terça-feira, 9 de setembro de 2014

JOHN LENNON - I'M LOSING YOU - SENSACIONAL!

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“I’m Losing You” foi escrita por John Lennon e lançada em seu álbum de 1980 Double Fantasy. Foi concluída nas Bermudas em junho de 1980, depois que Lennon tentava telefonar para Yoko Ono e não conseguia. “I’m Losing You” também aparece na coletânea The John Lennon Collection de 1982, na boxset John Lennon Anthology de 1998, na compilação da caixa, no disco Wonsaponatime , na coletânea Working Class Hero de 2005, The Definitive Lennon e em 2010 para o álbum Gimme Some Truth.
Uma primeira versão da canção recebeu o título provisório de “Stranger’s Room”. Lennon gravou uma versão demo de “I’m Losing You” em julho de 1980. Esta versão, parte da qual apareceu em The Lennon Lost Tapes, foi tocada no violão com uma bateria eletrônica. O Produtor Jack Douglas sugeriu inicialmente que Lennon usasse o Cheap Trick como banda de apoio para tocar na canção. A versão com o Cheap Trick foi gravada em 12 de agosto 1980. Eles também gravaram uma versão de Yoko Ono para "I'm Moving On," (Eu estou seguindo em frente), que é um complemento para “I’m Losing You”.
Por mais que tenham ficado boas, essa versões não apareceram no Double Fantasy. As possíveis razões para as suas exclusões são de que a gestão do Cheap Trick quisesse muito dinheiro, ou que Lennon acreditava que as performances foram mais "pesadas" do que ele queria. No entanto, quando a versão de “I’m Losing You” do Double Fantasy foi ser gravada, a versão com o apoio do Cheap Trick foi tocada para os músicos da sessão para ajudar a inspirar as suas performances. Essa versão com o Cheap Trick finalmente apareceu em John Lennon Anthology.
“I’m Losing You” foi gravada pela primeira vez com os músicos do Double Fantasy, em 18 de agosto de 1980, mas Lennon não gostou desse desempenho e assim uma terceira gravação foi feita em 26 de agosto, a que foi lançada em Double Fantasy. Um arranjo de sopros foi adcionado em 5 de setembro, mas este acabou por ser excluído da versão final da canção. O vocal final de Lennon foi gravado em 22 de setembro.
No início do projeto, “I’m Losing You” estava planejada para ser lançada como single, mas depois do assassinato de Lennon, isso foi descartado como "assustadoramente inapropriado".

THE BEATLES - I NEED YOU - by GEORGE HARRISON

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"Escrita de acordo com o receituário "Como Escrever Canções de Amor", "I Need You" é uma homenagem de George à sua namorada Pattie Boyd. A música é uma de suas composições para os Beatles não mencionadas em seu livro "I Me Mine" de 1980. A outra é "You Like Me Too Much". "I Need You" foi a única canção de George a aparecer no filme "Help!" e a primeira a usar um pedal wah-wah para distorcer o som da guitarra. Allguns livros sobre os Beatles afirmam que George a escreveu nas Bahamas enquanto estava longe de Pattie. Mas isso não pode ser verdade, uma vez que as gravações começaram em 15 de fevereiro de 2965, e essas cenas nas Bahamas só foram feitas na semana seguinte". Esse é o texto de "I Need You" que está no livro de Steve Turner. Nada disso importa! Isso é tudo irrelevante! O que importa é que a gente volta a conferir novamente um grande sucesso do nosso então jovem Dark Horse e mais, um dos vídeos de "Help!", cada vez mais escassos. Abração!

