quinta-feira, 18 de maio de 2023

THE BEATLES - TWO OF US - SENSACIONAL! ★★★★★★★

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Qualquer fã dos Beatles adoraria se "Two of Us" fosse sobre a velha amizade de John & Paul, mas não é. "Two of Us" foi escrita por Paul McCartney em 1969, gravada pelos Beatles e aparece no álbum LET IT BE. Foi originalmente intitulada "On Our Way Home" e trabalhada no dia 24 de janeiro de 1969. Executada no documentário por Paul e John com violões acústicos, "Two of Us" soa como uma música da adolescência dos dois em Liverpool. Mas “nós dois” não eram Paul e John, e sim, Paul e Linda. Embora na letra, por exemplo: "você e eu temos memórias / mais do que a estrada que se estende em nossa frente" ou "você e eu perseguindo papéis / chegando a lugar nenhum") soava para o autor Ian MacDonald como se fosse realmente sobre a amizade dos dois que estava no fim. Mas Paul, afirmou que, definitivamente a canção era sobre ele e Linda. Para ele (Paul), uma das coisas mais atraentes em sua nova companheira era o olhar despretensioso e tranqüilo que ela tinha em relação a tudo. "Two of Us" era sobre seu gosto por se perder deliberadamente pelo campo com Linda.

"Two of Us" originalmente começou como um rock acelerado, com uma forte pegada de bateria no estilo "Peggy Sue". No filme, Paul e John aparecem cantando no estilo Elvis, bem "roqueiro", ambos no mesmo microfone"Two of Us" perdeu essa inclinação para o rock à medida que Paul passou a trabalhar sobre ela em janeiro de 1969, e ela tornou-se uma canção mais introspectiva. Os Beatles tocaram uma versão terminada ao vivo no Apple Studios, em 31 de janeiro de 1969; esta performance foi incluída tanto no álbum como no filme Let it BeA introdução de John Lennon "'I Dig a Pygmy', by Charles Hawtrey and the Deaf Aids... Phase One, in which Doris gets her oats!" - falada durante uma sessão de 21 de janeiro no Apple Studios - foi posteriormente adicionada à gravação por Phil Spector para o álbum Let It Be, e também apareceu no filme. Paul McCartney: vocal principal, violão solo; John Lennon: vocal de apoio, violão rítmico e assobios; George Harrison: linhas de baixo na guitarra; e Ringo Starr: bateria. Além de LET IT BE"Two of Us" também aparece nos álbuns Anthology 3 e Let It Be… Naked.

JESUS CHRIST SUPERSTAR

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Jesus Christ Superstar, Jesus Cristo Superstar é um musical de ópera rock de Andrew Lloyd Webber, com letras de Tim Rice. O musical começou como um álbum conceitual de ópera-rock. Devido ao seu sucesso, foi para a Broadway em 1971, e desde então tem sido encenado em todo mundo. Em 1973 o diretor Norman Jewison levou às telas uma versão cinematográfica estrelada por Ted Neeley (Jesus), Carl Anderson (Judas Iscariotes) e Yvonne Elliman (Maria Magdalena).

O filme foi indicado ao Oscar de melhor trilha sonora daquele ano. Vagamente baseada nos relatos dos Evangelhos sobre a Paixão, a obra interpreta a psicologia de Judas Iscariotes, Jesus e de outros personagens bíblicos. Grande parte da trama é centrada em Judas, que aparece como insatisfeito com a direção que Jesus está conduzindo seus discípulos. Atitudes contemporâneas, sensibilidades e gírias permeiam as letras da ópera rock, e alusões irônicas à vida moderna estão espalhadas por toda a representação de eventos políticos. As produções teatrais e cinematográficas contêm muitos anacronismos intencionais, como a aparição eventual de veículos militares.
O álbum é uma dramatização musical da última semana de vida de Jesus Cristo e foi a base para a criação dos vários musicais na Broadway e West End. Atingiu o primeiro lugar nos mais vendidos da Billboard. A canção-título, "Superstar" e "I Don't Know How to Love Him", foram ambas grandes sucessos. A  trilha sonora inteira do filme está disponível aqui. E aqui, a gente confere as faixas "Overture", "Superstar" e por último o trailer oficial. Que a paz do Senhor esteja convosco.

RINGO STARR - DOWN AND OUT - 1973 - SENSACIONAL!

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Com "Photograph" selecionada para  o primeiro single do álbum “Ringo” de 1973, Ringo Starr escolheu "Down and Out", uma música escrita por ele sozinho, para o lado B. Ringo gravou a canção na Inglaterra, com George Harrison, o pianista Gary Wright e Klaus Voormann. Essa sessão produzida por Harrison, provavelmente ocorreu em 1972, de acordo com os autores Chip Madinger e Mark Easter, durante o mesmo período da primeira tentativa de Starr e Harrison de gravar "Photograph""Down and Out" é um blues de doze compassos que o biógrafo Alan Clayson, descreve como letra boba e superficial. A gravação logo depois do segundo verso, apresenta um sensacional solo de Gary Wright no piano (Alright, gary) e um espetacular solo de Harrison na slide, e também de . O produtor Richard Perry subsequentemente adicionou uma seção de trompas, resultando em ele ser creditado como co-produtor na faixa junto com Harrison.
Apple Records lançou o single "Photograph", com "Down and Out" no lado B, em 24 de setembro de 1973 na América, e em 19 de outubro na Grã-Bretanha. O lançamento do álbum RINGO seguiu em novembro de 1973, com "Photograph" aparecendo como a terceira faixa, antes de outra contribuição de Harrison"Sunshine Life for Me (Sail Away Raymond)".
No álbum. ao lado da letra impressa de "Photograph" no encarte, uma litografia de Klauss Voormann mostra uma foto emoldurada em uma prateleira ou mesa, na qual Ringo olha desanimadamente para uma foto emoldurada de uma mulher. Em sua vida pessoal neste momento, a chegada do álbum coincidiu com o fracasso de seu casamento, em parte como resultado por Harrison e Maureen terem tido um caso. Isso talvez explicasse a letra de "Down and Out", que acabou não entrando no álbum original.
Ringo Starr – vocais e bateria; George Harrison – violão de 12 cordas (slide) backing vocals; Bobby Keys – saxofone tenor; Nicky Hopkins – piano; Vini Poncia – violão e backing vocals; Jimmy Calvert – violão; Klaus Voormann – baixo; Jim Keltner – bateria; Lon Van Eaton – percussão; Derrek Van Eaton – percussão; e Jack Nitzsche – arranjos orquestrais e corais.

RAVI SHANKAR - CHANTS OF INDIA - Produced by GEORGE HARRISON ॐॐॐॐॐॐॐॐॐॐॐॐॐॐॐ

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George Harrison mantivera uma forte amizade com Ravi Shankar desde o momento em que o conheceu em 1966 e começou a estudar cítara sob seus cuidados. Ele havia produzido alguns de seus álbuns e convidado a participar do Concerto para Bangladesh e da turnê de 1974; eles compareciam aos shows um do outro, frequentemente se visitavam e se encontravam em viagens por cidades ao redor do mundo. Shankar caracterizava o relacionamento como multidimensional: "Às vezes eu sou como um pai para ele, enquanto ao mesmo tempo somos aluno e professor e, além disso, amigos próximos". George disse: "Ravi é provavelmente a pessoa que mais influenciou minha vida. Talvez ele não saiba disso, mas realmente o amo e ele tem sido como um pai e um guia espiritual para mim. Eu me envolvi com o Hinduísmo porque Ravi Shankar é hindu. E cheguei a compreender realmente Cristo por meio do Hinduísmo". Enquanto Shankar completava 75 anos e Harrison entrava no que seria a última metade de década da sua vida, eles ainda compartilhavam profundos laços religiosos e musicais. Para George, essas coisas estavam entrelaçadas: "O sistema védico é basicamente todo sobre iluminação, e a musica é um dos veículos para atingi-la".
Eles começaram a trabalhar em "Chants Of India" no começo de 1996. Para cultivar a autenticidade, começaram a gravar em Madras - lar do Festival de Música de Madras e um dos maiores centros musicais no sul da Ásia. No entanto, a atmosfera no estúdio parecia muito secular para a aura de espiritualidade que queriam criar. George mudou o trabalho para Friar Park. Ele configurou seu quarto de desenho para um lugar de gravações, posicionando os músicos para que pudessem se sentar em um carpete confortável e admirar os jardins através das janelas francesas. Para evitar que fossem distraídos pelos equipamentos, ele passou os cabos do quarto para o estúdio no andar acima. 
Shankar começou o álbum com invocações a Ganesh, Saraswati e o guru universal. Em seguida, apresentou antigos textos focados em paz, amor, ecologia e harmonia social. Ele próprio escreveu letras para duas músicas. Harrison, além de produzir as sessões, tocou baixo e violão, vibrafone, marimba, auto-harpa e xilofone. Além disso, George também fazia o vocal de apoio sempre que Ravi pedia. Sua voz aparece claramente durante um cântico conclusivo, "Om Shanti Shanti Shantihi", no fim da última parte, "Sarvé Shaam". Isso, provavelmente, não foi coincidência. Harrison terminaria seu último álbum (póstumo), Brainwashed, exatamente da mesma forma. Sem acompanhamento algum além de seu filho Dhani ao seu lado, ele honrou Shiva e seu companheiro Parvati ao entoar o mantra "Namah Parvati" - Shiva sendo aquela faceta de Deus que simboliza a completude. George considerou o trabalho de Shankar e seus músicos profundamente emocionante. Ao final de uma das sessões, aproximou-se dele com lágrimas nos olhos e o abraçou. "Obrigado, Ravi, por essa música". "Chants Of India" foi lançado nos Estados Unidos no dia 6 de maio de 1997 e no Reino Unido no dia 1 de setembro.

THE BEATLES - ONE AND ONE IS TWO

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"One and One Is Two" é uma música composta por Paul McCartney, creditada a Lennon/McCartney e gravada pelo grupo The Strangers with Mike Shannon, lançada como seu single de estreia em 1964. Uma demo de "One And One Is Two" foi provavelmente gravada em Paris em meados de janeiro / início de fevereiro de 1964, com McCartney cantando ao som de um violão e piano. Foi gravada no George V Hotel durante a série de concertos dos Beatles no Olympia a pedido do editor Dick James. A demo ainda não foi lançada oficialmente. "One And One Is Two" foi originalmente planejada para Billy J. Kramer & the Dakotas, mas o grupo recusou. John Lennon supostamente exclamou durante a gravação da fita, "Billy J. estará morto quando gravar esta música". Em 1980, ele comentou: "Esta é mais uma das tentativas ruins de Paul de escrever uma música". "One And One Is Two" também foi oferecida ao grupo The Fourmost, que, assim como os Dakotas, já havia gravado outras composições de Lennon/McCartney. O single "One And One Is Two" com o lado B "Time and the River" foi finalmente lançado em 8 de maio de 1964, no Reino Unido por The Strangers with Mike Shannon. A música não entrou nas paradas britânicas. O grupo lançou seu segundo e último single, "Do You Or Don't You" / "What Can I Do", em dezembro de 1964, que também não conseguiu entrar nas paradas.

domingo, 14 de maio de 2023

GEORGE HARRISON - RISING SUN 🌞🌞🌞🌞🌞🌞🌞🌞

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"Rising Sun" é a 5ª faixa do álbum Brainwashed de George Harrison com duração de 5 minutos e 27 segundos. foi gravada em Friar Park Studios (estúdio caseiro de George Harrison), produzida por George Harrison, Jeff Lynne e Dhani Harrison. "Rising Sun" está entre as melhores canções da carreira de Harrison. Foi composta durante a turnê de 1991 no Japão, 'terra do sol nascente'Brainwashed foi lançado em 18 de novembro de 2002, um ano depois da passagem de Harrison em 29 de novembro de 2001. George Harrison: vocais, slide guitar, violão e backing vocals; Jeff Lynne: baixo, guitarra elétrica e backing vocals; Dhani Harrison: órgão Wurlitzer; e Jim Keltner: bateria.
Os primeiros sinais de câncer em Harrison apareceram em 1997. A doença logo se espalhou e enquanto buscava tratamentos, seus esforços para completar seu último registro se intensificaram. Duas pessoas foram fundamentais para esse esforço, em todos os sentidos da palavra, um foi seu filho Dhani Harrison. Outro era seu amigo Jeff Lynne, da ELO, influenciado pelos Beatles, produtor do Cloud Nine e companheiro de banda nos Traveling Wilburys. Lynne daria os toques finais no disco depois que George partisse. Para George, agora a morte não era mais uma base abstrata para a composição de canções. Era real, e o mandato era claro: completar o novo álbum. Mas, apesar dessa pressão única sobre ele, Harrison ainda tinha perspectiva como artista, e é por isso que as músicas e o álbum como um todo funcionam tão bem fora do contexto em que foram feitos. Isso é parte do que fez dele o talento que ele era; ainda poderia fazer o que estava escrevendo soar verdadeiro para seu público. E ele foi capaz de fazer isso sendo honesto e equilibrando as ideias de uma música com as de outra. “Stuck Inside A Cloud”, que também aparece em Brainwashed, é sua reflexão sobre perder a vida material de alguém e saber que isso significa separação daqueles que se deixa para trás. Em 2001, ele parecia não ter ilusões sobre o que aquela perda significava para as pessoas ao seu redor e para ele mesmo. Com “Rising Sun”, ele equilibra um pouco esse sentimento de perda, com esta vida na terra como um reflexo de algo maior, algo além das aparências, e algo dentro de nós mesmo. O que quer que Harrison estivesse passando pessoalmente, a música ainda é sobre a maravilha de ser, de estar vivo.

"Existem versos em Rising Sun que soam como se pertencessem à doença dele, mas há muitos significados duplos ali. Também há muito humor negro, e às vezes as pessoas podem interpretar isso como algo mais grave do que meu pai pretendia". Dhani Harrison - novembro de 2002.

THE BEATLES ➔ JOHN LENNON ➔ JULIA ✽✽✽✽✽✽✽✽

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A bela e doce "Julia", que encerra o lado B do disco 1 do Álbum Branco dos Beatles, foi composta por John Lennon quando os Beatles estavam em RishikeshJohn escreveu para sua mãe Julia Stanley Lennon, que morreu atropelada por um policial bêbado, em 1958. O jovem Lennon estava com tinha 17 anos.

Em entrevistas posteriores, Lennon disse que dedicou a música para Yoko Ono também: "Era como imaginar a minha mãe e Yoko em uma só pessoa". O estilo dedilhado do violão da canção, também presente em "Dear Prudence" foi ensinado a John por Donovan, o músico escocês amigo dos Beatles que também estava em Rishikesh.
Os primeiras dois versos, "Metade do que vou dizer é sem significado, mas eu digo apenas pra te alcançar, Julia", é uma adaptação do poema "Sand and Foam" do poeta libanês Kahlil Gibran. As linhas originais são: "Metade do que vou dizer é sem significado, mas eu digo a outra metade apenas pra te alcançar". O verso "Quando eu não consigo cantar com o coração, eu só posso falar com a minha mente" vem da frase em tradução livre, "Quando a vida não acha um cantor para cantar o coração dela, a vida produz um filósofo para falar com sua mente". Essa frase é do mesmo poema. Outro termo extraído do poema é "seashell eyes" (olhos de concha). Yoko Ono, que tem o primeiro nome traduzido como "filho do mar" em Japonês, é referida na música na frase, "Filha do oceano, vem me chamar"  e também em "Silent Clouds" (na Índia, Lennon recebeu uma carta de Yoko Ono que dizia: "Sou uma nuvem, olhe para mim no céu").Os Beatles gravaram uma demo de "Julia" na casa de George Harrison em Esher, em maio de 1968. Embora muito parecida com a versão posterior de estúdio, essa versão trazia vozes dos outros Beatles e assobios paralelos no final. "Julia" foi a última música gravada para o Álbum Branco. Lennon gravou 3 takes em 13 de outubro de 1968, duplicou as vozes e o violão na última dessas. Apenas John Lennon gravou essa canção, se tornando sua primeira gravação solo.

THE BEATLES - BLACKBIRD SINGING IN THE DEAD OF NIGHT... Take these broken wings and learn to fly

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"É provável que a maior realização de Paul McCartney no álbum duplo tenha sido "Blackbird”, lindamente atenuada. Inspirada numa peça de Bach, o dedilhar do baixo e as notas da melodia seguem um atrás do outro, e algumas vezes em oposição, para cima e para baixo no braço da guitarrra, pulando uma oitava antes de voltar à raiz do acorde. A letra, por sua vez, opera inteiramente no reino da metáfora, projetando os apuros dos reprimidos na forma de um pássaro ferido, mas resiliente. Cantando sozinho, acompanhando a si mesmo com a guitarra e com a sola dura do sapato (marcando a batida), Paul canta com a voz mais autêntica que há dentro dele. A linha final do refrão, e então a canção, conduz a letra em direção ao ponto de estrangulamento em "the light of the dark black night", mas a elegância da melodia e a beleza simples da apresentação superam qualquer fraqueza literária ali contida. O que fica é aquilo que brilha em grande parte do melhor trabalho dos Beatles: um lampejo de luz na escuridão; uma canção para aliviar a dor". Peter Ames Carlin - Paul McCartney - Uma Vida - 2009.

THE BEATLES - TICKET TO RIDE - SENSACIONAL!

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sexta-feira, 12 de maio de 2023

THE BANGLES - WALK LIKE AN EGYPTIAN -1986 ⭐⭐⭐

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Se houve uma coisa realmente boa nos anos 80, foram as BanglesQuem viveu aquela época, viu a ascensão dessas garotas rock'n'roll americanas com suas guitarras, pulseiras, cabeleiras e muito rebolado, que tocavam de verdade seus instrumentos e seguiam a linha traçada pelas Go-Go's e The Runnaways no início dos anos 1980. Quatro garotas jovens e bonitas, a banda foi formada em Los Angeles em 1981. Gravaram vários singles e estiveram no Top 10 dos Estados Unidos durante toda a década de 1980.
As garotas se juntaram em 1981 como The Supersonic Bangs, mas tiveram o nome comprimido para The Bangs. Foram novamente forçadas a mudar de nome para The Bangles por causa de uma banda de Nova Jersey com o nome The Bangs. Essas garotas foram uma das bandas mais bem sucedidas e rentáveis da década de 80, tendo vendido milhares de álbuns em todo o mundo, lançado vários singles bem sucedidos e sendo multiplamente premiadas por diversas instituições musicais durante toda sua carreira. Seus maiores sucessos foram “Eternal Flame”, “Walk Like An Egyptian”"Manic Monday"“Going Down To Liverpool” e “Heros Takes A Fall”.
"Walk Like an Egyptian" foi lançada em setembro de 1986 como o terceiro single de seu segundo álbum de estúdio, Different Light, de 1986 e foi o primeiro single número um das Bangles, sendo certificado ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA), e foi classificada como a música número 1 da Billboard em 1987. "Walk Like an Egyptian" estreou em setembro de 1986. Alcançou o pico de número três no UK Singles Chart em novembro de 1986 e ainda o número 1 nos Estados Unidos em 20 de dezembro, permanecendo no topo do Hot 100 por quatro semanas, levando-o para janeiro de 1987. O sucesso da música e "Manic Monday" impulsionou Different Light para o segundo lugar na parada Billboard 200, tornando-o o álbum de maior sucesso das garotas.
O videoclipe de "Walk Like an Egyptian" foi indicado para Melhor Vídeo de Grupo no MTV Video Music Awards de 1987. Mostra tanto as Bangles tocando a música em um show quanto cenas de pessoas dançando em poses semelhantes àquelas retratadas nos relevos egípcios antigos que inspiraram o compositor da música Liam Sternberg. A maioria dessas pessoas foi filmada em Nova York, e ainda alguns efeitos bem toscos, mas sinceros foram usados ​​para interferir em fotos da princesa Diana e do então príncipe Charles, do líder líbio Muammar Gaddafi e da Estátua da Liberdade.

O sucesso foi crescendo, outros hits estouraram e então começaram os atritos depois que a mídia começou a destacar Susanna Hoffs como a vocalista do grupo. Na verdade, todas as funções de canto nos álbuns eram divididas entre as quatro, cada qual por quem escreveu ou co-escreveu a música. Aí as Bangles se separaram em 1989. Hoffs começou uma carreira solo e Vicki Peterson fez uma turnê como membro do Continental Drifters e como substituta de uma das Go-Go's. A volta aconteceu em 1998.
Em julho de 2004, Paul McCartney agraciou as Bangles com "Diplomas Honorários do Rock'n'Roll" no Liverpool Institute for Performing ArtsEm 2005, Michael Steele deixou a banda devido a disputas sobre turnês e gravações. Foi substituída pela baixista em turnê Abby Travis para apresentações ao vivo. As Bangles estão juntas até hoje a ainda fazendo shows. Annette Zilinskas é a baixista.

A formação clássica: Susanna Hoffs (guitarra e voz); Vicki Peterson (guitarra solo e voz); Debbi Peterson (bateria e voz); e Michael Steele (baixo e voz).

RITA LEE & GILBERO GIL - DE LEVE - 1977

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quinta-feira, 11 de maio de 2023

BEATLES COLORIDOS - ROCK AND ROLL MUSIC - SHOW!

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GO SPEED RACER, GO SPEED RACER, GO SPEED RACER, GO!!! ★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★★

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"Speed Racer" foi, de longe, o melhor desenho animado dos anos 60 e 70. A abertura e a música eram absurdamente contagiantes e eletrizantes. Não tinha como não se emocionar e se apaixonar por aquele desenho fantástico e cheio de aventuras com o carro mais incrível que já foi criado para universo 'Comic'. Nenhum outro carro se compara com o poderoso MACH 5.

"Speed Racer", no Japão, "Mach Go Go Go" é uma série de mangá e anime dos anos 1960, criado por Tatsuo Yoshida sobre corridas de automóveis. Speed Racer ('Go Mifune' no Japão), é um jovem e audaz piloto de corrida de 18 anos, que dirige o fabuloso "Mach 5", criado por seu pai, Pops Racer, e vive as mais loucas aventuras dentro e fora das corridas.

O desenho se tornou um enorme sucesso pela sua música tema e pela ótima trilha sonora, que tocava ao fundo e tornava ainda mais emocionantes as corridas em que Speed participava, sempre repletas de acidentes espetaculares e "golpes sujos" dos participantes, tais como seus mais célebres rivais, a "Equipe Acrobática" e o "Carro Mamute". As corridas eram em locais inusitados, como selvas, desertos e até uma realizada dentro de um vulcão. A série chegou aos Estados Unidos ainda em 1967 com o nome de Speed Racer pela empresa Trans-Lux.

O "Mach 5" é uma maravilha tecnológica, contendo diversos acessórios úteis entre seus equipamentos. Speed Racer tem acesso a estes dispositivos pressionando botões marcados de "A" a "G" sobre um console no volante da máquina.

Este conceito único de carro, construído sobre um lustroso e branco chassi, tem um grande "M" vermelho em seu capô, o logotipo da empresa familiar, Mifune Motors (mudado para Racer Motors na versão americana). O carro, de dois lugares, tem seu interior na cor vermelha. Lembra a Berlineta Ferrari Dino e a Ferrari 250 Testa Rossa e o barulho de seu motor remete a semelhanças com o Ferrari V12 com câmbio mecânico de 6 velocidades e controle de tração.

Em seu volante existe um painel de controle com 7 botões, cada equipamento especial estava relacionado com a letra de seu respectivo botão:
A - Macacos Hidráulicos (Autojack): Macaco automático - Originalmente Speed usa para agilizar o pit stop do Mach 5. Mas em movimento faz com que o carro seja catapultado e salte obstáculos. Os macacos automáticos existem em carros de Stock car e Formula Indy Cart e outras categorias de automobilismo e em caminhões, mas não é para saltos como na série.
B - Pneus Aderentes (Controle de Tração) (Belt Tire (Traction Control)): Cinta que recobre os pneus permitindo andar em terrenos irregulares - Um ensaio de Controle de tração usado atualmente, principalmente nos carros da Fórmula 1 em carros de competição e carros de rua. Na série. Speed utiliza este controle para transferir a potencia do motor de seu carro para as rodas dando melhor potência e tração. É realmente um controle de tração.
C - Serras Elétricas (Cutter): Duas serras que aparecem na frente do carro e cortam qualquer obstáculo.
D - Escotilha, Defesa de balas (Defenser): Para-Brisa em forma de cápsula à prova de balas.
E - Faróis Dianteiros (Evening Eye): Faróis Super Brilhantes.
F - Periscópio (Frogger): Equipamento para dirigir embaixo d´água (carga de oxigênio e periscópio) o Periscópio do Mach 5 lembra as câmeras on board dos carros de corrida e da Fórmula 1.
G - Gizmo Robot: Robô mensageiro em forma de pombo que dá a localização exata do Mach 5 e que também tem um pequeno gravador de voz.
H - Controle do Gizmo: Se encontra no meio dos assentos, controla os movimentos do Robô mensageiro.

O "5" é brasonado em ambas as portas laterais do carro, servindo também como seu número nas corridas. É o quinto carro construído por Pops e denominado "Mach", série desenvolvida para as corridas. Apesar de ser tecnicamente inferior a outros veículos, tais como o Carro Mamute e o GRX, o Mach 5 tende a ganhar mais corridas por conta de sua velocidade e da superior habilidade de condução de Speed Racer.
O Shooting Star é o carro do Corredor-X, na cor amarelo-vivo, com um pára-choques dianteiro preto, com o número 9 sobre o capô e nas laterais. O motor do carro está localizado na parte de trás e é uma máquina muito ágil, muitas vezes exibindo habilidades semelhantes ou acima às do Mach 5. Muitas de suas características de alta tecnologia permitiram Rex Racer, Corredor-X, ficar de olho em Speed, que é na verdade, seu irmão mais novo.
Speed Racer, o filme, foi lançado em 2008 dirigido e escrito pelos irmãos Wachowski, Andy e Lana Wachowski e segue o roteiro original baseado no desenho dos anos 1960, criado por Tatsuo Yoshida sobre corridas de automóveis centrado no personagem Speed Racer.

quarta-feira, 10 de maio de 2023

CHUCK BERRY & JULIAN LENNON - JOHNNY B GOODE

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Em outubro de 1986, Keith Richards organizou para Chuck Berry - seu ídolo confesso, um grande concerto para comemorar os 60 anos do velho rocker. O showzaço foi realizado em Saint Louis onde foi filmado o documentário "Hail! Hail! Rock 'n' Roll", no qual Berry recebe vários convidados famosos, como Etta James, Robert Cray e Eric Clapton, além do próprio Richards, entre outros para celebrar sua carreira. Aqui, a gente confere um dos grandes momentos do filme com Chuck Berry e um convidado muito especial: o filho de John Lennon, Julian Lennon.

RITA LEE - 1947/2023 - ADEUS OVELHA NEGRA

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Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947e morreu na segunda-feira, último dia 8 de maio. Foi cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora de televisão, escritora e ativista. Ficou conhecida como a "Rainha do rock brasileiro". Rita Lee alcançou a marca de 55 milhões de discos vendidos, sendo a artista feminina mais bem-sucedida neste sentido no Brasil e a quarta no geral, atrás de Tonico & Tinoco, Roberto Carlos e Nelson Gonçalves. Ela construiu uma carreira que começou com o rock mas que ao longo dos anos flertou com diversos gêneros, como a psicodelia durante a era do tropicalismo, o pop rock, disco, new wave, a MPB, bossa nova e eletrônica, criando um hibridismo pioneiro entre gêneros internacionais e nacionais.
Rita Lee foi considerada uma das musicistas mais influentes do Brasil, sendo referência para aqueles que vieram a usar guitarra a partir dos anos 1970. Ex-integrante do grupo Os Mutantes (1966–1972) e do Tutti Frutti (1973–1978), participou de importantes revoluções no mundo da música e da sociedade. Suas canções, em geral regadas com uma ironia ácida ou com uma reivindicação da independência feminina, tornaram-se onipresentes nas paradas de sucesso, sendo as mais populares "Ovelha Negra", "Mania de Você", "Lança Perfume", "Agora Só Falta Você", "Baila Comigo", "Banho de Espuma", "Desculpe o Auê", "Erva Venenosa", "Amor e Sexo", "Flagra" e "Doce Vampiro", dentre outras. O álbum Fruto Proibido (1975), lançado com a banda Tutti Frutti, é comumente visto como um marco fundamental na história do rock brasileiro, considerado por alguns como sua obra-prima.
Em 1976, começou um relacionamento com o guitarrista Roberto de Carvalho que, até o fim da carreira de Rita Lee, foi o parceiro da maioria de suas canções. Tiveram três filhos. Rita Lee era vegana e defensora dos direitos dos animais. Com uma carreira que alcançou os 60 anos, a artista passou da inovação e do gueto musical dos anos 1960 e 1970 para as baladas românticas de muito sucesso nos anos 1980 e uma revolução musical, tendo apresentado-se com inúmeros artistas que variam de Elis Regina e João Gilberto à banda Titãs. Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a lista dos cem maiores artistas da música brasileira, onde Rita Lee ocupa o 15° lugar.

PAUL MCCARTNEY - BECK - FIND MY WAY - 2020😃

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O MENINO, A TOUPEIRA, A RAPOSA E O CAVALO ★★★★★

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O livro O Menino, A Toupeira, a Raposa e o Cavalo, do ilustrador britânico Charlie Mackesy, é um sucesso editorial. Uma história simples, mas nem por isso menos profunda. Uma história singela sobre quatro improváveis amigos, que se encontram por acaso e seguem juntos numa jornada em que descobrirão o valor da amizade, do companheirismo, do respeito à individualidade do outro, da gentileza, com ilustrações que descansam os olhos de tão sublimes. Quando lido por uma criança, é uma jornada de aventura e descobertas. Quando lido por olhos adultos que já carregam uma bagagem considerável de experiências, a jornada se torna interna, da alma. Esta obra-prima foi adaptada para o cinema, num curta metragem de animação indicado ao Oscar de 2023. Quando escrita, a história tem uma dimensão; quando ganha cor, movimento, voz, trilha sonora, nos presenteia com outras sensações. Os desenhos de Mackesy ganham vida e seguimos na jornada desses amigos pra fazer a nossa travessia interior. De fato, quando o autor diz que o livro é destinado a crianças de 8 a 80 anos, está coberto de razão. E de emoção. Não há idade que não se encante com este menino que tem o sonho de ser gentil quando crescer. Ele está perdido num campo nevado e sabe que deve seguir o fluxo do rio para encontrar o caminho de casa. No trajeto, conhece a toupeira perguntadeira, a raposa silenciosa e o cavalo protetor. E descobrem ali o valor dos sonhos, dos medos, da paciência em esperar a tempestade passar, do conforto de ter um abrigo amigo. Cada uma das conversas e silêncios entre eles vai calando dentro de nós e ganhando significados de acordo com o nosso momento individual de vida. Ninguém fica imune à gentileza desta obra. Texto: Suzana Vidigal - Vida Simples. Aqui, a gente confere o trailer e mais abaixo, completo, em português.