sábado, 22 de junho de 2019
RAQUEL WELCH - HANNIE CAULDER - DESEJO DE VINGANÇA - 1971


Imagine: No velho oeste americano, perto da fronteira com o México, no fim do século XIX, os três irmãos Clemens, Emmett, Frank e Rufus - bandidos da pior espécie, depois de assaltarem violentamente um banco numa pequena e pacata cidade, fogem e chegam até o isolado rancho dos Caulder – um jovem casal tentando a vida naquelas terras. Na tentativa de roubar os cavalos, o irmão mais novo do bando assassina Jim Caulder, o proprietário das terras. Sua bela esposa Hannie é incapaz de se defender sozinha dos três Clemens. Eles a estupram violentamente, roubam os cavalos e queimam a propriedade. Determinada a buscar vingança, Hannie se junta a Thomas Price, um caçador de recompensas. Ela implora para ele ensiná-la a atirar. Relutantemente, ele concorda e juntos partem em busca dos bandidos. Só um detalhe: a belíssima Hannie Caulder veste apenas um ponche com muito pouco por baixo durante grande parte do filme.

“Hannie Caulder - Desejo de Vingança”, é uma produção britânica de 1971, dirigida pelo veterano Burt Kennedy e estrelada por Raquel Welch, no auge da forma, como Hannie Caulder. Também é co-estrelado por Robert Culp, Ernest Borgnine, Strother Martin, Jack Elam, Christopher Lee, Diana Dors e Stephen Boyd. A história é um conto de vingança direto e mistura o tema sombrio do estupro de Hannie Caulder e sua subsequente busca de vingança com momentos cômicos mais leves, principalmente através das patetadas dos irmãos Clemens.

O projeto foi concebido como um veículo estrela para Raquel Welch e co-financiado pela sua produtora Curtwel. Filmado na Espanha, Hannie Caulder possui um elenco decente e uma premissa tradicional. Mas o filme entra em colapso por negligência, devido principalmente ao que parece ser um roteiro escrito apressadamente por Kennedy sob o pseudônimo Z.X. Jones. Apesar disso, é show! Raquel Welch Forever!!!*****
Quem gostou e quiser assistir o filme completo legendado, clique AQUI.
quarta-feira, 19 de junho de 2019
RICHARD AVEDON – A ARTE DE FOTOGRAFAR OS BEATLES*****


Pense em qualquer grande superestrela da segunda metade do século XX. É quase certo que quem você pensou, tenha estado em frente as lentes de Richard Avedon (Nova Iorque, 15/05/1923 - San Antonio, 1/09/2004) - conhecido por revolucionar a fotografia da moda criando um novo padrão que se mantém até hoje.

Com vários trabalhos publicados nas revistas Harper’s Bazaar, Egoiste, The New Yorker e Vogue, o nova-iorquino Richard Avedon fotografou grandes nomes da moda e arte do século como Coco Chanel, Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor, Twiggy, Pablo Picasso e uma infinidade de outros, além de fotos publicitárias para marcas como Calvin Klein, Versace, e Revlon. Seu trabalho foi consolidado em 1957, em sua contribuição como consultor visual do filme “Cinderela em Paris”, do diretor Stanley Donen com Audrey Hepburn e Fred Astaire nos papéis principais. A colaboração não foi casual: o filme foi inspirado nos bastidores das publicações de moda e conta com as belíssimas fotografias de Avedon.

De todos os grande fotógrafos que tiveram oportunidade de fotografar os Beatles, Avedon merece um lugar de grande destaque. Avedon é considerado de forma quase unânime, como dos mais criativos e talentosos artistas do século. Nos anos 1960, no auge de sua carreira, Avedon fez as clássicas fotografias psicodélicas dos Beatles num período de mutação para a fase adulta. Ele conheceu os Beatles em janeiro de 1965, no clube Ad Lib em Londres. Em um estúdio fotográfico em uma cobertura em Thompson House, na 200's Inn Road, Avedon fez um retrato de Ringo, usando uma coroa de louros, como um imperador romano. A fotografia foi publicada pela primeira vez no jornal Daily Mail em 12 de maio de 1965, sob a manchete "Hail, Ringo".

