quinta-feira, 10 de abril de 2014

A ESTRANHA MORTE DE STUART SUTCLIFFE

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Stuart Fergusson Victor Sutcliffe, mais conhecido como Stu Sutcliffe nasceu em Edimburgo, na Escócia, em 23 de Junho de 1940 e morreu em Hamburgo, na Alemanha, no dia 10 de Abril de 1962. Há 52 anos. Ficou famoso ao fazer parte da fase inicial dos Beatles. Stuart Sutcliffe foi o primeiro baixista da banda. Sua entrada no grupo deu-se pela amizade que tinha com o líder, John Lennon.

Stu e John se conheceram na escola de arte chamada Liverpool Art College. Stu era um jovem interessado em pintura e, ao ganhar um dinheiro com a venda de algumas de suas obras, foi convencido por Lennon a comprar um contrabaixo elétrico e entrar para os Beatles. Seu estilo musical era limitado e, sendo algo que o incomodava, era comum vê-lo tocando de costas para o público.

Antes da fama, os Beatles fizeram uma pequena turnê à cidade de Hamburgo, na Alemanha, e foi lá que Stu conheceu Astrid Kirchherr. Astrid tornou-se sua namorada e pouco tempo depois, Stu Sutcliffe deixou a banda para ficar com a namorada em Hamburgo e dedicar-se completamente à pintura - sua verdadeira paixão.

Alguns meses depois, ele morreu de hemorragia cerebral aos 21 anos de idade. Pauline Sutcliffe sempre disse que a morte de Stu estava ligada a uma briga que John e Stu tiveram. Segundo ela, os dois haviam brigado em Hamburgo e John teria chutado a cabeça de Stu, causando-lhe lesões que o teriam levado à morte - teoria publicada no livro de Albert Goldman: "The lives of John Lennon". Porém, quando indagada sobre o fato, Astrid Kirchherr (namorada de Stu em Hamburgo) negou a ocorrência desse fato. Entrevistas feitas com George Harrison, Paul McCartney e Pete Best, foi estimado e comprovado que o incidente jamais ocorreu. Na verdade, essa pancada que Sutcliffe levou na cabeça, teria sido fruto de uma briga que John e Stu tiveram com clientes que frenquentavam o clube durante um show na Escócia (que criticaram Stu), Stu teria sido empurrado e bateu a cabeça com violência em uma parede.

Como artista, Stu mostrava em suas obras influências britânicas e européias de artistas abstratos misturada com influência do movimento abstrato expressionista americano. Hoje algumas de suas obras encontram-se em galerias de Liverpool, Inglaterra. Em 1994, foi lançado o filme Backbeat, cujo foco é sobre o tempo de Stuart Sutcliffe com os Beatles em Hamburgo, sua amizade com John Lennon e seu relacionamento com Astrid Kirchherr. Stephen Dorff faz o papel de Stu no filme cuja trilha sonora tem músicas que ficaram famosas em gravações dos Beatles (nenhuma delas é de autoria dos rapazes de Liverpool). E é exatamente com uma das cenas do filme que a gente termina esta homenagem a Stuart Sutcliffe, com os Beatles quebrando o maior cacete com Please Mr. Postman.

Visite o site oficial de Stuart Sutcliffe e conheça mais sobre suas obras: http://stuartsutcliffeart.com/
 E somente aqui, no nosso blog preferido, a gente confere com absoluta exclusividade, um trechinho do livro de Peter Ames Carlin “Paul McCartney – Uma Vida”. Espero que gostem. Abração!

