domingo, 18 de fevereiro de 2018

YOKO ONO COMPLETA 85 ANOS - PARABÉNS YOKO SAM

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Yoko Ono completa hoje 85 anos. A controvertida artista, taxada como vilã pelo fim da maior e melhor banda de todos os tempos, nasceu em Tóquio, no dia 18 de fevereiro de 1933. É viúva de John Lennon e mãe de Kyoko Chan Cox e Sean Ono Lennon. Suas obras, tanto musicais quanto plásticas e conceituais, são caracterizadas pela provocação, introspecção e pacifismo. Dizem também que é uma pessoa notável e que quase nunca desiste. Porém, para muitos, sua fama é negativa, acusada de ter sido a causa da separação dos Beatles, consagrada como a maior da história. Nascida numa família rica, Yoko Ono teve oportunidade durante a infância de estudar em Gakushin, uma das mais exclusivas escolas do Japão. Durante este período estudou também piano clássico e canto. Durante a Segunda Guerra Mundial deslocou-se frequentemente entre cidades do Japão e Estados Unidos até 1952, quando se mudou definitivamente para Nova Iorque. A partir de então frequentou a faculdade de música Sarah Lawrence, onde conheceu importantes músicos de vanguarda, que posteriormente seriam inspiração para o surgimento do grupo FluxusEm 1956 casou-se com Toshi Ichiyanagi. Entre o fim da década de 1950 e 1960, Yoko Ono realizou obras de cunho conceitual que oscilam entre a introspecção poética e sátira provocadora. Em 1961, após desentendimentos com o marido Toshi, retorna ao Japão. A má repercussão de seus trabalhos e a crise conjugal acabam por lhe causar um estado de profunda depressão e é internada. Foi removida do hospital pelo amigo Anthony Cox que denunciou que ela estava recebendo doses anormais de medicamentos. Uma relação amorosa entre os dois culmina na separação de Yoko e Toshi e no seu casamento com Anthony, com quem veio a ter uma filha, Kyoko Chan Cox, em 1963. Na América, entrou para um novo grupo vanguardista denominado Fluxus. Em 1964 lançou o livro Grapefruit. No ano seguinte, apresentou-se no Carnegie Recital Hall com sua performance Cut Pieces ("corte pedaços"), onde permanecia sentada, convidando o espectador a cortar com uma tesoura pedaços de sua roupa até ficar nua. Com a repercussão de suas obras, Yoko foi convidada em 1966 a realizar uma exposição individual. Nesta exposição, foi exposta a obra Ceiling Painting, uma instalação na qual uma escada conduz o observador até um vidro no teto, onde há uma lupa presa para que se leia a pequena inscrição "Yes!"John Lennon, visitou a exposição. Ele viu uma escada que chegava ao teto, subiu e, com uma lupa, leu uma pequena mensagem que dizia apenas "sim". "Foi um grande alívio que não estivesse escrito "não" ou "foda-se" ou algo assim. Eu fiquei muito impressionado", contou o músico em sua famosa entrevista para a Rolling Stone em 1970. Foi, artisticamente, amor à primeira vista. Seu encantamento com a obra despertou interesse pela produção artística de Yoko Ono. Lennon financiou sua próxima instalação, Half-A-Room, uma peça intimista e melancólica. A partir daí, Yoko Ono e John Lennon começaram a produzir composições de vanguarda, sem estrutura musical alguma. Lennon se separou de sua primeira esposa e casou-se com Yoko Ono em 20 de março de 1969, e tiveram um filho, Sean Ono Lennon, que nasceu no mesmo dia do aniversário do pai, em 9 de outubro de 1975. John Lennon foi assassinado em dezembro de 1980 e em todos esses anos que passaram, Yoko Ono preserva o acervo do marido com mão de ferro, à sete chaves.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

THE BEATLES - IF I FELL

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“If I Fell” é uma das mais belas canções de John Lennon e fala sobre uma relação ilícita. Ele pede à mulher em questão uma garantia de que, caso deixe a esposa para ficar com ela, será amado como nunca foi antes. E sobre alguém preocupado em evitar um confronto. No primeiro esboço ele escreveu “I hope that she will cry/ When she hears we are two”, em vez da versão final mais suave “And that she will cry...” Isso sugere que imaginava uma forma cruel de prazer quando sua parceira descobrisse sua infidelidade. A crueldade ainda está lá, mas é mais difícil de detectar. John afirmou que a canção era “semiautobiográfica” e sabe-se que ele era infiel a Cynthia, apesar de ela não saber disso na época. John viu isso como sua primeira balada de fato e uma precursora de “In My Life”, sua canção sobre crescer, que usaria a mesma sequên­cia de acordes. Steve Turner

