terça-feira, 12 de maio de 2009

BOB DYLAN NA CASA ONDE LENNON MOROU

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O cantor curtiu a excursão à casa onde John Lennon viveu a infância, em Liverpool. Dylan passou desapercebido entre os outros 14 turistas. Ele esteve na cidade, no dia 2 de maio. Bob Dylan pagou 16 libras pela excursão e "parecia se divertir" informou um porta-voz. "Ele pegou um de nossos micro-ônibus e os outros visitantes, aparentemente, não o reconheceram", disse à BBC. O porta-voz completou. "Ele poderia ter reservado uma visita privada, mas estava muito à vontade seguindo com as demais pessoas".John Lennon passou boa parte da infância naquela casa; e acredita-se que lá tenha composto, precocemente, algumas músicas dos Beatles. Outros visitantes ilustres como James Taylor e Corinne Bailey Rae já haviam passado pela Mendips, nome d residência.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

47 ANOS - 35 DE BEATLEMANIA!

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Chego no bar, encontro o Alex. Ele me diz:
-Tu ainda é redator?
Eu não era, mas respondi que sim.
- Então passa lá na agência. Estou precisando de um cara para cobrir as férias do Beto.
Na segunda fui para a agência conversar com o Ratão, o dono. E a primeira pergunta que ele me fez foi...
- Você gosta dos Beatles?

