quinta-feira, 9 de outubro de 2014

THE BEATLES - LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS 2014

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"Lucy in the Sky with Diamonds" é o título de uma canção composta e gravada pelos Beatles em 1967, e faz parte do oitavo álbum da banda, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. Composta principalmente por John Lennon com grande participação de Paul McCartney, a canção gerou controvérsia por seu título, que foi interpretado como uma possível alusão ao LSD.
A inspiração de Lennon para a música veio quando seu filho, Julian, mostrou-lhe um desenho feito por ele na escola que chamou de "Lucy - no céu com diamantes", descrevendo sua colega, Lucy O'Donnell. Lucy (agora) Vodden , em uma entrevista à rádio BBC em 2007, disse: "Eu me lembro de Julian e eu fazendo fotos, jogando tinta um no outro, para o horror da atendente da sala de aula ... Julian pintou um desenho e naquele dia especial, seu pai apareceu com o motorista para pegá-lo da escola". Lennon disse que ficou surpreso com a idéia de que o título da música era uma referência oculta para LSD.
Lucy Vodden, apesar de ter sido a fonte de inspiração para uma das canções históricas dos Beatles, contou ao jornal The Guardian, em 2009, que não se relaciona com o tema: "Esse tipo de música não tem muito a ver comigo."
Em 1974, Elton John lançou uma versão cover de "Lucy in the Sky with Diamonds" como single. A gravação em Caribou Ranch , apresentava backing vocals e guitarra por John Lennon sob o pseudônimo Dr. Winston O'Boogie. O single chegou ao topo das paradas da Billboard nos EUA e ficou por duas semanas em janeiro de 1975, assim como no Canadá. O lado B também foi uma composição de John Lennon, "One Day (At a Time)", gravada por ele no álbum Mind Games. Durante sua colaboração, Elton John apareceu na canção de John Lennon "Whatever Gets You Through the Night ". Em troca, Lennon prometeu que apareceria ao vivo com John no Madison Square Garden, se "Whatever Gets You Through the Night" chegasse ao número um. Ele sabia que tinha chances. Assim, na noite de ação de graças em 28 de novembro de 1974, Lennon cumpriu sua promessa. Eles tocaram "Lucy in the Sky with Diamonds", "Whatever Gets You Through the Night" e uma versão absolutamente incendiária de "I Saw Her Standing There ". Pena não ter um vídeo bacana. Curiosidades: A cover gravada por Elton John de “Lucy In The Sky With Diamonds” foi a única cover de uma canção dos Beatles a chegar ao Nº 1 da Billboad. Foi nos bastidores desse show que John e Yoko se reconciliaram. Elton John é padrinho de Sean Lennon.
A seguir, a gente confere o capítulo sobre "Lucy in the Sky with Diamonds" do livro “"The Beatles: A História por Trás de Todas as Canções" de Steve Turner – 2009 – Ed. Cosac Naify – Ainda em catálogo – 49 pilas - Saraiva
"Uma tarde, no começo de 1967, Julian Lennon voltou do jardim de infância para casa trazendo nas mãos um desenho colorido da sua coleguinha, Lucy O'Donnell, de quatro anos. Ao explicar a obra de arte ao pai, Julian disse que era Lucy "no céu com diamantes". Essa frase impressionou John e deu início às associações que levaram à composição da onírica "Lucy In The Sky With Diamonds", uma das três faixas de Sgt Pepper que supostamente "falavam de drogas". Apesar de ser improvável que John tivesse escrito essa fantasia sem nunca ter experimentado alucinógenos, a música foi igualmente afetada pelo seu amor pelo surrealismo, pelos jogos de palavras e pela obra de Lewis Carroll. Logo que se apontou que as iniciais da canção formavam a sigla LSD parecia estar comprovado que a música era a descrição de uma viagem provocada por ácido lisérgico. Ainda assim, John negou isso veementemente, tanto em público quanto em particular, mesmo nunca tendo hesitado em discutir músicas que de fato faziam referência às drogas. Ele insistia que o título tinha vindo do que Julian dissera sobre a sua pintura. O próprio