segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PAUL McCARTNEY - FIGURE OF EIGHT - SENSACIONAL!!!

JOHN LENNON - INSTANT KARMA IS GONNA GET YOU!


No dia 26 de janeiro de 1970, John Lennon compôs "Instant Karma" Essa faixa é uma das três músicas solo de Lennon, juntamente com "Imagine" e "Give Peace a Chance", no Rock and Roll Hall of Fame. "Instant Karma" é uma das músicas lançadas de forma mais rápida na história da música pop. Foi gravada em Abbey Road no mesmo dia em que foi escrita e lançada apenas dez dias depois. Lennon, certa vez, chegou a dizer que "escreveu no café da manhã, gravou para o almoço e lançou no jantar". Foi produzida por Phil Spector e participaram da gravação: John Lennon, violão e teclado; Billy Preston no piano; Klaus Voorman no baixo e backing vocals; Alan White na bateria; George Harrison na guitarra e backing vocals; Yoko Ono, Allen Klein e Mal Evans nos backing vocals. O resultado realmente ficou perfeito e o compacto foi lançado em 6 de fevereiro de 1970.

O título veio de Melinde Kendall, esposa do ex-marido de Yoko Ono, Tony Cox. Ela usou a frase em uma conversa durante a estadia de Lennon e Ono com eles na Dinamarca em dezembro de 1969. Lennon tornou-se familiarizado com o conceito de karma durante o despertar espiritual dos Beatles em 1967. A crença oriental apresenta uma série de crenças religiosas e tradições. Lennon escreveu a letra com a intenção que as pessoas assumissem a responsabilidade por suas ações. Lennon reservou o Studio Two da EMI, Abbey Road. Foi George Harrison quem sugeriu a Lennon que Phil Spector produzisse a faixa. “Instant Karma” foi lançada no Reino Unido em 6 de fevereiro de 1970, e entrou nas paradas de singles no dia 21 de fevereiro, chegando ao número cinco. Ao todo passou nove semanas nas paradas. O lado B – “Who Has Seen The Wind?” era uma balada acústica, escrita por Yoko Ono e produzida por Lennon. O lançamento nos EUA veio duas semanas depois, em 20 de fevereiro. Alcançou a posição número três na Billboard Hot 100. “Instant Karma” foi o primeiro single solo de um ex-Beatle a vender mais de um milhão de cópias somente nos Estados Unidos.

Em 11 de fevereiro de 1970 Lennon apareceu tocando “Instant Karma” no programa Top Of The Pops da BBC. Ele foi o primeiro Beatle a aparecer no programa desde 1966. “Instant Karma” foi executada ao vivo plenamente em apenas duas ocasiões, no One to One Concerts - shows beneficentes para crianças deficientes. Os concertos tiveram lugar durante a tarde e noite de 30 agosto de 1972, no Madison Square Garden, em Nova York.

FRANK SINATRA - SOMETHING - HÁ 35 ANOS


Foi a primeira vez que um megastar internacional precisou de um estádio de futebol para se apresentar para uma plateia brasileira: Frank Sinatra cantou para 175 mil pessoas, no Maracanã, em 26 de janeiro de 1980 - há 35 anos. Foi também mágico: a plateia ficou extática quando, às 21h em ponto, Sinatra, então com 64 anos, pisou o palco erguido no gramado e começou a cantar "I've Got the World on a String", "I've Got You Under My Skin", "The Lady Is a Tramp". E só despertou do transe às 22h15, quando, 20 clássicos depois, ele se curvou pela última vez para o maior público de sua carreira, desceu a longa passarela e sumiu de volta pelos camarins. Durante os 75 minutos de show, ninguém na multidão podia avaliar o que custara pôr de pé um espetáculo como aquele num país sem know-how no gênero - porque Sinatra e sua música engoliam o Maracanã, a arquibancada e cada um ali. E, no entanto, se algo desse errado, o Brasil talvez fosse riscado para sempre do roteiro dos grandes shows que começavam a tomar os estádios na Europa e nos EUA. Mas tudo deu certo. Foi uma vitória do empresário carioca Roberto Medina, pai da ideia de trazê-lo e futuro criador do Rock in Rio. Ali abriu-se o caminho para as futuras atrações do Maracanã e de outros estádios brasileiros: Paul McCartney, os Rolling Stones, Madonna e tantos outros. Até então, uma coisa era o Maracanã receber o papa João Paulo 2º ou o pastor evangélico Billy Graham, promover a chegada anual do Papai Noel ou abrigar regularmente um Flamengo x Vasco para 150 mil pessoas. Outra era servir de palco para o cantor mais exigente do mundo. Um show perfeito, que só não foi ainda mais, por culpa do próprio Sinatra quando creditou “Something” de Harrison a Lennon & McCartney. Só não levou uma baita vaia porque 'Ele - a voz' - era Frank Sinatra. A partir dos outros shows, alguém deve tê-lo avisado do engano e "a voz" aprendeu a falar certo. Então, começou a era dos grandes concertos. Esse recorde de Sinatra, só seria batido por Paul Mcartney, num show espetacular e inesquecível para quem viu, e eu estava lá! Mas isso não vem ao caso. Atenção que esse não é mais o vídeo de "Something" no Maracanã, que já esteve aqui e agora está fora do Youtube, mas não importa. Nunca 
mais encontrei  o original desse vídeo no Maracanã, jeito nenhum. Se alguém souber e quiser colaboarar, a casa agradece! Obrigado, valeuzão! Obs: quanto à "Something", o próprio Sinatra a apresentou, naquela noite, como a 'mais linda canção de amor' que já conheceu e cantou. THAT'S ALL, coroa! Thanks for coming!

domingo, 25 de janeiro de 2015

JOHN LENNON - SCARED - ASSUSTADO


”Scared” foi composta por John Lennon e gravada entre julho e agosto de 1974 e lançada em 4 de outubro daquele ano, no Reino Unido e 26 de setembro nos EUA, no álbum “Walls And Bridges”. Foi produzida pelo próprio John Lennon e também aparece nos álbuns “Menlove Ave” e em “John Lennon Anthology”. Foi inspirada pelo desespero de Lennon durante seu “fim de semana perdido” longe de Yoko Ono.