Quando conheci o Edu ele era um ano mais velho do que eu (e até hoje ainda é). Mas havia uma distância muito maior que a idade entre nossas experiências profissionais. Aquele seria o meu primeiro emprego como redator e ele já era um diretor de arte experiente, premiado, respeitado e com muita personalidade. Formaríamos uma dupla. Seu temperamento era considerado explosivo, mas aos poucos o trabalho foi nos transformando em amigos. Até que chegou o dia em que fui convidado para conhecer a sua casa, uma honra para poucos. E desde que cruzei aquela porta, minha vida nunca mais foi a mesma. Eu que achava que conhecia alguma coisa de rock and roll, descobri que não sabia nada.
A casa era um verdadeiro templo do rock e os deuses daquele lugar se chamavam The Beatles. Venerados em quadros, fotos, miniaturas e souvenirs, mas acima de tudo, venerados no som que vinha dos infindáveis cassetes e vinis repletos de raridades, muitos deles em duas, três ou quatro cópias lacradas. Havia tudo dos quatro de Liverpool. Naquele dia passei a ver o rock noutra dimensão. Uma mistura de seriedade e diversão, de porradas e de baladas, de altos e baixos, Jekyll and Hyde. E quando falo que no templo havia deuses eu não exagero. Aos poucos fui descobrindo que a história do Edu e dos Beatles se confundia numa só. A devoção dele pela banda era como a de um fiel à sua religião. Sem fanatismo, mas com total respeito. Havia todo um ritual para começar a ouvir os discos, um preparo para quando ele entrasse no seu outro mundo. Ele dizia que aquele era o único amor verdadeiro de sua vida. O amor que sempre lhe foi fiel, nunca o decepcionou, que sempre esteve ao seu lado, que segurou todas as ondas.
Este ano o Edu comemora quarenta e sete anos de vida e trinta e cinco de beatlemania. Sua paixão pelos Beatles começou aos doze anos, no dia em que foi assistir ao filme Help, na Escola Parque de Brasília. Logo na primeira cena veio o impacto daquelas quatro figuras vestidas de preto, chegando sem avisar. O som, a cena, a atitude que tomou conta do ambiente o pegaram de jeito. Foi ali que ele começou a definir o seu caminho. E na volta para casa, no reflexo do vidro do ônibus, ele começou a ajeitar o cabelo como se fosse da banda, a redefinir a força do olhar, a moldar-se para a vida que acabara de escolher. Na escola virou China Lennon. Na quadra onde morava virou referência da banda, o maior fã. E na vida caminhava passo a passo para tornar-se O Beatlemaníaco.
Ser O Beatlemaníaco não é uma decisão fácil, não é para qualquer um. Afinal a maior banda de todos os tempos tem uma legião de fiéis seguidores que defendem com afinco a história e a imagem dos Beatles. Não se pode falar besteira, é preciso ter base, ter conhecimento de tudo o que se refere às músicas, às histórias dos integrantes, à trajetória do grupo, ao pensamento de John, Paul, George e Ringo. Os Beatles influenciavam o Edu em todos os aspectos da sua vida. No comportamento, na visão do mundo, nas questões sociais. No trabalho como diretor de arte, como artista plástico, como escritor.
No princípio de tudo era muito difícil conseguir as coisas da banda. Eram os anos setenta, tempos duros, militares no comando e o bloqueio às idéias libertárias era grande. Para comprar alguns discos era preciso encontrar os caminhos alternativos. Mas nada era impossível para quem podia contar com a pequena ajuda dos amigos. E entre idas e vindas, lados A e lados B girando no prato, o tempo passou, o Edu cresceu e com ele seu amor pelos Beatles. O que também crescia vertiginosamente era a consciência de todo o universo que havia em torno da banda. Desde as velhas histórias e músicas daqueles que os influenciaram, até as novas gerações de todos que por eles foram influenciados. A esta altura o Edu já havia consolidado o respeito de todos como beatlemaníaco e o seu templo era a mais completa fonte de informação sobre as grandes bandas da história do rock.
No meio desse caminho havia uma banda, e depois outra e outra e mais outras. E no meio dessas bandas tinha o Badfinger.
Durante suas andanças pela Rock and Road da vida, Edu encontrou muita gente boa. Muita guitarra bem tocada, muito baixo botando pra quebrar, muito som, muita história, muito veneno. Mas ele achava que faltava alguma coisa. Eis que numa bela tarde de sábado, com o rádio ligado no Beatles Revolution, o programa do Joaquim Jardim, entra o quadro dos convidados especiais. Então, como daquela primeira vez, ele toma uma porrada. Eram os primeiros acordes de No Matter What, do Badfinger. Naquele instante Edu reviveu a sensação de querer descobrir tudo sobre uma banda. Quem eram os integrantes, de onde surgiram, o que mais eles tocam? Perguntas que buscavam respostas, e ninguém melhor que o Edu para encontrar as respostas, os caminhos, os passos das bandas. E assim começava uma nova história de amor. Claro que os Beatles permaneciam soberanos.
A vida é rápida como um rock, por isso tem que ser intensa. Faça o que tem que ser feito, expresse seus pensamentos. Se você não toca, pinte. Se você não pinta, escreva. Se você não escreve encontre uma maneira de contar sua história. Se você faz tudo isso coisas incríveis acontecem.
Na publicidade os Beatles influenciaram o Edu nos títulos, layouts e conceitos de campanha. Muitas referências e reverências surgiam nas peças. Quando avaliava os Beatles como produto, considerava perfeito o marketing que envolvia toda a projeção do grupo. Quando via a banda com os olhos do artista plástico fazia surgir maravilhas como a série PowerPainting, que transportou para a fórmica toda a vida e força do rock e seus ídolos como John, Paul, Elvis, Peter, Tommy, Jimi e Plant dentre outros. Muita intensidade, muito movimento e muita cor.
Na literatura Edu produziu pérolas como o conto “O dia que meu fusca virou Beatle”. Um texto refinado, bem humorado, dinâmico e, claro, cheio de paixão. Um deleite para os fãs dos Beatles e de boas histórias. Também escreveu o excelente “Uma tarde do outro mundo”, que faz uma viagem pelos mistérios de uma alma dividida entre dois mundos, o real que consome seus dias na cidade e o outro, que mergulha nos seus dramas e conflitos pessoais tendo como porta de entrada seus discos, seus ritos e nada mais. Tudo costurado inteligentemente pelas citações extraídas das músicas dos seus ídolos. Não posso deixar de citar o que pode ser classificado como uma trama policial envolvendo os quatro rapazes de Liverpool. Falo do ótimo e bem estruturado “Eu sou o único e verdadeiro Billy Shears”, que conta a fantástica história de um sósia do Paul McCartney e suas aventuras com a banda. Todos os textos são cuidadosamente elaborados e têm em comum a riqueza de informações e referências do maravilhoso mundo do rock and roll.
Mas, dentre todas as criações do Edu, existe uma que tem a minha preferência, talvez por reunir no mesmo trabalho os seus talentos.Tem o humor da narrativa e a habilidade dos traços somados ao conhecimento do mundo Beatles. E o escracho é a marca registrada do fabuloso livro “Os Barbudão”. Quadrinhos da mais alta qualidade que retratam a vida como ela não é, mas poderia ser. Vejo nos Barbudão um verdadeiro deleite dessa relação intensa que o Edu tem com os seus ídolos e somente ele poderia brincar com a tamanha intimidade. Resultado que só é possível por quem tem uma estreita relação de amizade construída em mais de três décadas de convivência diária.
E quando achava que tudo estava completo, eis que surge O baú do Edu. Mais que um blog, o baú é como uma revista diária e cada dia é como uma página repleta de informações, arte, cultura e rock, muito rock mesmo. Um baú generosamente aberto para que todos possam revirar à vontade as histórias de quem fez dos Beatles e do rock a sua própria história. E, como o próprio Edu diz, tudo foi feito com muito amor e respeito ao que os Beatles produziram e em nenhum momento houve a intenção de macular o mito. Porque tudo foi feito com amor, porque tudo o que nós precisamos é de amor. E no final, o amor que você leva é igual ao amor que você deixa.
Feliz aniversário, Edu!

Marco Miranda.