Dois anos e meio depois, os Beatles foram fotografados por Richard Avedon em 11 de agosto de 1967 no mesmo estúdio fotográfico - e o estúdio foi novamente usado pelos Beatles para uma das locações de fotos do que ficou conhecido como "Mad Day Out" em 28 de julho de 1968.

Avedon fez uma série de fotos do grupo na sessão de agosto de 1967, quatro das quais foram posteriormente adornadas com efeitos psicodélicos. Essas quatro fotografias dos Beatles, as belíssimas gravuras dos Beatles psicodélicos, foram publicadas pela primeira vez na edição de 9 de janeiro de 1968 da revista norte-americana Look, e posteriormente foram vendidos como posteres logo após o lançamento dos álbuns Sgt. Peppers Lonely Heart’s Club Band e Magical Mistery Tour, e apenas alguns meses antes do lançamento do álbum duplo conhecido como White Album. Também foram publicadas simultaneamente pela Stern Magazine na Alemanha, Daily Express na Inglaterra, Varagids na Holanda e na Noruega, foram impressos na revista juvenil Det Nye.

Richard Avedon era fascinado pela capacidade da fotografia de sugerir a personalidade de seus modelos. As imagens dos Beatles em 1967 se tornaram as mais famosas de Avedon e contam com cores absurdamente vivas. Essas fotos representam cada Beatle de forma muito distinta, como que refletindo através da cor a personalidade de cada um. Tanto há cinquenta anos como hoje, as personalidades dos Beatles, são conhecidas pelo grande público. Sabendo disso e para servir esse propósito, Avedon utilizou adereços propositados. Assim sendo, a simplicidade de Ringo é representada por duas cores (além do preto e do branco, naturalmente) e por um pombo branco pousado na mão do baterista, e um tom de laranja pastel, quase castanho, que lhe ilumina a face e o tronco, deixando um azul inofensivo como a sua expressão, nas sombras que o corpo encobre. George Harrison é apresentado com a mão levantada e pinturas Indianas que remetem para o lado espiritual do jovem Hare Krishna. Já Paul McCartney, é representado através de um azul extremamente claro, sem demasiada saturação, em harmonia com o lilás que cobre as sombras. Por fim, John Lennon, naquela que é provavelmente a imagem mais emblemática e icônica tanto dele como de Avedon. Ele está impresso com quatro cores. O fundo em amarelo vivo define o tom com que a imagem vai contrastar. Os famosos óculos redondos, revelam curvas psicodélicas para reforçar a ideia da controvérsia sempre gerada por John.

Os retratos dos Beatles feitos por Avedon apareceram mais tarde no álbum de 1977 "Love Songs", e no álbum de sucessos "1" de 2000. Richard Avedon, cuja carreira durou 60 anos, morreu em 2004, aos 81 anos de idade, enquanto trabalhava no Texas para o The New Yorker. Se vivo estivesse, estaria com 96 anos.



terça-feira, 18 de junho de 2019
FOTO DO DIA - THE BEATLES - HAPPY BIRTHDAY PAUL!

Hoje é aniversário do nosso jovem Paul! Sem palavras... Somente "I Love You". Afinal, ele está aqui todo dia!!! VIVA PAUL McCARTNEY, FOREVER!!!!
EDDIE COCHRAN - SUMMERTIME BLUES - SENSACIONAL!!!*****