YESTERDAY - ANIMATION BY PABLO STANLEY

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PAUL McCARTNEY ESCOLHE SUAS MELHORES MÚSICAS

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Como a maioria dos artistas, Paul McCartney é daqueles que detestam falar sobre suas canções favoritas, muitas vezes comparando-se ao processo de escolher um filho em detrimento de outro. E com uma carreira que remonta cinco décadas no topo das paradas de sucesso, com os Beatles, com os Wings, e sua quilométrica carreira solo, escolher três, não é uma tarefa fácil. Pressionado, porém, através de um programa de televisão, McCartney enumerou suas três preferidas: a primeira "Here, There and Everywhere", de Revolver de 1966. "Eu tenho boas lembranças", disse Paul. ‘Nós estávamos filmando Help! com os Beatles, e eu estava dividindo um quarto com John. Toquei o esboço para ele que se virou para mim e disse: ‘Isso é grande, isso é!’, de modo que, para mim, era como, 'Ôpa, vamos lá!'.” A segunda, ele disse que era Let It Be, faixa-título do álbum dos Beatles de 1970. “Minha mãe veio até mim em um sonho, e ela me deu a noção do era aquilo”. E por último, "Here Today", um tributo a Lennon, que apareceu no álbum Tug of War de 1982. "Essa é a mais emocional para mim", diz McCartney, antes de apressadamente acrescentar: "Essas são minha três - por hoje!".

BADFINGER - SWEET TUESDAY MORNING

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

IMAGENS DO DIA - JOHN LENNON - 1980

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Essas fotos foram feitas em agosto de 1980, logo que Lennon retornou das Bermudas e iniciou as sessões de Double Fatasy. Os cliques são de autoria de Roger Ferrington.

domingo, 7 de setembro de 2014

THE BEATLES - HELP! SEMPRE SENSACIONAL E OPORTUNA!

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PROFISSÃO: BEDÉU EM ABBEY ROAD

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O conselho de Westminister City, em Londres, está discutindo a ideia de colocar guardas municipais no cruzamento em frente aos estúdios Abbey Road. Um conselheiro confirmou, em entrevista à AFP, que a situação é discutida há anos. Porém, a solução, nunca foi encontrada, pode se encaminhar para que vigias fiquem de plantão no local, para controlar o fluxo de gente que passa por lá todos os dias. Icônico por batizar o último álbum dos Beatles, o estúdio também foi eternizado aos olhos da cultura pop do mundo inteiro, quando os Beatles atravessaram na faixa para a foto da capa do seu último álbum no cruzamento que dá acesso a faixa de pedestres mais famosa do mundo.
Dessa forma, centenas de turistas de todo o mundo fazem fotos que recriam a imagem da capa de "Abbey Road", trocentas vezes por dia. No entanto, muitas vezes o fluxo dos visitantes interrompe o tráfego e causa até mesmo acidentes de trânsito no local, a maioria, atropelamentos.

A IMPRESSIONANTE ARTE DE ALVARO ORTEGA - SENSACIONAL!!!

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O espanhol Alvaro Ortega é um artista, ilustrador e músico há mais de 30 anos. Trabalha em jornais, revistas, histórias em quadrinhos, publicidade, animação e qualquer outro meio gráfico que possa expressar sua arte. Publicou dezenas de histórias em quadrinhos, obras de arte, gravuras, cartazes, capas de discos e animações e todas as formas de mídia que se imaginar, tanto em seu país quanto internacionalmente.
No mundo da animação, em 2006, começou a fazer uma coleção de clipes de filmes temáticos em torno dos Beatles, iconografia pop britânica e outras músicas da década de 60. Desde então, tem feito várias colaborações com bandas covers dos Beatles, principalmente Los Escarabajos que recentemente apareceram aqui na também animação de Ortega para “Where You Been”) produzindo animações para serem usadas no palco. Muitas dessas animações estão disponíveis no canal de Álvaro no You Tube: http://www.youtube.com/user/aalvarortega. Um artista brilhante e sem iguais! Vale muito à pena fazer uma viagem pelo psicodélico site de Alvaro Ortega: www.alvarortega.com

Outros vídeos de Ortega já apareceram aqui, como “I Am The Walrus” e “Flying”. E há algum tempo, ele merecia uma postagem especial. Por isso, Para fechar com chave de ouro, a gente confere os maravilhosos vídeo clipes de “Dear Prudence”, "Strawberry Fields Forever" e “All Things Must Pass”. Abração!

OS BEATLES NA ALEMANHA - 1966 - COLORIDO - BACANA!