Julian recorda: "Não sei por que eu dei aquele nome nem por que se destacou entre todos os meus outros desenhos, mas eu obviamente gostava muito de Lucy. Eu mostrava tudo o que fazia ou pintava na escola ao meu pai, e esse desenho levou à ideia de uma música sobre Lucy no céu com diamantes". Lucy O'Donnell (que atualmente é professora de crianças com necessidades especiais) vivia perto da família Lennon, em Weybridge, e ela e Julian eram alunos da Heath House, um jardim de infância administrado por duas senhoras em uma construção eduardiana. "Eu me lembro de Julian na escola", conta Lucy, que só soube aos 13 anos que havia sido imortalizada por uma canção dos Beatles. "Eu me lembro bem dele. Posso ver seu rosto claramente... nós costumávamos sentar lado a lado naquelas carteiras bem antigas. A casa era enorme, e havia cortinas pesadas para dividir as salas. Pelo que me disseram Julian e eu éramos duas pestes."John afirmou que as imagens de alucinações na canção tinham sido inspiradas pelo capítulo "Lã e água" de Através do espelho, de Lewis Carroll, em que Alice é levada rio abaixo em um barco a remo pela Rainha, que de repente se transforma em um carneiro. Quando criança, Alice no País das Maravilhas e Através do espelho eram dois dos livros favoritos de John. Em uma entrevista de 1965, ele afirmou que quando criança os relia uma vez por ano. Em outra ocasião, ele declarou que, em parte, foi graças à leitura que ele percebeu que as imagens em sua cabeça não eram indícios de insanidade. "Surrealismo para mim é realidade", ele afirmou. "A visão psicodélica é realidade para mim e sempre foi."Pelos mesmos motivos, John adorava The Goon Show, programa de rádio britânico com Spike Milligan, Harry Secombe e Peter Sellers transmitido pela BBC entre junho de 1952 e janeiro de 1960. Os roteiros de The Goon Show, escritos principalmente por Milligan, satirizavam figuras do establishment, atacavam o conservadorismo do pós-guerra e popularizavam um humor bem nonsense. A famosa excentricidade de John devia muito aos Goons. Ele disse a Spike Milligan que "Lucy In The Sky With Diamonds" e diversas outras canções tinham sido parcialmente inspiradas em diálogos do The Goon Show. "Nós costumávamos conversar sobre 'plasticine ties' no The Goon Show, que entrou furtivamente em Lucy como 'plasticine porters with looking glass ties'75," conta Milligan, que, sendo amigo de George Martin, assistiu a algumas gravações de Sgt Pepper. "Eu conhecia bem Lennon. Ele costumava falar muito sobre comédia. Ele era maníaco pelo Goon Show. Tudo mudou quando ele se casou com Yoko Ono. Tudo parou. Ele nunca mais perguntou de mim."Quando Paul chegou a Weybridge para trabalhar na música, John só tinha o primeiro verso e o refrão. De resto, só algumas frases e versos e imagens trocadas. Paul inventou "newspaper taxis" e "cellophane flowers", e John, "kaleidoscope eyes" 76."
LUCY, AGORA NO CÉU COM DIAMANTES publicada em 28 de setembro de 2009
Lucy Vodden, a mulher que inspirou a música dos Beatles Lucy in the Sky with Diamonds, morreu em Londres aos 46 anos, em decorrência do lúpus, informou nessa segunda-feira (28) o hospital St. Thomas, onde ela se tratava, segundo a agência AP. Ela lutava há anos contra a doença, na qual o sistema imunológico ataca os tecidos do corpo. A relação de Lucy com os Beatles vem da sua infância, quando fez amizade com Julian Lennon, filho de John Lennon, seu companheiro de escola. Aos quatro anos, Julian mostrou a seu pai um desenho que fez na escola e disse que se tratava de "Lucy no céu com diamantes" (em inglês: "Lucy in the sky with diamonds"). A canção foi analisada como uma referência ao LSD, mas Lennon sempre afirmou que a frase veio de seu filho, não das iniciais do nome da droga. Lucy e Julian perderam o contato depois que ele deixou a escola. Mas, voltaram a ser ver nos últimos anos, quando o rapaz tentou ajudá-la a lidar com a doença.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

