sexta-feira, 11 de novembro de 2022

BILL HALEY & SEUS COMETAS - ROCK AROUND THE CLOCK - SENSACIONAL É POUCO! ★★★★★★★★★★★★

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Bill Haley (William John Clifton Haley), nasceu 6 julho de 1925 em Michigan e foi criado na Pensilvânia. Em 1946, formou seu primeiro grupo profissional, uma banda country chamada Down Homers, depois passou a seguir carreira solo. Haley lançou inúmeros compactos country nos anos 40, sem sucesso, enquanto trabalhava de músico itinerante e DJ. Em 1951 ele e sua nova banda The Saddlemen resolveram tocar em outro estilo, gravando versões das músicas "Rocket 88" e "Rock this Joint" de Jackie Brenston & Delta Cats. O relativo sucesso alcançado por elas convenceu Haley de que ele poderia se tornar um roqueiro famoso. Em 1952 o Saddlemen passou a se chamar Bill Haley & His Comets e, ainda em 1952 a composição de Haley, "Crazy Man Crazy" tornou-se o primeiro rock a entrar nas paradas de sucesso americana.

Em 1953 a música "Rock Around the Clock" foi composta para Haley, mas ele só conseguiria gravá-la em abril de 1954. Inicialmente não obteve sucesso, mas Haley logo alcançaria fama mundial com sua versão de "Shake, Rattle and Roll" de Big Joe Turner, que venderia milhões de cópias. Haley e sua banda foram primordiais ao divulgar a música conhecida como "Rock and Roll" entre o público branco, depois de anos considerada como um movimento underground.

Quando "Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme BlackBoard Jungle, explodiu e desencadeou uma revolução musical como o mundo nunca viu antes e que abriu as portas para talentos como Elvis Presley. Haley continuou a emplacar sucessos nos anos 50, como "See You Later Alligator", e estrelou o primeiro musical cinematográfico de rock and roll. Sua fama logo seria ultrapassada nos EUA pelo mais famoso e mais sexy Elvis, mas Haley continuaria a ser um grande astro na América Latina e na Europa pelo resto de sua carreira. Seus últimos shows foram na África em 1980. Ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1987. Bill Haley faleceu com apenas 55 anos em sua casa no Harlingen, Texas, em 9 de fevereiro de 1981, vítima de um tumor cerebral. Seu corpo foi cremado.

OS BEATLES E A ÍNDIA - SENSACIONAL!

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O documentário “Os Beatles e a Índia” (2021)dirigido pelo escritor e jornalista indiano Ajoy Bose, estreou em janeiro no HBO Max. A produção acompanha a passagem da banda por Rishikesh, na Índia, e explora a imersão de três anos dos músicos na cultura indiana. Momentos como o primeiro encontro de George Harrison com a cítara, enquanto os Beatles estavam filmando “Help!", são retratados no longa.
O filme também revela o impacto do grupo sobre a juventude indiana. A influência inicial da banda é mostrada por meio do grupo pop contemporâneo The Savages, que nasceu em Mumbai na metade dos anos 1960, e por meio do ator Shammi Kapoor, dançando no filme “Janwar", de 1965.

“Os Beatles e a Índia” é composto de raras filmagens de arquivo, fotografias, relatos de testemunhas oculares e comentários de especialistas, juntamente com filmagens de locais em toda a Índia para dar vida à fascinante jornada de George, John, Paul e Ringo, que deixaram suas vidas de celebridades no Ocidente para um remoto local do Himalaia em busca da felicidade espiritual que inspira uma explosão sem precedentes de composições criativas.


Quem não tem HBO, clica aqui ó!

THE POLICE - ROXANNE - 1978

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"Roxanne" é uma canção da banda inglesa The Police. Foi composta pelo vocalista e baixista Sting e foi lançada em 7 de abril de 1978 como um single bem antes do lançamento em seu álbum de estreia em novembro, Outlandos d'Amour. Foi escrita do ponto de vista de um homem que se apaixona por uma prostituta. "Roxanne" era inspirada nas prostitutas que viu perto do hotel decadente da banda em Paris, onde o Police estava hospedado em outubro de 1977 para se apresentar no Nashville Club. O título da música vem do nome de uma personagem da peça Cyrano de Bergerac, em um poster pendurado no saguão do hotel. No relançamento em 12 de abril de 1979, "Roxanne" alcançou a 12ª posição no UK Singles Chart. Ficou em 388º lugar na edição das "500 Maiores Músicas de Todos os Tempos" da revista Rolling Stone e foi votada nº 85 pela VH1 em sua lista das "100 Greatest Rock Songs". Em 2008, "Roxanne" entrou para o Grammy Hall of Fame.

