quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ESSA É SÓ PRA QUEM É DO RAMO - APHRODITE'S CHILD - RAIN AND TEARS

E sem texto também. E sem foto também. Não precisa. Um belo dia faço alguma homenagem bem bonita. Fique de olho!

EX-CASA DE HARRISON VENDIDA POR UMA BAGATELA

A casa de infância em Arnold Groove (Liverpool), onde cresceu o ainda jovem guitarrista da maior banda de todos os tempos foi vendida por US$ 161 mil dólares, o equivalente a quase R$ 400 mil reais. Uma mixaria! A minha (que não é minha) vale mais que isso!. O comprador foi o fã Jackie Holmes, o mesmo que tentou arrematar a casa de John Lennon em um leilão do ano passado. O imóvel contém três quartos onde viviam o velho Harold, Louise e os quatro filhos. George, Paul McCartney e John Lennon realizaram nessa casa, alguns dos seus primeiros ensaios. Holmes comentou: “Não consigo explicar o quanto estou feliz nesse exato momento. Tenho sido uma fã de verdade por cerca de 30 anos. Eu vi George Harrison ao vivo no Albert Hall. Basicamente, eu vi todos os Beatles menos John, infelizmente, então adquirir uma casa onde um deles viveu, é uma ligação histórica, simplesmente fantástico”. Congratulations Holmes!

A PEDIDOS - THE BEATLES - I WANT YOU (She's So Heavy)

A letra de "I Want You", que consiste apenas na repetição do título e na informação de que o desejo está enlouquecendo John, chegou a ser citada no programa de atualidades da BBCTV 24 Hours como um exemplo das banalidades da música pop. John se enfureceu, pois estava convencido de que sua simplicidade a tornava superior a "Eleanor Rigby" e "I Am The Walrus". Para ele, não se tratava de uma involução para o pop monossilábico e descuidado, era apenas economia de linguagem. "I WantYou" foi escrita como uma canção de amor paraYoko. John admitiu a influência que ela teve em seu novo estilo de compor e disse que pretendia um dia escrever a canção perfeita: com apenas uma palavra. Um poema deYoko de 1964 consistia apenas na palavra "water".
"I Want You (She's So Heavy)" - Eu Te Quero (Ela é Tão Pesada) é uma das gravações de estúdio mais complexas que os Beatles realizaram. Começou a ser gravada em fevereiro de 1969, no Trident Studios, mas só foi concluída em agosto, em Abbey Road, depois de uma infinidade de edições e vários overdubs. "I Want You" é um excelente exemplo do apetite insaciável do grupo para usar as últimas novidades técnicas de gravação em uma constante busca por novos sons no mundo de gravação e da tecnologia. Lennon parecia decidido a combinar alguns dos sons mais pesados da época, como Jimi Hendrix e Cream, usando um riff de blues encharcado com espessas camadas de guitarra, efeitos de sintetizador Moog, e uma minimalista melodia vocal. Depois de 35 tomadas da faixa básica, uma edição foi feita dos três melhores partes takes, que apresentam uma série de mudanças de tempo, balançando alternadamente a partir de um, se arrastando, riff denso mais lento para um lounge quase jazz. Lennon imita sua própria melodia vocal, dobrando as notas de sua guitarra. As mudanças na intensidade da voz de Lennon, vão desde um sussurro dolorido para gritos rudes da alma, repetindo segudamente os versos simples da canção, "Eu quero você / Eu te quero tanto, querida / Eu quero você / Eu te quero tanto / isso me deixa louco / isso me deixa louco. O tecladista Billy Preston adiciona as texturas apropriadas através das muitas mudanças, a partir de um descontraído tom de notas de órgãos nas seções jazzy mais leves para uma arrogância durante os momentos mais pesados da canção. A banda apresenta uma fluidez impressionante, especialmente Paul McCartney, mostrando evoluções consideráveis na linha do seu baixo, pulsando um fluxo constante de notas de seus instrumentos através dessas várias mudanças. Não foi até a sessão de 11 de agosto que Lennon introduziu a linha de guitarra de apoio, acompanhando poderosamente a letra cantada por Lennon, McCartney e George Harrison, aparecendo durante as últimas seções os riffs de guitarra circulares pesados da canção. Os últimos três minutos são consumidos por um redemoinho das guitarras e overdubs em muitas camadas usando recursos de rastreamento de estúdio recém-expandidas. Lennon também construiu um redemoinho monstruoso de som denso usando um dos primeiros sintetizadores Moog combinado com um gerador de ruído branco. Com as guitarras agitadas a martelar, a parede de ruído branco, eventualmente, começa a engolir o resto da música antes que a faixa seja encerrada de forma dramática, deixando um silêncio ensurdecedor. No passado, Lennon disse que a fita tinha corrido simplesmente para fora, criando esse final único, mas desde então essa versão tem sido refutada pelo engenheiro sessão Alan Parsons no livro detalhado de Mark Lewisohn "The Beatles Recording Sessions: The Official Abbey Road Estúdio Session Notes", recordando: "Nós estávamos colocando os últimos retoques para fechar o lado 1 do LP e fomos ouvir o mix. John disse: 'Não! Cortem a fita aqui! E Geoff Emerick cortou. Fim do lado 1. O seu final abrupto, editado propositalmente por John, também foi, na época, muito comentado por ser inusitado em termos musicais. Outra coisa interessante nela é a duração de quase oito minutos: um tamanho desproporcional para as canções dos Beatles, só ficando atrás de Revolution 9. Participaram das sessões de gravação: John Lennon: vocal, vocalização, guitarra solo, sintetizador moog, efeitos sonoros, órgão Hammond; George Harrison: guitarra, vocalização; Paul McCartney: baixo, vocalização; Ringo Starr: bateria e Billy Preston: órgão.

