quarta-feira, 27 de julho de 2016

PAUL McCARTNEY & WINGS - ROCKSHOW - ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL

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Em 1975 e 1976 Paul McCartney e seus Wings realizaram a “Wings Over The World”, a maior turnê que eles fizeram como banda. Dessa turnê sairam tanto o lendário “Wings over America”, álbum triplo ao vivo e o “Rockshow”, filme do concerto. Embora filmado nesta turnê no enorme estádio Kingdome em Seattle, "Rockshow", originalmente, uma versão reduzida do show, teve sua estreia apenas em novembro de 1980, em Nova York, e abril de 1981, em Londres. Foi lançado em Betamax e, mais tarde, em DVD. Agora, pela primeira vez, o show completo, em sua total duração, está sendo disponibilizado, a partir do filme de 35mm original, com som restaurado e remasterizado em 5.1. Isto é Paul McCartney e os Wings ao vivo no palco em um concerto que está destinado a viver para sempre!

THE BEATLES AO VIVO EM DOSE DUPLA!

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Para aqueles que dizem que "melhor que isso, só dois disso", aí vai: primeiro no Live Convention Hall, na Philadelphia, Pennsylvania em 1964. Depois, The Beatles ao vivo no Circus Krone, na Alemanha em 1966.

MELISSA LINGO - A GATINHA QUE ADORA OS BEATLES!

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terça-feira, 26 de julho de 2016

PAUL MCCARTNEY É O ARTISTA MAIS BEM SUCEDIDO NOS 60 ANOS DA PARADA BRITÂNICA DE ÁLBUNS

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http://www.classicpopmag.com/wp-content/uploads/2015/08/
Paul McCartney foi homenageado pela "Official Charts", que acaba de completar 60 anos, por ter o maior número de álbuns a ter chegado no primeiro lugar, na história da entidade responsável por compilar as paradas do Reino Unido. Ainda que desde 1989, com "Flowers In The Dirty", nenhum novo lançamento do ex-Beatle tenha chegado ao número 1, ele acumulou um retrospecto difícil de ser batido. Começando em 1963, quando a banda que o revelou lançou "Please Please Me", Macca chegou no topo em 22 ocasiões - 15 com os Beatles (incluindo a compilação "1" lançada em 2000), quatro com álbuns solo, dois creditados aos Wings, além de "Ram" que saiu como um trabalho dele e sua mulher Linda McCartney em 1971. Para completar, com mais de cinco milhões de cópias vendidas, "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" dos Beatles (1967) é o álbum de estúdio original mais vendido na história do Reino Unido - e o terceiro na contagem geral. Ele fica atrás apenas das coletâneas "Greatest Hits" do Queen e "Gold" do ABBA.

  

AUSTIN PRINCESS DE JOHN LENNON SERÁ LEILOADO

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http://2.bp.blogspot.com/_fgePaP-TVwk/SnHfmZwxi5I/AAAAAAAAA4g/jKdoAg-PwYI/s400/
O Austin Princess usado por John Lennon em uma filmagem para divulgar seu álbum "Imagine" será leiloado no dia 7 de setembro por um valor estimado entre 190 mil e 265 mil libras (cerca de R$ 820 mil e R$ 1 milhão) informou nesta segunda-feira a casa Sotheby's. O astro comprou o veículo, fabricado em 1956, em agosto de 1971 e o utilizou durante a gravação do álbum Imagine O carro, que em 2008 foi doado ao Austin Rock and Roll Car Museum, no Texas, nos Estados Unidos, ainda tem cinco assentos de avião que o músico pediu para instalar à época. A casa de leilões londrina informou que parte do valor obtido na venda será doado a organizações como Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e "Make-A-Wish América".
http://snappa.static.pressassociation.io/assets/2016/07/25131232/http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2016/07/25/19/

segunda-feira, 25 de julho de 2016

RUMORES: YOKO ONO ESTÁ COM DOENÇA MISTERIOSA?

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Desde o final do ano passado que Yoko Ono não anda bem das pernas. Artista e viúva da lenda da música John Lennon têm lutado contra uma misteriosa doença, especula o site Start At 60. Apesar de ter aparecido na platéia para o décimo aniversário dos Beatles com o temático show do Cirque du Soleil, tudo leva a crer, que seu problema é respiratório pela falta de ar.
No início do ano, Yoko passou algum tempo no hospital com sintomas de uma forte gripe e não fez muitas aparições públicas desde então. Ela foi fotografada com amigos andando por Nova York, mas necessitando de assistência. A artista multimídia, de 83 anos, cantora, compositora e ativista pela paz ainda está ativa e mantém o legado de seu marido, vivo através de seu trabalho. E é por essa sua luta incansável para manter viva a memória de John, que desejamos-lhe o melhor.

EXPOSIÇÃO - WHEN THE BEATLES ROCKED TORONTO

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Em 1964, ano do primeiro concerto dos Beatles em Toronto, no Canadá, eles tinham recém lançado “A Hard Day’s Night”. Dois anos mais tarde, quando tocaram em Toronto pela última vez, estavam bem evoluídos e entrando na fase psicodélica de Revolver. Toronto também tinha mudado, tinha um novo City Hall, uma segunda linha de metrô, vias expressas construídas recentemente e toda a forma de crescimento por todos os lados.
Este ano, Wayne Reeves, curador-chefe de Toronto de museus e serviços de patrimônio, estabelecido para marcar o 50º aniversário daquele show final, não quer apenas contar a história de uma banda famosa que passou pela cidade, ele quer trazer de volta o espírito da cidade quando sediou a última apresentação dos Beatles na cidade. Ele pediu para três fotógrafos, Boris Spremo, John Rowlands e Lynn Ball que mergulhassem em seus arquivos pessoais, e vasculhassem entre milhares de negativos imagens inéditas dos rapazes feitas na época. A exposição resultante, “When The Beatles Rocked Toronto” está em cartaz até 12 de novembro na galeria de Mercado, com fotos, cartazes e todos os tipos de memorabilia.

