terça-feira, 9 de junho de 2009

PAUL & DYLAN JUNTOS EM BREVE

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Uma parceria entre Bob Dylan e Paul McCartney está para começar na Califórnia, durante o verão norte-americano (inverno, para o hemisfério sul), de acordo com o jornal britânico The Daily Express.
A novidade chega semanas após a declaração de Dylan à Rolling Stone EUA - na entrevista, o músico norte-americano disse que trabalhar com o ex-Beatle seria "excitante". Macca, por sua vez, toma Dylan como um gênio e já havia expressado o desejo de fazer música a seu lado. Com a chegada da Rolling Stone às bancas, um agente afirmou que o britânico estaria "muito interessado" na possível colaboração.
"Paul tem uma casa na Califórnia não muito longe da de Bob. A ideia, então, é que eles se encontrem quando Paul estiver na Caifórnia, no verão", disse uma fonte. O ambiente caseiro ajudaria a preservar a privacidade do dueto - algo difícil de imaginar em qualquer outro lugar, já que os nomes envolvidos são dos quilates mais pesados da cena musical.
Mas é melhor não esperar uma temporada extensa de colaborações entre os músicos, já que "conseguir reunir esses dois por qualquer tempo que seja é difícil", ponderou o informante. Mas Dylan e McCartney estariam comprometidos em fazer malabarismos com a agenda. "Ambos querem que (a parceria) dê certo.”

JULIAN LENNON E A MENINA DOS OLHOS DE CALEIDOSCÓPIO

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Um dos maiores hits dos Beatles, Lucy in the Sky With Diamonds, nasceu de forma um tanto inusitada. Quando Julian, o filho de John Lennon, era pequeno, chegou da escola e desenhou uma menina. Quando o pai perguntou do que se tratava, ele respondeu: é a Lucy no céu rodeada de diamantes. A frase passou a ser usada como título do hit que marcou gerações.
Quarenta anos depois, Julian resolveu contatar a amiguinha que desenhou no papel. Em matéria publicada no portal Mirror, nesta segunda-feira (8), o artista teria descoberto que Lucy O'Donnell sofre da doença de lupo, uma enfermidade nervosa incurável. Julian, que hoje mora na França, quis fazer a sua contribuição. "Pude ajudá-la em algo", disse.
Lucy O'Donnell, que freqüentou a mesma creche do condado de Surrey que Julian Lennon, tornou-se a "menina com olhos de caleidoscópio", um dos maiores sucessos dos Beatles, composta na época mais psicodélica do grupo.
Especialmente, para minha amiga LUCY DIAMOND, The Beatles, Lucy In The Sky With Diamonds!

ANIVERSÁRIO DO PATO DONALD - 75 ANOS

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O Pato Donald, um dos personagens criados Walt Disney, completa hoje 75 anos. Donald apareceu pela primeira vez em 9 de junho de 1934 em um curta-metragem da série dos Silly Symphonies, A Galinha Espertalhona, adaptada de um conto russo em que uma galinha procura ajuda para plantar um campo de milho. Donald, seu vizinho, fará de tudo para não ter de colocar as mãos na massa.
Disney pretendiar criar um personagem que fizesse contraponto ao carismático Mickey Mouse. Donald precisava ser ranheta, irritante é pouco hábil nas disputas com o rato protagonista. Aos poucos ele foi ganhando espaço e a fama se completou quando Clarence Nash, um homem do campo, entregador de leite e exímio imitador de sons de animais, caiu nas graças de Walt Disney. O homem recitou o poema Maria tinha um carneirinho com aquela voz esganiçada e Disney imediatamente encontrou a alma de seu pato. Nash foi a voz oficial de Donald durante mais de 50 anos, calando-se apenas quando a morte o levou, em 1986. O pato -- com voz de pato -- começou então a transformar-se em um dos personagens mais queridos do público e ganhou papel principal nas histórias. Era o centro das histórias em companhia de seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho, e da fiel Margarida. Nunca ficou claro a ninguém, qual o grau de intimidade entre Donald e Margarida, mas a dupla sempre garantiu boas trapalhadas e risadas. Em 1947, o clã dos patos famosos ganha o tio Patinhas. De acordo com site da Disney, Donald protagonizou 128 desenhos animados - isso sem contar suas inúmeras aparições em outros desenhos ao lado de Mickey e Pluto, por exemplo.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