"Summertime Blues" é um rock and roll gravado pelo cantor de rockabilly Eddie Cochran no dia 11 de junho de 1958, tornando-se um dos grandes sucessos daquele ano. A letra fala sobre as atribulações da vida adolescente nos Estados Unidos. Foi composta por Cochran e seu empresário, Jerry Capehart. Originalmente um lado B, chegou à oitava posição na parada Billboard Hot 100, da revista americana Billboard, em 29 de setembro de 1950, e à 18ª no UK Singles Chart. As palmas da gravação original são de Sharon Sheeley, e os vocais graves ao fim de cada verso são do próprio Cochran. A bateria é de Earl Palmer. A canção foi utilizada no filme Caddyshack, de 1980. Em março de 2005 a revista Q a classificou no 77º lugar na sua lista 100 Greatest Guitar Tracks, e a revista Rolling Stone a colocou em 73ª posição na sua lista de 500 maiores canções de todos os tempos. Parte de sua letra fala da controvérsia em torno da idade eleitoral, que na época era de 21 anos. Estes protestos eventualmente levariam à 26ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos, que abaixou esta idade para 18 anos. Antes de "Summertime Blues", Cochran já havia emplacado outro sucesso no ano anterior, "Twenty-Flight Rock". E depois viriam outros: "C'mon Everybody", "Somethin' Else", "My Way", "Weekend", e "Nervous Breakdown". Eddie Cochran morreu precocemente aos 21 anos, após sofrer um acidente de trânsito a bordo de um táxi numa rodovia em Wiltshire, durante uma breve turnê pelo Reino Unido em abril de 1960, tendo acabado de se apresentar em Bristol. Sua namorada, a compositora Sharon Sheeley e seu amigo, o cantor Gene Vincent, sobreviveram. "Summertime Blues" foi regravada por diversos outros artistas; entre as versões mais célebres estão as das bandas Blue Cheer, Stray Cats, Beach Boys, Rush e a do grupo inglês The Who. Aqui, a gente confere três vídeos: Os dois primeiros com o original Eddie Cochran (estereo e ao vivo) e por último, a incendiária apresentação de Brian Setzer no filme La Bamba interpretando o próprio Cochran. Sensacional!
THE BEATLES - JOHN LENNON - ACROSS THE UNIVERSE**********

“Across The Universe”, é a música mais antiga do álbum LET IT BE, foi gravada em fevereiro de 1968 e chegou ao público pela primeira vez em um álbum beneficente para o WWF (World Wildlife Fund) em dezembro de 1969 - “No One's Gonna Change Our World”. Across The Universe foi gravada em oito tomadas entre 4 e 8 de fevereiro de 1968, mas John Lennon não ficou satisfeito e Paul McCartney o convenceu a chamar duas fãs para fazerem backing: a brasileira Lizzie Bravo e Gayleen Pease, que passavam dias acampadas na porta do estúdio para para ver os Beatles, falar com eles e tirar fotos. Elas foram convidadas por Paul para cantar em uníssono com John, uma oitava acima, no refrão. A letra é uma das mais imaginativas de John, com um refrão repetitivo - "Nothing's gonna change my world" (Nada vai mudar meu mundo) - que acentua seu efeito onírico. Across The Universe foi mixada em mono e colocada de lado enquanto o grupo lançou como single as canções "Lady Madonna" e "The Inner Light". Depois do retorno da Índia, o grupo resolveu gravar algumas canções compostas lá e "Across the Universe" permaneceu engavetada. Spike Milligan ouviu e sugeriu que ela fosse lançada como parte do álbum que ele estava organizando pela World Wide Fund for Nature. Os Beatles concordaram com a proposta e a canção foi mixada em estéreo pela primeira vez por George Martin. Para o álbum da 'wildlife' foi acrescentado efeitos sonoros de pássaros no início e no final da canção. Depois de acrescentados os efeitos, foi acelerada de forma que mesmo com os sons dos pássaros continuasse quase com o mesmo tempo. Para o álbum LET IT BE, Glyn Johns remixou-a dando um tratamento acústico e corrigindo a velocidade.

