sexta-feira, 24 de abril de 2015

PAUL McCARTNEY - YOU NEVER GIVE ME YOUR MONEY - SENSACIONAL!


Paul McCartney aparece no topo da lista de músicos mais ricos do Reino Unido e da Irlanda divulgada pelo jornal The Sunday Times. Segundo a publicação, o artista tem a fortuna estimada em 1 bilhão de euros, contando com a renda da mulher Nancy Shevell. O segundo lugar ficou com o compositor e produtor Andrew Lloyd Webber com patrimônio de 910 milhões de euros. Em terceiro aparece o grupo irlandês U2 com 603 milhões de euros seguido por Elton John com 378 milhões de euros. Os outros nesta ordem, são: 4.Elton John; 5. Mick Jagger; 6. Keith Richards; 7. Michael Flatley; 8. Ringo Starr; 9. Sting e 10. Roger Waters.

JOHN LENNON - WELL (BABY PLEASE DON'T GO)


Durante um breve período de John e Yoko em Manhattan no início dos anos 70, o casal participou de um concerto, em junho de 1971, com Frank Zappa e The Mothers of Invention no Fillmore East. Foi a primeira vez que um ex-Beatle tocou em um show nos Estados Unidos desde 1966. Aqui, a gente confere a versão lançada na coleção "John Lennon Anthology" - (Ascot CD 1) e a selvagem e crua apresentação com Zappa no Filmore East. Cuidado com os cacarejos incontidos de Yoko Ono.

KEEP CALM AND SALUTE THE BEATLES - ÁLBUM TRIBUTO


Um novo álbum de tributo aos Beatles com uma variedade interessante estrelas do pop/ rock dos anos 1960, 70 e 80 vai ser lançado na próxima terça-feira, 28 de abril. “Keep Calm And Salute The Beatles” possui interpretações acústicas de clássicos dos Fab Four interpretados por artistas como Felix Cavaliere do The Rascals, KC de KC e Sunshine Band, ex-frontman, Blood Sweat and Tears, David Clayton-Thomas, Leo Sayer, Jack Bruce, Ann Wilson do Heart e Todd Rundgren, Al Stewart entre outros. A contribuição de Jack Bruce (ex-Cream) ao projeto, a versão de "Eleanor Rigby", foi a última gravação feita pelo cantor / baixista, que morreu em outubro passado com 71anos. “Keep Calm And Salute The Beatles” foi criado em conjunto pelo ex-guitarrista do Yes Billy Sherwood, que supervisionou uma série de álbuns de tributos aos grandes superstars nos últimos anos. O álbum estará disponível em CD e para download digital.
Confira aqui a lista de todos que participam do  “Keep Calm And Salute The Beatles” :
"Across the Universe" - Ann Wilson
"Penny Lane" - John Wetton
"Eleanor Rigby" - Jack Bruce
"Blackbird" - Liz Madden
"Norwegian Wood" - Andrew Gold
"You’ve Got To Hide Your Love Away" - Todd Rundgren
"All You Need Is Love" - ​​Helen Reddy
"I’ll Follow the Sun" - Judy Collins
"And I Love Her" - Howard Jones
"Ticket to Ride" - Felix Cavaliere
"Let It Be" - KC
"Yesterday" - David Clayton Thomas
"Nowhere Man" - Martha Davis
"All I Got To Do" - Stephen Bishop
"Something" - Billy Sherwood
"Hey Jude" - Leo Sayer
"Can’t Buy Me Love" - ​​Dale Bozzio
"All My Loving" - Al Stewart

