"Two of Us" é uma canção de 1969, gravada pelos Beatles, escrita por Paul McCartney, e creditada à dupla Lennon e McCartney. Foi originalmente intitulada "On Our Way Home". Executada no filme por Paul e John com violões acústicos, “Two Of Us” soa como uma música da adolescência dos dois em Liverpool. Mas “nós dois” não eram Paul e John, e sim, Paul e Linda. Embora a letra, por exemplo: "você e eu temos memórias / mais do que a estrada que se estende em frente" ou "você e eu perseguindo papéis / chegando a lugar nenhum" soava para autor Ian MacDonald como se fosse realmente sobre a amizade dos dois que estava no fim. Mas Paul, afirmou que, definitivamente Two of Us era sobre ele e Linda. Para ele (Paul), uma das coisas mais atraentes em sua nova namorada era o olhar despretensioso e tranqüilo que ela tinha em relação a tudo. Em uma vida restringida por horários e obrigações contratuais, ele se deliciava em estar com alguém que parecia totalmente despreocupada. Alguém com quem podia esquecer que era um Beatle. Steve Turner.
domingo, 24 de dezembro de 2017
sábado, 23 de dezembro de 2017
THE BEATLES HELP! FOREVER ATÉ O FIM!

A segunda incursão dos Beatles em filme longa metragem, produziu uma nova música excepcional no novo álbum com a trilha sonora. “Help!” - lançado em agosto de 1965 e além da faixa-título, traz sucessos inesquecíveis, como John Lennon compondo ao estilo de Bob Dylan em "You've Got To Hide Your Love Away", a candidez de George Harrison em "I Need You", além dos hits "Ticket To Ride", “You’re Going to Lose That Girl” e a matadora "Help", o álbum ainda têm uma preciosidade: a música "Yesterday", de Paul McCartney, nada menos que a canção mais regravada na história da música. Com o lançamento deste álbum, os Beatles trouxeram uma grande variedade de instrumentos (instrumentos de sopros, teclados, pandeiro) e orquestração para um álbum pop. O imediatismo de suas composições, seus refrões elaborados e seus vocais carismáticos ajudaram a inaugurar o novo som dos anos 60.
BIRTH OF THE BEATLES – NASCE UM SONHO

O filme biográfico “Birth of The Beatles” (no Brasil, Beatles Nasce um Sonho), estreou pela ABC-TV nos EUA no dia 23 de novembro de 1979. O filme centra-se sobre o início da história dos Beatles, nos primeiros tempos de Hamburgo. Foi produzido por Dirk Clark, dirigido por Richard Marquand e teve supervisão de Pete Best. Birth of The Beatles foi lançado em cinemas em todo o mundo, exceto em algumas partes do Estados Unidos (e aqui na terrinha, que eu lembre), onde foi exibido como um filme de TV. Foi lançado apenas nove anos após a separação dos Beatles e é o único filme biográfico dos Beatles feito enquanto John Lennon ainda estava vivo. Aqui, a gente assiste o filme inteirinho, pena que sem legendas. Mas não é difícil imaginar os diálogos. É divertido. De 0 a 10, nota 4.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
LUIZ GARRIDO - UM BRASILEIRO NA CAMA DE JOHN & YOKO
O fotógrafo Luiz Garrido, nascido no Rio de Janeiro, estudou economia até o segundo ano, abandonando para iniciar a carreira como repórter fotográfico em meados dos anos 60. Tornou-se correspondente da revista Manchete em Paris, em 1968, destacando-se no ano seguinte ao realizar a documentação da rumorosa campanha pela paz mundial promovida pelo casal John Lennon e Yoko Ono. Quando retornou ao Brasil, em 1971, direcionou-se para a fotografia de estúdio, nos campos editorial, de charme, de moda e de publicidade, fundando a agência Casa da Foto (com Ricardo de Vicq, Levindo Carneiro e Paulo Pinho), em 1982. Ganhou o Prêmio Abril em quatro ocasiões diferentes (1980, 1983, 1987 e 1995), tendo sido considerado o Fotógrafo Publicitário do Ano de 1983 pela Associação Brasileira de Propaganda e de lá para cá foram prêmios e mais prêmios.

