sexta-feira, 6 de maio de 2016

PAUL McCARTNEY FAZ HOMENAGEM A PRINCE

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Na noite da última quarta-feira (4), Sir Paul McCartney tocou na cidade natal do músico Prince, Minneapolis e o cantor se uniu à longa lista de artistas que prestaram tributos ao cantor, que faleceu em abril deste ano. Paul dedicou o show ao grande Prince, dizendo “Prince, Minneapolis; Minneapolis, Prince. São um só”. Durante a homenagem, o músico fez um cover de Let’s Go Crazy, faixa presente no disco Purple Rain. Apenas duas semanas depois da inesperada morte do artista de 57 anos, as pessoas ainda sentem um gosto amargo pela perda e certamente o público presente no Target Center estava vivenciando um momento de emoção pura: o público respondeu com gritos, tornando a noite especial para todos os envolvidos. Paul McCartney falou um pouco mais durante a homenagem. Durante a apresentação, Paul também dedicou a homenagem a Jimi Hendrix e o produtor dos Beatles, George Martin. Na sequência das notícias relacionadas com a morte do ícone da música, McCartney foi ao Twitter para descrever a estrela como um “gigante criativo”. Enquanto isso, seu companheiro da época dos Beatles, Ringo Starr, por sua vez, escreveu o seguinte: “Deus abençoe Prince, todos nós vamos sentir falta dele e eu ainda tenho meu apito roxo. Vou soprar hoje”.

terça-feira, 3 de maio de 2016

WILL EISNER - THE SPIRIT E MUITO MAIS!!!

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William Erwin Eisner nasceu no Brooklyn, em Nova York em 6 de março de 1917. Mais conhecido simplesmente como Will Eisner, foi um famoso e renomado quadrinista americano, que durante seus mais de 70 anos de carreira, atuou em diversas áreas como desenhista,roteirista, arte-finalista, editor, cartunista, empresário e publicitário.
Eisner nasceu no distrito do Brooklyn, Nova York, Estados Unidos, onde passou sua juventude. Enquanto estudava no Instituto DeWitt Clinton, no também distrito nova-iorquino do Bronx, colaborou com Bob Kane (criador do Batman) na revista da escola. Em 1936 entrou para a equipe da revista WOW What a Magazine!, dirigida por Jerry Iger. Nesta revista Eisner criou diversas histórias: a série de aventuras Captain Scott Dalton; a história de piratas; The Flame, onde assinava com o nome de "Erwin"; a história de espionagem Harry Karry (com o pseudônimo de Bill Rensie), entre outras. No ano seguinte, com o fim da revista WOW, Eisner fundou com Iger o Eisner-Iger Studio, onde trabalharam grandes nomes das histórias em quadrinhos como Bob Kanee Jack Kirby. Até 1939, Eisner criou diversas séries como a história de piratas Hawks of the Seas.
Ao fim da década, Eisner e Iger dividiram sua sociedade. Iger passou a ser diretor de publicações da editora Fiction House, e Eisner passou a criar quadrinhos para a Quality Comics Group. Criou o personagem Doll Man e os da série Falcão Negro, ambientada na 2a Guerra Mundial. Dali, começou a produzir histórias no formato de 16 páginas do suplemento dominical dos jornais, onde apareciam sempre três histórias de várias páginas cada uma. Sua estréia foi em 2 de junho de1940, e no princípio incluía The Spirit, Lady Luck e Mr. Mystic.
The Spirit é a história de um detetive mascarado, Denny Colt, um herói sem superpoderes que protege os habitantes da cidade fictícia de Central City. A série se destacou pela inovação dos enquadramentos quase cinematográficos, os efeitos de luz e sombra e as inovadoras técnicas narrativas, além da qualidade do roteiro e da arte. Sempre a presença de belas mulheres, cenas hilariantes, melodramáticas, mas que enfatizavam sobretudo o aspecto humano dos personagens. Em 13 de outubro de 1941 The Spirit começou a ser também publicado como tira diária. Eisner deixou a série em 1942 ao ser mobilizado pela Segunda Guerra Mundial, onde produziu posteres, ilustrações e histórias propagandísticas para o exército norte-americano.
A série The Spirit, que havia sido continuada por outros artistas devido à sua ausência, foi retomada por Eisner em 1945. Como página dominical, The Spirit prosseguiu até 28 de setembro de 1952, e é considerada uma das obras mais importantes das histórias em quadrinhos.
Ao mesmo tempo que desenhava The Spirit, Eisner fundou a American Visuals Corporation, empresa dedicada a criação de comics, vinhetas humorísticas e ilustrações, que acabou absorvendo a maior parte do seu tempo, separando-lhe da criação de histórias. Somente quando o editor holandês Olaf Stoop reeditou The Spirit, no começo dos anos 70, Eisner voltou a interessar-se pela criação de histórias em quadrinhos. Em 1978 criou Um Contrato com Deus (A Contract With God), que consiste em quatro histórias acerca da vida no Bronx nos anos 30. Um Contrato com Deus tem com freqüência, embora erroneamente, sido citada como a primeira graphic novel, no entanto, cartunista Richard Kyle tinha usado o termo em 1964, em um boletim de fã, alem de ter aparecido na capa da The First Kingdom (1974) de Jack Katz, com quem Eisner se correspondia.
Depois desta obra, Eisner prosseguiu criando graphic novels com regularidade, como Life on Another Planet (1978), O Sonhador (The Dreamer, 1986), O Edifício (The Building, 1987), No Coração da Tempestade(In the Heart of the Storm, 1991), Invisible People (1991-92), entre outros. Um mês antes de morrer concluiu sua obra mais política, A Conspiração (The Plot, 2005), um ensaio gráfico sobre a história do livreto Os Protocolos dos Sábios de Sião. Eisner teve uma importância decisiva para demonstrar que histórias em quadrinhos não são meio de entretenimento apenas para crianças e adolescentes.
Além de sua carreira como quadrinista, Eisner ensinou Técnicas de Quadrinhos na Escola de Artes Visuais de Nova York, e escreveu obras fundamentais na criação de histórias em quadrinhos: Os Quadrinhos e a Arte Sequencial (Comics and Sequential Art) e A Narrativa Gráfica (Graphic Storytelling). Em 1988 a indústria dos quadrinhos prestou tributo à Eisner criando o Prêmio Will Eisner, mais conhecido como "Eisners", que servem como uma premiação pelo "conjunto da obra" nas histórias em quadrinhos.
Will Eisner morreu em 3 de janeiro de 2005 em Laurderdale Lakes, Flórida, devido a complicações cardíacas depois de uma cirurgia em 22 de dezembro.