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Hoje é Dia Mundial do Meio Ambiente. Por isso, nosso convidado especial é o grande Paul McCartney, com a canção "How many People" do álbum Flowers In The Dirt, de 1989, em homenagem ao brasileiro Chico Mendes.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

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DAVID CARRADINE - O ÚLTIMO VÔO DO GAFANHOTO

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O ator David Carradine foi encontrado morto em seu quarto de hotel em Bancoc, capital da Tailândia. Segundo a mídia local, a polícia trabalha com a hipótese de suicídio, já que ele teria sido encontrado pendurado com uma corda no pescoço. Segundo a publicação especializada em cinema Variety, Michael Turner, porta-voz da embaixada americana na Tailândia, diz que não irá divulgar detalhes da morte a pedido da família de Carradine.
O ator estava no país gravando seu filme mais recente, chamado Strecht. Segundo o site da BBC, Jonathan Head, seu personal trainer, disse estar "chocado" com a morte do ator. "Ele estava cheio de vida, sempre querendo trabalhar. Era uma ótima pessoa", disse Head.
Carradine, que tinha 72 anos, ficou conhecido pelo olhar enigmático, roupas mal ajambradas e pela indefectível bolsa a tiracolo de seu personagem mais famoso: Kwai Chang Caine, o aprendiz e depois mestre de Kung Fu e protagonista da série de TV Kung Fu, exibida originalmente entre 1972 e 1975.
Filho e irmão de atores - seu pai, foi John Carradine (1906-1988), e seus irmãos são Keith e Robert Carradine e Michale Bowe -, em sua carreira de 46 anos, David realizou mais de 200 trabalhos no cinema e na TV, chegando a trabalhar com Martin Scorsese e Igmar Bergman.
Nos anos 2000, a carreira do ator ganhou um refil de prestígio ao interpretar Bill, o líder de uma gangue de assassinos de aluguel, nos longas Kill Bill - Volume 1 (2003) e Kill Bill - Volume 2 (2004), do cineasta Quentin Tarantino. Pelo segundo filme, ele foi indicado ao Globo de Ouro.

KUNG FU - A MINHA SÉRIE PREFERIDA

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http://imgc.allpostersimages.com/images/P-473-488-90/8/813/Y6QI000Z/posters/
Um jovem Mestre Shaolin perambula por uma terra inóspita em busca de seu irmão,mas também de si próprio. Dentre os maiores perigos por ele enfrentados, nãoe stão os pistoleiros e nem mesmo os caçadores de recompensa, mas a intemperança, o racismo e o preconceito Humanos. Aventure-se ao lado de Kwai Chang Caine, o Gafanhoto, nessa formidável busca ao Infinito que nos habita.

Kung Fu é, numa análise superficial, o conto do órfão que virou mestre das artes marciais; e, numa visão minimalista, é a história do homem que virou mestre de si próprio, senhor de sua consciência. Kwai Chang Caine é um mestiço nascido na China, filho de pai americano e de mãe chinesa. O menino, por não ter aonde ir ou onde se estabelecer, acabou por bater aos portões do Templo Shaolin. Embora mestiço, foi aceito pelo grande mentor daquele templo, Mestre Kan (interpretado pelo falecido Philip Ahn), o qual ignorou a premissa Shaolin - de que apenas chineses legítimos são admitidos - por ter sentido algo "especial" pelo pobre garoto solitário.

Como parte da abertura da série, a nós é mostrada uma cena em flashback, representante de um dos primeiros momentos do jovem Caine no referido templo. Mestre Kan, suportando uma pequena pedra sobre a palma da mão aberta, diz ao garoto: "- Tão rápido quanto puder, arrebata a pedra de minha mão". Obviamente, Caine efetuou tentativa frustrada, pois o velho Chinês encerrou a mão tão rapidamente quanto um piscar de olhos. O mestre, então, explicou ao garoto a forma através da qual deixaria o templo: se Caine conseguisse arrebatar a pedra, estaria apto a partir.

