segunda-feira, 7 de março de 2011

TWO OF US - TUDO ENTRE NÓS - 2005

8 comentários:

Direção: Michael Lindsay-Hogg
Com: Aidan Quinn (Paul McCartney) e Jared Harris (John Lennon)
Duração: 89 minutos
Sábado, 24 de abril de 1976. No ar, um dos programas mais populares dos Estados Unidos até hoje, o Saturday Night Live. Na época, corria pelo mundo o boato de que os Beatles se reuniriam novamente, à luz de uma oferta milionária do promotor Sid Bernstein. A proposta não foi aceita, mas aproveitando-se da esperança dos fãs, o apresentador Lorne Michaels fez uma brincadeira e ofereceu 3 mil dólares se os Beatles aparecessem no programa aquela noite e cantassem 3 músicas. Mal sabia ele que naquela noite, Paul McCartney estava visitando John Lennon em Nova York, próximos ao estúdio e assistiam ao programa. Quase foram lá dar uma palhinha, mas depois, em uma entrevista, John disse que estavam cansados. Se isso faz parte do filme? Claro! O filme é inspirado nisso. E, sim, isso de fato aconteceu. Aliás, a piada de Michaels entrou para a história dos Beatles. Com grande maestria, o diretor Michael Lindsay-Hogg, fez um filme imaginando como teria sido aquele dia para os dois amigos. É quase uma hora e meia de conversa entre John e Paul. Falando assim, parece até enfadonho, mas ela é muito bem conduzida entre momentos de tensão, descontração, uma rápida ida ao banheiro ou pausas para lembrar uma música e atender Yoko ao telefone, que supostamente viajava com o filho, Sean. Michael Lindsay-Hogg também dirigiu o documentário Let It Be (1970), que mostrava a rotina dos Beatles já na época da separação. Conhecendo bem o comportamento de John e Paul, Hogg pôde dirigir os atores fazendo com que eles chegassem o mais próximo possível dos gestos e linguagens dos músicos. A semelhança física acaba ficando em segundo plano (quase terceiro). Além disso, o diretor pôde também recriar, com fidelidade, o apartamento de John e Yoko em New York. Tentei encontrar o trailer, mas não achei. Aqui, a gente confere a cena do elevador e logo abaixo, os verdadeiros John Lennon e Paul McCartney e os Beatles quebrando o pau com TWO OF US.

MEET THE RUTLES

7 comentários:
Os RUTLES foram uma invenção do humorista inglês ERIC IDLE após o fim da trupe MONTY PYTHON. A idéia de uma banda sátira aos BEATLES surgiu dentro de um programa criado por ele para a rede de tv londrina BBC chamado "RUTTLAND WEEKEND TELEVISION"que foi ao ar por lá entre os anos de 75 e 76.
A série televisiva teve 14 capitulos sendo que a aparição dos RUTLES só aconteceu no primeiro capitulo da segunda temporada, em uma aparição do ex BEATLE George Harrison quando cantou MY SWEET LORD finalizando com uma canção em parceria com Eric Idle chamada THE PIRATE SONG.
George, que era fissurado pelo MONTY PYTHON e já havia financiado alguns projetos como o filme A VIDA DE BRIAN tornou-se peça chave no que viria a seguir no estouro da RUTLEMANIA. O projeto cômico acabou virando banda de verdade e obteve ampla projeção em uma visita de Eric ao programa americano SATURDAY NIGHT no ano de 1976.
Apoiados pela mente fértil de Eric o grupo tornou-se sensação após cometerem "ALL YOU NEED IS CASH", uma escrachada sátira a si mesmos totalmente baseada na história dos próprios BEATLES, o documentário foi lançado em 78 e teve o apoio total de Derek Taylor, ex-promotor dos próprios BEATLES. A película acabou lançada tardiamente em vídeo, somente em 83, depois que a coisa toda já havia se diluído.
A formação original, sem a presença de Eric rompeu-se logo após o lançamento nos cinemas da auto biografia da banda, mas o projeto seguiu adiante no comando de Neil innes,que sempre foi peça chave em todas as composições dos caras lançando vários álbuns entre eles o clássico ARCHEOLOGY, Os RUTLES talvez tenham sido mesmo a banda mais BEATLES de todos os tempos.


Quem quiser rever a postagem sobre o Monthy Python publicada no dia 25 de maio de 2009, clique no link: http://obaudoedu.blogspot.com/2009/05/monty-python-vida-de-brian.html

domingo, 6 de março de 2011

THE RUTLES - LET IT ROT

4 comentários:

McCARTNEY'S GIRLS - AS FILHAS DE PAUL McCARTNEY

9 comentários:
De todas as Maccca’s Girls acho que a primeirona é a velha Linda que já não não está mais aqui. Quando ela se casou com Paul McCartney, trouxe à tira-colo a pequena Heather Louise Eastman. Como logo foi adotada por Paul, ganhou o acréscimo do singelo ”McCartney” para completar seu nome . A pequena Heather viu o fim dos Beatles bem de perto e também estava no colo de Paul, quando casou com a mãe dela. Heather nasceu em 31 de dezembro de 1962. Está com 48 anos e seu pai verdadeiro é um geólogo americano chamado Joseph Melville See Jr. Só para lembrar: a outra Heather, a Mills, é cinco anos nova que ela. Heather Louise Eastman McCartney é uma pessoa discreta, e procura manter a vida longe de holofotes.
Paul e Linda tiveram três filhos: Mary Anna Eastman McCartney, Stella Nina Eastman McCartney, and James Louis Eastman McCartney.
Mary, nome claramente dedicado à mãe de Paul, é aquele bebêzinho embrulhado no casaco do pai na capa do álbum “McCartney”. Mary McCartney nasceu em 28/08/1969 e, sendo a primeira filha biológica de Paul, ganhou o mesmo nome de sua avó paterna. Mary, como Heather, sempre apreciou a tranqüilidade e a discrição, desde sua infância na fazenda da família em Sussex, Inglaterra - ali, as crianças eram criadas, convivendo com a natureza e cercadas de animais, os quais aprenderam a respeitar profundamente. É casada desde 1998 e deu a Paul seu primeiro neto. Em agosto de 2008, Mary teve um segundo filho do diretor Sam Aboud. Profissão: fotógrafa.
Stella Nina Eastman McCartney - essa é barra-pesada! Nasceu em Londres em 13 de setembro de 1971. É esttilista e designer de moda. Dizem que é chata pra cacete e não suporta dar autógrafos. Geralmente, aparece nas apresentaçoes do pai vestindo camisetas com palavrões e gestos obscenos. Não é flor que se cheire!
Por último tem o James. Seguindo a tradição, o primeiro filho homem leva o nome do avô. James Louis Eastman McCartney, nasceu em 12 de setembro de 1977, em Londres. Recentemente, houve uma postagem sobre ele. Está com 33 anos e parece que ainda não sabe o que é realmente. Pra terminar essa chatice sem igual, Linda e Paul McCartney com o sucesso “Seaside Woman”. Valeu! Abração!

UM DIA QUE ENTROU PARA A HISTÓRIA DA CAPITAL

8 comentários:
Dear friend, dizem que é perda de tempo ficar olhando para o passado. Mas certas histórias da nossa vida devem ser lembradas. De alguma forma elas nos influenciaram e o exercício de trazê-las à tona, muitas vezes, pode nos dar um grande prazer. Lembrar da Rockonha é uma dessas boas histórias que vivi. Como era bom ter dezessete anos. E agora, 30 anos depois, pude voltar àquela festa. O que conto aqui são fragmentos de uma noite estranha, pois apesar de despertar o medo em muitos, abriu os olhos de tantos outros naquele início de década. Não nos conhecíamos na época, mas tenho a certeza de que se tivéssemos nos encontrado, a amizade seria instantânea. Um grande abraço e obrigado pelo espaço no Baú.
Eu também dancei. A festa que aparece na música Faroeste Caboclo, de Renato Russo, rolou de verdade. Só que não foi organizada pelo Jeremias, maconheiro sem vergonha, como diz a letra. Foi uma festa que não chegou ao fim. Estávamos em agosto de 1980, num sítio nos arredores de Brasília. O país marchava no compasso do militarismo que prenunciava o seu fim. Havia um clima de mudança no ar, mas o pau continuava quebrando pra cima dos cidadãos comuns. Na capital, sem qualquer motivo, jovens eram abordados por policiais. Camburões brotavam de todos os lugares. Mão na cabeça! Abre as pernas! O que vocês estão fazendo aí?! Documento! Todas as noites você corria o risco de ser abordado e tomar um baculejo. Mal sabiam eles que essas atitudes só apressavam o fim da ditadura. Não havia internet nem redes sociais, mas de alguma forma havia uma interação entre todos nascidos nos anos sessenta. Rock and roll, liberdade. Flower power, liberdade. Drogas, liberdade. E na capital, a repressão parecia maior do que em todas as cidades. Talvez pelo aparente concreto da arquitetura, talvez pela uniformidade e setorização da urbanização, talvez pelo excesso de disciplina imposta aos funcionários públicos que habitavam a cidade. Só que nada disso estava mais ditando os passos dos jovens. Tudo era motivo para se rebelar e reafirmar a liberdade buscada por todos. E foi numa dessas ondas libertárias que um grupo de jovens de classe média resolveu fazer uma festa de arromba. E como forma de desafiar a polícia e o convencionalismo deram o nome de Rockonha. A primeira versão da festa foi tímida e restrita a um pequeno grupo de amigos. Mas aí veio a segunda e a história da grande festa começou a rolar de boca em boca. Não havia celulares, não havia internet. A notícia se espalhava pelo telefone e nos bares. Até chegar ao mais badalado bar da época, o lendário Beirute, na 109 Sul. Se alguém procurava por alguma festa, bastava passar pelo Beirute que aparecia uma coisa legal pra fazer. Nos primeiros dias rolou o boato de que a festa seria apenas para os convidados mais chegados. Mas, como se fosse uma bola de neve, a coisa foi crescendo e na noite da festa começou a pipocar o famoso convite por todas as mesas do Beirute e dos outros bares da 109. O texto impresso numa sugestiva seda dizia assim:
“Para matar as saudades, os delírios e as fissuras, a Rockonha vem convidar você para mais um som viajante baseado no bosque, a partir das 21h do dia 30-8-80. Agradecemos à Fucking Sound e contamos mais uma vez com a sua presença”.
Beleza, a noite estava garantida. Cada um deu o seu jeito de chegar. Ficamos no Beirute até as onze horas e pegamos o último ônibus rumo a Sobradinho. Em cada parada subia um grupo de malucos, de artistas e alguns ainda tímidos punks. No trajeto a onda foi crescendo e a descontração já tomava conta do ambiente. O motorista ouvia no rádio o hit da Gretchem. Em poucos instantes todos cantavam o refrão em coro “Conga la conga. Conga, conga, conga” Chegamos pouco antes da meia-noite. Logo o ônibus foi esvaziado e um motorista irônico nos desejava boa festa. Parece que ele sabia que alguma coisa estava por vir. O lugar já estava cheio e algumas pessoas segurando cães pastores recebiam os convites. A festa ia rolar no bosque e caminhamos aproximadamente 500 metros por uma estrada de terra. A noite estava linda, como costuma ser no mês de agosto em Brasília. Lembro que na escuridão, dois caras que já estavam loucos fumavam mais um e brincaram quando nós passamos “Ih, sujou, olha os caras aí. Todo mundo vai dançar”. Seria uma premonição? A festa prometia. Ao chegar no bosque um rock setentista rolava a toda altura nas caixas presas nas árvores. Não me lembro bem o que tocava, provavelmente era o Led. O clima estava perfeito. Uma fogueira no centro do bosque, uma barraca distribuindo bebida e muita gente se divertindo. Mais adiante, à beira da lagoa, havia outra fogueira. Decidimos ir até lá para iniciarmos nosso serviço. Passamos por uma porteira e neste exato momento um sinalizador de luz, como um foguete pirotécnico, brotou do chão. Comentei: Pô, os caras pensaram em tudo, que massa! No instante em que o sinalizador explodiu e clareou o ambiente, vi um cara totalmente de preto sair do mato e apontar um revolver para a cabeça de um garotão. A partir daí, a euforia cedeu lugar ao espanto. Gritos de comando mandavam todos pararem e se deitarem no chão. Na escuridão do cerrado, gritos apavorados eram misturados aos latidos raivosos dos cães da polícia. O medo dos jovens era sentido no ar. Homens de preto, homens do exército, cães irados. A música já não tocava mais. Ninguém estava autorizado a falar. Os que tentavam entender o que se passava eram reprimidos instantaneamente. Uma das minhas amigas tinha apenas quinze anos, talvez aquela fosse sua primeira grande festa. Ela estava em pânico. Tentei acalmá-la. Fomos levados para perto da fogueira. Os policiais revistavam-nos. Alguns homens tiveram que tirar a roupa. Logo fomos encaminhados para uma fila indiana. Em silêncio e com as mãos na cabeça. Não podia ser na nuca. “Eu falei mão na cabeça, rapaz!!!”. Caminhamos pela estrada de terra até a frente da casa principal. Sentamos no chão. Era um grande grupo. A cada instante chegavam mais e mais. Alguns gritos distantes eram ouvidos pelo cerrado adentro. Os PMs armados e as tropas de choque nos vigiavam e ninguém gostava daquela música urbana. E assim continuou a operação militar que estragou nossa festa. Os menores de idade foram separados dos maiores, os filhos de militares foram separados dos cidadãos comuns. E todos foram encaminhados em ônibus fretados para o quartel de Sobradinho. Alguns adultos foram liberados, outros não. Nós fomos transferidos para o juizado de menores na Asa Norte e lotamos o auditório. E de lá só saímos na companhia dos pais quando o dia já estava claro. No dia seguinte os jornais anunciavam a prisão de mais de 400 pessoas numa festa nada estranha onde só quem não foi convidado era gente esquisita. Na semana seguinte todos estavam nos bares, nas ruas, nos gramados, debaixo dos blocos, nas festas. Sim, as coisas estavam mudando.
*Não me lembrava do texto do convite na íntegra, até que o encontrei no livro Renato Russo – O filho da Revolução, do jornalista Carlos Marcelo. Uma boa leitura para quem quiser entender um pouco mais sobre a Brasília além da política. Até pouco tempo atrás eu tinha um convite. O que será que aconteceu com ele? Dedico este texto à minha irmã Magda, que estava lá comigo. Foi ela que nos anos setenta me mostrou o sagrado caminho do Rock'n'roll.

RETRÔ - FILIPINAS X THE BEATLES

5 comentários:
Publicada originalmente em 11 de setembro de 2008
Há 40 anos os Beatles viveram uma aventura em Manila no estilo do filme Os Reis do Iê-Iê-Iê, quando foram perseguidos por uma multidão ofendida pela rejeição do grupo em comparecer a uma recepção organizada por Imelda Marcos, a então primeira-dama das Filipinas. Nunca, os Fab Four, então no auge da fama, sofreram uma humilhação semelhante à daquele dia 5 de julho de 1966, quando foram obrigados a fugir até o aeroporto e abandonar o país entre golpes e insultos. Um dia antes, a banda britânica negou o convite para visitar o Palácio de Malacañang e conhecer Imelda, a esposa do ditador Ferdinand Marcos. O motivo alegado pelos Beatles foi que a hora marcada para o encontro coincidia com o primeiro dos dois shows que seriam realizados naquele dia no Rizal Memorial Stadium de Manila, diante de 80 mil filipinos, que compareceram ao espetáculo alheios às exigências da esposa de Marcos (Mas isso era mentira. Eles ficaram dormindo no hotel. Era seu dia de folga, ora!). Imelda, acostumada durante mais de 20 anos - do Governo ditador de seu marido - a ter todos os seus desejos e caprichos prontamente atendidos, não ficou nada satisfeita com o não aparecimento dos rapazes de Liverpool. Com a manchete "Imelda humilhada pelos Beatles", todos os jornais anunciavam ao povo das Filipinas que a banda mais famosa do mundo esnobou e negou a encontrar-se com a primeira-dama. A reportagem chamou a atenção do empresário dos Beatles, Brian Epstein, que convocou uma entrevista coletiva televisada para tentar esclarecer o mal-entendido. Os esforços de Epstein não serviram para nada, já que a transmissão sofreu suspeitas interrupções técnicas. O promotor das apresentações dos Beatles na Filipinas, Ramon Ramos, afirmou que a afronta o autorizava a não pagar à banda, enquanto falsas ameaças de bomba eram anunciadas na embaixada britânica e no Manila Hotel, onde estavam hospedados. Ringo Starr lembraria anos depois que o tratamento dos empregados do hotel estava mais frio, embora o pior ainda estivesse por vir, quandoos esperava no aeroporto, onde tomariam um avião com destino à Índia. No terminal, Misael Vera, o responsável do Escritório de Rendas Internas, disse que os Beatles não deixariam o país até que pagassem os impostos que supostamente não tinham sido recolhidos desde a chegada da banda. Epstein, que começava a conhecer o sistema de corrupção da família Marcos, pagou de seu bolso os US$ 18 mil. Mesmo assim, o dedicado empresário não conseguiu suavizar a "via-Sacra" organizada contra seus pupilos. No trajeto até o avião, que foram obrigados a fazer a pé, aproximadamente 300 pessoas aguardavam a banda para a despedida do país, realizada com empurrões, cuspes e gritos de "Beatles, vão embora!". Ringo foi quem mais sofreu, recebendo um soco na cara e sendo pisoteado depois de desmontar no asfalto do aeroporto. Mal Evans achou que não sairiam vivos dali. Melhor sorte tiveram os outros, que se protegeram atrás de um grupo de freiras que subia no mesmo avião, que só decolou após mais de uma hora de confusão. Nenhum dos Beatles ou de sua equipe jamais voltou ao país e todos concordaram que foi o pior lugar que já estiveram na vida! Talvez, se tivesse sido aqui, não seria muito diferente. Ainda hoje.

THE BEATLES - PART 1

5 comentários:
Esse disquinho é simplesmente fantástico! É o primeiro de uma série de 5 partes. Nele, não tem nem uma baladinha doce. São 21 canções da primeira e mais alegre fase dos Beatles. Mas só os rocks e hits que eram mais "dançantes", na verdade "minhas preferidas". A qualidade de som e volume está excelente. Quase todas, foram tiradas dos álbuns remasterizados em 2009, e as que não foram, são de álbuns importados. Vale à pena conferir! É uma porrada no saco!
DOWNLOAD:

THE BEATLESONS

7 comentários:

sexta-feira, 4 de março de 2011

É PRECISO SABER A QUEM CHAMAR DE REI

6 comentários:
No próximo dia 19 de abril, o Rei Roberto Carlos completa 70 anos de uma vida iluminada. E as comemorações já começaram. Em sua homenagem, a revista Bizz lançou uma edição especial inteiramente dedicada ao artista. A revista, em formato premium, conta toda a trajetória do ídolo, desde seu nascimento em Cachoeiro do Itapemirim-ES aos dias de hoje. Cada capítulo traz uma década da vida de Roberto, com biografia, carreira, discografia, videos, grandes entrevistas. Dessa vez, o pessoal da Bizz tirou 10. A edição é realmente um primor! Vale à pena conferir! Nas bancas - R$ 19,90. A escola de samba Beija-Flor também prestará sua homenagem ao aniversário do Rei. Roberto Carlos será tema do enredo da agremiação no Carnaval 2011 e promete desfilar na Sapucaí. No dia 19 de abril, quem não gosta dele, não deve nem passar por aqui. O Baú do Edu será exclusivamente em sua homenagem. É uma brasa, mora?

PAUL McCARTNEY & KYLIE MINOGUE - DANCE TONIGHT

7 comentários:

THE VERY BEST OF THE RASPBERRIES

6 comentários:
No início dos anos 70, existiam tantas bandas de Power Pop que seria impossível fazer uma lista. Dessas tantas bandas, apenas três conseguiram, de fato, chegar mais longe. O Badfinger - de Pete Ham e Tom Evans, o "Big Star" - do saudoso Alex Chilton, e The Raspberries - de um gênio chamado Eric Carmem.
The Raspberries foi uma banda de Rock 'N' Roll de Cleveland, Ohio, Estados Unidos. Fizeram sucesso do final dos anos 60 até meados dos anos 70 e são considerados uma grande influência no estilo Power Pop. Influenciados por bandas da chamada ‘Invasão Britânica’- especialmente os Beatles, The Who, The Hollies e Small Faces - e por sua percepção modernista, ajudaram a disseminar esse estilo tão legal. O produtor Jimmy Lenner foi o responsável por todos os álbuns dos Raspberries, nos anos 70. Liderado pelo vocalista / guitarrista / compositor Eric Carmen, o grupo obteve relativo sucesso comercial, chegando a emplacar um quinto lugar na parada americana de sucessos com "Go All The Way". Lançaram entre 1971 e 1975, quatro álbuns, verdadeiras cartilhas do power Pop. Eric Carmen, já em carreira solo, produziu outros tantos hits, a mais conhecida é "All By Myself", que se tornou mundialmente conhecida e foi regravada por vários interpretes. Eric Carmem ainda se mantêm na ativa. Volta e meia, tornam a se reunir para shows aqui ou acolá. Neste disco, estão todos os grandes sucessos dos Raspberries: Go All The Way, Let's Pretend, Rock And Roll Mama, I Wanna Be With You, Tonight, Overnight Sensation, I Can Remember, Nobody Knows e a melhor de todas, que também foi sucesso aqui no Brasil, Don't Want To Say Goodbye.

E, para encerrar, a gente fica com o sucesso ''I WANNA BE WITH YOU". Espero que gostem! Valeu! Abração!

JULIAN LENNON - TOO LATE FOR GOODBYES

9 comentários:
Quando Julian Lennon "estourou" em 1983 com o sucesso "Too Late For Goodbyes", levei um susto. O timbre da voz e o estilo lembravam muito o pai dele. Foi uma grata surpresa quando comprei o LP "Valotte" que ainda traz outro sucesso: a faixa-título. Nunca fui ligado nessa coisa de "filhos dos Beatles" e acho quase todos uns grandes chatos mimados, principalmente o tal de Sean Lennon. Mas acho o Julian um cara bacana. Honesto. Para quem quiser ver ou rever a postagem sobre Julian Lennon publicada originalmente em 26 de setembro de 2009, o link é: http://obaudoedu.blogspot.com/2009/09/julian-lennon-o-filho-do-homem.html

quinta-feira, 3 de março de 2011

THE BEATLES - I'M DOWN

7 comentários:

ISSO ME DÁ TIC-TIC NERVOSO! TIC-TIC NERVOSO...

5 comentários:
Um dia desses, fiquei feliz da vida. O incomparável KID VINIL deixou um comentário elogiando nosso blog preferido. Ele disse na postagem dos Rolling Stones: “Se alguém um dia postasse um video desses dos Rolling Stones no meu aniversario eu seria eternamente grato. Salvou o meu dia!!! A propósito: o meu foi sábado dia 26. Parabéns pelo blog! Kid Vinil”. Para quem não sabe: Kid Vinil ficou famoso nos anos 80 como vocalista do grupo Magazine, com as canções "Tic Tic Nervoso", "A Gata Comeu", "Sou Boy" e "Glub Glub no Clube". Também foi um dos maiores incentivadores do início do movimento punk paulista, organizando shows e tocando músicas de bandas de punk-rock e pós-punk em seu programa de rádio. Dava aula de história com o nome de Marcus Fábio. Na TV, participou em 1987 do programa Boca Livre na TV Cultura. Na Band comanda o programa Mocidade Independente e depois tornou-se VJ da MTV, participando de programas como Lado B em que participavam bandas ainda desconhecidas. Em 2008, lançou um livro pela Ediouro Publicações chamado Almanaque do Rock, que relata a trajetória do rock, começando pelos anos 50 até os dias de hoje. Atualmente, viaja pelo Brasil discotecando em festas revival dos anos 80 e voltou a fazer shows com a banda Magazine e possuia uma coluna no portal Yahoo!. Valeu, Kid Vinil! Qualquer dia desses faço uma postagem à altura do seu talento. Obrigadão!

GIBERT O' SULLIVAN - ALONE AGAIN

8 comentários:
Gilbert O'Sullivan tentava imitar o timbre de voz de Paul McCartney descaradamente no início dos anos 70. E assumia. Seu nome verdadeiro é Raymond Edward O'Sullivan, e nasceu em 1 de Dezembro de 1946 em Waterford, Irlanda. Seu maior sucesso foi o megahit "Alone Again (Naturally) - belíssima - de 1971.

PELO MENOS AINDA ME RESTA OS BLUES

2 comentários:
Robert William Gary Moore era um monstro, literalmente! E isso não é uma metáfora. Era um “Rocker” autêntico e sincero com tudo que o Rock traz com ele. Nasceu em Belfast, Irlanda do Norte, no dia 4 de Abril de 1958, e ficou mais conhecido simplesmente como Gary Moore. Entrou para a história como um dos melhores guitarristas de blues e hard rock de todos os tempos.
A vida de quem cresceu em meio às bombas do IRA e às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra: extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico quando solicitado. “A coisa” começou aos 16 anos, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, e participando das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger. Logo depois, estava no Thin Lizzy (banda irlandesa), onde conheceu o comparsa, Phil Lynott. Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, Grinding Stone (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II. Em sua passagem pelo Thin Lizzy, colaborou na gravação de alguns álbuns, mas só iria gravar mesmo no compacto Darling (1974) e no álbum Black Rose (1979). Em parceria com Ozzy Osbourne, Moore compôs e gravou a canção "Lead Clones", presente em seu disco After The War e no CD "The Secret Songs" de Ozzy. Então, deu início à sua carreira-solo, com muito sucesso. Em 1990, “Still Got the Blues” foi um sucesso implacável! Também tocou com os Traveling Wilburys. É dele o solo em “She’s My Baby”. Foi encontrado morto no dia 6 de Fevereiro de 2011, em Estepona, Espanha. Dizem, devido a uma parada cardíaca, num quarto de hotel com oito guitarras e uma mochila. Não tenho o menor medo em afirmar: estava "entupido"! Abração para todos os amigos e fãs de Gary Moore que escreveram dizendo que era chegada a hora. I still got the blues. 4 you!
STILL GOT THE BLUES – GARY MOORE

TRILHA NOTA 1000 - AMERICAN GRAFFITI

6 comentários:
Outro dia, num desses "corujões" que passam tarde da noite, pude rever um filme que talvez tivesse mais de vinte anos que não via. American Graffit - Loucuras de Verão - aqui no Brasil. Dirigido por George Lucas em 1973, o filme se passa no início dos anos 60 no interior dos Estados Unidos. A história é bem bobinha, para adolescentes retardados. No final de um verão, um grupo de jovens tenta curtir ao máximo a última noite de férias. Curt (Richard Dreyfuss) e Steve (Ron Howard) conseguiram entrar numa das universidades mais conceituadas do país, e agora terão de mudar de cidade. Enquanto Curt tenta fazer sua "despedida", o amigo Steve faz de tudo para convencer sua namorada de que eles devem continuar juntos. Enquanto isso, seus outros amigos têm uma noite de aventuras, envolvendo descobertas sobre o amor, a amizade, a família e a vida. É um filmezinho bacana. Agora, o que mata a pau mesmo é a trilha sonora com 41 sucessos do mais puro Rock And Roll. Nota 1000! Quem adora o "american way of life" e cultura pop não deve deixar de conferir esse filme de jeito nenhum. Nem a trilha. Abração!

quarta-feira, 2 de março de 2011

QUEM ESCREVER MAIS, LEVA!

18 comentários:
Essa é imperdível! Durante a primeira quinzena de março, quem fizer o maior número de comentários GANHA (absolutamente sem custo algum!), o livrão " THE BEATLES - A HISTÓRIA ILUSTRADA", zerado e ainda com o lacre. Não é "sorteio", é pura conta! Então vamos lá! Todo dia explode uma bomba em algum lugar. Aqui, explode todo dia!

TOO MANY PEOPLE....

4 comentários:
Capa da revista "Vida Simples" - edição nº 103 - março 2011

JEFF HEALEY - O HOMEM QUE VIU A LUZ ★★★★★★★★

7 comentários:

The Jeff Healey Band foi uma banda canadense, que levava o nome do dono, o incomparável Jeff Healey. O garoto prodígio nasceu em 25 de março de 1966, em Toronto, Ontário, Canadá e com menos de um ano de idade perdeu a visão com uma rara espécie de câncer. Ganhou de presente sua primeira guitarra em um natal também muito jovem; adaptou a guitarra à sua maneira de tocar, que se tornou uma característica própria comumente chamada de "lap-top" (onde ele toca com a guitarra no colo, de forma que envolve todos os dedos para tocar o instrumento, apoiando-a em uma plataforma especial, ou nas pernas). Com seis anos, já estava quase pronto. Já tocava fluentemente e cantava. Adolescente se apresentava em bares e clubes, e aprendia ouvindo os grandes guitarristas. Jeff Healey antes de se fixar no Blues tocou de tudo um pouco, Jazz, Country, Reggae, Heavy Metal, R&B, Rock e enfim Blues. Em uma escola especial para cegos tocou guitarra e trumpete, e organizou um grupo chamado Blues DirectionsEm 1985 lançou um vídeo independente chamado Adrianna. No mesmo ano, um amigo, o lendário guiitarrista Albert Collins o convenceu a subir ao palco com ele e Stevie Ray Vaughan por algumas semanas. O jovem, loiro e cego, impressionou Stevie Ray, que passou a ser um grande amigo do menino prodígio. Ainda en 1985, formou The Jeff Healey Band junto com Joe Rockman no baixo e Tom Stephen na bateria. Healey estava com 19 anos. Em 1986 ao tocar em um festival em Vancouver com B.B.King, deixou o mestre e sua "Lucille" boquiabertos. Fizeram tour pelo Canadá por dois anos, lançando uma espécie de demo, antes de se filiarem a Arista Records & BMG Music Canadá Inc.

Seu álbum de estreia foi o "See The Light", já atraia devotados fãs de blues, com notoriedade para as músicas "Angels Eyes" e "Confidence Man". Nessa mesma época Jeff Healey e banda participaram de um filme que lhe deu uma boa projeção internacional: Road House (Matador de Aluguel, com Patrick Swaize), onde tocava com sua guitarra em um bar.
Em 1990 seu segundo álbum, "Hell to Pay", trazia nada mais, nada menos que George Harrison tocando com Healey na faixa cover dos Beatles "While My Guitar Gently Weeps" e também Mark Knopfler (Dire Straits) tocando em “I Think I Love You Too Much”, um grande sucesso. Hell To Pay é considerado por muitos fãs, como sendo o melhor álbum do grupo.

"Fell This", o terceiro, infelizmente não teve o retorno esperado. "Cover To Cover", o álbum seguinte, traz covers de diversos artistas, entre eles Jimi Hendrix e John Lennon, segundo a banda o álbum foi uma "expectativa de recuperarem as raízes". A interpretação de Healey para "YER BLUES" dos Beatles, é simplesmente de arrepiar. Em 2000, foi lançado "Get Me Some", em que o guitarrista, depois de 5 anos de dor, resolveu falar sobre ela novamente. Um pouco de Pop, um pouco de Rock e um pouco de Blues, é essa a essência de "Get Me Some". Destaque para as músicas: "Macon Geórgia Blues", "Runaway Heart", "Feel Better" e "The Damage Is Done". Jeff Healey morreu no dia 2 de março de 2008 com apenas 41 anos.

COME TOGETHER! RIGHT NOW, OVER ME.

7 comentários:
funny gifs

terça-feira, 1 de março de 2011

HELEN SHAPIRO - WALKING BACK TO HAPPINESS

15 comentários:
Helen Shapiro Kate nasceu em 28 de setembro de 1946. Foi uma popular cantora inglesa no início dos anos 1960. Seus dois maiores sucessos no Reino Unido foram "You Don't Know" e "Walkin' Back to Happiness". Helen Shapiro nasceu no Hospital Bethnal Green no bairro de mesmo nome em Londres. Sua infância foi passada em uma casa no bairro em Hackney, onde frequentou a escola "Clapton Park Comprehensive School" até 1961. Seus avós eram imigrantes judeus russos e seus pais, operários numa indústria de confecções. Sempre incentivaram a música em sua casa (a jovem Helen teve de ir na casa de um vizinho para ouvir seu primeiro single! - (lenda - daquelas criadas por Epstein!). Ainda criança, Shapiro tocou banjo e fez dupla com seu irmão Ron, ocasionalmente, num grupo juvenil de jazz. Ela tinha um timbre profundo em sua voz incomum para uma menina. Com dez anos de idade, Shapiro foi cantar no grupo "Susie and the Hula Hoops", uma banda da escola que incluia Marc Bolan (então Marc Feld) como guitarrista. Aos 13 anos, começou a fazer aulas de canto na "The Maurice Burman School Of Modern Pop Singing", em Baker Street, Londres. Dessa escola, já havia saído uma cantora chamada Alma Cogan. E foi através dessa escola que chegou até a Columbia Records. Um homem chamado John Schroeder, gravou uma demo de Shapiro cantando "Birth of the Blues".
Em 1961, com catorze anos, teve seu primeiro hit no Reino Unido "Don't Treat Me Like A Child" que chegou ao nº 3 das paradas e em seguida, emplacou mais dois hits que foram nº 1, "You Don't Know" e "Walkin' Back to Happiness". Em 1962, conseguiu um 2 º lugar em com "Tell Me What He Said", conseguindo que seus primeiros quatro primeiros singles entrassem no top 10 inglês. A maioria de suas sessões de gravação foram nos estúdios da EMI em Abbey Road.
Antes de completar dezesseis anos, Shapiro era a cantora teen preferida da Inglaterra. A primeira turnê nacional Beatles foi no final do inverno / início da primavera de 1963, juntamente com Helen Shapiro. Durante o decorrer da turnê, eles conseguiram seu primeiro sucesso nas paradas e John Lennon e Paul McCartney escreveram a canção "Misery" destinada para ela, mas estranhamente, Shapiro não gravou a música. Ela também ouviu em primeira mão o sucesso "From Me To You", que logo estaria bombardeando todas as rádios do país!

No final da adolescência, sua carreira como cantora pop estava em franca decadência. Com a nova onda da "beat music" e com o aparecimento de novas cantoras como Cilla Black, Sandie Shaw e Lulu, o estilo de Shapiro se tornara antiquado. Então, ela adotou um estilo "meio cabaret" passando a fazer shows em clubes de operários nos arredores de Londres. Seu último show teve lugar no "Senado Peterlee's Club" em 6 de maio de 1972, quando anunciou que estava desistindo da vida no show business. Mais tarde, apareceu como intérprete de musicais de teatro, e adotou um estilo mais jazz. Nos últimos anos, tornou-se uma cantora gospel. Também trabalhou com atriz e desempenhou o papel de Nancy, no musical de Lionel Bart, "Oliver"! no West End de Londres e apareceu em várias novelas da televisão britânica, em especial "Albion Market", onde interpretou uma das personagens principais até o momento em que foi retirado do ar em agosto de 1986.
Em agosto de 1987, Shapiro tornou-se evangélica. Ela lançou quatro álbuns, desde então, todos em louvor ao Messias. Aposentou-se do show business definitivamente, no final de 2002 para se dedicar somente na divulgação do evangelho. É casada com John Judd, um ator com diversos papéis na televisão britânica e do cinema. Reside em Kent. Sua autobiografia, publicada em 1993, foi intitulada "Walking Back to Happiness".

NAZARETH - LOVE HURTS E MUITO MAIS!

7 comentários:
Tenho um grande amigo e xará, Eduardo Krüguer, que um dia desses estava feliz da vida porque ia ver um showzaço do Nazareth numa cidadezinha perto da dele. Aqui segue o seu registro sobre o show e algumas fotos exclusivas, de sua autoria, claro. Abração, SK! Valeu!
Semana passada estava navegando na internet quando me deparei com uma notícia que me chamou a atenção: "Nazareth em Rio do Sul".
Explicando:
1 - Rio do Sul: cidadezinha aqui de SC que fica uns 70km de onde moro (Timbó).
2 - Nazareth: banda de rock "quarentona".
Isso mesmo! Mal pude acreditar que teria a oportunidade de ver ao vivo os caras que embalaram várias vezes minhas decepções amorosas com sua eterna interpretação de "Love Hurts". Essa música foi composta e gravada pelos irmãos Bryant nos anos 60, mas que, na época, passou um tanto despercebida. Foi graças a uma versão feita em 1975, por esta banda formada na cidade escocesa de Dunfermline, que Love Hurts ficou mundialmente conhecida. Um sucesso arrasador na voz do vocalista Dan McCafferty. Pode ser que você nunca tenha ouvido essa música, mas certamente seus pais e seus tios já ouviram.
O Nazareth, entretanto, não se resume a Love Hurts. A banda possui uma discografia altamente recomendável. Suas músicas já influenciaram e continuam influenciando muitos músicos. Vale mencionar que o grupo já fazia sucesso alguns anos antes de gravar Love Hurts e continou fazendo sucesso ainda por muitos anos. A banda nunca foi lá muito ligada em estratégias de marketing, talvez por esta razão pouco tenha se ouvido falar do grupo, sobretudo nas duas últimas décadas. A verdade, todavia, é que o Nazareth está na ativa desde 1968, sem interromper sua carreira por um ano sequer. Aliás, vale dizer, a banda teve sua origem no distante (põe distante nisto) ano de 1961, mas só passou a chamar-se Nazareth em 1968.
Durante sua longa carreira, muitas dificuldades, como o esquecimento a que foram relegados durante parte dos anos 80 e 90, além do falecimento de ex-integrantes, como Darrel Sweet, em 1999, e John Locke, em 2006. Mas o vocalista Dan McCafferty e o baixista Pete Agnew, felizmente, foram mais fortes que as tempestades encontradas pelo caminho e continuam até hoje mostrando ao mundo o rock competente do Nazareth.
Um fato interessante no grupo é que o Nazareth, além de ter sempre ótimos músicos em suas formações, é também uma banda formada, basicamente, por amigos e familiares. Prova disto é que atualmente o filho de Pete, Lee Agnew, é o baterista do grupo (substituindo o “tio” Darrel). Já Colin McCafferty, filho de Dan, também faz parte da equipe, acompanhando os músicos em todas as suas turnês. A formação atual da banda é com Dan McCafferty no vocal, Pete Agnew no baixo, Lee Agnew na bateria e Jimmy Murrison como guitarrista.
Enfim... convidei uns amigos e fomos pro show que faz parte da turnê Big Dogz! Antes paramos num buteco mexicano prá "esquentar" a noite. Chegando ao pavilhão, a banda subiu ao palco depois de 1h de atraso... e começaram a noite com Silver Dollar Forger, continuando a quebrar o pau com Razamanaz, This Month´s Messiah, Sunshine, This Flight Tonight, See Me, My White Bycicle, entre outras. E, claro, não faltaram sucessos como Dream On, Bad Bad Boy, Broken Down Angel e a tão esperada Love Hurts, cantada em coro com as 4 mil vozes presentes.
Sem dúvida, uma experiência a ser guardada com emoção, carinho e algumas fotos.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

ANIVERSÁRIO DE UM CARA DO BEM

7 comentários:
Caros amigos: hoje é aniversário de um grande amigo meu e da minha família. Além de amigo, ele é meu primo legítimo e afilhado do meu pai. O grande Antonio Estevam (Steve - para os íntimos) é, de todos os caras que eu conheço, o que mais gosta e mais entende de rock and roll no planeta! É um grande advogado e vascaíno confiante até o fim. É casado com a "Neca" e pai do Bruno e da Ana Luiza. Já percorreu o mundo inteiro e acredito que hoje deve ter mais de 5 mil discos – atenção, só de Rock And Roll! Adora os Rolling Stones, ACDC, Ramones e uma lista enorme que não caberia aqui. Também é grande fã, incentivador e divulgador do nosso blog preferido na internet. Pena que até hoje, não aprendeu a deixar comentários. Ninguém é perfeito, né? Caríssimo: deixo aqui aquele abração do Baú do Edu e todas aquelas coisas de dia de aniversário! Em sua homenagem, a gente tem a honra de receber os Rolling Stones e aquele super-rockão “Rocks Off”. Valeu! Abração! Saudações Vascaínas! BADFINGER BOOGIE! BEATLES 4 EVER!