THE BEATLES - A HARD MEDDLEY - SEMPRE DEMAIS!

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RINGO STAR - THE BEATLES - OCTOPUS'S GARDEN

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"Octopus's Garden" é uma canção dos Beatles composta por Ringo Starr e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início no dia 26 de abril de 1969, e foi concluída em 18 de julho de 1969. Dura exatos 2’50”.
Durante as gravações do álbum "The Beatles", em 1968, havia muita tensão nos estúdios Abbey Road entre os quatro beatles. Em um desses episódios, Ringo Starr se chateou e abandonou as gravações. Abandonou a banda, pegou a família e foi para a Sardenha, Itália. Um dia, no iate do ator Peter Sellers, ele pediu "Fish 'n' Chips", mas veio polvo em vez de peixe. Surgiu então uma conversa com o capitão da embarcação sobre polvos. Este lhe contou que eles catavam pedras e objetos brilhantes no fundo do mar e os concentravam em um mesmo lugar, que ficava parecido um jardim. Com bases nestes fatos e com a ajuda de seu amigo e companheiro George Harrison ele compôs a canção. Não se sabe até que ponto Harrison ajudou. Esta ajuda nunca foi confirmada; porém no filme Let It Be aparece uma sequência em que são vistos os dois ensaiando a canção e Harrison mostrando alguns acordes para Ringo. A canção é creditada apenas a Richard Starkey.
"Octopus's Garden", além de Abbey Road, aparece no álbum Anthology 3, - onde está incluída uma gravação de uma das tomadas (take 2) realizadas no dia 26 de abril de 1969. A tomada considerada melhor e a que foi trabalhada foi a tomada 32 - e no CD "Love". O produtor George Martin criou uma versão diferente da canção: a introdução de "Octopus's Garden" cantada por Ringo está em velocidade mais lenta e misturada com a orquestração de Good Night. Em seguida, a música toma a sua forma original, misturada com os alguns efeitos sonoros de Yellow Submarine. Os quatro Beatles estão em seus instrumentos normais. Destaque para o solo excepcional de George Harrison.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

CONVIDADOS ESPECIAIS - THE HOLLIES - BUS STOP

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A PEDIDOS - THE BEATLES - GET BACK

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SESSÃO MAMÃO COM AÇÚCAR - MAIS FÁCIL, IMPOSSIVEL!

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Qual foi a música que fez John Lennon se emocionar e até chorar quando ouviu pela primeira vez em Esher em 1968? Quem acertar primeiro ganha um brinde do Baú!

CULTURA INÚTIL - QUANTOS JOHNLENNONS EXISTEM NO BRASIL?

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Na última quarta-feira (27) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) lançou em seu portal o "Nomes do Brasil", uma ferramenta online que apresenta algumas estatísticas envolvendo os primeiros nomes de cada brasileiro. Com dados do Censo 2010, a página informa que os nomes mais comuns entre os brasileiros são Maria, com frequência de 11,7 milhões de pessoas, e José, com 5,7 milhões de pessoasPara usar a ferramenta, basta acessar a página, digitar seu nome na busca e ver os resultados. Há ainda as opções de filtros por sexo e por Estado brasileiro. Mas após matar a curiosidade sobre seu nome, ou mesmo de seus familiares e amigos, vale a pena brincar um pouco com a ferramenta e experimentar alguns nomes mais inusitados e absurdos. Os resultados atestam a invencionice do brasileiro para batizar suas crianças. Por exemplo, se colocarmos na busca o deus da mitologia nórdica Thor --mais conhecido como um super-herói dos quadrinhos e também nome de um dos filhos do ex-bilionário Eike Batista-- aparecem 405 homônimos. O Estado com mais Thors é São Paulo, com 100, seguindo do Rio de Janeiro, com 84. Na área "nomes similares", ficamos sabendo que existem no Brasil os "quase xarás" To e Tor (?). Aliás, o próprio nome Eike é mais popular do que pode-se imaginar: existem atualmente 703 no país inteiro, sendo que o auge da popularidade do nome foi no Censo 2000, quando foram registrados 558 Eikes. Na época, o magnata Eike Batista ainda era casado com a modelo Luma de Oliveira e estava longe dos problemas que fizeram sua fortuna despencar nos últimos anos. Uma busca por "Jonlenon" apresenta 61 pessoas. Sim, é uma corruptela de John Lennon, o ex-Beatle morto em 1980. Nos nomes familiares há "Jhonlennon", "Jhonlenon" e "Johnlennon"; este último estaria quase fiel ao "original" se não estivéssemos falando de um nome e sobrenome que foram unidos em uma coisa só. Na mesma lógica temos no país 349 pessoas chamadas "Valdisnei", que pode ser lido como um abrasileiramento de Walt Disney, o fundador do lendário estúdio de animação. O IBGE também mostra o apreço do brasileiro por seus ídolos do esporte. De acordo com o último censo, temos 112 Pelés e 36 Sennas. Pouco importa se o primeiro era só o apelido do ex-craque Edson Arantes do Nascimento, e o segundo fosse o sobrenome, e não o primeiro nome, do falecido piloto Ayrton Senna. Falando em sobrenomes-que-viraram-nome, assusta o fato de haver no Brasil 188 Hitlers e 100 Stálins, dois dos maiores tiranos do século 20. Do outro lado da moeda, da homenagem aos grandes pacifistas, há apenas 64 Gandhis e 21 Budas. Mas como esperado no maior país católico do mundo, o nome Jesus é bem popular, com 35.774 pessoas. O curioso é que desse total, 2.018 são mulheres. É importante lembrar, porém, duas informações sobre a ferramenta. A primeira é que as formas variantes dos nomes foram contabilizadas via entrevista do recenseador ou pelo próprio dono do nome via internet; ou seja, pode ter muito nome que foi escrito errado por um ou pelo outro. A segunda coisa é que a busca só apresenta resultados para nomes cuja frequência é maior ou igual a 20 para o total no Brasil. Para o Estado selecionado, se exige uma frequência de pelo menos 15 nomes iguais; para os municípios; ao menos 10 nomes. Ou seja, deve haver muito mais nomes incomuns pelo país afora que a ferramenta do IBGE não mostra por, digamos, "falta de quórum".

