terça-feira, 23 de março de 2021

RINGO STARR - HERE'S TO THE NIGHTS

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O aguardado EP “Zoom In”, do ex-baterista dos Beatles Ringo Starr já está disponível nas plataformas digitais. Com cinco faixas, foi produzido pelo próprio músico, em seu estúdio caseiro, e foi gravado na Califórnia, EUA, entre os meses de abril e outubro do ano passado, durante o isolamento social. O anúncio da chegada do novo EP foi feito em dezembro, através das redes sociais do astro. Na época, Ringo apresentou “Here’s To The Nights”, faixa que abre seu novo projeto. Para este single, que foi escrito por Diane Warren, o baterista contou com a colaboração de amigos como Paul McCartney, Joe Walsh, Corinne Bailey Rae, Eric Burton (Black Pumas), Sherly Crow, FINNEAS, Dave Grohl, Ben Harper, Lenny Kravitz, Jenny Lewis, Steve Lukather, Chris Stapleton e Yola. Com tantos nomes de peso juntos em uma só música, o resultado de “Here’s To The Nights” foi uma balada inspiradora e especial, explorando temas como paz, amor e amizade. Logo depois, Ringo apresentou o segundo single do EP, a faixa “Zoom In Zoom Out”.
Para o EP, Ringo colaborou com diversos compositores e produtores, incluindo Jeff Zobar, que deu nome à faixa “Zoom In Zoom Out”, além de apresentar Robbie Krieger na guitarra. Como o EP foi gravado inteiramente durante o período de pandemia, o ex-Beatle tomou todas as precauções necessárias e convidou apenas alguns músicos para seu estúdio em casa. Juntaram-se a ele nomes como Nathan East (baixo), Steve Lukather (guitarra), Bruce Sugar (synth guitar), Benmont Tench (piano), Charlie Bisharat (violino), Jacob Braun (cello) e Jim Cox (arranjos de cordas e synth strings). Aos 80 anos, Ringo Starr continua a pleno vapor e sem indícios de querer parar. Recentemente, lançou um livro de fotos chamado “Ringo Rocks: 30 Years of the All Starrs”, com uma retrospectiva das três décadas de atividade do All Starr Band, grupo fundado por ele em 1989.

segunda-feira, 22 de março de 2021

É O SUCESSO! THE BEATLES - CAN'T BUY ME LOVE*****

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Há 57 anos, os Beatles estabeleceram um novo recorde de vendas antecipadas nos Estados Unidos ao vender 2.100.000 cópias do single "Can't Buy Me Love", lançado no dia 16 de março de 1964 no país e quatro dias depois no Reino Unido.

"Can't Buy Me Love" foi um megassucesso quando lançado como lado A do sexto single dos Beatles, que trazia “You Can’t Do That” como lado B. Foi composta principalmente por Paul McCartney e creditada à parceria Lennon e McCartney. "Can't Buy Me Love" também foi incluída no álbum A Hard Day’s Night e no filme aparece duas vezes: A primeira em uma cena em que eles escapam do estúdio de televisão para brincar no campo; e a outra com o grupo correndo de e para uma delegacia de polícia, com policiais em sua perseguição. O single liderou as paradas no Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Irlanda, Nova Zelândia e Suécia. No Reino Unido, foi o quarto single mais vendido dos anos 1960.

"Can't Buy Me Love" foi composta principalmente por Paul McCarney enquanto o grupo estava hospedado no luxuoso hotel George V em Paris para uma temporada de 19 dias no Olympia Theatre. A letra é um pouco confusa: ele parece se oferecer para comprar amor com diamantes e outras coisas e depois diz que o dinheiro não pode comprar seu próprio amor. Em 1966 um jornalista americano perguntou a Paul se a música se referia a uma prostituta. Paul disse que todas as músicas deles podiam ser interpretadas de vários modos - mas pensar que essa se referia a uma prostituta era ir longe demais, cara. A música supostamente se dirigia a princípio a “meu amor”, depois trocado por “minha amiga” para dessexualizá-la - o que é esperto, mas reforça a teoria de que seria uma prostituta, ou alguém cujo nome ele ignora. “Say you dont need no diamond ring” (Diga que não precisa de nenhum anel de diamante) é uma dupla negativa não gramatical em inglês.
Na época em que "Can't Buy Me Love" foi lançada, os Beatles  eram um verdadeiro fenômeno mundial. A canção liderou as paradas de quase todos os países em que foi lançada. Lançada nos Estados Unidos um pouco antes do que na Grã-Bretanha, vendeu mais de dois milhões de cópias em sua primeira semana e ganhou um disco de ouro no dia de seu lançamento nos Estados Unidos, 16 de março de 1964. Estabeleceu quatro recordes na Billboard Hot 100. O primeiro foi o maior salto para o primeiro lugar, acima do número 27. Os Beatles também ocuparam as cinco primeiras posições na parada de 4 de abril de 1964 - "Can't Buy Me Love" seguida por “Twist And Shout”, “She Loves You”, “I Want To Hold Your Hand” e “Please Please Me”. Isso nunca foi igualado. "Can't Buy Me Love" deu aos Beatles a quebra de recorde de três singles consecutivos em primeiro lugar, sendo os anteriores “I Want To Hold Your Hand” e “She Loves You”. Além disso, durante a segunda semana da música no topo, a partir de 11 de abril, o grupo teve 14 músicas na Hot 100 simultaneamente. Na Grã-Bretanha, o single foi lançado em 20 de março de 1964. Quebrou menos recordes, mas ainda assim foi um sucesso fenomenal. "Can't Buy Me Love" teve pedidos antecipados de mais de um milhão, e se tornou o quarto single número um dos Beatles no Reino Unido.