Embora estivesse com May Pang durante sua separação de Yoko Ono, o estilo de vida hardcore que ele adotou por um tempo em Los Angeles teve seus efeitos sobre o bem-estar do corpo e da alma de Lennon. Bebia copiosamente com Harry Nilsson, Keith Moon e Ringo Starr. Mas, ao contrário do que muitos pensam, “The Lost Weekend” não foi tão perdido assim. Não se resumiu apenas à bebedeiras e orgias sem fim. Não foi todo gasto cheirando, bebendo e farreando em Los Angeles; o período durante o meio do ano de 1974, em particular, foi um dos mais produtivos de Lennon. Mas a sua distância da presença de Yoko Ono lhe permitiu momentos de contemplação. Em “Scared” Lennon deixa de lado a bravata e a arrogância que tantas vezes tentou esconder.

Lennon voltou às suas experiências de transformar a vida em arte. “Assustado” foi o momento mais introspectivo de “Walls And Bridges”, mas a sua crueza emocional relembra os confessionais anteriores “John Lennon / Plastic Ono Band” e “Imagine”. Talvez, se não fosse pela quantidade de overdubs, “Scared” poderia estar muito bem em cada um desses álbuns. Participaram da gravação: John Lennon: vocais, piano; Nicky Hopkins: piano; Jesse Ed Davis: guitarra elétrica; Eddie Mottau: guitarra acústica; Ken Ascher: piano elétrico; Klaus Voormann : baixo; Arthur Jenkins: percussão, Jim Keltner: tambores; Bobby Keys, Steve Madaio, Howard Johnson, Ron Aprea, Frank Vicari: sopros.



sábado, 24 de janeiro de 2015

BADFINGER - TAKE IT ALL - SÓ PARA JÁ INICIADOS!


A saudade é algo tão ruim, que é uma palavra que só existe em português. Hoje faz 1 ano que minha vida ficou ainda mais chata e mais sem-graça do que já vinha sendo. Perdi um dos meus maiores e melhores grandes amigos: o meu amigo, irmão e camarada João Neiva, que, de tanto respeito, apelidei-o de “Velho Cowboy”. Ele morreu apenas com 56 anos depois de uma luta desigual contra um severo e voraz câncer na garganta. Esta semana mesmo, encontrei meu “sobrinho” João Eduardo, filho dele e da Débora, e ele me perguntou se eu iria fazer alguma homenagem. Ora, meu garoto, não poderia ser diferente. Meu abraço solidário e carinhoso para você, sua mãe e seus irmãos. Fiquem em paz! Em homenagem ao meu amigo de quase 35 anos de farras e muito rock and roll, a gente confere aqui, pela primeira vez, Badfinger e a balada-porrada “Take It All”. Fiquei super feliz de encontrar esse vídeo com essa ótima resolução. Afinal, as coisas não acontecem por acaso, essa era uma das preferidas do meu amigo João e minha também. Saudade forever!

GEORGE HARRISON - I WELCOME YOU TO CRACKERBOX PALACE

"Crackerbox Palace" é a penúltima faixa do álbum Thirty Three & 1/3 de George Harrison lançado em 1976. Foi lançada como segundo single do álbum (o primeiro foi This Song) e trazia "True Lobe" como lado B. Alcançou # 19 nas paradas pop americanas.
A canção foi inspirada pelo encontro de Harrison com um certo George Greif em 1975, no Festival de Música de Midem. Harrison conheceu o homem e disse-lhe que ele parecia o falecido comediante Lord Buckley (Harrison tinha admirado Buckley há muitos anos). Por coincidência, Greif era ex-gerente de Buckley, e convidou Harrison para ver o velho Buckley em sua casa em Los Angeles, que ele chamou de "Crackerbox Palace". George gostou do nome e escreveu as palavras numa carteira de cigarros e mais tarde escreveu a canção. A letra de "Crackerbox Palace" inclui referências a Greif ("Eu conheci um senhor Greif") e ao Senhor Buckley ("sei que o Senhor está bem e dentro de você").
Um extravagante e bem-humorado vídeo da música foi lançado acompanhado o single e foi exibido pela primeira vez em 20 de novembro de 1976 no Saturday Night Live. Dirigido pelo Monty Python Eric Iddle, o vídeo apresenta Harrison, Neil Innes (como a babá), e várias outras celebridades. Na época, George namorava sua futura esposa Olivia Arias, que pode brevemente ser vista como uma das duas mulheres vestidas de lingerie em sua cama. O vídeoclipe inteiro foi filmado em Friar Park, propriedade de Harrison.

JOHN LENNON AND THE PLASTIC ONO BAND - SWEET TORONTO 1969


“John Lennon and The Plastic Ono Band - Sweet Toronto 1969” é o registro do Toronto Rock And Roll Revival Festival, realizado no dia 13 de setembro de 1969 em Toronto, Canadá. Primeira formação do Plastic Ono Band em filme só lançado oficialmente em 1988 no Japão. Participações de: Bo Diddley, Jerry Lee Lewis, Chuck Berry, Little Richard, The Plastic Ono Band (com Eric Clapton, Klaus Voorman, Alan White, John Lennon, Yoko Ono). Pela perimeira vez, complete aqui no Baú, a gente confere esse filme de valor histórico. Mas atenção: depois dos primeiros 37 minutos, torna-se uma tortura insuportável até para os mais cabeções. Abração!

