quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ALISTAIR TAYLOR - UM CARA GENTE BOA

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James Alistair Taylor nasceu em 21 de junho de 1935 em Runcorn, Inglaterra. Ele foi o assistente pessoal de Brian Epstein e era quem estava com ele quando foram ao Cavern ver os Beatles pela 1ª vez em 9 de novembro de 1961. Anos depois, Taylor se tornaria Gerente Geral da Apple Corps, por um período curto. Em Runcorn, Taylor serviu na Força Aérea Real e trabalhou em vários empregos como importador de madeira e depois, estivador num cais de Liverpool. A oportunidade da sua vida surgiu no dia que fez uma entrevista com Brian Epstein para um trabalho como vendedor na NEMS. Brian gostou tanto dele tanto que le decidiu oferecer-lhe um emprego como seu assistente pessoal. Alistair Taylor, também teria inventado a história sobre o jovem Raymond Jones que um dia teria entrado na loja de Brian para pedir "My Bonnie" com os Beatles (mas isso é outra postagem). O fato é que os Beatles decolaram mesmo depois dessa história.
Quando viu os Beatles pela primeira vez em ação no Cavern, a impressão de Taylor não foi muito boa: "horrível... aqueles quatro rapazes no palco, vestidos com calças de couro preto, jaquetas pretas, fumando, bebendo e fazendo barulho...", mas também disse que "... eles eram carismáticos e emocionantes" e "achei que eles eram sensacionais". Como assistente pessoal de Brian Epstein, Taylor testemunhou momentos cruciais da carreira dos Beatles e esteve presente na assinatura do primeiro contrato deles com seu novo empresário. Em 1962, Taylor trabalhou para a Pye Records por algum tempo, e se mudou para Londres (antes dos Beatles), devido à asma de sua esposa. Em 1963, Taylor retornou a NEMS para trabalhar como gerente geral recebendo £ 1.000 por ano.
Carinhosamente, os Beatles lhe apelidaram de "Sr. Fixit" por sua capacidade de encontrar soluções para todas as suas necessidades. Por exemplo: comprar cigarros; contratar serviços de limousines; elaborar planos mirabulosos para os Beatles fugirem das fãs após os shows; organizar as viagens de férias, etc. Também foi consultor de John Lennon para a aquisição da propriedade Dorinish Island (Irlanda) por £ 1,550. Foi ele tambem que negociou a compra de High Park, a fazenda escocesa, de Paul. Alistair alugou o ônibus de Magical Mystery Tour e providenciou a pintura. Foi ele também que correu atrás dos direitos autorais de todas as figuras que apareceram na capa de Sgt. Pepper's e providenciou a troca do dinheiro para a mal sucedida compra da ilha grega de Leslo em julho de 1967.
Em dezembro daquele ano, poucos meses desde a morte de Brian Epstein, em agosto, John Lennon chamou Taylor para trabalhar como "Gerente Geral" para a Apple. Foi durante este período que Taylor apareceu no famoso anúncio para promover a Apple na contratação de novos artistas. Desenhado por Paul, o anúncio mostrava Taylor como "banda de um homem só". O anúncio foi publicado na New Musical Express e Rolling Stone. Apareceu uma avalanche de candidatos.
Em "Revolution 9", a voz de Taylor pode ser ouvida desculpando-se com George Martin e suplicando perdão por não trazer-lhe uma garrafa de claret. Durante o último concerto dos Beatles, em 30 de janeiro de 1969, no alto do prédio, Alistair estava entre as pessoas na rua. Quando Allen Klein se apossou dos negócios dos Beatles, Alistair foi demitido da Apple junto com mais 16 membros da equipe.
Depois de anos prestando trabalhos para os Beatles, Taylor foi recrutado por Dick James após deixar a Apple. James estava lançando um novo cantor e achava que tinha grande talento. Era Elton John e Taylor trabalhou na promoção dos seus primeiros álbuns. Em 1973, Taylor e sua esposa Lesley Mudaram-se para Darley Dale, em Derbyshire e compraram uma casa de 200 anos de idade. Era para ser sua casa durante os próximos 30 anos ou mais. Mais tarde, Alistair trabalhou em em um hotel antes de se aposentar. Participou de várias convenções de fãs dos Beatles pelo mundo todo e sempre esteve presente no rádio e na TV inglesa. Em meados de 1990, Taylor criou uma empresa para promover um novo grupo chamado SMOKE que contou com Matt McKenzie (bateria e backing vocal), Jo Wadeson (guitarra & vocais) e Sam Sexos (guitarra e backing vocals). A firma fechou as portas depois de a banda se separou. Em 1998 ele apareceu em um documentário que fazia parte da série de TV britânica Arena , no episódio: The Brian Epstein Story: The Sun Will Shine Tomorrow. Tapes de uma entrevista de 1996 foram usados em um documentário da BBC "I Was There When The Beatles Played The Cavern", em 2011. No teatro, Taylor fez a peça "From Cavern to Rooftop" na qual ele falou sobre suas memórias com interlúdios com músicas dos Beatles. Também gravou uma série de seis fitas de áudio com esse mesmo título. Alistair também foi autor de dezenas de livros sobre os Beatles e Brian Epstein.
AlistairTaylor morreu enquanto dormia em Chesterfield, Derbyshire, em 9 de Junho de 2004, após uma pneumonia devastadora. Sua mulher, Lesley, morreu em outubro do mesmo ano, após o início de um câncer. Estavam casados desde 1959.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

