quinta-feira, 29 de setembro de 2016

NUNCA HOUVE UMA MULHER COMO GILDA

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“Nunca houve uma mulher como Gilda!” – Com essa frase, o público era chamado às salas de cinema para conhecer esse misterioso personagem, que a atriz Rita Rayworth tornaria inesquecível, entrando para a história do cinema. No filme, Johnny Farrell (Glen Ford) é um vigarista que ganha a vida jogando cartas. Ele é salvo de um assalto por Ballin Mundson (George Macready), dono de um clube noturno de Buenos Aires. Os dois ficam amigos e Johnny passa a trabalhar no Clube, como gerente. Ballin viaja e, quando retorna, aparece casado e acompanhado de Gilda, sua esposa, uma misteriosa mulher que, no passado, tivera um agitado romance com Johnny. Os dois se sentem atraídos mais uma vez, formando um perigoso triângulo amoroso. Johnny descobre que o Clube é, na verdade, uma fachada para um Cassino, proibido no país.

Não deixe de relembrar AQUI, a incrível postagem sobre a sensacional Rita Hayworth publicada em 17 de outubro de 2010.

THE BEATLES - THINK FOR YOURSELF

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"Think For Yourself" escrita por George Harrison, é uma canção sobre as mentiras. Gravada apenas alguns meses antes de seu noivado com Pattie Boyd, ela provavelmente não era sobre sua futura esposa. "Pelo jeito, devia ser sobre 'alguém', ele escreveu em seu livro I Me Mine. "Mas tanto tempo depois eu já não lembro quem inspirou essa música. Provavelmente foi o governo." Há alguns versos muito bons, como: “the good things that we can see if we close our eyes” (as coisas boas que podemos ter se fecharmos os olhos) e “the ruins of the life that you have in mind” (as ruínas da vida que você tem na mente).
Já que não tem vídeo dos Beatles, a gente fica com as covers mesmo. Aqui a gente confere a banda Rubber Soul quebrando o cacete com sua versão para a música de George Harrison. Abração!
 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

A ESTRANHA MORTE DE RORY STORM

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Publicada originalmente em 27 de setembro de 2012.
Pode-se dizer, com certeza, que
Rory Storm foi a maior estrela de Rock de Liverpool entre 61 e 62. Pode-se dizer também que foi o maior Showman que a cidade já viu. Pode-se dizer que a história já estava escrita. E estava mesmo! Rory Storm tinha quase 1,90m, era louro, e dono de uma energia impressionante!
Alan adotou o nome de Rory Storm em 1958. No mesmo ano, The Raving Texas venceria um concurso de Skiffle e tornaram-se conhecidos em Liverpool. Com a explosão do Rock na Inglaterra, o grupo abandona o Skiffle, passando a ter em seu repertório os clássicos de Chuck Berry, Little Richard entre outros. Em 1959 já eram tidos como a banda mais popular de Liverpool.
Apesar de ser o líder da banda e vocalista, durante as performances do grupo, Rory ficava fazendo várias loucuras no palco, escalando o equipamento, pendurando-se nos ventiladores e, as vezes sumia, reaparecendo entre o público. Rory era o dinâmico showman. Enquanto isso, quem segurava as pontas nos vocais era o baixista Lou Walters.
No final de 1959, Ringo Starr entra para o grupo. Seu nome verdadeiro era Richard Starkey. A lenda diz que ele teria assumido o apelido "Ringo" devido ao grande número de anéis que usava "rings", por sugestão de Rory.
Durante as apresentações, Ringo tinha a oportunidade de assumir os vocais em alguns números, entre eles: "Matchbox" e "Boys". No início dos anos 60, os Hurricanes fazem uma excursão a Hamburgo, na Alemanha. Neste período, conhecem os Beatles e os dois grupos se tornam grandes amigos. Rory Storm & the Hurricanes eram seguramente a melhor banda de Liverpool, entre 1960/1961. No início de 1960 os Hurricanes abriram um show de Gene Vincent no Liverpool Stadium, tendo assim atingido o posto de "banda mais popular" e "banda mais promissora" da região.
Porém, esta superioridade iria acabar com o retorno dos Beatles de Hamburgo e uma longa temporada de sucesso no Cavern Club. Houve então um duelo de popularidade entre as duas bandas, incentivado pelo jornal "The Mersey Beat". Ringo deixou o Rory Storm no início de 1962 pra tocar na banda de Tony Sheridan, mas voltou ao Hurricanes no verão desse ano.
Depois de substituir Pete Best em algumas apresentações e a véspera de gravarem seu primeiro single pela EMI, Ringo aceita um convite para juntar-se aos Beatles, sem muita resistência dos Hurricanes. Era agosto de 1962 e após a saída de Ringo, vários outros bateristas passam pelos Hurricanes: Gibson Kemp, Keef Hartley, Ian Broad, Trevor Morais, e Jimmy Tushingham. Pete Best, ao ser despedido dos Beatles, depois de um período improdutivo, veio a substituir Ringo nos Hurricanes, antes de formar a Pete Best Band Rory Storm continua sua carreira em Liverpool e arredores. Com o sucesso dos Beatles em toda Inglaterra, as bandas de Liverpool passam a chamar a atenção. Em 1963 os Hurricanes assinam contrato com o selo "Oriole" e lançam o single Dr. Feelgood/I Can Tell, sem muita repercussão. Brian Epstein conseguiu um contrato para o grupo gravar em Londres, pelo selo Parlophone. Gravam então Ubangi Stomp/ I'll Be There e America/Since You Broke My Heart. Os singles teriam vendido bem em Liverpool, mas não atingiu o sucesso esperado na Inglaterra. A banda optou por não ter um empresário e quando os grupos de Liverpool começaram a invadir Londres os Hurricanes já estavam decadentes e ficam de fora.
Lou Walters, um dos mais importantes do grupo, abandona os Hurricanes no final de 1964. Em seu lugar entra Vince Earl. A banda continuaria por mais alguns anos a se apresentar em vários clubes da Inglaterra.
Rory Storm & The Hurricanes tiveram seu fim definitivamente em 1967. Rory Storm foi disc-jóquei por dois anos, e morreu em 28/09/1972. Seu corpo foi encontrado entupido de drogas. álcool e comprimidos. Estranhamente, o corpo da sua mãe (que morava com ele) foi encontrado no quarto dela no mesmo dia, nas mesmas condições.. Especula-se que os dois se suicidaram simultaneamente. E que haveria um estranho pacto entre eles.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