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FREE - ALL RIGHT NOW - 1970

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O “Free” foi uma banda de rock britânica formada em 1968 por Paul Kossoff (guitarra), Paul Rodgers (vocais), Simon Kirke (bateria) e Andy Fraser (baixo). Seu som tem raízes fincadas no mais puro blues/rock britânico típico do final da década de 1960. Apesar de dois bons discos de estreia, Tons of Sobs (1968) e Free, foi com o terceiro álbum, Fire & Water (1970), que conseguiram o sucesso, emplacando várias canções nas paradas britânicas. Nessa mesma época, fizeram uma apresentação marcante no Festival da Ilha de Wight. A superexposição levou o grupo à dissolução em 1971. Após algumas tentativas de seguirem outros projetos, seus integrantes retornaram com a formação original e lançaram o álbum Free at Last, para, logo em seguida, separarem-se definitivamente em 1973. Com o fim da banda o vocalista Paul Rodgers formou o Bad Company, tendo uma carreira de muito sucesso. O venerado guitarrista Paul Kossoff morreu de um ataque cardíaco devido ao abuso de drogas, em 1976. Rodgers eventualmente formaria outras bandas ("The Firm" e "The Law"), juntando-se em 2004 aos remanescentes do Queen.
"All Right Now" foi lançada como single em meados de 1970 e atingiu o # 2 na parada de singles do Reino Unido e # 4 nos EUA. "All Right Now" foi publicada originalmente no álbum Fire & Water, que o “Free” gravou pela Island Records, formada por Chris Blackwell. Em 1991, a canção foi remixada e re-lançada, alcançando a posição # 8 na parada de singles do Reino Unido.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

THE BRIAN SETZER ORCHESTRA - BRAND NEW CADILLAC – SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY - ZOO GANG

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The Zoo Gang foi uma série de televisão inglesa, do gênero ação e aventura, baseado num livro escrito por Paul Gallico e adaptado por Reginald Rose para a pequena tela, produzido através da Herbert Hirschaman para a ITC Entertainment, com a duração de somente seis episódios de aproximadamente uma hora de duração. A série foi apresentada originalmente pela ATV, no Reino Unido, entre 5 de abril a 10 de maio de 1974 e contou com renomados artistas da época e narrava as aventuras de alguns amigos combatentes da resistência, durante a Segunda Guerra Mundial, que formavam um grupo de ações táticas conhecidos apenas pelos seus codinomes. Trinta anos mais tarde, um dos integrantes desse grupo, Thomas Devon, conhecido pelo codinome de O Elefante, devido a sua grande memória, solicita ajuda aos seus companheiros do passado e consegue capturar um perigoso nazista foragido e entregá-lo à justiça. Em vista do sucesso desse novo empreendimento, depois de muitos anos, eles resolvem novamente reabilitar a “Zoo Gang”, como eles eram conhecidos, para juntos utilizarem suas experiências e localizar criminosos perigosos, com a finalidade de levantarem fundos e desta forma construir um hospital infantil, em memória do amigo Claude Roget, que acabou sendo morto pela Gestapo. A viúva, Manouche Roget, também faz parte do grupo e desde a morte de seu marido assumiu o seu lugar, assim como passou a usar o codinome de O Leopardo, que era dele. O seriado teve sua locação na França e Inglaterra tendo como fundo a belíssima Riviera Francesa e também conta a trilha sonora com uma canção, de mesmo nome da série, composta por Paul McCartney.
“Zoo Gang” foi lançada em junho de 1974 como Lado B do single ‘Band On The Run’ no Reino Unido. Foi gravada em 25 de abril de 1973. “Zoo Gang” aparece como faixa bônus no CD “Band On The Run” remasterizado e relançado”, em 1993, como parte da Paul McCartney Collection.

QUEM TEM BOCA, VAI À ROMA!

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

THE BEATLES - ELETRICIDADE TOTAL!