THE BEATLES - BABY IT'S YOU

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Especialmente em homenagem ao meu saudoso amigo João Neiva.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

IMAGENS INÉDITAS DOS BEATLES

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Ainda restam coisas dos Beatles para se descobrir. Como um vídeo inédito que acaba de ser divulgado. Foi tornado público pelo arquivo audiovisual da Austrália, e nele se vê o quarteto de Liverpool brincando nos camarins pouco antes de um show, em 1965. A sequência de 49 segundos, em preto e branco e sem som, é “realmente excepcional”, segundo o National Film And Sound Archive (NFSA). As imagens foram feitas em 1° de novembro de 1965 nos camarins por Dawn Swane, um bailarino e maquiador que trabalhava à época na rede de televisão Granada TV em Manchester (Reino Unido) e que as gravou com uma câmera de 8 milímetros. “Estava na sala de maquiagem e estávamos bebendo champanhe”, explicou Swane, de 83 anos, em um comunicado ao NFSA. “Não sei se foi John [Lennon] ou Ringo [Starr], mas pegaram a câmera e disseram ‘Não é assim que se usa’, e começaram a movê-la por todos os lados, todo mundo estava brincando”, lembrou. “Mas foi sensacional, quero dizer que eram boas pessoas, de verdade”, acrescentou. As imagens fazem parte de um conjunto doado ao arquivo nacional australiano pela filha de Swane, Melinda Doring. Entre elas existe uma de Michael Caine sentado na cadeira de maquiagem. “Não temos nada tão excepcional em nossa coleção de filmes caseiros”, disse a conservadora assistente do NFSA, Tara Marynowsky. “É incrível ter algo tão valioso, especialmente porque Dawn Swane esteve com ele durante muito tempo. E muitos anos depois descobrimos isso e o disponibilizamos ao público”, acrescentou. Melinda Doring, a filha do maquiador, explicou que viu as imagens pela primeira vez quando era uma adolescente, mas que as descobriu novamente há quatro anos e percebeu que sofriam a chamada “síndrome do vinagre” que provoca a deterioração do material fílmico. “Sabia que ali existia material suficiente para ser preservado, e soube que era o momento de ligar para o arquivo, estabilizá-lo e preservá-lo antes que se perdesse para sempre”, explicou. Dawn Swane também conservou documentos do programa de televisão The Music of Lennon & McCartney com os autógrafos dos quatro Beatles, assim como do legendário compositor norte-americano Henry Mancini.

CHRISTINA AGUILERA FAZ COVER DE McCARTNEY

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Christina Aguilera faz cover de Paul McCartney com participantes do "The Voice". A cantora Christina Aguilera se apresentou na noite desta terça-feira (26) junto com o seu time de candidatos no The Voice. A loira e os participantes subiram ao palco do programa para fazerem a performance ao vivo do sucesso "Live And Let Die", de Paul McCartney.

terça-feira, 26 de abril de 2016

A PEDIDOS - THE JORDANS - CONTATOS IMEDIATOS DE 3º GRAU

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Publicada originalmente em 7 de agosto de 2014. Abração para o amigo Bena Valadão. Vlads!
The Jordans. Um dos grandes grupos de rock instrumental do início da década de 1960, na linha dos ingleses The Shadows e dos norte-americanos The Ventures. O que distinguia os Jordans de outros grupos brasileiros na mesma linha, como Os Incríveis e The Jet Black’s, era o uso de instrumentos pouco comuns no pop-rock instrumental, como vibrafone, bandolim e três guitarras elétricas.
O grupo se formou em São Paulo SP, no bairro da Mooca, em janeiro de 1956, com Aladdin (Romeu Mantovani Sobrinho), guitarra-solo; Sinval (Olímpio Sinval Drago), guitarra-base; Tony (José de Andrade), contrabaixo; Foguinho (Valdemar Botelho Júnior), bateria; e Irupê (Irupê Teixeira Rodrigues), saxofone e trompete. Tiraram seu nome do grupo vocal The Jordanaires, que participava das gravações de Elvis Presley. Apareceram na televisão pela primeira vez em 1958, num programa comandado por Tony e Celly Campello, na Record. A primeira gravação do grupo foi um 78 rpm pela Espaciall Mocambo, o instrumental Boudah (G. Dovan e B. Drean), no início de 1961. O grupo lançou Manito (tocando bateria enquanto Foguinho servia o exército) e Mingo, que depois formaram o conjunto The Clevers. Mais tarde, o trompetista Neno, também do The Clevers, passou a fazer parte do grupo. Contratado pela Copacabana em 1961, o conjunto gravou vários 78 rpm, LPs e compactos. Seus sucessos incluem: Blue star (Victor Young), em 1964, e Tema de Lara (Maurìce Jarre), em 1966. Aladdin saiu em fins de 1968 e o grupo se dissolveu pouco tempo depois. Irupê transferiu-se para o grupo de samba Raça Negra, como saxofonista e arranjador.
Em 1995, com Aladdin, Sinval, Tony, Foguinho e, eventualmente, Manito, o conjunto gravou um disco de reunião, Bons tempos. Ainda ativo na segunda metade da década de 1990, foi citado em revistas francesas e inglesas como um dos remanescentes latino-americanos do pop instrumental dos anos de 1960.