Na edição nº 205, de setembro de 2006, a finada (graças a Deus!) revista Bizz publicou uma matéria de capa, ridícula, como sempre foi com qualquer coisa dos Beatles, sobre o filme "The U.S. X JOHN LENNON”, tentando sensacionalizar, com uma matéria boba e sem-vergonha, a ”fase política” de Lennon. Pelo menos, uma partezinha da matéria era aproveitável, que era justamente sobre os encontros de Luiz Garrido, com o famoso casal. Aqui, como sempre, a gente confere só o trecho do Garrido. Ok?“Em 1969, eu tinha 24 anos e estava em Paris para estudar fotografia. Eu fazia uns bicos, fotografando para vernissages de brasileiros, tirando umas fotos das ruas... Era um biscate aqui e ali para sobreviver. Costumava frequentar a sucursal da revista Manchete que ficava em frente ao Hotel Plaza Athenée, onde o John Lennon e a Yoko Ono se hospedaram na passagem pela cidade. Eu e o repórter Carlos Freire ficamos três dias na frente do hotel, no frio. Até que resolvemos mandar um bilhete, com uma flor, dizendo que éramos brasileiros e queríamos fazer umas fotos. E Lennon nos mandou subir. Lá, nós conversamos bastante, fiz algumas fotos e ele nos perguntou se não queríamos ir com eles para Amsterdã, onde fariam o Bed-in. Para ter um apoio meio devagar da Manchete tivemos de entrevistar o dono do hotel onde ficamos em Amsterdã e ainda fazer uma matéria sobre os hippies que viviam nos prédios abandonados. Chegamos ao hotel Hilton para a entrevista com Lennon e tinha um monte de repórteres e fotógrafos lá, com equipamento muito melhor que o meu. Ficamos constrangidos, quietos num canto. Quando acabou a coletiva, a Yoko disse: ‘Vocês ficam!’ Ela foi muito simpática, serviu café, deu para gente o desenho com o ‘I Love John’ e nos chamou para ir a Londres, onde ele iria gravar ‘Give Peace a Chance’. Fotografei um rascunho da letra dessa música, dá qual ele só aproveitou o refrão, e a capa de um single que nunca acabou saindo, o Rock Peace. Passamos uma semana com Lennon em Londres, todo o dia, de 8 da manhã às 8 da noite. Ele ficava de branco e a gente acompanhando ele comendo, batendo papo, gravando no estúdio... Não imaginávamos qual seria a importância daquilo tudo. Na época, eu adorava jazz, ia ver Duke Ellington e Lionel Hampton nas casas de Paris. John Lennon, para mim, era um ícone da música, um personagem, uma estrela da mesma forma que Mick Jagger. Seu assassinato o transformou em um mártir. A Yoko é que levava ele para o lado mais politizado. Ele era mais musical. Paris, naquela época, era um turbilhão muito grande, mas eu não me deslumbrava — sempre falava que o fotógrafo não deveria participar das emoções. Fotografei Marlene Dietrich e Maria Callas, o que para o Brasil era alguma coisa. Mas lá, elas eram pessoas normais, pessoas do-mündo. Assim, naquela época, John Lennon era só mais uma pessoa que a gente entrevistava. Só depois é que eu fui perceber a importância política e social daquilo”.
Luiz Garrido afirmou que sua foto favorita é a de John Lennon tocando o piano: “Ela tem um desenho super forte, super interessante. Esta é histórica. Ele estava simplesmente fazendo os arranjos finais para “Give Peace a Chance”.
THE BEATLES - HEY BULLDOG - SENSACIONAL!

“Hey Bulldog” foi usada num segmento animado do filme Yellow Submarine, que inicialmente só apareceu na versão européia. Foi restaurada e vista pela primeira vez em 30 anos no relançamento de 1999. Para promover o relançamento, a Apple pegou as filmagens originais do vídeo promocional de Lady Madonna e o reestruturou para usar como vídeo promocional da própria Hey Bulldog. O riff de guitarra da canção foi incluído no álbum Love, de 2006, na faixa "Lady Madonna". Algumas risadas de Lennon e McCartney (contidas na música original) foram colocadas na faixa de transição "Blue Jay Way". Há uma primeira versão demo da música com apenas John ao piano de apenas 48 segundos, que intitula-se "She Can Talk To Me" (o primeiro nome da música) e aparece em bootlegs como o "Artifacts" (Volume 1, Disco 4) e o "The Lost Lennon Tapes" (Volume 18). Os Beatles tocaram com a formação clássica de sempre: John Lennon - Piano, guitarra rítmica, vocais principais e falas; Paul McCartney -Baixo, pandeireta, e vocal de apoio (harmônico) e "latidos"; George Harrison - Guitarra solo e Ringo Starr - Bateria e vocal falado.
THE BEATLES - MAGICAL MYSTERY TOUR LAUCH PARTY
No dia 21 de dezembro de 1967, uma festa à fantasia foi oferecida para toda a equipe de Magical Mystery Tour, incluindo os técnicos. Entre os convidados também estavam alguns parentes e amigos. Houve uma apresentação da banda Bonzo Dog Doo-Dah. Paul e Jane chegaram vestidos como extravagantes cockneys (londrinos) e John, no melhor estilo teddy boy. Ringo estava meio como mestre de cerimônias (parecia o Chacrinha) e Maureen de índia americana.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
A PEDIDOS - PAUL McCARTNEY - BALROOM DANCING
Essa vai especialmente para a amiga Maria da Graça Pires. Valeu, abração!
Originalmente lançada no excelente "Tug Of War", de 1982, "Ballroom Dancing" foi composta em Campbelltown, Escócia. Este rockabilly teve como inspiração memórias de McCartney sobre os bailes organizados em Liverpool, onde os adolescentes não podiam participar. Paul conta que uma de suas fantasias de garoto era poder entrar nos salões e dançar com as garotas mais velhas. Ballroom Dancing seria regravada para inclusão na trilha sonora de "Mande Lembranças para Broad Street" (Give My Reagrads To Broad Street) em 1984.

