quinta-feira, 26 de julho de 2018

PAUL McCARTNEY SURPREENDE FÃS DE LIVERPOOL COM SHOW NO CAVERN CLUB

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O ex-beatle Paul McCartney surpreendeu hoje, quinta-feira (26 de julho), os fãs de Liverpool com um show gratuito no Cavern Club, o mítico clube de Liverpool onde os Beatles iniciaram a carreira, anunciado apenas horas antes pelas redes sociais. O músico inglês compartilhou no Twitter, em mensagem postada às 9h local (5h, em Brasília), que daria um show no emblemático clube às 14h local (10h, em Brasília) e que as entradas poderiam ser adquiridas sem custo, por ordem de chegada, em outro ponto da cidade a partir das 10h local (6h, em Brasília).
A estratégia de divulgação não impediu que as duzentos entradas disponíveis se esgotassem em questão de minutos. Os rumores da atuação começaram nesta quarta-feira, quando o músico compareceu a uma conversa com alunos de sua velha escola, a Liverpool Institute of Performance Arts (Lipa), em um encontro que foi moderado pelo vocalista do grupo Pulp, Jarvis Cocker. “Amanhã, temos um pequeno concerto secreto em algum lugar de Liverpool”, disse McCartney no evento. Na sessão, o cantor também afirmou que os melhores músicos com os quais trabalhou foram seus antigos companheiros da mítica banda que maravilhou o mundo com temas como A Hard Day’s Night, Eleanor Rigby e Something. Paul acrescentou que, quando tocou com Lennon, no início da carreira, pôde comprovar “seu talento antes do mundo todo”.
A atuação no Cavern Club é cheia de simbolismo, porque este foi o local onde praticamente os Beatles nasceram e onde a banda levou o público de Liverpool ao delírio em 292 ocasiões entre os anos 1961 e 1963. A última vez que McCartney atuou no local foi em 1999, depois que este fechou as portas em 1973 para reabrir onze anos depois, em 1984, em um lugar em frente ao original, situado na Mathew Street. Abençoados aqueles que tiveram essa sorte. 'Os 200 escolhidos".

THE BEATLES - BLACKPOOL NIGHT OUT - SENSACIONOUT!

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Os Beatles fizeram apenas uma aparição na televisão na Grã-Bretanha para promover o álbum “Help!” Outros programas tiveram que executar clipes pré-gravados. O Blackpool Night Out foi produzido pela ABC TV e filmado no ABC Theater em Blackpool. Foi exibido em todo o Reino Unido, ao vivo no dia 1 de agosto de 1965. Os Beatles tocaram “I Feel Fine”, “I'm Down”, “Act Naturally” e “Ticket To Ride”, antes de Paul McCartney cantar “Yesterday” sozinho. Foi a primeira vez que esta música foi tocada na televisão britânica. O grupo encerrou com “Help!”, após o agradecimento irônico de John Lennon a McCartney: "Obrigado Ringo, isso foi maravilhoso". Os outros convidados do show foram Pearl Carr e Teddy Johnson, Johnny Hart e Lionel Blair. Os apresentadores eram os irmão Mike e Bernie Winters. Depois do show, Ringo Starr e Brian Epstein pegaram o voo de volta para Londres, enquanto os outros Beatles viajaram no Rolls-Royce de John. Quatro músicas do Blackpool Night Out “I Feel Fine”, “Ticket To Ride”, “Yesterday” e “Help!” - aparecem no Anthology 2 de 1996.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