CONCERT FOR GEORGE - VINYL BOX SET

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

PAUL McCARTNEY - X FACTOR 2009 - SENSACIONAL!!!*****

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The X Factor é uma competição musical da televisão britânica que procura por talentos, formato que se popularizou em todo o mundo, como um The Voice Brasil. Criado por Simon Cowell, o show estreou em 2004 como substituto para o Pop Idol, também criado por Cowell e Ryan Seacrest. Desde então, tem sido transmitido anualmente entre os meses de agosto a dezembro. O programa é produzido pela Thames do grupo Fremantle Media (anteriormente, Talkback Thames) e a companhia Syco Entertainment de propriedade de Simon Cowell. O "X Factor" (Fator X) do título refere-se a uma coisa indefinível que faz de uma pessoa um artista.
Sir Paul McCartney se apresentou ao vivo no programa na noite de 14 de dezembro de 2009 na final do X Factor daquele ano no Reino Unido. Paul atacou logo com o clássico dos Beatles “Drive My Car”, ao qual ele se juntou no palco aos 12 participantes do programa. Depois, sentou-se em um piano verticalmente brilhante decorado para “Live And Let Die” para delírio geral. Quando perguntado sobre os dois finalistas do programa, o velho Macca preferiu ficar em cima do muro: "Eu acho que ambos são bons, você sabe. Um deles vai ganhar".

RINGO STARR AND GREEN DAY - BOYS

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THE BAND - O ÚLTIMO CONCERTO DE ROCK

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The Last Waltz - O Último Concerto de Rock, é o último registro ao vivo da banda chamada The Band, um filme de Martin Scorsese, feito em 1976 e lançado em 1977. A obra retrata o fim anunciado de uma banda de rock que cansou de ficar viajando e tocando em vários cantos do mundo, principalmente Estados Unidos, Inglaterra e Canadá.Para a apresentação, o guitarrista e cantor Robbie Roberson convidou vários músicos conhecidos para que tudo ocorresse da forma exata, perfeita. Estavam lá Ringo Starr, Muddy Waters, Paul Butterfield, Neil Young, Joni Mitchell, Van Morrison, Dr. John, Neil Diamond e Eric ClaptonThe Band tinha uma particularidade interessante, todos os integrantes eram cantores, algo raro nos conjuntos de rock (exceto os Beatles!). E, no show, cada um tem o seu momento solo. A Banda era formada por Rick Danko (baixo e vocal), Levon Helm (bateria e vocal), Garth Hudson (teclado/órgão/vocal), Richard Manuel (piano e vocal) e Robbie Robertson (guitarra e vocal). As músicas eram, na sua maioria, dos próprios. THE BAND foi a banda que acompanhou Bob Dylan durante muito tempo, até criarem sua própiria identidade e fecharem o círculo com chave de ouro, no dia do ÚLTIMO COCERTO DE ROCK.

THE BEATLES - GEORGE HARRISON - OLD BROWN SHOE

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Em fevereiro de 1969, George Harrison estava completando 26 anos. Por merecimento, ganhou dos deuses três presentaços. Eram três canções que gravou em fuma fita demo em Abbey Road com o engenheiro Ken Scott. A primeira era "Old Brown Shoe". As outras duas eram "Something" - futuro compacto dos Beatles e "All Things Must Pass", faixa-título do seu 1º álbum solo.

As origens da letra de "Old Brown Shoe" estão na da visão religiosa de Harrison de que precisamos nos libertar da realidade do mundo material porque ela é ilusória. Uma vez absorvidos pela consciência divina, não há "versus" errado, corpo versus alma, espírito versus matéria. De modo semelhante à maneira como Paul fizera em "Hello Goodbye", a letra de George era um jogo de palavras baseado em opostos. Não era uma canção que contava uma história, e o título intrigante foi tirado do verso sobre "como tirar os velhos sapatos marron". Com certeza, a maior inspiração era musical. George estava brincando em um piano um dia e tocou uma sequência de acordes de que gostou. "Old Brown Shoe" foi gravada dois meses depois da demo, e se tornou lado B de "The Ballad Of John & Yoko". Tempos depois apareceria nos álbuns "Hey Jude", "1967-1970", "Past Masters" e "Anthology". O compacto "The Ballad Of John & Yoko" / "Old Brown Shoe" foi lançado em 30 de maio de 1969 no Reino Unido e em 4 de junho de 1969 nos Estados Unidos. Foi número 1 em ambos.

