domingo, 25 de setembro de 2011

OS LIVROS QUE FAZEM A ALEGRIA DO BAÚ

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É claro, óbvio e evidente, que se contasse somente com minha memória (que considero boa!), seria impossível fazer um trabalho como “O Baú do Edu”. Por isso, conto sempre com o apoio fantástico de vários livros fundamentais sobre a carreira dos Beatles, que fui “juntando” ao longo de tantos anos de Beatlemania. Como alguns amigos sempre me perguntam sobre quais são os meus livros preferidos, e sem os quais não poderia jamais fazer o blog, escolhi entre meus livros, os dez principais que nunca deixo de consultá-los quase todos os dias. Vamos conferir?
THE BEATLES - Geoffrey Stokes - 1981
O livro “THE BEATLES” de Geoffrey Stokes, foi a primeira biografia que comprei sobre meus heróis. Ele foi lançado em meio à uma enxurrada de produtos Beatles lançados após a morte de John Lennon. Mas é sensacional. A edição é em formato tamanho A4, lombada e capas duras e fortemente ilustrado com 250 páginas em preto e branco. O prefácio foi escrito pelo maerstro Leonard Bernstein e ainda tem uma capa soberba ilustrada por Andy Warhol. Inclui texto de Maurício Kubrusly e todos os créditos fotográficos. O livrão também traz um encarte de oito páginas coloridas com Beatles Memorabilias.
The Beatles An Illustrated Diary – H.V. Fulpen – 1983
Em The Beatles: Um Diário Ilustrado, H.V. Fulpen compilou o registro mais completo já realizado sobre os Beatles até a década de 1980. O livro fornece uma cronologia precisa do seu dia-a-dia desde 1957 até 1970 com cerca de 1.000 ilustrações e fotos de cada período dos rapazes de Liverpool. The Beatles: Um Diário Ilustrado combina fatos, curiosidades, merchandising, capas de álbuns, fotografias inéditas e pôsteres. Infelizmente, nunca saiu uma edição brasileira.
A Balada De John & Yoko - Editores da Rolling Stone – 1983
Nas páginas deste livro, escritores e editores que descreveram, criticaram e apoiaram John Lennon e Yoko Ono, de 1967 até 1981, fazem um longo e apaixonante retrospecto desde suas infâncias em Liverpool e Tóquio, de suas personalidades complexas, de sua música e de sua arte. Fartamente ilustrado com fotos impressas em meio ao texto, além de 16 páginas somente com fotografias. Publicado em 1983. 318 páginas. Um tesouro valioso!
Os Anos da Beatlemania - Ricardo Pugialli e Marcelo Fróes - 1992
A história da música teve um capítulo fundamental iniciado nos anos 60, com a explosão de todo um fenômeno, resumido na expressão Beatlemania. Os diversos níveis alcançados pelo sucesso dos Beatles transcendem à sua música, e permitem sua abordagem sob os mais diferentes aspectos. Quaisquer interpretações ou estudos, por mais interessantes que possam ser, encaixam-se bem numa obra sobre o grupo, mas não neste volume, no qual aborda um traçado cronológico da carreira do quarteto, suas atividades diárias, além das influências que receberam e das que passaram aos demais componentes do cenário musical da primeira metade da década de 60. Este trabalho representa um tributo aos trinta anos do lançamento do primeiro disco creditado aos Beatles - Love Me Do/P.S. I Love You -, e também àqueles anos de incessante atividade, durante os quais o grupo acumulou experiências que semeariam toda uma evolução musical, cujos rastros muitos se dedicaram a decifrar. Inclui entrevistas com George Martin, Bill Harry e Allan Williams, bibliografia. Anexos: todos os instrumentos tocados pelos Beatles e a discografia brasileira. "Os Anos da Beatlemania", de Ricardo Pugialli e Marcelo Fróes, de 256 páginas foi publicado em 1992 pela Editora Jornal do Brasil. Sensacional!
The Beatles: Gravações Comentadas & Discografia Completa - Jeff Russel - 2005
Repleto de informações sobre todos os lançamentos oficiais, “The Beatles: Gravações Comentadas & Discografia Completa” traz todos os álbuns e suas respectivas faixas (com duração exata), datas de lançamento e créditos dos compositores, além de comentários sobre cada canção com detalhes (como quem canta ou toca cada um dos instrumentos) e curiosidades de grande interesse para os fãs da banda. “The Beatles: Gravações Comentadas & Discografia Completa” reúne também as capas dos discos lançados no Reino Unido e no mundo, além de encartes de CDs e fitas cassete.
The Beatles – A Biografia – Bob Spitz - 2007
"THE BEATLES – A BIOGRAFIA”, de Bob Spitz, é o mais completo relato sobre a maior banda de todos os tempos. Além de desmitificar todas as biografias, oficiais e oficiosas, já publicadas sobre o grupo, depois de ter realizado sete anos de pesquisas e entrevistas com as principais pessoas que conviveram com os Beatles desde a sua infância, o autor desvenda também os bastidores da construção de sua arte inigualável. A cada vez que a música dos Beatles é ouvida, que sua carreira é recontada - em especial com o vigor com que Spitz o faz nesta obra -, o sonho revive. "THE BEATLES – A BIOGRAFIA” é um mergulho profundo, sério e muito bem realizado na história da banda mais importante do mundo.
Paul McCartney: Todos os Segredos da Carreira Solo - Claudio D. Dirani (2006)
A carreira de Paul McCartney. Os discos, as canções, e tudo o que acontecia durante cada etapa, cada turnê e cada projeto. Entrevistas exclusivas com fãs, amigos especiais e colaboradores. A carreira de Linda McCartney. Set Lists de cada apresentação, datas e detalhes. Sua vinda ao Brasil e os bastidores das apresentações. Tudo aqui. Paul McCartney. Todos os segredos da carreira solo.
John Lennon: A Vida - Philip Norman - 2009
Com acesso a documentos inéditos e testemunhos diretos de Yoko Ono, Sean Lennon e Paul McCartney, entre outros, Philip Norman começa por descrever em detalhes a infância e a adolescência de John Lennon, e logo traz à tona episódios e personagens cruciais para o entendimento de uma figura tão unanimemente admirada quanto controvertida. Norman dedicou-se durante três anos a uma cuidadosa pesquisa sobre a vida de John. Tanto que este relato é o mais completo sobre o cantor. A obra também traz os episódios jamais divulgados da vida do ex-Beatle. O livro “John Lennon – A Vida” de Philip Norman apresenta uma visão pouco açucarada de Lennon. Yoko Ono rejeitou o livro, o que é um ótimo sinal.
The Beatles - A História por trás de todas as canções – Steve Turner - 2009
São 208 músicas gravadas pelos Beatles. São 208 histórias explicando a mágica de cada uma delas. Com mais de 100 ilustrações em cores, esta edição reúne a gênese das canções do grupo inglês. O que o jornalista, biógrafo e poeta inglês Steve Turner faz em 'The Beatles - a história por trás de todas as canções' não é apenas explicar os significados ou os bastidores técnicos das composições da banda. Sua proposta é mostrar como elas nasceram e quais episódios as inspiraram - de frases do dia a dia até notícias de canto de uma página de jornal.
O Diário Dos Beatles - Barry Miles (2010)
Paul McCartney reconhece que foi Barry Miles que o introduziu à cena avant-garde londrina. Foi também em seu apartamento em Londres que McCartney teve o primeiro contato com o escritor William Burroughs, com os poetas beat e com a música experimental. A coleção de discos de jazz de Miles, que continha o que havia de mais atual na época, teve grande influência no desenvolvimento musical dos Beatles. Quando Barry abriu a Indica Books and Gallery e decidiu ser um dos fundadores do jornal underground International Times, McCartney o apoiou. Além disso, foi na Indica Gallery que John Lennon e Yoko Ono se encontraram pela primeira vez. Miles foi diretor da Zapple, selo de música experimental da Apple, e contribuiu com a revista NME e várias publicações underground. Suas anotações e arquivos mantidos durante os turbulentos anos de 1960 são a base de O Diário dos Beatles - a mais completa história dos bastidores do rocknroll. Eis algumas opiniões a respeito desta obra: ... o cotidiano da banda nos estúdios de TV, shows, estúdios de gravação e a vida sob os holofotes. Uma pesquisa meticulosa... - Daily Mirror ...O Diário dos Beatles é extremamente detalhado, mas irresistível... - Q Magazine ...ilustrações magníficas... uma história detalhada escrita por Barry Miles, antigo guru da Apple e biógrafo de McCartney... - Time Out Barry Miles é também o autor de Pink Floyd - Primórdios, publicado em língua portuguesa pela Madras Editora.
É isso! Para terminar, a gente fica com The Beatles e o show completo no Budokan em 1966. Um grande abraço a todos!