Caine, de fato, lá permaneceu por anos, até ter se tornado um adulto. Durante o tempo decorrido no templo, aprendeu todos os segredos e técnicas do kung fu, como por exemplo, os estilos "animais" representantes das respectivas disciplinas: autocontrole, suavidade, velocidade, paciência, graça, dentre outras. Aprendeu a cuidadosamente caminhar sobre folhas feitas de arroz, dotado de tamanha suavidade capaz de não amassa-las e de não produzir ruídos. A lição essencial dentre todas, entretanto, foi a de controlar a "força interior"; algo batizado pelos chineses de Chi. 

Caine cresceu ao lado de outro grande professor, Mestre Pô (interpretado pelo falecido Keye Luke), de quem se admirou muito e por quem nutriu amor e carinho. Esse mestre, aliás, foi o responsável pelo apelido dado ao menino: Gafanhoto. Mestre Pô era cego. O fato aguçou a curiosidade do infante, que, por ter sentido pena de seu tutor (na constatação da cegueira) disparou um dos diálogos mais bonitos da série:

A partir desse momento, Caine passou a ser chamado por "Gafanhoto". Finalmente, e Caine foi capaz de arrebatar a pedra da mão de Mestre Kan. Antes de partir, contudo, devia receber a "graça" por ter atingido o status de Mestre Shaolin. A isso visando, Caine precisaria - num ritual de passagem - caminhar por um longo corredor repleto de perigos ao final do qual jazia um caldeirão cheio de carvões em brasa. Às laterais do artefato havia as figuras de um tigre e de um dragão. Aos olhos de todos os mestres com os quais Caine estudou, precisaria erguer o referido caldeirão, segurando-o com os braços e punhos. Passados alguns segundos, precisaria coloca-lo de volta. A cerimônia foi favoravelmente realizada. Ao executar o procedimento acima descrito, Caine recebeu em seus braços, involuntariamente, as marcas do dragão e do tigre; "impressas" pelo calor do caldeirão à pele do Shaolin. Caine deixara de ser o aprendiz que fora durante anos. A partir daquele momento já era mestre
Alguns anos após a saída do templo, Caine encontrou-se, por acaso, com seu antigo mestre Pô num lugar próximo ao "Templo do Paraíso", na Cidade Proibida. Na época em que Caine aprendia, Mestre Pô confessou a ele a ambição de comparecer num determinado festival a ser realizado naquela cidade. A confissão se deu em caráter privativo, mesmo porque um mestre não poderia ter ambições daquele tipo; era algo proibido aos Shaolins. Pô, nesse encontro casual, confirmou a ida ao tal festival. Tencionando rever novamente seu querido mestre, Caine foi ao local da festividade. De fato, se encontraram e muito conversaram durante um passeio. No mesmo encontro, porém, se depararam com a "comitiva" na qual se integrava o arrogante sobrinho do Imperador da China. Após provocações oriundas desse e uma séria altercação, o membro da família real sacou de uma pistola e disparou em Mestre Pô, o deixando à beira da morte. Caine, instintivamente, jogou uma lança no jovem imperador, matando-o instantaneamente.
O Shaolin, desesperado com a morte iminente de seu grande mentor (e, por que não, pai?), o pegou no colo e a ele suplicou perdão pelo assassinato cometido. Caine fora contra todos os ensinamentos prestados a ele, a partir do momento em que matou o sobrinho do Imperador. Mestre Pô, prestes a falecer, deu perdão ao favorito aprendiz e amigo, mas a ele também deu um aviso: precisaria deixar a China, pois o matariam - certamente - devido ao assassinato recém-cometido. A cabeça do Shaolin estaria "a prêmio". Ele faleceu, entretanto, antes entregou a Caine uma "mochila" que continha os únicos pertences dos quais dispôs em vida.Cheio de ódio no coração, envergonhado e aterrorizado, o jovem Shaolin decidiu-se a