quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A MORTE DE BRIAN EPSTEIN - O COMEÇO DO FIM?

Brian Epstein era homossexual. O que só se tornou público tempos depois de sua morte. A homossexualidade de Brian era conhecida entre os mais próximos inclusive os Beatles. Devido a uma maior proximidade que tinha com John Lennon surgiram rumores que os dois tiveram um breve caso numa viagem que fizeram juntos para a Espanha em abril de 1963. Pouco depois de começar a empresariar os Beatles, Brian começou a tomar anfetaminas. Para ele era o único meio de manter-se acordado até altas horas durante as exaustivas turnês. Mais tarde, se envolveu  no uso de outras drogas como a maconha e o LSD. Pouco antes de sua morte, Brian foi internado na clínica Priory tentando se livrar do uso de anfetaminas e da insônia. Sua última visita aos estúdios de gravação foi em 23 de agosto. No dia seguinte ele partiu para sua casa no campo em Uckfield (Sussex) para férias. Chegando em Uckfield, resolveu voltar a Londres. No dia 27 de agosto de 1967 Brian Epstein foi encontrado morto em seu quarto, aos 32 anos. No laudo, constava "morte acidental" por overdose de Carbitol, um medicamento para insônia. No dia do falecimento os Beatles estavam em Bangor meditando com o guru Maharishi Mahesh Yogi. O corpo de Brain encontra-se sepultado no Cemitério Judaico Kirkdale, Kirkdale, Merseyside na Inglaterra.
  
Brian nasceu em Liverpool, Inglaterra no dia 19 de setembro de 1934 vindo de uma família de origem judia. Seu avô, Isaac Epstein veio da Lituânia para a Inglaterra por volta de 1890. Isaac fundou a "I. Epstein and Sons" e expandiu os negócios da família abrindo uma loja de instrumentos musicais, discos de música entre outras coisas. A nova loja se chamou "NEMS" (North End Music Stores). O pai de Brian, Harry e sua mãe, Malka (conhecida como Quennie) tiveram outro filho, Clive. Durante a segunda guerra mundial, os Epstein mudaram-se para Southport (perto de Liverpool) para fugir da Blitz. Eles voltaram a Liverpool em 1945. Até os 16 anos, Brian estudou em vários internatos até que escreveu uma carta ao pai dizendo que queria ser designer de moda. Como o pai não aceitou, Brian foi trabalhar na loja da família.Em dezembro de 1951, serviu a Royal Army Service Corps (RASC) e foi colocado em serviço na Albany Street Barracks em Londres.Em 1956, aos 21 anos, Brian se tornou gerente da NEMS pouco depois com a ambição de se tornar ator, o pai permite que Brian parta para Londres para os estudos da carreira. Brian estudou na Academia Real de Artes Dramáticas mas logo abandonu retornando a Liverpool. De volta a cidade natal, Brian foi trabalhar na récém inaugurada NEMS, rede de lojas de discos em Great Charlotte Street. Determinado em tornar a NEMS a melhor loja de venda de discos, Brian contratou o experiente vendedor Peter Brown, que na época trabalhava na seção de música na loja de departamento Lewis's. Em agosto de 1961, Brian começou a escrever regularmente artigos sobre música no Mersey Beat.
O primeiro encontro com os Beatles aconteceu em 1961, segundo Brian, um cliente chamado Raymond Jones foi até a NEMS pedir um compacto com a música "My Bonnie" gravada pelos Beatles e Tony Sheridan quando o grupo estava fazendo algumas apresentações em Hamburgo. Brian como não conhecia a banda e ficou sabendo que eles tocavam regularmente num pub não muito distante de sua loja resolveu vê-los. Foi assim que no dia 6 de novembro de 1961, Brian viu os Beatles tocando no Cavern Club pela primeira vez. Sua chegada ao Cavern Club foi anunciada no alto falante da casa, Brian foi tratado como VIP. Ele diria mais tarde "Fiquei impressionado de manera imediata pela música deles, ritmo e sentido de humor no palco. E inclusive quandos os conheci mais tarde também fiquei impressionado pelo carisma pessonal deles. E foi neste mesmo intante que tudo começou...". No dia 10 de dezembro do mesmo ano, Brian propôs empresariar os Beatles. Essa história do primeiro encontro de Brian com os Beatles é contestada por Bill Harry (editor da revista Mersey Beat). Segundo Bill, Brian teria visto um artigo sobre os Beatles no Mersey Beat vendido na sua loja, a NEMS.
A influência de Brian nos Beatles foi grande, ele propôs uma nova maneira de se vestir e se comportar no palco. Antes os Beatles se vestiam de jaquetas de couro e jeans. Com Brian passaram a usar ternos impecáveis. Antes os Beatles bebiam, fumavam, conversavam, xingavam durante o show, também paravam uma música no meio. Com Brian, os Beatles passaram a se comportar de maneira mais profissional. Durante o show, todos esses “hábitos” estavam proibidos.Isso era cláusula do contrato. Paul McCartney foi o primeiro beatle a aceitar esta nova maneira de se comportar da banda.
Após o contrato com os Beatles, Brian foi várias vezes a Londres tentar um contrato com alguma gravadora sendo recusado por várias incluindo a Columbia, Pye, Philips e Oriole. Mas a recusa mais famosa foi na Decca. Os Beatles chegaram a gravar um material para um disco na Decca mas a gravadora os dispensou por acharem que conjuntos com guitarras estavam fora de moda!
No dia 8 de fevereiro de 1962, Brian levou a audição da Decca até a loja de discos HMV em Oxford Street com intenção de transformar a fita em um disco. Na HMV o técnico Jim Foy acabou gostando do material e sugeriu que Brian procurasse George Martin na Parlophone (uma subsidiária da EMI). Com a fita da Decca, os Beatles conseguiram o contrato com a Parlophone antes mesmo que Martin os tivesse visto pessoalmente. Daí em diante, houve a explosão da Beatlemania e sucesso arrasador dos Beatles. Quando eles decidiram que não excursionariam mais, em 66, aquilo foi o gatilho que disparou em Brian uma depressão que cresceu até não poder mais e finalmente no dia 27 de agosto de 1967, o levou aos 32 anos. Os Beatles estavam em Gales, com o Maharishi Maheshi Yogi e voltaram para Londres assim que souberam. No laudo, constava "morte acidental" por overdose de Carbitol, um medicamento para insônia.
Em 1963, grupos descobertos e empresariados por Brian eram responsáveis por cerca de 85 músicas das 100 mais da parada britânica. O Financial Times estimou, em 1967, a fortuna do empresário em torno de 7 milhões de libras. Quando faleceu no segundo semestre daquele ano foi descoberto que sua fortuna havia sido superestimada devido a jogos e gastos generosos.

