domingo, 13 de junho de 2010

THE ROLLING STONES - EXILE ON MAIN ST. YEAH!

9 comentários:
THE ROLLING STONES - ROCKS OFF - EXCELENTE!




DEPOIS DE 40 ANOS, O MELHOR DISCO DOS ROLLING STONES É REEDITADO - REMASTERIZADO E LANÇADO NUMA ESPETACULAR EDIÇÃO COM 10 BÔNUS!

Em setembro passado, Mick Jagger entrou em um estúdio de Nova York para finalizar uma música que os Rolling Stones começaram a fazer há mais de 40 anos. "A fita original era bastante vaga", diz Jagger sobre a faixa, uma música matadora, com pitadas de gospel, chamada "Following the River", gravada durante as sessões de 1969 para Exile on Main St. "Não havia verso inicial ou letra, então tive de começar do zero. Foi bem assustador." Para fazer com que Jagger entrasse em foco, o produtor Don Was tocou para ele a faixa vocal do clássico "Shine a Light", de Exile. "Queria que ele entrasse naquela tonalidade", diz Was. "É impressionante como a voz dele não mudou muito."

A faixa é uma das dez preciosidades inéditas de uma edição de luxo de Exile, a ser lançada em 18 de maio, que também contém uma versão remasterizada do LP. Quando a Universal, gravadora da banda, falou com Jagger pela primeira vez sobre criar a caixa, ele hesitou. "Eles me perguntaram se havia alguma faixa inédita, e respondi: 'Duvido muito'", relembra. "Em segundo lugar, não queria me dar ao trabalho - mas eles disseram: 'Dá uma olhada, por favor?'" Jagger recrutou Was, que produz todos os álbuns dos Stones desde Voodoo Lounge, de 1994, para ouvir centenas de horas de fitas. "Para um fanático pelos Stones como eu, foi o máximo", conta Was. "Era surpresa atrás de surpresa." As fitas estavam incrivelmente desorganizadas, e muitas, na verdade, eram anteriores a Exile. "Eu ouvia uma jam de blues, e de repente havia uma versão de 'Wild Horses' com apenas Mick, Keith e um quarteto de cordas", diz Was. "Outro rolo tinha todos os takes de 'Honky Tonk Women'". Antes de selecionar o melhor de Exile, Was garantiu uma lista abrangente de tudo o que havia sido lançado extraoficialmente, em discos piratas. "Há todo um subterrâneo do Exile e eu queria dar algumas surpresas a eles também", afirma, "não apenas mixagens melhores de coisas com as quais já estão familiarizados".

"Following the River" é a única faixa que recebeu vocais novos, embora outras -"Pass the Wine", "Plundered My Soul", "Aladdin's Story" - tenham precisado de partes complementares de guitarra ou outros aprimoramentos de som. "Quando editei novas partes, só estava tentando me manter afastado das faixas", diz Keith Richards. "Toquei um violão aqui e ali, mas não quis interferir na bíblia." O baixista Bill Wyman e o baterista Charlie Watts não foram necessários para os overdubs, mas Was não nega boatos de que o guitarrista Mick Taylor, que saiu do grupo em 1974, foi trazido de volta para gravar novas guitarras para o lançamento. "Não estou dizendo que não é verdade", afirma Was. "Simplesmente não vou negar ou dizer que não aconteceu."

Além das novas músicas recém-desenterradas, também havia versões alternativas de faixas de Exile, incluindo um dos primeiros takes de "Tumbling Dice" (com letras diferente) e uma gravação de "Loving Cup", de 1969. "É bem funky e crua", diz Was. "Em geral, eles fizeram as escolhas certas no original, mas talvez devessem ter usado essa versão em Exile." A maior parte do álbum foi gravada em meados de 1971, no porão da Villa Nellcôte, uma mansão que Richards alugou no sul da França.

O grupo havia fugido da Inglaterra para evitar os exorbitantes impostos britânicos. "Nós nos sentíamos como exilados", conta Richards. "Não conseguimos encontrar um estúdio na França que valesse a pena, e eu tinha essa casa grande e um caminhão de gravação móvel. Quando nos instalamos no porão, ninguém conseguia me tirar de lá. Foi uma forma bem peculiar de gravar. Talvez seja o concreto ou a poeira, mas ele tem um som que você não consegue replicar nem se tentar."