"Can't Buy Me Love" foi gravada principalmente em 29 de janeiro de 1964 no Pathé Marconi Studios da EMI em Paris. Foi concluída em apenas quatro tomadas após a gravação de 'Sie Liebt Dich' e 'Komm, Gib Mir Deine Hand', que terminou antes do previsto. O trabalho teve continuação em 25 de fevereiro e depois em 10 de março. Foi produzida por George Martin e teve como engenheiros Norman Smith e Geoff Emerick. Os Beatles estão em seus instrumentos habituais. "Can't Buy Me Love" aparece nos álbuns A Hard Day's Night (1964); A Collection of Beatles Oldies (1966); Hey Jude (1970); 1962–1966 (1973); The Beatles At The Hollywood Bowl (1977), Live At The BBC (1994); Anthology 1 (1995); e 1 (2000).

sábado, 20 de março de 2021

THE BEATLES - COME TOGETHER - ROLLING STONE

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"Come Together" aparece como número 9 da Rolling Stone Especial "The Beatles - As 100 Melhores Canções", lançada aqui no Brasil em 2011 pela Spring Publicações Ltda.
"Come Together" surgiu como um slogan de campanha de Timothy Leary, que estava concorrendo ao governo da Califórnia contra Ronald Reagan nas eleições de 1970. O guru do LSD e sua esposa, Rosemary, foram convidados a ir a Montreal participar do "Bed-In" de John Lennon e Yoko Ono em junho de 1969, e cantaram junto na gravação de "Give Peace a Chance" (e receberam uma citação na letra). Lennon perguntou a Leary se havia algo que ele pudesse fazer para ajudar em sua candidatura. "Os Learys queriam que eu escrevesse uma canção de campanha para eles", disse Lennon à Rolling Stone, "e seu slogan era 'Come Together". Ele bolou o que chamou de "uma coisa de cantar junto", e Leary levou a fita demo para casa e tocou em algumas estações de rádio. Mas Lennon decidiu que queria fazer outra coisa com a letra que havia começado, em vez de terminar a música da campanha de Leary. “Eu nunca tive tempo para isso, e acabei escrevendo 'Come Together'”, disse ele. Quando ele trouxe sua nova música para as sessões de Abbey Road, ela era muito mais rápida do que a versão final e mais obviamente baseada em "You Can't Catch Me" de Chuck Berry - a linha de abertura, "Here come old flat-top", é um aumento direto da gravação de 1956 de Berry. (Pouco depois do lançamento de Abbey Road, a editora de Berry acusou os Beatles de violação de direitos autorais; o caso foi resolvido em 1973, com Lennon concordando em gravar três canções de propriedade da empresa - duas canções de Berry no álbum Rock 'n' Roll e Lee "Ya Ya" de Dorsey em Walls and Bridges.) Paul McCartney deu algumas sugestões para melhorar a música, como ele relembrou em The Beatles Anthology: “Eu disse, 'Vamos desacelerar com uma vibração de baixo e bateria pantanosa'. Eu vim com uma linha de baixo, e tudo fluiu a partir daí". Lennon disse que a pausa em "over me" no final do refrão começou como uma paródia de Elvis. A letra é um amontoado rápido de trocadilhos, piadas internas e o que ele chamou de "gobbledygook" que ele inventou no estúdio. A mensagem foi clara quando ele gritou no final do segundo verso: "Uma coisa que posso te dizer é que você precisa ser livre". Mas para Lennon, o ritmo hipnótico era a coisa mais importante: "Era uma gravação que tinha funky - é uma das minhas faixas favoritas dos Beatles. É funk, é blues e estou cantando muito bem". Após o antagonismo de Let It Be, era quase impossível imaginar a banda retornando a esse tipo de colaboração criativa. "Se eu tivesse que escolher uma música que mostrasse os quatro talentos díspares dos meninos e as maneiras como eles se combinaram para fazer um ótimo som, eu escolheria 'Come Together'", disse George Martin. "A música original é boa, e com a voz de John é melhor. Então Paul tem essa ideia para este pequeno riff excelente. E Ringo ouve isso e faz uma bateria que se encaixa, e isso estabelece um padrão que John aproveitou para para frazer a parte em que diz "Shoot me" (atire em mim). E então ainda há a guitarra de George no final. Os quatro se tornaram muito, muito melhores do que os componentes individuais". "Come Together" foi o lampejo final desse espírito rejuvenescido: foi a última música que todos os quatro Beatles gravaram juntos.