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

GAL COSTA - A MAIOR CANTORA DO BRASIL 😟

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DAN McCAFFERTY - A VOZ DO NAZARETH MORRE AOS 76 ANOS - LOVE HURTS

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Dan McCafferty, vocalista original e fundador da banda Nazareth, morreu aos 76 anos na terça-feira (8). A notícia foi divulgada pelas redes sociais da banda em um post assinado pelo baixista Pete Agnew, que não cita a causa: "Dan morreu às 12h40 de hoje. Este é o anúncio mais triste que já tive que fazer. Maryann e a família perderam um marido e pai maravilhoso e amoroso, perdi meu melhor amigo e o mundo perdeu um dos maiores cantores que já viveram. Muito chateado para dizer qualquer coisa além disso neste momento"McCafferty nasceu em Dunfermline, Escócia, em 1946. Ele fundou a banda em 1968 com Agnew, o guitarrista Manny Charlton e o baterista Darrell Sweet. O sucesso internacional foi alcançado com o álbum "Hair of the Dog", de 1975, com músicas como a faixa-título e "Love Hurts". A voz de McCafferty foi uma das mais marcantes do Rock Clássico. Ele seguiu com o Nazareth por quase cinquenta anos até 2013, quando se afastou para cuidar da saúde. Em outubro de 2019, McCafferty lançou o primeiro álbum solo, "Last Testament".

"Love Hurts" foi escrita por Boudleaux Bryant e Felice Bryant, e gravada pela primeira vez em julho de 1960 pela incomparável dupla de músicos americanos The Everly Brothers. Foi gravada como uma faixa no álbum A Date with The Everly Brothers, porém não foi lançada como single (nem mesmo como lado B) pelos Everlys. A primeira versão a fazer sucesso foi gravada por Roy Orbison, que chegou às primeiras cinco posições nas rádios australianas em 1961. Uma gravação feita por Emmylou Harris e Gram Parsons foi incluída no álbum Grievous Angel, lançado postumamente após a morte de Parsons, em 1973.
A versão gravada pela banda escocesa Nazareth, em 1976, é a mais famosa e chegou ao Top 10 dos Estados Unidos e foi nº 1 na Noruega e nos Países Baixos. Joan Jett gravou sua versão no álbum The Hit List de 1990, em que todas as faixas são covers de músicas famosas. A versão da cantora Cher fez bastante sucesso, atingindo a primeira posição no Brasil por sete semanas consecutivas e o Top 10 em várias países da Europa em 1991, vendeu 500 mil cópias. Apesar do sucesso de algumas versões de "Love Hurts", a mais célebre, que fez mais sucesso e que mais resistiu ao tempo foi a imortalizada pelo Nazareth na voz inconfundível de Dan McCafferty.

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

THE BEATLES - DEVIL IN HER HEART - SENSACIONAL!

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George Harrison assumiu o principal vocal na versão dos Beatles da  canção pouco conhecida de 1962 das Donays - "Devil In His Heart". Foi uma das várias versões cover gravadas para With The Beatles. Eles descobriram a música na loja NEMS de Brian Epstein. "Brian tinha uma política de comprar pelo menos uma cópia de cada disco lançado. Se vendesse, ele pedia outro, ou cinco ou o que fosse. Conseqüentemente, ele tinha discos que não eram sucessos na Grã-Bretanha, nem mesmo na América. Antes de ir a um show, nos encontrávamos na loja, depois que ela fechava, e procurávamos nas prateleiras como furões para ver quais novos estavam lá... 'Devil In Her Heart' e 'Money' de Barrett Strong eram discos que pegamos e tocamos na loja e achamos interessantes". Disse George Harrison no Anthology. "Devil In His Heart" era o último sucesso das Donays. Os Beatles gravaram seis tomadas até deixar "Devil In Her Heart" no ponto, em 18 de julho de 1963 - na primeira sessão do álbum With The Beatles - na qual eles também gravaram "You Really Got a Hold On Me", "Money (That I Want)" e "Till Till Was You""Devil In His Heart" foi composta por Richard P. Drapkin que a gravou com o nome de Ricky Dee. Em 1962, o grupo feminino The Donays gravou a canção. A mais famosa gravação foi feita pelos Beatles e lançada em no álbum With the Beatles em 22 de novembro de 1963 (Reino Unido) e 10 de abril de 1964 (EUA). "Devil In His Heart" foi produzida por George Martin e teve Norman Smith como engenheiro. George Harrison faz os vocais principais e toca a guitarra principal; John Lennon faz backing vocals e toca a guitarra base; Paul McCartney faz backing vocals e toca baixo e Ringo Starr toca bateria e maracas.