THE BEATLES - TWO OF US - 2015 - IMPERDÍVEL!

"Two of Us" é uma canção de 1969, gravada por The Beatles, escrita por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon e McCartney e que aparece no álbum "Let It Be". Foi originalmente intitulada "On Our Way Home" e trabalhada no dia 24 de janeiro de 1969. Executada no documentário por Paul e John com violões acústicos, “Two Of Us” soa como uma música da adolescência dos dois em Liverpool. Mas “nós dois” não eram Paul e John, e sim, Paul e Linda. Embora na letra, por exemplo: "você e eu temos memórias / mais do que a estrada que se estende em nossa frente" ou "você e eu perseguindo papéis / chegando a lugar nenhum") soava para o autor Ian MacDonald como se fosse realmente sobre a amizade dos dois que estava no fim.
Mas Paul, afirmou que, definitivamente a canção era sobre ele e Linda. Para ele (Paul), uma das coisas mais atraentes em sua nova namorada era o olhar despretencioso e tranqüilo que ela tinha em relação a tudo. Em uma vida restringida por horários e obrigações contratuais, ele se deliciava em estar com alguém que parecia totalmente despreocupada. Alguém com quem podia esquecer que era um dos Beatles.

PAUL McCARTNEY - BEAUTIFUL NIGHT

No dia 13 de maio de 1996, Paul e Ringo são filmados durante a gravação da faixa “Beautiful Night”. Paul compôs esta canção em 1986, mas só a gravou 10 anos depois e com participação de Ringo para o álbum “Flaming Pie”, lançado no ano seguinte.


Paul aparece em uma sala repleta de aparelhos e monitores onde ele aparentemente contola o sistema de energia de uma cidade. O clipe segue mostrando seus habitantes em diversas atividades, incluindo Ringo, tocando sua bateria Ludwig. Em certo ponto, a energia geral da cidade é cortada e as pessoas começam a se confraternizar. A cena mais polêmica do filme apresenta um casal de namorados no rio Mersey, em Liverpool, onde a modelo (Emma Moore) aparece nua antes de pular na água. Por isso, duas edições deste promo foram preparadas, sendo que uma delas omite este trecho. Linda aparece no clipe, em uma cabine telefônica. Esta foi a última aparição de Linda em um trabalho de McCartney, antes de sua morte, em abril de 1998. 
Não deixe de conferir também: “PAUL McCARTNEY - FLAMING PIE” de 16 de junho de 2013: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2013/06/paul-mccartney-flaming-pie-2013.html

SMITH - BABY IT'S YOU - LEGALZINHO


"Smith" foi uma banda americana, formada em Los Angeles, Califórnia, em 1969. Chegaram a um Top 5 hit em 1969 com uma cover da canção de Burt Bacharach "Baby It’s You", com a gatinha (na época) Gayle McCormick nos vocais. Esse disco vendeu mais de um milhão de cópias, entre julho e outubro de 1969, e recebeu um disco de ouro atribuído pela RIAA. "Baby It’s You" também foi gravada pelas Shirelles em 1961 e pelos Beatles em 1963.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

THE BEATLES - HELP! SEMPRE ABSOLUTAMENTE DELIRANTE!!!


SMOKIE - NEEDLES AND PINS - MARROMENO!


Smokie (originalmente Smokey) eram uma das trezentas bilhões de bandinhas inglesas nos anos 70. Formada em Bradford, Yorkshire, tiveram um certo sucessinho em casa, depois partiram para tentar o resto do mundo. Tsc, tsc. Cresceram muito depois da parceria com Mike Chapman (que parecência com um certo conhecido nosso) e Nicky Chinn . Ao longo do caminho, tiveram várias mudanças de formação e ainda capengavam ativamente até 2012. Seus mais famosos sucessos foram: " If You Think You Know How to Love Me "," Don't Play Your Rock 'n' Roll to Me", "Lay Back in the Arms of Someone". O seu único hit mais popular foi "Living Next Door to Alice", que alcançou a posição #5 no Reino Unido e em março de 1977, chegou ao número 25 na Billboard Hot 100 nos EUA. Nada mal para uma simples bandinha que achava que nunca sairia de casa. Essa versão de “Needles And Pins”, acabou ficando bem legal. Adoro esses conjuntos dos anos 70, que não foram muito longe, mas que sempre, alguém, em algum lugar, se lembra deles.

Não deixe de conferir também a super postagem sobre The Shadows – o link é: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2014/11/the-searchers-pura-nostalgia.html

PAUL McCARTNEY & WINGS - MULL OF KINTYRE / GIRL'S SCHOOL

Postagem publicada originalmente em 11/11/11. Legal, né?

"Mull of Kintyre" é um single do Wings lançado em novembro de 1977. Alcançou o 1° lugar da UK Singles Chart em dezembro daquele ano, permanecendo nesta colocação por nove semanas. A canção "Mull of Kintyre" foi composta por Paul McCartney e Denny Laine e lançada pelos Wings em novembro de 1977.

Alcançou o 1° lugar da UK Singles Chart em dezembro daquele ano, permanecendo nesta colocação por nove semanas. "Mull of Kintyre" foi feita em homenagem à península de Kintyre em Argyll and Bute, Escócia, onde McCartney possui desde o final da década de 1960 uma casa e um estúdio caseiro. A letra dos primeiros versos, também usados como côro, são uma ode à beleza natural da área e o sentido de lar. O amplo apelo da canção foi maximizado devido a seu lançamento antes do Natal e tornou-se o único sucesso do Natal daquele ano no Reino Unido, permanecendo por nove semanas no topo das paradas. Também tornou-se um enorme sucesso internacional, dominando as paradas na Austrália e em muitos outros países ao longo do período de festas de fim de ano, inclusive no Brasil, onde o clipe foi exibido com exclusividade pelo Fantástico da Globo. "Mull of Kintyre" foi o primeiro single a vender mais de dois milhões de cópias no Reino Unido e tornou-se o single mais vendido de todos os tempos, superando os próprios Beatles em "She Loves You", até ser ultrapassada pela música da Band Aid, chamada "Do They Know It's Christmas?" em 1984 (que também contou com McCartney no lado B).

