sábado, 10 de abril de 2010

STUART SUTCLIFFE - O 5º BEATLE

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Stuart Fergusson Victor Sutcliffe, nasceu na Escócia, na cidade de Edimburgo. Cresceu na pequena cidade de Huyton, próxima a Liverpool, Inglaterra.Stuart Sutcliffe foi o primeiro baixista dos Beatles. Sua entrada nos Beatles deu-se pela amizade que tinha com o líder do grupo, John Lennon. Stu e John se conheceram na escola de arte chamada Liverpool College of Art. Stu era um jovem interessado em pintura e, ao ganhar um dinheiro com a venda de algumas de suas obras, foi convencido por John a comprar um contrabaixo elétrico e entrar para os Beatles. Seu estilo musical era limitado e, sendo algo que o incomodava, era comum vê-lo tocando de costas para o público.Antes da fama, os Beatles fizeram uma pequena turnê à cidade de Hamburgo, na Alemanha, e foi lá que Stu acabou conhecendo Astrid Kirchherr. Astrid tornou-se sua namorada e foi ela quem deu a idéia do estilo de cabelo dos Beatles (franjas penteadas para frente). Pouco tempo depois, Stu Sutcliffe deixou a banda para ficar com a namorada em Hamburgo e dedicar-se completamente à pintura (sua verdadeira paixão). Alguns meses depois, no dia 10 de abril de 1962, ele morreu de hemorragia cerebral aos 21 anos de idade. Como artista, Stu mostrava em suas obras influências britânicas e européias de artistas abstratos misturada com influência do movimento abstrato expressionista americano. Hoje algumas de suas obras encontram-se em galerias de Liverpool, Inglaterra.

E agora, você confere um pedacinho do excelente filme BACKBEAT - OS 5 RAPAZES DE LIVERPOOL - que conta a história do romance de Stu e Astrid. Valeu! Abração!

BRIAN SETZER - PURO ROCK AND ROLL!

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O guitarrista, cantor e compositor Brian Setzer nasceu em Long Island, New York, no dia10 de abril de 1959. Durante a década de 80, Setzer liderou a popular banda de rockabilly Stray Cats. Setzer, Lee Rocker (Leon Drucker) e Slim Jim Phanton (James McDonnell) decidiram ir para Londres onde acreditavam, teriam melhor aceitação e apreciação do seu estilo e de seu som. Os Stray Cats ganharam a atenção da América com o álbum de 1982, Built for Speed, o qual inclui dois hits Top 10: Rock This Town e Stray Cat Strut, bem como o seu álbum sucessor Rant 'N Rave, que também inclui dois singles bem-sucedidos: (She's) Sexy + 17 e I Won't Stand in Your Way.
No final dos anos 1980 também tocou com uma banda liderada por Robert Plant, The Honeydrippers. Em 86, lançou-se numa bela carreira-solo com um excelente disco “The Knife Feels Like Justice” - um dos melhores discos de rock que já ouvi e que já esteve aqui para download em 2010. Nos anos 1990, Setzer liderou um retorno para o Swing e as músicas das Big Bands, formando uma nova banda incrível: The Brian Setzer Orchestra. A banda já lançou sete álbuns e dois DVDs ao vivo.
Brian Setzer foi agraciado com o prêmio Orville H. Gibson Lifetime Achievement no Gibson Awards de 1999. Em 1999, os outros agraciados deste prestigioso prêmio foram B. B. King, Emmylou Harris, Vince Gill e John Fogerty. Henry Juszkiewicz, presidente e CEO dos instrumentos musicais Gibson, disse a Brian, na premiação de 1999: "Por seu rápido sucesso como um Stray Cat até sua nomeação para o Grammy e pelo triunfo multi-platina com a Brian Setzer Orchestra, Brian continua a demonstrar sua genialidade criativa como um dos maiores músicos americanos e exímio guitarrista".
Desde 2000, Brian ganhou 3 prêmios Grammy: Melhor Performance de Grupo Pop para Jump, Jive An' Wail, e dois de Melhor Performance Pop Instrumental por Sleepwalk e Caravan. Em dezembro de 2006 ele recebeu sua 7ª nomeação para o Grammy por sua versão de My Favorite Things, novamente na categoria Melhor Performance Pop Instrumental.
Brian Setzer também gravou alguns álbuns-solo durante o hiato do Stray Cats nos anos 1980 junto com alguns nos anos 1990. Em 2001, lançou um álbum intitulado Ignition com a banda '68 Comeback Special. Um álbum tributo a gravadora Sun Records, intitulado Rockabilly Riot Vol. 1: A Tribute To Sun Records foi lançado em 26 de julho de 2005, nos Estados Unidos. Seu último álbum em carreira solo, intitulado 13, foi lançado em outubro de 2006. Recentemente mudou-se do sul da Califórnia para Minneapolis, Minnesota, com sua esposa Julie Setzer (Julie nee Reiten, quando solteira), a qual ele primeiramente encontrou em sua audição (e posterior contratação) como uma das backing vocals para a Brian Setzer Orchestra, em 2000. Eles se casaram em Palm Springs, Califórnia, no verão de 2005. Brian continua em turnê nos Estados Unidos e em outras localidades, em carreira solo, com os Cats e/ou com sua orquestra. Brian também participou em um episódio de 2002 na popular série animada Os Simpsons. Ele dublou a si próprio como um tutor de um fictício acampamento de Rock 'N Roll. Em 25 de setembro de 2007 The Brian Setzer Orchestra lançou seu mais novo álbum, Wolfgang's Big Night Out que apresenta Setzer em peças clássicas, como a 5ª Sinfonia e Für Elise de Beethoven.Brian Setzer também interpretou Eddie Cochran no filme biográfico da vida de Ritchie Valens, La Bamba.