Originalmente lançada no excelente "Tug Of War", de 1982, "Ballroom Dancing" foi composta em Campbelltown, Escócia. Este rockabilly teve como inspiração memórias de McCartney sobre os bailes organizados em Liverpool, onde os adolescentes não podiam participar. Paul conta que uma de suas fantasias de garoto era poder entrar nos salões e dançar com as garotas mais velhas. Ballroom Dancing seria regravada para inclusão na trilha sonora de "Mande Lembranças para Broad Street" (Give My Reagrads To Broad Street) em 1984.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
THE BEATLES - BESAME MUCHO - 2017*****

O bolerão romântico “Besame Mucho” foi escrito em 1940 pela cantora, pianista e compositora mexicana Consuelo Velázquez e gravada pela primeira vez por Emilio Tuero. A música ganhou o mundo quando a partir de 1944 foi traduzida pelo compositor e cantor americano Sunny Skylar e tornou-se um sucesso internacional após a sua aparição no filme “Follow The Boys”.

Nos anos 1950 e início dos anos 60, o custo de registros em discos era bem caro e os Beatles saqueavam as coleções de música de amigos, parentes e colegas sempre que podiam. Dessa forma, uma versão de The Coasters para Besame Mucho em 1960 caiu nas mãos de Paul McCartney, e rapidamente se tornou uma de suas favoritas e assim entrou no repertório dos Beatles em 1961, permanecendo por cerca de um ano. McCartney adotou um estilo vocal latino adequado para a música que mostrava sua versatilidade como cantor.

O grupo gravou pela primeira vez Besame Mucho em sua malfadada audição para a Decca em 1 de janeiro de 1962; uma versão ao vivo foi gravada 12 meses mais tarde na véspera de ano novo no Star-Club, em Hamburgo. Os Beatles gravaram Besame Mucho, em sua primeira sessão da EMI em 6 de junho de 1962, com Pete Best na bateria. Essa gravação foi redescoberta na década de 1980, e aparece no Anthology 1 de 1995. Os Beatles ainda gravaram Besame Mucho uma última vez. Em 29 de janeiro de 1969 eles tocaram a música durante as sessões de Get Back que virou Let It Be. Consuelo Velázquez morreu aos 96 anos em 2005.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017
TARA BROWNE - O CARA QUE ARREBENTOU A CABEÇA NUM CARRO

No dia 19 de dezembro de 1966, o jornal britânico Daily Sketch publicou a foto de um terrível acidente de carro acontecido no dia anterior. O homem que “blew his mind out in a car” da fantástica letra de John Lennon "A Day In The Life", era Tara Browne, um playboyzinho irlandês amigo dos Beatles, dos Rolling Stones e aristocrata famoso da High-Society da swinging London, que morreu no tal acidente de carro na noite de 18 de dezembro de 1966.

“Eu não estava copiando o acidente”, John disse a Hunter Davies. “Tara não arrebentou a cabeça. Mas pensei nisso quando estava escrevendo o verso". Os detalhes do acidente na música – não ver o farol e uma multidão se formando no local – foram inventados. Paul, que colaborou com versos nessa parte da música, na época não sabia que John tinha Tara Browne em mente. Ele achava que estava escrevendo sobre um “político drogado”. Browne estava de carro por Redcliffe Gardens em Earls Court por volta das 6 da manhã (depois de passar uma noite com vários famosos bebendo e se drogando), quando um Volkswagen surgiu em seu caminho vindo de uma rua lateral. Ele desviou e seu Lótus Élan colidiu contra um furgão que estava estacionado. Ele foi dado como morto assim que chegou ao hospital. A autópsia revelou que a morte foi resultado de “lacerações no cérebro provocadas por fraturas no crânio”. Sua acompanhante, a modelo Suki Potier (que também namorava Brian Jones), escapou com escoriações leves porém, em estado de choque.