THE BEATLES - I SHOULD HAVE KNOWN BETTER

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Lançada como lado B de “A Hard Day’s Night” nos EUA, “I Should Have Known Better” foi a primeira música do filme e foi tocada na cena em que os Beatles e o avô de Paul (Wilfred Brambell) estão em um trem e são banidos para o vagão dos correios. Eles começam a jogar cartas e, diversos cortes depois, aparecem com os instrumentos. “Era a cena certa para colocar a primeira música”, disse o roteirista Alun Owen. Apesar de boa parte da filmagem ter sido feita em trens entre Londres e West Country, “I Should Have Known Better” foi filmada em um cenário nos estúdios Twickenham. Surpreendentemente para uma música de John Lennon ela é bastante otimista, o cara ama a garota e a garota o ama. E está tudo bem.
Uma curiosidade do fundo do baú: “I Should Have Know Better” foi lançada no Brasil antes do compacto dos Beatles, numa versão que se chamou “Menina Linda” e fez enorme sucesso com a superbanda “Renato & Seus Blue Caps”. Os caras da gravadora recebiam diretamente o lançamento dos discos ingleses, escolhiam uma música e diziam: “Faz uma versão”. Os pobres Renato e os Blue Caps, de um dia pro outro, tiveram que se coçar e estava pronta “Menina Linda”, que rapidamente fez um sucesso esmagador. Como sempre, com atraso de quatro meses, foi que o disco dos Beatles foi lançado aqui. E correu o boato de que The Beatles, tinham gravado uma música de Renato & Seus Blue Caps. Legal demais! Para quem quiser conferir “Menina Linda”, o link é: http://obaudoedu.blogspot.com/2010/01/renato-seus-blue-caps-menina-linda.html

THE BEATLES X INTOLERÂNCIA E HIPOCRISIA

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Tavez, nesses tempos com tanta tecnologia, seja difícil para os mais novos entender completamente o tamanho do incrível poder da Beatlemania naqueles anos. No auge de sua popularidade, na primavera de 1966, boa parte do público americano demonstrou como esse amor avassalador poderia se transformar em ódio muito rapidamente. Em 04 de março de 1966, esta citação de John Lennon, apareceu em uma entrevista feita pela repórter Maureen Cleave no London Evening Standard para uma matéria "Como Vive um Beatle? Eu vivo assim - John Lennon".
 
