quinta-feira, 12 de junho de 2014

JOHN LENNON - SOME TIME IN NEW YORK CITY - SENSACIONAL!

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Some Time in New York City é o terceiro álbum de John Lennon após a separação dos Beatles. É o quinto álbum gravado junto com sua mulher Yoko Ono e foi lançado em 12 de junho de 1972. Ainda em 1971, o presidente americano Richard Nixon, mandou que o FBI abrisse um inquérito para investigar a vida de John Lennon com a intenção de achar meios para deportá-lo dos Estados Unidos. As gravações do álbum começaram em junho de 1972, o casal Lennon chamou o produtor Phil Spector para ajudá-los. Foram adicionadas ao álbum músicas que John e Yoko gravaram ao vivo. "Cold Turkey" e "Don't Worry Kyoko (Mummy's Only Looking for a Hand in the Snow)" foram gravadas no Lyceum Ballroom em London em 15 de dezembro de 1969, de um show ao vivo para a UNICEF com Eric Clapton, George Harrison e Keith Moon, entre outros. Porém as músicas gravadas junto a Frank Zappa and The Mothers of Invention em Fillmore East em junho de 1971 adiconadas no LP foram deixadas de lado na reedição em cd.

O álbum é o mais politizado de John. A música de abertura é "Woman Is the Nigger of the World" foi o carro-chefe do disco. Mas trouxe uma certa polêmica e foi banida em alguns lugares pelo uso da palavra nigger (negro em português), embora a palavra não tenha um sentido de se referir aos negros afro-americanos. Até hoje, essa música é hino das feministas. Na música “New York City”, John Lennon parece ter soltado todos os seus bichos. Ninguém escapa das farpadas agudas da sua língua ferina e mordaz! Nem o Papa (na época Paulo VI) foi poupado. Lennon afirma que ele fumava maconha todo dia! Esse álbum, traria ainda muito problemas para Lennon. Que já estava encrencado.
“Attica State” é uma clara crítica ao regime penitenciário daquela prisão contra uma rebelião dos prisioneiros onde 39 foram mortos. “We all mates in Attica State!” A música "John Sinclair" era um apelo pela libertação do poeta (?) John Sinclair (na verdade, um grande picareta!) após ser condenado a dez anos de prisão por ter dado dois cigarros de maconha a dois oficiais da polícia. "Sunday Bloody Sunday" e "The Luck of the Irish" eram referentes à Irlanda do Norte. No dia 30 de janeiro de 1972, a polícia matou treze pessoas que participavam de uma passeata católica contra o governo daquele país. O fato ficou conhecido como Domingo Sangrento (Bloody Sunday). Anos mais tarde o grupo U2 faria também uma música com mesmo nome em referência ao fato. "Angela" em referência a Angela Davis, afro-americana, comunista que fez parte do Partido dos Panteras Negras, foi acusada e condenada por participar do sequestro e assassinato do juiz Harold Haley. É impressionante como eles só se metiam com gente barra-pesada! As músicas de Yoko também traziam temas diversos. "Sisters O Sisters" com tema feminista, "Born in a Prison" tratava da falta de um sistema educacional, "We're All Water" para celebrar a cultura. Na verdade, este álbum é visto como o início da autoria de músicas por parte de Yoko Ono. Durante seu lançamento, o disco já foi bombardeado de críticas a cerca do experimentalismo “fraco” e sujo, tanto que chegou a figurar a posição de número 42 na Billboard. Mas ficou claro o fracasso comercial do álbum, e John Lennon ficaria sem gravar qualquer música por quase um ano inteiro. Apesar de todas as críticas, este é um dos meus discos preferidos de John. Destaco os rockões “NEW YORK CITY” e “ATTICA STATE”. Pouco tempo após o lançamento do álbum, John e Yoko fizeram dois shows na cidade de Nova York no Madison Square Garden, o que posteriormente seria lançado em álbum chamado Live in New York City. E é desse show no Garden que você confere o velho guerrilheiro, a mulher e um bando de malucos com a polêmica “COLD TURKEY”. Abração!