ABBEY ROAD COMPLETA 47 ANOS

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Menos de oito meses depois do lançamento de "Abbey Road", surgiu nas lojas "Let It Be", em 8 de maio de 1970. Havia se passado escassas semanas desde que fora assumido oficialmente que os Beatles tinham deixado de existir. Mas o álbum em que os quatro membros do grupo surgem na fotografia da capa a atravessando uma faixa de pedestres no bairro de Saint John’s Wood, no noroeste de Londres, foi o derradeiro que gravaram, com a data de edição no Reino Unido registada para a história como 26 de setembro de 1969, há 46 anos.
"Abbey Road", a despedida dos fab four e, para milhares de fãs, a sua melhor obra, foi o décimo primeiro álbum na discografia da banda nascida em Liverpool. Mas, na altura, foi quase um milagre que os músicos tenham concordado em voltar a reunir-se em estúdio com o seu produtor de sempre, George Martin. Em 1969, o ambiente dentro da banda estava longe dos seus melhores dias e janeiro daquele ano tinha sido um período de grandes tensões.

John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr ainda tentavam se recuperar das gravações e filmagens daquele que viria a ser o disco e o filme Let It Be. Na atmosfera fria e pouco acolhedora do estúdio Twickenham, as imagens captadas não esconderam, sequer, uma cena abrasiva entre McCartney e Harrison por causa de divergências sobre os arranjos de uma canção.

Depois, os trabalhos foram transferidos para os estúdios da Apple, em Savile Row, no centro da capital britânica, no edifício da editora que os Beatles tinham lançado em 1968 e que, na época, era um sorvedouro de dinheiro. Divididos quanto à escolha do gestor capaz de colocar em ordem na casa, com Paul McCartney preferindo o advogado de negócios que era pai de Linda Eastman, sua mulher, e os outros três querendo Allen Klein, os Beatles afundavam-se em cansaço, atritos e vontade de prosseguirem, não mais juntos, em projetos a solo. Sabiam que o fim estava próximo, mas jamais o reconheceram enquanto estiveram concentrados em gravar a última peça daquela que é, do ponto de vista de muitos músicos, produtores e críticos, a mais rica e influente discografia de sempre na história da música pop-rock.

O fato é que, após o desastre que foram os esforços que mais tarde resultaram na edição de Let It Be, inicialmente programado para se chamar Get Back e em que o produtor Phil Spector decidiu acrescentar orquestrações que irritaram sobretudo McCartney, os Beatles decidiram voltar ao trabalho nos seus estúdios de quase sempre, a estrutura que a editora EMI detinha em Abbey Road.

Depois das gravações do fatídico "Let it be, e quando o próprio grupo achava que não se reuniria mais, George Martin ficou surpreso ao receber um telefonema de Paul McCartney para produzir mais um disco dos Beatles. Topou, com a condição que fosse como faziam antes. Ele não só produziu o melhor disco dos Beatles como o álbum que mais vendeu até hoje. Mas esses méritos, não exclusivos dele. O grande mérito final, é dos próprios Beatles.
Abbey Road foi o 12° é o último álbum dos Beatles. Lançado em 26 de setembro de 1969 na Inglaterra, e em 1 de outubro nos EUA. O nome foi em homenagem à famosa rua onde existe o famoso estúdio onde os famosos Beatles gravaram todos os seus famosos sucessos. O álbum foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records e, apesar de ser o canto de cisne da banda, os Beatles nunca tocaram tão bem, não cantaram tão bem e não se mostraram tão maduros como dessa derradeira vez.

