sábado, 12 de março de 2011

O BELO TRABALHO DE RICHARD AVEDON

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Essas belíssimas gravuras dos Beatles, foram criadas por Richard Avedon – fotógrafo americano (New York, 15/05/1923 - San Antonio, 1/09/2004). As imagens dos Beatles em 1967 se tornaram as mais famosas de Avedon e contam com cores absurdamente vivas. Essas fotos foram publicadas na edição de 9 de janeiro de 1968 na revista Look apenas alguns meses antes do lançamento do álbum duplo conhecido como White Album. Nessas  fotos, Avedon representa cada Beatle de forma muito distinta, como que refletindo através da cor a personalidade de cada um. Tanto há 40 anos como hoje, as personalidades dos Beatles, são conhecidas por todo mundo. Sabendo disso e para servir esse propósito, Avedon faz outra coisa que é rara no seu trabalho. Utilizar adereços propositados. Assim, a simplicidade de Ringo é representada em duas cores (além do preto e do branco, naturalmente), por um pombo branco pousado em sua mão; e um tom de laranja pastel, quase castanho, lhe ilumina a face e o tronco, deixando um azul inofensivo como a sua expressão, nas sombras que o corpo encobre. George Harrison é apresentado com a mão levantada e pinturas Indianas que remetem para o lado espiritual do jovem Hare Krishna. Já Paul McCartney, é representado através de um azul extremamente claro, sem demasiada saturação, em perfeita harmonia com o lilás que cobre as sombras. Por fim, John Lennon, naquela que é provavelmente a imagem mais emblemática tanto dele como de Avedon, figurando até na capa da sua compilação “Avedon: The Sixties”, está apresentado com quatro cores. O fundo em amarelo vivo define o tom com que a imagem vai contrastar. Os famosos óculos redondos, revelam curvas psicodélicas para reforçar a idéia da controvérsia sempre gerada por John. Parabéns Avedon! Obrigado por estar aqui. Valeu!

LARA SELEM: WHERE ARE YOU SCOOBY DOO?

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sexta-feira, 11 de março de 2011

ESTÚDIOS ABBEY ROAD LANÇA CONCURSO

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Os estúdios Abbey Road, em Londres, onde os Beatles gravaram a maioria de seus sucessos, lançou um concurso para a escolha de um hino global para comemorar seu 80º aniversário de existência, este ano. Inaugurado em 1931 pelo compositor Edward Elgar com uma apresentação de sua canção patriótica "Land of Hope and Glory," o estúdio procura compositores originais, ainda não descobertos, que queiram concorrer pela oportunidade de gravar suas composições em Abbey Road. Os hinos vencedores serão gravados no Estúdio Um de Abbey Road, onde foram gravadas a sequência titular dos filmes "Star Wars" e a apresentação feita ao vivo pelos Beatles de "All You Need Is Love," transmitida via satélite. O compositor Eric Whitacre vai reger a Orquestra Sinfônica de Londres e cantores ainda não definidos, e arranjadores musicais estarão a postos para ajudar os candidatos, com o objetivo de abrir o concurso para o público mais amplo. "Queremos encontrar os grandes hinos de nosso tempo," disse Whitacre. "É uma honra participar do processo de seleção e gravar as composições vencedoras. Incentivo todos os letristas/compositores a nos enviar sua música, a nos inspirar." Os candidatos devem enviar seus hinos ao concurso até 15 de julho. Regulamento e etc. www.abbeyroad.com/anthem

quinta-feira, 10 de março de 2011

FOTO DO DIA - SUTCLIFFE AND HARRISON

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ABRACADABRA: APAREÇA STEVE MILLER!

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Em 1972, no álbum "Anthology" de Steve Miller, Paul McCartney colaborou em duas músicas: "Celebration" e "My Dark Hour". Paul toca baixo, bateria e participa nos vocais. Desde então, não fizeram mais nada juntos até 1997, quando Paul entrou em estúdio para produzir o ábum "Flamming Pie". E o resultado saiu melhor que a encomenda. A música "Used to Be Bad", composta pelos dois é uma verdadeira aula de guitarras.
Steve Miller nasceu em 5 de outubro de 1943 em Milwaukee, Wisconsin, EUA. É músico e guitarrista virtuose de blues e rock. Em 1968, Miller formou a Steve Miller Band com Scaggs nos vocais, lançando o álbum Children of the Future, o primeiro de um série de discos calcados solidamente no estilo de blues psicodélico que dominava o cenário musical de São Francisco na época. Scaggs deixaria a banda depois de mais dois álbuns e seria substituido em sua função pelo baterista Tom Davis; o próprio Miller só começaria a cantar em 1969, assumindo os vocais ocasionalmente no álbum Brave New World.
"The Joker", de 1973, marcou o início de uma nova fase na carreira de Miller: mais simplista e direcionado ao pop, o álbum obteve grande êxito com a faixa título e outras canções. Miller assumira o papel de cantor. Seu alcance vocal limitado na verdade fez com que as músicas se tornassem mais acessíveis e propensas a tocarem nas rádios. Depois vieram "Fly Like an Eagle" e "Book of Dreams". Estes álbuns representaram o auge do sucesso comercial de Miller, ambos alcançando as colocações máximas nas paradas musicais e emplacando diversos hits, como “Rock ‘N’ Me”, “Take the Money and Run”, “Jet Airliner” e “Jungle Love”. Enquanto a crítica esculhambava Miller por ele abandonar suas composições mais ambiciosas e socialmente engajadas em favor de simples sucessos de pop-rock influenciados por blues, os fãs aumentavam cada vez mais, e a Steve Miller Band co-encabeçou uma grande turnê por estádios com o The Eagles em 1977.
Do alto de seu massivo sucesso, Miller resolveu dar uma pausa nas gravações e turnês, só emergindo em 1981 com Circle of Live, um álbum ambicioso possivelmente planejado para aplacar os críticos com seu novo estilo. As vendas foram decepcionantes, e em 1982 ele retornou à formula pop com outro álbum de sucesso, "Abracadabra" que vendeu milhões de cópias em todo o mundo. Este foi seu último grande êxito comercial.

THE BEATLES - PENNY LANE

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Penny Lane é uma rua de Liverpool, mas é também o nome dado à área que cerca seu cruzamento com a Smithdown Road. Nenhum dos lugares mencionados em "Penny Lane" existe de fato. Qualquer um que não tenha crescido nessa região de Liverpool pode considerá-la, como o músico e crítico de arte George Melly disse certa vez, "um tedioso centro comercial típico dos subúrbios ingleses". mas para Paul e John, que haviam passado a infância lá, representava um tempo em suas vidas em que todos pareciam ser amigáveis e o sol brilhava sem parar em um céu claro e azul. A vida dentro da bolha da fama dourou um pouco mais as memórias dos dois. Como John observou em "She Said, She Said", "When i was a boy, everything was right".
John incorporara Penny Lane a um antigo esboço de "In My Life", mas foi Paul quem fez tudo dar certo. Ele criou uma cena de rua em Liverpool que poderia ter sido tirada de um álbum de fotos de infância, com uma bela babá, um barbeiro feliz, um banqueiro excêntrico, um bombeiro patriota e alguns passantes simpáticos. "Parte é fato. E parte, nostalgia", ele admitiu. De primeira, parece que se trata de uma cena de verão ("blue suburban skies"), mas depois a chuva é mencionada, assim como alguém vendendo papoulas (flor usada como adereço nas festas de 11 de novembro, data em que, em muitos países, se relembra o fim da primeira guerra mundial). O fato é que a música é como uma série de fotos, não necessariamente tiradas no mesmo dia.
Havia uma barbearia em Penny Lane, tocada pelo senhor Bioletti, que afirmava ter cortado o cabelo dos Beatles quando crianças. Havia dois bancos (Barclays e Lloyds), um posto de bombeiros na Allerton Road, e no meio da rotatória, um abrigo. Alguma personagens, como o bombeiro com um retrato da rainha no bolso, eram licenças poéticas de Paul. Ele conta: "Eu escrevi que o barbeiro tinha fotos de todas as cabeças que tivera o prazer de conhecer. Na verdade ele tinha apenas fotos de diferentes cortes de cabelo. Mas todas as pessoas que iam e vinham de fato paravam e diziam 'olá'.
"Finger pie" era uma gíria sexual de Liverpool incluída na canção para divertir um pouco os locais. "Era só uma piadinha para o pessoal de Liverpool que gostava um pouco de sacanagem", diz Paul. "Durante muitos meses após o lançamento do disco garçonetes tiveram de aguentar pedidos de "fish and finger pie".
O poeta de Liverpool Roger McGough, que fazia parte de um grupo de música e humor com Mike, irmão de Paul, acredita que "Penny Lane" era significativa porque, pela primeira vez, marcos britânicos, e não americanos, estavam sendo celebrados no rock"n"roll. "Os Beatles estavam começando a escrever canções sobre nossa casa", diz McGough. "Eles começaram a usar elementos como a sonoridade de nossa fala de rua e canções antigas que nossos pais ouviam nos tempos do teatro de variedades. Liverpool não tinha mitologia até que eles criaram."
Hoje, por causa da música, Penny Lane é uma atração turística de Liverpool, o que acabou modificando a área. As placas originais da rua foram roubadas anos atrás e suas substitutas tiveram de ser pregadas nos muros. A barbearia se tornou um salão unissex com uma foto dos Beatles na vitrine. O abrigo na rotatória foi renovado e abriu como bistrô Sgt. Pepper's. O Wine Bar de Penny Lane tem a letra da música pintada acima de suas janelas.

O filme promocional para a canção não foi filmado em Penny Lane. Os Beatles estavam relutantes em viajar para Liverpool. Foram filmadas cenas de rua e em torno de Angel Lane em East End de Londres. A seqüência de John andando sozinho foi filmada em King's Road (em Markham Square), em Chelsea. As cenas externas foram filmadas em Knole Park, em Severínia, em 30 de Janeiro de 1967, onde "Strawberry Fields Forever" também foi rodado. Ambos os vídeos - dirigidos pelo sueco Peter Goldmann - foram selecionados pelo MoMA de Nova York como alguns dos vídeos musicais mais influentes do final dos anos 1960. Cenas da verdadeira Penny Lane foram incluídas - como do ônibus verde de Liverpool e uma breve tomada de cima do "abrigo" no meio da rotatória, mas nenhum dos Beatles aparece nessas cenas. Só para lembrar: o ano era 1967. Você já tinha nascido? Ainda nem sonhávamos com computador.

THE BLUES WHITE ALBUM

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SOBRE A "NOVA CAPA"

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Anna C. - disse: Ficou boa. Além da mulher, aparece o Ringo duas vezes e o Paul também. George também aparece com destaque. Onde está o John?

quarta-feira, 9 de março de 2011

FOTO DO DIA - THE BEATLES

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Photo: © Mark Hayward

THE EASYBEATS - FRIDAY ON MY MIND

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http://www.4shared.com/file/NVsRcb9i/EASY_B_FOMM_obaudoedublogspotc.html
Na cola do sucesso dos Beatles, surgiram centenas de bandinhas “beat” em todos os cantos do mundo. Na Austrália (como no Brasil) a coisa não foi diferente. Algumas (poucas) realmente muito boas. The Easybeats era uma dessas. Foram diretamente influenciados pelos Beatles e outros grupos adjacentes da chamada invasão britânica. Rapidamente se tornaram uma das bandas mais populares de Sidney, ainda em início de carreira. No final de 1965 eles eram o grupo mais popular da Austrália, com muitos hits tocando nas rádios (todos escritos por Stevie Wright e George Young) e seus shows eram marcados por intensa histeria dos fãs.Em 1966 os Easys foram para Londres e gravaram uma série de músicas no estúdio Abbey Road, já com um produtor freelancer, Shel Talmy (notado pelo seu trabalho com a banda The Who e The Kinks). Entre elas “Friday On My Mind” (G. Young e H. Vanda), que ficou em 1º lugar na Austrália, 6º lugar no Reino Unido, 16º nos EUA e entrou no Top das 10 mais tocadas na França, Holanda, Itália e Alemanha, chegando a vender mais de um milhão de cópias em todo o mundo. A canção chegou a ser regravada em 1973 por David Bowie no seu álbum Pin Ups. Eles fizeram uma turnê pela Europa (com os Rolling Stones) e pelos EUA. Depois da “volta pra casa”, em 1967, o baterista Gordon Henry Fleet, deixa a banda e é substituido por Tony Cahil. Começa o declínio, que terminaria com o irremediável fim da banda em 68. "Friday" também foi regravada pelo grande Peter Frampton no seu fantástico Breaking All The Rules, de 83. Meu amigo Antonio Estevam disse que George Young é irmão mais velho dos dois Youngs do AC/DC. Valeu! Abração!

SIR WALTER RALEIGH X JOHN LENNON

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Sir Walter Raleigh (1552-1618) - Espião, escritor, poeta britânico renascentista e explorador. Buscando encontrar a cidade de Eldorado, subiu o rio Orinoco na Guiana, retornando para a Inglaterra com pouco ouro, porém com duas novidades: TABACO e batatas. Na música "I'm So Tired", John Lennon amaldiçoa Raleigh, devido ao seu próprio vício que não podia controlar. Chamando-o de "estúpido". Lennon escreveu a canção durante a meditação transcendental em Rishkesh na Índia, numa noite que não conseguia dormir. O cansaço de Lennon está presente na letra, quando diversas vezes ele repete, "Eu estou muito cansado," seguido de frases como: "Já faz três semanas, eu estou indo a loucura" e "Penso se eu deveria te ligar," (para a Yoko Ono).

THE BLUES MEET THE BEATLES - PEDIDOS

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Este disco já apareceu aqui umas três vezes e volta e meia alguém pede novamente. É absolutamente excelente! She Loves You e I Call Your Name já valem o download. Mas ainda tem outras 14!
http://www.4shared.com/file/moQn41vw/TBIB_blues_obaudoedublogspotco.html

THE BEATLES - PENNY LANE - MUITO BOM!

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THE BEATLES - MEET THE BEEB

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terça-feira, 8 de março de 2011

SOBRE OS COMENTÁRIOS

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Desde o início falei que o único critério era o bom senso! Tem gente que não se toca! Faz favor!

HERE THEY ARE: OS BARBUDÃO!

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Em 2006, um dia depois do trabalho, eu e o Marco (Miranda) paramos no “Pipous” para algumas merecidas cervejas. Conversa vai, conversa vem, “OS BARBUDÃO” foram surgindo e começaram a ganhar forma. Ali mesmo no bar, fiz os primeiros rascunhos dos principais personagens.
Tudo foi muito rápido! O Marco achava que as histórias deviam ser sobre uma banda de rock imaginária. Para mim, era claro que tinham que ser os Beatles, ora! E assim tudo começou. A patir daí, as coisas começaram realmente a acontecer. O nome “Os Barbudão” foi idéia do Marco, que também inventou o gritão “AAAHHHHH!” no final de cada tira. Então, comecei a trabalhar. O trabalho foi duro e intenso, mas também muito compensador. As histórias iam surgindo com o “besteirol” falado por nós e nossos amigos. Qualquer piadinha, virava uma tirinha. Quando “ELES” iam aparecendo, cada dia mais, nas folhas de papel em branco, era mágica pura! Desenhar o Rare Rare, o Barbudão, o Maquinha e o Pingo foi um prazer que acho difícil experimentar outra vez. Tudo foi feito com todo amor e respeito por todas as Coisas Beatles. Mas o trabalho não era só desenhar. Além de criar todas as tirinhas, cada desenho era feito primeiro à lápis, depois finalizado, depois escaneado, depois photoshopado, rastreado, etc... foi barra-pesada. Mas no final ficou plasticamente muito bonito. “Os Barbudão” tem 152 páginas impressas em papel couché 90g e capa plastificada e impressa em papel cartão supremo 220g. O lançamento foi no dia 23 de março de 2007. Num bar, é claro.
Eu, o kruger e o Marcão. A foto foi tirada pelo Mariozinho

GEORGE HARRISON - WONDERWALL & ELETRONIC SOUND

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Wonderwall Music foi um albúm lançado por George Harrison em 1968. Os Beatles ainda estavam juntos. O disco é a trilha sonora do filme Wonderwall. As canções são quase todas instrumentais, com exceção de algumas vozes. As músicas foram gravadas em dezembro de 1967, na Inglaterra, e janeiro de 1968 em Bombaim, na Índia. Traz um som influenciado pela filosofia indiana com forte teor pop. As faixas que merecem destaque são "Microbes" e "Tabla And Pakavaj". Wonderwall Music se tornou conhecido como “o primeiro álbum solo oficial de um Beatle”, mas na verdade, não foi. Foi “The Family Way” by Paul McCartney.

Electronic Sound é o 2° álbum solo, de George Harrison, e a segunda e última gravação lançada no pelo breve “Zapple Records” (uma extensão da Apple Records) dos Beatles (que ainda estavam “juntos”), foi arquivado por insistência do até então agente dos Beatles, Allen Klein. Foi lançado em maio de 1969, inclui duas longas peças, uma delas tocada num Sintetizador Mogg. A capa de Electronic Sound foi pintada pelo próprio Harrison e o encarte trazia pouquíssimas notas sobre o álbum, e uma citação, atribuída a Arthur Wax: “Tem muita gente por aí fazendo muito barulho; aqui tem mais”. Devido à sua natureza experimental e altamente não comercial, Electronic Sound não entrou nas paradas do Reino Unido, e pouco fez nas paradas da Billboard dos Estados Unidos. O Tecladista Bernie Krause, anos depois, entrou com uma ação legal contra Harrison, alegando que o lado 2 da gravação, foi essencialmente ele demonstrando o Moog-III a Harrison (como detalhado no livro dele Into Wukd Sabtuari). O nome de Krause foi originalmente incluído na capa da frente junto com o de Harrison, mas foi apagado na impressão, por insistência do próprio Krause. Foi lançado pela primeira vez em CD no final de 1996.
Lado 1:
“Under The Mersey Wall” - 25:10
 Lado 2: “No Time Or Space” - 18:10

LITTLE RICHARD - LONG TALL SALLY

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Little Richard nasceu Richard Wayne Penniman.Em sua infância, na Geórgia, Little Richard cresceu ouvindo cantores arrebatados de gospel nas igrejas negras e isto influenciou seu modo de cantar. Aprendeu a tocar piano na adolescência e se tornaria um dos desbravadores do rock, misturando boogie-woogie, Rhythm & Blues e música gospel, criando um estilo único: uma música agressiva, vibrante, intensa, tocada acelerada ao piano.
Começou a gravar em 1955, estourando nas paradas com a música "Tutti Frutti" (gravada também por Elvis Presley). Seguiram-se hits como "Lucille", "Keep A Knockin", "Long Tall Sally", "Rip it up", "Jenny Jenny" entre outros. Little Richard teria injetado funk no rock and roll durante este período, através dos saxofones de sua banda The Upsetters, em meados da década de 1950, influenciando bastante desenvolvimento desse gênero musical. Richard tornou-se um astro, mas era atormentado por questões religiosas ligadas à sua homossexualidade, pois cresceu numa cultura cristã e conservadora. Por fim, em 1958, largou a carreira após uma excursão a Austrália para dedicar-se à religião. Tornou-se pastor e gravou canções gospel. Em 1962, entretanto, voltou aos palcos em uma turnê com shows de abertura dos Beatles e dos Rolling Stones.
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THE DOORS - L.A. WOMAN

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Hoje, dia internacional das mulheres, o Baú do Edu tem a honra de receber pela primeira vez, os incríveis THE DOORS e a voz do incomparável de Jim Morrison. Um grande beijo para todas as mulheres do planeta!