THE BEATLES - WORDS OF LOVE - SENSACIONAL

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

SGT. PEPPER'S - MAKING OFF

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Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band foi o oitavo álbum de estúdio dos Beatles. Lançado em 1º de junho de 1967, tornou-se um imediato sucesso comercial e de crítica, passando 22 semanas no topo da parada de álbuns no Reino Unido e 15 semanas nos Estados Unidos. Para muitos, o melhor álbum de rock de todos os tempos.
A capa recebeu todos os prêmios possíveis a este item. Ela foi projetada pelos artistas pop Peter Blake e Jann Haworth a partir de um desenho de Paul McCartney. O diretor artístico foi Robert Fraser e o fotógrafo, Michael Cooper. Os Beatles aparecem em coloridos trajes militares com um grupo de recortes de papelão de pessoas famosas em tamanho natural. O quarteto fica no centro, em pé, atrás de um bumbo, no qual o artista Joe Ephgrave pintou as palavras do título do álbum - o que de melhor havia de art pop. Na frente, há um arranjo de flores com o nome dos Beatles. Os uniformes de cetim de estilo militar foram fabricados por M. Berman Ltd, de Londres. As letras do álbum estão integralmente na contracapa.

THE BEATLES - THE FOOL ON THE HILL - DEMAIS!

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Paul começou a trabalhar em "Fool OnThe Hill" em março de 1967, enquanto estava compondo "With A Little Help From My Friends", e só gravaria a música em setembro daquele ano. Hunter Davies observou Paul cantando e tocando "uma música bonita e muito lenta sobre um homem tolo sentado na colina", enquanto John ouvia olhando inexpressivamente pela janela para a Cavendish Avenue. "Paul cantou muitas vezes, substituindo por "la-la" as palavras que ainda não tinha resolvido. Quando terminou, John disse que era melhor ele escrever a letra para não esquecer. Paul disse que estava tudo bem. Ele não ia esquecer", comenta Davies.
A música é sobre um "idiot savant", alguém que todos consideram um tolo, mas que, na verdade, é um visionário incompreendido. Paul estava pensando em gurus como o Maharishi MaheshYogi, que mui­tas vezes eram ridicularizados, e em um ermitão italiano sobre quem leu algo certa vez. Ele surgiu de uma caverna no final dos anos 1940 e descobriu ter perdido a Segunda Guerra Mundial inteira. Alistair Taylor relata em seu livro Yesterday uma experiência que, dizem, con­tribuiu com a imagem do tolo parado na colina criada por Paul.
Taylor recorda uma caminhada que fez com Paul e a cachorra Mar-tha pela manhã em Primrose Hill. Eles viram o sol nascer antes de perceberem que Martha tinha desaparecido. "Nós nos viramos para ir embora, e, de repente, ele estava atrás de nós. Era um homem de meia-idade, muito bem vestido com uma capa de chuva com cinto. Nada de mais, você pode pensar, mas ele surgiu atrás de nós do topo da colina em silêncio absoluto", escreveu Taylor.
Alistair Taylor - http://obaudoedu.blogspot.com/2011/08/alistair-taylor-um-cara-gente-boa.html
Tanto Paul quanto Taylor estavam certos de que ele não estava lá segundos antes porque estavam vasculhando a área à procura da cachorra. Ele parecia ter surgido como um milagre. Os três trocaram cumprimentos, o homem comentou algo sobre a paisagem e foi embora. Quando olharam em volta, ele tinha desaparecido "Não havia sinal dele. Ele sumiu do topo da colina como se tivesse sido levado pelo vento! Ninguém poderia ter corrido para se esconder atrás das árvores mais próximas, que eram tão finas, no tempo em que viramos as costas, e ninguém conseguiria ter corrido para o outro lado da colina", diz Taylor.
O que atiçava o mistério era que logo antes de o homem surgir, Paul e Taylor, entusiasmados com a linda vista de Londres e com o nascer do sol, estavam divagando sobre a existência de Deus. "Paul e eu tivemos a mesma sensação estranha de que algo especial tinha acon­tecido. Sentamos no banco um pouco trémulos, e Paul disse 'que diabos você acha que foi isso? Que estranho. Ele estava aqui, não estava? Nós falamos com ele?'." Taylor continua: "De volta a Cavendish, passamos o resto da manhã falando sobre o que vimos, ouvimos e sentimos. Parece uma fantasia provocada pelo ácido dizer que tivemos uma experiência religiosa em Primrose Hill naquela manhã, mas nenhum de nós tinha tomado nada. Uísque e coca-cola foram as únicas coisas em que tocamos na noite anterior. Nós dois sentimos que tínhamos vivenciado uma experiência mística, mas nenhum dos dois quis nomear, nem mesmo para o outro, o que ou quem vimos no topo da colina naqueles breves segundos". Em Magical MysteryTour, a canção foi usada sobre uma sequência em que Paul contempla Nice do alto de uma colina.