A banda e o empresário reservaram lugares em dois voos que partiram de Liverpool separadamente, com John, Paul e Pete chegando um pouquinho mais cedo que George e Brian. Em Hamburgo, os que chegaram primeiro ficaram esperando que o voo seguinte aterrissasse na pista do aeroporto e, quando ele se aproximou, eles voltaram para o portão. Quando viram que Astrid os esperava ali, correram até ela, contentes de rever a velha amiga. Como ela soube que eles viriam? Onde estava Stuart? A princípio, Astrid não falou nada. Quando finalmente conseguiu falar, suas palavras foram como um soco que os atingiu em choque. "John ficou rindo de modo incontrolável, histérico. Pete chorava, e não conseguia parar. Paul ficou sentado ali, cobriu o rosto com as mãos e não disse nada." Tudo ainda é muito vivo na lembrança dela, quase cinquenta anos depois. "É horrível para pessoas jovens, quando a morte parece tão distante, e de repente um de seus melhores amigos não está mais ali." Stu, ela lhes contou, estava morto. Em retrospecto, tudo fazia sentido. Ele sofrera com dores de cabeça durante anos, surtos repentinos de dor que o deixavam de cama. Nos últimos meses, os ataques tinham se tornado piores e, normalmente, vinham acompanhados de mudanças de humor e explosões de violência. Ainda assim, nem os médicos nem os raios X conseguiram diagnosticar o problema de Stu. Tente relaxar, eles lhe diziam. O que não puderam ver era o pequeno, porém maligno, tumor alojado em seu cérebro. Que continuou lhe causando um sofrimento terrível, até o dia 10 de abril, quando Stu entrou em colapso, no quarto que dividia com Astrid, na casa da mãe dela. No momento em que a ambulância chegou, nada mais podia ser feito. O primeiro baixista dos Beatles morreu a caminho do hospital, algumas horas antes de seus velhos companheiros de banda desembarcarem do avião. Astrid tinha ido ao aeroporto para receber a mãe desconsolada de Stu, Millie Sutcliffe. Por fim, as famílias retornaram às suas casas e Astrid voltou a acordar sozinha de manhã, encarando a nova vida vazia que tinha pela frente. Nas semanas seguintes, ela pôde contar com os velhos amigos de Stu para aliviar suas horas. "Eles realmente se importavam comigo, falá¬vamos bastante sobre Stu e chorávamos juntos", afirma Astrid. "Foi muito difícil para todos eles, em especial para John. Dava para sentir a raiva naquele garoto."

quarta-feira, 9 de abril de 2014

THE BEATLES - TICKET TO RIDE - SEMPRE DEMAIS!

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Usada em Help! Durante as cenas na neve austríaca, ela foi lançada como single em abril de 1965 e já tinha chegado ao topo das paradas na Inglaterra e nos EUA quando o filme saiu. Paul confessou ao seu biógrafo Barry Miles que, embora houvesse sido considerada absurda na época, a sugestão de alguns fãs americanos de que a canção se referia a uma passagem da British Railways para a cidade de Ryde, na ilha de Wight, estava parcialmente correta. Betty Robbins, prima de Paul, e o marido dela, Mike, gerenciavam o Bow Brás na Union Street, Ryde, e Paul e John os tinham visitado lá. Apesar de a música ser essencialmente sobre uma garota que some da vida do narrador, eles estavam conscientes do potencial do duplo sentido.
Don Short, jornalista que tinha viajado extensivamente com os Beatles no início dos anos 60, ouviu de John que a expresso tinha mais um sentido. “As garotas que trabalhavam nas ruas de Hamburgo precisavam ter uma ficha médica limpa para que as autoridades de saúde dessem a elas um cartão declarando que não tinham nenhuma doença venérea”, conta Short. “Eu estava com os Beatles quando eles voltaram a Hamburgo em junho de 1966. Foi lá que John me contou que havia cunhado a expressão ‘a ticket to ride’ para falar desses cartões. Ele podia estar brincando – era sempre preciso ter cuidado com o que John dizia.”

"Ticket To Ride" foi escrita por John e Paul como um single e descrita por John como "uma das primeiras gravações de heavy metal já feitas". Embora suas asas tenham sido cortadas por “You Really Got Me” dos Kinks na disputa, foi a primeira faixa dos Beatles a ter um riff insistente e alongado sustentado por uma forte bateria e a trazer um fade-out com uma melodia alterada.

Uma grande pena que todos os vídeos oficiais de "Help!" estejam bloqueados no YouTube. Omesmo vai acontecer co "A Hard Day's Night".

JOE WALSH, DAVE GROHL, GARY CLARK JR – WHILE MY GUITAR

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CARL PERKINS - MISTER ROCK AND ROLL - EXCELENTE!

