domingo, 19 de maio de 2019

THE BYRDS - I'LL FELL A WHOLE LOT BETTER*********

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"I'll Feel A Whole Lot Better" é uma música da banda de folk rock de Los Angeles The Byrds, lançada pela primeira vez em junho de 1965 como lado B do segundo single, "All I Really Want to Do". Também foi incluída no primeiro álbum dos Byrds, "Mr. Tambourine Man". Foi escrita pelo membro da banda Gene Clark , que também faz o vocal principal . A música data da época de pré-fama dos Byrds, quando tocavam numa boate em Los Angeles, como Clark disse durante uma entrevista: "Havia uma namorada que eu conhecia na época, quando estávamos tocando no Ciro's. Era uma época estranha minha vida porque tudo estava mudando tão rápido e eu sabia que estávamos nos tornando populares.Esta garota era uma garota engraçada, ela era meio que uma garotinha estranha e ela começou a me incomodar muito. E eu acabei de escrever a música,'Eu vou me sentir melhor quando você for embora', e isso é tudo, eu escrevi a música inteira em poucos minutos". Desde o seu lançamento, "I'll Feel A Whole Lot Better" se tornou um padrão de rock, inspirando várias versões cover ao longo dos anos. Também é considerada por muitos críticos como uma das melhores e mais populares canções da banda, com a revista Rolling Stone classificando-a no número 234 em sua lista das 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos . Tom Petty fez uma excelente cover da música (como "Feel a Whole Better") em seu álbum solo de 1989, Full Moon Fever. A versão de Petty foi lançada como o quarto single do álbum e alcançou o número 18 na parada americana US Rock.

THE BEATLES - TWO OF US - SENSACIONAL!**********

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Acho que qualquer fã dos Beatles adoraria se "Two of Us" fosse sobre a velha amizade de Lennon e McCartney. Mas não é. "Two of Us" É uma música de 1969, gravada pelos Beatles, escrita por Paul McCartney, que aparece no álbum "Let It Be". Foi originalmente intitulada "On Our Way Home" e trabalhada no dia 24 de janeiro de 1969. Executada no documentário por Paul e John com violões acústicos, “Two Of Us” soa como uma música da adolescência dos dois em Liverpool. Mas “nós dois” não eram Paul e John, e sim, Paul e Linda. Embora na letra, por exemplo: "você e eu temos memórias / mais do que a estrada que se estende em nossa frente" ou "você e eu perseguindo papéis / chegando a lugar nenhum") soava para o autor Ian MacDonald como se fosse realmente sobre a amizade dos dois que estava no fim. Mas Paul, afirmou que, definitivamente a canção era sobre ele e Linda. Para ele (Paul), uma das coisas mais atraentes em sua nova companheira era o olhar despretensioso e tranqüilo que ela tinha em relação a tudo. Em uma vida restringida por horários e obrigações contratuais, ele se deliciava em estar com alguém que parecia totalmente despreocupada. Alguém com quem podia esquecer que era um dos Beatles.

THE LOCO-MOTION – SUCESSO DESDE SEMPRE*****

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"The Loco-Motion" é uma música pop de 1962 composta por Gerry Goffin e Carole King. Foi originalmente escrita para Dee Dee Sharp, mas ela deixou passar. A música é notável por aparecer no Top 5 americano três vezes, cada vez em uma década diferente: em 1962, pela cantora pop americana Little Eva (nº 1), em 1974 pela banda americana Grand Funk Railroad (nº 1) e finalmente em 1988 pela cantora australiana Kylie Minogue (nº 3). "The Loco-Motion" também foi a segunda música a chegar ao número 1 de dois musicais diferentes na América. A música anterior a fazer isso foi "Go Away Little Girl", também escrita por Goffin e King. É uma das apenas nove músicas a conseguir esse feito.

Eva Boyd, tinha 17 anos, quando foi con­tratada para ser babá do filho recém-nascido de Carole King e Gerry Goffin. Então, eles lhe pediram para gra­var uma demo. A versão de Boyd foi gravada e lançada em junho de 1962 e seu nome foi mudado para Little Eva. "The Loco-Motion" foi o primeiro lançamento da nova empresa Dimension Records, cujos lançamentos foram escritos e produzidos por Goffin e King. Ainda em 1962, a cantora francesa Sylvie Vartan gravou uma cover de "The Loco-Motion" em francês, chamada "Le Loco-motion". Essa versão de Vartan foi para o número 1 na França em 13 de outubro de 1962 e permaneceu lá por uma semana.