JOHN LENNON - THE MIKE DOUGLAS SHOW

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No dia 14 de fevereiro de 1972, John Lennon e Yoko Ono participaram como estrelas principais do programa "The Mike Douglas Show" sendo que fariam mais outros 4 programas. Foi a semana Lennon na TV americana onde mostrou o John Lennon artista, pai, cidadão, músico, ativista e ainda cozinheiro! No dia 14, John e Yoko falaram sobre seu relacionamento e no palco John cantou e tocou "It's So Hard".

No dia 15, John e Yoko falaram sobre o filme Imagine de 1971 e os Beatles. Aparece um filme com a música "Oh My Love" e recebem vários convidados como o ativista Jerry Rubin no palco tocando a música de Yoko "Midsummer New York"

O programa do dia 16, foi o melhor de toda a semana, pois John fala sobre Chuck Berry "ele é meu herói" e sua influência na música dos Beatles, antes de receber ao vivo pela 1ª vez o velho ídolo, John disse: "Se o rock tivesse outro nome se chamaria Chuck Berry! Os dois conversam e John estava feliz com a presença de seu ídolo, mostrando que mesmo sendo um ícone da cultura pop, também podia ser humilde, chegando a ficar num canto para não ofuscar o brilho de Berry. Depois, John e Chuck tocam juntos "Memphis" e "Johnny B. Goode", depois John,Yoko e Chuck Berry vão preparar comidas macrobióticas.

No dia 17, o programa abre com John ao piano e a Plastic Ono Band tocando "Imagine". Depois, Lennon fala sobre sua família e seu pai. John e Yoko recebem líderes como Bobby Seale dos Panteras Negras e Marsha Martin da Juventude Negra, dizem que foi a partir desse dia, que John começou a ser vigiado pelo governo 24 horas por dia. Aparece mais um vídeo com a música "Mrs. Lennon". No dia 18, último programa, John fala suas influências musicais e a inesperada popularidade dos Beatles fora da Inglaterra, depois a plateia faz perguntas a John e Yoko como "O que acham do disco solo de Paul McCartney?". Tocam no palco uma versão acústica a música "The Luck of the Irish" e uma canção folclórica japonesa. A gente encerra com a mais feminista de todas as canções de Lennon, a belíssima "Woman Is The Nigger Of The World".

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A PEDIDOS - GEORGE HARRISON - WHEN WE WAS FAB

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Um abração para a amiga Marina Dias. Valeu!

LITTLE RICHARD, THE BEATLES, PAUL McCARTNEY - LUCILLE*****

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"Lucille" é um clássico do Rock And Roll gravado originalmente em 1957 pelo inimitável Little Richard. O single alcançou o número 1 no quadro de R&B da Billboard, 21 no gráfico de pop dos EUA, e no número 10 no Reino Unido. Sua autoria é creditada a Collins-Penniman - Albert Collins (não deve ser confundido com o guitarrista de blues do mesmo nome) e Penniman que é o próprio Little Richard. As primeiras cópias em 78rpm creditam Collins como o único compositor. Richard comprou a metade dos direitos da música enquanto Collins estava na prisão. Em sua gravação, Little Richard cantou e tocou piano apoiado por uma banda composta por Lee Allen (saxofone), Alvin "Red" Tyler (saxofone), Roy Montrell (guitarra), Frank Fields (baixo) e Earl Palmer (bateria). Como um dos maiores estandartes do rock, "Lucille" foi regravada incontáveis vezes, pelos principais artistas do gênero, incluindo The Beatles, AC/DC, Status Quo, Wings, The Doors, Sha Na Na, Mud, The Hollies, The Animals, Paul McCartney, Van Halen, Waylon Jennings, Johnny Winter, The Flying Burrito Brothers, Peter & Gordon, Queen, Deep Purple, Ian Gillan Band, Sweet, The Everly Brothers, Little Bob Story, Bill Haley e seus cometas, Otis Redding, The Sonics, John Entwistle do The Who, Kevin Coyne, The Didjits e a banda de Detroit The Rockets.
John Lennon e Paul McCartney tocaram "Lucille" durante uma jam session em 1974, que pode ser ouvida no bootleg “A Toot and a Snore in '74”, marcando a única ocasião conhecida onde os dois ex-Beatles colaboraram depois da separação dos Beatles.
Desde quando ainda era bem jovem e se tornou “O Maior Imitador de Little Richard de Liverpool”, Paul McCartney tomou “Lucille” meio que para si. “Lucille”, juntamente com "Long Tall Sally" (ambas de Richard), eram seus números preferidos nos shows. Os Beatles não chegaram a gravar “Lucille” OFICIALMENTE em nenhum dos seus álbuns de linha ou em single.
Mas participaram de uma mesma tour que também incluia Little Richard no Tower Ballroom em New Brighton, Wallasey, em 12 de outubro de 1962, e novamente no Empire Theatre de Liverpool, em 28 de outubro. Little Richard também se apresentou ao lado do grupo no Star-Club de Hamburgo em novembro de 1962, durante a quarta viagem do grupo à Alemanha.
Os Beatles gravaram "Lucille" em 3 de setembro de 1963, para a 14ª edição do programa de rádio Pop Go The Beatles. A apresentação ocorreu no Aeolian Hall em Londres, e foi transmitida pela primeira vez em 17 de setembro. Depois tocaram mais uma vez para o rádio, em 7 de setembro. Esta versão, gravada no Playhouse Theatre, em Londres para o programa Saturday Club, foi transmitida pela primeira vez em 5 de outubro e foi posteriormente incluída na coleção Live At The BBC. Durante as infindáveis sessões do projeto Get Back no início de 1969, no Twickenham Studio, os Beatles tocaram "Lucille" duas vezes, uma no dia 3 de janeiro, o segundo dia de ensaios filmados, e novamente quatro dias depois.