Muito legal! Mas o que é mais legal e curioso em toda a trajetória de The Jordans, é que em 1967, em Londres, eles se encontraram com ninguém menos do que THE BEATLES. Pois é, que sorte danada desses caras! Aqui, a gente vai conhecer a história de como The Jordans se encontraram com The Beatles, contada pelo próprio Foguinho (Waldemar Botelho Jr.), baterista do conjunto.
“Era 5 de novembro de 1967,estávamos em LONDRES de passagem, comprando alguns instrumentos numa loja no centro da cidade, tocávamos eu (FOGUINHO) bateria, o TONI contrabaixo e o lojista um teclado, juntou muita gente em volta para ouvir “bossa nova”e tinha um rapaz ao meu lado prestando muita atenção no rítmo, quando paramos, ele se identificou como baterista de uma orquestra, seu nome era PEPE,um espanhol radicado em LONDRES a uns 15 anos e ficamos trocando ideias sobre o samba que ele insistia em tocar errado, para não esticar o papo falei que estava bom e ele ficou sorrindo. Como eram quase 17h e sem almoçar, perguntei se conhecia algum lugar para se comer massas, ele disse que na rua de traz um amigo dele tinha uma lanchonete e para lá fomos. Lugar pequeno, nos acomodamos nas mesas da frente e nos fundos tinham dois casais tomando chá, pedimos macarronadas e enquanto aguardávamos o IRUPÊ foi ao banheiro e ao retornar disse “aqueles caras sâo parecidos com os BEATLES” e ninguém deu bola mas quando saíram e passaram na nossa frente pararam para olhar nossas camisetas da escuderia Pepe Legal e ficamos olhando pra cara deles, quando saíram é que caíu a ficha, eram PAUL e RINGO, então perguntamos ao amigo do PEPE se êles vinham sempre ali e diante da afirmativa, disse que estavam trabalhando em frente num estúdio no filme Yellow Submarine. Ao sairmos vimos o PAUL entrar num carro e se mandar, dava pra ver na janela o LENNON, subimos as escadas e batemos a porta, um senhor atendeu e logo atrás dele veio o JOHN, o PEPE nos apresentou e o NENO mostrou uns LPs nossos que tinhamos comprado na ESPANHA e disse que estávamos indo tocar na ITÁLIA, o LENNON pensou que era um presente, agradeceu e guardou os discos, entramos e encontramos o RINGO que logo foi especulando sobre “bossa nova” pois o SERGIO MENDES tinha lançado um álbum com músicas deles em samba e ele achou legal, o TONI filmou tudo com uma super8, o IRUPÊ e o PEPE bateram as fotos (essa aí foi a única que saíu). Nesse encontro estivemos eu FOGUINHO,TONI IRUPÊ e NENO, um abraço a todos.” 

CONVIDADOS ESPECIAIS - THE ROLLING STONES - OUT OF TIME

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domingo, 24 de abril de 2016

THE BEATLES - WE CAN WORK IT OUT - SENSASIONOUT!!!

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Em outubro de 1965, enquanto os Beatles gravavam Rubber Soul, Jane Asher decidiu entrar para o British Od Vic Company, o que significava uma mudança de Londres para o oeste da Inglaterra. A partida dela irritou Paul McCartney e causou a primeira grande crise na relação do casal. Como suas canções sugeriam, a noção de McCartney de uma boa mulher na época era a de alguém que conseguia ficar feliz simplesmente por estar ao lado dele. O ponto de vista de Jane era incomum para a época. Ela não estava satisfeita em ser a namorada de uma estrela do rock. Era uma mulher de boa educação, com idéias próprias, e queria, acima de tudo, estabelecer-se profissionalmente. Em "We Can Work It Out ", Paul não tenta entrar no mérito da questão, ele simplesmente pede que sua garota veja as coisas pelo lado dele, porque acredita que está certo; e ela, errada. Era típico de Paul, diante do que poderia ser o fim de um relacionamento. Ele não se recolhia para o seu quarto chorando, emergia com uma mensagem positiva "We Can Work It Out" - Nós podemos resolver Isso. A música foi gravada na casa de Paul em Heswall, Cheshire. O som de órgao foi acrescentado em estúdio como uma decisão posterior, e George Harrison sugeriu então mudar o bridge para o tempo de valsa. "We Can Work It Out" é amplamente interpretada como uma canção que faz referência a lutas internas dos Beatles como banda e como amigos, muito em particular entre Lennon e McCartney. Foi gravada em 20 de outubro de 1965, quatro dias após Day Tripper. Os Beatles passaram quase 11 horas trabalhando esta canção, o que a tornou a mais longa sessão de estúdio até aquele ponto. "We Can Work It Out" foi primeiro lugar tanto na Inglaterra como nos Estados Unidos.

RINGO - IMBATÍVEL EM "A HARD DAY'S NIGHT'...