A banda de rock americana Grand Funk Railroad gravou uma versão cover da música em 1974, produzida por Todd Rundgren . A versão do Grand Funk da música contava com guitarras, várias camadas de harmonia e bateria pesada. Algumas estações de rádio substituíram a seção instrumental de guitarra pela repetição da ponte ("Você tem que balançar seus quadris agora"), porque os disc-jockeys acreditavam fortemente que o solo de guitarra estática era hard rock experimental demais para ser tocado em rádios comerciais. "The Loco-Motion" apareceu no álbum Shinin 'On do Grand Funk Railroad e foi lançada como single no final do inverno de 1974, chegando ao topo da Billboard Hot 100 por duas semanas em maio de 1974. Também alcançou o número 5 na Austrália, número 1 no Canadá e 11º na Alemanha.

A cantora pop australiana Kylie Minogue lançou uma versão cover da música em julho de 1987, como seu single de estreia sob o título "Locomotion". Depois de uma performance improvisada da música em um evento de caridade australiano com o elenco da novela Neighbours, Minogue assinou um contrato com a Mushroom Records para lançar a música. Esta primeira versão gravada foi lançada em 13 de julho de 1987 na Austrália, e mais tarde foi lançada no mesmo ano na Nova Zelândia, Itália e Suécia. O lançamento de 1987 de "Locomotion" foi um enorme sucesso na Austrália, terra natal de Minogue, alcançando o número 1 na parada de singles do Kent Music Report e permanecendo lá por sete semanas seguidas.

HARRY NILSON - YOU CAN'T DO THAT**********

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Harry Nilsson é figura carimbada por aqui"You Can't do That", dos Beatles, foi regravada por ele numa versão muito legal em seu segundo álbum "Pandemonium Shadow Show", de 1967, onde ele adcionou à versão referências de também outras músicas dos Beatles como "She's a Woman", "I'm Down", "Drive My Car", "You’re Going To Lose That Girl", "Good Day Sunshine", "Rain", "Day Tripper", "Paperback Writer", "Yesterday" e "Strawberry Fields Forever". Conta a lenda que John Lennon ouviu essa versão por dezenas de vezes seguidas. Então chamaram Nilsson para um encontro em Londres, para ajudar a impulsionar sua carreira. Aí começou uma amizade entre Nilsson e os Beatles, principalmente com John Lennon e Ringo Starr, que durou até o fim. Harry Nilsson gravou vários sucessos em sua carreira, de cantor e compositor, tendo participado dos discos de artistas como John Lennon, Ringo Starr e Keith Moon. Em seus álbuns, contou com a participação de Ringo e George Harrison com frequência e contou com a produção e participação de John Lennon em seu álbum "Pussy Cats". Dono de uma das mais belas vozes que já se ouviu no rock, Harry Nilsson morreu em 1994, vítima de insuficiência cardíaca.

UM CERTO HARRY NILSSON... DE NOVA YORK

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

THE BEATLES - GEORGE HARRISON - LOVE YOU TO**********

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Embora "Norwegian Wood" tivesse uma cítara, ela foi adicionada posteriormente. "Love You To" foi a primeira música escrita por George pensando nesse instrumento especificamente. Nessa gravação, ele também contou com a tabla de Anil Bhagwat. Em sua biografia, I Me Mine, George recorda ter usado tabla e cítara na gravação de base, e fez overdub dos vocais e da guitarra posteriormente. No entanto, Mark Lewisohn, autor de The Complete Beatles Recording Sessions, teve acesso às fitas originais e descobriu que a cítara não aparece até o terceiro take, e a tabla só foi adicionada no sexto.
O título provisório da música era "Granny Smith" — uma referência a um tipo de maçã — simplesmente porque George não conseguia pensar em nada melhor. Como as palavras "love you to" não aparecem na música, o título final é bem enigmático. Para o biógrafo Steve Turner, talvez "love me while you can" pudesse ter sido mais apropriado, uma vez que resume o que a canção diz. Participaram da gravação: George Harrison (vocais, guitarra acústica, guitarra, baixo e cítara) - Ringo Starr (tamborim) - Anil Bhagwat (tabla) - Músicos indianos não-creditados (cítara e tambura).