WILLIE NELSON - STARDUST - SENSACIONAL!

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A belíssima "Stardust" foi composta em 1927 por Hoagy Carmichael com letras adicionadas por Mitchell Parish em 1929. Carmichael gravou a canção, originalmente intitulada "Star Dust", no estúdio Gennett em Richmond, Indiana. “A canção sobre uma canção sobre o amor", tocada em uma melodia em andamento médio, tornou-se um padrão americano e é uma das mais regravadas do século 20 com mais de 1.500 gravações. Nos EUA, em 2004, a gravação de 1927 de "Stardust" feita por Carmichael foi uma das 50 escolhidas pela Biblioteca do Congresso para serem adicionadas ao Registro Nacional de Gravações.

"Stardust" foi a faixa título do 22º álbum de estúdio do grande Willie Nelson, lançado em abril de 1978. Suas dez canções consistem inteiramente de padrões pop que Nelson escolheu entre suas favoritas. Ele pediu a Booker T. Jones, que era seu vizinho em Malibu na época, para arranjar uma versão de "Moonlight in Vermont". Impressionado com o trabalho de Jones, Nelson pediu-lhe para produzir o álbum inteiro. A decisão de Nelson de gravar faixas tão conhecidas foi controversa entre os executivos da Columbia porque ele era conhecido como do gênero country fora da lei. A gravação do álbum durou apenas dez dias. Stardust foi recebido com altas vendas e críticas positivas de proporções universais. Chegou ao número 1 na Billboard Top Country Álbuns e número 30 na Billboard 200 e também foi número 1 no Canadá. Os singles "Blue Skies" e "All of Me" alcançaram, respectivamente, os números 1 e 3 na Billboard ' s Hot Country Singles. A versão de "Stardust" gravada por Willie Nelson foi usada para acordar a tripulação da missão STS-97 do Ônibus Espacial em seu segundo dia de vôo em novembro de 2000.

Ok. Todos os méritos para o mestre Willie Nelson, mas para mim, que sou bairrista de Balsas, a Liverpool do Maranhão, a melhor versão de todas de "Stardust" foi a gravada pelo nosso baterista preferido, o incomparável Ringo Starr em 1970, logo depois do fim fim dos Beatles em seu primeiro álbum Sentimental Journey, oito anos antes de Willie Nelson.

PAUL McCARTNEY - VEM AÍ O McCARTNEY III IMAGINED

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Paul McCartney anunciou que está lançando uma versão reinventada de seu mais recente álbum de estúdio, McCartney III, de 2020. A nova roupagem terá músicas retrabalhadas, além de versões e remixes. O álbum contará com participações de músicos de bandas como Radiohead, Massive Attack, Blur e Queens of the Stone Age, além de vários outros artistas. A cada um dos convidados foi pedido que reimaginasse sua música favorita de McCartney III e desse a sua própria assinatura. O resultado disso poderá ser conferido a partir do próximo dia 16 de abril, data do lançamento de McCartney III Imagined.
Falando sobre a gênese do álbum original, McCartney disse: “Eu estava vivendo a vida trancado em minha fazenda com minha família e ia ao meu estúdio todos os dias. Eu tinha algumas coisas em que trabalhei ao longo dos anos, mas às vezes o tempo acabava e ficava pela metade, então comecei a pensar no que eu tinha. A cada dia, eu começava a gravar com o instrumento com o qual escrevi a música e, gradualmente, sobrepunha tudo”. Ele explicou a alegria de criar música durante a pandemia: “Foi muito divertido. Tratava-se de fazer música para você mesmo ao invés de ter que fazer como um trabalho. Então, eu apenas fiz coisas que imaginei fazer. Eu não tinha ideia de que isso iria resultar em um álbum”. Antes do lançamento de McCartney III Imagined, Paul McCartney compartilhou a versão do cantor e compositor Dominic Fike para a sua música The Kiss of Venus.

sexta-feira, 19 de março de 2021

PAUL SIMON - STILL CRAZY AFTER ALL THESE YEARS

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Excelente é pouco. Still Crazy After All These Years foi o quarto álbum de estúdio solo de Paul Simon. Gravado e lançado em 1975, levou quatro sucessos para o Top 40 dos EUA: "50 Ways to Leave Your Lover" (#1), "Gone at Last" (#23), "My Little Town" (# 9, creditada a Simon & Garfunkel), e a faixa-título (#40). Ganhou dois prêmios Grammy de Álbum do Ano e Melhor Performance Vocal Pop Masculina em 1976. "My Little Town", foi a canção que reuniu Paul Simon com o ex-parceiro Art Garfunkel pela primeira vez desde 1970, enquanto "Gone at Last" foi um dueto entre Simon e Phoebe Snow. A faixa-título também foi regravada por Rosemary Clooney em seu álbum de 1993 Still on the Road, Ray Charles, em seu álbum de 1993, My World, Karen Carpenter, em seu álbum solo autointitulado lançado postumamente em 1996; e o grande Willie Nelson para a trilha sonora do filme Space Cowboys de 2000.