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

THE BEATLES - ASK ME WHY ★★★

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"Ask Me Why" é uma música dos Beatles originalmente lançada no Reino Unido como o lado B de seu single "Please Please Me". Também foi incluída em seu álbum de estreia de 1963, Please Please Me"Ask Me Why" foi composta no início de 1962,  principalmente por John Lennon e creditada a Lennon e McCartney. McCartney disse: "Era uma ideia original de John e nós dois sentamos e escrevemos juntos, apenas fizemos um trabalho nela. Era principalmente de John". "Ask Me Why" fez parte de seu repertório ao vivo antes de seu contrato de gravação, e foi uma das canções executadas em sua primeira sessão de gravação no estúdio da EMI em Abbey Road em 6 de junho de 1962. "Ask Me Why" emula o estilo de Smokey Robinson and the Miracles, por quem Lennon foi influenciado, e desenha sua frase de guitarra de abertura de "What's So Good About Goodbye" de 1961.
"Ask Me Why" foi primeiramente gravada em Abbey Road em 6 de junho de 1962 com o baterista Pete Best. Como a sessão foi um 'teste comercial', nenhuma das apresentações gravadas naquele dia foi considerada adequada para lançamento, e os dois rolos de fita daquela sessão foram considerados apagados pela EMI. O grupo cantou "Ask Me Why" para o programa Teenager 's Turn – Here We Go do BBC Light Program em 15 de junho de 1962, nove dias após a sessão da EMI. Então foi gravada novamente, junto com "Please Please Me", em 26 de novembro de 1962 com Ringo Starr na bateria. Os Beatles também ensaiaram "Tip of My Tongue", outra música de Lennon e McCartney que também estava sendo considerada para o lado B do single "Please Please Me". No entanto, o produtor George Martin sentiu que "Tip of My Tongue" ainda precisava de algum trabalho, e acabou sendo dada a Tommy Quickly para gravar. A Capitol Records, a contraparte americana da EMI para a Parlophone, inicialmente se recusou a distribuir a música Beatle nos EUA e, portanto, o single Please Please Me/Ask Me Why foi lançado pela Vee-Jay Records em 25 de fevereiro de 1963.

SMOKEY ROBINSON & THE MIRACLES - WHAT SO GOOD ABOUT GOODBYE

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PAUL McCARTNEY - TRIPPING THE LIVE FANTASTIC - 1990

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Tripping The Live Fantastic é um álbum ao vivo de Paul McCartney. Foi gravado durante sua turnê mundial em 1989 e 1990 e foi seu primeiro álbum ao vivo desde o clássico Wings Over America. Em 1976, McCartney havia se afastado de sua herança dos Beatles, com exceção de algumas músicas. Desta vez ele enfatizou seu tempo como membro do Fab Four e sua carreira solo com muito menos ênfase em suas gravações na década de 1970 com o Wings.

O início da 'Paul McCartney's World Tour' - ou 'Get Back' - em 26 de setembro de 1989, representou o fim do jejum de uma década das excursões internacionais. Antes de pisar no palco escandinavo, o último show internacional do Wings havia sido em Los Angeles, em 23 de junho de 1976. Já a despedida das turnês, ainda que forçada, em virtude da prisão no Japão, foi marcada pela apresentação no Hammersmith Odeon, em Londres, em 29 de dezembro de 1979, como parte do evento The Concerts for the People of Kampuchea - data final da breve passagem do Wings pelo Reino Unido.
A partir daquele início até o final de julho de 1990 em Chicago, McCartney se envolveria em uma aventura marcada por recordes, estreias e emoções distintas - começando pelo repertório: pela primeira vez seria tocada uma série de músicas criadas pela dupla Lennon & McCartney. Todas elas incluídas no CD duplo "Tripping the Live Fantastic" e no simples "Tripping the Live Fantastic - Highlights!".
Além de recordes quebrados ao logo da turnê e do repertório combinando hits do Wings e músicas de Flowers in lhe Dirt, Paul usaria sua primeira excursão em quase duas décadas para fazer as pazes com o povo japonês. Sua estadia de dez dias na prisão na Terra do Sol Nascente dez anos antes seria recompensada com seis apresentacões no Tokyo Dome, entre 6 e 13 de março de 1990.