PAUL McCARTNEY - OFF THE GROUND

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CATHERINE ZETA-JONES BATE UM BOLÃO

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Catherine Zeta-Jones nasceu em Swansea (País de Gales) em 25 de setembro de 1969. Swansea também é conhecida como terra natal de dois membros da banda Badfinger – Pete Ham e Mike Gibbins. Zeta-Jones é uma atriz e cantora vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2003 por sua atuação no filme Chicago.
Michael Douglas, ao ver A Máscara do Zorro, se encantou com a beleza da moça, e durante o Festival de Deauville, em setembro de 1998, onde Michael divulgava Um Crime Perfeito, pediu ao amigo Banderas que apresentasse os dois. Catherine e Michael se casaram em novembro de 2000, após pouco mais de dois anos de namoro. Juntos, têm dois filhos: Dylan Michael Douglas e Carys Zeta Douglas. Catherine é madrasta de Cameron Douglas, filho de Michael e Diandra Luker (esta união durou até 2000). Durante uma vinda da atriz ao Brasil surgiram boatos de que ela estaria se envolvendo com o modelo e cantor brasileiro Cássio Mateus Pacheco, segundo fontes ligadas a atriz.Recentemente Catherine admitiu ser uma pessoa bipolar e foi internada em uma clínica por alguns dias. Seu marido tem cancêr mas hoje, ele já conseguiu vence-lo. Tsc, tsc...