Tara Browne, bisneto do cervejeiro Edward Cecil Guinness e filho do Lord Oranmore and Browne, fazia parte da jovem elite aristocrática que adorava se misturar com astros do mundo pop. Apesar de ter apenas 21 anos quando morreu, ele teria herdado uma fortuna de 1 milhão de libras aos 25 e seu atestado de óbito o descreve como um homem de “meios independentes” com uma residência londrina em Eaton Row, Belgravia. Depois de estudar em Eton, Browne se casou aos 18 anos e foi pai de dois garotos antes de se separar da esposa e começar a se relacionar com jovens modelos. Frequentava casas noturnas londrinas como Sibylla’s e Bag O’Nails e era muito próximo de Paul e Mike McCartney e do Rolling Stone Brian Jones. Em seu 21º aniversário, ele levou os Lovin’ Spoonful para a casa de seus parentes em County Wicklow, Irlanda. Mick Jagger, Mike McCartney, Brian Jones e John Paul Getty estavam entre os convidados. Paul estava com Browne quando tomou LSD pela primeira vez, em 1966. Inclusive, foi em companhia de Browne que Paul sofreu o “quase grave” acidente de motocicleta no início de 1966. Para todos, a morte de Tara Browne foi um tremendo choque. Todos eram jovens, ninguém tinha um amigo com idade para morrer. Seu acidente e morte foram eternizados na canção dos Beatles "A Day In The Life" onde em toda a primeira estrofe, John Lennon narra o terrível acidente:
"Eu li as notícias de hoje, cara
Sobre um sortudo que ganhou na loteria
E embora as notícias fossem um tanto tristes
Bem, não pude deixar de rir
Eu vi a fotografia
Ele arrebentou a cabeça num carro
Não tinha percebido que o sinal havia mudado
Uma multidão parou para olhar
Já tinham visto seu rosto em algum lugar
Mas ninguém tinha certeza se não era da House of Lords"
Sobre a trágica morte de Tara Browne, Paul disse a Hunter Davies: "Ele não tinha, de fato, qualquer consciência cósmica. Nenhum de nós tínhamos, exceto George. Browne tinha apenas 21 anos... Depois daquilo tudo, começamos a pensar: poderia ter sido comigo ou com você. E então, baixamos um pouco a bola".
THE BEATLES - RAIN - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!*****

Os Beatles gravaram três vezes para os filmes promocionais de "Rain", que assim como “Paperback Writer”, são considerados precursores dos vídeos musicais, inclusive, no Anthology, George brinca, com seu sarcasmo habitual, que os Beatles inventaram a MTV. Os filmes foram dirigidos por Michael Lindsay-Hogg, que já tinha trabalhado com eles antes, no programa de televisão Ready Steady Go e mais tarde, dirigiria também os vídeos de “Revolution” e “Hey Jude”, e ainda depois, “Let it be”, o filme. Em um desses vídeos de “Rain”, mais conhecido, os Beatles aparecem andando e cantando em um jardim com uma estufa, filmado em 20 de maio de 1966 em Chiswick House, em Londres. Os outros dois apresentam a banda se apresentando em um palco de estúdio, filmado em 19 de maio de 1966, um em cores para o programa do Ed Sullivan e outro em preto e branco para o Reino Unido. Paul McCartney havia se machucado em um acidente de moto em 26 de dezembro de 1965, seis meses antes da filmagem de "Rain" e closeups no filme revelam um lábio marcado e um dente quebrado. A aparição de McCartney no filme desempenhou um papel nos rumores de "Paul is dead" de 1969. Esse vídeo que a gente confere agora, aqui pela primeira vez com ótima definição, é a versão do Reino Unido.
A BALADA DE JOHN LENNON & YOKO ONO - SENSACIONAL!

No dia 20 de março de 1969, John Lennon e Yoko Ono se casaram em Gibraltar, na Península Ibérica. O lugar foi sugerido por Peter Brown. A história do casamento e das campanhas pela paz realizadas pelo casal seriam imortalizadas na música “The Ballad of John and Yoko”. A música foi composta por John Lennon, creditada a Lennon e McCartney, e lançada como single dos Beatles em 30 de maio de 1969 como lado A, tendo "Old Brown Shoe" de George Harrison como lado B. A gravação foi realizada em 14 de abril de 1969, somente por John e Paul e alcançou o topo das paradas tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos.

Em 8 de dezembro de 1968 saiu o divórcio de John Lennon com Cynthia Powell, mãe de seu filho Julian. Em fevereiro de 1969 saiu o divórcio de Yoko Ono com Anthony Cox, pai de sua filha Kyoko. Com isso, o caminho estava aberto para que os dois, John e Yoko, pudessem oficializar a sua união. Além do mais, já estavam atrasados, afinal Paul já estava casado com sua Linda. Na Inglaterra não poderia ser, por um impedimento legal: Yoko não tinha visto de permanência no país. Tencionavam se casar no mar, a bordo de um navio, saindo de Southampton, Inglaterra, que cruzaria o Atlântico. Como não planejaram a viagem com antecedência, não puderam embarcar por falta de vagas. Tentaram ainda cruzar o Canal da Mancha em direção à Holanda, mas estavam sem os passaportes naquele instante. Então, abandonaram a ideia de núpcias no mar e foram para Paris.

De lá, acionaram um administrador da Apple Records, Peter Brown, que os aconselhou a se casarem em Gibraltar e providenciou toda a papelada e os preparativos do casamento. Assim, ele foi realizado, no dia 20 de março de 1969. Para a lua-de-mel o casal seguiu para Paris e após alguns dias, de carro para o hotel Amsterdam Hilton, na Holanda. Lá, eles que já haviam convocado a imprensa, anunciaram o que foi chamado de "Bed-in": uma semana de protestos, sem sair da cama, por conta das guerras no mundo.

