quinta-feira, 12 de maio de 2022

GEORGE HARRISON - LOVE COMES TO EVERYONE*****

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"Love Comes to Everyone" é uma canção de George Harrison de 1979, do álbum “George Harrison”. Foi lançada como o segundo single do álbum, o primeiro foi “Blow Away”. Harrison começou a escrever "Love Comes to Everyone" em Los Angeles, em setembro de 1977 e terminou no Havaí, em fevereiro de 1978. A canção, dançante, não estourou nas paradas, mas serviu como excelente cartão de visitas do álbum de 1979. Eric Clapton toca guitarra durante a introdução da música. "Love Comes to Everyone" foi originalmente planejada para ser o primeiro single do álbum, mas “Blow Away” (muito mais pop) foi lançada como o primeiro single em seu lugar. "Love Comes to Everyone" chegou a entrar para o Hot 100 da Billboard, no entanto, alcançou apenas o número 38 nos charts. George tocou a canção ao vivo apenas uma vez durante sua excursão pelo Japão, em 1991.
No Brasil, "Love Comes to Everyone" virou "O Amor Vem Pra Cada Um", 2ª faixa do LP Pra Sempre e Mais um Dia, sexto álbum de estúdio da cantora Zizi Possi, lançado em julho de 1983, pela gravadora PolyGram. Versão de Beto Fae.

quarta-feira, 11 de maio de 2022

THE BEATLES - DIZZY MISS LIZZY e BAD BOY*****

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BOB MARLEY - COULD YOU BE LOVED *****

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Robert Nesta Marley, mais conhecido mundialmente como Bob Marley, nasceu em Nine Mile, vila situada na paróquia de Saint Ann, na Jamaica, em 6 de fevereiro de 1945 e morreu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981 em Miami, na Flórida, com apenas 36 anos. Ele foi cantor e compositor, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar internacionalmente o gênero. Marley já vendeu mais de 75 milhões de discos e, em 1978, três anos antes de sua morte, foi condecorado pela ONU com a "Medalha da Paz do Terceiro Mundo".
Naõ deixe de conferir de jeito nenhum, a superpostagem BOB MARLEY - SUPERSTAR DO 3º MUNDO publicada em 11 de maio de 2018.

ERIC BURDON - 81 ANOS DE MUITO ROCK'N'ROLL!

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O grande Eric Burdon (Eric Victor Burdon) nasceu no dia 11 maio de 1941 em Walker, Newcastle, Inglaterra. Burdon foi membro fundador dos “Animals”, banda formada no começo da década de 1960 e que foi uma das principais durante a chamada “invasão inglesa”, liderada primeiro pelos Beatles, seguidos dos Rolling Stones, Kinks e The Who.
Eric Burdon foi a voz de todos os clássicos imortais dos Animals como "The House of Rising Sun", "Good Times", "Don’t Let Me Be Misundestood", "Bring It To the Home", "A girl Named Sandoz" e todos os outros. A mistura do blues e rock fazia dos Animals elementos únicos na cena Rock/Pop britânica. Depois de inúmeras trocas de formação, a banda passou a ser conhecida como “Eric Burdon and the New Animals”. Quando terminaram, Burdon se juntou à banda californiana de funk, rock e blues “War”, resultando no hoje clássico álbum “Eric Burdon Declares War”. Em 1971 Eric Burdon seguiu sua carreira solo, lançando o álbum Guilty. No período de 1976 a 1983 ele reuniu a formação original dos Animals, mas não conseguiu seguir adiante com ela. Hoje, o “pequeno-grande-homem” continua gravando discos e ainda excursionando. Parabéns, Animal! Ah, uma pequena curiosidade: Na música "I Am The Walrus", John Lennon faz uma referência a Burdon, por em evento no qual uma de suas namoradas quebrou ovos em seu peito durante o sexo. Burdon contou o ocorrido para Lennon, que achou graça e passou a chamá-lo de "eggman".

terça-feira, 10 de maio de 2022

THE BEATLES - I FEEL FINE - IN COLOUR *****

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PAUL MCCARTNEY - MISTRESS AND MAID*****

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“Mistress And Maid” é uma música de Paul McCartney do álbum “Off The Ground”, de 1993, co-escrita em parceria com Elvis Costello. Uma orquestra de quinze músicos foi usada para aprimorar ainda mais a música, conduzida por Carl Davis, que anteriormente colaborou com Paul McCartney no Liverpool OratorioO quadro “Mistress And Maid” (Senhora e empregada), pintado por Jan Vermeer 1667-1668, foi uma influência para escrever a música.

