Depois que Brian Epstein morreu em 1967 e John Lennon passou os Beatles para segundo plano, após conhecer Yoko Ono, Paul McCartney tentou líderar o grupo, mas já estavam perdidos. O pau quebrou mesmo foi na hora de escolher um novo empresário. John, George e Ringo queriam que fosse o picareta Allen Klein, que já tinha roubado os Rolling Stones. Paul queria ser representado pelo advogado John Eastman. No dia 29 de setembro de 1969, John Lennon anuncia aos outros que estava deixando os Beatles mas concordou em não divulgar a notícia para não estragar o lançamento das canções do projeto Get Back. No dia 10 de abril de 1970, Paul deu uma entrevista e anunciou oficialmente o fim dos Beatles uma semana antes do lançamento de seu primeiro álbum solo intitulado McCartney. O documentário e álbum Get Back foi lançado com o nome de Let It Be em 8 de maio do mesmo ano. A sociedade entre os Beatles só acabou mesmo judicialmente em 1975. Parece, que ficaram muitas mágoas que nem o tempo e nem a morte puderam apagar. PAUL McCARTNEY FOI O ÚNICO BEATLE QUE QUERIA QUE A COISA NÃO ACABASSE. Acabou sendo considrado pelos outros, como traidor. Uma das maiores injustiças do mundinho sujo que é a música pop.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
10/04/1970 - O DIA DO FIM DO SONHO
Depois que Brian Epstein morreu em 1967 e John Lennon passou os Beatles para segundo plano, após conhecer Yoko Ono, Paul McCartney tentou líderar o grupo, mas já estavam perdidos. O pau quebrou mesmo foi na hora de escolher um novo empresário. John, George e Ringo queriam que fosse o picareta Allen Klein, que já tinha roubado os Rolling Stones. Paul queria ser representado pelo advogado John Eastman. No dia 29 de setembro de 1969, John Lennon anuncia aos outros que estava deixando os Beatles mas concordou em não divulgar a notícia para não estragar o lançamento das canções do projeto Get Back. No dia 10 de abril de 1970, Paul deu uma entrevista e anunciou oficialmente o fim dos Beatles uma semana antes do lançamento de seu primeiro álbum solo intitulado McCartney. O documentário e álbum Get Back foi lançado com o nome de Let It Be em 8 de maio do mesmo ano. A sociedade entre os Beatles só acabou mesmo judicialmente em 1975. Parece, que ficaram muitas mágoas que nem o tempo e nem a morte puderam apagar. PAUL McCARTNEY FOI O ÚNICO BEATLE QUE QUERIA QUE A COISA NÃO ACABASSE. Acabou sendo considrado pelos outros, como traidor. Uma das maiores injustiças do mundinho sujo que é a música pop.
STUART SUTCLIFFE - EX-BEATLE
Stuart Fergusson Victor Sutcliffe, nasceu na Escócia, na cidade de Edimburgo. Cresceu na pequena cidade de Huyton, próxima a Liverpool, Inglaterra.Stuart Sutcliffe foi o primeiro baixista dos Beatles. Sua entrada nos Beatles deu-se pela amizade que tinha com o líder do grupo, John Lennon. Stu e John se conheceram na escola de arte chamada Liverpool College of Art. Stu era um jovem interessado em pintura e, ao ganhar um dinheiro com a venda de algumas de suas obras, foi convencido por John a comprar um contrabaixo elétrico e entrar para os Beatles. Seu estilo musical era limitado e, sendo algo que o incomodava, era comum vê-lo tocando de costas para o público.Antes da fama, os Beatles fizeram uma pequena turnê à cidade de Hamburgo, na Alemanha, e foi lá que Stu acabou conhecendo Astrid Kirchherr. Astrid tornou-se sua namorada e foi ela quem deu a idéia do estilo de cabelo dos Beatles (franjas penteadas para frente). Pouco tempo depois, Stu Sutcliffe deixou a banda para ficar com a namorada em Hamburgo e dedicar-se completamente à pintura (sua verdadeira paixão). Alguns meses depois, no dia 10 de abril de 1962, ele morreu de hemorragia cerebral aos 21 anos de idade. Como artista, Stu mostrava em suas obras influências britânicas e européias de artistas abstratos misturada com influência do movimento abstrato expressionista americano. Hoje algumas de suas obras encontram-se em galerias de Liverpool, Inglaterra.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
O ESCRITOR QUE OS BEATLES CANTARAM
Por Renata Silva e Sara Santos Silva - jpn@icicom.up.ptMais de 200 anos após a sua morte, o "poeta do mistério" continua bem presente na cultura contemporânea. Na música, influenciou compositores como Debussy ou os incomparáveis The Beatles.