IMAGEM DO DIA - A ÚLTIMA FOTO JUNTOS


PAUL McCARTEY & WINGS - BEWARE MY LOVE

Paul McCartney lançou a música inédita “Beware My Love”, feita em inusitada parceria com o ex-baterista do Led Zeppelin John Bonham, morto em 1980 de tanto beber. A divulgação aconteceu na tarde da última segunda-feira (20), durante uma sessão de Perguntas e Repostas com os fãs, no Twitter. A faixa vai integrar o relançamento em versão de luxo do disco “Wings At The Speed Of Sound”. Esta não foi a única parceria entre o Sir e John Bonham. No final dos anos 70, a dupla se reuniu para gravar duas faixas do último álbum dos Wings, “Back to the Egg”.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

THE BEATLES - SHE'S A WOMAN - YEAH!


No dia 23 de novembro de 1964, os Beatles lançaram o compacto "I Feel Fine/She's a Woman". O single chegou ao número 4 na Billboard Hot 100. Curiosamente, "She's A Woman" seria a única música da banda não lançada no Brasil durante todo o período em que estiveram na ativa. A EMI/Odeon corrigiria o equívoco somente em 1977, quando finalmente resolveu editar este compacto. As duas canções foram gravadas nas mesmas sessões do álbum Beatles For Sale mas nenhuma das duas foi incluída no nele. Embora fosse creditada à dupla Lennon/McCartney, a canção foi escrita principalmente por Paul. Foi a primeira canção dos Beatles a conter uma referência velada às drogas, na frase "turns me on when I get lonely (me deixa ligado quando fico sozinho). Segundo John Lennon, eles ficaram bastante excitados por terem conseguido inserir a frase na canção e por ela ter passado pela censura das rádios e da televisão. "She's a Woman" foi uma influência direta na música de Bob Dylan "Obviously 5 Believers" do seu álbum de 1966 "Blonde on Blonde". Nos Estados Unidos, a canção foi lançada no álbum da Capitol "Beatles '65". Uma versão em estéreo pode ser encontrada no álbum "Part Masters", Volume 1. Há também uma outra versão estéreo que soa a mesma coisa, mas com uma contagem feita por McCartney que aparece na box de EPs. "She's a Woman" também aparece sendo tocada em um gravador na cena do campo de batalha no filme "Help! ". No Reino Unido, a primeira vez que "She's a Woman" apareceu em um álbum foi em 1978 no LP "Rarities". Os Beatles incluiram a canção em seus shows em 1965. Versões gravadas "ao vivo" da música também podem ser encontradas nos álbum "Live at the Hollywood Bowl" e "Live at the BBC". Também uma versão gravada em Tóquio, em 1966, aparece no Anthology 2.

OS ÁLBUNS “LOVE SONGS” E “THE BEATLES BALLADS”