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https://cbswzlx2.files.wordpress.com/2015/03/
O dia 24/04/1964, foi o dia da gravação da cena em que Ringo imita sir Walter Raleigh, colocando sua capa sobre uma poça de lama para que uma senhorita não sujasse seus sapatos e a mulher acaba caindo em um buraco. Essa foi a última cena feita para “A Hard Day´s Night”. Como era o último dia de filmagens, os Beatles, toda a equipe e Murray the K, que viera visitá-los, foram ao pub Turk's Head, próximo ao estúdio, onde comes e bebes os esperavam em um salão reservado.

THE BEATLES - LIVE - TICKET TO RIDE - DEMAIS!

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sábado, 23 de abril de 2016

ROY ORBISON - SHE'S A MYSTERY TO ME....

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Se o grande Roy Orbison vivo estivesse, estaria completando hoje 80 anos. Roy Kelton Orbison nasceu em Vernon, Texas, no dia 23 de abril de 1936. apelidado de "The Big O", foi um dos mais influentes artistas americanos e um dos pioneiros do rock and roll, cuja carreira estendeu-se por mais de quatro décadas. Orbison foi internacionalmente reconhecido por suas baladas sobre amores perdidos, por suas melodias ritmicamente avançadas, seu timbre vocal de três oitavas, seus característicos óculos escuros e um ocasional uso de falsete, tipificado nas canções como "Only The Lonely", "Oh, Pretty Woman" e "Crying". Em 1987, foi incluído no Hall da Fama do Rock'n Roll e nessa cerimônia cantou "Oh, Pretty Woman" com Bruce Springsteen. Neste mesmo ano, Orbison assinou contrato com a Virgin Records, onde regravou todos seus sucessos, pois muitas das gravações originais estavam "presas" devido ao processo de falência. O resultado foi o álbum In Dreams. Em 1988, Roy ganhou o Grammy pelo dueto com K. D. Lang na música "Crying". Em 1988 produziu o excelente álbum e o vídeo “A Black And White Night (Roy Orbison and Friends)” onde aparecem vários astros da música, como Bruce Springsteen, Tom Waits e Elvis Costello. No mesmo ano juntou-se a George Harrison, Bob Dylan, Tom Petty e Jeff Lynne formando os Traveling Wilburys. O lançamento deste álbum foi esplêndido a conquistaram o Grammy em 1989. Todos esperavam que a carreira de Roy Orbison estouraria novamente, quando sofreu um ataque cardíaco fatal, em Nashville. Ele morreu em 6 de dezembro de 1988. O lançamento do disco Mystery Girl, finalizado postumamente em 1989, foi considerado pela crítica como o mais bem sucedido álbum de toda sua carreira, não simplesmente como uma homenagem póstuma mas pelo fato deste disco conter canções que mostravam um homem descontraído e com uma voz que nunca havia soado melhor, como por exemplo "You Got It", "She's a Mistery to Me", "Califórnia Blue", "A Love So Beautiful", "In The Real World", "The Comedians", etc. Em 1992, foi lançado o álbum King of Hearts, contendo algumas músicas inéditas.

PRINCE - A ESTRANHA MORTE DO "GÊNIO" DE MINNEAPOLIS

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O cantor americano Prince, de 57 anos, morreu nesta quinta-feira em Paisley Park, sua residência e também estúdio, em Minneapolis, nos Estados Unidos, sua cidade natal, confirmou sua assessoria pessoal à Associated Press. Ainda não há confirmação da causa da morte. Depois de um pouso forçado com seu avião particular, há poucos dias, o cantor havia passado por uma internação. Também havia rumores de que ele estava acometido por problemas respiratórios e uma forte gripe. O cantor foi encontrado desacordado no elevador da casa e declarado morto às 10h07 no horário local (12h07 no horário de Brasília). Autor de clássicos como Purple Rain, When Doves Cry, Nothing Compares to You e Kiss, Prince, ao lado de Madonna e Michael Jackson, dominou o pop nos anos 1980. Purple Rain, o álbum, passou mais de 12 semanas no topo da parada americana em 1984, ano em que Prince se tornou um superastro internacional.http://www.grupovirta.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/
De acordo com o site TMZ, Prince sofreu uma overdose de drogas há seis dias. Esta informação não foi confirmada pela polícia ou fontes oficiais. O site diz ter confirmado com "diversas fontes" que, no dia 15 de abril, quando sua aeronave fez um pouso de emergência em Molline, Illionis, ele foi levado para o hospital para ser salvo da overdose. A informação divulgada até então é que ele tratava dos sintomas de uma gripe. Segundo o TMZ, ele tomou uma injeção usada geralmente para evitar overdose de opiácios. O médico teria recomendado que ele ficasse durante ao menos 24h internado. A equipe teria exigido um quarto privado, mas como isso não foi possível, ele decidiu sair do hospital.http://www.oestadoonline.com.br/wp-content/uploads/2016/04/
A morte de Prince causa comoção entre artistas em todo o mundo. Madonna disse no Twitter: ""Ele mudou o mundo! Um verdadeiro visionário. Que m... Estou devastada." Barack Obama também lamentou a morte do artista. Grandes nomes da música falaram da importância de Prince. O cantor norte-americano foi encontrado morto, aos 57 anos. O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, escreveu: "lendas nunca morrem... nós podemos ter perdido seu corpo, mas nunca perderemos sua música ou alma". Elton John também lembrou do amigo. "O maior performancer que eu já vi". Mick Jagger e Alicia Keys também homenagearam o responsável por "Purple Rain". "Prince foi um artista revolucionário, um maravilhoso músico e compositor. Prince foi um dos mais singulares e excitantes artistas dos últimos 30 anos", Jagger postou no Twitter. A cantora de neo-soul publicou uma foto com a legenda: Prince foi um presente, um gênio e um lembrete de que nós não temos limite". O presidente norte-americano Barack Obama publicou uma homenagem ao Prince no perfil oficial do Facebook. Obama escreveu: "Hoje, perdemos um ícone criativo. Poucos artistas influenciaram tanto o som e a trajetória da música popular. Como um dos mais prolíficos músicos do nosso tempo, Prince fez de tudo. Funk, R&B, Rock and Roll. Ele era um instrumentista virtuoso, um brilhante líder e um eletrizante performancer". "Prince era um cara super talentoso, multi-instrumentista. Viveu tudo o que podia. Deixou a marca na pedra", disse KL Jay, dos Racionais MC's, "Sempre toco Prince quando estou discotecando", completou. "Ele era o artista mais talentoso, junto com Stevie Wonder, nos dias de hoje", falou o produtor João Marcelo Bôscoli "O Prince tocava todos os instrumentos e criou várias linguagens no meio musical. Ele foi o artista mais influente depois dos Beatles. Era o Mozart da música pop". Um dos grandes guitarristas do rock nacional, Edgard Scandurra também deu sua opinião: "Prince era uma mistura entre Little Richards e Michael Jackson. Ele misturava tudo, o pop, o rock, a voz incrível e era um excelente guitarrista". O integrante do Ira também ressaltou o vazio musical que o artista deixa: "a cena pop fica mais carente, perde alguém que fazia algo diferente, que não tentava deixar tudo parecido".