seguir o último conselho do mestre. Partiu para o país de origem do falecido pai: os Estados Unidos. Lá chegou no comumente conhecido "Velho Oeste". Ele se esconderia na imensidão daquele país, no qual dificilmente seria encontrado ou reconhecido.As bases da série estavam prontas. Caine, o "estranho no ninho", seria "mais um chinês" na América. Precisaria lidar com o fato de, eventualmente, ser caçado por causa da acusação de assassinato na China, uma vez que sua cabeça estava "a prêmio": 10 mil dólares seriam pagos pela captura do Shaolin, se vivo. Tanto caçadores de recompensas chineses quanto americanos o perseguiriam; afinal, o prêmio era alto. Precisaria, também, se deparar com o racismo desmedido dos americanos (devido às diferenças sócio-culturais e à ignorância), pois lá os chineses eram explorados como mão-de-obra "quase" escrava.
Nos primeiros episódios da série, os criadores de Kung Fu adicionaram um fator novo à história: Caine - supostamente - teria um meio-irmão mais jovem, Danny, que também estaria nos Estados Unidos. Além do plot básico citado, o Shaolin desejava encontrar-se com esse irmão, mesmo não tendo quase informações acerca dele. Danny, por conseguinte, seria o único parente dele, vivo e "de sangue"; Caine não tinha mais ninguém na vida.Os flashbacks são outra parte importante da série. Eles serviam para ilustrar as situações enfrentadas por Caine no dia-a-dia de sua vida nos Estados Unidos. Nos flashbacks são mostradas ao público as cenas de Caine no Templo Shaolin, ainda aprendiz, junto aos seus mestres. A lembrança de um ensinamento é diretamente proporcional à situação enfrentada por ele "na vida real", em determinado episódio. Na minha sincera opinião, os flashbacks são uma das coisas mais bonitas de Kung Fu, pois através deles os criadores da série pretenderam atingir os corações e as mentes dos telespectadores com a beleza da Sabedoria Oriental. São os momentos mágicos da real "ação" de Caine sobre as pessoas localizadas do "outro lado da tela". O enredo de Kung Fu, embora a nós soe como um contra-senso - devido ao próprio título da série - incita a não-violência. Ao invés disso, mostra aos telespectadores o quão bela pode ser a vida se formos compreensivos, se dermos amor ao próximo ao invés de molesta-lo ou de inveja-lo, se pararmos de julgar as pessoas pelas aparências, se aceitarmos as diferenças e se aceitarmos as pessoas das formas como elas são e agem.
As histórias dos episódios revelam o amor triunfando sobre o ódio, o "bem vencendo o mal". É como foi dito por mim: embora o nome da série nos remeta à arte marcial, durante os episódios constatamos apenas alguns "segundos" de luta; a violência é evitada ao máximo, ao passo que a percepção de mundo - moldada pelos ensinamentos Shaolins - do personagem principal é exaltada.Caine, na realidade, não busca ao seu irmão e nem foge de seus caçadores, mas se encontra na busca a si próprio. Ele busca a si mesmo. Todos nós buscamos a nós mesmos desde o momento em que nascemos.
A cena de abertura da série é perfeita se tomada como ilustração: Caine anda sobre as dunas de areia, sem rumo; apenas caminha... Aonde chegará? Ele não sabe! Nem nós sabemos, com certeza, aonde iremos... É a eterna busca do ser humano ao autoconhecimento, ao domínio das próprias faculdades e das próprias idéias. A busca à capacidade de "ser um com o mundo". Na vida fazemos isso. Caminhamos ao lado de nossos problemas, de nossos medos, de nossas decepções, ou seja, andamos sobre nossas próprias dunas de areia. E, como Kwai Chang Caine, deixamos os rastros de nossas pegadas. Se esses rastros perdurarão ou não, só depende de nós.

FIM

THE BEATLES ROCK BAND ESTÁ CHEGANDO...

