sábado, 7 de dezembro de 2024

SAM COOKE - YOU SEND ME - 1957 ⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

"You Send Me" foi compsta e gravada originalmente pelo cantor americano Sam Cooke, lançada como single em 1957 pela Keen Records. Produzida por Bumps Blackwell e arranjada e conduzida por René Hall"You Send Me", single de estreia de Cooke, foi um enorme sucesso comercial, tornando-se um hit número 1 na parada Rhythm & Blues Records da Billboard e na Billboard Hot 100. Foi nomeada como uma das 500 gravações de rock and roll mais importantes pelo Rock & Roll Hall of Fame. Em abril de 2010, "You Send Me" ficou em 115º lugar na lista das 500 Maiores Canções de Todos os Tempos da revista Rolling Stone. Desde seu lançamento, "You Send Me" se tornou um marco do gênero soul, que Cooke ajudou a criar. Em 1998, foi introduzida no Hall da Fama do Grammy.
"You Send Me" foi regravada por dezenas de artistas de diferentes áreas da música, incluindo Jesse Belvin, Nat King Cole, Teresa Brewer, Michael Bolton, The Drifters, The Everly Brothers, The Four Seasons, Bobby Vee, José Feliciano, Aretha Franklin, Steven Houghton, Nicolette Larson, Steve Miller Band, Van Morrison, Otis Redding, Sam & Dave, Percy Sledge, Roy Ayer, Paul & Paula (1963), The Supremes, The Manhattans, Rachelle Ferrell, Fairground Attraction, Marcia Hines, Whitney Houston, Gregory Porter, the Chicks, Ponderosa Twins Plus One, Lynda Carter do At Last, e Judie Tzuke do The Beauty Of Hindsight e Rod Stewart.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

THE BEATLES - MATCHBOX - 1964 - SENSACIONAL! ★★★★

Nenhum comentário:

"Matchbox" é um rockabilly escrito e gravado por Carl Perkins e lançada em 1957. Foi gravada por Perkins em dezembro de 1956 e por Jerry Lee Lewis - que tocou piano na faixa original - em 1958. Sam Phillips e a Sun Records lançaram a versão de Carl Perkins como lado B de "Your True Love". Embora apenas o lado A tenha se tornado um hit recorde em 1957, "Matchbox" é uma das gravações mais conhecidas de Perkins e uma variedade de músicos gravaram a melodia.

Os Beatles eram fãs de Perkins e tocaram "Matchbox" durante seus shows em 1961 e 1962. A música serviu como vocal para o baterista, Pete Best, até sua demissão em agosto de 1962, quando passou a ser cantada por John Lennon. Uma versão ao vivo de dezembro daquele ano foi incluída no álbum de 1977  'Live! at the Star-Club in Hamburg, Germany'; 1962. Em julho de 1963, os Beatles tocaram "Matchbox" com Ringo Starr, o substituto de Best, nos vocais principais para seu programa de rádio da BBC 'Pop Go the Beatles'. Esta versão foi incluída no álbum de 1994 'Live at the BBC'. Ringo também fez os vocais quando a banda gravou a música para seu EP Long Tall Sally em 1964.
Perkins estava visitando Londres e foi convidado para observar a sessão em 1º de junho. Ringo mais tarde se lembrou de ter se sentido "muito envergonhado" porque estava com a garganta ruim; dois dias depois, ele foi hospitalizado com amigdalite aguda e faringite, resultando em sua perda do início da turnê mundial dos Beatles. A banda foi complementada na gravação pelo produtor George Martin, que tocou piano. "Matchbox" foi lançada no Reino Unido em 19 de junho como a faixa final de 'Long Tall Sally'. Nos Estados Unidos, apareceu no álbum da Capitol Records 'Something New' em julho, antes de ser lançada em um single, apoiada por "Slow Down", de Larry Williams em 24 de agosto.
"Matchbox" atingiu o pico de número 17 em três paradas musicais: nos EUA, Billboard Hot 100 e Cash Box e, no Canadá, na RPM Top 40 chart"Matchbox" posteriormente apareceu nos álbuns dos Beatles 'Rock 'n' Roll Music' e 'Past Masters'. Os Beatles levaram cinco takes para serem perfeitos. Ringo Starr tocou bateria e cantou simultaneamente, e depois duplicou seus vocais. Na mesma noite, também gravaram ‘I’ll Cry Instead’, ‘Slow Down’, e ‘I’ll Be Back’"Matchbox" foi gravada nos estúdios da EMI em Abbey Road, produzida por George Martin que teve Norman Smith como engenheiro. Ringo Starr faz o vocal principal e toca bateria; John Lennon toca guitarra; Paul McCartney, baixo; George Harrison, guitarra solo e George Martin, piano. Como já dito, Carl Perkins estava em turnê na Grã-Bretanha em 1964, e em 1 de junho ele estava visitando Abbey Road quando os Beatles gravaram sua música. Há rumores de que ele tocou o riff de guitarra baixo que abre a música.