SÁ, RODRIX & GUARABIRA - MESTRE JONAS - 1973✶✶✶

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Sá, Rodrix & Guarabyra foi um trio musical brasileiro formado por Luiz Carlos Sá, Zé Rodrix e Guttemberg Guarabyra. Surgiu em 1971. Se notabilizou pela criação do chamado rock rural, em que se mesclavam diversas influências musicais, do rock à música sertaneja. Em 1973, Zé Rodrix se desligou do trio, que passou a ser um duo (Sá e Guarabyra). Em 1999, Zé Rodrix reuniu-se novamente ao duo, até sua morte, em 2009. “Mestre Jonas” – composição do trio, está presente em seu segundo álbum, Terra (1973) – é um dos maiores clássicos do rock rural.

segunda-feira, 9 de maio de 2022

ELVIS - OFFICIAL TRAILER (2022)

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ELVIS é um filme épico de drama musical biográfico dirigido por Baz Luhrmann. Conta a história da vida e da carreira do astro do rock e do cinema Elvis Presley, bem como seu relacionamento com seu empresário, o coronel Tom Parker. ELVIS é estrelado por Austin Butler, Tom Hanks, Helen Thomson, Richard Roxburgh, Olivia DeJonge, Luke Bracey, Natasha Bassett, David Wenham, Kelvin Harrison Jr, Xavier Samuel e Kodi Smit-McPhee. ELVIS terá sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes de 2022 e está programado para ser lançado nos cinemas na Austrália em 22 de junho de 2022 e nos Estados Unidos em 24 de junho de 2022 pela Warner Bros. Pictures. Confira aqui o trailer oficial em inglês e legendado em português.

THE BEATLES - A BEGGINNING

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"A Beginning" é uma peça instrumental composta pelo produtor dos Beatles George Martin concebida originalmente para ser uma introdução de "Don't Pass Me By", de Ringo Starr - primeira composição do baterista em um álbum dos Beatles, o "Álbum Branco", de 1968, mas pelo tempo do corte do disco de vinil, ficou de fora. Em vez disso, foi usada como uma deixa incidental no desenho animado Yellow Submarine e pode ser ouvida antes de "Eleanor Rigby".

Depois de quase 30 anos,"A Beginning" foi escolhida a dedos para não só ser incluída, como para ser a abertura do Anthology III, como uma espécie de substituição de uma provável terceira "nova música dos Beatles", que estava planejada e acabou não acontecendo - "Now and Then". A pequena faixa instrumental caiu como uma luva."A Beginning" foi composta por George Martin e gravada em 22 de julho de 1968, usando a mesma orquestra que participou de "Good Night", última faixa do álbum The Beatles.

domingo, 8 de maio de 2022

THE BEATLES - AND I LOVE HER - FELIZ DIA DAS MÃES!

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ELVIS PRESLEY - THAT'S ALL RIGHT MAMA - SENSACIONAL!

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"That's All Right Mama" foi escrita e originalmente interpretada pelo cantor de blues Arthur "Big Boy" Crudup e gravada em 1946. Ela se destaca como uma convincente candidata ao marco zero do rock 'n' roll, de acordo com algumas fontes. É mais conhecida como o single de estreia gravado e lançado por Elvis Presley, em 5 de julho de 1954, e lançada em 19 de julho de 1954, com "Blue Moon of Kentucky" como lado B. "That's All Right Mama" foi classificada como número 113 na lista da revista Rolling Stone de 2010 das "500 Maiores Músicas de Todos os Tempos". Vários críticos de rock também apontaram a versão de Presley como candidata ao primeiro disco de rock and roll 'de verdade"A versão de Presley não era idêntica à de Crudup, pois era pelo menos duas vezes mais rápida que a original. Em julho de 2004, exatamente 50 anos após sua primeira edição, "That's All Right Mama" foi lançada como CD single em vários países, alcançando o número três no Reino Unido, número 31 na Austrália, 33 na Irlanda e 47 na Suécia. Arthur Crudup foi creditado como o compositor no rótulo do single de Presley, mas apesar das batalhas legais na década de 1970, nunca recebeu royalties. Um acordo extrajudicial deveria pagar a Crudup cerca de US $ 60.000 em royalties atrasados, mas nunca se concretizou. Arthur "Big Boy" Crudup morreu em 1974, com 68 anos, quatro anos após o fracasso do acordo de royalties.