domingo, 24 de julho de 2016

FAMÍLIA HARRISON X DONALD TRUMP

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A família do ex-Beatle George Harrison contestou o uso de sua música na Convenção Nacional Republicana, em Cleveland, durante a qual foi oficializada a candidatura de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. No Twitter, a família de Harrison afirmou que o uso da canção “Here Comes the Sun” durante a apresentação da filha de Trump, Ivanka, não foi autorizado, e era “ofensiva e contra a vontade da propriedade George Harrison”. Aí vem o Sol. É a tradução da música Here Comes the Sun, dos Beatles, que Ivanka Trump, filha e herdeira de Donald Trump, usou para assinalar a sua aparição no congresso do Partido Republicano, que confirmou a candidatura do empresário à presidência dos Estados Unidos. Quem não ficou nada feliz com a chegada do "sol" foram os responsáveis pelo património de George Harrison, guitarrista da icónica banda britânica, que morreu em 2001. Os representantes de Harrison acrescentam que - possivelmente - aceitariam a utilização da música Beware of Darkness na entrada de Ivanka. Nesta última pode-se ouvir "Watch out now, take care/ Beware of greedy leaders/ They take you where you should not go" - em português "Estejam atentos, tenham atenção / Cuidado com os líderes gananciosos / Eles te levam onde você não deve ir”. A família de Luciano Pavarotti também pediu ao candidato presidencial que não utilizasse músicas do falecido tenor durante a campanha. Os Beatles juntam-se à longa lista de artistas que protestaram contra Donald Trump ter usado as suas composições na campanha. Adele, Queen, Rolling Stones, Aerosmith e Neil Young fazem parte dessa lista. O cantor inglês Paul Rodgers também se queixou sobre o uso de seu “All Right Now” no clímax do discurso de Trump. No início da convenção, Brian May, do Queen, reclamou sobre o uso do hit da banda “We Are the Champions”, de 1977, durante uma aparição de Trump na convenção.

SERÁ QUE VEM AÍ GEORGE HARRISON – EARLY TAKES 2?

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Olivia Harrison viúva de George Harrison, disse à Billboard Magazine que ela e o filho Dhani estão planejando o lançamento de mais algumas faixas inéditas do falecido Beatle, de acordo com a edição impressa publicada dia 22 de julho. "Há algumas músicas. Existe um projeto lá. Eu só preciso de tempo para chegar a ele", disse à revista, em Las Vegas. Olivia Harrison estava na cidade para a celebração 10º aniversário de "LOVE", musical dos Beatles no Mirage Hotel, embora ela não estivesse presente no show de 14 de julho, quando Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Sean Lennon e outros astros juntaram-se para comemorar o marco. “Ela estava se sentindo mal", disse um porta-voz. Dhani Harrison, também não compareceu devido a compromissos de trabalho.

sábado, 23 de julho de 2016

THE LENNON REPORT – MAIS UM FILME SOBRE O 8 DE DEZEMBRO

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https://pbs.twimg.com/media/
O drama baseado em fatos reais “The Lennon Report” ganhou data de estreia nos Estados Unidos: Dia 7 de outubro de 2016. Com direção de Jeremy Profe, que faz sua estreia na função de diretor de um longa-metragem, a trama acompanha os eventos que se seguiram na noite em que John Lennon foi assassinado, retratando os esforços realizados por policiais, médicos e enfermeiros para salvar a vida do músico, incluindo pessoas que nem sabiam que estavam cuidando de um dos maiores ícones culturais do século XX.http://a.abcnews.com/images/Politics/
Na noite do dia 8 de dezembro de 1980, John Lennon foi assassinado por Mark David Chapman, que acertou vários tiros nas no músico, que voltava de uma sessão de gravações no Record Plant Studio com sua esposa, Yoko Ono. Mais cedo, no mesmo dia em que foi morto, foi abordado por Chapman, que se aproximou, em silêncio, e pediu que o cantor e compositor autografasse sua cópia de "Double Fantasy". Após assinar a capa do disco, Lennon perguntou: "Isso é tudo que você quer?". Chapman sorriu e acenou com a cabeça em concordância. O fotógrafo e fã Paul Goresh tirou uma foto do momento em que Lennon e Chapman se encontraram. “The Lennon Report” teve sua première no Beverly Hills Film Festival. A morte de John Lennon já foi tema de filmes como The Killing of John Lennon (2007) e Capítulo 27 (2008), com Jared Leto como Mark David Chapman.

A PEDIDOS - FREE AS A BIRD DE NOVO - HD

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Para Elizabeth Albuquerque. Abração!
 

CARL PERKINS - BLUE SUEDE SHOES - SHOW DE ROCK AND ROLL!

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https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/ce/
Johnny Cash já tinha dado a Perkins a frase "blue suede shoes" ("sapatos de camurça azul") como ideia para uma música. Mas quando ele ouviu um rapaz do Tenessee tentando evitar que a garota com quem estava dançando estragasse seus sapatos novos, Perkins se inspirou para compor um megahit. Entrou nas paradas pop, R&B e country. Perkins estava dirigindo para Nova York para apresentá-la no"The Perry Como Show" quando seu carro bateu num caminhão. Perkins ficou várias semanas acamado e tudo o que podia fazer era ficar em casa e assistir 'Blue Suede Shoes' ser apresentada no The Milton Berle Show cantada por Elvis Presley, que depois admitiu jamais ter superado a versão original de Perkins.