Richard Penniman, hoje com 85 anos, está bem velho, doente e cansado. De cadeira de rodas, sem maquiagem e sem peruca, Nem de longe lembra o incendiário Little Richard, que ele incorporou por quase 70 anos e que inventou o "A-wop-bop-a-loo-lop-a-lop-bam-boom!". Como já há muito tempo, só pensa em Jesus e no caminho da salvação. Em 2014, o ator Brandon Mychal Smith ganhou elogios da crítica por seu retrato de Little Richard no filme de drama biográfico “James Brown Get on Up” co-produzido por Mick Jagger. Em junho de 2015, Little Richard apareceu diante de uma plateia, vestido de botas brilhantes e uma jaqueta de cores vivas no Wildhorse Saloon, em Nashville, para receber o Rhapsody & Rhythm Award e arrecadar fundos para o Museu Nacional de Música Afro-americana. O Museu emitiu um comunicado de imprensa indicando Little Richard como um dos principais artistas e líderes da indústria da música. Ainda em 2016, um novo CD foi lançado pela Hitman Records, "California (I'm Comin ')" com material lançado e anteriormente inédito da década de 1970, incluindo uma versão à Capella de "Try To Help Your Brother". Em setembro de 2017, Richard participou de uma longa entrevista à televisão, vestido de forma conservadora e irreconhecível de seu personagem que lhe tornou tão famoso e conhecido como um dos pais do Rock And Roll. Não deixe de conferir de jeito nenhum a superpostagem LITTLE RICHARD -TUTTI FRUTTI.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

THE BEATLES - LEAVE MY KITTEN ALONE

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"Leave My Kitten Alone" é um hit de R&B de 1959, escrito por Little Willie John, Titus Turner e James McDougal, gravado pela primeira vez por Little Willie John e coverizado em 1960 por Johnny Preston.  A versão original, de Little Willie John, pela King Records, chegou ao número 13 na parada de R&B da Billboard e # 60 no gráfico de pop em seu primeiro lançamento em 1959. A versão cover de Johnny Preston alcançou o n. ° 73 no gráfico pop no início de 1961, momento em que a versão de Little Willie John foi relançada e novamente subiu para # 60. Nenhuma das versões alcançou o UK Singles Chart.
Ao longo das décadas que se seguiram, várias covers foram gravadas, em diferentes gêneros musicais, às vezes com letras alteradas por artistas, incluindo Solomon Burke, Sam the Sham & the Pharaohs, Roky Erickson, The Syndicats com Steve Howe, The Sonics e outros. Em 14 de agosto de 1964, durante as sessões de gravação para o Beatles for Sale, os Beatles gravaram cinco takes de "Leave My Kitten Alone", adicionando overdubs ao último. A música nunca chegou a ser mixada e não foi incluída no Beatles for Sale.
"Leave My Kitten Alone" foi mixada em 1982 por John Barrett para The Beatles at Abbey Road, uma apresentação de vídeo mostrada como parte de um passeio público dos estúdios Abbey Road no ano seguinte. Foi novamente remixada em 1984 por Geoff Emerick para a inclusão em um projeto de sessões inéditas. Em 1994, Geoff Emerick remixou a música novamente, desta vez para o projeto Anthology e finalmente viu a luz do sol no lançamento oficial no primeiro volume do projeto em 1995.

