segunda-feira, 22 de outubro de 2018

CONSTRUINDO O BAIXO HOFNER MODELO VIOLINO - SENSACIONAL!

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THE BEATLES - I'VE GOT A FEELING - YEAAAAAHHHHH!!!**********

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"I've For a Feeling" é um dos melhores (e últimos) rockões dos Beatles, criado por Paul e John. Ela abre o lado 2 do clássico Let It Be. O lado 1 termina com “Maggie May”, música tradicional de Liverpool que eles costumavam apresentar nos primeiros anos. O sotaque scouse pesado de John se destinava a ser engraçado, mas é um pouco embaraçoso. Então começa o lado 2 com a sonora e potente “I’ve Got a Feeling” - a princípio duas músicas, uma de Paul e outra de John, que foram combinadas, como nos velhos bons tempos. Paul começa falando em um sentimento profundo, obviamente relacionado a Linda. John entra dizendo que todo mundo teve um ano difícil. O que era verdade. Além das longas discussões sobre a Apple, seu casamento com Cynthia finalmente tinha acabado, ele estava separado de seu filho Julian, Yoko Ono tinha tido um aborto, ele tinha sido preso por porte de drogas e calculava que sua fortuna pessoal tinha diminuído para cerca de 50 mil libras. Mas tentava manter a cabeça erguida, rindo de clichês.
Depois dos trechos individuais, Paul volta com sua música, enquanto John faz o contracanto ao fundo. Termina com uma espécie de crescendo como o de “A Day in the Life”, mas menos intenso. Além do vozeirão de Paul, arrebentando a garganta como só ele sabe, a voz doce de John dá o equilíbrio. A linha do baixo é fantástica, assim como a guitarra persistente de George, que foi motivo de uma forte discussão com Paul, a bateria de Ringo é sempre um destaque dessa faixa absolutamente espetacular. Para mim, depois de "Get Back", "I've For a Feeling" é a melhor do álbum. De longe, uma das minhas preferidas entre todas!

BACKBEAT BAND - PLEASE MR. POSTMAN******

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domingo, 21 de outubro de 2018

TRAVELING WILBURYS - MARGARITA - RARO!

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“RIDING SO HIGH: THE BEATLES AND DRUGS” - JOE GOODDEN

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Joe Goodden é um fã de segunda geração dos Beatles, jornalista, blogger e escritor. Mora em Cardiff, no País de Gales. Já foi um produtor on-line sênior da BBC. É um amante da música e fundador do site “The Beatles Bible” – um dos mais completos sites de informações sobre os Beatles.
"Riding So High: The Beatles and Drugs" é o primeiro livro de Joe Goodden: "A odisséia extraordinária dos Beatles, desde beber na adolescência e tomar pílulas, passando pela maconha, o LSD, o psicodélico Summer of Love e a escuridão que se seguiu". Seu primeiro livro, um livro impressionante, que deve servir como um exemplo inspirador para todo aspirante a escritor."Riding So High" é muito bem documentado, muito bem organizado e responde a todas as perguntas sobre o consumo de drogas e álcool dos Beatles. Em todas as circunstâncias, os Beatles devem ser vistos como um todo, com grande talento, inteligência e inspiração, mas também tendo seus contratempos: vícios, abuso, (paradoxalmente!) baixa autoestima, depressão. Este livro apresenta, sem exceção, todos os seus fracassos, mas ainda tem o incrível poder de destacar o fenômeno inacreditável que eles eram e o surpreendente legado que deixaram para trás. A rica bibliografia é um bom ponto de partida para um bom livro, mas o talento literário do autor o torna ainda melhor. Cada detalhe, cada fato, cada marco da carreira dos Beatles é apresentado de múltiplos pontos de vista, permitindo-nos construir as grandes imagens em nossas mentes: temos cada uma das perspectivas dos Beatles, suas esposas, amigos e entourage - perspectivas, e até mesmo as lembranças de pessoas que brevemente os conheciam. "Riding So High" é dividido em 11 capítulos: Stimulants/speed, plus drinking and smoking in the early days (Estimulantes/velocidade+bebida e cigarro); Cannabis; LSD; The decline of Brian Epstein; Cocaine; Heroin; Drugs busts in the 1960s; John post-Beatles; Paul post-Beatles; George post-Beatles; Ringo post-Beatles.

Fatos, boatos e histórias sobre os excessos, vícios e psicodelia dos Beatles - espalhados por todas as mídias, Joe Goodden teve a incrível paciência e energia para ler tudo, classificar todas as informações de acordo com períodos, álbuns ou indivíduos, verificar todos os fatos e criar essa obra-prima. Fonte: http://www.oldiesmusicblog.com - Quem se interessou, pode encomendar o seu no site da Amazon. Infelizmente, não existe qualquer previsão de lançamento no Brasil. Vamos torcer para que alguma editora bacana se interesse, afinal, esse livro deve ser uma verdadeira viagem! 