Já para os brasileiros, o que parecia impossível no tempo dos Beatles, agora era realidade. Exatamente as 6h03min da manhã de quarta-feira, 18 de abril de 1990, o voo 811 da Varig desembarca no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, proveniente de Miami. Paul chega acompanhado de Linda e os filhos indo direto para o Rio Palace Hotel em Copacaba de helicóptero. Na manhã seguinte, a frustração. Após mais de 24 horas de chuvas torrenciais, o primeiro show de Paul McCartney é oficialmente adiado para sexta-feira, 20 de abril. Mesmo com o tempo instável, Paul cumpre a promessa e toca 32 músicas para mais de 100 mil pessoas no Maracanã em um show com duração aproximada de 2h15min. No sábado, quando a chuva finalmente desapareceu, o Maracanã foi inundado por fãs vindos de toda a parte do Brasil e da América do Sul. O resultado não poderia ser diferente: recorde mundial de público (em local fechado) quebrado e reconhecido pelo Guiness Book, com 184.368 pessoas.

Antes de encerrar suas 103 apresentações ao redor do mundo, Paul McCartney ainda cumpriria uma missão importante: voltar a terra natal e prestar homenagem a um certo amigo de infância. O show de 28 de junho em Liverpool no palco armado na King's Dock se tornaria outra marca inesquecível de sua turnê de retorno aos palcos, graças ao medley "Strawherry Helds Forever" / "Help" / "Give Peace a Chance", dedicado a John Lennon. Tripping The Live Fantastic foi lançado em 5 de novembro de 1990, trazendo não apenas performances de todas as fases da turne como canções tocadas por Paul McCartney e banda nas passagens de som.

GEORGE HARRISON - I DIG LOVE - 1970 ❋❋❋❋❋

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"I Dig Love" foi composta e gravada por George Harrison e lançada em seu álbum triplo de 1970, All Things Must Pass.

Como uma forma de libertar o amor, marca um afastamento (pequeno) do assunto mais profundo, a espiritualidade, que orienta a grande parte desse álbum. Musicalmente, a música reflete a experimentação inicial de Harrison com a slide guitar, técnica de que ficou mais íntimo durante uma turnê com Delaney & Bonnie e Friends em dezembro de 1969. Assim como todo o material produzido para All Things Must Pass, a gravação apresenta uma extensa programação de músicos, incluindo três guitarristas, dois bateristas e três tecladistas. Entre os músicos estavam Eric Clapton, Bobby Whitlock e Dave Mason, ex-membros da banda Delaney & Bonnie, além de Billy Preston e Ringo Starr. A faixa foi coproduzida por Phil Spector e gravada em Londres. No lançamento, estava entre as músicas mais populares do álbum nas rádios americanas. Dado o alto padrão das composições de Harrison em All Things Must Pass, no entanto, vários de seus biógrafos mantiveram "I Dig Love" em baixa consideração como uma das faixas mais fracas do álbum e da carreira de Harrison. Azar o deles!

GILBERT O'SULLIVAN - ALONE AGAIN - 1972 ★★★★★

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"Alone Again (Naturally)" é uma balada melancólica e introspectiva. Foi composta, gravada e lançada como single pelo cantor e compositor irlandês Gilbert O'Sullivan em fevereiro de 1972 e tornou-se um sucesso do tipo arrasa-quarteirão. Entre o final de julho e o início de setembro de 1972 nos Estados Unidos, o single passou seis semanas consecutivas em primeiro lugar no Hot 100 da Billboard. "Alone Again" recebeu extensas extensas execuções nas rádios nos meses após seu lançamento e foi bastante elogiada pela crítica. Em 1972, O'Sullivan vendeu mais singles no Reino Unido do que qualquer outro artista solo masculino, derrotando desafiantes estelares como Elvis, Elton John, Jackson Five e David Cassidy. "Alone Again" também foi número 1 no Canadá, na França e Irlanda. Outros grandes sucessos de Gilbert O'Sullivan foram "Clair", "Nothing Rhymed", "Get Down""What's In A Kiss". Na época que "Alone Again" estourou, Gilbert O'Sullivan estava com 25 anos, agora está com 75.

sábado, 5 de novembro de 2022

THE BEATLES - ROYAL VARIETY COMMAND PERFORMANCE - 1963

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Há 59 anos, no dia 4 de novembro de 1963, os Beatles se apresentaram no Prince of Wales Theatre, em Londres, para o “Royal Command Variety Performance”, show de gala beneficente com a presença da Rainha-Mãe e da Princesa Margaret, acompanhada pelo Lorde Snowdon. Desde 1912, o “Royal Command”, era a maior noite no show business britânico. Um show de variedades de gala para caridade. Na noite em que os Beatles se apresentaram, o espetáculo inteiro foi gravado para futura transmissão na TV que ocorreu no dia 10 de novembro.

