segunda-feira, 21 de março de 2011

FOTO DO DIA - GEORGE E JOHN

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DISCOS INESQUECÍVEIS... A PEDIDOS...

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BADFINGER – STRAIGHT UP
Na capa, apenas eles. Em pé. Firmes. Duros. Olhando para o futuro. Mostram-se cansados e aparentam estar muito mais velhos. Esse trabalho é a confirmação de seu talento como músicos extraordinários. Os vocais, os instrumentos, solos, pianos delirantes, o carinho, o cuidado, o perfeccionismo na escolha do repertório, tudo foi feito de forma muito precisa, nos mínimos detalhes.
STRAIGHT UP foi lançado no dia 8 de dezembro de 1971. No dia 9, “DAY AFTER DAY” alcançou os primeiros lugares nas paradas inglesas e americanas, tornando-se o maior sucesso do Badfinger. STRAIGHT UP é bem diferente do NO DICE. Em todos os sentidos. O anterior era mais rock. Este é mais acústico. George Harrison fez um bom trabalho e produziu quatro músicas. I’D DIE BABY, NAME OF THE GAME, SUITCASE e a melhor de todas: DAY AFTER DAY. Mas Harrison deixou a produção do álbum pela metade porque estava trabalhando em seu próprio álbum – Living In The Material World. Com a saída de Harrison, o trabalho ficou por conta de TODD RUNDGREEN (The Nazz) e, novamente GEOFF EMMERICK, dos Beatles.
Textos, fotos e álbum extraídos do "Especial Badfinger" do Baú do Edu, publicado originalmente no dia 24 de agosto de 2010. Não deixem de conferir!
http://obaudoedu.blogspot.com/2010/08/especial-badfinger-postagem-n-1000.html

PARABÉNS, AYRTON SENNA DO BRASIL

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Se Ayrton Senna da Silva vivo estivesse, estaria completando hoje 51 anos. Ele nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960 três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. Morreu em acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Ímola, durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994. É considerado um dos maiores nomes do esporte brasileiro e um dos maiores pilotos da história do automobilismo. Seu bom desempenho em categorias anteriores o levou a estrear na Fórmula 1 no Grande Prêmio do Brasil de 1984 pela equipe Toleman-Hart. Em sua primeira temporada na categoria, Senna rapidamente teve resultados, levando a pequena equipe inglesa a obter resultados jamais alcançados. No dia 1º de maio de 1994, Senna liderava a prova no circuito de Ímola, na Itália, quando saiu da pista na curva Tamburello e bateu no muro de proteção a 300 km/h. Foi socorrido na pista. Quando a equipe médica chegou, porém, o piloto já estava em coma. Em dezembro de 2009 a revista inglesa Autosport publicou uma matéria onde fez uma eleição para a escolha do melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos. A revista consultou 217 pilotos que passaram pela categoria, e Ayrton Senna venceu tal votação.
Uma curiosidade: No documentário "Anthology" quando George, Paul e Ringo estão conversando na cozinha da casa de George, na parede, atrás de Ringo, pode ser visto um poster de Ayrton Senna.
Para fazer o download em PDF do livro "AYRTON - O HERÓI REVELADO", o link é:

E NÃO ESQUEÇAM...RSRSRS

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RETRÔ: PAUL & WINGS - THE NASHVILLE SESSIONS

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Matéria publicada originalmente em 22 de janeiro de 2010
 Fonte: Luiz Woodstock - http://luizwoostock.blogspot.com
A história do The Nashville Sessions teve início logo após a gravação de um disco desconhecido, até mesmo por alguns dos fãs de Paul. Foi no início de 1974 quando o escocês Jimmy McCulloch (ex Thunderclap Newman e Stone the Crows, um grande guitarrista que faleceu precocemente vítima de uma overdose de heroína em 1979) entrou para os Wings que eles gravaram esse “atípico” álbum que pouca gente conheceu: McGear. Você já ouviu? Na verdade, não era um trabalho do Paul, mas sim de Mike McGear cujo nome de batismo é Peter Michael McCartney, irmão mais novo de Paul McCartney, que contou com a participação integral dos Wings em seu segundo e último disco, pois depois desse, Mike nunca mais lançou nada. Logo após isso, Geoff Britton assume as baquetas do grupo para fazer sua primeira gravação em Nashville, a meca da country music nos EUA, onde a banda se instalou na fazenda do compositor Curly Putman Junior para produzir o compacto "Junior's Farm", que trazia no lado B "Sally G". Essas músicas nunca foram lançadas em álbum e o single foi o último lançamento deles pela Apple Records. Durante essas gravações, que ficaram conhecidas como The Nashville Sessions, eles receberam a visita de Chet Atkins e Floyd Cramer (grandes nomes do country) com os quais gravaram "Walking in the Park with Eloise," uma canção escrita há anos atrás por James McCartney pai de Paul. As sessões ainda renderam o registro de “Proud Mum” e "Send Me the Heart" esta última de autoria de Laine/McCartney, que só seria lançada oficialmente em 1980 no disco Japanese Tears, de Denny Laine. Outra música gravada em Nashville que ficou no baú por um bom tempo foi “Bridge Over The River Suíte” que só apareceria em 1990 como faixa bônus do CD Wings at the Speed of Sound. “Hey Diddle” é confirmada pelo Bootleg Zone como parte das Nashville Sessions, apesar de uma outra fonte ter apontado que esta música faz parte das sessões de gravação do álbum Ram, em fevereiro de 1970, nada impede que eles a tenham gravado também na terra da country music. As outras músicas deste bootleg não têm relação com o que aconteceu em Nashville. Segundo a contracapa, elas foram descobertas recentemente em uma revista de áudio tapes e seriam usadas na trilha de um filme não realizado que se chamaria One Hand Clapping. Algumas têm comentários do Paul and Wings sobre os arranjos e detalhes da gravação. Para finalizar, por minha conta e risco, resolvi incluir duas faixas do disco McGear: “Givin'Grease A Ride” e “What Do We Really Know”, pois já que eu toquei no assunto, seria uma sacanagem não mostrar alguma coisa, principalmente porque o disco não é nada mal.