PAUL McCARTNEY - SOMEDAYS - 1997 ⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

Confira PAUL McCARTNEY - SOMEDAYS - SENSACIONAL!******, publicada em 5 de dezembro de 2021.

As imagens que aparecem no vídeo são do bonito filme “O Leitor”, de 2008, drama dirigido por Stephen Daldry, que teve cinco indicações ao Oscar e levou o de melhor atriz com Kate Winslet.

GEORGE HARRISON - RISING SUN 🌞🌞🌞🌞🌞🌞🌞🌞

Nenhum comentário:


Há 23 anos, depois de mais de 20 anos do tauma pela morte de John lennon, outro choque. Menor porque dessa vez, já estava anunciado. Nosso caçula,  nosso guitarrista preferido partiu desse mundo material no dia 29 de novembro de 2001, com apenas 58 anos.
"Rising Sun" é a 5ª faixa do álbum Brainwashed de George Harrison lançado em 18 novembro 2002. Foi gravada em Friar Park Studios (estúdio caseiro de George Harrison), produzida por George Harrison, Jeff Lynne e Dhani Harrison. "Rising Sun" está entre as melhores canções da carreira de Harrison. Foi composta durante a turnê de 1991 no Japão, 'terra do sol nascente'Brainwashed foi lançado em 18 de novembro de 2002, um ano depois da passagem de Harrison em 29 de novembro de 2001. George Harrison: vocais, slide guitar, violão e backing vocals; Jeff Lynne: baixo, guitarra elétrica e backing vocals; Dhani Harrison: órgão Wurlitzer; e Jim Keltner: bateria.
Os primeiros sinais de câncer em Harrison apareceram em 1997. A doença logo se espalhou e enquanto buscava tratamentos, seus esforços para completar seu último registro se intensificaram. Duas pessoas foram fundamentais para esse esforço, em todos os sentidos da palavra, um foi seu filho Dhani Harrison. Outro era seu amigo Jeff Lynne, da ELO, influenciado pelos Beatles, produtor do Cloud Nine e companheiro de banda nos Traveling Wilburys. Lynne daria os toques finais no disco depois que George partisse. Para George, agora a morte não era mais uma base abstrata para a composição de canções. Era real, e o mandato era claro: completar o novo álbum. Mas, apesar dessa pressão única sobre ele, Harrison ainda tinha perspectiva como artista, e é por isso que as músicas e o álbum como um todo funcionam tão bem fora do contexto em que foram feitos. Isso é parte do que fez dele o talento que ele era; ainda poderia fazer o que estava escrevendo soar verdadeiro para seu público. E ele foi capaz de fazer isso sendo honesto e equilibrando as ideias de uma música com as de outra. “Stuck Inside A Cloud”, que também aparece em Brainwashed, é sua reflexão sobre perder a vida material de alguém e saber que isso significa separação daqueles que se deixa para trás. Em 2001, ele parecia não ter ilusões sobre o que aquela perda significava para as pessoas ao seu redor e para ele mesmo. Com “Rising Sun”, ele equilibra um pouco esse sentimento de perda, com esta vida na terra como um reflexo de algo maior, algo além das aparências, e algo dentro de nós mesmo. O que quer que Harrison estivesse passando pessoalmente, a música ainda é sobre a maravilha de ser, de estar vivo.

"Existem versos em Rising Sun que soam como se pertencessem à doença dele, mas há muitos significados duplos ali. Também há muito humor negro, e às vezes as pessoas podem interpretar isso como algo mais grave do que meu pai pretendia". Dhani Harrison - novembro de 2002.

