquele ano. A canção já vendeu desde então mais de 1,6 milhões de cópias no Reino Unido, e alcançou o primeiro lugar após a morte de John Lennon em dezembro de 1980. Na terceira posição da lista das 500 melhores canções de todos os tempos da revista "Rolling Stone", a música é considerada uma das mais influentes do mundo contemporâneo. Os versos pedem um mundo unificado, onde não existam fronteiras, religiões e qualquer outro motivo que segregue as pessoas. A letra utópica atravessou os tempos desde a Guerra do Vietnã, mas hoje, 45 anos depois, o belo sonho descrito por John Lennon continua a existir somente na imaginação.

GEORGE HARRISON - GOT MY MIND SET ON YOU

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Em 1987, George lançou o álbum Cloud 9, que foi produzido por Jeff Lynne (Electric Light Orchestra). Depois de 5 anos, foi uma volta com reconhecimento de público e de crítica. George convidou mais uma vez alguns amigos para participar do álbum: Eric Clapton, Ringo Starr e Elton John, além do próprio Jeff Lynne. A canção "Got My Mind Set On You", escrita por Rudy Clark na década de 1960, na versão de Harrison, chegou ao número 1 nos Estados Unidos e número 2 no Reino Unido. Além de ‘Cloud Nine’, “I Got My Mind Set On You” aparece nos álbuns ‘Best of Dark Horse 1976-1989’ e ‘Let It Roll: Songs by George Harrison’ de 2009. Uma versão ao vivo foi gravada para o seu ‘Live in Japan’ de 1992. Dois vídeos para esta música foram gravados por George. O primeiro (dirigido por Gary Weis) estrelou um jovem Alexis Denisof disputando o coração de uma menina em um parque de diversões. Ele apresentava Harrison e a banda na forma de um espectador de cinema, enquanto o jovem tentava ganhar uma bailarina de brinquedo para a menina. O segundo, também dirigido por Weis, mostra Harrison sentado e tocando em uma sala. Enquanto a canção progride, móveis e quinquilharias começam a dançar junto com a música. No meio do vídeo, Harrison (através do uso de um dublê) executa um backflip de sua cadeira e segue com uma rotina de dança antes de saltar de volta ao seu lugar. Sensacional.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE APARECIDA

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A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG). Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram. Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.Resultado de imagem para nossa senhora aparecida história
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha). Em 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas. O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus. Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus. Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o “maior Santuário Mariano do mundo”. Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!
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Hoje, especialmente em homenagem à Nossa Senhora de Aparecida, a gente confere Elis Regina e o hoje clássico "Romaria", de Renato Teixeira. Sem dúvida, de todas as versões já gravadas, a mais bonita. Amém!

ALEISTER CROWLEY - O DIABO EM FORMA DE GENTE?