GEORGE HARRISON & FRIENDS - JOHNNY B. GOODE - 1986 - SENSACIONAL!

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Heart Beat 86 foi um concerto beneficente encenado no Centro Nacional de Exposições perto de Birmingham, Inglaterra, em 15 de março de 1986.

Foi a maior surpresa na história do Centro Nacional de Exposições de Birmingham. No dia 15 de março de 1986, os Moody Blues tinham acabado de se apresentar no palco da NEC Arena. A cantoria e os aplausos dos fãs começaram a esfriar e muitos já se preparavam para ir embora. "Esperem," disse Jasper Carrott - "Temos apenas mais uma surpresa para vocês. Alguém que vocês podem já ter ouvido falar: O nome dele é ... é alguém chamado GEORGE HARRISON!" A Primeira e única aparição do ex-Beatle na NEC foi uma surpresa que nem mesmo as outras bandas sabiam que ia acontecer. Ele apareceu no final do Festival Heart Beat 86 para uma inusitada performance de Johnny B. Goode – clássico de Chuck Berry – ao lado de Robert Plant, Denny Laine, Jeff Lynne e sua Eletric Light Orchestra, e os Moody Blues. Uma festa sem igual!

terça-feira, 10 de junho de 2014

THE BEATLES - STRAWBERRY FIELDS FOREVER - 2014

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Viver é fácil, se você fechar os olhos. No outono de 1966, John Lennon foi para a Espanha filmar o papel do soldado Grippweed no filme “How I Won The War”, de Richard Lester, no Brasil – “Como Ganhei a Guerra”. Foi o primeiro Beatle a realizar um trabalho sem os três companheiros. Entre as cenas na praia de Almeria, ele começou a compor “Strawberry Fields Forever”, uma música concebida para ser um blues arrastado. A canção começou com o que viria a ser o segundo verso da versão gravada. Era uma reflexão sobre a convicção de que desde a infância ele sempre fora, de alguma forma, diferente dos demais, de que via e sentia coisas que os outros não viam ou sentiam. Na versão mais antiga de suas fitas na Espanha, ele começa com: “ No one is on my wavelenght”, para depois mudar a frase para “No one i think is in my tree”, aparentemente para disfarçar o que poderia ser visto como arrogância. Ele estava dizendo que acreditava que ninguém conseguia se sintonizar com sua forma de pensar e que, então, devia ser ou um gênio (“high”) ou louco (“low”). “Eu pareço ver coisas de uma maneira diferente das pessoas”. Foi apenas no take 4 da fita de composição que ele fala dos Strawberry (sem o “forever”) e, no take 5, acrescentou a frase “nothing to get mad about”, que depois foi alterada para “nothing to get hung about”. Ele já estava usando um modo deliberadamente hesitante – “er”, “that is”, “I mean”, “I think” – para reforçar que essa era uma tentativa de articular conceitos que não podem ser colocados em palavras. Ao retornar à Inglaterra, John trabalhou na música em Kenwood, onde o verso final foi incluído. Foi só no estúdio que ele a terminou, acrescentendo o verso de abertura, o que ajuda a explicar por que a introdução dá a sensação de não fazer parte do resto da canção.

