terça-feira, 30 de janeiro de 2018

THE BEATLES - THE ROOFTOP CONCERT - 30/1/1969

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30 de janeiro de 1969 foi um dia histórico na carreira dos Beatles. Eles se superaram em todas as suas apresentações, que já não faziam desde 1966. Naquele dia, John, Paul, George e Ringo, apenas subiram no telhado do prédio da Apple em Londres sem avisar ninguém, e começaram a tocar as músicas do álbum Let it Be.
Como nos velhos tempos, Mal e Neil colo­caram os instrumentos no palco montado no topo do prédio da Apple, em Saville Row, e os Beatles, acompanhados de Billy Preston, entraram em cena. O tráfego parou e a mul­tidão que saia para almoçar se aglomerou na calçada. Funcionários das empresas próxi­mas apinharam-se nas janelas e nos telhados dos escritórios de West End, conseguindo ter uma visão privilegiada do último concerto ao vivo dos Beatles.
Os primeiros a chegar ao telhado foram Paul e Ringo. Os dois foram para seus instrumentos e logo John e George apareceram, e o grupo começou a tocar. Além de alguns alguns fotógrafos, estavam lá toda a equipe de Michael Lindsay Hogg, Billy Preston, Mal Evans, 
Maureen Starkey e Yoko Ono e nenhum fã. Mas à medida que o tempo que foi passando,as pessoas começaram a se dar conta do que acontecia lá em cima. Eram os Beatles! Então, pararam para ouvir o grupo, outras procuraram janelas, outras se aventuravam a subir nos prédios e a maioria dos transeuntes ficava olhando para o alto. Ninguém ficou indiferente e o mundo comungava pela derradeira vez, com os Beatles de verdade.
As faixas executadas foram "Get Back", "Don't Let me Down", "I've Got a Felling", "One After 909", e "Dig a Pony", Ao final da execução de "Dig a Pony", o engenheiro de som Alan Parsons percebeu que a fita de gravação havia terminado. Enquanto ele a trocava, foram executados trechos de "God Save the Queen" e "I Want You (She´s so Heavy)", que a gravação "oficial" não incluiu. A ver­são final de “Get Back” foi interrompida pela polícia e Paul improvisou, “Você está tocando no telhado de novo e você sabe que sua mãe não vai gostar. Ela vai mandar te prender!”. No final da música, Maureen Starkey come­çou a aplaudir calorosamente e Paul voltou ao microfone para agradecê-la: “Obri­gado, Mo!”. Em seguida, John encerra dizendo: “Eu gos­taria de agradecer em nome da banda e espero que tenhamos passado no teste”. A última apresentação dos Beatles durou uma média de quarenta minutos. No "Anthology 3", Paul disse que seria um grande e belo final, se os quatro acabassem presos.

THE RUTLES - GET UP AND GO - SENSACIONAL!*****

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Especialmente em homenagem ao Rooftop Concert, dos Beatles, que completa 49 anos hoje, a gente confere novamente a superprodução dos Rutles e a incrível "Get Up And Go" do álbum "Let It Rot".
Não deixe de conferir de jeito nenhum a superpostagem épica “MEET THE RUTLES” publicada pela última vez em março de 2012- ABSOLUTAMENTE SENSACIONAL e IMPERDÍVEL!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

MONTY PYTHON – UMA AUTOBIOGRAFIA ESCRITA POR MONTY PYTHON

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Para onde vão os juízes da Suprema Corte quando se aposentam? Para um parquinho infantil, onde, de toga e peruca, disputam a gangorra e o escorregador. Enquanto isso, um rapaz que procura emprego em um Ministério descobre que precisa ter um andar idiota, caso contrário, não consegue a vaga. E o que dizer do homem que volta à loja de animais para reclamar que comprara um papagaio morto e é recebido pelo proprietário, que insiste em dizer que Polly (o bichinho) está apenas descansando? Finalmente, a história que entrou para a História: a do casal que vai a um restaurante frequentado por vikings e onde o único prato servido é carne enlatada de marca Spam, termo adotado daí pela linguagem universal da internet.
Essas são apenas algumas das inúmeras cenas humorísticas escritas pelo Monty Python, grupo formado por seis ingleses (bem, na verdade, um é gaulês e outro é um americano infiltrado) que renovaram o humor da TV britânica (e, por extensão, mundial) em 5 de outubro de 1969, quando foi ao ar o primeiro dos 45 episódios da série cômica Monty Python’s Flying Circus, programa de meia hora de duração com animações e piadas escrachadas que não perdoavam da política à filosofia, do marxismo ao esporte, do chá das 5 à morte. “Monty Python surge no momento mais louco do século 20, na cidade mais louca do mundo (Londres). Para revolucionar a loucura vigente, os Pythons tinham um ingrediente surpresa: a lucidez”, escreve o humorista Gregório Duvivier no prólogo de Monty Python – Uma Autobiografia Escrita por Monty Python, agora lançada no Brasil pela Realejo Livros. Trata-se de um livro originalmente editado em 2003 e organizado por Bob McCabe, que costurou depoimentos de Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones (o gaulês) e Terry Gilliam (o americano ilustrador) para contar a origem de cada um até que os rumos se cruzassem, especialmente quando eram universitários, dividindo-se entre Oxford e Cambridge. Sim, foi no ambiente de faculdades que esses estudantes de História, Medicina e Direito exercitaram seu talento para o humor, criando esquetes apresentados em peças universitárias que, de tão engraçados, convenceram cada um a buscar a carreira de comediante.
Nessa época, anos 1960, o melhor caminho era o rádio, mas a BBC, emissora pública que também tem canais de TV, pretendia renovar sua faixa humorística. Interessavam quadros como o BBC A.C., criado por Cleese no qual Idle apresentava a previsão do tempo: “Uma peste deve surgir sobre as terras do Egito, seguida de enchentes, sapos e a morte de todos os primogênitos. Sinto muito, Egito”. Um primeiro caminho foi o programa de David Frost, que abria as portas para comediantes talentosos e que permitiu que todos se exercitassem. A partir daí, os futuros Pythons foram se unindo até que Jones, Palin e Idle, que escreviam o programa Não Sintonize Sua TV, foram chamados por Cleese, que fazia ao lado de Chapman Finalmente o Show de 1948, para criar um novo produto, o Flying Circus. Se o talento era um detalhe comum do sexteto, as diferentes personalidades ajudavam a enriquecer o material. Afinal, enquanto Cleesse era metódico, capaz de discutir horas sobre a colocação de uma vírgula, Chapman (que morreu em 1989) era o mais instável, mas, por isso mesmo, o mais sensível. Idle sempre foi fascinado por personagens de falas complicadas e Jones não esconde sua preferência pelo elemento surreal fantasioso. Já Gilliam revolucionou o grupo com seus cartoons anárquicos e inventivos, enquanto Palin era o “comediante dos comediantes”. O Monty Python logo inaugurou um modelo de humor, que inspirou tanto programas como Saturday Night Live nos EUA como o Casseta & Planeta Urgente!, no Brasil. Quadros como a Dança dos Tapas com os Peixes ou a Lumberjack Song, canção em que um barbeiro homicida sonha em ser um lenhador, tornaram-se referências obrigatórias. Os Pythons passaram a ser venerados, até mesmo pelos Beatles que, segundo conta Palin, tinham as sessões de música interrompidas a pedido de Paul McCartney no momento em que o programa era transmitido para que todos pudessem ver. “Que surreal, os Beatles interessados em nós!”, comenta.
Da TV, o grupo foi para o cinema, realizando poucos mas originais filmes – ao menos um deles se tornou um clássico, Em Busca do Cálice Sagrado. Aos poucos, o sucesso retumbante começou a incomodar alguns integrantes, que ironicamente viam nisso uma traição à sua essência. “A partir do momento em que o Python é percebido como uma lenda a ser celebrada, o humor que formou o Python voa pela janela, porque viramos vítimas dos nossos próprios ataques”, observa Palin. De fato, o grupo se desfez em 1983, logo após o filme O Sentido da Vida. Cada um seguiu uma trajetória, mas todos com um DNA comum. Novamente Palin explica: “O Python explorou todos os territórios possíveis, atirou em todas as direções, foi produto de seis roteiristas e atores, e da sensação de liberdade. Um episódio qualquer ou um filme tem de tudo. O Python sobreviveu porque é ligeiro, desloca-se rápido entre as ideias”.

THE BEATLES - ONE AFTER 909 - 2018

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“One After 909” talvez seja a canção mais antiga de Lennon e McCartney gravada pelos Beatles. Ela era uma das “mais de cem músicas” que eles sempre diziam ter escrito antes de gravar “Love Me Do” e data dos tempos que John e Paul passavam tardes e tarde juntos em Forthlin Road. Os Beatles gravaram em estúdio “One After 909” pela primeira vez em março de 1963, durante a mesma sessão que também produziu “From Me To You”, mas George Martin foi tão indiferente que a gravação nunca foi lançada e ficou meio esquecida. Uma versão “oficial” de “One After 909” só apareceria no álbum "Let It Be" de 1970. A música, foi uma iniciativa de John Lennon, em 1957, de escrever uma canção típica de ferrovia americana, depois de sucessos 'skiffle' como “Last Train To San Fernando” de Johnny Duncan, e “Freight Train”, do The Chas McDevitt Skiffle Group“One After 909” se baseia em um mal-entendido acerca da numeração de um certo trem a ser pego por duas pessoas. O "One After Nine O Nine" do título pode ser entendido como "O Seguinte ao 909", ou seja, o trem nº 910, ou pode ser "O que parte em seguida às 9:09". Esse tipo de pegadinha linguística é típico do linguajar 'scouse' de Liverpool, muito usado nas primeiras composições de John e Paul gravadas na primeira fase dos Beatles. Na gravação oficial de Let It Be - que não existe um vídeozinho safado sequer (nem só com o áudio), participaram os quatro Beatles em seus usuais instrumentos e mais Billy Preston nos teclados.

THE BEATLES - GET BACK - SENSACIONAL!*****

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Paul McCartney já disse várias vezes que fez “Get Back” originalmente “como uma canção política” e fitas demo remanescentes revelam que ele planejava satirizar as atitudes daqueles que achavam que os imigrantes da Inglaterra deveriam ser repatriados. Deveria ser cantada do ponto de vista de alguém que que acha que imigrantes estavam “tirando” seus lugares e, consequentemente, incitava-os a “voltar” para o lugar de onde tinham saído, e suas intenções satíricas podiam facilmente ser mal interpretadas.Anos depois, Paul ainda tinha que responder perguntas de jornalistas que tinham ouvido versões piratas e queriam saber se ele tinha passado por uma fase racista. “Os versos não eram nada racistas. Se houve um grupo que não era racista, eram os Beatles. Todas as nossas pessoas preferidas eram sempre negras”. Ele disse. Praticamente composta à quatyro mãos, uando foi gravada, “Get Back” tinha sido transformada em uma música sobre de Jojo de Tucson, Arizona e Loretta Martin. Nenhuma história se desenvolve, e o refrão original foi mantido. Por se tratar de um rock, “Get Back” foi entendida como um retorno às raízes musicais, e o anúncio de jornal da Apple que trazia o slogan “Os Beatles como a natureza os queria” parecia confirmar essa ideia, “Get Back” é o novo single dos Beatles. É a gravação dos Beatles mais ao vivo, impossível, nessa era eletrônica. Não há nada eletrônico nela. Get Back é um puro rock de primavera”, dizia. O anúncio continuava citando Paul: “Estávamos sentados no estúdio e a fizemos do nada... começamos a escrever a letra ali mesmo... quando terminamos, nós a gravamos nos estúdios da Apple e a transformamos em uma música para curtir as mudanças”. Em entrevistas posteriores George Harrison disse que Paul cantava o refrão nos ensaios com um olhar “esquartejador” para Yoko Ono: “Get back to where you once belonged” ou “Volte para o lugar de onde você veio”. Isso tornou-se a paranóia de John Lennon. Ao final da música, Paul agradece os aplausos de Maureen, esposa de Ringo (Thanks, Mo!) e John tem a palavra final por alguns segundos: "Gostaria de agradecer a todos em nome do grupo, e espero que tenhamos passado no teste".
"Get Back" pode ser a única música dos Beatles que possui versões gravadas no estúdio com vocais individuais de Paul McCartney, John Lennon e George Harrison. McCartney escreveu a música e sua versão foi a lançada pelos Beatles em "Let It Be". Com John Lennon cantando, foram gravados vários takes durante as sessões do "projeto Get Back".
A versão de Harrison foi, na verdade, uma guia vocal para uma cover de "Get Back" de Doris Troy, artista do cast da Apple, que Harrison produziu. A versão gravada por Doris Troy apareceu como lado B de seu segundo single tendo "Jacobs Ladder” como lado A. O single de Doris Troy foi lançado pela Apple em 28 de agosto de 1970. George Harrison, Ringo Starr e possivelmente Eric Clapton tocaram nessa na versão de “Get Back“ gravada por Troy.
E por último, Ringo também fez uma gracinha com "Get Back".

PAUL McCARTNEY - BIG BOYS BICKERING

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Em 1972, uma música de Paul McCartney Give Ireland Back To The Irish, foi banida pela BBC por causa de sua mensagem abertamente política. Vinte anos mais tarde, em janeiro de 1993, "Big Boys Bickering", uma composição de McCartney com uma mensagem política diferente, foi recusada pelas estações de rádio americanas e britânicas, mas não por seu conteúdo político, mas por conter, pela primeira (e única) vez em uma música de Paul, um palavrão: “Fucking”. Paul McCartney escreveu “Big Boys Bickering” em março de 1990, em sua primeira visita ao Japão desde sua prisão no país, em 1980. A música foi incluída em um CD single promocional de quatro faixas com "Hope Of Deliverance" (a faixa do título), "Long Leather Coat" e "Kicked Around No More". “Grandes Garotos Brigando” – Os “Garotos” eram os grandes dirigentes mundiais, criando problemas para assinarem acordos que impedissem o crescimento do buraco da camada de ozônio.
“Fucking” aparece no trecho “fucking it up for everyone” (algo como, pouco se fodendo para os outros). “As pessoas estão acabando com o nosso mundo, mas os governos não estão fazendo nada sobre isso. Estou protestando contra pessoas como George Bush indo ao Rio de Janeiro (ECO 92) e dizendo: Não irei assinar nenhum acordo’, referindo-se ao tratado de Kyoto e a destruição da camada de ozônio pelo aumento da emissão de gazes poluentes na atmosfera”. Alguns especialistas não ficaram impressionados, um disse que McCartney estava sendo deliberadamente sensacional, outro disse que ele deveria ser lembrado por suas músicas clássicas e não por seus escritos no muro do metrô. Fontes: Songfacts.com e "Masters" de Claudio Dirani.

domingo, 28 de janeiro de 2018

THE BEATLES - WE CAN WORK IT OUT

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Em outubro de 1965, enquanto os Beatles gravavam Rubber Soul, Jane Asher decidiu entrar para o British Od Vic Company, o que significava uma mudança de Londres para o oeste da Inglaterra. A partida dela irritou Paul McCartney e causou a primeira grande crise na relação do casal. Como suas canções sugeriam, a noção de McCartney de uma boa mulher na época era a de alguém que conseguia ficar feliz simplesmente por estar ao lado dele. O ponto de vista de Asher era incomum para a época. Ela não estava satisfeita em ser a namorada de uma estrela do rock. Era uma mulher de boa educação, com ideias próprias, e queria, acima de tudo, estabelecer-se profissionalmente. Em "We Can Work It Out ", Paul não tenta entrar no mérito da questão, ele simplesmente pede que sua garota veja as coisas pelo lado dele, porque acredita que está certo; e ela, errada. Era típico de Paul, diante do que poderia ser o fim de um relacionamento. Ele não se recolhia para o seu quarto chorando, emergia com uma mensagem positiva "We Can Work It Out" - Nós podemos resolver Isso. A música foi gravada na casa de Paul em Heswall, Cheshire. O som de órgao foi acrescentado em estúdio como uma decisão posterior, e George Harrison sugeriu então mudar o bridge para o tempo de valsa. "We Can Work It Out" é amplamente interpretada como uma canção que faz referência a lutas internas dos Beatles como banda e como amigos, muito em particular entre Lennon e McCartney. Foi gravada em 20 de outubro de 1965, quatro dias após Day Tripper. Os Beatles passaram quase 11 horas trabalhando esta canção, o que a tornou a mais longa sessão de estúdio até aquele ponto. "We Can Work It Out" foi primeiro lugar tanto na Inglaterra como nos Estados Unidos. Lançada como single duplo lado A, tendo Day Tripper no outro lado, o single vendeu 1 milão de cópias e foi nº 1 em vários outros países por diversas semanas seguidas.

A PEDIDOS - JOHN LENNON - COME TOGETHER

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Um abração para a amiga Ana Cristina. Valeu!

Confira: JOHN LENNON AND THE BEATLES - COME TOGETHER!

THE BEATLES & LEGO - ABSOLUTAMENTE GENIAL!!!*****

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Vasculhando o Baú do Edu lá de 2010, tornei a encontrar essa postagem bem bacana que eu acho que muita gente que não viu na época, gostaria de conhecer e quem viu, ver de novo.
A Lego é a marca de brinquedos mais famosa e mais lembrada do mundo. Os Beatles são os Beatles, a maior e melhor banda de todos os tempos. De todas as vezes que essas duas marcas se cruzaram, só poderia sair ótimos resultados. Como o incrível trabalho de alguém que se chama “Digger Dogstar” criando as capas dos álbuns dos Beatles esbanjando criatividade e suas excelentes habilidades do Photoshop. Genial!


Em novembro de 2016, a Lego lançou não só um Yellow Submarine, como os quatro bonecos representando Ringo, Paul, John e George.
  

GEORGE MARTIN - MAXIMUM VOLUME - Vol. 1

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Este é um livro que parece ser simplesmente fantástico e foi lançado lá fora no segundo semestre de 2017 – Maximum Volume: The Life of Beatles Producer George Martin (The Early Years 1926-1966) de Kenneth Womack. O livro é um vislumbre da mente, da música e do homem por trás do som dos Beatles. A infância de classe trabalhadora de George Martin, sua educação e suas influências musicais na Escola de Música e Drama de Londres, que formaram profundamente sua carreira inicial na Parlophone Records do Grupo EMI. Essas influências musicais se tornariam a fonte da qual fluiu o gênio que produziu praticamente toda a obra dos Beatles. O primeiro volume de uma série de dois (o segundo sai no final do verão),“Maximum Volume” traça os primeiros anos de Martin como pianista, sua vida no Fleet Air Arm durante a Segunda Guerra Mundial e seu trabalho pioneiro como chefe da Parlophone Records durante a década de 1950, quando Martin salvou a empresa da ruína depois de fazer seu nome como produtor de comédia e gravações de estúdio. Em seus momentos mais dramáticos, o Volume Máximo narra a história da improvável descoberta de Martin dos Beatles e seus esforços laboriosos para preparar seu novo som para o mercado de música britânico. À medida que a história se desenrola, Martin e a banda emplacam numerosos sucessos #1 ao longo do progresso do grupo em direção ao topo.

Kenneth Womack, que é decano da Wayne D McMurray School em Nova Jersey, é considerado um especialista mundial em The Beatles e, a julgar pela pesquisa meticulosa mostrada aqui, ele deve comer, dormir e respirar seu assunto predileto. Entre os capítulos mais interessantes estão aqueles dedicados aos estúdios, não só porque rastreiam o florescimento musical dos Beatles, mas também porque dão uma visão tão profunda sobre a política da indústria discográfica há mais de meio século. Infelizmente, não há previsões de lançamento desse livrão aqui no Brasilis, ainda mais sendo dois volumes, mas eu acredito que seja, sim.

DEPOIMENTO DE PATTI BOYD NO NOVO FILME DE CLAPTON

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Uma das mulheres, que um dia já foi considerada uma das mais lindas do rock, Pattie Boyd, que um dia foi modelo nos longínquos anos sessenta, que foi casada com George Harrison e teve um caso amoroso com Eric Clapton, pela enésima vez, recentemente apareceu de novo falando sobre como foi estar no coração do triângulo amoroso mais tóxico da música. Ela fala sobre isso no novo filme documentário sobre Clapton, que revela detalhes de suas relações com os dois amigos e rivais. Ela tinha 21 anos quando se casou com o Beatle George, mas Eric Clapton se apaixonou por ela implacavelmente. Em uma entrevista para a revista The Times magazine, Pattie, agora com 73 anos e casada com seu terceiro marido, Rod Weston, foi perguntada sobre quem foi o amor de sua vida. Ela respondeu: "Eu acho que George. Ele sempre foi o mais amoroso. Mesmo depois de nos separarmos, ele sempre foi meu amigo. E ele veio me ver antes que ele morresse. Se você ama alguém, faça isso. E eu acho que ele sempre me amou”. Boyd é menos lisonjeira sobre Eric Clapton, descrevendo seu dilema: "Eric ama a si mesmo. Não acho que haja muito espaço para mim. Eric estava me perseguindo e eu estava muito indecisa quanto a deixar George. Então Eric se afundou nesta bagunça de tomar heroína. Dizia que se mataria se eu o rejeitasse. Foi depois disso que ficamos juntos por quatro anos". O nome do filme/documentário é “Eric Clapton: Life in 12 Bars” e Pattie Boyd o descreve como "um retrato brutalmente honesto de alguém com dor".

sábado, 27 de janeiro de 2018

ELTON JOHN ANUNCIA SUA APOSENTADORIA

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Com 50 anos de carreira e dezenas de sucessos consagrados, o músico inglês Elton John, 71 anos, anunciou sua aposentadoria das turnês mundiais. O cantor disse que não fará mais shows pelo mundo após uma longa turnê de despedida prevista para terminar em 2021. A informação foi revelada em evento para jornalistas, em Nova York. Ao ser perguntado se havia chance de ele retornar, ele foi direto. "Eu não sou a Cher. Eu tenho 71 anos. Eu não posso fisicamente viajar mais. Eu quero ficar em casa. Eu quero ficar um tempo com meus filhos em casa. Eu tive uma vida incrível, mas a vida sempre muda. Não quero sair de cena como um gemido, quero sair como um estrondo. Estes últimos shows serão os mais fantásticos que já fiz", garantiu. A turnê Farewell Yellow Brick Road terá 300 shows. Esta não foi a primeira vez que ele anunciou sua aposentadoria. Em 1977, durante apresentação em Londres, ele disse que deixaria de tocar ao vivo, mas voltou atrás. Elton John esteve no Brasil com turnê própria em 1978, 1995, 2009, 2014 e 2017. Ele também foi atração do Rock in Rio em 2011 e 2015. Em 2014, o cantor, já vendeu mais de 250 milhões de discos no mundo todo, se apresentou em Salvador. Ele é autor de um dos singles em CD mais vendidos da história, Candle in the wind e na última apresentação de John Lennon, dividiu o palco com o próprio, de quem se tornou Comadre. Em homenagem a Lennon, Elton John compôs “Empty Garden”, outro enorme sucesso.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

PAUL McCARTNEY MANDA E-MAIL PARA DEPUTADO BRASILEIRO

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Paul McCartney mandou um e-mail ao deputado estadual Feliciano Filho, do PSC de São Paulo, manifestando seu apoio ao projeto do parlamentar de adotar a "Segunda Sem Carne". O projeto, que previa que às segundas-feiras não haveria consumo de alimentos à base de proteína animal nas instituições públicas do Estado, foi vetado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). O envio da mensagem foi confirmado ao Estadão/Broadcast pelo escritório do "Meat Free Monday", instituição sem fins lucrativos fundada por Paul, Mary e Stella McCartney em 2009 e que busca reduzir o consumo de carne no mundo. Na mensagem, o ex-Beatle cumprimenta o deputado pela proposta e encoraja Alckmin a implementá-la. "A produção de carne em grande escala cria efeito estufa prejudicial, esgota recursos preciosos para níveis cada vez menos sustentáveis e é um dos causadores do aquecimento global. Nós, do Meat Free Monday, oferecemos nosso apoio.", disse McCartney.
A mensagem chegou até o deputado após a decisão de Alckmin. Na resposta ao músico, Feliciano disse que vai "continuar lutando para derrubar este veto e implantar a Segunda Sem Carne e uma alternativa de refeições mais saudáveis em nosso Estado".O projeto de Feliciano, aprovado na Câmara no fim do ano passado, gerou polêmica entre políticos e indústria. No veto, publicado no Diário Oficial do Estado do dia 19, o governador pontua que "a imposição, ainda que por um dia, de uma dieta/regime alimentar que, na verdade, representa verdadeira 'filosofia de vida', pela via legislativa, encontra limites no direito à liberdade, expressamente garantido a todos pela Constituição Federal".

THE BEATLES - I WANT TO HOLD YOUR HAND - YES!

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JOHN LENNON - INSTANT KARMA - SENSACIONAL!*****

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No dia 26 de janeiro de 1970, John Lennon compôs "Instant Karma". Essa faixa é uma das três músicas solo de Lennon, juntamente com "Imagine" e "Give Peace a Chance", no Rock and Roll Hall of Fame. "Instant Karma" é uma das músicas lançadas de forma mais rápida na história da música pop. Foi gravada em Abbey Road no mesmo dia em que foi escrita e lançada apenas dez dias depois. Lennon, certa vez, chegou a dizer que "escreveu no café da manhã, gravou para o almoço e lançou no jantar". Foi produzida por Phil Spector e participaram da gravação: o próprio John Lennon, guitarra e piano; Billy Preston, teclados; Klaus Voorman no baixo e backing vocals; Alan White na bateria; George Harrison na guitarra e backing vocals; Yoko Ono, Allen Klein e Mal Evans, backing vocals. O resultado realmente ficou perfeito e o compacto foi lançado em 6 de fevereiro de 1970.
http://kilo943.com/wp-content/uploads/2014/11/
O título veio de Melinde Kendall, esposa do ex-marido de Yoko Ono, Tony Cox. Ela usou a frase em uma conversa durante a estadia de Lennon e Ono com eles na Dinamarca em dezembro de 1969. Lennon tornou-se familiarizado com o conceito de karma durante o despertar espiritual dos Beatles em 1967. A crença oriental apresenta uma série de crenças religiosas e tradições. John escreveu a letra com a intenção que as pessoas assumissem a responsabilidade por suas ações. Para gravá-la, ele reservou o Studio Two da EMI, em Abbey Road e George Harrison foi quem sugeriu a Lennon que Phil Spector produzisse a faixa. “Instant Karma” foi lançada no Reino Unido em 6 de fevereiro de 1970, e entrou nas paradas de singles no dia 21 de fevereiro, chegando ao número cinco. Ao todo passou nove semanas nas paradas. O lado B – “Who Has Seen The Wind?” era uma balada acústica, escrita por Yoko Ono e produzida por Lennon. O lançamento nos EUA veio duas semanas depois, em 20 de fevereiro. Alcançou a posição número três na Billboard Hot 100. “Instant Karma” foi o primeiro single solo de um ex-Beatle a vender mais de um milhão de cópias somente nos Estados Unidos.
http://4.bp.blogspot.com/-_95E9abPV1E/UcLZp0E28CI/AAAAAAAAAQM/Eepy0xV6k-A/s400/
Em 11 de fevereiro de 1970, John Lennon apareceu tocando “Instant Karma” no programa Top Of The Pops da BBC. Ele foi o primeiro Beatle a aparecer no programa desde 1966. “Instant Karma” foi executada ao vivo plenamente em apenas duas ocasiões, no One to One Concerts - shows beneficentes para crianças deficientes. Os dois concertos tiveram lugar durante a tarde e noite do dia 30 agosto de 1972, no Madison Square Garden, em Nova York.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

ERIC CLAPTON NA ROLLING STONE DE JANEIRO

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Há uma cena notável no início de Eric Clapton: Life in 12 Bars, documentário sobre a carreira do guitarrista, que resume a ascensão meteórica dele como prodígio do blues britânico e superastro mundial: Bob Dylan está no quarto de um hotel de Londres em 1965 vendo o John Mayall’s Bluesbreakers na TV e rasgando elogios ao guitarrista da banda – Clapton, na época mal saído da adolescência. “Ainda não consigo acreditar que é verdade”, afirma Clapton. “Pensei: ‘Ah, deve ter sido feito no Photoshop’.” O doc também tem cenas extraordinárias de Clapton com o Cream, entrevistas reveladoras com as mulheres da vida dele e sequências dolorosamente francas sobre as batalhas contra heroína e álcool e a morte acidental do filho dele, Conor, em 1991 – que inspirou a balada vencedora do Grammy “Tears in Heaven”. Só que Clapton, aos 72 anos, também está olhando para a frente, trabalhando em seu próximo álbum de estúdio.
Assistindo ao filme, como se sente de revisar a vida?
Não foi tão ruim quando vi pela segunda vez. Estava muito inseguro em relação a uma cena que mostra algo que aconteceu durante meu pior período: fiz comentários no palco sobre estrangeiros [em um show em Birmingham, na Inglaterra, em 1976]. Sendo o bêbado que era, desatei a falar.
Você pediu que a diretora, Lili Fini Zanuck, tirasse isso?
Simplesmente tenho de enfrentar o cara que me tornava quando estava movido a drogas e álcool. De certa forma, acho incompreensível ter ficado tão maluco. E não havia ninguém para me desafiar, porque talvez eu tivesse me tornado bastante intimidador. Teve gente que disse que não conseguia me enfrentar porque eu revidava com o dobro da força.
Tudo começa com seu tributo em vídeo a B.B. King depois que ele morreu em 2015, e isso também define o tom: muitos dos rostos e das vozes no filme – Duane Allman, Jack Bruce, do Cream, George Harrison – já se foram.
Nem quero pensar nisso. Estou decidido a ficar por aqui o máximo de tempo que puder. Estou de olho em tudo. Vou ao médico ao menor sinal de qualquer coisa.
Como está sua saúde? Na contracapa de seu último álbum, I Still Do, há uma foto sua tocando guitarra e usando uma luva sem dedos.
Tive eczema da cabeça aos pés. A palma da minha mão estava descascando e eu tinha acabado de começar a fazer este disco com o [produtor] Glyn Johns. Foi uma catástrofe. Tive de usar luvas com band-aids enrolados nas mãos.
Já pensou na possibilidade de, por causa de idade ou doença, não poder tocar guitarra novamente?
Eu aceitaria, porque tocar é difícil de qualquer forma. Tenho de começar pelo primeiro degrau da escada toda vez que toco, só para afinar. Depois, preciso passar por todo aquele processo de ficar com calos [nos dedos] de novo e coordenar.
Há uma ótima citação de B.B. no filme em que ele descreve a maneira como você toca: “É tipo encaixar peças em um quebra-cabeça”.
É como eu vejo. Crio uma porção de tempo para um início e um fim. Precisa ter sentido, formar uma imagem. Se deixarem, quando estou no estúdio repito várias vezes até achar que ficou o mais refinado possível. “Layla” foi assim, como montar um quebra-cabeça.
O quebra-cabeça fica pronto?
Nunca. Eu me lembro de uma noite na Filadélfia com o Cream. Foi perto do fim da nossa turnê [em 1968]. Sabíamos que estava tudo acabado. Só estávamos nos divertindo tocando e lembro que pensei: “Nunca será tão bom quanto agora”. Fico satisfeito? Por uma noite, sim.
Ed Sheeran falou que você foi o motivo para ele começar a tocar guitarra. O que diz a artistas mais novos como ele sobre enfrentar os perigos do sucesso?
Acho que não dá para dizer nada, sinceramente [risos]. Ed pediu meu conselho, e o que falei foi: “Vai devagar. Não faça tudo de uma vez só”. Só que ele parece comprometido em ir o mais longe que puder. Quer conquistar o mundo, mas para onde você vai depois disso? Nem sempre dá para ser para cima – para ninguém.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

THE BEATLES - YELLOW SUBMARINE - A MÚSICA, O FILME E O ÁLBUM*****

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Houve um tempo em que Pepperland não existia. Nem o Almirante Fred, nem o Maligno Azul, nem Jeremy. Também não havia o Mar do Tempo e nem o Mar de Buracos. Nada. O que existia eram os Beatles e o atroz desejo de se superar a cada criação, mostrando ao mundo inúmeras e inovadoras possibilidades.
A primeira vez que o mundo ouviu falar em um “Submarino Amarelo” foi em 1966, quando os Beatles lançaram o álbum “Revolver” e simultaneamente, num compacto simples (duplo lado A) que trazia “Eleanor Rigby” do outro lado. O Submarino Amarelo fez sucesso por onde passou! Inclusive no Brasil. A música foi basicamente criada por Paul, creditada à dupla Lennon e McCartney, claro, e todos colaboraram com boa vontade, e desde quando foi criada, a ideia era que fosse para Ringo cantá-la. Um vocal fácil, apoiado por um refrão marcante, backing vocals altos e um arsenal de efeitos sonoros dos mais diversos. Foi também a primeira vez que a voz de Ringo foi ouvida em um single. Esse single foi número 1 em todas as paradas do Reino Unido e Estados Unidos, e manteve-se em número 1 por quatro semanas. Ganhou um Prêmio Ivor Novello "pelo maior número de cópias de um único compacto" em 1966. "Yellow Submarine" foi criada por Paul McCartney pensando em criar um tema totalmente infantil. "Uma “canção de brinquedo”. Durante o processo de criação, fumando maconha e tocando violão junto com Donovan, apareceu “Sky of blue and sea of green, in a yellow submarine”. Yeah, baby! Ali estava a chave que encerrava sua ideia e ligaria o motor do Submarino Amarelo. George Martin, que havia trabalhado anos com trilhas de comédias e programas humorísticos, cuidou de tudo na parte dos “efeitos especiais”. Em 1996, as regras das composições pop já não interessavam mais, e os Beatles puderam se dar ao luxo de quebrar essas regras. A escolha de palavras curtas já foi pensando no que seria mais facilmente memorizado por crianças. No dia da gravação, o estúdio nº 2 de Abbey Road era uma festa só: Alf Bicknell (motorista) arrastava correntes, Brian Jones batucava com um copo e John Lennon assoprava em um canudo para fazer bolhas num balde. Mal Evans e Neil Aspinall assaltaram o almoxarifado velho do estúdio e trouxeram sinos de navio, correntes, sinos de mão do tempo da guerra, apitos, buzinas, latas, máquinas que imitam sons de vento e de tempestades e até uma banheira que foi enchida com água. Marianne Faithfull e Pattie Harrison também estavam lá para chacoalhar tudo que podia fazer barulho. Paul improvisou a voz do capitão que dava as ordens aos marinheiros.

Para se ter uma ideia, o sucesso de “Yellow Submarine” foi tão grande ou maior que o do outro lado do compacto, nada menos que “Eleanor Rigby”. Não demorou muito e logo algum espertalhão apareceu com a ideia da música se tornar um filme.
Os Beatles tinham contrato com a United Artists para fazer outro filme, mas não estavam com muita vontade. Na verdade não tinham gostado muito de fazer Help! e os críticos haviam massacrado Magical Mystery Tour, então por que se dar ao trabalho, quando tinham tantas outras coisas, pessoas e planos em sua vida? Estariam ficando mimados, inflados demais, achando tudo chato? Talvez, um pouco de cada. Por outro lado, sentiam-se presos a compromissos e empresas que haviam feito fortuna com eles, como a United Artists e a Northern Songs,que os tinham sob contratos que eles haviam assinado eras atrás, quando não sabiam nem para onde iriam e o que poderiam querer fazer. Então, quando a ideia de uma animação surgiu, um desenho baseado numa brincadeira de uma música infantil que já tinham feito, “Yellow Submarine” e no qual não teriam de atuar, eles concordaram. A princípio os fãs pensaram que suas vozes reais iriam ser usadas, mas no final as falas dos Beatles eram dubladas por atores. “Yellow Submarine”, o filme, foi lançado em julho de 1968, mas o LP saiu apenas em janeiro de 1969.
Eles só fizeram quatro músicas novas para o filme e o disco. Mesmo assim, ficava a sensação de que eram sobras consideradas abaixo do nível dos álbuns e singles anteriores. As outras músicas do filme eram antigas, como “When I’m Sixty Four”. O lado 2 do LP foi preenchido com a trilha sonora instrumental da animação, composta e orquestrada por George Martin. O filme acabou sendo sucesso entre fãs e críticos, sendo hoje considerado pioneiro no campo da animação; até os Beatles acabaram achando realmente bom. O disco, no entanto, comparado com todos os tesouros do Álbum Branco, era decepcionante; quase parecia um engodo ter sido lançado como se fosse de músicas novas dos Beatles. Derek Taylor fez o texto da contracapa, parecia que nem ele estava com disposição para o trabalho. Escreveu que se chamava Derek, nome dado por sua mãe, e que lhe pediram que escrevesse um texto para o álbum, mas na verdade não tinha nada de novo a dizer sobre os Beatles. Em vez disso, estranhamente reproduziu a resenha do Álbum Branco escrita por Tony Palmer. Que tampouco era nova, tendo já aparecido no Observer.

RINGO STARR - RINGO'S ROTOGRAVURE - 1976

3 comentários:

“Ringo's Rotogravure” é quinto álbum do nosso querido Ringo Starr, lançado em 1976 e que viria a ser o último álbum com a participação ativa de todos os quatro ex-integrantes dos Beatles, antes da morte de John Lennon em 1980. Após o fim de seu contrato com a EMI, Ringo assinou com a Polydor Records em todo o mundo. Dois anos depois de “Goodnight Vienna”, nosso baterista preferido voltou a atacar e convidou um número extraordinário de artistas para participar do seu novo álbum. Entre esses artistas convidados estavam Eric Clapton, Peter Frampton, Melissa Manchester, Dr. John, Paul McCartney e John Lennon (última sessão de gravação de Lennon em estúdio antes do álbum duplo Double Fantasy). Além disso, George Harrison contribuiu dando uma canção antiga para Ringo, "I'll Still Love You" que ganhou cara nova à altura que merecia. George não pôde participar da gravação devido a problemas com o lançamento do álbum Thirty Three & 1/3. A contribuição e participação de John Lennon foi com "Cookin' (In the Kitchen Of Love)"; a de Paul McCartney foi com “Pure Gold”. Como se ainda não bastasse, esse discaço ainda traz pérolas como a belíssima "You Don't Know Me At All", de Dave Jordan. “Ringo's Rotogravure” foi relançado em CD pela Atlantic Records em 1992. Nota: 10!