No final de novembro de 1977, aproveitando a chegada do natal, a EMI lançou o álbum duplo “Love Songs”, basicamente uma compilação de faixas previamente lançadas em outros discos dos Beatles. As únicas duas que ainda não haviam saído em álbuns britânicos são “This Boy” e “Yes It Is”, ambas gravações em mono remixadas em falso estéreo – apesar de “This Boy” ter sido lançada em estéreo real em um compacto canadense. Além de captar o público natalino, o pacote também tinha como alvo os fãs mais dedicados e colecionadores que compravam todos os lançamentos dos Beatles. Havia outras canções de amor dos Beatles disponíveis que poderiam formar uma compilação bem melhor. Um álbum caro para os padrões da época que não trazia qualquer novidade, exceto o tratamento gráfico e uma foto belíssima de Richard Avedon de 1967.
Um ano depois, não satisfeitos, os executivos da EMI soltaram outra coletânea que novamente não dizia nada: “The Beatles Ballads”. A maioria das faixas desse disco, aparecem em “Love Songs” e, apesar de ser uma compilação melhor, não traz nada de novo, como versões inéditas ou versões em estério lançadas apenas em mono. Uma versão de “Norwegian Wood”, no entanto, foi incluída aqui. Nela, a trilha instrumental aparece no canal direito e os vocais foram mixados no centro. Além disso, alguém nos recônditos da gravadora parece ter embaralhado e invertido o estéreo de “Yesterday”, “You’ve Got To Hide Your Love Away”, “She’s Leaving Home” e “Here, There And Everywhere”. Todas as temáticas possíveis para coletâneas pareciam vir à mente dos homens da gravadora: tivemos o “Rock ‘n’ Roll Music” e as canções de amor – e agora, as baladas. Um álbum possível seria ‘The Songs The Beatles Didn’t Write (As músicas não compostas pelos Beatles) – afinal existem duas dúzias de canções que se encaixariam nesse critério. E poderia ainda haver álbuns centrados em cada um dos integrantes da banda, John Lennon and The Beatles, Paul McCartney and The Beatles, George Harrison and The Beatles e Ringo Starr and The Beatles. Essa ideia soa menos estapafúrdia se levarmos em conta que o álbum “The Best of George Harrison” traz em um dos lados suas melhores no tempo dos Beatles. Resumindo: puro engana-trouxa! Para encerrar, só uma curiosidade: alguém sabia que por muito pouco, essa ilustração da capa do 'ballads' (feinha, na minha opinião) não foi a capa do álbum The Beatles - o nosso álbum branco? Abração, pessoal!

Não deixe de conferir também outro grande engodo, “The Beatles – Reel Music” – matéria publicada aqui em maio de 2011:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/05/beatles-reel-music.html

NAZARETH - LOVE HURTS - DEMAIS!

"Love Hurts" é uma canção de autoria de Boudleaux Bryant e Felice Bryant, gravada pela primeira vez em julho de 1960 pela dupla de músicos americanos The Everly Brothers. Foi gravada pela primeira vez como uma faixa no álbum A Date with The Everly Brothers, porém não foi lançada como single (nem mesmo como lado B) pelos Everlys. A primeira versão da canção a fazer sucesso foi gravada por Roy Orbison, que chegou às primeiras cinco posições nas rádios australianas em 1961. Uma gravação feita por Emmylou Harris e Gram Parsons foi incluída no álbum Grievous Angel, lançado postumamente após a morte de Parsons, em 1973.
A versão gravada pela banda escocesa de rock Nazareth, em 1976, é a mais famosa e levou a canção ao Top 10 dos Estados Unidos e chegou ao topo das paradas na Noruega e nos Países Baixos. Joan Jett gravou sua versão no álbum The Hit List de 1990, em que todas as faixas são covers de músicas famosas. A versão da cantora Cher fez bastante sucesso, atingindo a primeira posição no Brasil por sete semanas consecutivas e o Top 10 em várias países da Europa em 1991, vendeu 500 mil cópias. A gravação de Cher foi incluída na trilha sonora da telenovela Vamp da Rede Globo, levada ao ar em 1991. Apesar do sucesso de algumas versões da música, a versão mais célebre, que fez mais sucesso e que mais resistiu ao tempo foi a gravada por (pelo?) Nazareth.

Não deixe de conferir a postagem sobre um show do Nazareht no Brasil pelo meu amigo e xará Eduardo Kruger:
http://obaudoedu.blogspot.com.br/2011/03/nazareth-love-hurts-e-muito-mais.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

CANAL MULTISHOW TRANSMITIRÁ SHOW DE SÃO PAULO

O Multishow está com tudo - e não faz sucesso apenas com seus humorísticos. As transmissões de shows ao vivo são outro trunfo do canal, que costuma bombar na audiência nestas ocasiões. De olho nos números, é claro, o canal carioca acaba de fechar um acordo e tanto: transmitirá o show que Sir Paul McCartney fará, no próximo 25 de novembro, em São Paulo, durante sua mini-turnê brasileira. O show, que acontecerá no Allianz Parque (o estádio do time Palmeiras, após uma série de obras), será exibido na íntegra pela emissora da Globosat. Para os que quiserem ver Paul ao vivo, os ingressos já estão à venda e custam entre R$110 e R$700.

domingo, 19 de outubro de 2014

GEORGE HARRISON - I GOT MY MIND SET ON YOU


Em 1987, George lançou o álbum Cloud 9, que foi produzido por Jeff Lynne (Electric Light Orchestra). Depois de 5 anos, foi uma volta com reconhecimento de público e de crítica. George convidou mais uma vez alguns amigos para participar do álbum: Eric Clapton, Ringo Starr e Elton John, além do próprio Jeff Lynne. A canção "I Got My Mind Set On You", escrita por Rudy Clark na década de 1960, atingiu o primeiro lugar nos Estados Unidos e segundo na Inglaterra.