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Um dos games mais esperados do ano, a versão de Rock Band só com músicas dos Beatles, foi apresentada na última segunda-feira durante as conferências pré-E3, a maior feira ocidental do mercado de games, realizada em Los Angeles. Foi a primeira vez que o gameplay do jogo foi exibido em público, mostrando diversos cenários famosos por videoclipes do quarteto britânico.
Também é possível ver no game as réplicas dos instrumentos, que virão junto com o jogo no bundle de lançamento. Além de baixo, bateria, guitarra e vocal, o jogo também terá suporte para outros dois microfones para harmonias vocais.
The Beatles Rock Band tem um site oficial (www.thebeatlesrockband.com/) e chega às lojas no dia 9 de setembro. Veja o Trailler em alta definição aqui, no nosso Baú.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

BEATLES GANHAM MEGAEXPOSIÇÃO NA ALEMANHA

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Quase 49 anos depois da primeira apresentação em solo alemão, os Beatles ganham espaço em Hamburgo com a megaexposição Beatlemania. O evento, uma homenagem ao grupo de Liverpool, estará aberto ao público a partir de amanhã (sexta-feira, 29), e exibe itens inéditos da carreira do quarteto. A mostra acontece na região de Reeperbahn, mesmo local que abrigava as casas de show Indra, Top Ten, Kaiserkeller e Star Club, que receberam John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr entre 1960 e 1962. No espaço de 1.300 metros quadrados, estarão discos, fotos, documentos, roupas e bonecos, entre outras.


quarta-feira, 27 de maio de 2009

FOTO DO DIA - JOHN E GEORGE

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John Lennon e George Harrison no sótão da casa de Astrid,
onde Stu (Stuart Sutcliff) trabalhava, logo depois de saberem que tinha morrido.
A foto, claro, é de Astrid Kircherr.

SIR PAUL McCARTNEY

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HELP! I NEED SOMEBODY!!!

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WINGS - RED ROSE SPEEDWAY

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Red Rose Speedway é o quarto álbum lançado por Paul McCartney depois da separação dos Beatles e o segundo álbum de Paul McCartney com os Wings, que eram Paul, Linda McCartney, Denny Laine, Denny Seiwell e o guitarrista Henry McCullough.

Red Rose Speedway foi lançado em maio de 1973, inicialmente a idéia era fazer um álbum duplo mas logo isso foi descartado. Antes do seu lançamento a música lançada em compacto, "My Love", atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. "My Love" foi a segunda música escrita por Paul McCartney a atingir o primeiro lugar naquele país após a separação dos Beatles (a primeira foi "Uncle Albert" do álbum Ram) e o maior sucesso do álbum. Em 1993, Red Rose Speedway foi remasterizado e foram incluídas como bônus as músicas: "C Moon", "Hi Hi Hi", "The Mess" (lado B do compacto com "My Love") e "I Lie Around" (lado B do compacto com "Live And Let Die").

Para mim, Red Rose Speedway é um dos melhoresálbuns de Paul McCartney e um dos melhores discos de rock da década de 70.
Faça o download agora, clicando no link:
http://rapidshare.com/files/109963556/1973_-_Paul_McCartney___Wings_-_Red_Rose_Speedway__Remaster_.rar

segunda-feira, 25 de maio de 2009

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O HOMEM DE SEIS MILHÕES DE DÓLARES