"The Raven" é apenas um dos álbuns mais paradigmáticos da influência de Edgar Allan Poe na criação musical contemporânea. Lou Reed recriou, em 2003, o ambiente da escrita do autor num disco conceitual.
Anabela Duarte, antropóloga, apresentou no Colóquio Internacional "Poe and Gothic Creativity" uma tese sobre a influência de Poe na estética e na criação musical contemporânea. Em declarações ao JPN, destaca a "filosofia de transgressão e de negrume" presentes no álbum "The Raven", marcadamente "poesca".
Mas o legado de Poe [Infografia] não se esgota na obra do ex-Velvet Underground. Na verdade, pouco tempo depois da morte do escritor, Claude Debussy compôs uma ópera baseada no conto "The Fall of the House of Usher", que, no entanto, não chegou a concluir. Já nos anos 80, do século XX, o minimalista Philip Glass produziu uma ópera baseada nessa mesma obra.
"Man, you should have seen them kicking Edgar Allan Poe", cantavam os Beatles, numa canção intitulada "I'm the Walrus", que, como explica ao JPN Anabela Duarte, "é uma sátira à sociedade inglesa do seu tempo e, simultaneamente, um protesto de revolta em relação ao modo como Poe havia sido tratado pelos seus conterrâneos". Na década de 60, Poe aparece mesmo na capa de "Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band".
Uma espécie de niilismo punk
Segundo Anabela Duarte, "a apetência das gerações mais novas por Poe" deve-se ao facto de ser um autor "não conformista e anti-convencional". Em 1844, Edgar Allan Poe publicou um artigo intitulado "The Ballon-Hoax", no jornal "The Sun". "Embriagado, colocava-se à porta do jornal e dizia às pessoas: "Não comprem, não comprem, fui eu que escrevi!", relata a antropóloga.
"O espírito atormentado, a paranóia, a rebeldia, o desejo de auto-destruição são algumas das linhas pelas quais se regem muitas das tendências e sensibilidades artísticas contemporâneas", explica Anabela Duarte.
Diamanda Galás como "espelho distorcido" de Poe
Os temas de Diamanda Galás são embebidos em mistério, revolta e inconformismo. Não é, deste modo, surpreendente que seja um dos melhores exemplos da influência de Poe na música actual. Anabela Duarte considera que Galás "reflecte, como um espelho distorcido, a atmosfera de negrume e diabolismo presentes em muitos dos escritos" do autor.
"Masque of the Red Death" é um triplo CD da compositoracompositora que subverte o conto homónimo de Poe. Cada disco "aposta para uma tipologia da morte vermelha, sendo a peste equiparada à praga por excelência do séc. XX e séc. XXI, ou seja, a SIDA", explica a antropóloga Anabela Duarte.
Ao longo de 200 anos, Edgar Allan Poe foi uma fonte de inspiração na estética musical e artística contemporânea. Contos como "The Raven", "The Fall of the House of Usher" e "The Mask of the Red Death" foram alguns dos escritos mais influentes no universo artístico, nomeadamente na música.
"The Raven" é apenas um dos álbuns mais paradigmáticos da influência de Edgar Allan Poe na criação musical contemporânea. Lou Reed recriou, em 2003, o ambiente da escrita do autor num disco conceitual.
Anabela Duarte, antropóloga, apresentou no Colóquio Internacional "Poe and Gothic Creativity" uma tese sobre a influência de Poe na estética e na criação musical contemporânea. Em declarações ao JPN, destaca a "filosofia de transgressão e de negrume" presentes no álbum "The Raven", marcadamente "poesca".
Mas o legado de Poe [Infografia] não se esgota na obra do ex-Velvet Underground. Na verdade, pouco tempo depois da morte do escritor, Claude Debussy compôs uma ópera baseada no conto "The Fall of the House of Usher", que, no entanto, não chegou a concluir. Já nos anos 80, do século XX, o minimalista Philip Glass produziu uma ópera baseada nessa mesma obra.
"Man, you should have seen them kicking Edgar Allan Poe", cantavam os Beatles, numa canção intitulada "I'm the Walrus", que, como explica ao JPN Anabela Duarte, "é uma sátira à sociedade inglesa do seu tempo e, simultaneamente, um protesto de revolta em relação ao modo como Poe havia sido tratado pelos seus conterrâneos". Na década de 60, Poe aparece mesmo na capa de "Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band".
Uma espécie de niilismo punk
Segundo Anabela Duarte, "a apetência das gerações mais novas por Poe" deve-se ao facto de ser um autor "não conformista e anti-convencional". Em 1844, Edgar Allan Poe publicou um artigo intitulado "The Ballon-Hoax", no jornal "The Sun". "Embriagado, colocava-se à porta do jornal e dizia às pessoas: "Não comprem, não comprem, fui eu que escrevi!", relata a antropóloga.
"O espírito atormentado, a paranóia, a rebeldia, o desejo de auto-destruição são algumas das linhas pelas quais se regem muitas das tendências e sensibilidades artísticas contemporâneas", explica Anabela Duarte.
Diamanda Galás como "espelho distorcido" de Poe
Os temas de Diamanda Galás são embebidos em mistério, revolta e inconformismo. Não é, deste modo, surpreendente que seja um dos melhores exemplos da influência de Poe na música actual. Anabela Duarte considera que Galás "reflecte, como um espelho distorcido, a atmosfera de negrume e diabolismo presentes em muitos dos escritos" do autor.
"Masque of the Red Death" é um triplo CD da compositoracompositora que subverte o conto homónimo de Poe. Cada disco "aposta para uma tipologia da morte vermelha, sendo a peste equiparada à praga por excelência do séc. XX e séc. XXI, ou seja, a SIDA", explica a antropóloga Anabela Duarte.
Ao longo de 200 anos, Edgar Allan Poe foi uma fonte de inspiração na estética musical e artística contemporânea. Contos como "The Raven", "The Fall of the House of Usher" e "The Mask of the Red Death" foram alguns dos escritos mais influentes no universo artístico, nomeadamente na música.
Edgar Allan Poe é considerado, juntamente com Jules Verne, um dos precursores da literatura de ficção científica e fantástica modernas. Algumas das suas novelas, como The Murders in the Rue Morgue (Os Crimes da Rua Morgue), The Purloined Letter (A Carta Roubada) e The Mystery of Marie Roget (O Mistério de Maria Roget), figuram entre as primeiras obras reconhecidas como policiais, e, de acordo com muitos, as suas obras marcam o início da verdadeira literatura norte-americana.
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
PAUL & RINGO TOCAM JUNTOS EM NY
Os dois beatles Paul McCartney e Ringo Starr, tocaram juntos no sábado (4) a fim de levantar dinheiro para garantir que cerca de um milhão de crianças aprendam uma técnica de meditação que o grupo praticou no auge da fama. Paul McCartney recebeu no palco Ringo para uma vibrante interpretação de "With a little help from my friends", no Radio City Music Hall, durante um concerto da Fundação David Lynch, que promove a Meditação Transcendental.
Os Beatles ajudaram a popularizar a meditação em 1967, quando buscaram conselhos espirituais do guru indiano, Maharishi Mahesh Yogi.
Paul e Ringo tocaram juntos pela última vez em novembro de 2002, no Royal Albert Hall em Londres, num concerto para George Harrison, depois da morte do beatle, aos 58 anos, de câncer.