Para fazer o DOWNLOAD do discão:
http://www.4shared.com/file/QWttV47d/PMW_TNS_obaudoedublogspotcom.html
E agora, você confere o incrível Paul McCartney e seus fantásticos Wings quebrando o maior cacete com o rockão JUNIOR'S FARM. Abração!

domingo, 20 de março de 2011

PAUL McCARTNEY - BEAUTIFUL NIGHT - FANTÁSTICO!

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Paul aparece em uma sala repleta de aparelhos e monitores onde ele aparentemente contola o sistema de energia de uma cidade. O clipe segue mostrando seus habitantes em diversas atividades, incluindo Ringo, tocando sua bateria Ludwig. Em certo ponto, a energia geral da cidade é cortada e as pessoas começam a se confraternizar. A cena mais polêmica do filme apresenta um casal de namorados no rio Mersey, em Liverpool, onde a modelo (Emma Moore) aparece nua antes de pular na água. Por isso, duas edições deste promo foram preparadas, sendo que uma delas omite este trecho. Linda aparece no clipe, em uma cabine telefônica. Esta foi a última aparição de Linda em um trabalho de McCartney, antes de sua morte, em abril de 1998.
Fonte: PAUL McCARTNEY - Todos os segredos da carreira solo - Claudio D. Dirani


JIM GORDON - PROFISSÃO: BATERISTA

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Jim Gordon é um daqueles casos trágicos do show biz. James Beck “Jim” Gordon nasceu em 14 de julho de 1945 nos Estados Unidos. Foi um dos grandes bateristas dos anos 60. Depois de tocar com os Everly Brothers aos 17 anos, em 1963, ele foi para a Califórnia. Hal Blaine, o rei dos “session drummers”, começou a indicar trabalhos para Gordon. Durante este período, tocou com Gene Clark, Gosdin Brothers e com os Notorious Byrd Brothers. Mais tarde, se tornou membro do Derek and the Dominoes, onde teve a sorte de co-escrever o clássico “Layla” com Eric Clapton. Depois, foi baterista de Frank Zappa na turnê que se seguiu ao álbum “The Grand Wazoo”, e também participou do álbum “Apostrophe”, de 1974. Nos anos 70, Gordon também tocou com John Lennon, George Harrison (no álbum “All Things Must Pass”), Traffic, Delaney & Bonnie (junto com Eric Clapton), Joe Cocker, Leon Russell, e Jackson Browne. Embora inicialmente Gordon fosse conhecido como um cara “certinho”, começou a usar heroína e cocaína, como muitos de seus colegas no mundo da música. Infelizmente, graves problemas psicológicos começaram a se manifestar no comportamento de Gordon a partir de fins dos anos 70. Ele se queixava de ouvir vozes, principalmente a voz de sua mãe. No final dos anos 70, as dificuldades mentais de Gordon - mais tarde diagnosticado como esquizofrenia aguda - haviam arruinado sua carreira. Então, em 1983, assassinou brutalmente a própria mãe. A defesa alegou insanidade para ter a pena reduzida, mas na Califórnia foi condenado por homicídio em segundo grau em 1984 e recebeu uma pena que varia de 16 anos a prisão perpétua. Gordon cumpriu a maior parte da pena no Atascadero State Hospital. O que ainda lhe salva, são os royalties que continua a receber por “Layla” e outras canções.