Sobre a morte de Brian, John Lennon disse: "Estávamos no País de Gales com o Maharishi. Havíamos acabado de assistir à sua primeira palestra quando recebemos a notícia. Fiquei chocado, todos nós ficamos, e fomos falar com o Maharishi. ‘Ele morreu’, dissemos, e ele, como um idiota, dizia em tom paternal, ‘Esqueçam, fiquem felizes, sorriam’, e foi o que fizemos. Senti o que qualquer um sente quando uma pessoa íntima morre: algo dentro de nós dizendo de forma descontrolada, ‘ainda bem que não fui eu’. Não sei se você já passou por isso, mas muitas pessoas próximas a mim morreram e eu pensei ‘Que droga! Não há nada a fazer’. Sabia que estávamos em uma enrascada. Estava assustado, pois não tinha nenhuma ilusão de que pudéssemos fazer qualquer outra coisa a não ser tocar, e pensei ‘Estamos acabados’. Eu gostava de Brian e tivemos uma relação estreita durante anos, por isso não quero que nenhum estranho seja nosso empresário, simplesmente isso. Gosto de trabalhar com amigos. Eu era o mais próximo de Brian, tão próximo quanto se pode ser de alguém que leva um estilo de vida ‘gay’, e você não sabe o que ele faz por fora. De todos os Beatles, eu era o mais próximo de Brian e realmente gostava muito dele. Nós tínhamos plena confiança nele como empresário. Para nós, ele era o especialista. Bem, no começo ele tinha uma loja e achávamos que qualquer um que tivesse uma loja sabia o que fazer. Ele costumava encantar e seduzir a todos, mas, às vezes explodia, tinha acessos de raiva e tinha crises de poder e, então, sabíamos que iria desaparecer por alguns dias. De tempos em tempos, entrava em crise e todo o negócio parava, pois ficava prostrado na cama, tomando soníferos por dias a fio. Às vezes desaparecia, porque fora espancado por algum estivador em Old Kent Road. No início, não sabíamos o que realmente acontecia, mas, mais tarde, descobrimos a verdade. Nunca teríamos conseguido chegar ao topo sem sua ajuda e vice-versa. No começo de nossa carreira tanto Brian quanto nós contribuímos, nós tínhamos o talento e ele fazia as coisas acontecerem. Mas ele não tinha força suficiente para nos controlar. Nunca conseguiu que fizéssemos algo que não queríamos”.

HAPPY BIRTHDAY, BARBARA BACH - BÁRBARA!