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Se vivo estivesse, o grande Carl Perkins estaria completando 82 hoje. Ele nasceu no dia 9 de abril de 1932 - 19 de janeiro de 1998) foi um pioneiro cantor americano de rockabilly, uma mistura de rhythm and blues e country music que desenvolveu-se na
Sun Records em Memphis, Tennessee no começo dos anos 50.Nascido em Tiptonville, Tennessee, filho de um pobre fazendeiro arrendatário, Perkins cresceu cercado pela sulista música gospel cantada pelos negros que trabalhavam nos campos de algodão. Aos 7 anos de idade ele já tocava guitarra, feita por seu pai com uma caixa, um galho e uma corda de embrulho.Em 1956, desesperadamente pobre, Perkins compõe a música "Blue Suede Shoes" em um saco velho de tomate. Produzida por Sam Phillips, a canção venderia milhões de cópias. No auge da fama da música, ele se envolveu em um acidente de carro quase fatal. Enquanto Perkins se recuperava, o astro em ascensão Elvis Presley lançou sua própria versão de "Blue Suede Shoes". O sucesso de Presley impediu Perkins de alcançar o sucesso que ele parecia estar destinado a alcançar; Perkins nunca mais conseguiria o mesmo destaque no mundo da música pop.Durante sua longa carreira ele gravou inúmeros compactos e álbuns, além de compor vários sucessos tanto no rock quanto na música country. Suas músicas ganharam versões dos Beatles (Perkins inclusive colaboraria com Paul McCartney no ábum "TUG OF WAR".
Quando do revival do rockabilly nos anos 80, George Harrison, Eric Clapton e Ringo Starr apareceram com ele em um especial televisivo em Londres, Inglaterra chamado ''Carl Perkins and Friends: A Rockabilly Session.De volta aos estúdios da Sun em 1986, Perkins se juntou à Johnny Cash, Jerry Lee Lewis e Roy Orbison para gravar o álbum Class of '55. Foi um tributo ao começo de carreira deles na Sun e em parte a reprise de uma informal jam session que ele, Presley, Cash e Lewis fizeram em 4 de dezembro de 1956. Em 1987, o reconhecimento da contribuição de Perkins à música veio quando ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll.
Em 1987, Perkins foi homenageado por sua contribuição à música e introduzido no Corredor da Fama do Rock and Roll. Em outubro de 1996, Perkins lançou o seu último álbum, "Go Cat, Go!", que incluiu apresentações de Bono Vox do U2, McCartney, Paul Simon, Willie Nelson, John Fogerty e Tom Petty. Carl Perkins morreu aos 65 anos de idade depois de sofrer vários derrames e foi enterrado no Ridgecrest Cemetery em Jackson, Tennessee. Uma grande perda, uma grande pena! 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

SOBRE A NOVA CAPA DE COME TOGETHER

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Eu também estava lá em Abbey Road no dia da icônica foto para a capa do álbum. E não estava nada satisfeito não. Alguém consegue me ver? Confiram minha história no link: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2008/08/o-dia-que-meu-fusca-virou-beatle.html

THE BEATLES - COME TOGETHER - 2014

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"Come Together" veio à luz como uma música de campanha para o guru do LSD Timothy Leary quando, em 1969, decidiu concorrer ao governo da California com o então governador e futuro presidente Ronald Reagan. Leary e sua esposa Rosemary, foram convidados a irem a Montreal, por John Lennon e Yoko Ono quando se preparavam para mais um “Bed In” no 19º andar do Queen Elizabeth Hotel. Leary e a esposa chegaram em 1º de junho de 1969 e foram imediatamente convocados para cantarem junto o refrão de “Give Peace A Chance”, gravada no quarto do hotel. Foram recompensados com a inclusão de seus nomes na letra. Logo depois, Leary pediu a Lennon que o ajudasse em sua campanha e escrevesse uma música para ser usada em comerciais e comícios. O slogan de Leary era”Come together, join the party”, John Lennon pegou o violão e começou a desenvolver a canção. Leary fez que a música tocasse em estações de rádios altenativas por toda a Califórnia e passou a considerar que a música era dele. No entanto, sem que soubesse, Lennon tinha retornado a Londres e em menos de um mês, gravou o clássico “Come Together” com os Beatles. A campanha para governador da California de Leary, teve fim em dezembro de 1969, quando foi preso por porte de maconha. Foi na prisão que ele ouviu Abbey Road pela primeira vez e "Come Together” foi uma surpresa total. “Embora a nova versão fosse uma melhoria em termos de letra e melodia da minha música da campanha, fiquei um pouco bravo por Lennon ter me desconsiderado daquela forma... Quando mandei um pequeno protesto para ele, a resposta teve o típico charme e a sagacidade de Lennon, que disse que ele era um alfaiate e eu era o cliente que pediu um terno e nunca mais voltou. Então ele vendeu para outra pessoa.”

A versão gravada pelos Beatles, foi muito trabalhada no estúdio. O peso do baixo em estilo New Orleans foi adcionado por Paul. A música acabou sendo objeto de um processo judicial quando Maurice Levy, proprietáro da Big Seven Music, detentora dos direitos autorais de “You Can’t Catch Me” de Chuck Berry, alegou que Lennon “tomara emprestado” dois de seus versos. Para evitar meses de embate judicial, Lennnon concordou em gravar “You Can’t Catch Me” e “Sweet Little Sixteen”, também de Berry e publicadas pela empresa de Levy, e incluí-las no álbum “Rock And Roll”, de 1975. A gravação dos Beatles teve início em 21 de julho de 1969, e foi concluída em 7 de agosto de 1969. Foi lançada em 6 de outubro de 1969, nos Estados Unidos, como lado B do compacto simples que tinha "Something" de George Harrison como lado A . Com este formato, foi sucesso absoluto também ao redor do mundo, inclusive no Brasil. O início desta gravação marca a volta do engenheiro de som Geoff Emerick ao trabalho com os Beatles. Ele havia abandonado o quarteto no dia 16 de julho de 1968 por não suportar o clima pesado que pairava sobre as sessões de gravação na época.