PAUL McCARTNEY - MUMBO - SENSACIONAL!*****

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"Mumbo" é a faixa de abertura do álbum de estreia do Wings, "Wild Life", lançado em dezembro de 1971. Esse texto sensacional que a gente confere a seguir, é do livro "MASTERS - Paul McCartney em Discos e Canções", de Claudio Dirani, que ainda pode ser encontrado AQUI.
Se você procurar ‘mumbo jumbo" em um dicionário de inglês logo descobrirá a origem do nome “Mumbo": puro nonsense. A ausência de significado do número que abre o primeiro LP do Wings é 100% intencional. Essa jam session, carregada de eletricidade, iniciada por Paul e Linda e capturada ‘no susto’ por Tony Clark em Abbey Road, é uma coleção de frases sem nexo, criada apenas para agitar uma plateia mais interessada em pular durante os shows do que analisar a letra. Somente quando o Wings caiu na estada em sua primeira “tumê séria”, em julho do ano seguinte, Paul adicionaria alguns versos mais inteligíveis para as performances ao vivo: “Well! Lady on my mind / I think I should make love / Well, my mind hasn’t made all up, can’t go to maintenance” (“Você está na minha cabeça - acho que devo fazer amor, mas minha cabeça ainda não está feita... E você também não aparenta, não aparenta que precisa de qualquer assistência”). Linda: “Quando a banda chegou ao estúdio, a gente já estava tocando ‘Mumbo’ por uns cinco minutos. Então Paul avisou: ‘A música é em fá!’ No disco você o escuta avisando Tony Clark que a gravação iria começar. Na verdade, a banda tocou a música pela primeira vez naquela dia.” “Mumbo” também ganharia uma “irmã” instrumental em Wild Life: “Mumbo Link”, posicionada no final do LP. O nome só apareceria no relançamento do álbum em compact disc. O riff conta com apenas 53 segundos de duração. Além da formação básica no Studio 2 de Abbey Road com Paul na guitarra, Linda no piano, Denny Laine na segunda guitarra e Denny Seiwell na bateria, Paul e Denny Laine gravariam solos de guitarra em “Mumbo” na primeira semana de agosto de 1971. Linda também tocou órgão e Denny Seiwell percussão.
Não deixe de conferir também:
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RINGO STARR - WEIGHT OF THE WORLD - 1992**********

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

THE BEATLES - I FEEL FINE - SENSACIONAL!*****

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Quando a banda começou a ensaiar sua próxima música no estúdio, acompanhados por George Martin, aproveitei a oportunidade para me sentar na sala de controle e relaxar por alguns minutos. Eu e Norman estávamos conversando sobre coisas aleatórias quando de repente ouvi um ruído muito alto vindo dos amplificadores. “Mas o que é isso?”, perguntei, alarmado. Veio ao meu pensamento que algum cabo havia quebrado, ou um equipamento havia falhado, Norman riu. “Olhe só”, ele me disse. Colei o rosto no vidro da sala de controle e fiquei sem reação ao ver John Lennon ajoelhado em frente ao amplificador, com a guitarra na mão. Sabíamos que, quando uma guitarra ficava muito perto de um amplifi¬cador, geraria uma microfonia, mas John estava utilizando esse efeito de ma¬neira controlada pela primeira vez. Norman me explicou mais tarde que eles haviam descoberto aquele som por acaso em uma sessão anterior, na noite em que gravaram “Eight days a week”. Foi sem querer: durante um intervalo, John aproximou a guitarra do amplificador, mas havia esquecido de abaixar o volume. Naquele momento, por acaso, Paul havia soado um “lá” em seu bai¬xo, do outro lado do estúdio, e as ondas sonoras deram uma espécie de res¬posta à guitarra de John. Eles amaram o resultado, tanto que Lennon se diver¬tia com o efeito desde então. E com sua nova música, “I feel fine”, ele estava determinado a imortalizar o efeito em seu disco... anos antes de Jimi Hendrix sonhar com isso. Para mim aquela era outra indicação de que os Beatles procuravam ampliar seus horizontes, indo além do som de apenas duas guitarras, bai¬xo e bateria. Aquele era o admirável mundo novo do qual eu sempre esperei participar. Eles fizeram diversos takes de “I feel fine” naquele dia, e todos tinham aquela introdução. Achei a música ótima, tão boa quanto “Eight days a week”. Sentado naquela apertada sala de máquinas, eu fiquei extasiado ao pensar que eles haviam gravado dois hits em uma única tarde. Mas era a introdução de “I feel fine” que me excitava, por ser tão diferente. Para mim, aquele era o ponto alto da música. Eu havia entrado nesse mundo para descobrir sons únicos, e os Beatles tinham descoberto esse por eles mesmos.
Trecho do sensacional livro “Minha Vida Gravando os Beatles” de Geoff Emerick 2013.