UMA CARTA PARA PAUL McCARTNEY - FIM DA PROMOÇÃO

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Terminou a malfadada promoção “UMA CARTA PARA PAUL McCARTNEY”. Participaram Murilo Pedreira, Paulo McHardtney, Felipe Augusto, Fábio Simão e Edson Chaves Filho. Desde já, agradeço a todos, embora ache que nenhum realmente entendeu o “espírito” da coisa. Somente uma, era realmente uma carta para Paul e se eu estivesse nessa sozinho, a teria escolhido. Mas não foi assim... a queridíssima Dª Leonor e os amigos Edvaldo Almeida da Silva e Marco Miranda escolheram uma outra por unanimidade. Então, o felizardo que vai receber os dois Cds dos álbuns McCartney e Ram em sua casa, sem despesa alguma, é o amigo...
De: Paulo para Paul

Mudei para o bairro de Perdizes, São Paulo, em 1964. Tinha sete anos. Fui para um novo colégio. Quebrei o braço, claro, tudo por causa daquele portão que insistia em me chamar para andar sobre a lâmina fina, quando ali chegou o sol depois da chuva, antes da perua da escola chegar. Esses portões, viu?! Esse me fez repetir o ano. E, não. Não sou um garoto mau. Apenas traquinas. Quem disse isso foi Dr. Roberto - médico da família que conhecia cada coisinha do mundo das crianças. E, olha eu lá de novo no colégio onde havia um professor de judô que era também o marido da diretora, que era enérgica. E, olha eu lá no tatame, naquela casa linda na Av. Dr. Arnaldo, quase esquina com a Rua Cardoso de Almeida. E, olha eu escutando o rádio em casa. Tempos de muito futebol na rua, muito rádio e pouca televisão e muita, muita música... no rádio. E, muita escola. E, olha lá, eu o melhor aluno da sala. Esse garoto, quem diria? E, isso não foi só um ano de minha vida, 1965. Parece que foi ontem. Havia a professora Ana, que sempre me esperava lá na saída para me levar para a perua. Fazíamos aulas de judô, dia a dia, sempre melhorando, nos fundos da casa com o professor, marido da diretora. A gente ia em fila indiana para o tatame às terças e quintas feiras. Antes de sair de casa eu ouvia o rádio. As paradas de sucesso. Um dia na vida, alguma coisa me chamou a atenção. Agora, me pergunte por quê? Por quê? Não sei. Coisas de rádio. Entramos no tatame. Depois de alguns wasari e ippons e kata gurumas, alguns nomes que lembro, o professor foi chamado na secretaria. Ele falou: Eu volto logo. E, demorou. Enquanto isso, olhei em volta e havia algumas vassouras no canto. Lembrei do rádio. Ou ele lembrou de mim. Ou, os dois. Chamei um amigo, enquanto os outros estavam sentados esperando a volta do professor. Coloquei um cabo da vassoura entre aqueles gomos de tatame, segurei uma vassoura como uma guitarra e assim também fez meu amigo. Parecia que dois de nós estavam fazendo algo para ninguém. Sei lá de onde, acho que sintonizei alguma rádio na minha cabeça, comecei a cantar, ou quase gritar, e meu amigo me seguiu. Os outros judocas nos olharam estupefatos e enquanto tocávamos muito alto nossas vassouras, cantávamos: 'Relpiii... ainisomodi. Relpiii... nosimodi…’ E logo eu tasquei um '... maizededense frigideiraaaaa...'. E repetia'...frigideiraaaaa...', '...frigideiraaaaa...'. E, parecia que estava atravessando o universo. Só depois percebi os olhares de meus amigos. O professor havia chegado. Fez uma revolução pelo que viu? Nada. Fez aquela pose de deixar estar, porque curtiu. E, talvez eu é tenha ficado surpreso. Recolhemos nossos instrumentos e voltamos à nossa insignificância mirim. Depois, bem depois, eu soube que a tradução de minha '... maizededense frigideiraaaaa...' é 'My independence seems to vanish in the haze'. Mas, para mim foi uma sensação de estar livre como um passarinho. Há questão de dois anos, sem nunca ter subido em um palco depois daquele tatame, participei de uma banda de rock que também tocou Help. A música que ouvia no rádio há cinquenta anos. E, o palco, de maneira incrível, não era novidade para mim. Apenas um outro dia ou noite. Lembrei da vassoura e do tatame. Yeah. Yeah. Yeah. E, eu cantei:
'...When I was younger, so much younger than today
I never needed anybody's help in anyway
But now these days are gone, I'm not so self-assured
Now I find, I've changed my mind and opened up the doors...' 
E, desde aquele ontem de 1964, a música nunca mais saiu de mim. Nem eu dela e de quem a tocou. Oito dias por semana.


Parabéns, Paulo. Envie seu nome e endereço completo para eduardobadfinger@gmail.com e me aguarde. Assim que eu for à cidade, mando sua encomenda. Obrigado a todos! Abração!

IMAGENS DO DIA - GEORGE HARRISON

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Essas belíssimas (e raríssimas) imagens de um George Harrison feliz e saudável (e até fortinho), estão no livro “The Illustrated George Harrison” de... Geoffrey Giuliano. Publicado em 1993, o livro (um dos três que comprei) não traz o crédito dos fotógrafos. Essas fotos de George foram tiradas no Seaworld em Brisbane, Austrália em 1982. George estava com 39 anos.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

EXCLUSIVO! QUEM CONHECE GEOFFREY GIULIANO?