A PEDIDOS - MONALISA TWINS - WHEN I'M SIXTY FOUR

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Valeu, Valéria!
Quem quiser confere aqui a postagem sobre essas adoráveis gêmeaszinhas, publicada em 8 de setembro de 2013. MONALISA TWINS - WHILE MY GUITAR

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

JOHN LENNON - IMAGINE - ESPETACULAR!!!***

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GEORGE HARRISON - BLOW AWAY*****

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"Blow Away" é uma música de George Harrison lançada em fevereiro de 1979 em seu álbum "George Harrison". Foi também o principal single do álbum, tendo como lado B "Soft-Hearted Hana" nos EUA e "Soft Touch" no Reino Unido. A música é uma das gravações mais populares de Harrison de sua carreira solo e aparece nas compilações Best of Dark Horse 1976-1989 e Let It Roll: Songs by George Harrison. "Blow Away" é uma das composições mais simples de Harrison. Em sua autobiografia “I Me Mine”, Harrison diz que surgiu de "sentimentos de frustração e inadequação resultantes de um telhado vazado em sua casa de Friar Park. Ao ver o aguaceiro de uma dependência na propriedade, percebi que, ao me render ao problema, simplesmente estava agravando-o. O episódio serviu como um lembrete de que deveria procurar ser mais otimista".O single atingiu o número 51 no UK Singles Chart, sua primeira aparição nesse gráfico desde "You", de 1975 e também chegou ao número 16 e o número 7, respectivamente, nos Estados Unidos e Canadá. Na tabela Easy Listening dos EUA, alcançou o número 2. "Blow Away" tornou-se uma das músicas mais populares de George Harrison entre seus fãs. Em 2010, os ouvintes da rádio AOL escolheram a música como uma das "10 melhores músicas de George Harrison", que apareceu no número 2 da lista, atrás de "My Sweet Lord".

domingo, 11 de fevereiro de 2018

THE BEATLES IN WASHINGTON - 1964 - TÁ TUDO DOMINADO!

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No dia 11 de fevereiro de 1964 – apenas dois dias depois da apresentação histórica no The Ed Sullivan Show – Os Beatles fizeram história novamente com um inacreditável show na capital dos Estados Unidos. No primeiro concerto que fizeram no Washington Coliseum, eles tornaram a encantar a todos. Agora não era um programa de televisão. Era um dos primeiros shows de Rock And Roll para um público que vivia de lembranças de tragédias recentes, como a terrível morte de seu líder, JFK. Os Beatles eram tudo de bom e correspondiam totalmente à imagem que era associada a eles: limpos e íntegros. Mesmo contra todos os contra-tempos sobre eles, incluindo a falta de um "roadie", e Ringo tendo que girar sua bateria no braço. O amigo João Carlos disse um dia (não por acaso), que nesse show, Ringo deveria receber o dobro por esse show. Talvez, até mais. Naquele dia, uma tempestade de neve atingiu a costa leste e todos os vôos foram cancelados; portanto, para que os Beatles pudessem ir para Washington, foram enfiados em um trem da Pennsylvania Railroad, o King George, um antigo vagão-leito que fazia parte da linha Richmond, Fredericksburgand Potomac. Quando chegaram à estação, a imprensa havia tomado tudo. A cada parada, os câmeras se espremiam do lado de fora das janelas.Imagem relacionada
Três mil fãs (a maioria de meninas de no máximo 15 anos) enfrentaram 30 centímetros de neve para dar-lhes as boas-vindas na Union Station, em Washington, onde eles logo fizeram uma coletiva de imprensa. Em seguida, visitaram a WWDC, a primeira estação de rádio americana a tocar um disco dos Beatles, onde foram entrevistados pelo DJ Carroll JamesThe Beatles e sua comitiva ficaram hospedados no Shoreham Hotel, ocupando todo o sétimo andar, cujo acesso foi bloqueado aos fãs. Uma família de hóspedes negou-se a deixar seu quarto; portanto, a administração do hotel cortou o aquecimento central, a água quente e a eletricidade, alegando falha elétrica. A família, contrariada, acabou se mudando para outro andar.
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Aproximadamente 8 mil fãs, em sua maioria garotas, assistiram ao show no Washington Coliseum, sob a proteção de 362 policiais, sendo que um deles usou balas de revólver como protetores de ouvido, por causa da altura do som. Os Beatles tocaram: "Roll Over Beethoven", "From Me To You, "I Saw Her Standing There', "This Boy", All My Loving", I Wanna Be Your Man”, "Please Please Me”, “Till There was you”, “She Loves You”, “I Want To Hold Your Hand”, “Twist And Shout" e Long Tall Sally". Além do quarteto de Liverpool, também fizeram parte do show: The Chiffons (que curioso...) e Tommy Roe. Depois desse show, Lady Ormsby-Gore ofereceu uma recepção na Embaixada Britânica. Houve um baile a rigor em prol da associação de proteção a criança, e ao final, foi pedido aos Beatles que entregassem os prêmios da rifa. A comunidade britânica, debutantes e aristocratas arrogantes, tiveram um comportamento lamentável, e uma mulher chegou a cortar uma mecha do cabelo de Ringo, bem atrás da orelha esquerda. John afastou todos os que pediam autógrafos reclamando: "Essa gente não tem a mínima educação" e, agarrando Ringo pelo braço, disse: "Estamos indo". Ringo o acalmou, entregaram os malditos prêmios e partiram. Naquela noite, os Beatles exigiram que Brian nunca mais os expusesse aquele tipo de situação. No dia seguinte, o destino era novamente Nova York. Duas apresentações ocorreriam no Carnegie Hall.