BYE BYE, DORIS DAY - 1922 / 2019

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Doris Day, atriz e cantora americana, morreu aos 97 anos. Ela morreu na manhã de segunda-feira (13) em sua casa em Carmel Valley, no estado da Califórnia. Estava cercada por amigos e família. Doris Mary Ann Kappelhoff nasceu em 1922 na cidade americana de Cincinnati, filha de um professor de música e uma dona de casa. Ela atuou em filmes famosos nos anos 50 e 60, como "Ama-me ou esquece-me" (1955), "Volta meu amor" (1961) e "Confidências à Meia-noite" (1959), pelo qual foi indicada ao Oscar. Em 1989, ganhou o prêmio especial do Globo de Ouro, chamado Cecil B. DeMille, pela sua carreira. Também venceu três vezes o Globo de Ouro, na categoria atriz favorita do cinema mundial. Em 2004, foi condecorada pelo então presidente americano George W. Bush com a Medalha Presidencial da Liberdade, a honraria civil mais importante dos EUACom sorriso, simpatia e cabelos loiros, a atriz foi estrela de sucessos de bilheteria. Começou em uma rádio de sua cidade, ganhou espaço em uma boate local e se mudou para Nova York. Em 1945, lançou seu primeiro hit, "Sentimental Journey". Depois, vieram sucessos como "Everybody Loves a Lover" e "Secret Love". Gravou também para trilhas como a de "O Homem que Sabia Demais" (1956), filme dirigido por Alfred Hitchcock. A música era "Whatever Will Be, Will Be (Que Será, Será)"Doris Day era considera pelos críticos de cinema da época como uma versão alternativa (e um pouco mais "inocente") de Marilyn Monroe. Em 1976, lançou uma biografia chamada "Doris Day: Sua própria história". No livro, contou com detalhes os problemas de dinheiro que teve, após três fins de casamento. Ela contou ter perdido cerca de US$ 20 milhões de sua fortuna. Em 1974, ganhou US$ 22,8 milhões em um processo contra seu ex-empresário e advogado.“Eu tenho a infeliz reputação de ser a Virgem da América e tudo mais, então eu acho que vou chocar alguns ao dizer que acredito mesmo que duas pessoas não deveriam se casar antes de viverem juntas”, escreveu. Ela se casou pela quarta vez em 1976, com um empresário chamado Barry Comden. Após os 24 episódios do programa de TV "The Doris Day Show", entre 1966 e 1973, ela diminuiu o ritmo da carreira como atriz e cantora. Passou a se dedicar à proteção dos animais, com a criação de uma fundação.

Paul McCartney lembrou-se de sua amiga de longa data e amante de animais, Doris Day. A lendária cantora e atriz morreu segunda-feira aos 97 anos após contrair pneumonia. "Ela era uma verdadeira estrela em mais de uma maneira. Uma dessas formas foi como ativista de bem-estar animal ao longo da vida".  escreveu ele em seu site. A atriz-cantora foi considerada uma das primeiras defensoras dos serviços de proteção animal e seu amor por cachorros lhe rendeu o apelido de “A Apanhadora de Beverly Hills”. Ela fundou a Doris Day Pet Foundation em 1978. “Visitá-la em sua casa californiana era como ir a um santuário de animais onde seus muitos cães eram cuidados em estilo esplêndido. Ela tinha um coração de ouro e era uma mulher muito engraçada com quem eu compartilhava muitas risadas. Seus filmes como Calamity Jane, Move Over, Darling e muitos outros foram incríveis e sua atuação e canto sempre atingiram o alvo. Eu sentirei falta dela, mas sempre me lembrarei de seu sorriso cintilante e sua risada contagiante, bem como das muitas ótimas músicas e filmes que ela nos deu”Disse McCartney.

Na entrevista à Rolling Stone em 2016, o ex-Beatle citou Doris Day ao discutir o envelhecimento com David Fricke. “Doris Day, que eu conheço um pouquinho, uma vez me disse: 'A idade é uma ilusão'… Eu a lembrei disso recentemente - eu estava desejando a ela um feliz aniversário. As pessoas dizem que a idade é um número. É um número grande quanto mais você envelhece. Mas se isso não interferir, não vou me incomodar. Você pode ignorá-lo. Isto é o que eu faço".

DORIS DAY é citada na música "DIG IT" dos Beatles, do álbum "Let It Be", de 1970, como a gente confere logo aqui.