A fundação do cineasta David Lynch afirma que desde 2005 ofereceu bolsas para mais de cem mil jovens em situação de risco, professores e pais em 30 países para aprender a Meditação Transcendental.
Os Beatles ajudaram a popularizar a meditação em 1967, quando buscaram conselhos espirituais do guru indiano, Maharishi Mahesh Yogi.
Paul e Ringo tocaram juntos pela última vez em novembro de 2002, no Royal Albert Hall em Londres, num concerto para George Harrison, depois da morte do beatle, aos 58 anos, de câncer.
A fundação do cineasta David Lynch afirma que desde 2005 ofereceu bolsas para mais de cem mil jovens em situação de risco, professores e pais em 30 países para aprender a Meditação Transcendental.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
PAUL & RINGO TOCARÃO JUNTOS EM NY
Os Beatles Paul McCartney e Ringo Starr ao lado do diretor de cinema David Lynch durante um evento transmitido pela internet da David Lynch Foundation. A fundação do cineasta é dedicada à divulgação da meditação transcendental. O encontro serviu para divulgar o show beneficente 'Change begins within', que acontece neste sábado (4, amanhã!) e que terá os dois Beatles tocando juntos.quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
A VIDA ESCANDALOSA DOS BEATLES
Hey, Beatle people!Os anos 80 começaram dramaticamente para nós, Beatlemaníacos. O assassinato brutal de John Lennon chocou e comoveu o mundo por toda a década. As bancas de revistas estavam sempre abarrotadas de revistas e especiais sobre John e os Beatles. As melhores, dessas "velhas" publicações, vamos tentar mostrar aqui, no nosso baú. Uma das que mais me chamou atenção foi uma edição especial da revista Manchete em 83, que trazia os Beatles na capa e a manchete: "A VIDA ESCANDALOSA DOS BEATLES". Por três edições seguidas, a Manchete publicou a condensação do livro "The Love You Make" de Peter Brown, que conviveu diretamente com os Beatles. Vale à pena conferir!
Agradecimento especial: Alessandra Urquia. Obrigadão! Valeu!
LEIA AGORA! IMPERDÍVEL!!!
http://edu-avidaescandalosadosbeatles.blogspot.com/
terça-feira, 24 de março de 2009
JACKIE LOMAX - IS THIS WHAT YOU WANT?
Jackie Lomax é o classico exemplo do artista talentoso que jamais conseguiu vender. Excelente intérprete de soul e rhythm & blues, entre os ingleses brancos ele é, segundo alguns, comparável apenas a Steve Winwood, embora não tenha, nem de perto, o mesmo reconhecimento. Jackie Lomax nasceu em 10 de maio de 1944 em Wallasey, localizado no outro lado do rio Mersey em Liverpool. Se interessou pelo violão graças à moda do skiffle, como tantos garotos ingleses daquela geração. Conheceu os Beatles antes da fama ainda em Liverpool. No inicio da década de sessenta entrou para uma banda de Wallasey chamada Dee & the Dynamites. Em 1962, se uniu ao the Undertakers mais tarde foram tentar a sorte no Canadá e Estados Unidos.Quando os Beatles foram tocar no Shea Stadium, em New York, Jackie, sendo de Liverpool e tendo feito parte da mesma cena musical que eles, teve acesso livre ao grupo. Depois do show, voltou com eles ao Warwick Hotel e conversou com os rapazes sobre sua situação. Depois Epstein pediu que ele o procurasse em Londres. E assim The Lomax Alliance chegou em Londres. Brian Epstein conseguiu intermediar um contrato com a Columbia Records para Jackie Lomax e sua banda gravarem seu primeiro álbum. Quando a coisa parecia estar indo bem, Brian Epstein morre e a Columbia acabou cancelando o lançamento. The Lomax Alliance voltou para os Estados Unidos porém não demorou muito e Jackie Lomax deixou o grupo, voltando para Londres.