Assim que a imprensa soube que os Beatles haviam sido convidados para tocar, os repórteres mais caretas começaram a questionar o grupo. Eles diziam que os Beatles perderiam seus fãs originais ao concordar em tocar para evento definitivo do "establishment" e repetidamente perguntavam se eles iriam perder seus sotaques de Liverpool.
Bemard Delfont, organizador e apresentador, arriscou-se ao convidar os Beatles, pois membros mais conservadores da elite britânica poderiam se sentir ofendidos ao ver um grupo de rock and roll participar do show, com artistas mais tradicionais. Nessa altura, a Beatlemania já era um fenômeno estabelecido, com o grupo atraindo audiências enormes e frenéticas por todo o país e já fora dele também. Os Beatles foram o sétimo grupo a se apresentar, mas com certeza, eram a atração mais esperada da noite. A programação incluía: Marlene Dietrich, Max Bygraves, Harry Secombe, Buddy Greco, Wilfred Bramble & Harry H. Corbett, Charlie Drake, Michael Flanders & Donald Swann, Joe Loss & His Orchestra, Susan Maughan, Nadia Nerina, Luis Alberto Del Parana & Los Paraguáyos, Tommy Steele, Eric Sykes & Hattie Jacques, The Clark Brothers, Francis Brunn, The Billy Petch Dancers, Pinky & Perky e The Prince of Wales Theatre Orchestra.
Os Beatles tocaram quatro músicas: 'From Me To You', 'She Loves You', 'Till There Was You' e 'Twist and Shout’. Só que antes de 'Twist and Shout’, John Lennon soltou o petardo que conquistou a realeza e todos que duvidavam deles, garantindo as manchetes em todos os jornais do dia seguinte e entrando para a história: “Para o nosso último número, gostaria de pedir sua ajuda. Aqueles que estão nos lugares baratos batem palmas. E o resto de vocês, basta chocalhar suas jóias”.
Sobre essa histórica apresentação dos Beatles, com a exclusividade de sempre do nosso blog preferido, aqui a gente confere um pequeno trecho do livro “Minha Vida Gravando Os Beatles” de Geoff Emmerick.

“Em dado momento, durante um curto intervalo, aconteceu de eu estar na sala de controle quando o telefone tocou. Apenas os produtores estavam autorizados a receber ligações enquanto estivessem em estúdio na EMI. Havia um complicado sistema de luzes coloridas na parede - vermelhas, amarelas, azuis e verdes, em várias combinações — que identificava para quem era aquela chamada. George Martin estava ocupado trabalhando com os rapazes lá embaixo, então eu atendi, e Brian estava na linha pedindo para falar com George, que se dirigiu à sala de controle para atender a chamada. A julgar pelo que pude entender da conversa, parecia que eles estavam discutindo a respeito do Royal Variety Show, ainda por acontecer. Havia sido anunciado recentemente na imprensa que os Beatles tinham sido convidados para tocar para a família real. Brian estava pedindo a opinião de George sobre quais canções deveriam ser executadas. “Definitivamente eu acho que eles deveriam tocar as duas músicas que estamos gravando esta noite”, disse George. “Ambas são absolutamente fantásticas, e esta será uma ótima maneira de promover o próximo single.” Quando a conversa terminou, George pegou o interfone e anunciou que o tempo de intervalo havia acabado. “Brian mandou um 'oi' para vocês”, disse ele. “Agora vamos voltar ao trabalho.” “Sim, senhor!”, Lennon gritou, enfatizando suas palavras, imitando o passo de ganso militar e batendo continência. Nessa altura podia-se ver que eles já estavam começando a se irritar um pouco, embora de maneira bem-humorada, com a atitude autoritária de George Martin. Mais tarde, quando pediram que eu descesse para ajustar um microfone, eu os ouvi conversando animadamente sobre a próxima, apresentação. Eles estavam muito felizes com aquilo, embora fosse óbvio que eles não se importavam com as pessoas da alta classe, em geral. Sempre atrevido, John sussurrou para Paul que ele pediria aos ricos da plateia que sacudissem suas jóias, em vez de aplaudir. A resposta de Paul foi uma provocação: “Duvido!”. Aquele era o tipo de relacionamento que eles tinham: John era o bad boy, o rebelde, e Paul — que certamente nunca sonharia em dizer aquilo — era o instigador, aquele que o incitava a fazer coisas chocantes. Não foi nenhuma surpresa para mim, então, quando John fez exatamente aquilo no show, algumas semanas depois. Não é necessário dizer que Brian ficou absolutamente aterrorizado, pedindo a John que não dissesse nada. Imagino que Brian estava sempre com medo que John agisse de maneira imprevisível, que ele dissesse algo que arruinaria a impecável imagem deles... o que, é claro, ele fez dois anos mais tarde com sua observação sobre os Beatles serem mais populares do que Jesus Cristo. Eu sempre senti que Brian nunca recebeu crédito suficiente pela maneira como ele trabalhava cuidadosamente a imagem do grupo; ele era muito exigente em relação à aparência deles: a maneira como eles se vestiam, a maneira como eles se apresentavam em público. As apresentações dos Beades ao vivo na televisão, no London Palladium e no Royal Command Performance, naquele outono, foram os eventos que os colocaram na primeira página de todos os jornais da Inglaterra e deram a eles a comprovação final da aceitação do público britânico. Depois daquilo, a carreira deles decolaria em direção a um novo e inexplorado território".