THE BEATLES - DIG IT - DIG IT - DIG IT - DIG IT - DIG IT - DIG IT

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"Dig It" é uma música dos Beatles de apenas 50 segundos lançada no álbum “Let It Be” de 1970. É creditada a Lennon, McCartney, Harrison e Starkey. É uma das poucas músicas creditadas a todos os Beatles. As outras são "Flying" (do Magical Mystery Tour), "Suzy Parker" (do filme Let It Be), "12-Bar Original" (Anthology 2), "Los Paranoias" (Anthology 3) e a versão final de "Free as a Bird". Esta música e "Maggie Mae" aparecem no álbum Let It Be, mas não estão incluídas no “Let It Be ... Naked”, foram substituídas por "Don't Let Me Down"mas aparecem no disco bônus "Fly On The Wall"“Dig It” começou como uma composição oscilante de John chamada “Can You Dig It” que consistia em variações do título sobre um riff. A versão lançada em Let It Be era um excerto de uma jam muito mais longa em que todos os Beatles inventaram versos na hora, daí o cré­dito de composição compartilhado. Foi gravada nos últimos dias de janeiro. A versão editada de 50 segundos é parte da gravação de 26 de janeiro, que era uma sessão de doze minutos. No começo da sessão, John Lennon canta a letra principal com intervenção de Harrison, enquanto Heather ficava no vocal de fundo.
Conforme a performance ia piorando, Lennon estimulou os outros a continuar. Paul adicionou um vocal barítono de "dig it up, dig it up, dig it up" ("desenterre, desenterre, desenterre") e variantes e Lennon começou a repetir "Like a rolling stone" (Como um rolling stone), pessoa sem estabelecimento fixo, então vai para a parte das "pessoas famosas", mencionando o FBI, a CIA, a BBC, B.B. King, Doris Day e Matt Busby (treinador do Manchester United que apareceu no noticiário anunciando sua aposentadoria). Dig It, Dig It, Dig It... Entra com fade in e acaba com a frase “That was Can You Dig It? by Georgie Wood, now we’d like to do Hark The Angels Come” e emenda com “Let It Be”. A expressão “Dig it?” (Sacou?) ou "Dig it" (curta) era uma gíria muito usada na época. Georgie Wood era um anão inglês de vaudeville que se apresentava caracterizado de criança, daí a vozinha fina que John faz. “Hark the angels come” anunciando a próxima música (Let It Be) como um hino religioso.
Para Hunter Davies (biógrafo 'oficial' dos Beatles), em seu livro "As Letras dos Beatles""Dig It" é "uma música boba, com uma letra boba e sem sentido com palavras e nomes tirados da cabeça ou de jornais". E encerra ainda: "No final, John fala coisas bobas às custas de Paul. “Agora gostaríamos de tocar ‘Ark the Angels Come’ [um hino religioso]”, ele diz numa voz aguda de Georgie Wood - introduzindo a faixa seguinte, uma canção séria e sentida de Paul sobre sua mãe. Isso não foi nada gentil".

segunda-feira, 13 de maio de 2019

PAUL McCARTNEY - EGYPT STATION - EXPLORE'S EDITION

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Paul McCartney anunciou o lançamento em 17 de maio de "Egypt Station - Explorer's Edition". A versão ampliada de seu primeiro álbum de 2018 chega logo antes do início da turnê norte-americana da Freshen Up Tour - sua primeira turnê nos Estados Unidos desde a One On One Tour, que tocou para cerca de dois milhões de fãs ao redor do mundo.
O "Egypt Station" original foi lançado em 7 de setembro de 2018, em meio a uma campanha de teasers de livros didáticos, com um inteligente esforço promocional nas plataformas de mídia social de McCartney e uma série de performances ao vivo íntimas.
"Egypt Station - Explorer's Edition" é composto pelo registro original de "Egypt Station" e por um segundo álbum, "Egypt Station II". O disco bônus reúne todas as músicas lançadas durante a viagem de Egypt Station, de faixas de estúdio incluindo o single surpresa “Get Enough” para apresentações ao vivo capturadas em paradas como Abbey Road Studios de Londres, The Cavern de Liverpool e a Grand Estação Central de Nova York. A versão especial está disponível para pré-encomenda como um conjunto de 2 CDs nos EUA e no Reino Unido e como um álbum com 3 LPs.
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DOCUMENTÁRIO CONTA A HISTÓRIA DA HANDMADE FILMS