segunda-feira, 15 de março de 2021

MATÉRIA DE CAPA - THE BEATLES - YESTERDAY - SENSACIONAL! ✶✶✶✶✶

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"Yesterday" foi composta por Paul McCartney e gravada em 1965 para o álbum Help!, dos Beatles. Segundo o Guinness World Records, "Yesterday" é a canção com mais transmissões em rádios em todo o mundo, com mais de seis milhões de emissões apenas nos Estados Unidos"Yesterday" é conhecida como a canção com mais gravações na história da música popular, e sua entrada no Guinness em janeiro de 1986, afirma que a canção foi regravada mais de três mil e duzentas vezes. Em 1994, "Yesterday" apareceu em 500 Songs That Shaped Rock, uma compilação com quinhentas canções de Rock promovida pelo Rock and Roll Hall of Fame. Em 1999, a Broadcast Music Incorporated (BMI) colocou a canção na terceira posição de sua lista de canções mais interpretadas do século XX nas rádios e televisões, com aproximadamente sete milhões de atuações. "Yesterday" foi superada apenas por "Never My Love" de The Association e "You've Lost That Lovin' Feelin'" dos Righteous Brothers. No mesmo ano, "Yesterday" foi eleita a melhor canção do século XX pela BBC Radio. "Yesterday" também figurou no terceiro lugar da lista The 101 Greatest Tracks by The Beatles (2006) e na décima primeira colocação da compilação The 100 Greatest Songs of All Time (2000), ambas promovidas pela revista Mojo. Em 2001, "Yesterday" foi incluída na quinquagésima sexta posição da compilação Songs of the Century da RIAA, e é listada em diversas listas e compilações da revista Rolling Stone; Nos Estados Unidos, já apareceu na Rolling Stone’s 100 Greatest Pop Songs (compilação realizada com a participação da MTV), 100 Greatest Beatles Songs e The 500 Greatest Songs of All Time, ocupando o posto de número 1, 4 e 14, respectivamente.

"Yesterday" é uma balada melancólica com duração de dois minutos e poucos segundos. Foi a primeira composição oficial dos Beatles gravada apenas por um integrante, Paul McCartney, acompanhado por um quarteto de cordas. A composição se diferencia notavelmente das demais obras anteriores do grupo, motivo que fez os demais integrantes não aceitarem que fosse lançada como um single no Reino Unido. Em 2002, McCartney perguntou a Yoko Ono se poderia modificar os créditos da composição para "McCartney/Lennon". Ono disse não. Mas ele trocou assim mesmo no álbum Back in the US - (Já tinha feito isso antes também, no álbum Wings Over America, de 1976 e John Lennon não deu a mínima).

Segundo a maioria dos biógrafos de Paul McCartney e dos Beatles, Paul compôs a melodia completa em um sonho que teve na casa dos Asher em Londres, em Wimpole Street. Despertou com a melodia inteira na cabeça e rapidamente foi até o piano, ligou um gravador e começou a tocá-la, para não esquecer. McCartney inicialmente temia ter plagiado uma composição já existente. Depois de se convencer de que não havia tomado a melodia de outra composição, começou a compor a letra para acompanhar a melodia. Originalmente, a canção foi intitulada "Scrambled Eggs" ("Ovos Mexidos"), mas McCartney encontrou um título mais apropriado mais tarde.

Terroristas das teorias da conspiração, dizem que durante as filmagens de Help!, um piano foi colocado em um dos estúdios onde as filmagens estavam sendo conduzidas e McCartney aproveitou esta oportunidade para mexer com a canção. Richard Lester, o diretor do filme, irritou-se e perdeu a paciência e disse para que McCartney terminasse a música ou o piano seria removido, e que a paciência dos outros Beatles também foi testada pelo trabalho em andamento de McCartney, George Harrison disse sobre ele: "Ele está sempre falando sobre essa canção. Você pensaria que ele era Beethoven ou alguém!". McCartney inicialmente afirmou ter composto "Yesterday" durante os concertos dos Beatles na França, em 1964; no entanto, a música não foi lançada até o verão de 1965. Durante esse tempo, o grupo lançou dois álbuns, A Hard Day's Night e Beatles for Sale, sendo que a canção poderia ter sido incluída em qualquer um deles. Embora McCartney nunca tenha dito o que de fato aconteceu, é provável que a razão para este atraso fosse o reflexo de um hipotético desentendimento entre McCartney e George Martin sobre o arranjo da canção, outro motivo seria a rejeição dos outros membros do grupo. Bobagem, demorou porque estava em amadurecimento.