Durante esses sete dias na cama, convidaram várias figuras de conhecimento público para visitá-los, sempre com a presença da imprensa mundial. Timothy Leary, Tommy Smothers, Dick Gregory, e Al Capp para cantar a música em favor da paz "Give Peace a Chance", gravada no quarto de hotel no dia 1 de junho. Todos menos Al Capp se juntaram ao ex-beatle e sua mulher. Em seguida, partiram para Viena, Áustria e de lá voltaram para Londres, onde tinham encomendado 50 mudas de carvalho que enviariam para alguns líderes mundiais como símbolo da semente da paz.

Baseado nesta história, e com o refrão: "Christ you know it ain't easy, you know how hard it can be. The way things are going, they're going to crucify me". ("Cristo, Você sabe como não é fácil, Você sabe quão difícil pode ser. Do jeito que as coisas vão, eles me crucificarão"), John Lennon compôs a letra. A música atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso na Inglaterra, nos EUA e em vários países ao redor do mundo. Por causa do refrão com menção a Cristo e à crucificação, "The Ballad of John and Yoko" foi boicotada pela maioria das rádios americanas e inglesas, e proibida na Austrália.

Da gravação, lançada pelos Beatles, só John Lennon e Paul McCartney participaram. Os outros dois Beatles estavam ausentes, Ringo filmando com Peter Sellers e George fora do país. John Lennon tinha pressa e por isso convenceu Paul a ir gravar junto com ele. A gravação foi realizada em uma só sessão (que durou 8 horas e meia e teve 11 tomadas – a 10ª foi escolhida e editada) no dia 14 de abril de 1969, três dias depois do lançamento de “Get Back”. Esta foi a primeira música dos Beatles que não teve mixagem para mono; só foi produzida em estéreo. John Lennon fez o vocal principal, tocou violão, guitarra e pandeiro. Paul McCartney participou dos vocais (só os dois fizeram backings), tocou seu baixo como se quisesse deixar gravada ali uma mensagem, piano, bateria e maracas.

Para finalizar com chave de ouro, agora, a gente confere um pequeno trecho sobre o episódio da gravação da balada de John e Yoko do livro "Paul McCartney - Uma Vida" de Peter Ames Carlin e mais abaixo, um outro trecho do livro "Minha Vida Gravando os Beatles", de Geoff Emmerick.