FOTO DO DIA - GEORGE HARRISON

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Enviada por Eduardo Krüger

segunda-feira, 5 de abril de 2010

VEM AÍ O SUPERESPECIAL "PLANETA DOS MACACOS" - IMPERDÍVEL!

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Então, finalmente vamos fazer o "Especial PLANETA DOS MACACOS - O ORIGINAL". Quem quiser paricipar e tiver qualquer contribuição, uma lembrança que seja, uma referência, um link, mande para eduardobadfinger@gmail.com e será bem vindo! Se demorar........... estarão perdidos para sempre no infinito e além!

KURT COBAIN - 1967/1994

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Kurt Donald Cobain nasceu em Aberdeen, Washington em 20 de Fevereiro de 1967 e suicidou-se em Seattle no dia 5 de Abril de 1994, no auge do sucesso. Com o single "Smells Like Teen Spirit" do segundo álbum do Nirvana, Nevermind (de 1991), a banda foi direto para o topo, popularizando um subgênero do rock alternativo chamado grunge. Outras bandas grunge de Seattle, como Alice in Chains, Pearl Jam e Soundgarden também ganharam um público mais vasto, e como resultado, o rock alternativo tornou-se um gênero dominante no rádio e na televisão nos Estados Unidos no início dos anos 90. O Nirvana foi considerado a principal banda dessa geração, e Cobain, como seu líder, encontrou-se ungido pela mídia como "porta-voz" dessa tendência. Cobain estava desconfortável com a atenção e colocou seu foco na música da banda, acreditando que a mensagem e a visão artística tenham sido mal interpretadas pelo público.

Durante os últimos anos de sua vida, Cobain lutou contra o vício da heroína, a doença e a depressão, a sua fama e imagem pública, bem como as pressões ao longo da vida profissional e pessoal em torno de si mesmo e sua mulher, uma doida conhecida como Courtney Love. Kurt Cobain deu fim à sua existência com um tiro de espingarda na cabeça. As circunstâncias de sua morte, por vezes, tornam-se um tema de fascínio e debate. Desde sua estréia, o Nirvana, com Cobain como compositor, vendeu mais de vinte e cinco milhões de álbuns somente nos EUA, e mais de cinqüenta milhões em todo o mundo. Desde sua morte, Cobain foi considerado por muitos jornalistas e fãs como um dos maiores músicos de sua geração.

domingo, 4 de abril de 2010

O CORINGA - O PALHAÇO DO CRIME

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O Coringa é o maior vilão do universo de Batman e do cast da produtora DC Comics. Foi criado por Bill Finger e Bob Kane a partir de uma sugestão de Jerry Robinson O Coringa é um psicopata com uma aparência similar a de um palhaço (cabelos verdes, pele branca e boca vermelha sempre sorridente), que busca sempre desafiar o Homem-Morcego, causando grandes danos em sua vida como deixar paralítica Barbara Gordon, matar Jason Todd (o Robin) e a esposa do Comissário Gordon. Além de ser o maior inimigo de Batman, é um dos personagens mais famosos dos quadrinhos. São raros os vilões que conseguem popularidade como ele, sendo considerado por muitos, como o mais célebre vilão de todos os tempos, e não só dos gibis.