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O canal de TV por assinatura AMC estreia no próximo dia 12 de maio, domingo, às 22h30, o documentário An Accidental Studio, que acompanha a criação do estúdio de cinema britânico HandMade Films. Apresentando entrevistas inéditas, o documentário captura um momento extraordinário da história do cinema por meio dos olhos de cineastas e atores, bem como do homem que começou tudo, o ex-Beatle George Harrison. O documentário é a primeira produção original do AMC no Reino Unido. Quando o dinheiro da produção de A Vida de Brian estava para acabar, George Harrison se ofereceu para financiar o filme, hipotecando sua casa e seu escritório para fazê-lo. Como fã de Monty Python, ele disse que o humor dos Pythons preservou sua sanidade quando ele era um Beatle. Agora era a sua vez de devolver. O filme foi tão bem sucedido que decidiram criar uma empresa – a HandMade Films. Em um raro momento na história do cinema, a HandMade dominou o cenário do cinema britânico com seu espírito de fazer e lançar filmes independentes que todos haviam rejeitado, de A Vida de Brian, A Noite do Terror, Os Bandidos do Tempo e o triplo vencedor do BAFTA Meu Reino Por Um Leitão, de Alan Bennett, Os Desajustados e o indicado ao Oscar Mona Lisa. A generosidade de Harrison em ajudar os outros a realizar seus sonhos e sua abordagem de “não vou interferir” permitiram que os cineastas brilhassem em seu trabalho. Como seus filmes ganharam prêmios e lançaram carreiras, a HandMade se tornou mais do que um feliz acidente. Virou uma celebração da integridade e da colaboração. Com arquivos de entrevistas inéditas e cenas com Harrison, além de novas e exclusivas entrevistas com o vencedor do BAFTA Michael Palin, o indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar Terry Gilliam, o indicado ao Oscar Richard E. Grant e o ganhador do Oscar Neil Jordan e entrevistas inéditas com o vencedor do Globo de Ouro e do BAFTA Bob Hoskins, An Accidental Studio explora o batismo de fogo da HandMade e os riscos que ela correu na produção de filmes únicos e inteligentes. Entre os entrevistados adicionais no filme estão Bruce Robinson, Ray Cooper, Dick Clement e Ian La Frenais, Cathy Tyson, Brenda Vaccaro, A Martinez, Richard Loncraine e Jonathan Lynn. “A HandMade Films criou alguns dos filmes mais icônicos da Grã-Bretanha e proporcionou uma plataforma global para artistas que continuam a ter ainda hoje um forte impacto na cultura popular”, comentou o produtor executivo Harold Gronenthal, Vice-Presidente Executivo de Programação e Operações do AMC/SundanceTV Global.

BEAT BUGS - SÉRIE INSPIRADA NOS BEATLES VAI PARA OS CINEMAS

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"Beat Bugs”, a série infantil animada criada por Josh Wakely, inspirada na banda britância The Beatles, vai ser transformada numa longa-metragem. Segundo a notícia, o próprio Wakely irá escrever e produzir o filme para a MGM, que adquiriu os direitos da adaptação para a telona. A série, uma coprodução entre Canadá e Austrália, segue cinco simpáticos insetos (Jay, Kumi, Crick, Buzz e Walter) que aprendem importantes lições e descobrem o mundo que os rodeia, sem nunca saírem do seu jardim, que, para eles, é todo o universo, ao som de músicas tornadas clássicos imortais pelos Beatles. Lançada em 2016, a série já está na terceira temporada e está disponível na Netflix em mais de 190 países. Cada episódio apresenta uma aventura protagonizada pelo grupo de insetos usando com base uma canção da banda de Liverpool. Sucessos como “Help!” , “Come Together” ou “Lucy in the Sky With Diamonds” estão entrelaçados na narrativa dos episódios, não as canções originais, mas novas versões interpretadas pelos atores, ou por artistas como Sia, Pink, James Corden, Robbie Williams ou Eddie Vedder. É esperar para ver.

PAUL McCARTNEY - O SEGUNDO MAIS RICO

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Paul McCartney foi considerado o músico mais rico do Reino Unido por muitos anos, mas a ex-estrela dos Beatles foi substituída no topo do ranking pelo compositor Andrew Lloyd Webber, de acordo com "The Sunday Times‘ 2019 Rich List". McCartney agora é o segundo músico britânico mais rico, com um valor estimado de 974 milhões de dólares, abaixo dos 1,1 bilhão de dólares em 2018. Esse número inclui a fortuna de sua esposa, a norte-americana Nancy Shevell, que sofreu um golpe este ano porque a empresa da família Shevell declarou falência.
Andrew Lloyd Webber, por sua vez, acumulou quase US $ 1,1 bilhão. Abaixo de McCartney em terceiro lugar está o U2, cujos membros têm um valor coletivo de US $ 759 milhões. Elton John é o quarto no total, com US $ 417 milhões. A maioria das dez primeiras posições da lista dos mais ricos deste ano é composta por outros artistas famosos veteranos do rock. Em 5º e 6º estão os companheiros de banda Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones, cujas respectivas fortunas estão avaliadas em US $ 358 milhões e US $ 338 milhões. No # 7 estão a viúva e filho do falecido guitarrista dos Beatles George Harrison, Olivia e Dhani Harrison, com US $ 325 milhões. O ex-Beatle  Ringo Starr segue em 8º com 312 milhões de dólares. O ex-líder do Police Sting completa o top 10 com uma fortuna de US $ 260 milhões; Ele terminou logo atrás do astro de Riverdance, Michael Flatley, que tem US $ 265 milhões. Mais abaixo na contagem, mas fazendo grandes avanços na lista, estão os membros do Queen, graças ao sucesso de seu filme biográfico premiado com o Oscar, Bohemian Rhapsody. Os patrimônios líquidos dos membros sobreviventes aumentaram em cerca de US $ 33 milhões.