CONVIDADA MAIS QUE ESPECIAL: JOSS STONE - COME TOGETHER

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Não deixe de conferir a postagem “SOUL MAIS JOSS STONE!” sobre essa gata, publicada aqui em 14 de abril de 2010:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2010/04/soul-mais-joss-stone.html

THE BEATLES - THINGS WE SAID TODAY

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"Things We Said Today" é uma canção de Beatles escrita por Paul McCartney e creditada à dupla Lennon & McCartney. Foi composta para o filme “A Hard Days Night” e aparece no álbum com a trilha sonora. Também foi lançada como o lado B do single “A Hard Day’s Night” no Reino Unido.
Em maio de 1964, depois de concluir as filmagens de “A Hard Day’s Night” e cumprir alguns compromissos na Inglaterra e na Escócia, os Beatles e sua equipe saíram de férias. John e George fizeram uma volta ao mundo com paradas na Holanda, na Polinésia, no Havaí e no Canadá, enquanto Paul e Ringo foram para a França e para Portugal antes de partirem para as Ilhas Virgens.
Quando estava no Caribe, Paul alugou um iate chamado Happy Days. Foi a bordo dele, com Ringo, Maureen e Jane, que ele compôs "Things We Said Today". A canção era uma reflexão sobre sua relação com Jane, considerando que ele sabia, por causa do ritmo de trabalho dos dois, que não teriam muitos momentos juntos. Quando estavam separados, disse Paul, ele se consolava lembrando daquele dia.
Ringo fez 24 anos em 7 de julho de 1964, e no dia seguinte os Beatles amigavelmente comemoraram com ele no estúdio da BBC. O grupo também gravou "Things We Said Today" duas vezes para BBC rádio, em 14 e 17 de julho de 1964. O primeiro, um desempenho para o programa de rádio “Top Gear”, foi destaque no álbum “Live at the BBC” em 1994. "Things We Said Today" não estava no filme, mas foi incluída no Lado B do álbum “A Hard Day’s Night”
Os Beatles incluíram "Things We Said Today", como parte de seu set ao vivo durante sua turnê 1964 dos Estados Unidos e Canadá. George Harrison cantava as harmonias vocais ao lado de Paul McCartney durante as performances.

SESSÃO COLÍRIO - A ESTONTEANTE BELEZA DE KATE UPTON

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Katherine "Kate" Upton é uma supermodelo americana. Tornou-se conhecida após sua aparição na Sports Illustrated Swimsuit Issue 2011, quando foi nomeada como Rookie of the Year (Novata do Ano).
Nas edições de 2012 e 2013, também foi capa da revista. Desfilou para Beach Bunny, Bare Necessities, Betsey Johnson, Bon Prix, Dooney & Bourke, Guess, Guess accessories, Guess lingerie, Jenna Leigh e RYGY Sport Swimwear.
Foi fotografada em outubro de 2013 por Annie Leibovitz para a capa da 100ª edição de aniversário da Vanity Fair. Em Setembro do mesmo ano recebeu o prémio de Modelo do Ano na 10ª edição dos Style Awards que marca o início da Mercedes-Benz Fashion Week em Nova Iorque.
Kate Upton nasceu em São José (Michigan) e cresceu em Melbourne (Flórida - terra natal de Jim Morrison, o líder e compositor da banda The Doors). Ela tem três irmãos e irmãs. Além de seu tio, Fred Upton, ser o deputado do sexto Distrito Congresso de Michigan.
Como uma amazona, Kate Upton participou do "American Paint Horse Association", competindo a nível nacional. Com seu cavalo Roanie Pony, ganhou em diferentes faixas etárias inúmeros campeonatos organizados pela APHA, para um total de cinco. Além disso, Upton terminou em terceiro no geral APHA Juventude Top 20. Em 2013 o seu património foi avaliado em 2 milhões de dólares.

