terça-feira, 24 de março de 2009

HELP! A AVENTURA COLORIDA DOS BEATLES

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Desde que coloquei o Baú do Edu no ar, sonhava com o dia de publicar esta postagem. Finalmente chegou a oportunidade de poder homenagear meu filme e disco preferido dos Beatles.
“HELP!”, a canção, o filme e o disco foram os responsáveis diretos pela minha Beatlemania temporã. Vi “HELP!”pela 1ª em julho de 75. Exatos 10 anos depois de sua estréia nos cinemas e 5 depois do “fim” dos Beatles.
O que mais me impressionou no filme foi a cena de abertura quando os fanáticos estão no templo preparando o sacrifício e os Beatles explodem na tela cantando HELP! em preto e branco e o Swami atira dardos tentando acertar Ringo. Imagino que este tipo de choque que levei tenha sido o mesmo que Brian sentiu quando viu os Beatles pela 1ª vez no Cavern, ou milhões de expectadores que os viram diante da TV no programa de Ed Sullivan.
O impacto que “HELP!” teve sobre mim foi fulminante e arrasador. Naquela tarde que vi o filme pela primeira vez, quando terminou a sessão, disse para os amigos que estavam comigo que podiam ir embora, porque eu queria ver de novo pelo menos mais duas vezes. Depois, mais duas. O Eduardo que voltou para o apartamento 212, do bloco H da 312 Norte não era mais o mesmo.
A.H. D.H. Antes e depois de HELP! Foi assim que minha vida ficou dividida. Para sempre. E eu gosto mais da segunda.







Filmado em seis semanas de 1965 e dirigido novamente por Richard Lester, “Help!” tomou o rumo de paródia roqueira de James Bond e custou o dobro do longa anterior, por ser colorido e ter locações “exóticas” (Bahamas e os alpes). Na trama, os Beatles são perseguidos por um bando de fanáticos de uma seita hindu, porque Ringo está com o anel do sacrifício. Anos depois, os Beatles admitiram que filmaram chapados. Foi o começo do fim dos terninhos e a chegada de novos tempos. E essa transição acabou registrada nas imagens.


O disco contendo a trilha sonora de “Help!” vendeu milhões de cópias e é verdadeira coleção de hits. A faixa-título apontava para o desgaste da pressão da Beatlemania, que em pouco tempo levaria a banda a abandonar as turnês. Mas talvez mais significativa tenha sido “You’ve Got to Hide Your Love Away”, em que Lennon, inspirado em Bob Dylan, coloca suas próprias emoções na música e pondera a situação amorosa de seu empresário homossexual Brian Epstein. A trilha também trouxe a canção mais regravada de todos os tempos, “Yesterday”, composta por Paul McCartney. George Harrison ainda aproveitou para homenagear sua então namorada Pattie Boyd com “I Need You”. “Act Naturally” e “Dizzy Miss Lizzy” foram os últimos covers a entrar num álbum do quarteto e “Ticket to Ride” foi considerada por John uma das primeiras canções do heavy metal, devido a batida forte e ao solo de guitarra.


Após a estréia do filme, os Beatles fizeram o primeiro show da história num estádio (o Shea Stadium em Nova York), que bateu todos os recordes de público de eventos musicais da época. A trilha ficou 11 semanas em primeiro lugar.

EDU NO OFTALMOLOGISTA

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- Doutor, Doutor, não estou enxergando nada!
- Meu filho, você ficou cego faz dez anos!

sexta-feira, 20 de março de 2009

JOHN LENNON EM REVISTA E DVD

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John Lennon é a atração desse mês da revista SHOWTIME. A revistinha tenta traçar um perfil da personalidade do ex-beatle, tem uma discografiazinha e umas fotinhas "inéditas". O DVD que acompanha a revista, é melhorzinho. Traz uma entrevista com Mark David Chapman, um dos homens mais odiados do planeta. O assassino diz que buscou forças no satanismo para poder levar seu plano até o final. Em seguida, celebridades revelam detalhes do impacto que a morte de Lennon teve em suas vidas. Uma bosta! Só para loucos como eu.