Na manhã do dia 14 de abril, o telefone tocou em Cavendish e Paul ouviu a voz de John do outro lado da linha. Ele tinha acabado de voltar de seu casamento com Yoko, em Gibraltar, e da semana corrida "em cima da cama" que haviam conduzido em Amsterdã, para promover sua nova campanha internacional pela paz. Bem a caminho de deixar para trás suas identidades individuais em troca de um novo perfil unificado — Johneyoko era a forma como John gostava de descrever ambos —, John havia composto uma nova canção para comemorar a união. Era "The Ballad of John and Yoko", e ele queria transformá-la num novo single dos Beatles. George e Ringo não estavam disponíveis — os dois estavam fora da cidade. Mas Paul poderia vir até a EMI naquela tarde para gravá-la? Sim, claro. Por que não? Fantástico! A campainha tocou algumas horas depois, e lá estava John, com a guitarra e Yoko a tiracolo; em seguida, eles subiram à sala de música para que John tocasse a sua canção. Christ, you know it ain't easy! Com toda sua transgressão comportamental, aquilo era rock 'n' roll na forma mais pura de Chuck Berry: três acordes, uma história em primeira pessoa e muita atitude. Paul entendeu e apreciou na hora. Então, eles juntaram Linda e Yoko e caminharam pela rua, como um novo quarteto desajeitado, dobrando a esquina em direção a Abbey Road. Descendo ao Estúdio Três e com uma nova canção entre eles, tudo voltara a ser como antes. John tocou guitarra e deu as ordens; Paul tocou baixo, bateria e maracás, e atirou-se a uma nova harmonia vocal. O trabalho foi rápido, eles riram e fizeram piadas. "Havia uma vibração maravilhosa ali, de fato", relembra o diretor de arte da Apple, John Kosh, que assumiu as funções na sala de controle. Kosh estava com a mulher e eles ficaram ali esperando, observando os rapazes em atividade até que John pudesse subir para avaliar o calendário que Kosh estava rascunhando para ele. Linda, que ainda era nova naquele ambiente, mas estava ansiosa para desempenhar o papel de mulher e protetora de Paul, confundiu Marjorie Kosh com uma estranha qualquer. Talvez, disse Linda de forma fria, fosse hora de Marjorie dar o fora. Imediatamente. "Eu não vi nem ouvi nada", diz Kosh. "Apenas me lembro de Marjorie dizer 'Foda-se!' e sair bufando." A fofoca circulou e, logo depois, John ligou para a casa de Kosh e se desculpou. Dentro do estúdio, porém, nada mais importava naquele dia além da música. "Um pouco mais rápido, Ringo!", John pediu a Paul, que tocava bateria. "Tudo bem, George!", Paul respondeu. "Sempre me surpreendeu como, estando apenas nós dois, aquilo acabou soando como os Beatles", Paul afirmou.
Apenas alguns dias depois recebi um telefonema de Peter Brown, dizendo-me quase sem fôlego que John tinha acabado de escrever uma nova canção e iria para a Abbey Road na segunda-feira seguinte. Queria saber se eu estaria disposto a participar. Perguntei a Peter, bastante hesitante, se John andava “bem” por aqueles dias. Ele entendeu exatamente aonde eu queria chegar; designado como porta-voz dos Beades, ele tinha visto bastante de Lennon em seus piores momentos. “Sim, ele está bem”, Peter me assegurou. “Ele anda de muito bom humor no momento e está realmente muito animado com a nova música. E foi ele mesmo quem me pediu que eu conseguisse que você fosse o engenheiro de som.” Como eu poderia dizer não a isso? A sessão estava marcada para começar no meio da tarde, e para minha surpresa, um John tagarela chegou na hora, seguido de Paul, apenas alguns minutos mais tarde. Era para ser oficialmente uma sessão dos Beatles, mas eles eram os dois únicos membros da banda que apareceram naquele dia, Paul sentando-se na cadeira do baterista, tocando a bateria de Ringo com confiança e facilidade. Os dois Beatles pareciam extremamente relaxados, apesar das histórias de horror que eu tinha ouvido sobre as brigas e o clima ruim gerado nas sessões de Let it be. Nesse dia eles voltaram a ser dois velhos companheiros de escola, todo o desentendimento dos últimos meses sendo varrido para debaixo do tapete e substituído pela alegria de fazer música juntos. Foi ainda mais surpreendente por causa do nome e do tema da canção a ser gravada naquele dia, que Lennon orgulhosamente me disse se chamar “The ballad of john and Yoko”.A letra descrevia as circunstâncias em torno de seu recente casamento, dando até crédito a Peter Brown, citando seu nome, por ter dado a ideia de que se casassem na Espanha. Foi uma grande sessão, um desses momentos mágicos em que tudo deu certo. A gravação toda foi concluída em apenas algumas horas, do início ao fim, incluindo a mixagem — como nos bons e velhos tempos. A nova máquina de oito canais tinha sido instalada na sala de controle recentemente, e fizemos bom uso dela naquele dia. O gravador de oito canais permitia vários overdubs, então John tocou todas as guitarras — solo e base — enquanto Paul cuidava do baixo, do piano, da percussão e da bateria — eles formavam uma grande banda de dois homens. Essa foi uma das primeiras vezes em que eu coloquei microfones tanto em cima quanto embaixo da caixa da bateria, o que deu um enorme estrondo ao som, o complemento perfeito para o vocal agressivo de John.segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
GEORGE HARRISON - WHEN WE WAS FAB*****

"When We Was Fab" é uma canção de George Harrison, lançada em seu álbum de 1987 Cloud Nine. Também foi o segundo single do álbum, em janeiro de 1988. A letra é uma reflexão nostálgica de Harrison naqueles dias de Beatlemania durante os anos 1960, quando os Beatles foram carinhosamente apelidados como "Fab Four". Harrison co-escreveu a canção com Jeff Lynne, que também co-produziu a faixa. A gravação faz referência ao som psicodélico que os Beatles tinham e popularizaram a partir de 1966, através da utilização de cítara, violoncelo e todos os efeitos possíveis. "When We Was Fab" tem várias semelhanças com músicas como "I Am the Walrus" (1967).

Ringo Starr é a estrela entre os outros músicos especialíssimos que participaram. O single foi acompanhado por um vídeo inovador, dirigido em parceria por Kevin Godley e Lol Creme. "When We Was Fab" também aparece nas compilações "Best of Dark Horse 1976-1989" e "Let It Roll" (2009).

No Reino Unido, "When We Was Fab" chegou ao número 25 no UK Singles Chart e, no Estados Unidos, alcançou a posição número 23 na Billboard Hot 100 singles. Foi a última vez que Harrison apareceu no hit top 40 dos EUA. Também foi o segundo sucesso de George a refletir sobre seus anos como um Beatle - o outro foi "All Those Years Ago" de 1981. Em 2010, a AOL Radio escolheu "When We Was Fab" como uma das 10 Melhores Canções George Harrison, colocando-a em número 9 na lista. Ringo Starr aparece no vídeo mais de uma vez. Aparecem também Jeff Lynne, Elton John (colocando a moeda no copo) e Neil Aspinall (road manager dos Beatles e assistente pessoal, segurando uma cópia do álbum “Imagine” de John Lennon. Na época, apareceram muitos boatos de que Paul McCartney aparecia no vídeo usando a roupa de morsa, tocando baixo, com Harrison afirmando em uma entrevista na televisão que era realmente Paul McCartney: “Ele estava tímido naquele dia e se manteve com a máscara da morsa”. O baixista no vídeo tocava como canhoto, assim, dando a entender que era, pelo menos, uma referência a McCartney; No entanto, em uma entrevista de 1995, McCartney disse: "George queria que eu estivesse nele, mas eu não estava disponível, então eu sugeri que ele colocasse outra pessoa na morsa e dissesse a todos que era eu". Aparecem ainda: Paul Simon (empurrando um carrinho) e Ray Cooper. O vídeo recebeu seis indicações ao MTV Video Music Awards de 1988, incluindo melhor diretor de arte para Sid Bartholomew.