YOKO ONO ANUNCIA NOVO ÁLBUM COM IMAGINE

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Em "Warzone", viúva de John Lennon faz releitura de 13 canções que escreveu desde 1970, incluindo "Imagine". Aos 85 anos, artista afirma que mundo necessita mais do que nunca de mensagem de paz. A artista e cantora Yoko Ono anunciou nesta terça-feira (24/07) o lançamento de seu novo álbum. Yoko Ono afirmou que a mensagem de paz que levou ao longo de sua vida se faz extremamente necessária em 2018. "O mundo está tão bagunçado. As coisas estão difíceis para todos. Estamos vivendo numa zona de guerra", afirmou a artista em comunicado.O álbum "Warzone" será lançado em 19 de outubro e apresenta uma releitura de canções escritas por Ono desde 1970, incluindo "Imagine", composta junto com Lennon, que se tornou um hino pacifista no mundo todo. Somente no ano passado, Ono foi reconhecida com coautora deste sucesso, depois da descoberta de uma antiga entrevista do cantor no qual ele admite que o conceito e as líricas da música vieram de um livro dela. Produzido por seu filho Sean Ono, "Warzone" tem gravações e arranjos despojados que dão ênfase para a voz de Ono (?). Em declaração, seus representantes afirmaram que não é tarde demais para mudar o mundo. "Precisamos mais do que nunca de Yoko", destacaram. A cantora disse que esse não será seu último álbum e anunciou que está trabalhando em outro projeto musical. Nascida em Tóquio e criada em Nova York, Ono se transformou numa figura em ascensão na vanguarda musical quando conheceu Lennon e se tornou sua segunda esposa. O casal famoso usou sua lua-de-mel para protestar contra a Guerra do Vietnã e outras causas. Após o assassinato do marido, em 1980, Ono continuou ativa no movimento pacifista e na preservação do legado do antigo integrante dos Beatles. Confira aqui a nova música de Yoko Ono e dê sua opinião.

PAUL McCARTNEY - BIP BOP - SENSACIONAL!

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Assim como outras composições da era Wild Life, como “Hey Diddle” e “Great Day”, “Bip Bop” faz parte da coleção de temas que Paul usava no início da década para divertir as meninas em casa. Composta por Paul e Linda, a inofensiva balada já existia alguns meses antes de ser levada para as sessões de Abbey Road. Isso seria revelado ao público apenas quando um filme rodado na Escócia em junho de 1971 foi exi­bido como parte do especial Wings over the World, em 1979. Em sua balada folk e vaudeville ao mesmo tempo, Paul canta o tema quase infantil: “‘Bip Bop’ era apenas um riff que eu fazia na primeira corda do violão, algo meio blues, e que minha filha Mary gostava de ouvir. Na verdade, as palavras Bib Bop eram repetidas por ela, a todo momento, e fizemos a música a partir daí.” Gravada em Abbey Road em julho com Paul na guitarra, Denny Laine no violão, Linda na pandeirola e Denny Seiwell na batería. Em outubro, mais instrumentos seriam adicionados, como contrabaixo e percussão, tocados por Paul e Denny Seiwell, respectivamente. “Bip Bop” seria mixada em mono para dar à música uma atmosfera de anos 1930-1940. Assim como em “Mumbo”, “Bip Bop” também reaparece em forma instrumental no LP (não creditada). O nome “Bip Bop Link” só aparecería na versão em CD de Wild Life. Fonte: “MASTERS – Paul McCartney em discos e canções” – de Claudio Dirani – Absolutamente imperdível! Aqui.

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THE BEATLES - I NEED YOU - SENSACIONAL!*****

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"Escrita de acordo com o receituário 'Como Escrever Canções de Amor', I Need You é uma homenagem de George à sua namorada Pattie Boyd. A música é uma de suas composições para os Beatles não mencionadas em seu livro "I Me Mine" de 1980. A outra é "You Like Me Too Much". "I Need You" foi a única canção de George a aparecer no filme "Help!" e a primeira a usar um pedal wah-wah para distorcer o som da guitarra. Alguns livros sobre os Beatles afirmam que George a escreveu nas Bahamas enquanto estava longe de Pattie. Mas isso não pode ser verdade, uma vez que as gravações começaram em 15 de fevereiro de 1965, e essas cenas nas Bahamas só foram feitas na semana seguinte". Steve Turner
"Uma das duas músicas de George no álbum Help!, hoje muito esquecida. É bastante simples, sem artifícios, mas impressiona. O título diz tudo - ela, ou ele, está longe, em algum lugar, e ele precisa dela; por favor lembre-se de quanto preciso de você. Foi escrita para Pattie Boyd, sua namorada, que ele conheceu na filmagem de A Hard Days Night e com a qual se casaria em janeiro de 1966. Por alguma razão, George não escreve sobre essa música no livro I Me Mine, em que menciona quase todas as suas outras canções. A única outra que ele omite é sua segunda no álbum Help!, “You Like Me Too Much”. Seria vergonha? Ou se esqueceu delas? Ou não conseguiu encontrar os manuscritos originais para lembrar o que fizera?" Hunter Davies
Apesar da má vontade dos dois autores sabichões aí de cima, “I Need You” é uma grande música e mostrava um crescimento. Foi gravada nos dias 15 e 16 de fevereiro de 1965. O produtor, claro, foi George Martin e o engenheiro foi Norman Smith. Foi lançada em 6 de agosto de 1965 como a quarta música do lado 1 do disco com a trilha sonora do filme Help!. Foi a segunda música escrita por George a ser gravada pelos Beatles e é uma canção de amor simples, até melancólica. George Harrison canta, toca violão e guitarra elétrica de 12 cordas; John Lennon faz vocais de harmonia, e toca violão acústico e tambor; Paul McCartney também faz vocais de harmonia e toca baixo e Ringo Starr faz a percussão e toca o chocalho. THE BEATLES - I NEED YOU!