segunda-feira, 16 de março de 2009

ROLLING STONE ENTREVISTA PAUL McCARTNEY

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Caros amigos do Baú:
Quem viu ou leu a entrevista da Playboy com John Lennon, não pode deixar de conferir uma com SIR PAUL McCARTNEY. O lado bom da maçã. É uma entrevistinha curta. Mas o velhão vai falar sobre o Verão do Amor, Sgt. Pepper's, a separação dos amigos e sua visão da política mundial. Não é nova. Mas é mais atual do que nunca. Absolutamente imperdível! Devia ser ensinado nas escolas!...

Aqui, no Baú do Edu:


domingo, 15 de março de 2009

A MULHER MAIS BONITA DO UNIVERSO

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EM TODOS OS TEMPOS!!!

O Baú do Edu tem a honra e o enorme prazer de fazer sua homenagem à mulher mais linda do universo. Um dos maiores ícones da cultura pop do século XX. Só perde para os Beatles, Presley e Mickey Mouse.

Marilyn Monroe personificou o glamour hollywoodiano com incomparável brilho e energia que encantaram o mundo. Apesar de sua beleza deslumbrante, suas curvas e lábios carnudos, Marilyn era mais do que um símbolo sexual na década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua nata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro. Ela dominou a era das grandes estrelas e, sem dúvida, foi a mulher mais famosa do século 20.

“Eu sabia que eu pertencia ao público e ao mundo, não pelo fato de ser talentosa ou até mesmo bonita, mas porque eu nunca pertenci a nada ou a ninguém”.

Se estivesse viva, essa cavalona completaria 82 anos.Quando ela morreu, os Beatles ainda não tinham explodido. Esse encontro poderia ter sido bacana. Ela é uma das figuras que os Beatles homenageiam na capa do Sgt. Pepper's, com destaque Falou Marilyn. Você é a mulher nota 1000!!!

"Marilyn Monroe Color Study" Art : James Gill - Acrylic on Canvas - 40" x 54"

O LOGOTIPO "THE BEATLES"

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Em janeiro de 63, Ringo estava acompanhado de Brian Epstein quando entrou na loja "Drum City" em Londres para comprar uma bateria nova. Agora, era baterista dos Beatles. A Drum City era a melhor loja de instrumentos da cidade. Ivor Arbiter, em abril de 1963, recebeu um telefonema da loja dizendo que um empresário importante de Liverpool chamado Bian Epstein estava lá acompanhado de um baterista.
Eles foram conduzidos ao escritório de . Agora, era baterista dos Beatles. A Drum City era a melhor loja de instrumentos da cidade. Ivor Arbiter, e lá Ringo disse que queria uma bateria Ludwig preta. Era impossível Não existiam baterias pretas dessa marca.
Ringo então viu em cima da mesa de Ivor várias amostras de acabamento. Ao ver a amostra do "Oyster Black" Ringo disse: Quero esta! I Brian disse que queria uma "marca" que fosse dos Beatles e que fosse gravada na pele do bumbo, Ivor Arbiter, não sabia. Mas naquele dia criou um dos logotipos mais conhecidos do universo. Fez uns rabiscos num papel de carta e num dos desenhos colocou o "T" e o "B! de forma diferenciada do resto. E, assim criou o logotipo hoje, conhecido mundialmente. Ringo e Brian aprovaram na hora. Arbiter nunca lucrou nada com sua criação.


sábado, 14 de março de 2009

SUPERBANDAS INESQUECÍVEIS - THE EASYBEATS

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Na cola do sucesso dos Beatles, surgiram centenas de bandinhas “beat” em todos os cantos do mundo. Na Austrália (como no Brasil) a coisa não foi diferente. Algumas (poucas) muito boas. The Easybeats era uma dessas. Foram diretamente influenciados pelos Beatles e outros grupos adjacentes da chamada invasão britânica. Rapidamente se tornaram uma das bandas mais populares de Sidney, ainda em início de carreira. No final de 1965 eles eram o grupo mais popular da Austrália, com muitos hits tocando nas rádios (todos escritos por Stevie Wright e George Young) e seus shows eram marcados por intensa histeria dos fãs.Em 1966 os Easys foram para Londres e gravaram uma série de músicas no estúdio Abbey Road, já com um produtor freelancer, Shel Talmy (notado pelo seu trabalho com a banda The Who e The Kinks). Entre elas “Friday On My Mind” (G. Young e H. Vanda), que ficou em 1º lugar na Austrália, 6º lugar no Reino Unido, 16º nos EUA e entrou no Top das 10 mais tocadas na França, Holanda, Itália e Alemanha, chegando a vender mais de um milhão de cópias em todo o mundo. A canção chegou a ser regravada em 1973 por David Bowie no seu álbum Pin Ups. Eles fizeram uma turnê pela Europa (com os Rolling Stones) e pelos EUA. Depois da “volta pra casa”, em 1967, o baterista Gordon Henry Fleet, deixa a banda e é substituido por Tony Cahil. Começa o declínio, que terminaria com o fatal fim da banda em 68.
FRIDAY ON MY MIND também foi regravada pelo grande Peter Frampton no seu fantástico Breaking All The Rules, de 83. Meu amigo Dinamite me disse que George Young é irmão mais velho dos doiis Youngs do AC/DC. Valeu!

THE EASYBEATS


Stevie Wright: vocalista principal
George Young: guitarrista
Harry Vanda: guitarrista
Dick Diamonde: contrabaixista
Gordon “Snowy” Henry Fleet: baterista

Senhoras e senhores: com vocês "THE EASYBEATS - FRIDAY ON MY MIND"

quarta-feira, 11 de março de 2009

FOTO DO DIA - RINGO

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PETE BEST - O 1º BATERISTA DOS BEATLES

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No dia 16 de agosto de 1962, quando as coisas começavam a ir bem para os Beatles, quando receberam uma proposta de contrato da gravadora EMI e produziam seu primeiro disco, o empresário Brian Epstein chamou Best e avisou que seus companheiros de banda tinham decidido substituí-lo por Ringo Starr.
"Fomos covardes. Passamos o trabalho sujo para Epstein", recordou muitos anos depois Lennon. Desde então, Best nunca mais falou com nenhum dos Beatles.
Mesmo tendo ficado deprimido depois de ter sido expulso da banda, chegando ao ponto de tentar suicídio, o ex-baterista explica que se sente uma pessoa com sorte e que não guarda rancores. “As pessoas esperam que eu seja ácido e enraivecido, mas não é assim. Me sinto sortudo. Só Deus sabe quantos problemas os Beatles enfrentaram. Quando me expulsaram, nenhum de nós sabia o que iria acontecer. É verdade que as pessoas diziam que nós seríamos mais famosos que o Elvis, mas eu não acreditava e acho que eles também não", concluiu.

Pete Best está com 68 anos e continua um excelente baterista. Faz apresentações por todo o mundo com sua “PETE BEST BAND” e é sucesso por onde passa. Tenho dois discos, que são o maior cacete! Valeu Pete. Você é Best. Mas Ringo é melhor.


quinta-feira, 5 de março de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

PAUL & RINGO JUNTOS EM NOVA YORK

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Os dois Beatles participarão de um show
beneficiente no Radio City Music Hall, dia 4 de abril.
Os dois Beatles, Paul e Ringo vão se encontrar para tocarem algumas músicas durante um evento beneficente, de acordo com a equipe inglesa da Fundação David Lynch.
Segundo a BBC, o show será no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 4 de abril. Os ingressos começam a ser vendidos na próxima segunda-feira (9).
Durante uma entrevista no talk show “The View”, na TV norte-americana, McCartney disse que “vai ser duca..." tocar e cantar com Ringo Starr.
Estaremos todos lá. AxéDudu!

A PENÚLTIMA IDA AO PSIQUIATRA

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- Doutor, toda parte do meu corpo que toco, dói!
- Vamos ver...Eduardo, meu filho:
VOCÊ ESTÁ COM O DEDO QUEBRADO!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

PLAYBOY ENTREVISTA JOHN LENNON - 1980

3 comentários:
Caros amigos: foi uma experiência formidável ler e reler, linha por linha, tudo o que John Lennon disse na histórica (e rara!) entrevista à revista Playboy dias antes da tragédia. A sinceridade de John impressiona. Até pela crueza com que fala de certos assuntos. Fala do período em que esteve recluso, o que andou fazendo, sua vida com Yoko Ono, Beatles, Jagger, Dylan e a conturbada relação com Paul McCartney. O mais impressionante é como as palavras e idéias do velho estão mais atuais do que nunca. Mesmo depois de 28 anos. Espero que gostem e deixem seus comentários. Abração! Edu. BEATLES 4 EVER! BADFINGER BOOGIE!

PARA LER A ENTREVISTA, CLIQUE AQUI:
http://obauentrevistajlplayboy-edu.blogspot.com/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

GEORGE'S BIRTHDAY - YEAH, HARE HARE!!!

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Hoje é aniversário de George Harrison. Um Ser Iluminado.66 anos. Parabéns, velho amigo de tantos anos. Em sua homenagem, 2 supervídeos.O 1º, de 1979, "BLOW AWAY”, quando você tinha 36. O 2º, em 1965, com os Beatles. “I NEED YOU”. Você estava com 22 anos. Valeu. Seus amigos do Baú do Edu. Hare Krishna!

GEORGE HARRISON - BLOW AWAY



THE BEATLES - I NEED YOU

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

EDU VOLTA AO PSIQUIATRA

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Edu diz ao psiquiatra:
- Doutor, quando estou com os dois pés no chão
estou bem, quando estou com um pé só, também.
Mas quando levanto os dois eu caio. Será fraqueza?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

SUPERBANDAS INESQUECÍVEIS - THE HOLLIES

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THE HOLLIES

The Hollies - banda britânica de rock and roll formada no princípio dos anos 1960. Eles foram contratados pela Parlophone em 1963 como colegas de selo dos Beatles, e lançaram seu primeiro álbum nos Estados Unidos em 1964 durante a primeira leva da Invasão Britânica. Eles são comumente associados a Manchester, pois vários de seus integrantes originais vinham da cidade e de comunidades vizinhas. O grupo foi criado pelos amigos de infância Allan Clarke, vocalista, e Graham Nash, em meados de 1962. Em seguida juntaram-se Don Rathbone na bateria, Eric Haydock no baixo, e Vic Steele na guitarra-solo. Steele foi rapidamente substituído por Tony Hicks. Em 1963, quando o grupo começou a fazer um certo sucesso, Don Rathbone passou ao posto de “roadie” e foi substituído por Bobby Elliot, considerado por muitos como um dos melhores bateristas ingleses do período do Merseybeat. Apesar de normalmente não ser lembrada como uma das principais bandas de rock dos anos 1960, os Hollies emplacaram diversos sucessos e se tornaram, ao longo da década, o segundo grupo de maior sucesso da Grã-Bretanha em termos de vendagem de discos, atrás apenas dos Beatles. O grupo se caracterizou por impecáveis trabalhos vocais, duplos ou triplos, com Clarke, Nash e Hicks, o que ainda rende comparações com o trabalho feito anteriormente pelos Everly Brothers. Entre as canções mais populares do conjunto, destacam-se “Stay”, “Bus Stop”, “Look Through Any Window”, “Sorry Suzanne”, “Jennifer Eccles”, “All I Need Is The Air That I Breathe” e “Long Cool Woman”, várias delas com versões em português, escritas ou gravadas por diversos artistas da Jovem Guarda.

Em 1967, os Hollies participaram do Festival de Sanremo com a música “Non Prego Per Me”, em dupla com o cantor local Mino Reitano, mas, apesar da atitude incomum para os grupos ingleses de rock mais conhecidos da época, a gravação não empolgou os jurados, e a música não passou da primeira fase do concurso.O conjunto passou por várias mudanças em sua formação, sendo a primeira delas a saída de Haydock, por desconfiar que o grupo não estava recebendo os pagamentos a que tinha direito pelos shows e pela venda de discos. Ele foi substituído no baixo por Bernie Calvert em 1966.Em 1968, a canção “King Midas In Reverse”, escrita por Nash e gravada com diversos recursos de estúdio que eram usados por grupos como os Beatles e os Beach Boys, não se tornou o sucesso que se esperava, o que fez o grupo voltar à fórmula pop original e lançar “Jennifer Eccles” com grande sucesso — mas o fiasco desanimou Nash, que vinha tentando impôr um novo estilo ao grupo, sem a respectiva aceitação pelos companheiros. Este fato é apontado pelos críticos de música como a principal causa da saída de Nash do conjunto e sua ida para os Estados Unidos, para integrar o trio Crosby, Stills and Nash. Em seu lugar, entrou Terry Sylvester, que tinha passado antes pelos grupos The Escorts e Swinging Blue Jeans.

No fim de 1971, abatido com a saída do conjunto de seu amigo de infância, Allan Clarke também deixou o conjunto para seguir carreira solo, e foi substituído pelo sueco Mikael Rickfors, então um cantor já popular na Europa. No entanto, apesar de cantar em inglês com facilidade, Rickfors não era fluente na língua, o que lhe rendeu dificuldades (segundo sua própria biografia, de 2002). O grupo mudou de gravadora, passando da Parlophone para a Polydor, e conseguiu um novo sucesso internacional com “The Baby”, mas logo em seguida a ex-gravadora lançou a gravação, feita ainda com Clarke no vocal, de “Long Cool Woman”, que rapidamente escalou as paradas de sucessos. A conjunção dos fatores fez com Clarke reassumisse o microfone dos Hollies em 1973, onde ficou até 2002. Apesar das diversas mudanças na formação, o grupo continuou a gravar e a fazer concertos durante os anos 1970 e 1980. Os Hollies ainda apresentam-se esporadicamente, com poucos integrantes originais.

ÁLBUM RECOMENDADO:
The Hollies - The Air That I Breathe (The Very Best Of The Hollies) - 1993

1. The Air That I Breathe 2. Bus Stop 3. Just One Look 4. Yes I Will 5. Look Through Any Window 6. He Ain't Heavy He's My Brother 7. I Can't Let Go 8. We're Through 9. Searchin' 10. Stay 11. I'm Alive 12. If I Needed Someone 13. Here I Go Again 14. Stop Stop Stop 15. On A Carousel 16. Carrie Anne 17. King Midas In Reverse 18. Jennifer Eccles 19. Listen To Me 20. Sorry Suzanne 21. I Can't Tell The Bottom From The Top 22. Gasoline Alley Bred 23. Hey Willy 24. Long Cool Woman In A Black Dress 25. The Day That Curly Billy Shot Down Crazy Sam McGee Gee 26. The Woman I Love