THE BEATLES - HEY BULDOG - SENSACIONAL

“Hey Bulldog” é uma canção dos Beatles que aparece no álbum Yellow Submarine e foi quase toda escrita por John Lennon com algumas contribuições de Paul McCartney. Foi gravada durante a filmagem do vídeo promocional de Lady Madonna e é uma das poucas músicas dos Beatles que se baseia num riff de piano. Para Lennon, "uma grande gravação, mas que não significa nada". Esse é o nosso Lennon!
Inicialmente, a faixa se chamaria "Hey Bullfrog", mas durante a gravação Paul começou a "latir". Então mudaram o nome para "Hey Bulldog". Segundo Geoff Emerick, engenheiro de som, esta foi a última gravação que os quatro realizaram como um time dinâmico e com o entusiasmo de cada membro do grupo. Quando voltaram ao estúdio para gravar o Álbum Branco, já estavam muito afetados com assuntos de negócios e as diferenças pessoais e artísticas estavam se fortalecendo, o que culminaria, mais tarde, na separação definitiva do grupo.
Durante essas sessões, os Beatles foram fotografados gravando a música. Foi uma das poucas vezes em que eles se deixaram filmar gravando nos Estúdios Abbey Road, pois preparavam um filme promocional (depois editado para o single 'Lady Madonna') que seria lançado enquanto eles estivessem na Índia.
“Hey Bulldog” foi usada num segmento animado do filme Yellow Submarine, que inicialmente só apareceu na versão européia. Foi restaurada e vista pela primeira vez em 30 anos no relançamento de 1999. Para promover o relançamento, a Apple pegou as filmagens originais do vídeo promocional de Lady Madonna e o reestruturou para usar como vídeo promocional da própria Hey Bulldog. O riff de guitarra da canção foi incluído no álbum Love, de 2006, na faixa "Lady Madonna". Algumas risadas de Lennon e McCartney (contidas na música original) foram colocadas na faixa de transição "Blue Jay Way".
Há uma primeira versão demo da música com apenas John ao piano de apenas 48 segundos, que intitula-se "She Can Talk To Me" (o primeiro nome da música) e aparece em bootlegs como o "Artifacts" (Volume 1, Disco 4) e o "The Lost Lennon Tapes" (Volume 18). Os Beatles tocaram com a formação clássica de sempre: John Lennon - Piano, guitarra rítmica, vocais principais e falas; Paul McCartney -Baixo, pandeireta, e vocal de apoio (harmônico) e "latidos"; George Harrison - Guitarra solo e Ringo Starr - Bateria e vocal falado.
"Hey Bulldog" teve outras versões feitas por outros artistas. Entre eles, estão Jim Schoenfeld, Tea Leaf Green, Eric McFadden, Ween, Elvis Costello, Honeycrack, Ian Moore, Gomez, Rolf Harris, Toad the Wet Sprocket,Firewater, Alice Cooper, The Gods, Skin Yard, U-Melt, Dave Matthews, Paddy Milner, of Montreal, Manfred Mann's Earth Band, The Golden Ticket, Dave Matthews & Friends, Crash Kings, The Roots e Miles Kane (uma versão matadora que já apareceu aqui no Baú! Ótimo domingo, Planeta Beatles!

RINGO STARR - KING OF THE BROKEN HEARTS


Lançado em 15 de junho de 1998, Vertical Man marca o início da parceria de Starr com Mark Hudson (produtor e compositor de hits por encomenda), e traz uma lista estrelada de participações especiais. Artistas do calibre de Joe Walsh (The James Gang, Eagles), Timothy B. Schmit (Poco, Eagles), Scott Weiland (Stone Temple Pilots), Brian Wilson (The Beach Boys), Alanis Morissette, Tom Petty, Steven Tyler (Aerosmith) e Ozzy Osbourne. Encabeçando a lista de celebridades, seus ex-colegas Paul McCartney (acompanhado de sua esposa na época, Linda) e George Harrison. “Vertical Man”, o 11º álbum de estúdio de Ringo, é um trabalho que até hoje é muito bem lembrado por seus fãs, e que, além disso, possui grande importância em sua carreira solo, por ser responsável por impulsionar Ringo para uma sequência de bons lançamentos, sejam de discos ao vivo ou de estúdio, fazendo com que a década seguinte fosse de muito trabalho, shows e lançamentos de discos com boa regularidade. A importância de “Vertical Man” para a sua carreira vai além disso, pois nesse disco Ringo inicia a parceria com o produtor Mark Hudson e sua banda, “The Roundheads”, que durou anos, até se desentenderem em 2008, durante a gravação do disco “Liverpool 8”, onde o próprio produtor também ajudou Ringo em algumas composições e nas apresentações realizadas pelo baterista para a divulgação do disco. Ringo recuperou a idéia de trazer convidados especiais para tocar em seus discos - como fez em toda sua carreira, só que nesse disco essas participações foram ainda mais marcantes, contando com um estrelar elenco formado por Paul McCartney, George Harrison, Steven Tyler, Ozzy Osbourne, Alanis Morrisete, Brian Wilson, Tom Petty, Joe Walsh, Scott Weiland, além de outros. Todas as músicas são muito bem elaboradas, utilizando todos os recursos de seu novo amigo e produtor Mark Hudson, o que torna o álbum cheio de efeitos e belas criações que deixam as faixas mais encorpadas. Entre os muitos destaques, estão a faixa título “Vertical Man”, que traz bela participação de Ozzy Osbourne nos vocais, uma canção de letra e melodia tensas e “La de da”, single do disco, que ganhou inclusive um vídeo clipe bacana e que tem tudo a ver com Ringo Starr, é daquelas canções festeiras, positivistas, de refrão tão fácil que a tarefa de não sair cantando-a torna-se impossível. Já a canção “What in The...World”, que tem a participação de Paul McCartney no baixo e nos backing vocals, é também outro dos destaques do disco. Assim com a nova versão de “Love Me Do”, dos Beatles, que ganha aqui uma roupagem a lá Ringo Starr (sem George Martin!) e uma bela gaita tocada por Steven Tyler do Aerosmith. E já que estamos falando em Beatles, a balada “King of Broken Hearts”, ganha o reforço de uma slide-guitar de ninguém menos que George Harrison em sua bela melodia. Um dos momentos mais interessantes do álbum é a regravação de “Drift Away”, canção já gravada dezenas de vezes por inúmeros artistas, e que aqui ganha vocais solos de Alanis Morissete e Tom Petty. Existe uma versão alternativa com o vocal solo também de Steven Tyler do Aerosmith, que acabou sendo limado da versão final.