sábado, 11 de maio de 2019

THE BEATLES - THIS BOY - SENSACIONAL!!!*****

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“This Boy” foi escrita às pressas por John Lennon e Paul num quarto de hotel como um exercício de harmonia em três partes e foi inspirada, mais uma vez, por Smokey Robinson and The Miracles. George afirmou que em parte da música “John tentava imitar Smokey”. A letra, para John, não era importante, o que interessava era o som e a harmonia. A harmonia era uma parte fundamental do trabalho dos Beatles, e a influência dos Everly Brothers fica especialmente evidente nessa música. Uma semana depois de “With the Beatles” ser lançado, eles produziram outro single - com “This Boy” no lado B e “I Want To Hold Your Hand” no lado A. Covardia. Por isso, “This Boy” recebeu pouca atenção. John a rejeitava por não ter conteúdo, “só a parte vocal”. A letra é curta, sem narrativa; pode-se dizer que revela a luta de John com uma personalidade dividida. Eles tinham se familiarizado com a harmonização em três partes cantando “To Know Her is To Love Her”, de Phil Spector, um sucesso de 1959 com The Teddy Bears. Dizer que a letra não é importante não era o mesmo que dizer que ela não tinha significado, porque mais uma vez John se retratava como rejeitado, esperando tristemente a retribuição de seu amor. De um lado há este menino (This Boy) que é feliz e a ama; do outro está aquele menino (That Boy), que não é bom para você.

Ringo filmou para "A Hard Day's Night" a cena em que anda sozinho pelo Surrey com "This boy" instrumental ao fundo. Embora sua atuação nessa cena-solo tenha sido bastante elogiada por sua melancolia, ele revelou que na verdade estava de ressaca e foi direto de uma boate para as filmagens, chegando cedo e sugerindo a famosa cena.

JOHN LENNON - HERE WE GO AGAIN - SENSACIONAL!*****

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Escolhida para abrir o álbum, não poderia ser mais apropriada. “Here We Go Again”, juntamente com “Rock ‘n’ Roll People” é uma das duas faixas inéditas de John Lennon que foram lançadas no álbum MENLOVE AVE - segundo lançamento póstumo de músicas de Lennon, tendo sido gravadas durante as sessões de seus álbuns "Rock 'n' Roll" e "Walls and Bridges", contendo sobras de estúdio do período 1973 e 1974.
A única música lançada creditada a John Lennon e Phil Spector, "Here We Go Again", foi gravada em 1973, mas permaneceu inédita até 1986. Lennon gravou duas demos caseiras de "Here We Go Again" em outubro de 1973, tocadas em um violão e Lennon ainda estava trabalhando na letra. Mais tarde, naquele mês, começou o trabalho no projeto "Rock 'N' Roll" com Phil Spector. Como uma composição original, era improvável que"Here We Go Again" fosse considerada para o álbum, então o motivo de sua gravação ainda não está claro. O papel de Spector na composição não é claro. Lennon já tinha a música no momento em que as demos foram gravadas, então é possível que a contribuição do produtor tenha sido ajudar com a letra final. A música foi protegida por direitos autorais para os dois em 16 de julho de 1975. A letra é uma contemplação sobre os propósitos da vida, com uma sensação de serem guiados pelo karma e pelo destino - temas que Lennon havia abordado nas primeiras composições, como Instant Karma e Mind GamesOs lúgubres vocais de Lennon, aparentemente resignados aos vários percalços que ele experimentaria ao longo do "fim de semana perdido", foram perfeitamente complementados pelo arranjo de charangas. Seus gritos até o final da canção resumiram suas frustrações em ter se separado de Yoko Ono, o declínio de sua fortuna comercial desde o lançamento de "Some Time In New York City" e sua queda pelo abuso de álcool.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

PAUL MCCARTNEY - HOT AS SUN - KAMPUCHEA – RARO!