Na versão completa, um lugar é criado para representar um estado da mente. Strawberry Field (John acrescentou o “s”) era um orfanato do Exército da Salvação na Beaconsfield Road, Woolton, a cinco minutos de caminhada de sua casa em Menlove Avenue. Era uma enorme construção vitoriana em um terreno arborizado aonde o jovem Lennon ia com sua tia Mimi para os festivais de verão, mas também um lugar onde ele entrava sorrateiramente a noite e nos fins de semana com amigos como Pete Shotton e Ivan Vaughan para fumarem e beberem escondidos. Strawberry Field era o playground de John Lennon. Essas visitas ilícitas eram para John como as fugas de Alice pela toca do coelho e através do espelho. Ele sentia estar entrando em outro mundo, um universo que era mais próximo do seu mundo interior, e na vida adulta ele associaria esses momentos de alegria com sua infância perdida e também com uma sensação de psicodelismo, neste caso sem drogas. Na entrevista de 1980 para a Playboy , John declarou que “entrava em alfa” quando criança e via “imagens alucinatórias” de seu rosto quando se olhava no espelho. Ele disse que foi só quandio descobriu o trabalho dos surrealistas que percebeu que não era louco, que não era o “único”, e sim membro de “um clube exclusivo que vê o mundo desse jeito”. “Strawberry Fields Forever” foi a primeira gravação do que viria logo em seguida: o magnífico SGT. PEPPER’S. Estranhamente, o compacto “Strawberry Fields Forever” / “Penny Lane” não foi imediatamente para o primeiro lugar, como era costume há vários anos. Mas esta, é outra história. Fica para outra vez. Abração!

THE BEATLES - HELLO GOODBYE - 2014

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AlistairTaylor, assistente de Brian Epstein, se lembra de ter perguntado a Paul como ele escrevia suas músicas, e Paul o levou à sua sala de jantar para fazer uma demonstração em um harmonium entalhado à mão. Ele disse a Taylor para gritar o oposto de tudo o que ele cantasse enquanto tocava as notas. E assim foi - preto e branco, sim e não, pare e vá, olá e tchau. "Não tenho nenhuma lembrança da música",Taylor conta. "Você precisa lembrar que as melodias eram tão comuns em torno dos Beatles quanto os insetos na primavera. Alguns se tornam belas borboletas, outros secam e morrem.
Eu imagino se Paul realmente inventou aquela música enquanto tocava ou se ela já estava passando pela cabeça dele. Seja como for, pouco tempo depois, ele chegou ao escritório com uma fita demo de um novo single – “Hello Goodbye”. A última parte da gravação, em que os Beatles repetem "hela, hey, aloha", surgiu espontaneamente no estúdio ("aloha" é uma forma de cumprimento afetuoso no Havaí). 

Mesmo que "Hello Goodbye" não fosse nada além de um jogo de palavras transformado em música, no clima místico de 1967, esperava-se de Paul uma interpretação mais profunda. Em uma entrevista para a Disc, ele tentou, gentilmente, oferecer uma explicação: "A resposta para tudo é simples. É uma canção sobre tudo e nada... se você tem preto, também tem que ter branco. Essa é a coisa impressionante da vida”. "Hello Goodbye" foi lançada como single em novembro de 1967 e chegou ao topo das paradas tanto na Inglaterra quanto nos EUA.

THE BEATLES - YOUR MOTHER SHOULD KNOW - 2014

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A fascinação de Paul McCartney pelas décadas de 1920 e 1930 começou a transparecer com "When I'm Sixty-Four", de Sgt. Pepper, em que fica clara a influência de Noel Coward, e se revela mais uma vez nesta canção semelhante. Paul faz a voz principal e se junta a John e George nos vocais de apoio; eles tocam piano, órgão e tabla, respectivamente. Os vocais se iniciam no canal esquerdo, passam para o direito na segunda estrofe e voltam para o esquerdo na terceira e última estrofe.

BOB DYLAN & THE BAND - THE BASEMENT TAPES 10/06/14

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The Basement Tapes é um belíssimo álbum duplo de estúdio de Bob Dylan e The Band, gravado originalmente em 1967 mas só lançado em 1975. Enquanto Dylan se recuperava dos ferimentos sofridos em um acidente de motocicleta em julho de 1966, convidou os integrantes do The Band e começou a gravar com eles novas composições e músicas tradicionais. Supõe-se que todas as composições de Dylan foram gravadas em 1967 no porão da Big Pink, uma casa compartilhada pelos integrantes do The Band, enquanto as oito canções do grupo foram registradas em locais e épocas distintos entre 1967 e 1975; overdubs também foram adicionados a algumas das canções de Dylan em 1975. Em 2003, o disco foi incluído na lista da revista Rolling Stone no nº 291 dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos. O disco atingiu a 7ª colocação da parada de  Pop Albums.