THE BEATLES - With Love FROM ME TO YOU - SENSACIONAL!✶✶✶✶✶

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O terceiro single dos Beatles“From Me To You”, foi lançado logo depois do álbum Please Please Me. Foi composto por John e Paul em 28 de fevereiro de 1963, numa viagem entre York e Shrewsbury, no que ainda era anunciado como a turnê de Helen Shapiro. Lennon e McCartney queriam ter algumas músicas novas prontas para desconcertar o mundo da música pop londrina, que os menosprezava como um sucesso repentino que tinha vindo do nada e logo desapareceria. Tsc, tsc.

Quando se sentaram lado a lado, tocando os violões, procurando um verso ou título cativante para começar, a inspiração veio da coluna de cartas “From You to Us”, do New Musical Express, que estavam lendo. A matéria principal daquela semana, sobre Cliff Richard e Elvis, perguntava se Richard estava superando Elvis.

O pesquisador e escritor Hunter Davies disse o seguinte: "Considerando a velocidade com que foi feita, “From Me To You” era bem elaborada e tinha certo desenvolvimento - o que poucas de suas primeiras músicas apresentavam. Tendo se decidido pela ideia de algo que vai de mim para você, eles passaram a listar as possibilidades: um coração que é verdadeiro, braços para abraçá-la, lábios para beijá-la, tudo o que você realmente quer e que ele vai mandar, “de mim para você”. Quando foram gravá-la, George Martin fez John usar a gaita de novo e Paul lançou alguns falsetes, só para empolgar as garotas. Paul se lembra de ter ficado muito contente com a música, sentindo que mostrava um avanço, com começo, meio e fim - sinal de que estavam melhorando.

Mas os críticos da época não se impressionaram: O New Musical Express considerou-a “abaixo da média”. John ficou furioso e, ao mesmo tempo, decidido a se esforçar mais. Com “From Me To You”, lançada como single na esteira do sucesso de "Please Please Me" e segundo Número 1 dos Beatles nas paradas britânicas, eles começaram a provar que tinham talento tanto como cantores e instrumentistas quanto como compositores. O vocal é feito a duas vozes por John e Paul, com George entrando com a terceira voz nos refrões.
O single foi o primeiro número 1 dos Beatles em algumas paradas do Reino Unido, o segundo em outras, mas não conseguiu causar impacto nos Estados Unidos na época de seu lançamento inicial. No entanto, uma versão cover de 1963 lançada por Del Shannon resultou na música se tornando a primeira música de Lennon e McCartney a entrar na Parada Pop Americana.

Durante a turnê de Helen Shapiro, eles pediram a opinião da cantora: “Eles me pediram para ouvir duas músicas que tinham feito. Paul sentou ao piano, John ficou ao meu lado, e eles cantaram "From Me To You" e “Thank You Girl”. Disseram que já tinham uma ideia de qual era a favorita, mas não tinham tomado a decisão final, então queriam a minha opinião sobre qual seria o melhor “lado A”. Eu escolhi "From Me To You, e eles disseram: “Ótimo! Foi dessa que gostamos mais!".