JOHN LENNON - STARTING OVER

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Caríssimos amigos. Hoje, nosso blog preferido é especialmente dedicado ao amigo João Carlos. O "J.C." como me acostumei a chamá-lo! Hoje é aniversário dele! Acho que 55! Para comemorar e brindar ao amigo João Carlos, acho que nada melhor do que abrirmos nosso baú com o "Começando de Novo" do John Lennon. João Carlos: Aquele abração de todos os seus amigos guardados dentro do Baú do Edú. Valeu! Obrigado por estar aqui.

sábado, 19 de março de 2011

THE BEATLES - I NEED YOU - by GEORGE HARRISON

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Escrita de acordo com o receituário "Como Escrever Canções de Amor", "I Need You" é uma homenagem de George à sua namorada Pattie Boyd. A música é uma de suas composições para os Beatles não mencionadas em seu livro "I Me Mine" de 1980. A outra é "You Like Me Too Much". "I Need You" foi a única canção de George a aparecer no filme "Help!" e a primeira a usar um pedal wah-wah para distorcer o som da guitarra. Allguns livros sobre os Beatles afirmam que George a escreveu nas Bahamas enquanto estava longe de Pattie. Mas isso não pode ser verdade, uma vez que as gravações começaram em 15 de fevereiro de 2965, e essas cenas nas Bahamas só foram feitas na semana seguinte. Nada disso importa! Isso é tudo irrelevante! O que importa é que a gente adora e vai curtir agora, em alta-resolução, THE BEATLES - I NEED YOU - GEORGE HARRISON

PAUL McCARTNEY - SOILY - SENSACIONAL!

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COME AND GET IT - A TRIBUTE TO BADFINGER - PEDIDOS

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PARTE 2 – DOWNLOAD:

RETRÔ - GEORGE HARRISON - LIVING IN THE MATERIAL WORLD

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Living In The Material World (1973) foi o 4º disco da carreira-solo de George Harrison. Antes dele vieram: Wonderwall Music (68), Eletronic Sound (69) e o fantástico e transcendental "All Things Must Pass" (triplo – 71). - um dos melhores discos da história do rock! - e, ter como antecessor um álbum do desse tamanho não é uma coisa simples. "Living In The Material World" nunca alcançou o sucesso desejado por George. Mas o tempo mostrou que se tratava de outro grande clássico daquela época. Um tempo que faz tempo passou! Mais de três décadas depois de seu lançamento original, o álbum ganhou nova edição em 2006. Foi todo remasterizado e trazendo duas faixas-extras: “Deep Blue” e “Miss O’Dell”. Além de um encarte fantástico e super-rico (?) com fotos raríssimas. IMPERDÍVEL!

A versão de 2006 ainda vinha com um DVD com uma interpretação ao vivo de “Give Me Love" no Japão, cenas das gravaçôes e mais três videoclipes. Na época em que foi lançado, “Living in the Material World” deixou o ex-Beatle no topo das paradas norte-americanas por cinco semanas.
E você baixa o discão aqui e agora! Basta clicar no link: http://www.4shared.com/file/vFnmG3lW/GH_LITMW_obaudoedublogspotcom.html



JOHN LENNON - STAND BY ME

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Acho que "Stand By Me" com o John Lennon, disputa à tapas com "Help!", o fime que mais já apareceu aqui. "Help!" apareceu 13 vezes. Com essa, "Stand By Me" completa 11. Tá pegando! Mas ainda vai demorar um pouco!

THE BEATLES - SOMETHING by GEORGE HARRISON

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“Something” foi o primeiro lado A dos Beatles escrito por George. Suas fontes de inspiração foram Ray Charles, que ele imaginou cantando a música, uma faixa de 1968 de James Taylor intitulada “Something In The Way She Moves” e sua esposa Pattie. O americano James Taylor era um artista contratado da Apple, e seu primeiro álbum foi produzido por Peter Asher entre julho e outubro de 1968. Paul tocou baixo em uma faixa. “Something In The Way She Moves” é a última faixa do lado A, e os versos de abertura são: “There’s something in the way she moves, Or looks my way or calls my name, That seems to leave this troubled world behind”. O “Álbum Branco” estava sendo gravado em Abbey Road exatamente na mesma época em que Taylor estava gravando nos Trident Studios, no Soho de Londres. Aliás, em 3 de outubro, George estava em Trident gravando “Savoy Truffle” com Paul e Ringo, e provavelmente ouviu a faixa. “Sempre achei que George tivesse ouvido, mas nunca conversei de fato com ele sobre isso”, diz Taylor. “Escrevi ‘Something In The Way She Moves’ cerca de dois anos antes de gravá-la, e o estranho é que eu queria chamá-la de “I Feel Fine”, mas claro, era uma canção dos Beatles.” Ele continua: “Eu muitas vezes noto tralços no trabalho de outras pessoas nas minhas músicas. Se George consciente ou inconscientemente pegou uma frase de uma de minhas canções, acho muito lisonjeiro. Com certeza não é algo incomum. Fiz uma fita com “Something In The Way She Moves” e cerca de sete outras músicas uns dois meses antes de conhecer Peter Asher. Sei que Paul escutou na Apple, mas não sei quem mais ouviu”. A composição básica de “Something” deve ter ocorrido em outubro porque George afirmou ter trabalhado nela ao piano no estúdio 1, enquanto Paul estava fazendo overdub no estúdio 2. Ela só não foi incluída em “The Beatles” porque a seleção de faixas já tinha sido finalizada. Primeiro, George ofereceu “Something” para Joe Cocker e Jackie Lomax, mas em maio de 1969, decidiu gravá-la com os Beatles para “Abbey Road”. “Something” foi uma canção de muito sucesso para George, ela se tornou a segunda canção mais regravada dos Beatles depois de “Yesterday” (tanto Ray Charles quanto Smokey Robinson fizeram covers) e deu a ele seu primeiro posto no Top 10 americano. Sempre se presumiu que ele tinha escrito sobre Pattie, mas em uma entrevista de 1996, George declarou: “Não foi para ela. Eu simplesmente a compus, e então alguém montou um vídeo que usava algumas cenas minhas e de Pattie, de Paul e Linda, de Ringo e Maureen e de John e Yoko... na verdade, quando a escrevi, eu estava pensando em Ray Charles”. No entanto, Pattie ainda acredita ser a inspiração. “Ele sempre me disse que era sobre mim”, ela conta.