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THE BEATLES - A HARD DAY'S NIGHT - SENSACIONAL!*****

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A PEDIDOS - RINGO STARR - DOWN AND OUT

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Publicada originalmente em 6 de julho de 2018.
Com "Photograph" selecionada para  o primeiro single do álbum “Ringo” de 1973, Ringo Starr escolheu "Down and Out", uma música escrita por ele sozinho, para o lado B. Ringo gravou a canção na Inglaterra, com George Harrison, o pianista Gary Wright e Klaus Voormann. Essa sessão produzida por Harrison, provavelmente ocorreu em 1972, de acordo com os autores Chip Madinger e Mark Easter, durante o mesmo período da primeira tentativa de Starr e Harrison de gravar "Photograph". Um blues de doze compassos que o biógrafo Alan Clayson, descreve como letra superficial. A gravação apresenta um sensacional solo de Harrison na slide, e também de Gary Wright no piano (vai lá, Gary!). O produtor Richard Perry subseqüentemente adicionou uma seção de trompa, resultando em ele ser creditado como co-produtor na faixa.
A Apple Records lançou o single "Photograph", com "Down and Out" no lado B, em 24 de setembro de 1973 na América, e em 19 de outubro na Grã-Bretanha. O lançamento do álbum seguiu em novembro de 1973, com "Photograph" aparecendo como a terceira faixa, antes de outra contribuição de Harrison, "Sunshine Life for Me (Sail Away Raymond)". Em frente à letra impressa de "Photograph" dentro do encarte do álbum, uma litografia de Klauss Voormann mostra uma foto emoldurada em uma prateleira ou mesa, na qual Ringo olha desanimadamente para uma foto emoldurada de uma mulher. Em sua vida pessoal neste momento, a chegada do álbum coincidiu com o fracasso de seu casamento, em parte como resultado por Harrison e Maureen terem tido um caso. Isso talvez explicasse a letra de "Down and Out".

segunda-feira, 6 de maio de 2019

THE BEATLES - ANOTHER GIRL - SENSACIONAL!*****

Um comentário:

"Another Girl" é uma música dos Beatles lançada em 1965 no álbum com a trilha sonora de Help! Foi escrita por Paul McCartney e é dirigida para a namorada do cantor, que é informada de que ele encontrou "outra garota". Os Beatles gravaram a música em 15 de fevereiro de 1965, tendo também trabalhado em "Ticket to Ride" e "I Need You". A faixa de apoio foi gravada rapidamente em uma única tomada. George Harrison adicionou um "floreio" de guitarra no final que foi omitido da mixagem final; McCartney adicionou a guitarra principal no dia seguinte. Esta é uma das várias músicas gravadas pelos Beatles em que McCartney tocou guitarra principal, além de seu baixo habitual. A gravação de quatro pistas permitiu que o grupo aperfeiçoasse os arranjos das músicas no estúdio e McCartney geralmente tinha ideias claras sobre as linhas de guitarra que ele queria. Ele também contribuiu com a guitarra principal para "Ticket to Ride" e tocou um dueto de guitarra elétrica com Harrison em "The Night Before". A música foi mixada em 18 de fevereiro e novamente em 23 de fevereiro. Esta música apresenta as harmonias de três partes frequentemente utilizadas entre Lennon, McCartney e Harrison, mas é uma das únicas vezes nas quais Lennon canta a harmonia mais alta.
"Another Girl" foi tocada ao vivo pela primeira vez em 49 anos, quando Paul McCartney voltou ao Nippon Budokan, em Tóquio, em 28 de abril de 2015. Na verdade, este concerto comemorava o 49º aniversário do primeiro concerto dos Beatles no local. Em uma declaração divulgada, McCartney disse: "Foi sensacional e bastante emocionante lembrar a primeira vez e agora experimentando esta audiência fantástica esta noite". McCartney disse sobre esta música e outras faixas de Help!, "É um pouco demais chamá-las de enchimentos, porque acho que elas eram um pouco mais do que isso, e cada uma delas passou pelo teste dos Beatles. Todos nós gostamos".

Muita gente sempre pergunta quem é a bonita garota loira que aparece com os Beatles em Another Girl. A moça chama-se JENNY LANDRY e era atriz e modelo na época. Além de “Help!” (1965), ela aparece também em "The Extravaganza of Golgotha Smuts" (1967). Pelo menos que eu visse, enquanto tive paciência, existe muito pouco ou quase nada sobre ela na internet além disso.