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Quem é Geoffrey Giuliano? Difícil responder. Sabe-se que nasceu em 11 setembro de 1953 nas cercanias de Nova York, e é um excêntrico ‘escritor’, personalidade do rádio e ator. Tornou-se mais conhecido por suas biografias sobre os Beatles e seus ex-membros John Lennon, Paul McCartney e George Harrison. Também fez uma sobre Pete Towshend. Durante boa parte dos anos 1980, foi dele o papel do palhaço “Ronald” da multimilionária rede de sandubas e batatas fritas. Talvez, nada mais apropriado.
Em 2 de dezembro de 2006, o Daily Mail informou que Heather Mills foi tentar comprar fitas de entrevistas com a meia-irmã de Paul McCartney, Ruth de 1994. As fitas supostamente continham muita sujeira que prejudicaria a reputação de Paul em seu processo de divórcio. Mas essas fitas não estariam com Ruth McCartney e quem tinha a posse das fitas era ninguém menos que Geoffrey Giuliano. Desde os anos 1970, Giuliano tem escrito numerosos livros sobre os Beatles, dos quais todos criaram controvérsias.
Sua biografia "Blackbird: The Life and Times Of Paul McCartney" estava longe de ser uma homenagem. Paul ainda especificamente refutou a afirmação de Giuliano que John Lennon teria sofrido um corte profundo no pé depois de destruir um quadro, que seria o favorito de McCartney em um acesso de raiva. Também no livro, Giuliano descreve o guitarrista dos Wings, Jimmy McCulloch como um louco demente impregnado de ódio em direção ao chefe. Durante uma breve parada da excursão mundial de 1976, enquanto Paul dormia, Jimmy teria apontado uma arma calibre 22 no meio da testa de Paul e só teria desistido de apertar o gatilho poucos segundos antes de McCartney abrir os olhos.
Giuliano também não é fã de Yoko Ono e nem a poupa de seus comentários. Em "Blackbird", diz: "Esqueça tudo o que você já leu o contrário. Yoko Ono foi definitivamente a pessoa que mais contribuiu do que qualquer outro do planeta para o rompimento infeliz dos Beatles." Ele também sugere que Yoko Ono também teria sido responsável pela prisão de Paul no Japão no início de 1980.
Um de seus livros sobre John Lennon é supostamente baseado em diários perdidos de Lennon que teria recebido de Harry Nilsson, que também já estava morto quando o livro foi lançado. Quando os críticos afirmam que Giuliano está inventando essas histórias apenas para ganhar dinheiro, ele rebate dizendo que já é rico e independente e não tem necessidade de mentir apenas por dinheiro. Foi Giuliano quem escreveu a biografia "A Vida Privada de George Harrison." Sua propensão para induzir em erro os seus entrevistados e tentando encontrar cada pequeno pedaço de terra, em grande parte, sem qualquer prova, levou George Harrison a dizer sarcasticamente: "Esse cara sabe mais a minha vida do que eu."
Na biografia de Harrison feita por Giuliano havia uma imagem infame do ex-Beatle e sua esposa Olivia, junto com o "pernas" Larry Smith do Bonzo Dog Doo Dah Band, e Mary Tambini, proprietária da London Gallery. Essa foto teria sido tirada em Friar Park, casa de George e na parede atrás deles, aparece uma imagem de Adolf Hitler. É então que Giuliano afirma que George sempre foi admirador convicto-secreto do nazismo.
Em outubro de 1982, Olivia Harrison publicou uma carta no jornal The Guardian, onde ela rebate as declarações do autor Geoffrey Giuliano. A carta diz: "A visão do rosto de Geoffrey Giuliano é suficiente para tornar qualquer um recluso. Meu marido uma vez fez o comentário: “Esse cara sabe mais sobre minha vida do que eu". Giuliano perdeu a noção do que é piada e usa isso para endossar seu livro. Classificar-se como o maior biógrafo de rock'n'roll do mundo é pura ilusão. Ele só esteve nas proximidades do meu marido por cerca de dez minutos e se considera um especialista... Julgar Paul McCartney como "vazio e superficial" depois de tudo que Paul escreveu e ofereceu ao mundo é certamente o julgamento de uma mente arrogante... como um cão faminto, ele recolhe dos heróis, pegando pedaços de cartilagens e tendões ao longo do caminho, reembalando para o consumo de um público crédulo. Sua vida é uma "maldição" para si mesmo e, talvez, sua admissão de 300 viagens de ácido aos 19 anos de idade tem algo a ver com isso. Estou farta deste cara."
Giuliano parece amar as palavras "Lost" e "Secret" em seus livros e muitas de suas biografias não passam de meras teorias de conspiração. O capítulo mais bizarro em sua vida ocorreu em setembro de 2001, quando inventou a própria morte ao melhor estilo “Paul Is Dead”. No dia 15 de novembro de 2001 foi divulgada uma notícia que Geoffrey Giuliano estava entre as vítimas do ataque ao World Trade Center, de acordo com a sua editora, Indigo. Pura lorota! Giuliano tinha acabado de terminar outro livro sobre os Beatles chamado "Revolution" e só queria promover a venda.

"Estou cansado de ouvir coisas vindas de arrumadinhos, míopes, hipócritas de mente estreita. Tudo que quero é a verdade. Me dê só um pouco da verdade. Estou farto de ler coisas vindas de neuróticos, psicóticos, políticos cabeça-de-porco, tudo que quero é a verdade. Me dê só um pouco da verdade. Nenhum careta, covarde, filho de mãe na zona vai me "agradar" me "ensaboando" suavemente com um simples pedaço de esperança. Dinheiro para a droga, dinheiro para a corda. Estou doente de ver as coisas de chauvinistazinhos da mamãe, condescentes e secretistas. Tudo que quero é a verdade. Me dê só um pouco da verdade, agora. Eu estou farto de ver cenas de prima-donnas esquizofrênicas, egocêntricas e paranóicas. Tudo que quero é a verdade, me dê só um pouco da verdade agora".