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Procurei no Google e como não existe, decretei aqui no Baú que hoje é o dia mundial da eletricidade.
A eletricidade é um termo geral que abrange uma variedade de fenômenos resultantes da presença e do fluxo de carga elétrica. Esses incluem muitos fenômenos facilmente reconhecíveis, tais como relâmpagos, eletricidade estática e correntes elétricas em fios elétricos. Além disso, a eletricidade engloba conceitos menos conhecidos, como o campo eletromagnético e indução eletromagnética. A guitarra elétrica é um instrumento da família das guitarras (ora!), cujo som é sempre amplificado eletronicamente. O som é produzido manualmente pela vibração das cordas como na guitarra acústica, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos). Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os converte em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante. Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, na música pop, no blues e no jazz, ou mesmo em qualquer outro tipo de ritmo – do bahianês ao forró.
Mas nenhum outro artista, em nenhuma época, popularizou tanto as guitarras elétricas como os Beatles. Essa besteira que eu inventei de “Dia da Eletricidade” foi só uma desculpa para a gente conferir aqui e agora 5 bombas gravadas ao vivo pelos Beatles: “Long Tall Sally”, “Roll Over Beethoven”, “Everybody’s trying To Be My Baby”, “You Can’t Do That” e por último '' I Saw Her Standing There' - Sensacional e absolutamente contagiante! Viva a guitarra! Viva a eletricidade! Viva os Beatles! Forever!

RARE BEATLES - WHERE HAVE YOU BEEN (ALL MY LIFE)

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“The Beatles – Rare Beatles” é um álbum duplo raríssimo lançado em 1981 somente no Japão pelo selo Trio Records. Essa edição foi limitada e as 31 faixas gravadas originalmente no Star Club aparecem nesse LP duplo prensado em vinil translúcido verde colorido numerados individualmente. Muitas versões dessas gravações apareceram em vários países, mas em todos faltando músicas que também foram gravadas no mesmo dia. O mais famoso é “The Beatles – Live, At The Star Club – Germany – 1962”, lançado em 1977, inclusive no Brasil. Mas esse álbum duplo japonês é diferente! Lançamentos de vinil japoneses são prensagens de qualidade premium, muito procurados por audiófilos e colecionadores como verdadeiros objetos do desejo. E esse, é completaço!
Na década de 1960, a Toshiba foi pioneira de qualidade superior nas prensagens de vinil colorido – ao invés de preto, usando sua marca registrada 'Ever-clean", processo utilizando um ingrediente especial destinado a evitar o acúmulo de eletricidade estática no vinil. Esses LPs japonesas são sinônimo de qualidade pra sempre - o vinil brilha como nenhum outro vinil - tudo para o fã de verdade, é especial. Quase todos os LPs japoneses foram emitidos com um "obi" – um encarte, muitas vezes com informações de marketing e detalhes dos álbuns e do seu conteúdo como as letras das músicas em inglês e japonês. Com os anos, alguns desses “obis” passaram a ter um valor maior para muitos colecionadores, maior do que o próprio produto que guardavam.