DOM ADAMS - O AGENTE 86

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Donald James Yarmy, mais conhecido como Don Adams nasceu em Nova Iorque, em 13 de abril de 1923 e morreu em Los Angeles em 25 de setembro de 2005, foi um comediante e ator norte-americano que ficou famoso por ser o protagonista da série Agente 86.
Filho de judeu - húngaro que gerenciava uma pequena rede de restaurantes no bairro do Bronx, o jovem Don gostava de faltar às aulas para ir ao cinema. O sobrenome Adams ele aproveitou do casamento com sua primeira esposa, Adelaide Adams, pois seu último nome não o ajudava muito e as audições eram feitas sempre pela ordem alfabética. Criou fama como protagonista da série de comédia norte-americana Get Smart, como o personagem Maxwell Smart, o trapalhão agente 86, nome pelo qual a série era conhecida no Brasil. Causou sucesso estrondoso, rendendo-lhe várias indicações a prêmios como o Globo de Ouro e o Emmy, sendo que, nesse último, ganhou três vezes consecutivas na categoria de melhor ator de séries cômicas. A série foi exibida de 1965 a 1969 pela NBC e teve mais uma temporada em 1970 pela ABC. Fazia-lhe par, na série, a agente 99, interpretada pela atriz Barbara Feldon. O par acabou se tornando um casal no seriado. 86 e 99 se casaram na temporada de 1969 e tiveram gêmeos na temporada de 1970.
Mesmo com o término da série original, Don e Barbara ficaram ligados aos personagens. Realizaram longas-metragens e filmaram para a TV uma nova série, que continuou a história dos agentes 86 e 99: no seriado, eram os pais de um jovem agente igualmente atrapalhado (interpretado por Andy Dick). Don Adams era amigo de Hugh Hefner, visitando-o com freqüência em sua Mansão Playboy. Don Adams faleceu em 2005, em Los Angeles, de complicações provenientes de um câncer de pulmão. Ele sempre dizia nas entrevistas que não se importava por ter feito apenas um papel de sucesso na televisão: seu propósito como comediante era, antes de tudo, fazer o telespectador rir. Casou-se 4 vezes e teve 7 filhos. Uma de suas filhas, Cecily, morreu um ano e cinco meses antes, vítima de câncer de pulmão, mesma doença que viria a matar Adams. Adams foi sepultado em um cemitério em Hollywood.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

GEORGE HARRISON - CHEER DOWN (LIVE IN JAPAN)

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RINGO STARR - SENTIMENTAL JOURNEY

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"Sentimental Journey", o primeiro álbum da carreira solo de Ringo Starr foi lançado em 27 Março de 1970 no Reino Unido e um mês depois, em abril, nos EUA. O álbum foi produzido por George Martin. Ringo começou a gravar esse projeto em outubro de 1969 durante o pior momento que os Beatles enfrentaram em sua carreira: o fim.
Em Sentimental Journey, Ringo decidiu regravar canções antigas: standards e temas jazzísticos das décadas de 1930 e 1940. Mais que isso, ele pediu para sua própria mãe e alguns parentes escolherem o repertório. Mas a intenção era dar uma roupagem diferente para as canções. Ringo solicitou que uma série de músicos se dedicasse de maneira especial criando novos arranjos para cada faixa. Entre os envolvidos que recriaram as canções estavam George Martin, Klaus Voormann, Maurice Gibb, Quincy Jones e Paul McCartney, entre outros. Na capa do álbum, uma foto do pub The Empress in Dingle (o mais próximo do local onde o baterista nasceu), com fotos dos parentes de Ringo nas janelas.
O disco acabou sendo massacrado pela crítica. Todos apontavam para o mesmo “defeito”: onde está o rock’n’roll? Entretanto, a intenção definitivamente não era fazer um disco de rock. Era um álbum conceitual, composto por canções pop do período entre guerras. Mesmo assim, o título ficou bem posicionado nas paradas.
Com o passar dos anos, olhando em retrospecto, se percebe que as críticas de Sentimental Journey foram exageradas e injustas. Realmente não é um disco de rock ou um dos trabalhos mais significativos da trajetória solo de um dos Beatles. E nem mesmo na carreira de Ringo, que possui tantos álbuns primorosos. Porém, se reconheceu que o ataque selvagem empreendido pela imprensa da época foi exagerado. De qualquer forma, em 1970 o Ringão continuava em jogo, e possuia cartas bem mais interessantes na mão. Em setembro, iria lançar seu segundo solo, o interessante Beaucoups of Blues.
DOWNLOAD:

A EXPOSIÇÃO "ELVIS AND US"

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A exposição, "Elvis And Us", que será aberta ao público no dia 5 outubro de 2011, na loja The Beatles Story, em Liverpool, será uma experiência multimídia interativa repleta de música, vídeos e artefatos de ambos os ídolos. Elvis e os Beatles juntamente com o seu impacto explosivo sobre a música e cultura popular.
"Elvis And Us", explora como o ídolo americano inspirou os Beatles. "Elvis And Us" é uma exposição global significativa com artefatos raros e exclusivos, muitos dos quais nunca tinham sido expostos publicamente. Esta experiência multimídia explora as ligações e vidas paralelas dos dois maiores ícones maiores do mundo da música. Conheça mais sobre aexposição no site oficial: http://www.elvisandus.com/exhibition.php

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

THE BEATLES - SHE LOVES YOU - ESPETACULAR!