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

DOCUMENTÁRIO THE BEATLES'64 ESTÁ NO DISNEY+

Nenhum comentário:


Produzido por Martin Scorsese, o documentário Beatles ‘64 em cartaz no Disney+ registra a primeira visita dos Beatles aos Estados Unidos, em fevereiro de 1964, quando foram recebidos por milhares de fãs no aeroporto em uma histeria sem precedentes. A apresentação de estreia da banda na TV, no programa de variedades “The Ed Sullivan Show”, alcançou a maior audiência da época, com mais de 73 milhões de espectadores e marcou o momento que a beatlemania tomou conta do país. 
O filme é dirigido por David Tedeschi e inclui imagens raras restauradas em 4K e entrevistas atuais com Ringo e Paul, que atribui o entusiasmo da época como um escape para uma nação que estava em luto pela morte do presidente John F. Kennedy pouco mais de dois meses antes.

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

WINGS - VENUS AND MARS / ROCKSHOW E JET⭐⭐⭐

Nenhum comentário:


Quando as luzes baixaram, o rugido pareceu estremecer o teto de concreto do Kingdome. A música começou devagarinho, uma guitarra acústica sendo dedilhada, um baixo, um sintetizador tocando uma melodia simples, persistente. Em seguida, uma voz. Sitting in the stands of the sports arena, waiting for the show to begin (...), e não qualquer voz, mas aquela sonoridade sincera e pueril. Tão familiar, e mesmo assim tão arredia; todos o conheciam, mas fazia tanto tempo que ele se apresentara nos Estados Unidos que quase nenhuma das pessoas presentes ao estádio o tinha realmente visto em carne e osso. A seguir, um único refletor acendeu sobre o palco e lá estava ele, uma figura semiencoberta pela névoa. A luz era turva, seu rosto era apenas uma nódoa nas telas de projeção. Ainda assim, era possível enxergá-lo - o cabelo escuro, os olhos de animalzinho de estimação, as bochechas firmes - e aquele súbito reconhecimento provocou outro rugido capaz de sacudir o teto do estádio. O verso de "Venus and Mars" deu margem a uma breve passagem instrumental, um padrão de acordes circular que tomava os instrumentos conforme convergia para um pequeno refrão da guitarra elétrica, que sibilava em direção ao momento em que tudo explodia de uma só vez. Os tambores retumbaram, o baixo espocou, as guitarras rosnaram. Em seguida, soaram os primeiros sinais de "Rock Show" e aquela mesma voz no ápice de sua força, prometendo todos os tipos de loucura que estavam por vir. If there's a rock show, ele gritou. We'll be there - oh yeahhhh! O palco foi totalmente iluminado, era possível ver todos os membros da banda, cinco estrelas do rock cobertas de brilho. No entanto, a figura icônica no centro do palco atraía todos os olhares. Mais de setenta mil pares de olhos arregalados, radiosos, brilhando ao ver Paul McCartney. É bom lembrar que se trata de uma banda e que ela tem um nome: Wings. Aquela mensagem fora pensada para toda a turnê nos Estados Unidos, e para as apresentações na Inglaterra e na Austrália que a precederam. O nome de Paul não apareceu em nenhum lugar dos ingressos, e em nenhum dos anúncios. Wings Over the World ou Wings Over America foi tudo o que se disse. E, na época em que alcançaram aquela etapa de clímax da turnê norte-americana, com o novo disco Wings at the Speed of Sound sendo seu terceiro álbum colocado em primeiro lugar na lista, era tudo que as pessoas precisavam saber. Ou ouvir, para todos os efeitos. Assim, após a abertura explosiva com "Venus and Mars/Rock Show", a banda prosseguiu com "Jet" , e depois com "Let Me Roll It", de Band on the Run, mantendo toda a arena de pé.
Trecho do livro "Paul McCartney - Uma Vida" de Peter Ames Carlin.

THE BEATLES - IT'S ONLY LOVE - 1965 ⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

PAUL McCARTNEY - LUCILLE - CHOBA B CCCP - 1991

Nenhum comentário:

JULIAN LENNON - TOO LATE FOR GOODBYES - 1984

Nenhum comentário:


"Too Late for Goodbyes" foi o primeiro single do álbum de estreia de Julian Lennon, Valotte (1984). Contou com a gaita de Jean "Toots" Thielemans, e foi um hit Top 10, alcançando a posição 6 na UK Singles Chart em novembro de 1984, e a posição 5 na Billboard Hot 100 singles chart no final de março de 1985. A Cash Box disse que "uma batida de reggae galopante e um trabalho de guitarra requintado reforçam a frase lírica enxuta de Lennon e dão à música um ritmo forte". "Too Late for Goodbyes" alcançou a posição #1 em 16 de março de 1985 na parada Adult Contemporary dos EUA, passando duas semanas no topo desta parada. Foi o maior sucesso de Julian Lennon. O videoclipe da música foi dirigido por Sam Peckinpah e produzido por Martin Lewis. Julian Lennon – vocal principal e vocal de apoio, sintetizadores, bateria e bateria eletrônica; Barry Beckett – sintetizador; Justin Clayton – guitarra base; Martin Briley – guitarra base, Marcus Miller – baixo; Toots Thielemans – gaita.