THE BEATLES - DAY TRIPPER - YEAH!!!

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Não deixe de conferir THE BEATLES - DAY TRIPPER*********

PAUL McCARTNEY - LUCILLE - DEMAIS!!!!

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STEALERS WHEEL - STUCK IN THE MIDDLE WITH YOU - SHOW!

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Pela primeira vez aqui no Baú, "Stuck in the Middle with You" (às vezes conhecida como "Stuck in the Middle"), um clássico do rock setentista, composto pelos músicos escoceses Gerry Rafferty e Joe Egan e originalmente gravada por sua banda STEALERS WHEEL. Sem dúvida, seu maior sucesso. A banda tocou a música no Top of the Pops da BBC em maio de 1973, e a música ficou em 8º lugar no UK Singles Chart e também se tornou um sucesso internacional, alcançando o número 6 na Billboard Hot 100. Gerry Rafferty morreu em 4 de janeiro de 2011, de insuficiência hepática.

"Stuck in the Middle with You" já teve dezenas de regravações de roqueiros famosos como Jeff Healey e sua matadora versão para seu álbum "Cover To Cover", de 1995, que a gente também confere aqui e agora, pela primeira vez no nosso blog preferido. Valeu!

sábado, 20 de outubro de 2018

PAUL McCARTNEY & WINGS - MY LOVE - SENSACIONAL!*****

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Na mesma linha de "Maybe I'm Amazed" e "Every Night", "My Love"  talvez seja a mais bela canção de amor já escrita por Paul McCartney. Lançada com o Wings, foi de longe, a faixa de maior sucesso do álbum de 1973 Red Rose Speedway. McCartney escreveu sobre seus sentimentos para a mulher Linda, também na banda. A canção foi gravada ao vivo com uma orquestra no Olympic Studios. A baladona traz um solo de guitarra absolutamente fantástico que impressionou o próprio McCartney, executado pelo brilhante guitarrista Henry McCullough, na época, com o Wings. McCartney disse em 2010 sobre o solo: "Eu meio que escrevi o solo, como muitas vezes eu escrevi nossos solos. E ele se aproximou de mim logo antes do take e disse: 'Ei, estaria tudo bem se eu tentasse algo mais? "E eu disse: 'Er ... sim. "Era como, 'Eu acredito nesse cara? "E ele tocou o solo em My Love que veio com um blues. E eu pensei, porra muito bom. E assim, há muitos momentos como aquele onde a habilidade de alguém ou sentimento alcançaria meus desejos". "My Love" também foi lançada como single em março de 1973 no Reino Unido e em abril de nos EUA com "The Mess" no lado B, atingindo o número 1 na Billboard Hot 100 nos EUA e número 9 no UK Singles Chart. Também foi número 1 na parada de Easy Listening três semanas.O single ganhou o disco de Ouro pela Recording Industry Association of America pela a venda de mais de um milhão de cópias.

THE BEATLES - I WANT TO HOLD YOUR HAND - SEMPRE!

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YELLOW SUBMARINE - O FILME - 2018*****