THE BEATLES - MAGICAL MYSTERY TOUR

quarta-feira, 22 de abril de 2015

JOHN LENNON - MAIS DO MESMO - AGORA EM LPs

Oito álbuns solo de John Lennon serão relançados em vinil numa caixa chamada “Lennon”. Cada álbum foi remasterizado a partir do seu master analógico original e prensado em vinil de 180 gramas de um arquivo digital de ultra-alta resolução e embalado em obras de arte que reproduzem fielmente o seu lançamento original do Reino Unido. A caixa será lançada no dia 9 de junho, enquanto as cópias individuais dos álbuns sairá em 21 de agosto.
A maior parte desses discos estão são atualmente fora de catálogo no formato LP. Os álbuns são “ John Lennon / Plastic Ono Band”, “Imagine” (com os dois cartões-postais e poster como saiu originalmente), “Sometime In New York City” (com o seu cartão original), “Mind Games”, “Walls and Bridges” (com abas que abrem umas sobre as outras e um livreto de oito páginas), “Rock 'n' Roll”, “Double Fantasy” e “Milk and Honey”. A coleção, como já foi dito, virá em uma caixa de slipcase rígida. Close-Ups das imagens e detalhes das artes estão disponíveis no website de Lennon . Yoko Ono e os engenheiros da Abbey Road Studios e Avatar Studios, em Nova York cuidaram das remasterizações sobre os registros originais de Lennon em 2010. Os álbuns remasterizados foram previamente lançado digitalmente e em CD em 2010, como a caixa “John Lennon Siganature”, que também incluia faixas bônus e um EP de singles. Essa box set especial saiu originalmente em comemoração ao que teria sido do 70º aniversário de Lennon.

JOSEFINAS SE INSPIRAM EM ABBEY ROAD


As Josefinas voltaram aos anos 60 e reescreveram os passos daquela época, de forma jovial e feminina, com o tecido Gingham. Considerada a fotografia mais icônica de toda uma era, a marca portuguesa de luxo deu uma nova cor àquela que foi uma ideia originalmente simples, mas que perdura até aos dias de hoje: a faixa de pedestres de Abbey Road.

Os Beatles são sinônimo de 4 artistas reconhecidos e imortalizados pelo seu legado, mas... e as mulheres que os acompanharam? Quem seriam as mulheres que estariam na capa daquele que foi o último álbum dos Beatles, Abbey Road? “Recriamos o lado feminino dos Beatles porque sabemos que ao lado de um grande homem estará sempre uma grande mulher. Neste caso, elegemos a Yoko, Mo, Patti e Linda e foi assim que batizamos as 4 Josefinas que compõem a nova coleção Pop Square” diz Filipa Júlio, criadora das Josefinas.

THE BEATLES - I'M DOWN - UM ROCK SEM IGUAL!

"I'm Down" - um dos rocks mais poderosos dos Beatles, gritado e barulhento, foi gravado na mesma sessão de "Yesterday". Entre uma tomada e outra, ficou registrada uma conversa de Paul que sugere uma pista de onde surgiu o nome do álbum Rubber Soul. Nos intervalos, ele ficava repetindo "plastic soul, man, plastic soul", encantado por um grupo de músicos negros apresentado por Mick Jagger. O rockão - pesado para a época - foi lançado como compacto simples, lado B de "Help!" em 23 de julho de 1965.

Paul queria compor algo capaz de substituir Long Tall Sally no repertório dos shows dos Beatles. Queria uma canção no estilo Little Richard, mas admitiu a dificuldade da tarefa: "é muito difícil. Ainda estamos tentando compor algo no estilo Little Richard. É a coisa mais difícil que já tentamos fazer. Escrever uma música de três acordes que seja inteligente não é fácil". N aletra, o rapaz grita que a garota conta mentiras, achando que ele não pode ver. Ela não pode chorar porque está rindo dele.. Ele está por baixo. No chão. "I'm Down" encerrava as apresentações nas turnês de 1965 e 1966.

SESSÃO "ONDE É QUE FOI PARAR?" - DORIS GIESSE


Doris Giesse nasceu em Valença – RJ em 18 de maio de 1960. É modelo, bailarina, atriz e jornalista.
Antes de ingressar na televisão, estudou pedagogia na Unicamp e filosofia na PUC, formada como bailarina clássica pela Royal Academy of Dance de Londres, aprimorou-se na Juilliard School de Nova York e integrou o grupo de ballet Cisne Negro e o Ballet Stagium nos E.U.A. Além de bailarina, atuou como ginasta olímpica. Ícone da moda, estampou capas das principais revistas do país, como Vogue, Nova, Veja São Paulo e Claudia. Posou nua para Playboy em novembro de 1990, e para a Sexy em dezembro de 1992 e dezembro de 1994. Atuou em grandes campanhas publicitárias (H. Stern, Melitta, Axe e outras) e chegou a estrelar treze peças publicitárias simultaneamente, recorde que permanece até os dias de hoje. No cinema, protagonizou o filme Sonhos de menina moça.