Quando Lennon disse isso, este pequeno trecho fazia parte de toda uma explanação sobre o cristianismo. Na Inglaterra não houve problemas, porém quase cinco meses depois, em 29 de julho, uma revista teen americana, "Datebook", publicou novamente a citação fora do contexto como parte de uma matéria de capa intitulada "Os Dez Adultos Que Você Mais Odeia".
 O inferno começou. Estações de rádio no sul baniram a música dos Beatles. Em 31 de julho, os noticiários da BBC exibiram cristãos fanáticos em Birmingham, no Alabama, queimando discos dos Beatles em uma grande fogueira, da mesma forma que os nazistas queimavam livros. E a coisa só foi piorando. No dia 6 de agosto, Brian foi aos Estados Unidos para tentar contornar os problemas causados pelos comentários de John. Temia-se que a turnê no país tivesse que ser cancelada. Até essa data, 30 estações de rádio americanas já haviam excluído os Beatles de suas programações.
Os discos dos Beatles foram proibidos de ser executados também na África do Sul, sob a alegação de que os comentários, supostamente antirreligiosos, de John feriram o regime do apartheid. O veto durou cinco anos e, quando expirou, os Beatles já haviam se separado. Depois de vários dias sob pressão e muita tensão, finalmente os Beatles chegam nos Estados Unidos no dia 11 de agosto de 1966, fazendo uma escala em Boston e, chegando em Chicago às 16h18.
Quase toda a imprensa e todas as três redes de televisão estavam esperando a banda em Chicago, e não falavam de outro assunto que não fosse a declaração sobre Jesus. Os Beatles tiveram de fazer um entrevista coletiva, transmitida ao vivo, no 27º andar do Astor Towers Hotel, onde ficaram hospedados. John estava visivelmente constrangido, pois estava sendo obrigado a se desculpar por algo que os americanos haviam tirado do contexto.
John Lennon alegou ter sido mal interpretado, e se explicando logo depois: "Olhe, não sou antideus, nem anticristo, nem antireligião" disse ele. "Eu não quis dizer que os Beatles são melhores que Deus ou Jesus. Apenas usei o nome dos Beatles, pois para mim é mais fácil falar sobre os Beatles. Eu poderia ter citado a 'TV' ou o 'cinema' ou 'carros de corrida' ou qualquer outra cois que fosse popular e teria me saído bem dessa. Sim, eu acredito que Deus é como uma usina de força, que ele é um poder supremo, que não é nem bom nem ruim, nem de direita nem de esquerda, nem branco nem preto, Ele simplesmente É. Eu não disse aquilo que dizem que eu disse e, realmente, me arrependo de tê-lo dito. Eu não pretendia que minhas palavras fossem um desprezível comentário antirreligioso. Por tudo que tenho lido e observado, parece-me que o cristianismo está enfraquecendo, perdendo contato", declarou John, ao que um repórte respondeu: "O DJ de Birmingham, no Alabama, um dos que deu início a toda essa repercussão, exige que você peça desculpas".
"Pois não, peço desculpas", respondeu John.
Em 13 de agosto, a estação de rádio Station KLUE, de Longview, aderiu - tardiamente - à onda de manifestações contra os Beatles e organizou uma quEima pública de discos da banda. O diretor da estação declarou: "Estamos pedindo aos adolescentes da região para que tragam seus discos e quaisquer outros símbolos da popularidade dos Beatles, para serem queimados em uma fogueira pública, na noite de sexta-feira, 13 de agosto". O dia e o mês do cachorro-louco. Eu, héin?
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CAVERN CLUB - O CLUBE MAIS FAMOSO DO PLANETA