Participaram da gravação: George Harrison - vocais , acústicos e elétricos guitarras , teclados , backing vocals; Jeff Lynne - guitarra acústica, elétrica, baixo, teclados e backing vocals; Gary Wright – piano; Ringo Starr - bateria; Jim Keltner – bateria; Ray Cooper - percussão e Bobby Kok - cello.
domingo, 17 de dezembro de 2017
JOHN LENNON LIVE AT APOLLO THEATER - SENSACIONAL!

No dia 17 de dezembro de 1971, o casal John Lennon e Yoko Ono fez uma aparição surpresa em um concerto no Apollo Theater, no bairro negro do Harlen, em Nova York, em benefício das famílias das vítimas do massacre dos 28 homens assassinados durante uma rebelião na prisão estadual de Attica. Tocaram três músicas: "Attica State", "Sisters O Sisters" e "Imagine". Aqui, a gente confere as três. VIVA JOHN LENNON!
THE BEATLES - I FEEL FINE - 2017

"I Feel Fine" foi escrita por John Lennon e lançada como single pelos Beatles no final de 1964. Chegou ao topo das paradas britânicas em 12 de dezembro, desbancando "Little Red Rooster" dos Rolling Stones, e ali permaneceu por cinco semanas. Também chegou ao topo das paradas americanas onde ficou por seis semanas na Billboard Hot 100. Com pedidos antecipados de 750 mil cópias, o compacto com "I Feel Fine" / "Kansas City" foi lançado em 27 de novembro de 1964, em seguida a "A Hard Day's Night". Esse foi o oitavo compacto dos Beatles, e sexto número 1 consecutivo. A gravação, concluída em nove tomadas, se inicia com uma nota de feedback que emenda com o riff que é a base da canção. Esse foi o primeiro uso do feedback em uma gravação, e isso inspirou muitos músicos (incluindo Jimi Hendrix), que depois empregaram o recurso como nota musical, e não como ruído. Entre as teorias da época para explicar esse som inicial estava a ideia de que fosse um zumbido amplificado de uma abelha, mas na verdade, os Beatles só passaram a usar sons pré-gravados a partir de 1966. O vocal é comandado por John lennon, com Paul e George juntando-se a ele nos refrões.

Aqui, a gente confere o que diz Hunter Davies sobre “I Feel Fine” em seu livro “As Letras dos Beatles”.
PAUL McCARTNEY - WONDERFUL CHRISTMASTIME / RUDOLPH THE RED-NOSED REGGAE

O compacto “Wonderful Christmastime / Rudolph The Red-Nosed Reggae” foi lançado em novembro de I979; Chegou a #6 (Reino Unido) e #10 (EUA). Wonderful Christmastime foi composta em Campbeltown, Escócia. Esta música, escrita em uma tarde quente de verão, permanece sendo uma das faixas de Paul McCartney mais aproveitadas em compilações, sendo incluída no desenho animado “A Rena do Nariz Vermelho” (Rudolph, the Red-Nose Reindeer, 1998). Embora este lançamento seja o primeiro disco sem a presença do Wings em oito anos, a canção era anunciada nos shows do grupo em 1979 como o “nosso novo compacto”. E, de fato, o single é creditado aos Wings. Paul McCartney toca: sintetizador, contrabaixo, guitarra- elétrica, palmas, harmonias, percussão, bateria e órgão. Foi gravada no estúdio Spirit of Ranachan, em Campbeltown, Escócia.

O Lado B - “Rudolph The Red-Nosed Reggae” foi composta por Johnny Marks, em 1946. Gravada em estilo reggae, esta tradicional canção de Natal contou com a participação de um músico cuja identidade permaneceu em segredo por muito tempo. A participação do “violinista secreto" aconteceu de maneira inusitada: ao precisar de um instrumentista para colaborar no arranjo da canção que trabalhava, Paul ficou sabendo que o motorista de caminhão que fazia entregas em Abbey Road tocava violino. Macca não titubeou, convocando-o para participar da sessão. Anos mais tarde, a identidade secreta do violinista seria revelada: o nome dele era Bob Loveday, hoje um respeitável violinista profissional. Paul McCartney toca contrabaixo, violão, teclados e bateria; e o violino, Bob Loveday. Foi gravada nos estúdios Abbey Road, em Londres. Fonte: Claudio Dirani, "Paul McCartney - Todos os segredos da carreira solo".
sábado, 16 de dezembro de 2017
PAUL McCARTNEY ARCHIVES COLLECTION EM VINIS COLORIDOS