Os Beatles gravaram “From Me To You” no dia 5 de março de 1963 no estúdio da EMI em Abbey Road (apenas cinco dias após a composição da música), e lançaram no dia 11 de abril no Reino Unido e 27 de maio nos Estados Unidos, tendo Thank You Girl como lado B. Foi produzida por George Martin e teve Norman Smith como engenheiro. A faixa básica foi gravada em sete tomadas. Os Beatles então adicionaram uma série de overdubs, incluindo a gaita, o solo de guitarra e as harmonias de introdução. Curiosamente, a gaita que abre o single inglês é diferente das versões lançadas em outros países. Martin disse sobre a música: “Eu pedi a eles outra música tão boa quanto “Please Please Me”, e eles me trouxeram uma - 'From Me To You'. Parecia haver um poço sem fundo de canções"Os Beatles estão com seus instrumentos habituais: John Lennon canta, toca violão e gaita; Paul McCartney canta e toca baixo; George Harrison faz backing vocals e toca guitarra e Ringo Starr toca sua bateria. “From Me To You” aparece nos álbuns: A Collection of Beatles Oldies; 1963/1966Past Masters; 1; Anthology 1 e On Air - Live At The BBC Volume 2.

ZIRALDO - DONA CLOTILDES - THE SUPERMÃE ❋❋❋❋❋❋

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Em 2019, para comemorar os 50 anos da heroína criada pelo cartunista Ziraldo, a editora Melhoramentos lançou o "Almanaque 50 anos The Supermãe". Com poderes ilimitados, vestido azul e capa vermelha, Dona Clotildes, a Supermãe surgiu em 1968 e foi publicada até 1984 em tiras do Jornal do Brasil e nas páginas da revista Claudia. De forma bem-humorada, Ziraldo retratava na saga de Dona Clotildes e seu filho Carlinhos o zelo exagerado e os apelos melodramáticos tão comuns das mães.
Na apresentação da obra comemorativa, o escritor e ilustrador Guto Lins conta que a Supermãe surgiu a partir da observação do cartunista sobre os seus amigos cariocas. Mineiro de Caratinga, ao se mudar para o Rio de Janeiro, ele ficou impressionado ao notar a dependência que os colegas tinham de suas mães. "Mesmo com os bons-tratos e os paparicos, Ziraldo aprendeu a se virar sozinho desde cedo e achava muito engraçado seus novos amigos cariocas, que tinham hora de voltar pra casa e morriam de medo da mamãe, conta ele. "Ele cuidava dos irmãos, se mandara pro Rio deixando sua mãe chorosa na rodoviária de Caratinga... e não tinha como não estranhar a falta de independência de 'marmanjos' de sua mesma idade. Segundo ele, a semente da Supermãe foi plantada após essa constatação, complementa.
O próprio cartunista também se considera uma Supermãe, sempre querendo acompanhar em detalhes a vida dos filhos, saber onde eles estavam e a que horas voltariam. O almanaque, segundo a Melhoramentos, apresenta 16 anos de história da personagem, além de curiosidades, esboços e textos inéditos. "As letras das falas são quase personagens! O título das páginas de nossa heroína, por exemplo, varia de acordo com o contexto. E a riqueza dos detalhes no traço ou as expressões sutis de um olhar, de um canto de boca, de uma sobrancelha compõe fortemente a narrativa", destaca Tarcísio Vidigal, um dos organizadores da obra.

"The Supermãe" foi criada pouco depois que Ziraldo fundou com outros humoristas "O Pasquim". Outro quadrinho para adultos que ele fez foi o "Mineirinho - o Comequieto". Em 1969, publicou o seu primeiro livro infantil, "Flicts". A partir de 1979, dedicou-se à produção de livros para crianças e, em 1980, lançou "O Menino Maluquinho", seu grande sucesso, que já foi adaptado para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, internet e cinema.

ERASMO CARLOS - SOU UMA CRIANÇA, NÃO ENTENDO NADA 😐 - SENSACIONAL!