No entanto, um lugar onde a música não foi um sucesso foi nos Estados Unidos, onde o outro lado, "Girl´s School" recebeu mais execuções e alcançou # 33 na Billboard Hot 100, enquanto "Mull of Kintyre" só conseguiu chegar a # 45 no gráfico da Easy Listening. Como conseqüência, McCartney não tocou "Mull of Kintyre" durante suas turnês subseqüentes na América, e só voltou a tocá-la de novo em incursões ao Canada, mais recentemente em 11 de julho de 2009, em um concerto em Halifax, Nova Scotia, acompanhado da Banda 78th Highlanders (Halifax Citadel) Pipe. Ele também tocou a canção durante o terceiro encore de seu show no Arena 02 em Londres, em 22 de dezembro de 2009, acompanhado pela 18-piece Balmoral Highlanders Pipe Band. Em meados dos anos 80, depois da declaração de falência, Denny Laine vendeu seus direitos lucrativos de co-edição de "Mull of Kintyre" para o co-autor McCartney.

ROCKY - UM LUTADOR - ABSOLUTAMENTE DEMAIS!!!

Isso já era para ter aparecido aqui há muito tempo!

“Rocky” – (Rocky: Um Lutador) - é um drama de 1976, escrito e estrelado por Sylvester Stallone, e dirigido por John G. Avildsen. Foi o primeiro de uma série de seis filmes protagonizados pelo personagem Rocky Balboa. Os demais são Rocky 2 (1979), Rocky 3 (1982), Rocky 4 (1985), Rocky 5 (1990) e Rocky Balboa (2006).

O filme conta a história de Rocky, um boxeador da Filadélfia que nunca teve chance no esporte e se vê na contingência de exercer um trabalho paralelo como capanga de um agiota, mas que tem sua vida transformada ao receber do campeão peso-pesado Apollo Creed ou Apollo Doutrinador, a oportunidade de disputar o título máximo do boxe.

Rocky é apresentado como um medíocre boxeador e coletor para um agiota. A competição pelo campeonato mundial de pesos pesados está marcada para o dia de Ano Novo de 1976, o ano do bicentenário dos Estados Unidos. Quando o oponente do invicto campeão da categoria de pesos-pesados Apollo Creed se machuca, apresenta a idéia de lutar com um lutador local da Filadélfia, e porque ele gosta do apelido Rocky, The Italian Stallion (o garanhão italiano), ele escolhe esse lutador desconhecido.

Para se preparar para a luta, Rocky treina com o ex-lutador Mickey Goldmill (Burgess Meredith - o Pingüim, do seriado “Batman”), enquanto seu melhor amigo, Paulie, um trabalhador de frigorífico, o deixa praticar socos nas carcaças penduradas no freezer. Durante o treino, Rocky sai em encontro com a irmã quieta do Paulie, Adrian. Na noite anterior à luta, Rocky confessa para Adrian que ele não espera derrotar Apollo, e tudo que ele quer fazer é aguentar os 15 rounds contra ele (o número típico de rounds do boxe daquela época). Apollo inicialmente não leva a luta à sério, mas Rocky inesperadamente derruba-o no primeiro round e a luta se torna intensa. Dura realmente 15 rounds, com os dois lutadores massacrados. Depois da luta, Rocky chama por Adrian, que corre até o ringue. Enquanto Apollo é anunciado como vencedor por uma decisão apertada, Adrian e Rocky se abraçam e declaram o amor um para o outro. Que lindo é o amor!

Bill Conti compôs a trilha sonora e o tema principal do filme, “Gonna Fly Now”. Ficou no topo das paradas da Billboard por uma semana. Bill Conti também compôs a trilha sonora das sequências, “Rocky II”, “Rocky III”, “Rocky V” e “Rocky Balboa” (2006).
“Rocky, um lutador” - custou no total 1,1 milhão de dólares. A bilheteria do filme, apenas nos Estados Unidos, foi de aproximadamente 117,23 milhões de dólares ao longo dos anos. O filme foi totalmente rodado em apenas 28 dias. Sylvester Stallone escreveu o roteiro de “Rocky”, em apenas três dias, após assistir uma luta de boxe em que o desconhecido Chuck Wepner conseguiu inesperadamente aguentar os 15 rounds de uma luta com o campeão Muhammad Ali, inclusive chegando a derrubar Ali em um certo momento da luta. No filme original a vitória no combate pertence a Apollo Creed, no Brasil a dublagem dá um empate para os lutadores. Sylvester Stallone apenas concordou em vender o roteiro de Rocky, um lutador sob a condição de que ele mesmo interpretaria o personagem-título do filme. Os produtores chegaram a oferecer-lhe 150 mil dólares para que deixasse o ator Ryan O'Neal interpretar Rocky Balboa, mas Stallone recusou a oferta. Deste modo, os produtores concordaram que Stallone interpretasse Rocky Balboa desde que ele conseguisse que a produção do filme custasse menos de um milhão.

Nas sequências, o personagem “Rocky” acaba fugindo do perfil original para assumir o figurino do herói defensor dos valores norte-americanos, figurino que chegou ao extremo em Rocky IV (1985) em que o personagem disputa o título mundial contra o campeão soviético e todo o aparato repressor a sua volta.

GEORGE HARRISON & BOB DYLAN - IF NOT FOR YOU

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

PAUL MCCARTNEY ESCAPA DE ACIDENTE!