sábado, 18 de outubro de 2014

CONVIDADO MAIS QUE ESPECIAL - ERIC CLAPTON - ISN'T A PITY

THE BEATLES - REVOLUTION - SEMPRE DEMAIS!

JOHN LENNON - CRIPPLED INSIDE – SENSACIONAL!


A segunda canção no álbum “Imagine” de John Lennon, “Crippled Inside” (Aleijado por dentro) funciona como uma ponte entre a faixa-título imponente do álbum e da introspectiva “Jealous Guy”. Variando o humor com um número de country rock otimista, Lennon revelou que “Imagine” era mais musicalmente variado do que o seu antecessor. Por trás do countryzinho alegre e divertido, “Crippled Inside” contém uma das letras mais sombrias de Lennon. Para quem procura cabelo em ovo, nessa canção também haveria uma referência ao seu ex-companheiro dos Beatles - Paul McCartney - no verso que diz "Você pode viver uma mentira até que você morra". Esses mesmos do cabelo em ovo, acreditam que a música pode ter sido inspirada por “Blind Blake”, de 1920 gravada pela Black Dog Blues, mas não há nada semelhante entre as duas. Essa música também foi tocada pelos Beatles durante as sessões de Let It Be em 24 de janeiro de 1969. “Crippled Inside” foi gravada no estúdio de Lennon em Ascot,Tittenhurst Park. A versão que saiu em “Imagine” foi o 17º take. Anos depois, ele descreveu o som de “Crippled Inside” como um country muito brega e ocidental", coisas de Lennon. Participaram da gravação: O próprio - vocais e guitarra; George Harrison - dobro; Nicky Hopkins - piano; Ted Turner – guitarra acústica; Rod Linton - violão; John Tout - violão; Klaus Voormann - baixo; Steve Brendell - baixo e Jim Keltner – bateria. Só para matar a curiosidade, essas duas figuras em destaque na foto, são os dois Badfinger Joey Molland e Tom Evans que participaram do álbum, não da faixa. Ok? Abração!

PAUL McCARTNEY - CHOBA B CCCP

Conhecido como o ‘álbum russo’, “CHOBA B CCCP” (“Back In The USSR”) é um álbum de covers dos primórdios do rock. Gravado em dois dias, Paul passa por canções de seus ídolos Little Richard, Elvis, Fats Domino e outros, em versões corretas, sem grandes destaques nem decepções. Lançado exclusivamente na antiga União Soviética em 1988, “CHOBA B CCCP” foi o primeiro disco de um artista ocidental a sair em um país comunista, liderando as paradas de lá, e sendo lançado no resto do mundo apenas em 1991. Mas McCartney voltaria às raízes do rock com mais propriedade uma década depois.

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DE TODOS

Caros amigos, O Baú do Edu está no ar há mais de sete anos. Nesse tempo todo, muitas coisas boas aconteceram. Muitas ruins também. Até agora, são 5.342 postagens, 648 amigos e acesso diário em torno de 1.400 pessoas. Mas o Baú não é só meu. É de todos nós que amamos os Beatles e nos deliciamos com tudo o que gira em torno da cultura pop que eles criaram. No entanto, para que nosso blog se mantenha ativo e atualizado (quase) todos os dias, é necessária a participação de todos, com sugestões, críticas e, pricipalmente, com os comentários. Os comentários de vocês são a única forma de saber o que está e o que não está agradando e única forma de incentivo para o blogger, que se alimenta exclusivamente dos comentários para publicar novas postagens. Vamos! Partcipem! Comentem! É como eu digo na caixa dos comentários: é bom para mim, para vocês e para o universo! BEATLES 4 EVER! BADFINGER BOOGIE!