Além das gravações de Perkins e Presley, Bue Suede Shoes também foi gravada e cantada por gente como: Buddy Holly, Johnny Rivers, Cat Mother & the All Night Newsboys, Black Sabbath, John Lennon and the Plastic Ono Band, Jimi Hendrix, Bruce Springsteen, The Grateful Dead, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Pat Boone, Merle Haggard Conway Twitty, Bill Haley and His Comets, The Beatles em 1969, Paul McCartney, Eric Clapton, Robbie Robertson, Paul Shaffer, no Rock and Roll Hall of Fame, em 1999, Mary J. Blige, Ten Years After, Dave Clark 5, Brian Setzer, Albert King, Lawrence Welk e The Toy Dolls.
"Carl Perkins & Friends - Blue Suede Shoes: A Rockabilly Session" foi um concerto realizado pelo grande Carl Perkins em 21 de outubro de 1985 em Londres, no Limehouse Studios e que contou além da banda de Perkins, com supertime de fazer inveja a qualquer um. A constelação de conividados especiais contou com amigos - fãs e admiridadores - do mestre tais como: como: George Harrison, Ringo Starr, Eric Clapton , Dave Edmunds (que também foi o diretor musical do show) e Rosanne Cash. A maioria do repertório executado no show consistiu em canções clássicas de Perkins - puro rockabilly dos anos 1950. O concerto especial foi ao ar originalmente pelo canal Cinemax em 1986, com comentários introdutórios de Johnny Cash , Roy Orbison e Jerry Lee Lewis. O concerto é um destaque memorável tanto da carreira de Perkins como de todos que fizeram suas participações especiais, inclusive George Harrison.
A SUPERBANDA: Carl Perkins (guitarra e vocais), George Harrison (guitarra e vocal), Ringo Starr (bateria e vocal), Eric Clapton (guitarra, vocais), Dave Edmunds (guitarra, vocais), Greg Perkins (baixo), Lee Rocker (contrabaixo), Slim Jim Phantom (bateria), Earl Slick (guitarrista), David Charles (bateria), John David (baixo), Mickey Gee (guitarra), Geraint Watkins (piano) e Rosanne Cash (vocal). E somente aqui, no nosso blog preferido, a gente tem oportunidade de conferir novamente esse showzaço inteiro, em alto e bom som! 

quinta-feira, 21 de julho de 2016

ITS FOR YOU - UMA DAS "PERDIDAS" DOS BEATLES?

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Corria o ano de 1964 quando os The Beatles gravaram uma demo com o tema "It's For You" e a enviaram para o London Palladium, um teatro na cidade de Londres, para que a cantora e atriz Cilla Black a ouvisse. Cilla ouviu, gostou e gravou a canção composta por Paul McCartney e John Lennon que alcançou um lugar no top-10 musical daquele ano longínquo. Mas a demo original, com McCartney cantando a música, julgava-se perdida para sempre.
Cilla Black morreu já há quase um ano e um dos seus familiares encontrou o disco no meio dos seus pertences. Sem perceber o valor do ítem, levou-o à The Beatles Shop em Liverpool para ser avaliado. O proprietário da loja ficou sem palavras ao perceber que quem cantava era Paul McCartney e não Cilla Black. E mais entusiasmado ficou ao tomar consciência de que provavelmente tinha sido das poucas pessoas, além da cantora, a ouvir o tema que os Beatles gravaram para ela há mais de 52 anos. Melhor notícia ainda: excluindo alguns "arranhões", contou o dono da loja ao jornal Metro, do Reino Unido, a gravação está em ótimas condições. O disco vai estar à venda num leilão de artigos dos Beatles, no dia 27 de agosto, e estima-se que possa ser vendido por mais de 50 mil euros.

MICHAEL SIMMONS ATACA NOVAMENTE - SENSACIONAL!

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Esse simpático gorducho com cara de zangado, já tinha aparecido aqui, fazendo sua cover de "All I've Got To Do" que a gente relembra agora.
Dessa vez, ele ataca novamente com "Eight Days a Week", e, mais uma vez, de forma sensacional. Simmons é um membro da banda Sparkle Jets UK,uma banda do sul da California, cujo som é descrito como "um casamento distintivo do rock e pop dos anos 60 e 70.
Em 2012 lançou um álbum só de covers "It’s The End Of The World As We Know It And I Feel Live", onde aparecem suas versões para “She Said She Said” e “Hello Goodbye” dos Beatles, e “Look At Me” de John Lennon. Beleza. Manda mais Simmons!