DOWNLOAD DO ÁLBUM:

http://link-protector.com/649462/

http://link-protector.com/649463/

Senha: Hassin Nundah

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

VAN GOGH - A GENIALIDADE DE VINCENT

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A genialidade de Vincent Van Gogh só foi reconhecida depois de sua morte. Em vida, o artista holandês, que passou fome e frio, viveu em barracos e conheceu a miséria, vendeu apenas uma pintura - "O Vinhedo Vermelho".Resultado de imagem para O Vinhedo Vermelho van goghResultado de imagem para O Retrato de Dr. Gachet van gogh
Em maio de 1990, uma de suas mais conhecidas obras, "O Retrato de Dr. Gachet", pintado um século antes, justamente no ano de sua morte, foi comercializado por US$ 82,5 milhões. Maior expoente do pós-impressionismo, ao lado de Paul Gauguin e Paul Cézanne, Vincent Willen Van Gogh, foi sempre sustentado pelo irmão Theodorus, com quem trocou mais de 750 correspondências - documentos fundamentais para um estudo mais aprofundado de sua arte. Na sua fase mais produtiva (1880/90), Vincent foi completamente ignorado pela crítica e pelos artistas. Atualmente, os seus quadros estão entre os mais caros do mundo.Resultado de imagem para van gogh obras
Na infância, o jovem Vincent aprendeu inglês, francês e alemão. Com 15 anos, deixou os estudos para trabalhar na loja de um tio, em Haia (Holanda). Com 24, achou que sua vocação era trabalhar com a evangelização, chegando a estudar teologia, em Amsterdã. Pouco tempo depois, dividiu os seus poucos bens com os pobres e passou a ser sustentado pelo irmão, ao mesmo tempo em que iniciava a carreira profissional como pintor. Vincent, que também morou na França e na Bélgica (onde conviveu com mineiros extremamente pobres), pintou mais de 400 telas nos três anos anteriores à sua morte foram os mais produtivos.
Resultado de imagem para van gogh ARLES
Uma mudança fundamental na vida do pintor holandês aconteceu quando Vincent trocou Paris por Arles, mais ao sul da França. Na pequena cidade, alugou uma casa e intensificou o seu trabalho, ao lado de Gauguin. Após um período de ótima convivência, os dois pintores começam a discutir muito e Vincent ataca Gauguin com uma navalha em dezembro de 1888. Inconformado com o fracasso do ataque e completamente transtornado, Vincent corta o lóbulo de sua orelha esquerda com a própria arma. Em seguida, embrulha o lóbulo e o entrega a uma prostituta.Resultado de imagem para SELF van gogh
Internado em um hospital, recebe a visita do irmão Theodorus. No começo de janeiro de 1889, Vincent deixa o hospital, mas apresenta sinais evidentes de disfunção mental - às vezes, aparenta tranquilidade, em outras oportunidades, demonstra alucinações.
Internado pelo irmão em um asilo, Vincent não deixa de pintar. Por ironia, à medida que a sua saúde fica ainda mais deteriorada, a classe artística começa a reconhecer o seu talento, expondo alguns de seus trabalhos em museus. Quando deixou o asilo, o pintor holandês foi morar nas imediações da casa de seu irmão. Nesta época, pinta, em média, um quadro por dia.Resultado de imagem para arles van gogh
Depois de ver os seus problemas mentais serem agravados, Theodorus decide que Vincent será tratado pelo médico Paul Gachet. Em maio de 1890, aparentando estar recuperado, Vincent passa a morar em Auvers-sur-Oise, a noroeste de Paris, onde pinta freneticamente.Imagem relacionada
Em julho, uma nova recaída no estado de saúde do artista, que também demonstra inconformismo com as dificuldades financeiras enfrentadas pelo seu irmão. No dia 27, Vincent sai para fazer um passeio e toma uma decisão drástica - atira contra si mesmo, no peito. Cambaleando, volta para sua casa, mas não diz a ninguém que tinha tentado o suicídio. Encontrado por amigos, Vincent passa as últimas 48 horas de sua vida, conversando com o seu irmão - os médicos não conseguiram retirar a bala do tórax. No dia 29, pela manhã, o artista morreu e o seu caixão foi coberto com girassóis, flor que ele tanto amava.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