"Você acredita em amor à primeira vista?" Isso lhe parece familiar? Richard Starkey quando adotou o nome de "Ringo Starr", sabia muito bem o que estava fazendo. Quando trocou os "Hurrycanes" de Rory Storm pelos Beatles, mostrava para ele mesmo que não era um ninguém, e sim, o melhor baterista de Liverpool. Junto com os Beatles, Ringo se tornou imortal. Sempre manteve as coisas sob controle, e continuou o melhor amigo dos outros três 'fellows', depois da separação dos Beatles. O caráter de Ringo é indiscutível, e foi, pelo caráter e carisma que caiu nas graças da bela Barbara por quem se apaixonou à primeira vista. Você acredita em amor assim? Claro. Acontece toda hora.
Barbara Bach, é o nome artístico de Barbara Goldbach, nascida no Queens, em Nova Iorque, hoje está completando 67 anos. Ela nasceu em 27 de agosto de 1947. Ex-Playmate, é atriz, ex-Bond-Girl e esposa do baterista mais famoso do mundo, Mr. Ringo Starr.
Barbara trabalhou como modelo internacional de sucesso nos Estados Unidos e na Europa, com capas para revistas como Elle e Vogue e Playboy. Baseada na Europa, no começo dos anos 70, com seu primeiro marido, o empresário italiano Augusto Gregorini, lançou-se no cinema em 1971 com um pequeno papel no filme de horror italiano “La Tarantola dal ventre nero “, estrelado por duas outras Bond-Girls, Claudine Auger e Barbara Bouchet, depois seguindo para a participação em outros filmes menores na Itália. Em 1975, se separou do marido e voltou aos Estados Unidos com os dois filhos pequenos, trabalhando novamente como modelo.
Dois anos depois conseguiu fama como a Bond-Girl de 007 O Espião Que Me Amava, terceiro filme da série de James Bond estrelado por Roger Moore e que a transformou numa sex-symbol internacional.
Em 1980 conheceu o ex-Beatle Ringo Starr durante as filmagens de Caveman e casaram-se em abril de 1981, aparecendo nos anos seguintes em diversos videoclipes e gravações de Ringo.
Formada em psicologia pela UCLA em 1993, Barbara abandonou o cinema na metade década de 1980, e hoje dirige uma fundação junto com o marido, a Lotus Foundation, dedicada à caridade.
Para ver ou rever a postagem sobre o casamento de Ringo e Bárbara, publicada originalmente em 15 de dezembro de 2010, o link é:

QUANDO DUAS LENDAS SE ENCONTRAM

No dia 27 de agosto de 1965, depois de muitos telefonemas entre Brian Epstein e o Coronel Tom Parker, foi arranjado o encontro de Elvis com os Beatles. A visita dos Beatles ao rei do rock aconteceu em sua casa, em Bel Air. Não existem muitas evidências, até hoje, de qualquer produto áudio/visual relevante. A única imagem alusiva ao encontro de Elvis com os Beatles é uma foto em que John Lennon aparece saindo da casa de Elvis. Anos mais tarde apareceu uma outra onde Elvis aparece segurando um baixo e John sua rickenbaker. No documentário The Beatles Anthology, de 1996, os ex-beatles Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr,dizem que jamais tocaram com Elvis, e que somente John o fizera. No mesmo documentário, Ringo, para os biógrafos confiáveis, a grande estrela da noite em simpatia e camaradagem geral, disse ter jogado futebol com Elvis.