Iniciou sua carreira na televisão nos anos 80, aparecendo pela primeira vez como uma das modelos da abertura da novela Brega e Chique, em 1987, e tendo seu primeiro destaque na apresentação do Jornal de Vanguarda, em 1988, na Rede Bandeirantes. Dona de uma beleza incomum para os padrões brasileiros, em 1990 foi contratada pela Rede Globo, como apresentadora do Fantástico. Ganhou um programa próprio em 1991, o Doris para Maiores, que foi o embrião do que seria no ano seguinte o Casseta & Planeta, Urgente! Na época, Dóris passou a ser vista como andrógina, pelos cabelos curtos e voz grave, principalmente quando desempenhava o papel da androide Dorfe no mesmo programa.

Depois de uma breve passagem pelo SBT, entre 1994 e 1995, na qual apresentou o SBT Repórter e o TJ Brasil, em 1997 deu luz à gêmeos e, em seguida, foi contratada pela Rede Record, onde apresentou, em1998, a primeira fase do Fala Brasil. Atualmente, Dóris oferece serviços de consultoria jornalística e apresentação de eventos. Tem um blog no qual posta poemas de sua própria lavra. Em 2007, retomou a carreira de modelo, tendo participado do São Paulo Fashion Week.

Na manhã de 15 de abril de 2007, Dóris caiu do oitavo andar de um prédio da rua Apinajés, em Perdizes, São Paulo. Sobreviveu por ter a queda amortecida por um telhado de amianto. Segundo sua assessoria de imprensa, ela caiu enquanto tentava resgatar seu gato. Em 2009, voltou a publicar poesias e crônicas em seu novo blog Doris para Maiores. Em 2013, lançou o site Doris pra Maiores, com vídeos sobre saúde, dança e comportamento destinado a mulheres maduras. Desde 1994, é casada com o jornalista Alex Solnik, com quem tem dois filhos.

terça-feira, 21 de abril de 2015

PARABÉNS, MINHA BRASÍLIA TÃO QUERIDA!


Hoje, nossa Brasília querida completa 55 anos, com todos (ou mais) problemas de toda grande metrópole. Uma cidade que cresceu desordenadamente e agora parece completamente fora dos próprios eixos. Apesar de tudo, dos políticos safados, ladrões e corruptos, das invasões, do crescimento absurdo, Brasília continua linda e hoje gostaria de expressar novamente todo o amor que sinto por essa terra e sua gente. Terra Santa, que meu pai sabiamente escolheu para vivermos. Parabéns, lindona! Quem quiser conferir a beleza e a história dessa terra maravilhosa, clique no link e vejam as mais belas imagens clicadas pelos melhores fotógrafos que essa cidade já viu.
PARABÉNS, BRASÍLIA! EU AMO VOCÊ!
Um dos maiores orgulhos que tenho na vida, é o privilégio de viver e morar em Brasília. Há 46 anos, quando meu pai decidiu que era aqui que viveríamos, foi, sem dúvida, uma grande emoção. Praticamente, cresci acompanhando todo o seu crescimento, o sol, o céu, suas luas e suas estrelas. Para quem não conhece ou vive aqui, é muito difícil dizer como é grande o meu amor por Brasília. Obrigado, querido pai. Eu te amo minha Brasília! Você é a cinquentona mais gostosa do Brasil!

A história de Brasília, a capital do Brasil, localizada no Distrito Federal, no coração do país, iniciou com as primeiras ideias de uma capital brasileira no centro do território nacional. A necessidade de interiorizar a capital do país parece ter sido sugerida pela primeira vez em meados do século XVIII, ou pelo Marquês de Pombal, ou pelo cartógrafo italiano a seu serviço Francesco Tosi Colombina. A ideia foi retomada pelos Inconfidentes, e foi reforçada logo após a chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808, quando esta cidade era a capital do Brasil.