Jackie Lomax procurou John Lennon que lhe sugeriu que ele gravasse em dois canais o material novo que tivesse e levasse até a Apple Publishing, que ficava acima da Apple Boutique. Foi o que ele fez e perto do ano novo, George Harrison lhe telefonou dizendo que leu as letras e ouviu as canções e estaria interessado em produzi-lo assim que voltasse de um retiro espiritual com os outros Beatles na India.
Com a volta dos Beatles nasceu a Apple Corps, e nela residiu a mais nova gravadora com escritorios em Londres e Nova York, Apple Records. Jackie Lomax assinou com a Apple passando a ser o primeiro artista contratado pelo selo. Com a assistência de George Harrison, passou parte do verão de 1968 gravando seu novo álbum. No mesmo periodo, os Beatles estavam gravando o “Album Branco” e Lomax foi convidado a fazer vocais de fundo em “Dear Prudence.”
“Sour Milk Sea”, foi o terceiro compacto lançado pela Apple (Hey Jude, com os Beatles e Those Were The Days, com Mary Hopkin foram os primeiros) e não alcançou o sucesso desejado. A canção, composta por George Harrison, foi gravada com os Beatles, menos John Lennon, mais Eric Clapton e Nicky Hopkins. Seu primeiro álbum solo a ser lançado, “Is This What You Want?” chegou as lojas em janeiro de 69. O álbum tem uma seleção de músicos convidados de fazer inveja a qualquer um. Entre outros músicos mais conhecidos estão George Harrison e Eric Clapton como dupla de guitarras, Nicky Hopkins no piano, Billy Preston no órgão, Paul McCartney no baixo e Ringo Starr na bateria. Outros músicos nas sessões incluem Klaus Voorman no baixo e Hal Blaine na bateria. Apesar de muita expectativa cercando o album pela mídia, o disco foi um retumbante fracasso de vendas
Com o fim dos Beatles e a Apple em crise, Jackie deixou a gravadora e entrou na banda de hard blues: Heavy Jelly. Depois, juntou-se a outra banda, desta vez de hard rock, chamada Balls. E de galho em galho, passaram-se os anos 70, 80, 90 e até hoje Jackie continua na estrada. Apesar da falta do sucesso comercial.
Discos:1969 - Is This What You Want?
1971 - Home Is In My Mind
1972 - Three
1976 - Livin' for Lovin'
1977 - Did You Ever Had The Feeling?
2001 - The Ballad of Liverpool Slim
HELP! A AVENTURA COLORIDA DOS BEATLES


Desde que coloquei o Baú do Edu no ar, sonhava com o dia de publicar esta postagem. Finalmente chegou a oportunidade de poder homenagear meu filme e disco preferido dos Beatles.“HELP!”, a canção, o filme e o disco foram os responsáveis diretos pela minha Beatlemania temporã. Vi “HELP!”pela 1ª em julho de 75. Exatos 10 anos depois de sua estréia nos cinemas e 5 depois do “fim” dos Beatles.
O que mais me impressionou no filme foi a cena de abertura quando os fanáticos estão no templo preparando o sacrifício e os Beatles explodem na tela cantando HELP! em preto e branco e o Swami atira dardos tentando acertar Ringo. Imagino que este tipo de choque que levei tenha sido o mesmo que Brian sentiu quando viu os Beatles pela 1ª vez no Cavern, ou milhões de expectadores que os viram diante da TV no programa de Ed Sullivan.
O impacto que “HELP!” teve sobre mim foi fulminante e arrasador. Naquela tarde que vi o filme pela primeira vez, quando terminou a sessão, disse para os amigos que estavam comigo que podiam ir embora, porque eu queria ver de novo pelo menos mais duas vezes. Depois, mais duas. O Eduardo que voltou para o apartamento 212, do bloco H da 312 Norte não era mais o mesmo.
A.H. D.H. Antes e depois de HELP! Foi assim que minha vida ficou dividida. Para sempre. E eu gosto mais da segunda.