Esse ano, para lembrar o famoso encontro entre as maiores estrelas da música pop de todos os tempos, a gente confere um trecho do excelente livro “The Beatles – A Biografia” de Bob Spitz.
"Coisas estranhas abundavam em Los Angeles. Primeiro, a polícia se recusou a cooperar com os Beades, dizendo que "não poderia se responsabilizar pela segurança deles". Depois, Phil Spector os convidou a ir à sua mansão e fez uma apresentação de drogas e armas. Ambas as circunstâncias proporcionaram alguns momentos incômodos para os rapazes, mas nada que pudesse competir com a visita a Elvis. Havia mais de um ano que Brian e o Coronel Parker estavam tentando agendar um encontro entre seus megaastros, tendo apenas os egos — gigantescos egos — deles como empecilho. "Ávido para proteger o prestígio de seus artistas", nenhum dos empresários queria piscar primeiro quanto à decisão de quem aceitaria o convite do outro. Afinal, os Beatles cederam, concordando em fazer uma visita ao rei.Elvis tinha acabado de voltar de Honolulu, onde havia filmado Feitiço havaiano (Blue Hawaii), e estava encafuado com a máfia de Memphis numa casa alugada em Bel-Air. Quando os Beatles chegaram, um pouco depois das 10 horas da noite, em 27 de agosto, eles estavam "rindo [...] histéricos", parte pelo nervosismo, do qual todos sofriam, parte pelos baseados que tinham compartilhado no carro. A casa era muito, muito grande e extravagante — "como uma boate", pensou John. Lá dentro, Elvis estava acomodado soberanamente em um enorme sofá em formato de ferradura — o rei, maior que o mundo, com uma blusa vermelha por baixo de uma jaqueta preta justa e calças pretas. Com um braço, ele enlaçava sua rainha, Priscilla Beaulieu, e em volta estavam seus fiéis escudeiros: Joe Esposito, Marty Lacker, Billy Smith, Jerry Schilling, Alan Fortas e Sonny West. Talvez mais do que todos, John ficou abalado pela visão de seu ídolo de infância. Antes que ele comprasse um violão, antes do skiffle, antes de Paul, George e Stu, antes de sua própria odisseia pop, John tinha escutado "Heartbreak Hotel" e descobrira que "aquilo era o máximo para mim". Agora, John recorria a brincadeiras, encenações, e a falar sem parar como se fosse o inspetor Closeau. "Ah, entom esse é você!", ele brincou, tentando fazer um sotaque e olhando distraidamente para o anfitrião por sobre os óculos. Os outros Beates estavam atônitos, olhando em volta para o cenário ao estilo de Las Vegas, com mesas de bilhar e carteado, além de roletas que entulhavam o lugar. Uma.jukebox bem-abastecida ronronava num canto. A sala era banhada por uma luz vermelha e azul, o que criava a aparência de uma boate barata. Ninguém sabia o que fazer ou dizer. Após um breve e embaraçoso silêncio, Elvis os chamou para se sentar ao lado dele, mas se cansou dos olhares vazios dos Beatles — "Era a adoração de um herói de alto nível", admitiu Paul - e começou a zapear nervosamente pelos canais do aparelho de televisão, que tinha o tamanho de uma parede. "Se vocês vão ficar aí parados só olhando pra mim, eu vou pra cama", bufou Elvis, jogando o controle remoto na mesa de café. Virando-se para a namorada, ele disse: "Por hoje é só, certo, Cilla? Não queria que isto aqui acabasse como um bando de súditos visitando o rei. Achei que íamos relaxar, conversar sobre música e tocar um pouco". "Isso seria ótimo", disse Paul, sugerindo que tentassem tocar uma música da "outra Cilla" — Cilla Black —, e nesse momento surgiram guitarras e um piano branco, além de bebidas. "Nós plugamos os instrumentos, tocamos e cantamos... "You’re My World'", lembra-se John. Soltando-se aos poucos, eles emendaram alguns dos sucessos de Presley - "That's All Right (Mama)" e "Blue Suede Shoes", com Elvis levando a melodia e Paul improvisando ao piano -, e encerraram com "I Feel Fine". A essa altura, John havia passado para um tom mais espinhento. "Ê assim que isso deverria ser", ele arremedou não se sabe quem, "uma pequena rreuniom caseirra com al¬guns amigos e um poco de musique." Chris Hutchins, que relembrou a visita em sua crônica de 1994, Elvis Meets The Beatles, escreveu que além do falso sotaque francês, John cutucou Elvis grosseiramente — e nada menos que na frente de seus amigos —, mencionando sua falta de pegada, os compactos melosos que lançara depois de servir o exército, e sua série de filmes-pipoca. "Pode ser que eu grave algumas coisas e derrube vocês", disse Elvis, dando de ombros, sentindo-se pressionado a responder. Ninguém conseguia dissipar as "sutilezas incómodas [...] e a alegria superficial" que pontuaram a noite até um pouco depois das 2 da madrugada, quando os Beades finalmente partiram. "Agrradeço pela música", disse John, indo embora, e então gritou: "Longa vida ao Rei!" No dia seguinte, a multidão de jornalistas famintos que cobria a turnê atacou o assunto do encontro histórico, que foi exposto à imprensa — e organizado, em grande parte, para agradar aos dois empresários — por Tony Barrow. Os jornalistas foram abas-tecidos com volumes generosos de citações de cada um dos Beates, que tropeçaram uns nos outros na pressa de cumprimentar o ídolo. Apenas em particular, John viria a admitir como realmente se sentiu. "Foi um monte de baboseira", ele concluiu. "Foi como visitar Englebert Humperdinck."

Não percam, amanhã, a sensacional postagem "O ENCONTRO DE BOB DYLAN COM OS BEATLES", exclusiva do Baú do Edu. Abração!

BRIAN NÃO CONHECEU OS BEATLES NO CAVERN. CERTO OU ERRADO?

Todo mundo está careca de saber que a primeira vez que Brian Epstein viu os Beatles foi no Cavern. Certo? Mais ou menos. Agora, começam a aparecer controvérsias. Um historiador dos Beatles afirmou Brian Epstein viu pela primeira vez os Fab Four, em um clube de jovens em Tuebrook. Gerry Murphy, que foi co-fundador do Cavern City Tours, afirma ter descoberto que o grupo foi visto pela primeira vez pelo gerente que os ajudou para o sucesso internacional no Centro de Juventude de St John’s em Snaefell Avenue, Tuebrook. Ele disse que o clube, também conhecido como Brockman Hall e agora o lar de deficiência caridade Daisy Inclusive, foi o cenário para o "melhor do rock and roll que já vi". Murphy disse que estava estudando para um mestrado sobre os Beatles quando se deparou com a informação. Ele agora acredita que Epstein chegou a ver um concerto dos Beatles em julho de 1961, meses antes de seu primeiro encontro no Cavern relatado em novembro daquele ano.
No mês passado, ele viu uma foto no ECHO de fãs com o grupo, que então incluía Pete Best, no show em questão. Ele disse: "Minha opinião é que Epstein foi ver o grupo no final de julho, manteve contato com eles e formalmente foi vê-los e fazer uma proposta em novembro daquele ano." Mas o diretor do Cavern Club Bill Heckle contestou a acusação. Ele disse que primeiro avistamento do grupo de Epstein foi bem documentada em sua própria autobiografia e não foi em Brockman Hall. Heckle acrescentou: "O que é possível é que ele estavesse lá, mas não me lembro de ver os Beatles ou ficar impressionado, porque sua primeira lembrança do encontro é, obviamente, de forma irrefutável, no Cavern." Sr. Murphy e Dave Kelly: “agora esperamos começar um projeto para descobrir mais sobre as conexões do salão com a banda”. Eles estão apelando para as pessoas compartilharem suas memórias.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

RUSTY ANDERSON - "AFTERNOON - EFFORTLESS"