Os Beatles voltaram no mesmo trem e, ao chegarem, sua limusine ainda não estava na estação, pois os fãs haviam bloqueado toda a passagem das ruas. Eles tiveram que ir para o hotel de táxi, de onde tiveram que sair, mais tarde, usando o elevador dos fundos e a cozinha. E agora, somente aqui no nosso blog preferido - a gente confere o primeiro show completinho da estreia dos Beatles ao vivo em território americano.

JOHN LENNON - INSTANT KARMA - COMO VOCÊ NUNCA VIU ANTES!*****

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TONY BARROW - O CRIADOR DO TERMO “FAB FOUR”

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Tony Barrow foi o primeiro assessor de imprensa e publicitário dos Beatles. Foi ele que cunhou o indelével apelido “Fab Four” (os quatro fabulosos) e ajudou a configurar a visão que o mundo tinha dos Beatles, morreu aos 80 anos de idade no dia  14 de maio de 2016, em Morecambe, na Inglaterra.

Barrow começou a carreira como escritor quando tinha 17 anos, fazendo resenhas de discos sob o nome “Disker” no The Liverpool Echo. Em dezembro de 1961, Brian Epstein o abordou e pediu a ele que mencionasse um grupo de fama crescente, chamado The Beatles, em sua coluna “Off the Record”. Na ocasião, Barrow recusou o pedido porque a banda não tinha nenhum material gravado à época. Depois, Epstein deu a ele uma gravação de baixa qualidade da banda tocando ao vivo e Barrow arranjou a famosa audição dos Beatles com a gravadora Decca. Depois de os Beatles assinarem com a subsidiária da EMI, a Parlophone, em 1962, Barrow se tornou assessor de imprensa e publicitário de uma nova companhia, a NEMS Eterprises. Com sólida formação em jornalismo musical, Barrow distribuiu os releases de imprensa aos antigos companheiros.
Foi ele que, em um comunicado, pela primeira vez disse que os Beatles eram o “Fab Four”, e o apelido simpático pegou. Barrow também escreveu as notas de capa de todos os primeiros álbuns e EPs dos Beatles na Inglaterra. E foi ele também que convenceu a banda a gravar um disco natalino para ser enviado a integrantes do fã clube. Paul McCartney até pediu a Barrow para gravar o show derradeiro da banda, no Candlestick Park, em São Francisco (nos EUA), em 29 de agosto de 1966. Ainda que o registro nunca tenha sido lançado oficialmente, ele já foi vastamente distribuído em bootlegs.Resultado de imagem para tony barrow and beatles
Barrow e os Beatles eventualmente pararam de trabalhar juntos, após a morte de Epstein, em 1967. O quarteto de Liverpool depois fundou a própria companhia, a Apple, e Barrow depois deixou a NEMS para começar a própria companhia publicitária, a Tony Barrow International (posteriormente Tony Barrow International Management). Antes de deixar a profissão de lado em 1980 – quando voltou a escrever e editar –, Barrow representou diversos artistas da MCA Records, além de The Kinks e Bee Gees. Em 2005, ele publicou um livro de memórias relacionadas ao tempo dele com os Beatles, chamado John, Paul, George, Ringo & Me: The Real Beatles Story.