FÃS DOS BEATLES SE EMOCIONAM NO WASHINGTON COLISEUM

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Em uma época que não havia internet para divulgação de novos grupos e de novas músicas, só mesmo a televisão com seus programas de auditório mostrava as novidades. Depois de aparecer no famoso programa de TV 'The Ed Sullivan Show', o quarteto de Liverpool fez o primeiro show no país, no Washington Coliseum, em fevereiro de 1964. A partir daquele instante, os Bealtes viraram febre e até hoje quem esteve lá não esquece.
Pena que pouco restou do lugar histórico. Cinquenta anos depois, o estádio se deteriorou e virou um estacionamento. Apesar disso, muitos fãs dos Beatles ainda se emocionam ao voltar ao local. É o caso de Naomi Banks. “Eu tinha 16 anos. Os ingressos se esgotaram rapidamente”. Lembra. Ela conta que só conseguiu entrar no estádio porque um vizinho era operador de teclado. Implorou para entrar, nem que fosse ao menos um minuto. Naomi teve que se conter. Não podia gritar como desejava, porque estava escondida.
Michael Mitchel, que era fotógrafo, tinha apenas 18 anos na época do show. “Mais de 8 mil pessoas estavam dentro do estádio, todas elas gritando”, lembra. Ele diz que conseguiu um passe livre para tirar fotos e jamais imaginou que as fotos se tornariam um ícone da invasão britânica dos Beatles nos Estados Unidos. Ele lembra que queria registrar George Harrison tocando guitarra ou, quem sabe, fazer uma foto de Ringo Star na bateria. “Mesmo naquele momento ficou claro que o show era algo especial. Era como estar na sala de parto do nascimento de uma geração inteira”, conta.
Em 2007, a arena foi indicada como um lugar histórico e já há planos para restaurar o estádio que viu Paul, John, George e Ringo em ação. Mas isso já é conversa fiada! Não deixe de conferir a sensacional postagem “OS BEATLES EM WASHINGTON”: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2014/02/the-beatles-in-washington-1964-ta-tudo.html

KENNEDY CENTER HONORS - STAIRWAY TO HEAVEN

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Em 26 de dezembro do 2012, o “Kennedy Center Honors” foi ao ar, ao vivo em rede nacional pela primeira vez na CBS. Durante o evento, que teve lugar no Kennedy Center Opera House, Ann Wilson e Nancy Wilson da banda Heart, fizeram uma cover do megassucesso do Led Zeppelin "Stairway to Heaven", com Jason Bonham na bateria. A honra é dada para aqueles que nas artes dos espetáculos, deram uma vida de contribuições para a cultura norte-americana e mundial e, em 2012, os membros sobreviventes do Led Zeppelin (John Paul Jones, Jimmy Page e Robert Plant) estavam entre os homenageados. Na sequencia, o Foo Fighters tocou "Rock and Roll", Lenny Kravitz cantou "Whole Lotta Love", e Kid Rock tocou tanto "Babe I'm Gonna Leave You" como "Ramble On". O desempenho de "Stairway to Heaven" começou com Ann e Nancy Wilson do Heart tocando a música com uma banda de apoio, que inclui Jason Bonham na bateria. Ele é filho do baterista do Led Zeppelin John Bonham, que faleceu em 1980. Os membros do coro e Jason Bonham estavam usando chapéus-coco, que foi uma homenagem ao falecido baterista da banda John Bonham. Durante todo o desempenho, o vocalista Robert Plant ficou visivelmente comovido, e ao final da canção havia lágrimas em seus olhos. O casal Obama também estava lá. E verdade seja dita: a presentação de “Staiway” foi uma arraso. Confiram:

HARRISON & SHANKAR - UMA AMIZADE ILUMINADA

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Se vivo estivesse, Ravi Shankar estaria completando hoje 94 anos – ele nasceu no dia 7 de abril de 1920 em Varanasi, índia. Em homenagem a ele, a gente confere novamente a postagem publicada em 26 de fevereiro de 2012, sobre sua amizade com George Harrison. O texto é do nosso amigo Valdir Junior.
Foi durante as filmagens do filme Help! em 1965, que George Harrison teve contato com a música e a filosofia da Índia. Naquele mesmo ano, durante a turnê pelos USA que os Beatles estavam fazendo, ele ouviu o nome de Ravi Shankar ser mencionado diversas vezes. Com a carreira musical iniciada em 1944, Ravi Shankar, nascido em 07/04/1920, era muito conhecido por ser um excelente tocador de Sitar (foi aluno do mestre Allauddin Khan), compositor, arranjador e foi um dos primeiros músicos indianos a percorrer o mundo apresentando um repertório de música clássica do Norte da Índia. Mas seu reconhecimento fora da Índia só era dado dentro dos círculos das salas de concerto da Europa e América, sendo que a popularização desse tipo de música só foi ocorrer no início dos 60’s, quando músicos de Jazz começaram a estudar a música da Índia e a utilizar elementos dela em suas composições. Um desses músicos foi o saxofonista John Coltrane (1926-1967), que incorporou a música e o estudo da religião Hindu em sua vida e, por conseqüência, em sua própria música (vale muito apena conhecer o disco de Coltrane de 1965 “A Love Supreme“). Coltrane trocou correspondência com Shankar e chegou a encontrá-lo numas das viagens aos Estados Unidos. Coltrane até deu o nome de “Ravi” a um de seus filhos (o hoje famoso saxofonista Ravi Coltarne) em homenagem a Shankar. No mundo da música Pop, os músicos David Crosby e Roger McGuinn também estavam escutando e estudando os discos de Ravi Shankar e até usando alguns elementos em suas músicas, mais notadamente no disco 5th Dimension, principalmente na música Eight Miles High. E foram eles que falaram do indiano para o Beatle, que foi atrás de um disco e então entrou de vez nesse mundo que já o havia fisgado durante as filmagens de Help. E como aconteceu com John Coltrane, a vida e a música de George Harrison mudaram e com ela também o Rock e o Pop. A principio George Harrison comprou um Sitar bem barata numa loja de artigos indianos chamada Indiacraft, em Londres. Começou a tentar tirar algum som dali e a pedido de John Lennon a utilizou pela primeira vez na gravação da música Nowergian Wood do disco Rubber Soul de 1965. Obstinado como era, George mergulhou fundo na música e na filosofia Hindu e depois de muitas tentativas e grandes expectativas, finalmente foi apresentado a Ravi Shankar em 1966. E ali começou uma amizade que seria levada pela vida inteira dos dois e que também mudaria o cenário do Rock, influenciando muitos músicos mundo afora a descobrir a música indiana, dando início àquilo que mais tarde seria chamado de “World Music”. Em 1966, após o último show do ano, os Beatles tiraram férias. George e sua esposa Pattie foram para Índia estudar Sitar com o mestre e conhecer melhor a cultura e o povo indiano, assim como os “Yogis” do Himalaia. Ravi Shankar era o guia do casal e aos poucos foi percebendo que sua relação com o Beatle foi se transformando de aluno para amigo e depois quase como um filho. Após passar alguns anos estudando Sitar, lá pelos idos de 68, George Harrison chegou à conclusão de que nunca seria um verdadeiro tocador de Sitar, pois já havia encontrando milhares melhores que ele na Índia. Conscientizou-se de que na verdade era um músico Pop e que havia negligenciando a guitarra durante um bom tempo. A partir dali sua música passou a ser menos indiana na forma, mas a influência dela pode ser percebida por toda sua obra. E a amizade dos dois se consolidava a cada dia. Pode-se considerar que a parceria musical de George Harrison e Ravi Shankar teve seu início no álbum Wonderwall, de 1968, apesar do indiano não ter participado das gravações. Os músicos que acompanharam Harrison foram indicados por Ravi Shankar e a influência do estilo ficou marcada no álbum. Com o famoso Concert for Bangladesh os dois puderam trabalhar mais de perto e apesar de muito criticada a primeira parte do Show com Ravi Shankar é uma das mais legais do show. Ali era perceptível todo o sentimento de humildade de George perante Ravi Shankar e os demais músicos indianos que estavam no palco. No mesmo mês do Show, foi lançado pela Apple um EP de Ravi Shankar com as músicas: Joy Bangla e Oh Bhaugowan / Raga Mishri Jhinjhoti, produzidas por George Harrison. No final do ano saiu pela Apple a trilha sonora do filme/documentário Raga, sobre a música do Norte da Índia. O disco também foi produzido por George Harrison e era um projeto dos dois que vinha desde 1967. É neste filme que há aquela famosa cena de George recebendo ao ar livre uma aula de Ravi Shankar (Recentemente esse filme saiu em DVD lá fora e vem junto com ele a trilha para download).
Em 1973 foi lançado aquele que seria o último disco de Ravi Shankar a sair pela Apple, Ravi Shankar & Ali Akbar Khan - In Concert 1972 , co-produzido por George, Phil Mcdonald e Zakir Hussain. Nesse período George e Ravi estavam em Los Angeles gravando o disco Shankar Family & Friends, apresentando dessa vez uma abordagem mais “Pop” usando tanto músicos ocidentais (participações de Ringo Starr, Klaus Voormann, Jim Keltener), como músicos indianos. Desse disco saiu a música “I Missing You” de Ravi Shankar, que se tornou um grande sucesso nas rádios na época. No disco ela recebe duas versões, uma mais “pop ocidental” e outra mais “indiana”. A curiosidade é que cada um preferiu uma versão e para não descontentar ninguém, o disco saiu com as duas versões pela novíssimo selo Dark Horse de George em 1974. Ravi Shankar também participou da mal fadada Dark Horse Tour de 74 pela America, mas desta vez o público não gostou de sua participação e nem do esquema do show com várias intervenções de música indiana no meio de músicas que um George Harrison parecia não estar muito a vontade a tocar (Mais sobre essa tour está no post do Baú do Edu). O próximo trabalho em conjunto foi Ravi Shankar's Music Festival from Índia. Dessa vez o projeto que George tinha desde 1967 que era baseado e inspirada numa composição para orquestra de Instrumento Indianos que Ravi havia criado por volta de 1964 para All Índia Radio , George Trouxe todos os músicos para sua casa em Friar Park e gravou o disco em seu estúdio assim como os ensaios para os concertos que estavam agendados por vários países para o lançamento do disco em 1975. Nos anos seguintes a parceria fonográfica dos dois ficou em um hiato, mas não a amizade. Em 1987 Ravi Shankar lançou o disco Tana Mana e algumas faixas foram gravadas e produzidas nos estúdios do George Harrison que tocou autoharp. Após o lançamento do disco Coud Nine em 87 e em seguida de vários projetos como Traveling Wilburys, shows no Japão com Eric Clapton e o Beatles Anthology, George Harrison encontrou tempo para produzir, em 1996, uma caixa de 4 Cds em comemoração aos 75 anos de Ravi Shankar: Ravi - In Celebration.  Durante a produção da caixa os dois resolveram trabalhar num projeto de Ravi Shankar sobre cânticos em sânscrito das escrituras Hindus. O disco se chama Chants of Índia e foi gravado em duas sessões. 
Após a morte de George Harrison, Ravi Shankar participou e ajudou junto com sua filha Anoushka Skankar, a preparar toda a 1° parte com a orquestra de músicos indianos para o Concert For George, para o qual ele compôs a música Arpan em homenagem ao seu aluno/amigo/filho. Em 2010 em comemoração aos 90 anos de Ravi Shankar e a amizade dele com George ,Olivia Harrison lançou uma caixa : Ravi Shankar & George Harrison – Collaborations , com os 3 discos gravados por Ravi para a Dark Horse Records (Shankar Family & Friends , Shankar's Music Festival from Índia e Chants of Índia) mais um DVD: Live at The Royal Albert Hall do disco Music Festival From India e um livro com depoimentos dos dois e também um belíssimo texto sobre a música da Índia. Para aqueles que acham que a música indiana é chata, maçante, difícil e etc, posso dizer que sim, ela é difícil, mas se você tiver paciência e vontade de conhecer melhor outro universo musical muito diferente do que estamos acostumados no nosso dia a dia, você vai encontrar a música que, na pior das hipóteses, vai fazer você relaxar um pouco, e quem sabe entender um pouco mais dessa música que conseguiu mudar e influenciar um inglês, nascido em Liverpool e que adorava tocar Rock and Roll com sua guitarra e que mudou a música junto a mais três amigos, naqueles hoje já um pouco distantes anos 60. E também levou a ter uma amizade de uma vida inteira com um indiano 23 anos mais velho que ele e que lhe mostrou um novo caminho a seguir e para viver em paz consigo mesmo e com o mundo.
Um Abraço a Todos e Hare Krishna. Valdir Junior - São Paulo – Fev 2012