George Harrison surpreendeu a crítica como compositor, e que levaria adiante até o seu disco solo 'All Things Must Pass'. Paul McCartney foi o mentor musical do trabalho, tendo seu ápice no medley do lado B do disco. John Lennon, ausente em muitas sessões de gravação, ainda teve fôlego para dar ao grupo três de suas melhores canções: "Come Togeher", "I Want you ( She's So Heavy)" e "Because". Ringo teve seus momentos na ótima " Octopus's Garden " e fazendo o único solo de bateria em uma música dos Beatles.
A icônica fotografia da capa do álbum foi tirada do lado de fora dos estúdios Abbey Road em 8 de agosto de 1969 por Iain Macmillan. A sessão durou dez minutos. A idéia foi toda de Paul McCartney, como podem ver nos rascunhos feitos pelo próprio.


Não mais que meia dúzia de fotos foram tiradas. Dessa vez, pelo menos, houve unânimidade e consenso na hora de escolher a melhor. Como pode ser tão perfeita?
Iain Macmillan tinha 31 anos quando entrou para o seleto clube dos imortais e dos caras mais sortudos do mundo, em 8 de agosto de 1969. Ele foi o fotógrafo escolhido a dedo, para clicar a foto da capa de disco mais famosa da terra. Era amigo de Yoko Ono que o apresentou a John Lennon, que mostrou seu trabalho para o resto do grupo. Foi o escolhido. Depois desse trabalho para os Beatles, que lhe rendeu uma boa grana, Macmillan ainda se encontrou com o casal Ono/Lennon nos anos 70. Depois, ainda fez a capa do "PAUL IS LIVE". Morreu em 2006. De câncer.

A PEDIDOS - CARL PERKINS & ERIC CLAPTON - MEAN WOMAN BLUES

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EMERSON FITTIPALDI FALA SOBRE GEORGE HARRISON

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Entre meus amigos na F1 estava George Harrison, um dos beatles, que foi um dos maiores superstars nos anos 1960, mas que era incrivelmente despretensioso quando ia aos GPs. Entre as pessoas que conheci, George era um dos que mais adorava competições. Durante o GP do Brasil, ele costumava ficar em minha casa em São Paulo. E no GP da Inglaterra eu o visitava em sua casa em Henley on Thames, cerca de 60 km de Londres. Infelizmente George faleceu de câncer em 2001, aos 58 anos, muito jovem. Às vezes, fico surpreso com quantos amigos já perdi. Que dizer? Morte é a inevitável consequência da vida e, se você fosse um piloto de Fórmula 1 nos anos 1970, a tragédia nunca estava muito longe. Entre minha estréia, em 1970, e minha saída, em 1980, perdemos Jochen Rindt, Jo Siffert, Roger Williamson, François Cevert, Peter Revson, Ronnie Peterson, Patrick Depailler e outros. Aqui presto um tributo a todos eles. Hoje, tantos anos depois, as pessoas continuam perguntando a razão para arriscar minha vida com tantas tragédias ao meu redor. Tudo que posso explicar é que eu vivi para competir. E ainda me sinto dessa forma. Acho que é isso que me une a amigos como Jackie Stewart e Carlos Reutemann. Mesmo hoje, mais de três décadas depois que me aposentei da Fórmula 1: assumimos os riscos porque adorávamos as corridas. Não tínhamos escolha. A alternativa era acompanhar as corridas pela TV. E tendo o talento dado por Deus para competir, não poderíamos ficar simplesmente olhando. Mesmo hoje, com quase 70 anos, sinto falta de competir, de estar no cockpit, de frear mais tarde, de fazer curvas, de tocar a zebra com o pneu dianteiro, de aproveitar a força do motor, da derrapagem de traseira, de controlar essa derrapagem, de engatar a próxima marcha com o pé no fundo e, sim, sinto falta de ver o carro na minha frente se aproximando, mais perto do que estava antes da curva. Sinto falta disso, de planejar quando e onde iria ultrapassar. Anos atrás visitei a fazenda de um amigo que lá fez uma bela pista de kart de 1,4 km. Meu filho de 6 anos estava comigo. Começamos a dar algumas voltas, só nos divertindo. Foi muito legal dirigir ao lado do meu filho e ver a alegria em seus olhos. Alguns adolescentes também foram para a pista. De repente, eu tinha 16 anos novamente, acelerando meu pequeno kart em cada curva. Enquanto eu fazia isso, pensava comigo mesmo: “Emerson, você é maluco, tem mais de 60 anos, eles são todos garotos, para com isso”. Mesmo assim, tentava frear um pouquinho mais tarde, acelerar um pouco mais cedo, achando que estava com meu McLaren correndo com Ronnie Peterson, Carlos Reutemann e Niki Lauda em 1974, mais de 40 anos atrás. Não tem jeito, competir está no meu sangue.

JOSÉ TELES LANÇA LIVRO DE CONTOS INSPIRADOS NOS BEATLES

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Por Diogo Guedes - Da camisa de uma amiga, que citava a canção Yellow Submarine, nasceu a ideia de um pequeno conto. E daí, ao longo de 20 dias, foram surgindo outras narrativas ficcionais, todas com um ponto em comum: uma música dos Beatles como título. Foi assim, despretensiosamente, que o crítico musical e escritor José Teles reuniu os textos que compõem o seu mais novo livro de ficção, lançado hoje, às 17h, no Rock and Ribs (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife), com show da banda Revolution, especializada no repertório do grupo inglês. Pelo título Acordei Esta Manhã Cantando uma Velha Canção dos Beatles, editado pela Bagaço e com capa feita pelo jornalista Marcos Toledo, pode parecer um livro de crônicas ou textos sobre os garotos de Liverpool – mas não é. Ele reúne treze contos que, com referências às letras do grupo, contam histórias completamente destinas. The Magical Mistery Tour, o primeiro, fala justamente da garota com a camisa de Yellow Submarine, mas é acompanhado de outros sucessos e lados B, como Lady Madonna, She’s Leaving Home, The Fool on the Hill e A Taste of Honey. “São textos que têm a ver com o que vi, ouvi, com coisas que aconteceram e foram modificadas. Em cada conto, pensava na trama e via que música combinaria com elas”, conta Teles sobre a concepção do livro, descrito por ele como uma “centopeia sem cabeça”. Não são crônicas tiradas da sua vivência, mas sim reinvenções completas ou parciais de histórias que viveu e ouviu. Um morcego que aparece em uma casa e uma passeata no meio da ditadura são algumas das cenas dos curtos textos, que usam as músicas mais como uma inspiração para o clima da história do que como um tema em si. Os contos envolvem como um bom disco: é meio inevitável emendar a leitura de um logo após o outro, como as faixas de um CD bem pensado. A linguagem é simples, direta, mas revela momentos singulares de solidão, fim de relacionamentos e até morte. Em cada um deles também há versos das velhas canções dos Beatles e de outros artistas – Besame Mucho, que fez parte do repertório da banda quando eles estavam no início, é trilha de uma dança. O livro, Teles explica, poderia ter sido sobre canções de outro grupo – os Beatles foram um acaso fortuito. Tanto que ele pensa em continuar as narrativas, agora a partir de faixas dos Rolling Stones. “Os Beatles são mais clean e até verdadeiros, mas os Stones se vendia como mais violentos, rebeldes, e até se tornaram de fato isso depois”, aponta o crítico.

domingo, 25 de setembro de 2016

BOB DYLAN - O MELHOR DE TODOS - DE NOVO?

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BOB DYLAN - O MELHOR DE TODOS - O livro "Crônicas Volume 1" de Bob Dylan foi escolhido o melhor sobre música já escrito segundo enquete feita pela edição americana da Billboard. A obra, lançada em 2004, traz parte das memórias do lendário cantor e compositor. A sua tradução foi lançada no Brasil pela editora Planeta. O segundo livro da lista, "Hit Men: Power Brokers and Fast Money Inside the Music Business" de Fredric Dannen saiu em 1990 e nunca foi publicado em português. Ele detalha os bastidores da indústria fonográfica nos anos 60 e 70 através de suas figuras mais poderosas - os presidentes das gravadoras e os grande empresários. Os outros trabalhos mais bem colocados foram; "Vida", a autobiografia de Keith Richardsdos Rolling Stones (editora Globo 2010), "Dino: Living High in the Dirty Business of Dreams", biografia de Dean Martin escrita por Nick Tosches em 1992 (inédito no Brasil) e "Só Garotos" (Companhia das Letras, 2010) onde a cantora Patti Smith relembra sua juventude e início de carreira.

LINDA McCARTNEY - 75 ANOS

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Se Linda McCartney viva estivesse, ela teria completado ontem, 24 de setembro, 75 anos. A eterna "Lovely Linda" morreu em 17 de abril de 1998 de câncer.
Nascida em 24 de setembro de 1941 na cidade de Scarsdale, estado de Nova Iorque, Linda Eastman era a segunda filha do advogado Lee Eastman - havia ainda um irmão mais velho e duas irmãs mais novas. A mãe de Linda morreu quando a filha tinha 19 anos de idade e já havia saído de casa para estudar - a família Eastman era bem colocada (embora não tivesse nenhuma relação com a empresa de fotografia). Linda estudou História da Arte na Universidade do Arizona; ali nasceu seu amor pela fotografia. De volta a Nova Iorque, Linda passou a trabalhar como recepcionista da revista Town & Country, onde teve a informação de um evento que abriria as portas para a Linda fotógrafa. Os Rolling Stones estavam a bordo de um iate ancorado no rio Hudson, para o lançamento de seu álbum, "Aftermath". Linda dirigiu-se ao local e foi tomada como uma fotojornalista, tendo acesso ao iate. Ali, era a única munida de uma máquina fotográfica profissional, de modo que teve a exclusividade no registro do evento. Isso gerou um interesse automático pro seu trabalho, e Linda passou a ser reconhecida como uma talentosa fotógrafa profissional. Unindo essas duas grandes paixões - a música e a fotografia -, Linda se especializou em captar imagens de grandes astros, tais como Jimi Hendrix, Bob Dylan, The Doors, The Who, The Grateful Dead, Cream, Otis Redding e Simon & Garfunkel. Acabou se tornando fotógrafa da revista Rolling Stone, e em maio de 1967, estava em Londres - foi levada por Chas Chandler, baixista dos Animals e seu amigo, ao clube Bag'o'Nails, onde ocorria uma festa pelo lançamento do álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", dos Beatles. Já estava para ir embora quando foi abordada por Paul McCartney (maiores detalhes na música "There must have been magic", faixa do último álbum de Paul, "Driving Rain", que fala sobre o encontro). A partir de então, Linda e Paul eram um casal. Ela já era divorciada de seu primeiro marido, o geólogo Melvin See, e tinha uma filha, Heather, mas isso não foi obstáculo. Paul e Linda casaram-se em 1969, numa cerimônia simples no cartório de Marylebone, em Londres, tumultuada apenas pela presença de inúmeros jornalistas e fotógrafos que registravam o "enforcamento" do Beatle mais assediado pelas meninas. O trabalho de Linda como fotógrafa lhe garantiu exposições em diversos países e em locais tão prestigiados como o Victoria and Albert Museum de Londres, bem como a edição de 5 livros de fotografias, mas não foi a única atividade a que se dedicou a sra. McCartney. Linda também dedicou-se à música - sua principal atividade nessa área foi como tecladista dos Wings a partir de 1972 e, mesmo depois da dissolução da banda, sempre esteve presente nos álbuns e shows do marido, em performances sem muito brilho, mas que não chegavam a comprometer. Outras paixões de Linda eram a culinária - adepta do vegetarianismo, escreveu 3 livros de receitas e lançou uma linha de produtos, a Linda McCartney's Homecooking - e as atividades de apoio à Ecologia e contra a crueldade com animais, nas quais se engajou, com destaque para as ONGs Friends of The Earth e PETA - People for the Ethical Treatment of Animals, que chegou a condecorar o casal McCartney com um prêmio (Lifetime Achievement Award) em dezembro de 1996. Fotografia, música, culinária, ecologia - todas essas atividades preenchiam a vida de Linda, mas nada lhe dava maior orgulho que seus filhos. Heather, filha do primeiro casamento mas adotada por Paul, trabalha com artesanato e lançou uma linha de artigos para casa. Stella, a mais famosa, trabalha com moda e fez seu nome como estilista da Maison Chloe, e seu sucesso permitiu que passasse a ter uma griffe própria, com sua assinatura. Mary é fotógrafa e James é músico, tendo participado das gravações de "Flaming Pie" e agora também compondo com seu pai - ele recebeu créditos na composição das faixas "Spinning on an Axis" e "Back in the sunshine again", do álbum "Driving Rain". A família sempre foi um suporte para Linda, principalmente depois de dezembro de 1995, quando foi diagnosticada com um câncer de mama. Sua atitude positiva e otimista mediante a vida, associada ao tratamento médico e ao apoio e amor incondicionais de Paul e seus filhos, permitiu que Linda seguisse em frente até 17 de abril de 1998, data de seu passamento, aos 56 anos. Tida como uma pessoa determinada, discreta, alegre e doce pelos que a conheciam, Linda é lembrada com carinho sempre que se ouve uma das muitas músicas que Paul compôs tendo a esposa como musa inspiradora. Essas canções certamente eternizam a "Lovely Linda" na memória dos milhares de fãs de Paul McCartney e dos Beatles.
Em homenagem a ela, confira aqui a postagem "A HISTÓRIA DE LINDA McCARTNEY - O FILME" e só aqui, quem quiser, confere o filme inteiro, legendado em português. Happy Birthday Linda McCartney!

sábado, 24 de setembro de 2016

ELVIS & NIXON - O FILME - SENSACIONAL!!!

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Elvis & Nixon narra um dos episódios mais bizarros da vida de Elvis Presley. Como costumam dizer, muitas vezes a realidade é mais estranha do que a ficção, e este é um dos exemplos. Mas antes, para quem não conhece, eis a história: era dezembro de 1970. Elvis ocupava novamente o posto maior atração do showbusiness dos Estados Unidos, realizando apresentações em Las Vegas cujos ingressos se esgotavam em minutos. O dinheiro entrava com água e o Rei gastava como um sultão. Mesmo com tanta prosperidade, a esposa Priscilla e o pai Vernon reclamavam que Elvis tinha gasto uma fortuna em presentes de Natal – ele tinha comprado dez Mercedes-Benz e mais de 30 armas de fogo para dar aos amigos. Elvis reagiu: reclamou que o dinheiro era dele e assim fazia o que desse na telha. Então, aparentemente por puro impulso, saiu de casa e pegou o primeiro avião disponível. Foi parar em Washington D.C. Ficou em um hotel  e rumou para o Texas. Em Dallas, entrou em contato com o amigo de infância Jerry Schilling, um ex-guarda-costas que agora morava em Los Angeles e que no momento trabalhava como editor de filmes na Paramount Pictures. Elvis tinha uma missão. Contou ao amigo que iria voltar para Washington com o intuito de encontrar o presidente Richard M. Nixon. O problema é que ninguém sabia disso, muito menos o presidente e seus assessores. O motivo era que Elvis queria desesperadamente receber uma carteira de Agente Federal de Narcóticos e, ainda por cima, se tornar agente do FBI. Essa era maior aventura da vida adulta de Elvis. Desde os 21 anos de idade, ele nunca tinha saído por conta própria ou circulado sozinho sem um exército de guarda-costas ou auxiliares. Mesmo com todos os riscos possíveis, Elvis parecia estar se divertindo – até usava um pseudônimo: “Jon Burrows”. Nos aviões e nos aeroportos, alegremente interagiu com os fãs, que não acreditavam estar cara a cara com o maior astro de rock de todos os tempos. Ele nunca tinha se ausentado sozinho por tanto tempo e não havia absolutamente nenhuma notícia de seu paradeiro. Elvis, então, foi para Los Angeles para se encontrar com Schilling e mandou que este fosse chamar o guarda-costas Sonny West. Pediu para que ele fosse encontrá-los em Washington. No voo, Elvis escreveu uma carta a ser endereçada ao presidente. Nela, atacava a cultura das drogas, reclamava do antiamericanismo que tomava conta do país e dizia a Nixon que poderia ajudar nessa cruzada.
Elvis chegou aos portões da Casa Branca e entregou pessoalmente a carta para os seguranças, que não acreditavam na cena. Depois de muitas idas e vindas, confusões burocráticas, negociações e conversas com assessores (afinal, quem iria esperar ver um Elvis à paisana rondando a Casa Branca?), o cantor finalmente foi recebido por Richard Nixon no salão Oval, no dia 21 de dezembro de 1970. Ele, Schilling e West, com seus cabelos compridos e trajes berrantes, contrastavam com a sisudez de Nixon e com o ar formal da Casa Branca. Mas houve empatia entre os dois seres tão diferentes. Elvis e Nixon se identificaram um com o outro. Ambos vinham de família humilde, serviram o exército e eram conservadores. Depois de troca de presentes, posaram para um foto oficial. Esta é até hoje a imagem mais requisitada do Arquivo Nacional do governo norte-americano. Elvis ganhou uma carteira de agente para a coleção, mas, claro, nunca trabalhou para o governo. Para alguns, o encontro Elvis/Nixon foi um ato de irresponsabilidade e auto-indulgência por parte do cantor. Mas ninguém poderia negar o poder de fogo de Elvis. Se ele quisesse, por mero capricho, poderia simplesmente encontrar o presidente dos Estados Unidos. O incrível é que a história ficou secreta até 1972, quando foi revelada pelo jornal The Washington Post. Esta não é a primeira vez que a história é filmada. Em 1997, foi exibida na TV dos Estados Unidos a comédia "mockumentary" Elvis Meets Nixon, dirigida por Allan Arkush, com Rick Peters no papel de Elvis e Bob Gunton vivendo Nixon. Em Elvis & Nixon, a diretora Liza Johnson também optou por um caminho cômico, apesar do longa também ter alguns momentos mais sérios. O roteiro é baseado nos relatos de Schilling. Mas o que vale aqui é o embate entre os dois talentosos atores principais. Michael Shannon, naturalmente, não tem a beleza e jovialidade de Elvis, que na época do acontecimento estava com 35 anos e ainda se parecia com um deus grego. Shannon, porém, respeita a essência de Elvis. Ele não o interpreta como um caipira deslumbrado – o Elvis de Shannon é um herói folclórico que sabe de seu papel na história e na cultura popular. Ele dispara aforismos, exala carisma e charme e não tem medo de nada. Já Kevin Spacey não se leva muito a sério na pele de Nixon. Escondido atrás de uma pesada maquiagem para se parecer com o antigo presidente norte-americano, o ator apela para o burlesco. A atuação cômica dele aqui está a milhas de distância do cinismo pragmático de Frank Underwood, o político que interpreta na série House of Cards. No bom elenco de apoio, destaque para Alex Pettyfer como Jerry Schilling, Johnny Knoxville (deJackass) como Sonny West e Colin Hanks como Egil “Bud” Krogh, o assessor presidencial que era fã de Elvis e foi fundamental para o êxito do encontro.

Clique AQUI e assista o filme completo legendado.

IMAGINE - A MÚSICA DE JOHN LENNON PELOS REFUGIADOS

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Katy Perry, David Guetta, Shakira e will.i.am estão entre os artistas que participam de novo vídeo divulgado pela UNICEF, em favor dos mais de 25 milhões de crianças refugiadas na Europa e países do oriente. A ação também conta com colaboração de Adam Lambert, Cody Simpson, Nasri doMagic!, Siwon do Super Junior, Tom do Tokio Hotel e outros artistas e ativistas de todas as partes do mundo. Os participantes cantam trechos de "Imagine", clássico de John Lennon, sob a benção de Yoko Ono.

BEATLES NA FAVELA EM JOÃO PESSOA

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O musical Beatles na Favela vai ser apresentado no Teatro Pedra do Reino, em João Pessoa, no dia 7 de outubro. Os ingressos para o espetáculo já estão à venda no site Ingresso Rápido e na loja Skyler, no Manaíra Shopping. O espetáculo é uma parceria do Grupo Cultural AfroReggae com a banda All You Need is Love, que vai interpretar, ao vivo, grandes sucessos do quarteto de Liverpool. A produção será composta por uma grande estrutura de cenário, efeitos especiais, números circenses, dança contemporânea, trapézios e uma orquestra tocando os clássicos dos Beatles. A videografia e o cenário são criações da Vortice Dance Company, companhia portuguesa de dança contemporânea respeitada mundialmente. Já os artistas circenses, orquestra e bailarinos são do núcleo do Grupo Cultural AfroReggae que trabalha com jovens carentes, entre 14 a 25 anos, da Favela do Cantagalo, na sede do Criança Esperança, no Rio de Janeiro. Os ingressos estão à venda por R$ 25 (balcão meia), R$ 50 (balcão inteira), R$ 40 (plateia B meia), R$ 80 (plateia B inteira), R$ 60 (plateia A meia) e R$ 120 (plateia A inteira). A classificação etária é livre.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL TENTA CRIAR MÚSICA DOS BEATLES

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O quão difícil é escrever uma música no estilo dos Beatles? Cientistas do laboratório de pesquisa Sony CSL resolveram tentar fazer uma canção que tivesse a mesma assinatura dos clássicos dos quatro rapazes de Liverpool. Para executar a tarefa, tiveram a ajuda de inteligência artificial (AI). O resultado são duas músicas compostas inteiramente por meio de IA, chamadas:Daddy's Car e Mister Shadow - algo como "carro do papai" e "senhor sombra", em tradução livre, respectivamente. Os pesquisadores desenvolveram um sistema chamado de FlowMachines, que aprende o estilo musical com base em um imenso banco de dados de canções. Explorando combinações diferentes e interações, o programa é capaz de criar músicas com diversos estilos. Daddy's Car foi composta no estilo dos Beatles e teve arranjo e produção do compositor françês Benoît Carré, que também escreveu a letra. As duas músicas e, mais algumas estarão em um disco que será lançado em 2017 e deve contar apenas com músicas criadas a partir de combinações escolhidas por inteligência artificial. Confira um trecho e comente o que você achou!
 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

THE BEATLES - PAUL McARTNEY - FOOL ON THE HILL - SENSACIONAL!

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Paul começou a trabalhar em "Fool OnThe Hill" em março de 1967, enquanto estava compondo "With A Little Help From My Friends", e só gravaria a música em setembro daquele ano. Hunter Davies observou Paul cantando e tocando "uma música bonita e muito lenta sobre um homem tolo sentado na colina", enquanto John ouvia olhando inexpressivamente pela janela para a Cavendish Avenue. "Paul cantou muitas vezes, substituindo por "la-la" as palavras que ainda não tinha resolvido. Quando terminou, John disse que era melhor ele escrever a letra para não esquecer. Paul disse que estava tudo bem. Ele não ia esquecer", comenta Davies.
A música é sobre um "idiot savant", alguém que todos consideram um tolo, mas que, na verdade, é um visionário incompreendido. Paul estava pensando em gurus como o Maharishi MaheshYogi, que mui­tas vezes eram ridicularizados, e em um ermitão italiano sobre quem leu algo certa vez. Ele surgiu de uma caverna no final dos anos 1940 e descobriu ter perdido a Segunda Guerra Mundial inteira. Alistair Taylor relata em seu livro Yesterday uma experiência que, dizem, con­tribuiu com a imagem do tolo parado na colina criada por Paul.
Taylor recorda uma caminhada que fez com Paul e a cachorra Mar-tha pela manhã em Primrose Hill. Eles viram o sol nascer antes de perceberem que Martha tinha desaparecido. "Nós nos viramos para ir embora, e, de repente, ele estava atrás de nós. Era um homem de meia-idade, muito bem vestido com uma capa de chuva com cinto. Nada de mais, você pode pensar, mas ele surgiu atrás de nós do topo da colina em silêncio absoluto", escreveu Taylor.
Tanto Paul quanto Taylor estavam certos de que ele não estava lá segundos antes porque estavam vasculhando a área à procura da cachorra. Ele parecia ter surgido como um milagre. Os três trocaram cumprimentos, o homem comentou algo sobre a paisagem e foi embora. Quando olharam em volta, ele tinha desaparecido "Não havia sinal dele. Ele sumiu do topo da colina como se tivesse sido levado pelo vento! Ninguém poderia ter corrido para se esconder atrás das árvores mais próximas, que eram tão finas, no tempo em que viramos as costas, e ninguém conseguiria ter corrido para o outro lado da colina", diz Taylor. O que atiçava o mistério era que logo antes de o homem surgir, Paul e Taylor, entusiasmados com a linda vista de Londres e com o nascer do sol, estavam divagando sobre a existência de Deus. "Paul e eu tivemos a mesma sensação estranha de que algo especial tinha acon­tecido. Sentamos no banco um pouco trémulos, e Paul disse 'que diabos você acha que foi isso? Que estranho. Ele estava aqui, não estava? Nós falamos com ele?'." Taylor continua: "De volta a Cavendish, passamos o resto da manhã falando sobre o que vimos, ouvimos e sentimos. Parece uma fantasia provocada pelo ácido dizer que tivemos uma experiência religiosa em Primrose Hill naquela manhã, mas nenhum de nós tinha tomado nada. Uísque e coca-cola foram as únicas coisas em que tocamos na noite anterior. Nós dois sentimos que tínhamos vivenciado uma experiência mística, mas nenhum dos dois quis nomear, nem mesmo para o outro, o que ou quem vimos no topo da colina naqueles breves segundos". Em Magical MysteryTour, a canção foi usada sobre uma sequência em que Paul contempla Nice do alto de uma colina.

ELVIS - JOHNNY B. GOODE - PORRADA!

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PAUL McCARTNEY - GET BACK - RICHARD LESTER - 2016

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Originalmente “Get Back” seria o nome de um novo projeto dos Beatles, em 1969. Depois de muita controvérsia, disco e filme foram lançados como “Let It Be”. Mas “Get Back” além do nome de uma das músicas mais fortes do fim dos Beatles, tambem é o nome de um filme de 1991 estrelado por Paul McCartney (e banda) , que documenta a ‘World Tour’ de 1989-1990. O filme foi dirigido por Richard Lester , mesmo diretor de “A Hard Day’s Night’ e ‘HELP!’. Foi lançado pela Carolco Pictures e New Line Cinema , por meio da joint venture Sete Artes.
Aqui no Brasil, foi lançado pela 1ª vez em VHS encartado numa revista que eu não lembro o nome. O fato é, que agora, somente aqui, no Baú dos Beatles e da Cultura Pop, a gente confere, de novo, o filme inteirinho, na íntegra, em alto e bom som com Paul McCartney no auge da forma regendo um concerto incrível com uma banda fantástica!

21 DE STEMBRO - DIA INTERNACIONAL DA PAZ

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O Dia Internacional da Paz foi estabelecido pelas Nações Unidas em 1981 e foi comemorada pela primeira vez em setembro de 1982. Em 2002 a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou oficialmente o dia 21 de setembro como o Dia Internacional da Paz. A comemoração tem como objetivo levar as pessoas a sensibilizaram-se para a necessidade da paz no mundo e para promoverem atos que tenham como resultado o fim dos conflitos entre povos e a consagração da paz mundial. O fim deste dia é que a pessoa faça algo pela paz. Entre outras ideias, pode colocar uma bandeira branca na sua casa, perdoar um amigo, fazer um donativo, juntar-se aos eventos realizados pelo mundo, partilhar a página oficial deste dia ou a música Imagine de John Lennon nas redes sociais ou assinar petições que circulam pela internet pela paz.