Em 27 de maio de 1965, Paul e Jane Asher viajaram para Lisboa para passar férias em Albufeira, Algarve e foi onde McCartney terminou de escrever a letra de sua música. Ambos se hospedaram na casa de Bruce Welch e McCartney pegou emprestada um de seus violões para completar o trabalho), e enfim deu versos adequados à música. Depois de ajustar “yesterday” [ontem] às três primeiras notas ele precisava de uma rima, e pensou em “all my troubles seemed so far away" (todos os meus problemas pareciam tão distantes), isso o levou à necessidade de outra palavra de três sílabas e assim surgiu “suddenly” [de repente]. As palavras pareceram vir quase tão facilmente quanto a melodia, apesar de decorrido tanto tempo. A letra é curta, só onze versos, com pequeno desenvolvimento.
"Yesterday" foi gravada em Abbey Road em 14 de julho de (imediatamente após a gravação de "I'm Down") e 17 de junho de 1965. Há versões contraditórias sobre sobre sua gravação; a mais citada é que McCartney a gravou individualmente, sem a participação dos outros Beatles. No entanto, fontes alternativas afirmam que em princípio McCartney e os outros Beatles testaram uma variedade de instrumentos, incluindo bateria e um órgão, posteriormente, George Martin os convenceu para que McCartney tocasse individualmente uma guitarra acústica de cordas de aço, e mais tarde, ocorreu a inclusão de um quarteto de cordas. De qualquer forma, nenhum outro membro do grupo foi incluído na gravação final. McCartney fez duas tomadas de "Yesterday" naquele dia. A dois foi considerada a melhor e foi usada para a masterização final. Então foi adicionado o quarteto de cordas para completar a versão que foi publicada. A tomada um, sem nenhuma masterização, apareceu no Anthology 2"Yesterday" foi produzida por George Martin e teve Norman Smith como engenheiro. Paul McCartney canta e toca guitarra acústica de cordas de aço; Tony Gilbert toca violino; Sidney Sax também toca violino; Kenneth Essex toca viola; e Francisco Gabarro toca violoncelo. Posteriormente, George Martin disse: “Yesterday não era, na verdade, uma gravação dos Beatles e eu discuti isso com Brian Epstein: 'Você sabe, esta é uma canção de Paul... a única credenciada por Paul'. Ele disse: Não, seja o que for, não dividiremos os Beatles”. E Paul McCartney sempre disse: “É a música mais completa que já compus”.

PAUL McCARTNEY - YESTERDAY

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Aqui, a gente confere Paul McCartney e sua “Yesterday” em dois grandes momentos de sua carreira solo. Primeiro, na megatour Wings Over America em 1976, em seguida, em 1984, nas filmagens de “Give My Regards to Broadstreet”.

YESTERDAY - A MAIS REGRAVADA DE TODOS OS TEMPOS

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O clássico “Yesterday” dos Beatles foi lançado em 1965, como single do quinto álbum de estúdio Help!. A faixa acabou se tornando uma das canções mais reconhecidas na história da música e uma mais populares da banda. Isso não impediu outros artistas de tentarem colocar seu próprio toque pessoal nela. De acordo com registros oficiais, “Yesterday” é a canção mais coverizada da história da música, com mais de 3.200 versões gravadas. Incontáveis artistas populares têm suas próprias versões da canção, incluindo Frank Sinatra, Joan Baez, Liberace, Elvis Presley, Aretha Franklin, Ray Charles, Merle Haggard e Willie Nelson, seguidos de uma lista interminável de incontáveis outros, embora nenhuma delas, por melhor que sejam, supere a gravação original. Aqui, a gente confere quatro delas: Com Sinatra, com Presley, Ray Charles e Marvin Gaye, que é a preferida de Paul McCartney.
Como parte de seu álbum My Way, lançado em 1969 por seu próprio selo Reprise, Frank Sinatra acrescentou seu próprio toque ao clássico dos Beatles. O álbum, consistindo principalmente de versões cover de canções pop contemporâneas da época, também incluiu uma versão do hit de Simon e Garfunkel “Mrs. Robinson” e a música de Ray Charles “Hallelujah, I Love Her So”. Sinatra e os fãs dos Fab Four passaram a estar mais intimamente ligados, desde que Sinatra disse que “Something” era “a maior canção de amor escrita nos últimos 50 anos”.

Durante várias de suas apresentações em Las Vegas em agosto de 1969, Elvis Presley costumava cantar “Yesterday” como parte de seu set.

Em seu álbum de 1967, Ray Charles Invites You to Listen, Ray Charles incluiu uma versão de “Yesterday”. Diferente de qualquer outra apresentação da faixa, Charles representou sua voz de forma profunda e emocional para adicionar seriedade à música. Em um álbum que não impressionou criticamente, a versão de Charles do clássico dos Beatles continua sendo o legado duradouro do projeto.

That's the Way Love Is, o décimo álbum de estúdio do icônico músico de soul Marvin Gaye, incluia sua agora famosa versão do clássico dos Beatles quando foi lançado em 1970. Citada como a versão favorita de McCartney da música entre as 3.000 outras versões, o cover de Gaye continua sendo o grande ponto de referência de “Yesterday”.