O primeiro registro de gravações dos Beatles na Alemanha supostamente seriam de 31 de dezembro de 1962. Estas fitas foram gravadas por um certo Adrian Barber em um gravador mono Grundig usando um microfone de mão. Ele havia sido convidado para fazer gravações por Ted "king Size" Taylor, um cantor de Liverpool, vocalista de The Dominos. Assim que os Beatles começaram a ter algum sucesso comercial, Taylor ofereceu essas fitas para Brian Epstein, mas Brian sentiu que não tinham valor comercial e só ofereceu uma pequena quantia por elas. Mal sabia Brian que o direito das fitas juridicamente pertenciam a Parlophone, já que teriam sido gravadas após a assinatura com a EMI. Mas havia alguma confusão sobre a data de gravação das fitas. Embora, mais uma vez, ouvindo-os, era claramente dezembro 1962. John menciona o Natal entre as músicas, e "Reminiscing" tinha acabado de ser lançada por Buddy Holly no final de 1962. No início dos anos 70 os Beatles estavam em litígio. Em 1972, essas gravações foram encontradas nos arquivos mortos de Allan Williams, que tinha conseguido os Beatles antes de Brian. Williams percebeu o valor dessas gravações e ofereceu as fitas para George e Ringo, mas naquela época a Apple estava passando por sérias dificuldades financeiras e eles também recusaram. Após gastar $ 50.000 para limpar o som, e transferir as gravações para fitas de 16 canais, Williams encontrou um comprador e o primeiro lançamento foi na Alemanha. Imediatamente os Beatles processaram, mas perderam, porque o juiz considerou que as fitas eram de interesse histórico. Algumas dessas músicas no entanto, acabaram ficando de fora. E com os anos, passaram a ser verdadeiras pérolas de colecionadores. As quatro que não entraram foram: "Where Have You Been (All My Life)", "Sheila", "I'm Gonna Sit Right Down And Cry Over You" e "Till There Was You". Também existem registros de que teriam gravado "My Girl Is Red Hot", que nunca apareceu em lugar nenhum! Em 1981, depois que o lançamento da Lingasong perdeu a validade e ficou fora de catálogo, os direitos sobre as fitas foram vendidos novamente e novamente foram tratados com nova mixagem e tecnologia (da época), proporcionando um som incomparavelmente mais claro do que o duplo em vinil “The Beatles – Live, At The Star Club – Germany – 1962”. E ainda com a principal diferença: Todas as músicas! Menos essa "My Girl Is Red Hot", que sou doidinho para ouvir pelo menos uma vez.
“Where Have You Been (All My Life)” é uma dessas músicas que, inexplicavelmente acabou de fora dos tantos lançamentos “extra-oficiais” dos Beatles durante sua estada no Star Club, mas aparece em dezenas de piratas com os mais variados nomes. “Where Have You Been (All My Life)” é desconhecida da grande maioria de fãs e foi originalmente escrita e gravada por Arthur Alexander (o mesmo autor de “Anna” – do Please Please Me). A gravação dos Beatles originalmente foi ao vivo em 1962 no The Star Club, em 31 de dezembro de 1962, como foi dito acima. Um trechinho dessa música também aparece durante as intermináveis sessões do projeto “Get Back” – que acabou virando “Let It Be” em 1969/70.
Esse vídeo sensacional que a gente vai conferir agora, é exatamente com essa música em alto e bom som! Mas atenção: NÃO SÃO OS BEATLES E NEM É A GRAVAÇÃO DE NENHUM DESSES PIRATAÇOS! E, sim uma banda cover espanhola sensacional e que faz muito sucesso pelo mundo afora e que já tem vários discos lançados com gravações raras dos Beatles: Los Escarabajos! Mesmo fãs mais fiéis podem ser facilmente pegos pelo pé achando que são os Beatles. A perfeição da coisa impressiona pelos arranjos, vocalizações, instrumentações e harmonizações. É bom pra dedéu!