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THE BEATLES - LET IT BE - THE SONG ✦✦✦✦✦✦✦✦✦✦✦✦

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Lançada como single em março de 1970, "Let It Be" parecia ter sido gravada como o canto do cisne dos Beatles, mas a música datava de janeiro de 1969. Ninguém fazia ideia de que aquele seria o último single. Paul tinha escrito "Let It Be" a partir da sua sensação geral de desespero, uma vez que os Beatles começavam a ruir a olhos vistos. O documentário tinha começado como um registro de um ensaio seguido de uma apresentação ao vivo, mas foi o registro de um grupo dando os últimos suspiros. A essa altura, John Lennon preferia passar seu tempo com Yoko Ono, cuja presença no estúdio não era bem-vinda por ninguém. George Harrison já havia deixado o grupo uma vez, após uma briga com Lennon e estava de saco cheio há muito tempo, pela maneira como suas composições eram instantaneamente rejeitadas. Até mesmo Ringo tirou umas férias quando o clima ficou realmente ruim durante a gravação do álbum branco. Paul McCartney estava claramente tentando assumir o papel de líder porque sentia que sem organização e disciplina ninguém chegaria mais a lugar nenhum. "Acho que estamos muito pra baixo desde que o sr. Epstein morreu", é possível ouvir Paul dizendo no filme. "É por isso que estamos cansados do grupo. Não há nada nele de que podemos tirar proveito.Tem sido um peso. A única maneira de não ser um peso é os quatro pensarem 'devemos transformá-lo em algo de bom novamente ou deixar pra lá?". Mesmo que o papel de Paul tenha sido necessário, não fez dele o mais querido. Os demais começaram a se ressentir do seu papel de organizador. "Let It Be" foi escrita como uma resposta a toda essa pressão: "Eu a escrevi quando todos esses problemas comerciais começaram a me encher. Eu estava passando por um momento pesado e foi a minha maneira de exorcizar meus fantasmas". Ele disse.
"Let It Be" foi composta entre o lançamento dos discos “Álbum Branco” e “Abbey Road” quando decidiram fazer um disco ao vivo nos novos estúdios da Apple, que se chamaria “Get Back”. Foi um período intenso para os Beatles e para Paul McCartney, que era o único do grupo que parecia ainda se importar com os relacionamentos internos. Nessa época, eles estavam sendo músicos, compositores, produtores e empresários e após a morte do empresário Brian Epstein, Paul se sentiu menos motivado, porém, mais obrigado a manter o grupo unido. Paul McCartney fala sobre a letra no livro “Many Years From Now” de Barry Miles: “Uma noite, durante aqueles tempos intensos, eu tive um sonho com minha mãe que tinha morrido há mais de 10 anos. E foi tão bom vê-la porque isso é fantástico nos sonhos: Você fica unida a essa pessoa por segundos e parece que esteve presente fisicamente também. Foi ótimo para mim e ela parecia estar em paz no sonho dizendo, ‘Tudo ficará bem, não se preocupe, pois tudo se acertará.’ Eu não me lembro se ela usou a palavra ‘Let it be’ (Deixa estar) mas era o sentido do seu conselho. Eu me senti muito abençoado por ter tido aquele sonho. E comecei a canção literalmente com a frase ‘Mother Mary’. A canção é baseada naquele sonho”.
The Best of Mary | The True Story Of The Beatles- Mary McCartney ...
A canção cita “Mother Mary comes to me” que apesar de parecer algo Católico ou Cristão (“Ave Maria vem até mim”), na verdade se trata de Mary Mohin McCartney, mãe de Paul. Mas ele explica a dualidade: “Ave Maria ou Mãe Maria, se torna uma coisa religiosa e você pode tomar desse jeito. Eu não me importo. Eu fico feliz se as pessoas tomarem para alimentar sua fé. Não tenho problema com isso. Acho importante ter fé na vida, principalmente no mundo que vivemos”.

John Lennon demonstra pouca afeição pela canção na entrevista para a revista Playboy em 1980: “Aquilo é Paul. O que eu posso dizer? Nada a ver com os Beatles. Poderia ser até Wings. Eu acho que a inspiração foi ‘Bridge Over Troubled Water.’ É o que eu acho mas não tenho muito a dizer. Só sei que ele sempre quis fazer ‘Bridge Over Troubled Water”. Lennon estava equivocado dando sua opinião sobre a inspiração de McCartney, pois o disco de Simon and Garfunkel, "Bridge Over Troubled Water" foi lançado um ano depois dos Beatles terem gravado a canção "Let It Be".
"Let It Be" foi lançada como single em 6 de março de 1970 no Reino Unido e 11 de março nos Estados Unidos, tendo "You Know My Name" como lado B. Foi produzida por George Martin e Chris Thomas e teve como engenheiros Glyn Johns, Jeff Jarratt e Phil McDonald. Paul McCartney faz o vocal principal, toca piano, maracas, piano elétrico e baixo; John Lennon faz vocais de apoio e toca baixo de 6 cordas; George Harrison também faz vocais de apoio e toca a guitarra solo; Ringo Starr toca sua bateria e Billy Preston toca órgão. Sem créditos: duas trombetas, dois trombones, um saxofone tenor e um violoncelo.