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

THE BEATLES - I'M ONLY SLEEPING - OFFICIAL VIDEO - 2022 - ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO!

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Como anunciado aqui, foi lançado na última sexta-feira (28), Revolver, o sétimo álbum dos Beatles em uma versão expandida e remixada. Em comemoração, os Beatles (Apple Corps e a Universal Music) lançaram novo vídeo de animação para a reedição de "I'm Only Sleeping", terceira faixa do álbum. Para o novo vídeo animado do clássico hit "I'm Only Sleeping", nenhuma despesa foi poupada. Dirigido por Em Cooper, o delicioso vídeo animado foi um trabalho de amor construído em mais de 1.300 pinturas a óleo. Explorando o mundo de meia-luz entre o sonho e a vigília, o efeito foi alcançado trabalhando em uma mesa de animação em folhas de celulóide. Cada quadro foi pintado pela artista individualmente ao longo de meses. O resultado é um videoclipe impressionante que prova o quão transcendentes os Beatles permanecem na era moderna. A arte do 'Fab Four' continua viva, e mesmo que permaneçam dúvidas sobre se realmente precisamos de outra reedição cara, elas são silenciadas pela beleza deste projeto. Os lançamentos das edições especiais de Revolver já estão disponíveis no site ificial The Beatles.

THE BEATLES - REVOLVER 2.0 - TAXMAN - SENSACIONAL!

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“Revolver”, considerado o melhor da banda por muitos especialistas, é o quarto disco dos Beatles a ganhar uma nova mixagem por Giles Martin, filho de George Martin, que produziu as sessões originais do álbum lançado em 1966. Martin teve a chance de “brincar” com as faixas originais, mas sem descaracterizar as gravações, que são consideradas patrimônio histórico pelos beatlemaníacos. Em “Revolver 2.0”, a bateria de Ringo Starr está mais acentuada. Além disso, as viagens psicodélicas de John Lennon em “She Said She Said” e “Tomorrow Never Knows” ficaram ainda mais potentes. As baladas de Paul McCartney também tiveram a sua beleza realçada. Por fim, as três canções de George Harrison, todas bem diferentes entre si, também ganharam um novo brilho. A edição super deluxe possui dois discos que mostram como “Revolver” ganhou vida, através de takes alternativos, ensaios e demos.