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No dia 03 de agosto de 1963, há 48 anos, Os Beatles fizeram seu último show no Cavern Club depois de 274 apresentações. O bar havia aberto suas portas em janeiro de 1957, inicialmente recebendo apenas bandas de jazz. Depois, mudou para o blues e, finalmente, para os grupos do movimento merseybeat, do qual os Beatles faziam parte.
O Cavern Club, o mais famoso Pub do mundo, foi inaugurado no dia 16 de janeiro de 1957. Eternizado pelos Beatles, foi fundado por Alan Sytner, filho de um conhecido médico de Liverpool, o popular Dr. Joe Sytner.Apaixonado por Jazz e impressionado com um "Club " que visitara em Paris, o " Le Caveau Français ", Alan Sytner fundou em Liverpool, o " Cavern Jazz Club ". O nome obviamente foi influenciado pela casa da França. No 1º dia apresentaram-se Merseysippi Jazz Band e The Coney Island Skiffle Group. Paralelamente ao Jazz, Sytner promoveu noites de Skiffle no Cavern Club . O sucesso desse gênero musical no Cavern foi tal, que em 26 de junho de 1957 foi realizado um Festival com 20 grupos de Liverpool. Sendo os mais famosos, Joe Shannon, Smoke River, The Deltones e Calandonie, todos tinham a terminação de Skiffle Group.
A moda espalhou-se pela cidade onde muitos grupos se formavam. No Cavern Club aonde a Merseysippi Jazz Band tocava semanalmente, e até Concursos de Miss aconteciam, Bandas de Skiffle tentavam se firmar. Numa Quarta- feira, dia 7 de Agosto aconteceu a primeira apresentação de uma banda desconhecida chamada The Quarrymen Skiflle Group, tendo a frente um desconhecido garoto chamado John Lennon. Nesse dia eles abriram os Shows dos Deltonas e Dark Town Skiffle Groups.
Num Sábado, 12 de outubro deste mesmo ano apresentou-se o grupo que mais apresentações fez no Cavern Club e tornou-se um dos preferidos: o Blue Genes Skiffle Group, mais tarde batizado como Swinging Blue Genes, devido ao modo com que dançavam durante os shows , e finalmente Swinging Blue Jeans ao firmar contrato com um patrocinador que vendia Jeans, a fábrica Lybro.
Bem menos famoso o Quarrymen Skiffle Group voltaria a se apresentar no dia 24 de Janeiro de 1958, uma Sexta-feira já com um novo componente também desconhecido chamado Paul McCartney.
Depois disso os Blue Jeans reinaram durante 58 e 59. Num Domingo 17 de Janeiro de 1960 aconteceu a primeira apresentação da banda Rory Storm & the Hurricanes com um baterista chamado Ringo Star. Isso não conseguiu abalar o prestígio dos Blue Jeans que só foram encontrar um oponente de verdade no dia 16 de Novembro com a 1ª apresentação de uma Banda nova: Gerry & the Pacemakers.A partir daí uma nova fase começava, grupos como Gerry & The Pacemakers, Remo Four, The Shadows, dividiam com o Blue Jeans o coração das fans.
No dia 21 de Fevereiro de 61, terça-feira, apresentou pela 1ª vez a Banda "The Beatles" com George Harrison na guitarra. Nesse dia Stuart Sutcliffe somente apareceu na platéia do Cavern Club. Na bateria Pete Best.