O FIM DE ANO SE APROXIMA - HAJA DINHEIRO!

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Ficar parado não é com Paul McCartney. Nas últimas semanas, o músico lançou duas músicas novas – apesar de estar trabalhando, simultaneamente, no relançamento de dois álbuns do Wings, e na edição especial de New, seu disco de estúdio mais recente. Para quem é fã do trabalho do ex-Beatle, só boas notícias. A primeira novidade a ser divulgada foi a faixa Hope Of The Future, feita especialmente para o aguardado jogo Destiny, que chegou ao mercado no dia 9 de setembro. A canção foi gravada no lendário (e tão familiar a Paul) estúdio Abbey Road, em Londres, com acompanhamento de uma orquestra e produção de Giles Martin – filho de George Martin, que produzia os Beatles. A música aparece durante os créditos do game.

  

Já a outra inédita lançada por Paul é Meat Free Monday, criada para a famosa campanha Segunda-feira Sem Carne, que incentiva retirar a carne do cardápio por pelo menos um dia da semana. Paul é vegetariano e há anos ativista dos direitos dos animais e das medidas de proteção ao meio ambiente. A campanha ganhou um site com o mesmo nome da faixa.

  

Ainda na lista de novidades, está a versão estendida de New, último trabalho de inéditas de Paul, que saiu em outubro do ano passado. A nova edição traz dois CDs e um DVD, além de um livro com capa dura. O primeiro disco traz as 14 faixas lançadas na versão normal. Já o segundo traz duas inéditas – Hell To Pay e Demon’s Dance -; a música Struggle, originalmente disponível apenas na edição japonesa de New; e versões ao vivo para os singles New, Everybody Out There, Save Us e Queenie Eye. O DVD conta com o documentário Something New, que inclue entrevistas com Paul e os produtores Ethan Johns, Giles Martin, Mark Ronson e Paul Epworth; além dos videoclipes das músicas do disco e bastidores de gravação. A nova versão de New chega às lojas no dia 28 de outubro.
E, para os saudosistas, a data mais esperada é 4 de novembro: é neste dia que saem as novas edições de dois álbuns do Wings, Venus and Mars e Wings At The Speed Of Sound – de 1975 e 1976, respectivamente. Em disco duplo, os dois relançamentos foram totalmente remasterizados, e trazem também demos e músicas inéditas. Os dois vêm acompanhados de livros de capa dura com fotos nunca antes publicadas, entrevistas e comentários faixa a faixa. Recentemente, Paul divulgou um lyric video para a música Call Me Back Again, deVenus and Mars. Assista abaixo – e, logo em seguida, confira os trailers dos relançamentos:

SHOWS DE McCARTNEY E STONES NA ARGENTINA PODEM SER CANCELADOS

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Os bastidores de show argentinos estão em polvorosa! Segundo a imprensa cultural hermana, a crise econômica local fará com que as turnês de Paul McCartney e The Rolling Stones não passem por lá. A princípio, Paul tocaria na cidade de Buenos Aires, em novembro; e os Stones, em fevereiro de 2015. E o que nós brasileiros temos com isso? Muita coisa, amigo leitor. Na rota sul-americana dos shows internacionais, a Argentina, Chile e Brasil formam a espinha dorsal para a realização dos concertos. Sem os shows na terra de Maradona, a vinda das grandes turnês europeias e/ou norte-americanas para a América Latina fica deveras comprometida. Tudo porque Brasil ou Chile teria que pagar ainda mais do que já estão pagando, ou tentar colocar na jogada mercados que não costumam investir em shows de grande porte. De acordo com o site Popload, “Produtores argentinos poderosos já teriam aberto mão das duas atrações gigantes. Primeiro porque passam a não ter mais garantia de retorno de shows tão absurdamente caros para realizar em tempo de crise sem precedentes. Depois porque, no caso dos Rolling Stones por exemplo, a banda exige um seguro de até 5 milhões de dólares para fechar contrato com os argentinos. E os produtores locais não conseguem uma garantia bancária nesse valor para garantir a realização de shows”.

COMERCIAL SUPER LEGAL - SIENNA MILLER - DRIVE MY CAR

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Sienna Rose Diana Miller é o nome da gracinha que estrela o comercial de 2009 do perfume Boss Orange, de Hugo Boss. Sienna é atriz, modelo e estilista norte-americana radicada no Reino Unido. Conhecida por filmes como G.I. Joe: A Origem de Cobra e Stardust - O Mistério da Estrela. Ela recebeu sua primeira indicação ao Globo de Ouro na categoria Melhor atriz em minissérie ou filme para televisão pelo tele filme The Girl no qual interpreta a atriz Tippi Hedren. Também já recebeu uma indicação ao BAFTA na categoria Rising Star Award de Estrela em Ascensão. Vai longe ou não vai? Boa menina!