Enquanto Was escutava as fitas, ficou surpreso ao constatar que as legendárias sessões caóticas e movidas a drogas haviam produzido tantas músicas boas. "Tudo na lenda pode ser verdade ou não, mas, quando eles desciam as escadas para gravar um álbum, eram uma ótima banda de rock and roll, muito profissional", diz. "O mito diz que este é um disco malfeito, e não é nada disso. Artisticamente, é bastante sólido." Ele também desmentiu o maior mistério que cerca Exile: se o convidado frequente da casa, Gram Parsons, participou. Afirma Was: "Não o ouvi em nenhum lugar, e essa era uma das coisas que eu estava procurando".

Um novo documentário sobre a gravação do álbum, Stones in Exile, irá ao ar em um canal de TV ainda não definido, em conjunto com o lançamento da reedição. "Na maior parte, são imagens de arquivo", conta Jagger. "Há coisas do Cocksucker Blues [documentário inédito de 1972] ali, e muitos comentários e algumas entrevistas com a gente agora, mas a maior parte é tirada daquela época." Richards acabou de ver uma edição do documentário pela primeira vez. "Não sabia que havia tantas imagens", afirma. "Foi uma revelação para mim tanto quanto foi para qualquer um."

O que vem a seguir para os Stones? Richards diz que está no processo de compor músicas, mas que "não há nenhum plano definido" para um álbum. "Não ficaria surpreso se fizéssemos algo mais para o fim do ano", diz. Enquanto isso, está trabalhando em uma autobiografia que será lançada em outubro, e Johnny Depp começou a filmar um documentário sobre o guitarrista recentemente. "O filme conta a história da minha vida, o pacto com o diabo e tudo o mais", diz Richards. "É fácil conversar com o Johnny, então não houve problema algum." Quando lhe pergunto sobre notícias recentes de que ele havia parado de beber, Richards ri. "Os boatos sobre minha sobriedade são exagerados", afirma. "E vamos deixar por isso mesmo."


Fonte: Revista Rolling Stone – nº 43 – abril/2010 - http://www.rollingstone.com.br/

SOBRE O DOCUMENTÁRIO:

No final da década de 60 e início dos 70, os Rolling Stones já eram a maior banda de rock do planeta. Há controvérsias. Não importa, o fato é que não davam mais conta de pagar os impostos da vida de luxo que levavam na Inglaterra. Encrencados com o fisco britânico, Mick Jagger, Keith Richards, Bill Wyman, Charlie Watts e o recém-contratado Mick Taylor se mandaram para o sul da França, onde gravariam “o” disco da carreira, Exile on Main St. Os bastidores da gravação do álbum — lançado em 1972 e agora reeditado com 10 faixas bônus.

Jagger, Watts e Richards são os produtores-executivos do filme, dirigido por Stephen Kijak. Eles aparecem o tempo todo, no presente e no passado, lembrando os meses muito loucos que passaram em Nellcôte, tocando no porão da mansão que Richards alugou para morar com mulher e filho — e que acabou virando o QG da banda e de todo mundo que andava por lá. “Os Stones não eram mais cinco. Eram uma multidão. E a tribo não parava de crescer”, comenta o fotógrafo Dominique Tarlé, que foi a Nice passar uma tarde com a banda e só saiu de lá seis meses depois.

Stones in exile, o documentário, começa 40 anos depois, com Jagger e Watts andando pelo local onde achavam que nunca mais pisariam depois daquelas “malditas sessões de estúdio”, cercadas de mulheres, amigos nada confiáveis e muitas, muitas drogas. Um corte e lá estão eles, novinhos, ali mesmo, lembrando a chegada à França e a curta e triste turnê de despedida da Inglaterra. “Nos sentimos expulsos do nosso próprio país”, conta Keith Richards. “E quando uma banda saía da Inglaterra, era o fim. Não gostavam mais dela”, emenda Jagger.

Bill Wyman, o baixista, odiou ter saído de casa. Watts, o baterista, também não gostou da mudança. Não falava francês, estava infeliz — e para não ficar tão sozinho, levou mala e cuia para a casa de Keith. Mick Taylor, novato, achava tudo maravilhoso (“aquilo é que era vida”). Jagger, bem, ele tinha que estar lá — até se casou com Bianca na França, numa cerimônia que reuniu gente do mundo todo. Pelo visto, só Keith parecia estar à vontade, mesmo, por ali. “Queria me divertir enquanto estava livre”, diz o guitarrista. “O mundo estava contra nós. Então, dane-se. Esse era o raciocínio.”