TOM PETTY AND THE HEARTBREAKERS - I NEED YOU**********

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ASSASSINO VAI TENTAR SAIR DA CANA PELA 10º VEZ

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Pela décima vez desde 2000, quando se tornou elegível para liberdade condicional, Mark David Chapman – que marcou seu nome na história por ter assassinado John Lennon e chegou a ser retratado na telona por Jared Leto em “Capítulo 27” – deu entrada nos papéis para tentar sair da prisão nos arredores de Nova York onde cumpre pena perpétua pelo crime que cometeu em 1980. A revelação foi feita nesta segunda-feira com exclusividade pelo jornal americano “New York Daily News”, que há décadas acompanha o caso de Chapman, hoje com 63 anos, com especial atenção. Nos Estados Unidos, assassinos famosos como ele raramente conseguem o benefício. Mas nos últimos tempos isso tem mudado, com juízes dando mais relevância ao comportamento desses detentos atrás das grades e deixando de lado a severidade das barbaridades que eles cometeram. Justamente por isso que, segundo o “Daily News”, desta vez Chapman terá chances reais de ser solto. Da última vez que tentou a condicional, em 2016, ele alegou às autoridades que “havia encontrado Jesus” e citou seu trabalho com auxiliar administrativo na penitenciária onde está há quase quarenta anos como prova de que merece uma segunda chance, mas no fim acabou ouvindo um sermão do juiz que o atendeu na ocasião e que o lembrou de suas ações “premeditadas, egoístas e malignas”.
Chapman assassinou o ex-Beatle na frente do prédio onde ele morava, o Edifício Dakota, em Nova York, horas depois de ganhar um autógrafo dele na cópia do álbum “Double Fantasy” que carregava e que o lendário músico tinha lançado semanas antes em parceria com Yoko Ono. Sua motivação teria sido, entre outras coisas, a polêmica declaração de Lennon de que ele e seus colegas de banda se tornaram mais famosos do que Jesus Cristo. Apesar de tudo isso, ele ainda continua recebendo visitas conjugais da mulher com quem casou 18 meses antes do episódio. (Por Anderson Antunes)