No último fim de semana, o guitarrista de longa data de Paul McCartney, Rusty Anderson comemorou o lançamento oficial do seu novo álbum 'Rusty Anderson Afternoon EP II ", com uma performance de gala no Fullerton, California. Anderson e seu colega de Los Angeles Todd O'Keefe compreendem a nova banda ‘Rusty Anderson Afternoon', e eles já ganharam o sucesso com o primeiro single do EP, "Effortless", que atingiu o número um na Sirius Radio 20. O sucesso de "Effortless" foi seguido pelo segundo single do EP, um cover do 10CC de " I'm Not in Love". "Rusty Anderson Afternoon EP II" é o mais recente de uma série de sucessos pessoais atuais para Anderson, que recentemente lançou a guitarra Gibson Rusty Anderson -ES 335 com sua assinatura.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

PROMOÇÃO BANGLADESH - ÚLTIMOS DIAS!


E atenção: a promoção "The Concert For Bangladesh" está em andamento até o dia 31 de agosto. Se você ainda não está participando, a hora é agora! Responda a pergunta:
"Porquê George Harrison é tão importante pra mim?"Os textos dos 3 primeiros colocados serão publicados aqui, e o vencedor vai receber em sua casa, sem despesa alguma, essa maravilhosa jóia fora de catálogo há muito tempo. As respostas devem ser enviadas por e-mail para eduardobadfinger@gmail.com e serão submetidas à aprovação do Maestro João Carlos Mendonça e do professor Valdir Bernardo Junior. Por isso, capriche! Ainda dá tempo! Marquei para o dia 31 mas se ficar ansioso demais pode ser a qualquer hora. Não há limites de linhas nem do tamanho da importância de George para você! Abração e boa sorte a todos! Sejam criativos! Confira aqui, se você está participando: Alexandler  Lopes, Ana Beatriz da Silva, Camila Oliveira, Eduardo Zamariola, Fábio Simão, Marcio Pereira, Murilo Pedreira, HelpPires, Miriam, Roberto Castello e Pedro RBC.

THE BEATLES - EVERYBODY'S IS TRYING TO BE MY BABY

THE JEFF HEALEY BAND - YER BLUES - SENSACIONAL!

Essa versão incrível de "Yer Blues" dos Beatles, aparece no quarto álbum da The Jeff Healey Band. Como o nome diz, é um álbum de covers , lançado em 1995, que homemaneia todos os guitar-heroes de Healey, cego de nascença. Isso sim, é FAN-TÁS-TI-CO!

THE SUPREMES – I WANT TO HOLD YOUR HAND


The Supremes foi um bem sucedido girl group da Motown ativo de 1959 a 1977. Apresentava vários estilos musicais, como doo-wop, pop, soul, psicodelia e disco. Uma das marcas registradas da Motown, The Supremes foi o mais famoso grupo musical negro dos anos 60, conhecida inicialmente como "Primettes", por volta de 1959, era uma banda vocal formada por: Betty McGlown (substituída por Barbara Martin), Diana Ross (que apesar de sua feiura ganharia o mundo!), Florence Ballard e Mary Wilson, emplacando 20 sucessos no Hot 100 da Billboard entre 1964 e 1969, muitos deles escritos e produzidos pelo principal time criativo da Motown, Holland-Dozier-Holland. O sucesso das Supremes durante essa época pavimentou o caminho para que futuros artistas de soul e R&B ganhassem as platéias dos Estados Unidos e de diversos países. Não deixe de conferir a postagem “MOTOWN MEETS THE BEATLES” publicada em 19 de março de 2012: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2012/03/o-som-da-motown-motown-meets-beatles.html

sábado, 23 de agosto de 2014

NÃO ADIANDA! CHAPMAN CONTINUA EM CANA!!!


As autoridades penitenciárias do estado de Nova York negaram pela oitava vez o pedido de liberdade de Mark David Chapman, assassino de John Lennon. "O pedido foi rejeitado. Após uma análise (...) o painel determinou que, se for liberado, há uma probabilidade razoável de que não viva em liberdade sem violar a lei, e sua libertação seria incompatível com o bem-estar da sociedade (...)", explicou nesta sexta-feira (22) a comissão que revisou sua pena. Mark David Chapman, de 59 anos, foi interrogado por videoconferência na quarta-feira de sua cela na prisão de segurança máxima de Wende, em Alden, no estado de Nova York.

Chapman matou John Lennon em frente à residência do astro em Nova York, em 8 de dezembro de 1980. Ele atirou cinco vezes no cantor quando Lennon voltava com sua esposa, Yoko Ono, em seu prédio em Dakota, ao lado do Central Park. Lennon foi declarado morto no hospital às 23h15. Yoko Ono se opõe à libertação de Chapman, condenado em 1981 a uma pena de, no mínimo, 20 anos e no máximo de prisão perpétua. Chapman, em dezembro de 2000 conseguiu o direito de solicitar sua liberdade, que tentou obter sem êxito a cada dois anos. Sua próxima solicitação já está programada para agosto de 2016, segundo informaram as autoridades penitenciárias.

THE BEATLES - GET BACK - SENSACIONAL!