1961 foi um ano ótimo para Liverpool e o Cavern. Novas bandas apareciam, prenunciando novos e maravilhosos tempos. Gente como Searchers, Kingsize Taylor & the Dominoes, The Strangers, revezavam-se nos Shows aonde agora Gerry & The Pacemakers e The Beatles mereciam a preferência do público. No dia 9 de novembro receberam a visita daquele que iria mudar a vida da banda: Brian Epstein viu os Beatles em ação se apaixonou e começou a trabalhar.
Em 1962 a fama do Cavern crescia, Blue Jeans, Gerry e Beatles tocavam quase que diáriamente. Novos grupos apareciam : The Denisons, The Merseybeatles, the Dakotas, Billy Kramer & The Coasters, Freddie & The Dreamers, The Fourmost.
Este foi o ano fundamental para os Beatles. Assinaram com Brian Epstein, e no dia 15 de Agosto fizeram seu último show com Pete Best na bateria, no dia 22 de setembro foi A primeira apresentação com Ringo Starr já como Beatle. Sendo o 1º show filmado no Cavern. E a gente confere agora:
Pete Best se apresentou tocando com um grupo chamado Lee Curtis & The All Star no dia 18 de Setembro antes de entrar em profunda depressão.
Em 1963 com os Beatles já conquistando o mundo, novas bandas começaram a ter seu lugar, como The Hollies, Wayne Fontana, The Animals.
O Cavern foi ficando ficando cada dia mais famoso e conhecido e grupos de fora passaram a ir à Liverpool para tocar lá como The Rolling Stones e The Riot Squad (com John Lord no teclado e Mitch Mitchell na bateria).
No dia 3 de Agosto, Sábado, os Beatles fizeram a sua última apresentação no Cavern Club. Os dois 1 º sócios do Cavern que comprassem tickets para o evento ganhariam cópias do disco Twist and Shout, autografado. Foi a maior confusão. A porrada comeu solta...
Em 1964 e 66 foi a vez dos Herman Hermits, The Four Pennies, The Yardbirds, direto de Londres, com Eric Clapton, The Kinks, The Hoochie Coochie Men, com Rod Stweart no vocal, The Rolling Stones e The Moody Blues e The Iveys (mais tarde Badfinger).
O Cavern passou a apresentar até 5 bandas num só dia, mas o sonho estava acabando. Em 1966, espalhou-se a notícia que que o Cavern Club estava incrivelmente endividado e poderia fechar suas portas. Imediatamente várias bandas locais se uniram para arrecadar fundo para salvar o velho templo. Infelizmente o dinheiro arrecadado não foi suficiente e o Cavern Club encerrou suas atividades em 28 de fevereiro de 1966. Depois de fechado, o clube despertou o interesse de vários empresários e foi comprado por Joe Davey reabrindo suas portas em 23 de junho de 1966. Mas a magia já havia acabado. O clube foi fechado definitivamente em março de 73. O Cavern Club original foi demolido em maio para a construção do circuito ferroviário Merseyrail.
No dia 26 de abril de 1984 foi anunciada a abertura de um “novo” Cavern Club. Mais de 15.000 dos tijolos do antigo Cavern foram guardados, restaurados e usados na reconstrução dos arcos e abôbodas quase nas mesmas dimensões do original. De forma que a famosa casa onde os Beatles começaram continua a existir até hoje e é um dos pontos turísticos mais visitados da Inglaterra. Em 14 de dezembro de 1999, Sir Paul McCartney voltou ao seu palco para fazer seu último show daquele ano na divulgação do álbum Run Devil Run.