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Por Carlos de Oliveira, O Estado de S. Paulo - São insondáveis os mistérios do mar. Quem poderia imaginar que a 80 mil léguas de profundidade, junto aos corais e aos jardins de conchas feitos pelos polvos, pudesse existir uma cidade de amor, cores e música, onde todos eram felizes? Quem poderia imaginar a existência de Pepperland, onde a banda do Sargento Pimenta tocava sem parar? Somente um pedido de socorro nos trouxe esse paraíso à tona: Pepperland havia sido invadida pelos Maldosos Azuis, os Blue Meanies, que odiavam exatamente o amor, as cores, a música. O SOS foi lançado pelo prefeito de Pepperland, que encarregou o velho marinheiro Fred a navegar até o porto de Liverpool e pedir ajuda aos Beatles, que imediatamente partiram em missão de salvamento. Em um submarino amarelo. Em 2 de dezembro de 1968, nascia Yellow Submarine, desenho animado que agora completa 50 anos. Restaurado, será reexibido com pompa e circunstância numa imensa rede de cinemas norte-americanos ainda a ser anunciada, a partir do dia 8 de julho.Os Beatles não estavam nada interessados no projeto da King Features, que já havia feito alguns curtas baseados na banda, no auge da Beatlemania e da invasão britânica nos Estados Unidos. Brian Epstein, o empresário ainda estava vivo e deu total liberdade à empresa cinematográfica para fazer um longa-metragem sobre os Beatles, bem aos moldes de Fantasia, de Walt Disney. O tempo foi passando e o trabalho, constantemente adiado. Brian morreu e quando tudo tendia a cair no esquecimento, a King Features lembrou aos Beatles que havia um contrato assinado com Brian e exigiram o seu cumprimento. A banda criou então a Apple Films e os músicos limitaram-se a compor seis músicas para o projeto e franquear seu catálogo de músicas. Jogaram tudo nas mãos do produtor George Martin e saíram de cena. Não acompanharam o roteiro nem a produção. Achavam Yellow Submarine um filmete primário. Proibiram que suas vozes fossem utilizadas pelos personagens.‘Maldita trilha’. George Harrison disse à época que os Beatles tiveram apenas um ou dois encontros com a empresa. A George Martin coube a missão de organizar toda produção da trilha sonora, com o brilho que sempre caracterizou seu trabalho. Mas queixou-se: “Eles (os Beatles) agiram mais ou menos assim: está bem, vamos dar a esses caras a maldita trilha, mas sem nos estafarmos. Vamos colocar o que nos der na cabeça.” E assim foi feito.A trilha sonora foi então composta pelas músicas Yellow Submarine, Only A Northern Song, All Together Now, Hey Bulldog, It’s All Too Much e All You Need Is Love. A trilha orquestrada foi composta por George Martin, com as faixas Pepperland, Sea of Time, Sea of Holes, Sea of Monsters, March of the Meanies, Pepperland Laid Waste e Yellow Submarine in Pepperland. Apesar de toda a má vontade, o filme foi um sucesso de público e de crítica. Hoje está colocado entre os 40 melhores desenhos animados já produzidos na história. E é exatamente por isso que seu aniversário de 50 anos será comemorado em grande estilo.Para a sua reexibição nos cinemas, Yellow Submarine foi restaurado em resolução digital 4k, embora nenhum software automatizado tenha sido usado, de modo a preservar a arte original, toda desenhada à mão. Os elementos fotoquímicos do filme foram recuperados manualmente, quadro a quadro. A trilha sonora do longa (e a do álbum Yellow Submarine) foi remixada nos estúdios de Abbey Road, em surround 5.1 estéreo.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