sábado, 5 de abril de 2014

SOBRE A AUSÊNCIA DO EDU DO BAU

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Queridos amigos todos do blog mais legal e mais bonito da internet:
Infelizmente, de uns tempos pra cá, minha saúde não anda lá essas coisas e esta última semana foi meio barra pesada. Desculpem a falta de atualizações e postagens novas. Prometo que assim que melhorar, as bombas voltam a cair sobre a terra e por todo o Planeta Beatles! Obrigado e desculpem. Continuem fazendo coments e enviem pros seus amigos. Não se preocupem que, comigo essas coisas de doença não pegam não! O Edu do Baú.
Agora a gente fica com o melhor remédio que existe:
os Beatles quebrando o maior cacete com Twist And Shout. Valeu!

  

terça-feira, 1 de abril de 2014

UMA DA MELHORES "CAPAS" DO BAÚ DO EDU

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No dia 1º de abril de 2011 – Dia da Mentira, o Baú do Edu foi ao ar cojm uma de suas capas mais espetaculares. A incrível e absolutamente inacreditável notícia que os Beatles fariam um espetáculo juntos depois de passados mais de dez anos da separação. Para os mais detalhistas, percebam que o jornal seria de 9 de dezembro de 1981 – 1 ano e um dia depois do assassinato de Lennon. Ficou legal demais! Feliz dia da mentira!