domingo, 17 de novembro de 2024

THE BEATLES - AIN'T SHE SWEET / CRY FOR A SHADOW

Nenhum comentário:

"Ain't She Sweet" foi escrita por Milton Ager e Jack Yellen em 1927, e tornou-se muito popular e famosa na década de 1950. Foi gravada por dezenas de artistas antes e depois dos Beatles, entre os quais: Frank Sinatra, Benny Carter, Jimmy Smith, Gene Vincent & the Blue Caps e Raul SeixasOs Beatles tocaram regularmente "Ain't She Sweet" ao vivo de 1957 a 1962. De acordo com vários historiadores dos Beatles, John Lennon conheceu a música em 1956 do álbum de Gene Vincent Bluejean Bop! Em 22 ou 24 de junho de 1961, durante sua primeira sessão de gravação profissional, os Beatles gravaram uma cover de "Ain't She Sweet", no Friedrich-Ebert-Halle em Hamburgo, produzida por Bert Kaempfert e projetada por Karl Hinze, a sessão contou com os Beatles apoiando Tony Sheridan. George Harrison lembrou mais tarde que o grupo entendeu mal o propósito da sessão de gravação e só soube na hora que apoiariam Sheridan. Harrison acrescentou ainda: "Foi um pouco decepcionante porque esperávamos conseguir um contrato de gravação como nós mesmos""Ain't She Sweet" foi uma das duas canções gravadas sem Sheridan com Lennon arrasando no vocal principal. Em uma entrevista em 1975, Lennon explicou que o cover de Gene Vincent era "muito suave e muito agudo, e eu costumava fazer assim, mas eles diziam mais, mais forte - você sabe, todos os alemães querem que seja um pouco mais parecido com uma marcha - então acabamos fazendo uma versão mais dura".

Composta por George e John, "Cry For A Shadow" é a única colaboração, entre Harrison e Lennon apenas. A abertura e o tema principal foram criados por George; Lennon acrescentou os acordes de acompanhamento. Trata-se de uma gravação interessante, embora simples, que consiste em abertura e tema principal, tocado três vezes, com mais alguns compassos acrescentados no final. A guitarra solo de George realmente se destaca - não é dada oportunidade a ele nas outras faixas -, e os vários gritos e berros dos Beatles dão mais empolgação à música. Ainda não havia consenso quanto ao título mesmo depois da gravação, e "Cry For A Shadow" foi decidido no cara ou coroa. De qualquer forma, os Beatles achavam a segunda opção, "Beatle Bop", fraco demais, e acabaram se contentando com a escolha do acaso. "Cry For A Shadow" foi gravada nos dias 22 e23 de junho de 1961. Teve como produtor Bert Kaempfert e teve Karl Hinze como engenheiro. Os Beatles estão em seus instrumentos habituais: George Harrison - guitarra solo; John Lennon - guitarra base; Paul McCartney – baixo e Pete Best – bateria.
"Cry For A Shadow", era uma música instrumental que deveria soar como os Shadows. Ela se tornou a primeira composição dos Beatles a parar em um disco, quando apareceu em My Bonnie, álbum alemão de 1962 deTony Sheridan, em que o "grupo de apoio" foi registrado como ‘The Beat Brothers’. “Foi um pouco decepcionante porque esperávamos conseguir um contrato de gravação para nós mesmos. Apesar de termos feito 'Ain't She Sweet' e a instrumental “Cry For A Shadow” sem Sheridan, eles nem mesmo colocaram nosso nome no álbum”, disse George Harrison no Anthology.
“Cry For A Shadow” foi gravada na Alemanha quando o produtor da gravadora Bert Kaempfert contratou os Beatles para tocar com Sheridan em uma gravação. Kaempfert queria que ele fizesse versões mais roqueiras de standards como "My Bonnie". Os Beatles ganharam seu lugar ao sol com "Ain't She Sweet" e "Cry For A Shadow".
Brian Epstein, responsável por tirar os Beatles das jaquetas de couro e colocá-los em ternos de alfaiataria, encorajou a banda a copiar a indumentária e os bons modos de palco de The Shadows. Os dois grupos se conheceram em 1963 em uma festa em Londres e, em junho do mesmo ano, Hank, Bruce e Brian Locking foram para o aniversário de 21 anos de Paul em Liverpool.