MAHARISHI & ME - SUSAN SHUMSKY

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Antes de Maharishi chegar na América em 1959, não havia "meditação", "mantra" ou "yoga". Dentro de 10 anos, ele fez isso sozinho. Seu papel com celebridades o colocou no centro das atenções. Mas seu verdadeiro legado é o seu dom da Meditação Transcendental (TM). Aqueles que seguiram o guru mais renomado do século XX foram pioneiros da ioga, e sua história é a história de uma geração inteira. “Maharishi & Me: Seeking Enlightenment with the Beatles' Guru”- Maharishi & Eu: Procurando Iluminação com o Guru dos Beatles - é um livro escrito por Susan Shumsky, uma inspectiva TM que viveu e estudou com Maharishi por 22 anos na Índia, nos Alpes Suíços, nos EUA e em outros lugares. Shumsky serviu em sua equipe pessoal durante seis desses anos. O livro foi lançado recentemente nos Estados Unidos e é provável que não apareça por aqui.
Somente poucas, das seis milhões de pessoas que aprenderam a TM em primeira mão com o próprio Maharishi, Shumsky foi uma delas, e ela derrama a história dos bastidores sobre esse guru enigmático e as celebridades que o seguiram. Em suas memórias, Shumsky revela detalhes fascinantes sobre o Ashram; o verdadeiro significado das músicas que os Beatles escreveram na Índia (incluindo "Sexy Sadie", "Dear Prudence", "Get Back" e mais); por que Maharishi acreditava que Ringo era o melhor meditador dos Beatles; o motivo pelo qual os Beatles deixaram a Índia e que não era sobre Mia Farrow; porque os Beatles fizeram um pacto para nunca divulgar o verdadeiro motivo de irem embora; a previsão chocante de Maharishi para os Beatles que se tornou realidade; o devastador comentário de Maharishi quando John Lennon tentou retornar dois anos depois; por que George Harrison pediu desculpas a Maharishi e histórias verdadeiras da intensa montanha-russa emocional de ser um discípulo de um autêntico guru da Índia. Susan Shumsky é premiada autora de 14 livros e pioneira no campo da consciência. O livro está à venda pela Amazon.

THE BEATLES - GET BACK - ESPETACULAR!

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

PAUL McCARTNEY - ALL MY LOVING - DEMAIS!*****

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THE BEATLES - THE ED SULLIVAN SHOW - 9/02/1964