A banda que faz a cover de Drive My Car é ‘The HOTRATS’ formada por Gaz Coombes e Danny Goffey como um projeto paralelo de sua banda principal, o Supergrass. O nome é em homenagem ao álbum de Frank Zappa “Hot Rats”.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

QUE LEGENDA TERIA ESSA IMAGEM?

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THE BEATLES - DRIVE MY CAR - DEMAIS!

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"Drive My Car", a matadora primeira música do clássico Rubber Soul, de 1965 dos Beatles, foi quase toda composta por Paul com grandes colaborações de John. A canção foi concluída em 13 de outubro de 1965, com Paul (e John) tendo ‘empacado’ na letra alguns dias antes. Ambos concordaram a letra não era boa. Paul havia escrito a partir do ponto de vista da namorada do cantor, foi algo como "você pode me dar os anéis dourados / Você pode não me dar nada / Porque baby, eu te amo. " John sugeriu o refrão "Baby, você pode dirigir meu carro", uma metáfora sexual que se ajustaria à natureza bluesy da música, e também o gancho "Beep beep beep beep yeah!" o resultado foi mais um megahit na história da banda, e um dos melhores números de Rubber Soul. George sugeriu um riff de guitarra escorregadio para os versos, inspirado em uma canção recente e uma de suas favoritas: a versão original de Otis Redding de “Respect”. Mas foi Paul quem fez o solo de guitarra.
"Drive My Car" foi concluída, arranjada e gravada em uma maratona no mesmo dia - esta foi a primeira sessão de gravação dos Beatles a passar da meia noite. Com os meses, isso se tornaria rotina. Gravaram quatro takes e somente o último foi aproveitado. Paul encabeça os vocais durante quase toda a canção, e John (com a voz dobrada) entra em “And maybe I love you"; George, por sua vez, só vem para fazer a harmonia no coro "Beep beep beep beep yeah!" “Drive My Car” era um dos números favoritos de todos os quatro Beatles.

ALF BICKNELL - BABY YOU CAN DRIVE MY CAR

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Alf Bicknell, 75 anos, que trabalhou em 1964, 65 e 66 como motorista dos Beatles, e vivia da venda de recordações, histórias de bastidores e anedotas do tempo em que viveu com os Beatles, morreu no dia 9 de março de 2004 em sua casa em Banbury, Inglaterra. Ele teria desmoronado em sua cozinha, mas a causa da morte nunca foi divulgada.

Depois de começar a trabalhar cedo como aprendiz de açougueiro e palhaço, Bicknell encontrou o caminho do sucesso como motorista particular em Londres para pessoas distintas. Por recomendação do empresário dos Beatles, Brian Epstein, Alf Bicknell se tornou parte da entourage da banda a partir do segundo semestre de 1964.

Alf sempre disse que não estava acostumado com o nível de adoração das fãs dos Beatles e isso o deixava preocupado, sendo levado a alguns acidentes de percurso. Para evitar a loucura das fãs batendo em torno do carro, Bicknell muitas vezes teve de fazer mudanças bruscas no trânsito. A primeira vez que ele conduziu um Beatle, dirigia um luxuoso Austin Princess em alta velocidade que, numa freiada, George Harrison bateu a cabeça contra o vidro. Alf pensou que sua carreira estava encerrada ali, até Harrison começou a rir. Com os anos, Alf deixou crescer o cabelo e a barba em solidariedade aos seus jovens clientes.

Sua principal tarefa era assegurar conforto e segurança à banda, incluindo a manutenção de um estoque de cigarros no carro. Mas ele também era um guarda-costas de verdade - foi espancado pela polícia nas Filipinas durante a estadia desagradável dos Beatles por lá - e passou outros tantos apuros na companhia dos patrões famosos. Através do Beatles, conheceu Bob Dylan e Elvis Presley. De todas as histórias que conta sobre sua convivência com os Beatles, a que Alf mais adorava contar era a de um dia em que John Lennon tirou-lhe o cap de motorista e jogou-o do carro pela janela. Lennon disse: "Você não precisa mais disso, Alf. Você agora é um de nós".

Alfred George Bicknell nasceu em Haslemere, Inglaterra. Ele começou a trabalhar aos 14 anos, após a morte de seu pai. Serviu no exército britânico e tornou-se um motorista em 1950. Os Beatles pararam com as turnês em 1966, então Alf Bicknell teve de encontrar novos clientes. Ele dirigiu para outros músicos e executivos até 1980, quando machucou o braço direito com uma serra elétrica em um acidente de jardinagem. Precisando de dinheiro, começou a vender lembranças de seu tempo com o grupo, incluindo horas de fitas de ensaios dadas a ele por Lennon tantos anos antes.
 

Alf co-escreveu sua autobiografia de 1989 "Baby, You Can Drive My Car" com o fã dos Beatles Garry Marsh - Um título inspirado pelo hit dos Beatles "Drive My Car", da qual Alf jurava que tinha sido a inspiração e, de fato, o próprio McCartney confirmaria anos depois. Mais tarde lançou um livro e uma coleção de vídeos, Beatles Diary, que oferece um retrato bastante lisonjeiro dos rapazes. Nas convenções dos Beatles, Alf era uma figura sempre cativa.

GUITARRA DE JOHN LENNON PODE SER LEILOADA POR R$ 2,3 MI

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Uma guitarra usada por John Lennon quando os Beatles gravavam o hit Paperback Writer, em 1966, será leiloada em novembro na Inglaterra e pode ser arrematada por 600.000 libras – algo em torno de 2,3 milhões de reais. O instrumento, modelo Gretsch 6120, foi dado de presente pelo ex-Beatle ao seu primo David Birch no ano seguinte do lançamento da música.

Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, Birch disse que ganhou a guitarra de seu parente famoso quando contou a ele que estava pensando em montar uma banda. “Eu estava atrevido o suficiente para pedir a John uma de suas guitarras. Eu estava de olho em uma Fender Stratocaster azul que estava no estúdio, mas ele sugeriu a Gretsch e me deu enquanto conversávamos”, contou à publicação.

Segundo o site de leilão virtual, TracksAuction, o instrumento é um dos itens mais valiosos de John Lennon a entrar no mercado nos últimos trinta anos. Os lances terão início em 14 de novembro e serão encerrados no dia 23 com um leilão no Hotel Le Meridie, em Londres, que terá outros 100 itens raros dos Beatles, incluindo uma cópia do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band assinada pelo quarteto britânico.

domingo, 5 de outubro de 2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

VÍDEO DO DIA - MUITO LEGAL!

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Enviado pela amiga Valéria Nunes. Abração!

A ARTE DE RENÉ MAGRITTE - INSPIRAÇÃO PARA PAUL McCARTNEY

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A década de 1960 trouxe um grande aumento na conscientização do público sobre a obra de Magritte. Um dos meios pelos quais sua imaginação se tornou familiar a um público mais vasto foi através da reprodução em álbuns de rock. Os primeiros exemplos incluem o álbum de 1969 “Beck-Ola” do Jeff Beck Group - reprodução de Magritte da obra The Listening Room, e o álbum de 1974 de Jackson Browne, Late for the Sky, inspirado por Magritte em L'Empire des Lumières.
Alan Hull da banda de folk-rock UK Lindisfarne, utilizou pinturas de Magritte em dois álbuns solo em 1973 e 1979. A banda Styx fez uma adaptação de Magritte (Carte Blanche) para a capa de seu álbum de 1977 The Grand Illusion, enquanto a capa do álbum de Gary Numan de 1979 “The Pleasure Principle”, assim como John Foxx em seu álbum de 2001 ‘The Pleasures of Electricity”, que foi baseada na pintura de Magritte “Le Principe du Plaisir”.
A banda de rock Jethro Tull menciona Magritte em uma letra “1976”, a canção de Paul Simon "Rene and Georgette Magritte with Their Dog After the War" aparece no álbum de 1983, Hearts and Bones. Magritte também é o tema e título de uma canção de John Cale em 2003 “Hobo Sapiens”. E por aí vai. Se fosse pesquisar de verdade, acredito que ainda haveria mais.
No entanto, de todos os ícones da Cultura Pop, ninguém é mais fã de Magritte do que Sir Paul McCartney, desde os anos 60. Paul é dono de muitas de dezenas de suas pinturas, e afirma que uma pintura de Magritte o inspirou a usar o nome Apple para empresa multimídia dos Beatles.
Em uma entrevista com Johan Ral em 1993, Paul McCartney lembra: "tinha um amigo chamado Robert Fraser, que era proprietário de uma galeria em Londres, costumávamos sair muito e eu disse a ele que eu realmente amava a obra de Magritte. Fomos descobrindo Magritte nos anos sessenta, apenas através de revistas e essas coisas e simplesmente adorávamos seu senso de humor. Quando ouvimos que ele era um cara muito comum que costumava pintar nove horas por dia com o seu chapéu-coco, tornou-se ainda mais intrigante. Robert foi atrás de algumas gravuras para mim, porque sabia que eu realmente gostava dele. E foi tão barato, então, é terrível pensar o quão barato elas eram. Mas de qualquer forma, adorei. Um dia ele trouxe esta pintura para a minha casa. Estávamos no jardim,era um dia de verão. E ele não queria perturbar-nos, eu acho que nós estávamos filmando ou algo assim. Então, ele deixou esta imagem de Magritte. Era uma maçã - e ele apenas deixou na mesa da sala de jantar e se foi. Havia uma inscrição sobre ela "Au revoir". E naquele momento surgiu a ideia da Apple. E esta maçã verde grande, que eu ainda tenho agora, tornou-se a inspiração para o logotipo. E então decidimos cortá-la ao meio para o lado B".
A pintura que se tornou a inspiração para o logotipo da Apple é chamada Le jeu de Mourre e data de 1966.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

PROMOÇÃO PAUL McCARTNEY - ÚLTIMOS DIAS!