Pensando nessa coisa da falta de comentários, lembrei de uma velha fábula:
"Esta é uma história de quatro pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém. Havia um trabalho importante a ser feito e Todo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo. Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito".

THE BEATLES - ALL YOU NEED IS LOVE


Em 1967, a equipe do canal londrino BBC convidou os Beatles a participarem do primeiro evento transmitido mundialmente via-satélite, ao vivo simultaneamente para 26 países. Esse trabalho envolveu redes de TV das Américas, Europa, Escandinávia, África, Austrália e Japão. Foi então solicitado que o grupo escrevesse uma música cuja mensagem pudesse ser entendida por todos os povos do planeta. John Lennon e Paul McCartney começaram a trabalhar separadamente em diferentes letras, até que Lennon acabou escrevendo esse clássico que se encaixou perfeitamente ao objetivo proposto, pois a mensagem de amor contida na canção poderia ser facilmente interpretada ao redor do mundo. A transmissão mundial dessa apresentação foi ao ar em 25 de junho de 1967. Rapidamente, ALL YOU NEED IS LOVE explodiu em todas as paradas do planeta.

MARY HOPKIN - THE APPLE OF THE EYE

Mary Hopkin, cantora inglesa de música pop e folk-rock britânico foi a primeira artista contratada pela Apple. Ganhou notoriedade nas paradas de sucesso pelos excelentes compactos que lançou no final dos anos 60. Nascida em 3 de maio de 1950, Gales, Glamorganshire, Inglaterra, Mary iniciou a carreira em 1967, como vocalista de um grupo folk, chamado Selby, Set & Mary.
Quando participou e ganhou o concurso televisivo do programa "Opportunity Knocks" (no melhor estilo do The Voice), o talento e a voz de Mary chamaram a atenção da modelo Twiggy que a recomendou para Paul McCartney. O contato profissional com o Beatle lhe proporcionou gravar o primeiro compacto "Turn Turn Turn", que fez um razoável sucesso. Mas a grande revelação de Mary Hopkin foi com o compacto "Those Were The Days" (1968), versão Inglesa do classico russo "Dorogoy Dlinnoyu" escrito em 1920 por Boris Fomin e Konstantin Podrevsky, produzida e arranjada por McCartney.
A partir desse sucesso a carreira de Mary decolou. Nessa época, "Those Were The Days" (a musiquinha chata do Sílvio Santos) concorria com "Hey Jude" nos primeiros lugares das paradas britânicas. Aos 19 anos, Mary Hopkin lançou pela Apple, seu primeiro álbum - POST CARD, em 1969, emplacando outro grande sucesso "Goodbye" também escrita por Paul que também produziu o álbum.
Com tendências folk e pop-rock, o destaque da sua voz sensível foi a grande revelação que fecharia com chave de ouro os anos sessenta. Todos os grandes hits de Mary foram lançados também em compactos e, logo incluídos em LP. A discografia não é extensa, mas foi o suficiente para revelar a brilhante intérprete que foi. Com a canção "Knock Knock, Who's There?" representou o Reino Unido no Festival Eurovisão da Canção 1970, onde ela terminou em segundo lugar, atrás de Dana. Depois do lançamento do seu segundo álbum editado em 1971, chamado "Earth Song-Ocean Song", produzido por Tony Visconti, produtor do T. Rex, David Bowie e Badfinger, Visconti se casou com a versátil galesinha e ela deixou de cantar. Retirou-se da vida musical, para só voltar anos depois. Mas a oportunidade só bate uma vez. Depois de se divorciar de Visconti em 1981, cantou a canção "Rachael's Song" de Vangelis para o filme Blade Runner. Depois, entre 1982 e 1984 fez parte de alguns grupos como backing vocal. Nada de expressão. Em 1989 lançou o álbum "Spirit", com o single "Ave Maria". Amém!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

PAUL McCARTNEY - GETTING CLOSER

Esta será a sexta vez que Paul McCartney vem ao Brasil, mas a maccamania já se fez presente na pré-venda do show que o astro fará em São Paulo, no dia 25 de novembro, no Allianz Parque. Os ingressos oferecidos a partir das 6h de ontem, quinta (16) se esgotaram em 50 minutos. A venda convencional para o show na capital paulista começou às 7h de hoje, sexta-feira (17) pelo site Tudus. Macca volta ao país com a turnê Out There. Os demais shows da turnê serão dia 10 de novembro, no Espírito Santo, e em 23 de novembro, Brasília, no Estádio Nacional Mané Garrincha. O show na capital paulista será o primeiro a rolar no Allianz Parque. O ex-integrante dos Beatles irá se apresentar pela primeira vez em Brasília e Espírito Santo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