ALISON KRAUSS - AGORA QUE TE ENCONTREI

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Alison Krauss nasceu em Decatur, Ilinois, em 23 de julho de 1971. É uma cantora e violinista de bluegrass norte-americana, com grande êxito no seu país natal, tendo conseguido vários discos de platina e 26 prémios Grammy.Estudou violino clássico, e com oito anos começou a interessar-se pelo violino de bluegrass e começou a tocar em festas e festivais, tendo obtido vários prémios. Além do virtusismo ao tocar violino, chamou à atenção da critica pela sua belíssima voz de soprano. Em 1985 foram publicados as suas primeiras gravações no disco Different Strokes, uma colecção de temas bluegrass e folk interpretados por ela, pelo seu irmão Viktor, Bruce Weiss e Jim Hoiles. Nesse mesmo ano, tendo ela 14 anos, firmou um contrato com a gravadora Rounder Records, especializada em música tradicional dos Estados Unidos que teve grande êxito. No disco Two Highways (1989), contou com a colaboração da banda de bluegrass Union Station: Mike Harman (banjo), Jeff White (guitarra) e John Pennell (banjo). Neste álbum, fez incursões no country, o gospel e ainda o rock, com uma versão da canção Midnight Rider, de The Allman Brothers Band. Produziu vários discos para outros cantores, como The Cox Family, Nickel Creek e Alan Jackson. Em 2006, gravou em duo com John Waite, o tema "Missing you", um grande sucesso deste cantor em 1985. Para fazer o download do álbum "Now That I've Found You: a collection” de 1995, que tem a belíssima versão de “I will”, o link é: http://www.4shared.com/file/BiPqZf9u/AK_NTIFY_2005_obaudoedublogspo.html
Em 2007, foi convidada por Robert Plant para juntos fazerem um álbum. Foi a consagração! A química entre Plant e Krauss beira o sobrenatural. A voz do Led Zeppelin encontrou em Alison sua afinidade musical mais intensa. Os dois se completam, com Plant mostrando os caminhos para Krauss, enquanto Alison torna doces e ainda mais belas as intervenções de Plant. Produzido pelo lendário T-Bone Burnett, "Raising Sand" apresenta uma sonoridade suja, áspera, ardida, com timbres cheios e graves, nos levando de volta aos melhores momentos do country rock do final dos anos 1960 e começo da década de 1970. Um aviso aos fãs do Led Zeppelin: não espere encontrar em "Raising Sand" os típicos vôos vocais de Plant. Aqui a história é outra. Mais contido e focado nos detalhes das canções, Plant canta com a serenidade que só alguém que já esteve no topo do mundo e viveu tudo o que ele viveu pode cantar. Sua voz está mais crua, mais profunda, revelando as experiências acumuladas ao longo dos anos. A parte instrumental de "Raising Sand" brilha tão intensamente quanto os arranjos vocais. As guitarras, a cargo de T-Bone Burnett e Marc Ribot, revelam novas dimensões ao instrumento. A sutileza marca o trabalho das seis cordas, onde os músicos passeiam com talento ímpar por características que vão do country ao bluegrass, passando pelo blues e até mesmo pelo jazz dos anos 1920. "Raising Sand" é um álbum único. Um disco que eleva a alma do ouvinte a um nível inédito, de onde a gente não quer mais sair. Um trabalho maravilhoso de Robert Plant e Alison Krauss, e que figura desde já como um dos registros fundamentais dos últimos tempos. O álbum ganhou apenas 5 grammys e desbancou o favorito “Coldplay”. É pouco ou quer mais? Para quem quiser mais, aqui está o link: http://www.4shared.com/file/7AGtz2DE/RP_AK_RS_obaudoedublogspotcom.html

sexta-feira, 18 de março de 2011

ALISSON KRAUSS - I WILL - LIVE - SENSACIONAL!