THE BEATLES - THE WHITE ALBUM - O ÁLBUM BRANCO


Em junho de 1968, logo depois do início das gravações para seu novo álbum, os Beatles encomendaram a vários artistas, o projeto gráfico da capa. Muitos foram reprovados sumariamente. Inclusive, o trabalho feito por Alan Aldridge (utilizado nos anos 80 na capa do “Ballads”) também foi proposto na época, e também foi rejeitado.
A capa do álbum duplo “THE BEATLES” foi elaborada pelo artista pop Richard Hamilton e sua principal característica foi o contraste com as capas psicodélicas dos dois discos anteriores, criando assim, apenas uma capa branca, com o nome da banda em relevo. Como Peter Blake fora o diretor artístico de Sgt. Pepper’s, Robert Fraser propôs aos Beatles que Richard Hamilton, outra figura de destaque da Pop Art britânica, se encarregasse do próximo álbum. Ele foi convidado para se encontrar com os Beatles no escritório da Apple e, após ter esperado por mais de uma hora, ele foi conduzido à sala de reuniões. A essa altura, ele já estava começando a pensar melhor se deveria se envolver no ramo musical e perguntou a Paul: “Por que você mesmo não se encarrega disso? Você não precisa de mim. Eu não sou o tipo de artista que está procurando”. Como a capa de Sgt. Pepper’s era muito rebuscada, ele propôs algo contrastante, um álbum branco. Para dar um toque inusitado, Hamilton convenceu-os a imprimir em cada cópia um número, dando a idéia de uma “tiragem limitada” de aproximadamente 5 milhões de cópias. Todos acharam a ideia divertida e concordaram com ela.

Richad Hamilton: “Comecei a me sentir um pouco desconfortável em colocar um álbum duplo da banda em um invólucor banco, sem outra coisa se não seu título em relevo. Então sugeri que encartássemos um pôster que seria mais atraente que a capa. A maior parte das pessoas pnsou que a idéia foi de Yoko Ono, inclusive ela. Pelo que conheço de seu trabalho e de su background em arte anant-garde, tenho certeza de que teria me apoiado, pois minha abordagem tinha tudo a ver com ela. Nessa época, Yoko estava metendo o nariz no negócio dos Beatles, mas meu contato era somente com Paul – nem mesmo a EMI estava envolvida no projeto”.

Paul: “Richard e eu trabalhamos juntos na montagem do pôster para The White Álbum. Durante uma semana acompanhei-o trabalhando na colagem das fotos da infância de cada um de nós. Fiquei impressionado quando, no final de semana, o pôster estava finalizado com as fotos na disposição que eu queria, e ainda havia a aplicação de fitas de papel branco, para dar a impressão de que elas não foram simplesmente colocadas ao acaso. O resultado foi fantástico e lembro-me de ter achado incrível a forma como ele criara esse efeito que eu nunca tinha visto antes”.
Os retratos dos Beatles que vinham com os discos foram feitos pelo fotógrafo ingês JOHN KELLY. Que também fez algumas fotos para o poster que acompanhava o luxuoso lançamento. Em 1997, O Álbum Branco foi nomeado o décimo melhor disco de todos os tempos pela “Music of the Millennium” da Classic FM. Em 1998 a Q Magazine colocou-o como 17° lugar e em 2000 em 7° lugar. A Rolling Stone colocou como o décimo entre 500 álbuns e o canal VH1 como 11° lugar. De acordo com a Associação da Indústria de Discos da América, o disco foi 19 vezes disco de platina e o décimo disco mais vendido nos Estados Unidos.