JOSS STONE & ROD STEWART - HOT LEGS - SENSACIONAL

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Caros amigos:O Baú do Edu tem o prazer de receber agora dois convidados mais que especiais - a mega musa Joss Stone e o incomparável Rod Stewart quebrando tudo com o rockão Hot Legs. Aumentem bem o som e boa diversão!

Não deixe de conferir também a super postagem “SOUL MAIS JOSS STONE”, publicada em 14 de abril de 2010. http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/04/soul-mais-joss-stone.html
 

PAUL McCARTNEY REMARCA DATAS DA OUT THERE USA 2014

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Paul McCartney, obedecendo a ordens dos seus médicos enquanto se recupera de uma infecção viral depois de ficar doente no Japão no mês passado, remarcou algumas apresentações nos Estados Unidos. "Lamento, mas vai levar mais algumas semanas até que possamos agitar a América novamente. Estou me sentindo ótimo, mas seguindo o conselho dos meus médicos de pegar leve durante mais alguns dias", disse McCartney em um comunicado divulgado ontem, segunda-feira (9).
O músico de 71 anos cancelou seus shows no Japão e uma apresentação na Coreia do Sul depois de ser hospitalizado. A turnê será retomada em Albany, no Estado de Nova York, em 5 de julho. Os espetáculos agendados entre 14 e 26 de junho em Lubbock, no Texas; Dallas; New Orleans; Atlanta; Jacksonville, Florida; Nashville, Tennessee e Louisville, no Kentucky, foram remarcados para outubro. Todos os ingressos serão honrados nas novas datas, de acordo com a declaração.

domingo, 8 de junho de 2014

YOKO ONO É PROCESSADA POR PLÁGIO!

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A briga judicial entre Yoko Ono e Haleh Nematzadeh parece ter chegado ao fim. Processada pela estilista por ter supostamente copiado sua linha de roupas, a viúva de John Lennon decidiu pagar o preço estabelecido no processo para encerrar a disputa legal. Os termos do acordo, contudo, permanecem privados e ambas as partes assinaram um documento de confidencialidade, impedindo-as de discutir o caso.
No ano passado, Haleh entrou com uma ação na Justiça contra Ono, alegando que ela havia roubado suas ideias da "linha não convencional para homens". Yokao Ono, por sua vez, negou as acusações e garantiu que a inspiração para as peças veio de seu falecido marido. A coleção em questão é formada por roupas com desenhos de mãos sobre a virilha e buracos na bunda e nos mamilos. Êta, povo doido!

THE BEATLES - IF I FELL - DEMAIS!!!

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sábado, 7 de junho de 2014

PAUL & LINDA McCARTNEY NA ESCÓCIA - 1970 - MUITO LEGAL!

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THE BEATLES - TWIST AND SHOUT - ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO!

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Em 1960, Phil Spector tornou-se produtor na Atlantic records. No ano seguinte ele foi designado para produzir um single para um grupo vocal chamado the Top Notes (às vezes chamado de "Topnotes") com a canção "Twist and Shout" Em 1962, o grupo The Isley Brothers decidiu gravar a canção e foram produzidos pelo próprio compositor Bert Russell, que não tinha ficado satisfeito com a produção de Phil Spector. "Twist And Shout" tornou-se a primeira gravação do trio a atingir e entrar para lista da revista Billboard (entre as 40 mais). A canção logo se tornou um cover frequente da música soul no início dos anos 60. Quando os the Isleys gravaram "Twist And Shout" eles não pensaram que ela se sairia tão bem quanto seu hit de três anos atrás "Shout!". Para a surpresa deles, a canção se tornou hit dentre as listas de música pop e rhythm and blues.Os Beatles lançaram a canção em seu álbum de estréia no Reino Unido, Please Please Me. Em uma única sessão, eles gravaram 11 canções para o álbum e Twist and Shout foi a última a ser gravada. John Lennon, o líder vocal da canção, estava com gripe no dia e usava pastilhas para a garganta, por isso, ele produziu uma memorável performance vocal, rouca e dinâmica." Esta foi uma das primeiras canções que os Beatles apresentavam o "wooo" na harmonia, o que se tornou um clichê no início da carreira deles.
Nos Estados Unidos, a canção foi lançada em 2 de março de 1964 como um single pela Vee-Jay Records. Atingiu o segundo lugar no dia 4 de abril do mesmo ano. Neste país, a canção foi o único cover dos Beatles a vender 1 milhão de cópias e o único a atingir as 10 mais tocadas em qualquer lista de paradas de sucesso norte-americanas. A versão dos Beatles para a canção fez parte do filme de 1986 Ferris Bueller's Day Off (Curtindo a Vida Adoidado), com o ator Matthew Broderick no papel principal. O uso da canção em 1986 fez com que ela entrasse na lista da Billboard Hot 100, atingindo o pico de número 23. Em 1962 a Decca Records assinou contrato com The Tremeloes, um grupo de Dagenham, Essex, em preterência aos Beatles. Ambos os grupos tiveram uma audição no mesmo dia, e os Beatles foram rejeitados pela gravadora. Ironicamente, Brian Poole and the Tremeloes não tinham nenhum sucesso até os Beatles darem início ao "boom" britânco ao rock. Assim o grupo Brian Poole and the Tremeloes imitou o estilo deles e regravou "Twist and Shout" quatro meses depois dos Beatles, atingindo a paradas de sucesso do Reino Unido (#4). "Twist and Shout" ainda seria regravada tantas e tantas vezes, inclusive pelo Mamas & Papas, mas nada, nada se compara com a gravação dos Beatles! Esse vídeo que a gente confere agora é o mais phoda que eu já vi nos últimos tempos! The Beatles - Twist And Shout!!!