PETE BEST, TONY SHERIDAN AND AFTERBEAT

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HER MAJESTY - A RAINHA COMPLETA 90 ANOS

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Dia 21/04/2016, a rainha Elizabeth II completou 90 anos. Na quarta-feira, divulgou uma foto das quatro gerações da família real para iniciar as comemorações de seu 90º aniversário, na qual o príncipe George roubou a cena e fez sucesso na internet. Em seguida, a monarquia britânica divulgou outra imagem da soberana acompanhada dos bisnetos, incluindo a pequena Charlotte e George, filhos de Kate Middleton e do príncipe William. A imagem é a capa do The Telegraph Daily e os cliques são de ninguém menos que Annie Liebovitz.
(AFP)
Após a morte de seu pai, rei Jorge 6º., em 1952, Elizabeth Alexandra Mary de Windsor obteve os títulos de chefe de Estado do Reino Unido, da Comunidade Britânica, governante suprema da Igreja da Inglaterra e comandante-chefe das Forças Armadas do Reino Unido. Sua mãe era a duquesa de York, Elizabeth Bowes-Lyon. Quando Elizabeth nasceu, era a terceira na linha sucessória, atrás de seu pai e tio, o príncipe de Gales, mais tarde rei Eduardo 8º. A jovem princesa foi educada em casa sob a supervisão de sua mãe e da governanta Marion Crawford. Tornou-se herdeira direta em 1936 porque seu pai se tornou rei após a abdicação do Rei Eduardo 8º. No final da Segunda Guerra, em 1945, ela convenceu o pai de que deveria contribuir nos esforços de guerra e se uniu ao Serviço Territorial Auxiliar como segunda subalterna Elizabeth Windsor, treinada como motorista. Fez sua primeira visita oficial ao exterior em 1947, com os pais, na África do Sul. Elizabeth casou-se com o príncipe Phillip Mountbatten, duque de Edimburgo, seu primo de terceiro grau. Ambos compartilham a rainha Victoria como trisavó e são descendentes diretos de Cristiano 9º., da Dinamarca. Em 1948, o casal teve Charles, o primogênito de quatro filhos. Após a coroação, Elizabeth mudou-se para o Palácio de Buckingham, em Londres. Ela é a chefe de Estado que mais viajou na história inglesa: em 1953-1954, ela e Filipe deram a volta ao mundo em seis meses. A rainha já fez visitas oficiais à maioria das nações europeias e de outros continentes, e esteve no Brasil em 1968, quando compareceu à inauguração do Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp). Em 2002, Elizabeth II comemorou 50 anos de sua ascensão ao trono com um grande tour pelos Reinos da Comunidade Britânica. Em junho, foi feita uma festa cívica, militar e religiosa que reuniu um milhão de pessoas. Presença assídua nos encontros da Comunidade Britânica das Nações (Commonwealth), Elizabeth é conservadora em questões religiosas, no padrão moral e em questões familiares. Por exemplo, usou da sua autoridade para prevenir sua irmã, Princesa Margareth, de casar-se com um homem divorciado. Hostilizou a princesa Diana (morta num acidente em 1997) por seu comportamento pouco afeito às regras da corte e pela sua alegria de viver. Por muitas décadas se recusou a reconhecer o relacionamento de seu filho, príncipe herdeiro, Charles, com Camilla Parker Bowles, com quem ele se casou em 2005.
http://www.diariopopularmg.com.br/sitegerente/fotos/medias1/
Em 1964, teve a honra de conhecer os próprios Beatles que, além das comandas que receberam como “Membros da Ordem Britânica” foram cosiderados o melhor produto de exportação da Inglaterra, pela própria rainha. 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

THE BEATLES - SHINDIG SHOW - 1964 - KANSAS CITY, I'M A LOSER E BOYS! IMPERDÍVEL!!!

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THE BEATLES - GEORGE HARRISON - IT'S ALL TTO MUCH / ONLY A NORTHEN SONG

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“It's All Too Much” (algo como ‘Tudo É Demais') é uma canção dos Beatles que aparece no álbum Yellow Submarine de 1969. Foi escrita e cantada por George Harrison para sua então esposa na época, Pattie Boyd. Foi originalmente gravada em 1967, logo depois do lançamento de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band e estava escalada para aparecer no próximo álbum, Magical Mystery Tour, mas foi adiada.