DEZ, NOTA DEZ! EU SOU CARLOS IMPERIAL - Denilson Monteiro***********

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Há muito tempo, eu vinha com vontade de fazer uma postagem especial sobre Carlos Imperial. No ano passado, depois de assistir ao filme “Minha Fama De Mau” - a história de Erasmo Carlos, e ler o sensacional livro de Denilson Monteiro - 
DEZ, NOTA DEZ! EU SOU CARLOS IMPERIALachei que finalmente era chegada a hora do Imperial. Mas não rolou e ficou guardada desde janeiro de 2020.
Absolutamente sensacional e surpreendente a biografia de Carlos Imperial escrita pelo pesquisador Denilson Monteiro. Óbvio que a nota não poderia ser outra: Dez, nota dez! Autor das biografias de Ronaldo Bôscoli e Chacrinha, Denilson Monteiro tem em seu histórico de pesquisador colaborações em livros sobre artistas como Tim Maia, Erasmo Carlos e Bussunda. Seus mais recentes projetos envolveram Carlos Imperial. Em 2015, Monteiro lançou uma versão ampliada de sua biografia “Dez, Nota Dez! Eu Sou Carlos Imperial” (2008) e esteve envolvido em outros projetos que prestaram tributo a Imperial no ano em que ele completaria 80 anos.

Carlos Imperial (1935-1992) foi uma figura ímpar do cenário cultural brasileiro. Mentiroso, marqueteiro, cafajeste e dono de um faro preciso para descobrir talentos – como Roberto e Erasmo Carlos, Tim Maia, Wilson Simonal e Elis Regina. Para ter sucesso, não hesitava em roubar a autoria de músicas ou apossar-se de composições de domínio público – caso de “Meu limão, meu limoeiro”. Sem procurar maquiar o lado polêmico de seu protagonista, o filme “Eu sou Carlos Imperial” reconstitui uma trajetória impregnada de ficção, realidade, lenda e memórias de vários que o conheceram. A cena cultural brasileira dos anos 1960 a 1990 seria muito diferente se não fosse Carlos Imperial. Durante anos, ele foi presença constante na música, no cinema, no teatro, na TV, nos jornais e revistas e até na política.
Imperial compunha e produzia, atuava e dirigia, escrevia, fazia as coisas acontecerem e, mais do que tudo, causava polêmica. Em "Dez! Nota Dez! Eu sou Carlos Imperial", a gente viaja no tempo desde o início, quando o Rock And Roll aportou nestas terras e mergulha na agitada vida e obra do autor de sucessos como "Vem quente que eu estou fervendo" e "A praça".

“Neto ou bisneto (nem me lembro) do Barão de Itapemirim, que servia à Corte Imperial, minha família adotou esse nome. Daí ser eu mesmo Carlos Imperial. Não uso pseudônimo e pos­so, com 1,82 de altura e mais de 100 quilos de peso, ser visto a olho nu, sem o auxílio de microscópio”. ("Diário de Pernambuco", 30/10/1969).
"Dez, Nota Dez! Eu Sou Carlos Imperial", mostra a movi­mentada vida de Carlos Imperial, o ogro midiático que bagunçou a vida cultural brasileira. Autoproclamado "rei da pilantragem", Imperial usava de todos os artifícios para promover as músicas que compunha, as peças que produzia, os filmes que dirigia e os artistas que lançava. Nomes como Erasmo Carlos, Paulo Silvino, Wilson Simonal, Elis Regina e Roberto Carlos contaram com o toque do grande des­cobridor de talentos em suas carreiras.
Com um texto envolvente, fruto de seis anos de pesquisa e de cerca de 200 entrevistas, "Dez, Nota Dez! Eu Sou Carlos Imperial" revela em cada pági­na as alegrias, dramas, perspicácia e toda a irreverência do homem que fez da polêmica uma das matérias-primas de sua dinâmica trajetória. DEZ, NOTA DEZ! EU SOU CARLOS IMPERIAL - Editora Planeta, 408 páginas, R$ 54,90. Aqui, a gente confere o trailer do filme “Eu sou Carlos Imperial”, quem se interessar, aqui assiste o filme completo.

THE BEATLES - KLAUS VOORMAN E A INCRÍVEL CAPA DE REVOLVER

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REVOLVER dura pouco mais de meia hora, emoldurando uma paisagem sonora, mística e revolucionária esculpidos a partir de muito LSD e maconha, e encharcado de magia técnica como nunca tinha sido ouvido antes. O disco, uma dúzia das melhores canções pop já escritas - tudo isso embrulhado em uma obra de arte tão inesperada e intrincada como a música que foi criada para conter.