TOM PETTY And The HEARTBREAKERS - INTO THE GREAT WIDE OPEN - 1991

Nenhum comentário:

Into the Great Wide Open foi o oitavo álbum de estúdio deTom Petty And The Heartbreakers, lançado pela primeira vez como LP em 2 de julho de 1991. Foi o último álbum da banda com a MCA Records e o segundo de Petty produzido com Jeff Lynne depois do sucesso do excelente Full Moon Fever. O primeiro single, "Learning to Fly", tornou-se o single nº 1 de maior sucesso da banda (junto com "The Waiting" de Hard Promises de 1981) na Billboard Mainstream Rock Tracks, passando seis semanas no topo. O segundo single, "Out in the Cold", também ficou em primeiro lugar na parada Mainstream Rock, ainda que por duas semanas.

"Into the Great Wide Open" apareceu como a terceira faixa do álbum. Também lançada como single em setembro de 1991, alcançou a quarta posição na parada US Billboard Album Rock Tracks, mas estagnou na posição 92 na Billboard Hot 100. Internacionalmente, a canção alcançou a posição 23 na parada canadense RPM Top Singles e obteve sucesso moderado na Bélgica e na Alemanha. O videoclipe da música-título é estrelado por Johnny Depp como "Eddie", que se mudou para Los Angeles ainda adolescente em busca do estrelato do rock, junto com Gabrielle Anwar, Faye Dunaway, Matt LeBlanc, Terence Trent D'Arby e Chynna Phillips.

THE BEATLES - I'LL BE ON MY WAY - 1963

Nenhum comentário:

"I'll Be On My Way" é uma canção de Paul McCartney, creditada a Lennon-McCartney, lançada pela primeira vez em 26 de abril de 1963 por Billy J. Kramer e os Dakotas como lado B de seu single de estreia "Do You Want to Know a Secret", também de Lennon-McCartney. Esse single alcançou o número dois nas paradas do Reino Unido, enquanto "From Me to You" dos Beatles abocanhou a posição número 1. Os Beatles gravaram uma versão em 4 de abril de 1963 para a rádio BBC, lançada pela primeira vez no álbum de compilação de 1994 Live at the BBC.

"I'll Be On My Way" foi a única canção de Lennon-McCartney tocada pelos Beatles a ser lançada depois de maio de 1970. Escrita por Paul, possivelmente em 1859 como uma imitação de Buddy Holly, ela foi incluída no repertório do grupo por algum tempo mas não estava no set list do teste para a Decca, um indício de sua desaprovação. Ela foi dada a Billy J. Kramer em abril de 1963. A letra serve de lembrete de que os Beatles não começaram como artistas visionários, eles simplesmente reagrupavam clichês existentes. Como era de se esperar, John foi só desdém quando perguntaram a ele sobre a canção em 1980: era exatamente o tipo de música pop que sempre o deixara desconfortável porque suprimia o ponto de vista individual com uma avalanche de frases comuns. Paul não foi tão duro ao olhar para trás. Era uma rima óbvia, ele reconhecia, mas tinha ‘funcionado bem” para o grupo nos primeiros shows. Os Beatles (em sua formação clássica) gravaram "I'll Be On My Way" em 4 de abril de 1963 no BBC Paris Theatre, em Londresfoi transmitida no programa de rádio da BBC Side by Side em 24 de junho de 1963. "I'll Be On My Way", foi uma das nada menos SEIS músicas que o cantor sortudo Billy J. Kramer (apadrinhado por Brian Epstein) ganhou de mão beijada entre 63 e 65 de Lennon & McCartney. As outras foram "Do You Want To Know a Secret" (que chegou ao #1), "Bad To Me", "I'll Keep You Satisfied", "From a Window" e "I Call Your Name". Oficialmente, dessas os Beatles gravaram "Do You Want To Know a Secret" e "I Call Your Name".


THE LONG AND WIDING ROAD - BROAD STREET ALBUM

Nenhum comentário:

"The Long and Winding Road" é ​​uma música dos Beatles, do álbum Let It Be de 1970. Foi escrita por Paul McCartney e creditada a Lennon–McCartney. Quando lançada como single em maio de 1970, um mês após a separação dos Beatles, tornou-se o 20º e último hit número 1 do grupo na parada Billboard Hot 100 nos Estados Unidos. McCartney regravou "The Long and Winding Road" para a trilha sonora de seu filme de 1984 Give My Regards to Broad StreetGeorge Martin produziu a faixa, que inclui acompanhamento de saxofone e o que os autores Chip Madinger e Mark Easter descrevem como um arranjo musical no estilo Las Vegas. Uma segunda nova gravação de estúdio da música foi feita por McCartney em 1989 e usada como lado B de lançamentos de singles de seu álbum Flowers in the Dirt.