ANASTASIA PETRIK - OH DARLING - SENSACIONAL!

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MANUSCRITOS E DESENHOS DE LENNON SÃO VENDIDOS POR UMA FORTUNA

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Os manuscritos e desenhos originais de John Lennon, produzidos para dois aclamados livros que ele escreveu em meados dos anos 1960, foram leiloados por 2,9 milhões de dólares na última quarta-feira. Mais do que o dobro do estimado, informou a casa de leilões Sotheby's. Todos os 89 lotes à venda, do livro "In His Own Write", de 1964, a "A Spaniard in the Works", de 1965, foram arrematados.

O destaque do leilão foi "The Singularge Experience of Miss Anne Duffield”, o manuscrito de uma paródia de Lennon de Sherlock Holmes presente em "A Spaniard in the Works", vendido por 209 mil dólares. “O resultado extraordinário, a primeira venda de um lote total em 2014 na Sotheby's de Nova York, mostra que os versos nonsense, os trocadilhos, o humor maldoso e os desenhos cômicos de Lennon continuam a ter impacto 50 anos após a publicação de “In His Own Write” e "A Spaniard in the Works”", disse Gabriel Heaton, vice-diretor do departamento de livros e manuscritos da Sotheby's, em um comunicado.

Entre outros itens de destaque no leilão, pouco mais de meio século depois da primeira aparição dos Beatles nos Estados Unidos no programa Ed Sullivan Show, estavam o manuscrito de "The Fat Budgie", vendido por 143 mil dólares, e um desenho a tinta de um guitarrista, arrematado por 137 mil dólares. Heaton, que descreveu os itens como a coleção mais substancial de trabalhos artísticos e manuscritos originais de Lennon, disse que todos os lotes à venda foram produzidos no auge da Beatlemania.
Não deixe de conferir a postagem “JOHN LENNON - UM ATRAPALHO NO TRABALHO” publicada pela última vez em 23 de março deste ano: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2014/03/john-lennon-um-atrapalho-no-trabalho.html