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Atenção amigos: faltam poucos dias ´para o fim da promoção “UMA CARTA PARA PAUL McCARTNEY”. Escreva uma carta para Paul (que já está com a data confirmada para Brasília, 23 de novembro) e se sua carta for escolhida, você GANHA, sem custo algum, os excelentes CDs dos dois clássicos primeiros álbuns do nosso querido, bom e velho Macca! Os álbuns “McCartney” (McCartney I), de 1970 e o fantástico “Ram” de 1971. Para participar, é muito simples: deixe um pouco da preguiça de lado, escreva o que você gostaria de dizer para Paul McCartney e envie para eduardobadfinger@gmail.com com nome e endereço completo. Todas as cartas enviadas, serão avaliadas pelos amigos Edvaldo Almeida da Silva - revisor de português, minha queridíssima Dona Leonor - professora de português, do amigo e publiciotário Marco Miranda – redator, e por último (e pior de todos) por mim. Não há limite de tamanho, desde que, haja bom senso e qualquer um, exceto os citados acima poderá participar. Ah, e o bom português também será considerado. Alguns disseram que não vão paraticipar por já terem esses álbuns. Para esses, expliquei que não é pelo prêmio. É pela participação. Até agora só tem quatro participantes. Então, vamos lá: o que você diria para Paul McCartney? Todos queremos saber. Caprichem e boa sorte para todos! Espero vocês! Essa promoção é por tempo limitadíssimo. Encerra de qualquer maneira no dia 5 de outubro, e o vencedor será anunciado no dia 9, aniversário de John e quando começa outra promoção imperdível. Então vamos correr. Afinal, hoje já é 2 de outubro.

ALICE COOPER - ELANOR RIGBY - PODE, ARNALDO?

2 comentários:
No dia 17 de novembro de 2014, será o lançamento de “The Art of Paul McCartney”, um álbum-tributo ao maior artista do planeta com nomes como Kiss, Bob Dylan, Def Leppard, Chrissie Hynde, Jeff Lynne, Paul Rodgers, Roger Daltrey, Sammy Hagar, Perry Farrell, Heart, and Cheap Trick’s Rick Nielson e Robin Zander. Depois da divulgação de um vídeo da versão do THE CURE para ‘Hello Goodbye’ (com o filho de Paul, James, no teclado), uma nova prévia do disco surge nesta segunda-feira com Alice Cooper em seu cover de ‘Eleanor Rigby’, clássico dos BEATLES. Alice também faz uma cover de ‘Smile Away’ no CD, originalmente lançada no álbum ‘RAM’, de 1971. "Todos nós fomos influenciados pela música dos Beatles. As excelentes composições de Lennon e McCartney marcaram uma época. Não tem como negar. Se você perguntar a Ozzy Osbourne e Steven Tyler, vai encontrar toda a melodia dos Beatles no que fazem", afirma a titia Alice. O disco inclui uma versão de luxo com um livro de fotos, DVD com documentário e arte assinada pelo antigo parceiro dos Beatles Alan Aldridge e um pen-drive com o formato do famoso baixo Hofner, modelo violino, imortalizado por Paul. Confira aqui quem participa e o que canta: Billy Joel –Maybe I’m Amazed; Bob Dylan – Things We Said Today; Heart – Band on the Run; Steve Miller – Junior’s Farm; Yusuf Islam (Ex-Cat Stevens) – The Long and Winding Road; Harry Connick, Jr. – My Love; Brian Wilson – Wanderlust; Corinne Bailey Rae – Bluebird; Willie Nelson – Yesterday; Jeff Lynne – Junk; Barry Gibb – When I’m 64, Jamie Cullum – Every Night, Kiss – Venus and Mars/Rock Show; Paul Rodgers – Let Me Roll It; Roger Daltrey – Helter Skelter; Def Leppard – Helen Wheels; The Cure, featuring James McCartney – Hello Goodbye; Billy Joel – Live and Let Die; Chrissie Hynde – Let It Be; Cheap Trick – Jet; Joe Elliott – Hi Hi Hi; Heart – Letting Go; Steve Miller – Hey Jude; Owl City – Listen to What the Man Said; Perry Farrell – Got to Get You Into My Life; Dion – Drive My Car; Allen Toussaint – Lady Madonna; Dr. John – Let ‘Em In; Smokey Robinson – So Bad; The Airborne Toxic Event – No More Lonely Nights; Alice Cooper – Eleanor Rigby; Toots Hibbert with Sly & Robbie – Come and Get It; B.B. King – On the Way; Sammy Hagar – Birthday - Deluxe/vinyl Edition Bonus Tracks: Robert Smith – C Moon; Booker T. Jones – Can’t Buy Me Love; Ronnie Spector – P.S. I Love You; Darlene Love – All My Loving; Ian McCulloch – For No One; Peter, Bjorn and John – Put It There; Wanda Jackson – Run Devil Run e Alice Cooper – Smile Away