A primeira menção ao nome de Brasília para a futura cidade apareceu em um folheto anônimo publicado em 1822, e desde então sucessivos projetos apareceram propondo a interiorização. A primeira Constituição da República, de 1891, fixou legalmente a região onde deveria ser instalada a futura capital, mas foi somente em 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek, que teve início a efetiva construção da cidade, inaugurada ainda incompleta em 21 de abril de 1960 após um apertado cronograma de trabalho, seguindo um plano urbanístico de Lúcio Costa e uma orientação arquitetural de Oscar Niemeyer.

A partir desta data iniciou-se a transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital, e na abertura da década de 1970 estava em pleno funcionamento. No desenrolar de sua curta história Brasília, como capital nacional, testemunhou uma série de eventos importantes e foi palco de grandes manifestações populares. Planejada para receber 500 mil habitantes em 2000, segundo dados do IBGE ela nesta data possuía 2,05 milhões, sendo 1,96 milhões na área urbana e cerca de 90 mil na área rural. Este é apenas um dos paradoxos que colorem a história de Brasília. Concebida como um exemplo de ordem e eficiência urbana, como uma proposta de vida moderna e otimista, que deveria ser um modelo de convivência harmoniosa e integrada entre todas as classes, Brasília sofreu na prática importantes distorções e adaptações em sua proposta idealista primitiva, permitindo um crescimento desordenado e explosivo, segregando as classes baixas para a periferia e consagrando o Plano Piloto para o uso e habitação das elites, além de sua organização urbana não ter-se revelado tão convidativa para um convívio social espontâneo e familiar como imaginaram seus idealizadores, pelo menos para os primeiros de seus habitantes, que estavam habituados a tradições diferentes.

Controversa desde o início, custou aos cofres públicos uma fortuna, jamais calculada exatamente, o que esteve provavelmente entre as causas das crises financeiras nacionais dos anos seguintes à sua construção. O projeto foi combatido como uma insensatez por muitos, e por muitos aplaudido como uma resposta visionária e grandiosa ao desafio da modernização brasileira. A construção de Brasília teve um impacto importante na integração do Centro-Oeste à vida econômica e social do Brasil, mas enfrentou e, como todas as grandes cidades, ainda enfrenta atualmente sérios problemas de habitação, emprego, saneamento, segurança e outros mais. Por outro lado, a despeito das polêmicas em seu redor, consolidou definitivamente sua função como capital e tornou-se o centro verdadeiro da vida na nação, e tornou-se também um ícone internacional a partir de sua consagração como Patrimônio da Humanidade em 1987, sendo reconhecida por muitos autores como um dos mais importantes projetos urbanístico-arquitetônicos da história.

O privilégio de conhecer, trabalhar e ser amigo dos melhores profissionais que tornam Brasília ainda mais bonita, é um prazer que não dá para descrever. Só mesmo vendo o espetáculo de imagens. Os três ensaios fotográficos que aparecem a seguir, foram feitos com absoluta exclusividade especialmente para o Baú do Edu. Apreciem sem moderação.

MARIOZINHO
LUIZ CLEMENTINO
GILBERTO SOARES
PARABÉNS, BRASÍLIA QUERIDA!
Para fechar com chave de ouro, a gente confere agora um poema do meu amigo poetinha (com todo carinho), Marco Miranda, grande amigo, grande irmão e o garoto que melhor sabe lidar com as palavras. Valeu Marcão! Parabéns, Brasília tão querida!!!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

THE BEATLES - AND YOUR BIRD CAN SING - A MELHOR DO REVOLVER?


"And Your Bird Can Sing" foi lançada originalmente no album Revolver em 1966 no Reino Unido e no album Yesterday...and Today no mesmo ano nos Estados Unidos. A música é creditada à Lennon/McCartney, embora tenha sido escrita por John Lennon. O nome inicial era "You Don't Get Me". Posteriormente Lennon mostrou-se indiferente a esta música, como a muitas de suas composições dessa época, referindo-se a ela como "outra de minhas descartáveis... papel decorado embrulhando uma caixa vazia".

