segunda-feira, 22 de setembro de 2014

GEORGE HARRISON - OHNOTHIMAGEN

5 comentários:

Prezada Ana Maria, até que eu poderia ter guardado sua curiosidade para a Sessão "Fala Que Eu Te Escuto" - volume IV, mas devido ao retumbante fracasso da nº III, não haverá uma nova. Então vamos lá: Em um dos lados do encarte do álbum "Extra Texture" de George Harrison, aparece uma foto de George em tons de azul, e sobre ele a palavra "OHNOTHIMAGEN" que nada mais é que o próprio George fazendo uma ironia depreciativa com ele mesmo sobre os problemas que estava atravessando na época: "Oh, not him again" - "Oh não, ele de novo!". Não deixe de conferir a postagem bacana feita sobre esse álbum em 21 de julho de 2011:
Aqui, a gente confere um vídeozinho sensacional da canção "This Guitar Can't Keep From Crying". Abração! Deixe seus comentários. Participe e concorra às promoções!


"THE FAB FOUR" - FREE AS A BIRD - IHHHHHHHH...

2 comentários:
Nunca poupei meus maus falatórios com qualquer banda cover que fosse. Do Led Zepelin, dos Kiss, dos Stones, ou dos Beatles, embora tenha muitos amigos que fazem partes de bandas cover, eu não gosto não. E com essa "Fab Four" aí, não foi diferente. Faz favor. Uma banda cover dos Beatles com o nome "FAB FOUR" aparece no palco com 'FIVE'? É demais!

GEORGE HARRISON - SOMEPLACE ELSE - EMOCIONANTE!

3 comentários:

domingo, 21 de setembro de 2014

PAUL McCARTNEY - BASTIDORES DO GRAMMY 2014

3 comentários:

THE BEATLES - BAD BOY - DEMAIS!

3 comentários:

Não deixe de conferir a sensacional postagem sobre "Bad Boy": http://obaudoedu.blogspot.com.br/2014/05/the-beatles-bad-boy-sensacional.html

IMAGINE - DIA MUNDIAL DA PAZ

4 comentários:
A canção "Imagine", de John Lennon, é o tema deste ano do Dia Internacional da Paz, que será celebrado hoje domingo, 21 de setembro. Os direitos da música foram concedidos à Organização das Nações Unidas (ONU), apenas para utilização nesta data, por Yoko Ono, ativista, artista e viúva de Lennon. Para Yoko Ono, as Nações Unidas "são uma instituição muito forte, que acredita na liberdade de expressão, na justiça para as pessoas e na esperança de que um dia a paz mundial seja alcançada", afirmou a artista, em declarações à Rádio ONU, em Nova Iorque. A artista plástica japonesa recordou que estava no país quando a bomba de Hiroshima foi lançada, e desde então, luta pelos ideais de paz. Segundo Yoko Ono, a música "Imagine", de John Lennon, foi uma forma que o artista encontrou para descrever ao mundo "o que precisaria de ser feito para alcançar a paz global". De acordo com a ativista, o músico foi "muito cuidadoso" na escolha das palavras para que a mensagem se espalhasse por todo o universo. Lançada há mais de 40 anos, a canção foi eleita a terceira mais importante de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Para comemorar o Dia Internacional da Paz, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, pede um minuto de silêncio ao meio-dia. Infelizmente, eu nem lembrei disso.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

McCARTNEY - O PRIMEIRO ÁLBUM A GENTE NÃO ESQUECE

5 comentários:
1970. Enquanto um mar de indecisões dominava os negócios da Apple, Paul McCartney sorrateiramente construía as bases de uma carreira promissora que, inevitavelmente, ganharia sua “forçada” estréia no dia 17 de abril de 1970 - data oficial de lançamento do primeiro álbum de canções originais de sua autoria sem levar a assinatura do grupo mais famoso de todos os tempos: The Beatles. Uma banda que muito bem pode ser comparada a uma jóia; um diamante - o qual Paul ajudou a lapidar durante mais de uma década ao lado de seus companheiros. O fim dos Beatles, entretanto, não soaria como as belas melodias das faixas "Maybe I’m Amazed" e "Every Night", incluídas em seu LP solo. Os anos seguintes, dominados pelo interminável processo contra a dissolução da parceria entre John, George, e Ringo (ligados contratualmente graças à união dos mesmos com o empresário nova-iorquino, Allen Klein), transformariam a vida de McCartney em um verdadeiro pesadelo. Sentindo-se inútil e desempregado, Paul começou a criar asas. com o fim de sua banda favorita, agarrou-se com força total ao amor de sua mulher, Linda Louise Eastman – seu “porto seguro” e fonte de inspiração para continuar a compor, gravar canções e tocar ao vivo pelos palcos do mundo pelos anos seguintes.
Após gravar e cuidar da promoção de seu álbum, Paul ainda viu-se obrigado a duelar com a Apple para garantir o lançamento do disco na data estipulada. O matreiro Allen Klein, que agendara "Let It Be" para chegar às lojas menos de um mês depois de “McCartney” enviou Ringo a Cavendish Avenue (à mando de John e George) com a missão de convencer Macca a mudar de idéia e adiar a estréia de sua carreira como artista solo. Enfurecido e amargurado pelo evento, ele sequer deu ouvidos ao baterista chegando a discutir severamente com o amigo. A missão de Klein claramente falhara, e os álbuns venderiam milhões de copias apesar da batalha que parecia longe de estar no final. “McCartney foi um álbum excelente para mim. Fiquei muito feliz em produzí-lo. Era como se eu fosse um cientista em meu laboratório; tudo muito simples, básico e experimental”, recorda Paul. Embora tenha sido gravado quase inteiramente em sua residência londrina, localizada no bucólico e suntuoso bairro de St. John’s Wood, o álbum McCartney também contou com apoio logístico dos estúdios Morgan e Abbey Road, onde algumas canções ganhariam adições de instrumentos e produção final. Para voltar ao estúdio oficial dos Beatles, Linda reservou o Studio 2 da EMI inscrevendo Paul com o pseudônimo de Billy Martin, com o objetivo de afastar o assédio da imprensa – sempre pronta a desvendar os segredos de tudo o que envolvia os membros do quarteto de Liverpool. No estúdio, a atmosfera era completamente familiar, com Linda preparando lanches e o suco de uva para Paul e as crianças, Heather e Mary, que ficavam brincando no chão de madeira com seus brinquedos enquanto esperavam o pai. Poucos dias antes do Natal de 1969, o LP começaria a ganhar forma em um gravador Studer de quatro canais, instalado em seu quarto particular de música. A idéia original era poder mixar as canções utilizando a mesma máquina, mas o atraso na entrega de uma mesa de som acidentalmente mudou os planos de produção do disco, finalizado em fevereiro de 1970.Com a impossibilidade de equalizar o som, Paul teve de registrar as canções de uma forma mais rústica, sendo obrigado a ouvir minuciosamente, tudo o que acabara de tocar para controlar o excesso de graves ou agudos dos instrumentos. Instrumentos, aliás, todos eles tocados pelo próprio artista, com ajuda de Linda nos vocais de apoio e harmonias em algumas faixas. Feliz e, ao mesmo tempo, incapaz de comemorar o final de sua jornada com os Beatles, Paul decidiu não lançar nenhum compacto promocional para o LP. Para anunciar o lançamento de “McCartne”y, um questionário elaborado por Derek Taylor e Peter Brown (assessores de imprensa da Apple), foi anexado as cópias dos discos enviados à imprensa, onde o fim do quarteto de Liverpool era anunciado oficialmente ao público. Na contracapa do LP, uma das primeiras fotos da filha Mary, confortavelmente instalada no casaco de seu pai, era mostrada aos fãs. Com o álbum disponível e chegando em primeiro lugar na América, Paul passaria o resto do ano planejando o seu futuro no showbiz. Durante este período, ele comporia canções para seu próximo álbum, além de faixas que permaneceriam inéditas até hoje, como "Indeed I Do" e "1982." O sucesso do álbum é, sem dúvida "Maybe I'm Amazed", uma das centenas de canções de amor que Paul fez para Linda. Logo após o lançamento do álbum, George Harrison disse que "Maybe I'm Amazed" e "That Would Be Something" eram “ótimas", e considerou as outras faixas como "justas". John Lennon disse o que achava sobre o disco de Paul em sua entrevista de 1970 para a Rolling Stone. Disse que dada a propensão de McCartney para exigir perfeccionismo no estúdio com os Beatles, ficou surpreendido com a falta de qualidade do álbum. Lennon também fez várias observações comparando "McCartney I" negativamente à sua própria estréia como artista-solo. Em 1993, McCartney foi remasterizado e relançado em CD. Não houveram faixas bônus disponíveis. Em junho de 2011, "McCartney e McCartney II foram novamente editados, dessa vez remasterizados em Abbey Road. McCartney traz nada menos que sete faixas bônus.
Agora, a gente confere com absoluta exclusividade do Baú do Edu, a famosa e rara entrevista de Paul de 1970, distribuída para a imprensa junto com o ábum "McCartney".
Por que você decidiu fazer um álbum solo?
Porque eu tenho um equipamento Studer de gravação de quatro canais em casa. Gravei algumas coisas - gostei do resultado e decidi transformá-las em um álbum.
Você foi influenciado pelas aventuras de John com a Plastic Ono Band ou pelo álbum de Ringo?
Não.
Todas as músicas são de Paul McCartney?
São, sim.
Serão creditadas apenas como “McCartney”?
Sim.
Você gostou de trabalhar como artista solo?
Muito. Eu só tinha a mim para tomar uma decisão. Linda está nele também, é realmente uma coisa de casal.
Qual é a contribuição de Linda?
Todas. Ela ajudou nas harmonias, mas é claro que é bem mais do que isso porque ela é um ombro para me apoiar, a segunda opinião, e excelente fotógrafa. Ela acredita em mim - sempre.
Onde o álbum foi gravado?
Em casa, em Abbey Road e no Morgan Studios.
Qual é o seu equipamento em casa?
Um Studer, um microfone e nervos.
Como você escolheu os estúdios que trabalhou?
Eles estavam disponíveis. O da EMI (Abbey Road) é tecnicamente muito bom e o Morgan é acolhedor.
Nenhuma faixa foi conhecida até que o álbum estivesse pronto. Foi uma escolha sua?
Foi, porque normalmente um álbum já fica velho antes mesmo de sair.
Você é capaz de descrever a “textura” do álbum em algumas palavras?
Casa, família e amor.
Quanto tempo demorou para concluir?
Desde um pouco antes do natal até agora. “Lovely Linda” foi a primeira coisa que eu gravei em casa, e era originalmente para testar o equipamento. Isso foi perto do natal.
Supondo que todas as canções são novas para o público, como são para você? Elas são todas recentes?
Uma é de 1959 (Hot As Sun). Duas são da Índia - Junk e Teddy Boy, e o resto são todas bem recentes.
Quais os instrumentos que você tocou no álbum?
Baixo, bateria, violão, guitarra base, piano, órgão mellotron, xilofone de brinquedo, arco e flecha.
Já tinha usado esses instrumentos em gravações anteriores?
Sim.
Por que você quis tocar todos os instrumentos sozinho?
Estava sozinho. E acho que estou muito bem.
Linda será ouvida em todos os registros futuros?
Pode ser. Nós amamos cantar juntos e temos muitas oportunidades para pôr em prática.
Será que Paul e Linda se tornarão um John e Yoko?
Não, eles é que se tornarão Paul e Linda.
O que gravar sozinho lhe ensinou?
Tomar minhas próprias decisões sobre o que faço.
Quem fez a arte da capa?
Linda tirou todas as fotos, ela e eu fizemos o projeto.
É verdade que nem Allen Klein, nem ABKCO foram e nem serão de alguma forma envolvidos com a produção, fabricação, distribuição ou promoção deste novo álbum?
Sim.
Você perdeu os outros Beatles e George Martin. Houve algum momento em que você pensou, "gostaria que Ringo estivesse aqui nesta passagem?
Não.
Supondo que o disco faça sucesso. Quando vai fazer outro?
Mesmo que não faça sucesso, vou continuar a fazer o que eu quero, quando quero.
Você está planejando um novo álbum ou single com os Beatles?
Não.
É o álbum de um descanso longe dos Beatles ou o início de uma carreira solo?
O tempo dirá. Sendo um disco solo significa que ele é "o começo de uma carreira solo ..." e não sendo feito com os Beatles significa que é apenas um descanso. Portanto, ambos.
A sua ruptura com os Beatles, temporária ou permanente, foi devido a diferenças pessoais ou musicais?
Diferenças pessoais, comerciais e musicais. Mas acima de tudo porque eu tenho mais tempo com minha família. Temporária ou permanente? Eu realmente não sei.
Você consegue imaginar Lennon & McCartney compondo juntos novamente?
Não.
O que você acha sobre a campanha de John pela paz, da Plastic Ono Band, e ele devolver a medalha MBE? Influência de Yoko?
Eu amo o John, e respeito o que ele faz – mas isso não me dá nenhum prazer.
Houve alguma das canções do álbum escrita originalmente com os Beatles em mente?
Junk e Teddy Boy.
Você ficou contente com o ábum "Abbey Road”?
Foi um bom álbum.
Qual é a sua relação com Klein?
Eu não tenho qualquer contato com ele. Ele não me representa de forma alguma.
Qual é a sua relação com a Apple?
É o escritório de uma empresa que eu também criei, com os outros três Beatles. Eu não vou lá porque eu não gosto de escritórios ou de negócios, especialmente quando estou de férias.
Você tem planos de criar uma companhia de produção independente?
McCartney Productions Limited.
Que tipo de música lhe influenciou para esse disco?
Leve e solta.
Você está escrevendo mais prolíficamente agora? Ou menos?
Do mesmo jeito. Tenho uma fila de canções esperando para serem gravadas.
Quais são seus planos para o futuro? Férias? Um musical? Um filme? Aposentadoria?
Meu único plano é crescer!


PAUL & LINDA McCARTNEY - RAM 1971 - SENSACIONAL

5 comentários:
Paul McCartney se isolou do enorme barulho provocado pela dissolução dos Beatles nas montanhas da Escócia e ali criou o segundo álbum de sua carreira solo, "Ram", que foi agora em uma nova versão remasterizada."É um disco que lembra meus dias de hippie e a atitude livre com a qual foi criado", afirma o músico britânico nas notas que apresentam a reedição do disco, publicado originalmente em maio de 1971, e que foi o único creditado conjuntamente a Paul e Linda McCartney. Após a gravação de "Abbey Road", quando a ruptura dos Beatles já era uma realidade, McCartney se refugiou junto com sua esposa em sua fazenda escocesa de Mull of Kintyre. Era Linda quem obrigava seu bloqueado marido a sair da cama, lavar-se e voltar a seu trabalho de músico.
E ela conseguiu. Paul criou primeiro sua estreia como artista solo com o que tornou oficial a separação dos Beatles, o minimalista "McCartney" - que saiu ao mercado em abril de 1970. Os fãs continuavam um pouco desconcertados por esse primeiro álbum quando "Ram" chegou às lojas com uma coleção de 12 canções um pouco mais elaboradas, nas quais Macca contou com a ajuda de outros músicos, como os guitarristas David Spinozza e Hugh McCracken e o baterista Denny Seiwell. Entre as canções estava "Uncle Albert/Admiral Halsey", a extravagante e genial soma de vários temas que valeu a seu autor o primeiro número um nos Estados Unidos de sua carreira solo.
Não tiveram tanta sorte outros singles do álbum, como "The Back Seat of My Car" e "Eat At Home", mas "Ram" alcançou o topo das listas de mais vendidas no Reino Unido e chegou ao número dois nos EUA. No entanto, o álbum foi engolido pela enorme polêmica suscitada pela separação dos Beatles anunciada um ano antes e certamente os fãs acharam em "Ram" elementos suficientes para reavivar o fogo. Por exemplo, na contracapa do disco aparecia uma foto de dois escaravelhos copulando que foi interpretada como expressão do estado de ânimo de McCartney em relação aos outros três Beatles, com os quais estava em litígio legal.
"Ram" começava além disso com a música "Too Many People", na qual Paul falava das pessoas que "gostavam de dar muitos sermões", em referência ao "pacifista" John Lennon da época. A resposta de Lennon não demorou e, meses depois, colocou em seu álbum "Imagine" a ofensiva "How Do You Sleep?" dirigida a seu ex-parceiro. Mas Lennon não parou aí. Em sua capa "Ram" exibe uma foto de Paul dominando um carneiro pelos chifres. Lennon incluiu em "Imagine" outra foto campestre na qual está agarrado a um porco pelas orelhas.
Passados os anos e as picuinhas que rodearam a separação do grupo mais famoso da história, "Ram" pode ser escutado agora sem todo aquele barulho que rodeou seu lançamento, com um som cristalino, totalmente remasterizado nos míticos estúdios Abbey Road. Uma jóia que segue brilhando mais de quatro décadas após ter nascido nas montanhas da Escócia.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

PAUL McCARTNEY - TOO MANY PEOPLE

4 comentários:
Too Many People traz referências diretas a Yoko Ono e John Lennon, que na época davam entrevistas com o objetivo de desmistificar bruscamente a imagem dos Beatles. O descontetamento de Paul em relação a essa atitude pode ser notado principalmente no trecho “piss-off-cake” (termo vulgar para “vão se danar”, brincando com o termo “piece of cake”, que significa “muito fácil”, e no verso “too many people preaching practices” (muita gente pregando atitudes). Segundo Hugh McCraken, Paul executou o solo “sujo” de guitarra ouvido no final da canção.

PAUL & LINDA McCARTNEY - UNCLE ALBERT / ADMIRAL HALSEY

6 comentários:

Esta faixa foi inspirada em Albert Kendall, um tio de McCartney que costumava pregar a bíblia quando ficava embriagado. A canção é formada por três partes estruturadas da seguinte forma: a) Uncle Albert, b) Hands Acroos The Water , e c) Admiral Halsey. Segundo o engenheiro de som, Tim Geelan, além das três partes principais o mix da canção foi preparado em 12 semi-estruturas, indicando a complexidade da produção. A letra de “Admiral Halsey” apresenta algumas expressões de duplo sentido, como “the butter wouldn’t melt, so i put it on the pie” (a manteiga não derreteu, então a coloquei dentro da torta). A “torta”, no caso, é uma expressão britânica para o órgão sexual feminino, também usada na canção Penny Lane (no trecho “for a finger and finger pie”). Durante a gravação da parte orquestral, alguns músicos da filarmônica de Nova York tiveram de ser convencidos a permanecer no estúdio pelo produtor Phil Ramone, que supervisionava a sessão. O motivo é fácil de ser entendido: as normas do sindicato dos músicos profissionais dão a eles “proteção” quando a jornada de trabalho excede o número de horas máximas estipuladas pela lei. Após uma rápida conversa e a promessa de adcionar alguns “dólares extras” na conta bancária dos radicais violonistas, a sessão continuou sem problemas. Já o solo de trompa, tocado por Marvin Stamm, foi gravado de uma forma incomum: com o microfone embutido na saída de som. No setor de “efeitos especiais”, o som de trovões foi produzido por Eirik “The Norwegian” Wangberg, no Sound Recorders, em Los Angeles. Wangberg sampleou a tempestade do banco de sons do estúdio, e gravou uma faixa mono com os efeitos. A partir desse master, uma outra faixa foi criada em mock stereo (estéreo fabricado) e mixada posteriormente na música.
Fonte: “Paul McCartney – Todos os segredos da carreira solo” de Cláudio D. Dirani – o melhor livro já publicado sobre a obra de McCartney no Brasil!

RINGO STARR - RINGO'S ROTOGRAVURE - 1976

6 comentários:
“Ringo's Rotogravure” é quinto álbum do nosso querido Ringo Starr, lançado em 1976 e que viria a ser o último álbum com a participação ativa de todos os quatro ex-integrantes dos Beatles, antes da morte de John Lennon em 1980. Após o fim de seu contrato com a EMI, Ringo assinou com a Polydor Records em todo o mundo. Dois anos depois de “Goodnight Vienna”, nosso baterista preferido voltou a atacar e convidou um número extraordinário de artistas para participar do seu novo álbum. Entre esses artistas convidados estavam Eric Clapton, Peter Frampton, Melissa Manchester, Dr. John, Paul McCartney e John Lennon (última sessão de gravação de Lennon em estúdio antes do álbum duplo Double Fantasy). Além disso, George Harrison contribuiu dando uma canção antiga para Ringo, "I'll Still Love You" que ganhou cara nova à altura que merecia. George não pôde participar da gravação devido a problemas com o lançamento do álbum Thirty Three & 1/3. A contribuição e participação de John Lennon foi com "Cookin' (In the Kitchen Of Love)"; a de Paul McCartney foi com “Pure Gold”. Como se ainda não bastasse, esse discaço ainda traz pérolas como a belíssima "You Don't Know Me At All", de Dave Jordan. “Ringo's Rotogravure” foi relançado em CD pela Atlantic Records em 1992. Nota: 10!

IMAGEM DO DIA - JOHN LENNON AND RINGO STARR

3 comentários:

THE BEATLES - HEY BULDOG - SEMPRE ÓTIMO!

2 comentários:

JOHN LENNON - WATCHING THE WHEELS - SENSACIONAL!

4 comentários:
"Watching The Wheels" é uma das mais belas canções de John Lennon, foi lançada como terceiro e último single do álbum Double Fantasy, tendo "Yes, I'm Your Angel" de Yoko Ono como lado B. Lançado postumamente em 13 de março de 1981, nos EUA, chegou a número 7 no Top 100 da Cashbox e número 10 na Billboard Hot 100. No Reino Unido foi lançado em 27 março e chegou ao número 30.
A música foi composta meio que como resposta a todos que viviam perguntando o que ele estaria fazendo durante todo o tempo em que se afastou da carreira e da mídia. Lennon brinca com isso numa letra simples mas inspirada, embalada numa bela melodia. O tom de nostalgia está tão presente quanto em "(Just Like) Starting Over", também do Double Fantasy. A fotografia na capa foi feita por Paul Goresh, um fã de Lennon, que também tirou a foto infame de Lennon assinando uma cópia de Double Fantasy para seu algoz, Mark Chapman. Ambas as fotos foram tiradas no mesmo local, na entrada do Dakota.

LOVELY RITA - METER MAID - 2014

2 comentários:
Vários anos depois de "Lovely Rita" ter aparecido em Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, a guarda de trânsito Meta Davies exigiu sua imortalidade se autoproclamando a inspiração para a música. Em 1967, a zona de trabalho de Meta, então com 46 anos de idade, incluía a área de St. John's Wood em Londres, onde se situavam os estúdios Abbey Road e a casa de Paul McCartney. Um dia, no início do ano, ela multou o Beatle. "O carro dele estava estacionado em um parquímetro com o tempo esgotado. Eu tinha que emitir uma multa de, na época, 10 xelins. Eu tinha acabado de colocar o bilhete no para-brisa, quando Paul veio e o retirou. Ele olhou para o papel e viu minha assinatura, que mostrava meu nome todo, pois havia outra M. Davies na mesma unidade. Quando ele estava indo embora, virou-se para mim e disse: 'Nossa, seu nome é mesmo Meta?'. Disse a ele que sim. Conversamos por alguns minutos, e ele disse: 'Este seria um bom nome para uma música. Você se importaria se eu o usasse?'.E foi isso. Lá se foi ele."

Seguindo a vibe de paz e amor de 1967, McCartney mudou sua concepção original de "Lovely Rita": "Eu estava pensando que aquela deveria ser uma música sobre ódio, mas então pensei que seria melhor amá-la". E depois explicou: "Eu já tinha tomado muitas multas de estacionamento, então a graça era imaginar que em uma das vezes eu havia me dado bem... A música, de algum modo, tornava os guardas de trânsito figuras divertidas em vez de aterrorizantes, e era uma maneira de dar o troco". Os guardas de trânsito existem desde a década de 1960 na Inglaterra, mas era a terminologia usada nos Estados Unidos que fascinava McCartney. "A expressão 'moça do parquímetro' era tão americana, que me atraía, e, para mim, uma 'moça' era sempre algo sexy: 'Moça do parquímetro. Ei, vem checar meu parquímetro, querida'. Era assim que eu via a coisa". Ele imaginou um aspecto um pouco pervertido da personagem, ela poderia ser "esquisitinha também, como um militar, com uma bolsa a tiracolo". A música resultante foi uma sátira bem-humorada, a história de um homem tentando se livrar de uma multa de estacionamento usando seu charme. McCartney, é claro, não se lembrava do incidente a que Meta se referia. "A música não se baseou em uma pessoa real, mas, como acontecia muitas vezes, foi reivindicada por uma moça chamada Rita [sic] que era guarda de trânsito e que, ao que parece, me deu uma multa, e isso chegou aos jornais. Acho que foi mais uma questão de coincidência: qualquer uma que se chamasse Rita e tivesse me dado uma multa pensaria: 'Sou eu!'. Eu não pensei 'nossa, aquela mulher me deu uma multa, vou escrever uma música sobre ela'; não era assim que as coisas aconteciam." Embora Meta tenha declarado não ser fã dos Beatles, alguém próximo a ela era. "Minha filha ficava esperando do lado de fora dos estúdios Abbey Road para vê-los." Ela se aposentou como guarda de trânsito em 1985, emitindo sua última multa próximo ao famoso estúdio.
 

domingo, 14 de setembro de 2014

THE BEATLES - GLASS ONION - SENSACIONAL!

7 comentários:
Em uma época de mudanças sociais tão rápidas e intensas, os Beatles muitas vezes eram vistos como profetas, e cada música era ouvida e analisada em busca de símbolos e alusões. Quem era o homem-ovo em “I Am The Walrus”? O chá de “Lovely Rita” era mesmo de maconha? “Henry The Horse” era gíria para heroína? Talvez os Beatles tivesse se exposto a isso ao misturar poesia com non sense. John era quem mais gostava de confundir seu ponto de vista, talvez por insegurança. No entanto, por volta de 1968, ele estava tentando escrever de forma mais direta, e a maior parte do material produzido na índia era menos complicado. Quando um aluno de sua antiga escola escreveu pedindo que ele explicasse o que estava por trás de suas letras, John respondeu que seu trabalho era feito para divertir e fazer rir. “Eu faço para mim primeiro”, ele disse. “O que quer que as pessoas entendam depois é válido, mas não tem necessariamente de corresponder aos meus pensamentos sobre o assunto, ok? Isso vale para as criações de qualquer um, arte, poesia, música etc. O mistério e essa merda toda que se constrói em torno das formas de arte precisam ser rompidos.”
"Glass Onion" era uma resposta jocosa àqueles que analisavam sua obra em busca de significados ocultos. Ele começou a fazer a música usando imagens de algumas canções ‘mais enigmáticas dos Beatles’ - "Strawberry Fields Forever", "There's a Place", "I'm Looking Through You", “I Am The Walrus”, "Within You Without You", "Lady Madonna", "The Fool on the Hill", e "Fixing a Hole".
"Looking Through a Glass Onion." pode ser traduzido como, “Olhando Pela Cebola de vidro” ou “Olhando Através do Óculos de cebola” (apelido daqueles óculos redondos usados por John). A frase dedicada a McCartney: “Eu falei sobre o Walrus e eu/Você sabe o quanto éramos próximos/Aqui vai mais uma pista pra vocês todos/O Walrus era Paul.”
"Glass Onion" foi gravada em 11 de setembro de 1968, com todos os integrantes. O final um tanto quanto sombrio, na qual a música corta repentinamente dando continuidade a brincadeira de mensagens subliminares, é orquestrada por George Martin. A música dita o que iria ser um dos padrões de composição de Lennon futuramente como “Cold Turkey” e “Instant Karma”. Nos trechos das referências é possivel ouvir instrumentos usados nas versões originais, como a flauta de “The Fool on the Hill”, por exemplo. Uma curiosidade: "Glass Onion" era o nome que John queria usar para The Iveys, banda que assinou contrato com a Apple em julho de 1968. Os Iveys não gostaram do nome e, em vez disso, passaram a se chamar Badfinger, por causa de “Badfinger Boogie”, título provisório original de “With a Little Help From My Friends”. Quem participou da gravação de "Glass Onion"? John Lennon – vocal duplo, guitarra acústica; Paul McCartney – baixo, piano, flauta doce; George Harrison – guitarra elétrica; Ringo Starr – bateria e outros instrumentos de percussão; George Martin – arranjo dos instrumentos; Henry Datyner – violino; Eric Bowie – violino; Norman Lederman – violino; Ronald Thomas – violino, John Underwood – viola; Keith Cummings – viola; Eldon Fox – celofone; Reginald Kilby – celofone.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ISSO É QUE É MUITO MAIS DO MESMO!

4 comentários:

PAUL McCARTNEY - HOPE FOR THE FUTURE

8 comentários:
A postagem anunciando que Paul McCartney estaria fazendo uma música para um vídeo-game apareceu aqui em 9 de agosto de 2014. Pois bem: "Hope For The Future", a canção que Paul McCartney compôs e gravou para a trilha do vídeo game "Destiny" já pode ser ouvida, depois que fãs colocaram o áudio da canção no YouTube. McCartney também ajudou a compor a trilha sonora do jogo ao lado de Martin O'Donnell e Mike Salvatori. O game foi criado pela Bungie (da série "Halo") e chegou às lojas no último dia 9. A expectativa é a de que ele faça bastante sucesso entre os gamers.

OUTRA GRANDE BAIXA: DEREK TAYLOR

8 comentários:
 
Há 17 anos, no dia 8 de setembro de 1997, morria Derek Taylor, colaborador fiel e amigo pessoal dos Beatles. Taylor foi sepultado no dia 12, e George Harrison estava no funeral. Paul visitou-o no hospital dias antes da passagem. Confiram aqui a postagem “DEREK TAYLOR - OUTRO BOM AMIGO DOS BEATLES”, pulicada em dezembro de 2012: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2012/12/derek-taylor-outro-bom-amigo-dos-beatles.html
E em memória a Derek Taylor, a gente confere novamente, pela centésima vez, o belíssimo texto que ornamenta a parte interna do álbum Beatles For Sale.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

THE BEATLES - LONG TALL SALLY - FANTÁSTICO!

3 comentários:
Se existe uma música que os Beatles podiam tocar até de olhos vendados, era "Long Tall Sally", a famosa cover de Little Richard que abalou meio mundo para os padrões caretas de 1957. "Long Tall Sally" é , literalmente, uma aula de Rock And Roll. O poderoso Hit foi criado por Robert Blackwell, Enotris Johnson e Richard Penniman (o próprio Little Richard – o capeta em forma de gente). A música foi originalmente gravada por ele em seu álbum de estreia “Here's Little Richard”, de 1957.

Do outro lado do mundo, em Liverpool, o rock louco, acelerado e gritado de Little Richard chegava aos ouvidos de um jovem Paul McCartney. Ali, naquele momento, o mundo começou a mudar, de fato. Paul conheceu John e entrou para sua banda. Logo depois, praticamente já seriam Beatles. Em todas as apresentações, a performance que Paul McCartney fazia com "Long Tall Sally", impressionava todos, principalmente pelos berros do jovem Paul que pareciam ainda mais possantes que o original americano. A fama de McCartney como “o melhor Little Richard de Liverpool, cresceu rápido. "Long Tall Sally" era obrigatória em todos os shows. E se tornou “marca registrada de Paul”. Isso não agradava John Lennon, que também queria ter sua marca. Conseguiria depois, com “Twist And Shoult”, mas geralmente era “Long Tall Sally” que encerrava as apresentações deixando o público eufórico. E isso durou por anos, até 1965 quando acharam que a música já estava velha e fora de moda. Para substituir “Long Tall Sally” nos shows, viria outra bomba, outro rockão poderosíssimo, mas dessa vez, já de autoria do próprio intérprete: “o melhor Little Richard de Liverpool!”. Esse vídeo que a gente confere agora é uma pequena amostra do show fantástico que os Beatles fizeram na apresentação da entrega do prêmio NME de 1964 e que a gente confere logo abaixo. Um vigor e uma energia impressionantes. Um verdadeiro show de rock and roll!

LITTLE RICHARD - I SAW HER STANDING THERE

4 comentários:
Essa matadora versão de Little Richard para o clássico dos Beatles "I Saw Her Standing There" foi gravada por volta de 1975 e aparece em um álbum com 3 CDs intitulado “Little Richard - King Of Rock & Roll: The Complete Reprise Recordings” lançado em 2004 pela Rhino Handmade. Também aparece no álbum “Meet The Covers – A Tribute To The Beatles”.

THE BEATLES - NEW MUSICAL EXPRESS - 1964 - SENSACIONAL!

3 comentários:
No dia 26 abril 1964, os Beatles foram a atração principal do All Star Concert, o show de entrega dos prêmios da New Musical Express, 1963-1964, realizado no Empire Pool, em Wembley. Dez mil fãs foram assistir à banda receber os prêmios das mãos do astro Roger Moore. Os Beatles foram os últimos a se apresentar, claro e mandaram superbem, quebrando o maior cacete com “She Loves You”, “You Can’t Do That”, “Twist And Shout”, “Long Tall Sally” e “Can’t Buy Me Love”. De longe, uma da melhores performances dos rapazes. Aqui, no nosso blog preferido a gente confere os quase 14 minutos que durou a apresentação dos Beatles. Absolutamente sensacional!

JOHN LENNON - A CLÁSSICA ENTREVISTA DA PLAYBOY

2 comentários:

É sempre uma experiência formidável ler e reler, linha por linha, tudo o que John Lennon disse na histórica (e rara!) entrevista à revista Playboy dias antes da tragédia. Essa famosa entrevista acabou se tornando a primeira de dezenas de "A Última Entrevista de John Lennon" que viriam depois. A sinceridade de John impressiona. Até pela crueza com que fala de certos assuntos. Fala do período em que esteve recluso, o que andou fazendo, sua vida com Yoko Ono, Beatles, Jagger, Dylan e a conturbada relação com Paul McCartney. O mais impressionante é como as palavras e idéias de Lennon estão mais atuais do que nunca. Mesmo depois de 34 anos da sua morte. John Lennon foi entrevistado pela Playboy no dia 11 de setembro de 1980 pelo jornalista 
David Sheff. Confira a entrevista inteira, publicada aqui em 27 de fevereiro de 2009:http://obauentrevistajlplayboy-edu.blogspot.com/

OS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO DE 2001

4 comentários:
Há 13 anos, no dia 11 de setembro de 2001, acontecia o maior atentado terrorista da história. A ação resultou na morte de 2.996 pessoas, incluindo os terroristas. Das vítimas, 246 estavam nos aviões sequestrados, 2.606 em Nova York, e 125 no Pentágono. Naquele dia, 19 homens da rede Al-Qaeda sequestraram quatro aviões, usados para atacar prédios que simbolizavam o poder norte-americano. Confiram aqui, a sensacional postagem sobre esse dia terrível e inesquecível publicada pela última vez no ano passado.
“11 DE SETEMBRO - UM DIA PARA NINGUÉM ESQUECER” http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/09/11-de-setembro-um-dia-para-ninguem.html


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

THE BEATLES - ROCK AND ROLL MUSIC

3 comentários:

CYNTHIA POWELL - 75 ANOS

4 comentários:
Hoje é aniversário de Cynthia Powell, 75 anos. Ela nasceu em Blackpool, no dia 10 de setembro de 1939. Parabéns! Confiram outras postagens sobre ela que já apareceram por aqui:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/09/cynthia-powell-lennon-74-anos.html

VEM AÍ "THE ART OF McCARTNEY" - VARIOUS

4 comentários:
Os fãs de Paul McCartney tem motivos para comemorar. Além da turnê do músico pelo Brasil em novembro (com uma data já confirmada em Brasília), um disco especial de covers será lançado em homenagem às cinco décadas de carreira do artista. ‘The Art of McCartney’ chega às lojas no dia 18 de novembro, trazendo grandes nomes do rock reinterpretando clássicos do ex-Beatle. Entre as faixas, estão versões do The Cure para ‘Hello Goodbye’, Willie Nelson com ‘Yesterday’, Bob Dylan com ‘Things We Said Today’ e Roger Daltrey com ‘Helter skelter’, além de Brian Wilson, Alice Cooper, Dr. John, Yusuf/Cat Stevens, Barry Gibb, Jamie Cullum, KISS, Chrissie Hynde e muitos outros. O site da Rolling Stone divulgou um clipe do The Cure tocando a citada 'Hello Goodbye' com participação do James McCartney. Mas esse vídeo não passou pelo controle de qualidade do Baú, devido à pobreza e falta de criatividade no arranjo - e pela feiura do cantor Robert Smith – um zumbi desorientado, desajustado e fora de época! Quem quiser ver, no You Tube tem. Enquanto não sai mais material de divulgação do álbum, a gente fica com o nosso bom e velho Paul de verdade. Abração!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

GEORGE HARRISON - THE APPLE YEARS 1968 / 1975

10 comentários:
Preparem os bolsos, lá vem mais uma bomba! The Apple Years 1968-75 é uma caixa com os seis primeiros álbuns solo gravados por George Harrison e será lançada no próximo dia 22 de setembro. Os discos foram publicados, na época, pela gravadora Apple, criada pelos Beatles em 1968 e, além dos álbuns, de Wonderwall ao Extra-Texture, inclui um DVD com imagens inéditas e vídeos promocionais de canções que marcaram a carreira do guitarrista durante aquele período. Os discos foram remasterizados digitalmente, e estarão disponíveis também separados. Todo o trabalho foi coordenado pelo filho de George, Dhani, que assina uma introdução num livro que inclui ensaios sobre os trabalhos lançados pelo pai. Os álbuns incluídos na caixa correspondem à fase geralmente tida como a mais rica de toda a carreira a solo do antigo guitarrista dos Beatles, sobretudo All Things Must Pass, um triplo vinil na versão original, em que Harrison publicou canções que, nos tempos dos Beatles sempre ficaram de fora. A nova caixa vem complementar a reedição dos discos de George Harrison, depois do lançamento de The Dark Horse Years 1976-92, em 2004. Aqui, a gente confere em primeira mão, o trailer do lançamento dessa caixa fantástica e já fica com água na boca. Abração!

THE BEATLES - THE BEATLES COME TO TOWN - TECNICOLOR

4 comentários:
“The Beatles Come To Town” foi um filme documentário produzido pela agência de notícias Pathe News para a ABC-TV em novembro de1963. O filme quis mostrar o que aconteceu quando uma cidade, neste caso, Manchester, foi atingida pela Beatlemania. O documentário mostra os Beatles em uma conferência de imprensa, no camarim, e cantando "She Loves You" e "Twist & Shout" no Ardwick Apollo em Manchester.