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TONY COX - O MARIDO DE YOKO ONO

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Anthony Cox foi um produtor de cinema e promotor de arte americano, que já foi casado com Yoko Ono quando John Lennon ainda tocava com os Beatles em Hamburgo. Cox e Ono se conheceram em 1961, depois que ele viu alguns dos seus trabalhos numa galeria de arte em uma antologia realizada em Tokyo. Os dois se casaram em 28 de novembro de 1962. Porém, o casamento foi anulado em 1º de março de 1963 (?), mas re-casaram em 6 de junho do mesmo ano (?). Sua única filha, Kyoko Chan Cox, nasceu no dia 8 de agosto de 1963. Cox dedicava todo o seu tempo integralmente à menina, enquanto a mãe embarcava em longas jornadas de drogas e fazendo sua artes conceituais. Aham. O casamento se desfez em 1966, quando Yoko Ono conheceu John Lennon em outra de suas exposições. Cox e Ono se divorciaram em 2 de fevereiro de 1969. Depois de uma enorme batalha judicial, Yoko Ono ganhou a custódia de Kyoko. No entanto, em 1971, Cox, que se juntou a um grupo religioso conhecido como “Igreja da Palavra Viva”, e desapareceu com Kyoko violando totalmente as ordens de custódia. Os Lennons penariam anos em busca da menina. Em 1978, Cox e Kyoko estavam em Chicago com a igreja “O Povo De Jesus”. Ele entrou em contato com Yoko Ono após o assassinato de Lennon em 1980, e, aparentemente, houve uma trégua. Yoko Ono e Kyoko, eventualmente, mantém contato. Em 1985, gravou um programa sobre sua experiência com os Lennons, para a “Igreja da Palavra Viva”, autobiográfico documentário intitulado “Glória Vã “. Hoje em dia, sobre Cox, pouco ou nada se sabe, ou sobre a filha deles. Quem souber, a casa agradece! Abração! Para quem quiser ver ou rever a postagem sobre Kyoko, publicada aqui no dia 7 de março de 2011, o link é:

A BALADA DE JOHN & YOKO

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Em 8 de dezembro de 1968 sai o divórcio de John Lennon com Cynthia Powell, mãe de seu filho Julian Lennon. Em fevereiro de 1969 sai o divórcio de Yoko Ono com Anthony Cox, pai de sua filha Kyoko. Com isso, o caminho estava aberto para que os dois, John e Yoko, pudessem oficializar a sua união. Na Inglaterra não poderia ser, por um impedimento legal: Yoko não tinha visto de permanência no país. Tencionavam se casar no mar, a bordo de um navio, saindo de Southampton, Inglaterra, que cruzaria o Atlântico. Como não planejaram a viagem com antecedência, não puderam embarcar por falta de vagas. Tentaram ainda cruzar o Canal da Mancha em direção à Holanda, mas estavam sem os passaportes naquele instante. Então, abandonaram a idéia de núpcias no mar e foram para Paris. De lá, acionaram um administrador da Apple Records, Peter Brown, que os aconselhou a se casarem em Gibraltar e providenciou toda a papelada e os preparativos do casamento. Assim, ele foi realizado, no dia 20 de março de 1969. Para a lua-de-mel o casal seguiu para Paris; e após alguns dias, de carro para o hotel Amsterdam Hilton, na Holanda. Lá, eles que já haviam convocado a imprensa, anunciam o que foi chamado de "Bed-in": um semana de protestos, sem sair da cama, por causa das guerras no mundo. Durante esses sete dias na cama, convidaram várias figuras de conhecimento público para visitá-los, sempre com a presença da imprensa mundial. Em seguida, vão para Viena, Áustria e de lá voltam para Londres, onde tinham encomendado 50 mudas de carvalho que enviariam aos pares para alguns líderes mundiais como símbolo da semente da paz. Baseada nesta história, e com o refrão: "Christ you know it ain't easy, you know how hard it can be. The way things are going , they're going to crucify me. (Cristo, Você sabe como não é fácil, Você sabe quão difícil pode ser. Do jeito que as coisas vão, eles vão me crucificar)", John Lennon compôs a letra. A música atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso na Inglaterra, nos EUA e em vários países ao redor do mundo. Por causa do refrão com menção à Cristo e à crucificação, a música foi boicotada pela maioria das rádios americanas e inglesas, e proibida na Austrália. Nesta gravação só John Lennon e Paul McCartney participam. Os outros dois Beatles estavam ausentes, Ringo filmando com Peter Sellers e George fora do país. John Lennon tinha pressa e por isso convenceu Paul a ir gravar junto com ele. A gravação foi realizada em uma só sessão (que durou 8 horas e meia) no dia 14 de abril de 1969. Esta foi a primeira música dos Beatles que não teve mixagem para mono; só foi produzida em estéreo.

GEORGE HARRISON - EXTRA TEXTURE

Um comentário:
O amigo Luiz Felipe Junqueira perguntou se eu poderia repetir a postagem sobre o álbum "Extra Texture" de George Harrison publicada em 21 de junho de 2011. Seguinte: como essa postagem é muito grande, e meio que saiu quase recentemente, vou deixar somente o link, ok? Valeu! Abração!http://obaudoedu.blogspot.com/2011/06/george-harrison-extra-texture.html

SEE YOU LATER, WALLY GATOR!

9 comentários:
Wally Gator é um desenho animado americano produzido pela Hanna-Barbera Productions, estreou em 1962, como um segmento dentro da série de desenho animado, The Hanna-Barbera New Cartoon Series. Ele dividia o programa com mais dois segmentos: Lippy e Hardy e com A Tartaruga Touché.

