sábado, 8 de abril de 2017

HAPPY BIRTHDAY JULIAN LENNON - 54 ANOS

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John Charles Julian Lennon nasceu em 8 de abril de 1963 em Liverpool. Julian é o primeiro e único filho de John Lennon com Cynthia Powell, sua primeira mulher. Quando nasceu, seu pai estava estava de férias na Espanha com seu empresário Brian Epstein, que foi escolhido para padrinho.
Nos primeiros anos de Julian, os Beatles estavam sempre excursionando e conquistando o mundo, e assim foi por toda sua primeira infância. Na segunda, teve um pouquinho mais de atenção do pai, mas ele continuava envolvido com os Beatles que continuavam conquistando o mundo. Na terceira, John Lennon já estava envolvido com Yoko Ono. Julian foi quem fez um desenho que inspirou John a escrever um grande clássico dos Beatles, "Lucy in the Sky with Diamonds", que acabou sendo associada à sigla LSD. Quando os Lennon se divorciaram, Julian tinha cinco anos.
Durante o divórcio dos pais, em 68, o “Tio” Paul ia visitá-lo regularmente e um dia, durante o trajeto, pensava no que diria a ele. Assim nasceram os primeiros versos de “HEY JUDE” - originalmente, Hey, Jules. McCartney mudou o nome porque achou que "Jude" era um nome mais fácil de cantar. Depois disso, Julian quase não teve mais contato com John Lennon até o início dos anos 70, quando, a pedido da namorada de seu pai, May Pang (Yoko Ono e Lennon estavam separados temporariamente), ele começou a ver seu pai com um pouco mais de regularidade. John comprou-lhe uma guitarra Gibson Les Paul e uma bateria para o Natal de 1973, e incentivou seu interesse pela música, mostrando-lhe alguns acordes. Julian começou a aprender a tocar guitarra e bateria com 10 anos e gravou com seu pai uma faixinha (que fazia parte do repertório do Beatles nos tempos de Hamburgo) que encerra o album Walls And Bridges, de 74. “Ya Ya”.
Sobre esse período, ele relembra: "Papai e eu ficamos muito melhor então. Tivemos muita diversão, rimos muito e tivemos grandes momentos em geral quando ele estava com May Pang. Minhas lembranças daquele tempo com papai e May são muito claras - eles foram o momento mais feliz que eu posso me lembrar com eles."
Depois do assassinato de John Lennon, em 1980, o jovem Julian, então com 17 anos,  decidiu que também seguiria a carreira musical. A saudade e a carência das pessoas por John Lennon, foram o alicerce para o início de sua carreira - aliados à sua voz e aparência, extremamente parecidos com o jovem John. E a carreira de Julian começou de forma brilhante, com um disco simplesmente espetacular que entou para as paradas das 10 mais imediatanete em 1984. “Valotte” foi produzido por Phil Ramone e trazia dois grandes sucessos: TOO LATE FOR GOODBYES e a faixa-título, VALOTTE. Em 1985, chegou a ser indicado para o grammy como artista-revelação.
Seu segundo álbum, The Secret Value of Daydreaming , de 1986 , foi criticado mas chegou ao 32º lugar na parada da Billboard e produziu o single "Stick Around", que foi seu primeiro single nos EUA a entrar no chart. Gravou a música "Because" (não confundir com a dos Beatles), gravada anteriormente por The Dave Clark Five, para o musical “Time” de 1986. Lennon nunca alcançou o mesmo nível de sucesso de Valotte , mas conseguiu um 5º lugar na Austrália com o single "Now You're In Heaven" de 1989, que também deu a ele seu segundo hit número um nos EUA. Em 1991, George Harrison tocou no álbum de Lennon “Help Yourself”, mas não foi creditado diretamente. Uma canção do álbum, " Saltwater ", alcançou o sexto lugar no Reino Unido e liderou as paradas de singles australianas por quatro semanas. Também durante este tempo ele contribuiu com uma cover de "Ruby Tuesday" dos Rolling Stones para a trilha sonora da série de televisão The Wonder Years. Lennon deixou o negócio da música por vários anos e seguiu seus interesses em cozinhar, navegar e esculpir e fotografar. Em maio de 1998, Julian Lennon lançou o álbum Photograph Smile sem sucesso comercial. Alguns críticos elogiaram o álbum como "bem-feito e melódico", concluindo que era "o tipo de música que receberia maiores elogios se não fosse feito por um filho de um Beatle". Em 2006, se aventurou em negócios na Internet, incluindo MyStore.com. Em 2009 Lennon criou uma nova parceria com Todd Meagher e Michael Birch chamado theRevolution, LLC. Através desta companhia, Lennon lançou uma canção-homenagem chamada "Lucy", em memória de Lucy Vodden, a menina que inspirou o desenho que inspirou a canção Lucy In The Sky, com renda revertida para a pesquisa de Lupus . Em outubro de 2011, lançou um novo álbum chamado “Everything Changes” que quase não teve repercussão.
Sobre seu pai, John Lennon: "A música de meu pai foi uma grande inspiração para mim. Ele era um grande músico. Ele não era um grande pai. Eu não o odiava, mas tinha medo dele. Eu não conhecia esse homem e a tentativa de se reconstruir uma relação que nunca houve fez com que ele tivesse tanto medo de mim quanto eu dele. Eu me lembro de pequenos momentos como, por exemplo, sentado na frente dele em uma motocicleta indo visitar Ringo.


Sobre sua mãe, Cynthia Powell: "Eu tenho que agradecer à mamãe por quem eu sou. Ela atuou na maior parte de minha vida, mantendo-me junto da maneira que eu sou e na maneira que eu me relaciono com as pessoas. Ela tem sido sempre a coisa mais importante da minha vida e sempre será. A pessoa mais íntima de minha vida, que é tudo para mim, que guiou-me e ajudou-me a me encontrar foi minha mãe. Ela é o tipo de pessoa que deixa você resolver seus problemas sozinho. Quero dizer, se você não pudesse resolver, ela ajudaria. Eu tinha que me arranjar sozinho e isso era importante e ela é o tipo 'deixe-me ser'".