Mais de meio século após seu lançamento, o aclamado álbum dos Beatles, é sem dúvida, uma das maiores conquistas do universo Pop, e o artista que projetou sua a capa - revelou como ele a criou a em uma mesa de cozinha em um sótão, para ganhar £ 50. Klaus Voormann – velho amigo dos Beatles, um dos inventores do corte de cabelo mop-top, e membro do círculo íntimo do grupo desde os tempos de Hamburgo contou a história de sua relação com os Fabs não só em palavras, mas em imagens. Em 2016, Voormann lançou um livrão em forma de Graphic Novel “Birth Of an Icon: Revolver 50”, que conta o seu primeiro encontro com o grupo numa noite em 1960, em um bar de Hamburgo, o Kaiserkeller, e traça a sua metamorfose em cinco anos a partir de roqueiros vestidos de couro para multimilionários potentados psicodélicos, a maior banda do mundo.

REVOLVER foi o sétimo álbum dos Beatles, lançado no Reino Unido em 5 de agosto de 1966. A Inglaterra tinha acabado de ganhar a Copa do Mundo e Londres estava balançando. "As coisas ficaram na minha memória, porque as pessoas continuam me perguntando sobre aquele tempo", disse Voormann, então com 78 anos. "Eu me lembro, quando eu criei a capa de Revolver. Foi no terceiro andar de uma casa, em um pequeno apartamento no sótão, foi na cozinha. Parliament Hill, Hampstead. Eu estava hospedado lá. Voltei lá recentemente, o edifício é exatamente o mesmo".
Artista e músico treinado, Voormann e sua namorada, a fotógrafa Astrid Kirchherr, foram beatniks continentais por excelência quando fizeram amizade com os Beatles - ostentando roupas pretas e uma cara temperamental debaixo de uma franja. O olhar, especialmente o cabelo, fortemente influenciaram a imagem inicial da banda. Voormann passou a gastar muito dos anos 60 e 70, alternando passagens no circuito de Pop e Rock, tocando baixo com Manfred Mann, George HarrisonJohn Lennon e Ringo Starr.
"1966 foi o momento em que os Beatles estavam muito, muito ocupados", lembra Voormann. "Eles estavam fazendo um álbum após o outro. Eles estavam gastando mais tempo no estúdio, na sala de controle, brincando com sons, como nunca fizeram antes. Eles tinham uma turnê pela Alemanha chegando, e depois iriam pro Japão. Eles tinham apenas mais algumas semanas disponíveis para trabalhar em seu novo álbum, aquele que seria chamado de Revolver, e então de repente eles estavam fora em turnê. Eu vim para Abbey Road Studios para ouvir as faixas para tentar “captar” o espírito da coisa. Eu recebi um telefonema de John. Ele apenas disse: "Tem alguma ideia para a capa do nosso novo álbum? Eu pensei: 'Meu Deus! Fazer uma capa para a banda mais famosa do mundo? Isso me assustou um pouco mas logo passou”.

Como designer gráfico freelancer no início dos anos 60, Voormann criou obras de arte para álbuns de jazz vintage lançadas pela Deutsche Grammophon. Mas, para avançar com ideias para um registro Beatles inovador, ele precisava ouvir a nova música. "Então, a banda só me pediu para vir até Abbey Road Studios. Já tinham gravado cerca de dois terços das faixas. Quando ouvi a música, fiquei chocado, era tão grande, tão incrível. Mas era assustador porque a última música que eles tocaram para mim foi Tomorrow Never Knows”
Voormann optou por trabalhar com pena e tinta preta, pontilhada com partes recortadas de fotografias dos membros da banda e formando uma "cascata" de imagens. "Quando eu tinha terminado meu trabalho para a capa, Brian Epstein ficou realmente emocionado com o meu projeto. Ele me disse: 'Klaus, o que você fez é o que realmente era necessário. Eu estava com medo de que o novo material dos rapazes não fosse bem aceito por seu público, mas a sua arte será a ponte. Levei cerca de três semanas para criar a capa, mas em termos de trabalho concentrado, cerca de uma semana. Grande parte desse tempo foi gasto com uma tesoura, bisturi e cola, selecionando e organizando fragmentos de fotografias dentro de desenhos de linhas dos Beatles. Criando uma das capas mais reconhecidas e aclamadas de um dos maiores álbuns de todos os tempos, o trabalho de Voormann trouxe pouca recompensa no mundo material. "Eu ganhei £ 50 por ela. Eu teria feito isso por nada - e eu não sinto que eu estava em uma posição de me fazer de difícil para eles, dizendo: "Vocês tem que me pagar este ou aquele tanto. Eles [EMI] disseram que £ 50 era o limite absoluto para uma capa de disco”. Após o sucesso de REVOLVER e sua capa – que deu a Voormann um Grammy em 1966 - os Beatles olharam para Peter Blake e Jann Haworth, levando figuras do movimento de arte pop britânica, para a sua próxima capa, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, para o qual o casal foram pagas £ 200. Cópias do livro de Voorman - “Birth Of an Icon: Revolver 50” podem ser compradas no site do artista: www.voormann.com. Visite também: The Beatles’ Revolver art & Klaus Voormann.