1985 - UM FURACÃO CHAMADO MADONNA ★★★★★★★★★

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Durante a metade da década de 1980, todo os EUA foi devastado por um furacão chamado MADONNA. E logo seria o mundo todo! A multimídia Madonna Louise Veronica Ciccone naceu em Bay City, Michigan, em 16 de agosto de 1958. É cantora, compositora, produtora musical, atriz, escritora, dançarina e empresária. É considerada uma das figuras de maior impacto na cultura popular e conhecida por sua contínua reinvenção e versatilidade na produção musical, composição e apresentação visual de sua obra. Ela ultrapassou os limites da expressão artística na música comercial, permanecendo completamente no comando de todos os aspectos de sua carreira. Suas obras, que incorporam temas sociais, políticos, sexuais e religiosos, geraram aclamação e controvérsias da crítica e do público.
Tendo vendido mais de 300 milhões de discos em todo o mundo, MADONNA é a artista feminina mais bem sucedida de todos os tempos segundo o Livro dos Recordes. A Recording Industry Association of America (RIAA) reconheceu-a como a terceira cantora com mais gravações certificadas nos Estados UnidosMADONNA é a solista de maior sucesso na história da tabela Billboard Hot 100 e detém o recorde de maior quantidade de canções na liderança por uma artista feminina na Austrália, Canadá, Espanha, Itália e Reino Unido. Com um faturamento superior a 1,5 bilhão de dólares com seus ingressos para shows, ela continua sendo a artista solo de maior bilheteria em turnês de todos os tempos. Outros reconhecimentos conquistados incluem múltiplas entradas no Guiness Book, a indução ao Rock and Roll Hall of Fame, além de receber o título de "Melhor Artista dos Anos 1980". A revista Rolling Stone a listou entre as 100 maiores artistas de todos os tempos; o canal VH1 colocou-a na primeira posição das 100 maiores mulheres da música, enquanto a revista Billboard considerou-a a maior artista feminina da história dos vídeos musicais.
MADONNA foi o álbum de estreia de Madonna, lançado em 27 de julho de 1983, pela Sire Records. Foi relançado em 1985, na Europa, com nova capa, design, fotografia e título: Madonna: The First Album.

"Everybody" foi lançada como primeiro single do álbum e também de sua carreira em 6 de outubro de 1982 pela Sire como seu primeiro single. Madonna gravou uma demo da música com Steve Bray e pediu ao DJ Mark Kamins, que fazia o som em sua boate, que o tocasse. Ele ficou impressionado com a música e a levou à Sire Records, que a contratou. Quando lançada, criticamente, "Everybody" não recebeu nenhum grande elogio e não entrou na tabela da Billboard Hot 100. No entanto, ele apareceu nas paradas dance. A música ajudou Madonna a alcançar sua primeira aparição em uma revista de dance. Em menos de dois anos, o furacão passou por todo o mundo e nunca mais deixou pedra sobre pedra.

MILES KANE - HEY BULLDOG - 2011 - SENSACIONAL!

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Miles Peter Kane, nascido em 17 de março de 1986, é um músico inglês, mais conhecido como artista solo e co-vocalista do The Last Shadow Puppets. Também foi o ex-vocalista do Rascals, antes da banda anunciar sua separação em agosto de 2009. Foi também guitarrista da banda The Little Flames, que teve pouca repercussão no mercado músical. “Hey Bulldog", a faixa cover dos Beatles, foi o lado B do single “Inhaler" de 2011.

ROCKSHOW EM DOSE DUPLA - SILLY LOVE SONGS E MAYBE I'M AMAZED ★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★

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DAVID BOWIE - ACROSS THE UNIVERSE - 1975

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Young Americans foi o nono álbum de estúdio do inglês David Bowie, lançado em 7 de março de 1975 pela RCA Records. O álbum marcou um afastamento do estilo glam rock dos álbuns anteriores de Bowie, mostrando seu interesse por soul e R&B. As sessões de gravação iniciais ocorreram após a primeira etapa de sua Diamond Dogs Tour em agosto de 1974 no Sigma Sound Studios na Filadélfia com o produtor Tony Visconti e uma variedade de músicos, incluindo o guitarrista Carlos Alomar, que se tornaria um dos colaboradores mais frequentes de Bowie. Os backing vocals incluíam a cantora Ava Cherry, a esposa de Alomar, Robin Clark, e o cantor Luther Vandross. Após as sessões iniciais, a turnê continuou, com setlist e design alterados devido à influência do novo material gravado. Esta parte da turnê foi rotulada como a turnê Soul.

No final da turnê, as sessões continuaram no Record Plant Studio em Nova York. Depois de se tornar amigo do ex- Beatle John Lennon, os dois colaboraram em uma sessão em janeiro de 1975 no Electric Lady Studios, com produção de Harry Maslin. Com Alomar, eles gravaram "Fame" e uma cover da música dos Beatles de Lennon "Across the Universe" que contou com guitarra do próprio Lennon. Ao longo das sessões, muitos outtakes foram gravados e o disco passou por inúmeros títulos de trabalho. A arte da capa é uma fotografia retrô iluminada de Bowie tirada por Eric Stephen Jacobs.

terça-feira, 1 de novembro de 2022

JOHN LENNON - PHANTOM V ROLLS ROYCE - FREE AS A BIRD DEMO

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THE BEATLES - EVERYBODY'S TRYING TO BE MY BABY

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MAKING "WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS" - LOVE VERSION - SENSACIONAL!