THE BEATLES - I SAW HER STANDING THERE*****

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A PRISÃO DE JOHN & YOKO E O TERRÍVEL SGT. PILCHER

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Há 50 anos, no dia 18 de outubro de 1968, a polícia antidroga invadiu o apartamento na 34 Montagu Square, em Londres, que pertencia a Ringo Starr e prendeu o casal John Lennon e Yoko Ono por porte de drogas. Foram encontrados 200 gramas de haxixe, uma máquina de enrolar baseados e meia grama de morfina. A situação foi mais dramática ainda porque os dois, apesar de já morarem juntos, eram ainda casados no papel com outras pessoas. John Lennon, a vida inteira afirmou que a droga fora implantada pela própria polícia, mas Yoko Ono estava grávida e além disso, poderia ser extraditada. Então Lennon assumiu a culpa, pagou uma fiança e recebeu uma advertência que, em caso de reincidência, ficaria um ano na cadeia. Este episódio renderia para John Lennon uma ficha na polícia que, mais tarde, lhe causaria problemas sem precedentes em sua tentativa de se tornar residente nos EUA. Um dia depois, Yoko Ono foi levada ao Queen Charlotte's Maternity Hospital. Foi lá que foi tirada a foto que ilustraria a capa de “Unfinished Music Nº 2 – Life with the Lions”. Yoko Ono perdeu o bebê.No final dos anos sessenta, o Sargento Norman Pilcher foi o responsável por uma verdadeira operação "caça às bruxas" no meio artístico da Swinging London. "Nobby" Norman Pilcher ficou famoso pelo vigor com que se dedicou em busca de posse de drogas pelas estrelas da música pop. No entanto, os métodos empregados em suas operações secretas, eram bastante duvidosos. Ele contratava espiões informantes para se envolverem com as estrelas e "forjar" provas. Nobby se tornou famoso por prender uma série de celebridades, Mick Jagger, Brian Jones e Keith Richards dos Rolling Stones, Donovan e também dois Beatles, George Harrison e John Lennon. Todas essas celebridades se queixaram de que o Sargento Pilcher só estava fazendo essas perseguições e prisões para aparecer nos tablóides sensacionalistas.
Norman Clement Pilcher nasceu em 1936. Após a transferência da brigada de vôo para o esquadrão antidrogas em 1967, "Nobby" ficou famoso pelo vigor com que abraçou a causa de perseguidor dos astros de rock. Como é evidente a partir de informações publicadas na imprensa alternativa e várias histórias da época, acreditava-se que Pilcher estava "plantando" as drogas para acusar suas vítimas pela posse. Em novembro de 1973, Pilcher foi preso por conspiração para perverter o curso da justiça e acusado também por ter cometido perjúrio. Foi condenado e sentenciado a quatro anos de prisão e expulso da polícia metropolitana de Londres.
A PRISÃO DE JOHN LENNON - O ano de 1968 foi cheio de emoções diferentes para John Lennon. Do retiro espiritual na Índia a criação da companhia dos Beatles, a Apple; do seu divórcio de Cynthia ao início de sua relação com Yoko Ono; do lançamento do disco duplo do Álbum Branco dos Beatles ao lançamento de seu primeiro disco solo (com Yoko Ono) Two Virgins. Nos últimos anos, a imunidade pop parecia ter acabado, e por conta das drogas, Donovan, Mick Jagger e Keith Richards foram presos pelo mesmo oficial, o Sargento Norman Pilcher. Ele estava ficando famoso pelas batidas nas casas dos músicos famosos. O prêmio maior, no entanto, seria subir a hierarquia e prender um Beatle. Don Shorter, um jornalista do Daily Mirror, deu a dica três semanas antes da batida, de que o nome de John estava na lista de Pilcher. Isso fez com que com John e Yoko fizessem uma limpa no apartamento em que moravam, até mesmo porque o desleixado Jimi Hendrix havia passado um tempo lá. Os outros Beatles também trataram de fazer o mesmo.
Então chegou o dia. Em 18 de outubro, Pilcher e mais sete oficiais invadiram o apartamento da Montagu Square, em Londres, onde viviam Lennon e Yoko. Era tarde da noite e os dois estavam na cama, sem roupas (normal), quando escutaram as batidas na porta. Yoko levantou e foi atender. Ao ficar sabendo quem era e do que se tratava, voltou correndo para debaixo das cobertas (kkkk). Os policiais então tentaram entrar pela janela dos fundos. Houve uma ameaça de arrombamento, o que fez John concordar em abrir a porta da frente (tudo isso levou cerca de oito minutos, o suficiente para que, segundo antes, toda a heroína que havia na casa fosse mandada pela descarga). Nesse meio tempo John disse a Yoko para ligar para quem se lembrasse. Ela ligou para Neil Aspinall. “Imagine a pior paranóia, Neil, pois bem, está acontecendo aqui". Houve ainda outra espera, de cerca de meia hora, para a chegada de Yogi e Booboo, os cães farejadores da Polícia Metropolitana. O fato estranho foi a rapidez com que a imprensa chegou ao local, mais um indício que tudo havia sido armado (alguns repórteres do Daily Mail e Daiy Express chegaram até mesmo antes da polícia). Pilcher alegou ter usado tantos oficiais por achar que na casa de astros pop, festas regadas a drogas e orgias eram muito comuns.
Também negou ter informado a imprensa, e seu relatório sugere que algum vizinho o tenha feito. De qualquer forma, os cães e a polícia encontraram 200g de resina de cannabis e meia grama de morfina. No tribunal, John e Yoko foram acusados por posse de drogas e obstrução da justiça. No fim das contas, John assumiu toda a culpa (com medo que Yoko fosse deportada, já que ainda era casada com o americano Tony Cox), e os dois foram absolvidos da acusação de obstrução. John teve de pagar uma multa de ₤ 150,00 sendo advertido que da próxima vez, iria para a cadeia. O episódio, no futuro, traria grandes problemas para Lennon permanecer nos EUA, e mais ainda, para obter seu green card na década de 1970.
A PRISÃO DE GEORGE HARRISON - 12 de março de 1969 foi o dia em que Paul McCartney se casou com Linda Eastman. O casamento foi num cartório em Londres e nenhum dos outros Beatles estavam presentes. Um deles, mesmo se quisesse, não poderia. No mesmo momento em que Paul se casava, George Harrisson era detido em sua própria casa por posse de maconha junto com sua esposa Patti Boyd. Harrison chegou em casa e ela já estava sendo revirada pelo Sargento Pilcher. O oficial estava com sua equipe e cães farejadores e alegou ter encontrado 120 baseados já enrolados (??!!). Fato tão surreal que o próprio Harrison se defendeu dizendo que o flagrante foi forjado pelo Sargento. Mesmo assim, Harrison e a mulher foram em cana, tiveram que pagar uma multa e ficaram "sujos" por muitos anos.
Em lugar algum, encontrei nenhuma referência ou uma única menção sobre a morte do terrível Sargento Pilcher. Se ainda estiver vivo, coisa que eu não acredito, "Nobby"  deve ter 82 anos. Se alguém souber alguma coisa, a casa agradece. Valeu!

THE BEATLES - THE BALLAD OF JOHN AND YOKO*****

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THE BEATLES - SHE LOVES YOU - SEMPRE!**********

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BILL HALEY & HIS COMETS - ROCK AROUND THE CLOCK

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Não deixe de conferir "BILL HALEY & HIS COMETS - ROCK AROUND THE CLOCK", de 13 de abril de 2015.

PAUL MCCARTNEY AND WINGS - LONG TALL SALLY***

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THE BEATLES - TWIST AND SHOUT - SENSACIONAL!

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EU ADORO O HULK!

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

TRAVELING WILBURYS - RUNAWAY - SENSACIONAL!