JOHN LENNON - I KNOW (I KNOW) - 1973 ⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

"I Know (I Know)" foi escrita e gravada por John Lennon e lançada em seu álbum Mind Games de 1973. Está incluída no box set de 1998 John Lennon Anthology e no álbum de compilação de 2020 Gimme Some Truth: The Ultimate Mixes. Lennon chamou a música de "apenas um pedaço de nada", embora alguns a tenham visto como uma confissão de problemas com seu relacionamento com Yoko Ono ou uma mensagem ao ex-colega de banda Paul McCartney.

sábado, 16 de novembro de 2024

THE BEATLES - I NEED YOU - 1965 ⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:
THE BEATLES - I NEED YOU - 1965 - SENSACIONAL! ⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐

PAUL McCARTNEY - AVERAGE PERSON - 1983⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

"Average Person" é a terceira faixa do lado 2 do álbum de 1983, Pipes Of Peacequinto álbum de estúdio de Paul McCartney. Foi composta no final de 1980, numa demo com o Wings,durante uma de suas últimas sessões juntos e gravada durante as sessões de Montserrat em fevereiro de 1981. Em entrevista ao Club Sandwich, McCartney disse: “Em 'Average Person', nós estávamos tentando fazer o show ao vivo, mais como se você estivesse assistindo a um filme, ao invés de apenas ouvir a música, então colocamos muitos efeitos sonoros para combinar com as coisas. Foi uma produção e tanto!". "Average Person" foi gravada no AIR Studios, em Montserrat, nos dias 16 e 18 de fevereiro de 1981. Depois em julho e setembro no AIR Studios, em Londres. Foi produzida por George Martin e teve Geoff Emerick como engenheiro. Paul McCartney: Vocais, harmonias, guitarras, baixo e piano; Linda McCartney: Harmonias; Denny Laine: guitarras; Ringo Starr: bateria; Eric Stewart: guitarra e harmonias.

JOHNNY RIVERS - SECRET AGENT MAN ⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

"Secret Agent Man" foi composta por P. F. Sloan e Steve Barri por volta de 1963 ou 1964. A gravação mais famosa foi feita por Johnny Rivers para o título de abertura da transmissão americana da série de espionagem britânica “Danger Man”, que foi ao ar nos EUA como “Secret Agent“ de 1964 a 1966. A versão de Rivers alcançou a posição #3 na Billboard Hot 100 e #4 na parada canadense um dos maiores sucessos de sua carreira. Numerosos covers e adaptações foram gravados desde então, com a canção se tornando um padrão do rock e uma das canções de assinatura de Johnny RiversA gravação original de Rivers era meramente o tema do show, com um verso e um refrão. Mais tarde, depois que a música ganhou popularidade, Rivers a gravou ao vivo, com dois novos versos e o refrão repetido mais duas vezes. A versão ao vivo foi gravada em 1966 no Whisky a Go Go.

BREAD - THE GUITAR MAN - 1972 ⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

JOHN LENNON - REMEMBER - 1970 ⭐⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

"Remember" é a 1ª canção do lado B do primeiro álbum solo de John Lennon, "Plastic Ono Band" lançado em 11 de dezembro de 1970. A canção foi influenciada pelas primeiras sessões da terapia do grito primal com o Dr. Arthur Janov, e a letra reflete coisas normalmente lembradas durante as sessões com o médico. As memórias são descritas como desagradáveis, conflitos com a autoridade da família e os colegas. Lennon emprega sua sagacidade, mencionando como "o herói nunca foi pendurado, sempre fugiu", e os pais "desejando o estrelato do cinema, sempre desempenhando um papel", em vez de serem honestos e abertos. No final da música, Lennon canta "Lembre-se, lembre-se, do 5 de novembro" e segue-se a explosão de uma bomba. Para os historiadores, seria uma referência à "Noite de Guy Fawkes*", um feriado na Inglaterra comemorado com bombas e fogos de artifício. Pode até ser, mas a bomba que se ouve não é de fogos de artifício não. Em uma entrevista com Jann Wenner, Lennon disse que isso era parte de um longo improviso e que, mais tarde, decidiu que o último verso deveria ser o ápice da canção. Da gravação, participaram John Lennon (vocais, harmonias e piano), Klaus Voorman (baixo) e Ringo Starr (bateria).