DE VOLTA PARA O FUTURO - CLÁSSICO DA CULTURA POP

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“De Volta Para o Futuro” (Back to the Future) é um filme de 1985 de ficção científica cômica produzido por Steven Spielberg, dirigido por Robert Zemeckis, escrito por Zemeckis e Bob Gale e com Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Crispin Glover e Thomas F. Wilson. O filme conta a história de Marty McFly (Fox), um adolescente que volta no tempo até 1955 onde conhece os seus futuros pais no colégio e acidentalmente faz sua mãe ficar romanticamente interessada por ele. Marty deve consertar o dano na história fazendo com que seus pais se apaixonem e, com a ajuda do Dr. Emmett Brown (Lloyd), encontrar um modo de voltar para 1985.
Zemeckis e Gale escreveram um roteiro depois de Gale ter se perguntado se ele teria ficado amigo de seu pai se tivessem estudado juntos no colégio. Vários estúdios recusaram o roteiro até o sucesso financeiro de Romancing the Stone, filme dirigido por Zemeckis, com o projeto sendo pego pela Universal Pictures e por Steven Spielberg como produtor executivo. Eric Stoltz foi originalmente contratado para interpretar Marty McFly quando Michael J. Fox estava ocupado filmando a série de TVFamily Ties. Entretanto, durante as filmagens, Stoltz e os cineastas concordaram que ele foi a escolha errada, então Fox recebeu uma nova proposta e ele conseguiu trabalhar em uma agenda que permitia se comprometer aos dois projetos; a subsequente mudança no elenco significou que a equipe deveria correr através das refilmagens e da pós-produção para completar o filme para sua estréia no dia 3 de julho de 1985.
Quando lançado, “De Volta Para o Futuro” se tornou o filme de maior sucesso do ano, arrecadando mais de US$ 380 milhões em bilheteria e recebendo aclamação pela crítica. Ele venceu o Hugo Award de Melhor Apresentação Dramática e o Saturn Award de Melhor Filme de Ficção Científica, como também indicações ao Oscar, ao Golden Globe e outros. Ronald Reagan até citou o filme em seu Discurso sobre o Estado da União em 1986. Em 2007, a Biblioteca do Congresso americano selecionou o filme para preservação no National Film Registry, e em junho de 2008 a American Film Institute o reconheceu como o 10º melhor filme de ficção científica americano. O filme marcou o início de uma franquia, com as sequências “De Volta Para o Futuro II” e “De Volta Para o Futuro III” sendo lançadas em 1989 e 1990, como também uma série de desenhos, inúmeros brinquedos, vários jogos eletrônicos e uma peça de teatro musical.
Marty McFly (Michael J. Fox) é um adolescente entediado com suas relações em casa e na escola. Seu melhor amigo é o excêntrico dr. Brown (Christopher Lloyd), um cientista maluco e muito criativo que está trabalhando em uma máquina do tempo. Com a invenção do Dr. Brown, Marty acidentalmente volta aos anos 50, quando ainda não havia nascido. Ele reencontra muitas pessoas que conhece, só que bem mais jovens, como sua mãe, que se apaixona por ele. A presença de Marty no passado cria confusões e acaba modificando o futuro. Agora, ele terá de reaproximar seus pais e arranjar um jeito de voltar aos anos 80. Absolutamente sensacional e marcante, embora as sequências, II e III sejam bobas. Aqui a gente confere a clássica cena em que Marty McFly manda ver Johnny B Goode e quem quiser assiste o filme completo dublado em português logo abaixo.

PAUL MCCARTNEY E BOB WEIR – HI HI HI - DEMAIS!

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No último final de semana, na sexta (15) e no sábado (16), o Dead & Company, projeto da banda californiana Grateful Dead, tocou em Boston, nos Estados Unidos, em dois shows lotados no Fenway Park. No domingo (17) foi a vez de Paul McCartney subir ao palco do estádio – e, como Bob Weir, vocalista e guitarrista do Grateful Dead, ainda estava na cidade, Paul convidou o músico para fazer uma participação especial em sua apresentação. Foi a primeira vez na história que os dois artistas dividiram o palco. O dueto aconteceu durante o bis do espetáculo de Paul – e as músicas escolhidas foram Hi Hi Hi, do Wings (que a gente confere agora), e a clássica Helter Skelter, dos Beatles.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

GETTY IMAGES PROMOVE EXPOSIÇÃO SOBRE OS BEATLES EM ESTAÇÕES DO METRÔ DE SÃO PAULO

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http://media2.s-nbcnews.com/j/newscms/2015_52/1351526/
A partir de 10 de agosto, quem passar por algumas das mais movimentadas estações do Metrô da capital paulista poderá viajar também pela vida e obra dos quatro rapazes mais famosos de Liverpool. A exposição “Beatles: uma incrível história de sucesso por meio de imagens” contará com 20 imagens do acervo histórico da Getty Images que resumem a trajetória da maior banda de rock de todos os tempos. A exposição, realizada em parceria com a Decorapix – loja online que oferece arte para decorar – traz algumas das melhores imagens do Hulton Archive. Entre os mais de 80 milhões de registros, deste que é o maior acervo de arquivos históricos do mundo, foram selecionadas fotografias únicas que retratam os principais momentos da carreira dos Beatles. As imagens ficarão expostas por três meses e embarcarão em três estações do Metrô, começando pela República, onde ficará em cartaz de 10 a 31 de agosto, passando pela Sé, com abertura em setembro, e encerrando nas Clínicas, em outubro. “É uma grande honra ver nosso rico material contribuindo para que o público tenha contato com a trajetória dessa banda incrível que marcou toda uma época”, afirma Renata Simões, Gerente de Marketing da Getty Images no Brasil. O evento ocorre em paralelo à mega exposição Beatlemania Experience, que será inaugurada em 24 de agosto, no Shopping Eldorado, em São Paulo, e que conta com o patrocínio da Getty Images, que disponibilizou 19 mil arquivos digitalizados sobre os Beatles para a iniciativa.