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ESPECIAL - TRAVELING WILBURYS 30 ANOS - SÁBADO SOM******

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Hoje é aniversário dos incríveis "Travelling Wilburys". Há exatos 30 anos, no dia 18 de outubro de 1988, foi lançado o fantástico álbum "Travelling Wilburys - Vol. 1", disco de estreia do supergrupo formado por George Harrison, Jeff Lynne, Bob Dylan, Roy Orbison e Tom Petty, com absoluto sucesso comercial e aclamado pela crítica. Embora Harrison tivesse planejado começar uma banda como essa, o projeto surgiu quase por acaso. Harrison estava em Los Angeles e precisava de um lado B para um single do seu álbum Cloud Nine, que resultou na colaboração informal dos participantes na música "Handle with Care" na casa de Dylan. Adotando alter egos como os cinco irmãos da família Wilbury, eles gravaram um álbum completo, produzido por Lynne e Harrison. "Travelling WilburysVol. 1" foi indicado ao Grammy Award de Álbum do Ano em 1989 e ajudou a revitalizar as carreiras de Dylan, Orbison e Petty. Foi certificado triplo platina pela Recording Industry Association of America. Depois da morte de Roy Orbison, os quatro Wilburys restantes ainda realizaram mais um álbum, Vol 3, também consagrado por público e crítica. Happy Birthday Traveling, Wilburys Forever!!!
Especialmente em comemoração, O Baú do Edu tem o prazer de publicar novamente mais um dos incríveis textos do saudoso mestre e amigo João Carlos, publicado originalmente em sua coluna SÁBADO SOM em 23/04/2013.
Depois de quase 6 anos jardinando em sua residência nos arredores de Londres, GEORGE HARRISON, que acabara de lançar seu bem sucedido álbum “Cloud Nine”, encontrava-se em Los Angeles divulgando o disco e à pedido da WARNER, resolveu gravar uma nova música para o lado B do single This Is Love, o que deveria acontecer dias depois. Antes, porém, junto ao seu produtor, JEFF LYNNE (cantor,compositor, guitarrista,e líder da extinta e cultuada banda Eletric Light Orchestra), George contava as horas para encontrar um dos seus ídolos da juventude para um almoço saudosista; ninguém menos que o "cara" de Oh Pretty Woman (que voltara às paradas graças ao filme UMA LINDA MULHER), ROY ORBISON.
Conversa vai conversa vem, ORBISON se ofereceu para participar da gravação de HANDLE WITH CARE, razão pela qual Lynne e Harrison tentaram todos os estúdios da cidade sem sucesso. Todos ocupados (e era um domingo). Lembraram de BOB DYLAN, que tinha em casa um moderníssimo estúdio de gravação, e o próprio, além de aceder, resolveu também participar da festa. Enquanto contatavam o baterista Jim Keltner, deram uma passadinha na morada de TOM PETTY (do Tom Petty and The Heartbreakers) para apanharem uma guitarra que George lá deixara. Nem é preciso dizer que Petty também foi junto.
A gravação transcorreu maravilhosamente bem. Todos contribuíram com idéias e com seus respectivos talentos vocais e instrumentais. A produção coletiva culminou com um churrasco (do jeito deles lá) na piscina de Dylan. Mas a grande surpresa deu-se quando a música foi apresentada aos executivos da Warner, que ficaram tão satisfeitos, ao ponto de um deles sugerir que o "grupo" deveria produzir um álbum completo, dentro desse mesmo clima de diversão, cooperação e leveza. Mas imagine 5 artistas solos de sucesso, com agendas rigorosamente preenchidas, ter cada um deles de refazer e renegociar compromissos para poder se divertir, fazendo um disco com os demais colegas? Sabe-se lá como nem porque, mas o fato é que no período marcado, todos estavam à postos e cheios de novas idéias para o projeto.
Além da admiração e da amizade mútuas, creio que esse tipo de trabalho os desvencilhava de compromissos estilísticos com os seus respectivos públicos. Não era Dylan, Petty, Harrison, Lynne ou Orbison. Era um novo grupo com liberdade criativa para flertar com várias tendências, como o reggae, as baladas à Smokey Robinson, o country e até o twist. Em quase todas as canções, a voz solo muda de um pro outro e os vocais são divididos sempre de forma harmônica e bela. Todas as músicas foram creditadas à banda e cada um adotou um nome fictício.
E de onde veio o nome do conjunto? Bem, sempre que "percebiam" um pequeno erro ou "derrapada" numa gravação, Harrison e Lynne costumavam repetir: "we'll bury it in the mix!" (algo como, "a gente corrige na mixagem !") . Então surgiu o Wilburys. E seguindo a tradição dos trovadores medievais, adotaram o Travelling (viajante). Enfim, TRAVELLING WILLBURYS.
Julgando que o disco teria aceitação restrita a um determinado público, fizeram apenas alguns clips e cada um retomou seus afazeres profissionais mas, a crítica aclamou o trabalho, as músicas tocaram exaustivamente nas rádios e os vídeos não saiam das programações, especialmente das canções Last Night, Handle With Care e Not Alone Anymore. O sucesso foi tão retumbante e inesperado que até apareceu um disco pirata no mercado negro e a Warner não economizou ($) nas propostas para mais um lançamento.
Os WILLBURYS já tinham gravado metade do novo disco quando aconteceu o primeiro baque. ROY ORBISON, que já tinha registrado alguns vocais e uma voz solo, sofreu um infarto fulminante e se foi com sua voz inconfundível. Em sua homenagem, os demais resolveram levar adiante o projeto e convidar seu contemporâneo DEL SHANNON para ocupar a cadeira vazia. Ficou combinado que o visitariam à noite, mas ironia das ironias, naquela tarde, deprimido e sem perspectivas para o futuro (segundo um bilhete que escrevera), Del Shannon se suicidou. Morreu sem sequer imaginar que iria tornar-se um WILLBURY.
Apesar de tudo, o ótimo TRAVELLING WILLBURYS 3 (o 3, uma ironia com o disco pirata) foi lançado, vendeu mais que o anterior e estourou as canções New Blue Moon, Seven Deadly Sins, You Took My Breath Away e Willbury Twist. O grupo foi agraciado com vários GRAMMYS pelos 2 álbuns. Nunca se apresentaram "ao vivo". Dylan saiu com sua banda para uma excursão na Europa, Jeff Lynne retomou seus trabalhos de produtor, Tom Petty and The Heartbreakers foram concluir um novo disco.E George Harrison foi cumprir uma longa agenda no Japão, acompanhado por Eric Clapton e banda para, ao retornar, encontrar-se com McCartney, Ringo e Yoko para o Projeto Anthology.
Os Travelling Willburys não foram esquecidos. Os seus dois discos continuam em catálogo e recentemente chegou às lojas uma "caixa" contendo CDs e DVDs com bônus e um álbum de fotografias. Acreditem: não deu prá ninguém! Mas sái novamente.