Valeu Marco! Obrigado! Acho que não estou com essa bola toda. A melhor parte de tudo isso são meus amigos. Muito bem. O aniversário é meu, mas quem ganha o presente é você (risos)! Para comemorar, 5 supervídeos com THE BEATLES. Oh, YEAH! Lembrem-se: para parar a rádio e ver os vídeos, ESC. Para voltar, botão direito no ícone e EXECUTAR.
Abração!

THE BEATLES - PARABÉNS PRA VOCÊ

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ANIVERSÁRIO DO ANIMAL ERIC BURDON

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Eric Burdon (Eric Victor Burdon) nasceu em 11 Maio de 1941 em Walker, Newcastle , Inglaterra. Membro fundador dos Animals, banda formada em no começo da década de 1960. The Animals foi uma das principais bandas da Invasão Inglesa, liderada pelos Beatles, Rolling Stones, Kinks e The Who. Burdon foi a voz dos clássicos como "The house of rising sun", "Good times", "Don’t let me be misundestood", "Bring it to the home", "A girl named Sandoz" e outros. A mistura de blues e rock faziam dos Animals elementos únicos na cena britânica. Depois de inúmeras trocas de formação, a banda passou a ser conhecida como Eric Burdon and the New Animals. Quando terminaram, Burdon se juntou a banda californiana de funk War, resultando no clássico LP Eric Burdon Declares “War”. Em 1971 Burdon seguiu carreira solo, lançando seu álbum Guilty. No período de 1976 a 1983 ele reuniu a formação original do Animals, mas não seguiu adiante com ela. O cantor continua gravando discos, assinando como Eric Burdon and the Animals. Parabéns, Animal! Em sua homenagem, The Animals e o clássico THE HOUSE OF THE RISING SUN. Valeu!

O GRANDE BOB MARLEY

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No dia 11 de maio de 1981, morria o grande Bob Marley, de câncer. Em Miami.

Robert Nesta Marley, o grande Bob Marley nasceu em 6 de fevereiro de 1945, em Saint Ann, Jamaica. foi cantor, guitarrista e compositor. O mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafáris" pela maneira como divulgava a religião através de suas músicas.
Bob foi casado com Rita Marley, uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outro de seus filhos, Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiu carreira musical.

domingo, 10 de maio de 2009

BEING FOR THE BENEFIT OF MR. KITE

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Enquanto gravava o clipe de Strawberry Fields Forever, John Lennon e um empregado da NEMS, Tony Bramwell, entraram num antiquário perto do hotel que a equipe usava como base, na cidade Sevenoaks em Kent. John encontrou e comprou um cartaz emoldurado, impresso em 1843, na era Vitoriana, anunciando o Pablo Fanque's Circus Royal. John usou o poster como inspiração para a canção, mas mudou vários fatos para facilitar as rimas. Pablo Fanque, cujo verdadeiro nome é William Darby, foi o primeiro negro proprietário de um circo na história da Inglaterra. O cartaz hoje pertence a Sean Lennon.

GILDA - A INESQUECÍVEL RITA HAYWORTH

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Rita Hayworth (nome artístico de Margarita Carmen Cansino) nasceu em Nova Iorque em 17 de outubro de 1918. Foi uma atriz que atingiu seu pleno sucesso na década de 1940 e se tornou um símbolo sexual daquela era. Filha de Eduardo Cansino, natural de Castilleja de la Cuesta, e Volga Hayworth. Os Cansino eram uma famosa família de dançarinos ciganos espanhóis. Treinada profissionalmente, Rita subiu aos palcos pela primeira vez com doze anos de idade. Ao longo da adolescência, ela se apresentou várias vezes em cassinos na fronteira dos EUA com o México.Primeiramente atraindo a atenção de produtores de cinema como parte da "Família Cansino de Dançarinos", Hayworth assinou um contrato com a Fox em 1935, fazendo vários papéis pequenos para os filmes daquele estúdio antes de assinar um contrato com a Columbia. Depois de trocar seu nome de Rita Cansino para Rita Hayworth e mudar a cor do seu cabelo castanho para uma tonalidade de ruivo (auburn) que se tornou numa das suas imagens de marca, ela fez parte do elenco do filme Paraíso Infernal (1939) de Howard Hawks. Uma loura com açúcar (1941), com James Cagney, seria seu primeiro sucesso. Sangue e areia (1941), de Rouben Mamoulian, com Tyrone Power, solidificaria seu caminho para o estrelato.

Após dançar com Fred Astaire em Bonita como nunca e Ao compasso do amor, e depois com Gene Kelly em Modelos, Rita se firmou como uma das maiores dançarinas de Hollywood e a maior estrela romântica dos anos 40. Mas foi em 1946,no auge da sua beleza e com o clássico noir Gilda, ao lado de Glenn Ford, que Hayworth se transformaria na maior estrela da década e numa das mulheres mais desejadas e famosas do mundo.O êxito de bilheteira foi enorme.Rita casou-se cinco vezes: a primeira com Edward C. Judson (1937-1943); a segunda com Orson Welles (1943-1948) e tiveram uma filha: Rebecca Welles; a terceira com o príncipe Aly Khan (1949-1953) e, tiveram uma filha, a princesa Yasmin Aga Khan; a quarta com o cantor Dick Haymes (1953-1955), e a última com James Hill (1958-1961).