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"Aleister Crowley era um covarde tempestuoso, um racista arrogante, misógino com lapoiante do fascismo, e um duro manipulador, ameaçado frequentemente pela sua sexualidade e ao mesmo tempo reivindincando ser libertado por ela. Mas era também um poeta fabuloso e um iconoclasta visionário cujos legados literários e culturais se estendem muito além dos limites da sua reputação. Este indivíduo controverso, uma mistura amedrontadora de egomania e auto-repulsa, inspirou comentários apaixonados - mas raramente justos - por historiadores".
Aleister Crowley, nascido Edward Alexander Crowley em 12 de Outubro de 1875 e morto em 1 de Dezembro de 1947, foi um membro da Ordem Hermética da Aurora Dourada e influente ocultista britânico, responsável pela fundação da doutrina Thelema. Ele foi o co-fundador da A∴A∴ e eventualmente um líder da O.T.O.. Ele é conhecido hoje em dia por seus escritos sobre magia, especialmente o Livro da Lei, o texto sagrado e central da Thelema, apesar de ter escrito sobre outros assuntos esotéricos como magia cerimonial e a cabala. A temática da Thelema é "faz o que tu queres pois é tudo da lei", revitalizada nos anos 70 na Sociedade Alternativa de Raul Seixas e Paulo Coelho.
Crowley também era mago, hedonista, crítico social, usuário de drogas, e libertino sexual. Em muitsa de suas façanhas ele "iria contra os valores morais e religiosos do seu tempo", defendendo o libertarianismo baseado em sua regra de "Faz o que tu queres". Por causa disso, ele ganhou larga notoriedade em sua vida, e foi declarado pela imprensa do tempo como "O pior homem do mundo." Além de suas atividades esotéricas, ele era também um exímio enxadrista, alpinista, poeta e dramaturgo. Em 2002, uma enquete da BBC descrevia Crowley como sendo o septuagésimo terceiro maior britânico de todos os tempos, por influenciar e ser referenciado por numerosos escritores, músicos e cineastas, incluindo Jimmy Page, Alan Moore, Bruce Dickinson, Ozzy Osbourne, Raul Seixas, Marilyn Manson e Kenneth Anger. Ele também foi citado como influência principal de muitos grupos esotéricos e de individuais na posterioridade, incluindo figuras como Kenneth Grant e Gerald Gardner.
Em 1967, Aleister Crowley, com ou sem magia, ficou imortalizado com seu rosto sendo uma das figuras que ilustram a capa do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band dos Beatles. Naquela época, a maioria das pessoas nem ao menos sabia quem era Aleister Crowley – mas os Beatles certamente sim.
A Lei de Thelema
O princípio Thelemico está dedicado aos altos propósitos de segurança da Liberdade do Indivíduo e de seu crescimento em Luz, Sabedoria, Compreensão, Conhecimento e Poder; mediante Beleza, Coragem e Sapiência; A lei de Thelema está encravada no Livro da Lei, recebido por Aleister Crowley em 1904, e com este, uma mensagem de revolução do pensamento humano, da cultura e religião baseados no simples axioma: "Faze o que tu queres há de ser toda a Lei - Amor é a lei, amor sob vontade". Essa Lei, resumida na palavra Thelema, não é para ser interpretada como uma licença para satisfazer cada capricho vivido, porém antes um mandato a descobrir a sua única e verdadeira vontade e persegui-la; deixando outros fazerem o mesmo em seus únicos e próprios e caminhos. "Todo homem e toda mulher é uma estrela".

domingo, 9 de outubro de 2016

HAPPY BIRTHDAY JOHN LENNON - 76 ANOS

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Here we go again em comemoração ao 76º aniversário do nosso querido, incomparável, inimitável e genial John Lennon. E a gente já começa logo com a maior de todas as criações de John Lennon: THE BEATLES! E logo em seguida, a gente confere uma entrevista “inédita” de Lennon, feita pela Rolling Stone em 1975 e segue com muito mais John Lennon. Parabéns, velhão! Todos gostaríamos que estivesse aqui. E está!
VIVA JOHN LENNON!

ROLLING STONE ENTREVISTA JOHN LENNON - 1975

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Clique na imagem para conferir!

THE BEATLES - I'M A LOSER - DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS!