*A noite de Guy Fawkes refere-se ao episódio em que o soldado católico inglês Guy Fawkes, membro da chamada "conspiração da pólvora", tentou explodir o Parlamento Inglês e matar o rei protestante Jaime I da Inglaterra, na noite do dia 5 de novembro de 1605. Contudo, seu grupo foi descoberto e Fawkes e seus companheiros foram torturados durante quatro dias na Torre de Londres antes de serem executados na forca, seguindo-se o arrastamento dos cadáveres pelas ruas e esquartejamento dos corpos. A data foi instituída na Inglaterra como uma festividade pela sobrevivência do rei que é chamada de Bonfire Night, normalmente com a presença de fogos de artifício e de uma grande fogueira. Entretanto, com o passar do tempo acabou virando uma festa de humilhação de Fawkes, com sua máscara sendo queimada nas fogueiras.

sábado, 2 de novembro de 2024

ELEANOR RIGBY - AI GENERATED VIDEO by ROBLOP

Nenhum comentário:

THE BEATLES - ELEANOR RIGBY - 1966 ⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Nenhum comentário:

Em 2008, Paul McCartney doou para um leilão de caridade registros antigos de um hospital em Liverpool. Não se sabe como conseguiu os documentos, mas ali estaria a prova de que Eleanor Rigby realmente existiu, acabando com um mistério de mais de 40 anos sobre a canção homônima dos Beatles. Consta no documento uma assinatura de uma garota de 14 anos chamada "E. Rigby", que trabalhava como faxineira no City Hospital, de Parkhill. McCartney não se pronunciou, porém, se a história da música - na qual Rigby morre e ninguém vai a seu velório - é verdadeira, nem se a conhecia. Esta não é a primeira vez que Eleanor Rigby é encontrada. Em meados dos anos 80, um túmulo de uma mulher que viveu entre 1895 e 1939 foi achado na St Peter's Church, o local onde Lennon e McCartney se conheceram. Na ocasião, Macca chegou a afirmar que a imagem do epitáfio na igreja possa ter ficado subconscientemente na sua cabeça até escrever a canção. Os Beatles começaram a trabalhar em "Eleanor Rigby" ainda na época do álbum “Help!” em 1965.

No início, o nome provisório da canção era “Miss Daisy Hawkins”. Depois, Paul McCartney trocou para “Eleanor Brown”. O mundo só tomaria conhecimento de "Eleanor Rigby" no álbum Revolver de 1966. Ao descobrir em Bristol uma loja de nome Rigby, Paul McCarntney encontrou a chave exótica para a inovadora canção que imaginava. Jurando pensar ter criado um bom nome para uma música, Paul admitiu, anos mais tarde, que descobriu a existência de uma lápide tumular onde constam os nomes de Eleanor Rigby (1895-1939) e à direita, a alguns metros dali, outra de alguém chamado McKenzie (1842-1915). As duas pedras tumulares encontram-se no cemitério de Woolton, em Liverpool, onde o autor da música perambulava na adolescência.
Na entrevista da Playboy em 1980, pouco antes da tragédia, John Lennon afirmou que "o primeiro verso era do Paul, mas que o restante era basicamente meu". Mentira! Pete Shotton, um amigo íntimo de Lennon que estava presente na gravação, disse: "Penso que John tinha uma memória extremamente falha. Tomou os créditos, em uma de suas últimas entrevistas, por muitas das letras, mas na minha memória, em “Eleanor Rigby”, a contribuição de John foi virtualmente nula". A letra de “Eleanor Rigby” foi finalizada em Kenwood por Paul, quando ele e John, George, Ringo e mais o amigo Pete Shotton estavam reunidos em uma sala cheia de instrumentos. Cada um contribuiu com ideias para dar substância à história. Na gravação, assim como em “Yesterday”, do álbum “Help!”, Paul é o único Beatle. Toca no violão e canta. John, George e Ringo não cantam nem tocam. O acompanhamento foi gravado por um quarteto de cordas conduzido por George Martin. O vocal de Paul foi “dobrado” em alguns trechos, de modo que ele fizesse também as segundas vozes. “Eleanor Rigby” é a terceira canção dos Beatles mais regravada em todos esses anos, atrás de “Yesterday” e “Something”. Até Caetano Veloso já tirou uma casquinha.
A HISTÓRIA POR TRÁS DE TODAS AS CANÇÕES - STEVE TURNER
Assim como aconteceu com muitas canções de Paul, a melodia e as primeiras palavras de "Eleanor Rigby" surgiram enquanto ele tocava piano. Ao se perguntar que tipo de pessoa ficaria recolhendo arroz em uma igreja depois de um casamento, ele acabou sendo levado à sua protagonista. Ela originalmente se chamaria Miss Daisy Hawkins, porque o nome encaixava no ritmo da música. Paul começou imaginando Daisy como uma jovem, mas logo percebeu que qualquer uma que limpasse igrejas depois dos casamentos provavelmente seria mais velha. Se ela era mais velha, talvez fosse uma solteirona, e a limpeza da igreja se tornou uma metáfora para suas oportunidades de casamento perdidas. Então ele a baseou em suas lembranças das pessoas mais velhas que conheceu quando era escoteiro em Liverpool. Paul continuou a pensar sobre a música, mas não estava confortável com o nome Miss Daisy Hawkins. Não parecia suficientemente "real". O cantor de folk dos anos 1960 Donovan lembra que Paul tocou para ele uma versão da música em que a protagonista se chamava Ola Na Tungee. "A letra ainda não estava terminada para ele", conta Donovan.