terça-feira, 24 de julho de 2018

PAUL McCARTNEY - DE VOLTA À ABBEY ROAD 49 ANOS DEPOIS

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O ex-beatle Paul McCartney surpreendeu os fãs aglomerados pelos arredores dos estúdios Abbey Road, ponto turístico de Londres, na manhã desta segunda-feira. Ao chegar ao local para um evento, o cantor atravessou a famosa faixa de pedestres, que virou um dos símbolos da banda desde que estampou a capa do álbum Abbey Road, lançado em 1969. A notícia de que McCartney faria uma visita aos estúdios já havia sido divulgada no final de semana, mas nem mesmo os turistas que passavam pela rua esperavam vê-lo atravessar a faixa, da mesma forma que fez quase cinquenta anos antes ao lado de John Lennon, George Harrison e Ringo Starr, para a capa do disco.
De volta ao estúdio 2 de Abbey Road - onde os Beatles fizeram grande parte de suas gravações -, McCartney, desta vez de sandálias, apresentou clássicos do quarteto de Liverpool para um pequeno público convidado. Os fãs foram selecionados na semana passada, após gravarem vídeos explicando ao músico por que deveriam ser escolhidos para participar. Um porta-voz dele confirmou que a apresentação foi gravada para o Spotify. McCartney programa lançar seu novo álbum, "Egypt Station", no próximo dia 7 de setembro, e aproveitou para tocar quatro de suas músicas no pequeno show: “Fuh You”, “Who Cares”, “Confidante” e “Come On To Me”. Gravado em Los Angeles, Londres e Sussex, o disco foi produzido em grande parte por Greg Kurstin, com Ryan Tedder, do OneRepublic, assumindo o comando de uma faixa. Duas das primeiras faixas do álbum - "I don’t know" e "Come on to me" - foram lançadas no mês passado. No "pequeno" show, Paul tocou: “A Hard Day's Night”, “Junior's Farm”, “One After 909”, “Drive My Car", “Come On to Me”, “I've Got A Feeling”, “I've Just Seen a Face”, “Confidante”, “Love Me Do”, “We Can Work It Out”, “My Valentine”, “1985”, “Lady Madonna”, “Who Cares”, “Got to Get You Into My Life”, “Fuh You”, “Ob-la-di Ob-la-da”, “I Wanna Be Your Man”, “Get Back”, “Back in the USSR”, “Birthday”, “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)”, e “Helter Skelter.”

segunda-feira, 23 de julho de 2018

RINGO STARR - EARLY 1970*****

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No início de 1970, John Lennon, Klaus Voormann e Ringo Starr tinham gravado as bases de uma canção que seu compositor baterista chamara de 'When Four Knights Come to Town' ('Quando quatro cavaleiros vêm à cidade'). Ringo terminou a canção com a ajuda de Harrison alguns dias depois e ela foi lançada em compacto no ano seguinte, sob o título de “Early 1970” (Início de 1970). Em quatro estrofes simples, Ringo pintou vívidas miniaturas de cada um dos Beatles: Lennon na cama pela paz, Harrison escapando de seu terreno de 40 acres para tocar em sessões intermináveis, McCartney escondendo seu 'charme' em sua fazenda, e Starkey expondo as próprias habilidades musicais limitadas. A mensagem era simples: Ringo sabia que quando Lennon e Harrison viessem à cidade, aceitariam alegremente trabalhar com ele, mas e quanto a McCartney? Ele não sabia. Só estava certo de uma coisa: 'Quando eu for à cidade, quero ver todos os três'. Era o esboço de um tratado de paz, e para o punhado de pessoas que ouviram a faixa, em outubro de 1970, ela deve ter sinalizado que um reencontro ainda não era impossível, e que o lema de Lennon 'renascimento ou morte' poderia chegar a uma resolução positiva. Isso, contudo, seria uma impressão de outubro, e a canção não foi lançada até março. Quando então Early 1970 pareceu uma falsa memória de um passado mítico, uma arcádia perdida, recoberta por ervas daninhas.

THE BAND - THE WEIGHT*****

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"The Weight" é uma música de 1968 da banda americano-canadense “The Band”. Foi composta por Robbie Robertson, produzida por John Simon e foi lançada originalmente no primeiro álbum da banda, “Music From Big Pink”."The Weight" é uma das canções mais conhecidas do grupo, e está entre um dos números mais populares da contracultura do final da década de 1960. Na época de seu lançamento, no entanto, a canção não representou um sucesso significativo para a banda nos Estados Unidos, aparecendo apenas na posição de número 63. O disco da The Band obteve maior destaque no Canadá e no Reino Unido. Três covers de "The Weight" conseguiram obter melhores posições nas paradas de sucesso americanas em 1968/69 do que a gravação original: Jackie DeShannon, Diana Ross & the Supremes e The Temptations. "The Weight" figura em 41º lugar na lista de "500 melhores canções de todos os tempos" da revista Rolling Stone, publicada em 2004.A The Band era conhecida como a banda de turnê de Bob Dylan quando se retirou para uma ca­sa rosa em Woodstock, Nova York, para gravar seu álbum de estreia, "Music from Big Pink". O LP era centrado em “The Wei­ght,” uma excêntrica fábula de dívida e dever, conduzida pe­lo indelével refrão (“Take a load off, Fanny...”) - Robertson disse que se inspirou depois de as­sistir aos filmes do diretor Luis Bunuel sobre a “impossibilidade da santidade”, mas personagens como Crazy Chester (que tenta se livrar de seu cachorro dan­do-o ao narrador) poderiam ter saído de uma velha canção folk. Quanto ao verso de ar bíblico “pulled into Nazareth” (“parei em Nazareth”), se refere à Naza­reth, Pensilvânia, lar da fábrica da Martin Guitar.