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Steve Austin, um homem semi morto. Senhores: nós podemos reconstruí-lo. Melhor, mais fortr, mais rápido! Assim era abertura do genial O Homem de Seis Milhões de Dólares (“The Six Million Dollar Man”). Que foi uma série de televisão americana produzida e exibida entre 1974 a 1978 pelo canal ABC, sobre o ciborgue Steve Austin, interpretado pelo ator Lee Majors, em um total de 100 episódios em 5 temporadas. No Brasil, a série foi também chamada de O Homem Biônico e costumeiramente reprisada pela Rede Bandeirantes.O programa se baseou no livro Cyborg (1972) de Martin Caidin, que se tornou um best-seller, com três sequências: Cyborg II: Operation Nuke, Cyborg III: High Crystal e Cyborg IV. A exibição da série foi antecedida por três filmes de televisão (o primeiro filme, também conhecido como Cyborg: Six Million Dollar Man, deu origem ao nome que pelo qual a série ficou mais conhecida no Brasil:"O Homem de Seis Milhões de Dólares").O programa trazia episódios de 60 minutos, produzidos por Harve Bennett, e acabou sendo um spin off para a série A Mulher Biônica (“The Bionic Woman”).A idéia da "mulher biônica" apareceu em 1975, num episódio de duas partes chamado "The Bionic Woman". Nele, aparece a personagem de Jaime Sommers, uma jogadora de tênis profissional, antigo interesse amoroso de Austin, que sofreu a cirurgia dos implantes biônicos após ter se acidentado em uma queda de pára-quedas. Seus implantes eram similares aos de Austin, mas na história eles... falham e ela morre. Com a popularidade da personagem, ela foi revivida na temporada seguinte, ganhando em 1978 sua própria série.

Eu adorava e não perdia um episódio! (Aliás, eu, o Papai e o Adelmar).Existem dois em especial, além da mulher biônica, que eu não esquecerei nunca: “O Homem de Sete milhões de Dólares” e o do “Sasquatch” (o Pé-Grande). Abração a todos! Voltem sempre e deixem algum comentário. Para matar a saudade, a abertura de O HOMEM DE 6 MILHÕES DE DÓLARES!

MONTY PYTHON - A VIDA DE BRIAN

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A Vida de Brian, no original inglês Life of Brian, é um filme do Monty Python realizado em 1979 por Terry Jones e Eric Iddle, membros do grupo. O argumento baseia-se numa sátira à época de Jesus Cristo e é considerado blasfemo, por uns, e genial, por outros.

A Vida de Brian é controverso devido a sua combinação de comédia e de temas religiosos. Entretanto, foi também muito popular com a audiência: em 2000, os leitores da revista Total Film votaram como a melhor comédia de todos os tempos; em 2004, a mesma revista nomeou-o o quinto (5º) melhor filme británico da História; em 2006 foi votado o melhor filme de comédia em duas votações separadas conduzidas pelo Channel 4 e Channel 5 británicos das canaletas de tevê; e na Internet Movie Database, o filme aparece continuamente entre os 100 melhores.

A Vida de Brian conta a história de um sujeito da Judéia que vive uma vida paralela a de Jesus Cristo e se alia a grupos contra o domínio romano. Na segunda metade do filme, uma multidão de pessoas pensa que ele é o salvador da humanidade e seguem-no como um grande sábio, mas ele nunca teve a intenção de dar essa impressão e apenas deseja ver-se livre de toda aquela gente. Mas Brian é um predestinado, e acaba por viver cenas bíblicas e ter que enfrentar desafios semelhantes aos do Messias (o que naturalmente são sátiras). Sua aparição como "messias" começa quando ele finge ser um pregador para fugir da guarda romana, mas suas pregações são levadas a sério e ele ganha uma horda de seguidores. Brian acaba por se meter num monte de confusões ao ter suas tolas palavras entendidas como profecias e ser caçado pela guarda romana. Ele depara-se com diversas figuras históricas e bíblicas, que são satirizadas pelo filme. O filme também mostra, de uma forma irônica, a questão da alienação da massa, pois o povo segue Brian o tempo todo, repetindo tudo o que ele diz, e sátiras são feitas à religião, como é o caso da cena de apedrejamento.

Curiosidade: o ex-beatle George Harrison (e sua produtora Handmade Films) resolveu se envolver com o projeto, pois acreditava que esta seria sua última chance de ver um filme do Monty Python. Ele e o pessoal da trupe eram amigos desde o tempo dos Beatles. George fez inclusive, uma ponta como o Sr. Papadopolous, proprietário de “O Monte”, que aperta a mão de Brian e diz “Olá” com um sotaque bem característico de Liverpool.
Para mim, a mehor produção do grupo é "THE RUTLES", mas essa, vamos deixar para a próxima. Abração!!!
Faça o download de A VIDA DE BRIAN agora, com legendas em português:

MULHERES QUE AMAMOS - ROSE DI PRIMO

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Em setembro de 1973 chegou às bancas de todo Brasil uma revista Manchete. Mas essa edição não era apenas mais uma. Na capa, uma jovem linda, de cabelos longos, sorriso perfeito e uma pitada de escândalo: montada numa moto, o corpo escultural, moldado pelas areias e dourado pelo sol de Ipanema, era coberto apenas por um biquíni cortininha. Símbolo de mulher brasileira, musa de Ipanema, inventora da tanga, Rose Di Primo deixou marcas nas areias do Rio e no imaginário de milhões de brasileiros. Maior símbolo sexual de todos os tempos, ela detém o recorde de capas de revistas masculinas. Foi também nos anos 1970 a modelo mais cara e prestigiada e alcançou o topo do sucesso. O outro lado da moeda também viveu: décadas depois não tinha dinheiro para pegar ônibus. Amou e sofreu. Na Igreja Presbiteriana encontrou a paz e também o atual marido, 20 anos mais jovem. O casal mora na Espanha e lá ela é apenas Rosa. É feliz, bem feliz, e faz questão do anonimato. Rose Di Primo é decoradora de interiores.

FOTO DO DIA - THE BEATLES

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SUPERBANDAS INESQUECÍVEIS - CHRISTIE

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A banda Christie explodiu mundialmente graças ao megasucesso YELLOW RIVER. Hit power pop com forte puxada country. 'Yellow River', teve sucesso instantâneo, vendendo acima de todas as expectativas e levando a banda ao estrelato. O álbum, recheado de soft rocks emplacou ainda 'San Bernardino'. Em 71 lançam 'For All Mankind', outro excelente trabalho - em muitos aspectos superior a seu predescessor, além de ligeiramente mais pesado - mas sem conseguir sustentar o enorme sucesso conseguido por Yellow River. Houve mais uma tentativa com 'Iron Horse'(72) e alguns singles em 74, mas a banda já respirava por aparelhos e o fim era inevitável. Devido ao sucesso que 'Yellow River' faz até hoje, Jeff Christie vive, de seus royalties e de jingles publicitários. Periódicamente, acontece uma convenção de fãs onde a banda se reune para uma apresentação. Senhoras e senhores, com vocês CHRISTIE com o megasucesso YELLOW RIVER. Uma das melhores músicas pop que já ouvi.



YELLOW RIVER
Jeff Christie

So long boy you can take my place, got my papers I've got my pay
So pack my bags and I'll be on my way to yellow river
Put my guns down the war is won
Fill my glass high the time has come
I'm going back to the place that I love yellow river

Yellow river yellow river is in my mind and in my eyes
Yellow river yellow river is in my blood it's the place I love
Got no time for explanation got no time to lose
Tomorrow night you'll find me
Sleeping underneath the moon at yellow river

Cannon fire lingers in my mind I'm so glad that I'm still alive
And I've been gone for such a long time from yellow river
I remember the nights were cool I can still see the water poolA
nd I remember the girl that I knew from yellow river

Yellow river yellow river is in my mind and in my eyes
Yellow river yellow river is in my blood it's the place I love
Got no time for explanation got no time to lose
Tomorrow night you'll find meSleeping underneath the moon at yellow river

Yellow river yellow river is in my mind and in my eyes
Yellow river yellow river is in my blood it's the place I love

quarta-feira, 20 de maio de 2009

DONOVAN - A SERENIDADE DO BARDO ESCOCÊS

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Donovan, no final dos anos 60, foi considerado como uma resposta britânica à Bob Dylan. Muita gente discorda da afirmação, principalmente porque a única ligação entre os dois estava ligada à musica folk, no caso de Donovan, a escocesa, enquanto Dylan ia por um caminho parecido nos Estados Unidos. Mas as semelhanças param por aí, enquanto Dylan fazia letras mais políticas, introspectivas e realistas, Donovan seguia trilhas mais alegres, mais etéreas, ligadas ao movimento flower-power, com letras falando de coisas místicas e psicodélicas.