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Em 1964, dois fatos tiveram efeito profundo nas composições de John. O primeiro deles foi ouvir a música de Bob Dylan em Paris, quando Paul ganhou o LP The Freewheelin'Bob Dylan de um DJ de uma rádio local. Paul já tinha ouvido a música de Bob Dylan antes, mas John ainda não a conhecia. Depois de ouvir Freewheelin', segundo álbum de Dylan, eles compraram Bob Dylan, seu álbum de estreia, e, de acordo com John, "não conseguíamos parar de ouvi-lo por três semanas. Todos nós fica­mos loucos por Dylan". O segundo fato que teve grande impacto para John foi conhecer o jornalista Kenneth Allsop, que escrevia para o jornal Daily Mail e era entrevistador do noticiário Tonight, da BBC Television. John o conheceu em 23 de março, depois o encontrou de novo em um evento literário da livraria Foyles, no Dorchester Hotel. Nesse mesmo dia, foi entre­vistado no Tonight sobre seu livro, In His Own Write. Allsop, um homem bonito e durão deYorkshire, tinha 44 anos na época e era um dos rostos mais conhecidos da televisão britânica. Jornalista desde 1938, ele havia também servido, durante a guerra, na Royal Air Force. Na primeira conversa de John com o jornalista, no estúdio Lime Grove da BBC, Allsop foi enfático ao recomendar ao Beatle que não escondesse seus sentimentos por trás das convenções da música pop. A leitura de "In His Own Write" levara Allsop a acreditar que John tinha muito mais a oferecer. Anos depois, John disse ao seu confidente Elliot Mintz que esse encontro havia sido um momento decisivo para o modo dele de compor. "Ele me contou que estava particularmente ansioso naquele dia e, por causa disso, ficou muito falante e envolvido na conversa com Allsop", diz Mintz. "Allsop disse a ele que não morria de amores pelas canções dos Beatles porque todas tendiam a ser 'ela o ama', 'ele a ama', eles a amam' e 'eu a amo'. Ele sugeriu que John tentasse escrever algo mais autobiográfico, em vez de usar os velhos temas superficiais. Isso res­soou dentro dele." Apesar de ter sido gravada cinco meses depois, "I'm A Loser" pode ser considerada o primeiro fruto desse encontro com Allsop. Seria equivocado dizer que foi uma mudança completa de direção, porque desde o começo John tinha escrito músicas em que se revelava solitá­rio, triste e abandonado, mas em 'Im a Loser" ele se expôs mais. Vista de forma superficial, ela é mais uma canção sobre perder uma namorada. Mas alguns versos, como a passagem na qual ele diz que sob a máscara ele está "wearing a frown", 58 sugerem que ele se con­sidera um fracasso em mais de uma maneira. Não é apenas um fra­casso no amor, é também um fracasso na vida. "I'm A Loser" pode ser vista hoje como um estágio inicial da tortuo­sa jornada de John rumo à franca autorrevelação. Na época, ele logo revelou o efeito que Bob Dylan teve em "I'm a Loser". "Qualquer um que seja um dos melhores em sua área - como Dylan é - acaba influenciando os demais", ele afirmou na ocasião. "Eu não me sur­preenderia se nós o tivermos influenciado de alguma forma. Kenneth Allsop foi encontrado morto em sua casa, em maio de 1973-A causa da morte foi uma overdose de analgésicos. Huid Travellin", o relato de Allsop sobre a vida dos hobos, andarilhos aventureiros, foi publicado pela primeira vez em 1967, tornou-se um clássico e ainda é reimpresso. "I'm A Loser" foi gravada em agosto de 1964. John deu alguns sinais de como estava sendo sincero na letra. Um deles foi um comentário que fez a Ray Coleman, da Melody Maker, dois meses depois, quando estavam nos bastidores de um show. Enquanto era maquiado para subir ao palco ele disse: "Eu gostaria que me pintassem um sorriso também. Acha que vou conseguir sorrir hoje à noite? Às vezes eu me pergunto como é que nós conseguimos seguir adiante".

JOHN LENNON - ONE DAY AT A TIME - FANTÁSTICO!