Aqui, a gente confere um trecho do livro "Minha Vida Gravando Os Beatles", de Geoff Emmerick.
"Algumas noites depois, terminamos "The Inner Light" e então nós começamos a fazer os overdubs de outra faixa que Ken Towshend tinha começado na minha ausência. "Across the universe" era, provavelmente, a mais gentil e doce canção de John Lennon que eu havia ouvido até então, e isso me pegou de surpresa. Por volta da época da morte de Brian, os quatro Beatles tinham começado a estudar com o Maharishi Maheshi Yogi e nessa noite me ocorreu que talvez a meditação tenha feito bem a John. A canção representava uma mudança drástica nele, e foi esclarecedora para mim. Era verdade que nas últimas semanas o John Lennon rude e sarcástico esteve praticamente ausente; nós estávamos vendo um lado mais suave dele, um lado que eu nem sabia que existia. Eu realmente amei a canção, e o vocal gentil e lírico de John definitivamente se conectou comigo. Gravamos a voz dele várias vezes, porque John não estava satisfeito com o que estava fazendo, apesar do fato de que nós, todo o grupo, tenhamos sido efusivos em nossos elogios. Era um vocal problemático de fazer por causa do fraseado; havia apenas muitas palavras para serem cantadas, muitos pontos em que ele precisava respirar. Por isso, John não estava convencido de que ele estava colocando o sentimento que ele esperava nas palavras, e estava um pouco aborrecido por causa disso. A canção claramente significava muito para ele, e estava frustrado porque não estava ficando da forma como ele havia ouvido em sua cabeça. A infelicidade de John com seu vocal o levou à decisão relutante de engavetar a música para trabalhar nela novamente em algum momento posterior, apesar de ter sido originalmente programada para ser o Lado B de "Lady Madonna". Ao invés disso, "The Inner Light" foi a substituta, marcando a primeira vez em que uma canção de George Harrison aparecia em um single dos Beatles.
O lendário comediante e ex-Goon Spike Milligan (que era um dos ídolos de John) por acaso estava na sessão daquela noite como convidado de George Martin. Ele ficou tão impressionado com o que estava ouvindo que perguntou a Lennon se a faixa, no estado em que estava, poderia ser usada para ajudar a levantar fundos para uma instituição de caridade com a qual ele estava envolvido. Um John distraído disse: "Sim, qualquer coisa que você quiser", e foi assim que "Across The Universe" veio a ser lançada em um álbum beneficente para a World Wildlife Foundation. Quase dois anos depois, Phil Spector iria reviver a música em uma tentativa de concretizar o álbum Let It Be, retardando a fita em um andamento fúnebre e adcionando um coro fantasmagórico no processo, mas a versão que gravamos naquela noite era, na minha opinião, muito superior. Um outtake dessa música aparece no Anthology, e os ouvintes podem também encontrar uma versão (embora em grande parte processada digitalmente) un-spectorized no Let It Be... Naked de 2003. Eu ainda acho que a melhor versão foi a original que gravamos naquela noite fria de fevereiro".
O lendário comediante e ex-Goon Spike Milligan (que era um dos ídolos de John) por acaso estava na sessão daquela noite como convidado de George Martin. Ele ficou tão impressionado com o que estava ouvindo que perguntou a Lennon se a faixa, no estado em que estava, poderia ser usada para ajudar a levantar fundos para uma instituição de caridade com a qual ele estava envolvido. Um John distraído disse: "Sim, qualquer coisa que você quiser", e foi assim que "Across The Universe" veio a ser lançada em um álbum beneficente para a World Wildlife Foundation. Quase dois anos depois, Phil Spector iria reviver a música em uma tentativa de concretizar o álbum Let It Be, retardando a fita em um andamento fúnebre e adcionando um coro fantasmagórico no processo, mas a versão que gravamos naquela noite era, na minha opinião, muito superior. Um outtake dessa música aparece no Anthology, e os ouvintes podem também encontrar uma versão (embora em grande parte processada digitalmente) un-spectorized no Let It Be... Naked de 2003. Eu ainda acho que a melhor versão foi a original que gravamos naquela noite fria de fevereiro".
SUPERTRAMP - MY KIND OF LADY - 1982 *****


Nesses anos todos, o Supertramp já apareceu aqui dezenas de vezes, mas nenhuma delas havia sido com a bela "My Kind Of Lady". Isso se resolve agora!

"My Kind of Lady" foi o segundo single do álbum do Supertramp de 1982 - "…Famous Last Words…". A música, uma balada romântica no melhor estilo dos anos 1950, alcançou o 16º lugar na USA Billboard Adult Contemporary e o 31º lugar na parada de pop singles USA da Billboard. Os vocais principal e de apoio foram todos cantados por Davies, que se harmoniza consigo mesmo alternando entre sua voz natural e um vocal em falsete. As passagens de falsete foram rastreadas duas vezes e misturadas com um phaser. Apesar de ser lançado como single, a faixa não foi executada ao vivo.