Ele sempre dizia que optou pelo nome Eleanor por causa de Eleanor Bron, atriz principal de Help!. O compositor Lionel Bart, porém, estava convencido de que a escolha tinha sido inspirada por uma lápide que Paul viu no Putney Vale Cemetery, em Londres. "O nome na lápide era Eleanor Bygraves", conta Bart, "e Paul achou que se encaixaria na música. Ele voltou para o meu escritório e começou a tocá-la no clavicórdio." O sobrenome surgiu quando Paul deparou com o nome Rigby em Bristol em janeiro de 1966, durante uma visita a Jane Asher, que estava fazendo o papel de Barbara Cahoun em The Happiest Days Of Your Life, de John Dighton. O Theatre Royal, casa do Bristol Old Vic, fica no número 35 da King Street e, enquanto Paul esperava Jane terminar o trabalho, passou por Rigby & Evens Ltd, Wine & Spirit Shippers, que ficava do outro lado da rua, no número 22. Era o sobrenome de duas sílabas que ele estava procurando para combinar com Eleanor.
A música foi concluída em Kenwood quando John, George, Ringo e o amigo de infância de John, Pete Shotton se reuniram em uma sala cheia de instrumentos. Cada um contribuiu com ideias para dar substância à história. Um sugeriu um velho revirando latas de lixo com quem Eleanor Rigby pudesse ter um romance, mas ficou decidido que complicaria a história. Um padre chamado "Father McCartney" foi criado. Ringo sugeriu que ele poderia estar cerzindo as próprias meias, e Paul gostou da ideia. George trouxe a parte sobre "as pessoas solitárias". Paul achou que deveria mudar o nome do padre porque as pessoas pensariam se tratar de uma referência ao seu pai. Uma olhada na lista telefônica trouxe "Father McKenzie" como alternativa.

Depois, Paul ficou tentando pensar em um final para a história, e Shotton sugeriu que ele unisse duas pessoas solitárias no verso final, quando "Father McKenzie" conduz o funeral de Eleanor Rigby e fica ao lado de seu túmulo. A ideia foi desconsiderada por John, que achava que Shotton não tinha entendido a questão, mas Paul, sem dizer nada na época, usou a cena para terminar a música e reconheceu mais tarde a ajuda recebida. Espantosamente, em algum momento da década de 1980 a lápide de uma Eleanor Rigby foi encontrada no cemitério de St Peter's, Woolton, a menos de um metro de onde John e Paul tinham se conhecido no festival anual de verão, em 1957. Está claro que Paul não tirou sua ideia diretamente dessa lápide, mas é possível que ele a tenha visto na adolescência, e o som agradável do nome tenha ficado em seu inconsciente até vir à tona pelas necessidades da canção. Na época ele afirmou: "Eu estava procurando um nome que parecesse natural. Eleanor Rigby soava natural". Em mais uma coincidência, a empresa Rigby & Evens Ltd, cuja placa havia inspirado Paul em Bristol em 1966, pertencia a um conterrâneo de Liverpool, Frank Rigby, que estabeleceu sua companhia na Dale Street, Liverpool, no século XIX. Como single, "Eleanor Rigby" chegou ao topo da parada de sucessos britânica, mas seu auge nos EUA foi o 11º lugar.