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"One Day (At a Time)", a quarta canção do álbum Mind Games, de1973, de John Lennon é uma canção das mais bonitas e sinceras músicas de John Lennon caracterizada por um raro falsete vocal utilizado pelo ex-Beatle. O tema lírico da canção é o mesmo que permeia por várias faixas do álbum, como “You Are Here” e “Out The Blue”: a ideia de duas peças, criando um todo, muitas alegorias para o então vacilante casamento de Lennon e Yoko Ono. Curiosamente, isso duraria até o final em "Double Fantasy" e, foi Ono, quem sugeriu a Lennon que ele cantasse fora do tom normal. Como "alguém" dizendo o que queriam ouvir. No estúdio Lennon gravou uma guia vocal sem o falsete - que mais tarde foi lançada na caixa John Lennon Anthology de 1998. Alguns estudiosos da obra do artista, dizem que a parte final letra tinha grande parte voltada para a mais pura sacarina de uma das letras que mais pareciam cansadas, repetitivas e banais:  ("Porque eu sou o peixe e você é o mar / Porque eu sou a maçã e você é a árvore"), etc. "Lennon já conseguiu compor tributos mais honestos e comoventes à Yoko Ono, e apesar de ser uma das melodias mais fortes e bonitas de 'Mind Games', "One Day (At A Time)" falha em transmitir qualquer sentido real de convicção emocional. Irônicas como podem parecerer as coisas, McCartney abusaria disso anos depois em "Waterfalls", canção classificada como em 4º escalão do padrão 'Beatle de qualidade' - Beirando o 'brega". Seja como for, são de épocas diferentes. "One Day (At a Time)", com falsete ou sem falsete, é uma da obras mais lindas de John Lennon. Aparece em 'Mind Games', "Anthology - John Lennon - Disco 2 - New York City). Também foi gravada e é tíitulo do álbum de Elton John de 1976 - a quem muitos atribuem que a música seja dele. Tolice. VIVA JOHN LENNON!

O DIÁRIO SECRETO DO SECRETÁRIO DE LENNON - FRED SEAMAN

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Publicada originalmente em 30 de maio de 2011.
Frederic (Fred) Seaman, nasceu em 10 de outubro de 1952. E daí? Daí que ele foi uma das mais controversas pessoas ligadas ao universo dos Beatles. Ele foi assistente pessoal de John Lennon e Yoko Ono, durante pelo menos, metade dos anos 70 e, nos anos finais do ex-Beatle, quando vivia no Dakota, em Nova York.
Seaman conheceu os Lennon em Outubro de 1975 através de uma tia, Helena Seaman, que já tinha sido empregada deles. Pouco tempo depois, precisando de trabalho, renovou sua amizade com eles em 1978. John Lennon estava precisando de um assistente pessoal na época, e vários fatores contribuiram para que Seaman ficasse com a vaga. Primeiro, Seaman era um fã de jazz e pouco sabia sobre a carreira de Lennon nos Beatles. Yoko Ono disse ter realizado uma leitura numerológica dele e e descobriu que ele nasceu no ano chinês do Dragão, e seu aniversário era um dia depois de John. Lennon também ficou impressionado com a maneira como o nome "Fred Seaman" estava diretamente relacionado ao pai dele, Fred Lennon que era marinheiro e Seaman nada mais era literalmente que "marinheiro", "homem do mar".
Durante os 24 meses em que trabalhou no edifício Dakota, Seaman apresentava a Lennon músicas de artistas da época como The B-52's que Lennon tinha certeza terem sido inspirados pela música de Yoko Ono. Fred Seaman foi mencionado nas últimas entrevistas de Lennon para a Rádio BBC e da Rádio RKO e seu nome também aparece no encarte de Double Fantasy.
Depois do assassinato de Lennon em 08 de dezembro de 1980, Seaman, deliberadamente teria levado diversos itens do apartamento no Dakota, incluindo equipamentos de som e diários pessoais de John Lennon. Após sua prisão, Seaman insistiu que Lennon teria especificamente instruído a ele para dar os diários para o seu filho mais velho, Julian, em caso de sua morte. Em 1983, Seaman foi condenado por roubar os diários, que até então tinham sido devolvidos à Yoko Ono, e sentenciado a cinco anos.
Em 2002, Seaman também perdeu uma batalha judicial longa e controversa contra Yoko Ono pelo controle de direitos autorais de mais de 300 fotos que ele tirou com uma câmera dos Lennon durante seus serviços.
Seaman é autor de "Os Últimos Dias de John Lennon", um livro que detalha sua época como assessor privado de Lennon (publicado inicialmente em setembro de 1991). Esse livro também foi publicado na Inglaterra, alemanha, França, República Tcheca e também no Japão.
O livro é considerado polêmico por muitos fãs de Lennon e pesquisadores devido ao retrato que faz do casamento de Lennon e Ono, e e também retrata a vida isolada e muitas vezes infeliz que Lennon vivia no interior dos apartamentos do Dakota. Uma revisão na edição de junho de 1991 afirma: "Seaman revela as minúcias do dia-a-dia da vida Lennon, e o que emerge é um retrato triste de um homem atormentado". Ao publicar a sua história, no entanto, Seaman falhou em cumprir os termos do acordo de confidencialidade assinado desde quando começou a trabalhar para o casal. O livro esgotou-se rapidamente. Desde então, Seaman vem trabalhando como crítico de jazz.
A maioria das fotos de John tiradas por Seaman foram feitas entre junho e julho de 1980, e mostram John e Sean nas Bermudas.