Os créditos de composição da música são de Rick Davies e Roger Hodgson, embora, como indicado na capa do álbum, seja uma composição de Davies. Assim como John Lennon e Paul McCartney, Davies e Hodgson se juntavam nos créditos como compositores de 1974 a 1983, quando Hodgson deixou o Supertramp para seguir carreira solo. "My Kind of Lady" foi o último single lançado durante todo o período em que Roger Hodgson, membro original e co-fundador esteve na banda. Para o vídeo de "My Kind of Lady" (dirigido por Kenny Ortega), a banda se descreveu como um grupo doo-wop dos anos 50 e banda de rock dos anos 50. Para fazer isso, rasparam suas barbas e bigodes (espécie de marca registrada) e cortaram seus cabelos curtos.
domingo, 16 de junho de 2019
sábado, 15 de junho de 2019
'YESTERDAY', O FILME - HIMESH PATEL - SOMETHING
Faltando pouco tempo para o lançamento de “Yesterday” nos EUA, a Universal Pictures disponibilizou um vídeo com a letra de "Something", de George Harisson. A versão do filme é interpretada por Himesh Patel (da série “Damned”), protagonista da produção. No filme, Jack Malick (Patel) acorda de um acidente em um mundo onde os Beatles e suas músicas nunca existiram. Aspirante a cantor e compositor, Jack resolve usar as músicas da banda para se tornar uma estrela da noite para o dia, mas a fama pode afastar sua amiga Ellie (Lily James, “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo“) e criar outros problemas.
O elenco ainda conta com a atriz Kate McKinnon (“Meu Ex é um Espião“) e com o cantor Ed Sheeran. A direção é de Danny Boyle (“T2: Trainspotting 2”), e o roteiro fica por conta de Richard Curtis (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo“). “Yesterday” chegará aos cinemas dos EUA em 28 de junho de 2019, ainda sem data no Brasil.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
TODAS AS FIGURAS DA CAPA DO BAÚ DO EDU - SENSACIONAL!*****



Alguns amigos mais próximos, se queixaram que não estão conseguindo identificar todas as figuras que aparecem na imagem aí do topo do nosso blog preferido. Pudera, a velocidade entre um frame e outro é de 0,02 segundos. Meio que arremedando (chupando mesmo!), a ideia do conceito da capa do Sgt. Pepper’s - em que os Beatles escolheram 62 pessoas famosas que consideravam importantes para a humanidade – escolhi 40 que simbolizam a cultura pop, pessoas e personagens importantes do cinema, da TV, da música e das artes em geral. São elas (da esquerda para a direita): 01- A incomparável Marilyn; 02- Salvador Dali – Artista Plástico; 03- Jonathan Harris – O Dr. Smith (Perdidos no Espaço); 04- Roddy McDowall - Cornelius (Planeta dos Macacos); 05- Bob Dylan; 06- Stan Laurel, o Magro; 07- Oliver Hardy, o Gordo; 08- Walt Disney; 09- Little Richard; 10- Boris Karloff (Frakenstein); 11- A belíssima Raquel Welch; 12- Adam West – O Batman; 13- Clint Eastwood; 14- O Coringa; 15- Pete Best, ex-Beatle; 16- Ringo Starr; 17- Brigitte Bardot; 18- Ron Ely – O Tarzan (anos 70); 19- National Kid; 20- David Bowie; 21- Curly Howard (um dos Três Patetas); 22- Lee Meriwether, a Mulher Gato; 23- Paul McCartney; 24- Dave Jones (Monkees); 25- Rocky (Sylvester Stallone); 26- Willie Nelson; 27- Buddy Holly; 28- Bruce Lee; 29- John Lennon; 30- Yoko Ono; 31- Jimi Hendrix; 32- David Carradine – Caine (Kung Fu); 33- Susan Dey – A Família Do Re Mi; 34- Cristopher Reeve, o Super Homem; 35- Chico Anysio; 36- Marty Feldman (Ator britânico); 37- John Wayne – O Caubói; 38- Farrah Fawcett – A Pantera; 39- Mick Jagger; 40- George Harrison. Por fim, a gente confere aqui a animação com uma velocidade bem mais baixa. Espero que tenham gostado. Valeu, abração!