Desde então, O Cavern Club vem funcionando normalmente, e todos os anos nele são realizados durante no mês de agosto, shows em homenagem aos Beatles, os Reis do Cavern. Durante a Beatleweek, apresentam-se Bandas de todos os lugares do Planeta.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

BILL HALEY - SEE YOU LATER WALLY GATOR!

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Willian John Clifton, que um dia ficaria eternizado como BILL HALEY, nasceu no dia 6 de julho de 1925. Passou e deixou sua marca na história do rock como um cometa. Haley, disputa à tapas o título de “Pai” do Rock And Roll. É creditado por muitos, como o primeiro artista a popularizar este tipo de música no início dos anos 1950 com seu grupo Bill Haley & His Comets com o super-rock-pesadaço "Rock Around the Clock". O barraco veio abaixo. Haley morreu no Harlingen, Texas, em 1981. Senhoras e senhores: é com muito prazer que o Baú do Edu apresenta pela 1ª vez, o incrível Bill Haley em dois clássicos: “Rock Around the Clock” e “See You Later Alligator”. Abração! Valeu!

LIVROS QUE NUNCA SERÃO PUBLICADOS AQUI...

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Durante uma carreira de mais de 20 anos em publicidade, a grande paixão de Gary Tillery sempre foi a arte e a literatura. Tillery também é escultor. Em 1996, deixou o mundo dos negócios para se dedicar totalmente à literatura e escultura. Em 2009, a Quest Books publicou "The Cynical Idealist: A Spiritual Biography of John Lennon" de autoria de Gary Tillery. Este foi o primeiro livro sobre o ex-Beatle a se concentrar em Lennon como um homem de idéias, ao invés de ícone de pop. "O idealista cínico" se tornou um dos títulos mais vendidos da Quest, e foi escolhido como o livro oficial de um tributo a John Lennon em 2010 pelos 30 anos da sua morte. Um estudo similar sobre George Harrison, "Working Class Mystic" está em fase de acabamento para lançamento previsto para novembro de 2011. Tillery também publicou "Darkling Plain", uma coleção de histórias curtas interligadas que contam uma aventura americana durante a Guerra do Vietnã. Seu conto “Dragon with a Broken Wing,” ganhou o prêmio "First Prize Award". Também o autor de "Death, Be Not Loud" e "To an Aesthete Dying Young", os dois primeiros livros de uma série de romances bem humorados com o detetive Jack Savage. Tillery também é autor de "John Lennon: O Ídolo que Transformou Gerações", já publicado aqui no Brasil. 
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

VOTE NOS BEATLES! VOTE NO BAÚ DO EDU!

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Para aqueles que ainda não sabem, ou não viram as postagens do mês passado e início desse mês, o Baú do Edu - o baú dos Beatles e da Cultura Pop - está participando do prêmio TOP BLOG 2011 na categoria "música". Para votar, é muito simples: você clica no banner do Top Blog (em cima do menu) e só precisa ter um e-mail válido (g-mail, hotmail, yahoo etc) para confirmar o voto. Vamos nessa! Vote agora! Vamos eleger nosso blog preferido como o melhor e mais bonito blog sobre os Beatles e a cultura pop da internet.

"RAVE ON BUDDY HOLLY" - UM TRIBUTO A BUDDY HOLLY

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“Rave on Buddy Holly” é o nome do trabalho em homenagem ao cantor e guitarrista americano Charles Hardin Holley – Buddy Holly que neste ano completaria 75 anos. Ele morreu aos 22 anos, em 1959, em um acidente de avião do qual também foram vítimas Ritchie Valens e J.P. “The Big Bopper” Richardson. “Rave on Buddy Holly”, o esperado tributo a Buddy Holly lançado pela NPR, é a homenagem à lenda do rockabilly, reúne um time absurdo: de Black Keys a Paul McCartney, passando por Lou Reed, Patti Smith, Fiona Apple, Modest Mouse, Julian Casablancas e She & Him. São 19 faixas incríveis, que atualizam o som de Buddy sem descaracterizar a inocência e o romantismo das criações do roqueiro. As preciosas versões de Paul McCartney (It’s So Easy), Florence and The Machine (Not Fade Away), Cee Lo Green (You’re So Square Baby, I Don’t Care), Jenny O (I’m Gonna Love You Too), Justin Townes Earle (Maybe Baby) e Lou Reed (Peggy Sue) são imperdíveis.
Nestes 19 covers nos deparamos com a versão de Lou Reed para o hit Peggy Sue. “Peggy Sue era uma canção monstruosa, e ainda é hoje em dia. Eu só queria fazer com que parecesse uma música mais atual”, contou o cantor, que atribui certa perversidade industrial a essa música dos anos 50. Já a versão de sir Paul MacCartney para It’s So Easy pareceu ter sido construída para atribuir mais emoção a uma música que costumava ser cantada, aparentemente, sem preocupações. Ouvir o ex-beatle carregar de gritos o verso “It’s so easy to fall in Love” mostra realmente que mesmo possuindo um caráter atemporal, o trabalho de Buddy Holly ainda pode oferecer uma gama de possibilidades a artistas dispostos a tentar abordagens diferenciadas. A mesma característica pode ser atribuída à faixa Not Fade away, que possui batidas muito animadas, como às que compõem o som da Florence + The Machine, mas com um ritmo mais jazzístico. Como a cantora Florence Welch encontrava-se em Nova Orleans na época, os sons característicos do local foram totalmente absorvidos para dar vida ao cover. Ao ouvir o álbum, qualquer um pode afirmar que o grande mérito desse disco não é a gama de artistas renomados envolvidos, mas a constatação der que músicas reais, com sentimentos reais, podem perdurar por gerações. E isso, Buddy Holly já sabia aos vinte anos de idade.
DOWNLOAD:
 Para quem quiser conferir a postagem original sobre Buddy Holly publicada no Baú do Edu originalmente em 7 de setembro de 2009, o link é: http://obaudoedu.blogspot.com/2009/09/buddy-holly-lenda.html
Para terminar, a gente confere um vídeo raríssimo de Sir Paul McCartney mandando ver com o clássico de Holly regravado pelos Beatles, "Words Of Love".

ESPECIAL "THE CONCERT FOR BANGLADESH" - 40 ANOS

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A música “Bangladesh” – lançada como compacto “Bangladesh / Deep Blue” lançado no dia 30 de julho de 1971, narra exatamente como surgiu a idéia para o primeiro concerto beneficenta da história do rock. Nessa época, George e Ravi Shankar estavam muito próximos. A religiosidade de Harrison também estava no auge. Com os olhos cheios de lágrimas, Ravi Shankar contou-lhe a história de Bangladesh, um país asiático rodeado quase por inteiro pela Índia, exceto a sudeste, onde tem uma pequena fronteira terrestre com Myanmar, país de origem de Ravi Shankar. Bangladesh vivia, e ainda sobrevive até hoje, flagelado pela fome e devastado pela guerra civil.
Ravi Shankar pediu a George para que, juntos organizassem um show cuja renda seria toda revertida em prol daquele país. George topou na hora.
Então, começaram a correr atrás de patrocínios e colaboradores. Tudo na base do amor e boa vontade. George convidou o maior número possível de amisgos músicos para participarem, entre eles, os outros ex-Beatles. “Pode ser que não apareçam todos, mas se 10% deles vier, será ótimo. Hare Krishna”. Disse George na época.
Apareceram Bob Dylan, Eric Clapton, Ringo Starr, Billy Preston, Leon Russel, Klaus Voorman, Jesse Ed Davis, o grupo ingles Badfinger entre outros além claro, do próprio George Harrison e Ravi Shankar. John Lennon e Paul McCartney não apareceram. Diz a lenda que John até havia aceitado o convite, mas quando soube que George não queria Yoko Ono no palco, pulou fora. Paul simplesmente não apareceu porque estava processando os outros três e não queria que ninguém confundisse nada como uma possível volta dos Beatles.
Os dois shows do “The Concert for Bangladesh” ocorreram na tarde e na noite de 1 de Agosto de 1971 no Madison Square Garden, em Nova York, e foram assistidos por mais de 40.000 pessoas. Foi o primeiro evento beneficente desse porte na história e arecadou no total US$243,418.51. Dinheiro que foi que foi administrado pela UNICEF. As vendas do álbum e do DVD continuam a beneficiar o fundo de George Harrison para a UNICEF.
“The Concert for Bangladesh” teve enorme repercussão pelo mundo inteiro. E, também, muitos problemas envolvendo principalmente seu lançamento em disco. A Capitol, distribuidora da Apple, gravadora dos Beatles, queria lançar o álbum triplo por ter George Harrison sob contrato. Mas a outra grande atração do concerto foi Bob Dylan, do cast da Columbia. Esta então passou a reivindicar os direitos de lançamento. A pendência se arrastou por longos meses, sendo vencida pela EMI, proprietária da Capitol.
O espetáculo chegou a sair em vídeo e depois em DVD em edição não autorizada. Em 2004 foi lançada a versão definitiva, em DVD duplo. O primeiro disco traz o show completo, que foi exibido nos cinemas como um documentário dirigido por Saul Swimmer. O segundo vem com um documentário recente sobre a história do Concerto Para Bangladesh, números musicais gravados durante a passagem de som e o show vespertino – na verdade, aconteceram dois espetáculos, à tarde e à noite –, e o making of do filme e do disco, com depoimentos dos profissionais envolvidos.
Para mim, o ponto mais alto do show é o final da apresentação da noite, na útima canção - Bangladesh - George se emociona, tira a guitarra e deixa o palco ovacionado. Os músicos continuam quebrando o cacete, meio sem saber o que deviam fazer. Um final perfeito e adequado à uma obra-prima dessa grandeza. Abração a todos! Hare Krishna!
Disc 01
Disc 02

NÓS PODEMOS RESOLVER ISSO...

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No dia 1º de agosto de 1969, no Trident Studios, no Soho, em Londres, a orquestra, o baixo e a primeira voz de “Hey Jude” são gravados usando uma mesa de oito canais (a EMI ainda usava quatro canais). John Lennon e Paul McCartney tiveram discussões acaloradas sobre quem ficaria com o lado A do novo compacto, o primeiro dos Beatles sob o selo da Apple. Finalmente, Paul venceu a batalha e “Hey Jude” veio a ser o primeiro lançamento da Apple. O single foi o maior sucesso de vendas dos Beatles em todos os tempos. Foi lançado no dia 26 de agosto de 1968 nos Estados Unidos e 30 de agosto na Inglaterra.

DHANI HARRISON - HERE COMES THE SON

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Hoje é aniversário de Dhani Harrison, filho único do nosso querido George Harrison e Olivia Arias. Dhani nasceu em Londres, no dia 1º de agosto de 1978.
Como seu pai, Dhani Harrison mostrou um grande interesse pela Fórmula Um de automobilismo. Ele acompanhou George por várias corridas ao redor do mundo. O jovem Harrison iniciou sua carreira musical como profissional quando finalizou, junto com Jeff Lynne, o último álbum de seu pai - Brainwashed" após sua morte em novembro de 2001. Dhani formou sua banda em 2006 que se chama thenewno2.
Em março de 2006, Dhani Harrison fez uma aparição na Liam Lynch 's Variety Show Video Podcast em um dueto que apareceria em um álbum de Lynch. Também colaborou com Jakob Dylan na canção " Gimme Some Truth "para o álbum tributo a Lennon" Instant Karma: The Amnesty International Campaign para Salvar Darfur ", que foi lançado em 12 de junho de 2007.
O jovem Harrison iniciou sua carreica musical como profissional quando finalizou, junto com Jeff Lynne, o último álbum de seu pai - Brainwashed" após sua morte em novembro de 2001. Dhani formou sua banda em 2006 que se chama thenewno2.
 
Dhani é muito parecido fisicamente com seu pai no tempo dos Beatles. No concerto realizado em memória a George, em que, Dhani participou com vários músicos amigos de seu pai, Paul McCartney comentou com Olivia ao observar Dhani no palco: "George permanece jovem, enquanto nós envelhecemos".

"Thenewno2" é uma banda formada em Londres por Dhani Harrison, e por Oliver Hecks. Harrison toca guitarra, sintetizador e canta os vocais, enquanto Hecks toca bateria e sintetizador. Amanda Butterworth também contribui nos vocais. O nome da banda é uma referência ao programa da década de 60 "The Prisoner", da televisão britânica. Quanto tocam ao vivo, "Thenewno2" consiste em Dhani Harrison, Oliver Hecks, Jon Sadoff, que toca teclados, guitarra e vocais, Jeremy Faccone, que toca guitarra rítmica, e Jason Hiller, no baixo. Lançaram dois singles, "Another John Doe" e "Choose What You're Watching", e um disco, You Are Here, todos em 2008.
DOWNLOAD
http://www.4shared.com/file/UaEw7S7i/Thenewno2_-_You_Are_here_-_oba.html