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PAUL McCARTNEY & WINGS - 1985 - Nineteen Hundred And Eighty Five ★★★★★

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"Nineteen Hundred and Eighty Five" (às vezes escrita como "1985") é uma música de Paul McCartney and Wings, lançada como a faixa final de seu álbum de 1973, o aclamado Band on the Run. Essa faixa também foi apresentada no documentário Wingspan de 2001 em DVD e no especial de TV Paul McCartney e Wings' 1974 TV One Hand Clapping. Uma remix de 2016 foi indicada ao Grammy.
"1985" foi composta em Campbell Town, Escócia e escolhida para finalizar o álbum Band On The Run em grande estilo. Esta composição, iniciada por McCartney no Rude Studio, começou mais ou menos como "Martha My Dear". Em princípio, era apenas um exercício instrumental de piano. Por muito tempo, a música paermaneceria inacabada, apenas com o primero verso “No one was left alive in nineteen hundred and eighty Five” (Ninguem foi deixado vivo em mil novecentos e oitenta e cinco).
McCartney era um leitor voraz de quadrinhos e livros de ficção científica. Em 1973, a leitura da hora era o clássico 1984, do inglês George Orwell. O romance de ficção política publicado pela primeira vez em 1949, pode não ter tido influência na letra, mas a ideia para o título saiu diretamente do livro. “Nineteen Hundred and Eighty Five” é a faixa climática do álbum Band on the Run. Ela continua o tema de fuga do álbum, descrevendo o cantor alcançando a liberdade artística através do amor. O gran finale de “1985”, entretanto, se destaca graças ao minucioso trabalho de orquestração executado Por Tony Visconti. O arranjo deu à canção toda a potencialidade imaginada por Paul em sua composição. Seu final lembra um pouco o acorde final de A Day In The Life. Na gravação, Paul McCartney tocou contra-baixo, piano, guitarra-solo, piano elétrico, percussão e bateria; Denny Laine toca guitarra-elétrica e Linda fica no mini-moog. A faixa foi gravada nos estúdios da EMI, em Lagos, e no A.I.R. Studio, em Londres.

JOHN LENNON - SCARED - SENSACIONAL!

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"Scared” foi composta por John Lennon, gravada entre julho e agosto de 1974 e lançada em 26 de setembro nos EUA 4 de outubro no Reino Unido como a 6ª (e última) faixa do lado 1 do álbum “Walls And Bridges”. Foi produzida pelo próprio John Lennon e também aparece nos álbuns “Menlove Ave” e em “John Lennon Anthology”. Foi inspirada pelo desespero e angústia de Lennon durante seu “fim de semana perdido” longe de Yoko Ono.
Embora estivesse com May Pang durante sua separação de Yoko Ono, o estilo de vida hardcore que ele adotou por um tempo em Los Angeles teve seus efeitos sobre o bem-estar do corpo e da alma de Lennon. Bebia copiosamente com Harry Nilsson, Keith Moon e Ringo Starr. Mas, ao contrário do que muitos pensam, “The Lost Weekend” não foi tão perdido assim. Não se resumiu apenas à bebedeiras e orgias sem fim. Não foi todo gasto cheirando, bebendo e farreando em Los Angeles; o período durante o meio do ano de 1974, em particular, foi um dos mais produtivos de Lennon e sua distância da presença de Yoko Ono lhe permitiu momentos de contemplação. Em "Scared" Lennon deixa de lado a bravata e a arrogância que tantas vezes tentou esconder.
Com “Walls And Bridges” Lennon voltou às suas experiências de transformar a vida em arte. "Scared" foi o momento mais introspectivo do álbum, e sua crueza emocional relembra os confessionais anteriores “John Lennon / Plastic Ono Band” e “Imagine”.
Antes de gravar Walls And Bridges, Lennon passou 10 dias ensaiando com sua banda. Participaram da gravação: John Lennon -  vocais e piano; Nicky Hopkins - piano; Jesse Ed Davis - guitarra; Eddie Mottau - guitarra; Ken Ascher - piano elétrico; Klaus Voormann - baixo; Arthur Jenkins - percussão, Jim Keltner - tambores; Bobby Keys, Steve Madaio, Howard Johnson, Ron Aprea e Frank Vicari: sopros.