PAUL McCARTNEY - MY VALENTINE - 2011*****
Especialmente, em homenagem ao Dia dos Namorados!
Uma das duas composições originais do álbum Kisses On The Bottom, “My Valentine” foi escrita por Paul McCartney em fevereiro de 2011 para sua terceira esposa, Nancy Shevell. A música foi composta enquanto o casal estava de férias no norte da África. “My Valentine” contou com uma participação de Eric Clapton na guitarra. Clapton também tocou na música “Get Yourself Another Fool”, do mesmo álbum. Paul McCartney cantou "My Valentine" para sua noiva em seu casamento em 9 de outubro de 2011. A faixa básica foi gravada no Avatar Studios em Nova York, com a guitarra de Clapton e a orquestra no Abbey Road Studios em Londres. O arranjo rítmico foi de Diana Krall. Kisses on the Bottom foi o décimo quinto álbum de estúdio de Paul McCartney, lançado em 7 de fevereiro de 2012. Da gravação de “My Valentine” participaram Paul McCartney: vocais; Diana Krall: piano; Eric Clapton: guitarra; John Pizzarelli: guitarra; Robert Hurst: baixo; Karriem Riggins: bateria, e a Orquestra Sinfônica de Londres foi conduzida pelo maestro Alan Broadbent.
terça-feira, 11 de junho de 2019
ERASMO CARLOS - MINHA FAMA DE MAU - O FILME

Na Tijuca dos anos sessenta o jovem Erasmo Carlos alimenta uma paixão: o rock and roll. Fã de Elvis, Bill Haley e Chuck Berry, ele aprende a tocar violão enquanto vive de sonhos, bicos e pequenas delinquências. Sua fama de roqueiro atrai Roberto Carlos, e logo se tornam parceiros e amigos. Um mega sucesso chega com a Jovem Guarda, programa de televisão onde Roberto, Erasmo e Wanderlea são a atração principal. “Minha Fama de Mau” é um mergulho emocionante na música e na vida de Erasmo Carlos que, com cabeça de homem e coração de menino, se tornou o Tremendão, símbolo vivo do rock nacional.
PAUL McCARTNEY & WINGS - SOILY - SENSACIONAL!******

"Soily" é um rockandrolzaço composto por Paul McCartney em 1971. Foi incluída no repertório de sua banda Wings durante as turnês de 1972 e 1973 na Europa e Grã-Bretanha. Em 1973 foi a primeira música do set. Foi reformulada e uma versão mais pesada foi tocada durante a turnê mundial do Wings em 1975-1976. Na parte britânica desta turnê, terminou a parte rock do set. Da etapa australiana (novembro de 1975) até o final da turnê (outubro de 1976), ela serviu como bis, embora não tenha sido tocada em todos os shows.

Vários takes foram gravados em 1974 no Abbey Road Studios para inclusão no especial inédito “Wings, One Hand Clapping”. Estes takes contaram com o baterista Geoff Britton, e sempre puderam ser encontrados em versões não oficiais de bootlegs.

"Soily" encerra com chave de ouro o sensacional álbum triplo ao vivo de 1976, “Wings over America” e foi lançada como lado B do single "Maybe I'm Amazed" em 1977. Esta versão foi gravada em 7 de junho de 1976 em Denver. O desempenho de One Hand Clapping pode ser visto em um DVD incluído na edição especial remasterizada de 2010 do álbum “Band on the Run”, e no disco bônus de “Venus and Mars” (Collector's Edition).
GARY LEWIS AND THE PLAYBOYS - THIS DIAMOND RING