ENTENDENDO O GOLPE MILITAR DE 1964

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O golpe militar ocorrido em 1964 estabeleceu no Brasil umaditadura militar que permaneceu até 1985. Ao longo dos anos o regime militar foi endurecendo o governo e tornando legalizadas práticas de censura e tortura, por exemplo. Os militarescombateram sem piedade qualquer ameaça comunista ou manifestantes contra o governo, marcando a história do Brasil por um período negro de atos autoritários ao extremo.
A decisão de se dar um golpe político por parte dos militares não foi algo repentino, aconteceu como consequência de uma série de fatos políticos acumulados no período republicano após Getúlio Vargas. Quando este presidente resolveu colocar um fim a sua própria vida a situação política nacional já estava abalada, a vacância do cargo máximo na política brasileira permitiu uma preocupante conjuntura de sucessão presidencial. Juscelino Kubitscheck foi eleito em pleito eleitoral direto para o governo seguinte, o então presidente desenvolveu um governo que lhe foi possível conquistar o apoio popular, mas por vários momentos os militares esboçaram um golpe de Estado. O sucessor na presidência foi Jânio Quadros, o qual foi eleito com enorme apoiopopular, conquistando uma aprovação nas urnas que até então não havia sido vista.
A vitória imperativa fez com que Jânio Quadros acreditasse em um auto-golpe de Estado. Crendo que o povo o apoiaria sempre, arquitetou um plano de renúncia para voltar ao poder através de um pedido amplo de retorno que só aceitaria se lhe fosse dado poderes absolutos. O plano de renúncia de Jânio Quadros não funcionou e o cargo de presidente acabou ficando disponível para o seu vice, João Goulart.
João Goulart era um jovem político que havia aparecido na cena política nacional como Ministro do Trabalho do segundo governo de Getúlio Vargas. Jango, como era chamado, tinha claras aproximações com ideologias e políticas de esquerda, o que o fazia ser considerado como uma ameaça. Para piorar, quando Jango recebeu a notícia da renúncia de Jânio Quadros estava em viagem política na China comunista. Os políticos de direita tentaram de várias formas impedir a posse do vice-presidente, mas Brizola, primo de Jango e governador do Rio Grande do Sul, sustentou o retorno e a posse legítima de João Goulart.
O presidente empossado tentou aplicar uma política de esquerda, foi muito combatido pelos direitistas e criticado como uma ameaça comunista. O estopim necessário para explodir um golpe militar se deu quando Leonel Brizola e João Goulart fizeram um discurso na Central do Brasil, Rio de Janeiro, no dia 13 de março, declarando as reformas de base, lideradas pela reforma agrária. Nos dias seguintes os oposicionistas se organizaram e promoveram seis dias depois a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, o movimento de base religiosa tinha como objetivo envolver o povo no combate ao maléfico comunismo. Assim, a religião, o povo e o interesse norte-americano formavam a sustentação que permitiria o golpe militar.
O golpe começou a tomar forma prática quando no dia 28 de março de 1964 se reuniram em Juiz de Fora, Minas Gerais, os generaisOlímpio Mourão Filho e Odílio Denys juntamente com o governador do estado, Magalhães Pinto. A reunião visava estabelecer uma data para início da mobilização militar para tomada do poder, a qual ficou decidida como 4 de abril de 1964. Mas Olímpio Mourão Filho não esperaria até abril para iniciar o golpe, ainda no dia 31 de março tomou uma atitude impulsiva partindo com suas tropas de Juiz de Fora para o Rio de Janeiro por volta das três horas da manhã. O general Castello Branco ainda tentou segurar o levante ligando para Magalhães Pinto, segundo o militar o movimento ainda era prematuro, entretanto não dava mais para parar.
Como legalista, ao lado de João Goulart, o general Armando de Moraes Âncora não estava satisfeito, mas quando recebeu a ordem do presidente para prender Castello Branco não a cumpriu. O general Âncora alegou que não queria iniciar uma guerra civil no país e então quando as tropas do governo se encontraram com as dos golpistas se uniram e continuaram a caminhada rumo ao Rio de Janeiro para efetivar o golpe que ocorreu no dia 31 de março de 1964 por volta das dezessete horas. João Goulart, ao se deparar com as tropas, também evitou uma guerra civil abandonando a presidência e se refugiando no Uruguai.
O Congresso Brasileiro providenciou então as medidas que tornaria legalizado o golpe, o senador Auro Soares de Moura Andrade declarou o cargo de presidente vago alegando que o presidente havia abandonado o Brasil. As eleições presidenciais foram prometidas para 1965, porém não realizadas, os militares passaram a eleger os presidentes indiretamente durante a ditadura que se tornaria mais severa a cada ano. O povo se mostrou confuso com o que estava acontecendo, mas o aparente crescimento econômico fez com que a população se acomodasse. Mais a frente a censura fez com que se calasse.
O golpe impediria tentativas de implantação de uma política comunista no Brasil, com os anos viriam os Atos Institucionais e o regime que tomara o poder através de um golpe se estabeleceria sobre bases legais, porém autoritárias. Texto: Por Antonio Gasparetto Junior - http://www.historiabrasileira.com