Donovan Philips Leitch nasceu em 10 de maio de 1946, em Glasgow, mas mudou-se para Londres rapidamente. Com 18 anos gravou sua primeira demo e em 1965 passou a se apresentar regularmente no programa de TV Ready, Steady, Go!. Logo lançou seu primeiro single, Catch the Wind e as comparações com Dylan começaram. O single, entretanto, entrou no Top 5 da parada inglesa e rendeu, até, uma conversa entre os dois músicos, capturada no documentário Don´t Look Back.
O single seguinte, Colours, também se transformou em grande hit e o cantor resolveu fazer sua estréia nos Estados Unidos, durante o Newport Folk Festival, em 1965. No ano seguinte lança Fairytale, seu segundo e último trabalho pela Hickory. No mesmo ano assina com a Epic, pela qual lança Sunshine Superman, recheado de arranjos exóticos e psicodélicos. Seu primeiro single, a faixa título, chega ao topo das paradas nos Estados Unidos e na Inglaterra, com a estranha Mellow Yellow batendo no número dois poucos meses depois
Donovan volta às paradas em 1967, com uma série de hits, como Epistle to Dippy, There Is a Mountain e Wear Your Love Like Heaven. No mesmo ano viaja para a Índia com os Beatles para estudar com o Maharishi Mahesh Yogi. A viagem o inspira a deixar as drogas e a exercitar a meditação. Voltando para a Inglaterra, grava um disco duplo, A Gift from a Flower to a Garden. No ano seguinte mais um sucesso, The Hurdy Gurdy Man, que chega ao Top 5, e faz de Jennifer Juniper um hit

Na Índia, com o Maharishi e os Beatles

Barabajagal, lançado em 1969, foi o último hit do cantor, entrando no Top 40 das paradas. Atlantis contou com a colaboração do Jeff Beck Group, que também trabalhou com Donovam em Open Road, de 1970. Depois do lançamento de Open Road, Donovan vai para a Irlanda, voltando apenas em 1972 quando participou do filme The Pied Piper.
Dois novos discos são lançados em 1973, mas ambos os trabalhos foram considerados fracos pela crítica. Em 1974 um novo trabalho, 7-Tease, e uma nova mudança, agora para os Estados Unidos, onde vive durante dois anos no deserto Joshua Tree e grava Slow Down, de 1976. No ano seguinte mais um trabalho, levando apenas o nome do músico, é lançado. Seis anos se passam até que Lady of the Stars, produzido por Jerry Wexler, chega às lojas. Neste ano, Donovan assume que está se aposentando e passa vários anos sem gravar ou escrever alguma nova canção.
Até que em 1991 um revival em torno do seu nome começa devido a uma canção dos Happy Mondays que o homenageia. No mesmo ano, Donovan sai em turnê ao lado do grupo e cinco anos depois, em 1996, lança Sutras, disco produzido por Rick Rubin, coincidentemente, Rubin trabalha com Johnny Cash, que lança American Recordings quase ao mesmo tempo que o trabalho de Donovan. Coincidentemente, ambos os discos são totalmente ignorados pela crítica.

O cantor faz alguns poucos shows para divulgar Sutras e desaparece novamente, tocando apenas uma ou outra vez. Em 2004, entretanto ele volta com Beat Cafe, coletânea produzida por John Chelew. A Sony lança, no ano seguinte, o CD/DVD Try for the Sun: The Journey of Donovan e em 2006 a EMI coloca à venda um disco ao vivo In Concert: The Complete 1967 Anaheim Show, gravado,obviamente, em 1967.

Baixe agora o álbum "Barabajagal", um de seus últimos grandes sucessos de público e critíca.O lendário Jeff Beck Group (na época Jeff Beck, Ron Wood, Nicky Hopkins e Tony Newman) participa das faixas "Barabajagal" e "Trudi" do lançamento original e em várias das faixas bônus do relançamento. Um disco que se tornou espelho do fim da década de sessenta Edição com 13 faixas bônus, contendo demos e algumas faixas até então inéditas. IMPERDÍVEL!