"This Diamond Ring" é uma música de 1965 escrita por Al Kooper, Bob Brass e Irwin Levine. Foi gravada pela primeira vez por Sammy Ambrose e depois pela banda americana Gary Lewis & the Playboys. A versão de Lewis chegou ao primeiro lugar da Billboard em fevereiro de 1965. "This Diamond Ring" também foi o nome do primeiro álbum de estúdio de Gary Lewis e os Playboys. Foi o primeiro de três álbuns lançados por eles em 1965. O grupo foi formado em 1964 e era originalmente conhecido como Gary & the Playboys. O produtor Snuff Garrett os viu tocando na Disneylândia e os levou ao estúdio para gravar o single "This Diamond Ring" e sugeriu Gary Lewis & the Playboys para capitalizar o nome do famoso pai, o comediante Jerry Lewis. O sucesso do single levou-os a gravar um álbum inteiro de covers de músicas populares dos Kinks, Bobby Rydell, Coasters e outros. O single "This Diamond Ring" lançou a sequência de sete Top 10 hits para o grupo. O álbum é um tanto notável, por ter marcado o início de longas carreiras de sucesso para os músicos Al Kooper e Leon Russell.
PAUL McCARTNEY - VANILLA SKY - OSCAR 2001
Em 2001, Paul McCartney concorreu ao Oscar de Melhor Canção Original com a belíssima "Vanilla Sky". Concorreu mas não levou. Confira: PAUL McCARTNEY - VANILLA SKY - OPEN YOUR EYES
THE BEATLES - I CALL YOUR NAME - 2019**********

Supõe-se que "I Call Your Name" teria sido composta por John Lennon antes da formação dos Beatles. Em 1963, ele deu para que Billy J. Kramer and The Dakotas, outra banda de Liverpool, também do staff de Brian Epstein. Kramer lançou "I Call Your Name" como lado B do single "Bad to Me", outra composição de Lennon e McCartney.

John Lennon não gostou do arranjo dos Dakotas, gravado em 26 de junho de 1963, bem como com sua posição como lado B, então os Beatles gravaram sua própria versão. A música apresenta George Harrison tocando sua guitarra Rickenbacker 360/12, oferecendo o som característico da famosa guitarra ao mundo pela primeira vez. No entanto, a gravação dos Beatles em 1º de março de 1964, foi lançada na Grã-Bretanha e nos EUA como lado B de Long Tall Sally. Os Beatles novamente gravaram "I Call Your Name" para o programa de rádio da BBC, Saturday Club, em 31 de março de 1964 (transmitido em 4 de abril de 1964). A faixa também aparece no álbum Rock And Roll Music, de 1976 e em 1988 na coletânea Past Masters, Volume One. The Mamas & the Papas fizeram uma cover de "I Call Your Name" em 1966 em seu álbum de estreia If You Can Believe Your Eyes and Ears. No mesmo ano, também foi regravada pela banda “The Buckinghams”. Ringo Starr gravou uma versão para um especial de televisão que marcava o 10º aniversário da morte de Lennon e o 50º aniversário de seu nascimento. A faixa, produzida por Jeff Lynne, apresentava um supergrupo composto por Lynne, Tom Petty, Joe Walsh e Jim Keltner.
segunda-feira, 10 de junho de 2019
sábado, 8 de junho de 2019
THE BEATLES - PAUL McCARTNEY - I'VE JUST SEEN A FACE*****

"I've Just Seen A Face" era uma música que Paul tocava ao piano havia algum tempo. Ele a tocava nas reuniões familiares em Liverpool, e sua tia Gin gostava tanto dela que, enquanto ainda não tinha nome, foi apelidada de "Auntie Gin's Theme". A orquestra de George Martin gravou-a em versão instrumental com esse título. A tia Gin era a irmã mais nova do pai de Paul, Jim, e foi mencionada com mais destaque em "Let 'Em In", gravada pelo Wings. Em 1965, John estava claramente identificado com Dylan, ansiando por (e encontrando) letras que revelassem sua dissonância interior, mesmo quando encobriam os detalhes salientes das fantasias teatrais e dos duplos sentidos. Todavia, enquanto as canções de Paul para o filme (Another Girl e The Night Before) foram menos marcantes naquela hora, as restantes mostraram, de modo significativo, a ampliação de seus horizontes musicais, assim como as canções de John o fizeram em relação às suas ambições literárias.