Para a atriz, o insucesso no amor era definido por ela como: "A maioria dos homens se apaixona por Gilda, mas acorda comigo". Ela morreu na casa de sua filha, Yasmin, em Nova Iorque, aos 69 anos, vítima do mal de Alzheimer, uma doença degenerativa do cérebro que causa a demência precoce.

OS IRMÃOS MARX - RIR É O MELHOR REMÉDIO

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Os Irmãos Marx eram Chico (Leonard Marx, 22 de março de 1887 - 11 de outubro de 1961), Harpo (Adolph Arthur Marx, 23 de novembro de 1888 - 28 de setembro de 1964), Groucho (Julius Henry Marx, 2 de outubro de 1890 - 19 de agosto de 1977), Gummo (Milton Marx, 23 de outubro de 1892 - 21 de abril de 1977), e Zeppo, (Herbert Marx, 25 de fevereiro de 1901 - 30 de novembro de 1979).

Nascidos em Nova Iorque, os Irmãos Marx eram filhos de imigrantes judeus. A mãe, Minnie Schoenberg, da Alemanha, e o pai, Samuel "Frenchie" Marx (nascido Simon Marrix), vindo da Alsácia, região da França. Eles mostraram talento musical desde a infância. Harpo, especialmente, podia tocar vários instrumentos, inclusive a harpa, que ele tocou com freqüência em filmes. Chico foi um excelente e histriônico pianista, e Groucho tocava o violão. Começaram no vaudeville, quando seu tio Al Shean já atuava, como parte da dupla Gallagher and Shean. A estréia de Grouchofoi em 1905, como cantor. Em 1907 ele e Gummo cantavam juntos com Mabel O'Donnell no trio The Three Nightingales. No ano seguinte Harpo se tornou o quarto Nightingale (rouxinol em português). Em 1910 o grupo incluiu a mãe dos Marx e uma tia, Hannah, e mudou para The Six Mascots.

Certa noite, em um teatro de Nacogdoches, Texas a apresentação foi interrompida pelos gritos vindos de fora por causa de uma mula descontrolada. A platéia correu para fora a fim de ver o que estava acontecendo e quando retornou, Groucho, enfurecido com a interrupção, disse que "Nacogdoches está cheia de baratas" e outras coisas. Em vez de se enfurecer, a platéia gargalhou e depois a família considerou a possibilidade de investir no potencial cômico da trupe. Progressivamente, as ações se desenvolveram do canto com comédia incidental ao esquete passado em uma sala de aula, com Groucho como professor e os outros como alunos. Gummo lutaria na Primeira Guerra Mundial ("Qualquer coisa é melhor que ser ator!") Zeppo o substituiria nos anos finais do vaudeville, até a Broadway e depois nos filmes na Paramount.

Nesta época, os irmãos, agora The Four Marx Brothers, começaram a desenvolver seu peculiar tipo de comédia e a desenvolver seus personagens. Groucho começou a usar seu bigode pintado; Harpo, a usar buzinas de bicicleta e nunca falar (Harpo não era mudo), Chico, a falar com um falso sotaque italiano, desenvolvido em campo com os desordeiros da vizinhança.
Nos anos 20 os Irmãos Marx se tornaram um dos grupos teatrais favoritos nos Estados Unidos. Com seu aguçado e bizarro senso de humor, satirizaram instituições como a alta sociedade e a hipocrisia humana. Sob a gerência de Chico e a direção criativa de Groucho, o vaudeville dos irmãos os tornou famosos na Broadway.

Na época do filme "A hard day's night", os Beatles foram comparados aos Irmãos Marx devido ao seu refinado senso de humor. E os quatro, eram fãs confessos dos irmãos novaiorquinos.

sábado, 9 de maio de 2009

BARBARELLA - BELA

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Barbarella é a gostosa personagem das histórias em quadrinhos para adultos, criada em 1962 pelo ilustrador e escritor francês, Jean Claude Forest. Aventureira espacial com pendores ninfomaníacos, ela usa o corpo e a sexualidade para conquistar e derrotar seus oponentes, Barbarella escandalizou a França quando foi lançada em livro que chegou a ser proibido. Aos poucos, entretanto, conquistou o país e a partir daí espalhou-se pela Europa e pelo mundo, tornando-se um ícone do movimento feminista dos anos 60, uma espécie fêmea de um James Bond futurista e de saias. Levada às telas de cinema pelo diretor Roger Vadim em 1968, Barbarella virou um filme cult extremamente popular e transformou a atriz americana Jane Fonda, que a interpretou, num símbolo sexual da época.