Não à toa, Exile on Main St. foi feito à moda Keith, na base do improviso, sem nada ensaiado. “Nunca planejo nada. Essa é minha grande diferença em relação ao Mick. Ele é o rock, eu sou o roll”, ri o guitarrista, que se enfurnava naquele porão escuro (a umidade até desafinava as guitarras) por horas e horas, mergulhado em heroína, numa onda sem fim, como quase todos à sua volta. “Todo mundo entrava e saía, fiquei paranoica. Começamos a nos drogar no café, no almoço, no jantar. Tudo se desintegrou”, conta Anita Pallenberg, mulher de Keith.

O nível de desleixo chegou a tal ponto que um dia entraram na casa (cheia de gente), roubaram oito guitarras e ninguém percebeu. A coisa ficou tão feia que eles tiveram de sair da França na marra. Com canções inacabadas, fragmentos de letras, foram terminar o disco nos Estados Unidos. Quando foi lançado, Exile on Main St. não foi bem recebido pelos críticos, que reclamavam da “falta de direção” do álbum. Com o tempo, mudaram de ideia. Aquelas texturas nunca antes usadas, a diversidade das faixas e a sensação de música feita por quem não podia voltar para casa acabaram fazendo de Exile o grande álbum dos Stones.

Confira o trailer de “STONES IN EXILE”




O que podemos dizer desse maravilhoso guitarrista? O que seria do cenário pop internacional sem sua música? Na ausência do som cru e vigoroso, autêntico e de raiz extraído de sua guitarra diríamos “I can´t get no, Satisfaction”. Keith Richards rolou firme durante toda a sua vida na estrada tortuosa do rock, num verdadeiro “sacerdócio”, dedicando toda sua existência aos blues, rhythm and blues, rock and roll, funks, ritmos caribenhos e atualmente anuncia o lançamento para setembro de um álbum de música sacra rastafári “WINGLES ANGELS”, gravado na Inglaterra.

Sua aparência é de uma grande ruína humana degradada, decorrente do uso excessivo de álcool e drogas pesadas. Seus dedos (com seu inseparável anel de caveira) são retorcidos em função do dedilhamento na guitarra. Ele próprio afirma que passou grande período de sua vida em estúdio. Nas entrevistas, tem jeito de drogado e doidão, mal consegue falar fluentemente, mas pouco importa. O que vale é o som do blues que o embriaga e toca no âmago de sua alma. Isso sim é essencial, em sintonia com o tradicional pacto feito na encruzilhada, como os grandes BLUESMEN. E vejam, estamos falando de um músico branco, “bem nascido” num país de primeiro mundo.

Os ROLLING STONES são considerados por muitos, a maior grupo de rock de todos os tempos. Esse chavão não seria possível sem a presença do “MAESTRO”, que junto com Brian Jones, introduziu e penetrou no som negro do sul dos EUA. Ele é, sem dúvida, a base sólida para que Mick Jagger, com sua boca de escracho e seus beições, cante como um negro, juntando a fome com a vontade de comer. Até o nome da banda foi extraído de uma canção do bluesman Muddy Waters, isso porque as “pedras que rolam não criam musgo".

Como a maldição do rock and roll é o envelhecimento, a senilidade transforma roqueiros irreverentes que quebram as normas da boa conduta em cidadãos convencionais e ajuizados. Porém, isso não se aplica a Keith Richards, um artista de 66 anos, nada tradicional, e totalmente fora dos padrões britânicos de sua majestade.

O excelente crítico musical americano Bill Flanagan afirma categoricamente em seu livro “Written in my Soul”, que Keith Richards é o maior compositor de rock de todos os tempos, que isso pode parecer um absurdo, porém não se pode contestar um músico com tantos “riffs” bem elaborados. Em seu currículo consta: Satisfaction, Under my thumb, It’s All Over Now, Tumblin’Dice, Honk Tonk Woman, Wild Horses, Midnight Rambler, Angie, Lady Jane, Start me Up, Casino Boogie, Paint it Black, Jumpin’ Jack Flash, No Expectation, Gimmie Shelter, Far Away Eyes, The Last Time, Sweet Virginia, podendo acrescentar, nessa folha de serviço dezenas e dezenas de outras obras-primas.