Paul McCartney e a mulher, Nancy, passaram por um perrengue danado quando voltavam para sua mansão de helicóptero que, por pouco não caiu. Os dois voltavam de Londres, onde foram assistir o lançamento de um livro de receitas vegetarianas de Mary 
McCartney - uma das filhas do cantor com a falecida Linda), quando o incidente aconteceu. A investigação concluiu que o helicóptero bateu em várias árvores, quando sobrevoava a mansão em East Sussex. Nem o piloto nem o co-piloto ouviram o aviso que indicava que estavam se aproximando de obstáculos. Percebendo que não era seguro tentar o pouso, por causa da chuva, o piloto tentou outra opção. A aterrisagem só foi feita em segurança no aeroporto de Lydd, a 15 quilômetros de distância. Te cuida Maccavéi!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

CARL PERKINS & FRIENDS - YOUR TRUE LOVE

Esse vídeo, é um dos meus preferidos! Já esteve aqui várias vezes e eu nunca me canso dele. Quem gostou, assiste esse showzaço inteirinho logo aí embaixo.

CARL PERKINS - ADEUS MISTER ROCK AND ROLL!


No dia 19 de janeiro de 1998, o grande Carl Perkins, ídolo e amigo dos Beatles, principalmente de George e Paul, morreu aos 65 anos de idade depois de sofrer vários derrames e foi enterrado no Ridgecrest Cemetery em Jackson, Tennessee. No funeral, George Harrison tocou “Your True Love” em homenagem ao amigo. Esta, acabaria sendo a última performance em público de George.

"Carl Perkins & Friends - Blue Suede Shoes: A Rockabilly Session" foi um concerto realizado pelo grande Carl Perkins em 21 de outubro de 1985 em Londres, no Limehouse Studios e que contou além da banda de Perkins, com supertime de fazer inveja a qualquer um. A constelação de conividados especiais contou com amigos - fãs e admiridadores - do mestre tais como: como: George Harrison, Ringo Starr, Eric Clapton , Dave Edmunds (que também foi o diretor musical do show) e Rosanne Cash.

A maioria do repertório executado no show consistiu em canções clássicas de Perkins - puro rockabilly dos anos 1950. O concerto especial foi ao ar originalmente pelo canal Cinemax em 1986, com comentários introdutórios de Johnny Cash , Roy Orbison e Jerry Lee Lewis. O concerto é um destaque memorável tanto da carreira de Perkins como de todos que fizeram suas participações especiais, inclusive George Harrison. A SUPERBANDA: Carl Perkins (guitarra e vocais), George Harrison (guitarra e vocal), Ringo Starr (bateria e vocal), Eric Clapton (guitarra, vocais), Dave Edmunds (guitarra, vocais), Greg Perkins (baixo), Lee Rocker (contrabaixo), Slim Jim Phantom (bateria), Earl Slick (guitarrista), David Charles (bateria), John David (baixo), Mickey Gee (guitarra), Geraint Watkins (piano) e Rosanne Cash (vocal). Pois muito bem, 
em especial homenagem ao grande mestre do rock, a gente confere agora aqui no nosso blog preferido, nada mais, nada menos que "Carl Perkins & Friends - Blue Suede Shoes: A Rockabilly Session" inteirinho, na íntegra e excelente qualidade de som e imagem com as marcantes paricipações de George e Ringo.

PAUL McCARTNEY - THE BEATLES - BIRTHDAY


As músicas dos Beatles feitas na índia eram criadas para o violão porque esse era o único instrumento que tinham no ashram. Mas "Birthday" foi escrita nos estúdios de Abbey Road em 18 de setembro de 1968. Paul tocou a melodia básica ao piano. John diz que Paul estava pensando em "Happy, Happy Birthday", um hit de 1957 nos EUA, deTuneweavers, mas queria produzir algo contemporâneo e rock'n'roll. Além disso, faltavam apenas seis dias para o aniversário de 26 anos de Linda Eastman, e Paul sabia que ela chegaria em Londres na semana seguinte, a tempo da comemoração.
Ele entrou no estúdio no fim da tarde e trabalhou no acorde básico de teclado, cujo início era baseado na introdução de "Just A Little Bit" (1960), de Rosco Gordon. Depois, George, John e Ringo acrescenta¬ram os acompanhamentos. Durante a noite, os quatro fizeram uma pausa e foram para a casa de Paul assistir à estreia de The Girl Can’t Help It na televisão, estrelado por Jayne Mansfield e com música de Fats Domino, GeneVincent, TheTreniers.The Platters, Little Richard e Eddie Cochran.
Provavelmente inspirados por essa dose de rock das antigas, os Beatles voltaram para o estúdio por volta das onze da noite e concluíram os vocais. Todos incluíram versos, e Yoko Ono e Patty Harrison ajudaram com os backings. "Nós criamos a letra no estúdio", conta Paul. "É uma das minhas faixas favoritas do álbum porque foi instantânea. E é boa para dançar." A opinião de John, emitida voluntariamente doze anos depois, é exatamente a que se esperaria dele: "É uma porcaria".

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

JOHN LENNON - WOMAN IS THE NIGGER OF THE WORLD - 2015


"Woman Is the Nigger of the World" é uma canção escrita por John Lennon em co-parceria com Yoko Ono. Foi lançada como single pela Apple Records nos Estados Unidos, na Nova Zelândia e Japão, chegando à posição nº 57 na Billboard Hot 100, tornando-se o single que alcançou a mais baixa posição na vida de Lennon. O “compacto” tinha como Lado B "Sisters O Sisters” de Yoko Ono. As duas faixas aparecem no álbum “Some Time in New York City”. Foram gravadas entre novembro de 1971 a março de 1972 e produzidas por Phil Spector, John Lennon e Yoko Ono.