John Lennon faz o solo vocal, com Paul McCartney e George Harrison se unindo a ele na harmonização de alguns trechos. A canção tornou-se memorável pelo seu poderoso riff de guitarras proeminentes, tocadas por George Harrison e Paul McCartney e mixadas de tal forma que deixa de ser um simples acompanhamento. Uma versão desta música, com George tocando sua guitarra Rickenbacker de 12-cordas, foi gravada em 20 de Abril de 1966 mas foi descartada: o grupo gravou a versão que apareceu em Revolver em 26 de Abril. A versão rejeitada, que aparece no album Anthology 2, possui uma seqüência vocal na qual John e Paul estão rindo histéricamente. As notas no encarte de Anthology afirmam que as fitas não indicam a origem do riso.

Uma série de incidentes têm sido sugeridos como inspirações para a letra enigmática da música, que lembram alguns tons de She Said, She Said: Jonathan Gould, no livro Can't Buy Me Love de 2007, afirma que Lennon escreveu a canção em resposta a um comunicado oficial da imprensa promovendo um especial de Sinatra na TV como um show para aqueles que estavam "cansados de cantores jovens vestindo esfregões de pêlos grossos o suficiente para esconder uma caixa de melões". De acordo com o jornalista Richard Simpson, Lennon escreveu a música em resposta a Mick Jagger dos The Rolling Stones que gabava-se de sua namorada pop-star ("bird" na gíria Inglesa) Marianne Faithfull. "And Your Bird Can Sing" foi usada como música tema da série de desenho animado The Beatles durante a terceira temporada.


PAUL McCARTNEY - KREEN-AKRORE - DIA DO ÍNDIO

“Kreen-Akrore” (McCartney) foi composta por Paul em Londres, em 1970 como faixa do álbum McCartney I. Paul teve a ideia de produzir essa faixa, em sua maioria instrumental, após assistir a um documentário, transmitido pelo canal britânico ATV, chamado “ The Tribe That Hides From Man” (A tribo que se esconde do homem). O programa falava exatamente sobre a tribo Kreen-Akrore, nativos da selva amazônica brasileira, que executava os intrusos que ousavam invadir seu território. Foi gravada em Cavendish Avenue, e nos estúdios Morgan e Abbey Road, em Londres.

IMAGEM DA SEMANA - PAUL & RINGO - DEMAIS!

A ESTRELA DE RINGO BRILHA NO ROCK HALL OF FAME

Nosso querido melhor baterista de todos os tempos Ringo Starr foi a maior estrela das atrações da 30ª edição da cerimônia Rock And Roll Hall of Fame, que aconteceu em Cleveland, Ohio, nos Estados Unidos, sábado, dia 18. Ele era o único ex-Beatle que ainda não fazia parte da lista de artistas homenageados no local. O cantor já havia recebido o título em 1988, mas como membro da banda de Liverpool.

O ex-companheiro de banda Paul McCartney foi quem anunciou o nome de Ringo. Ao subir ao palco, Ringo disse ser uma grande honra fazer agora parte desse time. "Eu dava uma entrevista quando eles me perguntaram: 'Por que demorou tanto?'. Respondi que não tem nada a ver comigo. Você precisa ser convidado a entrar. De qualquer forma, eu fui aparentemente convidado e agora estou adorando", declarou ele.

domingo, 19 de abril de 2015

THE BEATLES - HELTER SKELTER - ROCKÃO MATADOR!


"Helter Skelter" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon & McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. É conhecida mundialmente por ser a primeira canção de Hard Rock/Heavy Metal da história da música.