quarta-feira, 4 de junho de 2014

5 LIÇÕES DE LIDERANÇA COM OS BEATLES

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A inspiração às vezes vem dos lugares mais improváveis. Para alguns, a natureza é uma fonte de ideação, enquanto para outros, a família e os amigos podem dar um toque de insight. Já para outros pode será música. Sim, a música. Podem ser as letras, a melodia ou até as atitudes do artista. Pensando nisso, a Forbes listou cinco lições de lideranças que podem ser tiradas de uma das maiores bandas de todos os tempos: os Beatles. Confira:
Ultrapasse os limites
A música dos garotos de Liverpool era completamente diferente de qualquer coisa que os precederam. Isso é importante, pois mesmo depois de terem mudado completamente o mundo da música, eles não deixaram de reinventar o seu próprio som, buscando sempre produzir algo mais inovador.
Faça o melhor
Os Beatles sempre se entregavam 100% em cada produção e show. Você faz isso com seus clientes e funcionários visando o desenvolvimento e crescimento? Você deu tudo de si em cada aparição na mídia? Se não, você está perdendo uma oportunidade de sucesso.
Cerque-se de pessoas talentosas
Os Beatles eram talentosos, mas seu sucesso não foi ganho solo. Eles tinham ótímos produtores, equipe e apoiadores, como o produtor George Martin e o apresentador Ed Sullívan. Se o seu grupo está repleto de boas pessoas, você está no caminho certo.
Construa uma base sólida de fãs
O que não faltava no show dos Beatles era uma legião de fàs e a banda percebeu a importância disso, por isso sempre foram eficazes na construção da sua marca. Toda vez que você entrar em contato com alguém, essa pessoa pode ser um cliente, um conselheiro ou um mentor. Alimente essa interação e pense em como melhorar sua marca para criar esse frenesi nos seus fãs.
Simplicidade
Acima de tudo, eles usaram sua criatividade para fazer uma música que fosse acessível. Poderiam ter produzido músicas mais complexas, mas em vez disso, sabiam que sua música era para as massas. Em 10 segundos, você poderia dizer o que a sua empresa faz? As pessoas irão entender de imediato? Se não, comece de novo.

  

GEORGE HARRISON - THIS IS LOVE - SEMPRE!!!

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JOHN LENNON - STARTING OVER - PROMO VIDEO 1980

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THE BEATLES AT THE HOLLYWOOD BOWL - SENSACIONAL!

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Postagem publicada originalmente em 4 de junho de 2012.
No dia 29 de agosto de 1965, os Beatles se apresentaram no Hollywood Bowl. Como no ano anterior, o concerto no local foi gravado com a intenção de lançamento de um álbum ao vivo que só veria a luz do dia muitos anos depois.
O lançamento de um álbum ao vivo dos Beatles gravado no Hollywood Bowl foi anunciado pela imprensa diversas vezes durante a década de 70. Em 72 surgiu a notícia de que o disco seria para combater o volume crescente de discos piratas. Um ano e meio depois, falou-se mais uma vez do lançamento. Foi divulgado que o LP seria a gravação de uma apresentação no Hollywood Bowl, em Los Angeles, em 23 de agosto de 1964. Nada.
Em 1977, falou-se novamente na divulgação de um álbum ao vivo dos Beatles, mas agora com a notícia de que incluiria gravações da apresentação de 1964 e de outra de 29 de agosto de 1965. Dessa vez, o disco saiu, e a espera dos fãs compensou.
A eletricidade na atmosfera dos shows é captada perfeitamente, com os gritos de 17 mil fãs enlouquecidos! A desvantagem é que, com todo esse ruído, o disco não pode ser considerado técnica ou musicalmente perfeito. Das 13 faixas, seis (All My Loving, She Loves You, Things We Said Today, Roll Over Beethove, Boys e Long Tall Sally) foram gravadas na apresentação de 1964. As sete restantes, (Twist And Shout, She’s a Woman, Dizzy Miss Lizzy, Ticket to Ride, Can’t Buy Me Love, A Hard Day’s Night e Help!, são de 65. Elas foram editadas em sequência (como se fossem de um único show) por George Martin e formam um disco muito bom.
Uma vez que as gravações foram feitas com antigos gravadores de três canais, foi necessário transferi-las para uma fita de 16 canais antes que George Martin e seu fiel engenheiro de estúdio Geoff Emerick pudessem filtrar, equalizar e editar o material. O principal problema do processo era que, com o uso contínuo do aparelho, as cabeças de gravação se superaqueciam e derretiam a fita magnética. O inventivo George Martin encontrou uma solução criativa: Usar secadores de cabelo soprando o ar frio para resfriá-las.
Esse trecho que a gente confere agora é da apresentaçõe de 1964. Abração!
Não deixem de conferir nesse link do portal Beatles Brasil, o excelente texto escrito por Marcelo Sanches:
http://www.thebeatles.com.br/renegados-beatles-hollywood-bowl.php

PAUL MCCARTNEY - UNPLUGGED 1991 - FABULOUS!