"QUERO VER DE NOVO" - PETER FRAMPTON

3 comentários:
Renata Souza disse:
"Olá, pessoal! Estava fazendo uma pesquisa sobre 'Breaking All The Rules' e encontrei esse baú maravilhoso! Porém, o link do álbum já quebrou. Seria possível atualizar para download? Obrigada! Rê-SP
Edu disse: Seria sim! Welcome Renata! Volte muito mais vezes! Aqui só tem bombas!
No início dos anos 80, Peter Frampton já estava com o saco cheio da fama de "garoto romântico do rock" e resolveu fazer seu ábum mais comercial e agressivo de sua carreira. "Breaking All The Rules" de 1981, ultapassou todas as barreiras. Na gravação desse álbum Frampton foi acompanhado por nomes do nível de Steve Lukather, John Regan, Arthur Stead e Jeff Porcaro. O discão é puro rock and roll! Na faixa-título, Frampton demonstra toda a sua habilidade não só como excelente guitarrista mas também como vocalista. O som pesado é comandado pela guitarra de Frampton e a sua voz mais "quente" e forte dá um tom mais Blues à música. Para mim, "Breaking" é o melhor disco de Peter Frampton em toda sua carreira. Se tivesse que fazer uma lista com os 10 discos que gosto mais, certamente este não faltaria! Em setembro do ano passado, tive a honra de ver ao vivo, "a lenda" fazer suas estripolias com a velha Gibson Les Paul preta. Inacreditável!
DOWNLOAD:
Para ver ou rever a postagem sobre Peter Frampton em Brasília, publicada aqui em 10 de junho de 2010, clique no link:http://obaudoedu.blogspot.com/2010/09/um-verdadeiro-show-de-rock-and-roll.html e para ver a postagem original de "Breaking All The Rules", o link é:http://obaudoedu.blogspot.com/2009/06/peter-frampton-quebrando-tudo.html