Você sabia que Duran era o nome de um dos personagens de uma das aventuras da Barbarella? Os integrantes do grupo de rock (?) Duran Duran, fãs declarados da insaciável personagem, escolheram o nome em homenagem à heroína.

FOTO DO DIA - JOHN LENNON

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terça-feira, 5 de maio de 2009

DANIELLE STARKEY - VIVA A RINGOMANIA!

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Danielle Starkey com Ricardo Felício, o Ringo Starr da banda Beatles 4 Ever (aqueles que entraram pro Guinnes World Records por tocar toda a discografia oficial dos Beatles em 16 horas, num só dia).

"Aos 12 anos, embarquei num tal de Submarino Amarelo. Nele tinha um cara todo colorido que não falava coisa com coisa. Me encantou. Ringo Starr era o seu nome. Já ouvia Beatles, sabia até cantar uma música ou outra, mas nunca tinha reparado nele como pessoa. Ao observar mais imagens daquele homem dos anéis, vi que ele era baixinho, narigudo, ligeiramente estrábico, e que se vestia de uma forma muito estranha. Se ele já me encantava em desenho, imagina o que algumas fotos fizeram comigo. Me apaixonei de vez. Deixei de me chamar apenas Danielle. Agora eu era a Danielle Starkey. Vieram então os DVD's. Pude concluir que além da beleza, Ringo era um ótimo baterista, simpático, engraçado e sentimental. Essa paixão foi crescendo incontrolavelmente, ao ponto de fazer bolo de aniversário para comemorar seus 68 anos!Camisetas, fotos, vídeos, músicas, discos, bibelôs: tudo isso foi entrando para a minha coleção. Se é Ringo, tá ótimo.Apesar de ser composição do John, foi o Ringo quem me mostrou que All You Need Is Love, pois o amor que sinto por ele ultrapassa todas as barreiras possíveis: não preciso conhecê-lo, não preciso estar com ele, não precisamos ter a mesma faixa etária, não preciso morar no mesmo país que ele, entre muitas outras coisas.Preciso apenas saber quem ele foi e quem ele é - um anjo que fez minha vida brilhar, assim como a estrela que carrega em seu nome.Ringo, pode ter certeza, You're The Greatest!"
Danielle Starkey

Valeu, Dani! Ficou jóia! Beijão!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

VOCÊ CONHECE O SITE OFICIAL DO RINGO?

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LARRY WILLIAMS - BAD BOY E MUITO MAIS!

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Simplesmente, foi o autor de algumas das pedradas mais violentas já gravadas pelos Beatles. O mundo tremeu quando ouviu Dizzy Miss Lizzy, Slow Down e Bad Boy na interpretação magnífica e enérgica de John Lennon (e os outros)! Os Beatles ainda gravaram Lawdy Miss Clawdy (BBC), de Williams. Larry Williams, nasceu em 10 de maio de 1935, em New Orleans. Se projetou a princípio como o pianista da banda de Lloyd Price, mas ganhou notoriedade quando os Beatles ragravaram vários de seus sucessos. Williams era um dos compositores preferidos de John Lennon que em sua carreira solo ainda gravou Just Because e Bony Moronie e de Paul McCartney que regravou She Said, Yeah no seu álbum Run Devil Run.
Bad Boy, é a 2ª música do lado B do meu velho LP “Oldies But Goldies”, que tenho até hoje e me marcou para sempre. É um dos rocks mais espetaculares que já ouvi.
Em 7/01/1980, Larry Williams, o "pai do bad boy”, cometeu suicídio com um tiro de revólver. Em homenagem ao grande Larry Williams, os Beatles quebrando o cacete no Shea Stadium, com DIZZY MISS LIZZY. Abração! Ninguém vai mudar meu mundo!

FOTO DO DIA - GEORGE

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PIN-UP DA SEMANA

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domingo, 3 de maio de 2009

ANIVERSÁRIO DO GRANDE JAMES BROWN

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James Joseph Brown Jr., ou simplesmente James Brown, o Mr. Dynamite, nasceu em 3 de Maio de 1933, em Barnwell, Atlanta, Carolina do Sul. Estados Unidos. Foi um cantor, compositor e produtor musical norte-americano reconhecido como uma das figuras mais influentes do século XX na música. Prolífico letrista e produtor musical, Brown é considerado o principal impulsionador da evolução do gospel e do rhythm and blues para o soul e o funky, sendo a invenção deste último gênero creditada a ele. Também deixou sua marca em outros gêneros musicais, incluindo rock, jazz, reggae, disco, no hip-hop e na música dançante e eletrônica em geral.

Sua carreira de músico profissional iniciou-se em 1953, atingindo a fama no fim da década de 1950 e início da década de 1960, graças à força de suas performances ao vivo e a uma seqüência de grandes sucessos. Apesar de numerosos problemas pessoais e alguns insucessos, ele continuou a produzir sucessos nas duas décadas seguintes. Nas décadas de 1960 e 1970, Brown era uma presença em assuntos políticos norte-americanos, especialmente no ativismo em favor dos negros e dos pobres.James Brown morreu aos 73 anos em 25 de dezembro de 2006, em Atlanta, Geórgia, EUA, após internação devido a severa pneumonia.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

1º DE MAIO - DIA DO TRABALHADOR

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O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época. Milhares de trabalhadores foram às ruas para protestar contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos e exigir a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Naquele dia, manifestações, passeatas, piquetes e discursos movimentaram a cidade. Mas a repressão ao movimento foi dura: houve prisões, feridos e até mesmo mortos nos confrontos entre os operários e a polícia. Em memória dos mártires de Chicago, das reivindicações operárias que nesta cidade se desenvolveram em 1886 e por tudo o que esse dia significou na luta dos trabalhadores pelos seus direitos, servindo de exemplo para o mundo todo, o dia 1º de maio foi instituído como o Dia Mundial do Trabalho.
Em homenagem a todos nós trabalhadores, um vídeo bacana
do super John Lennon: WORKING CLASS HERO.





Assim que você nasceu eles te fizeram sentir não pequeno
Não dando a você um só instante
Até que a dor é tão grande que você se sente um ninguém
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser

Eles te ofendem em sua casa e te batem na escola
Eles odeiam você se você for inteligente e te desprezam se for um tolo
Até que você está um louco fodido e não pode seguir suas regras
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser

Eles te torturaram e machucaram por 20 anos
Então eles esperavam que você escolhesse uma profissão
Até que você não consegue mais funcionar porque está tão cheio de medo
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser

Mantém você dopado com religião , sexo e TV
E você acha que você é tão inteligente ,preparado e livre
Mas você ainda é o camponês fudido tão quanto eu posso ver
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser

Existe a sala no alto onde eles falam para você até agora
Mas primeiro você precisa aprender como sorrir tão quanto morrer
Se você que ser como um tolo no rio
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser
Um Herói da classe trabalhadora é algo para ser

Se você quer ser um herói , bem, basta me seguir
Se você quer ser um herói , bem, basta me seguir

terça-feira, 28 de abril de 2009

GIVE MY REGARDS TO BROADSTREET

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Em 1984, Paul escreveu e estrelou um filme chamado Mande lembranças para Broad Street (Give my regards to Broad Street), que contava também com a presença de Ringo Starr. No enredo, Paul tinha a fita mestre do seu último disco roubada e, enquanto os personagens procuravam pela tal fita, era feita uma série de rearranjos para suas músicas – tanto da sua carreira solo quanto do tempo dos Beatles. O filme foi um tremendo fiasco. No entanto, o álbum com a trilha sonora vendeu milhôes. "NO MORE LONELY NIGHTS", carro-chefe do discão é uma das mais belas baladas já escritas por Paul e conta ainda com a guitarra espetacular de David Gilmour. No Brasil, No More Lonely Nights liderou as paradas por várias semanas seguidas. Foi um dos maiores sucessos da carreira de Paul McCartney.

01 - No More Lonely Nights
02 - Good Day Sunshine
03 - Yesterday
04 - Here, There And Everywhere
05 - Wanderlust
06 - Ballrooom Dancing
07 - Silly Love Songs (Reprise)
08 - Not Such A Bad Boy
09 - So Bad
10 - No Values
11 - For No One
12 - Eleanor Rigby / eleanor's Dream
13 - The Long And Winding Road
14 - No More Lonely Nights (Playout Version)
15 - Goodnight Princess
16 - No More Lonely Nights (Extended Version)
17 - No More Lonely Nights (Special Dance Mix)

FAÇA O DOWNLOAD DE GIVE MY REGARDS TO BROAD STREET AGORA, CLICANDO NO LINK:
http://lix.in/738d2c

Para os mais saudosos, aí vai o vídeo clipe de NO MORE LONELY NIGHTS, com a letra embaixo para acompanhar. Especialmente em homenagem ao meu amigo Márcio Meireles. Espero que gostem. Abração!



I can wait another day
Until I call you
You've only got my heart on a string
And everything a'flutter
But another lonely night
Might take forever
We've only got each other to blame
It's all the same to me love
'Cause I know what I feel to be right
No more lonely nights
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
May I never miss the thrill
Of being near you
And if takes a couple of years
To turn your tears to laughter
I will do what I feel to be right
No more lonely nights (Never be another)
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
And I won't go away until you tell me so
No, I'll never go away
Yes, I know what I feel to be right
No more lonely nights (Never be another)
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
And I won't go away until you tell me so
No, I'll never go away
And I won't go away until you tell me so
No, I'll never go away
No more lonely nights

BLUES MEETS THE BEATLES

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As imortais canções dos Beatles, já foram gravadas em ritmo de samba, jazz, disco, chorinho, bosta (ops!) bossa nova e até em ritmo de tango. Esta coletânia é simplesmente, demais: Blues Meets the Beatles (a Tribute to the Beatles). Grandes nomes do Blues se reuniram para prestar esta homenagem ao nosso quarteto fantástico e o resultado ficou absolutamente espetacular. Seja para beatlemaníacos ou apenas apreciadores de boa música.

01. She Loves You - Stan Webb
02. From Me To You - Earl Green
03. I'm Down - Fred James
04. Don't Let Me Down - Charles Walker
05. Norwegian Wood - Paul Lamb
06. Come Together - Johnny Jones
07. I Saw Her Standing There - Stan Webb
08. Run For Your Life - Earl Green
09. The Word - Al Garner
10. You Can't Do That - Ruby Turner
11. Oh Darling - Earl Gaines
12. Why Don't We Do It In The Road - Fred James
13. I Call Your Name - Mo Indigo
14. Get Back - Paul Lamb
15. Let It Be - Roscoe Shelton
16. I Feel Fine - Tony Wilson

FAÇA O DOWNLOAD DOS BEATLES IN BLUES AGORA,
CLICANDO NO LINK:
SENHA: xereta

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A MAÇÃ VERDE DOS BEATLES. A ORIGINAL!

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Em 1968, quando os primeiros discos lançados pela Apple Records apareceram com a belíssima maçã verde impressa nos selos dos Lps; todos se suurpreenderam. Público e imprensa. A reação (positiva!) foi imediata. Novamente os Beatles se superavam e deixavam os concorrentes ainda mais distantes. Quando a imprensa quis saber qual a razão da maçã verde, Paul explicou que sempre foi fascinado pela arte moderna da 1ª metade do século e que tinha uma especial admiração pela obra do pintor belga Renè Magritte. Com o sucesso alcançado pelos Beatles, adquriu várias obras do artista. Num dos quadros,aparecia uma maçã verde. McCartney sacou na hora que era ela. Não foi difícil convencer os outros. Assim, por influência dessa obra prima do modernismo surrelista, todos os discos lançados pela gravadora, viriam estampados com o famoso logotipo da maçã verde. 20 anos depois, o nome e a marca criados por Paul e seus companheiros , foram CHUPADOS pelo maior malaco do mundo: um tal de Steve Jobs.

A maçã de Jobs: A CHUPADA DO MILÊNIO!!!

PIN-UP DA SEMANA

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Gil Elvgren é um exemplo de ilustrador que foi considerado injustamente e por muitos anos como um artista meramente comercial, mas hoje o trabalho desse norte-americano é exposto e reverenciado em galerias de todo o mundo. Ele foi um dos principais artistas a fazer as famosas pin-ups . O termo pin-up data da década de 40,(as imagens eram penduradas em locais que normalmente circulavam somente homens como borracharia, quarteis, etc.) mas já ná década de 30, George Petty e Alberto Vargas, faziam sucesso com a revista americana “Esquire”. Uma pin-up é uma mulher que jamais seria vulgar ou oferecida, apenas convidativa, insinuante, dissimulada. Uma mistura de sensualidade e inocência... Imagens asseguradas pelos sofisticados traços provavelmente provenientes da art-nouveau, elas apareciam vestidas em peças de roupa que valorizavam seus corpos de curvas sinuosas, deixavam sutilmente à mostra torneadas pernas, e definidas cinturas, em situações do cotidiano e as carinhas e bocas ingênuas faziam o acabamento da imagem que levaram uma geração de homens à loucura. Mostravam sem mostrar. Havia muito tabu quanto ao nu e mulheres que ousavam enfrentavam grandes preconceitos muitas vezes pela vida toda. Gil Elvgren começou a ilustrar pin-ups na década de 1930 e só parou 40 anos depois. A fama de comercial deve-se ao fato de que a maioria de seus desenhos eram criados para ilustrar campanhas publicitárias, como as propagandas da Coca-Cola. As pin-ups de Elvgren ilustravam principalmente calendários. O artista morreu em 1980.

sábado, 25 de abril de 2009

ACROSS THE UNIVERSE - O FILME

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Across the Universe é uma produção norte-americana de 2007 dirigida por Julie Taymor. O filme retrata os anos 60, com suas lutas, guerras e paixões, ambientando toda uma época através da obra dos Beatles. O elenco tem jovens talentos que interpretam e cantam, como o do inglês Jim Sturgess, a americana Evan Rachel Wood e o também inglês Joe Anderson. O filme também conta com algumas participações especiais de Bono Vox do U2 e Joe Cocker, Salma Hayek.



A história começa em Liverpool, de onde o inglês Jude (Jim Sturgess) decide partir para os EUA em busca de seu pai. Lá, ele conhece um estudante rebelde, e se apaixona por sua irmã, Lucy (Evan Rachel Wood). Esta por sua vez, acaba envolvendo com emergentes movimentos de contra-cultura, da psicodelia aos protestos contra a Guerra do Vietnã. Em meio às turbulências da época, Jude e Lucy vão passar por situações que colocarão sua paixão em choque.