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Em janeiro de 1991, Paul McCartney gravou ao vivo no London Limehouse o seu “Unplugged” para a MTV mesclando músicas dos Beatles, da carreira solo e diversos covers. A apresentação de Paul e sua banda é realmente “desplugada” com microfones na frente dos violões a partir de uma idéia oferecida a MTV pelo próprio Paul. Foi o único show em que o ex-beatle tocou bateria em uma das músicas. "PAUL McCARTNEY – UNPLUGGED" foi o primeiro da série MTV Unplugged a ser produzido e comercializado – com edição mundial limitada a 500 mil cópias. Pois quem gostou de "We Can Work It Out" aí em cima, confere agora, a magnífica e impecável apresentação do velho mestre no auge da forma, inteirinho, na íntegra, com absoluta qualidade de som e imagem. Aquele abração em todos!

A INCRÍVEL HISTÓRIA DE FERDINANDO - O TOURO

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Sem palavras.

domingo, 1 de junho de 2014

BADFINGER - KNOW ONE KNOWS - POSTAGEM 5 MIL - ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL!

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Queridos amigos todos do Baú do Edu: com esta postagem, nosso blog preferido chega à impressionante marca de 5.000 (cinco mil) postagens! Dessas cinco mil, pelo menos quatro mil são sobre os Beatles e o restante sobre outros artistas e a Cultura Pop em geral. Um trabalho árduo e às vezes cruel, mas que ainda é capaz de me emocionar todos os dias. Há quatro anos, quando completou as primeiras mil, publiquei o incrível especial Badfinger, dividido em quatro partes, contando toda a trágica trajetória de minha bandinha preferida (os Beatles não contam – são “hors concours”) – uma trabalheira sem igual que quase me matou. 
Agora, para a postagem 5 MIL, minha bandinha está de volta, simplesmente com um vídeozinho absolutamente sensacional que preparei especialmente em homenagem a eles e em memória ao talento e genialidade de um jovem chamado Peter William Ham – morto tragicamente em 1975 por suicídio por enforcamento aos 27 anos de idade. Uma perda irreparável! “Know One Knows” é a quarta faixa do sexto álbum do Badinger - “Wish You Were Here”, lançado em 1974 e o terceiro produzido por Chris Thomas. Depois disso, o mundo virou de ponta-cabeça para a banda, que ainda gravaria mais um álbum com Pete Ham – “Head First” que só chegou às lojas mais de 30 anos depois. É uma história que não tem nada de final feliz, culminando com o suicídio de Tom Evans (três anos depois da morte de Peter) também por enforcamento. “Know One Knows” sempre foi minha preferida. Agora, a trágica história não importa mais – No Matter What. Mas tudo o que ficou, nunca vai me deixar esquecer o tamanho do meu amor por essa fantástica bandinha do sul do País de Gales, que um dia chegou a ser comparada com os próprios Beatles. Senhoras e senhores: é com muita honra, prazer e a maior satisfação desse mundo, que o Baú do Edu recebe agora pela primeira vez, com a mais absoluta exclusividade... Badfinger – Know One Knows – Ninguém sabe, ninguém sabe não, o quanto estou emocionado. Abração em todos! BADFINGER BOOGIE!!!

GEORGE HARRISON AND PETE HAM - O EX-BEATLE E O BADFINGER

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George Harrison e Pete Ham. Juntos, somente os dois, cada qual com sua viola, tocaram o clássico dos Beatles "Here Comes The Sun" no Concerto para Bangladesh. Infelizmente, nota-se que em nenhum momento, George não só não agradeceu a presença de Peter, como sequer o apresentou para a negada. No único momento que citou a participação de BADFINGER, referiu-se apenas como "uma banda da Apple". Não gostei. Sacanagem! Poderia ter impulsionado e muito a carreira dessa bandinha danada de boa e que acabou do jeito que acabou. Somente no ano 2 mill, no relançamento comemorativo de 'All Things Must Pass', Harrison agradeceu e elogiou Peter! No livrão 'Anthology', Paul também fez um bom comentário sobre Pete e sua bandinha suja, que é, e sempre foi simplesmete, demais!!! Amém. Jesus, obrigado Senhor, por me deixar conhecer Badfinger! BADFINGER BOOGIE!
"The Lord loves the one, that helps themselves".