sábado, 7 de maio de 2022

THE BEATLES - YOU NEVER GIVE ME YOUR MONEY

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“You Never Give me Your Money” é uma música dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada a Lennon & McCartney, e lançada no álbum Abbey Road em 26 de setembro de 1969. A gravação teve início no dia 6 de maio e foi concluída em 21 de agosto. É a terceira música do lado 2 do álbum, depois de “Because” e antes de “Sun King”. É o início do medley que domina quase todo o lado 2 de Abbey Road“You Never Give me Your Money” dura exatos 4:03 minutos. “You Never Give me Your Money” foi produzida por George Martin e teve como engenheiros Glyn JohnsPhil McDonald e Geoff EmerickJohn Lennon toca guitarra solo e faz backing vocalsGeorge Harrison toca guitarra e faz backing vocalsRingo Starr toca bateria e percussão e Paul McCartney faz os vocais, backing vocals, toca baixo, guitarra rítmica, sinos, loops de fita, piano e efeitos sonoros (sintetizador Moog). “You Never Give me Your Money”com The Beatles, só aparece em Abbey Road. Confira AQUI a superpostagem completíssima desse clássico, publicada em 14 de setembro de 2019.

BLACK MAGIC WOMAN - DEZ, NOTA DEZ!

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"Black Magic Woman" foi escrita por Peter Green, e apareceu pela primeira vez como single para sua banda Fleetwood Mac em 1968. Posteriormente, a canção apareceu nos álbuns de compilação do Fleetwood Mac de 1969, English Rose (US) e The Pious Bird of Good Omen (Reino Unido), bem como as compilações posteriores Greatest Hits e Vintage Years. Em 1970, "Black Magic Woman" foi imortalizada quando foi gravada e se tornou um sucesso de Santana, cantada por Gregg Rolie, alcançando o 4º lugar nas paradas dos EUA e do Canadá, depois de aparecer em seu álbum Abraxas. Aqui a gente confere essa paulada em três versões: com o Fleetwood Mac (original) ao vivo em 1970 de Peter Green, depois, a fabulosa versão gravada pelo Santana, e, por fim, com o Mestre Clapton, em fevereiro de 2021.

sexta-feira, 6 de maio de 2022

PAUL McCARTNEY - SAME TIME NEXT YEAR

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A primeira vez que se ouviu falar em um álbum chamado "Hot Hits - Cold Cuts" foi em 1978 quando Paul McCartney estava preparando uma compilação da carreira dos Wings. Orginalmente, o projeto estava planejado para ser um álbum duplo, com o segundo LP reservado para outtakes e faixas gravadas ao vivo. No entanto, com o passar do tempo e a aproximação do fim de ano, a gravadora estava pressionando e "Wings Greatest" foi lançado como álbum simples e todas as outras faixas ficaram de fora. "Hot Hits - Cold Cuts" nunca chegou a ser lançado oficialmente e essas músicas apareceram somente em discos piratas como esse que já esteve aqui para download. Todas as faixas estão com boa qualidade e o disco tornou-se ítem de colecionador.
"Same Time Next Year" foi gravada em 5 de maio de 1978, no estúdio RAK de Londres, durante a primeira sessão da nova formação do Wings, com Laurence Juber (guitarras) e Steve Holley (bateria) e finalizado nas últimas sessões, em janeiro de 1981."Same Time Next Year" seria a faixa-título de um filme, mas foi rejeitada, porque muito do enredo foi entregue na letra. Uma versão comercial foi lançada em fevereiro mais de dez anos depois, em 1990 como o lado B do single 'Put It There'Paul McCartney: vocais, guitarra acústica, backing vocals e piano; Linda McCartney: backing vocals; Denny Laine: guitarra acústica, backing vocals e baixo; Laurence Juber: guitarras; e Steve Holley: bongôs e tamborim.