GEORGE HARRISON - THE APPLE YEARS 1968 / 1975

Chegou às lojas no último dia 22 o box The Apple Years: George Harrison – 1968-1975, uma homenagem ao ex-beatle que reúne seus seis primeiros discos solo, completamente remasterizados. Além dos álbuns Wonderwall Music (de 1968), Electronic Sound (1969), All Things Must Pass (1970), Living In The Material World (1973), Dark Horse (1974) e Extra Texture (1974), a caixa traz ainda um DVD com gravações inéditas, diversas faixas bônus, e um livro com fotos raras e textos de gente como Kevin Howlett, produtor de rádio britânico, e Dhani Harrison, filho de George. “Estou muito feliz que, depois de lançarmos The Dark Horses Years, há um década, completamos o trabalho com esta caixa The Apple Years“, declarou Dhani em um comunicado, referindo-se ao box que trazia a música produzida por George entre 1976 e 1992. “Alguns destes discos já estavam até fora de catálogo. Mal posso esperar para que os amantes de música tenham eles em mãos novamente.” Os álbuns incluídos na caixa correspondem à fase geralmente tida como a mais rica de toda a carreira a solo do antigo guitarrista dos Beatles, sobretudo All Things Must Pass, um triplo vinil na versão original, em que Harrison publicou canções que, nos tempos dos Beatles sempre ficaram de fora. A nova caixa vem complementar a reedição dos discos de George Harrison, depois do lançamento de The Dark Horse Years 1976-92, em 2004. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

WELCOME BACK RASPS - A SENSACIONAL VOLTA DOS RASPBERRIES


Quem não conhece, não sabe o que está perdendo! The Raspberries já estiveram aqui no Baú duas vezes, em novembro de 2009 e março de 2011 e já faz algum tempo que centenas de pessoas (rsrs) clamam pela volta de Eric, Wally, Jim e Dave. Regozijem-se amigos. Essa hora chegou como a melhor homenagem que um fã de carteirinha possa fazer pra uma de suas 'bandinhas' preferidas. Senhoras e senhores, meninos e menininhas, é com muita honra que o Baú do Edu tem o prazer de apresentar... THE RASPBERRIES!

No início dos anos 70, existiam tantas bandas de Power Pop que seria impossível fazer uma lista. Dessas tantas, apenas três conseguiram, de fato, chegar mais longe. Os ingleses Badfinger - de Pete Ham e Tom Evans, o "Big Star" - do saudoso Alex Chilton, e os Raspberries - de um gênio talentosíssimo chamado Eric Carmem.

The Raspberries foi uma banda de power pop americana de Cleveland, Ohio, formada em 1970 por Eric Carmen, Wally Bryson, Jim Bonfanti e John Aleksic. No final do mesmo ano, este último saiu, sendo substituído por Dave Smalley. Esta foi a formação clássica que, segundo a Allmusic, "cortou as pretensões épicas e a pomposidade do rock dos anos 70 com o orgulho de recuperar o espírito e a simplicidade do pop clássico, recordando o auge da era da invasão britânica, requintadamente trabalhada com melodias e harmonias dolorosamente lindas que remetem aos melhores momentos dos Beatles, dos Beach Boys e The Who".
  
O produtor Jimmy Lenner foi o responsável por todos os álbuns dos Raspberries, nos anos 70. Liderados pelo vocalista / guitarrista / compositor Eric Carmen, o grupo obteve relativo sucesso comercial, chegando a emplacar um quinto lugar na parada americana de sucessos com "Go All The Way". Mas de onde veio esse, tinha muito mais e cada disco que lançaram entre 1971 e 1975, quatro álbuns, verdadeiras cartilhas do Power Pop, parecem na verdade, quatro ‘Greatest Hits’ pelo tanto de faixas boas que trazem.

Eric Carmen, em carreira solo, produziu outros tantos hits, a mais conhecida é "All By Myself", que se tornou um hit mundialmente e foi regravada por dezenas de intérpretes. Também já participou da ‘All Star Band’ – a superbanda de Ringo Starr.

A esperada volta dos Raspberries foi em 2007, na House of Blues, em Cleveland com a formação mais consagrada do grupo na ativa novamente, com Eric Carmen, Wally Bryson, Jim Bonfanti e Dave Smalley. O DVD é um presentaço para todos os fãs saudosistas, um desfile de pérolas que parece não ter fim. Estão lá: “Let's Pretend”, “Rock And Roll Mama”, “I Wanna Be With You”, “Tonight”, "Ecstasy", "Drivin' Around", "Cruisin' Music", "Might As Well", "Party's Over", “Overnight Sensation”, “I Can Remember”, “Nobody Knows”, “Don't Want To Say Goodbye” (sucesso aqui no Brasil) e mais outras tantas que ficaria até chato citar aqui. Então, o melhor é botar as latinhas na geladeira e se deliciar com o melhor sabor das framboesas. RASPBERRIES FOREVER!!!