Paul estava na Escócia, lendo uma edição de 1967 da Melody Maker, revista especializada em música, quando leu uma entrevista do guitarrista Pete Townshend, dizendo que o último single "I Can See For Miles," era a canção mais alta, suja e barulhenta que o The Who já tinha feito. Quando Paul ouviu, achou que não era tão barulhenta assim. Ele julgou como sendo um "barulho organizado", e tratou de compor a canção mais "suja" - no sentido de ruído - e pesada da música pop conhecida até então. John Lennon mordia os cotovelos de inveja! E passou a jurar, que a 1ª cançao "Hard Rock / Heavy Metal da história" era dele: "Ticket To Ride".
Helter skelter é o nome de um brinquedo britânico muito popular, que consiste em um tobogã em formato de espiral. Paul fala sobre no livro "Many Years From Now" de Barry Miles: "Eu usei o símbolo do brinquedo helter skelter como uma ida do topo para o fundo – a ascensão e queda do Império Romano – e esta era a queda, a decadência, a ida para o fundo. Você pode pensar que é um título bonitinho, mas é tido como referência, desde quando Manson tomou como um hino, quanto as versões que as bandas punks faziam por ser um rock sujo." Além disso, o termo "helter skelter" pode significar também confusão, algazarra, desorganização. A letra sem muito sentido fala sobre o brinquedo: "Quando eu chego ao chão, eu volto para o topo do escorregador, onde eu paro, me viro e saio para outra volta até que eu volte ao chão e te veja novamente." Em alguns trechos ele parece estar falando sobre uma garota de programa: "Você não quer que eu te ame? Estou descendo rápido, mas estou a milhas de você/ Vamos me diga a resposta/Você pode ser uma amante, mas você não é uma dançarina."
Nos Estados Unidos da América, o termo "helter skelter" não é muito conhecido. Charles Manson, dizia que a música "Helter Skelter" fazia profecias de uma apocalíptica guerra racial. No projeto "The Beatles Anthology" Paul disse: "Manson nos interpretou como ‘os quatro cavaleiros do Apocalipse.’ Eu ainda não entendo qual foi a jogada; é sobre a Bíblia, Revelação – Eu não li então eu não sei. Mas ele interpretou a coisa toda. Nós éramos os cavaleiros, Helter Skelter era a mensagem, e ele achou que podia sair e matar todos por aí".
Entre os dias 9 de agosto e 10 de agosto de 1969, a "família Manson" cometeu duas chacinas em Hollywood e escreveu nas paredes "Helter Skelter" com o sangue das vítimas. Durante o julgamento de seus crimes, em novembro de 1970, Manson explicou sua interpretação de "Helter Skelter" na corte: "Helter Skelter significa confusão. Literalmente. Não significa Guerra com ninguém. Não significa que eles irão matar outras pessoas. Apenas significa o que significa. Helter Skelter é confusão. Confusão está vindo rápido. Se você não vê que a confusão está vindo rápido, chame do que quiser. Não é minha conspiração, não é minha música. Eu escuto o que relato. Ela diz, ‘Apareça!’ ela diz, ‘Mate!’ Porque me culpar? Eu não escrevi a música. Eu não fui a pessoa que projetou isso na consciência das pessoas." Link para postagem especial sobre Manson: http://obaudoedu.blogspot.com/2008/09/o-assassinato-de-sharon-tate-um-crime_25.html
John disse em entrevista a Rolling Stone em 1970: "Costumávamos tirar sarro disso ou daquilo, de uma maneira não ofensiva, do que um intelectual via na gente ou um símbolo da geração jovem veria algo nisso… mas eu não sei o que ‘Helter Skelter’ significava, pra mim era só barulho." Os Beatles gravaram a canção em múltiplas sessões. Durante 18 de julho, a versão da canção durou 27:11, apesar dessa versão ser lenta e hipnótica, diferenciando muito da força da canção original. Outra versão de 4:37 foi editada para o Anthology 3, que originalmente era 20 minutos mais longa. Em 9 de setembro, após a volta de Ringo as baquetas, foram feitos 8 takes de 5 minutos aproximadamente e o último é a base do LP original.
Eles gravaram longas versões de "Helter Skelter" com um eco produzido por fita. Os ecos normalmente poderiam ser adicionados por mixagem, mas nesse caso não poderia ser mais alterado pois estava sendo ao vivo. O problema era que a máquina gravava apenas 15 minutos por fita, e não dava pra deixar mais tempo reproduzindo. Então no meio da música eles decidiram voltar a fita e reproduzi-la sem precisar parar de tocar, o que reproduz um som peculiar no trecho em que Paul improvisa uma base vocal na marca de 02:45.
Paul no livro "Many Years From Now" de Barry Miles: "Tínhamos os engenheiros e George Martin tentando fazer o som da bateria parecer mais alto que pudesse. Então a gente tocava e dizíamos, ‘não, ainda parece limpo, tem que ficar mais alto e sujo.’ Tentamos tudo que podíamos para sujar o som, então Ringo tocou o mais forte e feroz que podia. Trabalhamos muito duro naquela canção".
Após o 18° take, Ringo Starr que já não agüentava mais tocar a bateria de maneira selvagem, atirou as baquetas no chão e gritou ferozmente: "I've got blisters on my fingers!" ou "eu estou com bolhas no dedos!" Os Beatles incluíram a fala no final da música na versão estéreo. A canção acaba e recomeça várias vezes porém após as três pancadas finais no chimbal pode se ouvir o grito de Ringo e razoavelmente Lennon dizendo "How’s that?" ou "O que foi isso?" antes do último acorde.
Segundo Ringo no "The Beatles Anthology": "Helter Skelter foi uma faixa que fizemos completamente loucos e histéricos no estúdio. Às vezes é preciso dar uma sacudida nos ensaios e foi o caso daquela música – com o baixo de Paul e minha bateria – Paul começou a berrar e gritar, o que acabou ganhando mais espaço".