Não gosto muito desse negócio de fotos, mas estava com meu disco, o dia estava bonito, um amigo me pediu, e pimba! Aquele abraço!

PAUL McCARTNEY & WINGS - LIVE AND LET DIE

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"Live and Let Die" é uma canção de Paul McCartney e do grupo Wings, composta por Paul em parceria com sua esposa Linda em Londres e Campbelltown, Escócia - para o oitavo filme de James Bond, “Viva e Deixe Morrer”. Após seu lançamento em 1973, a música tornou-se um grande sucesso, chegando ao segundo lugar nas paradas americanas e o sétimo nas britânicas, e mais tarde foi indicada ao Oscar de melhor canção (perdendo para "The Way We Were" - composta por Marvin Hamlisch, Marilyn Bergman e Alan Bergman para o filme “Nosso Amor de Ontem”).
O produtor musical John Barry não estava disponível para a compor a trilha sonora. Após os produtores do filme contratarem o produtor dos Beatles George Martin para a trilha sonora, pediram a ele que chamasse McCartney para compor a música-tema, mas com a intenção de outro artista cantar. Ele concordou, desde que a versão dos créditos fosse dos próprios Wings, e acataram a sugestão. A música também aparece nos filmes Shrek Terceiro, Grosse Pointe Blank e The In-Laws, bem como em um episódio da série de televisão Life on Mars.
Paul compôs a canção-tema do filme após ler a adaptação do filme em apenas uma tarde de sábado, finalizando-a no domingo. Linda escreveu o trecho “what’s the matter to ya”, em ritmo de reggae. A canção foi gravada durante as sessões do álbum Red Rose Speedway. Durante o filme, outra versão da música é apresentada, cantada por Brenda Arnau enquanto Bond está em um clube, mas esta não aparece no álbum da trilha sonora. O compacto dos Wings com Live and Let Die / I Lie Around foi lançado em 1/6/1973 no Reino Unido e em 18/6 nos Estados Unidos.
A primeira cover da música foi uma versão big band por Stan Kenton e sua orquestra, em 1973. Os Pretenders também fizeram uma versão da música para o álbum do compositor David Arnold Shaken and Stirred: The David Arnold James Bond Project. A cantora Fergie gravou a canção para um especial da CBS, e uma versão feita pela cantora Duffy foi lançada no álbum de caridade Heroes, em 2009. A então ex-Spice Girls Geri Halliwell, gravou a música para o lançamento de Lift Me Up, 3º single do seu primeiro álbum solo, Schizophonic, em 1999. "Live and Let Die" também foi lançada como segundo single do álbum Use Your Illusion I da banda Guns “n” Roses. Tornou-se um hit top 40, chegando a 33 na Quadro de avisos Hot 100 e também ficou na 20 no Mainstream Rock.
O filme “Live and Let Die” - 1973, foi o oitavo da série James Bond e o primeiro com Roger Moore no papel do agente 007. Conhecido em Portugal por 007 - Vive e Deixa Morrer e no Brasil por 007 - Viva e Deixe Morrer, o filme foi realizado por Guy Hamilton e produzido por Albert Broccoli e Harry Saltzman e é baseado no romance homónimo de Ian Fleming.Em 5 de Julho de 1973, Live and Let Die estreou em Londres e obteve mais um recorde na bilheteria, faturando 36 milhões de dólares nos EUA e 161 milhões no resto do mundo.Muitos criticaram a enfase exagerada na comédia. No final,os produtores conseguiram fazer a maior proeza de todas: deram ao mundo um novo 007. Agora, a gente confere o trailer e a matadora performance de Paul & Seus Wings do álbum 'Wings Over America'. Abração a todos!

JOHN LENNON - ANTHOLOGY - BOX- 1998

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Apesar do que muitos dizem, John Lennon foi um artista prolífico, mesmo que nem todas as músicas que compôs tenham sido finalizadas e lançadas. O material inédito - em sua maior parte gravações caseiras - mostra um potencial infinito de boas canções.
John Lennon Anthology é (foi – porque está fora de catálogo) um box set lançado em 1998 com 4 cds e um livreto, contendo demos caseiras, takes alternativos de estúdio e canções inéditas gravadas por John Lennon, aqui estão reunidos toda a trajetoria de sua carreira solo a partir de "Give Peace a Chance" (1969) até os discos (sessões) Double Fantasy & Milk and Honey. A antologia foi compilada e co-produzida por Yoko Ono, em quatro discos, representando as quatro eras da carreira de Lennon: "Ascot", "New York City", "The Lost Weekend" e "Dakota".
A caixona “John Lennon Anthology” alcançou # 62 no Reino Unido e # 99 nos Estados Unidos, onde foi disco de ouro. Esse superbox já foi sorteado aqui na virada do ano de 2010/11. Quem levou foi o nosso amigo Valdir Júnior.
No mesmo dia foi lançado, o CD “Wonsaponatime” que era um disco com as faixas de destaque da caixa “John Lennon Anthology”. “Wonsaponatime” não conseguiu chegar nas paradas dos EUA, mas atingiu um pico de nº.76 no Reino Unido.Esse CD também já está fora de catálogo.