THE BEATLES - WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS


"While My Guitar Gently Weeps" é uma canção dos Beatles composta por George Harrison, está no álbum The Beatles ou Álbum Branco de 1968. De acordo com Harrison, a inspiração para a música veio da leitura do "I Ching", e foi baseada no conceito de que tudo é relativo, em oposição ao conceito de que tudo é mera coincidência.
 Tendo esta idéia do relativismo na casa de seus pais, em Liverpool, durante um período de férias, Harrison começou a escrever uma música com base nas primeiras palavras que ele viu após abrir o livro aleatoriamente. Essas primeiras palavras foram "gently weeps" (suavemente chora). Então, imediatamente, começou a canção. A letra é simples, com basicamente conselhos de vida, sempre seguidos da frase "Enquanto minha guitarra chora suavemente." Muitos fãs acreditam que exista uma pista sobre a "Lenda da morte de Paul McCartney", e que no final os gemidos de George são lamentações pela perda do amigo. Segundo George Martin, John Lennon e Paul McCartney subestimaram a música, que depois se tornaria um clássico. Eles a gravaram no dia 16 de agosto com mais de 14 takes, alguns acústicos e nenhum agradou George. Ele dizia que John e Paul tocaram com muito desânimo e desdém "Eles não levaram o trabalho a sério e acredito que nem se esforçaram para tocá-la direito." Mas sua forma de revolta não poderia ser mais criativa: Eric Clapton conta que Harrison falava da música e de repente disse que "ele bem que poderia participar do disco" ao que Clapton respondeu: "Os outros Beatles não iriam gostar!" e George subitamente respondeu: "Não tem nada a ver com eles, a música é minha."
 No outro dia, lá estava Clapton no estúdio com sua Gibson Les Paul, fazendo o solo da "guitarra que chora". Segundo Harrison: "A presença de Clapton no estúdio serviu para desanuviar as tensões entre o grupo e eles tiveram uma melhora em seu comportamento durante sua presença." Ringo Starr completou: "Foram dias memoráveis, Eric era muito divertido." Porém alguns tem dúvidas de que o solo usado no disco não foi o que Clapton gravou apenas pelo fato do trabalho seguinte, o "Abbey Road", ter um estilo semelhante tocado por George (possivelmente por influência do amigo). Harrison disse sobre o solo: "… Então Eric tocou, e eu achei que ficou realmente bom. Ouvimos e ele disse ‘tem um problema, não está Beatle o bastante.’ Então colocamos o ADT (automatic double-track) para incrementar um pouco." A versão acústica está no disco Anthology 3 e no retrabalho LOVE, com arranjo orquestrado por George Martin. Quem esteve na gravação original: George Harrison – vocal (double tracking), vocal de apoio, guitarra base, órgão Hammond; John Lennon – guitarra; Paul McCartney – vocal de apoio, piano, órgão, baixo de 6 cordas; Ringo Starr – bateria, tamborim; Eric Clapton – guitarra solo. "While My Guitar Gently Weeps" é a 2ª canção de George Harrison mais regravada por outros artistas. Só perde para “Something”. Alguns que já tiraram uma casquinha: Jake Shimabukuro, Vinnie Moore, Peter Frampton, Russ Freeman, The Jeff Healey Band, Kenny Lattimore, Phish, Kenny Rankin, The Rippingtons, The Punkles, Spineshank, Joe Louis Walker, The Muppets, Les Fradkin, Toto, Eric Roche, Damon and Naomi, Rick Wakeman, Todd Rundgren, M.O.P. , Wu-Tang Clan,Martin Luther McCoy, Doyle Dykes, The Grey Album - DJ Danger Mouse's, Marc Ribot, Lemon Demon, Nan Vernon, Jimmy Ponder, Derek Webb, Powderfinger, Dante Leon, Hank Marvin, Carlos Santana, Girl In A Coma, Lisa Marie Presley.


THE BEATLES - BACK IN THE USSR

"Back in the U.S.S.R." é uma canção dos Beatles lançada no álbum The Beatles ou Álbum Branco, de 1968. Foi composta por Paul McCartney e creditada à dupla Lennon & McCartney. McCartney conta que sempre ouvia americanos que viajavam reclamarem da saudade do fast-food, dos donuts e das lavanderias automáticas, então, ele resolveu narrar o inverso: um russo saindo de Miami e voltando para sua pátria, a União Soviética. Ele usou harmonias típicas dos Beach Boys em "California Girls" e da surf music, algo bem americano. Percebeu então que a sigla em inglês da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, que era USSR, continha a sigla dos Estados Unidos da América, US, e aproveitou-se disso para fazer uma paródia a canção "Back in the U.S.A." de Chuck Berry, em um ponto da música ele canta: "Back in the US, back in the US, back in the USSR" para deixar clara a brincadeira. A canção abre e fecha com um som de jato que se refere ao retorno de Miami Beach nos EUA à “União das Repúblicas Socialistas Soviéticas” (em inglês, "U.S.S.R."). Na letra, é possível ver a satisfação de se retornar ao país: "the Ukraine girls really knock me out" e "Moscow girls make me sing and shout" (“As garotas da Ucrânia me deixam louco” e “As garotas de Moscou me fazem cantar e gritar”). Outras referências à União Soviética são o trechos “show me round your snow peaked mountain way down south” (“me mostre a neve no topo das montanhas do sul”) e “let me hear you balalaika's ringing out” (“me deixe ouvir sua balalaica tocar”). A letra também contém uma referência à música de Hoagy Carmichael, "Georgia on My Mind": o trecho “And Georgia's always on my mind” pode ser interpretado como “E a Geórgia está sempre na minha mente” ou “E (as garotas da) Geórgia sempre (estão) na minha mente”, pelo trecho a seguir: "come and keep your comrade warm" (“venha e mantenha seu camarada aquecido”). A brincadeira relacionando as superpotências da Guerra Fria continua, pois a canção "Georgia on My Mind" refere-se justamente ao Estado americano da Geórgia. Em entrevista para a revista Playboy em 1984, McCartney disse: “Eu tinha consciência de como a União Soviética enxergava a música inglesa e como essa música seria mal interpretada pelos chefões do Kremlin, porém a molecada gostava, e isso me fez perceber o quanto aquilo era importante.” Em "Back in the U.S.S.R.", é o próprio Paul quem toca a bateria, porque em 22 de agosto, Ringo havia abandonado o grupo devido ao clima pesado nas gravações. McCartney também toca piano e guitarra (num dos seus solos mais fantásticos!). John aparece nos vocais de apoio, guitarra base e palmas. O baixo ficou com George. Ringo retornou duas semanas depois, após um pedido de desculpas dos outros Beatles com flores lhe esperando, espalhadas por toda bateria.

ROY ORBISON - HEARTBREAK RADIO - SENSACIONAL!