JULIAN LENNON - VAMOS AJUDAR A TERRA

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“Vamos Ajudar a Terra” é um livro de autoria de Julian Lennon. Por mais que não se queira, o apelido leva o leitor imediatamente numa viagem ao passado, à vida do Beatle John Lennon, e à canção Imagine, em que a letra fala dos problemas que o planeta atravessa e que também são o tema deste livro infantil. O próprio Julian Lennon remete para o pai a razão de ter escrito este livro para crianças tantos anos depois da sua morte. Conta que num dos raros encontros entre ambos - Julian é filho de Chyntia, a primeira mulher do músico - o pai lhe dissera que "quando falecesse haveria uma forma de demonstrar que ia ficar bem e que todos íamos ficar bem". Segundo Julian, o pai enviar-lhe-ia uma mensagem sob a forma de uma pena branca e foi o que aconteceu anos depois: "Durante uma viagem pela Austrália, recebi das mãos de uma anciã aborígene, do povo Mirning, que procurava ajuda para a sua tribo, uma pena branca. Fiquei sem fôlego." Para o também músico com vários discos editados, este foi um momento tão estranho como aquele em que o pai lhe fizera a premonição e decidiu fazer alguma coisa para ajudar algumas das populações mais desprotegidas do planeta. O que veio a acontecer, pois as atividades da Fundação Pena Branca já produziram resultados no Quénia e na Etiópia, países onde colaboraram em iniciativas no campo da saúde e do fornecimento de água potável.
O livro conta a viagem de um avião mágico que o piloto - o jovem leitor - pode conduzir pelo mundo e fazer da Terra um lugar melhor para toda a humanidade. Nada que os versos de Imagine não pedissem aos milhões que ouviram esta canção quando Lennon cantava "Imaginem toda a gente a viver em paz", entre outros versos com sugestões para que a Terra fosse um mundo diferente e melhor. Através do livro as crianças são convidadas a carregar nos comandos do avião da Pena Branca e ajudarem nas várias atividades relacionadas com a água. Podem imaginar a aeronave a mergulhar nos oceanos para observar a poluição que mata os peixes ou visitar os lugares do mundo onde as pessoas não têm água para beber. Uma parte das receitas da venda deste livro destinam-se à fundação de Julian Lennon, sobre quem Bono, o vocalista do U2, já disse ser um admirador porque "as suas melodias têm um certo encanto infantil".

20 FORTHLIN ROAD - A CASA DA INFÂNCIA DE PAUL McCARTNEY

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A casa de número 20 em Forthlin Road atualmente é uma propriedade do National Trust em Allerton, no sul de Liverpool, Merseyside, Inglaterra. É a casa em que Paul McCartney viveu por vários anos antes de chegar à fama com os Beatles, e é rotulada pelo National Trust como "o berço dos Beatles".
No dia 21 de julho de 1998, a famosa casa da infância de Paul McCartney, na Forthlin Road em Liverpool, foi aberta à imprensa. Programas das TVs BBC, ITN, ITV e Canais 4 e 5 passaram o dia realizando matérias no interior da propriedade. A confortável casa em um subúrbio de classe média de Liverpool, foi a casa da família McCartney, e lar de Paul entre 1955 e 1963. A família de Paul sempre esteve muito ligada à música, de modo que sua casa sempre foi um ambiente propício para juntar o encontro dos jovens BeatlesJohn costumava passar boa parte de suas tardes com Paul, e muitos dos grandes sucessos iniciais da banda, como "I Saw her Standing There" foram escritos lá. O exterior da casa pode ser visto por qualquer visitante, mas para uma "tour" no interior da casa é necessário agendar o passeio com antecedência junto ao National Trust (organização que protege e conserva locais de interesse histórico na Inglaterra), que atualmente administra a propriedade. Quando Paul de vez em quase nunca, vai em Liverpool, costuma sempre visitar aquela velha casa.