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THE BEATLES - "HELL"

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Este, foi o primeiro disco que coloquei aqui para download em agosto de 2008. Foi lançado em janeiro ou fevereiro daquele ano. Depois de "HATE", inspirado em "LOVE" dos Beatles, Pete ‘Best’ Zarustica decidiu lançar mais uma rodada de remixes com a musica dos Beatles. Intitulado “The Beatles’ HELL” (baseado no original Help!), é o segundo álbum produzido pelo brasileiro usando como matéria-prima as gravações originais do quarteto de Liverpool.
No álbum o "artista" reconstrói ou "destrói" clássicos como "Help!" e "Michelle" (na minha opinião, a melhor!) com o objetivo de protestar contra as guerras no mundo. Pelo fantasioso release, "os quatro poetas de Liverpool decidiram pagar uma etapa no "HELL" como alguns soldados que ainda estão no Oriente Médio foram obrigados a fazer. Eles deram um rolé nos mesmos círculos que Dante nos descreveu 708 anos atrás, e chegaram no fundo do poço, um deles chegando até a ser casar com a Heather Mills".A empreitada teve até apoio da ClearChannel, que divulgou o lançamento de Hell sem custo algum em paineis no Reino Unido.
De qualquer forma, tire suas próprias conclusões. DOWNLOAD: http://www.4shared.com/file/qwaT2rLv/TB_Hell_obaudoedublogspotcom.html

GEORGE HARRISON - BLOW AWAY

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ESPECIAL JAMES PAUL MACCARTNEY - 1973 - SENSACIONAL!

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James Paul McCartney é o título de um programa especial de televisão de 1973 feito pela ATV, produzido e estrelado por Paul McCartney e sua banda Wings. Foi primeiro transmitido nos EUA em 16 abril de 1973 pela rede ABC e mais tarde foi transmitido no Reino Unido em 10 de maio de 1973. Este especial foi produzido a pedido de Sie Lew Grade, diretor da ATV. A direção do programa ficou a cargo de Gary Smith e a produção, a Dwight Hemion, que mais tarde ficariam responsáveis pelo especial Elvis In Concert. 
O especial foi dividido em onze partes diferentes, cada um delas apresentando canções de McCartney, tanto a sua carreira com os Beatles e como artista solo. Esse vídeo que a gente vai conferir agora são as partes 1 e 2.
Parte 1 - O programa abre com uma performance “ao vivo” dos Wings na frente de uma platéia de telas de televisão. Eles tocam Big Barn Bed enquanto vão aparecendo os nomes de seus integrantes;
Parte 2 - Um medley acústico das músicas é feito por Paul durante uma sessão fotográfica com a esposa Linda. Canções: Blackbird, Bluebird, Michelle, Heart of The Country.
Parte 3 - Num local ao ar livre, McCartney apresenta a versão de "Mary Had a Little Lamb".
Parte 4 - Os Wings estão no estúdio de televisão acompanhados de uma orquestra na frente de uma platéia ao vivo. Tocam “Little Woman Love”, “C Moon” e “My Love”.
Parte 5 - Agora é a vez de "Uncle Albert / Admiral Halsey".
Parte 6 - Paul fala sobre sua família e os apresenta junto às famílias dos Wings em um pub em Clelsea perto de Liverpool . Canções: “April Showers”, “Pack Up Your Troubles in Your Old Kit-Bag”, “You Are My Sunshine”.
Parte 7 - “Busby Berkeley” estilo de número musical, com bailarinos vestidos com trajes metade homem, metade mulher. Canção: “Gotta Sing Gotta Dance”.
Parte 8 – É o “ponto alto” do especial. Os Wings quebrando o pau com “Live And Let Die", faixa-título do filme de James Bond - 1973.
Parte 9 - Beatles Medley: um segmento filmado com os transeuntes de rua cantando várias canções dos Beatles.
Canções: "When I'm 64", "A Hard Day's Night", "Can't Buy My Love", "She Loves You", "Ob La Di, Ob La da", "Yesterday", "Yellow Submarine".
Parte 10 - Outra performance ao vivo em estúdio com os Wings.
Canções: "The Mess", "Maybe I'm Amazed", "Long Tall Sally" (somente nos EUA. N o Reino Unido e outros mercados europeus foi substituída por "Hi Hi Hi".
Parte 11 - Performance acústica de "Yesterday". Começam a aparecer os créditos.
A recepção da crítica ao programa foi muito negativa e severa. O "Melody Maker" declarou: "McCartney sempre teve um olho e uma orelha no romantismo, e nada de errado com isso, mas aqui ele muitas vezes perdeu o controle e esse romantismo se torna mais queimado e tolo do que nunca".

THE ALTERNATE REVOLVER

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Existem várias series "Alternate" dos Beatles. Além do selo "Pear" tem as da "Walrus". Esse é o disco da "Pear" onde algumas faixas foram "chupadas" do "Anthology". Em geral é uma boa série para quem quer começar a colecionar bootlegs dos Beatles, para quem já tem muitos bootlegs vai acabar adquirindo as mesmas faixas novamente. O selo "Pear" é um selo de cópia, ou seja, não lança material novo, porém agrega bem materiais como sobras de estúdio, ensaios, demos e gravações ao vivo de outros bootlegs mais antigos. Muita coisa vem dos bootlegs da Yellow Dog, que alguns não são tão fáceis de encontrar e a Pear acaba fazendo boas coletâneas de material deles. São discos bons de se ouvir, porém a mistura de material de estúdio de boa qualidade com gravações ao vivo (frequentemente de má qualidade) estraga o barato um pouco. A Pear também faz questão de deixar explícito em seus materiais o não uso de material dos "Anthology", porém algumas canções soam a mesma coisa, exceto por em reverb aqui e às vezes, acolá.
"The Alternate Revolver" combina mixagens mono inglesas e americanas com "Here There and Everywhere" e "Yellow Submarine" do CD single "Real Love". Take 1 e 2 de "Paperback Writer" e "Rain" foram tiradas de outros bootlegs.
30 músicas para os beatlemanícos se deliciarem. Espero que gostem. Abração!

quinta-feira, 17 de março de 2011

THE BEATLES - HELP!