Em 1987, foi realizado o documentário “HAIL! HAIL! Rock ‘n’ Roll”, com direção de Taylor Hackford e produção musical de Keith Richards. O filme mostra a preparação e o show em New Orleans, do pai de todos os roqueiros, o fabuloso CHUCK BERRY. Com participações memoráveis de Eric Clapton, Robert Gray, Etta James, Linda Ronstad e Julian Lennon, representando o pai, e interessantes depoimentos de Bo Diddley, Jerry Lee Lewis, Roy Roberson, Little Richard, Johnny Johnson, e John Lennon (em vídeo) tudo é uma grande festa, alegria e muito rock and roll. Porém, tem uma cena memorável: Chuck Berry já sem paciência ensinando a Keith Richards os acordes corretos da canção “OH CAROL” um dos grandes hinos do rock (Try it again, Keith).

Toda minha geração, que cresceu ouvindo os blues e suas ramificações, tínhamos Keith Richards, junto Eric Clapton e Eric Burdon, como um bandeirante que abria as trilhas para chegarmos a nata da nata do rock, a fonte de onde brotava esse maravilhoso som. Ele foi tão rápido no processo criativo que outros músicos contemporâneos tinham dificuldade de alcançá-lo no seu universo musical, mas “It’s only rock and roll, but i like it”. O fato é: o cara é uma lenda viva! Uma grande pirâmide que desafia o tempo, que admiramos e entendemos porque a crítica especializada de todo o mundo o chamam de Mr. Riffs ou Mr. Rock and Roll!
Muito obrigado e até a próxima!

FIM

Agora, com vocês: MR. KEITH RICHARDS comandando a banda num clássico dos Rolling Stones. DEAD FLOWERS! VIVA, WILLIE! VIVAM MUITO OS ROLLING STONES! Espero que tenham gostado, voltem todo dia e mandem para seus amigos. Valeu! Abração!




DÊ SUA OPINIÃO E VEJA OS BEATLES NO JAPÃO!

Um comentário:

O ano de 1966 marca o fim da loucura da Beatlemania. O último show oficial dos "Fab Four" foi realizado em 29 de agosto no Candlestick Park, em São Francisco, Califórnia. Antes disso, de 24 de junho a 4 de julho, eles haviam feito shows na Alemanha, Japão e Filipinas. Live at the Budokan apresenta o concerto de 30 de junho de 1966, na famosa arena japonesa. Um registro histórico da rápida passagem dos Beatles pelo mundo do showbiz. O quarteto de Liverpool se apresentou diante de uma multidão de fãs, interpretando onze de seus estrondosos sucessos, entre eles: "Rock and Roll Music", "Day Tripper" e "Yesterday". Nos Extras, entrevistas com: Lennon, McCartney, Harrison e Ringo, além de imagens de arquivo do maior fenômeno pop de todos os tempos. Pois bem, durante todo o mês de junho,aquele(a) que deixar o maior número de comentários vai ganhar um novinho! Lacrado, sem nenhuma despesa em toda a comodidade de sua casa! Não fique de fora! Comente! Mande para seus amigos. É bom para mim, para você e para o universo!
THE BEATLES - NOWHERE MAN

quinta-feira, 10 de junho de 2010

SANTA SÉRIE DE TV, BATMAN!

12 comentários:

Para mim, não existe ícone maior dos anos 60 (depois dos Beatles, é claro!) que o seriado BATMAN – estrelado por Adam West e Burt Ward, e produzido pela Rede ABC em 1966. Me lembro bem do dia da estréia! Eu e meu irmão completamente alucinados com as novidades que apareciam a toda hora na televisão, meio embriagados pela quantidade de informação que vinham do aparellhão preto e branco. Dois meninos de 12 e 10 anos vivendo a expectativa de ver pela primeira vez uma coisa inédita. Um autêntico e novíssimo seriado dos seus heróis preferidos. Com toda a tecnologia da época... era como realizar um sonho! Mas na verdade, para mim, foi uma decepção! Minha birra começava logo com o protagonista! O "BATMAN" que eu imaginava, era o que via nas " revistinhas". Aquilo parecia uma piada-sem-graça do Coringa! Apesar de todas as falhas ( hoje, depois de mais de 40 anos!) entendo que era uma nova linguagem e que eu é que era besta demais! Partindo desse princípio, tudo parece válido. Apesar dos pesares e desgostos, ainda hoje, adoro! E sempre me trará boas lembranças! Quase tudo, é inesquecível! There’s a places... I remember! Falou Beatlepeople! I hope you like it!
 Os produtores da ABC queriam tentar algo diferente, e desde que o Superman se tornara um espetáculo popular e de grande aceitação, foram em busca de um novo personagem dos quadrinhos, optaram por Batman. No intuito de fazer um seriado diferente seus produtores optaram por uma linha que tanto agradasse a adultos quanto a crianças; sem no entanto saber exatamente o que esperar da audiência, fizeram um teste algumas semanas antes do lançamento oficial da série, com algumas cenas gravadas. Os resultados ficaram abaixo do esperado, e por causa disso, o programa não deveria ir ao ar semanalmente pela rede ABC. Ainda assim, decidiram prosseguir com o projeto a qualquer custo.
Numa quarta-feira, em 12 de janeiro de 1966 o primeiro episódio "Hey Diddle Riddle" (algo como o O Enigma que Engana) entrou nas casas da América. Foi um estrondoso sucesso, para os adultos por causa dos atores convidados que representavam os vilões, e para as crianças por causa dos "POWs,"SPLATT"s","WHACKs"... que representavam as onomatopéias dos quadrinhos e pela dinâmica das cenas com tomadas pouco convencionais com planos inclinados e outros recursos. A Batmania tomou conta do país e o seriado tornou-se um dos mais assistidos de todos os tempos. Toda semana ia ao ar um episódio em duas partes que era interrompido invariavelmente quando ficava no ar a pergunta: "Conseguirá Batman escapar de mais esta armadilha mortal ?" As lojas foram invadidas por toda a sorte de bat-quinquilharias, tais como "cards", bicicletas, bonecos miniatura, carrinhos, fantasias, etc. Conforme o seriado se desenvolvia, convidados especiais como Jerry Lewis, Sammy Davis Jr., Milton Burle e outros, apareciam nos episódios, conferindo um atrativo especial para o programa. Além disso, muita promoção foi feita em cima do seriado. Muitas vezes o público assistia por conta da propaganda - quem iria deixar de ver um episódio, sabendo que seria o assunto do dia seguinte na escola?Após algum tempo, no início da segunda temporada em 1967, o seriado começava a cair nas pesquisas de audiência, quando seus produtores resolveram então introduzir um novo personagem, a Batgirl. Mesmo assim não houve melhora significativa de audiência, levando o seriado a terminar em 14 de março de 1968 com o último episódio "Minerva, Mayhem and Millionaires", onde batman e Robin terminam numa enorme panela de pressão - "Santa água quente, Batman" ! Foi um tempo em que a dupla dinâmica lutou pelas pessoas de Gotham City que precisavam de uma mãozinha para se safarem de perigosos malfeitores.Se fosse colocar aqui os todos os mais de 40 atores geniais que foram os vilões durante todo o seriado, essa postagem não teria fim. Por isso, escolhi os 6 que considero mais clássicos. Santa pretensão. Batman! Vamos lá, Robin!Cesar Romero - O CoringaFrank Gorshin - O CharadaJulie Newmar - A deliciosa Mulher-GatoBurgess Meredith - O PinguimO mestre Vincente Ptice - O Cabeça-de-ovo ADAM WEST - O CRUZADO MASCARADO Adam West, nasceu William West Anderson em Walla Walla, Washington no dia 19 de setembro de 1928. Ficou famoso mundialmente depois que estrelou o seriado BATMAN, em 1966. Estreou na carreira artística em 1957, no filme Voodoo Island, mas não teve seu nome creditado. Participou e inúmeros seriados de televisão, mas ficou conhecido pelo papel de Batman no seriado de mesmo nome, e que foi ao ar de 1966 a 1968.Adam West aparece como desenho animado na série Family Guy (Uma família da Pesada) como sendo o Prefeito da Cidade Quahog, sendo dublado por ele próprio.E também em vários episódios do desenho The Fairly OddParents, no qual ele interpreta um super herói felino maluco. Filho de Otto West Anderson e