O Coringa foi criado a partir de uma foto de Conrad Veidt no filme The Man Who Laughs (1928) trazida pelo roteirista Bill Finger, e uma carta de baralho trazida pelo desenhista Jerry Robinson.

Não sabemos nada sobre ele. Nem Bruce Wayne. De onde surgiu, de onde veio, quem foram seus pais, nada! Apenas sabe-se que, desde que o Batman surgiu nas ruas de Gotham, o Coringa decidiu combatê-lo, causando pânico e terror para atingi-lo.

Em sua primeira aparição, em 1940, o Coringa era um ladrão de joalharias, que matava as pessoas presentes no local do assalto. Nos anos 1940 e 50 o Coringa sempre aparentava morrer mas nunca recuperavam seu corpo. O personagem se alterou para uma versão mais amena nos anos 1960 devido ao Comics Code Authority, que vigiava o conteúdo das histórias em quadradinhos. O personagem voltou a uma versão próxima a original em 1973, quando Dennis O'Neil e Neal Adams criaram um Coringa maníaco homicida obcecado com Batman.

Em 1951, a revista Detective Comics #168 criou uma origem para o vilão. Um bandido apelidado de Capuz Vermelho tenta assaltar uma fábrica e quando Batman e Robin invadem o lugar, o Capuz Vermelho cai acidentalmente num tonel de produtos químicos. É dado como morto, mas 10 anos depois ressurge completamente louco, com pele branca e cabelos verdes. Essa história fora reescrita por Alan Moore em Batman: A Piada Mortal.

O Palhaço Príncipe do Crime é o arqui-inimigo do Cruzado Encapuzado, o Batman, o que já é muito se pensarmos que Batman tem a melhor galeria de vilões dos quadrinhos, que conta com a Mulher-Gato, o Charada, Ra's Al Ghul e Pingüim. A relação de ódio entre ambos é , por sinal, única entre todos os inmigos do Homem-Morcego, pois enquanto so outros apenas o odeiam querendo matá-lo, ou evitá-lo, o Coringa parece não querer exatamente o mesmo. Por várias vezes, teve a chance real de matar ao Homem-Morcego, mas nunca foi adiante, sem no entanto ser tão clemente com as pessoas que o rodeiam, como Jason Todd, Bárbara Gordon ou Sarah Essen Gordon.

Na verdade, a crueldade e insanidade de seus ataques, parece buscar, isso sim, enlouquecer ao Batman, como no clássico A Piada Mortal. Muitos veêm nisso, que o objetivo do Coringa não é matá-lo, mas sim derrotar ao único homem que crê rivalizar com ele em genialidade, convertendo-o mundo dos loucos, derrotar ao Batman, não tornando-o um mártir, mas sim mostrando que tinha razão em ser louco, anárquico, niilista, caótico, sem esperanças.

Em "A PIADA MORTAL", belíssima Graphic novel de 1988, escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, a visão entre a rivalidade do Batman e do Coringa é considerada uma das melhores histórias de super-heróis já escritas. Nela acompanhamos a origem do personagem (o Coringa) sendo contada através de flashbacks. Após fugir do Asilo Arkham, o Coringa decide provar ao Batman que basta apenas um momento de intensa pressão psicológica para que um indivíduo escolha a loucura como meio de subjugar uma realidade de intenso sofrimento. Para isso o Coringa e seus comparsas invadem a casa do Comissário James Gordon, para sequestrá-lo. Além disso, o Coringa dá um tiro na barriga da filha do Comissário, Barbara Gordon, a Batgirl, deixando-a incapacitada, em seguida ele a violenta sexualmente (sugerido pelos autores) registando tudo em fotos. Posteriormente o Coringa leva o Comissário a um parque de diversões macabro e o coloca numa montanha-russa que circula em meio a projeções de fotos de sua filha sendo violentada. Com isso ele tenta provar sua tese, deixando Gordon louco.

Após intervenção do Batman, salvando Gordon e prendendo o Coringa, sua tese não é concluída objetivamente, pois Gordon não enlouqueceu, apesar de toda a pressão a que fora submetido. Isso levanta a questão: Por que será que alguns escolhem a loucura como subterfúgio de uma realidade massacrante (como o Coringa e o próprio Batman), e outros não?