IMAGINE A SUPER BOX DE LUXO DE IMAGINE...

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No dia 5 de outubro de 2018, a Universal Music reeditou o álbum “Imagine” de 1971 de John Lennon em vários formatos físicos, como “Imagine - The Ultimate Collection”. O mais empolgante deles é uma box-set edição super luxo de seis discos (quatro CDs e dois discos de áudio blu-ray) que é 'remixado e remasterizado' e contém todos os tipos de outtakes, sessões, demos, tomadas alternativas, mixagens surround, e mais. 135 faixas no total. Este lançamento oferece uma variedade de experiências auditivas "imersivas e íntimas", incluindo o que está sendo chamado de "Ultimate Mixes" do álbum, que prometem incrível definição e clareza para "Raw Studio Mixes", que permite que os fãs tenham suas performances originais e despojadas nas novas mixagens surround 5.1 e no antigo Quad Mix, que está disponível pela primeira vez em mais de 45 anos. A edição super deluxe de “Imagine” certamente excede as expectativas da maioria dos fãs de Lennon e é, por alguma margem, a exploração mais profunda do trabalho solo de um ex-Beatle até hoje. Uma edição de dois CDs de luxo, um vinil preto de 2 LPs (e vinil transparente limitado). O vinil duplo tem uma seleção de 12 outtakes no segundo disco. Não esquecendo de que os filmes “Imagine” e “Gimme Some Truth” foram restaurados manualmente quadro a quadro dos filmes originais em HD, e suas trilhas sonoras foram remixadas em som surround 5.1 e remasterizadas. Eles também foram lançados (juntos) em blu-ray e DVD. Ao todo, incluindo frete + impostos, a importação da caixa não deve sair por menos de U$ 90.

THE BEATLES - LIKE DREAMERS DO - DEMAIS!!!*****

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Não deixe de conferir também "THE BEATLES - LIKE DREAMERS DO - SENSACIONAL!".

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

THE BEATLES - QUEM CRIOU O LOGOTIPO "THE BEATLES"?