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Assim que seguiu carreira solo nos anos 1970, John muitas vezes se referiu a "HELP!" com uma de suas canções prediletas dos Beatles. Ele dizia gostar dela por ser "real". Seu único arrependimento era que, por questões comerciais, eles a tivessem transformado de uma canção à moda Dylan para uma nova canção alegre dos Beatles. "HELP!" foi escrita como Paul na casa de John em Weybridge, Kenwood, em abril de 1965. A letra era uma reflexão franca sobre a insegurança de John. Ele estava comendo e bebendo muito, tinha engordado e se sentia encurralado pela fama. A canção, ele admitiu depois, realmente era um pedido de ajuda, apesar de ter sido escrita sob encomenda para o filme. "Eu precisava de ajuda. A música era sobre mim". Colocar seus sentimentos no cerne de uma música era a consolidação da autoanálise que sempre estivera à espreita, mesmo em suas canções que pareciam inocentes. A única diferença era que ele agora admitia que a fama, a riqueza e o sucesso tinham aumentado sua anciedade, em vez de diminuí-la. No auge do estrelato pop, John começava a olhar com nostalgia para o que tinha passado a ver como dias mais simples na Menlove Avenue. A idealização de sua infãncia é um tema que apareceria mais e mais em suas composições. Maureen Cleave, a jornalista de Londres que ajudou na letra de "A Hard Day's Night", achava que John deveria começar a usar palavras com mais de uma sílaba. "HELP!" foi a primeira tentativa séria de fazer isso, e ele conseguiu fazer "self-assured", "appreciate" e "insurance" caberem na música. De todos os vídeos que já coloquei aqui nesses quase três anos, "HELP!" é de longe o campeão. Já apareceu 12 vezes. Não é à toa. "HELP!" foi a música que me "ligou" na tomada. E eu amo muito tudo isso! Senhoras e senhores: and now... HERE THEY ARE! THE BEATLES!!!

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO DR. ROBERT

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Em suas visitas aos EUA, os Beatles ouviram falar de um médico chique de Nova York que dava injeções misteriosas "de vitaminas". Paul conta: "Nós ouvíamos pessoas dizendo 'você pode conseguir qualquer coisa com ele, o remédio que quiser'. Era uma grande pilantragem. A música era uma brincadeira em torno desse sujeito que curava todo mundo com remédios e tranquilizantes. Ele simplesmente mantinha Nova York chapada".
O "Doctor Robert" era, possivelmente, o doutor Robert Freymann, um médico de 60 anos nascido na Alemanha com um consultório na Esat 78th Street. (O doutor Charles Roberts citado em alguns livros sobre os Beatles não existia. Era um pseudônimo usado pelo biógrafo Jean Stein para ocultar a identidade de outro "médico de anfetamina"). Conhecido como doutor Robert ou o "Great White Father" (tinha uma mecha de cabelo branco), Freymann era bem relacionado com a vibrante cena de arte da cidade. Ele tinha ajudado, entre outros, Thelhonius Monk e Charlie Parker (cuja certidão de óbito fora assinada por ele em 1955) e tinha a reputação de ser generoso com anfetaminas. "Tenho uma clientela impressionante, de todas as esferas", ele se gabava. "Provavelmente posso dar a você em dez minutos cem nomes de clientes famosos". John, que escreveu "Dr. Robert", estava entre esses nomes famosos, de acordo com a filha de Freymann.
Inicialmente prescritas como antidepressivos, as anfetaminas logo se tornaram uma droga recreativa para os nova-iorquinos modernos. Um antigo paciente do Dr. Freymann, citado no New York Times em 1973, declarou: "Se você quiser ter uma noitada, é só passar no Max (Dr. Max Jacobson), depois no Freymann e depois no Bishop (Dr. John Bishop). Era como ir de bar em bar". O diretor de cinema Joe Shumacher, que fazia uso de anfetaminas nos anos 60, concorda: "E nós achávamos que eram "injeções de vitamina".
Ministrar anfetaminas não era ilegal na época, mas havia normas oficiais contra a prescrição de "quantodades excessivas". O Dr. Robert perdeu sua licença por seis meses em 1968 e, em 1975, foi expulso da Medical Society do estado de Nova York por imperícia. Quando New York Times pediu em março de 1973, que ele defendesse seus atos, a resposta foi: "Os viciados mataram uma droga boa". Ele morreu em 1987.

EIC CLAPTON - LAYLA - DEMAIS!

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Para ver o Especial Eric Clapton, publicado originalmente em 1 de outubro de 2009, o link é: http://obaudoedu.blogspot.com/2009/10/especial-eric-clapton-gloriosa.html

RAUL SEIXAS E MARCELO NOVA - A PANELA DO DIABO

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Em sua última empreitada musical, Raul Seixas se juntou ao seu amigo Marcelo Nova para produzir A Panela do Diabo, uma verdadeira obra-prima da música nacional. O caldeirão abre com a famosa vinheta de Vincent e Davis, Be-bop-a-lula, só que dessa vez na voz de Raulzito e Marceleza. Os dois emendam com uma verdadeira declaração de amor ao "Rockn'roll", tão presente na vida de ambos e que segundo Seixas "morreu em 1959". O disco não economiza nos clássicos como "Carpinteiro do Universo", "Banquete de Lixo", "Pastor João e a Igreja Invisível", "Século XXI", "Nuit", "Quando eu morri", entre outras canções carregadas de cinismo, humor e dramaticidade que coroam A Panela do Diabo, o último suspiro de genialidade de Raul Seixas, acompanhado de seu não menos genial parceiro Marcelo Nova.

A Panela do Diabo foi lançado em 19 de agosto de 89. Raul Seixas faleceu no dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. Seu corpo foi encontrado às oito horas da manhã, pela sua empregada, Dalva. Foi vítima de parada cardíaca: seu alcoolismo, agravado pelo fato de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante. O LP A Panela do Diabo vendeu 150.000 cópias, rendendo ao Raul um disco de ouro póstumo, entregue à sua família e também a Marcelo Nova (parceiro de Raul, com quem gravou o LP), tornando-se assim um dos discos de maior sucesso do eterno Maluco Beleza

Para fazer o download dessa verdadeira preciosidade, clique no link:

PETER FRAMPTON - BREAKING ALL THE RULES

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No início dos anos 80, Peter Frampton já estava com o saco cheio da fama de "garoro romântico do rock" e resolveu fazer seu ábum mais comercial e agressivo de sua carreira. "Breaking All The Rules" de 1981, ultapassou todas as barreiras. Na gravação desse álbum Frampton foi acompanhado por nomes do nível de Steve Lukather, John Regan, Arthur Stead e Jeff Porcaro. O discão é puro rock and roll! Na faixa-título, Frampton demonstra toda a sua habilidade não só como excelente guitarrista mas também como vocalista. O som pesado é comandado pela guitarra de Frampton e a sua voz mais "quente" e forte dá um tom mais Blues à música. Para mim, "Breaking" é o melhor disco de Peter Frampton em toda sua carreira. Se tivesse que fazer uma lista com os 10 discos que gosto mais, certamente este não faltaria! Em setembro do ano passado, tive a honra de ver ao vivo, "a lenda" fazer suas estripolias com a velha Gibson Les Paul preta. Inacreditável!
DOWNLOAD:
Para ver ou rever a postagem sobre Peter Frampton em Brasília, publicada aqui em 10 de junho de 2010, clique no link:http://obaudoedu.blogspot.com/2010/09/um-verdadeiro-show-de-rock-and-roll.html e para ver a postagem original de "Breaking All The Rules", o link é:http://obaudoedu.blogspot.com/2009/06/peter-frampton-quebrando-tudo.html

quarta-feira, 16 de março de 2011

RESULTADO DA PROMOÇÃO DOS COMENTÁRIOS

9 comentários:
Ufa! Levou quase a manhã inteira conferindo e reconferindo postagem por postagem e anotando todos os comentários. Foram computados todos os comentários que foram feitos entre o dia 1/03 e 15/03 totalizando 421 comentários em 68 postagens. As mais comentadas foram: "Quem escrever mais, leva" (18 comentários), "OS BARBUDÃO" (14) e "O diário dos Beatles" (13). Gostaria de agradecer a cada um de vocês que participou e dizer que se seu nome não aparecer aqui, não fique triste! Continue amigo do blog, deixando seus comentários e enviando para os amigos. A próxima promoção, prometo que será mais criteriosa e menos complicada! Vamos lá?
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Parabéns, Valdir! Você vai receber "THE BEATLES - A HISTÓRIA ILUSTRADA" na sua casa sem despesa alguma. Valeu, galera! Muito obrigado! Um grande abraço para cada um de vocês!

terça-feira, 15 de março de 2011

PAUL McCARTNEY - LITTLE WOMAN LOVE - JÓIA!

5 comentários:

BRANDI CARLILE - THE STORY - LINK

7 comentários:
Hoje fiz uma postagem bem bacana com a "garota" que fez tanto sucesso aparecendo aqui quebrando o pau com sua versão de "I've Just Seen a Face" dos Beatles. Como ficou muito grande, preferi deixar apenas o link para a postagem dela, em prol de outras que considero mais importantes para aparecerem na 1ª página. Mas não se enganem: ficou muito legal e ainda tem os downloads. Não deixem de conferir! Valeu! Abração!