45 ANOS DA INVASÃO DOS ESTADOS UNIDOS

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No dia 7 de fevereiro de 1964, uma multidão de quatro mil fãs ingleses foram ao Aeroporto Heathrow se despedir dos Beatles, que partiam pela primeira vez para conquistar a américa. Estavam acompanhados por fotógrafos, jornalistas e pelo produtor musical Phil Spector, que estava no mesmo vôo. Quando o vôo 101 da PanAm tocou o solo do Aeroporto JFK em Nova York, à 13:20 da tarde do dia 7 de fevereiro de 1964, os Beatles foram saudados por cerca de três mil fãs enlouquecidos. Após uma coletiva de imprensa, partiram em limusines em direção à cidade. Quando chegaram ao Plaza Hotel, foram recepcionados por centenas de fãs – a maioria garotas – e repórteres.
Os Beatles fizeram sua primeira aparição ao vivo na televisão americana no The Ed Sullivan Show, em 9 de fevereiro de 1964. E foram vistos por 74 milhões de telespectadores – cerca da metade da população americana – assistiu o grupo tocar no programa. Pode-se dizer sem exagero que ali a Beatlemania nascia de fato porque agigantava-se para o mundo, rompendo de vez as fileiras do Reino Unido e de meia dúzia de países europeus. Em 11 de fevereiro de 1964, fizeram seu primeiro concerto ao vivo nos Estados Unidos, no Washington Coliseum, em Washington, D.C. Os Estados Unidos e o resto do mundo nunca mais foram os mesmos. Nem os Beatles!!! Thanks.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

VOCÊ CONHECE ESSA MULHER?

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É ela mesmo! Susan Dey. A inesquecível gatinha linda Laurie, da também inesquecível série "A Família Do Re Mi", que fez muito sucesso no início dos anos 70. Está com 61 anos. Na época da 1ª temporada da série, ela tinha 14 anos.

A FAMÍLIA DÓ RÉ MÍ

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Que tal viajar com sua família, em um ônibus, por todo o país, só tocando e se divertindo? Essa era a vida da Família Dó Ré Mí. Uma família musical liderada por Shirley Partridge, a mãe dos 6 membros da banda The Partridge Family. A série foi criada em 1971 e teve 4 temporadas de muito sucesso nos EUA e em outros países. Um dos membros da família tinha uma atenção especial das fãs. Era Keith Partridge (David Cassidy) que se tornou símbolo sexual e viu sua carreira de cantor subir aos primeiros lugares no shows bizz americano. Cassidy começou a fazer shows com sua banda, ao mesmo tempo em que gravava os episódios da série e seus discos, o que se tornou um grande problema, para ele e para o elenco. Na terceira temporada, Cassidy já não suportava a maratona de shows e gravações e o desgaste no relacionamento do elenco foi se agravando.
Shirley Jones, a atriz que vivia o papel da mãe da família, era madrasta de Cassidy e tentava encorajá-lo e aconselhá-lo nos momentos de crise. Isso segurou o elenco por um bom tempo. Havia também uma tensão sexual entre Cassidy e Susan Dey, a Laurie. Susan era apaixonada por Cassidy, mas ele naquela momento não tinha tempo para mais nada além das turnês e gravações. As coisas tornaram-se muito difíceis na quarta e última temporada da série, em 1973. Danny Bonaduce havia experimentado drogas e começou a ser mais um problema dentro do elenco da série. O garoto brincalhão e ególatra tornará-se um chato, mal humorado, e isso estava contribuindo para o desgaste final do grupo. A série foi encerrada no início de 1974 e individualmente, nenhum dos atores conseguiu o mesmo destaque.

Fonte: Mofolândia http://www.mofolandia.com.br/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

EDU VAI AO PSIQUIATRA

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O psiquiatra incentiva Edu:
- Ok, Edu, pode me contar tudo desde o início.
Edu:
- Pois bem, doutor... no princípio, eu criei o céu e a terra.
Special tahnks:
Leo!