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Essa postagem foi publicada originalmente em janeiro de 2011, e foi vista por mais de 6 mil pessoas naquela época Pegando carona em um vídeo que apareceu recente na Internet, a gente confere outra vez... Afinal, "Quem criou o logotipo THE BEATLES?" - Uma história bem curiosa e interessante sobre a criação de uma das mais famosas e conhecidas logomarcas do mundo.
Desde antes de entrar para os Beatles, a bateria que Ringo usava era um kit Premier. Com o aumento do sucesso, veio o desejo de obter novos equipamentos. Viajando frequentemente para Londres, era difícil resistir à tentação quando visitavam as lojas de instrumentos. Em janeiro de 63, Ringo estava acompanhado de Brian Epstein quando entraram na loja Drum City em Londres
A loja era bastante moderna para a época sendo a primeira a comercializar exclusivamente baterias. Ivor Arbiter, seu proprietário, recebeu um telefonema dizendo que um senhor chamado Brian Epstein estava lá acompanhado de um baterista e queria comprar um instrumento, mas queriam negociar um pouco. Eles foram conduzidos ao seu escritório e lá Ringo disse que queria uma bateria Ludwig preta. Isso era impossível já que não existiam baterias pretas dessa marca. Ringo então viu em cima da mesa de Ivor umas amostras de acabamento. Ao ver a amostra do "Oyster Black" disse: "Quero esta!". Não foram discutidos muitos aspectos técnicos como sonoridade – o kit foi escolhido pela cor. A bateria Ludwig para Ringo, foi comprada com bumbo de 20″, bem menor que os normalmente usados na época, mas foi escolhido para que Ringo parecesse maior e aparecesse mais, pratos Paiste e peles Ludwig “Weather Master”. Ivor Arbiter fez um rascunho num papel de carta e criou o logotipo conhecido mundialmente – THE BEATLES. Com o “T” mais esticado e o “THE” menor, em cima, centralizado. Arbiter nunca recebeu nenhum centavo por sua criação.
Ivor Arbiter morreu em 26 de julho de 2005, com 76 anos.

CÓPIA RARA DE REVOLVER VAI A LEILÃO

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Uma rara primeira prensagem do icônico álbum "Revolver", de 1966, dos Beatles está para ser leiloada. O álbum inovador, lançado em 5 de agosto no ano em que a Inglaterra venceu a Copa do Mundo, está sendo vendido por um entusiasta de discos de Sutton Coldfield através da Richard Winterton Auctioneers.A versão tem a rara matriz XEX 606-1 gravada entre as ranhuras de escoamento no lado dois, significando que contém um master diferente de "Tomorrow Never Knows" mais próximo do LP. "Esta versão tem um fade-out mais longo com piano mais proeminente enquanto a faixa chega ao fim", disse Richard Winterton, leiloeiro da Bargain Hunt e do Real Deal de Dickinson. “De todas as formas, as primeiras cópias da linha de produção foram apresentadas para cada um dos Beatles. Depois de ouvir o seu, John Lennon estava descontente com a faixa final e pediu que a mixagem fosse trocada ou substituída, o que era uma questão de urgência. Entende-se que essas cópias marcadas como 606-1 foram feitas apenas algumas horas antes da instrução de lennon”.O selo do disco também lista no lado dois a faixa "Doctor Robert" como "Dr. Robert" - que também foi alterado mais tarde na produção porque o compositor John Lennon não queria a abreviação do título. Essa cópia rara do "Revolver" vai pro martelo no dia 22 de outubro. Por quanto, a gente vai saber aqui no Baú.

ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL! SHEA STADIUM COMPLETO!!!

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Não deixe de conferir 

VEM AÍ A MAIOR PROMOÇÃO DE TODOS OS TEMPOS

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VEM AÍ A MAIOR PROMOÇÃO
DO BAÚ DO EDU
DE TODOS OS TEMPOS, 
TORNE-SE SÓCIO E FIQUE DE OLHO!

PAUL McCARTNEY - AUSTIN CITY LIMITS MUSIC FESTIVAL - SENSACIONAL!

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O Festival de Música de Austin City Limits (ACL) é um festival anual realizado no Zilker Park em Austin, Texas, em dois fins de semana consecutivos de três dias. A edição de 2018 foi de 5 a 7 e de 12 a 14 de outubro. Inspirado na série de música KLRU / PBS de mesmo nome, o festival é produzido pela empresa C3 Presents, de Austin, que também produz o Lollapalooza. A reputação do programa de televisão Austin City Limits ajudou a contribuir para o sucesso do primeiro festival que está em sua 17ª edição. O ACL Music Festival tem oito palcos onde grupos musicais de vários gêneros, incluindo rock, indie, country, folk, eletrônico e hip hop. Aproximadamente 450.000 pessoas participaram do festival. Paul McCartney, Metallica e Arctic Monkeys foram as principais atrações deste ano. O show de Paul McCartney foi no dia 5 de outubro, para cerca de 75.000 pessoas e transmitido ao vivo pelo You Tube. Aqui a gente confere inteirinho. Abração!

THE BEATLES - JANEIRO - 1969*****

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terça-feira, 16 de outubro de 2018

ROGER WATERS - # ELE NÃO - É FLOYD!