NOVO HOLLYWOOD BOWL CHEGA EM SETEMBRO

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O disco recupera gravações de três concertos entre 1964 e 1965 na sala que lhe dá nome, onde se ouvem algumas das versões mais conhecidas dos Beatles como "Twist and Shout" e "A Hard Days Night". Embora a versão original do álbum seja de 1977, a reedição traz um novo alinhamento com quatro inéditos.
O som foi remisturado e remasterizado nos estúdios de Abbey Road pelo filho de George Martin, Giles. A edição digital e em CD está marcada para 9 de setembro, enquanto o vinil chegará a 24 de Novembro com notas de David Fricke da Rolling Stone. A saída do álbum coincide com o documentário de Ron Howard sobre a carreira dos Beatles entre 1962 e 1966. O filme tem estreia marcada nos cinemas para 15 de Setembro. 
1. Twist and Shout [August 30th, 1965]
2. She´s A Woman [August 30th, 1965]
3. Dizzy Miss Lizzy [August 30th, 1965 / August 29th, 1965 - one edit]
4. Ticket to Ride [August 29th, 1965]
5. Can´t Buy Me Love [August 30th, 1965]
6. Things We Said Today [August 23rd, 1964]
7. Roll Over Beethoven [August 23rd, 1964]
8. Boys [August 23rd, 1964]
9. A Hard Day´s Night [August 30th, 1965]
10. Help! [August 29th, 1965]
11. All My Loving [August 23rd, 1964]
12. She Loves You [August 23rd, 1964]
13. Long Tall Sally [August 23rd, 1964]
14. You Can´t Do That [August 23rd, 1964] *
15. I Want To Hold Your Hand [August 23rd, 1964] *
16. Everybody´s Trying to Be My Baby [August 30th, 1965] *
17. Baby´s In Black [August 30th, 1965] *
* inéditas

http://cdn2.natalie.mu/media/eiga/1606/0621/extra/
"Eight Days a Week - The Touring Years" tem realização de Ron Howard (Uma Mente Brilhante, Apollo 13) e a colaboração de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono e Olivia Harrison. O filme centra-se no auge da popularidade dos Beatles e inclui imagens raras ou inéditas.

PAUL McCARTNEY FALA SOBRE "PURE McCARTNEY"