A PEDIDOS - ROCK AND ROLL CLASSICS - LUCILLE✶✶✶✶✶

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"Lucille" é um clássico absoluto do Rock And Roll gravado originalmente em 1957 pelo inimitável Little Richard. O single alcançou o número 1 no quadro de R&B da Billboard, 21 no gráfico de Pop dos EUA, e no número 10 no Reino Unido. Sua autoria é creditada a Collins-Penniman - Albert Collins (não deve ser confundido com o guitarrista de blues de mesmo nome) e Penniman que é o próprio Little Richard. As primeiras cópias em 78rpm creditam Collins como o único compositor. Richard comprou a metade dos direitos da música enquanto Collins estava na prisão. Em sua gravação, Little Richard cantou e tocou piano apoiado por uma banda composta por Lee Allen (saxofone), Alvin "Red" Tyler (saxofone), Roy Montrell (guitarra), Frank Fields (baixo) e Earl Palmer (bateria). Como um dos maiores estandartes do rock, "Lucille" foi regravada incontáveis vezes, pelos principais artistas do gênero, incluindo The Beatles, AC/DC, Status Quo, Wings, The Doors, Sha Na Na, Mud, The Hollies, The Animals, Paul McCartney, Van Halen, Waylon Jennings, Johnny Winter, The Flying Burrito Brothers, Peter & Gordon, Queen, Deep Purple, Ian Gillan Band, Sweet, The Everly Brothers, Little Bob Story, Bill Haley e seus cometas, Otis Redding, The Sonics, John Entwistle do The Who, Kevin Coyne, The Didjits e a banda de Detroit The Rockets. John Lennon e Paul McCartney tocaram "Lucille" durante uma jam session em 1974, que pode ser ouvida no bootleg “A Toot and a Snore in '74”, marcando a única ocasião conhecida onde os dois ex-Beatles colaboraram depois da separaçãoDesde quando ainda era bem jovem e se tornou “O Maior Imitador de Little Richard de Liverpool”, Paul McCartney tomou “Lucille” meio que para si. “Lucille”, juntamente com "Long Tall Sally" (ambas de Richard), eram seus números preferidos nos shows. Os Beatles não chegaram a gravar “Lucille” OFICIALMENTE em nenhum dos seus álbuns de linha ou em singleMas participaram de uma mesma tour que também incluia Little Richard no Tower Ballroom em New Brighton, Wallasey, em 12 de outubro de 1962, e novamente no Empire Theatre de Liverpool, em 28 de outubro.
Little Richard também se apresentou ao lado do grupo no Star-Club de Hamburgo em novembro de 1962, durante a quarta viagem do grupo à Alemanha. Os Beatles gravaram "Lucille" em 3 de setembro de 1963, para a 14ª edição do programa de rádio Pop Go The Beatles. A apresentação ocorreu no Aeolian Hall em Londres, e foi transmitida pela primeira vez em 17 de setembro. Depois tocaram mais uma vez para o rádio, em 7 de setembro. Esta versão, gravada no Playhouse Theatre, em Londres para o programa Saturday Club, foi transmitida pela primeira vez em 5 de outubro e foi posteriormente incluída na coleção Live At The BBC. Durante as infindáveis sessões do projeto Get Back no início de 1969, no Twickenham Studio, os Beatles tocaram "Lucille" duas vezes, uma no dia 3 de janeiro, o segundo dia de ensaios filmados, e novamente quatro dias depois.

quarta-feira, 10 de março de 2021

PAUL McCARTNEY - RETURN TO PEPPERLAND - SENSACIONAL!

Um comentário:

"Retornar para Pepperland, voltar para o amor e a paz. Volte para Pepperland, não fica à uma milha de distância".
“Return to Pepperland”, a deliciosa e divertida música que lembra mais um passeio pelo universo dos Beatles, aparece no disco pirata homônimo "Return To Pepperland - The Unreleased 1987 Album".

Esse disco é tido como um dos melhores e mais raros “não-oficiais” de Paul McCartney. As músicas foram gravadas entre 1984 e 1987 (algumas com produção de Phil Ramone) e muitas delas permanecem inéditas até hoje, enquanto outras, mais notavelmente "Beautiful Night" foram regravadas. Algumas foram lançadas em lados B de singles anos depois, todas de autoria de Paul, exceto "P.S. Love Me Do”, de Lennon e McCartney e “Don’t break The Promise”, de Paul McCartney e Eric Stewart. “Return to Pepperland”, com seu clima psicodélico, foi composta em 1987, durante a celebração dos vinte anos de Sgt. Pepper’s e depois caiu no esquecimento. Nunca foi tocada ao vivo.

segunda-feira, 8 de março de 2021

THE BEATLES - ALL TOGETHER NOW

2 comentários:

A alegre (e curta)“All Together Now” foi gravada durante o período do Magical Mystery Tour, mas permaneceu inédita até ser incluída na trilha sonora do Yellow Submarine. Foi lançada como single em 1972 em países europeus como França e Alemanha, com "Hey Bulldog" do lado B.