THE BEATLES - DON'T LET ME DOWN

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terça-feira, 3 de maio de 2022

MILOS KARADAGLIC - LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS - Featuring ANOUSHKA SHANKAR

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O violinista clássico Milos Karadaglic aventurou-se por novos caminhos para seu  álbum Blackbird The Beatles Album, lançado em 2016 - uma coleção de favoritas dos Beatles, realizada com uma série de artistas convidados de renome internacional. O álbum inclui clássicos como BlackbirdCome TogetherWhile My Guitar Gently WeepsEleanor RigbyFool on the Hill, Lucy In The Sky With Diamonds e muitos outros. No álbum, Milos Karadaglic se apresenta ao lado dos cantores Gregory Porter e Tori Amos, a sitarista Anoushka Shankar, o violoncelista Steven Isserlis e o guitarrista-compositor brasileiro Sergio Assad. Blackbird foi gravado no lendário Studio 2 em Abbey Road, onde os Beatles gravaram quase todos os seus sucessos. As sessões também usaram alguns dos microfones originais. "O espírito, toda a magia deste espaço era realmente inebriante. Era como se todos estivessem lá", diz Milos Karadaglic. E é nesse espírito de magia que a gente confere Lucy In The Sky With Diamonds apresentando Anoushka Shankar.

O MISTÉRIO DE MARILYN MONROE - GRAVAÇÕES INÉDITAS

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O 60º aniversário da morte de Marilyn Monroe traz oportunidades renovadas para revisitar sua vida e legado, como o documentário ‘O Mistério de Marilyn Monroe’, que tem um gancho em entrevistas gravadas com aqueles que a conheceram.
As gravações são cortesia de Anthony Summers, autor do livro de 1985 sobre Marilyn Monroe, “Goddess”. As entrevistas incluem uma ampla gama de pessoas que cruzaram seu caminho, oferecendo trechos de suas conversas com os diretores John Huston e Billy Wilder e a co-estrela de “Os Homens Preferem as Loiras” de Monroe, Jane Russell. O documentário mina isso, infelizmente, com atores “interpretando” essas pessoas dublando o áudio, uma tentativa de criar a impressão de que o espectador está vendo o outro lado dessas conversas. Além disso, a diretora Emma Cooper dedica grande parte da segunda metade do filme à parte “misteriosa” do título, e as décadas de especulação sobre se sua morte em 1962 foi um suicídio, uma overdose acidental ou, como Summers coloca, “algo mais sinistro”.

Inevitavelmente, essa conversa se volta para os relacionamentos relatados de Monroe com John e Robert F. Kennedy, o assunto de um número aparentemente interminável de documentários e filmes lascivos (principalmente na TV) ao longo dos anos. Na verdade, a ênfase nos Kennedys quase funciona como uma distração de ouvir observações mais intrigantes, como Huston citando a trajetória descendente de Monroe de “The Asphalt Jungle” a “The Misfits” (que ele dirigiu com 11 anos de diferença); ou Wilder dizendo de suas dificuldades relatadas em trabalhar com a atriz, que ele dirigiu em dois de seus melhores filmes, “The Seven Year Itch” e “Some Like It Hot”, “Eu não tive nenhum problema com Monroe. Monroe teve problemas com Monroe”.
Por sua parte, Monroe em entrevistas gravadas fala sobre seus desejos de ser feliz e ser uma boa atriz, dizendo um pouco tristemente com o benefício de uma retrospectiva: “Você tem que trabalhar em ambos”. Como outras estrelas que morreram jovens, Monroe ficou congelada no tempo, com intrigas suficientes em torno dela e dos homens famosos com quem ela namorou e se casou para alimentar teorias da conspiração e garantir que, mesmo seis décadas depois, ela continue sendo o presente da mídia que continua rendendo.
Como a crítica de cinema Christina Newland escreveu: “É extremamente difícil para Marilyn Monroe ser vista como um ser humano real”. Nesse sentido, assistir a “O Mistério de Marylin Monroe” serve como um lembrete, parafraseando a homenagem musical de Elton John, que sua vela se apagou muito antes da exploração dela. O documentário estreou em 27 de abril na Netflix.
Fonte: desejoluxo.com.br por Renata Jordão.