terça-feira, 20 de setembro de 2011

POR QUE OS BEATLES? by BARRY MILES

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Este belíssimo texto que vocês conferem a seguir, foi escrito com a propriedade de quem sabe o que diz. É o capítulo final que encerra o livro "O Diário dos Beatles" de Barry Miles. Um trabalho primoroso digno de todos os méritos. Parabéns Barry Miles! Beatles 4 Ever! Badfinger Boogie!
"Todos os anos, vários grupos de mú­sica pop e rock recebem Grammys, Brits e discos de platina, mas os Beatles continuam a ser a referên­cia pela qual o sucesso de todos é medido. Graças ao contínuo cres­cimento da indústria musical glo­bal, muitos dos recordes de venda estabelecidos pelos Beatles foram ultrapassados; contudo, nenhuma banda chegou a ser considerada "maior que os Beatles" ou mesmo "os novos Beatles", e isso nunca acontecerá, pois ser "maior que os Beatles" é um patamar inatingível. Suas conquistas nunca deixarão de ser excepcionais em virtude do con­texto e da forma como foram atin­gidas.
A imprensa não tarda em compa­rar o sucesso de grupos de rock e pop com os dos Beatles, mesmo quando se trata de bandas que tive­ram uma carreira efémera, como, por exemplo, as Spice Girís; cinco garotas ousadas, cujo primeiro ál­bum e compactos lançados simul­taneamente venderam milhões de cópias em vários países. Mesmo assim, nem elas ou qualquer outro grupo gostaria de ser comparado aos Beatles. Como poderiam elas ser igualadas aos Fab Four, tendo lançado apenas um álbum? Essa é uma comparação totalmente des­cabida. Certamente, "maior que os Beatles" é um chamariz que ajuda a aumentar as vendas dos tabloides, (apesar de que o uso constante da frase só faz crescer a aura de sucesso inabalável dos Beatles). A maior parte dos que são breve­mente igualados aos Beatles co­meça e termina sua carreira como "boy bands", grupos de rapazes que cantam e dançam música pop, que, em sua maioria, nem sequer sabem tocar um instrumento mu­sical,   quanto   mais   compor  suas próprias músicas - seus shows ao vivo se resumem a danças atléticas, durante os quais cantam acompa­nhando playbacks. Normalmente, os catálogos dessas bandas ficam estagnados durante 12 meses até seu completo desaparecimento. Quanto valeria hoje o catálogo de The Monkees, The Osmonds, The Bay City Rollers, Duran Duran, Kajagoogoo, Wham!, A-Ha, Bros, New Kids On The Block, Brother Beyond ou mesmo Take That? De nada vale, também, comparar o sucesso dos Beatles a bandas do calibre de R.E.M, U2 ou Bruce Springsteen, que, apesar de lotarem estádios, levaram anos para alcan­çar o sucesso. Muito embora esses artistas tenham produzido pratica­mente o mesmo número de álbuns que os Beatles e seus recordes de vendas de discos e ingressos se equipararem aos dos rapazes de Liverpool, eles demoraram pelo menos três vezes mais para chegar a esse ponto em sua carreira. É verdade que se mantiveram íntegros dentro de uma indústria que só visa mais e mais ao lucro, mas nem o R.E.M., o U2 ou Bruce Springsteen jamais causaram nenhuma mudança significativa ou atraíram mais de algumas dezenas de ias ao Heathrow Airport.
Hoje, parece-me que qualquer ban­da que se torne famosa rapidamente recebe o rótulo de "os novos Beatles", ignorando o fato de que pelo me­nos três deles tocaram juntos du­rante quase quatro anos antes de entrarem em um estúdio de grava­ção. Nesse meio-tempo, tiveram de dar duro para poder ganhar alguns trocados, apresentando-se ao vivo. É pouco provável que qualquer grupo atual, incluindo o R.E.M. e o U2, conseguisse tocar junto du­rante quatro anos antes de começar a gravar, apesar de Bruce Springs­teen ter batalhado muito em New Jersey antes de atingir o sucesso. Entre as bandas contemporâneas dos Beatles, apenas três dos rapazes do The Who também conseguiram viver quatro anos à custa do que ganhavam com as apresentações ao vivo, antes de começarem a gravar - mesmo assim, eles lançaram so­mente quatro álbuns na década de 1960, ao passo que os Beatles lan­çaram 12. Em comparação, menos de seis meses se passaram entre a formação dos Rolling Stones, os principais rivais dos Beatles, e o início das sessões de gravação de seu primeiro compacto. Sem sombra de dúvida, os Beatles produziram seus discos sob con­dições extraordinárias, que pro­vavelmente nunca se repetirão. É inacreditável que, apesar de conta­rem com equipamentos de gravação ultrassofisticados, as gravadoras multinacionais atuais ainda não têm condições de gravar dois álbuns do mesmo artista no mesmo ano, e, também, não estão dispostas a gra­var compactos que não contenham músicas que façam parte desses ál­buns, que são normalmente lança­dos a cada três anos, pois eles não podem ser usados como material promocional. Ainda há mais um ponto que merece nossa atenção: atualmente os cinco compactos nos primeiros lugares das paradas de sucesso não alcançam o total de 100 mil cópias vendidas, ao passo que os Beatles, em seus dias de gló­ria, atingiam mais de 1 milhão de cópias em pedidos antecipados, so­mente no Reino Unido! A banda Oásis, de Manchester, tem feito muito sucesso, mas difi­cilmente conseguirá que mais de 2 mil artistas gravem qualquer uma de suas canções, Nenhuma banda moderna será capaz de ter uma in­fluência tão abrangente quanto a dos Beatles. Voltando às versões gravadas por outros artistas, os Beatles tiveram suas canções in­terpretadas por ninguém menos que estrelas como Ella Fitzgerald, Sinatra, Ray Charles, Fats Domi­no e Peggy Lee e até pela banda Laibach, que criou uma versão trash metal do álbum Let It Be. Não podemos deixar de mencio­nar a cantora Cathy Berberian, que gravou Beatles'Árias, um ál­bum de canções dos Beatles com uma roupagem operística, que in­cluía bandas de metais, quartetos de cordas e callíopes. Os Beatles ainda exercem tanta influência que muitas bandas nem percebem que estào sendo ins­piradas por eles. No auge de sua fama, em 1965, influenciaram um grande número de artistas da épo­ca: de Brian Jones, em seu período Rolling Stones (em especial, no uso da cítara e no álbum Satanic Ma/es­ties, uma cópia de Sgt Pepper), pas­sando por Donovan, The Kinks, até todos os grupos pop que passaram a produzir trabalhos mais elaborados e duradouros, motivados pelos pro­gressos e experimentos feitos pelos Beatles. Antes do final da década de 1960, seus arranjos vocais inspiravam a todos, desde The Hollies aos Bee Gees e, no finai dessa década, seu impacto musical foi disseminado pela banda ELO, Electric Light Or­questra, que usou as composições psicodélicas dos Beatles como base para seu trabalho. Outra faceta de sua obra, que é digna de nota, são as guitarras pesadas do White Ál­bum, muito usadas pelo Led Zeppelin, que possui um lado Beatle que poucos imaginam; e por Syd Barrett, no início da, então, excêntrica banda Pink Floyd. Não há ninguém que não fosse tocado por eles. Bas­ta observar o trabalho de The Byrds, The Beach Boys e Buffalo Springfieíd - citando apenas as bandas cujo nome começa com "B"' - para perceber o que significou a invasão britânica para os norte-americanos. O interesse na obra dos Beatles permanece mais elevado do que a de qualquer de seus contemporâ­neos, tanto assim que seu catálogo completo ainda é editado e vendi­do a preços atuais, e os fâs sempre querem mais. O quarteto de Liverpool possui o maior número de co-lecionadores de todos os tempos e de discos pirata. Desde sua dissolu­ção, os advogados e os empresários responsáveis por seus interesses têm controlado com mãos de ferro tudo o que foi produzido pelo grupo. Apesar de Paul e Yoko, a viúva de John, terem perdido o controle da editora musical, ambos (além de George e Ringo) conseguiram re­verter a relação de amo e escravos que tinham com a EMI nos anos de 1960, e hoje os amos são eles. Provavelmente, todos esses fatos expliquem por que a série Anthology, com três CDs duplos lançados em 1996, contendo gravações alter­nativas, algumas raras, outras não aproveitadas nos álbuns anteriores da banda, juntamente com a coleção de vídeos em oito volumes, tenha vendido tanto, alcançando a soma aproximada de 400 milhões de dó­lares. Esse valor foi dividido entre os três Beatles e Yoko, tornando-os, em 1996, quase 40 anos após o pri­meiro encontro de John com Paul na quermesse em Walton, parte do rol dos artistas mais bem pagos do mundo, perdendo apenas para Oprah Winfrey e Steven Spielberg. Independentemente de suas con­quistas musicais, esse numerário por si só mostra por que os Beatles continuam a ser a referência pela qual o sucesso de todos os outros músicos é e sempre será medido - e por que ninguém nunca será ''maior que os Beatles".
Espero que tenham gostado! A todos um grande abraço! Para quem quiser ver ou rever a matéria sobre "O DIÁRIO DOS BEATLES" de Barry Miles, publicada no dia 13 de março de 2011, o link é:
http://obaudoedu.blogspot.com/2011/03/o-diario-dos-beatles-barry-miles.html