“It's All Too Much” foi gravada nos Estúdios De Lane Lea, sendo uma das poucas músicas dos Beatles que não foram gravadas nos Estúdios Abbey Road. É uma das duas únicas músicas deles que contém retorno de guitarra, o popular feedback (a outra sendo I Feel Fine). A canção tinha o título provisório de "Too Much". Uma mixagem monofônica, com mais de 8 minutos de duração, contendo letra extra e um final mais longo, nunca foi lançada em lançamentos oficias.

“It's All Too Much” contém algumas linhas tiradas de outros trabalhos; a linha With your long blonde hair and your eyes of blue, cantada no final, foi tirada de "Sorrow", dos The Merseys, e a linha de trompete lembra em muitos pontos a "Prince of Denmark's March" de Jeremiah Clarke. John Lennon - Guitarra e Vocal de apoio; Paul McCartney - Baixo e Vocal de apoio; George Harrison - Guitarras, Órgão e Vocal principal; Ringo Starr -Bateria e George Martin - Produtor e responsável pela orquestração. A versão mais conhecida da música foi editada para 6 minutos e aparece no álbum de trilha sonora do filme Yellow Submarine. Porém, a versão que aparece originalmente no filme é um pouco diferente e inclui uma parte da letra que foi cortada da versão do álbum: Nice to have the time to take this opportunity/Time for me to look at you and you to look at me
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“Only a Northern Song” (algo como 'Apenas uma canção do norte') é uma canção dos Beatles que aparece no filme e no álbum Yellow Submarine de 1969, escrita e cantada por George Harrison.

A base da faixa foi gravada em 13 de fevereiro de 1967, com overdubs adicionados no dia 14 do mesmo mês e no dia 20 de Abril. Originalmente, a canção iria aparecer no álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. De acordo com o engenheiro de som dos Beatles, Geoff Emerick, a música foi deixada de fora do álbum porque os membros da banda acharam que ela não combinava com o resto das músicas. Tendo uma letra que faz referência ao próprio escritor, uma forma musical inconvencial e instrumentação pouco usual, incluindo trompetes distorcidos, um órgão com reverb (reverberação), sinos, e um glockenspiel, e guitarras distorcidíssimas, esta é uma das músicas mais psicodélicas dos Beatles.

Ao longo da música, Paul McCartney toca trompete, assim como os outros membros tocam instrumentos de percussão tais como glockenspiel, sinos orquestrais e tímpano. Um mellotron também pode ser ouvido em algumas partes da música. Uma versão editada e ligeiramente acelerada da canção sem os overdubs do dia 20 de Abril (apenas órgão, bateria, baixo e vocal) foi lançada no álbum Anthology 2 em 1996, com uma tomada vocal diferente contendo alguma variação na letra. Como a música foi feita com duas tomadas separadas tocando em sincronia, a mixagem original da música, monofônica, só foi lançada em 1999, quando uma versão remixada da faixa foi lançada no álbum Yellow Submarine Songtrack.

A letra mostra o descrédito de Harrison para com a própria música, concluindo cada verso com a frase "It's only a Northern song" ('É apenas uma canção do Norte'), que Harrison explicou se referir tanto à cidade natal dos Beatles, Liverpool, que fica no noroeste da Inglaterra, como à companhia de publicações Northern Songs (George ainda não tinha formado sua própria companhia de publicação; 'Northern Songs' era a companhia de publicação de Lennon/McCartney). A música às vezes é interpretada como uma zombaria à Lennon/McCartney, fazendo referência às letras e músicas psicodélicas que os dois faziam na época, e como uma reação às atitudes de menosprezo de Lennon e McCartney para com as composições de Harrison, com ele cantando indiferentemente "It doesn't really matter what chords I play / What words I say or time of day it is / As it's only a Northern song" ('Não importa realmente que acordes eu toque / Que palavras eu diga ou que hora do dia é / Já que é apenas uma canção do norte').

WINGS - GOODNIGHT TONIGHT / DAYTIME NIGHTIME SUFFERING

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O single com “Goodnight Tonight” e “Daytime Nighttime Suffering”, foi lançado em setembro de 1979 no Reino Unido e nos Estados Unidos.

“Goodnight Tonight” foi composta em Campbelltown, na Escócia e Londres e produzida especialmente para ser lançada como o primeiro compacto lançado pela gravadora CBS, que comercializaria os discos de McCartney até 1986 nos Estados Unidos.

“Goodnight Tonight” foi um sucesso internacional, chegando a número cinco na Billboard Hot 100 , dos dois lados do Atântico. John Lennon , disse que não se importou com a música, mas que gostou do baixo de McCartney. O single recebeu um Disco de Ouro certificado pela RIAA (Recording Industry Association of America) pela venda de mais de um milhão de cópias.

“Daytime Nightime Suffering”, o lado B de “Goodnight Tonight” foi composta em Londres e produzida durante as mesmas sessões de Goodnight em fevereiro de 1979. A letra retoma um de seus temas mais abordados em sua carreira: o papel da mulher na sociedade e seu esforço para trabalhar e cuidar da família. James Louis McCartney, de apenas um ano e meio de idade contribuiu com um pouco de “choro” na gravação. Steve Hooly tocou sua bateria instalada estrategicamente na cozinha de Cavendish Avenue. Já o amplificador Leslie do órgão tocado por Denny Laine foi gravado dentro do elevador do estúdio Replica, localizado no subsolo do edifício. Essas aparentes “excentricidades” foram providenciadas para obter uma acústica diferente de cada instrumento.

terça-feira, 19 de abril de 2016

CARL PERKINS, ERIC CLAPTON & RINGO STARR - MATCHBOX - 1985

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THE BEATLES - HELP! SEMPRE....................................