domingo, 22 de julho de 2018

IMAGENS DO DIA - THE BEATLES ON THE BEACH - By DEZO HOFFMANN

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No dia 22 de julho de 1963, o fotógrafo Dezo Hoffmann passou o dia com os Beatles na praia de Bream Down, onde os fotografou vestindo trajes vitorianos e passeando em burricos, além de fazer um filme amador dos rapazes brincando na praia. Hoffmann falou sobre a experiência: "Tive a ideia de alugar cabines de praia, roupas de banho antigas, etc. Eles adoraram usar aqueles trajes bobos. John continuou vestido com o seu maiô no hotel, muito após o término da sessão".

"ALL YOU NEED IS LOVE" VAI VIRAR LIVRO INFANTIL

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Um novo livro infantil ilustrado baseado na clássica música dos Beatles de 1967 "All You Need Is Love", escrita por John Lennon e Paul McCartney, será publicado em janeiro de 2019 pela editora Simon & Schuster. O livro contará com as letras de Lennon e McCartney, acompanhadas pelo best-seller ilustrador Marc Rosenthal, que refletirá o tema da canção sobre o poder positivo do amor. "Esta música intemporal soa verdadeira agora mais do que nunca", diz Valerie Garfield, vice-presidente da editora Little Simon. "Nós sentimos que há sempre um mercado para livros sobre esperança, e John Lennon e Paul McCartney escreveram canções que ressoam com pais e filhos que querem olhar o mundo com esperança e amor".

Gravada em 1967, "All You Need Is Love" é uma das músicas mais conhecidas dos Beatles e uma das mais famosas da história da música. Foi lançada em julho de 1967 e ficou no topo da Billboard Hot 100 durante todo o mês seguinte. O tema surgiu após um 'desafio' feito ao grupo para que escrevesse uma música cuja mensagem pudesse ser entendida por qualquer pessoa de qualquer povo do planeta. Os Beatles tocaram a música ao vivo em um programa de TV transmitido via satélite para todo o mundo - "Our World"Um segundo livro de imagens inspirado em uma música dos Beatles escrita por Lennon e McCartney deve ser lançado em uma data posterior.

Em 2014, um livro infantil ilustrado baseado em outra famosa canção dos Beatles "Octopus's Garden", de Ringo Starr, foi publicado também pela editora Simon & Schuster.

sábado, 21 de julho de 2018

THE BEATLES - YELLOW SUBMARINE COMPLETA 50 ANOS!

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O filme Yellow Submarine, um dos mais cultuados desenhos animados está fazendo 50 anos. Foi lançado no Reino Unido em julho de 1968 e no Brasil, só apareceria no final daquele ano. A animação teve direção do canadense George Dunning, ex-aluno do lendário animador Norman McLaren. Submarino Amarelo, além das músicas dos Beatles, se caracterizou pelo traço único, com desenhos coloridos com linha bem nítida. O filme também trabalhava com o branco, até como função narrativa.
O álbum com a trilha sonora foi lançado 6 meses após o filme e continha somente algumas músicas presentes no filme e mais as composições de George Martin. Em 1999, o desenho animado foi reeditado digitalmente e foi lançado o álbum Yellow Submarine Songtrack desta vez com todas as músicas dos Beatles presentes no filme e sem as músicas de George Martin.
Submarino Amarelo recebeu aclamação crítica generalizada. O filme foi distribuído em todo o mundo pela United Artists em duas versões. Lançado no meio da cultura pop psicodélica da década de 1960, o filme foi um sucesso de bilheteria, atraindo multidões tanto por suas imagens exuberantes, criativas e sua trilha sonora das músicas dos Beatles. A versão mostrada na Europa incluiu um número musical extra, "Hey Bulldog", ouvida no final do filme. Para lançamento nos Estados Unidos, o número foi substituído por animação alternativa devido a restrições de tempo. Sentia-se que, na época, o público americano ficaria cansado do período do filme. De todos os filmes dos Beatles lançados pela UA, este foi o único a que a UA manteve os direitos, levando a sua compra pela Metro-Goldwyn-Mayer em 1981. Em 2005, a Sony Pictures Entertainment liderou um consórcio que comprou MGM e UA. A Sony Pictures Entertainment havia processado a distribuição em cinemas para a MGM até 2012. Inversamente, o 20th Century Fox Home Entertainment foi responsável pela distribuição de vídeo doméstico quando o lançamento mais recente do vídeo ficou esgotado.
Yellow Submarine conta a história de Pepperland: um paraíso terrestre que fica a 80 mil léguas no fundo do mar – uma terra quase sem inverno, onde a brisa leva a toda parte o som da música e das risadas e onde ninguém sente-se só, pois a Banda do Sargento Pepper está sempre tocando a sua música. Até que um dia o líder dos Malvados Azuis, que detestava todo tipo de música, decide varrer Pepperland do mapa, deixando-o sem cor e sem som. Mas, navegando em um submarino amarelo e depois de várias aventuras, como navegar pelo Mar do Tempo, pelo Mar dos Monstros, e o Mar dos Buracos, os Beatles chegam para trazer a paz e a música de volta a Pepperland.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