No dia 17 de novembro, oito álbuns de Paul McCartney (e Paul com os Wings) chegaram às lojas de discos em vinil preto e CD digipaks, além de versões de vinil a cores EXTREMAMENTE LIMITADAS de 180g. Os lançamentos da coleção de arquivos em novembro possuem downloads digitais e capas totalmente restauradas. As lojas de discos independentes são as únicas varejistas físicas nos EUA a vender as versões de vinil coloridas de edição limitada. Os álbuns são: McCARTNEY em vinil vermelho, McCARTNEY II em vinil claro, TUG OF WAR em vinil azul, PIPES OF PEACE em vinil prata, RAM em vinil amarelo, BAND ON THE RUN em vinil branco, VENUS AND MARS em vinil vermelho / amarelo, WINGS AT THE SPEED OF SOUND em vinil laranja, todos pesando 180g.

A Coleção Archive Collection, ganhadora do Grammy e aclamada pela crítica de Paul McCartney oferece aos fãs mais uma chance de completar suas coleções em 2017. A Paul McCartney Archive Collection estreou com o lançamento em novembro de 2010, com Band and the Run, que ganhou o Prêmio Grammy 2010 do Melhor Álbum Histórico, enquanto a Box Edição Deluxe, do clássico Wings Over America de 1976 recebeu o Grammy de 2013 como Melhor Pacote Especial de Edição Limitada. A edição mais recente foi a reedição este ano do 8º álbum de Paul, Flowers In The Dirt, que a Rolling Stone chamou de "um documento extraordinário", e o Observer o saudou como "talvez o maior disco a emergir do mundo em 1989. É um prazer absoluto e indescritível redescobri-lo hoje”. Cada lançamento na Coleção Paul McCartney Archive em curso é monitorado pelo próprio Paul, que supervisiona todos os aspectos de cada título de remasterização para a inclusão de faixas perdidas, outtakes, artworks, fotografias e vídeos de suas coleções pessoais. O resultado é uma das iniciativas mais ambiciosas desse tipo, que abrange mais de 40 anos de material clássico e acalorado, do compositor e artista mais bem sucedido da história da música.
PAUL McARTNEY – PARA O ALTO E AVANTE!
Será que Paul McCartney ainda tem que provar alguma coisa a alguém, mesmo que esse alguém seja ele próprio? Parece que sim. Depois de quase 60 anos de uma carreira absolutamente fantástica e initerrupta, McCartney, do alto de seus 75 anos (que não aparenta de jeito nenhum), continua insistindo que a idade não chegou para ele. Esta semana, depois de uma noite com um show de mais 3 horas em Sydney, o intrépido Macca escalou uma ponte de quase 150 metros. É mole?
Sir Paul McCartney tornou-se o primeiro Beatle a escalar a Sydney Harbour Bridge de 134 metros. O esforço da lenda do rock na quarta-feira à tarde, foi um feito ainda mais impressionante, dado seus 75 anos de idade. Mais impressionante ainda foi o fato de ele ter conseguido a subida de 2 horas até o topo depois de sair para mais outro épico show de três horas. Na quarta-feira, Paul fez um sinal de paz enquanto posava do ponto mais alto da ponte com vista para a Sydney Opera House. Apesar da escalada cansativa, ele parecia cheio de energia.
Há quase 25 anos que a lenda da música tinha tocado pela última vez em Sydney. Celebridades e fãs de todas as idades se juntaram, impressionados pelo entusiasmo de Paul, que fez seu desfile habitual de sucessos.
Entre a multidão estava a Rainha do Pop da Austrália, Kylie Minogue, que publicou uma foto acolhedora no Instagram com Paul antes do show. McCartney começou a turnê australiana One On One em Perth no dia 2 de dezembro e encerrará em Auckland no dia 16 de dezembro.

Sir Paul McCartney tornou-se o primeiro Beatle a escalar a Sydney Harbour Bridge de 134 metros. O esforço da lenda do rock na quarta-feira à tarde, foi um feito ainda mais impressionante, dado seus 75 anos de idade. Mais impressionante ainda foi o fato de ele ter conseguido a subida de 2 horas até o topo depois de sair para mais outro épico show de três horas. Na quarta-feira, Paul fez um sinal de paz enquanto posava do ponto mais alto da ponte com vista para a Sydney Opera House. Apesar da escalada cansativa, ele parecia cheio de energia.

Há quase 25 anos que a lenda da música tinha tocado pela última vez em Sydney. Celebridades e fãs de todas as idades se juntaram, impressionados pelo entusiasmo de Paul, que fez seu desfile habitual de sucessos.

Entre a multidão estava a Rainha do Pop da Austrália, Kylie Minogue, que publicou uma foto acolhedora no Instagram com Paul antes do show. McCartney começou a turnê australiana One On One em Perth no dia 2 de dezembro e encerrará em Auckland no dia 16 de dezembro.
Assinar:
Postagens (Atom)