Disc 1

01- Girl - Jim Sturgess
02- Hold me Tight - Evan Rachel Wood
03- All my Loving - Jim Sturgess
04- I Want to Hold Your Hand - T.V. Carpio
05- With a Little Help from My Friends - Joe Anderson & Jim Sturgess
06- It Won't be Long - Evan Rachel Wood
07- I've Just Seen a Face - Jim Sturgess
08- Let it Be - Timothy T. Mitchum & Carol Woods
09- Come Together - Joe Cocker
10- Why don't We do it in the Road? - Dana Fuchs
11- If I Fell - Evan Rachel Wood
12- I Want You (She's So Heavy) - Joe Anderson, T.V. Carpio & Dana Fuchs
13- Dear Prudence - Joe Anderson, Dana Fuchs, Jim Sturgess & Evan Rachel Wood
14- Flying - The Secret Machines
15- Blue Jay Way - The Secret Machines

Disc 2

01- I am the Walrus - Bono & The Secret Machines
02- Being for the Benefit of Mr. Kite - Eddie Izzard
03- Because - Joe Anderson, T.V. Carpio, Dana Fuchs, Martin Luther McCoy, Jim Sturgess & Evan Rachel Wood
04- Something - Jim Sturgess
05- Oh! Darling - Dana Fuchs & Martin Luther McCoy
06- Strawberry Fields Forever - Joe Anderson & Jim Sturgess
07- Revolution - Jim Sturgess
08- While My Guitar Gently Weeps - Martin Luther McCoy
09- Across the Universe - Jim Sturgess
10- Helter Skelter - Dana Fuchs
11- Happiness is a Warm Gun - Joe Anderson & Salma Hayek
12- Black Bird - Evan Rachel Wood
13- Hey Jude - Joe Anderson
14- Don't Let me Down - Dana Fuchs & Martin Luther McCoy
15-All You Need Is Love - T.V. Carpio, Dana Fuchs, Martin Luther McCoy & Jim Sturgess
16-Lucy in the Sky with Diamonds - Bono & The Edge

Faça o download do álbum completo - edição de luxo - com todas as músicas, aqui:
http://lix.in/-2fccce
Espere carregar e clique em "continue..." Boa diversão!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

CARL PERKINS - A VIDA DELE ERA ROCK AND ROLL!

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Carl Lee Perkins (19 de abril de 1932 - 19 de janeiro de 1998) foi um pioneiro cantor americano de rockabilly, uma mistura de rhythm and blues e country music que desenvolveu-se na Sun Records em Memphis, Tennessee no começo dos anos 50.Nascido em Tiptonville, Tennessee, filho de um pobre fazendeiro arrendatário, Perkins cresceu cercado pela sulista música gospel cantada pelos negros que trabalhavam nos campos de algodão. Aos 7 anos de idade ele já tocava guitarra, feita por seu pai com uma caixa, um galho e uma corda de embrulho.Em 1956, desesperadamente pobre, Perkins compõe a música "Blue Suede Shoes" em um saco velho de tomate. Produzida por Sam Phillips, a canção venderia milhões de cópias. No auge da fama da música, ele se envolveu em um acidente de carro quase fatal. Enquanto Perkins se recuperava, o astro em ascensão Elvis Presley lançou sua própria versão de "Blue Suede Shoes". O sucesso de Presley impediu Perkins de alcançar o sucesso que ele parecia estar destinado a alcançar; Perkins nunca mais conseguiria o mesmo destaque no mundo da música pop.Durante sua longa carreira ele gravou inúmeros compactos e álbuns, além de compor vários sucessos tanto no rock quanto na música country. Suas músicas ganharam versões dos Beatles (Perkins inclusive colaboraria com Paul McCartney no ábum "TUG OF WAR".

Quando do revival do rockabilly nos anos 80, George Harrison, Eric Clapton e Ringo Starr apareceram com ele em um especial televisivo em Londres, Inglaterra chamado ''Carl Perkins and Friends: A Rockabilly Session.De volta aos estúdios da Sun em 1986, Perkins se juntou à Johnny Cash, Jerry Lee Lewis e Roy Orbison para gravar o álbum Class of '55. Foi um tributo ao começo de carreira deles na Sun e em parte a reprise de uma informal jam session que ele, Presley, Cash e Lewis fizeram em 4 de dezembro de 1956. Em 1987, o reconhecimento da contribuição de Perkins à música veio quando ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll.

Em 1987, Perkins foi homenageado por sua contribuição à música e introduzido no Corredor da Fama do Rock and Roll. Em outubro de 1996, Perkins lançou o seu último álbum, "Go Cat, Go!", que incluiu apresentações de Bono Vox do U2, McCartney, Paul Simon, Willie Nelson, John Fogerty e Tom Petty.
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