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

AGORA É OFICIAL! PAUL McCARTNEY NO BRASIL 2014

Ex-Beatle anunciou hoje, segunda-feira (13), em seu site oficial, as datas dos três shows que realizará no Brasil no próximo mês. As apresentações ocorrerão nos dias 10 em Vitória, 23 (domingo) em Brasília e 25 em São Paulo. Welcome Paul!!!

domingo, 12 de outubro de 2014

THE BEATLES - ALL TOGETHER NOW - SENSACIONAL!


“All Together Now” (Lennon & McCartney) foi escrita em maio de 1967, e Paul foi seu principal compositor. A idéia era que fosse outra “Yellow Submarine” e John ficou satisfeito quando ouviu as torcidas de futebol da Inglaterra cantando a música.
Um dos efeitos do psicodelismo era a renovação do interesse pela inocência da infância, e as rimas infantis começaram a afetar o trabalho pós-Pepper dos Beatles. Iona Opie, folclorista e editora do The Oxford Dictionary of Nursery Rhymes, acredita que, quando as frases soam tão familiares, atraem mais a memória compartilhada: “Não posso distinguir nenhuma influência particular em “All Together Now”, ela afirma. “Existem tantas rimas de ABC e há diversas rimas como “one, two, three, four, Mary had a contage door...” que estão muito próximas. A música parece ter saído de um inconsciente universal”. Paul confirma tê-la tirado das músicas para criança (“É uma cantiga de brincadeira”), mas diz que também estava brincando com o significado de “all together now”, que podia ser um convite para que todos cantassem em uníssono como um slogan para a unidade mundial.

Desde o início, os Beatles não queriam participar do projeto do desenho animado “Yellow Submarine”, e também não gostavam da idéia de que seriam dublados. Quando viram as primeiras provas do filme quase pronto, acharam tão bom que decidiram que queriam aparecer de verdade.
 

THE SMITHEREENS - I WANT TO HOLD YOUR HAND – SENSACIONAL!

BOB DYLAN - JOKERMAN - DEMAIS!

“Infidels” é o 22º álbum de estúdio do grande Bob Dylan, lançado em 27 de outubro de 1983 pela Columbia Records. Produzido por Mark Knopfler e o próprio Dylan, “Infidels” é visto como seu retorno à música secular, depois de uma conversão ao cristianismo , depois de várias religiões. Sem abandonar imagens religiosas, "Infidels" ganhou muita atenção por seu foco em temas mais pessoais de amor e perda, além de comentários sobre o meio ambiente e geopolítica. Christopher Connelly da Rolling Stone chamou os álbuns Gospel gravados antes de “Infidels”, de "sem vida", e que “Infidels” tornaria a carreira de Bob Dylan viável novamente. De acordo com Connelly e outros, esse álbum é a melhor obra poética e melódica de Dylan desde Blood on the Tracks. Otimamente bem recebido por público e crítica foi o melhor de Dylan em anos, quase mundialmente aclamado por suas composições e performances.

GEMMA ATCKINSON - A GAROTA DO BAÚ DO EDU

Uma das capas mais legais (das milhares!) que já apareceram aqui, foi de uma belíssima garota de olhos azuis. Muita gente me perguntou quem era e pediu que eu colocasse mais uma vez. Pois então, conheçam essa inglesinha cheia de tanta graça e formosura (e que até sabe cantar!) . Miss GEMMA ATKINSON. O mais surpreendente, inusitado e até engraçado, é que ela é filha de ninguém menos que o Mr. Bean!
Tomou papudo?  Gemma Louise Atkinson nasceu em Bury, Greater Manchester em 16 de Novembro de 1984. Gemma sempre se interessou muito por esportes e não mostrou qualquer interesse pelo mundo da moda e da representação na sua adolescência. Foi a mãe que a levou ao seu primeiro casting e a partir daí começaram a aparecer propostas para sessões fotográficas e anúncios publicitários. A série Hollyoaks cativou adolescentes por todo o mundo e, desde 2001, a personagem Lisa Hunter, interpretada por Gemma, tem sido uma das razões para isso. Mas a melhor parte da carreira de Gemma é sem dúvida as suas sessões fotográficas para a FHM, Maxim e Loaded onde pudemos apreciar os seus incomparáveis atributos. É isso aí, Gemma! Viva a Inglaterra!

sábado, 11 de outubro de 2014

PROMOÇÃO PAUL McCARTNEY - ATENÇÃO, ATENÇÃO!


Atenção amigo Paulo Hardy, ou Paulo McHardtney, como você prefere: Já faz uma semana que terminou a promoção e você não mandou o e-mail com nome e endereço e confirmando que está ciente que ganhou. Se esse e-mail não chegar hoje, você está fora e eu escolho para quem vou mandar os discões. Ok?