Frank Miller em sua primeira Graphic Novel sobre o Batman, deixa a loucura meio de lado e interpreta o Coringa ultraviolento e frio, um assassino em massa assustador mas sem o viés cômico. Esta versão do Coringa possui fortes conotações homossexuais, colocando até em primeiro plano essa tendência nas relações dele com o Batman (que não manifesta iguais tendências). Uma bizarra relação de amor/ódio num momento de violência gratuita tão extrema do Coringa, que Batman se vê obrigado a tomar medidas extremas para detê-lo: 'Esta noite, não haverá reféns! Não haverá prisioneiros!".

Já Grant Morrison em Asilo Arkham escreve a cena em que o Coringa dá uma palmada no traseiro de Batman, causando uma previsível polêmica entre os leitores.

A personalidade e o carisma do Coringa permitiram interpretações famosas e marcantes do personagem nos cinemas e na TV, com destaque para o anárquico Coringa de Cesar Romero, o carismático Coringa de Jack Nicholson e o assustador Coringa de Heath Ledger.

O CORINGA NA TV

No seriado dos anos 1960, Cesar Romero interpretou o Coringa, em uma versão cômica, mas não homicida. Seus planos inusitados incluíam transformar os reservatórios de água de Gotham em gelatina. Romero recusou-se a raspar o bigode para o seriado, sendo parcialmente vísivel sob a maquilhagem branca.

Nas primeiras séries animadas, o Coringa aparece em um episódio de The New Scooby Doo Movies e um de Superamigos, e cinco episódios da série da Filmation The New Adventures of Batman.

Em Batman: The Animated Series, o Coringa é o vilão com mais aparições, tendo uma origem distinta, sendo originalmente um assassino da Máfia. Esta versão também foge da morte muitas vezes, tendo sido atacada por tubarões, caído de uma montanha russa e pega numa colisão aérea. A série também cria sua "namorada" Harley Quinn. Fora dublado por Mark Hamill (no Brasil, por Darcy Pedrosa).

Em Liga da Justiça, o Coringa aparece em três episódios, ("Injustiça Para Todos", "Cartas Selvagens" e "Um Mundo Melhor") também dublado por Mark Hamill (no Brasil, por Isaac Schneider, uma vez que Pedrosa já havia falecido).

Em The Batman, uma versão diferente do Coringa aparece, com olhos vermelhos, cabelos selvagens e movendo-se como um macaco. Sua voz é a de Kevin Michael Richardson (no Brasil, por Júlio Chaves). Em Batman: The Brave and the Bold, o personagem é baseado na versão criada por Dick Sprang.

No filme de 1989 dirigido por Tim Burton, Jack Nicholson interpretou o Coringa, com grande aclamação crítica. O filme criou uma identidade, Jack Napier, colaborador do chefe da Máfia de Gotham, Carl Grissom. Eckhardt, um policial corrupto (como muitos em Gotham), a mando de Grissom, armou uma emboscada para Napier durante um assalto ás Indústrias Axis. Napier mata Eckhardt, e ao tentar atirar em Batman a bala ricocheteia na armadura do Homem-Morcego e bate na bochecha de Napier, que cai acidentalmente num tonel de produtos químicos. Napier sobrevive ensandecido e deformado, e após uma cirurgia malfeita para retirar a bala seu rosto fica contorcido em um eterno sorriso. Agora batizado Coringa, Napier mata Grissom e toma posse da Máfia de Gotham. Mais tarde é revelado que Napier matou os pais do Batman, Thomas e Martha Wayne, sendo assim responsável pela criação do herói.

Na cena final de Batman Begins, o comissário Gordon entrega a Batman uma carta deixada por um bandido - um Coringa. The Dark Knight introduz uma nova versão do personagem, interpretada por Heath Ledger (faleceu com apenas 29 anos em Janeiro de 2008, antes da estreia do filme). Este novo Coringa possui um visual realista, mais psicótico e sombrio, com a pele maquilhada e cabelos tingidos, e um sorriso construído com cicatrizes. Sua personalidade é psicopática e mais agressiva, baseada principalmente em Sid Vicious e Laranja Mecânica. Por sua ótima atuação, Heath Ledger foi lembrado pela Academia e venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, em 2009.

O Coringa ainda aparece nos filmes animados Batman - A Máscara do Fantasma (voz de Mark Hamill), Batman do Futuro: A Volta do Coringa, (novamente voz de Mark Hamill) e Batman vs. Drácula (voz de Kevin Michael Richardson).