Sobre Paul McCartney: "Adoro e admiro! Talvez goste mais das músicas dele do que das do meu pai."
Sobre seu meio-irmão, Sean Lennon: "Eu tenho muito amor e respeito por Sean. Eu não tenho nada contra Sean, me importo muito com ele e costumava tomar conta dele. Ele é sangue, ele é meu irmão. Eu amo muito Sean. Eu acho que ele é um cara muito esperto".Resultado de imagem para julian lennon ringo starr

sexta-feira, 7 de abril de 2017

GEORGE HARRISON & FRIENDS AT ALBERT HALL

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Em 6 de abril de 1992, George Harrison surpreendeu os fãs pacientes com seu primeiro show solo no Reino Unido desde que deixou os Beatles. Seria seu último show de longa-metragem. A aversão de Harrison ao desempenho ao vivo há muito tempo se tornou conhecimento comum. Os Beatles deixaram de fazer turnês em parte devido à sua crescente incapacidade de competir com o ruído de multidão, e a única tentativa de Harrison em uma excursão solo pós-Fab Four terminou em frustração em 1974. E assim passou a maior parte dos anos 80. No final da década que ele ressurgiu com seu álbum hit Cloud Nine e o primeiro lançamento dos Traveling Wilburys, mas nenhum registro levou a uma turnê completa de Harrison. Assim foi até o final de 1991, quando, seduzido por seu velho amigo Eric Clapton, ele finalmente voltou à estrada - e mesmo assim, ele só se apresentou no Japão. Claramente, sem uma verdadeira motivação para voltar aos palcos, George precisava de um empurrão para levá-lo de volta à frente de um público ao vivo - e isso ocorreu através do Natural Law Party, um grupo político fundado sobre os princípios da meditação transcendental cuja afiliação Com o Maharishi Mahesh Yogi atraiu o apoio de Harrison. Com as eleições gerais britânicas iminentes no dia 9 de abril, ele procurou divulgar o jovem partido da melhor maneira que ele sabia. "Eu quero uma mudança total e não apenas uma escolha entre esquerda e direita", disse Harrison no comunicado de imprensa anunciando o show. "O sistema que temos agora é obsoleto e não está cumprindo as necessidades das pessoas. Os tempos mudaram e precisamos de uma nova abordagem. ... o Partido da Lei Natural está transformando esta eleição em uma maravilhosa celebração nacional e estou com eles por todo o caminho".Imagem relacionada
Para completar o projeto de lei, Harrison alistou Joe Walsh e Gary Moore para abrir o show - mas era realmente ele que a multidão estava lá para ver. A casa quase cái abaixo quando ele apareceu no palco para começar o show. Como ele admitiu mais tarde, a recepção calorosa da platéia o surpreendeu. "Durante anos eu sempre tratei a imprensa mal-humorado e desagradável, e eu tinha construído esta impressão de que os britânicos não gostavam nem de mim e nem minha música", admitiu Harrison. "Quando eu pisei no Royal Albert Hall, foi inacreditável. Eu não conseguia controlar - o público estava tão feliz. Foi o zumbido mais incrível que ouvi." Infelizmente para os fãs, a música da noite de alta não levou a uma efusão de novas performances ou álbuns de Harrison. Ele ressurgira no palco um punhado de vezes durante a próxima década, mas o show de Albert Hall foi seu último show completo; Quando o seu próximo álbum, Brainwashed de 2002, chegou às lojas, ele já havia feito a passagem. Hare, Harri!

DAVID PEEL MORRE AOS 73 ANOS

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David Peel, ícone anti-establishment, cantor de rua de NYC e ativista político conhecido por suas canções sobre a maconha e John Lennon, morreu ontem - quinta-feira (6 de abril), confirmou seu amigo de longa data e ex-colega Jeff S. Levy, que o conheceu por mais de 40 anos. David Peel estava com 73 anos. 
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Peel sofreu um ataque cardíaco em 31 de março. Peel, nome verdadeiro David Rosario, lançou seus dois primeiros álbuns, The American Revolution e Have a Marijuana pela Elektra Records em 1968 e 1970, respectivamente. Encontrou com Lennon e Yoko Ono quando eles estavam sendo exibidos em Greenwich Village em 1972. De acordo com o biógrafo de Lennon Ray Coleman, Peel se apresentou dizendo: "Olá, meu nome é David Peel e eu trabalho para a Elektra Records". Lennon disse que o observava enquanto conversava com uma multidão."Ele estava de repente lá e nós começamos a cantar com ele na rua, e nós fomos movidos pela polícia, e era tudo muito maravilhoso, era isso. Ele era um cara tão grande, você sabe. Nós amamos sua música E seu espírito e tudo ... Toda sua filosofia de rua e tudo mais.Resultado de imagem para DAVID PEEL
Através de sua música crua, chamada de "street rock acústico”, suas letras sobre a maconha e "policiais ruins", sempre lhe causaram problemas. Ele tocou com artistas desde B. B. King à Plastic Ono Band. John Lennon mencionou David Peel na música "New York City" e logo em seguida, Lennon e Yoko Ono, produziram o terceiro álbum de David Peel, “The Pope Smokes Dope” em 1972. Bastante frustrado com a censura das grandes gravadoras, David Peel fundou a Orange Records apenas para lançar suas próprias gravações e também a de milhares de artistas independentes.Resultado de imagem para DAVID PEEL
Seus últimos álbuns solo incluíram homenagens a Lennon: “John Lennon For President” e “John Lennon Forever”. Peel continuou vivendo em Nova York até sua morte e seu ativismo político nunca parou. Em 2012, foi entrevistado pelo The New York Times como um defensor da Ocupação de Wall Street. Ele disse ao The Times que planejava continuar cantando "até o dia em que eu cair morto e ir para o céu do rock 'n' roll". Uma reedição de The Pope Smokes Dope, que estava em andamento antes da morte de Peel, agora está no limbo.

ACROSS THE UNIVERSE EM COMERCIAL DA SAMSUNG

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O novo flagship (?) da Samsung, o Galaxy S8, já tem três novos comerciais para. Além de estarem disponíveis no YouTube, as produções devem passar na televisão e em outras mídias. Então, não se assuste se você estiver no cinema, vendo um vídeo a bordo de um avião ou dando uma voltinha na Times Square e se deparar com a Samsung tentando te convencer que ela é uma boa marca. No segundo vídeo da firma sul-coreana, há até uma música dos Beatles como trilha sonora pano de. Confira aqui o filme da companhia embalada com Across the Universe:

A GUITARRA MAIS CARA DA HISTÓRIA

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Nesta semana, a Ultimate Guitar listou as guitarras mais caras já vendidas da história. Em primeiro lugar está uma Fender Stratocaster de cor branca, que foi vendida em 2005 por 2, 7 milhões de dólares (equivalente a 8,3 milhões de reais). O instrumento é assinado pelos músicos mais respeitados do mundo: Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton, Brian May, Jimmy Page, David Gilmour, Jeff Beck, Pete Townsend, Mark Knopfler, Ray Davis, Liam Gallagher, Ronnie Wood, Tony Iommi, Angus and Malcolm Young, Paul Mccartney, Sting, Ritchie Blackmore, Def Leppard e Bryan Adams. Tá bom ou quer mais? A guitarra foi adquirida em um leilão em Catar, na Ásia, por Sheikha Mayassa bint Hamad Al Thani, filha do Emir do Catar, e uma das fundadoras da organização Reach Out To Asia. O dinheiro arrecadado foi doado à instituição para ajudar vítimas de Tsunamis.