BRANDI CARLILE - THE STORY

6 comentários:
Brandi Carlile nasceu em 1 de Junho de 1981 em Ravensdale, Washington US. Com 8 anos, interpretou uma versão da canção country "Tennessee Flat Top Box" com a mãe e tiveram certa repercurssão. Brandi começou a tocar guitarra e escrever canções com 15 anos. Aos 16, começou a interpretar como coro para uma imitação de Elvis Presley. Em 2002, já com alguma (pouca) projeção, durante uma entrevista, Brandi Carlile assumiu-se como lésbica, achando que sua opção sexual não afetaria sua carreira. Ledo engano, minha filha! Em países conservadores como esses, é quase impossível “cantoras lésbicas” chegarem em algum lugar. E o caminho se mostrou difícil. Mas, não seria tão difícil assim, devido à beleza, charme e presença de palco da jovem cantora e intérprete.
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Antes de assinar com uma gravadora maior, Brandi Carlile cantou com dois irmãos gêmeos Tim e Phil Hanseroth para editoras de Seattle como The Crocodile, Tractor Tavern e Queen's Paragon. Brandi começou a atrair as atenções da indústria musical depois de Dave Matthews ter ouvido a interpretação da sua banda em 2003 no Sasquatch Music Festival.
A Columbia Records assinou um contrato com Brandi Carlile no final de 2004. Seu primeiro álbum pela Columbia chamou-se "Brandi Carlile" que incluiu algumas das suas canções mais famosas, sendo regravadas. Depois do lançamento de "Brandi Carlile", Brandi fez uma turnê com os irmãos Hanseroth durante quase dois anos, onde trabalharam em canções que viriam a fazer parte do álbum "The Story.
Seu segundo álbum "The Story", foi lançado em abril de 2007. Produzido por T. Bone Burnett incluiu uma colaboração com as "Indigo Girls" na canção "Cannonball". O álbum foi gravado numa sessão de 11 dias, com Brandi Carlile, os irmãos gêmeos Hanseroth, o violoncelista Josh Neumann e o baterista Matt Chamberlain para capturar o som das suas interpretações ao vivo.
Quatro canções de Brandi Carlile foram incluídas no soundtrack na série Grey's Anatomy, da ABC: "Tragedy," "What Can I Say," "Throw It All Away" e "Turpentine". Em abril de 2007, a série Grey's Anatomy estreou uma versão do vídeo para o single The Story. Em novembro de 2007, Brandi Carlile visitou a Inglaterra durante o seu primeiro concerto no Reino Unido no Borderline em Londres. Em Portugal, a artista começou a ser famosa, depois que a canção The Story foi veiculada num anúncio publicitário da cerveja Super Bock. A canção atingiu a posição nº 1 no top de downloads e passou a ser transmitida em todas as rádios nacionais. Brandi Carlile considera que fez um dos melhores concertos da sua vida, quando atuou para mais de 20 mil pessoas, no festival Sudoeste em agosto de 2008.
Em 2009, gravou seu mais recente álbum, Give Up The Ghost, no estilo Folk, com faixas de alta qualidade, incluindo uma que se destaca entre elas "Dreams" com o uso maior da voz, para quem não gosta de Folk, esta se destaca com um estilo pop rock. Além de Phil Hanseroth, Tim Hanseroth e Josh Neumann, a baterista Allison Miller também compõe a banda de Brandi Carlile atualmente.Em 2010, o single "Before It Breaks" foi inserido no soundtrack da nova série do USA Network: Covert Affairs. Brandi trabalhou para a Reverb, uma organização ambiental sem fins lucrativos durante o ano de 2007. Também participou com Ben Taylor no "Eden Presents… Alive In The World concert", um concerto para ajudar a "Eden Florida", organização que cuida de crianças e adultos autistas.

THE BEATLES - 12-BAR ORIGINAL

4 comentários:

Gravada entre "What Goes On" e "I'm Looking Through You", em novembro de 1965, essa pode ter sido uma canção inicialmente para Rubber Soul. Dois takes foram feitos, um foi mixado, mas nenhum foi lançado. É uma das faixas mais atípicas dos Beatles e parece ter sido uma tentativa de imitar o soul de Menphis. O modelo mais óbvio é Booker T. & The MG's - formada pelo tecladista Booker T. Jones, o baterista Al Jackson, o baixista "Duck" Dunn e o guitarrista Al Cropper -, músicos de gravação da Stax Records que acompanhavam primores do sul, como Otis Redding, Sam and Dave e Eddie Floyd. A banda desfrutou de alguns sucessos instrumentais com seu próprio nome, começando com "Green Onions", em 1962. "12-Bar Original", creditada aos quatro Beatles, parece um pastiche de "Green Onions" e da sua sucessora, "Jellybread", sem o inconfundível teclado. A faixa foi gravada em um momento em que os Beatles estavam lutando por reconhecimento como músicos e também em uma conjuntura do pop britânico em que os sons mais pesados dos Animals, Yardbirds, Kinks e Preety Things estavam tomando o espaço da Tin Pan Alley.

THE BEATLES ANIMATION - SENSACIONAL!

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THE SMITHREENS - B-SIDES THE BEATLES

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