SPLINTER - COSTAFINE TOWN

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“Costafine Town é uma ótima cidade e eu estou voltando para casa...”.
A belíssima “Costafine Town” do duo vocal inglês SPLINTER (Bill Elliott & Bobby Purvis) teve um grande sucesso em 1974, tornando-se um hit. Sucesso que, em parte, foi atribuído ao fato de que o ex-Beatle George Harrison estava associado à sua produção. Além de ser o produtor de Splinter, George também tocou guitarra e percussão nesta faixa e em quase todas do álbum “The Place I Love”, primeiro disco lançado pela Dark Horse Records.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

ERIC CLAPTON - LIFE IN 12 BARS - SOUNDTRACK

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A conturbada trajetória de Eric Clapton já foi destrinchada pelo próprio na crítica "A autobiografia" (2007). O livro recupera, em meio às histórias de uma carreira musical invejável, seus incontáveis revezes: proximidade com a morte, abusos de álcool e de drogas, tentativas de recuperação. De uma sinceridade cortante. "Life in 12 bars", documentário de Lili Fini Zanuch (que produziu, nos anos 1980, os sucessos Cocoon e Conduzindo Miss Daisy), trata também do aspecto pessoal, mas enfatiza a carreira artística. A evolução do músico é apresentada de forma cronológica no filme – do início, como integrante de diferentes grupos, à consagração do Cream, nos anos 1970, e, posteriormente, com a carreira solo.
Resultado de imagem para ERIC CLAPTON - LIFE IN 12 BARS - cd
Clapton, de 73 anos, teve participação no projeto – disponibilizou para a diretora seu arquivo pessoal, aí incluídos fotografias, vídeos caseiros, diário, desenhos e cartas. Produzido pelo canal Showtime, Life in 12 bars foi lançado no fim do ano nos Estados Unidos. A trilha sonora chega agora ao Brasil, em álbum duplo com 32 faixas. Bastante abrangente, o disco reúne material com todas as fases da carreira. São gravações com The Yardbirds, John Mayall’s Bluesbreakers, Cream, Blind Faith, Derek e The Dominos, The Beatles, George Harrison, Aretha Franklin e Muddy Waters, além da fase solo. Nada muito diferente do que os “claptomaníacos” já têm em casa. Mas há cinco faixas que justificam o álbum, com gravações inéditas. A primeira delas é justamente com o Cream. A versão de Spoonful, clássico de Willie Dixon, aparece aqui numa gravação de 17 minutos, datada de outubro de 1968 e realizada no LA Forum. O registro fez parte da turnê final do grupo, US goodbye. As outras gravações estão no disco dois. High (Clapton) e Little wing (Jimi Hendrix) são com Derek e The Dominos. O registro de High é de 1971, de estúdio. Já a versão ao vivo para a canção de Hendrix foi feita em outubro 1970, em Nova York, para um show em homenagem ao guitarrista, morto havia apenas um mês. Por fim, há duas inéditas de 1974. A gravação de estúdio de I shot the sheriff (Bob Marley) e a performance ao vivo de Little Queenie (Chuck Berry), feita durante a turnê do álbum 461 Ocean Boulevard. Completando o material, há também duas novas mixagens feitas para After midnight (J. J. Cale) e Let it rain (Bonnie Bramlett/Clapton), ambas canções do primeiro álbum solo do músico britânico, Clapton (1970). Fonte: www.uai.com.br