THE BEATLES - THE FABTASTIC FOUR

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GEORGE HARRISON - WHAT IS LIFE

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A matadora "What Is Life" com seu riff poderoso é a 3ª faixa do maravilhoso álbum triplo "All Things Must Pass". Foi o 2º sucesso da carreira solo do ex-Beatle George Harrison, literalmente atrás do megasucesso "My Sweet Lord". No Reino Unido, foi lançada como lado B do compacto "My Sweet Lord". Nos EUA, foi lançado como lado A do single, que trazia "Apple Scruffs" como o lado B.
Originalmente, Harrison teria feito "What Is Life" para Billy Preston e teria um ritmo mais gospel. Depois, desistiu e resolveu que ele mesmo gravaria num ritmo mais pop. Harrison estava escrevendo muitas canções religiosas na época, mas esta não foi uma delas. As letra é dirigida a uma mulher, não a Deus. A canção foi co-produzida por George Harrison e Phil Spector , que também produziu todo o resto do álbum All Things Must Pass. Um dos grandes esforços Phil Spector de produção depois de seu sucesso com os grupos femininos dos anos sessenta. Badfinger foi a banda utilizada por Harrison como apoio nesta canção. Uma versão instrumental "outtake" da canção aparece no relançamento de All Things Must Pass de 2001, apresentando um trompete piccolo e oboé , foi descartado porque Harrison "não gostou da sensação". Em 2010, os ouvintes de rádio AOL escolheram "What Is Life" como uma das 10 Melhores Músicas de George Harrison, aparecendo na posição na 3ª posição na lista. Uma versão de Shawn Mullins apareceu na trilha sonora do filme "Big Daddy".

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

JOHN LENNON - "LENNON LEGEND"

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“Lennon Legend: The Very Best Of John Lennon” foi a terceira coletânea oficial da carreira solo de John Lennon. Depois de “Shaved Fish” (1975) e do póstumo “The John Lennon Collection, de 1982. Esse disco é considerado (pelos entendidos) como a retrospectiva definitiva da obra de John Lennon. E ele é bom mesmo! Lennon Legend: The Very Best Of John Lennon alcançou a posição nº 3 na Inglaterra, ganhando dois discos de platina. Também não fez feio nem nos EUA, nem no Canadá, onde também foi “Disco de Platina”.
A coletânea “Lennon Legend”, foi lançada aqui no Brasil em 1998, reúne todas as principais canções do nosso velho herói. São 20 faixas lançadas originalmente entre 1969 e 1984. Esse disco foi lançado para substituir “The John Lennon Collection” do catálogo. Aparentemente pode parecer apenas “mais do mesmo”, mas não é. Ouvir uma pérola como “Cold Turkey” desse álbum, é uma experiência bem diferente do “Shaved Fish”. O disco ainda tem uma capa superbacana com uma bela foto de Lennon para agradar o fã mais fiel. O DVD é incomparavelmente melhor, claro! Porque além das músicas, tem os vídeos em super-resolução! Mas esse link é só para o CD com as músicas. Ok? Abração!

PURA MAGIA - THE BEATLES IN ABBEY ROAD

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THE BEATLES - 10 ANOS DO ÁLBUM "1"

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Para comemorar o décimo aniversário de lançamento de "1" dos BEATLES, chega às lojas brasileiras, hoje dia 19 de setembro, a versão remasterizada do álbum que bateu recordes de vendas no mundo todo. Será colocada à venda a versão em digifile, assim como foi feito com os outros álbuns remasterizados dos BEATLES, em 2009. O áudio foi trabalhado pela mesma equipe dos Remasters de 09/09/09 para que os fãs tenham mais um título dos Fab Four neste formato.
O disco atingiu o primeiro lugar em mais de 30 países e, durante o primeiro mês de lançamento, vendeu 6 unidades por segundo, algo nunca visto antes. Em apenas 5 semanas, 25 milhões de pessoas compraram o álbum. Comercialmente, o álbum excedeu todas as expectativas. Estreou no topo da maioria das listas de vendas do mundo (incluindo os Estados Unidos e Inglaterra). Graças a 1, os Beatles já colheram uma série de novos recordes: o álbum mais vendido da década, o artista que mais vendeu em 2001 e o álbum mais rapidamente vendido da história, com mais 10 milhões de cópias no primeiro mês. Estas são verdadeiras conquistas considerando-se que o grupo estava separodo há três décadas.
Os críticos musicais e os seguidores da banda britânica reagiram positivamente. Alguns lamentaram a falta do clássico single Strawberry Fields Forever, considerado um dos picos criativos do grupo. O mesmo com o segundo single dos Beatles, Please Please Me, que é popularmente reconhecida como "seu primeiro número um", mas, na verdade, só chegou ao topo em três listas britânicas de sucesso, mas nunca na lista de Record Retailer, que é considerada "oficial". De qualquer maneira, o álbum "1" chega agora para uma nova geração de fãs, que passou a conhecer a banda, por exemplo, por meio de produtos como o "The Beatles Rock Band". Além disso, quem não teve a oportunidade de comprar a discografia remasterizada, nas caixas ou separadamente, esta é uma ótima chance de ouvir The Beatles como se fosse a primeira vez.