NOVO DOCUMENTÁRIO DOS BEATLES DEVE SER LANÇADO EM MAIO

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Chegará nas salas de cinema do Reino Unido, um novo documentário sobre os Beatles intitulado "It Was Fifty Years Ago Today! Sgt Pepper & Beyond". Dirigido por Alan G. Parker e produzido por Reynold D'Silva e Alexa Morris, o filme apresenta incríveis e raras imagens de arquivo inéditas desde a década de 1960. Também apresenta raras entrevistas com o baterista original dos Beatles, Pete Best, a irmã de John Lennon, Julia Baird, Barbara O'Donnell, secretária de Brian Epstein, Steve Diggle, do Buzzcocks, Tony Bramwell, a irmã de Pattie Boyd, Jenny Boyd, Hunter Davies, Simon Napier-Bell, Ray Connolly, Bill Harry, Philip Norman, Steve Turner, Andy Peebles, Freda Kelly e The Merseybeats.A ambientação do filme gira em torno do período de agosto de 1966 até agosto de 1967 e relata por que a banda parou de fazer turnês durante esse período e como o álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" foi criado nos estúdios Abbey Road em Londres. Parker diz: "Nós reunimos relatos em primeira mão dos fatos que ajudaram Sgt. Pepper acontecer e também imagens raras, que estavam em arquivos esquecidos e também estão no acervo pessoal de colecionadores. Os últimos dias de turnê, a criação do álbum (e as consequências que ele deixou para trás). Espero dar ao público uma sensação íntima com a banda, o tempo e o impacto deste álbum extraordinário". Depois do lançamento nos cinemas do Reino Unido, que será no dia 26 de maio, o documentário será lançado digitalmente no dia 1º de junho - data do 50º aniversário do álbum - e em DVD e Blu-ray em 3 de julho. A edição de colecionador em Blu-Ray com disco duplo terá mais de quatro horas de duração. Material bônus exclusivo também estará disponível em julho.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

THE BEATLES - I'LL BE ON MY WAY

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“I’ll Be On My Way” foi a única canção de Lennon-McCartney nunca gravada a ser incluída em Live At The BBC e, como tal, a primeira canção de Lennon-McCartney tocada pelos Beatles a ser lançada depois de maio de 1970. Escrita por Paul em 1961 como uma imitação de Buddy Holly, ela foi incluída no repertório do grupo pelos anos seguintes, mas não estava no set list no teste para a Decca, um indício da desaprovação deles. Ela foi dada a um antigo amigo, Billy J. Kramer, que a usou como lado B de “DoYouWantTo KnowA Secret?”, em abril de 1963. A letra serve de lembrete de que os Beades não começaram como artistas visionários, eles simplesmente reagrupavam clichês existentes. Aqui “June light” se transforma em “moon light” (naturalmente) e o narrador perdido de amor é forçado a se exilar onde “golden rivers flow” e “the winds don’t blow”. Fica parecendo a borda de um vulcão ativo, mas é possível que Paul tivesse outra coisa em mente. Como era de se esperar, John foi só desdém quando perguntaram a ele sobre a canção em 1980: era exatamente o tipo de música pop que sempre o deixara desconfortável porque suprimia o ponto de vista individual com uma avalanche de frases comuns. Paul não foi tão duro ao olhar para trás. Era uma rima óbvia, ele reconhecia, mas tinha ‘funcionado bem” para o grupo nos primeiros shows. "I'll Be On My Way", foi uma das nada menos seis músicas que o cantor Billy J. Kramer ganhou de mão beijada entre 63 e 65 de Lennon & McCartney. As outras eram "Do You Want To Know a Secret" (que chegou ao #1), "Bad To Me", "I'll Keep You Satisfied", "From a Window" e "I Call Your Name". Oficialmente, dessas os Beatles gravaram "Do You Want To Know a Secret" e "I Call Your Name".

O QUE ERA O VERDADEIRO RHYTHM AND BLUES

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Em 15 de fevereiro de 1949, surgiu pela primeira vez a expressão "Rhythm & Blues", criada por Jerry Wexler, redator da revista Billboard; inicialmente o termo era usado para designar toda e qualquer música popular afro-americana, mas com o surgimento do Rock'n'Roll, acabaria se tornando sinônimo de Blues "balançado", "dançante". O Rhythm and blues ou R&B passou por uma série de mudanças no seu significado, começando ainda na década de 1960, após este estilo de música contribuir para o desenvolvimento do rock and roll, a expressão R&B passou a ser utilizada - especialmente por grupos brancos - para se referir a estilos musicais que se desenvolveram a partir do blues e do associado eletric blues, bem como o gospel e a soul music. Desde a década de 1990, o termo R&B contemporâneo é utilizado principalmente para se referir a um subgênero com influencias de soul e funk na música pop. Em suas primeiras manifestações, o chamado rhythm and blues era uma versão negra de um predecessor do rock. Foi fortemente influenciado pelo jazz, particularmente pelo chamado jump blues (Blues em andamento acima, mais precisamente o boogie woogie, influenciado por big bands, especificamente o swing) assim como pelo gospel. Por sua vez, também influenciou o jazz, dando origem ao chamado hard bop (produto da influência do rhythm and blues, do blues e do gospel sobre o bebop) e posteriormente ao Jazz Fusion e Smooth Jazz. Os músicos davam pouca atenção às distinções feitas entre o jazz e o rhythm and blues, e geralmente gravavam nos dois gêneros. Várias bandas (como as que acompanhavam os músicos Jay McShann, Tiny Bradshaw, e Johnny Otis) também gravavam rhythm and blues. Mesmo um ícone de arranjos bebop como Tadd Dameron também produziu arranjos R&B para Bull Moose Jackson, e trabalhou dois anos como pianista de Bull Moose após se estabelecer como músico de bebop. Um dos nomes que se destacou neste gênero foi Muddy Waters. Não foi só no cabaré pop dos EUA, mas também no do Reino Unido durante os anos 60, que o R&B atingiu seu auge de popularidade. Sem sofrer o mesmo tipo de distinção racial que limitava sua aceitação nos EUA, os grupos musicais britânicos rapidamente adotaram este estilo de música, e bandas como os Rolling Stones e The Animals levaram o rhythm'n'blues a grandes platéias. O termo caiu em desuso depois dos anos 60, porém ressurgiu nos últimos anos para designar a sub-música negra norte-americana abrangendo o pior do pop, fortemente influenciado pelo hip hop, pelo funk, e pelo soul. Neste contexto, só a abreviatura R&B é usada, e não a expressão toda.

AS NOVIDADES DO SGT. PEPPER'S 2017

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No dia 1º de junho de 2017, um dos álbuns mais importantes da história da música completará 50 anos desde seu lançamento. Em comemoração, o lendário “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, ganhará um box para lá de especial. Na nova versão, com um total de 6 discos, além da inclusão das canções “Strawberry Fields Forever” e “Penny Lane”, como já informado anteriormente, haverá um total de 100 minutos de outtakes, incluindo diversas gravações não ouvidas, além de uma mixagem especial em mono que inclui seis faixas extras, junto de uma versão “perdida” de “Lucy in the Sky with Diamonds”. Também haverá o DVD e Blu-Ray do documentário “The Making Of Sgt. Pepper” restaurado e um livro com 144 páginas. Além da edição mais completa, também ficarão disponíveis as quatro seguintes versões: 1 CD, 2 CDs, 2 LPs e digital. O lançamento está marcado para o dia 26 de maio. Na Amazon americana, a edição Deluxe custará US$ 150, enquanto as outras versões custarão entre US$19 e US$39. Para a divulgação do lançamento, diversos vídeos estão sendo publicados nas redes sociais dos Beatles, deixando alguns fãs bastante curiosos. 
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The Beatles, ‘Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band: Super Deluxe’ Track Listing 
CD 1: ‘Sgt. Pepper’ 2017 Stereo Mix 
CD 2: Complete early takes from the sessions, sequenced in chronological order of their first recording dates
1. Strawberry Fields Forever [Take 1]
2. Strawberry Fields Forever [Take 4]
3. Strawberry Fields Forever [Take 7]
4. Strawberry Fields Forever [Take 26]
5. Strawberry Fields Forever [Stereo Mix – 2015]
6. When I’m Sixty-Four [Take 2]
7. Penny Lane [Take 6 – Instrumental]
8. Penny Lane [Vocal Overdubs And Speech]
9. Penny Lane [Stereo Mix – 2017]
10. A Day In The Life [Take 1]
11. A Day In The Life [Take 2]
12. A Day In The Life [Orchestra Overdub]
13. A Day In The Life (Hummed Last Chord) [Takes 8, 9, 10 and 11]
14. A Day In The Life (The Last Chord)
15. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band [Take 1 – Instrumental]
16. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band [Take 9 And Speech]
17. Good Morning Good Morning [Take 1 – Instrumental, Breakdown]
18. Good Morning Good Morning [Take 8] 
CD 3: Complete early takes from the sessions, sequenced in chronological order of their first recording dates
1. Fixing A Hole [Take 1]
2. Fixing A Hole [Speech And Take 3]
3. Being For The Benefit Of Mr. Kite! [Speech From Before Take 1; Take 4 And Speech At End]
4. Being For The Benefit Of Mr. Kite! [Take 7]
5. Lovely Rita [Speech And Take 9]
6. Lucy In The Sky With Diamonds [Take 1 And Speech At The End]
7. Lucy In The Sky With Diamonds [Speech, False Start And Take 5]
8. Getting Better [Take 1 – Instrumental And Speech At The End]
9. Getting Better [Take 12]
10. Within You Without You [Take 1 – Indian Instruments Only]
11. Within You Without You [George Coaching The Musicians]
12. She’s Leaving Home [Take 1 – Instrumental]
13. She’s Leaving Home [Take 6 – Instrumental]
14. With A Little Help From My Friends [Take 1 – False Start And Take 2 – Instrumental]
15. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise) [Speech And Take 8] 
CD 4: ‘Sgt. Pepper’ and bonus tracks in Mono
(Tracks 1-13: 2017 Direct Transfer of ‘Sgt. Pepper’ Original Mono Mix)
14. Strawberry Fields Forever [Original Mono Mix]
15. Penny Lane [Original Mono Mix]
16. A Day In The Life [Unreleased First Mono Mix]
17. Lucy In The Sky With Diamonds [Unreleased Mono Mix – No. 11]
18. She’s Leaving Home [Unreleased First Mono Mix]
19. Penny Lane [Capitol Records U.S. Promo Single – Mono Mix] 
DISCS 5 & 6 (Blu-ray & DVD): Audio Features (both discs)
– New 5.1 Surround Audio mixes of ‘Sgt. Pepper’ album and “Penny Lane,” plus 2015 5.1 Surround mix of “Strawberry Fields Forever” (Blu-ray: DTS HD Master Audio 5.1, Dolby True HD 5.1 / DVD: DTS Dolby Digital 5.1)
– High Resolution Audio versions of 2017 ‘Sgt. Pepper’ stereo mix and 2017 “Penny Lane” stereo mix, plus 2015 “Strawberry Fields Forever” hi res stereo mix (Blu-ray: LPCM Stereo 96KHz/24bit / DVD: LPCM Stereo)
Video Features (both discs):
– The Making of Sgt. Pepper [restored 1992 documentary film, previously unreleased]
– Promotional Films: “A Day In The Life;” “Strawberry Fields Forever;” “Penny Lane” [4K restored]

terça-feira, 4 de abril de 2017

THE BEATLES - OS ÁLBUNS 1962/1966 - 1967/1970

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No dia 2 de abril de 1973, a Capitol lançou nos EUA as famosas coletâneas “The Beatles 1962-1966” e “The Beatles 1967-1970”. A foto do segundo disco, tirada em 1969 como uma nova versão da capa de “Please Please Me” seria usada originalmente no LP “Get Back” que acabou mudando de nome e capa.
Apesar de passados três anos desde Let It Be (maio/1970), o novo lançamento dos Beatles compensou a espera. E não era apenas um LP, mas quatro, uma compilação dos maiores sucessos selecionados por eles próprios, e embora o lançamento tenha sido planejado para combater o volume crescente de antologias piratas, os discos são excelentes. Os dois álbuns (com dois LPs cada) como o título sugere, acompanha a história dos Beatles, do primeiro compacto, “Love Me Do”, de 1962, a “Let It Be”, de 1970. Todos os sucessos que chegaram ao número 1 nas paradas foram incluídos (o que significa o lado A de todos os compactos) e uma boa seleção de músicas de Lennon e McCartney, Harrison ou Ringo Starr de todos os seus LPs.
As capas dos dois álbuns duplos têm fotografias dos Beatles tiradas no mesmo local com um intervalo de oito anos. São assinadas pelo fotógrafo Angus McBean.Uma curiosidade: No “miolo” dos dois álbuns, aparece uma foto enorme em preto e branco. Uma foto enigmática que mostra os Beatles em meio a um grupo de pessoas, todos com cara de velório, atrás de um portão da igreja de St. Pancras Gardens em Londres. 
Essa foto foi tirada pelo fotógrafo Don McCullin no dia 28 de julho de 1968 (um domingo) naquele que ficou conhecido como “Mad Day Out” (um dia de folga na vida dos Beatles). À frente do portão (e deles), a estranha figura de um garoto. O nome dele é Gary Evans, e é filho do falecido Mal Evans. Na época da foto ele tinha 7 anos, agora está com 56 e ainda hoje, é magoado pela forma de tratamento que os Beatles dispensaram à sua família depois da morte do pai, embora George Harrison tenha feito uma doação de 5.000 libras para a família na época da morte de Mal Evans. O crédito da informação sobre quem era esse garoto, é do nosso amigo João Arnaldo. Grande abraço.

JOHN LENNON - ANGEL BABY - SENSACIONAL!

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Embora tenha sido gravada durante as sessões do álbum Rock 'N' Roll em 1973, a versão de John Lennon para “Angel Baby” permaneceu inédita até 1986, quando foi lançada a coletânea póstuma Menlove Ave.
“Angel Baby” foi escrita por Rosie Hamlin, e lançada pela primeira vez como single em 1960 por Rosie & The Originais. Na época, Rose tinha 15 anos, e a gravação doo-wop foi feito em uma máquina de duas faixas em um hangar de aviões. O single foi lançado pela Highland Records, e alcançou a posição número cinco na Billboard Hot 100, em dezembro de 1960. Permaneceu um total de 12 semanas nas paradas. Lançada pela London Records no Reino Unido, “Angel Baby” não se saiu tão bem, não conseguindo boas posições, mas deixou uma forte impressão em Lennon. Ele escolheu-a para as sessões de Rock 'N' Roll com a produção de Phil Spector e sua “muralha de som” com um arranjo de metais crescente. Lennon viu na ingênua balada teen de Hamlin uma canção de amor de rock 'n' roll. Sua introdução falada, também deixou clara sua adoração pela música. Ele diz: “Esta aqui é uma das minhas favoritas canções de todos os tempos. Meu amor pra Rosie, onde quer que ela esteja”.

A PEDIDOS - THE PETE BEST BAND - GONE - SENSACIONAL!

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Publicada originalmente em 10 de setembro de 2008. Abração para a amiga Larissa Mendes!Pode-se dizer que “HAYMANS GREEN” é o primeiro álbum de Pete Best em todos esses anos. Pelo menos é seu primeiro álbum autoral, em que ele aparece como autor ou co-autor de todas as faixas. E o disquinho é danado de bom! São 11 faixas que lembram bem os melhores momentos dos grandes grupos pop dos anos 70. É o 5º CD de Pete Best, depois de "Back To The Beat" (1995 - que também já esteve aqui para download), "Beyond The Beatles 1964-1966" (1996), "Once A Beatles, Always..." (1996) e "Casbah Coffee Club, Birthplace Of The Beatles 29 08 59" (1999). Sem contar os discos com THE PETE BEST COMBO, dos anos 60.Em “HAYMANS GREEN”, todas as músicas são autobiográficas, tratando de diferentes momentos da vida de Pete. “Step Outside” é uma balada linda e está na programação da rádio Beatles-A-Rama juntamente com "Gone". “Haymans Green" foi lançado em 16 de setembro de 2008. De lá pra cá, apareceu aqui quatro vezes, esta é a quinta.

LIVERPOOL PROMETE COMEMORAR O SGT. PEPER’S EM GRANDE ESTILO

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O mítico álbum Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band faz 50 anos e Liverpool vai comemorá-lo em grande estilo. Entre 25 de maio e 16 de junho, um festival vai celebrar cada uma das 13 canções do álbum que ainda hoje é considerado um dos mais influentes de toda a história da música. Para os Beatlemaníacos, Liverpool é uma espécie de santuário, onde se percorrem as capelinhas relacionadas com a famosa banda, do Cavern Club, onde começaram a tocar, a Penny Lane, sem esquecer Strawberry Fields. Mas, este ano, a cidade onde os Beatles nasceram (e à custa deles tornou-se uma espécie de meca turística) vai levar ainda mais a sério o seu culto para celebrar o 50.º aniversário do álbum Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Afinal, meio século é uma idade respeitável para o álbum icónico que ainda hoje é considerado como um dos mais influentes de todos os tempos. E assim, entre maio e junho, um festival vai celebrar cada música do álbum de 1967 – são 13 – com diferentes eventos, que vão acompanhar tudo aquilo que um fã dos Beatles já pode fazer todo o ano (com o extra de o The Beatles Story ter nova memorabilia para apresentar). A ideia deste festival é “juntar artistas de renome internacional com talentos de Liverpool para prestar homenagem ao 50.º aniversário do que é visto como o divisor de águas do rock”, diz a organização. O presidente da câmara de Liverpool, Joe Anderson, afirmou em comunicado que “Sgt Pepper’s extrapolou as fronteiras criativas” e Liverpool quer “fazer exatamente o mesmo”. “Este é um festival que traz a “alta arte” para o mainstream e dá-lhe um toque de Liverpool que é intelectualmente provocador, algumas vezes atrevido e sempre divertido.
Na cidade de John, Paul, George e Ringo, vai reimaginar-se cada uma das 13 canções originais através de música, dança, poesia, teatro, entre outros, que vão ocupar locais tão marcantes como o Tate Liverpool, o Liverpool’s Royal Court, Camp Hill, o St. George’s Hall, a Hope Street, Aintree Racecourse ou a Woolton Picture House. O ponto alto das comemorações dos 50 anos de Sgt Pepper’s Lonely Heats Club Band será na data do lançamento oficial do álbum, em 1º de junho, durante o qual a cidade vai celebrar a canção que encerra o disco, A Day in the Life, com os realizadores fazendo um filme que tentará capturar a essência de Liverpool nessas 24 horas – o filme será depois estreado em 16 de junho na Woolton Picture House. Contudo, há mais 12 canções para revisitar. E, por exemplo, Lucy in the Sky with Diamonds, uma das mais famosas do quarteto, inspirou Suspended Time, uma criação que é “parte performance, parte narrativa, parte espectáculo pirotécnico” que será apresentada também em 1º de junho. O tema When I’m Sixty-Four será o mote para um olhar para diferentes gerações e ao significado de idade para cada uma delas. Vai haver também 64 coros de todas as idades cantando a canção por toda a cidade. With a Little Help From My Friends terá o dedo de um vencedor do Prêmio Turner, Jeremy Deller, e a concretização será uma exposição de arte pública por toda a cidade que examinará a natureza da amizade. Fixing a Hole será o pretexto para a artista norte-americana Judy Chicago criar o seu maior quadro, na forma de um mural nas paredes do Grain Silo na Great Howard Street. Alguns eventos são gratuitos, outros necessitam de bilhetes. A informação está disponível em www.sgtpepperat50.com.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

PAUL McCARTNEY - UNPLUGGED

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Em janeiro de 1991, Paul McCartney gravou ao vivo no London Limehouse o seu “Unplugged” para a MTV mesclando músicas dos Beatles, da carreira solo e diversos covers. A apresentação de Paul e sua banda é realmente “desplugada” com microfones na frente dos violões a partir de uma idéia oferecida a MTV pelo próprio Paul. Foi o único show em que o ex-beatle tocou bateria em uma das músicas. "PAUL McCARTNEY – UNPLUGGED" foi o primeiro da série MTV Unplugged a ser produzido e comercializado – com edição mundial limitada a 500 mil cópias. Pois quem gostou de "We Can Work It Out" aí em cima, confere agora, a magnífica e impecável apresentação do velho mestre no auge da forma, inteirinho, na íntegra, com absoluta qualidade de som e imagem.

domingo, 2 de abril de 2017

ESTÁ CHEGANDO AÍ O SGT. PEPPER'S VERSÃO 5.0

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No dia 1º de junho de 2017, o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles celebrará seu 50º aniversário. Embora não tenha havido nenhuma palavra oficial sobre o que eles estão preparando, imagina-se que o que quer que seja deve ser deleite para os fãs. Já é sabido que Strawberry Fields e Penny Lane aparecerão, mas é completo segredo de que forma elas estarão dispostas. Seguindo o costume das comemorações de aniversário destes álbuns clássicos dos Beatles, um box comemorativo com alguns bônus deve ser anunciado. E, na minha modesta opinião, é nessa caixa que deveriam aparecer essas duas músicas, num CD separado. Mas há especulações de que na nova reedição do disco (em sí) que está em andamento, "Strawberry Fields Forever" e "Penny Lane" estão algum lugar do CD. Nos últimos dias, os Beatles, George Harrison e Ringo Starr publicaram uma imagem de quatro cores para seus feeds no Twitter e outras redes, e os Beatles também adicionaram a sua página no Facebook. Percebe-se que tanto o esquema de cores quanto o posicionamento correspondem diretamente às roupas que os quatro Beatles estão usando na capa icônica do álbum. O produtor dos Beatles George Martin disse uma vez que a decisão de lançar as duas canções como um duplo lado A, em fevereiro de 1967 - quatro meses antes do lançamento do Sgt. Pepper - em vez de colocá-los no próprio álbum foi "um erro verdadeiramente terrível". Seja como for, esta nova reedição tem a plena cooperação e participação de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono e Olivia Harrison.

Não deixe de conferir novamente a superpostagem “STRAWBERRY FIELDS FOREVER E PENNY LANE FAZEM 50 ANOS!" publicada em fevereiro do corrente.

sábado, 1 de abril de 2017

YOKO ONO - O CÉU AINDA É AZUL, VOCÊ SABE…

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Instalação War is Over em Nova York, 1969
Mostra da artista no Instituto Tomie Ohtake apresenta depoimentos de mulheres sobre a opressão, convites para sentir o calor do sol e um telefone que pode tocar a qualquer momento. Fonte: http://brasileiros.com.br/ - Por Sarah Maia

Quem visitar o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a partir desse sábado (1), vai ser convidado a pensar sobre seus sentimentos, a olhar para o mundo a sua volta, a refletir sobre a violência, sobre o papel da mulher na sociedade e sobre a relação com a própria mãe. O convite, ora metafórico, ora simples e direto, é feito pela artista nipo-americana Yoko Ono na exposição O Céu Ainda é Azul, Você Sabe…, em cartaz até 28 de maio. Logo na entrada do Instituto, espelhos refletem a luz solar e chamam o visitante a, por um segundo, sentir o calor do sol. Durante toda a visita, as inúmeras instruções, acompanhadas por vídeos e outras instalações da artista, conduzem o público ao mundo poético e particular de Yoko Ono, pioneira na aplicação de obras-instruções na arte contemporânea -uma das grandes revoluções artísticas dos anos 1950 e 1960 segundo o curador da mostra, Gunnar Kvaran. “Essa maneira de pensar a obra concentra a noção de arte em uma ideia, abolindo o objeto e convidando o espectador a ser parte do processo criativo”. Segundo Kvaran, a mostra cria forma por meio da interação das pessoas com as obras.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
“Nesse caso, não existe arte sem interação. São ações simples, mas sempre cheias de significado”, explica o curador. Ao lado da artista, ele selecionou alguns trabalhos especialmente para a exposição em São Paulo, o que a torna diferente da mostra realizada no ano passado no museu Malba, em Buenos Aires, Argentina. O convite à interação, inclusive, começa antes mesmo da entrada da exposição. A montagem das obras é feita apenas com manuais de montagem enviados por e-mail por Yoko Ono, o resto é todo produzido e construído com material local. A jabuticabeira da obra Árvore da Vida foi escolhida como simbólica da flora brasileira. E na obra Mapa Imagine a Paz o mapa escolhido é o de São Paulo, e nele o visitante carimba a região onde deseja paz. Ao contrário de outras exposições de artistas internacionais, nada é traduzido para o inglês. Tudo ali é produzido na língua local. “Ela faz questão que não exista nenhuma interferência de culturas externas para que o visitante sinta a noção de pertencimento”, explica Kvaran.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
O discurso pela paz e pelo humanismo acompanha Ono até mesmo antes do casamento com John Lennon em 1969, mas era frequentemente relativizado por um dado biográfico controverso e relevante, de que ela teria sido pivô na separação dos Beatles. Em 2016, Yoko declarou que não foi bem vista pela união com Lennon. “O mundo não me aceitou por ter me casado com ele”, afirmou em entrevista ao jornal El País. Em 2012, Paul McCartney afirmou publicamente que ela não havia dividido o grupo. “Já estava se dividindo sozinho mesmo”, disse, confessando porém que eles se sentiam incomodados com a presença dela no estúdio. A declaração diminuiu o peso que os fãs da banda colocaram durante anos sobre ela.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
Logo na primeira sala da mostra, caixas com pedras representando a felicidade e a tristeza chamam o público a deixar ali mesmo seus sentimentos para, em seguida, ser convidado ao exercício de não pensar nada negativo sobre ninguém. É nessa sala que está uma de suas obras mais famosas, Pintura do Teto ou Pintura do Sim, que levou John Lennon a conhecer Yoko Ono em 1966. A instalação é formada por um quadrado de papel colocado em um lugar alto com a superfície voltada para baixo, onde está escrito “sim”. Há também uma escada de cerca de 1,80 m e uma lupa que o visitante deve utilizar para chegar o mais próximo possível da palavra.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
“Lennon seguiu as instruções da instalação, ficou muito impressionado e quis conhecer a artista”, conta Kvaran, que selecionou para o ambiente as primeiras obras produzidas por ela no início dos anos 50, ainda muito influenciadas pela cultura japonesa, pelo zen budismo e pelo contato com movimentos artísticos que questionavam a hegemonia americana nas artes e o posicionamento do governo japonês na Segunda Guerra, como as performances e happenings do grupo Gutai. “São peças mais meditativas e instruções metafóricas mentais ou físicas que nos levam a olhar para dentro de nós mesmos”, explica o curador.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
Entre as principais influências na formação intelectual de Yoko, ele cita o conhecimento musical do pai, o banqueiro e pianista Yeisuke Ono, e a força da mãe, Isoko Yasuka, filha de um dos homens mais ricos do Japão. Foi a mãe quem conduziu Yoko a uma visão de gênero mais igualitária e feminista –uma das grandes bandeiras defendidas pela artista. “Quando ela tinha cinco, seis anos, ingressou em uma escola avant-garde experimental no Japão. No ensino médio, a pedido de sua família, o governo mudou as leis para que ela pudesse estudar com meninos, incluindo o filho do imperador, e não numa sala só com meninas”, conta o curador. O engajamento em movimentos pacifistas e feministas aparece nas obras que compõem a segunda sala da mostra, todas produzidas a partir dos anos 1960. Ali é possível ver a preocupação com conflitos políticos e sociais e as influências do movimento internacional Fluxus, do qual ela participava e cujos integrantes acolhia em seu Loft em Nova York.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
Capacetes da polícia recheados de peças de quebra-cabeça com o desenho do céu compõem uma das instalações do espaço –“para saber que somos todos parte um do outro”, que abriga também a peça Jogue na confiança, um tabuleiro de xadrez todo branco, onde as peças, brancas também, confundem os adversários. Em A Guerra Acabou (se você quiser), montes de terra lembram os históricos conflitos brasileiros em Canudos, Eldorado dos Carajás e o mais recente na comunidade indígena Nande Ru Mangaratu. É ali também, entre vídeos com temáticas feministas, como estupro e a liberdade do corpo, que o visitante encontra a mais recente instrução de Yoko e que já percorreu mais de sete países.http://brasileiros.com.br/wp-content/uploads/2017/03/
Inaugurada em 2013, Emergindo convida as visitantes a relatarem momentos em que se sentiram agredidas ou diminuídas por serem mulheres. (Quem quiser ver seu depoimento na exposição pode enviar um relato com uma foto dos olhos para o e-mail estamosemergindo@gmail.com). “Fui violentada no meu direito de escolher a hora, momento e pessoa. Sociedade machista que mulher direita preserve o hímen. Desprezível sociedade, para ser aceita, cedi” (sic). “É a primeira vez que Yoko usa e-mail como ferramenta, em uma interação direta com as mulheres. O resultado é sempre acachapante, com relatos muito poderosos e engajados”, comenta o curador, que aponta para a última obra da mostra. Mamãe é Linda reserva um espaço para que o visitante escreva sobre sua mãe em um post-it e cole na parede. “É impressionante como um ato tão simples preenche o espaço de emoção”. Entre as mais de 60 obras, a instalação que ocupa o vão central é a única que abre espaço para artistas brasileiros. A pedido da própria Yoko Ono, Camila Sposati, Carmela Gross, Mayana Redin, Pjota, Regina Silveira, Rivane Neuenschwander e Rodrigo Braga criaram peças para a obraEventos Água, sobre o uso e escassez da água. “Meus caros companheiros artistas, quero pedir a vocês que forneçam um recipiente para água que será dada a pessoas específicas, seja para curar suas mentes, seja para expressar a coragem delas em se expressar”, explica ela na instrução. E mesmo tendo confirmado que não virá ao Brasil, a artista, ou ao menos sua voz, é esperada na exposição. Com a obra Peça Telefone, Yoko pode entrar em contato a qualquer momento por um telefone cujo número só ela tem. A instrução da peça? “Quando o telefone tocar saiba que sou eu”.

ARTHUR DOOLEY E SUAS HOMENAGENS AOS BEATLES

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No dia 1º de abril de 1974, foi inaugurada próxima ao Cavern Club na Mathew Street em Liverpool, um monumento retratando uma Madonna segurando três bebês e um bebê voando (que desapareceu com o tempo). A obra do artista Arthur Dooley, de Liverpool, traz uma inscrição que diz: "Quatro rapazes que sacudiram o mundo". Foi o primeiro monumento público em Liverpool a homenagear os Beatles. Dooley morreu em 1994, com apenas 65 anos. A estátua de John Lennon, também na Mathew Street, também é dele.

JOHN E PAUL - THE LAST PHOTOGRAPH - O ENCONTRO EM MALIBU

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No dia 1º de abril de 1974, em Santa Monica, na California, foi tirada a última foto em que John e Paul aparecem juntos durante o que ficou conhecido como “fim-de-semana-perdido”. A foto foi tirada por Dougal Butler, assistente pessoal de Keith Moon (The Who) que também pode ser visto em outras fotos da mesma sequencia. Absolutamente imperdível a mega postagem “MAY PANG - "O FIM DE SEMANA PERDIDO” – publicada em 25 de setembro de 2012.
https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/e3/7e/9c/http://www.feelnumb.com/wp-content/uploads/2009/07/http://beatlephotoblog.com/photos/2013/05/
Aqui, a gente confere um trecho do livro 
"Paul McCartney - Uma Vida"de Peter Ames Carlin, sobre esse encontro.
A possibilidade de um encontro dos Beatles sempre estivera presente e, por volta de 1974, pareceu estar perto de se tomar realidade. A co­laboração deles quase completa em Ringo foi bastante tentadora nesse sentido, e até mesmo John demonstrou desejar que aquilo aconteces­se então. “É isso aí, nós três estávamos lá”, declarou ele ao repórter da revista New Musical Express, Chris Charlesworth, ao comentar a sessão em que tocara com George e Ringo, no final de 1973. “Provavelmente, Paul também teria se juntado se estivesse na cidade, mas não estava.” Embora Paul continuasse negando os rumores de que o grupo voltaria a se reunir, tanto quanto os outros Beatles, ele também não deixava de meditar sobre aquilo, e mesmo de ansiar publicamente pela possibili­dade de realmente fazê-lo. Talvez, com seu jeito quieto, ele estivesse trabalhando para que isso acontecesse. Pelo menos, foi a impressão que ele deu na noite em que apareceu, de surpresa, numa das sessões de gravação de John, em Los Angeles. Na época, John estava separado de Yoko e vivia com a antiga secre­tária dos Lennon, May Pang, e permitia-se algo como uma adolescência renovada. Mas também estava trabalhando, tentando conciliar dois de seus novos projetos de gravação com um álbum que estava produzindo para Harry Nilsson. Ele comandava as sessões do disco de Nilsson, em março de 1974, quando Paul começou a circular pela cidade. Eles se viram pela primeira vez na cerimônia de entrega de prêmios da Acade­mia, no dia 9 de março, e se encontraram nos bastidores para conver­sar um pouco. O encontro público inspirou ainda mais rumores sobre a reunião dos Beatles, e eles teriam sido ainda mais febris se algum observador tivesse visto Paul e Linda se esgueirando pelos Burbank Studios, após a meia-noite do dia 28 de março, indo direto ao recinto em que John estava trabalhando com Nilsson, Ringo e uma banda rota­tiva de amigos famosos. "Não tínhamos ideia de que ele viria”, diz May Pang. "Subitamente, nos viramos e nos deparamos com Paul.” John sorriu quando se abraçaram. "Como você descobriu que es­távamos aqui?” Paul deu de ombros e olhou em volta do estúdio. Mal Evans, o velho assistente dos Beatles, estava lá, de pé com os ou­tros músicos que rodopiavam por ali, conversavam e fumavam juntos, e agora assistia a essa nova cena sendo desenrolada diante de seus olhos. Mas Paul tinha perdido a sessão de gravação e não conseguiu esconder a decepção no olhar. “Então, por hoje já terminou?”."Bem, sim". Mas John costumava ficar até mais tarde na maioria das noites e, no fim, acabava fazendo improvisações com quem quer que estivesse por perto. Paul se aproximou da batería — a batería de Ringo — subiu no banco, apanhou duas baquetas e se postou cheio de es­perança. John deu de ombros. “Ah, ok”, afirmou, olhando em volta em busca de sua guitarra. “Vamos fazer um pequeno improviso.” Linda ficou no órgão; um outro músico da sessão ao lado pegou o baixo. Stevie Wonder, que estava gravando no salão de baixo, entrou e se sentou no piano elétrico. Enquanto os técnicos corriam para ar­ranjar os microfones, John improvisou uma canção de jazz, ao mes­mo tempo que Paul e Stevie tocaram juntos. Ws so wonderful to beeee, waiting for my green card with yooouuu [É maravilhoso estaaaar, esperando pelo meu ‘green card' com vocêêêê], John murmurou, mencionando sua contínua luta para ficar nos Estados Unidos. Mas aquilo não resultou em nada, então Stevie conduziu o grupo numa progressão à moda gospel até uma versão lenta, ftink, de "Lucille”, com Paul gritando em total estilo Cavern e John fazendo a harmonia de fundo. Aquilo terminou em dois versos e nada mais surgiu ("Alguém me dê um mi", John falou, tentando afinar seu instrumento, “ou uma fileira”). “Stand by me” veio a seguir, gerando certa confusão técnica. (Liga  a porra do microfone do vocal!", John comandou. “McCartney está fazendo harmonia na bateria Eles continuaram tocando, e então estava acon­tecendo novamente. De forma breve, e um tanto hesitante, mas ainda assim; John na dianteira, com a voz de Paul fluindo com facilidade na alta harmonia, como se o tempo não tivesse passado, como se eles não tivessem ficado quatro anos atravessando com pesar as próprias animosidades e raivas. “Era como se fosse ontem”, diz Pang. “Eles não pulavam uma única batida, faziam tudo certinho. O improviso continuou, assim como a bebedeira e a inalação de cocaína. A música entrava e saía de foco, e John ia ficando irascível, tomando-se cada vez mais neurastênico quando seu microfone per­dia o volume. Mesmo assim. Pang recorda uma versão especialmente aguda da antiga canção “Midnight Special”, com novo ritmo. Quando acabou, já em plena madrugada. John convidou seu ex-parceiro pa­ra visitar sua casa em Malibu, na manhã seguinte. Paul concordou animadamente e disse que sim, claro, estaria lá. E feliz, com certeza. Ele apareceu com Linda e as crianças perto do meio-dia, e encontrou Ringo, Keith Moon, do The Who, e alguns outros amigos sentados em volta da piscina. Sem ter nada para fazer, Paul se sentou ao piano e dedilhou algumas velhas melodias dos Beatles, enquanto os outros riram e cantaram juntos. Quando John finalmente despertou, Paul chegou para ele e sussurrou que tinha uma mensagem de Yoko. Algumas semanas antes, ela tinha estado em Londres e telefonara para Paul, do nada. Será que ela podia fazer uma visita? Bem, claro que sim. Ele estaria mesmo na casa de Cavendish, naquela semana, então ficaria mais fácil. Ela chegou sorrindo, mais calada do que o normal. Sem dúvida, Paul e Linda ouviram falar que ela e John haviam se sepa­rado — ela o tinha mandado embora para Los Angeles, para viver com May Pang. “Ela estava sendo muito gentil e confiava na gente, mas era muito firme sobre aquilo”, Paul contou ao escritor Chris Salewicz, dez anos depois. Embora não estivesse contente com o comportamento de John, ela queria que ele soubesse que estava aberta a uma reconcilia­ção. “Mas ele vai ter de se corrigir”, afirmou ela. “Eu disse: ‘Bem, você ainda o ama?”, Paul perguntou. “Então eu falei: Bem, você acha que seria intromissão de minha parte se eu dissesse isso a ele, que você o ama e existe um caminho para voltar?”. Ela disse que não se importaria.” Paul iria a Los Angeles dentro de algumas semanas e, assim, quan­do ficou a sós com John no pátio de sua casa alugada, achou que seria o momento adequado para entregar-lhe a mensagem. “Fui com ele para o quarto dos fundos e disse: ‘Essa sua garota ainda o ama. (...) Você tem de se mexer, cara. Precisa voltar a Nova York, alugar um apartamento sozinho e mandar flores para ela todos os dias, vai ter de batalhar feito um condenado!”. John balançou a cabeça, e foi isso. “É como uma canção dos Beatles!”, Paul declarou a Salewicz, sem perceber que a história que estava contando era praticamente a dra­matização de “She Loves You”, sem o yeah, yeah, yeah.  A tarde prosseguiu. Paul se sentou ao piano e começou a tocar al­guns sucessos, depois voltou a mais canções dos Beatles. Ringo se sen­tou ao lado dele no banco e cantou junto, dando gargalhadas. John veio até a sala e observou por alguns minutos, não demonstrando estar contente, e depois voltou para o pátio. May e Linda levaram as crianças para andar na praia, e em seguida foram mergulhar. Quando a luz co­meçou a fenecer, os McCartney pegaram as crianças e se despediram. “Vamos nos encontrar outra vez”, disse Paul. John concordou com a cabeça. "Vamos, sim!” Pouco tempo depois, Pang ouviu John conversando com Nilsson sobre o futuro. “Não seria legal juntar os companheiros novamente?”, ele disse. Nilsson aprovou com um gesto, sabendo exatamente quais eram os companheiros de que John estava falando. “Eu adoraria entrar nessa com vocês”. “Oh, yeah”, John afirmou de modo ainda mais entusiástico. “Nós podíamos fazer um show no outono”. Em vez disso, John e Pang se mudaram para Nova York e aluga­ram um apartamento no Upper East Side, do outro lado do Central Park e do apartamento que John dividira com Yoko no edifício Dakota. em Central Park West. John começou a enviar flores para Yoko, e ela foi assistir à apresentação dele com Elton John, no Madtson Square Garden. Pouco depois, John voltou a viver com a mulher e aquele vin­culo revigorado tornou a ser o centro de suas preocupações.