terça-feira, 17 de julho de 2018

THE BEATLES - EIGHT DAYS A WEEK - THE SONG*****

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John sempre contou que Paul havia escrito “Eight Days a Week” como uma possível faixa-título para a sequência do filme Os Reis do lê, lê, lê. O diretor Richard (Dick) Lester nega e aponta que “Eight Days a Week” foi gravada em outubro de 1964, enquanto as filmagens de Help! só começaram no final de fevereiro de 1965. É pouco provável que já pensassem no filme com tanta antecedência. “A sequência ia se chamar Help, mas houve um problema de direitos autorais porque outra pessoa já tinha registrado esse título”, diz Lester. “Então nós o chamamos originalmente de Beatles II e depois de Eight Arms to Hold You, mas todo mundo reclamou de ter de compor uma canção chamada “Eight Arms to Hold You”, porque era impossível. Foi por isso que decidimos arriscar, já que as leis de propriedade intelectual eram muito vagas. Colocamos um ponto de exclamação porque o título registrado não tinha isso". Paul ouviu a expressão “eight days a week” de um motorista que o levou à casa de John em Weybridge para comporem juntos (tivera sua carteira suspensa devido a uma infração de trânsito). Quando Paul lhe perguntou se andava muito ocupado ultimamente, o homem respondeu: “Ocupado? Estou trabalhando oito dias por semana". Ao chegar a Weybridge, Paul informou imediatamente a John que já tinha o título para a canção que iriam compor naquele dia. O DJ americano Larry Kane, que acompanhou os Beatles em sua turnê americana de 1964, alega, em seu livro, ter escutado o grupo passando a melodia em um voo entre Dallas e Nova York no dia 20 de setembro. John nunca gostou da música, achava-a “horrível” e dizia que eles penaram para fazer dela uma canção e depois novamente para gravá-la. “Eight Days a Week”, a primeira gravação em cujo início o volume sobe aos poucos, foi considerada para ser o próximo single a ser lançado na Inglaterra até que John apareceu com “I Feel Fine”. Nos Estados Unidos, foi lançada como single logo depois e chegou ao topo das paradas. (Steve Turner).

PAUL McCARTNEY - COSMICALLY CONSCIOUS - SENSACIONAL!*****

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“Cosmically Conscious” esperou um quarto de século para ser gravada e lançada, após ser composta no ashram do Maharishi, em Rishkesh, quando os Beatles foram (tentar) estudar Meditação Transcendental em fevereiro de 1968. A música (mais uma vinheta, ao estilo de “Why Don’t We Do It ín the Road?”) entrou no álbum "Off the Ground" em uma versão abreviada, listada apenas como “And Remember to Be Cosmically Conscious” (na verdade, uma espécie de faixa oculta do disco). Na versão completa, incluída no CD single “Off the Ground”, ela ainda traz alguns segundos da canção “Down to the River” colados no final da faixa, algo como acontece, por engano, com “Her Majesty” em Abbey Road. A maior surpresa para quem acompanha Paul McCartney (quando o tema é mudar o repertório) foi o resgate de “Cosmically Conscious” em um show beneficente ocorrido em 4 de abril de 2009, em Nova Iorque - com o bônus de ter Ringo na bateria. Na apresentação, Paul explicou a origem da canção ao público que compareceu ao Radio City Music Hall para o evento sobre Meditação Transcendental organizado pelo cineasta David Lynch. “E não se esqueçam que vocês precisam ser cosmicamente conscientes... era uma das inúmeras frases do Maharish na índia". Paul toca inúmeros instrumentos na gravação de “Cosmically Conscious", em Sussex: Piano, sitar, violão, ocarina, mellotron e violão. Hamish Stewart toca contrabaixo, Robbie MCintosh assume o bandolim e Linda fica no harmônio. Blair Cunningham contribui com bateria e percussão. Fonte: "Masters - Paul McCartney em discos e canções" de Claudio Dirani, Sonora Editora, 2017.