MICKY DOLENZ - ANIVERSÁRIO DE UM MONKEE

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George Michael Dolenz nasceu dia 8 de Março de 1945 em Los Angeles, Califórnia, mais conhecido como Micky Dolenz é um ator estadunidense, músico, além de realizar trabalhos na televisão. É filho do ator George Dolenz, que estrelou a série O Conde de Monte Cristo. Toda a família Dolenz era feita de artistas e o próprio Micky fazia gigs com a irmã Coco Dolenz. Aos 9, ele estrelou a série O Garoto do Circo (The Circus Boy), sob o pseudônimo de Micky Braddock (para não se aproveitar da fama do pai) e tingiu os cabelos de loiro. Com o fim da série, Micky dedicou-se aos estudos, formando em 1963 a banda Missing Links, sob o pseudônimo Mike Swain. A banda chegou a lançar um single, Don't Do it, que ficou em 40º lugar nas paradas americanas. Foi aí que Dolenz fez o famoso teste para o seriado The Monkees e ficou com uma das vagas. Após o fim da banda, Micky passou a trabalhar de ator dublador e diretor em seriados e desenhos. Trabalhou também como DJ na Rádio CBS de New York. Micky é pai da atriz Amy Dolenz. Qlink para a postagem sobre os Monkees publicada no dia 26 de outubro de 2009: http://obaudoedu.blogspot.com/2009/10/monkees-muito-mais-que-uma-copia.html

segunda-feira, 7 de março de 2011

JOHN LENNON E O PACTO COM SATANÁS

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Procurando alguma coisa sobre os Beatles pela internet, entrei num site que gosto muito, Whiplash - http://whiplash.net – e encontrei uma matéria curiosa com o título “John Lennon e o pacto com Satanás”. A matéria foi publicada no blog “Consultoria do Rock” e é bem bacana e engraçada - contando a história dos Beatles, pelo ponto de vista conspiratório, e como John Lennon fez seu pacto com o tinhoso. Para se ter uma idéia, leiam este trecho:

“O sucesso dos Beatles foi "firmado" por Lennon e seu parceiro das trevas, com os Beatles chegando ao sucesso enquanto que o demônio ficaria com a alma de Stu Sutcliffe. Por isso, Lennon teria agredido Stu, para realmente matá-lo e poder pagar a dívida com Satanás, o que explicaria o porquê da morte repentina de Stu. E a situação não para por aí. Durante a segunda estada em Hamburgo, Lennon teria contado para McCartney sobre o pacto, e Best teria ouvido a conversa. Por indicativas do próprio diabo, Best teria que ser demitido, senão os planos iriam por água abaixo. À medida que o sucesso dos Beatles ia crescendo, o ego e a ganância por sucesso de Lennon também cresciam. Ao mesmo tempo que tornavam-se cada vez mais perfeccionistas e técnicos em seus instrumentos, Lennon percebia que sempre havia uma sombra o perturbando. O demônio havia dado mais do que Lennon planejava, e exigia mais do que a alma de Stu. Lennon não cedeu a sua, mas sim a do principal parceiro, McCartney, que foi levada na fatídica data de 9 de novembro de 1966. Porém, Lennon acabou pecando ao tentar enganar o senhor das trevas, substituindo o falecido McCartney por Billy Shears. A ideia de colocar um sósia no lugar de Macca não pegou bem nas ardentes terras do inferno, e assim, novamente o demônio atacou, levando a alma de Brian Epstein e lançando Yoko Ono para terminar com os Beatles e esculhambar com a carreira individual de cada um deles”.
Quem quiser conferir a matéria na íntegra, no blog “Consultoria do Rock”, o link é: http://consultoriadorock.blogspot.com/2011/03/john-lennon-e-o-pacto-com-satanas.html

KYOKO ONO COX - A FILHA DO DRAGÃO

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Em 1961, após uma briga com o marido Toshi, Yoko Ono passou por maus lençóis. A má repercussão de seus trabalhos e a crise conjugal acabaram por lhe causar um estado de profunda depressão e teve de ser internada. Um amigo chamado Anthony Cox denunciou que ela estava recebendo doses anormais de medicamentos e a tirou da internação. Então começaram uma relação amorosa. Yoko Ono separou-se de Toshi e casou com Anthony. Os dois tiveram uma filha: Kyoko Ono Cox, nasceu em 8 de agosto de 1963, em Tókyo. Muito pouco ou quase nada sabe-se sobre Kyoko Ono. É casada e mãe de dois filhos. Esteve envolvida em uma batalha judicial entre os pais pela sua custódia de 1969 até 1972. Yoko Ono perdeu. Seu pai, Anthony Cox se casou novamente e em 1971 a sequestrou desaparecendo com ela para desespero de Yoko Ono e John Lennon, consequentemente. Em 1977, os Cox tornaram-se cristãos fundamentalistas.