Filmado em seis semanas de 1965 e dirigido novamente por Richard Lester, “Help!” tomou o rumo de paródia roqueira de James Bond e custou o dobro do longa anterior, por ser colorido e ter locações “exóticas” (Bahamas e os alpes). Na trama, os Beatles são perseguidos por um bando de fanáticos de uma seita hindu, porque Ringo está com o anel do sacrifício. Anos depois, os Beatles admitiram que filmaram chapados. Foi o começo do fim dos terninhos e a chegada de novos tempos. E essa transição acabou registrada nas imagens.
O disco contendo a trilha sonora de “Help!” vendeu milhões de cópias e é verdadeira coleção de hits. A faixa-título apontava para o desgaste da pressão da Beatlemania, que em pouco tempo levaria a banda a abandonar as turnês. Mas talvez mais significativa tenha sido “You’ve Got to Hide Your Love Away”, em que Lennon, inspirado em Bob Dylan, coloca suas próprias emoções na música e pondera a situação amorosa de seu empresário homossexual Brian Epstein. A trilha também trouxe a canção mais regravada de todos os tempos, “Yesterday”, composta por Paul McCartney. George Harrison ainda aproveitou para homenagear sua então namorada Pattie Boyd com “I Need You”. “Act Naturally” e “Dizzy Miss Lizzy” foram os últimos covers a entrar num álbum do quarteto e “Ticket to Ride” foi considerada por John uma das primeiras canções do heavy metal, devido a batida forte e ao solo de guitarra.
sexta-feira, 20 de março de 2009
JOHN LENNON EM REVISTA E DVD
John Lennon é a atração desse mês da revista SHOWTIME. A revistinha tenta traçar um perfil da personalidade do ex-beatle, tem uma discografiazinha e umas fotinhas "inéditas". O DVD que acompanha a revista, é melhorzinho. Traz uma entrevista com Mark David Chapman, um dos homens mais odiados do planeta. O assassino diz que buscou forças no satanismo para poder levar seu plano até o final. Em seguida, celebridades revelam detalhes do impacto que a morte de Lennon teve em suas vidas. Uma bosta! Só para loucos como eu.
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
ROLLING STONE ENTREVISTA PAUL McCARTNEY

Caros amigos do Baú:
Quem viu ou leu a entrevista da Playboy com John Lennon, não pode deixar de conferir uma com SIR PAUL McCARTNEY. O lado bom da maçã. É uma entrevistinha curta. Mas o velhão vai falar sobre o Verão do Amor, Sgt. Pepper's, a separação dos amigos e sua visão da política mundial. Não é nova. Mas é mais atual do que nunca. Absolutamente imperdível! Devia ser ensinado nas escolas!...
Aqui, no Baú do Edu:
domingo, 15 de março de 2009
A MULHER MAIS BONITA DO UNIVERSO
EM TODOS OS TEMPOS!!!
O Baú do Edu tem a honra e o enorme prazer de fazer sua homenagem à mulher mais linda do universo. Um dos maiores ícones da cultura pop do século XX. Só perde para os Beatles, Presley e Mickey Mouse.
Marilyn Monroe personificou o glamour hollywoodiano com incomparável brilho e energia que encantaram o mundo. Apesar de sua beleza deslumbrante, suas curvas e lábios carnudos, Marilyn era mais do que um símbolo sexual na década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência, junto com sua nata sensualidade, a tornaram querida no mundo inteiro. Ela dominou a era das grandes estrelas e, sem dúvida, foi a mulher mais famosa do século 20.
“Eu sabia que eu pertencia ao público e ao mundo, não pelo fato de ser talentosa ou até mesmo bonita, mas porque eu nunca pertenci a nada ou a ninguém”.Se estivesse viva, essa cavalona completaria 82 anos.Quando ela morreu, os Beatles ainda não tinham explodido. Esse encontro poderia ter sido bacana. Ela é uma das figuras que os Beatles homenageiam na capa do Sgt. Pepper's, com destaque Falou Marilyn. Você é a mulher nota 1000!!!

"Marilyn Monroe Color Study" Art : James Gill - Acrylic on Canvas - 40" x 54"


"Marilyn Monroe Color Study" Art : James Gill - Acrylic on Canvas - 40" x 54"
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