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Lenda do Pink Floyd foi vaiado e aplaudido em São Paulo depois de exibir #ELE NÃO em show para 45 mil, o músico inglês fez show exclusivo para o Fantástico e defendeu que artistas têm responsabilidade para expressar ideias políticas.O cantor e compositor inglês Roger Waters, ex-integrante da banda Pink Floyd, falou ao programa da Rede Bobo, sobre a polêmica causada no show para 45,5 mil pessoas, no Allianz Parque, em São Paulo, na terça-feira (9), que abriu a turnê de "Us + Them" pela América Latina. A turnê é cheia de críticas políticas, como é comum na carreira de Waters. No Brasil, ele incluiu crítica ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e recebeu aplausos e vaias como resposta. Ele exibiu #ELE NÃO no telão e colocou o nome de Bolsonaro em uma lista de líderes mundiais classificados pelo gênio como neo-fascistas. Ao Fantástico, ele explicou o que aconteceu. "É interessante porque... duas coisas aconteceram. Durante a música 'Eclipse' eles colocaram a hashtag que desagradou a todos. Aquilo foi um erro. Era para ter aparecido mais tarde durante a música 'Mother', durante a parte 'Mother should I trust the government?' (mãe, devo confiar no governo?). Seria nessa parte que apareceria 'Ele não', aí faria sentido. Mas colocar no meio de 'Eclipse' foi um erro do meu time. Aquela parte da música era para aparecer pirâmides, lasers coloridos. Estávamos amando uns aos outros. No fim é o clímax depois da jornada longa que atravessamos", comentou o Ex-Floyd. Ele também afirmou que não sabia o que estava provocando a reação do público. "Foi totalmente inapropriado, se eu pudesse dizer. Na segunda noite em São Paulo nós não usamos hashtag, mas deixe-me terminar a historia. Na primeira noite, eu não soube que tinha aparecido no telão. Achei que todos aplaudiriam, porque era isso que deveria acontecer. Naquele momento do show, em todos os lugares que tocamos no mundo todo, todos ficam tão contentes nessa parte, todos aplaudem. Aí me perguntei: 'O que está acontecendo?". Depois, ele disse que o que viu acontecer em seu show o fez lembrar de outros momentos na história de outros povos, como a Inglaterra antes da Segunda Guerra, quando comunistas e fascistas brigavam nas ruas. E disse que, no seu show, a luta não deveria ser entre as pessoas ali presentes, mas contra os poderosos. Sobre as críticas que recebeu de seus fãs por ter se manifestado politicamente, Waters afirma, em tom desafiador, que eles estão errados e que não deveriam ir aos seus shows. "Francamente, para as pessoas que comentaram na minha página do Facebook 'cala a boca e apenas toca a música'. Se você não gosta, não entre no meu Facebook, não vá aos meus shows, ok? Se não gosta, não venha! Tudo isso é ridículo", disse. Roger Waters já foi vaiado em outros shows, como nos EUA, quando colocou o rosto do presidente Donald Trump no porco da música "Pigs". No fim da entrevista ao Fantástico, Waters reafirmou a admiração que tem pelo ídolo John Lennon. "Acredito em John Lennon que tudo o que precisamos é de amor. Eu acredito que o poder das pessoas de amarem as outras um dia vai vencer. Você pode dizer que sou um sonhador, mas não sou o único". Nos estúdios da Rede Bobo em São Paulo, o cantor fez show exclusivo para o programa. Ele cantou "Wish You Were Here" e "Deja Vu". Fonte: G1.

THE BEATLES - TWIST AND SHOUT - DEMAIS!

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

THE BEATLES AT COMISKEY PARK - SENSACIONAL!

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No dia 20 de agosto de 1965, Os Beatles realizaram dois shows no Comiskey Park, casa do White Sox em Chicago, às 15h e 20h. O primeiro concerto foi visto por 25.000, e o segundo atraiu uma multidão de 37.000 pessoas. Eles chegaram ao Aeroporto Midway de Chicago às 3 da manhã, depois de terem voado de Houston, Texas. A polícia local, preocupada com os problemas causados ​​pelas multidões em Houston, recusou-se a permitir que eles pousassem no Aeroporto Internacional O'Hare. O hotel O'Hare Sahara anunciou imprudentemente que os Beatles iriam ficar lá, fazendo com que milhares de fãs mantivessem uma vigília do lado de fora. O barulho era tão grande que poucos conseguiram dormir naquela noite. Os ingressos para os shows custavam US $ 2,50, US $ 4,50 e US $ 5,50. Uma promoção da bebida 7-Up também ofereceu aos consumidores a chance de ganhar um par de ingressos. 2.000 pessoas ganharam. O setlist dos Beatles apresentou 12 músicas: Twist And Shout, Baby's in Black, She's a Woman, I Feel Fine, Dizzy Miss Lizzy, Ticket to Ride, Everybody's Tryin' to Be My Baby, Can't Buy Me Love, I Wanna Be Your Man, A Hard Day's Night, Help! e encerraram com I'm Down. Os Beatles receberam US $ 155.000 pelas duas apresentações. Como todos os vídeos que registram essas apresentações são de qualidade muito ruim, para compensar, aqui no Baú, a gente confere um verdadeiro show de imagens. Ladies and gentleman... THE BEATLES!