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Maior compositor pop da história, Paul McCartney, 74 anos, já seria uma lenda por sua participação nos Beatles. Mas, não contente, construiu uma carreira solo sensacional, como reafirma a coletânea PURE MCCARTNEY (Universal), com 39 hits (nos EUA e Europa existem ainda os formatos 4 CDs, com 67 canções, e 4 LPs). A seguir, leia entrevista de Paul à assessoria inglesa de sua gravadora.
Como surgiu Pure McCartney? 
Eu estava em Nova York, e a menina responsável pelo meu escritório de lá disse que tinha ouvido um monte de canções minhas em uma viagem de carro. Ela disse: “Pensei que seria uma ótima ideia reunir todas elas, para que as pessoas pudessem apreciá-las dessa forma também”. Gostei da ideia, e respondi: “Ok, então por que você não me faz algumas sugestões e conversa comigo sobre isso, baby!” Ela o fez... e, juntos, em seguida, com a equipe, montamos uma seleção das minhas músicas que não se ouve normalmente, mas que seriam boas para uma longa viagem de carro, ou para se ouvir em casa, ou durante o banho, ou o que quer que seja. Só música tipo lado B, que esperamos que também funcione como um hit.
Dada a vastidão do seu catálogo, foi difícil fazer a lista? Você ficou preocupado em deixar alguma coisa de fora?
Sim, é sempre difícil, porque há tanta coisa, mas eu a deixei  fazer sugestões e me explicar o que tinha ouvido no carro, porque achei  que seria bom termos uma visão objetiva. Então olhei a lista e, em seguida, adicionamos algumas canções. Contarmos com uma visão objetiva para a seleção foi um problema a menos.
Você é um fã de playlists no seu carro? 
Sim, eu gosto de playlists para não ter que ficar sintonizando as estações de rádio.
É bacana revisitar o seu catálogo? Isso pode informar o que você estava fazendo ao vivo naquela época?
Sim, isso é uma das  coisas que acontecem. Quando você ouve alguma coisa que não ouvia há um tempo e pensa “Ah, isso não é ruim”, então o próximo passo é pensar “talvez devêssemos fazer isso ao vivo?”. Algumas coisas aconteceram dessa forma. Fazemos Love Me Do no show atual, e ela surgiu porque que eu estava pensando sobre sua primeira gravação, mas foi só ouvi-la para realmente despertar o interesse, então acabamos incluindo na lista. Mas é bom ouvir suas antigas canções porque, uma vez gravadas, eu normalmente não as ouço novamente, talvez por anos, ou talvez nunca. Porque eu já estou numa coisa nova!
Há alguma canção que você volte a ouvir e pense: “Eu não consigo me lembrar disso de maneira nenhuma!”. Isso acontece?
(Risos) Temo que sim! Bem, vou lhe dizer o que realmente acontece, eu olho para um título e me pergunto: “Como foi isso?!”(risos). Às vezes, em alguns dos álbuns com os quais eu não contava tanto, poderá haver um par de faixas que agora considero como coadjuvantes e não são tão boas. Há um aspecto louco nisso, porque às vezes vou dizer a alguém, “Oh meu Deus, essa música era terrível nunca deveríamos ter gravado!”. Uma vez, eu disse ao Trevor Horn, “essa faixa chamada Bip Bop, eu acho que não tem nada a ver”. E ele respondeu: “Das suas, é a minha favorita!”. Então é realmente bom não descartar nada, porque algo que eu possa não gostar no mo mento pode ser a faixa favorita de alguém, e isso pode me ajudar a gostar mais dela e pensar: “É por isso que eu a gravei!”. É bom quando você ouve as canções de novo, sobretudo quando alguém diz: “Oh, eu gosto desta”... Te ajuda a gostar  dela novamente.
É um leque eclético de canções, mas você as reuniu com uma assinatura sonora que atravessa tudo isso. Você tem consciência de que quando está escrevendo tem uma assinatura única? 
Você não pode evitar. Quando começamos, eu imitava o Elvis, mas é o Paul McCartney imitando o Elvis, então o fato é que não é o Elvis, sou eu. Eu sempre digo às crianças que vêm até mim que, na verdade, não é uma má ideia imitar alguém, porque a menos que você seja um impressionista, você nunca vai conseguir fazer igual. Será realmente apenas você sendo inspirado por alguém... Como minha voz aguda com características do rock que foi inspirada em Little Richard, mas não soa como Little Richard - não é tão bom quanto ele! Ele é fora de série!
Ao compor, você tem a intenção de escrever um mega hit ou apenas compõe uma música?
Eu acho que você se senta esperando que vá ser realmente algo especial. Então, de certa forma, sim, você está tentando escrever a melhor música que já escreveu, o que eu acho que é uma boa ideia para começar. Se você se aproxima disso tem, provavelmente, meio caminho andado, se tiver sorte. Então, sim, eu sempre tenho o topo como objetivo e as canções que não o alcançam podem, ainda, ser muito boas canções
Você pode dizer quando algo vai ser um sucesso ou você é, por vezes, pego de surpresa?
Funciona de ambas as formas. Às vezes, quando você escreve uma canção, você pensa, “ah, isso é bom”, você tem uma sensação, tipo “eu realmente trabalhei bem, isso funciona”. Eu tenho esse sentimento com My Valentine - é muito fácil de tocar e eu adoro tocá-la, e também porque foi escrita para Nancy e eu penso: “Sim, eu consegui, isso funciona”. Às vezes, porém, você não sabe, eu me lembro de Get Back. Eu achava que era meio jam, e sempre pensava “está tudo bem, mas é um pouco jam”, e aí as pessoas começaram a dizer que a canção era boa, e até o momento em que ela se tornou um single, ainda era uma gravação na qual eu não acreditava, até começar a tocá-la para as pessoas, para os amigos. Lembro-me da Twiggy enlouquecendo com a música: “Oh, essa é ótima, eu adoro!” E penso, tudo bem, eles estavam certos, ela realmente funciona. Mas, sim, às vezes você não se dá conta.
Que tal Mull of Kintyre, porque ninguém poderia esperar que se tornasse o enorme hit que se tornou naquela época? 
Não, aquilo não era eu tentando escrever um sucesso, realmente. Eu apenas pensava que não haviam novas canções escocesas, tudo o que se ouvia era velho. As bandas de gaitas de fole tocavam Amazing Grace, que era uma canção antiga. Aí, achei que seria bacana se alguém escrevesse uma nova. E por estar vivendo na Escócia e passando muito tempo por lá, eu pensei “bem, tem que ser eu!”. Então eu fiz... Eu realmente não esperava que fosse um sucesso, exceto na gravação que foi uma ocasião muito especial e os caras, particularmente os jovens da banda de gaitas, estavam todos dizendo “isso vai ser um sucesso, a canção é ótima!” E, novamente, fui influenciado por eles, e comecei a acreditar mais na música, mas ainda nem tanto, porque estávamos em plena era do punk e achei que não houvesse nenhuma maneira de uma valsa escocesa ser lançada, nem mesmo ser ouvida naquela época. Mas, aí, minha filha, Heather, que estava muito envolvida com o punk, estava lá no momento certo, e me disse: “Eu queria que você estivesse no pub com alguns dos meus amigos punk, e eles estivessem tocando Mull of Kintyre”. Eu gostei disso! Para mim, ainda há um pouco de mistério e uma das coisas que posso dizer quando vou ao LIPA (Liverpool Auditorium of Performing Arts) falar aos meus alunos sobre música, uma das primeiras coisas que digo é: “Deixa ver se entendi, eu não sei como fazer isso. Eu não posso simplesmente dizer como  fazê-lo. Se você estivesse indo para uma aula de física, talvez o professor pudesse dizer como se faz. Mas, eu sempre tenho que fazer este aviso: “Eu realmente não sei como fazer isso, mas se eu estivesse escrevendo com você eu lhe diria o que eu faria”, e eu gosto disso, porque é a verdade. Eu nunca aprendi a fórmula de como escrever uma canção, e é especial, um tipo de mágica quando você escreve uma – é como tirar um coelho da cartola.
Você tem algum ritual ou coisinhas tolas quando está compondo?
Na verdade, não. Eu, normalmente, corro ao redor do quarteirão dez vezes, tomo um banho quente, em seguida mergulho numa banheira cheia de gelo e tomo três cafés um atrás do outro - mas não há nenhum ritual!  Não, não tenho, mas você estava gostando dessa história, então eu acho que vamos com ela! Não, eu só sento com um violão ou um piano e começo (depois de um banho quente, é claro!)
A tecnologia ou o formato que a música foi apresentada mudou sua forma de abordar as coisas?  
Não, não mudou de forma alguma. Eu pensava que pudesse ter um efeito, e acho que as pessoas pensam que vai ter um efeito sobre a música, mas é realmente apenas o veículo, é apenas a maneira como a música é lançada. Você ainda tem que escrever uma canção. Então, se sai em vinil, cassete, CD, download, a canção ainda é a mesma e você não altera o seu processo de acordo com os formatos.
Há algum arquivo de canções inéditas suas? Já fez uso dele?
O que tende a acontecer é quando estamos fazendo a remasterização, às vezes, minha equipe de produção diz “olha o que encontramos!”, e digo, “sim, eu enterrei essa música de propósito, porque não gosto dela!”, e eles dizem que gostam. Às vezes, sou persuadido. Portanto, há umas poucas coisinhas, mas elas normalmente escapam quando estamos fazendo a remasterização, e elas encontram seu caminho nas faixas bônus. Eu não me importo. Mas o que há  é um monte de coisas de quando escrevo ideias para músicas, há também coisas que eu ainda pretendo terminar. Muitas são apenas uma melodia e eu gosto dessa melodia, mas não trabalhei nela como uma canção. Então, estou trabalhando nelas agora para o próximo álbum e algumas delas só estou finalizando como canção. Em algumas, estou usando esse fragmento de melodia em outra música, o que é interessante de se fazer. Então, sim, estou brincando com algumas dessas coisas no momento.