Não deixe de conferir também MARILYN MONROE - O FIM DOS DIAS - SENSACIONAL!

A BOLHA - É PROIBIDO FUMAR - EXCELENTE!

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Publicada originalmente e pela única vez em 19 de outubro de 2009.
Formado em 1965 como Os Bolhas, lançaram seu primeiro compacto The Bubbles em 1966, composto de duas versões de hits dos Rolling Stones e The Shakers. Retornando do Isle of Wight Festival, onde foram espectadores, decidiram reformular a banda mudando seu nome para A BOLHA. Em 1971 veio o compacto Sem Nada, com participação de Geraldo Carneiro (já havia trabalhado com Egberto Gismonti, Tom Jobim entre outros). O primeiro  LP Um Passo à Frente foi gravado em 1973 e o segundo É Proibido Fumar em 1977. Renato Fronzi Ladeira foi o único componente a fazer parte das formações diversas da banda. Vários componentes de A BOLHA tocaram com músicos famosos da MPB como Gal Costa e Erasmo Carlos. Além disso outros grupos surgiram a partir da desfragmentação como A Cor do Som, Herva Doce entre outros. Em 2006, A BOLHA promoveu uma reunião que culminou com shows em Niterói (RJ) em 2007. Cada vez que se reúnem, tudo é festa!
É Proibido Fumar foi o segundo álbum d'A Bolha. Nesse álbum a banda adotou uma sonoridade mais pesada em relação ao anterior. Devido a fraca vendagem do álbum eles encerrariam suas atividades no ano seguinte. Durante a turnê de promoção do álbum, a banda excursionava com Erasmo Carlos, abrindo os shows do cantor executando as próprias canções d'A Bolha, e na sequência servia como banda de apoio para o Tremendão. O álbum foi relançado em CD pelo Museu do Disco em parceria com a Universal.
Na contra-capa do lançamento em CD de É Proibido Fumar em abril de 2009, Ezequiel Neves diz o seguinte:
"Não posso acreditar que quem goste de rock seja animal vertebrado". Quem cravou esta frase foi o polêmico jornanlista Paulo Francis, no século XX. Discordo e prefiro a definição da sábia Angela Dust, que falou sério: "O rock é filosófico e muito inteligente. Há uma música cuja letra diz: 'You can't always get what you want'. Mas adoro mesmo o epíteto cantado por Mick Jagger: 'It´s only rock'n roll, and I like it' ". Certíssimo!
Por exemplo: o grupo carioca A Bolha. O conjunto, criado por Renato Ladeira e Arnaldo Brandão, entre outros, foi o pioneiro escrachante do Rock Brasil. Com o nome The Bubbles, botou os yas yas pra fora a partir de 1969. Foram para Londres em 1971 e Caetano Veloso convenceu-os a serem objetivamente, A Bolha. E deu o maior barato. Na volta já tinham a esperá-los uma legião de pirados e ripongas que não suportavam ouvir músicas caretas, verdadeiros coitus interruptus sonoros.
A Bolha teve várias encarnações, todas esquentavam nossas bacurinhas, até ressurgir em 1977 tendo a frente o líder transcendental Marcelo Sussekind (hoje conceituado rock-producer). A Bolha voltou quente porque já estava fervendo. Mandaram de cara "É proibido fumar" e outras pepitas chacoalhantes.
Hoje estou surpreso: por que, entre milhões de livros dedicados ao rock brazuca, ainda não surgiu um calhamaço sobre a epopeia da Bolha? Se nossos tímpanos e corpos são beatificados com o som esmerilhante, imagine as nossas pupilas sedentas pelas historias desse veteranos sempre jovens?".
Confira AQUI uma excelente entrevista com Renato Ladeira sobre A BOLHA.