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PAUL McCARTNEY - KREEN-AKRORE - McCARTNEY - 1970

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“Kreen-Akrore” (McCartney) foi composta por Paul em Londres, em 1970 como faixa do álbum McCartney I. Paul teve a ideia de produzir essa faixa, em sua maioria instrumental, após assistir a um documentário, transmitido pelo canal britânico ATV, chamado “ The Tribe That Hides From Man” (A tribo que se esconde do homem). O programa falava exatamente sobre a tribo Kreen-Akrore, nativos da selva amazônica brasileira, que executava os intrusos que ousavam invadir seu território. Foi gravada em Cavendish Avenue, e nos estúdios Morgan e Abbey Road, em Londres.

THE BEATLES - SIR WALTER RALEIGH - AQUELE DE "I`M SO TIRED"

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Sir Walter Raleigh (1552-1618) - Espião, escritor, poeta britânico renascentista e explorador. Buscando encontrar a cidade de Eldorado, subiu o rio Orinoco na Guiana, retornando para a Inglaterra com pouco ouro, porém com duas novidades: TABACO e batatas. Na música "I'm So Tired", John Lennon amaldiçoa Raleigh, devido ao seu próprio vício que não podia controlar. Chamando-o de "estúpido". Lennon escreveu a canção durante a meditação transcendental em Rishkesh na Índia, numa noite que não conseguia dormir. O cansaço de Lennon está presente na letra, quando diversas vezes ele repete, "Eu estou muito cansado," seguido de frases como: "Já faz três semanas, eu estou indo a loucura" e "Penso se eu deveria te ligar," (para a Yoko Ono).

E somente aqui, no Baú dos Beatles e da Cultura Pop, a gente confere uma versão rara e curiosa: "I'm So Tired" cantada por Paul McCartney. Abração!

PAUL McCARTNEY - PIPES OF PEACE - THE ALBUM

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O começo dos anos 80 certamente traria de volta toda a movimentação do início dos anos 70, quando o Wings começava a abrir suas asas para futuros voos mais altos, ruiu. Isso porque Paul McCartney buscava um pouco de tranqüilidade após sua jornada de uma década no comando de sua banda! Em 1982, logo depois de preparar e lançar o aclamado Tug Of War, dois mega projetos entraram na linha de produção: o álbum Pipes Of Peace e o filme Give My Regards To Broad Street. A experiência de completar o roteiro e a trilha sonora de um longa metragem enquanto gravava faixas para um LP certamente atrapalhou a execução dos respectivos trabalhos.Tanto Give My Regards quanto Pipes Of Peace teriam suas datas de comercialização diversas vezes adiadas no período entre os meses de outubro de 83 e 84.Em outubro de 1982, um ano antes do lançamento de Pipes Of Peace, Paul começou a gravar e selecionar as faixas que entrariam no álbum. Várias delas foram resgatadas das sessões de Tug Of War, como Keep Under Cover, Hey Hey, Tug Of Peace e Sweetest Little Show. Entre as novas músicas que integrariam o álbum, duas composições nasceriam da parceria com Michael Jackson, que em 1982 já estava dominando as rádios mundiais com canções do multimilionário Thriller. Embora Pipes Of Peace tenha alcançado apenas o 15º lugar nos EUA, a produção da faixa título do álbum traria um destino melhor para suas vendas na Inglaterra, onde chegaria em quarto lugar. Pipes Of Peace (a canção) também seria promovida incansavelmente por um videoclipe, transmitido com freqüência nos quatro cantos do planeta.

Reconhecidamente, Pipes Of Peace não seguiu uma linha regular de gravações. Keep Under Cover, primeira a ser produzida, havia sido gravada durante a prmeira sessão do seu antecessor, Tug Of War, no dia 7 de dezembro de 1980. Hey Hey, co-escrita com Stanley Clarke em fevereiro do ano seguinte, no A.I.R Studios, em Montserrat, e Average Person, registrada durante o mesmo período, também entrariam no Pipes Of Peace. Outras canções seriam ainda registradas das sessões do mesmo LP, em março de 1981, com Tug Of Peace e Sweetest Little Show. As faixas gravadas em parceria com Michael Jackson (Say Say Say e The Man) foram iniciadas em maio de 1981, no A.I.R Studios, em Londres, e completadas mais tarde em Los Angeles, no Cherokee Studios. Durante a mesma sessão, em março de 1982, The Girl Is Mine seria registrada. Já Ringo Starr, que havia participado em uma das faixas de Tug Of War, retornaria ao estúdio para a regravação de Average Person e tocar em uma nova música, So Bad, ambas sendo produzidas no mês seguinte às sessões com Michael Jackson. Os demais títulos do álbum (Pipes Of Peace, The Other Me e Through Our Love), seriam completados com o auxílio de George Martin em outubro de 1982, no A.I.R Studios, em Londres, onde a mixagem do álbum ocorreria somente em julho de 1983, executada por Eddie Klein e Jon Jacobs. Outras canções também gravadas nesse período: Twice In a Lifetime (utilizada como faixa título do filme homônimo, estrelado por Gene Hackman) e o instrumental The Honorary Consul, usada como tema principal do longa metragem, que contou com as participações de Michael Caine e Richard Gere.
A faixa título do álbum, Pipes Of Peace foi inspirada pela leitura de um poema de autoria do indiano Rabindranath Tagore, vencedor do prêmio Nobel de Literatura em 1913. A frase “in love all of life’s contraditions dissolve and disappear” (com amor, todas as contradições da vida dissolvem e desaparecem) é o tema principal da canção. Paul a compôs como um tema universal direcionado às crianças de todo o planeta, a pedido do escritor – também natural de Liverpool – George Melly. O tema “paz” serviria como contraponto à “guerra”, utilizado em seu trabalho anterior, Tug Of War.

Não deixe de conferir também: 

PAUL McCARTNEY - PIPES OF PEACE - O SUPER CLIP