terça-feira, 19 de julho de 2016

BOB DYLAN - FALLEN ANGELS - Por VALDIR JUNIOR

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“Fallen Angels” é o trigésimo sétimo álbum de estúdio de Bob Dylan, lançado pela Columbia Records em 20 de maio de 2016. O álbum conta com covers de doze canções clássicas americanas escolhidas por Dylan a partir de um conjunto diversificado de escritores como Johnny MercerHarold ArlenSammy Cahn e Carolyn Leigh. Muito parecido com seu antecessor “Shadows in the Night”, todas as músicas do álbum, com exceção de "Skylark", foram gravadas por Frank Sinatra. Aqui, a gente confere o que disse nosso amigo Valdir Junior disse na sua coluna no site Galeria Musical sobre o novo álbum do velho bardo.
Até aqui, você pode dizer, não há nada de novo deste álbum para o anterior, é apenas o “Velho Dylan”, sendo nostálgico e querendo faturar mais alguns trocados com um álbum de standarts da música americana, adianto que isso é um grande engano. Dylan com “Fallen Angels” se supera em um álbum com muito mais qualidade do que o anterior, usando de sua experiência e vivência para acertar em cheio e entregar um dos melhores discos de sua carreira. Em “Fallen Angels”, Dylan escolhe um repertório que ele, mais do que nunca, toma para si e entrega interpretações cheias de uma verdade que nos envolve e nos conduzem numa jornada pelas fatos simples e importantes da vida, presente nas letras das canções, ora nos confortando, ora nos cutucando, mas sempre nos deixando cientes que estamos vivos e já passamos e ainda vamos passar por bons e maus momentos na vida. Os arranjos e todo o processo de gravação e produção se destacam com um bom gosto e qualidade técnica impressionante. Os músicos são uma unidade coesa em todas as canções, eles são capazes de transitar com desembaraço por momentos de extrema precisão e outros em que se deixam levar em breves jams. O som do álbum como um todo é de uma pureza incrível, conseguimos ouvir com exatidão todos os instrumentos e voz de Dylan, como se estivéssemos ali, ao lado deles. “Fallen Angels” é um bálsamo para os ouvidos e para a alma, muito disso se deve, pasmem, ao vocal de Dylan. Conhecido por sua voz anasalada e estridente, Dylan sempre esteve longe de ser considerado um cantor, no sentido propriamente dito da palavra, mas o seu vocal em todas as doze faixas de “Fallen Angels” pode ser considerado o melhor de toda a sua carreira, aqui Dylan canta numa voz doce, suave e serena, num estilo bem cool jazz. Destaco as faixas: “All the Way”, “It Had to Be You”, “That Old Black Magic”, “Melancholy Mood”, “Maybe You’ll Be There” e “Come Rain or Come Shine”, como exemplos da qualidade vocal de Dylan no álbum. Ao escutar “Fallen Angels”, dois sentimentos nos tomam, o primeiro é um misto de gratidão e felicidade por termos passados os últimos trinta e sete minutos, ouvindo algo bom e que nos faz bem, o outro é a curiosidade em saber o que Dylan nos reserva para o futuro, pergunta essa que já tínhamos quando do lançamento de “Shadows In The Night” e fazíamos um link direto ao momento semelhante na carreira de Dylan, onde ele, após gravar dois excelentes álbuns de covers, “Good as I Been to You” de 1992 e “World Gone Wrong”de 1993, deu início há uma nova fase de sua carreira com o lançamento do excepcional “Time Out Of Mind” de 1997. Bem, por hora, só nos resta esperar, enquanto isso desfrute o quanto puder de “Fallen Angels”. Valdir Junior - galeriamusical.com.br

PAUL McCARTNEY - COMING UP AO VIVO EM DOSE DUPLA

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Primeiro no concerto do Kampuchea em 1979 e em seguida,no Knebworth em 1990.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

THE BEATLES - TICKET TO RIDE / LONG TALL SALLY - SENSACIONAL!

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ESPECIAL - PETER FRAMPTON - SHOW ME THE WAY

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Especialmente em homenagem ao meu grande amigo, mestre e guru da Cultura Pop, o incomparável “IVANZINHO” – O Monstro do Rock, com quem aprendi muito. Ivan Neves Jr., foi o maior conhecedor da história do rock que eu já tive a honra e o prazer de encontrar, e o mais beatlemaníaco de todos, depois de mim, claro. Se vivo estivesse, estaria completando hoje 69 anos. Mas foi de forma brutal e covarde, assassinado há 3 anos em Fortaleza, depois de um show do Elton John. Saudades, meu amigo. Forever! Essa homenagem não poderia terminar de outra forma, se não com Peter Frampton – um de seus grandes ídolos e que, no show aqui em Brasília estávamos juntos. Eu queria que fosse “Dig What I Say”, mas como só tinha “Show Me The Way”, então, vai ela mermo! Happy birthday, velhinho!