BATMAN - DEAD END

Batman Dead End é um fan film de 2003, feito independentemente pelo diretor Sandy Collora, com Clark Bartram como Batman e Andrew Koenig como Coringa. O filme é um curta-metragem, realizado sem a permissão da Warner Bros. ou da DC Comics. Diferente de outros filmes do Batman, este conta com personagens que não são da mitologia do herói, como o Alien e o Predador. O Coringa escapou mais uma vez do Asilo Arkham. Batman é chamado para levar seu arqui-inimigo de volta para o manicômio. Porém, enquanto os dois travam um embate psicológico, duas estranhas criaturas chegam para intervir. Batman usará toda a sua conviccção e coragem para derrotar estes terríveis inimigos. O filme é um sucesso estrondoso entre os fãs do Batman. A fidelidade ao personagem, que no filme até tem os olhos brancos como nos quadrinhos, nunca vista antes em um filme do Batman,conquistou os fãs de todas as idades. O sucesso do filme foi tanto que ele ganhou uma sequência, intitulada World's Finest, um fã-trailer no qual Batman se une ao Superman para enfrentar Lex Luthor e Duas-Caras.

BATMAN - DEAD END - SANDY COROLLA



sábado, 3 de abril de 2010

"MINHAS" SÉRIES INESQUECÍVEIS: OS WALTONS

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Em 1976, eu tinha 14 anos. Meu irmão - sempre 2 anos mais velho que eu - 16. O papai tinha recém comprado a primeira TV à cores da nossa família. Aquilo era tudo com o que eu sonhava! Imaginem: assistir a todos os "meus" filmes e desenhos preferidos em cores! Aquilo era o máximo para um menino de 14 anos. Pois bem, numa quinta-feira, provavelmente no intervalo da novela principal, a rede Globo anunciou que sábado estrearia a série de maior sucesso dos Estados Unidos de todos os tempos! (Como faz até hoje). Tratava-se de "OS WALTONS". Toda minha família e eu nos sentimos cativados pelo comercial e a belíssima trilha sonora. O programa seria exibido às 17 horas dos sábados. E foi. Por vários anos. E lá estávamos todos os seis, na frente da TV colorida, reclamando de toda vez que entravam os comerciais. Com o tempo, minha mãe e minha irmãs se encheram e não assistiam mais. Mas o Papai, meu irmão e eu estávamos lá, firmes para mais um episódio. Depois, meu irmão foi para a universidade e ficávamos lá, eu e o papai esperando mais outro episódio. Até que acabou! Lamentamos. Mas afirmo, categoricamente com toda a certeza: o papai e eu vimos todos os episódios de "OS WALTONS". E de "KUNG FU"! E do "HOMEM DE SEIS MILHÕES DE DÓLARES", também! Edu. "Eles construíram sua casa na montanha ancestral que leva seus nomes. Eles construíram suas vidas em um material ainda mais forte: na rocha da família. Richard Tomas interpreta John-boy, um jovem no início da idade adulta durante a Grande Depressão e um inexperiente escritor, cujas observações são carregadas pelas lições do amadurecimento e do amor que recebe de seus pais John e Olívia, dos seus avós e seus irmãos." "Boa Noite John Boy"; "Boa noite Mary Ellen". Essa foi a frase que marcou esse outro grande sucesso dos seriados de Tv, uma bem sucedida série dramática dos anos 70 que chegava na época para contrastar com os sitcoms que mostravam famílias urbanas e seus problemas de uma grande metrópole. A série Os Waltons, ao contrário das suas concorrentes, se passava nos Estados Unidos durante a longa depressão na década de 1930. A história, baseada nas escritas semi-autobiográficas de Earl Hamner Jr., Spencer's Mountain, já havia chegado a CBS em 1971 num filme especial para tevê intitulado The Homecoming: A Christmas Story. Depois do sucesso alcançado pelo longa-metragem, a Lorimar Television não pensou duas vezes em transformá-lo em numa série e em setembro de 1972 estreava Os Waltons. O programa narrava, sob a ótica do filho mais velho (17 anos) John Boy (Richard Thomas), as aventuras e desventuras da família do título, formada pelo patriarca Sr. John Walton (Ralph Waite), sua esposa Olivia `Livie´ Walton (Michael Learned) e seus sete filhos: John Boy, Jason (Jon Walmsley), Mary Ellen (Judy Norton-Taylor), Erin (Mary Beth), Ben (Eric Scott), Jim Bob (David W. Harper) e Elizabeth (Kami Cotler), que sobreviviam apenas com o dinheiro ganho na serraria localizada na Montanha Walton em Virginia, mantida por John Walton, Vovó Esther e Vovô Zeb. Mesmo com toda a pobreza e as dificuldades que a família encontrava