GEORGE HARRISON - DEEP BLUE - SENSACIONAL!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

PAUL MCCARTNEY - LET'S HAVE A PARTY – SENSACIONAL!

RANGE ROVER NW8 - CARRINHO NOVO EM ABBEY ROAD

A Land Rover lançou no Salão de Montreal, no Canadá, uma nova série especial do Range Rover Evoque: a NW8. Desta vez, a empresa tomou como referência a Abbey Road, rua ao noroeste de Londres, que se tornou mundialmente conhecida, depois que os Beatles atravessaram a faixa de pedestres para a capa do ábum “Abbey Road”.
O carro, batizado de NW8 - sigla que remete ao código postal do lugar - será comercializado apenas no exterior, pois a produção está restrita a mil unidades. O modelo especial estará disponível apenas na cor branca, com teto, molduras dos retrovisores e logotipos vermelhos.

GEORGE HARRISON - WHAT IS LIFE - SENSACIONAL!

Esse Alvaro Ortega é tudo que eu eu queria ser quando crescer! Ô cara phoda! Nunca pára de me surpreender! Ele apareceu recentemente por aqui em dezembro passado. Quem quiser conferir, o link é http://obaudoedu.blogspot.com.br/2014/12/a-pedidos-los-escarabajos-alvaro-ortega.html

A PEDIDOS - JOHN LENNON - CRIPPLED INSIDE

Publicada originalmente em setembro de 2014. Meu Deus, o tempo tá voando! Abração para o velho amigo Mariozinho. Negão porreta!

A segunda canção no álbum “Imagine” de John Lennon, “Crippled Inside” (Aleijado por dentro) funciona como uma ponte entre a faixa-título imponente do álbum e da introspectiva “Jealous Guy”. Variando o humor com um número de country rock otimista, Lennon revelou que “Imagine” era mais musicalmente variado do que o seu antecessor. Por trás do countryzinho alegre e divertido, “Crippled Inside” contém uma das letras mais sombrias de Lennon. Para quem procura cabelo em ovo, nessa canção também haveria uma referência ao seu ex-companheiro dos Beatles - Paul McCartney - no verso que diz "Você pode viver uma mentira até que você morra". Esses mesmos do cabelo em ovo, acreditam que a música pode ter sido inspirada por “Blind Blake”, de 1920 gravada pela Black Dog Blues, mas não há nada semelhante entre as duas. Essa música também foi tocada pelos Beatles durante as sessões de Let It Be em 24 de janeiro de 1969. “Crippled Inside” foi gravada no estúdio de Lennon em Ascot,Tittenhurst Park. A versão que saiu em “Imagine” foi o 17º take. Anos depois, ele descreveu o som de “Crippled Inside” como um country muito brega e ocidental", coisas de Lennon. Participaram da gravação: O próprio - vocais e guitarra; George Harrison - dobro; Nicky Hopkins - piano; Ted Turner – guitarra acústica; Rod Linton - violão; John Tout - violão; Klaus Voormann - baixo; Steve Brendell - baixo e Jim Keltner – bateria. Só para matar a curiosidade, essas duas figuras em destaque na foto, são os dois Badfinger Joey Molland e Tom Evans que participaram do álbum, não da faixa. Ok? Abração!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

IMAGINE: SUSAN BOYLE CANTA JOHN LENNON


A sensação da música Susan Boyle, catapultada ao estrelato internacional em 2009, quebrou recordes no mundo todo, vendeu mais de 22 milhões de álbuns e agora retorna com um álbum incrível de músicas inspiradoras – seu sexto álbum de estúdio em cinco anos. “Hope” (Esperança) é o prenúncio de uma nova era musical para Susan Boyle, em que baladas se combinam com batidas rápidas. Os poderosos vocais de Susan variam entre o etéreo e o dramático, ressaltando seu estilo inimitável. Com interpretações das músicas “Wish You Were Here”, de Pink Floyd e “Bridge Over Troubled Water”, de Simon & Garfunkel, Susan também defende de forma destemida a clássica “Imagine”, de John Lennon, dando uma nova identidade à canção. Este álbum deve, mais uma vez, lembrar as pessoas da voz pela qual o mundo se apaixonou em 2009, quando adentrou ao palco do Britain’s Got Talent, cheia de esperança e com um sonho. Ao comentar seu sexto álbum, disse: “Gostei muito de fazer este álbum. Era enorme a quantidade de sugestões de músicas, mas finalmente eu pude gravar uma das minhas favoritas de todos os tempos: “Angel”, gravada originalmente por Sarah Mclachlan. Também estou satisfeita por ter gravado algumas canções mais rápidas, que mostram variação no meu repertório. O disco também conta com alguns clássicos. Foi um risco gravá-los, mas espero ter feito jus a eles à minha maneira.

“Imagine”, de John Lennon foi uma das mais difíceis de gravar; não por causa da música ou dos vocais, mas porque eu queria fazer jus à canção. É claro que os fãs mais intensos de Lennon criticarão meu trabalho, mas espero que pessoas como as que me acompanham apreciem. O tema inspiração e o título Hope foram escolhidos porque se trata de dois elementos que todos nós precisamos na vida para corrermos atrás de nossos sonhos; funcionou para mim.” “Hope” foi produzido em Glasgow por Cliff Masterson e Steve Anderson. A dupla, que trabalhou no álbum anterior de Susan, Home For Christmas, são produtores que já trabalharam com Lionel Richie, Kylie Minogue, Emeli Sande e Westlife. Conhecida pelo elemento-surpresa e por uma poderosa voz de tocar o coração (?), Susan tornou-se uma das artistas com maior número de vendas no mundo todo. Recorde de vendas, conquistas e domínio nas paradas multiplatina, vendas de turnês no Reino Unido e aparições em filmes, Boyle percorreu um longo caminho desde 2009. Até o momento, seus cinco álbuns anteriores, I Dreamed a Dream, The Gift, Someone To Watch Over Me, Standing Ovation e Home for Christmas venderam mais de 22 milhões de cópias e chegaram ao topo das paradas de mais de 30 países.

PAUL McCARTNEY - MEDLEY - SUICIDE / LET'S LOVE / ALL OF YOU / I'LL GIVE YOU A RING

domingo, 11 de janeiro de 2015

WINGS - CALL ME BACK AGAIN - SENSACIONAL!

RINGO STARR - EARLY 1970

No início de 1970, John Lennon, Klaus Voormann e Ringo Starr tinham gravado as bases de uma canção que seu compositor baterista chamara de 'When Four Knights Come to Town' ('Quando quatro cavaleiros vêm à cidade'). Ringo terminou a canção com a ajuda de Harrison alguns dias depois, e ela foi lançada em compacto no ano seguinte, sob o título de “Early 1970” (Início de 1970). Em quatro estrofes simples, Ringo pintou vívidas miniaturas de cada um dos Beatles: Lennon na cama pela paz, Harrison escapando de seu terreno de 40 acres para tocar em sessões intermináveis, McCartney escondendo seu 'charme' em sua fazenda, e Starkey expondo as próprias habilidades musicais limitadas. A mensagem era simples: Starkey sabia que quando Lennon e Harrison viessem à cidade, aceitariam alegremente trabalhar com ele, mas e quanto a McCartney? Ele não sabia. Só estava certo de uma coisa: 'Quando eu for à cidade, quero ver todos os três'. Era o esboço de um tratado de paz, e para o punhado de pessoas que ouviram a faixa, em outubro de 1970, ela deve ter sinalizado que um reencontro ainda não era impossível, e que o lema de Lennon 'renascimento ou morte' poderia chegar a uma resolução positiva. Isso, contudo, seria uma impressão de outubro, e a canção não foi lançada até março. Quando então Early 1970 pareceu uma falsa memória de um passado mítico, uma arcádia perdida, recoberta por ervas daninhas.

THE BEATLES - I SAW HER STANDING THERE!

PAUL McCARTNEY - HOPE FOR THE FUTURE - 2

Paul McCartney não para de surpreender. Após divulgada a parceria com Kanye West na música Only One (ouça-a aqui), o ex-Beatle vai lançar um vinil 12” com versões do single Hope for The Future, canção gravada para o popular videogame Destiny. A composição foi exibida no final de 2014. A bolacha de 180 gramas sai daqui a três dias (13/01) e traz, além da canção original, quatro remixes da música e um cartão para download. Uma das versões do single é de Mirwais, produtor de Madonna. As parcerias insólitas de Paul não ficaram aí. Ainda esta semana, Ty Dolla $ign disse à Billboard que Only One, colaboração com West, não é filha única. O produtor e rapper afirmou que Paul e Kanye trabalharam em uma canção da qual ele próprio e Rihanna participaram. O resultado deve sair em breve.

sábado, 10 de janeiro de 2015

PARABÉNS ROD STEWART - 70 ANOS


Roderick David Stewart, o grande ROD STEWART completa hoje 65 anos. Ao longo de sua carreira, Rod atingiu várias vezes as paradas de sucesso, principalmente na Inglaterra onde ele atingiu o primeiro lugar com seis álbuns e por 24 vezes ficou entre o top 10 e seis vezes na posição número 1 entre as músicas mais executadas. Estima-se que Rod Stewart tenha vendido mais de 260 milhões de discos. ‘O aniversário é dele, mas quem o presente somos nós!’ - (essa é nova) - a gente tem agora o privilégio de conferir aqui, mais uma crônica do nosso amigo João Carlos Mendonça publicada com absoluta exclusividade na coluna SÁBADO SOM em 15 de novembro de 2014.

O que importa é que a voz áspera, rouca e inconfundível de Rod Stewart ‘ta sempre na área com aquele senso de oportunismo dos bons artilheiros. Nem sempre ele acerta as redes, às vezes chuta na trave ou até manda a bola pra fora do estádio, mas quando marca, seus gols são antológicos. Quando o conheci, já foi com sua clássica canção “Maggie Mae” e o álbum EVERY PICTURE TELLS A STORY que, imediatamente fascinou os iniciados no começo dos anos 70, na verdade, fãs que o desancaram tão logo foi captando mais admiradores e virar arroz de festa das rádios mundo afora. O preço do sucesso. Ainda nos dias atuais, muita gente acredita que Rod é escocês. De fato, seus pais e irmãos os são, mas ele, o caçula, nasceu em Londres. E ralou muito pra chegar ao estrelato. Antes de se aventurar no meio musical, foi pintor de “silkscreen”, coveiro e até tentou ser jogador de futebol no time meia sola do Brentford F.C., só não sei precisar se tudo isto foi logo antes ou depois de ser expulso da Espanha por vagabundagem. Militou como vocalista de várias bandas que animavam botecos britânicos até chegar ao JEFF BECK GROUP, onde conheceu Ronnie Wood, quando produziram o excelente “TRUTH”. Todavia, o grande êxito deste disco não foi suficiente para manter a banda, que terminou naquele exato período. Dá até pra imaginar a guerra de egos. Junto com Ronnie, entrou no realmente diminuto THE SMALL FACES, mudando o nome do grupo para THE FACES, que a partir de então ganhou notoriedade e credibilidade tantas que, paralelo ao conjunto iniciou sua carreira-solo. Concorrendo consigo mesmo, o conjunto se desfez. Na época, Jeff Beck já era a lenda viva que conhecemos, Ronnie Wood foi virar outra lenda nos ROLLING STONES, enquanto ROD deslanchava de vez, acumulando sucessos, produzindo grandes álbuns e curtindo o melhor do “jet set” internacional. Leia-se, muita grana, marias-microfones e drogas... Moderadamente. Afinal, Rod Stewart nunca deixou de ser um craque das peladas (sem trocadilhos). “Sailing”, “I Don’t Want To Talk Abou It”, “You’re In My Heart”, “Tonight’s The Night” são alguns de seus muitos clássicos, mas como dá pra notar, apesar de roqueiro de primeira linhagem, suas baladas acertavam o alvo sempre. Não ficam atrás também, suas regravações como “The First Cut Is The Deepest”, “Maybe I’m Amazed” e “Have You Ever Seen The Rain” entre outras. Um dos seus “big hits”, inclusive no Brasil, foi a sacolejante “Da Ya Think I’m Sexy?”, que lhe rendeu um processo por plágio do Jorge Benjor, cuja incipiente “melô”, “Taj Mahal”, foi (conscientemente ou não) copiada por Rod. No fim, os dois lucraram: Benjor virou parceiro e a música subiu nas paradas mais ainda. “Da Ya Think I’m Sexy?” foi uma das mais ovacionadas canções das apresentações de Rod no histórico ROCK IN RIO de 1985. Recuperado de um câncer na tireóide em 1999, Rod reapareceu com uma série de álbuns com velhos e belos “Standards” americanos (tipo “As Time Goes By”, “Stardust” e “It Had To Be You”) e um CD com clássicos do rock no início dos anos 2000. Se fosse recomendar um de seus discos de carreira, citaria “ATLANTIC CROSSING” (1975), mas uma boa coletânea de sucessos também cairia bem. Se as próximas jogadas de Rod Stewart vão dá pé eu não posso adivinhar. Mas se ele estará bem posicionado na cara do gol? Tenho absoluta certeza!

Parabéns, Rod Stewart! Parabéns amigo João Carlos! E para fechar com chave de ouro, a gente fica com quatro grandes momentos da carreira desse artista excepcional: as baladonas lindas “Sailing”e "You're In My Heart", o superockão “Hot Legs”, e por último, a emocionante performance do Faces para um dos maiores sucessos de Paul McCartney – “Maybe I’m Amazed”, ao lado de Ronnie Lane, Ronnie (Ron) Wood, Ian McLagan e Kenney Jones em 1972. Valeu. Abração!

PAUL McCARTNEY - MELHOR SHOW DE 2014


Os leitores do G1 escolheram os shows do Paul McCartney no Brasil como os melhores de 2014. Em novembro, McCartney trouxe ao país a turnê "Out there!", em que apresentou clássicos dos Beatles e dos Wings, além de sucessos da carreira solo e canções do disco "New" (2013). Este foi o quinto ano seguido em que o ex-Beatle se apresentou no país. Os shows passaram por Rio, São Paulo, e, pela primeira vez, Espírito Santo e Distrito Federal. Em SP, o show do ex-beatle foi a estreia musical do Allianz Parque, novo estádio do Palmeiras, na Zona Oeste da cidade. A lotação foi esgotada, com 45 mil pessoas. Foi a última data da turnê mundial “Out there”, que começou e terminou no Brasil. A estreia foi em maio de 2013, em Belo Horizonte. Do disco mais recente, o ótimo “New”, ele costumava incluir quatro músicas. O veterano pinça as mais adequadas para estádio (“Everybody out there” é a que mais funciona) e deixa de fora as mais introspectivas, como “Early days”. É tudo certinho pensado para manter o público entretido durante as quase três horas de show “bombando”, como ele mesmo define em português em “I’ve just seen a face”. Na votação, Metallica aparece em segundo lugar. Em março, o grupo fez um show animado sob chuva para 65 mil pessoas no estádio do Morumbi, em SP. O repertório foi escolhido pelo público, através de enquete pela internet e foi a única data no Brasil da turnê "Metallica by request".

Somente aqui, a gente confere em alto e bom som, com imagem excelente, o show que o Multishow apresentou ao vivo do show no Allianz Parque com os delays e cortes por determinação da produção de Paul McCartney.

TRAVELING WILBURYS - WILBURY TWIST - SENSACIONAL!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PAUL McCARTNEY - I DON'T WANNA NO OTHER BABY, BUT YOU!


DHANI HARRISON - LET IT DOWN

GEORGE HARRISON - THE APPLE YEARS - 1968 / 1975


Apesar de muita gente ter torcido o nariz por causa da box "The Apple Years: George Harrison – 1968-1975", uma caixa que reúne seus seis primeiros discos solo, completamente remasterizados, os vídeos promocionais são superlegais! Somente aqui no nosso blog preferido, a gente confere todos!!!


Para conferir a postagem sobre a box, o o link é: http://obaudoedu.blogspot.com.br/2014/10/george-harrison-apple-years-1968-1975.html

PAUL McCARTNEY - NO OTHER BABY - SEMPRE DEMAIS!

"No Other Baby" é uma canção escrita por Dickie Bishop e Bob Watson, originalmente gravada em 1957 por Dickie Bishop and The Sidekicks. Os primeiros covers foram gravadas por The Vipers (1958) e Bobby Helms (1959). Paul McCartney gravou "No Other Baby" para o seu álbum de 1999 Devil Run Run e também como single.
But I don't want no other baby but you,
I don't want no other baby but you,
cause no other baby can thrill me like you do.
Got a little woman, lives across the hall,
I got a little woman, she lives across the hall
and most every evening she's asking me to call.
But I don't want no other baby but you,
I don't want no other baby but you,
cause no other baby can thrill me like you do.
But lots of other women say be my daddy do,
yeah, lots of other women say be my daddy do,
but I tell them I don't want no other baby like you.
I said, I don't want no other baby but you,
I don't want no other baby but you,
cause no other baby can thrill me like you do