Helter Skelter dividiu o público e a crítica. Richie Unterberger da Allmusic chamou de "uma das mais afiadas e mais brutais canções de rock já feito, extraordinário!" Enquanto Ian MacDonald a chamava de "Ridícula, um McCartney chapado contra um fundo massivo de fitas distorcidas e lixo barulhento." Em março de 2005, a Q magazine nomeou "Helter Skelter" a número 5 na lista das 100 melhores canções de guitarra. Vincent Bugliosi, advogado que liderou a acusação de Manson e seus seguidores, nomeou seu livro mais vendido de Helter Skelter, e conta a história do caso Manson. O livro já foi base para dois filmes de mesmo título. Na sessão de 9 de setembro o co-produtor Chris Thomas recorda de George Harrison ateando fogo em um cinzeiro e correndo ao redor do estúdio com ele sobre a cabeça, numa alusão ao cantor Arthur Brown enquanto McCartney gravava os vocais. Na versão para o disco "Anthology 3," McCartney ocasionalmente canta "hell for leather" ao invés de "helter skelter." Em 1975, O Aerosmith regravou "Helter Skelter", mas não foi lançado até 1991, na compilação "Pandora's Box." Em 1978, Siouxsie & the Banshees incluiu um cover da canção no disco "The Scream." Em 1982, Ian Gillan lançou um cover de "Helter Skelter" no disco "Magic." Em 1983, Mötley Crüe regravou uma versão da canção, e está presente no disco "Shout at the Devil."Em 1983, The Bobs lançaram uma versão com arranjos a cappella. Isso rendeu a eles o Grammy em 1984, para melhor rearranjo de uma música já existente. Os discos da banda Oasis são gravados no Helter Skelter Studios e na canção "Fade In-Out," há um trecho referente: "So get on the helter skelter, bowl into the fray, Y'gotta be bad-enough to beat the brave." Em 1987, a banda U2 regravou a canção para o projeto/filme "Rattle and Hum", que foi lançado no ano seguinte. Na introdução da música, Bono Vox diz: "Esta é a canção que Charles Manson roubou dos Beatles. Estamos tomando de volta!" Também pode se notar que Bono canta diferente o trecho "you may be a lover but you ain't no dancer" cantando no lugar, "you ain't no lover but you ain't no dancer." Bono diz que foi intencional e não um simples erro de ao vivo, e que foi sua maneira de "roubar de volta." Em 2007, A banda Stereophonics lançou um cover da canção como um bônus na versão japonesa de "Pull the Pin." No álbum "LOVE" é combinado "Helter Skelter" com elementos de "Being From The Benefit Of Mr Kite!" e "I Want You (She's So Heavy)."
Esse vídeo que a gente confere agora é simplesmente demais! Para mim, quem produziu, merecia um prêmio! Todas as cenas foram “colhidas” do filme “Let It Be”, mas a edição ficou tão boa que os mais desavisados, em algumas passagens, podem “jurar” que os Beatles estão realmente tocando “Helter Skelter”. Muito legal! Espero que gostem e deixem seus comentários. Valeu! Abração!