I've Just Seen a Face é uma balada folk em dois tempos, com suas guitarras acústicas e tambores escovados cortando uma letra sentimentalmente tensa, cujo tema — a emoção inebriante de se apaixonar — é realçado pelo padrão de acordes descendentes e compassos hesitantes. A letra foi composta com perfeição, cada sílaba sendo precisamente definida no tempo e na rima, de modo a enfatizar a métrica da canção. Basta considerar a forma rígida com que o terceiro verso da melodia foi construído; como suas rimas internas adiantam a narrativa da canção, ao mesmo tempo que reforçam cada batida do seu ritmo frenético. Os Beatles gravaram I've Just Seen A Face em seis takes no dia 14 de junho de 1965. A música é considerada incomum na medida em que não contém baixo. Em uma exibição de versatilidade de tirar o fôlego, as músicas de McCartney, I'm Down e Yesterday, também foram gravadas no mesmo dia. Na década de 1970, I've Just Seen A Face tornou-se uma das poucas músicas dos Beatles a serem interpretadas pelo Wings de Paul. Anos mais tarde, Macca disse no livro Many Years Ago: “Era um pouco country do meu ponto de vista. Era mais rápida, porém, era uma coisa estranha. Fiquei bastante satisfeito com isso. A letra funciona: ela continua arrastando você para a frente, continua a puxá-lo para a próxima linha, há uma qualidade insistente nisso que eu gostei”.
PAUL McCARTNEY - THE INCH WORM - SENSACIONAL

“The Inch Worm”, foi composta por Frank Loesser e originalmente interpretada por Danny Kaye no filme de 1952 “Hans Christian Andersen”. Também chamada ocasionalmente de “Inchworm”, a canção infantil é mais conhecida por seu refrão aritmético. O verso é repetidamente cantado em contraponto com o refrão no final da música. Frank Loesser adorou o desafio intelectual de tal composição contrapontística que ele também fez em outras obras como Tallahassee. O compositor recebeu uma carta de agradecimento, assinada sob pseudônimo: “É simples, mas é tão intrincado, a harmonia é perfeita e o contraponto - bem, só me dá dor de cabeça quando eu penso em como seria escrever ... Respeitosamente, uma lagarta do Kansas". Ele ficou tão comovido com isso que colocou um anúncio no maior jornal de Lawrence, Kansas - o Daily Journal World - em agradecimento. Seu correspondente escreveu novamente, revelando-se a professora Emily Preyer.

No filme, um refrão de crianças canta a seção "aritmética" repetidamente dentro de uma pequena sala de aula, melancolicamente e de cor, enquanto Andersen, ouvindo do lado de fora, observa uma lagarta nas flores e canta a parte principal da música. “The Inch Worm” foi regravada por uma lista enorme de cantores, incluindo John Coltrane, Doris Day, Kenny Loggins, Kurt Wagner e Mary Hopkin (produzida por Paul McCartney em seu álbum de estreia em 1969 "Post Card"). Também apareceu em esquetes na Vila Sésamo de Jim Henson e no The Muppet Show; a música foi interpretada uma vez por Charles Aznavour, e mais uma vez com Danny Kaye e os Muppets quando ele esteve no programa.

“The Inch Worm” era uma das canções que Jim McCartney tocava para os filhos ou em reuniões familiares nos anos 50. Assim, quando Paul McCartney resolveu gravar seu décimo quinto álbum solo de estúdio em 2011 - consistindo principalmente de covers de música pop tradicional e jazz - que chamou de “Kisses on the Bottom”, “The Inch Worm” foi uma das 14 selecionadas. A gravação aconteceu em abril de 2011 no Capitol Studios em Los Angeles. Foi produzida por Tommy LiPuma tendo Al Schmitt como engenheiro. O arranjo rítmico foi de Diana Krall. Participaram: Paul McCartney – vocais; Diana Krall - piano; John Pizzarelli - violão; Robert Hurst – baixo e Karriem Riggins: bateria. O coral infantil, conduzido por Scottie Haskell foi composto por Chloe Arzy, Johnson Evyn, Johnson Makiah, Michael Johnson, Delany Meyer, Lua Ilsey, Sabrina Walden e Sasha Walden.
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