PATTIE BOYD - "GEORGE, ERIC AND ME"

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Pattie Boyd está definida para visitar a “Beatles Story” na próxima semana para atender os fãs e assinar cópias de sua autobiografia. A fotógrafa (?) e ex-modelo, que foi casada com os dois guitarristas famosos, George Harrison e Eric Clapton, estará apresentando sua exposição de fotografias “George, Eric and Me” e contando suas histórias.
A mostra apresentará retratos íntimos de ambos os ícones da música, assim como fotografias de seus amigos rock and roll stars como os Rolling Stones, Keith Richards e Ronnie Wood, e também, os outros Beatles. Cinco dos vestidos de Pattie Boyd também estarão em exposição.
Boyd, de 72 anos, conheceu George Harrison no set de filmagens de “A Hard Day’s Night” em 1964, quando interpretou uma estudante figurante no filme. Eles se casaram em 1966 e ficaram juntos por 11 anos, com a modelo supostamente inspirando “Something”, uma canção que Frank Sinatra descreveu como "a maior canção de amor de todos os tempos". Ela também teria inspirado Clapton, com quem se casou em 1979, para escrever Wonderful Tonight.
Pattie Boyd disse: "Estou muito animada sobre a visita ao The Beatles Story. Será um verdadeiro privilégio para mim para atender as pessoas de Liverpool, que são conhecidos tanto pela sua música quanto pelo seu senso de moda. Estou ansiosa para contar a história por trás da coleção de imagens. Estou extremamente orgulhosa pela exposição, que documenta a minha vida com George e minha vida com Eric, e inclui fotos que nunca foram mostradas antes”. “George, Eric and Me” ficará em exibição no The Beatles Story até outubro.

FILHO DE YOKO ONO DIZ QUE “REVOLVER” É O MELHOR DE TODOS!

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O filho de Yoko Ono e do falecido ícone dos Beatles John Lennon - disse que o sétimo álbum da banda britânica The Beatles, é de longe seu melhor trabalho. Falando à Classic Rock para uma reportagem sobre o 50º aniversário do álbum “Revolver”, Sean Ono diz: "É um dos meus discos dos Beatles favoritos, lá em cima de Sgt. Pepper, Magical Mystery Tour e o Álbum Branco.
"Esses registros têm me influenciado mais do que qualquer outra música do planeta. Além do fato de que é meu pai e eu cresci ouvindo eles, então estão apenas enraizadas na minha psique." Ono diz que Revolver é "hiper" do que outros registros, colocando o ouvinte "em transe". Ele acrescenta: "Revolver me atrai mais que Abbey Road ou o material solo do meu pai, que eu amo de uma maneira diferente, porque a música psicodélica parece mais mágica. É como uma criança gosta de ler O Senhor dos Anéis, em vez de Fogueira das Vaidades - é emocionante, é a promessa de um mundo sobrenatural. "Uma música como Tomorrow Never Knows o coloca quase em transe. Não técnica da época ou de monges entoando na montanha. É muito mais descolada do que isso."
O “Claypool Lennon Delirium” - uma colaboração entre Sean Ono e Primus Les Claypool - lançou seu primeiro álbum “The Monolith Of Phobos” no mês passado.

IAN STEWART - O STONE QUE FOI MAS NÃO FOI

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Ian Andrew Robert Stewart, ou apenas Ian Stewart, estaria completando hoje 78 anos. Ele nasceu em 18 de julho 1938 e morreu em dezembro 1985. Pouca gente sabe, mas esse homem um Rolling Stone.
Stewart (muitas vezes chamado Stu), nascido no leste da Escócia, cresceu em Surrey, e começou a tocar piano ainda criança. Também tocava banjo e tocou com grupos amadores com ambos os instrumentos. Stewart, que era obcecado por rhythm & blues, boogie-woogie, blues e jazz, foi o primeiro a responder ao anúncio de Brian Jones em 1962 procurando músicos para formar um grupo rhythm & blues. Mick Jagger e Keith Richards juntaram-se ao grupo em junho, e o grupo, com Dick Taylor no baixo e Mick Avory na bateria, fez seu primeiro show com o nome do Rolling Stones, em 12 de julho de 1962. Em dezembro de 1962 e janeiro de 1963, Bill Wyman e Charlie Watts também se juntaram à gangue.http://1.bp.blogspot.com/-Otzf7LaQcDU/VatMjn2QKvI/AAAAAAAAAzA/DUO-XF6HjH8/s1600/
Stewart tinha um emprego numa indústria química, que servia de base para a banda, já que nenhum dos outros tinha telefone; Stewart disse: "[Minha] mesa no ICI era a sede da organização Stones. O meu número foi anunciado em Jazz News e eu lidei com reservas de trabalho para os Stones." Ele também comprou uma van para transportar o grupo e seus equipamentos para seus shows.No início de maio de 1963, o empresário da banda, Andrew Loog Oldham, chamou Stewart e disse-lhe não apareceria mais no palco desde então, que seis membros eram muitos para um grupo popular e que o mais velho, corpulento, feio e de queixo quadrado Stewart não se encaixava na imagem do grupo. Stewart poderia ficar como gerente de estrada e tocar piano nas gravações. Stewart aceitou este rebaixamento de forma resignada e contribuiu com seu piano, órgão, piano elétrico e / ou percussão em todos os álbuns que os Rolling Stones lançaram entre 1964 e 1986, com exceção de Their Satanic Majesties Request, Beggars Banquet e Some Girls. Ian Stewart morreu de um ataque cardíaco fulminante aos 47 anos.