TWIGGY - A CARA DOS ANOS 60

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Lesley Hornby, antigamente Twiggy Lawson, mas conhecida apenas como Twiggy nasceu em Twickenham, Middlesex, Inglaterra no dia19 de setembro de 1949. Twiggy ficou famosa como modelo e atriz. Sua imagem quase andrógina, magérrima, pequena, com cabelos loiros muito curtos e imensos olhos realçados com camadas de rímel e cílios postiços, tornaram Twiggy um ícone dos anos 60.
Pertencente à uma família de classe média, foi descoberta pelo fotógrafo Justin de Villeneuve, nome artístico de Nigel John Davies, que resolveu investir nela, tanto profissional quanto afetivamente. O apelido que a alçou ao estrelato vem desse período; de tão magrinha (1,67m, 42 kg), Lesley era chamada de "graveto" (twig, em inglês).
A partir do encontro com Justin, a carreira da modelo decolou e ela se tornou muito conhecida, tanto na Europa como nos Estados Unidos, justamente por se contrapor ao padrão de beleza feminina dos anos 50, de mulheres voluptuosas e sensuais como Marilyn Monroe.
Twiggy emprestou nome e rosto para bonecas, jogos, canetas, cílios postiços, cabides, meias e até máscaras. Em 1967, chegou à Nova Iorque com fama de estrela e frequentou eventos da alta sociedade.
Contudo, sua carreira nas passarelas e capas de revista foi bem curta. Ela deixou de ser modelo em 1969 para tentar as profissões de atriz e cantora. Participou de programas de televisão e de espetáculos da Broadway, e gravou vários discos. Lançou também três autobiografias: Twiggy by Twiggy (How I Probally Just Came Along on a White Rabbit at the Right Time, and Met the Smile on the Face of the Tiger), em 1968; Twiggy, em 1975, e Twiggy in Black and White, em 1997, nenhuma delas lançadas no Brasil.
Em 1973, posou ao lado de David Bowie para o álbum dele chamado Pin Ups.
Apesar de serem considerados o casal símbolo da moda nos anos 60, Twiggy e Justin nunca oficializaram a união. Em 1977, ela casou com o ator Marco Whitney, com quem teve uma filha, Carly. Ficou viúva em 1983 e se casou novamente com o ator Leigh Lawson, de quem adotou o atual sobrenome. O casal vive na Inglaterra.
Ela parece não sentir saudade da época de modelo. No livro Modelo - O mundo feio das mulheres lindas, do jornalista Michael Gross (Objetiva, 1996), ela declarou: "Eu costumava ser uma coisa. Agora sou uma pessoa".
Atualmente, além de cantar, Twiggy assina uma linha de aromaterapia e costuma se dedicar a causas sociais, sendo uma ativa militante do PETA (People for Ethical Treatment of Animals) e é ex-jurada do program "America's Next Top Model", produzido pela também ex-modelo, Tyra Banks.

LEGO BEATLES - I SAW HER STANDING THERE

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CONAN, O BÁRBARO - 2011 - A MISSÃO

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Apesar de previsível, novo filme do personagem agrada aos fãs dos quadrinhos. Não há muito o que falar sobre a nova adaptação de Conan, personagem criado por Robert E. Howard em 1932 e popularizado pelas HQs da Marvel Comics a partir dos anos 1970, a não ser que ficou interessante. O filme, que marca o reinício da franquia no cinema, conta a origem do guerreiro e entrega aos fãs tudo o que caracteriza suas histórias: batalhas de espadas, mulheres seminuas, vilões caricatos, frases de efeito e muito, muito sangue.
A história, apesar de simples, é eficaz em situar o expectador na Era Hiboriana e mostrar como as coisas funcionam por lá - em outras palavras, não mexa com o bárbaro. Nela, o público acompanha a vida de Conan desde o seu nascimento, num campo de batalha, até a maturidade, momento em que o guerreiro vislumbra a possibilidade de vingar seu pai, condenado por aquele que, não por acaso, ameaça dominar o continente fazendo uso de brutalidade e feitiçaria.
Apenas a memória afetiva pode justificar a defesa dos filmes estrelados nos anos 1980 por Arnold Schwarzenegger. Jason Momoa, o novo especialista de Hollywood em tipos selvagens, se sai bem no papel do guerreiro, não se acanha ao fazer poses com a espada e falar com os dentes serrados. E o melhor: ele parece - e muito - com o Conan retratado nas pinturas do artista Frank Frazetta.
Basicamente o filme além de trazer vários elementos dos quadrinhos, buscou destacar a brutalidade, detalhar as cenas de sangue e carnificina. Quem é fã do estilo vibra praticamente o filme inteiro, mas para os fãs clássicos do personagem, fica uma sensação de exagero. Apesar dos clichês, não há muito o que exigir da adaptação cinematográfica de um personagem cuja razão de existir, ao menos neste estágio de sua vida, é quase exclusivamente a motivação pela batalha. Se há um problema no novo "Conan, o Bárbaro", é não conseguir fugir da previsibilidade e cair em suas próprias emboscadas. Assista o trailer: