terça-feira, 17 de julho de 2018

PAUL McCARTNEY - COSMICALLY CONSCIOUS - SENSACIONAL!*****

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“Cosmically Conscious” esperou um quarto de século para ser gravada e lançada, após ser composta no ashram do Maharishi, em Rishkesh, quando os Beatles foram (tentar) estudar Meditação Transcendental em fevereiro de 1968. A música (mais uma vinheta, ao estilo de “Why Don’t We Do It ín the Road?”) entrou no álbum "Off the Ground" em uma versão abreviada, listada apenas como “And Remember to Be Cosmically Conscious” (na verdade, uma espécie de faixa oculta do disco). Na versão completa, incluída no CD single “Off the Ground”, ela ainda traz alguns segundos da canção “Down to the River” colados no final da faixa, algo como acontece, por engano, com “Her Majesty” em Abbey Road. A maior surpresa para quem acompanha Paul McCartney (quando o tema é mudar o repertório) foi o resgate de “Cosmically Conscious” em um show beneficente ocorrido em 4 de abril de 2009, em Nova Iorque - com o bônus de ter Ringo na bateria. Na apresentação, Paul explicou a origem da canção ao público que compareceu ao Radio City Music Hall para o evento sobre Meditação Transcendental organizado pelo cineasta David Lynch. “E não se esqueçam que vocês precisam ser cosmicamente conscientes... era uma das inúmeras frases do Maharish na índia". Paul toca inúmeros instrumentos na gravação de “Cosmically Conscious", em Sussex: Piano, sitar, violão, ocarina, mellotron e violão. Hamish Stewart toca contrabaixo, Robbie MCintosh assume o bandolim e Linda fica no harmônio. Blair Cunningham contribui com bateria e percussão. Fonte: "Masters - Paul McCartney em discos e canções" de Claudio Dirani, Sonora Editora, 2017.

THE BEATLES - I'M HAPPY JUST TO DANCE WITH YOU*****

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Quando começou a compor suas próprias músicas, George Harrison manifestava descontentamento com o fato de poucas delas serem levadas em conta para os álbuns dos Beatles. Dessa forma, para o primeiro disco "Please Please Me", George conseguiu ficar com "Chains", uma música tolinha de Gerry Goffin e Carole King, e "ganhou" de John e Paul, os compositores por excelência, "Do You Want To Know A Secret?". No segundo álbum "With The Beatles", George debutou como compositor com "Don't Bother Me", além de liderar os Fabs no clássico de Chuck Berry "Roll Over Beethoven", além de ainda conseguir espaço para mais uma - "Devil in Her Heart" - musiquinha mediana escrita por Richard P. Drapkin que fez pequeno sucesso com um grupo chamado "The Donays". Mas isso tudo passava a olhos vistos pelos compositores e pela produção.

Quando chegou a vez do terceiro álbum, George achou que talvez fosse sua chance, mas o disco tinha que ser gravado às pressas para a trilha do filme "A Hard Day's Night", então John e Paul fizeram “I’m Happy Just To Dance With You" para George cantar no filme "para dar um pouco de ação para ele". A cena foi filmada no palco no ScalaTheatre, em Londres. Como o membro mais novo dos Beatles, George sempre viveu à sombra de Paul e John. Anos depois, John Lennon morreria muito magoado e ressentido quando George publicou sua biografia "I Me Mine", em 1980 sem fazer nenhuma menção à sua influência em qualquer uma de suas composições. Paul disse apenas que esta era uma "música que seguia uma fórmula, e era ótima para George cantar"Os Beatles gravaram “I’m Happy Just To Dance With You" em um domingo, a primeira vez que eles usaram o Abbey Road Studios em um dia diferente de um dia normal de trabalho. A música foi lançada no álbum "A Hard Day's Night" em 26 de junho de 1964. Ela também foi incluída no álbum "Something New", lançado pela Capitol Records em 20 de julho. Atingiu # 95 no Top 100 da Billboard em 1 de agosto de 1964, sua única aparição nesse gráfico.


Os Beatles também gravaram uma versão para o programa de rádio "From Us to You" da BBC. Essa sessão ocorreu em 17 de julho de 1964, há 54 anos, no BBC Paris Studio, e foi transmitida pela primeira vez em 3 de agosto daquele ano. Único take ao vivo de “I’m Happy Just to Dance With You”.

THE BEATLES - CRY BABY CRY - 1968

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"Cry Baby Cry" é uma canção dos Beatles composta por John Lennon, lançada no álbum "Álbum Branco" de 1968. Foi a última canção do disco trazendo uma presença instrumental de todo o grupo. Quando perguntado sobre “Cry Baby Cry” em 1980, Lennon respondeu: “Não é minha. Apenas um refugo”. Talvez por ter sido uma música inspirada em uma canção de ninar da sua infância, “Sing A Song Of Sixpence”. "Cry Baby Cry" foi escrita na Índia, embora algumas demos da canção, datadas de 1967, indiquem que começou a ser composta antes da viagem. De acordo com o livro de Hunter Davies, Lennon descreve a frase, “Cry baby cry, make your mother sigh”: “Eu tive outra ideia aqui, com poucas palavras, acho que eu tirei de um comercial – ‘Cry baby cry, make your mother buy’ (Chora neném, chora, faz sua mãe comprar)”"Cry Baby Cry" variavelmente diz à criança chorar e fazer sua mãe suspirar, pois ela é velha o bastante para saber o melhor. Além disso, como numa canção de fábula a música cita Reis, Rainhas, Duques e Duquesas tocando piano, pintando quadros e colhendo flores no jardim. Os Beatles começaram as gravações dessa música em 15 de julho de 1968. Encheram 4 fitas de meia hora com muitos ensaios que foram retiradas durante as 2 próximas sessões. Paul McCartney diz no livro de Barry Miles Many Years From Now, que, por causa do divórcio de Lennon com Cinthia e o fato dele estar com Yoko, parecia que ele ouvia algumas canções pela primeira vez no estúdio, sem aquela prévia consulta que costumavam ter antes. Em 16 de julho de 1968, o grupo gravou 10 takes. As fitas gravadas desses ensaios foram pura perda de tempo, embora pudessem servir como overdubs. A base do décimo take recebeu o piano harmônico tocado por George Martin. O engenheiro de som Geoff Emerick ameaçou sair das gravações dos Beatles durante essa música, transformando-as em sessões muito tensas: “Eu perdi o interesse no ‘Álbum Branco’ porque eles estavam realmente ignorando eles mesmos de um lado e fazendo juras uns aos outros de outro. Eu falei pro George (Martin), ‘olha, pra mim já deu, estou indo embora. ’ Mas ele disse, ‘Bem, deixe-nos no final da semana então. ’ Mas eu não podia, tinha que sair naquele minuto. E assim foi”.Com Ken Scott no lugar de Emerick, a canção foi completada dois dias depois. Lennon gravou novos vocais, vocais de apoio e mais piano e bateria mas só foi mixada canção foi mixada em outubro, com um efeito flanger adicionado ao violão. "Cry Baby Cry" é seguida de um pequeno trecho intitulada “Can You Take Me Back” escrita por Paul McCartney e gravada em 16 de setembro e que não aparece na letra do encarte. Na junção da canção com “Revolution 9”, é possível ouvir o assistente de Brian Epstein, Alistair Taylor pedindo desculpas a George Martin por não ter trazido uma garrafa de vinho à sessão. Em alguns lançamentos em CD esse diálogo é o final de “Cry Baby Cry” ou o começo de “Revolution 9”. Esse primeiro vídeos que a gente confere aqui embaixo, é uma cover, mas ficou bem bacana. Os seguintes são demos dos Beatles e por último “Can You Take Me Back”.

domingo, 15 de julho de 2018

ELVIS COSTELLO CANCELA TURNÊ PELA EUROPA

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Voz que marcou os anos 1980, Elvis Costello anunciou que cancelou shows de sua turnê pela Europa devido a uma cirurgia para tratar de um câncer. Por comunicado, o cantor inglês de 63 anos disse que foi orientado a cancelar os shows para conseguir descansar. Ainda assim, celebrou o resultado da cirurgia para tratamento do câncer, que era pequeno. "Há seis semanas meu especialista me ligou e disse ‘você deveria começar a jogar na loteria’. Ele raramente, ou nunca, tinha visto um câncer tão pequeno, mas muito agressivo, que poderia ser derrotado com uma única cirurgia", comemorou. No comunicado, Costello reforçou que, em relação ao humor, estava se sentindo disposto, mas o tempo distante dos palcos é necessário. "Agora preciso aceitar que vai demorar mais do que eu esperava para recuperar minha força completa. Portanto, preciso cancelar com relutância todos os compromissos restantes dessa turnê", disse. Os shows cancelados foram na Croácia, Áustria, Noruega e Suécia. Costello iniciou a carreira musical nos 1970, dentro da cena punk rock e new wave da Inglaterra. Nessa época também gravou algumas baladas, como Alison (1977). Fez uma regravação de um clássico do cantor francês Charles Aznavour, a romântica "She", que alcançou sucesso mundial ao ser trilha sonora do filme Um Lugar Chamado Notting Hill (1999), protagonizado por Julia Roberts e Hugh Grant. É casado com a cantora de jazz Diana Krall desde 2003.

GEORGE HARRISON - SOMETHING - CLÁSSICO IMORTAL!******

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“Something” foi o primeiro lado A dos Beatles escrito por George. Suas fontes de inspiração provavelmente teriam sido Ray Charles, que ele imaginou cantando a música, uma faixa de 1968 de James Taylor intitulada “Something In The Way She Moves” e sua esposa Pattie. O americano James Taylor era um artista contratado da Apple, e seu primeiro álbum foi produzido por Peter Asher entre julho e outubro de 1968. Paul tocou baixo em uma faixa. “Something In The Way She Moves” é a última faixa do lado A, e os versos de abertura são: “There’s something in the way she moves, Or looks my way or calls my name, That seems to leave this troubled world behind”. O Álbum Branco estava sendo gravado em Abbey Road exatamente na mesma época em que Taylor estava gravando no Trident Studios, no Soho de Londres. Aliás, em 3 de outubro, George estava no Trident gravando “Savoy Truffle” com Paul e Ringo, e provavelmente ouviu a faixa. “Sempre achei que George tivesse ouvido, mas nunca conversei de fato com ele sobre isso”, diz Taylor. “Escrevi ‘Something In The Way She Moves’ cerca de dois anos antes de gravá-la, e o estranho é que eu queria chamá-la de “I Feel Fine”, mas claro, era uma canção dos Beatles.” Ele continua: “Eu muitas vezes noto traços no trabalho de outras pessoas nas minhas músicas. Se George consciente ou inconscientemente pegou uma frase de uma de minhas canções, acho muito lisonjeiro. Com certeza não é algo incomum. Fiz uma fita com “Something In The Way She Moves” e cerca de sete outras músicas uns dois meses antes de conhecer Peter Asher. Sei que Paul escutou na Apple, mas não sei quem mais ouviu”. A composição básica de “Something” deve ter ocorrido em outubro porque George afirmou ter trabalhado nela ao piano no estúdio 1, enquanto Paul estava fazendo overdub no estúdio 2. Ela só não foi incluída em “The Beatles” porque a seleção de faixas já tinha sido finalizada. Primeiro, George ofereceu “Something” para Joe Cocker e Jackie Lomax, mas em maio de 1969, decidiu gravá-la com os Beatles para “Abbey Road”. “Something” foi o maior sucesso de George com os Beatles e a segunda canção mais regravada depois de “Yesterday” e deu a ele seu primeiro posto no Top 10 americano. Sempre se presumiu que ele tinha escrito sobre Pattie, mas em uma entrevista de 1996, George declarou: “Não foi para ela. Eu simplesmente a compus, e então alguém montou um vídeo que usava algumas cenas minhas e de Pattie, de Paul e Linda, de Ringo e Maureen e de John e Yoko... na verdade, quando a escrevi, eu estava pensando em Ray Charles”. No entanto, Pattie ainda acredita ser a inspiração. “Ele sempre me disse que era sobre mim”, ela conta.

PETER AND GORDON - A WORLD WITHOUT LOVE - SHOW!*****

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A dupla Peter And Gordon foi formada em Londres durante a época da Invasão Britânica, por Peter Asher e Gordon Waller. Eles ficaram conhecidos em 1964 com "A World Without Love" de Lennon e McCartney. Peter era irmão de Jane Asher, a namoradinha bonitinha de Paul que ainda por cima morava na casa dos Asher. Por isso, a dupla conseguiu privilégios que eram para poucos: pertenciam ao staff de Brian Epstein, gravavam em Abbey Road e muitas das suas gravações foram assinadas por George Martin e ainda ganharam vários "presentinhos" de Paul e John que marcariam sua passagem pela música pop. O primeiro deles foi "World Without Love", depois vieram "Nobody I Know", "Woman", e "I Don't Want To See You Again".
Depois que a dupla terminou em 1968, Peter Asher continuou sua carreira, como executivo da Aplle na Califórnia. Ele foi o responsável pela contratação de James Taylor para a gravadora dos Beatles. Mas volta e meia, ao longo das décadas seguintes, a dupla se reunia para shows e apresentações especiais. Infelizmente, Gordon Waller morreu em 17 de julho de 2009 de enfarte com 64 anos. Peter Asher completou 74 anos em junho.
Em janeiro de 2013, uma fita com Paul McCartney tocando "A World Without Love" foi encontrada por Peter Asher em um depósito em Los Angeles. Essa é a única versão conhecida da canção com seu autor. Na época que compôs a música, McCartney morava na casa de Peter, que era irmão de Jane Asher, que namorava o Beatle. Asher disse que ele e McCartney tinham gravadores em seus quartos. Em um certo dia Paul lhe falou sobre a música e tocou o resultado. O curioso é que a princípio ninguém se interessou pela música. Asher diz que John Lennon não achou ela boa o bastante para os Beatles. O cantor Billy J. Kramer também não viu nada na composição e deixou passar. Pouco depois Peter & Gordon conseguiram um contrato. Asher correu para seu amigo famoso e perguntou se podia gravá-la. Afinal sair de cara com uma música inédita de Lennon e McCartney era garantia de sucesso. Paul só pediu um tempo para finalizar a faixa. No tape também pode-se ouvir Paul McCartney cantando uma versão embrionária de "I'll Follow the Sun" que foi gravada pelos Beatles pouco depois.

THE BEATLES / ROLLING STONES - I WANNA BE YOUR MAN

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Apesar de não ter lá uma grande voz de cantor, a cada show Ringo interpretava uma música que estivesse dentro de seu alcance vocal. Essa tradição foi mantida no decorrer dos álbuns, transformando a participação de Ringo numa espécie de pausa. Foi com ele em mente que Paul começou a escrever "I Wanna Be Your Man”, uma canção básica de quatro acordes com uma letra que não ia multo além das cinco palavras do título e que se tornou mais conhecida na versão dos Rolling Stones.
Os Beatles conheciam o empresário do grupo, Andrew Oldhan, desde que chegaram a Londres, porque Brian Epstein o havia contra­tado por pouco tempo como divulgador da banda. Em abril de 1963, ele ouviu falar dos Rolling Stones, que estavam tocando no Station Hotel, em Richmond. Pouco tempo depois, tornou-se o empresário do grupo. Ele era um empreendedor nato que criou a imagem de bad boys dos Stones, recomendando que o grupo fizesse cara de mau quan­do eram fotografados, estimulando que tivessem todos os sinais de comportamento antissocial e sugerindo manchetes polêmicas para jornais e revistas. Cinco meses depois de fechar com os Stones, ele estava ansioso para encontrar bons singles para a banda. Mick Jagger e Keith Richard ainda não escreviam, e o primeiro single do grupo, que vendeu 100 mil cópias, era um cover da canção de Chuck Berry “Come On”. Em 10 de setembro de 1963, quando John e Paul estavam saindo do escritório de seu editor, Dick James, na Charing Cross Road, encon­traram Oldham na rua. Ele comentou que procurava novo material para os Stones, e Paul, que já havia assistido a dois shows da banda, imediatamente sugeriu “I Wanna BeYour Man”. Os três andaram juntos até o Studio 51, na Great Newport Street, um clube comandado pelo jazzista Ken Colyer, onde os Stones estavam ensaiando. A música foi tocada para o grupo, e Brian Jones, o líder na época, disse que tinha gostado e que a Decca estava exigindo deles um single. John e Paul conversaram, e John disse: “Se vocês realmente gostaram do grosso da música, podemos terminá-la agora”. Os dois foram para uma sala separada e em poucos minutos voltaram com a canção pronta. Era para ser uma imitação da sensação de “Boys”, das Shirelles, que Ringo cantava nos shows. Era a sonoridade da música, mais do que a letra, que importava. O “maaaaaan” arrastado do refrão foi inspirado na música “Fortune Teller”, de Benny Spellman, lado B de seu sucesso “LipstickTraces”, de 1962. “I Wanna Be Your Man”, que os Stones gravaram em 7 de outubro de 1963, tomou-se o número 12 na Inglaterra e os ajudou a se tomar um grupo de peso. A imprensa gostava de retratar os Beatles e os Stones como inimigos mortais, mas, na verdade, eles sempre foram amigos próximos, que apareciam nas gravações uns dos outros e saíam juntos. (Steve Turner)
A versão dos Beatles, cantada por Ringo, foi lançada em seu segundo álbum With the Beatles, em 22 de novembro de 1963. Em 1980, na entrevista da Playboy, John Lennon disse: “Aquilo era dispensável. As únicas versões da canção eram do Ringo e dos Rolling Stones. Isso mostra o nível de importância que botamos nela: Nós não iriamos dar a eles alguma coisa boa, certo?”.

No show em comemoração de seus 50 anos, no Arena 2 Concert em Londres, no 25 de novembro de 2012, os Rolling Stones abriram com “I Wanna Be Your Man”. Great!

sábado, 14 de julho de 2018

AUMENTA VENDA DO DISCO DE VINIL NOS EUA

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By Marcelo de Assis - www.musicjournal.com.br
De acordo com a Nielsen Music, as vendas de álbuns de vinil cresceram 19,2% nos EUA, o mercado musical número 1 do mundo. O resultado é uma comparação com os seis primeiros meses de 2017. As informações são da Billboard. O álbum mais vendido do ano é Boarding House Reach do músico norte-americano Jack White. O período de monitoramento da Nielsen para a obtenção desses resultados compreendeu o período de 29 de setembro de 2017 a 28 de junho de 2018 que apresentou um total de 7,6 milhões de álbuns de vinil vendidos. Um ano antes, o montante vendido era de 6,4 milhões de unidades. Para se ter uma ideia do sucesso comercial deste formato, isso representa 11,2% de todos os álbuns vendidos (cerca de 68 milhões de unidades) e 18,7% de todos os álbuns em formato físico disponíveis atualmente no mercado (CD, vinil, cassete – 40,6 milhões). O ano de 2017 marcou o 12º ano consecutivo de crescimento das vendas de álbum de vinil – a Nielsen apura os dados desse formato desde 1991. O fator de impulsão comercial do vinil é bem conhecido: a Record Store Day, evento anual de vendas do formato, ajudou a render 733 mil álbuns de vinil entre os dias 21e 26 de abril deste ano. Na lista dos mais vendidos, figuram lendários nomes da música como Michael Jackson, Prince, The Beatles e Fleetwood Mac. Confira os 10 álbuns mais vendidos nos EUA no primeiro semestre de 2018:
1. Jack White com Board House Reach – 37 mil cópias
2. Kendrick Lamar com DAMN – 30 mil cópias
3. Guardians Of The Galaxy: Awesome Mix Vol. 1 (OST) – 28 mil cópias
4. Michael Jackson com Thriller – 28 mil cópias
5. Fleetwood Mac com Rumours – 28 mil cópias
6. Panic! at the Disco com Pray for the Wicked – 26 mil cópias
7. Justin Timberlake com Man of the Woods – 26 mil cópias
8. Prince and the Revolution com Purple Rain (OST) – 25 mil cópias
9. Amy Winehouse com Back to Black – 25 mil cópias
10. The Beatles com Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – 23 mil cópias

sexta-feira, 13 de julho de 2018

THE BEATLES - TWIST AND SHOUT - SENSACIONOUT!

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Philip "Phil" Medley foi um compositor americano notável por sua composição "Twist and Shout", que ele escreveu junto com Bert Russell. A primeira gravação foi feita pelos The Top Notes (às vezes chamado de "Topnotes"), em 1960, produzida por Phil Spector para a Atlantic Records.Resultado de imagem para Twist And Shout
Em 1962, o grupo The Isley Brothers (não confundir com Everly Brothers, dos irmãos Phil e Don Everly) decidiu gravar a música e foram produzidos pelo próprio compositor Bert Russell, que não tinha ficado satisfeito com a produção de Phil Spector. "Twist and Shout", tornou-se a primeira gravação do trio a entrar para lista da revista Billboard (entre as 40 mais) e logo se tornou um cover frequente da música soul no início dos anos 1960. Quando os ‘Isleys’ gravaram, não imaginaram que ela se sairia tão bem quanto seu sucesso de três anos antes "Shout!" (também coverizada pelos Beatles). Para a surpresa deles, "Twist and Shout" fez um enorme sucesso nas listas de música pop e rhythm and blues americanas.
Os Beatles já tocavam "Twist and Shout" desde os tempos de Hamburgo e lançaram sua matadora e definitiva versão em seu álbum de estreia, Please Please Me em 1963. Em uma única sessão, eles gravaram todas as faixas para o álbum em um dia e Twist and Shout foi a última a ser gravada, já tarde da noite. John Lennon, o vocalista nato para a música, estava com gripe no dia e usava pastilhas para a garganta, talvez, por isso, tenha produzido uma das suas melhores e mais memoráveis performances vocais, rouca e dinâmica. Gutural. Foram gravados somente dois takes da música, o primeiro é o que encerra o álbum de forma magnífica.
Nos Estados Unidos, "Twist and Shout" foi lançada em 2 de março de 1964 como um single pela Vee-Jay Records, chegando ao segundo lugar no dia 4 de abril do mesmo ano. Neste país, a canção foi o único cover feito pelos Beatles a vender mais de 1 milhão de cópias e o único a atingir as 10 mais tocadas em qualquer lista de paradas de sucesso norte-americanas.
Quatro meses depois do sucesso com os Beatles,"Twist and Shout" foi regravada pelo grupo Brian Poole and the Tremeloes (os mesmos que foram escolhidos pela Decca ao invés dos Beatles) chegando a #4 nas paradas de sucesso do Reino Unido. Ao longo dos anos, "Twist and Shout" ainda seria regravada tantas e tantas vezes, pelas mais diferentes bandas e artistas, dos Mamas & Papas (que fizeram uma versão balada) a Electric Light Orchestra, mas nada, nenhuma chega nem perto ou se compara com a gravação original dos Beatles!

A versão dos Beatles foi o carro-chefe da trilha sonora do filme de 1986 "Ferris Bueller's Day Off" (Curtindo a Vida Adoidado), com o ator Matthew Broderick. O uso da música no filme, fez com que ela voltasse à lista da Billboard Hot 100, atingindo o pico de número 23.

RINGO STARR - NEVER WITHOUT YOU

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"Never Without You" é a emocionante homenagem de Ringo Starr ao seu ex-colega de banda dos Beatles George Harrison que se foi, em 29 de novembro de 2001. A gravação aparece no álbum Ringo Rama de 2003, e também foi lançada como single. Foi escrita por Ringo, Mark Hudson e Gary Nicholson e sobre a música Ringo disse o seguinte: "Gary Nicholson começou essa música, e Mark a trouxe e percebemos que poderíamos adaptá-la. George estava realmente pensando em mim". Disse ainda que foi ele que permaneceu mais próximo de George de todos os ex-Beatles depois que se separaram, e que "Never Without You" transmitia a falta que ele fazia em seu coração e na sua música. A gravação inclui uma parte de guitarra do amigo de Harrison, Eric Clapton. Sobre a contribuição de Clapton, Ringo disse: "Eric está em duas faixas do álbum (Ringo Rama), mas eu realmente queria ele nessa música porque George amava Eric e Eric amava George".

quarta-feira, 11 de julho de 2018

PAUL McCARTNEY - LET ME ROLL IT - SENSACIONAL!******

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O casal Paul e Linda McCartney e a dupla John&Yoko se encontraram em Nova Iorque na noite do dia 29 de janeiro de 1972, para um jantar onde, depois de muita discussão, os dois ex-parceiros combinaram de não mais atacarem um ao outro através da imprensa ou em músicas. Alguns anos depois, John Lennon, ainda se queixava, que McCartney não teria respeitado o acordo e voltara a fazer ataques pessoais a ele em “Let Me Roll It”. Pura paranóia lennonística.

"Let Me Roll It" é uma canção dos Wings, creditada a Paul e Linda McCartney e lançada no álbum “Band on the Run”, de 1973. Também lançada como single lado B de “Jet”. A música tem sido vista de forma bem distorcida pelos críticos como um pastiche ao som de John Lennon, particularmente o riff e o uso de ecos nos vocais. McCartney, entretanto, nunca disse que a canção foi planejada com qualquer referência a Lennon. McCartney disse que se o vocal soava como o de John, ele nunca tinha percebido isto. Paul McCartney tocou esta música em várias ocasiões, incluindo quase todos os CDs ou DVDs ao vivo que ele lançou até hoje, como Wings Over America, Back in the U.S., Good Evening New York City, Paul Is Live entre outros."Let Me Roll It" foi regravada por Brendan Benson, Richie Sambora, Jerry Garcia Band, The Grapes of Wrath, The Melvins, Mandy Moore, Robyn Hitchcock e Big Sugar no álbum multi-artista Hempilation, Vol. 2: Free the Weed.

THE BEATLES - THIS BOY - SENSACIONAL!******

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“This Boy” foi escrita por John e Paul em um quarto de hotel como um exercício de harmonia em três partes e fora inspirada, mais uma vez, por Smokey Robinson and The Miracles. George afirmou que em parte da música “John tentava imitar Smokey”. A letra, John afirmou, não era importante. O que interessava era o som e a harmonia. A harmonia era uma parte fundamental do trabalho dos Beatles, e a influência dos Everly Brothers fica especialmente evidente nessa música. Eles tinham se familiarizado com a harmonização em três partes cantando “To Know Her is To Love Her”, de Phil Spector, um sucesso de 1059 com The Teddy Bears. Dizer que a letra não é importante não era o mesmo que dizer que ela não tinha significado, porque mais uma vez John se retratava como rejeitado, esperando tristemente a retribuição de seu amor.

GEORGE HARRISON - ABSOLUTALY SWEET MARIE - ABSOLUTAMENTE DEMAIS!

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SEIS PRODUÇÕES SOBRE OS BEATLES NA NETFLIX

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Novidade no cardápio da Netflix, o documentário The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years reforça que a paixão pelos Beatles segue intensa em diferentes gerações. E os responsáveis pelo inesgotável baú de produtos relacionados aos Fab Four – de gravações inéditas, ainda garimpadas após mais de 50 anos, a uma diversificada linha de memorabilia – sabem que é via banda larga que tanto o catálogo de discos clássicos quanto os filmes relacionados à banda encontram seu novo público.Resultado de imagem para The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years
Eight Days a Week foi lançado nos cinemas em 2016. Quem dirige é o cineasta Ron Howard, de filmes como Uma Mente Brilhante (2001), ganhador de quatro Oscar. O foco do documentário está sobre os anos em que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr rodaram o mundo embalados pela explosão da Beatlemania – de 1962, quando lançaram o compacto com Love Me Do, até 29 de agosto de 1966, dia da última apresentação pública do quarteto, em San Francisco. Fã dos Beatles, Howard teve acesso a muitas imagens inéditas para costurar no longa-metragem, combinando trechos e bastidores de shows, a rotina dos rapazes em hotéis, coletivas de imprensa e junto aos fãs e depoimentos atuais de Paul e Ringo e de fãs famosos como Whoopi Goldberg e Elvis Costello.
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A Netflix conta com outras atrações para os Beatlemaníacos. Uma delas é o documentário George Harrison: Living in the Material World, emocionante tributo que o diretor Martin Scorsese presta ao guitarrista que fez frente à parceria Lennon/McCartney criando clássicos do porte de While My Guitar Gently Weeps e Something. A produção destaca o papel de Harrison na ascensão dos Beatles, sua insatisfação com o papel secundário no grupo, a exitosa carreira solo iniciada com o álbum duplo All Things Must Past (1970), sua imersão na espiritualidade e a luta contra o câncer que o matou em 2001.
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No campo da ficção, o filme O Garoto de Liverpool (2009), de Sam Taylor-Wood, narra a conturbada adolescência de John Lennon (vivido por Aaron Johnson), período que moldou sua personalidade e se refletiu na sua arte. Lennon foi marcado pela ausência do pai, a negligência da mãe e o afeto austero da tia que o criou. O enredo segue o rapaz até os primeiros ensaios com Paul e George.
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Aos pequenos futuros Beatlemaníacos, a Netflix oferece a série de animação Beat Bugs (2016), com simpáticos insetos em histórias embaladas por canções dos Beatles nas vozes de, entre outros artistas, Eddie Vedder, Robbie Williams, Sia e Rod Stewart.
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Também estão disponíveis na plataforma outros dois documentários recentes, ambos mais protocolares e com informações manjadas pelos mais íntimos do universo Beatle: How the Beatles Change The World (2017), de Tom O'Dell, fala da importância, impacto e legado do grupo na cultura pop; e It Was Fifty Years Ago Today! The Beatles: Sgt. Pepper and Beyond (2017), de Alan G. Parker, lembra os 50 anos da revolucionária obra-prima Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, um dos discos mais importantes de todos os tempos. Fonte: gauchazh
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terça-feira, 10 de julho de 2018

THE BEATLES - I'LL BE BACK - AGAIN!

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O terceiro álbum dos Beatles, o LP com a trilha sonora do filme “A Hard Day’s Night”, o primeiro e único disco dos Beatles com todas as músicas compostas por John Lennon e Paul McCartney, mostrava um crescimento claro e natural da banda. Lançado em julho de 1964, este álbum trazia inúmeras inovações, e bem diferente dos seus antecessores “With The Beatles” e “Please Please Me”, não encerrava com um ‘rockão’ gritado por Lennon, mas com uma balada doce e emocionantemente linda. Uma das melhores que já tinham feito até então.
"I'll Be Back" é basicamente uma composição de John Lennon creditada a Lennon-McCartney, e gravada pelos Beatles para a trilha de "A Hard Day's Night", mas não utilizada no filme. Essa música não foi lançada na América do Norte até o álbum “Beatles’65”, vários meses depois. Segundo o musicólogo Ian MacDonald, Lennon criou a música baseada nos acordes de "Runaway" de Del Shannon, que foi um sucesso no Reino Unido em abril de 1961. O autor Bill Harry acrescentou: "Ele apenas reformulou os acordes do número de Shannon e veio com uma música completamente diferente". Com seu violento estilo lírico e flamenco, o violão em "I'll Be Back" possui um ar trágico e é um pouco excêntrico em sua estrutura. Excepcionalmente para uma música pop, oscila entre notas maiores e menores; parece ter duas pontes diferentes e não tem um coro. O final do fade-out também chega inesperadamente, sendo uma meia estrofe prematura.Imagem relacionada
O produtor George Martin disse que preferia abrir e fechar os álbuns dos Beatles usando material dominante, afirmando: "Outro princípio meu ao montar um álbum sempre foi terminar cada lado fortemente, colocando o material mais fraco perto do final, mas depois saindo com um estrondo". Ian MacDonald ressaltou: "Desaparecendo em ambiguidade tonal no final de A Hard Day’s Night, foi uma despedida surpreendentemente inusitada e um sinal da próxima maturidade". O jornalista de música Robert Sandall escreveu na Mojo Magazine: "'I'll Be Back' foi o início da fase mais profética dos Beatles. Essa compreensão de como arranjos de cores em tons mais escuros ou mais suaves prenunciava uma jornada interior que eles acabaram realizando em em Rubber Soul". Os Beatles gravaram "I'll Be Back" em 16 takes em 1 de junho de 1964. Anos mais tarde, John Lennon a renegou, dizendo que foi uma das piores coisas que fez.

THE BEATLES - ALL MY LOVING... I WILL SEND TO YOU

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Geralmente considerado seu primeiro grande trabalho, o destaque de Paul McCartney no segundo álbum dos Beatles foi escrito durante a turnê da banda com Roy Orbison, que começou em 18 de maio de 1963. A música rapidamente entrou no set ao vivo dos Beatles, permanecendo em 1963 e grande parte de 1964. Também marcou o ponto em que Paul McCartney começou a emergir do domínio de John Lennon, afirmando-se como um talento igualmente digno de atenção. "All My Loving" tocou bastante nas rádios inglesas, apesar de não ter sido lançada como single.
Os Beatles gravaram "All My Loving" em quatro ocasiões para a BBC. Em 17 de dezembro de 1963, para o Saturday Club, que foi transmitido em 21 de dezembro. A segunda versão para a BBC foi em 18 de dezembro de 1963, para o primeiro show From Us to You, que foi transmitido em 26 de dezembro. A terceira ocorreu em 7 de janeiro de 1964 para mais um episódio do Saturday Club, transmitido em 15 de fevereiro. A versão final, que foi incluída no álbum Live At The BBC, foi novamente para From Us to You, foi gravado em 28 de fevereiro e foi ao ar em 30 de março.
All My Loving foi a primeira música interpretada pelos Beatles em sua apresentação de estreia no The Ed Sullivan Show em Nova York em 9 de fevereiro de 1964. Esta gravação extremamente importante foi incluída na coleção Anthology 1.
A versão que aparece no álbum With The Beatles, os Beatles gravaram em 30 de julho de 1963, uma sessão bem ocupada em que também finalizaram "Please Mister Postman", "It Won’t Belong", "Money (that’s what i want)", "Till There Was You" e "Roll Over Beethoven". "All My Loving" foi a última gravada nesse dia. “All My Loving é Paul, lamento dizer, ha-ha-ha. Porque é um bom trabalho. (Cantando) ‘Todo meu amor ...’ Mas eu toco um violão muito bonito na parte de trás”. John Lennon, 1980.

PAUL McCARTNEY - GET OUT OF MY WAY - SENSACIONAL!

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"Get Out Of My Way" é minha música preferida do álbum "Off The Ground" de 1993 de Paul McCartney, depois da baladona melancólica "I Owe It All To You". Foi composta por Paul em 1993 em East Sussex, Inglaterra, apenas para sua diversão ao velho estilo rock-and-roll dos anos 50 e 60. O arranjo de metais adicionou à canção um pouco de estilo soul, típico dos artistas da gravadora Motown, como em "Got To Get You Into My Life", dos Beatles. Na época da gravação em estúdio, a banda era: Paul McCartney, Hamish Stewart, Robbie McIntosh, Linda McCartney, "Wix" Wickens e Blair Cunningham, que não durou muito.

THE ANIMALS - THE HOUSE OF THE RISING SUN - SENSACIONAL!*****

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Muito pouco se sabe sobre a origem dessa música, cantada, tocada, gravada e regravada milhares de vezes desde seu surgimento. Ninguém sabe, onde foi ou quem foi que fez - “Autor Desconhecido”. Existem histórias, muitas lendas. A Casa do Sol Nascente tornou-se um mito. Em New Orleans, existe uma casa, uma construção de 1899, que “virou” a “The House of the Rising Sun”. Mas não existe ninguém que possa afirmar que “a verdadeira casa do sol nascente”, tenha existido de verdade. Dizem que lá, na parte de baixo, funcionava um saloon. No andar de cima, um prostíbulo. Na “Casa do Sol Nascente”, muitos saíam arruinados, pela perda no jogo e, ou das mulheres. Nos ultimos 50 anos, “The House of the Rising Sun” já teve incontáveis regravações (que preencheriam uma lista sem fim) com quase todos os maiores expoentes da música pop fazendo sua cover. Até os Beatles flertaram com ela durante as intermináveis sessões de Let It Be. “The House of the Rising Sun” é uma canção folk americana e o que se sabe é que a primeira gravação foi feita em 1934 por Ashley & Foster. Depois disso inúmeras regravações da música foram feitas ao longo dos anos e a mais bem sucedida delas é, de longe, a da banda The Animals de 1964. A música narra a história de alguém que perdeu tudo em New Orleans (Luisiana). Dependendo da versão, a canção pode ser interpretada desde a perspectiva de uma mulher ou de um homem. A versão gravada pelos Animals de 1964, que atingiu o n.º 1 lugar nos Estados Unidos e na Inglaterra, é a mais popular. Bob Dylan gravou “The House of the rising Sun”, no seu álbum de estreia em 1962, já imortalizada por LEADBELLY na década de 30; o cantor folk Woody Guthrie também fez sua versão em 1941 e posteriormente, em 1964, Eric Burdon and THE ANIMALS a gravaram magistralmente, tornando-se um hit de sucesso mundial. Nina Simone, Duane Eddy, Tim Hardin, Johnny Hallyday, Alan Price (sem os Animals), Marie Laforêt, Henry Mancini e sua orquestra, Marianne Faithfull, Peter Seeger, Miriam Makeba, Gerry & The Pacemakers, BTO, Georgia Turner, The Ventures e até Jimi Hendrix, fizeram suas versões. Entre tantos outros. Em 1969, um grupo de hard rock - Frijid Pink – também fez sua versão. Mais recentemente, a música foi gravada pela banda norte-americana de metalcore Walls of Jericho. Também foi muito bem interpretada pelo cantor egipto-grego Demis Roussos“The House” também fez um sucesso absurdo em 1977, em sua versão disco gravada por Santa Esmeralda que também fez “Don’t Let Me Be misunderstood” (também gravada pelos Animals). Também foi gravada em 2001 de forma belíssima e emocionante por Sinead O’Connor numa coleção chamada “The Black Album” com 8 Cds. No Brasil, a versão mais conhecida é a de Agnaldo Timóteo, mas a que a gente confere aqui, é a versão definitiva mesmo, como os sensacionaiEric Burdon and THE ANIMALS.