O rockão “Heartbreak Radio” de Roy Orbison aparece no álbum “King Of Hearts” – “Rei de Copas”, que é um álbum póstumo de Orbison lançado em 1992. Desse disco só participam feras. Muita gente famosa produziu e participou das várias gravações, incluindo Lynne. Foram eles: Don Was , David foi , Pete Anderson , Robbie Robertson , Will Jennings , David Briggs ,chips Moman , Guy Roche , Albert Hammond e Diane Warren. O álbum inclui ainda a versão dueto com KD Lang com a música de Orbison de 1961 "Crying ". " I Drove All Night "foi outro single do álbum.

UMA BANDA CHAMADA "PILOT" - MAGIC

O “Pilot” foi uma banda de Rock/Pop, formada em 1973 em Edimburgo , na Escócia pelos ex-membros dos Bay City Rollers , David Paton e Billy Lyall. Com o baterista Stuart Tosh , a banda gravou várias demos entre 1973 e 1974, assinaram um contrato com Nick Heath e Tim Heath, filhos de bandleader britânico Ted Heath , e John Cavanagh. No devido tempo, assinaram um contrato de gravação em todo o mundo com a EMI Records. Após a gravação de seu álbum de estreia, “Pilot” , o guitarrista Ian Bairnson (que havia tocado no álbum como um músico de sessão) se juntou à banda permanentemente.
O single de 1974 " Magic" de seu primeiro álbum, produzido por Alan Parsons e escrito por Paton e Lyall, chegou a # 11 no Reino Unido e # 5 nos Estados Unidos. Vendeu mais de um milhão de cópias e foi premiado com um disco de ouro pela RIAA em agosto de 1975. A canção "January" fez grande sucesso no Reino Unido, garantindo o primeiro lugar no UK Singles Chart em 1 de Fevereiro 1975, ficou no número um por três semanas. (Ele também foi número um na Austrália, onde permaneceu por oito semanas.) No entanto, o grupo não conseguiu chegar ao Top 30 novamente. O arranjador de "January", Andrew Powell , passou a gravar Kate Bush , e ambos Paton e Bairnson tocaram em seu álbum de estréia, The Kick Inside , que incluiu " Wuthering Heights ". Outros singles da banda com sucessos foram "Call Me Round" e "Just a Smile" (ambos 1975). Em 1977, apenas Paton e Bairnson foram deixados do quarteto original e eles gravaram o último álbum do Pilot (o apropriadamente intitulado “Two's a Crowd” (Dois de uma multidão). Em 1978, todos os membros do Pilot haviam começado outros projetos, nomeadamente Tosh, Paton e Bairnson que se tornarem membros do Alan Parsons Project , e Tosh também foi trabalhar com 10cc. Lyall morreu de causas relacionadas com a AIDS em 1989.

THE BEATLES - BLACKBIRD - DEMAIS!

"Blackbird" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon & McCartney. Foi lançada no álbum The Beatles (ou Álbum Branco) de 1968. A canção foi gravada em 11 de junho de 1968 apenas por Paul McCartney.
McCartney revelou que o acompanhamento do violão foi inspirado em "Bourée em mi menor" de Bach. A música de Bach era originalmente para violão clássico, instrumento que Paul e George Harrison tentaram aprender na juventude (mas só aprenderam mesmo com Donovan na Índia), portanto é caracterizada pela melodia em notas graves de baixo tocadas simultaneamente com cordas agudas e graves. McCartney decidiu alterar algumas notas de Bach, criando a base para Blackbird. A letra é uma metáfora sobre os conflitos raciais e direitos civis na América, principalmente da situação das mulheres negras. Paul leu uma notícia no jornal que relatava os conflitos raciais nos Estados Unidos, e o sofrimento de mulheres negras para ingressar na sociedade. A música é uma espécie de apoio e o melro-preto simboliza a mulher negra. Quando ele diz: "Pássaro preto, pegue essas asas quebradas e comece a voar" é como se fosse um conselho, do tipo: levante! Tome uma atitude! "Por toda sua vida você só esperou esse momento pra ser livre."
A canção foi gravada em 11 de junho de 1968 no Abbey Road Studios, com George Martin na produção e Geoff Emerick como engenheiro de som. McCartney toca um violão Martin D28. A faixa inclui um som de um autêntico melro-preto (Blackbird) cantando no final. A estrutura da canção não é usual, trazendo três versos que transgridem de 3/4, 4/4 e 2/4 na construção métrica. È na escala de Sol e é tocada com um estilo único de dedilhado e vibrato nas notas graves. A canção foi gravada apenas por Paul, que canta e toca o violão. Foi a pedido dele que foi colocado um microfone no assoalho do chão do estúdio, para que se ouvissem suas batidas ao estilo folk.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

TITTENHURST - AS ÚLTIMAS FOTOS DOS BEATLES JUNTOS

Há exatos 45 anos, no dia 22 de agosto de 1969, a mansão de John e Yoko em Tittenhurst Park foi o local escolhido para a última sessão de fotos dos quatro Beatles juntos, dois dias depois de sua última gravação. As fotos são do fotógrafo americano Ethan Russel.