PAUL MCCARTNEY & NEIL YOUNG - A DAY IN THE LIFE

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Imaginem um show de Paul McCartney com um reforço de Neil Young na guitarra e nos vocais. Pois bem: aconteceu, embora durante "apenas" três músicas. E foi suficiente para alimentar novas viagens sobre o que teria sido o rock se essa mistura tivesse acontecido há umas três ou quatro décadas. Na metade do seu show no festival Desert Trip, na noite deste sábado (8), Paul convidou Young (que tinha tocado antes dele e não fez o bis por ter estourado o tempo) para subir ao palco e juntar-se à sua banda. Young veio e juntos atacaram "A Day in the Life", canção dos Beatles; "Give Peace a Chance", de John Lennon; e, pela primeira vez ao vivo num show de Paul, "Why Don't We Do It in the Road?", dos Beatles. McCartney insistiu que o canadense fizesse um solo de guitarra e o resultado foi um momento de virulência, algo fora do controle e inesquecível. Neil Young costumava encerrar seus shows com "A Day in the Life" e estava à vontade ali, dividindo microfone com McCartney. Paul fez a noite do Desert Trip algo a ser lembrado por muito tempo, com um show mais cheio de imprevistos e improvisos, algo ao qual não é habituado. Abriu com "A Hard Day's Night", seguiu com "Jet" e desfilou hits dos Beatles e dos Wings, como em 99,99% dos seus roteiros. Mas incluiu novidades, como a novíssima "FourFiveSeconds", parceria com Rihanna e Kanye West (com direito a letra no telão, para ajudar os fãs a criarem mais um hit). Antes, ao violão, Paul tocara "In Spite of All the Danger", algo anterior aos Beatles, de 1958, quando eles ainda eram os Quarrymen. Cinquenta e sete anos separam a canção dos Quarrymen da parceria com Rihanna. Como Mick Jagger homenageara os Beatles no dia anterior, com "Come Together", Paul disse que iria retribuir o tributo. E tocou "I Wanna Be Your Man", composição de Lennon e McCartney que foi gravada pelos Beatles e Stones (mas os Stones lançaram um pouco antes, tornando-a "sua"). McCartney reverenciou os Stones com um som de mão dupla, algo que os torna mais aparentados.
 

sábado, 8 de outubro de 2016

STONES SURPREENDEM E FAZEM COVER DOS BEATLES

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Nesta sexta-feira (07), o grande e incrível festival Desert Trip teve seu início lendário com com shows de ninguém menos que Bob Dylan e Rolling Stones. A banda inglesa surpreendeu na escolha do repertório e performou um cover de “Come Together”, clássico dos Beatles. Antes de começar a canção, Mick Jagger brincou: “Isso pode ser estranho para vocês agora. Nós vamos fazer um cover de uma banda meio desconhecida. Acho que vocês devem lembrar deles, nós vamos tentar um cover de uma de suas músicas”. Foi a primeira vez, em mais de 50 anos, que os Rolling Stones tocaram um música dos Beatles em um show, com exceção de “I Wanna Be Your Man”, dada a eles por Lennon/McCartney para que fosse gravada. Neste sábado (08), Paul McCartney é quem encerra a noite do festival Desert Trip. Será que terá alguma surpresa para os Stones, também? Além dos Stones, a noite foi também de Bod Dylan que estava numa noite inspirada. Paul McCartney estava na plateia!