THE WHO - TOMMY - O FILME - 1975

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Tommy, o filme, é uma adaptação da Ópera Rock da banda inglesa The Who. O álbum Tommy foi lançado em 1969 e foi filmado por Ken Russel, e estreou em 1975.
Um pouco da história da banda The Who: Roger Daltrey (vocais), Pete Townshend (guitarrista e compositor), Jon Entwistle (baixo) e Keith Moon (Baterista) formaram a banda nos anos 60. Inicialmente Pete Townshend e Jon Entwistle tocavam juntos até encontrarem Roger Daltrey que tocava guitarra e posteriormente viria a ser o vocalista da banda. Pouco tempo depois Keith Moon foi incorporado à banda.
O The Who adquiriu fama pela sua música e também pela forma como subiam nos palcos e quebravam tudo. A banda lançou em 1969 o álbum Tommy, aclamado como a primeira grande Ópera Rock. Ópera porque, no álbum, na seqüência das músicas, há o desenrolar de uma história, e Rock pelo próprio gênero musical da banda. Tommy (1969) foi todo composto por Pete Townshend, para muito, um gênio sem iguais.
“Tommy”, o filme, introduziu o conceito de ópera rock filmada por ter sido a primeira a ser produzida. Para o filme foi gravado um outro álbum com a trilha sonora que era basicamente a mesma do álbum original lançado pelo The Who em 1969. A diferença está na vocalização, que ao invés de ser somente a voz de Daltrey, é feita pelos atores que participaram do filme e também na disposição das músicas. Porém nada que altere fundamentalmente a história original.
O filme apresenta um elenco de estrelas como Oliver Reed, Ann-Margret, Roger Daltrey, Elton John, Eric Clapton, John Entwistle, Keith Moon, Paul Nicholas, Jack Nicholson, Robert Powell, Pete Townshend, Tina Turner e Arthur Brown, entre outros. Ann-Margret foi premiada com um Globo de Ouro por sua atuação e indicada ao Oscar de Melhor Atriz.
Durante a II Guerra Mundial o Capitão Walker é considerado morto em batalha. Sua esposa Nora Walker descobre estar esperando um bebê e fica com a tarefa de cuidar sozinha de Tommy, filho recém-nascido do casal. Nora se envolve com Frank Hobbs, mas em 1951 seu antigo marido retorna no meio da noite e é morto por Frank. O garoto Tommy presencia tudo, mas sua mãe e seu padrasto insistem que ele não viu, ouviu e não vai falar nada a ninguém, e em consequência Tommy se torna cego, surdo e mudo. Já adolescente, Tommy se torna um campeão de pinball, trazendo fama e fortuna para sua família. Depois de curado, ele se torna uma espécie de figura messiânica e angaria um culto de seguidores, que no final rejeitam seus ensinamentos e o abandonam.

PAUL McCARTNEY EM BRASÍLIA - DE NOVO?

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Sinceramente, eu só acredito depois que vir (ou ver? - sei lá!) publicado no site oficial de Paul McCartney. Toda vez é mesma história quando começam a falar de uma nova vinda de Paul ao Brasil, e sempre especula-se muito sobre ‘se’ a turnê pudesse passar por essa tal de capital dessa merda federal. Aqui mesmo no Baú já se falou pelo menos umas quatro vezes nisso. Mas dessa vez, parece que existe uma pequena chance de isso realmente acontecer. Essa notícia foi publicada hoje, quarta-feira (03/9) no site do Correio Braziliense. Confiram: “Conforme o Correio antecipou, as negociações entre a produção do ex-Beatle Paul McCartney e os produtores já estavam adiantadas. ‘Esse espetáculo pretende atrair não só o público brasiliense, mas muitas pessoas de toda a região Centro Oeste. É mais um grande evento que pretende vir para Brasilia devido ao potencial do estádio. Eventos como esse aquecem a economia da nossa cidade e fomentam o turismo", afirmou Claudio Monteiro.
Seja como for, lorota ou mera especulação, como disse no início, só acredito vendo. Mais do que ninguém, eu gostaria que o Macca viesse aqui na minha cidade – que em nada se compara com qualquer outra que ele já tenha visto, do Himalaia ao Rio de Janeiro. Seria bom para Brasília, seria bom para mim e para todos os fãs que, por aqui não são poucos! Se eu iria? Não sei. Mas com toda certeza, seria um dos primeiros a comprar dois ingressos em lugares bacanas, um para mim e o outro pro meu filho Davi. Já estamos lá, desde agora! E quem mais quiser nos seguir. Come Together! Amém!