ao longo dos episódios, eles lutavam com muita união e conservavam grandes sonhos. John Boy, por exemplo, desejava ir para a faculdade e se tornar um grande romancista. Além dos personagens principais a série era recheada de outros bem carismáticos como Ike Godsey (Joe Conley) o proprietário do armazém local, o Xerife Bridges (John Crawford) e as Senhoritas Mamie (Helen Kleeb) e Emily Baldwin (Mary Jackson), duas irmãs completamente excêntricas. Os executivos da Lorimar Television trabalharam para enfatizar dois pontos na série: o local onde a história se passava (as montanhas Blue Ridge) e o período em que ela ocorria (a grande depressão), com isso, eles conseguiram transmitir ao público exatamente o clima que buscavam, uma nostalgia e sentimentalismo muito fortes, apoiados pela trilha sonora sempre exuberante de Jerry Goldsmith. Dessa forma, foi possível tratar de assuntos como crescimento dos filhos, namoro, casamento, escola, universidade, emprego, nascimento, envelhecimento, doença e morte, com mais seriedade e dramaticidade. Uma das coisas tristes da série, principalmente para os fãs, é que o elenco principal mudou muito ou esteve ausente durante a exibição de Os Waltons. John Boy, por exemplo, que era um personagem chave dentro da série, foi interpretado até 1977 pelo ator Richard Thomas, quando foi substituído por Robert Wightman; Elle Corby foi obrigada a sair da série em 1979 depois que sofreu um acidente; já o ator Will Geer faleceu em 1978, com isso seu personagem, o Vovô Zeb, também teve que morrer na série; John Ritter que interpretava o personagem do Reverendo Matthew Fordwick também deixou o programa mais cedo, sua ausência foi explicada com a ida do Reverendo para o exército. A série foi exibida pela CBS de 1972 a 1981 (221 episódios). Depois do fim da série, três filmes para a TV foram exibidos em 1982 e depois mais três nos anos de 1990. The Waltons foi produzida pela Lorimar Productions e distribuída pela Warner Bros. Domestic Television Distribution. No Brasil, os primeiros anos da série foram apresentados pela TV Globo, com grande sucesso entre 1975 a 1981. Richard Thomas - John Boy Walton
Ralph Waite - John Walton
Michael Learned - Olivia Walton
Will Geer - Vovô Zeb Walton
Ellen Corby - Vovó Esther Walton
Judy Norton-Taylor - Mary Ellen Walton
David W.Harper - Jim-Bob Walton
Kami Cotler - Elizabeth Walton
John Walmsley - Jason Walton
Mary Beth McDonogu - Erin Walton
A cidade da Montanha dos Waltons foi construida em área dos estúdios Warner Brothers, mas a montanha era nos estúdios de Burbank, na Califórnia. Foi disfarçada para parecer uma montanha da Virgínia. A casa dos Waltons ainda é usada como cenário pela Warner Brothers. Ele aparece em Gilmore Girls.
Fonte:
http://devoltanotempo.blogspot.com/
Por: Hélio Alves de Pontes
E agora, para fechar com chave de ouro, a gente relembra a comovente abertura do inesquecível seriado. Boa noite, John Boy. Boa noite, Mary Ellen. Abração a todos! Gostaria de carinhosamente dedicar essa postagem para meu saudoso pai. Valeu!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

1º DE ABRIL - DIA DA MENTIRA

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"O ex-Beatle John Lennon sofreu, ontém, um atentado terrível! Foram disparados contra ele 5 tiros de revólver calibre 38. Três erraram e um pegou no ombro direito e o outro na perna esquerda. Depois de várias cirurgias e transfusões, o criador dos Beatles, de "She Loves You", "HELP!" e "IMAGINE, amanheceu bem. Disse que agora, que teve uma nova chance para a PAZ consigo mesmo, precisava trabalhar! Pediu uma pizza, um cigarro, o divórcio da japa e que chamassem seus três únicos amigos para começarem tudo de novo. Também disse que, jamais nesta vida, perdoará o terrorista escroto e covarde que atirou nele! Que apodreça na cadeia!"

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril. Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries. Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos. No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente. Fonte: wikipedia.com

E agora, você confere a superbanda "BIG STAR" - do grande Alex Chilton - que, junto com Badfinger e Raspberries foram as três maiores bandas de um rock que na época foi classificado como "power pop" com o clássico "Don't Lie To Me!" Excelente! Imperdível!Abração a todos!