Audrey, aos 10 anos Adam colecionava vários quadrinhos e o personagem Batman o impressionou bastante - um herói meio morcego parecendo uma mistura de Conde Drácula e Charlie Chan. Quando sua mãe casou-se novamente, desta vez com Dr. Paul Flothow, mudaram-se para Seattle junto com seu irmão mais novo, John. Com 14, Adam entrou na Lakeside School e em seguida fez também curso em Whitman College e acabou ficando com duas formações: Literatura e Psicologia. Durante seu último ano na faculdade casou-se com Billie Lou Yeager. Adam começou trabalhando de DJ numa estação de rádio enquanto fazia uma pós em Stanford. Dispensado do exército, passou 2 anos tentando colocar uma estação de TV militar no ar - uma em San Luis/CA e outra em Fort Monmouth/NJ. Nesse meio tempo viajou meio mundo com a esposa até que parou no Havaí pra estrelar um programa infantil chamado The Kini Popo Show in Hawaii. Ele era um mico. Parece que isso foi um dos motivos do seu primeiro divórcio; melhor pra ele que casou-se em seguida com uma linda taitiana chamada Ngatokoruaimatauaia Frisbie Dawson (ele a chamava de "Nga" - mais fácil). Tiveram uma filha em 1957 e um filho no ano seguinte - Jonelle e Hunter. O segundo casamento durou até 1962. Em 1959, Adam foi pra Hollywood. Adotou o nome artístico de Adam West e assim conseguiu umas pontas em filmes de faroeste. Só depois de 7 anos em Tinseltown que finalmente conseguiu algo que o levou à fama. Em 1966 estrelou como Batman pela rede ABC. Essa parte da vida dele todo mundo conhece. Em 1972 ele casou-se com Marcelle Tagand Lear e levou dois enteados de presente: Moya and Jill. E teve ainda mais dois filhos; Nina em 1976 e Perrin em 1979. Ele nunca parou de atuar mas nunca mais fez nada de mais. Em 1994 lançou uma auto biografia chamada "De Volta a Bat-Caverna".
Alguns ótimos momentos de Adam West como Bruce Wayne-Batman
BURT WARD - O MENINO-PRODÍGIO Em 1966, o ator Burt Ward começou a ser o ROBIN na série de televisão Batman. Burt Ward (Bert John Gervis, Jr) nasceu no dia 6 de julho de 1945, filho de Bert e Marjorie Ward, em Los Angeles, Califórnia. Aos dois anos já patinava e foi incluído no Guinness Book, como o patinador de gelo profissional mais jovem do mundo. Começou estudar caratê aos 15 anos e também foi campeão de xadrez na escola secundária (no seriado, haverá várias cenas entre Dick e Bruce jogando xadrez!). Aos 17 anos começou no teatro. No outono de 1963 freqüentou a Universidade da Califórnia mas depois se transferiu para a UCLA, quando conheceu o produtor Saul David que o convidou para uma entrevista no Estúdio da 20th Century Fox. Numa reunião foi apresentado ao produtor e executivo William Dozier que gostou dele e o convidou para ser o “Robin”. Depois do encerramento da série em 1968, ficou muito difícil para Burt conseguir outros trabalhos e então passou a cuidar de outras celebridades, organizar clubes de fundos para escolas e hospitais e em 1980 criou um programa de educação infantil. Foi quando conheceu Tracy Posner. Casaram-se no dia 15 de julho de 1990 e tem uma filha Lisa. Em 1994 iniciou a criação do cão da raça Great Danes, além de fazer vários trabalhos como corretor no ramo imobiliário, participar de eventos do Batman e pequenas participações em alguns filmes. YVONNE CRAIG - A INESQUECÍVEL BATGIRLEra um deleite para os fans, quando (de vez em quando...) no final da abertura de BATMAN, aparecia: Convidada especial: Yvonne Craig como BATGIRL. E ela passava velozmente em sua motinha... A doce e ingênua Bárbara Gordon, filha do Comissário Gordon, é a bibliotecária bem caretinha que, quando surgem os problemas grandes demais para a dupla dinâmica, atravessa uma passagem secreta ode está todo seu equipamento para se tornar uma caçadora de bandidos! Usa uma máscara com uma peruca ruiva que ressalta o vermelhão da boca. Também veste um collant prá lá de sensual e ainda uma minúscula capa que remete à minissaia! Monta numa motoca de última geração e vai ao encontro dos Bat-Babacas!Ela nasceu em Illinois em 1937. Foi para a Califórnia em 1957 e começou no balé aos 16 anos. Foi descoberta num restaurante e teve sua primeira e pequena participação como atriz no filme Gidget em 1959. Trabalhou em outros filmes, inclusive com o rei do rock Elvis Presley. Fez dois filmes ao lado dele. Ficou uns anos dançando balé até que em 1968, o Bat-Sinal brilhou em uma nuvem no seu céu! O Batman precisava de ajuda! Yvonne então estreou como Batgirl com sua roupa supersexy, e ainda trazendo alguns apetrechos fantásticos que seriam adaptados à lenda do homem-morcego de Gotham City. E é isso! Espero que tenham gostado, enviem para seus amigos e deixem seus comentáriios! Valeu! Abração!
 Site oficial de Yvonne Craig:
http://www.yvonnecraig.com/

FOTOS DO DIA - CENAS EXPLÍCITAS DA BEATLEMANIA

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