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9 de fevereiro / 1964 - Studio 50, West 53rd Street. Du­rante toda a manhã, os Beatles en­saiam para o Ed Sullivan Show. À tarde, eles gravam músicas para outro Ed Sullivan Show, que seria levado ao ar depois que deixassem o país. Este seria o terceiro show da banda - o primeiro seria exibido ao vivo naquela noite e o segundo seria transmitido ao vivo da Flórida, em 16 de fevereiro. Para a “terceira” apresentação eles gravaram: “Twist And Shout”, “Please Please Me” e “I Want To Hold Your Hand”. O pú­blico que participou da gravação do terceiro show foi diferente do que compareceu à transmissão ao vivo naquela noite, que também contou com a participação de Gordon e Sheila MacRae e The Cab Calloway Orchestra. Os Beatles começaram a tocar às 20h com “All My Loving”, “Till There Was You” e “She Loves You”, em seguida houve uma pausa comer­cial do analgésico Anadin, e outros convidados de Sullivan se apresentaram - Georgia Brown & Oliver Kidds, Frank Gorshin, Tessie 0’Shea. Após outro intervalo comercial, agora dos cigarros Kent, os Beatles fecharam o show com “I Saw Her Standing There” e “I Want To Hold Your Hand”.Foram apenas um pouco mais de dez minutos de televisão que mudaram a cara da música popular americana. De acordo com a pesquisa Nielsen, 73.700.000 pessoas assistiram aos Beatles no Ed Sullivan Show, um recorde de audiência não só do pro­grama, como da história da TV. Meia hora antes de subir ao palco, Brian Sommerville entregou-lhes um telegrama: “Parabéns pela participação no Ed Sullivan Show e pela visita aos Estados Unidos. Es­peramos que o programa seja um sucesso e a sua estada no país agradável. Lembranças ao sr. Sullivan. Atenciosamente, Elvis e o Coronel”. George leu o telegrama e brincou: “Quem é esse tal de Elvis?”. Após o programa, Murray the K levou os Beatles ao Playboy Club; mas George não pode acompanhá-los, pois ainda estava com dor de garganta. Protegidos por uma escolta policial, aventuraram-se a caminhar algumas quadras até a 59th Street, onde fo­ram rapidamente levados ao bar do clube para jantar. Mais tarde, foram à discoteca Peppermint Lounge, o berço do twist, onde Ringo brilhou dançando com uma jovem chamada Geri Miller ao som dos Beatles. Os rapazes foram embora às 4h.
Setenta e três milhões de norte-americanos sintonizaram seus aparelhos de TV no The Ed Sullivan Show do canal CBS na noite de 9 de fevereiro de 1964. Foi um susto, maior do que o próprio Ed Sullivan poderia supor. Quando já eram grandes na Inglaterra, os Beatles desembarcaram nos Estados Unidos ainda como uma incógnita ao apresentador de TV que havia tido problemas com garotos rebeldes em 1957, ao levar Elvis Presley a seus estúdios pela última vez. Muita euforia e audiência nas alturas, sua experiência ensinara, traziam sempre lancinantes dores de cabeça. Se o público só estava pronto para ver Elvis da cintura para cima, obrigando os câmeras a enquadrá-lo assim, como seria com quatro jovens inconsequentes de cabelos cortados na tigela vindos do outro lado do oceano com absolutamente nada a perder? Os Beatles chegaram e mudaram, mais do que os conceitos de Sullivan e a própria América, mudaram o universo da cultura pop ocidental. Setenta e três milhões de aparelhos ligados no Ed Sullivan para ver os Beatles! Uma audiência que só seria superada com a transmissão da chegada do homem à Lua em 1969. A polícia de Nova York informava que, pela primeira vez em uma noite, não havia feito registro de nenhuma ocorrência enquanto os Beatles se apresentavam.
Alguns jornalistas, indignados com o barulho que julgavam gratuito, foram ao ataque. “Visualmente, eles são um pesadelo. Musicalmente, um desastre: guitarras e bateria detonando uma batida impiedosa, que afugenta ritmo, melodia e harmonia. As letras (marcadas por gritos de ‘yeah, yeah, yeah’) são uma catástrofe, um monte de sentimentos inspirados em cartões do Dia dos Namorados”, escreveu a Newsweek. Pior foi o New York Daily News: “Bombardeada com problemas ao redor do mundo, a população voltou seus olhos para quatro jovens britânicos com cabelos ridículos. Em um mês, a América os terá esquecido e vai ter que se preocupar novamente com Fidel Castro e Nikita Kruchev”54 anos se passaram e ninguém se esqueceu dos Beatles – ao contrário de Fidel Castro, hoje só uma vaga lembrança, e Nikita Kruchev, secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética que cairia naquele mesmo ano de 64. A chegada dos Beatles à América fez do palco de Ed Sullivan apenas a largada para uma temporada transformadora de 34 dias que incluíram 32 shows em 24 cidades, gerando um faturamento de US$ 7,5 milhões. A repercussão do impacto causado pela apresentação dos Beatles foi enorme, imensa. Os Beatles definitivamente conquistaram a América. Entusiasmados com o telegrama de Elvis Presley, deram uma entrevista coletiva no Hotel Plaza em NY. A imprensa norte-americana mudou suas impressões sobre eles: O Daily News afirmou que “as performances de Elvis não são nada comparadas à imagem dos Beatles no palco”. Ao Ed Sullivan, além do dia 9 de fevereiro, o grupo retornaria em 16 e 23 do mesmo mês, cada vez mais incendiário. As apresentações na TV norte-americana foram lançadas em DVD, deixando evidente o impacto do nível de decibéis que vinha da plateia.
Ed Sullivan morreu em 1974 vítima de um câncer no esôfago aos 73 anos, esteve à frente do mais influente programa musical dos Estados Unidos entre 1948 e 1971. Viu a história ser escrita diante de seus olhos ao levar para lá Judy Garland, Beach Boys, Rolling Stones, The Mamas and The Papas, Jackson 5, Supremes, The Doors, James Brown, Ray Charles, Stevie Wonder, Janis Joplin, Creedence Clearwater Revival e todos os grandes representantes de duas gerações. Ao olhar para um Michael Jackson dançando com seus irmãos aos 6 anos de idade, disse apenas, antes de dar boa noite: “Olhem bem para ele, esse menino vai longe”. Muito bem, como não poderia deixar de ser, o que todos nós queremos ver: nossa banda preferida quebrando o cacete, com toda classe, pros gringos delirarem.

IMAGEM DO DIA - THE BEATLES

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

THE BEATLES IN CENTRAL PARK - WITHOUT GEORGE

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No dia seguinte à avassaladora chegada em Nova York, os Beatles foram passear pelo Central Park e posar para centenas de fotógrafos, mas apenas três BeatlesGeorge, doente, gripado e com febre não participou de nenhuma das atividades do dia, nem do ensaio para o show do Ed Sullivan para o dia seguinte - Neil Aspinall ficou em seu lugar durante a passagem de som para posicionamento das câmeras no programa. Há alguns anos, enquanto eu procurava essas imagens dos Beatles no Central Park, imaginei: “não seria interessante se houvesse uma foto que aparecesse o Ed. Dakota?”. E como quem procura acha, existem várias.16 anos antes da tragédia.